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Enunciados da PGE-RJ sobre Licitações

Os enunciados da Procuradoria Geral do Estado abordam diversas diretrizes sobre licitações e contratações públicas, incluindo a qualificação técnica dos licitantes, a possibilidade de parcerias com organizações civis, e as condições para prorrogação de contratos. Destacam a importância da motivação técnica nas exigências de qualificação, a utilização de acordos de níveis de serviço e a necessidade de audiência pública em contratações de alto valor. Além disso, enfatizam a observância das leis pertinentes e a manutenção das condições de habilitação durante a celebração de termos aditivos.

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Enunciados da PGE-RJ sobre Licitações

Os enunciados da Procuradoria Geral do Estado abordam diversas diretrizes sobre licitações e contratações públicas, incluindo a qualificação técnica dos licitantes, a possibilidade de parcerias com organizações civis, e as condições para prorrogação de contratos. Destacam a importância da motivação técnica nas exigências de qualificação, a utilização de acordos de níveis de serviço e a necessidade de audiência pública em contratações de alto valor. Além disso, enfatizam a observância das leis pertinentes e a manutenção das condições de habilitação durante a celebração de termos aditivos.

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Enunciados

ENUNCIADOS DA PROCURADORIA GERAL DO ESTADO

Enunciado nº 39 -.PGE:
1. As exigências de quali cação técnica têm por objetivo veri car, pela análise de sua experiência
pretérita, se o licitante possui condições técnicas para executar a contento o objeto do certame, evitando
que o Poder Público contrate com pessoas desquali cadas.
2. Tais exigências: (i) devem ser formuladas à luz do disposto no art. 37, inciso XXI, da Constituição
Federal, limitando-se àquelas que sejam indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações
contratuais, em conformidade com os parâmetros estabelecidos pelo art. 30 da Lei n. 8.666/93; (ii)
devem ser compatíveis com a complexidade do objeto licitado; (iii) exigem prévia motivação técnica
quanto à sua necessidade, su ciência e pertinência dos parâmetros xados, para não restringir a
competitividade e assegurar a plena concorrência entre os participantes.
3. A quali cação técnica inclui tanto a capacidade técnico-operacional, que é relacionada à sociedade
empresária, quanto a capacidade técnico-pro ssional, concernente a sua equipe técnica e/ou
responsável técnico.
4. Um único atestado técnico é su ciente para a demonstração da experiência anterior do licitante em
relação à execução do objeto licitado, sendo possível o somatório de atestados de períodos
concomitantes para comprovar a sua capacidade técnica.
5. A capacidade técnico-operacional não deve ser aferida mediante o estabelecimento de percentuais
mínimos que estejam acima de 50% em relação aos quantitativos dos itens de maior relevância.
6. A comprovação do desempenho anterior do pro ssional envolvido na contratação se dá por meio de
atestado de capacidade técnica, na forma do art. 30, § 1º, inciso I, da Lei 8.666/93.
7. A identi cação e a especi cação das atribuições a serem desempenhadas pela equipe técnica e/ou
pelo pro ssional responsável pelo objeto da contratação devem estar previstas no edital e no contrato,
em especial em se tratando de serviço técnico pro ssional especializado, cando a contratada obrigada a
garantir que os referidos integrantes executem pessoal e diretamente o objeto do contrato.
(Pareceres nºs 01/02-FAG, 06/05-FAG 01/08-FAG, 14/08-FAG, 26/08-FAG, 01/09-FAG, 02/09-FAG 07/11-FAG
28/2012-APCBCA/PG-15, ASJUR/TRANSPORTES nº 01/2013-RCC, 02/2014-JVM/PG-15, 20/HGA/2015/PG-15,
10/2015-FMBM/PG-15, 14/2015-FMBM/PG-15, 02/DAMFA-PG-15/2016, 10/DAMFA-PG-15/2016, 2/2017-
APCBCA/PG-15, 3/2017-APCBCA/PG-15)
Publicado: DO I, de 11 de janeiro de 2018 Pág. 30

Enunciado nº 38 - PGE:
1. O advento da Lei nº 13.019/2014, que cuida das parcerias entre a Administração Pública e as
organizações da sociedade civil, em regime de mútua cooperação, para a consecução de nalidade de
interesse público e recíproco, não afasta a possibilidade de que sejam celebradas outras parcerias com
particulares, com vistas ao atendimento a outros interesses públicos, com base no art. 116 da Lei nº
8.666/1993, quando não houver disciplina legal especial aplicável à parceria que se pretende rmar.
2. Neste caso, podem ser adotadas para o instrumento a ser rmado outras nomenclaturas que não
previstas pela Lei nº 13.019/2014, como, por exemplo “termo de cooperação”.
3. Por força do disposto no art. 84-A da Lei nº 13.019/2014, a utilização do termo “convênio” é indicada
para denominar os ajustes rmados entre os entes federados ou pessoas jurídicas a eles vinculadas ou
com entidades lantrópicas e sem ns lucrativos que participam de forma complementar do sistema de
saúde, na forma do art. 199, §1º da Constituição da República.
(Ref. Pareceres nºs 18/DAMFA-PG-15/2016, 7/2016-APCBCA/PG-15; 13/2016-RAT/PG-15, 14/2016-
APCBCA/PG-15; 1/DAMFA-PG-15/2017 e 21/2017-RAT/PG-15 e Promoções nºs 5/2016-FMBM/PG-15 e
1/2017-APCBCA)
Publicado: DO I, de 22/12/2017 Pág. 38

