Indice
Indice..........................................................................................................................................................1
Objectivos...................................................................................................................................................2
Objectivo Geral......................................................................................................................................2
Objectivos Especificos...........................................................................................................................2
Introdução..................................................................................................................................................3
Processo da Escrita....................................................................................................................................4
Conceito......................................................................................................................................................4
Escrever sem Planificar.........................................................................................................................4
O Contexto da Produção Textual.........................................................................................................5
Objectivos da producao textual........................................................................................................5
Importancia da producao textual.....................................................................................................5
Estrategias para Produção textual...................................................................................................8
Planificação............................................................................................................................................9
Delimitando o Tema..........................................................................................................................9
Determinando o objetivo...................................................................................................................9
Formulando a tese...........................................................................................................................10
O plano do texto...................................................................................................................................10
Conclusão.................................................................................................................................................13
Bibliografia..............................................................................................................................................14
Objectivos
Objectivo Geral
Falar das fases do Processo da Escrita.
Objectivos Especificos
Conceitulizar o processo da Escrita;
Identificar as fases do processo da Escrita;
Descrever as fases do Processo da Escrita;
Introdução
O Processo da Escrita redere- se as etapas e praticas envolvidas na criação de um Texto. Esse
Processo é fundamental para a comunicação escrita e pode variar de acordo com o tipo de texto
do autor. Geralmente o processo da escrita é dividida em algumas fases, o planejamento, a
redação, revisão, a Edição e a publicidade. O trabalho em alusão cingir-se a em falar sobre, o
contexto da produção escrita, planificação, planos de texto e escrever sem planificar.
Processo da Escrita
Conceito
O Processo da Escrita é uma série de etapas que um autor percore para transnformar ideias em
palavras escritas. Este processo pode variar de autor para autor, mas geralmente envolve a pré-
escrita, Planificação a redação e a revisão.
Escrever sem Planificar
‘’ A consêquencia de escrever é que você deve começar escrevendo os significados errados nas
palavras erradas, mas continue escrevendo até chegar aos significados certos nas plavras
certas. Somente no final você saberá o que está dizendo´´ Peter Elbow
`` Não pense, apenas escreva´´ Ray Bradbury
Escrever sem planificar é uma estratégia de escrita desenvolvida por Peter Elbow em 1973, é
semelhante ao Brainstorming, mas é escrito em forma de frase e parágrafo sem parar. Essa
estratégia aumenta o fluxo de ideias e reduz a chance de você censurar acidetalmente uma boa
ideia.
A Estratégia ajuda também a aumentar a fluência de alunos de segunda lingua, ou seja, a
capacidade de produzir linguagem escrita facilmente ) em oposição á precisão, que e obviamente
importante, mas que é melhor abordada mais tarde no processo.
Como outrora foi dito que escrever sem planificar é semelhante ao brainstorming podemos ver:
- Anote todas as ideias que você puder pensar sobre o seu tópico, não importa o quão ´´ malucas
´´ você pode julgar depois ( e ninguém mais vai ver );
- Não se preocupe com a gramática ou ortografia corretas
E ao contrario do Brainstorming:
- Escreva em forma de frase e parágrafo;
- Mantenha suas mãos se movendo, se você não consegue pensar em nada, continue repetindo
seu assunto ( por exemplo: ´´ armadilha ocupada, armadilha ocupada´´) ou algo como ´´ Estou
esperando que as ideias venham e elas virão. Estou esperando que as ideias venham e elas virão
´´. ( e elas virão);
- Sinta- se avontade para usar uma palavra ocasional da sua lingua materna, se não conseguir
lembrar da Palavra em português, mas não exagere;
- Continue escrevendo por 15 ou 20 minutos ou até sentir que tem o suficiente para começar a
desenvolver seu artigo ou pesquisa;
NOTA: Na formulação original da escrita livre de Peter Elbow, projetada para gerar não apenas
ideias, mas até mesmo um tópico, o escritor escreve por alguns minutos, escolhe uma ideia ou
uma palavra dessa livre escrita e então escreve livremente sobre o seu novo topico por varios
minutos e então repete esse processo novamente refinando sucessivamente seu tópico. Esse
processo pode ser útil se você estiver realmente começando do zero e nem tiver certeza sobre o
que quer escrever seu artigo.
