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Conclusões

O documento analisa as variações de microdureza em amostras de aço 1020 submetidas a diferentes tratamentos térmicos, destacando que a amostra temperada e revenida apresentou maior microdureza devido à morfologia acicular da ferrita. Constatou-se que houve modificações estruturais significativas, como esferoidização da perlita e formação de camadas cementadas, indicando que a têmpera a óleo e a cementação são eficazes para aumentar a dureza e resistência mecânica das peças. Os resultados foram satisfatórios e podem ser aplicados em processos que exigem maior resistência ao desgaste.
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O documento analisa as variações de microdureza em amostras de aço 1020 submetidas a diferentes tratamentos térmicos, destacando que a amostra temperada e revenida apresentou maior microdureza devido à morfologia acicular da ferrita. Constatou-se que houve modificações estruturais significativas, como esferoidização da perlita e formação de camadas cementadas, indicando que a têmpera a óleo e a cementação são eficazes para aumentar a dureza e resistência mecânica das peças. Os resultados foram satisfatórios e podem ser aplicados em processos que exigem maior resistência ao desgaste.
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A Figura 7 mostra o gráfico com as variações nos níveis de microdureza dos diferentes

tratamentos térmicos e, também, da amostra inicial 1 que não sofreu tratamento térmico. Observa-se que
as extremidades apresentam uma maior microdureza que o centro. Observa-se que a amostra temperada
e revenida apresentou uma maior microdureza que o restante este comportamento foi devido a
morfologia da ferrita que se apresentou de forma acicular bem distribuídas (Figura 5) ocasionado pelo
rápido resfriamento o que proporcionou um aumento das discordâncias.

Figura 7. Gráfico com os valores da microdureza (HV) das 6 amostras. Medições da superfície (P1 e
P10) ao núcleo.

CONCLUSÕES
Conclui-se através da análise micrográfica, que ocorreram modificações estruturais nas amostras de
aço 1020, sendo que no revenimento, normalização e recozimento houve esferoidizaçã da perlita. Na
têmpera a óleo observa-se facilmente a formação da estrutura da ferrita passando de contorno de grão
para acicular e, na cementação, ocorreu a formação de uma camada superficial cementada de
carbonetos de ferro. Os resultados e análises foram satisfatórios e, tanto a têmpera a óleo como a
cementação, poderão ser indicados para a realização do aumento de dureza em peças que necessitem
maior resistência mecânica e ao desgaste.

REFERÊNCIAS
Albuquerque, S. F.; Silva, R. S.; Maciel, T. M.; Almeida, D. M.; Bracarense, A. Q. Estudo do
Comportamento do Aço API 5L X80 quando submetido à Soldagem por Processo Automatizado.
Soldagagem e Inspeção, São Paulo, V. 17, p.137-146, 2012.
Bramfitt, B. L. Structure/Property Relationships in Irons and Steels. Metals Handbook Desk Edition,
Second Edition J.R. Davis, Editor, p 153-173, 1998.
Branco, F. K. Influência da Microestrutura na Anisotropia de Chapas Metálicas de Diferentes Aços
Estruturais. 2007.
Colpaert, H., Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns, 3ª Edição, Edgard Blücher, Editora da
Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, 1974.
Mehi, F. R., Metals Handbook – Atlas of Microestruture of Industrial Alloys, Vol. 7, 8th Edition,
American Society for Metals, USA, 1973.
Modenesi, Paulo J. Soldabilidade dos Aços Transformáveis. Belo Horizonte, abril de 2012.
Rodrigues, L. M.; Santos, C. H. R.; Veloso, R. R.; Lemos, M. V.; Santos, C.; Cabral, R. F. Estudo da
microestrutura e da microdureza dos aços 1020 e 1060. Cadernos UniFOA, Edição especial, 2014.

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