Enunciado nº 37 - PGE:
(i) o servidor estadual efetivo, estável ou não, faz jus ao afastamento remunerado de suas funções para a
realização de curso de formação relativo a concurso público, com base no artigo 11, X, do DL 220/75 e no
art. 79, XIV, do Decreto Estadual nº 2.479/79;
(ii) o período de estágio probatório cará suspenso enquanto perdurar o afastamento;
(iii) é vedada a percepção cumulativa da remuneração do cargo em que investido o servidor e a bolsa-
auxílio paga por força da participação em curso de formação, razão pela qual deve o servidor optar por
receber apenas uma delas, salvo se houver disposição diversa em estatuto próprio;
(iv) o afastamento somente se aplica às hipóteses em que o curso de formação seja previsto, no Edital,
como etapa do concurso; e
(v) deve ser publicada a concessão do afastamento, com ou sem remuneração, conforme seja a opção do
servidor, observando-se, no que couber, a Resolução SEPLAG 109/2008.
(Ref. Visto AJPA à Promoção ASJUR/SEPLAG nº 7/2015-RFG; Promoção s/nº/16-AJPA, de 25 de janeiro de
2016).
Publicado: DO I, 24 de julho de 2017 Pág. 14

Enunciado nº 36 - PGE:
Poderá ser adotada a modalidade pregão para os serviços de engenharia, como a manutenção de ar
condicionado e elevador, desde que estes sejam considerados comuns, nos termos do parágrafo único,
do art. 1º, da Lei nº 10.520, de 2002.
(Ref. Pareceres s/nº PSP-ASA, de 22 de janeiro de 2007; 01/09-FAG/PG15; 08/HGA/PG-15/09; 09/2009-
DBL/PG-15; 23/2009-SMG/PG-15; 21/HGA/PG-15/10; 8/2011-APCBCA/PG-15 e 31/DAMFA-PG-15/2015)
Publicado: DO I, 09 de junho de 2017 Pág. 26

Enunciado nº 35 - PGE:
Deverá ser realizada audiência pública previamente à licitação quando o valor estimado da contratação,
ou do conjunto de licitações simultâneas ou sucessivas, superar 100 (cem) vezes o limite previsto no art.
23, inciso I, alínea c, da Lei nº 8.666, de 1993, nos termos do art. 39, mesmo em se tratando de pregão ou
de registro de preços.
(Ref.: Parecer nº 76/09-PHDMP, 36/DAMFA/PG-15/2015 e 8/2016-RAT/PG-15)
Publicado: DO I, 11 de novembro de 2016 Pág 23

Enunciado nº 34 - PGE:
1 – O Acordo de Níveis de Serviço – ANS é o instrumento de veri cação dos padrões mínimos de
qualidade e e ciência dos serviços prestados pelo Contratado, de forma a permitir à Administração
Pública a scalização e a supervisão dos serviços na execução dos contratos.
2 – O ANS integra o instrumento convocatório e o contrato, podendo ser previsto no Termo de
Referência.
3 – O ANS deve prever metas e critérios objetivos de aferição e mensuração dos resultados, quantidade e
qualidade da prestação dos serviços, de forma clara e concreta, contendo, especialmente, os indicadores
e os instrumentos de medição que serão adotados.
4- Em razão do não atendimento às metas e critérios de nidos no ANS, o valor da remuneração do
Contratado poderá sofrer deduções, devendo ser proporcional à aferição realizada, independentemente
da aplicação das penalidades administrativas, decorrentes da inexecução parcial ou total dos serviços
contratados.
(Ref. Pareceres nºs. 28/2012 – APCBCA; 43/2014- HGA; 13/2015 – RCG; 28/2015 – RCG; 33/2015 –
RCG;47/2015 – HGA).
Publicado: DO I, 04 de maio de 2016 Pág 22.

Enunciado nº 33 - PGE:
1. As contratações públicas estaduais de bens, serviços e obras destinadas exclusivamente à participação
de microempresas, empresas de pequeno porte, empresários individuais e cooperativas deverão
obedecer aos artigos 47 a 49 da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, com as
alterações promovidas pela Lei Complementar nº 147, de 7 de agosto de 2014, e pelo Decreto Estadual
nº 42.063, de 06 de outubro de 2009.
2. Poderão participar das licitações exclusivas a que se refere o item 1 as microempresas, empresas de
pequeno porte, empresários individuais e cooperativas, na forma do art. 3º da Lei Complementar nº 123,
de 14 de dezembro de 2006 c/c art. 34, da Lei nº 11.488, de 15 de junho de 2007.
3. Os seguintes pressupostos deverão ser observados, cumulativamente, na fase interna dessas
licitações, consoante os arts. 48, inciso I c/c 49, incisos II e III da Lei Complementar nº 123, de 2006 e arts.
6º e 9º do Decreto Estadual nº 42.063, de 2009:
a) valor estimado de cada item de contratação não superior a R$ 80.000,00 (oitenta mil reais);
b) constatação de haver, pelo menos, 3 (três) fornecedores, presumíveis competidores, bene ciários
deste regime sediados local ou regionalmente e capazes de cumprir as exigências estabelecidas no
instrumento convocatório;
c) veri cação da vantajosidade para a Administração Pública Estadual, que deve ser aferida pelo valor
estabelecido como referência da contratação, ou seja, pela pesquisa de preços;
d) não representar prejuízo ao conjunto ou complexo do objeto a ser contratado;
e) atingimento dos objetivos xados pelo art. 1º, do Decreto nº 42.063, de 2009, sendo esta uma
presunção relativa, que poderá ser refutada por justi cativa formalmente apresentada pelo órgão
responsável pela contratação.
(Pareceres nºs 24/11-FAAR-PG-15, 2/2012-APCBCA/PG-15, 4/2012-APCBCA/PG-15, 12/2012-CCM/PG-15,
29-A/12-DBL/PG-15, 21/2012-APCBCA/PG-15, 4/2013-JPMN/PG-15, 17/HGA/2015/PG-15, 27/HGA/PG-
15/2015, 42/HGA/PG-15/2015, 33/2015-RCG/PG-15 e 46/HGA/2015/PG-15)
Publicado: DO I, 11 de novembro de 2016 Págs 23 e 24