O Contexto da Produção Textual
Na produção textual encontramos dois princípios fundamentais O primeiro é tratar a produção
textual como uma actividade que põe em contacto sujeitos de linguagem (produtor e leitor) num
espaço de interlocução, onde as interacções são realizadas pelo texto;
O segundo evidencia ser a produção de textos um processo que convoca o produtor a se
envolver num processo complexo, que mobiliza várias habilidades e competências de natureza
cognitiva, discursiva, textual e linguística.
Objectivos da producao textual
Relacionar conhecimentos sobre situação de comunicação e demandas da produção do
texto escrito;
Reconhecer a produção textual como um processo cognitivo e como prática discursiva;
Sistematizar conhecimentos sobre estratégias textuais;
Realizar práticas de produção do texto escrito adequadas à situação comunicativa
envolvida.
Importancia da producao textual
A produção textual e importante por varias razoes;
Na comunicação permite que as pessoas se comuniquem e partilham suas ideias, pensamentos e
opiniões com outras pessoas.
Na educação e uma ferramenta importante para a educação, pois permite que os alunos
aprendam a escrever e a ler de uma forma eficaz. Alem disso pode ser usado como uma
ferramenta para ensinar disciplinas como historia, ciências e literatura.
Em suma, a produção textual e importante porque permite que as pessoas se comuniquem,
aprendam, expressem suas ideias e inovem por meio da escrita.
Os géneros e as condições de produção do texto escrito
Actualmente, a consciência de que a linguagem é tanto um instrumento usado para a
comunicação quanto uma prática social orientada basicamente pela perspectiva da interacção
favorece uma abordagem sociodiscursiva das actividades mediadas pela linguagem verbal, como
a leitura e a produção textual.
Diante disso, passamos a ver, por exemplo, a mobilização de determinadas estruturas textuais e
linguísticas como estratégica, determinada pelos propósitos não só da comunicação, mas,
principalmente, da interacção.
Para produzirmos textos de qualidade e reconhecíveis como pertencendo a um determinado
género, precisamos, conscientemente, estabelecermos o que queremos dizer, para quem e com
qual finalidade escrevemos, além de escolhermos o gênero que melhor atende a todas essas
demandas.
Ao nos envolvermos com a produção e a leitura, estamos lidando com processos de produção de
sentido. Tomar a perspectiva de que ler e produzir texto são processos implica considerar, em
primeiro lugar, que, nessas atividades ou práticas de linguagem, estão envolvidas competências,
operações e comportamentos os quais são mobilizados a fim de gerar um texto capaz de
estabelecer uma interlocução, um espaço de negociação de sentidos entre os participantes da
interação verbal.
Em segundo lugar, precisamos ter em mente que, nesses processos, demandas de natureza
diversa estão envolvidas: cognitiva, linguística, textual e discursiva (social/pragmática). Da
perspectiva da produção textual, o produtor necessita recorrer a habilidades que vão desde a
recuperação de informações armazenadas na memória (conhecimento prévio, dimensão
cognitiva), passando pelo estabelecimento de um plano/estrutura de texto (conhecimento do
gênero), pela dificuldade de “tradução” do pensamento para a palavra (código escrito e suas
convenções, sintaxe, vocabulário, isto é, o conhecimento da língua) até a escolha da estratégia
argumentativa (discursiva, de interação) utilizada no gênero textual a ser produzido.
Em publicações destinadas ao tratamento pedagógico das teorias de leitura e produção de
gêneros textuais, como a edição de agosto de 2009 da revista Nova Escola, destacam-se, entre os
chamados “comportamentos leitores e escritores”, atividades como ler para estudar, encontrar
uma informação específica, tomar notas, organizar entrevistas, elaborar resumos, sublinhar as
informações mais relevantes, comparar dados entre textos, enfrentar o desafio de escrevê-los.
Nesses comportamentos, como podemos notar, estão sendo mobilizadas diferentes competências
e habilidades, por isso nós, enquanto futuros professores orientadores desses comportamentos,
precisamos conhecer como esses processos funcionam. Aqui, vamos sistematizar alguns
conhecimentos sobre o processo e subprocessos envolvidos na produção textual. Antes, porém,
vamos nos voltar para nossa própria prática: O que fazemos quando escrevemos? Como
iniciamos nosso trabalho? Como geramos ideias? Planejamos ou vamos escrevendo logo?
