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Conjuntos Numéricos e Operações Básicas

O documento aborda conceitos fundamentais de matemática, incluindo conjuntos numéricos, operações aritméticas e suas propriedades. Ele detalha os conjuntos de números inteiros, racionais, irracionais e reais, além de descrever operações como adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação. Também apresenta questões práticas relacionadas a essas operações, visando a preparação para o concurso da PM-MG.

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O documento aborda conceitos fundamentais de matemática, incluindo conjuntos numéricos, operações aritméticas e suas propriedades. Ele detalha os conjuntos de números inteiros, racionais, irracionais e reais, além de descrever operações como adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação. Também apresenta questões práticas relacionadas a essas operações, visando a preparação para o concurso da PM-MG.

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PM-MG (SOLDADO)

Sumário
Conjuntos Numéricos ...................................................................................................................................................3
Principais Operações Fundamentais ............................................................................................................................5
Questões Cobradas de Operações................................................................................................................. 8
Unidades de Medida...................................................................................................................................................12
Questões Cobradas de Unidades de Medidas .............................................................................................. 14
Frações........................................................................................................................................................................17
Razão e Proporção ......................................................................................................................................................19
Escala ..........................................................................................................................................................................20
Regra de 3 ...................................................................................................................................................................21
Porcentagem ..............................................................................................................................................................23
Questões Cobradas de Porcentagem........................................................................................................... 24
Média Aritmética ........................................................................................................................................................27
Equações do Primeiro Grau ........................................................................................................................................29
Questões Cobradas de Equações do Primeiro Grau ..................................................................................... 30
Equações do Segundo Grau ........................................................................................................................................33
Questões Cobradas de Equações do Segundo Grau ..................................................................................... 35
Geometria Plana .........................................................................................................................................................37
Questões Cobradas de Geometria Plana ..................................................................................................... 48
Geometria Espacial .....................................................................................................................................................55
Questões Cobradas de Geometria Espacial ................................................................................................. 60
Noções Básicas de Estatística .....................................................................................................................................65
Progressão Aritmética e Geométrica .........................................................................................................................74
Análise Combinatória .................................................................................................................................................81
Probabilidade..............................................................................................................................................................91

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Conjuntos Numéricos

Conjunto dos Números Inteiros (Z)


O conjunto dos números inteiros, representado pela letra Z, é uma extensão do conjunto dos números
naturais (todos os números inteiros não-negativos). Este conjunto inclui todos os números naturais, seus opostos
(negativos) e o número zero.

O conjunto de números inteiros é geralmente representado da seguinte forma:


Z = {..., -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3,...}.

Conjunto dos Números Racionais (Q)


O conjunto dos números racionais, representado pela letra Q, é um conjunto numérico que engloba os
números que podem ser expressos como a razão (ou quociente) de dois números inteiros, onde o denominador
não é zero.

Os números racionais podem ser representados como:

Uma fração é uma maneira de representar uma quantidade que é menor que
um todo ou dividida em partes iguais. Uma fração é formada por duas partes:
➢ Numerador: O numerador é a parte superior da fração. Ele
representa o número de partes iguais que estão sendo consideradas.
➢ Denominador: O denominador é a parte inferior da fração. Ele indica
Fração em quantas partes iguais o todo foi dividido. O denominador não
pode ser zero.
Exemplo: em 3/4, o número 3 é o numerador e o número 4 é o denominador.
Isso significa que estamos considerando 3 partes de um todo que foi dividido
em 4 partes iguais.

Os números decimais são uma maneira de representar números que não são
inteiros. É composto por duas partes: uma parte inteira e uma parte decimal,
separadas por um ponto decimal. Por exemplo, no número 17.89, 17 é a
parte inteira e 89 é a parte decimal.
➢ Conversão de decimais para frações: Todo número decimal pode ser
Decimais convertido em uma fração. Por exemplo, o decimal 0.75 pode ser
expresso como a fração 75/100, que simplificada torna-se 3/4.
➢ Conversão de decimais para porcentagens: Os decimais também
podem ser convertidos em porcentagens movendo o ponto decimal
duas casas para a direita. Por exemplo, 0.75 como uma porcentagem
é 75%.

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Conjunto dos Números Irracionais (I)


Um número é irracional se ele não pode ser expresso como a razão de dois números inteiros. Em outras
palavras, os números irracionais são todos os números reais que não são números racionais.

Representação
São representados por decimais não-terminantes e não-repetitivos.
Isso significa que os dígitos após o ponto decimal continuam
indefinidamente sem formar um padrão periódico.
Exemplo: a raiz quadrada de 2 (aproximadamente 1.41421356...) e o
número pi (aproximadamente 3.14159265...).

Conjunto dos Números Reais (R)


O conjunto dos números reais inclui todos os números que podem ser expressos como uma fração decimal.
Isso inclui tanto os decimais finitos e repetitivos (que são racionais) quanto os decimais não terminantes e não
repetitivos (que são irracionais)

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Principais Operações Fundamentais

O que são as Operações Fundamentais?


• As operações fundamentais da matemática, também conhecidas como operações aritméticas,
são divididas em quatro: adição, subtração, multiplicação e divisão. Essas operações são
consideradas fundamentais porque são a base para o desenvolvimento de cálculos mais
complexos.

Soma ou
Subtração Multiplicação
Adição

Divisão Potenciação

Importante: Propriedades das operações


• Comutatividade: Isso significa que a ordem dos números não importa.
• Associatividade: A maneira como os números são agrupados não afeta o resultado.
• Elemento neutro: 0 é um elemento neutro, tudo somado a ele vai dar o mesmo valor.

Soma ou Adição
A soma é uma operação binária, o que significa que ela opera sobre dois números. O resultado de uma
operação de adição é chamado de soma ou total.
Exemplos:
➢ Adição de números naturais: 3 + 2 = 5.
➢ Adição de números inteiros: (-3) + 2 = -1.
➢ Adição de números decimais: 3.5 + 2.1 = 5.6.
➢ Adição de frações com denominadores iguais: 1/4 + 3/4 = 4/4 = 1.
➢ Adição de frações com denominadores diferentes: 2/3 + 1/2 = 4/6 + 3/6 = 7/6 = 11/6.
Propriedades da adição:
➢ Propriedade da Comutatividade: 3 + 2 = 5 ou 2 + 3 = 5.
➢ Propriedade da Associatividade: (3 + 2) + 5 = 3 + (5 + 2).
➢ Propriedade do Elemento Neutro: 3 + 0 = 3 ou 0 + 3 = 3.
➢ Propriedade do Fechamento: Dois ou mais números naturais somados, resultam em um número
natural. Ex.: 17 + 25 = 42.

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Subtração
A subtração pode ser considerada a inversa da adição. Enquanto na adição nós incrementamos uma
quantidade específica a um valor inicial, na subtração, fazemos o contrário, diminuindo essa
quantidade específica do valor inicial.
Propriedades da subtração
➢ Propriedade da Não Comutatividade: 7 - 3 = 4, mas 3 – 7 = -4.
➢ Propriedade da Não Associatividade: (7 - 3) - 2 = 2, mas 7 - (3 - 2) = 6.
➢ Propriedade da operação inversa da adição: Significa que se você subtrair um número e depois
adicionar o mesmo número, você voltará ao número original. Ex.: se você começar com 7, subtrair 3
para obter 4, e então adicionar 3 novamente, você voltará a 7.

Multiplicação
A multiplicação pode ser entendida como uma forma de adição repetida. Por exemplo, multiplicar 3
por 4 (representado como 3*4 ou 3x4) é equivalente a somar o número 3 a si mesmo quatro vezes
(3+3+3+3).
Propriedades da multiplicação
➢ Propriedade da Comutatividade: 3 x 2 = 6 ou 2 x 3 = 6.
➢ Propriedade da Associatividade: (3 x 2) x 5 = 3 x (5 x 2).
➢ Propriedade da Distributividade: Significa que se você multiplicar um número pela soma ou pela
diferença de dois outros números, você pode primeiro realizar a adição ou a subtração e depois
multiplicar, ou vice-versa. Por exemplo, 3∙(4+5) é o mesmo que 3x4 + 3x5.
➢ Propriedade do Elemento Neutro: 3 x 1 = 3 ou 1 x 3 = 3.
➢ Multiplicação por zero: Qualquer número multiplicado por zero resulta em zero.

Divisão
A divisão é o processo de dividir uma quantidade em partes iguais ou de determinar quantas vezes
uma quantidade contida em outra.
Exemplos:

Propriedades da divisão
➢ Propriedade da Não Comutatividade: 8 / 4 = 2, mas 4/ 8 = 0,5.
➢ Propriedade da Não Associatividade: (12 ÷ 3) ÷ 2 = 2, mas 12 ÷ (3 ÷ 2) = 8.
➢ Divisão por zero: Na matemática, a divisão por zero é indefinida. Isso porque não há número que
você possa multiplicar por zero para obter um número diferente de zero.

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Outras Operações Fundamentais

Potenciação Radiciação

Potenciação
A potenciação é uma operação matemática que envolve dois números: a base e o expoente. A base é
o número que será multiplicado por si mesmo e o expoente é o número de vezes que a base será
multiplicada.
Exemplos:
23 (lê-se "dois elevado a três") = 2 é a base e o 3 é o expoente.
Logo, 23 = 2x2x2 = 8.
Propriedades da potenciação:
➢ Qualquer número (exceto zero) elevado a zero é 1: 50 = 1
➢ Qualquer número elevado a 1 é o próprio número: 51 = 5
➢ Multiplicação de potências de mesma base: 22 ∙ 23 = 22+3 = 25 = 32
➢ Divisão de potências de mesma base: 24 : 22 = 24-2 = 22 = 4
➢ Potência de potência: (32)5 = 32.5 = 310 = 59 049
➢ Potência de produto: (2 ∙ 3)2 = 22 ∙ 32 = 4 ∙ 9 = 36
➢ Potência de quociente: (2/3)2 = 22/32 = 4/9
➢ Potência de expoente negativo: (2/3)-2 = (3/2)2 = 3/22 = 9/4

Radiciação
A radiciação é a operação matemática inversa à potenciação. Ela consiste em encontrar um número
que, elevado a um certo expoente, resulta em outro número.
Exemplos:
2
Raiz quadrada de √9 = 3
Estamos procurando um número que, quando multiplicado por si mesmo (ou seja, elevado ao
expoente 2), resulta em 9. A resposta é 3, porque 3 ∙ 3 = 9.
Propriedades da Radiciação:
𝒛
Cada expressão de raiz pode ser transcrita como uma expressão de 𝒙
√𝒚𝒛 = 𝒚𝒙
potência na qual o expoente é um número fracionário

Durante a multiplicação de raízes com o mesmo índice, mantemos o 𝒏 𝒏 𝒏


índice constante e efetuamos a multiplicação dos radicandos √𝒂 ∙𝐛 = √𝒂 ∙ √𝒃

Na divisão de raízes que possuem o mesmo índice, mantemos o 𝒙


√𝒚
índice inalterado e procedemos com a divisão dos radicandos 𝒙 = 𝒙√𝒚𝒛
√𝒛

Em uma situação onde uma raiz está dentro de outra raiz, 𝒙 𝒚 𝒙 ∙𝒚


√ √𝐚 = √𝒂
conservamos o sinal radical e procedemos multiplicando os índices.

Ao elevar uma raiz a uma potência, o expoente pode ser aplicado ao


( 𝒙√𝒚)z = 𝒙√𝒚𝒛
radicando (o número ou expressão sob o símbolo da raiz).

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Questões Cobradas de Operações

(FGV/2022) 01) Comentário:


01) Em um grupo de 64 policiais civis e militares,
24 são civis. Metade dos policiais militares é 1. No total, temos 64 policiais, sendo 24 civis.
casada e há um total de 36 policiais solteiros. 2. Portanto, o número de policiais militares é 64 - 24 = 40.
Nesse grupo, o número de policiais civis casados 3. Metade dos policiais militares é casada, então 40 / 2 =
é igual a 20 policiais militares são casados.
A) 8. 4. O total de policiais solteiros é 36, então o total de
B) 10. policiais casados é 64 - 36 = 28.
C) 12. 5. Se temos 20 policiais militares casados, então o
D) 13. número de policiais civis casados é 28 (total de casados) -
E) 16 20 (policiais militares casados) = 8.

Gabarito: Letra A.

(FGV/2022) 02) Comentário:


02) Um encontro de família foi organizado por 5 1. Temos 5 casais, o que representa 5 x 2 = 10 pessoas.
casais. Cada um desses casais teve 4 filhos, 2. Cada um desses casais tem 4 filhos, portanto, temos 5 x
todos casados e com 3 filhos cada um. Todas as 4 = 20 filhos.
pessoas citadas compareceram ao encontro. O 3. Cada um desses 20 filhos é casado, então temos mais 20
número de pessoas nesse encontro de família é pessoas, os cônjuges.
A) 70. 4. Cada um dos casais de filhos tem 3 filhos, ou seja, 20
B) 80. (casais de filhos) x 3 (filhos de cada casal de filhos) = 60
C) 90. netos.
D) 100. Se somarmos todas essas pessoas, teremos:
E) 110. 10 (pais originais) + 20 (filhos) + 20 (cônjuges dos filhos) +
60 (netos) = 110 pessoas.
Gabarito: Letra E.

(QUADRIX/2018) 03) Comentário:


03) Se, em uma divisão de números naturais, o Nesta questão, nos foi dito que o quociente é 23, o divisor
quociente for 23, o divisor for 16 e o resto for o é 16, e queremos que o resto seja o maior possível. O resto
maior possível, então a soma do dividendo com em uma divisão por 16 não pode ser maior que 15, pois se
o resto será igual a 398. for 16 ou mais, poderíamos ainda dividir por 16 e
aumentar o quociente.
Substituindo esses valores na fórmula, temos:
Dividendo = 16 x 23 + 15
Dividendo = 368 + 15
Dividendo = 383
A questão pede a soma do dividendo com o resto.
temos: Soma = Dividendo + Resto
Soma = 383 + 15
Soma = 398.
Gabarito: Certo.

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04) Comentário:
(IBADE/2020)
As primeiras 9 páginas precisam de 1 algarismo cada uma,
04) Um estudante concluiu o seu trabalho de
para um total de 9 x 1 = 9 algarismos.
final de curso que tinha z páginas. Para numerar
todas as páginas iniciando com a página 1, ele
As páginas de 10 a 99 precisam de 2 algarismos cada uma.
usou um total de 282 algarismos. O valor de z é:
Há 90 páginas neste intervalo, então são necessários 90 x
a) 145
2 = 180 algarismos.
b) 135
Se somarmos os algarismos necessários para as páginas de
c) 130
1 a 99, obtemos 9 + 180 = 189 algarismos.
d) 142
e) 138
Agora sabemos que ele usou um total de 282 algarismos.
Se subtrairmos os 189 algarismos que já contabilizamos,
nos restam 282 - 189 = 93 algarismos.
Como as páginas a partir de 100 precisam de 3 algarismos cada uma, o número de páginas adicionais que ele
numerou é 93 / 3 = 31.
Portanto, o total de páginas é 99 (páginas de 1 a 99) + 31 (páginas adicionais a partir de 100) = 130.
Gabarito: Letra C.

05) Comentário:
(IBADE/2020)
As primeiras 9 páginas precisam de 1 dígito cada, ou seja,
05) Para numerar as páginas de um livro, um
9 x 1 = 9 toques no teclado.
digitador deu 2901 toques no teclado. O número
As páginas de 10 a 99 precisam de 2 dígitos cada uma.
de páginas do livro é:
Temos 90 páginas neste intervalo, então são necessários
a) 2892.
90 x 2 = 180 toques no teclado.
b) 1002.
As páginas de 100 a 999 precisam de 3 dígitos cada uma.
c) 2712.
Temos 900 páginas neste intervalo, então são necessários
d) 2700.
900 x 3 = 2700 toques no teclado.
e) 2020.
Agora, somamos os toques necessários para as páginas de 1 a 999: 9 (primeiras 9 páginas) + 180 (páginas de 10 a
99) + 2700 (páginas de 100 a 999) = 2889 toques.

Se o digitador deu um total de 2901 toques no teclado, então os toques restantes seriam 2901 - 2889 = 12 toques.

Como as páginas a partir de 1000 precisam de 4 dígitos cada uma, o número de páginas adicionais que foram
numeradas é 12 / 4 = 3.

Portanto, o total de páginas é 999 (páginas de 1 a 999) + 3 (páginas adicionais a partir de 1000) = 1002.
Gabarito: Letra B.

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06) Comentário:
(IBADE/2020)
Se x é o número de alunas na sala, e há 14 alunos a mais
06) Em uma sala de aula há, no total, 60
que alunas, então o número de alunos na sala é x + 14.
estudantes. Sabe-se que há 14 alunos a mais que
Sabemos que o total de estudantes na sala é 60, então
alunas. Dessa forma, a proporção que
temos a seguinte equação:
representa a quantidade de alunas em relação
ao número total de estudantes corresponde a:
x (número de alunas) + x + 14 (número de alunos) = 60
a) 14/60.
Resolvendo para x, obtemos:
b) 37/60.
2x + 14 = 60
c) 1/2.
2x = 60 - 14
d) 23/60.
2x = 46
e) 27/60.
x = 46 / 2
x = 23

Portanto, há 23 alunas na sala de aula.


A proporção de alunas em relação ao número total de estudantes é então 23/60.
Gabarito: Letra D.

07) Comentário:
(IBADE/2020)
Nesse problema, é informado que a cada 4 doces
07) Pedro vende doces de dois tipos: brownies e
vendidos, 3 são brigadeiros e 1 é brownie. Como Pedro
brigadeiros. Os brownies são vendidos por
vendeu 132 doces em uma semana, podemos dividir esse
R$6,00 e os brigadeiros por R$2,00. A cada 4
número por 4 para descobrir quantas "grupos" de 4 doces
doces vendidos, 3 são brigadeiros e 1 é brownie.
ele vendeu. Então temos:
Em uma determinada semana Pedro vendeu 132
doces, ele arrecadou com as vendas:
132 / 4 = 33 grupos
a) R$ 264,00.
b) R$ 396,00.
Portanto, Pedro vendeu 33 grupos de 4 doces. Em cada
c) R$ 444,00.
grupo, 3 são brigadeiros e 1 é brownie. Então, ele vendeu:
d) R$ 594,00.
e) R$ 528,00.
33 * 3 = 99 brigadeiros
33 * 1 = 33 brownies

Os brigadeiros são vendidos por R$2,00 cada e os brownies por R$6,00 cada. Portanto, Pedro arrecadou:

99 * R$2,00 = R$198,00 com brigadeiros


33 * R$6,00 = R$198,00 com brownies

A arrecadação total de Pedro foi então:

R$198,00 (brigadeiros) + R$198,00 (brownies) = R$396,00

Portanto, a resposta correta é a opção (b) R$ 396,00.


Gabarito: Letra B.

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08) Comentário:
(FAUEL/2022) 𝑛 𝑛 𝑛
3 1. Lembre-se da seguinte propriedade: √ 𝑎 ∙ b = √ 𝑎 ∙ √ 𝑏
08) O número √26 ∙ 59 é:
A) primo. 3 3 3
√26 ∙ 59 = √26 ∙ √59
B) par.
C) ímpar.
2. Agora vamos usar a raiz na forma de potência:
D) negativo. 𝑧
𝑥
√𝑦 𝑧 = 𝑦 𝑥
6 9
3 3
√26 ∙ √59 = 23 ∙ 53
6 9
23 ∙ 53 = 22 ∙ 53 = 4 ∙ 125 = 500

Gabarito: Letra B.

09) Comentário:
(ADAPTADA/2023)
1. Começamos da raiz interna para externa:
09) Simplificando a expressão a seguir:
2 2
√12 + 2 ∙ √6 − √4 é: √12 + 2 ∙ √6 − √4 = 2√12 + 2 ∙ √6 − 2

A) 1. 2
√12 + 2 ∙ √4 = 2√12 + 2 ∙ 2
B) 2.
2 2
C) 3. √12 + 4 = √16
D) 4.
R: 4

Gabarito: Letra D.

10) Comentário:
(ADAPTADA/2023)
1. Relembrando mais uma propriedade:
10) Sabendo que x = 𝟐 e y = 𝟖, o valor
𝑥 𝑦 𝑥 ∙𝑦
2 √ √a = √𝑎
numérico da expressão: √ 2√x ∙ y é:
Vamos praticar:
A) 1.
B) 2. 2 ∙2
√𝑥∙𝑦
C) 3. 4
D) 4. √2∙8
4 4
√ 16 = √ 24
R=2
Gabarito: Letra B.

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Unidades de Medida
Unidades de tempo

Exemplos Anos Mês Semanas Dias Horas Minutos Segundos


1 ano 1 12 52 365 8.760 525.600 31.536.000
1 hora - - - - 1 60 3.600
1 dia - - - 1 24 1.440 86.400

Unidades de comprimento

Unidade
Múltiplos Submútiplos
Básica
km hm dam m dm cm mm
103 m 102 m 101 m 100 m 10−1 m 10−2 m 10−3 m
1.000 m 100 m 10 m 1m 0,1 m 0,01 m 0,001 m

Unidades de Massa

Unidade
Múltiplos Submútiplos
Básica
kg hg dag g dg cg mg
103 𝑔 102 𝑔 101 𝑔 100 𝑔 10−1 𝑔 10−2 𝑔 10−3 𝑔
1.000 g 100 g 10 g 1g 0,1 g 0,01 g 0,001 g

Unidades de Volume

Unidade
Múltiplos Submútiplos
Básica
kl hl dal l dl cl ml
103 𝑙 102 𝑙 101 𝑙 100 𝑙 10−1 𝑙 10−2 𝑙 10−3 𝑙
1.000 l 100 l 10 l 1l 0,1 l 0,01 l 0,001 l

Importante: Transformação de unidade

•Transformando uma unidade da direta para esquerda: multiplicamos por 10.


•Transformando uma unidade da esqueda para direita: dividimos por 10.

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Outras unidades de medidas

Múltiplos Submútiplos
Quilo Hecto Deca Deci Centi Mili
k h da d c m
103 102 101 10−1 10−2 10−3

Múltiplos Submútiplos
Tera Giga Mega Micro Nano Pico
T G M 𝜇 n p
103 102 101 10−1 10−2 10−3

Importante: tonelada.

•1 ton. = 1.000 kg

Unidades de área derivadas da unidade básica de comprimento

Transformando uma unidade da direta para esquerda: multiplicamos por 100.

𝒌𝒎𝟐 𝒉𝒎𝟐 𝒅𝒂𝒎𝟐 𝒎𝟐 𝒅𝒎𝟐 𝒄𝒎𝟐 𝒎𝒎𝟐

Transformando uma unidade da esquerda para direita: dividimos por 100.

Importante: Lembre-se!
•1 ha = 1hm2.
•1 a = 1dam2.

Unidades de volume derivadas da unidade básica de comprimento

Transformando uma unidade da direta para esquerda: multiplicamos por 1000.

𝒌𝒎𝟑 𝒉𝒎𝟑 𝒅𝒂𝒎𝟑 𝒎𝟑 𝒅𝒎𝟑 𝒄𝒎𝟑 𝒎𝒎𝟑

Transformando uma unidade da esquerda para direita: dividimos por 1000.

Equivalência entre as unidades de volume

Equivalências
1 l = 1 dm3
Unidades de volume
1 ml = 1 cm3
1 l = 1kg
1 ml = 1g
Volume e massa (Água)
𝑴𝒎𝒂𝒕𝒆𝒓𝒊𝒂𝒍
𝒅𝒎𝒂𝒕𝒆𝒓𝒊𝒂𝒍 =
𝑽𝒎𝒂𝒕𝒆𝒓𝒊𝒂𝒍

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Questões Cobradas de Unidades de Medidas

41) Comentário:
(FGV/2022)
41) Em certa corrida de Fórmula 1, o 1. Primeiro temos que multiplicar o tempo médio com as 75 voltas:
vencedor percorreu as 75 voltas
1 𝑣𝑜𝑙𝑡𝑎 = 1 min 𝑒 32𝑠 (92𝑠)
programadas com tempo médio por
volta de 1 minuto e 32 segundos. O 92 × 75 = 6900
tempo total de corrida gasto pelo 6900
vencedor foi de: = 115 𝑚𝑖𝑛𝑢𝑡𝑜𝑠 = 1ℎ 55𝑚𝑖𝑛
60
a) 1h35min;
b) 1h40min;
c) 1h45min; Gabarito: Letra E.
d) 1h50min;
e) 1h55min.

42) Comentário:
(FGV/2022)
42) O soldado Golias mediu o 1. Primeiro temos que encontrar o comprimento da cama com os
comprimento de sua cama em palmos e palmos:
encontrou 8 palmos e meio. Um palmo
8.5 × 26𝑐𝑚 = 221𝑐𝑚
de Golias mede 26 cm. O comprimento
da cama de Golias é aproximadamente km hm dam m dm cm mm
a) 2 metros.
b) 2 metros e 10 centímetros. “Cm” para “m” pulamos 2 casas para esquerda, logo divide 2x por
c) 2 metros e 20 centímetros. 10:
d) 2 metros e 30 centímetros. 221𝑐𝑚 = 2,21𝑚
e) 2 metros e 40 centímetros. Gabarito: Letra C.

43) Comentário:
(FGV/2022)
43) No futebol, para a cobrança de uma 1. Vamos encontrar os valores das jardas em pés: 1 jarda=3 pés
falta, a barreira deve ficar a 10 jardas da
10𝑗 = 10 × 3𝑝 10𝑗 = 30𝑝é𝑠
bola segundo a regra oficial. Sabe-se que
1 jarda é equivalente a 3 pés, que 1 pé 1 pé = 12 polegadas
equivale a 12 polegadas e que uma
30 𝑝é𝑠 = 30𝑥12 = 360 𝑝𝑜𝑙𝑒𝑔𝑎𝑑𝑎𝑠
polegada é equivalente a 2,54 cm. Em
metros, a distância da bola à barreira Uma polegada = 2,54 cm
deve ser oficialmente igual a
360 𝑝𝑜𝑙𝑒𝑔𝑎𝑑𝑎𝑠 × 2,54 = 914,4𝑐𝑚
a) 9,00.
b) 9,14. km hm dam m dm cm mm
c) 9,52.
d) 9,78. 𝟗𝟏𝟒, 𝟒𝒄𝒎 = 𝟗, 𝟏𝟒𝟒 𝒎
e) 10,00. Gabarito: Letra B.

