Resenha Crítica 1
Nome: Marcos Vinicius Alves de Sousa
Curso: Teologia
Turma: 3° Ano 5° Período
Número de Páginas lidas: 210
Tempo usado para a leitura: 10
Referência Bibliográfica da obra: White, Ellen G. Beneficência Social. White Estate.
Disponível em https://egwwritings.org/.
Informações sobre o autor da obra:
Ellen G. White foi viveu a maior parte de sua vida durante o século 19 (1827-1915).
Durante toda a sua vida ela escreveu mais de 5.000 artigos e 49 livros; mas hoje, incluindo
compilações de seus manuscritos, mais de 150 livros estão disponíveis em inglês, e cerca de 90
em português. Ellen G. White é a escritora mais traduzida em toda a história da literatura. Seus
escritos abrangem uma ampla variedade de tópicos, incluindo religião, educação, saúde,
relações sociais, evangelismo, profecias, trabalho de publicações, nutrição e administração. Sua
obra-prima sobre o viver cristão feliz, Caminho a Cristo, já foi publicada em cerca de 150
idiomas.
Escrever resumidamente de que trata o livro e de que forma o assunto é abordado. Qual
o objetivo do autor com o material resenhado. (Se for uma compilação, qual foi o objetivo
dos editores) (se foi um livro editado, os editores conseguiram coletar e distribuir de forma
sistemática e precisa os assuntos?
O livro é um copilado de Ellen White. A obra oferece instruções para aqueles que se dedicam
à nobre tarefa de alcançar corações e salvar almas. A importância da beneficência social é
enfatizada neste livro, ressaltando que o ato de alcançar pessoas por meio de ações benevolentes
é uma maneira poderosa de compartilhar o amor e a mensagem de Cristo. Os editores
conseguiram conectar os assuntos de forma sistemática, os temas dentro dos capítulos estão
conectados e fáceis de compreender.
Análise
Discorrer sobre o conteúdo: qual a tese do autor? Fazer um resumo dos capítulos lidos.
A primeira seção intitulada “A filosofia divina do sofrimento e da pobreza”, é dividida em dois
capítulos. Os capítulos falam da importância da misericórdia e da responsabilidade social,
destacando que Deus deseja que os ricos usem suas bênçãos para ajudar os necessitados. Ele
critica a infidelidade dos mordomos que falham em socorrer os pobres, ressaltando que o
sofrimento humano é resultado dessa falta de ação. Além disso, menciona que a presença dos
pobres entre nós serve como um exercício constante de amor e compaixão, proporcionando
oportunidades para desenvolver um caráter semelhante ao de Deus.
Na segunda seção, com o título “O programa de Deus para sua igreja”, é dividida em
três capítulos que falam sobre a relevância da misericórdia e da beneficência como expressões
fundamentais da verdadeira religião. Eles enfatizam que a verdadeira prática do evangelho não
se limita a rituais, mas se manifesta em ações concretas de amor e ajuda ao próximo,
especialmente aos necessitados. Um exemplo usado por Ellen White é o capítulo 58 de Isaías,
que é destacado como um guia para a obra cristã, exortando os fiéis a se envolverem ativamente
em aliviar o sofrimento humano. A mensagem central é que a religião pura é caracterizada pela
compaixão, altruísmo e ações concretas que refletem o amor de Cristo, ressaltando que todos
são chamados a servir e cuidar uns dos outros como parte essencial da fé.
A seção três fala da que Cristo deve ser o modelo para a prática da beneficência e do
serviço humanitário. Ele exemplificou a verdadeira missão ao alimentar os famintos, curar os
enfermos e confortar os aflitos, mostrando um amor que é acessível a todos, especialmente aos
mais necessitados. A obra de Cristo não se limita ao passado; ela continua através de Seus
seguidores, que devem agir com compaixão e altruísmo, refletindo o caráter de Jesus em suas
interações diárias.
A seção quatro enfatiza a necessidade de que cada membro da igreja deve se envolver
ativamente na missão de ajudar e evangelizar. O trabalho missionário deve incluir visitas
pessoais às famílias, levando a mensagem de Deus e cuidando das necessidades físicas e
espirituais das pessoas. A obra se estende a todas as classes sociais, desde os mais pobres até
os mais abastados, enfatizando que a evangelização não deve ser feita apenas através de
sermões, mas por meio de ações concretas e relacionamentos pessoais.
A seção cinco aborda a importância do ministério médico nos lares como uma
abordagem pioneira do evangelho, pois este trabalho permite que a verdade entre em muitos
lares. Os cristãos são chamados a atender tanto às necessidades espirituais quanto às físicas das
pessoas, utilizando seu conhecimento prático para aliviar o sofrimento. A obra deve incluir
visitas às famílias, cuidando dos enfermos e oferecendo orações e palavras de esperança.