Enunciado nº 32 - PGE:
1 - A prorrogação excepcional de que trata o art. 57, § 4º, da Lei nº 8.666/93 somente se aplica aos
contratos que tenham por objeto a prestação de serviços contínuos.
2 - A prorrogação com fundamento no § 4º do art. 57 da Lei nº 8.666/93 deve ser autorizada pela maior
autoridade do órgão.
3 - O limite máximo de prorrogação autorizada pela Lei nº 8.666/93 é de até 12 (doze) meses, podendo
ser efetivada por prazo menor em razão das especi cidades do caso concreto.
4 - Esta espécie de prorrogação só poderá ser efetivada se constatada a excepcionalidade da situação e a
imprescindibilidade da manutenção do serviço contínuo, cuja avaliação é matéria de índole discricionária
do administrador.
5 - O administrador deve apresentar a devida justi cativa.
6 - Dada a imprevisibilidade da situação que enseja a prorrogação do prazo nestas circunstâncias, é
dispensável que o edital e/ou o contrato tenham previsto tal hipótese.
7 - A justi cativa da prorrogação deve abranger a análise da adequação do preço a ser pago pela
Administração, devendo este ser vantajoso, diante da aplicação analógica do art. 57, inciso II, da Lei nº
8.666/93.
(Ref. Pareceres nº 13/2006 – MJVS, nº 15/2007 – FAG, nº 18/2007 – FAG, nº 10/2008 – FAG, nº 18/2008 –
CCM e nº 10/2011 – APCBCA e Promoção nº 04/2014 – APCBCA)
Publicado: DO I, 28 de outubro de 2015 Pág 26.

Enunciado nº 31 - PGE:
1. O Credenciamento pode ser utilizado quando a Administração pretender contratar com mais de uma
pessoa sem exclusividade, na hipótese de haver pluralidade de contratados ou quando o objeto envolver
quantidade muito elevada de unidades que não possa ser atendida por um pro ssional, isoladamente.
2. O credenciamento se enquadra em hipótese de inexigibilidade de licitação, por contratação de todos,
com fundamento no art. 25, caput, da Lei nº 8.666/93.
3. O credenciamento deverá ser precedido de edição de regulamento, similar ao edital, com ampla
observância do princípio da publicidade.
(Pareceres nº 05/97-MJVS, 10/00-JLFOL/PSP, 08/02-PHSC, 06/06-FAG, 08/2010-FDCB, 10/11-ETR e 20/11-
APCBCA)
Publicado: DO I, 29 de janeiro de 2015 Pág 22.

Enunciado n.º 30 – PGE:


As minutas de contrato elaboradas por empresas prestadoras de serviço público, cuja natureza se
assemelha aos contratos de adesão, a exemplo da Empresa de Correios e Telégrafos – ECT, podem ser
adotadas pelo Estado ou suas Entidades quando usuários desses serviços, ainda que tais minutas não
estejam em estrita conformidade com as minutas-padrão aprovadas pela Procuradoria Geral do Estado.
A eventual aplicação de cláusula abusiva ou ilegal sempre poderá ser judicialmente contestada a
posteriori.
(Ref. Pareceres nºs 18/91-MFV, 03/95-SBTP, 14/96-MJVS, 17/08-FAG, 17/08-SMG, 28/08-CCM, 10/10-DBL,
10/11-DBL e Promoção nº 08/09-HBR)
Publicado: DO I, 25 de outubro de 2013. Pág. 30.
Enunciado n.º 29 – PGE:
Nas celebrações de termo aditivo de contrato, de qualquer natureza, deverá ser exigida a comprovação
da manutenção das condições de habilitação do contratado, na forma do art. 55, inciso XIII, da Lei nº
8.666/93.
Publicado: DO I, de 09/10/2013 Pág. 22.