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44) Comentário:
(CESPE/2016)
44) A represa X, que abastece de água 1. Capacidade no texto é de 480.000.000 m3, vamos colocar em Km3:
determinada cidade, tem capacidade
para 480 milhões de metros cúbicos de 𝒌𝒎𝟑 𝒉𝒎𝟑 𝒅𝒂𝒎𝟑 𝒎𝟑 𝒅𝒎𝟑 𝒄𝒎𝟑 𝒎𝒎𝟑
água. A capacidade da represa X é de “m3” para “km3” pulamos 3 casas para esquerda, logo divide 3x por
a) 4.800 km³. 1000 (Representa 10-3):
b) 0,48 km³.
c) 4,8 km³. 480.000.000 × 10−3 × 10−3 × 10−3
d) 48 km³. 480.000.000 × 10−9
e) 480 km³
0,48 𝑘𝑚3
Gabarito: Letra B.

45) Comentário:
(CESPE/2013)
45) Julgue o seguinte item, relativo a 1. Vamos mudar a área de y (km2) para m2.
sistemas numéricos e sistema legal de
medidas. Se a área da fazenda Y for igual 𝒌𝒎𝟐 𝒉𝒎𝟐 𝒅𝒂𝒎𝟐 𝒎𝟐 𝒅𝒎𝟐 𝒄𝒎𝟐 𝒎𝒎𝟐
a 23 km2 e a área da fazenda Z for igual “km2” para “m2” pulamos 3 casas para direta, logo multiplica 3x por
a 2.300.000 m2 , então a área da fazenda 100 (Representa 102):
Y será menor que a da fazenda Z.
23 × 102 × 102 × 102

23 × 106

23.000.000 𝑚2
Fazenda Y é maior do que a fazenda Z.

Gabarito: Errado.

46) Comentário:
(CESPE/2018)
46) O preço do litro de determinado 1. Analisando o texto o valor do litro é R$0,32. Vamos atrás do
produto de limpeza é igual a R$ 0,32. Se recipiente em litros. Sabemos que 1 l = 1 dm3, vamos atrás de
um recipiente tem a forma de um encontrar o dm3.
paralelepípedo retângulo reto, medindo
1,2 dam para dm, multiplicamos 2x por 10 (102)
internamente 1,2 dam × 125 cm × 0,08
hm, então o preço que se pagará para km hm dam m dm cm mm
encher esse recipiente com o referido
produto de limpeza será igual a 1,2 𝑑𝑎𝑚 = 120 𝑑𝑚
a) R$ 3,84. 125 cm para dm, dividimos 1x por 10 (10-1)
b) R$ 38,40.
c) R$ 384,00. km hm dam m dm cm mm
d) R$ 3.840,00.
e) R$ 38.400,00 125 𝑐𝑚 = 12,5 𝑑𝑚

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0,08 hm para dm, multiplicamos 3x por 10 (103)

km hm dam m dm cm mm

0,08 ℎ𝑚 = 80 𝑑𝑚

Volume do paralelepípedo = 120 𝑑𝑚 × 12,5 𝑑𝑚 × 80 𝑑𝑚 = 120.000 𝑑𝑚3

Logo 1 l = 1dm3

120.000 × 𝑅$0,32 𝑝𝑜𝑟 𝑙𝑖𝑡𝑟𝑜 = 𝑅$38.400,00


Gabarito: Letra E.

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Frações
Uma fração é uma maneira de representar uma quantidade que é menor que um todo ou dividida em partes
iguais. Uma fração é formada por duas partes:

➢ Numerador: O numerador é a parte superior da fração. Ele representa o número de partes iguais que
estão sendo consideradas.
➢ Denominador: O denominador é a parte inferior da fração. Ele indica em quantas partes iguais o todo
foi dividido. O denominador não pode ser zero.

Equivalentes Irredutíveis
São duas ou mais frações que têm o mesmo Uma fração é dita irredutível quando não é
valor quando são simplificadas. Em outras possível simplificá-la ainda mais, ou seja,
palavras, elas representam a mesma quando o numerador e o denominador não
quantidade. Exemplos: têm nenhum divisor comum além de 1.
12 12 1 Por exemplo, a fração 3/4 é irredutível
= = porque não há nenhum número (exceto 1)
36 3 × 12 3
que possa dividir tanto 3 quanto 4.
84 22 ∙ 3 ∙ 7 7 7 𝑥
= 3 = = A fração é irredutível quando x e y são
120 2 ∙3 ∙5 2 ∙5 10 𝑦
14
primos entre si. Ex.: 5
14: é igual 2 x 7
5: só usamos o 5 mesmo.
Logo não apresenta fatores primos comuns.

Soma e subtração de frações


A soma e a subtração de frações podem ser feitas seguindo regras específicas dependendo se os
denominadores das frações são iguais ou diferentes.

Se os denominadores são iguais Se os denominadores são diferentes


Se as frações que você está somando ou Se as frações têm denominadores diferentes,
subtraindo têm o mesmo denominador, é necessário encontrar um denominador
então a operação é bem direta. Exemplos: comum antes de poder somar ou subtrair as
frações.

2 5 7 Este denominador comum é geralmente o


+ = = 1 Mínimo Múltiplo Comum (MMC) dos
7 7 7
denominadores. Exemplo:
5 3 2
− = 𝟐 𝟏
7 7 7 + =?
𝟑 𝟐
MMC (3;2 ) = 6
𝟐 ? (𝟔 ÷ 𝟑) × 𝟐 𝟒
= = =
𝟑 𝟔 𝟔 𝟔
𝟏 ? (𝟔 ÷ 𝟐) × 𝟏 𝟑
= = =
𝟐 𝟔 𝟔 𝟔
𝟒 𝟑 𝟕
+ =
𝟔 𝟔 𝟔

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Multiplicação e Divisão de frações


A multiplicação e a divisão de frações são processos mais simples do que a soma e a subtração.

Multiplicação de Frações Divisão de Frações


Para multiplicar frações, basta multiplicar os Para dividir frações, você multiplica a
numeradores juntos para obter o novo primeira fração pelo inverso (ou recíproco)
numerador, e multiplicar os denominadores da segunda fração. O inverso de uma fração
juntos para obter o novo denominador. Ex.: é obtido ao trocar o numerador e o
2 5 2×5 10 1 denominador. Ex.:
× = = = 2 𝟓 2 𝟖 10 2
5 8 5×8 40 4
÷ = × = =
5 𝟖 5 𝟓 25 5

Uso do “de”
Quando lidamos com questões que envolvem frações, o termo "de" desempenha um papel de
multiplicação. Ex.:
1
Temos uma pizza de 8 pedaços. Para essa pizza, 4 de 8 pedaços equivale a:
1 8
×8 = = 2
4 4

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Razão e Proporção
Razão Proporção
É uma maneira de comparar duas quantidades, Uma proporção é uma equação que afirma que
expressando a quantidade de uma em relação à duas razões são iguais. É a relação de igualdade
outra. A razão é geralmente expressa na forma a:b entre duas razões.
ou a/b
Exemplos Exemplos
Se em uma sala de aula há 15 meninas e 10 Se uma receita de bolo requer 2 xícaras de farinha
meninos, a razão de meninas para meninos é de para 1 xícara de açúcar, e você quer dobrar a
𝟏𝟓 receita, você usaria 4 xícaras de farinha e 2 xícaras
.
𝟏𝟎
3
de açúcar.
Simplificando ficaria . Significa para cada 3 𝟐 𝟒
2
meninas, há 2 meninos. =
𝟏 𝟐
Exemplo de prova Exemplo de prova
Se a razão A/B vale 3, sendo B diferente de 0, então Determine o valor de incógnita "x" na proporção
a razão de (2A−B) / 2A vale: 𝟑(𝒙 − 𝟐) 𝟗 (𝒙 + 𝟏)
𝐴 =
=3 𝟖 𝟒𝟎
𝐵
8 × 9 (𝑥 + 1) = 40 × 3(𝑥 − 2)
𝐴 = 3𝐵
72 (𝑥 + 1) = 120 (𝑥 − 2)
72𝑥 + 72 = 120𝑥 − 240
2𝐴 − 𝐵 2 × 3𝐵 − 𝐵 6𝐵 − 𝐵 5𝐵 5
= = = = 240 + 72 = 120𝑥 − 72𝑥
𝐵 2 × 3𝐵 6𝐵 6𝐵 6
312 = 48𝑥
𝟑𝟏𝟐
𝒙= = 𝟔, 𝟓
𝟒𝟖

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Escala
Uma escala é geralmente expressa na forma de uma razão ou uma proporção, onde uma determinada
distância no desenho ou modelo representa uma distância correspondente na realidade. É representada na forma
de A:B.
𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎 𝑟𝑒𝑝𝑟𝑒𝑠𝑒𝑛𝑡𝑎𝑑𝑎
𝐸𝑠𝑐𝑎𝑙𝑎 =
𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙

Exemplo
Escala de um mapa pode ser 1:10000
1 cm no mapa representa 10000 cm (ou 100
metros) na realidade

25) Comentário:
(ANAC/2009)
1. Vamos colocar na fórmula:
25) Se a maquete de um helicóptero, construída na
escala de 1:24, tiver o comprimento igual a 20 cm,
𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎 𝑟𝑒𝑝𝑟𝑒𝑠𝑒𝑛𝑡𝑎𝑑𝑎
então o comprimento real dessa aeronave será inferior 𝐸𝑠𝑐𝑎𝑙𝑎 =
a 5 m. 𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙

1 20 𝑐𝑚
=
24 𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙

𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙 = 480 𝑐𝑚 = 4,8 𝑚

Gabarito: Certo.

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Regra de 3
Simples Composta
A regra de três simples é um método para resolver A regra de três composta é um método para
problemas que envolvem a proporção direta ou resolver problemas que envolvem a relação entre
inversa entre duas grandezas diretamente ou três ou mais grandezas diretamente ou
inversamente proporcionais. inversamente proporcionais.

29) Comentário:
(ADAPTADA/2023)
29) Para o aniversário de seu filho, Maria 1. Na questão quanto mais balas Maria compra, mais cara ela vai
deseja comprar 200 balas. Se uma pagar. Logo temos uma relação diretamente proporcional. Aqui
embalagem contém 20 balas e custa R$ vamos multiplicar cruzado!
15,00, quanto Maria gastará para
20 balas ↔ R$15,00
comprar as 200 balas?
A) R$ 130,00. 200 balas ↔ x
B) R$ 140,00.
C) R$ 150,00. 20x = 3000
D) R$ 160,00. 𝐱 = 𝟏𝟓𝟎 𝐫𝐞𝐚𝐢𝐬
E) R$ 170,00.
Gabarito: Letra C.

30) Comentário:
(ADAPTADA/2023)
30) Se 5 pintores podem pintar uma casa 1. Na questão quanto mais pintores para pintar sua casa, menor será
em 6 horas, quanto tempo levariam 3 o tempo necessário. Logo temos uma relação inversamente
pintores para pintar a mesma casa? proporcional. Aqui vamos multiplicar de forma direta!
A) 4 horas
5 pintores ↔ 6 horas
B) 8 horas
C) 10 horas
3 pintores ↔ x
D) 12 horas
E) 14 horas 30 horas = 3x
𝐱 = 𝟏𝟎 𝐡𝐨𝐫𝐚𝐬

Gabarito: Letra C.

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(ADAPTADA/2023) 31) Comentário:


31) Se 4 jardineiros, igualmente 1. Vamos identificar a quantidade de grandezas na questão:
eficientes, conseguem plantar 30
árvores em exatamente 5 horas, então, • Número de jardineiros
8 jardineiros, trabalhando com a mesma • Quantidade de árvores
eficiência dos primeiros, conseguirão • Tempo para plantar.
plantar 36 árvores em exatamente:
A) 4 horas. Então quanto maior o número de jardineiro, menor será o tempo
B) 3,5 horas. para plantar. Tempo e jardineiro são inversamente proporcionais.
C) 3 horas. Agora quanto mais árvores, maior vai ser o tempo gasto. Árvores e
D) 2,5 horas. tempo são diretamente proporcionais.
E) 2 horas
Nós queremos saber o tempo, logo ele vai ser nossa grandeza
referencial.

Tempo Jardineiros Árvores


5 4 30
x 8 36

A cor azul quer dizer que a grandeza é diretamente proporcional.


A cor vermelha quer dizer que a grandeza é inversamente proporcional, logo elas entram invertidas na regra de
três composta.
5 𝟖 30
= ∙
𝑥 𝟒 36

5 60
=
𝑥 36

𝑥 = 3 ℎ𝑜𝑟𝑎𝑠

Gabarito: Letra C.

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Porcentagem
Porcentagem é uma maneira de expressar uma proporção ou uma relação entre dois números como uma
fração de 100. É representado pelo símbolo “%”.

Exemplos
Percentual Fracionária Unitária
𝟏𝟓
15% 0,15
𝟏𝟎𝟎
𝟑𝟔, 𝟑
37,3% 0,373
𝟏𝟎𝟎
𝟑𝟓𝟎
350% 3,50
𝟏𝟎𝟎

Para determinar a porcentagem de um número específico, basta aplicar a taxa percentual relacionada a
este número através de uma multiplicação.

Exemplos
𝟏𝟓 𝟏𝟐. 𝟎𝟎𝟎
15% de 800 × 𝟖𝟎𝟎 = = 𝟏𝟐𝟎
𝟏𝟎𝟎 𝟏𝟎𝟎
𝟐𝟓𝟎 𝟐𝟏. 𝟐𝟓𝟎
250% de 85 × 𝟖𝟓 = = 𝟐𝟏𝟐, 𝟓
𝟏𝟎𝟎 𝟏𝟎𝟎

Para converter uma fração em uma porcentagem, basta multiplicá-la por 100, resultando assim no valor
na forma percentual.

Exemplos
Fracionária Percentual
𝟏𝟔 𝟏𝟔 𝟏𝟔𝟎𝟎
× 𝟏𝟎𝟎 = = 𝟖𝟎%
𝟐𝟎 𝟐𝟎 𝟐𝟎
𝟕 𝟕 𝟕𝟎𝟎
× 𝟏𝟎𝟎 = = 𝟖𝟕, 𝟓%
𝟖 𝟖 𝟖

Aumentos e Descontos Percentuais

Aumento Percentual 𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × (𝟏 + 𝒊)


Aumentos Percentuais Sucessivos 𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × (𝟏 + 𝒊𝟏 ) × (𝟏 + 𝒊𝟐 )
Desconto Percentual 𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × (𝟏 − 𝒊)
Descontos Percentuais Sucessivos 𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × (𝟏 − 𝒊𝟏 ) × (𝟏 − 𝒊𝟐 )

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Variação Percentual e Variação Acumulada

𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 − 𝑽𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍
Variação Percentual ∆% = × 𝟏𝟎𝟎
𝑽𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍
Variação Acumulada (𝟏 + 𝒊𝒂𝒄𝒖𝒎𝒖𝒍𝒂𝒅𝒂 ) =× (𝟏 ± 𝒊𝟏 ) × (𝟏 ± 𝒊𝟐 ) × (𝟏 ± 𝒊𝟑 ) …

Questões Cobradas de Porcentagem

32) Comentário:
(PREFEITURA/2019)
32) Ontem, Maria pagou o valor R$ 1. Chamaremos de A o valor do preço SEM o aumento. O valor do
46,00 em uma unidade de certo preço sem o aumento mais um aumento de 15% será igual a R$46,00
produto, e o dono da loja informou que
𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × (𝟏 + 𝒊)
esse valor já estava com aumento de
15%. Sem esse aumento, o preço que 15
Maria pagaria nesse produto seria 𝟒𝟔 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × (𝟏 + )
100
a) R$ 43,00.
𝟒𝟔 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × 𝟏, 𝟏𝟓
b) R$ 42,00.
c) R$ 41,00. 𝟒𝟔
𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 = = 𝟒𝟎
d) R$ 40,00 𝟏, 𝟏𝟓
e) R$ 39,00.
Gabarito: Letra D.

33) Comentário:
(PREFEITURA/2019)
33) Antônio teve seu aluguel reajustado 1. Chamaremos de A o valor do preço SEM o aumento. O valor do
em 10%. O valor do aluguel reajustado é preço sem o aumento mais um aumento de 10% será igual a
R$ 2.772,00. O valor do aluguel de R$2.772,00
Antônio antes do reajuste era
𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × (𝟏 + 𝒊)
a) R$ 2.072,00.
b) R$ 2.494,80. 10
𝟐. 𝟕𝟕𝟐 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × (𝟏 + )
c) R$ 2.520,00. 100
d) R$ 2.507,70.
𝟐. 𝟕𝟕𝟐 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × 𝟏, 𝟏𝟎
e) R$ 2.527,20.
𝟐𝟕𝟕𝟐
𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 = = 𝟐𝟓𝟐𝟎
𝟏, 𝟏𝟎
Gabarito: Letra C.

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34) Comentário:
(FGV/2019)
34) Em uma região turística, uma 1. Daremos um valor inicial de 1000 para o valor inicial do número de
pousada recebeu, em 2018, 20% mais hospedes da pousada.
hóspedes do que tinha recebido no ano
𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × (𝟏 + 𝒊𝟏 ) × (𝟏 + 𝒊𝟐 )
anterior e, em 2019, recebeu 40% mais
hóspedes do que em 2018. 𝟏𝟎𝟎𝟎 × (𝟏 + 𝟎, 𝟐) × (𝟏 + 𝟎, 𝟒)
Nesse período, de 2017 a 2019, o
𝟏𝟎𝟎𝟎 × 𝟏, 𝟐 × 𝟏, 𝟒
aumento do número de hóspedes que a
pousada recebeu foi de
𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 : 𝟏𝟔𝟖𝟎
a) 60%
b) 62%
c) 64% Aumentou 68% o número de hospedes.
d) 66%
e) 68% Gabarito: Letra C.

(VUNESP/2020)
35) Elisa fez um exame de sangue para verificar sua glicemia em jejum e o resultado foi de 260 mg/dL. Seu médico
prescreveu remédio, dieta e exercícios para que alcançasse a taxa de 110 mg/dL que seria a sua meta. Um mês
após iniciado o tratamento, em um segundo exame, verificou-se que sua taxa diminuiu em 40%. Elisa continuou
o tratamento e vinte dias depois, em terceiro exame, constatou- se que sua taxa havia diminuído 20% em relação
ao segundo exame. Desse modo, é correto afirmar que o resultado do terceiro exame indicou que a taxa de glicose
de Elisa estava, em relação a sua meta, um valor igual a
a) 14,8 mg/dL inferior.
b) 12,0 mg/dL inferior.
c) 6,0 mg/dL inferior.
d) 14,8 mg/dL superior.
e) 6,0 mg/dL superior.

35) Comentário:
1. Calcularemos o valor das reduções consecutivas:
𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 = 𝑽𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 × (𝟏 − 𝒊𝟏 ) × (𝟏 − 𝒊𝟐 )

𝟐𝟔𝟎 × (𝟏 − 𝟎, 𝟒) × (𝟏 − 𝟎, 𝟐)
𝟐𝟔𝟎 × 𝟎, 𝟔 × 𝟎, 𝟖

𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 : 𝟏𝟐𝟒, 𝟖

124,8 – 100 = 24,8. Ele estava superior a 14,8 mg

Gabarito: Letra D.

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(VUNESP/2019)
36) Elisa fez um exame de sangue para verificar sua glicemia em jejum e o resultado foi de 260 mg/dL. Seu médico
prescreveu remédio, dieta e exercícios para que alcançasse a taxa de 110 mg/dL que seria a sua meta. Um mês
após iniciado o tratamento, em um segundo exame, verificou-se que sua taxa diminuiu em 40%. Elisa continuou
o tratamento e vinte dias depois, em terceiro exame, constatou- se que sua taxa havia diminuído 20% em relação
ao segundo exame. Desse modo, é correto afirmar que o resultado do terceiro exame indicou que a taxa de glicose
de Elisa estava, em relação a sua meta, um valor igual a
a) 14,8 mg/dL inferior.
b) 12,0 mg/dL inferior.
c) 6,0 mg/dL inferior.
d) 14,8 mg/dL superior.
e) 6,0 mg/dL superior.

36) Comentário:
1. Vamos aplicar diretamente a fórmula da variação percentual com as informações apresentadas no texto:
𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 − 𝑽𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍
∆% = × 𝟏𝟎𝟎
𝑽𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍

𝟒𝟕, 𝟕𝟓 − 𝟓𝟎, 𝟎𝟓
∆% = × 𝟏𝟎𝟎
𝟓𝟎, 𝟎𝟓

−𝟐, 𝟑
∆% = × 𝟏𝟎𝟎
𝟓𝟎, 𝟎𝟓

−𝟐𝟑𝟎
∆% = = −𝟒, 𝟓𝟗
𝟓𝟎, 𝟎𝟓

Gabarito: Letra B.

37) Comentário:
(FGV/2022)
37) Segundo dados da PM do Estado do 1. Vamos aplicar diretamente a fórmula da variação
Amazonas, o número de veículos recuperados em percentual com as informações apresentadas no texto:
2018 foi 320 e o número de veículos recuperados 𝑽𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 − 𝑽𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍
em 2020 foi 870. Comparando os dados desses ∆% = × 𝟏𝟎𝟎
𝑽𝒊𝒏𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍
dois anos, o número de veículos recuperados em
2020 foi maior que o de 2018 𝟖𝟕𝟎 − 𝟑𝟐𝟎
em cerca de: ∆% = × 𝟏𝟎𝟎
𝟑𝟐𝟎
a) 130%.
b) 140%. 𝟓𝟓𝟎
c) 150%. ∆% = × 𝟏𝟎𝟎
𝟑𝟐𝟎
d) 160%.
e) 170%. ∆% = 𝟏, 𝟕𝟏 × 𝟏𝟎𝟎 = 𝟏𝟕𝟏%

Gabarito: Letra E.

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Média Aritmética
A média aritmética é um conceito matemático usado para encontrar o valor central de um conjunto de
números. Ela é calculada somando todos os valores do conjunto e depois dividindo essa soma pelo número de
valores. A média aritmética é apenas um tipo de média e é frequentemente referida simplesmente como "a média".

A média aritmética é representativa de um conjunto de dados. É o valor que indica a tendência central dos
dados, o que pode ser útil para obter uma visão geral do conjunto de dados.

As médias aritméticas mais comuns são duas: simples e ponderada.

Média Aritmética Simples

A média aritmética simples é o valor obtido pela soma de todos os valores do conjunto, dividida pelo
número de valores. É a média mais comum e é frequentemente referida apenas como "média".

𝑆𝑜𝑚𝑎 𝑑𝑒 𝑇𝑜𝑑𝑜𝑠 𝑜𝑠 𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟𝑒𝑠


𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑆𝑖𝑚𝑝𝑙𝑒𝑠 =
𝑁ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟𝑒𝑠

Exemplo:

Imagine que temos as seguintes notas de um aluno: 5, 7, 8, e 10. A média aritmética simples dessas notas é:

5 + 7 + 8 + 10
𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑆𝑖𝑚𝑝𝑙𝑒𝑠 = = 7,5
4
Então, a média simples das notas do aluno é 7,5.

Média Aritmética Ponderada

A média aritmética ponderada também é uma média, mas leva em conta o peso de cada valor no conjunto.
Isso é útil quando alguns valores são mais importantes do que outros.

∑(valor × peso)
𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑃𝑜𝑛𝑑𝑒𝑟𝑎𝑑𝑎 =
∑ 𝑝𝑒𝑠𝑜𝑠

Exemplo:

Se tivermos as mesmas notas do aluno (5, 7, 8, e 10), mas agora elas têm pesos diferentes, digamos 1, 2, 3, e 4,
respectivamente, a média ponderada será calculada assim:

(5 × 1) + (7 × 2) + (8 × 3) + (10 × 4)
𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑃𝑜𝑛𝑑𝑒𝑟𝑎𝑑𝑎 =
1+2+3+4

5 + 14 + 24 + 40
𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑃𝑜𝑛𝑑𝑒𝑟𝑎𝑑𝑎 = = 8,3
10

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Questões de Média Aritmética

O gráfico a seguir apresenta a quantidade de acidentes em determinada via pública, durante certa semana:

Pode-se afirmar que a média de acidentes por dia nessa semana foi de:
A) 9.
B) 6.
C) 5.
D) 7.
E) 8.
Comentário:

6 + 7 + 4 + 5 + 9 + 10 + 8
𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑆𝑖𝑚𝑝𝑙𝑒𝑠 = = 7.
7

Gabarito: Letra D.

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Equações do Primeiro Grau


Para identificar se uma equação específica é do primeiro grau, devemos verificar o expoente mais elevado
na variável desconhecida. Caso o expoente máximo seja um, isso indica que estamos diante de uma equação de
primeiro grau.

Exemplo
𝒙 + 2 = 4𝒙 − 𝟒 (Equação de Primeiro Grau)
𝟐𝒙 = 𝟐 − 8𝒙 (Equação de Primeiro Grau)
𝒙2+ 2x +2 = 0 (Equação de Segundo Grau)

Sistema de Equações
Um sistema de equações é um conjunto de duas ou mais equações que compartilham as mesmas variáveis.
Por exemplo, um sistema de duas equações e duas variáveis (x e y) pode ser expresso da seguinte maneira:

Exemplo
𝑥+𝑦 =6
{
𝑥 − 𝑦= 4
Passo a passo para resolver:
1. Vamos isolar uma das variáveis e substituir na
outra equação:
{𝑥 = 4 + 𝑦
2. Agora vamos substituir na primeira equação:
(4 + 𝑦) + 𝑦 = 6
4 + 2𝑦 = 6
2𝑦 = 6 − 4
𝑦=1
3. Agora vamos descobrir o valor do x:
𝑥−1=4
𝑥=5

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Questões Cobradas de Equações do Primeiro Grau


38) Comentário:
(FGV/2022)
38) Na equação 1. Vamos resolver a equação:
𝟓𝒙 − 𝟏 = 𝟐𝒙 + 𝟕𝟏
𝟓𝒙 − 𝟏 = 𝟐𝒙 + 𝟕𝟏
𝟓𝒙 − 𝟐𝒙 = 𝟕𝟏 + 𝟏
o valor de x é
𝟑𝒙 = 𝟕𝟐
A) 23.
B) 24. 𝟕𝟐
𝒙=
C) 25. 𝟑
D) 26.
E) 27. 𝒙 = 𝟐𝟒
Gabarito: Letra B.

39) Comentário:
(AOCP/2022)
39) A soma das idades de dois servidores 1. como não sabemos as idades dos servidores vamos chamar de x e
da câmara é 63 anos. Sabendo que a y:
razão entre as idades é 2/7, qual é a 𝒙 + 𝒚 = 𝟔𝟑
diferença entre as idades desses dois 2
2. Na questão fala que a razão entre as idades é de 7
servidores?
A) 25 anos. 𝒙 𝟐
B) 30 anos. =
𝒚 𝟕
C) 49 anos.
𝟐𝒚
D) 42 anos. 𝒙=
E) 35 anos. 𝟕
3. Agora vamos substituir:
𝟐𝒚
+ 𝒚 = 𝟔𝟑
𝟕
𝟗𝒚
= 𝟔𝟑
𝟕
𝒚 = 𝟒𝟗
𝒙 + 𝟒𝟗 = 𝟔𝟑
𝒙 = 𝟏𝟒
𝟒𝟗 − 𝟏𝟒 = 𝟑𝟓
Gabarito: Letra E.

