PPC Licenciatura em Ciências Biológicas EAD
PPC Licenciatura em Ciências Biológicas EAD
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
NÚCELO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD
CAMPUS BELÉM / INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL E DOS RECURSOS HÍDRICOS -
ISARH
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
na modalidade a distância
Campus Belém
2023
1
Colegiado de Curso
PORTARIA Nº 48/2023 - ISARH (15.06.40)
4
5
6
SUMÁRIO
PARTE I – APRESENTAÇÃO 8
1.1 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL E DO CURSO 10
1.2 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO 10
1.3 ESTRATÉGIA INSTITUCIONAL 12
1.4 CONTEXTO EDUCACIONAL 16
PARTE II – DIMENSÕES ESTRUTURAIS DO PPC 19
DIMENSÃO 1 - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 22
1.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO 22
1.2 OBJETIVOS DO CURSO 22
1.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO 31
1.4 ESTRUTURA CURRICULAR 37
1.5 CONTEÚDOS CURRICULARES 45
1.6 METODOLOGIA 46
1.7 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 51
1.8 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO – relação com a rede de escolas 52
da educação básica
1.9 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO – relação teoria e prática 53
1.10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 53
1.11 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) 54
1.12 APOIO AO DISCENTE 55
1.13 GESTÃO DO CURSO E OS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E 61
EXTERNA
1.14 ATIVIDADES DE TUTORIA 62
1.15 CONHECIMENTOS, HABILIDADES E ATITUDES ÀS ATIVIDADES DE 65
TUTORIA
1.16 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC) NO 65
PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
1.17 AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA) 66
1.18 MATERIAL DIDÁTICO 67
1.19 PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS 68
PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
1.20 NÚMERO DE VAGAS 69
1.21 INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO 69
1.22 ATIVIDADES PRÁTICAS DE ENSINO PARA LICENCIATURAS 70
DIMENSÃO 2 – CORPO DOCENTE E TUTORIAL 71
2.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE 72
2.2 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR 73
2.3 ATUAÇÃO DO COORDENADOR 75
2.4 REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DE CURSO 77
2.5 CORPO DOCENTE: TITULAÇÃO 78
2.6 REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO 78
2.7 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 78
2.8 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA SUPERIOR 78
2.9 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO A 79
DISTÂNCIA
2.10 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA TUTORIA NA EDUCAÇÃO A 79
DISTÂNCIA
2.11 ATUAÇÃO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE 79
2.12 TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO CORPO DE TUTORES DO CURSO 80
8
PARTE I - APRESENTAÇÃO
ATOS
SITUAÇÃO - AUTORIZATIVOS/DOCUMENTOS -
Observação/
TIPOS DE ATOS EXPEDIDOS
Descrição
AUTORIZATIVOS Conselhos de
Ufra MEC
Classe/Outros
Autorização de Curso
EAD. Código da
Avaliação: 118821.
. 18/03/2015 a
Criação de Curso Criação do curso: Resolução No. 21/03/2015
218 de 10 de outubro de 2014
(PDI/Pactuação/contexto
Credenciamento da
socioeconômico e Início do curso: UFRA, sede Belém,
educacional) – 1 de julho de 2021 para a oferta de
Consepe/Ufra educação superior, na
modalidade a
distância.
Portaria n° 202,
060/2/2017
Comissão de Elaboração do Projeto
Coordenação Pró- Pedagógico do Curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas
Tempore de Curso, a Distância. Portaria N° 10 de
NDE, comissões... 24/09/2012
11
Coordenadora do Curso de
Graduação de Licenciatura em
Ciências Biológicas EaD / Profa.
Dra. Luciana Priscila Costa Macêdo
Jardim. (Período 25/04/2022 –
01/01/2023) PORTARIA Nº 731 –
22/05/2022 - REITORIA
Coordenadora do Curso de
Graduação de Licenciatura em
Ciências Biológicas EaD / Profa.
Dra. Xiomara Franchesca García
Díaz (período 02/01/2023 –
31/08/2023)
PORTARIA Nº 1797 – 28/12/2022 -
REITORIA (11.01.17.03)
Coordenadora do Curso de
Graduação de Licenciatura em
Ciências Biológicas EaD / Profa.
Dra. Paula Nepomuceno Campos
(período 06/09/2023 – até o
momento)
PORTARIA Nº 2006 – 23/11/2023 -
REITORIA (11.01.17.03)
Comissão de
Trabalho de Conclusão de Curso e
Estágio Supervisionado Obrigatório
(CTES) do Curso de
Licenciatura Ciências Biológicas
modalidade EAD da UFRA
PORTARIA Nº 106 / 28/04/2023. -
PROEN (15.06.43)
Aprovação PPC /
Autorização de Curso –
Consepe/Ufra
Aula Inaugural/
Ato de Autorização de Instalação do curso - Calendário
Curso MEC Acadêmico (ano/semestre):
01/07/2021
Ato de Reconhecimento
de Curso MEC
Ato de Renovação de
Reconhecimento de
Curso
Aprovação PPC –
Consepe / Atualização de
Curso
Obs.: Todos os documentos descritos no quadro são anexos desse PPC.