A seção seis destaca o “ministério das DORCAS”, é um chamado para as mulheres se
envolverem ativamente no ministério e na obra de Deus, assim como fez Tabita (Dorcas),
conhecida por suas boas obras. As mulheres são encorajadas a ministrar às necessidades da
humanidade, tanto físicas quanto espirituais, e a compartilhar a mensagem de Cristo em seus
lares e comunidades. O ministério médico é apresentado como uma porta de entrada para
evangelizar, oferecendo cuidado e compaixão. Além disso, enfatiza a importância da
organização e educação para que as mulheres possam cumprir sua missão de forma eficaz,
refletindo o amor de Cristo e trazendo luz a aqueles que estão perdidos.
A seção sete traz que o evangelho deve ser especialmente pregado às classes necessitadas.
Cristo é apresentado como o amigo dos pobres, cujo exemplo de compaixão e serviço deve
inspirar os cristãos a ajudar os que carecem. A pobreza é vista como uma oportunidade para
praticar benevolência e refletir o amor de Cristo, reconhecendo que cada ato de ajuda é um
serviço a Ele.
A seção oito é mostrado que neste cumprimento da missão de Cristo, existe a
importância de cuidar das necessidades das pessoas, mas com o foco na pregação do evangelho.
Isso demonstra a responsabilidade dos cristãos em relação aos desafortunados, enfatizando a
importância de ajudar os pobres, viúvas e órfãos. Ellen cita que a verdadeira religião se
manifesta em ações de compaixão e apoio aos necessitados, refletindo o caráter de Cristo. Os
cristãos são chamados a se envolver ativamente no ministério de misericórdia, mostrando
simpatia e cuidado, e a negligência nesse dever é considerada uma falha grave.
A seção nove destaca a importância de trabalhar com os pobres, a classe que é menos
favorecida. A obra de ajuda deve ser feita com amor e persistência, e é um dever essencial da
igreja, que deve se responsabilizar por seus membros e pela assistência aos que estão em
necessidade.
A seção dez, por fim, trata das questões financeiras para o cumprimento da obra. Ellen
destaca que cada pessoa deve agir de forma pessoal e direta, não transferindo suas obrigações
para organizações, mas sim contribuindo com seus próprios recursos e esforços.
Conclusão
Reflexões sobre o material resenhado: De que forma a obra contribuiu para a sua
formação?
A beneficência social é um canal para pregação do evangelho. Devemos ajudar as pessoas, mas
essa ajuda deve estar ligada à pregação do evangelho. O adventista não faz isso simplesmente
porque quer, ele não segue o evangelho social, pelo contrário, ele se baseia na ordem de Deus,
curando e salvando pessoas para o seu reino.
Resenha Crítica 2
Nome: Marcos Vinicius Alves de Sousa
Curso: Teologia
Turma: 3° Ano 5° Período
Número de Páginas lidas: 90
Tempo usado para a leitura: 4h
Referência Bibliográfica da obra: White, Ellen. Ministério Pastoral. White Estate.
Disponível em https://egwwritings.org/.
Informações sobre o autor da obra:
Ellen G. White foi viveu a maior parte de sua vida durante o século 19 (1827-1915).
Durante toda a sua vida ela escreveu mais de 5.000 artigos e 49 livros; mas hoje, incluindo
compilações de seus manuscritos, mais de 150 livros estão disponíveis em inglês, e cerca de 90
em português. Ellen G. White é a escritora mais traduzida em toda a história da literatura. Seus
escritos abrangem uma ampla variedade de tópicos, incluindo religião, educação, saúde,
relações sociais, evangelismo, profecias, trabalho de publicações, nutrição e administração. Sua
obra-prima sobre o viver cristão feliz, Caminho a Cristo, já foi publicada em cerca de 150
idiomas.
Escrever resumidamente de que trata o livro e de que forma o assunto é abordado. Qual
o objetivo do autor com o material resenhado. (Se for uma compilação, qual foi o objetivo
dos editores) (se foi um livro editado, os editores conseguiram coletar e distribuir de forma
sistemática e precisa os assuntos?
O livro aborda a vida ministerial a partir de múltiplas e abrangentes premissas. A
espiritualidade das pessoas não pode ser tratada levianamente, por isto, o pastor precisa ser
habilitado a servir com esmero e dedicação. Sendo assim, esse extraordinário compêndio
inspirado apresenta os desafios da vida pastoral com zelo e eficiência, trazendo
significativamente os elementos norteadores para a família pastoral e apontando dicas valiosas
para a execução do serviço em prol da Igreja de Cristo.