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40) Comentário:
(IBADE/2022)
40) Maria é 5 anos mais velha que seu 1. Vamos descobrir a idade de Maria (x), João (y) e o seu primo(z):
irmão João e tem um primo que tem o 𝒙 + 𝒚 + 𝒛 = 𝟓𝟓
dobro da sua idade. Se a soma das
2. Maria é 5 anos mais velha que seu irmão João:
idades dos três é igual a 55, qual é a
𝒚=𝒙−𝟓
idade de Pedro?
3. Tem um primo que tem o dobro da sua idade (Maria)
A) Pedro tem 10 anos.
𝒛 = 𝟐𝒙
B) Pedro tem 25 anos.
C) Pedro tem 30 anos.
𝒙 + (𝒙 − 𝟓) + 𝟐𝒙 = 𝟓𝟓
D) Pedro tem 40 anos.
𝟒𝒙 = 𝟔𝟎
E) Pedro tem 20 anos. 𝒙 = 𝟏𝟓

𝒛 = 𝟐 × 𝟏𝟓 = 𝟑𝟎
Gabarito: Letra C.

41) Comentário:
(FGV/2022)
41) Considere a igualdade 1. Vamos somar as duas frações do lado esquerdo:
2 3 8 × 2 + 5 × 3 31
2 3 𝑥 + = =
+ = 5 8 40 40
5 8 200
31 𝑥
=
A soma dos algarismos do número 𝒙 é 40 200
A) 7. 𝑥
= 31
B) 8. 5
C) 9. 𝑥 = 155
D) 10.
E) 11. A soma dos algarismos de x é 1 + 5 + 5 = 11
Gabarito: Letra E.

42) Comentário:
(FCC/2022)
42) Sabendo-se que ■ representa um 1. Vamos representar esse número por “n”:

número e que ■ + 𝟏𝟓 = ■ + ■ + ( 2 ), o 𝑛
𝑛 + 15 = 𝑛 + 𝑛 +
número representado por ■ é 2
A) 10 𝑛
𝑛+ = 15
B) 14 2
C) 8 2. Agora vamos colocar todos os termos envolvendo x em termos de
D) 12 2𝑛 𝑛
uma única fração. Multiplicamos x por 2/2 para obter: 2
+ 2 = 15
E) 6
3𝑛
= 15
2
3𝑛 = 30
𝒏 = 𝟏𝟎
Gabarito: Letra A.

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43) Comentário:
(FCC/2022)
43) Em um clube de leitura há 66 1. Vamos representar o número de homens por “h”, p número de
participantes sendo 39 homens e 27 mulheres por “m” e semanas por “s”.
mulheres. A cada semana 4 novos A cada semana 4 novos homens entram no clube:
homens e 6 novas mulheres se unem ao
clube. O total de participantes na 𝐻 = 39 + 4𝑠
semana em que o número de homens se A cada semana 6 novos mulheres entram no clube:
iguala ao número de mulheres é:
𝑀 = 27 + 6𝑠
A) 126
B) 136 O total de participantes na semana em que o número de homens se
C) 146 iguala ao número de mulheres
D) 96 𝐻=𝑀
E) 116
39 + 4𝑠 = 27 + 6𝑠
2𝑠 = 12
𝒔=𝟔
𝐻 = 39 + 4 × 6 = 63
𝑀 = 27 + 6 × 6 = 63
𝑴 + 𝑯 = 𝟏𝟐𝟔
Gabarito: Letra A.

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Equações do Segundo Grau


Para identificar se uma equação específica é do segundo grau, devemos verificar o expoente máximo que
encontraremos em uma incógnita será o 2. Isso indica que estamos diante de uma equação de segundo grau.

Como identificar uma equação de 2° Grau?


A forma 𝑎𝑥² + 𝑏𝑥 + 𝑐 = 0 define uma equação de segundo grau, onde 𝑎, 𝑏 e 𝑐 são coeficientes, e
𝑎 deve ser diferente de zero para validar a existência de 𝑥².
Exemplo indireto Exemplo direto
𝒂 = −𝟏
−𝒙𝟐 + 𝟐𝒙 + 𝟐 = 𝟎 { 𝒃 = 𝟐
𝒄=𝟐
(𝒙 − 𝟐)(𝒙 − 𝟏) = 𝟎 → 𝒙𝟐 − 𝟑𝒙 + 𝟐 = 𝟎 𝒂=𝟏
𝒙𝟐 − 𝟓𝒙 + 𝟒 = 𝟎 {𝒃 = −𝟓
𝒙(𝒙 − 𝟑) = 𝟎 → 𝒙𝟐 − 𝟑𝒙 = 𝟎 𝒄=𝟒
𝒂=𝟐
𝟐𝒙𝟐 − 𝒙 = 𝟎 {𝒃 = −𝟏
𝒄=𝟎

Fórmula de Bhaskara
A fórmula de Bhaskara, também conhecida como fórmula quadrática, é um método utilizado para
encontrar as raízes de uma equação de segundo grau, quando não conseguimos isolar o x na equação de primeiro
grau, usamos a fórmula de Bhaskara:
−𝒃 ∓ √𝒃𝟐 − 𝟒𝒂𝒄
𝒙=
𝟐𝒂

O termo b² - 4ac é conhecido como o discriminante, chamado também de delta.

−𝒃 ∓ √∆
𝒙=
𝟐𝒂

Variação dos discriminantes


• Quando o discriminante for maior que zero (∆> 0) = Duas soluções reais distintas.
• Quando o discriminante for igual a zero (∆= 0) = Duas soluções reais iguais.
• Quando o discriminante for maior que zero (∆< 0) = Não tem solução nos reais, mas sim nos complexos.

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O sinal “±” determina que vamos ter 2 raízes. A equação de segundo grau tem duas raízes que validam a
igualdade, enquanto a equação de terceiro grau possui três.

Exemplo Solução
• Já temos os coeficientes e agora vamos encontrar o discriminante, que é nosso delta:
∆ = b2 − 4ac → (−5)2 − 4 ∙ 1 ∙ 6 = 25 − 24 = 1
• Agora vamos ao cálculo das raízes:
𝑥2 − 5𝑥 + 6 = 0 −(−5) ∓ √1 5 ± 1
𝒂=𝟏 𝑥= =
2∙1 2
{𝒃 = −𝟓 • Por último vamos fazer a conta dos dois sinais, ou seja, as duas raízes:
𝒄=𝟔 5±1 4
𝒙𝟏 = = =2
2 2
5±1 6
𝒙𝟐 = = =3
2 2

Relações de Girard
Nesse conceito utilizaremos a soma e o produto das raízes sem que seja necessário calcular. Vamos utilizar
os coeficientes da equação. Exemplo: ax2 + bx + c = 0.

𝑏 𝒄
𝒙𝟏 + 𝒙𝟐 = − 𝑒 𝒙𝟏 ∙ 𝒙𝟐 =
𝑎 𝒂

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Questões Cobradas de Equações do Segundo Grau


44) Comentário:
(PREF/2017)
44) Se 𝑋1 𝑒 𝑋2 , em que 𝑋1 < 𝑋2 , são as 1. Vamos calcular o discriminante:
raízes positivas da equação 𝑥2 − 164𝑥2 + ∆ = b2 − 4ac → (164)2 − 4 ∙ 1 ∙ 6400 = 26.896 − 25600 = 1296
6400 = 0, então a diferença 𝑋2 − 𝑋1 é
2. Vamos calcular as raízes:
igual a:
A) 2. −(−164) ∓ √1296 164 ± 36
𝑥= =
B) 1. 2∙1 2
C) 36.
𝒙𝟏 = 𝟔𝟒 𝒆 𝒙𝟐 = 𝟏𝟎𝟎
D) 18.
E) 4.
100 − 64 = 36

Gabarito: Letra C.

45) Comentário:
(FEPESE/2022)
45) O maior valor de x que satisfaz a 1. Vamos resolver o quadrado:
equação (𝒙 – 𝟏𝟐)𝟐 = −𝟏𝟖𝒙 + 𝟏𝟕𝟏 é: (x − 12)2 = −18𝑥 + 171
A) Maior que 10.
x 2 − 24𝑥 + 144 = −18𝑥 + 171
B) Maior que 8 e menor que 10.
C) Maior que 6 e menor que 8. x 2 − 6𝑥 − 27 = 0
D) Maior que 4 e menor que 6. 2. Vamos calcular o discriminante:
E) Menor que 4. ∆ = b2 − 4ac → (−6)2 − 4 ∙ 1 ∙ (−27) = 36 + 108 = 144

3. Vamos calcular as raízes:


−(−6) ∓ √144 6 ± 12
𝑥= =
2∙1 2

𝒙𝟏 = −𝟑 𝒆 𝒙𝟐 = 𝟗
9 está entre 8 e 10

Gabarito: Letra B.

46) Comentário:
(QUADRIX/2022)
46) Considerando a equação, na 1. Vamos calcular o discriminante:
incógnita 𝒙𝟐 + 𝟓𝒙 + 𝒎 = 𝟎, julgue o item. ∆ = b2 − 4ac → (5)2 − 4 ∙ 1 ∙ (−14) = 25 + 56 = 81
2. Vamos calcular as raízes:
Se 𝑚 = −14, então a equação admite
−5 ∓ √81 −5 ± 9
raízes iguais a −2 e 7. 𝑥= =
2∙1 2

𝒙𝟏 = −𝟕 𝒆 𝒙𝟐 = 𝟐
O item trocou os sinais, logo a questão está errada.

Gabarito: Errado.

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47) Comentário:
(FGV/2022)
47) Sejam A e B as raízes da equação 𝒙² 1. Vamos resolver essa questão pela relação de Girard.
− 𝟕𝒙 + 𝟒 = 𝟎. O valor de 𝑨𝟐 + 𝑩𝟐 é: (A + B)2 = A2 + 2AB + B 2
A) 49
A2 + B 2 = (A + B)2 − 2AB
B) 41
C) 36 2. Agora vamos aplicar a relação de Girard através da equação na frase:
D) 28 𝒙² − 𝟕𝒙 + 𝟒 = 𝟎
E) 11
𝑏 (−7)
𝐴+𝐵 =− =− =7
𝑎 1
𝑐 4
𝐴∙𝐵 = =− =4
𝑎 1
A2 + B 2 = (7)2 − 2 ∙ 4 = 41

Gabarito: Letra B.

48) Comentário:
(FGV/2022)
48) A equação: 1. Vamos começar destrinchando a equação:
3(𝑥 + 1) + 2(𝑥 − 1)
=2
3 2 (𝑥 − 1)(𝑥 + 1)
+ =2
𝑥−1 𝑥+1 3𝑥 + 3 + 2𝑥 − 2 = 2(𝑥 − 1)(𝑥 + 1)

possui uma raiz negativa. A raiz negativa 5𝑥 + 1 = 2(𝑥 2 − 1)


da equação dada está no intervalo: 5𝑥 + 1 = 2𝑥 2 − 2
A) (−1,0); 2𝑥 2 − 5𝑥 − 3 = 0
B) (−2,−1);
C) (−3,−2);
D) (−4,−3); 2. Agora vamos usar Bhaskara:
−5 ∓ √49 −5 ± 7
𝑥= =
2∙2 4

𝒙𝟏 = 𝟑 𝒆 𝒙𝟐 = −𝟎, 𝟓

Gabarito: Letra A.

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Geometria Plana
Elementos da Geometria Plana

Um ponto é um objeto
fundamental com posição,
Pontos mas sem tamanho, área,
volume ou qualquer outra
dimensão

Uma reta é criada pela


Retas combinação de uma
quantidade infinita de pontos

Uma extremidade:
Semirreta e Semirreta
Segmento de reta Duas extremidades:
Segmento de reta

As retar paralelas elas não se


Retas Paralelas
cruzam

As retar paralelas elas se


Retas Concorrentes cruzam, com um ponto em
comum

São duas retas que se


Retas Coincidentes encontram em mais de um
ponto

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Ângulos
Um ângulo é uma figura formada por duas linhas que se encontram num ponto comum, chamado vértice
do ângulo.

Principais Ângulos
Graus 0° 30° 45° 60° 90° 120° 150° 180°
𝜋 𝜋 𝜋 𝜋 2𝜋 5𝜋
Radianos 0 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝜋 𝑟𝑎𝑑
6 4 3 2 3 6

Classificações dos Ângulos


Ângulo reto Ângulo raso Ângulo agudo
Ângulo maior que 0° e menor que
Ângulo de 90° Ângulo de 180°
90°

Ângulo obtuso Ângulos suplementares Ângulos complementares


Dois ângulos são chamados de Dois ângulos são chamados de
Ângulo maior que 90° e menor
complementares quando sua complementares quando sua
que 180°
soma é igual a 180° soma é igual a 90°

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Ângulos replementares
Dois ângulos são chamados de
replementares quando sua soma é 360

Nomes importantes dessa parte de ângulos

• Ângulos opostos pelo vértice: (1,3), (2,4), (5,7) 𝑒 (6,8);


• Ângulos alternos internos: (4,6) e (3,5);
• Ângulos alternos externos: (2,8) e (1,7);
• Ângulos colaterais internos: (3,6) e (4,5);
• Ângulos colaterais externos: (1,8) 𝑒 (2,7).

Importante: Nomes que mais caem!

• As provas costumam cobrar mais os nomes: ângulos opostos pelo vértice e os


ângulos alternos internos e externos.

Circunferência
É definida como o conjunto de todos os pontos em um plano que estão a uma distância fixa, conhecida
como raio, de um ponto específico denominado centro.

Raio: é a medida da extensão que vai do centro da


circunferência até qualquer ponto em sua borda.
Corda: é uma linha reta que une dois pontos
arbitrários situados na circunferência.
Diâmetro: uma corda especial que atravessa o centro
da circunferência. É sempre o dobro do tamanho do
raio (2R).

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Medidas da circunferência
O comprimento de uma
circunferência, também 𝑪 = 𝟐𝝅𝑹
Comprimento da C é o comprimento da circunferência.
conhecido como perímetro da
circunferência π (Pi) é uma constante cujo valor aproximado é 3.14159.
circunferência ou a medida do
r é o raio da circunferência.
contorno da circunferência
O comprimento de um arco numa 𝜶
circunferência pode ser calculado 𝑪 = 𝟐𝝅𝑹 ∙ ( )
𝟑𝟔𝟎°
Comprimento de um se você conhecer o ângulo que o C é o comprimento do arco.
arco na circunferência arco subentende no centro da r é o raio da circunferência.
circunferência e o raio da α é o ângulo central (em graus) que o arco subentende.
circunferência. π (Pi) é uma constante cujo valor aproximado é 3.14159.

A área de uma circunferência, na 𝑨 = 𝝅𝑹𝟐


Área da verdade, se refere à área do A é a área do círculo.
circunferência círculo delimitado por essa r é o raio do círculo.
circunferência π (Pi) é uma constante cujo valor aproximado é 3.14159.

𝜶
A área de um arco em uma 𝑨= ( ) 𝝅𝑹𝟐
𝟑𝟔𝟎°
Área de um arco na circunferência é, na verdade, a A é a área do setor.
circunferência área do setor circular que esse r é o raio da circunferência.
arco delimita. π (Pi) é uma constante cujo valor aproximado é 3.14159.
α é o ângulo central (em graus) que o arco subentende.

A coroa circular é uma figura


geométrica que consiste na região 𝑨 = 𝝅(𝑹𝟐𝒆 − 𝑹𝟐𝒊 )
de um plano limitada por duas A é a área da coroa.
Área de uma coroa circunferências concêntricas, ou R é o raio da circunferência maior.
seja, duas circunferências que r é o raio da circunferência menor.
compartilham o mesmo centro, π (Pi) é uma constante cujo valor aproximado é 3.14159.
mas possuem raios diferentes.

Triângulos
Um triângulo é uma figura geométrica plana formada por três segmentos de reta que se intersectam em
três pontos não colineares. Os três pontos de intersecção formam os vértices do triângulo e os segmentos de reta
formam os lados.

Classificações dos seus lados


Equilátero Isósceles Escaleno
Todos os três lados são iguais em Dois lados são iguais em
Nenhum lado é igual.
comprimento. comprimento.

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Classificações dos ângulos


Retângulo Obtusângulo Acutângulo
Um dos ângulos é obtuso (maior Todos os ângulos são agudos
Um dos ângulos é reto (90 graus)
que 90 graus) (menores que 90 graus)

Ângulos internos e externo


Internos e Externos

A soma dos ângulos internos de


Internos qualquer triângulo é sempre 180
graus.

Cada ângulo externo de um


triângulo é igual à soma dos dois
ângulos internos que não são
Externos adjacentes a ele.
A soma dos ângulos externos é o
equivalente a 360°.

Triângulos Congruentes
Triângulos congruentes são triângulos que têm o mesmo tamanho e forma. Isso significa que eles têm lados
correspondentes de comprimentos iguais e ângulos correspondentes de medidas iguais.

Critérios que dois triângulos são congruentes

Se os três lados de um triângulo


são congruentes (ou seja, têm o
Lado-Lado-Lado mesmo comprimento) aos três
(LLL) lados de outro triângulo, então os
triângulos são congruentes.

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Se dois ângulos e o lado entre eles


em um triângulo são congruentes
Ângulo-Lado-Ângulo aos dois ângulos e o lado entre
(ÂLA) eles em outro triângulo, então os
triângulos são congruentes.

Se dois lados e o ângulo entre eles


em um triângulo são congruentes
Lado-Ângulo-Lado aos dois lados e o ângulo entre
(LAL) eles em outro triângulo, então os
triângulos são congruentes.

Se dois ângulos e um lado não


adjacente em um triângulo são
Ângulo-Ângulo-Lado congruentes aos dois ângulos e o
(AAL) lado não adjacente em outro
triângulo, então os triângulos são
congruentes.

Triângulos Semelhantes
Significa que os triângulos semelhantes têm ângulos correspondentes de medidas iguais e lados
correspondentes em proporções iguais.

Como os dois triângulos são semelhantes, logo


podemos ter uma relação entre os lados desse
triângulo:

𝟖 𝟏𝟔 𝟏𝟐
= = =𝟐
𝟒 𝟖 𝟔

A razão de semelhança é 2.

Importante: Diferença de semelhantes e congruentes

• Triângulos Congruentes: Ângulos e Lados iguais.


•Triângulos Semelhantes: Ângulos iguais e Lados proporcionais.

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Teorema de Tales

r, s: são as retas transversais (que é toda reta que


intercepta um feixe de retas paralelas);
x, y, z: são as retas paralelas.

No desenho a lado, você poderá descrever assim:


𝒂 𝒄
=
𝒃 𝒅

Área do Triângulo
Maneiras de Calcular a área do triângulo

Área do triangulo Nessa fórmula temos disponíveis: 𝑏∙ℎ


mais usada a medida da altura e da base. 𝐴=
2

É chamado de retângulo porque


Área do Triângulo 𝑎∙𝑏
possui um ângulo reto, isto é, um 𝐴=
Retângulo 2
ângulo que mede 90°.

No caso de um triângulo
equilátero, a altura que se origina
Área do Triângulo 𝐿2 ∙ √3
de qualquer lado sempre divide 𝐴=
Equilátero 4
esse lado, dividindo-o em duas
partes iguais.

Triângulo Retângulo

O lado “a” é chamado de hipotenusa. Ele é o maior


dos lados e está oposto ao ângulo de 90°.
Os lados “b” e “c” são os catetos.

Com relação ao ângulo 𝛼, b é o cateto oposto e c é o


cateto adjacente.
Com relação ao ângulo 𝛽, c é o cateto oposto e b é o
cateto adjacente.

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Seno, Cosseno e Tangente


𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 𝑜𝑝𝑜𝑠𝑡𝑜
Seno 𝑠𝑒𝑛 𝛼 =
ℎ𝑖𝑝𝑜𝑡𝑒𝑛𝑢𝑠𝑎
𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 𝑎𝑑𝑗𝑎𝑐𝑒𝑛𝑡𝑒
Cosseno 𝑐𝑜𝑠 𝛼 =
ℎ𝑖𝑝𝑜𝑡𝑒𝑛𝑢𝑠𝑎
𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 𝑜𝑝𝑜𝑠𝑡𝑜
Tangente 𝑡𝑎𝑛 𝛼 =
𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 𝑎𝑑𝑗𝑎𝑐𝑒𝑛𝑡𝑒
Relação Fundamental 𝑠𝑒𝑛2 𝛼 + 𝑐𝑜𝑠 2 𝛼 = 1

Teorema de Pitágoras
A soma dos quadrados dos catetos é igual ao
𝑎 (ℎ𝑖𝑝𝑜𝑡𝑒𝑛𝑢𝑠𝑎)2 = 𝑏(𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 1)2 + 𝑐(𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 2)2
quadrado da hipotenusa.

Relações métricas no Triângulo Retângulo


Nessa parte vamos analisar as consequências da semelhança de triângulos:

Semelhanças encontradas nos triângulos:

Semelhança Fórmula
𝑐 𝑏
ABC e BCD = / 𝑎𝑏 = ℎ𝑐
𝑎 ℎ
ℎ 𝑡
BCD e CDA = / ℎ2 = 𝑠𝑡
𝑠 ℎ
𝑐 𝑎
ABC e BCD = / 𝑎2 = 𝑐𝑠
𝑎 𝑠
𝑐 𝑏
ABC e ACD = / 𝑏 2 = 𝑐𝑡
𝑏 𝑡

Lei dos Senos Lei dos Cossenos

𝑎 𝑏 𝑐 𝑎2 = 𝑏 2 + 𝑐 2 − 2𝑏𝑐 ∙ 𝑐𝑜𝑠𝐴̂
= = 𝑏 2 = 𝑎2 + 𝑐 2 − 2𝑎𝑐 ∙ 𝑐𝑜𝑠𝐵̂
𝑠𝑒𝑛 Â 𝑠𝑒𝑛 𝐵̂ 𝑠𝑒𝑛 𝐶̂
𝑐 2 = 𝑎2 + 𝑏 2 − 2𝑎𝑏 ∙ 𝑐𝑜𝑠𝐶̂

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Importante!
Ângulo Sen Cos Tg
° ° 0 1 0
𝟎 𝒆 𝟑𝟔𝟎
1 √3 √3
𝟑𝟎°
2 2 3
√2 √2 1
𝟒𝟓°
2 2
√3 1 √3
𝟔𝟎°
2 2
𝟗𝟎° 1 0
𝟏𝟖𝟎° 0 -1 0
𝟐𝟕𝟎° -1 0

Pontos Notáveis do Triângulo


4 pontos do triângulo

O baricentro de um triângulo é o ponto onde


se cruzam as medianas do triângulo (uma
Baricentro mediana é uma linha desenhada do vértice
de um triângulo ao ponto médio do lado
oposto)

O incentro de um triângulo é o ponto onde as


bissectrizes dos ângulos do triângulo se
encontram.
Incentro Este ponto é o centro de uma circunferência
chamada circunferência inscrita, que é
tangente a cada um dos três lados do
triângulo.

O ortocentro de um triângulo é o ponto onde


as alturas do triângulo se cruzam (uma altura
Ortocentro é uma linha desenhada do vértice de um
triângulo perpendicularmente ao lado
oposto).

O circuncentro de um triângulo é o ponto


onde as bissectrizes perpendiculares de cada
lado se cruzam. Este ponto é o centro de uma
Circuncentro
circunferência chamada circunferência
circunscrita, que passa por todos os três
vértices do triângulo.

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Principais Quadriláteros
Quadriláteros Características Imagem
Á𝒓𝒆𝒂 = 𝒙 ∙ 𝒛

• Comprimento: "x"; Largura: "z".


Retângulo • Ângulos internos são iguais a 90°.
• Lados opostos são iguais.

Á𝒓𝒆𝒂 = 𝒙𝟐

• Lados são iguais.


Quadrado • Os ângulos internos são iguais a 90°.
• É um polígono regular.

• Lados opostos são iguais (congruentes) e Á𝒓𝒆𝒂 = 𝒙 ∙ 𝒂


paralelos.
• Ângulos opostos são iguais
Paralelogramo (congruentes).
• A área é a função da altura "a" e esse "a"
nem sempre vai estar disponível na
questão.

𝑫∙𝒅
Á𝒓𝒆𝒂 =
𝟐
• O losango é um paralelogramo com
todos os lados iguais.
• É chamado de paralelogramo equilátero
Losango
• Ângulos opostos iguais.
• "D" é a medida da diagonal maior.
• "d" é a medida da diagonal menor.

(𝑩 + 𝒃) ∙ 𝒉
Á𝒓𝒆𝒂 =
𝟐

• "B" representa a medida da base maior,


"b" é a medida da base menor.
Trapézio
• Bases são paralelas.
• "h" é a altura do trapézio.

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Tipos de Trapézio
Isósceles Retângulo Escaleno
Os lados não paralelos possuem a Um dos lados não paralelos faz um É o trapézio que apresenta todos
mesma medida. São simétricos. ângulo de 90° com as bases. os seus lados distintos.

Polígonos
Polígonos são figuras geométricas planas que são delimitadas por uma sequência fechada de segmentos de
reta, chamados de lados. Cada ponto onde dois lados se encontram é chamado de vértice. Além disso, o interior
do polígono é chamado de região interna. Existem dois tipos de polígonos:

Polígonos Convexos Polígonos Não Convexos


Eles receberão essa denominação caso uma Eles receberão essa denominação caso uma
reta, ao intersectar o polígono, toque-o reta, ao intersectar o polígono, toque -em
somente em dois pontos distintos. mais dois pontos distintos.

Somas dos seus ângulos exteriores sempre


equivale a 360°.
A soma dos ângulos internos de um polígono
com "n" lados pode ser calculada usando a
fórmula (n-2) x 180°, onde "n" é o número de
lados do polígono.

Diagonais de um Polígono Convexo


As diagonais de um polígono são segmentos de reta que conectam dois vértices não adjacentes. Ou seja,
eles conectam dois vértices que não são conectados por um lado do polígono.