Enunciado nº 28 - PGE:
1 - O Decreto da Che a do Poder Executivo que reconhece a existência de situação de necessidade
temporária de excepcional interesse público e autoriza a celebração de contratos temporários (art. 37, IX,
CRFB e Lei Estadual nº 6.901, de 2014) determina um período de tempo máximo (limitado pelo art. 5º,
caput, da Lei estadual) dentro do qual tais contratos temporários poderão viger.
2 - O termo inicial do período de tempo máximo dentro do qual tais contratos temporários poderão viger
se distingue em razão do momento em que foram celebrados.
2.1 - Tratando-se de contrato temporário rmado após a edição da Lei nº 6.901/2014, o prazo conta-se
da data da publicação da homologação do resultado nal do processo seletivo simpli cado.
2.2 - Quando o contrato temporário tiver sido celebrado antes da edição da Lei nº 6.901/2014, o prazo
inicial é contado da data da celebração do primeiro contrato temporário, desde que efetivada em prazo
curto e razoável após a edição do Decreto. A celebração do primeiro contrato temporário determina,
ainda, o termo nal comum a todos os demais, mesmo que tenham sido celebrados em momento
posterior.
3 - A prorrogação dos contratos temporários celebrados (§ 2º, do art. 5º, da Lei Estadual), ainda que
prevista tal possibilidade, em tese, no Decreto inaugural da Che a do Poder Executivo, sempre demanda
a demonstração pormenorizada da manutenção da situação de necessidade temporária de excepcional
interesse público que os originou, bem ainda autorização prévia do Governador do Estado no bojo do
processo administrativo especí co para tanto e a celebração de termo aditivo para cada contrato.
4 - Qualquer ampliação do prazo máximo dos contratos temporários em curso depende de prévia
alteração do Decreto autorizativo inaugural da Che a do Poder Executivo e demonstração da
imprescindibilidade do redimensionamento da situação de necessidade temporária de excepcional
interesse público.
5 - Na forma do art. 13 da Lei nº 6.901, de 2014, os contratos temporários celebrados antes da sua edição
poderão ter seus prazos prorrogados até os previstos pelos respectivos decretos autorizativos, não
podendo superar o prazo global de 5 (cinco) anos, contado na forma do item 2.2.
(Ref. Pareceres nº 362/09-ERMP, 03/11-DAMFA, 1-A/2015-RCG/PG-02 e 03/2015-FMP/SECTI).
Publicado: DO I, de 18/09/2013 Pág. 16
Publicado: DO I, de 19/08/2016 Pág. 46 – Alteração na redação.

Enunciado nº 27-PGE:

1. O Sistema de Registro de Preços deve ser utilizado, sempre que possível, na contratação de bens e
serviços, quando esta ocorrer com frequência (art. 15, II, da Lei nº 8.666/93) ou nas hipóteses do art. 3º
do Decreto Estadual nº 44.857/14.
2. Devem os órgãos participantes observar os seguintes parâmetros:
(i) constatação da vigência da Ata de Registro de Preços;
(ii) realização de prévia pesquisa de mercado para aquilatar se os preços registrados continuam sendo
vantajosos, podendo a atualidade do preço registrado ser validada quando os extratos da ata tiverem
sido publicados há menos de três meses ou se o órgão gerenciador houver promovido a atualização
trimestral dos preços;
(iii) caso a pesquisa de mercado aponte para valores menores do que o registrado em ata de registro de
preços, o órgão gerenciador deverá ser comunicado formalmente, para ns de negociação com o
fornecedor registrado;
(iv) constatação da existência de crédito orçamentário para fazer face às despesas no exercício e
respectiva autorização da reserva pela autoridade competente;
3. O prazo de vigência da ata de registro de preços não poderá ultrapassar um ano, computadas neste as
eventuais prorrogações. 4. O contrato administrativo decorrente de registro de preços deve ser
formalizado dentro do prazo de validade da respectiva Ata, sujeitando-se, a partir de então, à disciplina
da Lei Federal nº 8.666/93, em especial o art. 57, no que se refere ao prazo de vigência e eventuais
prorrogações.
5. Tratando-se de contratação realizada na condição de órgão aderente à Ata de Registro de Preços, além
da justi cativa da contratação, as seguintes condições deverão ser atendidas:
(i) cotejo entre a necessidade da contratação e o objeto registrado em ata;
(ii) comprovação da vantagem da adesão por meio da realização de pesquisa de mercado;
(iii) anuência da contratação pelo órgão gerenciador;
(iv) aceitação da contratação pelo fornecedor;
(v) manutenção das condições estabelecidas no edital, no contrato ou no Termo de Referência, que não
podem ser alteradas pelo órgão aderente;
(vi) observância do limite de 100% dos quantitativos dos itens do instrumento convocatório e registrados
na Ata de Registro de Preços;
(vii) prazo de 90 dias para se efetivar a aquisição ou contratação solicitada, observando-se o prazo de
vigência da ata;
(viii) comunicação prévia à SEPLAG e ao gerenciador da respectiva família de materiais ou serviços.
(Pareceres nºs 10/99-FAG; 09/10-HBR; 37-11-DBL; 4/11-DBL; 09/08-FAG, 020/08-HGA, 04/09-CCM, 028/10-
HGA; 031/10-HGA; 36/11-DBL/PG-15; 27/2012-APCBCA/PG-15; 14/DAMFA-PG-15/2015; 36/2015-RCG/PG-
15; 13/2016-APCBCA/PG-15; 20/HGA/PG-15/2016; 24/HGA/PG-15/2016; 16/2016-FMBM/PG-15; 4/2017-
RAT/PG-15; 16/2017-RAT/PG-15; 25/DAMFA-PG-15/2017 e 26/DAMFA-PG-15/2017)
Publicado: DO I, de 13/08/2012 Pág. 17
Publicado: DO I, de 22 /12/2017 Pág. 38 – Alteração na redação.