Revisamos ou abandonamos nosso texto, crendo que nos faltou inspiração? O que pensamos
quando somos desafiados a escrever?
Quando buscamos nos aprofundar na produção textual analisando-a como processo cognitivo,
um referencial clássico é o modelo proposto por Flower e Hayes (1981). Em seus trabalhos, eles
enfatizam que a produção de um texto deve ser vista como “um conjunto de processos de
pensamento distintos, os quais o escritor orquestra”. Sob essa perspectiva, produzir um texto
envolve uma interação complexa de vários comportamentos escritores, ou, na terminologia
desses autores, subprocessos como planejar, gerar ideias, rascunhar, revisar, editorar.
Segundo esses autores, o produtor, ao compor seu texto, sofre restrições impostas pela sua
memória de longo termo (MLT) e pelo contexto da tarefa, entendido aqui como os elementos
implicados numa determinada situação comunicativa, como o público leitor, o gênero exigido, o
suporte onde será veiculado o texto, etc. Da MLT devem ser recuperados conhecimentos úteis
que, posteriormente, serão organizados ou adaptados para se ajustarem às demandas da situação
comunicativa envolvida. Na MLT do escritor, encontram-se armazenados conhecimentos sobre o
tema (O que escrever?), sobre o destinatário (Quem é o leitor? O que ele pode não saber sobre o
tema?) sobre planos de escrita (Qual a estrutura composicional característica desse gênero? Que
nível de linguagem empregar?) e sobre representações de problemas (Qual gênero é adequado
para esse contexto?).
No contexto da tarefa (situação de comunicação), encontram-se dois componentes: o primeiro é
o problema retórico, que se refere aos elementos envolvidos na situação comunicativa, tais como
o tópico ou assunto a ser desenvolvido, o leitor potencial do texto e os elementos motivadores
(por que escrever? para que escrever? Para que o leitor lê aquele texto?) e o segundo é o texto
produzido até certo momento, pois frequentemente o produtor interrompe sua escrita, lê o texto
que está escrevendo, agrega novas ideias com essa leitura, julga se o texto produzido até aquele
momento está adequado a sua intenção e recomeça a escrever. Desse modo, produzir um texto
implica a ativação de conhecimentos armazenados na MLT do escritor, a consideração de
questões retóricas derivadas da situação comunicativa e a influência do próprio texto que está em
construção. Isso revela que, à medida que o produtor escreve seu texto, ele vai considerando seu
possível leitor, seu objetivo ao escrever e o objetivo do seu leitor, o que ambos sabem ou
desconhecem do tema, lê o que ele já escreveu até então, e assim sucessivamente.
No modelo de Flower e Hayes, o processo da produção propriamente dito desencadeia três
comportamentos escritores (subprocessos cognitivos): planejamento, tradução e revisão, que, por
seu lado, são acompanhados pelo monitor.
Estrategias para Produção textual
Como vimos, produzir textos envolve uma série de “comportamentos escritores” e considerações
a respeito da situação comunicativa, o que leva o produtor a tomar decisões: o que escrever? Para
quem? Com qual objetivo?, entre outras. Também vimos que a produção textual é um processo
complexo, no qual competências e habilidades de natureza diversa são mobilizadas, além de se
orquestrar uma série de comportamentos escritores (planejar, traduzir, re-textualizar, monitorar).
Diante disso, para melhor tratarmos com o desafio de produzirmos textos com qualidade,
devemos conceber esse desafio como uma prática de linguagem que deve ser abordada
estrategicamente, isto é, devemos estabelecer alguns passos para alcançarmos nosso objetivo. No
que segue, explicitamos algumas dessas estratégias.
Planificação
Essa estratégia consiste em elaborar, física (um rascunho, por exemplo) ou mentalmente, um
plano inicial para a atividade, o que envolve considerações sobre o tema e o objetivo do texto,
além de se ter clareza quanto à tese a ser defendida, quando, por exemplo, queremos produzir um
texto organizado retoricamente em torno da defesa de um posicionamento pessoal.