Fórmula para descobrir a quantidade de Diagonais


𝒏(𝒏 − 𝟑)
𝒅=
𝟐

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Questões Cobradas de Geometria Plana


49) Comentário:
(Adaptada de concurso/2023)
49) João verificou que a medida de um 1. Vamos lembrar da tabelinha de radianos e graus:
3𝜋 Principais Ângulos
ângulo é 10
rad. Essa medida é igual:
Graus 0°
30°
45° 60° 90° 120° 150° 180°
A) 48°
𝜋 𝜋 𝜋 𝜋 2𝜋 5𝜋
B) 54° Radianos 0 𝑟𝑎𝑑
6
𝑟𝑎𝑑
4
𝑟𝑎𝑑
3
𝑟𝑎𝑑
2
𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝑟𝑎𝑑 𝜋 𝑟𝑎𝑑
3 6
C) 66°
D) 72° 2. Agora vamos fazer uma regra de três:

180° ↔ 𝜋 𝑟𝑎𝑑
3𝜋
𝑥 ↔ 𝑟𝑎𝑑
10

𝟑𝝅
𝒙 ∙ 𝝅 = 𝟏𝟖𝟎 ∙ → 𝒙 = 𝟏𝟖 ∙ 𝟑 = 𝟓𝟒°
𝟏𝟎

Gabarito: Letra B.

50) Comentário:
(PREF/2018)
50) O replemento do ângulo de 275° é: 1. Basta aplicar a fórmula do replemento:
A) 85°.
B) 95°. 275° + 𝑥 = 360°
C) 35°.
D) 25°. 𝒙 = 𝟖𝟓°
E) 185°.
Gabarito: Letra A.

51) Comentário:
(Adaptada de concurso/2023)
I. Certo. O ângulo agudo é aquele maior que 0° e menor que 90°.
51) Dadas as afirmativas a respeito de
ângulos,
I. Um ângulo de 5° é um ângulo agudo.
II. Um ângulo de 105° é um ângulo
obtuso.
II. Certo. O ângulo obtuso é aquele maior que 90° e menor que 180°.
III. Um ângulo de 80° é um ângulo reto.

verifica-se que está(ão) correta(s)


A) I, apenas.
B) II, apenas. III. Errado. O ângulo reto tem 90°.
C) I e II, apenas.
D) II e III, apenas.
E) I, II e III.

Gabarito: Letra C.

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52) Comentário:
(Adaptada de concurso/2023)
52) Observe a figura abaixo: 1. Vamos relembrar o que vimos nesse assunto

• Ângulos opostos pelo vértice: (1,3), (2,4), (5,7) 𝑒 (6,8);


• Ângulos alternos internos: (4,6) e (3,5);
• Ângulos alternos externos: (2,8) e (1,7);
• Ângulos colaterais internos: (3,6) e (4,5);
• Ângulos colaterais externos: (1,8) 𝑒 (2,7).

Agora, assinale a alternativa incorreta. Gabarito: Letra D.


A) Os ângulos 4 e 6 são alternos
internos.
B) Os ângulos 2 e 4 são opostos pelo
vértice.
C) Os ângulos 5 e 4 são colaterais
internos
D) Os ângulos 3 e 6 são colaterais
externos.

53) Comentário:
(Adaptada de concurso/2023)
53) Uma pizza de 10 pedaços faz cada 1. Vamos demostrar as duas pizzas abaixo:
fatia ter 36° de ângulo. Se quiser dividir
em 12 pedaços, qual deve ser o ângulo
da fatia?
A) 40°
B) 30°
C) 35°
D) 45°
E) 50°

Gabarito: Letra B.

54) Comentário:
(PREF./2019)
54) O carro de seu Antônio tem uma 1. Lembrando da fórmula de comprimento da circunferência:
roda com 80 centímetros de diâmetro. 𝐶 = 2𝜋𝑅
Em certa viagem, seu Antônio totalizou 𝐶 = 2 ∙ 3,14 ∙ 40 = 251,2 𝑐𝑚
7.300 voltas em cada roda. Quantos
quilômetros foram percorridos nesta 1𝑣𝑜𝑙𝑡𝑎 ↔ 2,512 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠
viagem? 7.300 𝑣𝑜𝑙𝑡𝑎𝑠 ↔ 𝑥 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠
A) 18,3 km
𝑥 = 18.337,6 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠
B) 36,7 km
𝑥 ≅ 18,3 𝑘𝑚
C) 13,7 km
D) 18,8 km
Gabarito: Letra A.

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55) Comentário:
(PREF./2019)
55) Quanto mede a circunferência em 1. Veja que o diâmetro é 10 cm, logo o raio é 5 cm.
cm e a área em cm², nessa ordem, de um 2. Agora vamos calcular o comprimento da circunferência:
círculo cujo diâmetro é 10 cm? (utilize 𝜋 𝐶 = 2𝜋𝑅
= 3,14) 𝑪 = 𝟐 ∙ 𝟑, 𝟏𝟒 ∙ 𝟓 = 𝟑𝟏, 𝟒 𝒄𝒎
A) 62,40 e 314.
B) 31,40 e 78,5. 3. Vamos calcular a Área:
C) 15,70 e 34,25. 𝐴 = 𝜋𝑅 2
D) 7,85 e 17,12. 𝐴 = 3,14 ∙ 52
𝑨 = 𝟑, 𝟏𝟒 ∙ 𝟐𝟓 = 𝟕𝟖, 𝟓 𝒄𝒎

Gabarito: Letra B

56) Comentário:
(PREF./2019)
56) Supondo-se que certa pizza no 1. A questão pede a área cortada de cada pedaço da pizza. O
formato circular com perímetro de 94,2 perímetro da pizza significa o comprimento, logo vamos encontrar
cm foi cortada em três pedaços de agora o raio da pizza:
mesmo tamanho cada. Sendo assim, 𝐶 = 2𝜋𝑅
𝐶
assinalar a alternativa que apresenta a 𝑅=
2𝜋
área de cada pedaço dessa pizza: (usar: 94,2 94,2
𝜋 = 3,14) 𝑅= = = 15 𝑐𝑚
2 ∙ 3,14 6,28
A) 31,4 cm² 2. Temos o raio e sabemos que cada ângulo de pedaço é 120°, pois
B) 188,4 cm² foi dividido em 3 pedaços a pizza (pizza completa: 360). A área do
C) 235,5 cm² setor:
𝛼
D) 376,8 cm² 𝐴𝑠𝑒𝑡𝑜𝑟 = ( ) 𝜋𝑅 2
360
120°
𝐴𝑠𝑒𝑡𝑜𝑟 = ( ) 3,14 ∙ 152 = 235,5 𝑐𝑚2
360
Gabarito: Letra C.

(PREF./2016)
57) Na figura a seguir, temos dois círculos concêntricos, tais que seus raios medem 4 cm e 3 cm. Considerando
𝜋 = 3 a área da região sombreada nessa figura é igual a

A) 48 cm²
B) 15 cm²
C) 27 cm²
D) 6 cm²
E) 21 cm²

[Link]
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57) Comentário:
1. Vamos calcular nessa questão a área da coroa. Sabemos que temos: 𝜋 = 3; 𝑅𝑒 = 4 𝑐𝑚; 𝑅𝑖 = 3 𝑐𝑚

𝐴𝑐𝑜𝑟𝑜𝑎 = 𝐴𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎 − 𝐴𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎


𝐴𝑐𝑜𝑟𝑜𝑎 = 𝜋𝑅𝑒2 − 𝜋𝑅𝑖2 = 3 ∙ 42 − 3 ∙ 32
𝐴𝑐𝑜𝑟𝑜𝑎 = 48 − 27 = 21 𝑐𝑚2
Gabarito: Letra E.

(PREF./2019)
58) A respeito de polígonos semelhantes, analise as sentenças a seguir assinale a sequência de correta de V
ou F.
I. Se dois triângulos são semelhantes, então eles são congruentes.
II. Se dois triângulos possuem as medidas dos ângulos, respectivamente, proporcionais, então eles são
semelhantes.
III. Se dois triângulos possuem as medidas dos ângulos, respectivamente, congruentes, então eles são
semelhantes.
IV. Se dois triângulos possuem os lados, respectivamente, proporcionais, então eles são semelhantes.
A) V/V/F/F.
B) V/F/F/F.
C) F/F/V/F.
D) F/F/V/V.

58) Comentário:
I. Falso. Veja o quadro abaixo:
Importante: Diferença de semelhantes e congruentes
• Triângulos Congruentes: Ângulos e Lados iguais.
•Triângulos Semelhantes: Ângulos iguais e Lados proporcionais.

II. Falso. Mesma explicação acima!


III. Verdadeiro. Se todos os ângulos de um triângulo são congruentes aos ângulos correspondentes de outro
triângulo (mesmo que os triângulos não tenham o mesmo tamanho), os triângulos são semelhantes.
IV. Verdadeiro. Esta afirmação também é verdadeira e refere-se a outro critério para a semelhança de triângulos
conhecido como critério de semelhança LLL (lado-lado-lado).
Gabarito: Letra D.

(IDECAN/2014) 59) Comentário:


59) Observe a figura a seguir: 1. A soma dos ângulos de um triângulo é 180°. Logo:
𝑥
𝑥 + 3𝑥 + = 180°
2
9𝑥
= 180°
Qual é o valor de x? 2
A) 20°. 𝑥 = 40°
B) 40°. Gabarito: Letra B.
C) 45°.
D) 90°

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60) Comentário:
(SAAE/2019)
60) Considere a figura a seguir:
1. Na imagem da questão temos triângulos semelhantes e são são
semelhantes os lados são proporcionais e escrevemos:

𝑥 2,8
=
4,3 5,2
𝑥 ≅ 2,31 𝑐𝑚
Gabarito: Letra C.

O valor de x é, aproximadamente:
A) 0,8 cm
B) 1,5 cm.
C) 2,3 cm.
D) 2,9 cm.
E) 3,8 cm

(PREF./2019)
61) Dois terrenos têm frente para a Rua Sabiá e para a Rua Pardal, como na figura. As divisas laterais são
perpendiculares à Rua Sabiá. A figura apresenta algumas medidas desses dois terrenos.

A medida de frente do terreno 1, à Rua Pardal, é


A) 32,5 m.
B) 33,0 m.
C) 37,5 m.
D) 40,0 m.
E) 42,0 m.

61) Comentário:
1. Essa é uma questão de teorema de Tales:
𝑥 30
=
15 12
450
𝑥= = 37,5 𝑚
12
Gabarito: Letra C.

[Link]
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62) Comentário:
(PREF./2020)
62) A figura abaixo demonstra um
1. A questão pede a soma de todos os lados, ou seja, o perímetro.
triângulo retângulo cujo seno vale 0,6. Dados: 𝐻𝑖𝑝𝑜𝑡𝑒𝑛𝑢𝑠𝑎: 15 𝑐𝑚/𝑠𝑒𝑛 𝛼: 0,6
Determine, em metros, a medida do 𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 𝑜𝑝𝑜𝑠𝑡𝑜
𝑠𝑒𝑛 𝛼 =
perímetro. ℎ𝑖𝑝𝑜𝑡𝑒𝑛𝑢𝑠𝑎
𝑐𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 𝑜𝑝𝑜𝑠𝑡𝑜
0,6 =
15
𝐶𝑎𝑡𝑒𝑡𝑜 𝑜𝑝𝑜𝑠𝑡𝑜 = 9𝑐𝑚

[Link] temos um cateto e uma hipotenusa, falta encontrar mais um


cateto:
a) 36. ℎ𝑖𝑝𝑜𝑡𝑒𝑛𝑢𝑠𝑎2 = 𝑎2 + 𝑏 2
b) 3,6. 152 = 92 + 𝑏 2
c) 0,36. 𝑏 = 12 𝑐𝑚
d) 0,036. A soma do perímetro (soma de todos os lados): a + b + c = 9 + 12 +
e) 0,0036. 15 = 36 cm ou 0,36 m

Gabarito: Letra C.

63) Comentário:
(EEAR/2013)
63) A figura abaixo demonstra um
1. Na questão percebemos que a razão é entre o lado e o seno do
triângulo retângulo cujo seno vale 0,6. seu ângulo oposto:
Determine, em metros, a medida do 6 4
°
=
perímetro. 𝑠𝑒𝑛 70 𝑠𝑒𝑛 𝑥
6 4
=
0,9 𝑠𝑒𝑛 𝑥
4 ∙ 0,9
𝑠𝑒𝑛 𝑥 = = 0,6
6

Gabarito: Letra C.

A) 0,4
B) 0,5
C) 0,6
D) 0,7

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64) Comentário:
Questão adaptada de concurso
64) O quadro de avisos de uma firma
1. Na questão temos a área (A) e sua altura (x), vamos descobrir a
largura (comprimento = c).
tem a forma de um retângulo com 40 cm
de altura e 1,2 m² de área. A medida do 𝐴 =𝑥∙𝑐
comprimento desse quadro é
1,2𝑚 = 40𝑐𝑚(0,4𝑚) ∙ 𝑐
A) 2,2 m
B) 2,3 m 1,2
𝑐= = 3𝑚
C) 2,4 m 0,4
D) 2,5 m
E) 3m Gabarito: Letra E.

65) Comentário:
(Auxiliar/2017)
65) Assinale a alternativa que apresenta 1. Para calcularmos a área do trapézio devemos encontrar primeiro
a área do trapézio abaixo. a altura através da fórmula de Pitágoras:

ℎ2 = 𝑎2 + 𝑥 2
152 = 92 + 𝑥 2
𝑥 = 12
1. Agora vamos calcular a área do trapézio:
(𝑩 + 𝒃) ∙ 𝒉
A) 210cm2 Á𝒓𝒆𝒂 =
𝟐
B) 480cm2
C) 276cm2 (𝟑𝟐 + 𝟏𝟒) ∙ 𝟏𝟐
Á𝒓𝒆𝒂 = = 𝟐𝟕𝟔𝒄𝒎𝟐
D) 138cm2 𝟐
Gabarito: Letra C.

(FGV/2022)
66) Comentário:
66) Uma chapa de metal foi recortada de
modo a produzir um trapézio retângulo
1. Primeiro vamos desenhar novamente a figura, adicionando o
conforme ilustra a figura a seguir. nosso x. Na figura abaixo percebe-se que o x é a hipotenusa:

Com as medidas indicadas na figura, é


possível calcular o seu perímetro, que
vale
a) 21,5 dm. 𝑥 2 = 62 + 2,52
b) 22,0 dm. 𝑥 2 = 42,25 → 6,5
c) 22,5 dm. Agora temos todos os lados do trapézio, basta soma-lós:
d) 23,0 dm.
P= 6 + 6 + 3,5 + 6,5 = 22 dm
e) 23,5 dm
Gabarito: Letra B.

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Geometria Espacial
Para começarmos na Geometria espacial devemos entender o que é um poliedro. Poliedro é uma figura
geométrica sólida que é limitada por polígonos, chamados de faces. Os pontos onde as faces se encontram são
chamados de vértices e as linhas em que duas faces se intersectam são chamadas de arestas.

Exemplos de poliedros Figura


Tetraedro: Um poliedro com quatro
faces triangulares.
Cubo: Um poliedro com seis faces
quadradas.
Octaedro: Um poliedro com oito
faces triangulares.
Dodecaedro: Um poliedro com doze
faces pentagonais.

Icosaedro: Um poliedro com vinte


faces triangulares.

Classificação dos poliedros


Um poliedro é dito convexo se, para quaisquer dois Um poliedro não convexo, também conhecido como
pontos dentro do poliedro, o segmento de linha que poliedro côncavo, existem pelo menos dois pontos
une esses dois pontos está inteiramente dentro do dentro do poliedro tal que o segmento de linha que
poliedro. os une passa fora do poliedro.

Relação de Euler
A relação de Euler é uma fórmula matemática que estabelece uma relação entre o número de vértices,
arestas e faces de um poliedro convexo.

A relação de Euler é expressa da seguinte maneira:


𝑽 − 𝑨 + 𝑭 = 𝟐
• V é o número de vértices do poliedro,
• A é o número de arestas, e
• F é o número de faces.

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Prisma
Um prisma é uma forma tridimensional, classificada como um poliedro convexo, caracterizada por possuir
duas bases distintas que são paralelas entre si e constituídas por polígonos. As faces que conectam essas bases são
sempre paralelogramos. Existem os prismas quadrangulares e pentagonais (exemplo abaixo).

Área do Prisma
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 + 𝟐 ∙ 𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆
Área total (exceto • Área Lateral (𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 ): soma das áreas das faces laterais
paralelepípedo e • Área da Base (𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆 ): É a área do polígono que está na base. Caso seja um
cubo) quadrado, será a área do quadrado, caso seja um pentágono, será a área do
pentágono e entre outros.

Área do paralelepípedo

Área lateral Área da base Área Total


𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 = 𝒂𝒄 + 𝒃𝒄 + 𝒂𝒄 + 𝒃𝒄 𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 + 𝟐 ∙ 𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆
𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆 = 𝒂𝒃
𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 = 𝟐𝒂𝒄 + 𝟐𝒃𝒄 𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝟐(𝒂𝒃 + 𝒃𝒄 + 𝒂𝒃)

Área do cubo (todas as arestas são iguais)


𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝟐(𝒂 × 𝒂 + 𝒂 × 𝒂 + 𝒂 × 𝒂) = 𝟐 × 𝟑𝒂𝟐 = 𝟔𝒂𝟐

[Link]
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Volume do prisma
Ao determinar o volume de um objeto tridimensional, estamos efetivamente medindo a quantidade de
espaço que ele preenche.

Volume do Prisma
Ao determinar o volume de um objeto tridimensional, estamos efetivamente medindo a quantidade de
espaço que ele preenche.

Volume (exceto 𝑽 = 𝑨 𝑩𝒉
paralelepípedo e • Área da base (𝑨 𝑩 )
cubo) • Altura (𝒉)

Volume do 𝑽 = 𝒂𝒃𝒄
paralelepípedo • Temos o lado “a” e “b” e sua altura “c”.

𝑽 = 𝒂𝟑
Volume do cubo
• Temos essa fórmula por conta das arestas.

Pirâmide
Uma pirâmide é uma forma tridimensional em geometria que tem uma base que é um polígono e faces
laterais que são triângulos convergentes para um único ponto, conhecido como ápice ou vértice da pirâmide. As
principais pirâmides são: Pirâmide Triangular, Quadrangular e Pentagonal.

Medidas
Área 𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 + 𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆
(Aqui não temos o 2 multiplicando
pois só temos uma base)
Volume 𝑨 𝑩𝒉
𝑽=
𝟑

Tronco da pirâmide
O tronco de pirâmide tem duas bases paralelas que são polígonos semelhantes (a base maior é a base
original da pirâmide, e a base menor é a seção transversal onde a pirâmide foi cortada), e faces laterais que são
trapezoidais.

Volume
𝑽𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑽𝒑𝒊𝒓â𝒎𝒊𝒅𝒆 𝒎𝒂𝒊𝒐𝒓 − 𝑽 𝒑𝒊𝒓â𝒎𝒊𝒅𝒆 𝒎𝒆𝒏𝒐𝒓
𝒉𝒕
𝑽= (𝑩 + √𝑩𝒃 + 𝒃)
𝟑

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Cilindro, cone e esfera


O cilindro, o cone e a esfera são representantes de figuras geométricas conhecidas como sólidos de
revolução e não são consideradas poliedros (pois são corpos redondos). A partir deste momento, não faremos
mais referência a conceitos como vértices, arestas ou faces.

Características do Cilindro
R: raio da base.
Letras da H: altura do cilindro.
figura E: eixo do cilindro.
G: geratriz.
𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 = 𝟐𝝅𝑹𝒉
𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆 = 𝝅𝑹𝟐
Área
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 + 𝟐 ∙ 𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝟐𝝅𝑹𝒉 + 𝟐𝝅𝑹𝟐

𝑽 = 𝑨 𝑩𝒉
Volume
𝑽 = 𝝅𝑹𝟐 𝒉

Características do Cone
R: raio da base.
Letras da H: altura do cilindro.
figura E: eixo do cilindro.
G: geratriz.
𝑨 𝒍𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒍 = 𝝅𝑹𝒈
Área 𝑨 𝒃𝒂𝒔𝒆 = 𝝅𝑹𝟐
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝝅𝑹𝒈 + 𝝅𝑹𝟐
𝑨 𝑩𝒉
𝑽=
𝟑
Volume
𝝅𝑹𝟐 𝒉
𝑽=
𝟑
𝑽𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝑽𝒄𝒐𝒏𝒆 𝒎𝒂𝒊𝒐𝒓 − 𝑽 𝒄𝒐𝒏𝒆 𝒎𝒆𝒏𝒐𝒓
Tronco de
Cone 𝝅𝒉𝒕 𝟐
𝑽= (𝑹 + 𝑹𝒓 + 𝒓𝟐 )
𝟑

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Características da Esfera
Área 𝑨 𝒆𝒔𝒇𝒆𝒓𝒂 = 𝟒𝝅𝑹𝟐

𝟒𝝅𝑹𝟑
Volume 𝑽 𝒆𝒔𝒇𝒆𝒓𝒂 =
𝟑

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Questões Cobradas de Geometria Espacial

(PREF/2021) 67) Comentário:


67) Analise as afirmações e coloque (V)
para as verdadeiras e (F) para as falsas.
1. Verdadeiro. A aresta é uma linha que une dois vértices.
2. Falso. O vértice é o ponto de união de dois vértices.
3. Falso. Prisma: 15 arestas e não 10.
[Link]. Faces são chamados de lados.

Gabarito: Letra A.
( ) Somando as arestas da pirâmide e do
prisma obtemos 27 arestas.
( ) O prisma possui 2 vértices a mais que
a pirâmide.
( ) O prisma possui 10 arestas.
( ) A pirâmide e o prisma possuem a
mesma quantidade de faces.

Marque a alternativa que contém a


sequência CORRETA de preenchimento
dos parênteses.
A) V, F, F e V.
B) V, F, V e F.
C) F, V, F e F.
D) V, V, F e V

(FGV/2022)
68) Comentário:
68) Uma caixa com o formato de um
paralelepípedo tem dimensões iguais a 25 1. Aqui temos que calcular o volume do paralelepípedo (é o
cm, 36 cm e 20 cm. A capacidade produto de suas dimensões):
volumétrica dessa caixa, em litros, é
𝑽 = 𝒂𝒃𝒄
A) 1,8.
B) 18. 𝑽 = 𝟐𝟓 ∙ 𝟑𝟔 ∙ 𝟐𝟎 = 𝟏𝟖. 𝟎𝟎𝟎 𝒄𝒎𝟑
C) 180. 2. Perceba que o resultado está em cm3 e vamos transformar
D) 1800. em ml. 1cm3 = 1ml.
E) 18000.
𝑽 = 𝟏𝟖. 𝟎𝟎𝟎 𝒎𝒍
𝟏𝟖. 𝟎𝟎𝟎
𝑽= = 𝟏𝟖𝑳
𝟏. 𝟎𝟎𝟎

Gabarito: Letra B.

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(FCC/2019)
69) Uma caixa, na forma de paralelepípedo reto-retângulo, tem 25 cm de comprimento, 12 cm de largura e 12
cm de altura. Essa caixa será usada para armazenar pequenos blocos maciços, também na forma de
paralelepípedos reto-retângulos, em que uma das faces é um quadrado de lado 2 cm. Sabendo que no máximo
180 desses blocos cabem totalmente no interior da caixa, a área total de cada bloco, em cm², é:
A) 36
B) 40
C) 48
D) 52
E) 64

69) Comentário:
1. Pelo que a questão fala, temos 1 caixa e 1 bloco. A primeira temos todas as medidas para encontrar o
volume:
𝑽𝒄 = 𝟏𝟐 ∙ 𝟐𝟓 ∙ 𝟏𝟐 = 𝟑. 𝟔𝟎𝟎 𝒄𝒎𝟑
2. Agora vamos encontrar o volume do bloco:
𝑽𝒃 = 𝟐 ∙ 𝟐 ∙ 𝒙 = 𝟒𝒙
3. Sabemos que com 180 blocos preenchemos inteiramente a caixa, logo:
𝑽𝒄
= 𝟏𝟖𝟎
𝑽𝒃
𝟑𝟔𝟎𝟎
= 𝟏𝟖𝟎
𝟒𝒙

𝟑𝟔𝟎𝟎
= 𝟓𝒄𝒎
𝟕𝟐𝟎
4. Para finalizar vamos descobrir a área total:
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝟐(𝒂𝒃 + 𝒃𝒄 + 𝒂𝒃)
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝟐(𝟐 ∙ 𝟐 + 𝟓 ∙ 𝟐 + 𝟐 ∙ 𝟓)
𝑨 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 = 𝟐 ∙ 𝟐𝟒 = 𝟒𝟖𝒄𝒎𝟐
Gabarito: Letra C.

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(CESGRANRIO/2019)
70) Um reservatório em forma de paralelepípedo, com 16 dm de altura, 30 dm de comprimento e 20 dm de
largura, estava apoiado sobre uma base horizontal e continha água até a metade de sua capacidade. Parte da
água foi consumida e, assim, o nível da água baixou 6 dm, como mostra a Figura a seguir.

Quantos litros de água foram consumidos?


A) 1800
B) 2400
C) 3600
D) 5400
E) 7200

70) Comentário:
1. A questão pede quantos litros de água foram consumidos, vamos lembrar do volume de um
paralelepípedo:
𝑽 = 𝒂𝒃𝒄
𝑽 = 𝟑𝟎 ∙ 𝟐𝟎 ∙ 𝟔 = 𝟑. 𝟔𝟎𝟎 𝑫𝒎𝟑
2. Agora vãos transformar:
𝟏𝒅𝒎𝟑 = 𝟏𝑳
𝑽 = 𝟑. 𝟔𝟎𝟎𝑳
Gabarito: Letra C.

(FGV/2022)
71) Comentário:
71) Uma pirâmide de base retangular tem
volume igual a 36. As arestas da base da 1. O volume da pirâmide é igual a 36:
pirâmide são então duplicadas e a altura, 𝑨 𝑩𝒉
triplicada. O volume da nova pirâmide é 𝑽=
𝟑
A) 108.
𝒂𝒃𝒉
B) 216. 𝟑𝟔 =
𝟑
C) 324.
D) 396. 𝒂𝒃𝒉 = 𝟏𝟎𝟖
E) 432. 2. Arestas duplicadas e altura triplicada, novo volume é:
(𝟐𝒂) ∙ (𝟐𝒃) ∙ (𝟑𝑯)
𝑽= = 𝟒𝒂𝒃𝑯
𝟑
𝟒 ∙ 𝟏𝟎𝟖 = 𝟒𝟑𝟐

Gabarito: Letra E.