Enunciado nº 26 – PGE:
“É obrigatória a justi cativa de preço nas hipóteses de inexigibilidade de licitação, que poderá ser
realizada mediante a comparação da proposta apresentada com os preços de mercado praticados pela
futura Contratada em outros contratos cujo objeto seja semelhante ao que se pretende contratar. (ref.
Pareceres FAG nº 22/2005 e 08/2008, ARSJ, SMG nº 27/2009 e JLFOL nº 06/2000)”.
Publicado: DO I, de 18/10/2011 Pág. 16

Enunciado n.º 25-PGE:


REVOGADO PELA RESOLUÇÃO PGE Nº 4.108/2017
Publicado: DO 20/07/2017 Pág. 41

Enunciado n.º 24-PGE:


É permitida a doação de bens móveis do Estado a pessoa jurídica de direito público interno integrante da
administração estadual, desde que, cumulativamente: (a) os bens sejam destinados ao serviço próprio
daquele órgão; (b) os bens sejam previamente avaliados; (c) seja avaliada a oportunidade e conveniência
sócio-econômica da doação relativamente à escolha de outra forma de alienação; e, (d) seja obtida prévia
autorização do Chefe do Poder Executivo Estadual.
Publicado: DO 24/02/2010 Pág. 13

Enunciado n.º 23-PGE:


Contrata-se por inexigibilidade de licitação com fundamento no art. 25, caput, da Lei nº 8.666/93,
conferencistas para ministrar cursos para treinamento e aperfeiçoamento de pessoal, ou a inscrição em
cursos abertos, desde que caracterizada a singularidade do objeto e justi cado o preço, por meio da
demonstração de que o preço a ser pago é o mesmo que a instituição cobra dos demais interessados
para a realização do curso, além dos demais requisitos previstos no art. 26, parágrafo único, da Lei n.º
8.666/93.
Publicado: DO I, de 30/09/09. Pág. 13
Publicado: DO I, de 25/08/17. Pág. 17 – Alteração na redação

Enunciado n.º 22-PGE:


Os contratos de locação de imóveis, nos quais a Administração Pública gure como locatária, podem ser
prorrogados por prazo indeterminado, nos termos do art. 56, parágrafo único, da Lei nº 8.245/91.
Os contratos de locação de vagas de garagem para estacionamento de veículos são regidos pelos arts.
565 a 578 do Código Civil, conforme estabelece o art. 1°, parágrafo único, a, item 2 da Lei n° 8.245/91,
podendo também ser prorrogados por prazo indeterminado.
Publicado: DO I, de 16/05/2016 Pág. 18

Enunciado n.º 21-PGE:


REVOGADO PELA RESOLUÇÃO PGE Nº 3.612/2014
Publicado: DO 08/08/2014 Pág. 23

Enunciado n.º 20 -PGE:


1. A emergência, a ensejar dispensa de licitação, é um conceito jurídico indeterminado a ser valorado
pelo administrador diante das especi cidades do caso concreto, observados, em especial, os princípios
da razoabilidade, moralidade e e ciência.
2. A emergência decorrente da falta de planejamento, incúria ou desídia do agente público não exclui a
incidência do art. 24, inciso IV, da Lei n.° 8.666/93, mas deve ser objeto de rigorosa apuração com vistas à
identi cação dos responsáveis e aplicação das sanções cabíveis.
3. A contratação direta (art. 24, inciso IV, da Lei n .° 8.666/93) deve ser efetivada somente para a
aquisição de bens e serviços estritamente necessários ao saneamento da situação emergencial, cabendo
à autoridade administrativa iniciar imediatamente o procedimento licitatório, adotando as providências
necessárias à regularização da contratação.
4. O prazo do contrato emergencial deve ser dimensionado considerando apenas o tempo necessário
para sanar a situação de urgência, limitado este a 180 (cento e oitenta) dias.
5. Se a situação emergencial persistir ao nal do contrato e ante a vedação da prorrogação, a solução é a
formalização de nova contratação com base no art. 24, inciso IV, da Lei n.° 8.666/93, desde que,
justi cadamente, não seja possível realizar uma licitação durante o período ou adotar as providências
necessárias à regularização da contratação”.
Publicado: DO 07/05/2009 Pág. 21

Enunciado n.º 19-PGE:


A competência para assinar os editais de licitação é do autorizador de despesa, conforme previsto no art.
82 da Lei n.º 287 de 04.12.1979, podendo essa atribuição ser delegada apenas para os ordenadores de
despesa.
Publicado: DO 13/12/2007 Pág. 20

Enunciado n.º 18-PGE:


Além dos requisitos previstos no art. 26, parágrafo único da Lei nº 8.666/93, nas situações de contratação
direta é indispensável: a) a manifestação das Assessorias Jurídicas, não exigível nas hipóteses do art. 24,
incisos I e II; e b) o atendimento dos requisitos de habilitação pelas empresas contratadas.
Publicado: DO 06/02/2007 Pág. 20
Publicado: DO 25/04/2008 Pág. 13 - Alteração na redação

Enunciado n.º 17-PGE:


Na contratação direta com fundamento no art. 24, I e II, da Lei n° 8.666/93 deve ser realizada prévia
pesquisa de mercado, bem como ser considerado todo o exercício nanceiro.
Publicado: DO 06/02/2007 Pág. 20

Enunciado n.º 16-PGE:


A inclusão de cláusula em edital de concurso público, que proíba a concessão de isenção no pagamento
da taxa de inscrição, viola o art. 72, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição
do Estado do Rio de Janeiro.
Publicado: DO 30/01/2007 Pág. 26