Análise
Discorrer sobre o conteúdo: qual a tese do autor? Fazer um resumo dos capítulos lidos.
Análise crítica: o autor conseguiu atingir os objetivos propostos? Existe algum ponto
discordante? A obra contribui de que forma para o curso que você está fazendo? Qual o
comentário mais significativo que você faz dessa obra?
O primeiro capítulo aborda a importância da comunhão do pastor com Deus, Ellen White
enfatiza que o senhor não pode trabalhar com aqueles que se acham autossuficientes e, portanto,
negar o eu deve ser escondidos em Jesus. O segundo capítulo traz uma compreensão do
adventismo como um movimento singular, os pastores devem valorizar as mensagens
adventistas, elas não podem se tornar menos preeminentes, mas devem ser pregadas. O terceiro
capítulo elucida as características do pastor. Nesta seção Ellen aborda a importância da
consagração, ela enfatiza que se necessita de pastores que reconheçam sua pobreza de alma e
que busquem o dom do Espirito Santo, Ellen relata a consagração, o desprendimento, a
compaixão, confiabilidade, humildade, e responsabilidade como características pastorais. O
quarto capítulo ensina o pastor como funciona a igreja, no início da seção é apresentado a
organização da igreja, em seguida White comenta quando o pastor estiver apto a ser ordenado
no ministério.
O quinto capítulo descreve como deve ser o preparo pastoral, o pastor é chamado para
servir, nessa perspectiva ele deve ter o preparo no âmbito acadêmico e no prático, assim, é
convidado a aprender com Jesus e como ele aplicava os estudos em sua vida diária. No sexto
capítulo, White mostra que os pastores devem ter um grupo de apoio, pois os pastores também
passam por momentos de dificuldades e necessitam de oração. O sétimo e oitavo capítulo
descrevem o papel de liderança que deve ser exercido. A habilidade da liderança requer
confiança da parte daqueles que são liderados. Além disso, não se pode exercer autoridade
arbitraria, não se deve usar Espírito de censura com os irmãos.
O Nono capítulo faz uma abordagem quanto a ética pastoral, um dos argumentos usados
nesta seção é o fato de que devemos dar exemplo daquilo que nos pregamos, o pastor deve ser
coerente com a mensagem que ele prega. Além disso, outro ponto a se destacar é a ética com o
sexo, o pastor não deve fazer essas revelações, pois isso seria uma desonra a Deus e
desmoralização do ministério pastoral.
O decimo capítulo destaca a necessidade do cuidado com a aparência pessoal, o
vestuário é uma pregação para as pessoas, o pastor que o eu estar acima de Deus negligenciará
seus conselhos perderá suas influências em relação aos irmãos por este motivo. O capítulo
decimo primeiro trata das questões pessoais quanto aos cuidados financeiros, os ministros não
devem obter riquezas através de especulação, não devem ter foco financeiro, pois isto tirará o
coração dele da obra de Deus.
O decimo segundo capítulo continua com as orientações, mas dessa vez estão voltados
para a saúde pastoral. O nobre pastor não conseguira cumprir a missão na qual estar incumbido
se não tiver condições físicas para tal. Além disso, entende-se que o ser humano é um ser
integral que deve cuidar de todos os aspectos da sua vida. O decimo terceiro capitulo aborda
uma parte intrínseca no ministério pastoral que é a sua esposa, Ellen afirma que a esposa do
pastor tem a tarefa de ser uma ganhadora de almas e deve trabalhar juntamente com seu esposo.
O capítulo decimo quarto aborda a questão de administração do tempo, é enfatizado a
necessidade de saber gerir o tempo e de não desperdiça-lo com coisas fúteis. Por fim, o captulo
decimo quinto mostra como o pastor deve cuidar de sua família. Ellen enfatiza que o bem-estar
espiritual da família pastoral é sua prioridade. O pastor deve dedicar tempo e educar seus filhos,
ao final é destacado que o pastor que falha na educação da família também fracassara na igreja.
Conclusão
Reflexões sobre o material resenhado: De que forma a obra contribuiu para a sua
formação?
A obra de Ellen White serve como um guia abrangente para o desenvolvimento espiritual dos
pastores, incentivando uma liderança que não é apenas eficaz, mas também alinhada com os
princípios cristãos. Isso é fundamental para a formação de líderes que almejam ter sucesso no
ministério. Além disso, a obra me ajudou a ter uma visão mais ampla do que é ser um ministro
de Deus, mostrando-me que ministério tem a ver com serviço e abnegação do eu.