[Link]
62
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(FGV/2021)
72) Comentário:
72) Para abastecer os carros da
corporação, há um tanque cilíndrico de 1. A questão pede o volume do cilindro:
combustível, com 2 m de diâmetro e 1,5 𝑽 = 𝝅𝑹𝟐 𝒉
m de altura. A capacidade desse tanque é
de, aproximadamente, 𝑽 = 𝟑, 𝟏𝟒 ∙ 𝟏𝟐 ∙ 𝟏, 𝟓
A) 4.100 litros. 𝑽 = 𝟒, 𝟕𝟏 𝒎𝟑
B) 4.400 litros.
C) 4.700 litros.
2. Agora vamos transformar m3 por Litros:
D) 5.000 litros. 𝑽 = 𝟒, 𝟕𝟏 ∙ 𝟏𝟎𝟎𝟎 = 𝟒𝟕𝟏𝟎 𝑳
E) 5.300 litros.
Vamos analisara alternativa mais próxima!
Gabarito: Letra C.

(FGV/2021)
73) Comentário:
73) Um recipiente cônico invertido, com
altura 27cm e raio da base 24cm, está 1. Vamos calcular o volume do cone:
cheio de água. A água é, então, 𝝅𝑹𝟐 𝒉
totalmente transferida para um 𝑽=
𝟑
recipiente cilíndrico com raio da base
18cm e altura suficiente para conter, com 𝝅 ∙ 𝟐𝟒𝟐 ∙ 𝟐𝟕
𝑽=
sobras, toda a água. A altura, em 𝟑
centímetros, que a água atinge no 𝑽 = 𝟓. 𝟏𝟖𝟒𝝅 𝒄𝒎𝟑
cilindro é
2. Agora vamos atrás do H do cilindro, através do volume:
A) 9.
B) 12. 𝑽 = 𝝅𝑹𝟐 𝒉
C) 16. 𝟓. 𝟏𝟖𝟒𝝅 = 𝝅 ∙ 𝟏𝟖𝟐 ∙ 𝑯
D) 18.
E) 24. 5.184
𝐻= = 16𝑐𝑚
324
Gabarito: Letra C.

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74) Comentário:
(FGV/2021)
74) O raio de uma esfera aumentou 1/3 1. Vamos calcular o volume do esfera:
de seu valor. Sendo V o volume inicial da 𝟒𝝅𝑹𝟑
esfera, é correto afirmar que o novo 𝑽 𝒆𝒔𝒇𝒆𝒓𝒂 =
𝟑
volume
A) é menor do que V. 𝟒𝝅𝑹𝟑
𝑽=
B) está entre V e (4/3)V. 𝟑
C) está entre (4/3)V e 2V. 2. O raio da esfera aumenta 1/3, então o novo raio:
D) está entre 2V e 3V. 𝑹
E) é maior que 3V. 𝑹′ = 𝑹 +
𝟑
𝟒𝑹
𝑹′ =
𝟑
3. Volume da nova esfera:
𝟒𝝅𝑹𝟑
𝑽′ =
𝟑
𝟒𝝅 𝟒𝑹𝟑
𝑽′ = ( )
𝟑 𝟑

𝟔𝟕 𝟒𝝅𝑹𝟑
𝑽′ = ( ) = 𝟐, 𝟑𝟕 ∙ 𝑽
𝟐𝟕 𝟑

Gabarito: Letra D.

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Noções Básicas de Estatística


Estatística, em matemática, é o ramo que se dedica ao estudo da coleta, análise, interpretação,
apresentação e organização de dados. Em aplicações práticas, a estatística é uma ferramenta essencial para a
tomada de decisões baseadas em dados em diversas áreas, como economia, ciências naturais, ciências sociais,
medicina, engenharia, entre outras.

População x Amostra

➢ População: refere-se ao conjunto completo de itens ou indivíduos que têm as características que estamos
estudando. Esta população pode ser grande ou infinita.

Exemplos:
População Humana: Todos os habitantes de um país.

População de Dados: Todos os lançamentos possíveis de um dado.

➢ Amostra: Uma amostra é um subconjunto de uma população. Idealmente, ela deve ser representativa da
população, permitindo que inferências sejam feitas sobre a população como um todo.

Exemplos:
Amostra Humana: Um grupo de mil pessoas escolhidas aleatoriamente de um país.

Amostra de Dados: Lançamentos de um dado feitos 100 vezes.

Censo x Estimação

➢ Censo: Um censo é a coleta de informações sobre cada membro de uma população. Ele não envolve
amostragem, mas sim a contagem ou medição de toda a população.

➢ Exemplos:
Censo Populacional: Contar cada pessoa em um país para obter informações sobre idade, gênero, ocupação,
etc.
Censo Industrial: Levantamento de todas as empresas em um setor específico.

➢ Vantagens:
Precisão: Oferece dados precisos da população.
Completo: Captura informações de todos os membros da população.

➢ Desafios:
Custo e Tempo: Geralmente é caro e demorado.
Dados Desatualizados: Devido ao tempo necessário para coleta e análise, os dados podem se tornar
desatualizados.

➢ Estimação: Estimação envolve a coleta de dados de uma amostra representativa da população e a utilização
de técnicas estatísticas para estimar características da população total.

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➢ Exemplos:
Pesquisas de Opinião: Coletar opiniões de uma amostra de eleitores para estimar a opinião geral.
Estudos de Mercado: Usar uma amostra de consumidores para estimar preferências do mercado total.

➢ Vantagens:
Eficiência: Mais rápido e menos custoso que um censo.
Atualidade: Permite obter informações mais rapidamente.

➢ Desafios:
Erro de Amostragem: Pode haver erro na estimação se a amostra não for representativa.
Inferências Limitadas: As inferências podem ser limitadas pela qualidade da amostra.

Análise de Dados Estatísticos

Na tomada de decisões, é crucial que as amostras sejam coletadas corretamente, utilizando um método de
seleção aleatória. O propósito principal da estatística é empregar essas amostras para realizar inferências ou
generalizações sobre uma população mais ampla. Se os dados não forem coletados corretamente, podem se tornar
ineficazes ou até mesmo conduzir a decisões equivocadas.

Organização de Dados
➢ Dados Primários: São os dados coletados diretamente da fonte sem nenhuma organização numérica.

➢ Sequência Organizada: Trata-se da organização dos dados primários em ordem ascendente ou descendente.

A natureza dos dados é vital para determinar o método estatístico a ser aplicado. Eles podem ser divididos
em:

➢ Dados Quantitativos: Estes são numéricos, representando medições ou contagens.


✓ Variáveis Discretas: Incluem variáveis que tomam valores específicos e inteirais, como o número de janelas
em um edifício, ou o número de livros em uma biblioteca.

✓ Variáveis Contínuas: Abrangem variáveis que podem ter qualquer valor dentro de um intervalo, como o
comprimento de um rio ou o volume de uma garrafa de água.

➢ Dados Qualitativos: Estes são não numéricos e divididos em categorias distintas.


✓ Dados Nominais: São categorias como tipos de frutas (maçã, banana, laranja), ou tipos de veículos (carro,
bicicleta, moto), que não possuem uma ordem numérica intrínseca.

✓ Dados por postos: Baseiam-se em avaliações subjetivas, como classificações em um concurso de fotografia
ou avaliações de desempenho em uma competição esportiva.

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75) Comentário:
(CESGRANRIO/2019)
I. Qualitativa Ordinal (tem uma ordem: pequeno <
75) Considere as seguintes variáveis.
médio < grande).
I. Tamanho de um objeto (pequeno, médio ou
grande)
II. Volume de água em um rio II. Quantitativa Contínua (o volume pode ser
III. Número de clientes numa fila medido em um contínuo de valores).
IV. Número da seção de votação
V. Comprimento de um inseto III. Quantitativa Discreta (você conta os clientes,
VI. Classe Social não existem frações de clientes).

Com relação à classificação dos dados requeridos IV. Qualitativa Nominal (os números são usados
como variáveis de pesquisa, é correto afirmar que como etiquetas, sem uma ordem quantitativa).
A) as variáveis I, IV e VI são qualitativas.
V. Quantitativa Contínua (o comprimento pode ser
B) as variáveis III e V são quantitativas contínuas.
medido em um contínuo de valores).
C) as variáveis II e III são quantitativas discretas.
D) a variável IV é qualitativa ordinal.
VI. Qualitativa Ordinal (geralmente há uma ordem
ou hierarquia nas classes sociais).

Gabarito: Letra A.

Distribuição de Frequência

A distribuição de frequência é uma maneira organizada de apresentar dados, facilitando a compreensão e


a interpretação de grandes conjuntos de informações. Ela é particularmente útil na estatística para resumir e
analisar dados.

Vamos levar em consideração um grupo de 15 alunos com as seguintes notas: 2, 2, 3, 3, 5, 5, 5, 7, 7, 7, 7, 7,


8, 9, 10

Frequência Simples Absoluta (fi): É o número de vezes que um determinado valor aparece no conjunto de dados.

Notas (Xi) Frequência (Fi)


2 2
3 2
5 3
7 5
8 1
9 1
10 1
Total 15

Em uma sala de aula com 15 alunos, se 5 alunos tiraram nota 7 em uma prova, a frequência simples absoluta
da nota 7 é 5.

[Link]
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Frequência Relativa (Fr): Representa a proporção ou a porcentagem que um determinado valor representa em
relação ao total de dados.

Notas (Xi) Frequência (Fi) Frequência Relativa (Fr)


2 2 2/15 = 0,133 = 13,3%
3 2 2/15 = 0,133 = 13,3%
5 3 3/15 = 0,2 = 20%
7 5 5/15 = 0,333 = 33,3%
8 1 1/15 = 0,066 = 0,06%
9 1 1/15 = 0,066 = 0,06%
10 1 1/15 = 0,066 = 0,06%
Total 15 100%

Continuando com o exemplo anterior, a frequência relativa da nota 7 seria 5/15, ou aproximadamente
33,33%. Isso significa que 33,33% dos alunos tiraram nota 7.

Frequência Acumulada (Fac): É a soma acumulativa das frequências dos valores até um certo ponto na tabela de
distribuição. Ela mostra o número total de observações que caem abaixo do limite superior de uma determinada
categoria.

Notas (Xi) Frequência (Fi) Frequência Acumulada (Fac)


2 2 Fac1 = 2
3 2 Fac2 = 2 + 2 = 4
5 3 Fac3 = 2 + 2 + 3 = 7
7 5 12
8 1 13
9 1 14
10 1 15
Total 15

Amplitude amostral: É calculada como a diferença entre o maior e o menor valor na amostra.

Por exemplo, considere uma amostra de dados sobre as temperaturas máximas registradas em uma cidade ao
longo de uma semana: 28°C,22°C,24°C,31°C,27°C,25°C,29°C.

Amplitude Amostral = Valor Máximo − Valor Mínimo

Amplitude Amostral = 31°C−22°C = 9°C

Medidas de Tendência Central


As medidas de tendência central são valores estatísticos que representam um ponto central ou típico de um
conjunto de dados. Elas incluem:

Média: É a soma de todos os valores de um conjunto de dados dividida pela quantidade de valores. Por exemplo,
a média das notas 5,7,8,4,9 é:

(5+7+8+4+9)/5 = 6,6

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Mediana: É o valor que divide um conjunto de dados ordenados ao meio. Se o conjunto tiver um número ímpar de
observações, a mediana é o valor central. Com um número par de observações, é a média dos dois valores centrais.

Por exemplo:

A mediana de 3,5,7,9,11 é 7;

A mediana de 3,5,7,9 é (5+7)/2 = 6

Moda: É o valor ou valores que aparecem com mais frequência em um conjunto de dados. Um conjunto pode ser
unimodal (uma moda), bimodal (duas modas), ou multimodal (várias modas). Por exemplo, a moda de 2,3,4,4,5,5,5
é 5.

76) Comentário:
(Q2)
Para encontrar a média, somamos todos os valores
76) Um grupo de 10 estudantes registrou o número
e dividimos pelo número de observações:
de horas dedicadas ao estudo durante uma semana
específica. Os números foram os seguintes: 3, 4, 4, 5,
6, 7, 7, 7, 8, 9. Utilizando esses dados, determine: (3+4+4+5+6+7+7+7+8+9)/10 =

Qual é a média de horas de estudo desses 60/10 = 6.


estudantes?
Qual é a mediana das horas de estudo? A mediana é o valor central em um conjunto de
Qual é a moda das horas de estudo? dados ordenados. Com 10 valores, a mediana é a
média do 5º e 6º valor, que são 6 e 7,
Assinale a opção correta. respectivamente. Portanto, a mediana é
A) Média: 6, Mediana: 6, Moda: 7
(6+7)/2 = 6,5.
B) Média: 5, Mediana: 6, Moda: 4
C) Média: 6, Mediana: 5,5, Moda: 7
D) Média: 5,5, Mediana: 6, Moda: 7 A moda é o valor que aparece com mais
E) Média: 6, Mediana: 6,5, Moda: 7 frequência. Neste caso, é o número 7, pois aparece
três vezes.

Gabarito: Letra E.

Medidas de Dispersão

As medidas de dispersão são estatísticas que descrevem o quanto os valores em um conjunto de dados
estão espalhados ou dispersos. Essas medidas são cruciais para entender a variabilidade ou a consistência dos
dados. Aqui estão as principais medidas de dispersão:

➢ Amplitude (ou Intervalo): É a diferença entre o maior e o menor valor em um conjunto de dados. A amplitude
oferece uma visão da variação total, mas pode ser influenciada por valores extremos (outliers).

Exemplo:

Em um conjunto de dados com valores 2, 4, 6, 8, e 10, a amplitude seria 10 - 2 = 8.

[Link]
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➢ Desvio: O desvio em estatística refere-se à diferença entre cada valor individual de um conjunto de dados e a
média aritmética desse mesmo conjunto.

Por exemplo, em um conjunto de dados que inclui as notas 70, 75, 80, 85 e 90, se a média for 80, o desvio de cada
nota será:

Para 70: 70 - 80 = -10


Para 75: 75 - 80 = -5
Para 80: 80 - 80 = 0
Para 85: 85 - 80 = 5
Para 90: 90 - 80 = 10

É válido destacar que a soma dos desvios é sempre igual a 0.

➢ Variância: é uma medida de dispersão que indica o quão espalhados estão os valores de um conjunto de dados
em relação à média. Ela é calculada como a média dos quadrados dos desvios de cada valor em relação à média
do conjunto.
(𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜1)2 + (𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜2)2 + (𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜3)2 … .
𝑽𝒂𝒓𝒊â𝒏𝒄𝒊𝒂 𝑨𝒎𝒐𝒔𝒕𝒓𝒂𝒍 =
𝑆𝑜𝑚𝑎 𝑑𝑜 𝑞𝑢𝑎𝑑𝑟𝑎𝑑𝑜 𝑑𝑜 𝑑𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜 − 1

Exemplo: Suponha que temos as seguintes notas de um grupo de 5 estudantes em um teste: 4, 6, 8, 10, 12.

Média = 4+6+8+10+12/5 =40/5 = 8

Calcular os Desvios em relação à Média:


Desvio de 4 = 4 - 8 = -4
Desvio de 6 = 6 - 8 = -2
Desvio de 8 = 8 - 8 = 0
Desvio de 10 = 10 - 8 = 2
Desvio de 12 = 12 - 8 = 4

Quadrar os Desvios e Somá-los:


(-4)² = 16
(-2)² = 4
0² = 0
2² = 4
4² = 16

Soma = 16 + 4 + 0 + 4 + 16 = 40

Calcular a Variância:

Para uma variância amostral, dividimos a soma dos quadrados dos desvios pelo número de observações menos um
(n - 1).

Variância = 40/5−1 = 40/4 = 10

[Link]
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(𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜 1)2 + (𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜2)2 + (𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜3)2 … .


𝑽𝒂𝒓𝒊â𝒏𝒄𝒊𝒂 𝑷𝒐𝒑𝒖𝒍𝒂𝒄𝒊𝒐𝒏𝒂𝒍 =
𝑆𝑜𝑚𝑎 𝑑𝑜 𝑞𝑢𝑎𝑑𝑟𝑎𝑑𝑜 𝑑𝑜 𝑑𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜

Exemplo: Suponhamos que temos as idades de todos os membros de uma família pequena: 30, 35, 40, 45 e 50
anos. Vamos calcular a variância populacional dessas idades.

Média = 30+35+40+45+50/5 = 200/5 = 40 anos.

Calcular os Desvios em relação à Média:


Desvio de 30 = 30 - 40 = -10
Desvio de 35 = 35 - 40 = -5
Desvio de 40 = 40 - 40 = 0
Desvio de 45 = 45 - 40 = 5
Desvio de 50 = 50 - 40 = 10

Quadrar os Desvios e Somá-los:


(-10)² = 100
(-5)² = 25
0² = 0
5² = 25
10² = 100

Soma dos Desvios = 100 + 25 + 0 + 25 + 100 = 250

Calcular a Variância Populacional: Para a variância populacional, dividimos a soma dos quadrados dos desvios pelo
número total de observações (n).

Variância = 250/5=50.

77) Comentário:
(FUNCAB)
77) Em estatística, existe um conceito que é definido,
Variância: é uma medida de dispersão que indica
para um conjunto de dados, como “a média dos
quadrados das diferenças dos valores em relação à o quão espalhados estão os valores de um
sua média. “Essa definição conceitua: conjunto de dados em relação à média. Ela é
a) amplitude. calculada como a média dos quadrados dos
b) desvio-padrão. desvios de cada valor em relação à média do
c) coeficiente de variação. conjunto.
d) variância.
e) estimador Gabarito: Letra D.

➢ Desvio Padrão: medida estatística que quantifica a variação ou dispersão de um conjunto de valores.

Cálculo Básico:
1. Calcule a média (média aritmética) do conjunto de dados.
2. Subtraia a média de cada valor do conjunto. Isso resulta em um conjunto de diferenças.
3. Eleve ao quadrado cada uma dessas diferenças.

[Link]
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4. Calcule a média desses valores quadráticos. Isso é conhecido como a variância.


5. O desvio padrão é a raiz quadrada da variância.

Exemplo Prático: Suponha um conjunto de dados representando as idades de um grupo de 5 pessoas: 20, 22, 24,
26, 28 anos.

Calcular a Média:
Média = 20+22+24+26+28/5 = 120/5 =24 anos.

Calcular os Desvios em relação à Média:


20 - 24 = -4
22 - 24 = -2
24 - 24 = 0
26 - 24 = 2
28 - 24 = 4

Quadrar os Desvios e Calcular a Variância:


(-4)² = 16
(-2)² = 4
0² = 0
2² = 4
4² = 16

Variância = 16+4+0+4+16/5 = 40/5 = 8

Calcular o Desvio Padrão:


Desvio Padrão = √8 ≈2,838 ≈2,83 anos.

Portanto, o desvio padrão das idades neste grupo é aproximadamente 2,83 anos, indicando que as idades variam
em torno da média (24 anos) com uma dispersão média de cerca de 2,83 anos.

➢ Coeficiente de Variação (Cv): é uma medida estatística que expressa a extensão da variabilidade ou dispersão
dos dados em relação à média do conjunto de dados. É frequentemente expresso em porcentagem e é útil
para comparar a dispersão entre distribuições de dados com diferentes unidades de medida ou médias muito
diferentes. O Cv é particularmente útil porque é independente da unidade de medida dos dados, o que permite
comparações entre conjuntos de dados de naturezas distintas.

Cálculo do Coeficiente de Variação:

𝐷𝑒𝑠𝑣𝑖𝑜 𝑃𝑎𝑑𝑟ã𝑜
Cv = ( )∗ 100%
𝑀é𝑑𝑖𝑎

Exemplo Prático: Vamos considerar dois conjuntos de dados representando as idades de dois grupos diferentes.

Grupo A: Idades - 30, 32, 34, 36, 38

Grupo B: Idades - 60, 62, 64, 66, 68

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Calcular a Média e o Desvio Padrão para Cada Grupo:

Grupo A: Média = 34, Desvio Padrão ≈ 3.16

Grupo B: Média = 64, Desvio Padrão ≈ 3.16

Calcular o Coeficiente de Variação para Cada Grupo:

3.16
Grupo A: ( 34 ) ∗ 100% ≈ 9.29%

3.16
Grupo B: ( ) ∗ 100% ≈ 4.94%
64

Embora ambos os grupos tenham o mesmo desvio padrão, o Grupo A tem um Coeficiente de Variação maior,
indicando uma dispersão proporcionalmente maior das idades em relação à sua média, comparado ao Grupo B.
Isso significa que, em termos relativos, a variabilidade das idades no Grupo A é maior do que no Grupo B, apesar
de as idades em si serem mais baixas.

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Progressão Aritmética e Geométrica

Sequências Numéricas

Uma sequência numérica é uma sucessão ordenada de números que segue uma determinada regra ou
padrão. Essa regra define a relação entre os termos consecutivos da sequência. As sequências podem ser finitas,
tendo um número limitado de termos, ou infinitas, estendendo-se indefinidamente.

Como Ocorre:
As sequências numéricas são formadas seguindo uma lei de formação que pode ser uma fórmula
matemática, uma operação ou uma propriedade que todos os números da sequência compartilham. Esta regra é
aplicada de maneira consistente em toda a sequência. O termo subsequente é geralmente derivado do(s) termo(s)
anterior(es) com base nessa lei de formação.

Leitura Matemática:

Normalmente, uma sequência, em matemática, é caracterizada da seguinte maneira (a1, a2, a3, a4, a5...). O
a1 (a índice 1) significa o primeiro termo da sequência, o a2 significa o segundo termo e assim por diante.
Apresentando uma sequência numérica (2, 4, 6, 8, 10). O a1 é o número 2, já o a3 é o número 6.

Para representar um elemento de uma sequência numérica sem definir sua posição específica, usamos uma
notação com subscrito e uma variável. Comumente, escolhemos a variável "n" para esse fim. Assim, um termo
arbitrário em uma sequência pode ser indicado como "an " (a índice n), onde "a" simboliza a sequência e "n" é a
posição variável desse termo na sequência.

A sequência (2, 4, 6, 8, 10,...) pode ser representada simplesmente como 𝒂𝒏 = 2 ∙ 𝒏. Assim teríamos:
𝑛 = 1, então 𝑎1 = 2 ∙ 1 ⟹ 𝑎1 = 2
𝑛 = 2, então 𝑎2 = 2 ∙ 2 ⟹ 𝑎2 = 4
𝑛 = 3, então 𝑎3 = 2 ∙ 3 ⟹ 𝑎3 = 6
𝑛 = 4, então 𝑎4 = 2 ∙ 4 ⟹ 𝑎4 = 8
𝑛 = 5, então 𝑎5 = 2 ∙ 5 ⟹ 𝑎5 = 10

Exemplos Simples:

➢ Sequência Aritmética:
• Definição: Uma sequência numérica onde a diferença entre termos consecutivos é constante.
Exemplo: 2, 4, 6, 8, 10,... → Aqui, cada termo é obtido adicionando 2 ao termo anterior.

➢ Sequência Geométrica:
• Definição: Uma sequência numérica onde cada termo é obtido multiplicando o termo anterior por um
valor constante.
Exemplo: 3, 6, 12, 24, 48,... → Neste caso, cada termo é o dobro do termo anterior.

➢ Sequências com Fórmulas Específicas:


• Exemplo: Sequência dos quadrados dos números naturais: 1, 4, 9, 16, 25,...
• Aqui, cada termo é o quadrado do seu respectivo número natural (12, 22, 32,...).

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➢ Sequência de Fibonacci:
• Definição: Uma sequência famosa onde cada termo é a soma dos dois termos anteriores.
• Exemplo: 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21,... → Aqui, 1 é 0+1, 2 é 1+1, 3 é 1+2, e assim por diante.

Progressão Aritmética

Progressão Aritmética (PA) é um conceito fundamental na matemática, utilizado para descrever uma
sequência de números em que a diferença entre termos consecutivos é sempre constante. Esta diferença constante
é conhecida como a razão da progressão aritmética.

Definição de PA: Uma sequência de números a1, a2, a3,… forma uma progressão aritmética se a diferença
entre um termo e seu antecessor for sempre a mesma. Em outras palavras, an −an−1 = r, onde r é a razão da PA e n
é um número natural maior que 1.
Exemplo:
Considere a sequência 3, 6, 9, 12, 15. Aqui, a diferença entre cada par de termos consecutivos é 3 (6-3 = 3,
9-6 = 3, etc.). Então, é uma PA com razão r = 3

Uma sequência como 2, 5, 8, 11, 14,... é uma PA onde a razão r é 3.

A sequência 10, 7, 4, 1, -2,... é uma PA com uma razão r de -3.

Termo Geral de uma PA: O n-ésimo termo de uma PA pode ser encontrado pela fórmula an=a1+(n−1) * r,
onde a1 é o primeiro termo, n é a posição do termo na sequência, e r é a razão.

Exemplo: Na PA 3, 6, 9, 12, 15, para encontrar o 5º termo, usamos a fórmula an=a1+(n−1) * r. Aqui, a1 = 3,
r = 3 e n = 5. Então, a5 = 3+(5−1) × 3 = 3+12 =15.

Soma dos Termos de uma PA: A soma dos primeiros n termos de uma PA pode ser calculada pela fórmula:

(𝒂𝟏 + 𝒂𝒏 ) ∗ 𝒏
𝑺𝒏 =
𝟐

(𝒂𝟏 +𝒂𝒏 )∗𝒏


Exemplo: Para somar os primeiros 5 termos da PA 3, 6, 9, 12, 15, usamos 𝑺𝒏 = . Aqui, n=5, a1=3,
𝟐
(𝟑+𝟏𝟓)∗𝟓 𝟏𝟖 ∗ 𝟓
a5=15, então 𝑺𝟓 = 𝟐
= 𝟐
= 𝟒𝟓.

Características Especiais:
• Se a razão r é positiva, a PA é crescente.
• Se r é negativa, a PA é decrescente.
• Se r=0, todos os termos da PA são iguais.

Propriedades Importantes:
• Em uma PA, a média de dois termos quaisquer é igual à média dos termos que estão equidistantes deles na
sequência.

• O termo médio de três termos consecutivos em uma PA é também a média aritmética dos outros dois termos.

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Exemplo: Considere a PA: 2, 5, 8, 11, 14, 17, 20. Vamos encontrar a média dos termos 2 (primeiro termo) e 20
(último termo), e comparar com o termo médio da PA.

𝟐+𝟐𝟎
Para calcular a média de 2 e 20: 𝑴é𝒅𝒊𝒂 = 𝟐
= 𝟏𝟏

A PA possui 7 termos. O termo médio é o quarto termo (pois é o termo central). O quarto termo, conforme a
sequência dada, é 11.