Enunciado n.º 15-PGE:


É vedada a realização de concurso interno no âmbito da Administração Pública, seja direta ou indireta,
com o objetivo de enquadramento de servidor em cargo diverso daquele para o qual foi nomeado, sob
pena de afronta ao art. 37, II, da Constituição Federal, podendo acarretar a responsabilização da
autoridade, nos termos do parágrafo segundo do referido dispositivo constitucional.
Publicado: DO 30/01/2007 Pág. 26

Enunciado n.º 14-PGE:


1. O reajustamento de preços - seja no sentido genérico ou no restrito, denominado no âmbito federal
de repactuação — tem por objetivo recompor o valor da proposta do contratado, em razão do impacto
da in ação nos preços dos custos que a integra.
2. A partir do exame do objeto da licitação poderá ser avaliado qual será o critério de reajuste: (i)
aplicação de um indicador in acionário (por exemplo, o IPCA do IBGE) ou (ii) variação dos custos
veri cados a partir de um acordo, convenção ou dissídio coletivo de trabalho.
3. Quando se tratar de reajuste em sentido genérico, o índice previsto no edital e no contrato
administrativo deve ser setorial, re etindo a variação dos custos e insumos daquele segmento especí co.
3.1 Somente é admissível a adoção de um índice geral quando inexistir índice setorial.
4. O prazo de 12 (doze) meses para início do cômputo do reajuste começa a contar da data da
apresentação da proposta ou do orçamento a que esta se referir, consoante expressamente previsto no
art. 40, XI da Lei n° 8.666, de 21.06.93 e na Lei n° 10.192, de 14.02.2001.
4.1 A anualidade do reajuste se conta a partir desses marcos temporais e não da assinatura do contrato
ou do requerimento do contratado.
4.2 Tendo sido xado o termo inicial da contagem do reajuste, conforme previsão no edital e no
contrato, 12 (doze) meses depois, o contratado tem direito a sua concessão, passando, a partir de então,
a ser xada a data do seu aniversário.
5. Nos contratos de prestação de serviços onde haja alocação de mão de obra com exclusividade para
determinado contrato, ou seja, quando se tratar de mão de obra residente, o termo inicial da contagem
do reajuste deve corresponder à data do acordo, convenção ou dissídio coletivo de trabalho, vigente à
época da apresentação da proposta de licitação.
5.1 Nestes contratos, os preços dos demais insumos que não se relacionam com a mão de obra devem
ser reajustados segundo o índice in acionário previsto no contrato, tendo como termo a quo a data da
apresentação da proposta ou do orçamento a que esta se re ra.
5.2 Nas contratações que envolvam mão de obra é possível considerar dois marcos iniciais para reajuste,
cuja explicitação deve estar expressa no edital e no contrato: (i) a data da celebração do acordo ou
convenção coletiva ou da prolação da decisão no dissídio para o reajuste das despesas relativas à mão
de obra e (ii) a data da apresentação da proposta ou do orçamento a que esta se re ra para o reajuste,
no caso dos demais insumos.
6. Não é cabível o reajuste se não há previsão expressa no edital e no contrato administrativo.
6.1 A ausência de previsão em edital e contrato de cláusula de reajuste em razão de acordo, convenção
ou dissídio coletivo de trabalho nos contratos de prestação de serviço com mão de obra residente
impede a sua aplicação.
7. Qualquer retroatividade dos efeitos ao reajuste é descabida se não for observada estritamente a
de nição pelo edital e contrato.
(Pareceres n° 04/96-VCP; 08/97-JAF; 18/98-JAV; 21/98-JETB; 01/99-RMS; 64/01-JAV; 10/02-JAV; 32/03-RMS;
03/03-FAG; 01/04-CCM; 01/05-FAG; 8/2008-CGRYN–SEEDUC; 02/2010-FAG; 01/2013-APCBCA;
PGE/PSP/FBM-7/2013; 08/2015-APCBCA e 01/FMP-SECTI/2015)
Publicado: DO I, de 12/05/2016 Pág. 37.

Enunciado n.º 13-PGE:


A permissão de uso de bem público é, no âmbito da Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro,
equiparada aos contratos administrativos e, portanto, deve ser precedida, em regra, de prévio
procedimento licitatório, a m de que sejam atendidos os princípios constitucionais da impessoalidade,
da moralidade, da e ciência e da economicidade.
Publicado: DO 12/08/2005 Pág. 12

Enunciado n.º 12-PGE:


É indevida a contribuição sindical compulsória exigida dos servidores públicos estatutários do Estado
pela Confederação dos Servidores Públicos do Brasil-CSPB.
Publicado: DO 10/03/2005 Pág. 08

Enunciado n.º 11 – PGE:


Para a aquisição de bens e serviços de informática já padronizados no mercado, poderá a Administração
Pública Estadual adotar a licitação do tipo menor preço, tendo em vista que o art. 45, parágrafo 4.º, da Lei
n.º 8.666/93 não se enquadra no conceito de norma geral
Publicado: DO 18/11/2004 Pág. 09

Enunciado n.º 10 – PGE:


A contratação de qualquer entidade pública ou privada, com fulcro no art. 24, XIII, da Lei n.º 8.666/93,
dar-se-á exclusivamente quando o objeto da contratação estiver relacionado com atividades de pesquisa,
ensino ou desenvolvimento institucional, para as quais tenha sido criada a entidade contratada, vedada a
contratação de pessoa física com base nesse dispositivo, sendo requisitos para a contratação direta: (1.º)
a previsão estatutária dos serviços, (2.º) a notoriedade de atuação da entidade na área relacionada ao
objeto do contrato, reconhecida pelo autorizador ou ordenador de despesa, e (3.º) a experiência
demonstrada nessa área de atuação através de atestados de fornecimentos anteriores; no caso de
Universidade, a contratação deverá ter sido aprovada pelo respectivo Conselho Universitário ou
Conselho Superior de Ensino e Pesquisa. A dispensa de licitação, em qualquer hipótese, deverá ser
justi cada, na forma do art. 26 da Lei n.º 8.666/93.
Publicado: DO 18/11/2004 Pág. 09

Enunciado nº 09 – PGE:
1. Os contratos administrativos de prestação de serviços de natureza contínua podem ser prorrogados,
com fundamento no art. 57, inciso II, da Lei nº 8.666/93, desde que:
(i) estejam em vigor;
(ii) haja previsão para a prorrogação no edital e no contrato;
(iii) seja justi cada, em qualquer caso, a vantagem para a Administração Pública;
(iv) o prazo da prorrogação seja igual ou inferior aquele xado no contrato de origem;
(v) seja respeitado o limite máximo de 60 (sessenta) meses para o prazo total do contrato;
(vi) haja autorização da autoridade competente;
(vii) esteja comprovada a manutenção das condições de habilitação do contratado; e
(viii) haja disponibilidade orçamentária, de acordo com a legislação orçamentária.
2. No momento da prorrogação do prazo contratual deve ser veri cada a proximidade do período da
concessão do reajuste, hipótese em que o contratado deverá ser consultado, caso antes não tenha se
manifestado, a respeito da sua intenção em pleiteá-lo ou renunciá-lo, expressamente.
3. Havendo renúncia ao reajuste, a mesma deverá ser registrada no termo aditivo.
4. Não havendo renúncia expressa do contratado, para o atendimento à condição do item 1, iii, deverá
ser contemplado, no exame da vantajosidade, o cálculo do reajuste ou a projeção do seu impacto, caso o
índice aplicável não tenha sido, ainda, divulgado.
(Pareceres nºs 74/02-JAV; 07/02-FAG; 59/01-JAV; 32/97-JETB; 11/01-ADBN; 36/98-JETB; 38/03-ASA; 05/99-
SPG; 18/00-WD; 10/02-FAG; 33/96-JETB; 66/98-JAV; 01/03-FMP; 15/97-MGL; 29/99-JAV; 11/99-WD; 24/99-
WD; 18/96-SG 04/96-VCP; 08/01-PHSC; 24/11-APCBCA/PG-15; 2/13-APCBCA/PG-15; 28/2014-FMBM/PG-15;
39/HGA/2014/PG-15; 11/2015-RCG/PG-15; 14/2015-RCG/PG-15; 3/15-DAMFA/PG-15; 26/2015-RCG/PG-15)
Publicado: DO I, de 11/05/2016 Pág. 17.

Enunciado n.º 08 – PGE:


O Termo de Ajuste de Contas é o instrumento adequado para promover a indenização do particular pela
prestação do serviço ou o fornecimento de um bem sem cobertura contratual válida, evitando, com isso,
o enriquecimento sem causa da Administração (art. 59, parágrafo único, da Lei n° 8.666/1993). Por ter
um caráter excepcionalíssimo, não pode sua utilização ser banalizada, sendo dever do Administrador
Público evitar que a exceção se transforme em regra nas contratações de determinados segmentos.
Para a celebração do Termo de Ajuste de Contas deverá ser instaurado um processo administrativo, com
a observância das seguintes etapas:
1. A justi cativa formal da autoridade competente, que é a autoridade máxima do órgão ou entidade, na
forma do art. 82 da Lei nº 287/1979, ou mediante o acolhimento da justi cativa exarada pelo órgão
técnico do órgão ou da entidade, acerca das razões de fato e de direito que ensejaram a celebração do
instrumento.
1.1. Além disso, a justi cativa exarada deve abranger a conduta do particular, isto é, se o mesmo atuou
com boa-fé ou se há elementos que indicam que contribuiu para a ocorrência ou manutenção da
situação irregular, o que é importante para a xação do valor da indenização.
1.2. Com efeito, em princípio, se presume a boa-fé, caso em que o valor da indenização deverá abanger o
custo da prestação do serviço ou do bem adquirido acrescido do lucro incidente no exercício de
atividade econômica.
1.3. Caso o Administrador Público veri que que há fatos que indiquem a corresponsabilidade do
particular, a indenização deve ser limitada ao custo, devendo ser excluída eventual margem de lucro.
2. A liquidação da despesa, que se dá pela atestação na nota scal e/ou fatura correspondente, por
representante da Administração Pública, da(s) parcela(s) executada(s), reconhecendo que um
determinado serviço foi prestado ou algum bem foi entregue, ainda que sem cobertura contratual válida,
avaliando a exata proporção da sua execução pelo credor (art. 90, § 1º, 2° e 3º da Lei n° 287/1979 c/c art.
63, da Lei n° 4320/1964).
3. O registro de disponibilidade orçamentária para a despesa, na forma do art. 84 da Lei nº 287/1979,
que é elemento essencial para a realização da despesa, cujo pressuposto é o empenho.
4. A veri cação da regularidade scal do particular, na forma do art. 29 da Lei nº 8.666/93.
5. A veri cação do pagamento de verbas salariais e recolhimento dos encargos previdenciários pelo
particular, nas hipóteses de prestação de serviços, sem cobertura contratual, mas com alocação de
empregados com dedicação exclusiva. A comprovação destes valores é pressuposto do próprio direito à
indenização.
5.1 Caso não possa ser procedido o atesto, em razão da não realização dos pagamentos das verbas
trabalhistas e/ou do adequado recolhimento previdenciário, pode a Administração Pública realizar a
retenção cautelar dos respectivos valores ao particular. Para tanto, deverá efetivar a retenção em ato
próprio, devidamente motivado e após a observância dos princípios do devido processo legal, ampla
defesa e contraditório.
A apuração da responsabilidade do agente público que deu causa à situação de nulidade: esta atribuição
cabe à autoridade competente, fundado no poder hierárquico.
(ref. Pareceres 04/94-ASA, 07/96-MJVS, 03/97-MGL, 55/97-JAF, 40/98-MJVS, 53/98-JETB, 01/99-JLFOL, 01/99-
SNM, 24/99-WD, 29/99-JAV, 07/00-WD, 08/00-WD, 05/01-JLFOL, 12/01-FAG, 13/01-PHSC, 40/2012/DBL/PG-
15, 13/2014-APCBCA/PG-15, 21/DAMFA-PG-15/2016, Visto exarado no Parecer n° 02/2017-GAV/DIJUR,
8/2017-APCBCA/PG-15, Parecer nº12/2017/APCBCA/PG-15)
Puclicado: DO 30/03/2004 Pág. 09
Publicado: DO 17/01/2018 Pág. 29 – Alteração na redação
Enunciado n.º 07 – PGE:
REVOGADO PELA RESOLUÇÃO PGE Nº 2.747
Publicado: DO 15/01/2010 Pág. 38