3.780 3.200
Carga Horária Total do curso (Três mil setecentos
e oitenta horas) (três mil e
duzentas) horas
Quantidade de períodos curriculares 9
Com a oferta regular anual de 200 vagas em seus cursos de graduação, com ampliação
desse total em 50% a partir de 1994, a formação de centenas de profissionais das Ciências
Agrárias e a presença de discentes de graduação e pós-graduação de mais de 15 países, a Fcap
transpunha seus muros e precisava crescer para continuar sobrevivendo. Assim, a trajetória
bem-sucedida e frutífera na graduação e pós-graduação e, portanto, atuação relevante no ensino,
na pesquisa e na extensão no contexto regional estimularam a comunidade da Fcap a apresentar
à sociedade uma proposta de transformação de faculdade para universidade. O pedido de
transformação foi sancionado pelo Presidente da República por meio da Lei n.º 10.611, de 23
de dezembro de 2002 e publicada no Diário Oficial da União em 24 de dezembro de 2002.
Surge, assim, a Universidade Federal Rural da Amazônia – Ufra. Como universidade, a Ufra
avançou em suas conquistas durante seu processo de transformação de tal maneira que tem hoje,
em cumprimento ao que exige a legislação, Estatuto, Regimento Geral, Projeto Pedagógico
Institucional – PPI, Projeto de Desenvolvimento Institucional – PDI e Planejamento Estratégico
Institucional – PLAIN, concebidos a partir de processos democráticos e participativos,
registrando na história desta universidade um modo cidadão de governar. Os conselhos
deliberativos são estabelecidos em formato paritário de representatividade, ou seja, com
representantes de todos os setores da comunidade universitária, a saber técnicos
administrativos, docentes e discentes.
O Campus sede da Ufra, em Belém, é formado por quatro institutos temáticos, sendo as
unidades responsáveis pela execução do ensino, da pesquisa e da extensão com caráter inter,
multi e transdisciplinar em diferentes áreas do conhecimento. São eles: a) Instituto de Ciências
Agrárias (ICA); b) Instituto Ciberespacial (ICIBE); c) Instituto Socioambiental e dos Recursos
Hídricos (ISARH); e d) Instituto de Saúde e Produção Animal (ISPA). Os institutos são
constituídos por docentes, técnico-administrativos e discentes que neles exercem suas
atividades. Cada um dos institutos citados atua em funções relacionadas a seus campos do saber
e compactuam entre si para o ensino, a pesquisa e a extensão. Dentre as mudanças na Ufra, duas
alteraram, significativamente, a estrutura da Universidade tornou-se: multiáreas e multicampi.
Estas novas estruturas, ampliaram o papel social da instituição frente ao compromisso de ajudar
a desenvolver o estado do Pará e, consequentemente, a Amazônia.
Nessa linha evolutiva, a Ufra saiu do quadro de 5 (cinco) cursos ofertados, para 43
(quarenta e três) cursos de graduação, atualmente, sendo 42 (quarenta e dois) presenciais e 1
(um) a distância, distribuídos em 6 Campi, com posicionamentos estratégicos no estado do Pará,
para atender a demanda de vários municípios no entorno. Criando capital humano e social em
vários municípios do estado.
15
Todas as ações institucionais são formuladas para atender o que a comunidade ufraniana
definiu em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) - (2014/2024). Dando assim, base
para definição das estratégias que guiarão suas ações, bem como de cada membro da
universidade, para que haja convergência das metas e o direcionamento mais eficaz da força de
trabalho e dos investimentos. O PDI foi discutido em diferentes setores da Ufra, e com agentes
externos. Foi submetido ao Conselho Superior, que congrega representatividade de todos os
setores da Universidade como servidores (docentes e técnicos administrativos) e estudantes da
instituição, na construção de sua identidade organizacional.
A identidade organizacional da Universidade se apresenta por meio da sua missão, visão
e valores complementados pelos seus princípios institucionais, conforme o PLAIN (2014-
2024).
A Missão Institucional
18
A Visão Institucional
Ser referência nacional e internacional como universidade de
excelência na formação de profissionais para atuar na Amazônia e no
Brasil.