(SEFAZ-AM/2022)
78) Uma sequência de números inteiros é tal que cada termo, a partir do terceiro, é a somado seu termo
antecessor com o dobro do antecessor do antecessor. Sabe-se que o sexto termo dessa
sequência é 85 e, o oitavo, é 341. O quarto termo da referida sequência é
a) 15.
b) 17
c) 19
d) 21
e) 23
Comentário:
Vamos chamar os termos da sequência de a1,a2,a3,…. A regra pode ser expressa matematicamente
como:
an=an−1 + 2⋅an−2 para n≥3
Sabemos que: a6 = 85 | a8=341

Podemos trabalhar para trás a partir de a8 e a6 para encontrar os termos anteriores. Primeiro, vamos
encontrar a7 e a5, e então a4.

A partir de a8=341, temos:


341=a7+2⋅a6
341=a7+2⋅85
341=a7+170
a7=341−170 =171

Agora, a partir de a6=85, temos: 85=a5+2⋅a4

E a partir de a7=171, temos: 171=a6+2⋅a5


171=85+2⋅a5
86=2⋅a5
a5=43

Finalmente, substituímos a5=43 na equação 85=a5+2⋅a4:


85=43+2⋅a4
42=2⋅a4
a4=21

Gabarito: Letra D.

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(ALESE/2018)
79) Um servidor público, no seu primeiro dia de trabalho, atendeu uma única pessoa, o que se repetiu no
segundo dia. A partir do terceiro, o número de pessoas atendidas por ele sempre foi igual à soma dos
números de pessoas atendidas nos dois dias anteriores. Seu supervisor prometeu que, se houvesse um dia
em que ele atendesse 50 ou mais pessoas, ele ganharia uma folga extra. Considerando que o padrão de
atendimentos descrito se manteve, o servidor ganhou sua primeira folga extra ao final do
A) oitavo dia de trabalho.
B) décimo dia de trabalho.
C) décimo segundo dia de trabalho.
D) vigésimo dia de trabalho.
E) vigésimo segundo dia de trabalho.
Comentário:
Este problema descreve uma sequência de Fibonacci, onde cada número é a soma dos dois anteriores.
Começando com 1 pessoa no primeiro dia e 1 no segundo dia, a sequência de pessoas atendidas pelo servidor
público a cada dia é:
1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, ...

Agora, vamos encontrar o primeiro dia em que o servidor atendeu 50 ou mais pessoas. Observando a
sequência:
1º dia: 1 pessoa
2º dia: 1 pessoa
3º dia: 2 pessoas (1+1)
4º dia: 3 pessoas (1+2)
5º dia: 5 pessoas (2+3)
6º dia: 8 pessoas (3+5)
7º dia: 13 pessoas (5+8)
8º dia: 21 pessoas (8+13)
9º dia: 34 pessoas (13+21)
10º dia: 55 pessoas (21+34)
No décimo dia, o servidor atendeu 55 pessoas, que é a primeira vez que o número de atendimentos
ultrapassa 50. Portanto, ele ganhou sua primeira folga extra ao final do décimo dia de trabalho. A resposta
correta é a opção (B) décimo dia de trabalho.
Gabarito: Letra B.

80) A sequência numérica (50, 54, 58, 62, 66) é uma progressão do tipo:
A) Geométrica de razão 2.
B) Geométrica de razão 4.
C) Aritmética de razão 2.
D) Aritmética de razão 4.
E) Aritmética de razão 6.
Comentário:
A sequência numérica (50,54,58,62,66) é uma progressão do tipo Aritmética de razão 4.

Isso se deve ao fato de que, em uma Progressão Aritmética (PA), a diferença entre termos consecutivos
é constante. Nesta sequência, cada termo é 4 unidades maior que o termo anterior: 54−50=4 | 58−54=4 |
62−58=4 |66−62=4. Portanto, a razão da progressão aritmética é 4.

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81) Em uma determinada Progressão Aritmética, sabe-se que a razão vale 3 e o termo 15 vale 40. Assinale a
alternativa que indica corretamente o valor do termo 31 desta Progressão Aritmética.
A) 16.
B) 31.
C) 48.
D) 88.
E) 96.
Comentário:

Para resolver este problema, primeiro precisamos entender a fórmula do �n-ésimo termo de uma Progressão
Aritmética (PA), que é: na = a1 + (n−1)⋅r onde:
• an é o n-ésimo termo da PA.
• a1 é o primeiro termo da PA.
• r é a razão da PA.
• n é a posição do termo na sequência.

Sabemos que o termo 15 vale 40 e a razão r é 3. Portanto, podemos escrever:


40=a1 + (15−1)⋅3
40=a1 + 14 ⋅ 3
40=a1 + 42

Para encontrar a1: a1 = 40 −42 → a1 = −2. Agora, podemos usar essa informação para encontrar o termo 31
(a31): a31 = a1 + (31−1)⋅r → a31 = − 2 + (30⋅3) → a31 = −2 + 90 → a31 = 88

Gabarito: Letra D.

82) A sequência (3𝑥 − 2, 2𝑥 + 3, 5𝑥 − 8) é uma progressão aritmética de três termos. O valor do segundo
termo dessa sequência é:
A) 11.
B) 10.
C) 13.
D) 12.
E) 4.
Comentário:
𝒂𝟏 +𝒂𝟑
Fórmula de PA com três termos: 𝒂𝟐 =
𝟐

(3𝑥 − 2, 2𝑥 + 3, 5𝑥 − 8)
a1 a2 a3

(𝟑𝐱 − 𝟐)+(𝟓𝐱 − 𝟖)
𝟐𝐱 + 𝟑 = 𝟐
→ 4𝑥 + 6 = 3𝑥 − 2 + 5𝑥 – 8 → 4𝑥 + 6 = 8𝑥 – 10 → 4𝑥 = 16 → 𝑥 = 4

a2 = 2𝑥 – 2 = 2 * 4 + 3 → 11

Gabarito: Letra A.

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Progressão Geométrica

Uma Progressão Geométrica é uma sequência numérica onde cada termo, a partir do segundo, é obtido
multiplicando-se o termo anterior por uma constante fixa chamada de "razão" (representada geralmente por q).

Termo Geral de uma PG: O termo geral de uma PG é dado pela fórmula: an = a1⋅q(n−1), onde:
• an é o n-ésimo termo.
• a1 é o primeiro termo.
• q é a razão da PG.
• n é a posição do termo na sequência.

Exemplo: Encontre o 5º termo da PG onde a1=5 e q=−2. Usando a fórmula do termo geral:
a5 = 5⋅(−2)5−1 = 5⋅16 = 80.

𝒂𝒏
Razão de uma PG: A razão q é obtida dividindo-se um termo pelo seu anterior (exceto o primeiro): 𝒒 = 𝒂
𝒏−𝟏

Características de uma PG: Uma PG pode ser crescente, decrescente, constante (quando q=1), oscilante (quando
q é negativo), entre outras variações.

Soma dos Termos de uma PG:


𝒂𝟏 . (𝒒𝒏 −𝟏)
• Para uma PG finita, a soma dos n primeiros termos é: 𝑺𝒏 = 𝒒−𝟏
, para q ≠ 1.

𝒂
• Para uma PG infinita e convergente (onde ∣q∣ < 1), a soma é: 𝑺 = 𝟏−𝒒
𝟏

Exemplo: Calcule a soma dos primeiros 4 termos da PG (1, 3, 9, 27, ...). Aqui, a1 = 1 e q = 3.

𝟏 . (𝟑𝟒 −𝟏) 𝟏 . (𝟖𝟏−𝟏)


𝑺𝟒 = = = 40
𝟑−𝟏 𝟐

PG de Três Termos: 𝒂𝟐𝟐 = 𝒂𝟏 ∗ 𝒂𝟑

Exemplo: A sequência (𝑥 − 120; 𝑥; 𝑥 + 600) forma uma progressão geométrica. O valor de x é:

𝑎1 = 𝑥 – 120 | 𝑎2 = 𝑥 | 𝑎3 = 𝑥 + 600

𝑥² = (𝑥 – 120) * (𝑥 + 600)

𝑥² = 𝑥² – 120x + 600x – 72000

480x – 72000 = 0

X = 72000/480 = 150.

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83) Carmem começou a juntar dinheiro em seu cofrinho. No 1º domingo do ano ela depositou certa
quantidade e todo domingo posterior ela dobrou a quantidade depositada no domingo anterior. Sabendo
que no 7º domingo ela depositou R$ 384,00 em seu cofrinho, assinale a alternativa que apresenta a quantia
total que Carmem possuía em seu cofrinho um dia antes do 7º domingo.
A) R$ 192,00.
B) R$ 378,00.
C) R$ 540,00.
D) R$ 762,00.
Comentário:
A situação descrita é uma PG onde o primeiro termo é a quantia que ela depositou no primeiro
domingo, e a razão (q) é 2 já que ela dobra o valor a cada domingo). No 7º domingo, ela depositou R$ 384,00.
Assim, 𝒂𝟕 = 𝟑𝟖𝟒.

A fórmula do termo geral de uma PG é: 𝒂𝒏 = 𝒂𝟏 . 𝒒(𝒏−𝟏)

𝟑𝟖𝟒
𝟑𝟖𝟒 = 𝒂𝟏 . 𝟐(𝟕−𝟏) → 𝟑𝟖𝟒 = 𝒂𝟏 . 𝟐(𝟔) → 𝟑𝟖𝟒 = 𝟔𝟒𝒂𝟏 → a1 = =6
𝟔𝟒

Agora que sabemos que o primeiro termo é R$ 6,00, podemos calcular o total acumulado até o dia
anterior ao 7º domingo. A soma dos n primeiros termos de uma PG é dada por:

𝒂𝟏 . (𝒒𝒏 −𝟏) 𝟔 . (𝟐𝟔 −𝟏)


𝑺𝒏 = → 𝑺𝟔 = → 𝑺𝟔 = 𝟔 . 𝟔𝟑 = 378
𝒒−𝟏 𝟐−𝟏

Gabarito: Letra B.

84) Assinale a alternativa que apresenta o valor de x na equação:

𝒙 𝒙 𝒙
𝟐𝒙 + 𝒙 + + + + ⋯ = 𝟏𝟐
𝟐 𝟒 𝟖
A) 8/3
B) 3
C) 11/3
D) 2
E) 9/2
Comentário:
𝒂𝟏
Para uma PG infinita e convergente (onde ∣q∣ < 1), a soma é: 𝑺 = 𝟏−𝒒 . Aqui, 𝑎1 = 2𝑥 | 𝑞 = ½ | S = 12.

𝟐𝒙
12 = 𝟏 → 4x = 12 → 3.
𝟏−
𝟐

Gabarito: Letra B.

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Análise Combinatória

Os Princípios Fundamentais da Contagem são conceitos matemáticos usados para determinar o número de
maneiras diferentes de realizar uma tarefa ou de organizar um conjunto de objetos sem ter que listá-los todos. Eles
são essenciais na probabilidade e na combinação de elementos de conjuntos. Vamos detalhar cada um:

➢ Princípio Multiplicativo (ou Princípio do Produto)

✓ O que é: Este princípio é usado quando temos tarefas sequenciais para realizar, e cada tarefa pode ser
realizada de maneiras independentes das outras. A ideia é que, para cada maneira de realizar a primeira
tarefa, todas as maneiras de realizar a segunda tarefa estão disponíveis, e assim por diante.

✓ Para que serve: Serve para contar o número total de resultados possíveis quando várias tarefas são
realizadas em sequência, e cada uma delas tem um número específico de maneiras de ser realizada.

✓ Exemplo: Imagine que você está escolhendo uma camisa e uma calça para vestir. Se você tem 5 camisas e
3 calças diferentes, o número total de combinações de roupas que você pode fazer é 5 (camisas) × 3 (calças)
= 15 combinações diferentes.

➢ Princípio Aditivo (ou Princípio da Soma)

✓ O que é: Este princípio é aplicado quando existem várias tarefas ou opções mutuamente exclusivas. Ou
seja, a realização de uma tarefa exclui a realização das outras.

✓ Para que serve: É usado para determinar o número total de maneiras de realizar pelo menos uma das
tarefas ou opções disponíveis.

✓ Exemplo: Se você está tentando decidir se vai de ônibus ou de trem para o trabalho, e há 4 rotas diferentes
de ônibus e 3 rotas diferentes de trem, então o número total de maneiras diferentes de chegar ao trabalho
é 4 (rotas de ônibus) + 3 (rotas de trem) = 7 maneiras diferentes.

Ambos os princípios são ferramentas fundamentais na matemática discreta, especialmente úteis em


problemas de probabilidade, combinações e permutações, e são a base para muitos cálculos em estatística e teoria
dos jogos.

85) Cada vértice de um quadrado ABCD deverá ser pintado com uma cor. Há 5 cores diferentes disponíveis
para essa tarefa. A única restrição é que os vértices que estejam em extremidades opostas de qualquer
diagonal do quadrado (AC e BD) sejam pintados com cores diferentes. O número de maneiras diferentes de
pintar os vértices desse quadrado é:
a) 18
b) 60
c) 120
d) 240
e) 400

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Comentário:

Para resolver esse problema, vamos utilizar o Princípio Multiplicativo. Precisamos considerar as restrições
impostas e calcular o número de maneiras de pintar cada vértice do quadrado ABCD.

➢ Escolhendo a cor para o vértice A: Temos 5 opções de cores disponíveis.

➢ Escolhendo a cor para o vértice C (oposto de A na diagonal): De acordo com a restrição, C deve ser de
uma cor diferente de A. Portanto, temos 4 opções (excluindo a cor de A).

➢ Escolhendo a cor para o vértice B: Não há restrições específicas para B em relação a A ou C, então temos
5 opções.

➢ Escolhendo a cor para o vértice D (oposto de B na diagonal): D deve ser de uma cor diferente de B.
Portanto, temos 4 opções (excluindo a cor de B).

Agora, multiplicamos o número de opções para cada escolha, conforme o Princípio Multiplicativo:

5 (opções para A) × 4 (opções para C) × 5 (opções para B) ×4 (opções para D) = 5 × 4 × 5 × 4 = 400

Fatorial
O fatorial de um número natural é uma operação matemática usada frequentemente em estatística, análise
combinatória, álgebra e cálculo. O fatorial de um número n (escrito como n!) é definido como o produto de todos
os números inteiros positivos de 1 até n. Matematicamente, é expresso da seguinte forma:

n! = n × (n−1) × (n−2) × ⋯ × 3 × 2 × 1

Para n = 0, define-se por convenção que 0! = 1.

➢ Para que serve o Fatorial:


✓ Análise Combinatória: O fatorial é usado para calcular o número de maneiras de organizar um conjunto de
objetos. Por exemplo, em um anagrama, para calcular o número de arranjos possíveis de letras.

✓ Estatística e Probabilidade: É usado para calcular permutações e combinações, fundamentais para


determinar a probabilidade de diferentes eventos.

✓ Cálculo: O conceito de fatorial é utilizado em séries de Taylor, para representar funções como somas
infinitas.

✓ Álgebra: Em equações envolvendo séries e sequências, os fatoriais são frequentemente encontrados.

➢ Exemplos

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✓ 4! (Fatorial de 4): 4!=4×3×2×1=244!=4×3×2×1=24 Então, há 24 maneiras diferentes de organizar 4 objetos


distintos.

✓ Anagramas de uma palavra: Se considerarmos a palavra "GATO", que tem 4 letras diferentes, o número de
anagramas possíveis dessa palavra é igual a 4! = 24. Ou seja, há 24 maneiras diferentes de arranjar as letras
da palavra "GATO".

✓ Combinando grupos: Se você quiser formar um comitê de 3 pessoas a partir de um grupo de 10, você usaria
fatoriais na fórmula da combinação para calcular quantos comitês diferentes podem ser formados. A
𝒏!
fórmula para combinação é 𝑪(𝒏, 𝒌) = , onde n é o número total de pessoas e k é o
𝒌!(𝒏−𝒌)!
tamanho do comitê. Neste caso, seria C (10,3).

Permutação
Permutação é um conceito fundamental em análise combinatória que se refere à organização de um
conjunto de elementos em uma sequência ou ordem específica. Basicamente, trata-se do cálculo do número de
maneiras diferentes que um conjunto de objetos pode ser arranjado.

➢ Para que Serve a Permutação: Permutações são utilizadas para resolver problemas que envolvem a ordenação
de objetos. Isso inclui:
✓ Organização de itens: Determinar em quantas maneiras diferentes os itens podem ser dispostos.

✓ Problemas de agendamento: Como agendar eventos, reuniões ou tarefas de maneira que a sequência seja
otimizada.

✓ Criptografia: Usada para criar algoritmos de criptografia baseados em arranjos de caracteres.

✓ Jogos e Puzzles: Para calcular as possíveis configurações em jogos de tabuleiro, quebra-cabeças, etc.

Exemplos:

➢ Permutação de 3 Letras de 'ABC'


Dadas as letras A, B e C, de quantas maneiras diferentes podemos organizá-las?

Solução:
• Número de letras = 3

• A fórmula para permutação sem restrições é o fatorial do número de elementos. Assim, o número de
permutações possíveis é 3! (fatorial de 3).

• Cálculo: 3! = 3 × 2 × 1 = 6

• Permutações Possíveis: ABC, ACB, BAC, BCA, CAB, CBA.

• Conclusão: Existem 6 maneiras diferentes de permutar as letras A, B e C.

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➢ Arranjo de Livros em uma Prateleira


Se você possui 5 livros diferentes, de quantas maneiras diferentes eles podem ser organizados em uma
prateleira?

Solução:
• Número de livros = 5.

• Utilizamos o fatorial para calcular o número de maneiras de organizar os 5 livros.

• Cálculo: 5! = 5 × 4 × 3 × 2 × 1 = 120.

• Conclusão: Há 120 maneiras diferentes de arranjar os 5 livros em uma prateleira.

Diferença entre Permutação Simples e Permutação com Restrições

➢ Permutação Simples: Refere-se ao arranjo de todos os membros de um conjunto sem qualquer condição ou
restrição. Por exemplo, organizar 5 livros distintos em uma prateleira (5! = 120 maneiras).

Imagine que, de 5 livros, 2 devem sempre estar juntos na prateleira. De quantas maneiras diferentes podem
ser organizados os livros?

Solução:
• Trate os 2 livros que devem estar juntos como um único item. Agora, você tem 4 itens para arranjar: 3 livros
individuais + 1 grupo de 2 livros.

• Número de maneiras de arranjar esses 4 itens:4! = 4 × 3 × 2 × 1 = 24.

• Dentro do grupo de 2 livros, eles podem ser permutados entre si. Isso adiciona mais maneiras de arranjo: 2!
= 2 × 1 = 2.

• Total de arranjos possíveis: 4! × 2! = 24 × 2 = 48.

• Conclusão: Existem 48 maneiras diferentes de arranjar os 5 livros na prateleira, considerando que 2 livros
específicos devem sempre estar juntos.

➢ Permutação com Restrições: Envolve condições ou restrições específicas sobre como os objetos podem ser
organizados. Isso pode incluir restrições como "certos itens devem estar sempre juntos" ou "certos itens nunca
devem estar juntos".

Imagine que, de 5 livros, 2 devem sempre estar juntos na prateleira. De quantas maneiras diferentes podem
ser organizados os livros?

Solução:

• Trate os 2 livros que devem estar juntos como um único item. Agora, você tem 4 itens para arranjar: 3 livros
individuais + 1 grupo de 2 livros.

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• Número de maneiras de arranjar esses 4 itens: 4! = 4 × 3 × 2 × 1 = 24.

• Dentro do grupo de 2 livros, eles podem ser permutados entre si. Isso adiciona mais maneiras de arranjo:
2! = 2 × 1 = 2.

• Total de arranjos possíveis: 4! × 2! = 24 × 2 = 48.

• Conclusão: Existem 48 maneiras diferentes de arranjar os 5 livros na prateleira, considerando que 2 livros
específicos devem sempre estar juntos.

86) Em um navio, serão transportados 10 animais, todos de espécies diferentes. Antes de serem colocados
no navio, os animais deverão ser organizados em uma fila. Entre esses 10 animais, há um camelo, um
elefante e um leão. A respeito da organização dessa fila, julgue o item subsequente.

Existem 8! maneiras distintas de organizar essa fila de forma que o camelo fique na primeira posição e o
elefante fique na sexta posição.
Comentário:

Para resolver este problema, consideramos que o camelo e o elefante ocupam posições fixas na fila: o camelo
na primeira posição e o elefante na sexta posição. Isso nos deixa com 8 animais (incluindo o leão) para serem
organizados nas posições restantes.

Aqui está a análise passo a passo:

Posição fixa do Camelo: O camelo está fixo na primeira posição, então não há escolhas a serem feitas aqui.

Posição fixa do Elefante: De forma semelhante, o elefante está fixo na sexta posição.

Organização dos Demais Animais: Agora, temos 8 animais (incluindo o leão e excluindo o camelo e o elefante)
para serem organizados nas posições 2, 3, 4, 5, 7, 8, 9 e 10 da fila.

Dado que há 8 animais para serem organizados em 8 posições diferentes, o número de maneiras de fazer isso
é o fatorial de 8, ou seja, 8!.

Permutação com Repetição


Em uma permutação com repetição, o número total de arranjos é calculado considerando todas as posições
possíveis para cada item, inclusive permitindo que itens idênticos ocupem diferentes posições.

A fórmula para calcular o número de permutações com repetição, onde temos um total de n itens dos quais
𝒏!
n1, n2, …, nk são idênticos, é:
𝒏𝟏 ! 𝒙 𝒏𝟐 ! 𝒙 … 𝒙 𝒏𝒌 !

Aqui, n! (fatorial de n) é o número total de maneiras de organizar n itens, e os denominadores são os


fatoriais dos números de itens idênticos, o que ajusta para as repetições.

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Exemplos:

➢ Arranjo de Letras com Repetições:


✓ Palavra: "BALA".
✓ Temos 4 letras no total, mas a letra 'A' se repete 2 vezes.
𝟒! 𝟐𝟒
✓ Usando a fórmula: = = 12.
𝟐! 𝟐
✓ Portanto, há 12 maneiras diferentes de organizar as letras da palavra "BALA".

➢ Número de Códigos Diferentes:


✓ Suponha que você está criando códigos de 3 dígitos usando apenas os números 1, 1, e 2.
✓ Aqui, n=3 (três posições), e temos o número 1 repetindo-se 2 vezes.
𝟑! 𝟔
✓ Usando a fórmula: = = 3.
𝟐! 𝟐
✓ Existem 3 códigos diferentes que podem ser formados (112, 121, 211).

➢ Organização de Bolas em Caixas:


✓ Imagine que você tem 5 bolas para colocar em caixas: 3 bolas vermelhas e 2 bolas azuis.
✓ Aqui, n = 5, n1 = 3 (para as bolas vermelhas) e n2 = 2 (para as bolas azuis).
𝟓! 𝟏𝟐𝟎
✓ Usando a fórmula: = = 10.
𝟑! 𝒙 𝟐! 𝟏𝟐
✓ Assim, existem 10 maneiras diferentes de organizar essas bolas nas caixas.

87) Assinale a opção que indica o número de permutações das letras da palavra SUSSURRO
a) 1680
b) 1560
c) 1440
d) 1320
e) 1260
Comentário:

8! 8 𝑥 7𝑥 6 𝑥 5 𝑥 4 𝑥 3!
𝑃82,2,3 = = = 1680.
2! 𝑥 2! 𝑥 3! 2 𝑥 2 𝑥 3!

Permutação Circular
A Permutação Circular é um conceito na matemática, mais especificamente na área da combinatória, que
se refere ao arranjo de objetos em um círculo, onde a ordem dos objetos é importante, mas não existe um ponto
inicial ou final fixo. Este conceito é particularmente útil em situações onde os objetos são organizados de forma
circular, como em uma mesa redonda, um colar de contas, ou quando pessoas estão sentadas em círculo.

Em uma permutação circular, diferentemente das permutações lineares, a posição inicial é irrelevante, já
que o círculo pode ser girado sem alterar a ordem relativa dos objetos. Portanto, uma das posições é fixada para
evitar repetições nas contagens.

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Fórmula: PCn = (n -1)!

Aqui, n é o número total de objetos, e (n−1)! (fatorial de n−1) representa o número de maneiras de
organizar os n objetos em um círculo.

Exemplos:
➢ Pessoas Sentadas ao Redor de uma Mesa:
✓ Suponha que 5 pessoas devem se sentar ao redor de uma mesa circular.
✓ Usando a fórmula: (5−1)! = 4! =24.
✓ Portanto, existem 24 maneiras diferentes de as pessoas se sentarem ao redor da mesa.

➢ Colocação de Livros em uma Prateleira Circular:


✓ Se você tem 6 livros diferentes e deseja organizá-los em uma prateleira circular.
✓ Usando a fórmula: (6−1)! = 5! = 120.
✓ Existem, portanto, 120 maneiras diferentes de organizar os livros.

➢ Organização de Vasos em um Canteiro Circular:


✓ Se existem 4 vasos diferentes para serem organizados em um canteiro circular.
✓ Usando a fórmula: (4−1)! = 3! = 6.
✓ Há 6 maneiras diferentes de organizar os vasos no canteiro.

88) De quantas maneiras possíveis podemos dispor doze crianças em um círculo onde todas brincam de mãos
dadas?
a) 12!
b) 11!
c) 10!
d) 9!
e) 8!
Comentário:

PCn = (n -1)! → (12 – 1)! → 11!

Arranjo
É utilizado para determinar o número de maneiras de escolher e organizar um subconjunto de elementos
de um conjunto maior. A fórmula para calcular um arranjo de n elementos tomados k a k é dada por:

𝒏!
𝐴(𝑛, 𝑘) =
(𝒏 − 𝒌)!

Onde n! (n fatorial) é o produto de todos os números inteiros positivos até n, e (n−k)! é o fatorial de n−k.

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Exemplos

Arranjo de Livros em uma Prateleira: Suponha que você tenha 5 livros diferentes e deseja saber de quantas
maneiras diferentes pode organizá-los em uma prateleira que comporta apenas 3 livros. Usando a fórmula do
𝟓! 𝟏𝟐𝟎
arranjo, temos 𝐴(5,3) = (𝟓−𝟑)!
= = 60 maneiras diferentes.
𝟐

Comitê de Estudantes:
Em uma classe de 30 estudantes, quantas maneiras diferentes existem para escolher um comitê de 4 estudantes?
𝟑𝟎! 𝟑𝟎𝒙𝟐𝟗𝒙𝟐𝟖𝒙𝟐𝟕𝒙𝟐𝟔!
Utilizando a fórmula do arranjo, calculamos 𝐴(30,4) = (𝟑𝟎−𝟒)!
= = 657720 maneiras diferentes.
𝟐𝟔!

89) Na bilheteria de um teatro há apenas 5 ingressos à venda para a seção de uma peça. Se 4 amigos
comprarem ingressos para essa seção, então o número total de posições distintas em que esses amigos
poderão se acomodar no teatro é
a) 120.
b) 80.
c) 60.
d) 20.
e) 5.
Comentário:

Para calcular o número total de posições distintas em que 4 amigos podem se acomodar no teatro,
considerando que há 5 lugares disponíveis, usamos a fórmula do arranjo.