Enunciado n.º 06 – PGE:


O 13º salário dos servidores estatutários e celetistas da Administração Direta e Indireta está sujeito ao
teto remuneratório constitucional. O 13.º salário, de per se, isto é, não cumulativamente com o salário
ordinário, não pode ser superior ao teto. (ref. Parecer n.º 03/96-LRB, do Procurador Luis Roberto Barroso
e Ofício 78/96-CGSJ (ASA) do Procurador-Assistente da PG-15 Alexandre Santos de Aragão).
Publicado: DO 26/04/1996 Pág. 9

Enunciado n.º 05 – PGE:


Às empresas públicas e sociedades de economia mista não são aplicáveis convenções coletivas, devendo
elas sessenta dias antes da data-base iniciar negociações para celebração de acordo coletivo e, na sua
impossibilidade, ajuizar dissídios coletivos (ref. Pareceres nos 02/95-RT, do Procurador Raul Teixeira, 8/95
do Procurador Luiz César Vianna Marques e Ofício 49/96-CGSJ (ASA) do Procurador Alexandre Santos de
Aragão).
Publicado: DO 14/02/1996 Pág. 05

Enunciado n.º 04 – PGE:


Havendo interesse individual ou coletivo do requerente e objetividade e documentabilidade dos fatos a
serem certi cados, o direito de certidão é insuscetível de restrições tais como as constantes do Decreto
Estadual n.º 2030/73. Em caso de dúvida quanto à presença daqueles requisitos, será a Procuradoria
Geral do Estado consultada (ref. Pareceres nos 10/91-JETB, do Procurador José Edwaldo Tavares Borba,
25/94-JAV, do Procurador José Alberto Marinho Soares e Ofício n.º 48/96-CGSJ (ASA), do Procurador
Alexandre Santos de Aragão.
Publicado: DO 14/02/1996 Pág. 05

Enunciado n.º 03 – PGE:


“A lei reputada inconstitucional pela Procuradoria Geral do Estado em parecer a que se atribuam efeitos
normativos por ato do Governador do Estado não deve ser cumprida pela Administração Pública
Estadual direta e indireta, inclusive por suas empresas públicas e sociedades de economia mista”. (ref.
Parecer nº 01/2011-ARC, do Procurador André Rodrigues Cyrino).
Publicado: DO I, de 14/02/96 Pág. 05
Publicado: DO I, de 21/09/11 Pág. 20 – Alteração na redação.

Enunciado n.º 02 – PGE:


O exercício de cargo de con ança por empregado público não con gura desvio de função (ref. Pareceres
nos 09/92-GB, do Procurador Giuseppe Bonelli e Ofício n.º 46/96-CGSJ (ASA), do Procurador Alexandre
Santos de Aragão).
Publicado: DO 14/02/1996 Pág. 05

Enunciado n.º 01 – PGE:


É vedada por agrantemente inconstitucional a investidura derivada em qualquer das entidades da
Administração Pública, esteja ela fundada em desvio de função ou em atos normativos internos (ref.
Pareceres nos 19/94-JRWA, do Procurador José Roberto Waldemburgo Abrunhosa, 02/94-GB, do
Procurador Giuseppe Bonelli, 04/94, do Procurador Luiz César Vianna Marques, 03/91-SLBN, do
Procurador Sérgio Luiz Barbosa Neves, 03/93-SNM, do Procurador Sérgio Nelson Mannheimer e Ofício n.º
45/96-CGSJ (ASA) do Procurador Alexandre Santos de Aragão.
Publicado: DO 14/02/1996 Pág. 05

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