Delimitando o Tema
Delimitar o tema significa restringir o assunto de modo que as ideias passem por um “funil”,
facilitando a organização e a ordenação. A delimitação auxilia o iniciante a evitar que o
parágrafo ou texto se perca na generalidade. Por exemplo: o tema Esportes pode sofrer
sucessivas delimitações até se chegar a uma especificação precisa da abordagem a ser feita no
parágrafo ou texto.
Exemplo:
Esportes;
Práticas Esportativas - o Futebol;
A Copa do Mundo de Futebol;
A Copa do Mundo e sua Dimensão Cultural;
A Copa do Mundo e o Fortalecimento da Cultura do País-sede;
A ideia de que a Copa do Mundo é um evento importante para o fortalecimento da cultura do
país-sede mantém a unidade do texto. Quando a delimitação toma a forma de frase declarativa,
com verbo, torna-se a tese do texto.
Determinando o objetivo
Traçar ou Estabelecer um objetivo para a redação do texto auxilia a fixar, concisa e
genericamente, a direção para o desenvolvimento do assunto. Ter em mente o objetivo a ser
buscado na composição do texto garante a direção, ordena, seleciona a linha de pensamento. Por
exemplo: para a delimitação acima, um objetivo coerente para a redação de um texto é analisar o
caso da África do Sul e o do Brasil através do recorte da sua riqueza cultural, confrontando a
realidade dos dois países, aquele que sediou a Copa, e este que vai, em 2014, realizar o evento.
Formulando a tese
Ter bem claro o posicionamento que se vai defender, isto é, a tese que vai orientar a seleção e
organização das ideias é fundamental para o sucesso do texto. Sem uma tese clara, o produtor se
perde em generalidades, repete o senso comum. Para a delimitação e o objetivo traçados acima,
uma tese coerente é a de que a Copa do Mundo é uma oportunidade de o país sede fortalecer sua
cultura
O plano do texto
Estabelecidos o tema e a sua delimitação, o objetivo e a tese, começamos a pensar em como
concretizar esse plano, isto é, como organizar nosso texto. A seguir, sistematizamos alguns
conhecimentos sobre possibilidades de desenvolver textos. No processo de construção do sentido
e da argumentação, essas possibilidades são vistas como estratégias de que o produtor lança mão
para construir um texto coeso e coerente, que mantém tanto a unidade quanto a progressão.
Exemplos:
Exemplo 1: " Eles estão por toda parte. No ar, nos alimentos e até no organismo de homens e
animais. Desempenham funções vitais para o equilíbrio da natureza, mas também são
protagonistas de doenças capazes de exterminar outras espécies. Tudo dentro de apenas uma
célula de dimensões micrométricas. Não por acaso, as características de certos tipos de fungos
e bactérias há muito encantam os cientistas que buscam fórmulas para transformar elementos
naturais em combustíveis renováveis. Com uso de técnicas de biologia sintética e transgenia,
essa admiração é a grande aposta para o futuro da produção de fontes de energia mais verdes.
Os micro-organismos não são novatos na função. Na safra 2008/2009, as leveduras, espécie de
fungo unicelular, contribuíram para fermentar o caldo de cana-de-açúcar e produzir 27,5
bilhões de litros de etanol no país" . (Usinas Microscópicas. Disponível em: . Acesso em: 10
mar. 2010).
Note que interessante ficou a abertura do texto, pois, inicialmente, não há nenhuma referência
no parágrafo sobre qual referente se está tratando. Essa aparente desorientação do leitor é uma
possibilidade de iniciar tanto um texto quanto um parágrafo chamada de omissão de dados
identificadores. O produtor vai apresentando o referente sem nomeá-lo, isto é, vai selecionando
informações sobre o referente para, somente no meio ou no final do parágrafo, indicar o tema ou
assunto. Claro que o título e o subtítulo esclarecem frequentemente o tema, mas a omissão de
dados identificadores é um recurso retórico que atrai o leitor.
Exemplo 2: " Carbono é uma palavra suja. Nós o queimamos demais, produzindo milhares de
toneladas de dióxido de carbono que ameaçam destruir o clima de nosso planeta para as
gerações vindouras. Antes disso, ele já era o vilão disfarçado de fuligem que saía das chaminés
de fábricas e tornava as cidades escuras. É uma reputação e tanto para carregar. Mas agora
nosso inimigo de longa data pode estar prestes a se tornar nosso melhor amigo high-tech. À
medida que aprendemos a modelar o carbono em nanoescala em tubos e folhas, esferas e fitas ,
horizontes totalmente novos e inesperados se abrem para nós". (O futuro é do carbono.
Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2010).
Veja que agora a estratégia é outra: o autor inicia com uma caracterização pessoal, subjetiva do
carbono, relacionando-a à ideia de sujeira, poluição, perigo. Essa imagem negativa é destacada
ao longo do início do texto. Observe como se faz a referência ao carbono: o vilão disfarçado de
fuligem e nosso inimigo de longa data. Isso tem um objetivo: como o texto vai abordar uma
mudança de perspectiva sobre o carbono, ressaltar o tratamento. associados a esse elemento até
então destaca o contraste de como o carbono será visto a partir de agora.
Construir um contraste, apontando mudanças de perspectivas ou ressaltando diferenças num
processo de comparação, é outra estratégia bastante usada pelos redatores. Quando não se
exploram as diferenças, mas as semelhanças, temos o mesmo processo de comparação, porém se
constrói um paralelo. Agora, vamos analisar outras estratégias de organização e composição
textual.
A interrogação é uma forma interessante de abordar o tema: o texto ou parágrafo começa com
uma pergunta, seguindo-se o desenvolvimento sob a forma de resposta ou de esclarecimento.
Muitas vezes, usa-se a interrogação retoricamente: na realidade, não se quer perguntar para sanar
um questionamento, uma dúvida; lança-se a pergunta para o leitor como uma forma de reforçar
uma crença, uma ideia que provavelmente ambos (produtor e leitor) já compartilham ou já é do
conhecimento do leitor. A esse procedimento dá-se o nome de pergunta retórica.
Igualmente interessante é a definição: o autor define algo, isto é, apresenta as características
diferenciadoras do objeto ou do conceito em questão. A definição pode ser conotativa (pessoal,
sugestiva) ou denotativa (objetiva, científica, técnica). É uma estratégia com alto poder
argumentativo (retórico), pois, através da definição conotativa, o produtor expressa valorações
(positivas ou negativas) sobre o referente. Através da definição denotativa, ele apresenta
conceitos respaldado no saber científico, o que confere credibilidade ao seu texto. O exemplo do
carbono analisado anteriormente exemplifica a riqueza expressiva da definição.
Quando o tema é complexo, um recurso didático é explorar a divisão, isto é, apresentar o tema
sob a forma de discriminação das ideias a serem desenvolvidas. Aqui, recorre-se à ordenação e à
enumeração, que explicita se serão dois, três ou mais os aspectos tratados no texto. É um guia
tanto para o produtor, que, diante de muitas informações, organiza sua escrita, quanto para o
leitor, que tem sua leitura facilitada, pois sabe qual a ordem de apresentação das informações.
Outra estratégia é a alusão histórica: inicia-se o texto ou parágrafo aludindo a um fato
acontecido, real ou fictício. Aqui se organiza o parágrafo em torno da narração, de ações
sequenciadas.
E por fim a omissão dos dados idenficadores. Essa estratégia é muito utilizada em artigos e
reportagens jornalísticas, consiste em ocultarem-se elementos referenciais sobre o tema, que
somente vão aparecer no desenvolvimento com o objetivo de criar certo suspense no leitor. Essa
estratégia foi empregada na matéria sobre fungos e bactérias comentada na seção anterior.
Conclusão
Com a elaboração do trabalho foi concluido que o processo da escrita envolve diferentes etapas,
como a planificação, redação, reviãao e edição, no etanto quando se escreve sem planificar o
procersso se torna mais espontâneo e intuitivo, muitas vezes associado a escrita livre
desenvolvida por Peter Elbow.
Pôde constatar- se que escrever é um processo, processo esse que usa varias ferramentas para a
exibição da excrita, a produção do texto, a planifecação, o plano de textos, todos esses elementos
contribuem para o crescimento e desenvolvimento da escrita.
Bibliografia
SILVA, Luiz, Curso Let-Portuguesa, Produção Textual, Universidade Aberta 2012
JOHN, Trabalho Proprio, por Onomatomedia, Wikimedia Commos 2010.