O arranjo é usado quando queremos saber de quantas maneiras podemos organizar um número de objetos
(neste caso, amigos) em um certo número de posições (lugares no teatro), onde a ordem importa.

Neste caso, n=5 (total de ingressos) e k=4 (amigos que comprarão ingressos). Portanto, o arranjo é:

𝟓! 𝟓𝒙𝟒𝒙𝟑𝒙𝟐𝒙𝟏
𝐴(5,4) = = = 𝟏𝟐𝟎.
(𝟓 − 𝟒)! 𝟏!

Combinação Simples x Combinação Completa


Combinação Simples

A combinação simples é um método utilizado em probabilidade e estatística para calcular quantas maneiras
diferentes podemos selecionar um grupo de itens de um conjunto maior, sem considerar a ordem em que são
escolhidos. É usado quando a ordem dos itens escolhidos não importa.

𝒏!
Fórmula: A fórmula para a combinação simples de escolher k itens de um total de n é: 𝐶(𝑛, 𝑘) =
𝒌! 𝒙 (𝒏−𝒌)!

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Exemplo:

Se você tem 10 livros e quer escolher 3 para levar em uma viagem, o número de maneiras de fazer essa escolha é
𝟏𝟎! 𝟏𝟎 𝒙 𝟗 𝒙 𝟖 𝒙 𝟕!
calculado como: 𝐶(10,3) = = = 𝟏𝟐𝟎
𝟑! 𝒙 (𝟏𝟎−𝟑)! 𝟑! 𝒙 𝟕!

Combinação Completa

O termo "combinação completa" não é comumente usado na matemática padrão. Pode haver confusão
com o termo "combinação com repetição", que se refere a escolher um conjunto de itens onde cada item pode ser
escolhido mais de uma vez e a ordem não importa.

Fórmula para Combinação com Repetição: Para escolher k itens de um conjunto de n itens com repetição, a
(𝒏+𝒌−𝟏)!
fórmula é: 𝐶𝑅(𝑛, 𝑘) = 𝐶(𝑛 + 𝑘 − 1, 𝑘) =
𝒌! (𝒏−𝟏)!

Exemplo:

Se há 5 sabores de sorvete e você quer escolher 3 bolas de sorvete, permitindo sabores repetidos, o número de
(𝟓+𝟑−𝟏)! 𝟕!
combinações possíveis é: 𝐶𝑅(5,3) = = = 𝟑𝟓.
𝟑! (𝟓−𝟏)! 𝟑! 𝟒!

90) Helena entra em uma sorveteria que oferece sorvetes de 8 sabores diferentes. Helena deseja escolher
uma casquinha com duas bolas de sorvete não necessariamente de sabores diferentes. A ordem em que as
bolas forem colocadas na casquinha não fará a escolha de Helena ser diferente. O número de maneiras de
Helena escolher sua casquinha é
a) 64.
b) 56.
c) 36.
d) 28.
e) 16.
Comentário:

Para resolver este problema, podemos usar a fórmula de combinação com repetição, pois Helena pode
escolher dois sabores de sorvete, sendo estes iguais ou diferentes, e a ordem não importa.

Dado que existem 8 sabores diferentes e Helena quer escolher 2 bolas (com a possibilidade de repetição e sem
(𝒏+𝒌−𝟏)!
considerar a ordem), aplicamos a fórmula: 𝐶𝑅(𝑛, 𝑘) =
𝒌! (𝒏−𝟏)!

(8 + 2 − 1)! 9! 72
𝑪𝑹(𝟖, 𝟐) = = = = 𝟑𝟔
2! (8 − 1)! 2! 7! 2

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91) Do grupo dos 6 novos policiais de uma delegacia, 2 deles serão escolhidos para um treinamento especial.
O número de pares diferentes de policiais que podem ser enviados para o treinamento especial é:
a) 10
b) 12.
c) 15.
d) 16.
e) 18.
Comentário:

Para determinar o número de maneiras de escolher 2 policiais de um grupo de 6 para um treinamento especial,
usamos a fórmula de combinação simples. A combinação é usada aqui porque a ordem em que os policiais são
escolhidos não importa.

𝒏!
A fórmula para uma combinação simples é dada por: 𝐶(𝑛, 𝑘) =
𝒌! 𝒙 (𝒏−𝒌)!

6! 6 𝑥 5 𝑥 4! 30
𝑪(𝟔, 𝟐) = = = = 𝟏𝟓
2! 𝑥 (6 − 2)! 2! 𝑥 4! 2

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Probabilidade

Introdução

A Teoria da Probabilidade é uma área da matemática que analisa eventos que ocorrem de forma aleatória
e avalia a incerteza relacionada a esses acontecimentos. Temos como exemplos básicos de probalidade:

➢ Lançamento de uma Moeda: Ao lançar uma moeda justa, a probabilidade de obter "Cara" ou "Coroa" é de 1/2
ou 50%, pois há dois resultados igualmente prováveis.

➢ Lançamento de um Dado: A probabilidade de obter um número específico, por exemplo, um "4" ao lançar um
dado justo de seis faces, é de 1/6, já que há seis resultados possíveis e igualmente prováveis.

➢ Sorteio de Cartas de um Baralho: Ao retirar uma carta de um baralho padrão de 52 cartas, a probabilidade de
tirar um Ás é de 4/52 ou 1/13, pois há quatro ases no baralho.

Espaço Amostral

O espaço amostral é um conceito fundamental na teoria da probabilidade. Ele é definido como o conjunto
de todos os possíveis resultados de um experimento aleatório. Este conjunto pode ser finito ou infinito,
dependendo da natureza do experimento. O espaço amostral é comumente representado pela letra S.

➢ Importância do Espaço Amostral:

✓ Base para Calcular Probabilidades: O espaço amostral é usado como base para calcular a probabilidade de
diferentes eventos. Por exemplo, ao lançar um dado, a probabilidade de sair um número par é determinada
considerando o conjunto de resultados pares (2, 4, 6) em relação ao espaço amostral total (1, 2, 3, 4, 5, 6).

✓ Clareza na Definição do Experimento: Definir claramente o espaço amostral ajuda a entender exatamente
o que está sendo analisado e evita ambiguidades no cálculo de probabilidades.

✓ Flexibilidade em Estudos Estatísticos e Probabilísticos: Dependendo do que se deseja investigar, o espaço


amostral pode ser construído de maneiras diferentes, permitindo uma análise mais focada ou mais ampla
do fenômeno em questão.

➢ Exemplos de Espaço Amostral:


✓ Lançamento de uma Moeda:
• Experimento: Lançar uma moeda.
• Espaço Amostral (S): {Cara, Coroa};

✓ Lançamento de um Dado:
• Experimento: Lançar um dado de seis faces.
• Espaço Amostral (S): {1, 2, 3, 4, 5, 6}

✓ Retirada de uma Carta de um Baralho:


• Experimento: Retirar uma carta de um baralho padrão de 52 cartas.
• Espaço Amostral (S): {As de Espadas, 2 de Espadas, 3 de Espadas, ..., Rei de Copas}

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✓ Lançamento de Duas Moedas Simultaneamente:


• Experimento: Lançar duas moedas ao mesmo tempo.
• Espaço Amostral (S): {(Cara, Cara), (Cara, Coroa), (Coroa, Cara), (Coroa, Coroa)}

✓ Escolha de Números em um Sorteio:


• Experimento: Escolher um número de 1 a 100 em um sorteio.
• Espaço Amostral (S): {1, 2, 3, 4, ..., 100}

✓ Lançamento de um Dado e uma Moeda:


• Experimento: Lançar simultaneamente um dado e uma moeda.
• Espaço Amostral (S): {(1, Cara), (1, Coroa), (2, Cara), ..., (6, Coroa)}

✓ Medição de Temperatura:
• Experimento: Medir a temperatura em um dia específico.
• Espaço Amostral (S): Todos os valores possíveis de temperatura. (Em teoria, este pode ser um conjunto
infinito.)

Evento

Um "evento" é um conjunto de resultados (ou um único resultado) de um experimento aleatório que se


deseja analisar ou para o qual se deseja calcular a probabilidade. Um evento pode incluir um ou mais resultados
possíveis do espaço amostral. Eventos são fundamentais para estudar probabilidades, pois são eles que definimos
e calculamos as chances de ocorrer.

➢ Exemplos de Eventos:
✓ Lançamento de uma Moeda:
• Experimento: Lançar uma moeda.
• Evento A: Obter "Cara".
• O espaço amostral é {Cara, Coroa}, e o evento A “n(A)” é um subconjunto desse espaço.

✓ Lançamento de um Dado:
• Experimento: Lançar um dado de seis faces.
• Evento B: Obter um número par.
• Neste caso, o evento B “n(B)” inclui três elementos {2, 4, 6} do espaço amostral {1, 2, 3, 4, 5, 6}.

✓ Sorteio de Cartas de um Baralho:


• Experimento: Retirar uma carta de um baralho de 52 cartas.
• Evento C: Retirar um Ás.
• Aqui, o evento C “n(C)” é composto pelos resultados {Ás de Espadas, Ás de Copas, Ás de Ouros, Ás de
Paus}.

✓ Sorteio de Números:
• Experimento: Sortear um número de 1 a 100.
• Evento D: Sortear um número que é múltiplo de 5.
• O evento D “n(D)” inclui todos os múltiplos de 5 dentro do espaço amostral {1, 2, 3, ..., 100}.

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✓ Jogo de Futebol:
• Experimento: Resultado de um jogo de futebol.
• Evento E: A equipe A vence o jogo.
• Neste caso, o evento E “n(E)” é específico para a vitória de uma equipe, sendo parte do espaço amostral
{Vitória da Equipe A, Empate, Vitória da Equipe B}.

Definição Clássica de Probabilidade

A probabilidade de um evento é igual ao número de resultados favoráveis ao evento, dividido pelo número
total de resultados possíveis, assumindo que todos os resultados são igualmente prováveis.

𝑁ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑟𝑒𝑠𝑢𝑙𝑡𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑓𝑎𝑣𝑜𝑟á𝑣𝑒𝑖𝑠 𝑎𝑜 𝐸𝑣𝑒𝑛𝑡𝑜


𝑃(𝐸) =
𝑁ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 𝑑𝑒 𝑟𝑒𝑠𝑢𝑙𝑡𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑝𝑜𝑠𝑠í𝑣𝑒𝑖𝑠

➢ Pressupostos:
✓ Equiprobabilidade: Todos os resultados do espaço amostral são igualmente prováveis. Ou seja, não há
um resultado que tenha mais chance de ocorrer do que outro.

✓ Experimento Aleatório com Resultados Discretos e Bem Definidos: O experimento deve ter um conjunto
finito de resultados possíveis, claramente definidos.

Exemplos:
➢ Lançamento de uma Moeda: Ao lançar uma moeda, existem dois resultados possíveis: cara ou coroa.
Assumindo que a moeda não é viciada, cada resultado tem a mesma probabilidade. Portanto, a probabilidade
de obter "cara" é 1/2.

1
𝑃(𝐸) =
2

➢ Lançamento de um Dado: Em um dado de seis faces, cada face (1, 2, 3, 4, 5, 6) tem igual probabilidade de
aparecer. A probabilidade de obter um "4", por exemplo, é 1/6.

1
𝑃(𝐸) =
6

➢ Escolha de uma Carta de um Baralho: Em um baralho padrão de 52 cartas, a probabilidade de tirar um Ás é


4/52 (ou 1/13), já que existem 4 Áses no baralho.

4
𝑃(𝐸) =
52

Limitações:

A Definição Clássica funciona bem para situações onde é claro e fácil identificar todos os resultados
possíveis e onde estes resultados são equiprováveis. No entanto, ela não se aplica bem em situações onde os
resultados têm diferentes probabilidades de ocorrência ou quando o conjunto de resultados possíveis é infinito ou
não claramente definido.

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92) Em um pote, há 60 balas, todas de mesmo tamanho e formato, embaladas individualmente. Desse total,
25 são balas de leite com recheio de chocolate, 15 são balas de café sem recheio, e as demais são balas de
frutas também com recheio de chocolate. Retirando-se aleatoriamente uma bala desse pote, a probabilidade
de que ela tenha recheio de chocolate é de
a) 5/6
b) 3/4
c) 2/3
d) 3/5
Comentário:
Para calcular a probabilidade de retirar uma bala com recheio de chocolate, precisamos saber quantas balas
no total possuem recheio de chocolate e dividir isso pelo número total de balas.

De acordo com a informação fornecida, temos:


• 25 balas de leite com recheio de chocolate.
• 15 balas de café sem recheio.
• O restante são balas de frutas com recheio de chocolate.

O total de balas no pote é 60. Para encontrar o número de balas de frutas com recheio de chocolate, subtraímos
as balas de leite e as balas de café do total: 60 −25 − 15 = 20.

Portanto, há 20 balas de frutas com recheio de chocolate. Somando as balas de leite com recheio de chocolate
e as balas de frutas com recheio, temos: 25 + 20 = 45.

Então, a probabilidade de escolher uma bala com recheio de chocolate é de 45 em 60. Simplificando essa
fração, obtemos:
𝟒𝟓 𝟑

𝟔𝟎 𝟒

Gabarito: Letra B.

Ao abordar várias problemáticas de probabilidade que se alinham com a definição clássica, é essencial
empregar métodos de análise combinatória. Essa abordagem é crucial para determinar a quantidade de elementos
que constituem o evento em questão, bem como para calcular o número total de elementos no Espaço Amostral.

Exemplo:
Imagine um saco que contém 7 peças azuis e 8 peças vermelhas. Você tem que retirar 2 peças do saco sem
olhar. Qual é a probabilidade de ambas as peças retiradas serem azuis?

Para calcular a probabilidade, precisamos considerar tanto o número de casos favoráveis (retirar 2 peças
azuis) quanto o número total de combinações possíveis de retirar 2 peças de um total de 15 (7 azuis + 8 vermelhas).

Análise Combinatória:

Casos Favoráveis (C(F)): Número de maneiras de escolher 2 peças azuis das 7 disponíveis.

Utilizamos a combinação, pois a ordem de escolha não importa.

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𝒏! 𝟕! 𝟕𝒙 𝟔 𝒙 𝟓! 𝟕𝒙 𝟔
Fórmula de Combinação: 𝑪(𝒏, 𝒌) = → : 𝑪(𝟕, 𝟐) = → → → 21
𝒌!(𝒏−𝒌)! 𝟐!(𝟕−𝟐)! 𝟐 𝒙 𝟏 𝒙 𝟓! 𝟐𝒙𝟏

Casos Totais (C(T)): Número total de maneiras de escolher 2 peças de um total de 15 (7 azuis + 8 vermelhas).

𝟏𝟓! 𝟏𝟓 𝒙 𝟏𝟒 𝒙 𝟏𝟑!
𝑪(𝟏𝟓, 𝟐) = → → 105
𝟐!(𝟏𝟓−𝟐)! 𝟐! 𝒙 𝟏𝟑!

𝑪(𝑭) 𝟐𝟏 𝟏
𝑷𝒓𝒐𝒃𝒂𝒃𝒊𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒅𝒆 𝟐 𝒑𝒆ç𝒂𝒔 𝒂𝒛𝒖𝒊𝒔 = → →
𝑪(𝑻) 𝟏𝟎𝟓 𝟓

93) Em dezembro serão vistoriados 10 estabelecimentos de saúde, sendo 2 hospitais, 1 pronto-socorro, 3


ambulatórios e 4 postos de saúde. Sorteando-se ao acaso a ordem de visita dos 10 estabelecimentos, a
probabilidade de que os dois primeiros sejam postos de saúde é
igual a
a) 2/15
b) 4/25
c) 2/25
d) 3/20
e) 3/25
Comentário:

Análise Combinatória:

Casos Favoráveis (C(F)): Número de maneiras de escolher 2 postos de saúde dos 4 disponíveis.

𝟒! 𝟒 𝒙 𝟑 𝒙 𝟐! 𝟒𝒙𝟑
𝑪(𝟒, 𝟐) = → → = 6 maneiras.
𝟐!(𝟒−𝟐)! 𝟐! 𝒙 𝟐! 𝟐!

Casos Totais (C(T)): Número total de maneiras de escolher 2 estabelecimentos dos 10 disponíveis.

𝟏𝟎! 𝟏𝟎 𝒙 𝟗 𝒙 𝟖!
𝑪(𝟏𝟎, 𝟐) = 𝟐!(𝟏𝟎−𝟐)! → 𝟐! 𝒙 𝟖!
→ 45 maneiras

𝟔 𝟐
𝑷𝒓𝒐𝒃𝒂𝒃𝒊𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 = 𝟒𝟓 → 𝟏𝟓

Gabarito: Letra A.

Probabilidade como Frequência Relativa ou Empírica

A probabilidade empírica ou frequência relativa de um evento é definida com base na observação da


frequência com que o evento ocorre em um grande número de experimentos ou tentativas. É calculada dividindo-
se o número de vezes que um evento ocorre pelo número total de experimentos ou observações.

𝑵ú𝒎𝒆𝒓𝒐 𝒅𝒆 𝒗𝒆𝒛𝒆𝒔 𝒒𝒖𝒆 𝒐𝒄𝒐𝒓𝒓𝒆 𝒐 𝒆𝒗𝒆𝒏𝒕𝒐


𝑷𝒓𝒐𝒃𝒂𝒃𝒊𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝑬𝒎𝒑í𝒓𝒊𝒄𝒂 (𝑷) =
𝑵ú𝒎𝒆𝒓𝒐 𝒕𝒐𝒕𝒂𝒍 𝒅𝒆 𝒐𝒃𝒔𝒆𝒓𝒗𝒂çõ𝒆𝒔 𝒐𝒖 𝒆𝒙𝒑𝒆𝒓𝒊𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐𝒔

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Exemplos:

➢ Lançamento de uma Moeda:


• Suponha que você lança uma moeda 100 vezes e obtém cara 52 vezes.
𝟓𝟐
• A probabilidade empírica de obter cara é = 0,52 ou 52%.
𝟏𝟎𝟎

➢ Rolagem de um Dado:
• Imagine que você rola um dado 600 vezes e o número 5 aparece 90 vezes.
𝟗𝟎
• A probabilidade empírica de rolar um 5 é = 0,15 ou 15%.
𝟔𝟎𝟎

Eventos Combinativos
Teorema da União

O Teorema da União afirma que a probabilidade da união de dois eventos, A e B, é dada pela soma das
probabilidades de cada evento, menos a probabilidade da interseção desses eventos. Este teorema é útil quando
queremos saber a probabilidade de que pelo menos um dos eventos ocorra.

Fórmula Matemática: 𝑃 (𝐴 ∪ 𝐵) = 𝑃(𝐴) + 𝑃(𝐵) − 𝑃(𝐴 ∩ 𝐵)

P(A∪B) é a probabilidade de A ou B (ou ambos) ocorrerem.

P(A) é a probabilidade do evento A.

P(B) é a probabilidade do evento B.

P(A∩B) é a probabilidade de A e B ocorrerem ao mesmo tempo (interseção).

(𝑨 ∪ 𝑩) significa “A” união “B”. É a soma total do conjunto.

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(𝑨 ∩ 𝑩) significa “A” interseção “B”

Exemplos de Aplicação:
➢ Lançamento de Dados:
✓ Suponha que você lance um dado e queira saber a probabilidade de obter um número par ou maior que 4.

✓ Evento A: Obter um número par (2, 4, 6).

✓ Evento B: Obter um número maior que 4 (5, 6).

3 2 1
𝑃(𝐴) = | 𝑃(𝐵) = | 𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) = (Apenas o 6 é comum)
6 6 6

➢ Pesquisa de Opinião:
✓ Em uma pesquisa, 40% dos entrevistados gostam de café, 30% gostam de chá, e 10% gostam de ambos.

𝑃(𝐶𝑎𝑓é) = 0,40 | 𝑃(𝐶ℎá) = 0,30 | 𝑃(𝐶𝑎𝑓é ∩ 𝐶ℎá) = 0,30

✓ A probabilidade de um entrevistado gostar de café ou chá é 0,40 + 0,30 – 0,10 = 0,60.

Fórmula para Eventos Excludentes:

Quando os eventos são mutuamente exclusivos, a probabilidade da união desses eventos é simplesmente
a soma das probabilidades de cada evento individual. Não há necessidade de subtrair a interseção, pois ela não
existe nesse caso.

Fórmula Matemática: 𝑃 (𝐴 ∪ 𝐵) = 𝑃(𝐴) + 𝑃(𝐵)

Exemplos:
➢ Lançamento de Moeda e Dado:
✓ Se você lançar uma moeda e um dado simultaneamente, os eventos "obter cara na moeda" e "obter um 6
no dado" são mutuamente exclusivos.

1 1
✓ 𝑃(𝑐𝑎𝑟𝑎) = e 𝑃(6 𝑛𝑜 𝑑𝑎𝑑𝑜) =
2 6

1 1 4 2
✓ Probabilidade de obter cara ou 6 é + = = .
2 6 6 3

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➢ Seleção de Cartas:
✓ Ao retirar uma única carta de um baralho padrão, os eventos "retirar um ás" e "retirar uma carta de copas"
são mutuamente exclusivos (desconsiderando o ás de copas).

4 13
✓ 𝑃(á𝑠) = e 𝑃(𝑐𝑜𝑝𝑎𝑠) =
52 52

4 13
✓ A probabilidade de retirar um ás ou uma carta de copas é + , assumindo que o ás de copas só é
52 52
contado uma vez.

94) Dois eventos A e B ocorrem, respectivamente, com 40% e 30% de probabilidade. A probabilidade de que
A ocorra ou B ocorra é 50%. Assim, a probabilidade de que A e B ocorram é igual a
a) 10%
b) 20%
c) 30%
d) 40%
e) 50%
Comentário:

Para calcular a probabilidade de que os eventos A e B ocorram simultaneamente, podemos usar a fórmula da
probabilidade da interseção de dois eventos. A fórmula é:

𝑃 (𝐴 ∪ 𝐵) = 𝑃(𝐴) + 𝑃(𝐵) − 𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) → 𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) = 𝑃(𝐴) + 𝑃(𝐵) − 𝑃 (𝐴 ∪ 𝐵)

𝑷(𝑨) = 40% 𝑜𝑢 0,40 | 𝑷(𝑩) = 30% 𝑜𝑢 0,30 | 𝑷(𝑨 ∪ 𝑩) = 50% 𝑜𝑢 0,50

Agora, substituímos esses valores na fórmula: 𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) = 0,40 + 0,30 − 0,50 = 0,20 ou 20%

Gabarito: Letra B.

União de Três Eventos


A união de três eventos em probabilidade é um conceito que descreve a probabilidade de que pelo menos
um de três eventos distintos ocorra. Para três eventos A, B e C, a probabilidade da união desses eventos é denotada
por P(A ∪ B ∪ C).

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98
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Fórmula: 𝑃 (𝐴 ∪ 𝐵 ∪ 𝐶 ) = 𝑃(𝐴) + 𝑃(𝐵) + 𝑃(𝐶) − 𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) − 𝑃(𝐴 ∩ 𝐶) − 𝑃(𝐴 ∩ 𝐵 ∩ 𝐶)

Esta fórmula é uma extensão do princípio da inclusão-exclusão, que é usado para garantir que as
interseções entre os eventos não sejam contadas mais de uma vez.

Explicação:
• P(A)+P(B)+P(C): Soma-se a probabilidade de cada evento ocorrer individualmente.

• −P(A∩B)−P(A∩C)−P(B∩C): Subtrai-se a probabilidade das interseções de cada par de eventos, pois essas
interseções foram contadas duas vezes na soma anterior.

• +P(A∩B∩C): Adiciona-se a probabilidade de todos os três eventos ocorrerem ao mesmo tempo, já que essa
interseção foi subtraída três vezes na etapa anterior.

Exemplo:

Suponha que em um jogo, a probabilidade de:


• Ganhar um prêmio A seja 30%,
• Ganhar um prêmio B seja 40%,
• Ganhar um prêmio C seja 50%,
• Ganhar tanto A quanto B seja 15%,
• Ganhar tanto A quanto C seja 20%,
• Ganhar tanto B quanto C seja 25%,
• Ganhar todos os três prêmios seja 10%.

Então, a probabilidade de ganhar pelo menos um prêmio seria calculada da seguinte maneira:

P(A ∪ B ∪ C) = 0,30 + 0,40 + 0,50 − 0,15 − 0,20 − 0,25 + 0,10;

P(A ∪ B ∪ C) = 1,20 − 0,60 + 0,10;

P(A ∪ B ∪ C) = 0,70 ou 70%.

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95) Em um censo realizado em uma cidade em que são consumidos somente


os sabonetes de marca X, Y e Z, verifica-se que:
I. 40% consomem X.
II. 40% consomem Y.
III. 47% consomem Z.
IV. 15% consomem X e Y.
V. 5% consomem X e Z.
VI. 10% consomem Y e Z.
VII. qualquer elemento da população consome pelo menos uma marca de sabonete.

Então, escolhendo aleatoriamente um elemento dessa população, a probabilidade de ele consumir uma e
somente uma marca de sabonete é igual a
a) 79%.
b) 70%.
c) 60%.
d) 80%.
e) 76%.
Comentário:
Para calcular a probabilidade de que os eventos A e B ocorram simultaneamente, podemos usar a fórmula da
probabilidade da interseção de dois eventos. A fórmula é:

𝑷(𝑿) = 40% | 𝑷(𝒀) = 40% | 𝑷(𝒁) = 47% | 𝑷(𝑿 ∩ 𝒀) = 15% | 𝑷(𝑿 ∩ 𝒁) = 5% | | 𝑷(𝑿 ∩ 𝒁) = 10%

Fórmula: 𝑃 (𝑋 ∪ 𝑌 ∪ 𝑍 ) = 𝑃(𝑋) + 𝑃(𝑌) + 𝑃(𝑍) − 𝑃(𝑋 ∩ 𝑌) − 𝑃(𝑋 ∩ 𝑍) − 𝑃(𝑌 ∩ 𝑍) + 𝑃(𝑋 ∩ 𝑌 ∩ 𝑍)

100% = 40% + 40% + 47% – 15% – 5% – 10% + 𝑃(𝑋 ∩ 𝑌 ∩ 𝑍)

𝑃(𝑋 ∩ 𝑌 ∩ 𝑍) = 100% − 97% = 3%

Iniciamos o processo calculando P(X∩Y∩Z). Após isso, adicionamos as probabilidades das interseções de pares
de marcas, sempre deduzindo o valor de P(X∩Y∩Z). Finalmente, incluímos as probabilidades de cada marca
isoladamente, descontando todas as interseções previamente consideradas.

Portanto, a probabilidade de o elemento consumir apenas uma marca é: 23% + 18% + 35% = 76%.

Gabarito: Letra E.

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Teorema do Evento Complementar

O Teorema do Evento Complementar é um conceito fundamental na teoria da probabilidade. Ele afirma


que a probabilidade de um evento é sempre igual a 1 menos a probabilidade do seu evento complementar.
Matematicamente, se P(A) é a probabilidade de um evento A ocorrer, então a probabilidade do evento A não
ocorrer, que é o evento complementar de A, é P(A') = 1 - P(A).

Esse teorema é especialmente útil em situações onde pode ser mais fácil calcular a probabilidade de um
evento não ocorrer do que a probabilidade do evento ocorrer diretamente. Por exemplo, se estivermos tentando
calcular a probabilidade de pelo menos um evento acontecer, muitas vezes é mais simples calcular a probabilidade
de nenhum evento acontecer (o evento complementar) e então usar o teorema para encontrar a probabilidade
desejada.

O Teorema do Evento Complementar é uma ferramenta básica no estudo da probabilidade e é amplamente


aplicado em diversas áreas, desde jogos de azar até modelagem estatística complexa em campos como finanças,
meteorologia e ciências da saúde.

Exemplos:
➢ Lançamento de um Dado
Suponha que você lance um dado padrão de seis faces e queira saber a probabilidade de não tirar um 6. Aqui,
1
o evento A é "tirar um 6", cuja probabilidade é 𝑃(𝐴) = , O evento complementar A' é "não tirar um 6".
6

1 5
Usando o teorema do evento complementar: 𝑃(𝐴′) = 1 − P (A) = 1 − =6
6

5
Portanto, a probabilidade de não tirar um 6 é
6

➢ Sorteio de Carta
Imagine que você tire uma carta de um baralho padrão de 52 cartas e queira saber a probabilidade de não tirar
4 1
um Ás. O evento A é "tirar um Ás", com uma probabilidade de 𝑃(𝐴′) = ou , já que há 4 Áses no baralho.
52 13

O evento complementar A' é "não tirar um Ás".

1 12 12
Então: 𝑃(𝐴′) = 1 − P (A) = 1 − = 13 . Assim, a probabilidade de não tirar um Ás é 13
13

➢ Chuva
Suponha que a previsão do tempo indique que há 20% de chance de chover amanhã. Aqui, o evento A é "vai
chover", com de 𝑃(𝐴) = 0,20. O evento complementar A' é "não vai chover".

Aplicando o teorema: 𝑃(𝐴′) = 1 − P (A) = 1 − 0,2 = 0,80 . Portanto, há 80% de chance de não chover
amanhã.

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96) Uma urna tem dez bolas vermelhas, três azuis e duas pretas. Qual é probabilidade de sortearmos uma
bola que não seja da cor vermelha?
a) 33,33%
b) 45,66%
c) 38,23%
d) 25,45%
Comentário:
Para aplicar o Teorema do Evento Complementar nesta questão, primeiro identificamos o evento de interesse
e seu complementar. O evento de interesse, neste caso, é sortear uma bola que não seja vermelha. O evento
complementar é, portanto, sortear uma bola vermelha.

A questão fornece as seguintes informações sobre a urna:


• Número total de bolas: 10 vermelhas + 3 azuis + 2 pretas = 15 bolas.
• Número de bolas vermelhas: 10.

A probabilidade de sortear uma bola vermelha (evento complementar) é dada por:

Número de bolas vermelhas 10


𝑃(𝑉𝑒𝑟𝑚𝑒𝑙ℎ𝑎) = =
Número total de bolas 15

Aplicando o Teorema do Evento Complementar, a probabilidade do evento de interesse (sortear uma bola que
10 2 1
não seja vermelha) é: 𝑃(𝑁ã𝑜 𝑉𝑒𝑟𝑚𝑒𝑙ℎ𝑎) = 1 − 𝑃 (𝑉𝑒𝑟𝑚𝑒𝑙ℎ𝑎) → 1 - =1- =
15 3 3

1
𝑃(𝑁ã𝑜 𝑉𝑒𝑟𝑚𝑒𝑙ℎ𝑎) 𝑥 100 = 𝑥 100% = 𝟑𝟑, 𝟑𝟑%
3
Gabarito: Letra A.

Complemento de União e Interseção

O princípio do Complemento de Eventos, expresso como P(A) = 1 − P(A), é aplicável mesmo quando o
evento A é uma combinação de vários eventos, abrangendo tanto a união quanto a interseção. Na união de eventos,
o complemento é visualizado na área cinza do diagrama apresentado. Conforme o princípio mencionado, a
probabilidade do complemento da união é expressa como: P (A ∪ B) = 1 – P (A ∪ B).

Por outro lado, o complemento da interseção é também representado por uma área cinza em um diagrama
distinto, com a probabilidade do complemento da interseção sendo: P (A ∩ B) = 1 − P (A ∩ B).

É fundamental notar as seguintes relações: A ∩ B = A ∪ B, portanto P (A∩B) = P (A ∪ B) =1 – P (A ∪ B)

Essencialmente, a interseção dos complementos de A e B é igual ao complemento da sua união. Isso pode
ser interpretado como a situação "nem A nem B", indicando a ausência de elementos de ambos A e B, ou seja, o
complemento da união.

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Para exemplificar, consideremos um sorteio de cartas de um baralho padrão de 52 cartas. Suponha que A
seja o conjunto de cartas de copas e B o conjunto de cartas de paus. A união desses eventos é A∪B, representando
todas as cartas de copas e paus. A probabilidade de:

n (A ∪ B) 26
𝑃(𝐴 ∪ 𝐵) = =
n (U) 52

A probabilidade de que nem A nem B ocorra, isto é, nem cartas de copas nem de paus, é calculada como:

26 26
P (A ∩ B) = 1 − P (A ∪ B) = 1 − =
52 52

A fórmula P(𝐴̅ ∪ 𝐵̅) = P(𝐴̅ ∩ 𝐵̅) = 1 – P(𝐴 ∩ 𝐵) descreve uma relação importante na teoria das probabilidades:
a união dos complementos de dois conjuntos é igual ao complemento da interseção desses conjuntos.

Para entender isso, imagine uma situação simples numa biblioteca. Suponha que temos dois tipos de livros:
romances (Conjunto A) e livros de ciência (Conjunto B). Alguns livros são ambos, romance e ciência, enquanto
outros são apenas um dos dois.

Agora, considere o seguinte:


• P(𝐴̅ ∪ 𝐵̅): A probabilidade de um livro escolhido ao acaso não ser nem romance nem ciência.

• P(𝐴̅ ∩ 𝐵̅): A probabilidade de um livro ser tudo, exceto romance e ciência ao mesmo tempo.

Esses dois são, na verdade, o mesmo evento descrito de maneiras diferentes. Se um livro não é romance
ou não é ciência, então ele não pode ser ambos. Portanto, a probabilidade de escolher um livro que não é nem
romance nem ciência (P(𝐴̅ ∪ 𝐵̅)) é igual à probabilidade de escolher um livro que não seja ao mesmo tempo
romance e ciência (P(𝐴̅ ∩ 𝐵̅)).

Agora, a parte 1 – P(𝐴 ∩ 𝐵) representa a probabilidade de não escolher um livro que seja ao mesmo tempo
romance e ciência. Novamente, isso é o mesmo que escolher um livro que não é romance ou não é ciência, que é
exatamente o que P(𝐴̅ ∪ 𝐵̅) e P(𝐴̅ ∩ 𝐵̅) representam.

Para um exemplo numérico, suponha que 30% dos livros são romances, 40% são de ciência, e 10% são
ambos. A probabilidade de escolher um livro que não é nem romance nem ciência é 1 – 10% = 90%. Isso é igual à
probabilidade de não escolher um livro que seja romance e ciência ao mesmo tempo.

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97) A probabilidade de que certo evento A ocorra é de 20%, a probabilidade de que o evento B ocorra é de
30% e a probabilidade de que A e B ocorram é de 10%. Assim, a probabilidade de que nem A nem B ocorra é
igual a:
a) 30%
b) 40%
c) 50%
d) 60%
e) 70%
Comentário:

Para resolver essa questão, podemos usar a fórmula da probabilidade da união de dois eventos, que é dada
por: P(A∪B) = P(A) + P(B) − P(A∩B)

Sabemos que: P(A) = 20% = 0,20 | P(B) = 30% = 0,30 | P(A∩B) = 10% = 0,10

Substituindo na fórmula: P(A∪B) = 0,20 + 0,30 − 0,10 = 0,40 ou 40%

A probabilidade de que nem A nem B ocorra é o complemento da probabilidade de que A ou B ocorra. Ou seja,
é 1 menos a probabilidade da união de A e B: P(nem A nem B) = 1 − P(A∪B) = 1 − 0,40 = 0,60 ou 60%.

Portanto, a resposta correta é a opção (d) 60%.

Gabarito: Letra D.

Probabilidade Condicional

A probabilidade condicional é um conceito fundamental na teoria das probabilidades, usado para calcular
a probabilidade de um evento, dado que outro evento já ocorreu. Isso é simbolizado como P(A∣B), que se lê como
"a probabilidade de A dado B". Aqui, P(A∣B) não é simplesmente a probabilidade de A, mas a probabilidade de A
ocorrer sob a condição de que B já aconteceu.

P (A ∩ B)
Fórmula Básica: 𝑃(𝐴|𝐵) =
P (B)

• P(A∩B) é a probabilidade de ambos os eventos A e B ocorrerem (a interseção de A e B).


• P(B) é a probabilidade do evento B.

Exemplos:

Suponha que existe um teste para uma doença que tem 99% de precisão. Isso significa que a probabilidade de um
teste positivo dado que a pessoa tem a doença é 99%, ou P(Teste Positivo ∣ Doença)=0,99. Entretanto, se apenas
1% da população tem a doença, a probabilidade de uma pessoa aleatória ter a doença, mesmo com um teste
positivo, pode ser muito menor.

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Lançamento de Dados:

Imagine que você tem um dado comum de seis lados e deseja saber a probabilidade de tirar um 4, dado que o
número que saiu é par. Aqui, temos P(4∣Número Par). Sabemos que há três números pares no dado (2, 4, 6), então
𝟑 𝟏
P (Número Par) = = .
𝟔 𝟐

𝟏
A interseção de obter um 4 e um número par é simplesmente a probabilidade de obter um 4, que é . Portanto,
𝟔
𝟏
𝟔 𝟏
P(4∣Número Par) = 𝟏 = .
𝟑
𝟐

98) As probabilidades de dois eventos A e B são P[A] = 0,5, P[B] = 0,8. A probabilidade condicional de A
ocorrer dado que B ocorre é P[A|B] = 0,6. Assim, a probabilidade de que A ou B ocorram é igual a
a) 0,56
b) 0,60
c) 0,76
d) 0,82
e) 0,94
Comentário:

Para calcular a probabilidade de A ou B ocorrerem, utilizamos a fórmula da probabilidade da união de dois


eventos: P(A∪B) = P(A) + P(B) − P(A∩B)

Sabemos que P(A) = 0,5 e P(B) = 0,8. Além disso, a probabilidade condicional de A dado B, P(A∣B), é 0,6. Essa
P (A ∩ B)
probabilidade condicional é definida como: P(A∣B) =
P (B)

Então, podemos rearranjar isso para encontrar P(A∩B): P(A∩B) = P(A∣B) × P(B) = 0,6 × 0,8 = 0,48.

Agora, substituímos esses valores na fórmula da união: P(A∪B) = 0,5 + 0,8 − 0,48 = 1,3 − 0,48 = 0,82.

Gabarito: Letra D.

Teorema da Multiplicação

O Teorema da Multiplicação, também conhecido como Regra do Produto, é um conceito fundamental em


probabilidade. Ele é usado para calcular a probabilidade da ocorrência conjunta de dois ou mais eventos
independentes.

O teorema afirma que a probabilidade de dois eventos, A e B, ocorrerem simultaneamente é o produto das
probabilidades individuais de cada evento, desde que os eventos sejam independentes. Em termos matemáticos,
é expresso como: P(A∩B) = P(A∣B) × P(B)

Este teorema é crucial porque permite calcular probabilidades complexas em situações onde os eventos
não interferem um no outro. Ele é a base para entender fenômenos que envolvem eventos independentes em
diversas áreas, como estatística, ciências, engenharia, economia, entre outras.

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Exemplo:

Imagine que temos duas urnas. A Urna A contém 5 bolas numeradas de 1 a 5, e a Urna B contém 3 bolas
numeradas de 1 a 3. Vamos calcular a probabilidade de sortear a bola número 1 da Urna A e, em seguida, sortear
a bola número 2 da Urna B.

Probabilidade de sortear a bola número 1 da Urna A (Evento A): Como existem 5 bolas na Urna A, e apenas uma
𝟏
delas é a bola número 1, a probabilidade de sortear esta bola é P(A) = .
𝟓

Probabilidade de sortear a bola número 2 da Urna B (Evento B): Similarmente, na Urna B, há 3 bolas, e apenas
𝟏
uma delas é a número 2. Portanto, a probabilidade de sortear a bola número 2 da Urna B é P(B) = .
𝟑

Como os eventos são independentes (o resultado do sorteio em uma urna não afeta o sorteio na outra), aplicamos
𝟏 𝟏 𝟏
o Teorema da Multiplicação: P(A∩B) = P(A) × P(B) = x = = 6,67%
𝟓 𝟑 𝟏𝟓

99) Ao operar em um turno de trabalho, uma linha de produção se interrompe totalmente se uma máquina
M1 falhar. Para diminuir o risco de interrupção, ligou-se ao sistema uma máquina M2 programada para
entrar imediatamente em funcionamento caso M1 falhe, fazendo com que o sistema prossiga. A
probabilidade de M1 falhar é de 1/20 e a probabilidade de M2 falhar é também de 1/20. A probabilidade de
que o sistema não se interrompa durante um turno de trabalho após a inclusão de M2 é de
a) 99,75%
b) 95%
c) 99%
d) 90,25%
e) 97,5%
Comentário:

A probabilidade de M1 falhar é 1/20

A probabilidade de M2 falhar é 1/20

A probabilidade de que o sistema não se interrompa é 1 - P(M1 falhar) * P(M2 falhar)

1 - (1/20 * 1/20) → 1- 1/400 → 1-0,0025 → 0,9975 → 99,75%

Gabarito: Letra A.

Independência de Três Eventos

A independência de três eventos, A, B e C, é um conceito importante em probabilidade. Três eventos são


ditos independentes se a ocorrência ou não ocorrência de qualquer um deles não afeta a probabilidade de
ocorrência dos outros. Para que três eventos sejam considerados independentes, eles devem satisfazer as seguintes
condições:

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➢ Cada par de eventos é independente. Isso significa que:


• A probabilidade de A dado B é igual à probabilidade de A: P(A|B) = P(A).
• A probabilidade de A dado C é igual à probabilidade de A: P(A|C) = P(A).
• O mesmo vale para os outros pares: P(B|A) = P(B), P(B|C) = P(B), P(C|A) = P(C), e P(C|B) = P(C).

➢ A probabilidade da interseção dos três eventos é igual ao produto de suas probabilidades individuais: P(A ∩
B ∩ C) = P(A) × P(B) × P(C).

Exemplo:

Suponha que você tenha três moedas diferentes: uma moeda regular, uma moeda de dois lados (ambos os
lados são caras), e uma moeda viciada (com 75% de chance de dar cara). Vamos chamar de A o evento "a moeda
regular dá cara", B o evento "a moeda de dois lados dá cara" e C o evento "a moeda viciada dá cara".

• P(A) = 1/2 (50% chance de a moeda regular dar cara).


• P(B) = 1 (100% chance de a moeda de dois lados dar cara).
• P(C) = 3/4 (75% chance de a moeda viciada dar cara).

Agora, verificamos a independência:

➢ Independência de cada par:


• P(A|B) é ainda 1/2, já que a moeda de dois lados não afeta a moeda regular.
• P(A|C) é 1/2, a moeda viciada não afeta a moeda regular, e assim por diante para os outros pares.

➢ Independência do trio: P(A ∩ B ∩ C) = P(A) × P(B) × P(C) = (1/2) × 1 × (3/4) = 3/8.

Neste exemplo, os eventos A, B e C são independentes, pois satisfazem as condições de independência tanto
em pares quanto como um trio.

100) Em uma prova de múltipla escolha de língua chinesa, cada uma das 5 questões tem 4 alternativas. A
probabilidade de uma pessoa acertar todas as questões, sem conhecer a língua, e escolhendo,
aleatoriamente, uma alternativa em cada questão, é
a) 1/1024
b) 1/512
c) 1/256
d) 1/20
e) 1/4
Comentário:
Para calcular a probabilidade de uma pessoa acertar todas as questões em uma prova de múltipla escolha, sem
conhecer a língua e escolhendo aleatoriamente uma alternativa em cada questão, é necessário multiplicar as
probabilidades de acerto de cada questão individualmente.

Dado que cada questão tem 4 alternativas, a probabilidade de acertar uma questão específica é de 1 em 4, ou
seja, 1/4. Como há 5 questões e as escolhas são feitas de forma independente, a probabilidade de acertar todas
1 1 𝟏
as questões é: ( )5 = =
4 4x4x4x4x4 𝟏𝟎𝟐𝟒

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Teorema da Probabilidade Total

O Teorema da Probabilidade Total é um conceito fundamental em probabilidade que é usado quando um


espaço amostral é dividido em vários eventos mutuamente exclusivos. Este teorema permite calcular a
probabilidade de um evento de interesse, considerando diferentes "caminhos" ou cenários que podem levar a esse
evento.

Suponha que tenhamos um espaço amostral dividido em n eventos mutuamente exclusivos e exaustivos
B1,B2,…,Bn (isto é, eles cobrem todo o espaço amostral e não se sobrepõem). Se queremos calcular a probabilidade
de um evento A, podemos usar o Teorema da Probabilidade Total, que é dado pela fórmula:

P(A) = P(A∣B1) x P(B1) + P(A∣B2) x P(B2) + … + P(A∣Bn) x P(Bn)

Isso significa que a probabilidade de A é a soma das probabilidades de A ocorrer dentro de cada um dos
eventos Bi multiplicadas pela probabilidade de cada Bi ocorrer.

Exemplo Prático

Suponha que você tenha uma caixa com duas divisórias: uma divisória contém 3 bolas vermelhas e 2 azuis, e a outra
contém 1 bola vermelha e 4 azuis. Se uma divisória é escolhida aleatoriamente e depois uma bola é escolhida dessa
divisória, qual é a probabilidade de escolher uma bola vermelha?

Solução:

Vamos definir os eventos:


𝟏
• B1: escolher a primeira divisória (probabilidade ).
𝟐

𝟏
• B2: escolher a segunda divisória (probabilidade ).
𝟐

• A: escolher uma bola vermelha.

Então, usando o teorema:


𝟑
• P(A∣B1) (probabilidade de escolher vermelho dado que a primeira divisória foi escolhida) é .
𝟓

𝟏
• P(A∣B2) (probabilidade de escolher vermelho dado que a segunda divisória foi escolhida) é .
𝟓

Aplicando o teorema:

P(A) = P(A∣B1) x P(B1) + P(A∣B2) x P(B2)

𝟑 𝟏 𝟏 𝟏
P(A)=( × ) + ( × ) =
𝟓 𝟐 𝟓 𝟐

𝟑 𝟏 𝟒
P(A)= + = 𝟏𝟎 = 𝟎, 𝟒𝟎.
𝟏𝟎 𝟏𝟎

Portanto, a probabilidade de escolher uma bola vermelha é 0,4 ou 40%.

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101) 10% das lâmpadas fabricadas pela empresa A queimam antes de 1000h de funcionamento. Das
fabricadas pela empresa B, 5% queima antes de 1000h de funcionamento. Das fabricadas pela empresa C,
1% queima antes de 1000h de funcionamento. Em uma grande loja de varejo, 20% das lâmpadas em estoque
são da marca A, 30% são da marca B e 50% são da marca C. Uma lâmpada é escolhida ao acaso do estoque
dessa loja.
A probabilidade de que ela não queime antes de 1000h de funcionamento é igual a.
a) 0,76
b) 0,84
c) 0,92
d) 0,96
e) 0,98
Comentário:
Para resolver esse problema, podemos usar o Teorema da Probabilidade Total. Primeiro, vamos definir os
eventos:
• BA: a lâmpada escolhida é da empresa A.
• BB: a lâmpada escolhida é da empresa B.
• BC: a lâmpada escolhida é da empresa C.
• A: a lâmpada não queima antes de 1000 horas de funcionamento.

As probabilidades dos eventos são:


• P(BA)=0,20 (20% das lâmpadas são da empresa A)
• P(BB)=0,30 (30% das lâmpadas são da empresa B)
• P(BC)=0,50 (50% das lâmpadas são da empresa C)

As probabilidades de uma lâmpada não queimar antes de 1000 horas, dada a empresa, são o complemento
das probabilidades de queimarem antes desse tempo:
• P(A∣BA) = 1−0,10 = 0,90 (10% de queimar antes de 1000 horas para a empresa A)
• P(A∣BB) = 1−0,05 = 0,95 (5% de queimar antes de 1000 horas para a empresa B)
• P(A∣BC) = 1−0,01 = 0,99 (1% de queimar antes de 1000 horas para a empresa C)

Aplicando o Teorema da Probabilidade Total: P(A) = P(A∣BA) x P(BA) + P(A∣BB) x P(BB) + P(A∣BC) x P(BC)

P(A)=0,90×0,20+0,95×0,30+0,99×0,50

P(A)=0,18+0,285+0,495

P(A)=0,96

Portanto, a probabilidade de que a lâmpada escolhida não queime antes de 1000 horas de funcionamento é
0,96, ou 96%. A resposta correta é a opção (d) 0,96.

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Teorema da Probabilidade Total

O Teorema de Bayes é um importante conceito na teoria das probabilidades que descreve a probabilidade
de um evento, baseado no conhecimento prévio de condições que podem estar relacionadas ao evento. Em termos
P (B|A) 𝑥 𝑃(𝐴)
matemáticos, ele pode ser expresso como: P(A∣B) = .
P (B)
Onde:
• P(A∣B) é a probabilidade de o evento A ocorrer dado que o evento B já ocorreu.
• P(B∣A) é a probabilidade de o evento B ocorrer dado que o evento A já ocorreu.
• P(A) e P(B) são as probabilidades dos eventos A e B ocorrerem independentemente.

Este teorema é particularmente útil em situações de diagnóstico, como em testes médicos, onde ele pode
ser usado para determinar a probabilidade de uma doença dado o resultado de um teste.

Exemplo Prático:

Suponha que exista uma doença que afeta 1% da população. Há um teste para essa doença que tem uma taxa de
verdadeiro positivo (quando a doença está presente, o teste dá positivo) de 99% e uma taxa de falso positivo
(quando a doença não está presente, o teste dá positivo) de 5%. Se uma pessoa é testada e o resultado é positivo,
qual é a probabilidade de ela realmente ter a doença?

Vamos definir os eventos:


• A: a pessoa tem a doença.
• B: o teste dá positivo.

Temos:
• P(A) = 0,01 (1% da população tem a doença)
• P(B∣A) = 0,99 (99% de chance do teste ser positivo se a pessoa tem a doença)
• P(B∣A) = 0,05 (5% de chance do teste ser positivo se a pessoa não tem a doença)

Precisamos encontrar P(A∣B), a probabilidade de a pessoa ter a doença dado que o teste é positivo.

Primeiro, encontramos P(B), a probabilidade de o teste ser positivo. Isso é a soma das probabilidades de um
verdadeiro positivo e de um falso positivo: P(B) = P (B∣A) x P(A) + P(B∣A) x P(A)

P(B) = 0,99 × 0,01 + 0,05 × 0,99

P(B) = 0,0099 + 0,0495 = 0,0594

P (B|A) 𝑥 𝑃(𝐴)
Agora, aplicamos o Teorema de Bayes: P(A∣B) = .
P (B)

0,99 x 0,01
P(A∣B) = . → 0,166
0,0594

Portanto, mesmo com um teste positivo, a probabilidade de a pessoa realmente ter a doença é de
aproximadamente 16,6%. Este exemplo ilustra como o Teorema de Bayes pode ser utilizado para reavaliar
probabilidades à luz de novas informações.

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102) Uma cidade sede do interior possui três varas trabalhistas. A 1ª Vara comporta 50% das ações
trabalhistas, a 2ª Vara comporta 30% e a 3ª Vara as 20% restantes. As porcentagens de ações trabalhistas
oriundas da atividade agropecuária são 3%, 4% e 5% para a 1ª, 2ª e 3ª Varas, respectivamente. Escolhe-se
uma ação trabalhista aleatoriamente e constata-se ser originária da atividade agropecuária. A probabilidade
dessa ação ser da 1ª Vara trabalhista é, aproximadamente:
a) 0,5312.
b) 0,3332.
c) 0,1241.
d) 0,4909.
e) 0,4054.
Comentário:

Para resolver essa questão, podemos utilizar o Teorema de Bayes. Primeiro, vamos definir os eventos:
• A1: a ação é da 1ª Vara.
• A2: a ação é da 2ª Vara.
• A3: a ação é da 3ª Vara.
• B: a ação é originária da atividade agropecuária.

As probabilidades dadas são:


• P(A1) = 50% ou 0,50 (probabilidade de uma ação ser da 1ª Vara).
• P(A2) = 30% ou 0,30 (probabilidade de uma ação ser da 2ª Vara).
• P(A3) = 20% ou 0,20 (probabilidade de uma ação ser da 3ª Vara).
• P(B|A1) = 3% ou 0,03 (probabilidade de uma ação da 1ª Vara ser da agropecuária).
• P(B|A2) = 4% ou 0,04 (probabilidade de uma ação da 2ª Vara ser da agropecuária).
• P(B|A3) = 5% ou 0,05 (probabilidade de uma ação da 3ª Vara ser da agropecuária).

O que queremos calcular é P(A1|B), a probabilidade de uma ação ser da 1ª Vara dado que é originária da
atividade agropecuária.

Primeiro, encontramos P(B), a probabilidade de uma ação ser da agropecuária, independentemente da Vara:
P(B) = P(B∣A1) x P(A1) + P(B∣A2) x P(A2) + P(B∣A3) x P(A3)

P(B)=0,03×0,50+0,04×0,30+0,05×0,20

P(B)=0,015+0,012+0,01=0,037

P (B|A) 𝑥 𝑃(𝐴)
Agora, aplicamos o Teorema de Bayes para calcular P(A1|B): P(A1∣B) =
P (B)

0,03 𝑥 0,50
P(A1∣B) = = 0,4054
0,037

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