Os Valores Institucionais
a) Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão – assegurar a integração sistêmica entre
as atividades de ensino, pesquisa e extensão como diferencial na formação dos profissionais,
produção e difusão de conhecimentos;
b) Interdisciplinaridade – exercitar a interdisciplinaridade no ensino, pesquisa e extensão, como
processo de construção e desenvolvimento de novos conceitos, conhecimentos e aprendizados
e na formação de cidadãos com visão holística dos problemas a enfrentar na vida profissional e
convívio social;
c) Transparência – tornar transparente as ações da atividade administrativa da instituição,
mediante a divulgação e disponibilização das informações à sociedade;
d) Responsabilidade social e ambiental – produzir conhecimento consciente da importância de
compartilhar os resultados com a sociedade e com a valorização dos serviços ambientais
produzidos pela natureza em benefício do bem-estar social;
e) Acessibilidade, Dignidade e inclusão – garantir os princípios da Acessibilidade, dignidade e
inclusão na educação superior às pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual, visual e
múltipla; às pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), às pessoas com altas
habilidades e superdotação e às pessoas com transtornos de aprendizagem: discalculia,
disgrafia, dislexia, Transtorno do Déficit de Atenção (TDA), Hiperatividade, Transtorno do
Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA) e Transtorno do Processamento Auditivo Central
(TPAC);
f) Ética – respeito, integridade e dignidade aos seres humanos, com o fito de assegurar os
princípios morais aos cidadãos em prol do bem comum;
g) Cidadania – assegurar a liberdade, direitos e responsabilidades individuais e comunitárias; e
h) Cooperação – trabalhar para o bem comum da sociedade local, regional, nacional e
internacional, em parcerias interinstitucionais com organizações públicas e/ou privadas.
19
Da população que reside na região da grande Belém em função da grande demanda para
ingressar no ensino superior, as IES não dão conta de absorver aos egressos que advém tanto
das escolas públicas, quanto das escolas privadas do Estado do Pará. Com objetivo de ampliar
o acesso em cursos de graduação superior na região da grande Belém a UFRA, o campus de
Belém está adequando a infraestrutura física tecnológica e de pessoal especializado para que
atividades a serem desenvolvidas ocorram com qualidade, contando com os laboratórios de
informática, e os específicos que são necessários para o desenvolvimento das atividades
educacionais do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. O curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas, modalidade a distância da Universidade Federal Rural da Amazônia
(UFRA), através deste Projeto Pedagógico, apresenta os princípios gerais do seu funcionamento,
que passam a nortear suas atividades a partir daquilo que está expresso neste documento.
A construção do projeto pedagógico de Licenciatura em Ciências Biológicas da
23
passam a nortear suas atividades a partir daquilo que está expresso neste documento. A
construção do projeto pedagógico de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade
Federal Rural da Amazônia constituiu-se de ações que baseiam na construção do conhecimento
e na atualização aproveitando-se dos valores que a Universidade já possui, ou seja, profissionais
responsáveis pelas questões ambientais.
Assim a formação de professores na área de ciências biológicas para a região por si só
ressalta a importância do curso. Sabendo que estes profissionais são atuantes como formadores
de opinião e atores indispensáveis no processo de provocação a mudanças de pensamentos
inerentes não somente ao conservacionismo como também a sustentabilidade.
PARÁ
Campi Interior
Belém
Polos UAB
100 Km
Situação junto a
Polos UAB/UFRA Localização
CAPES
26
Todos os polos aptos da UAB podem abrir cursos novos e vagas para próximas turmas,
porém os cursos que estão aptos com pendência precisam atender as exigências da CAPES e
sanar as pendências, para que sejam abertas novas turmas do curso, ou até mesmo, outros cursos.
Portanto, Barcarena e Parauapebas estão nessa etapa de atendimento de solicitações da CAPES,
pra se readequar.
Como princípio norteador a instituição tem a responsabilidade de propor alternativas
que possam proporcionar a comunidades nas quais está inserida, alternativas e soluções viáveis
para a melhoria da qualidade de vida promovendo bases para um desenvolvimento
socioeconômico e cultural. Assim leva em consideração a formação de profissionais capazes
27
Objetivos Específicos:
O curso propõe-se a:
• Garantir competências formativas voltadas para os diferentes níveis e modalidades da
Educação Básica, campo de atuação dos professores de Ciências e Biologia, incluindo
atividades de gestão educacional e de políticas públicas;
• Possibilitar a incorporação de modernas tecnologias de informação, educomunicação e
outras novas tecnologias de ensino;
• Possibilitar uma formação de caráter inclusivo a partir de ferramentas de acessibilidade
que se adaptem às necessidades educacionais;
33
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
a) Pautar-se por princípios da ética democrática: responsabilidade social e ambiental,
dignidade humana, direito à vida, justiça, respeito mútuo, participação, responsabilidade,
diálogo e solidariedade;
b) Reconhecer formas de discriminação racial, social, de gênero, etc. que se fundem
inclusive em alegados pressupostos biológicos, posicionando-se diante delas de forma crítica,
com respaldo em pressupostos epistemológicos coerentes e na bibliografia de referência;
c) Atuar em pesquisa básica e aplicada nas diferentes áreas das Ciências Biológicas,
comprometendo-se com a divulgação dos resultados das pesquisas em veículos adequados para
ampliar a difusão e ampliação do conhecimento;
d) Portar-se como educador, consciente de seu papel na formação de cidadãos, inclusive
na perspectiva socioambiental;
e) utilizar o conhecimento sobre organização, gestão e financiamento da pesquisa e
sobre a legislação e políticas públicas referentes à área;
f) Entender o processo histórico de produção do conhecimento das ciências biológicas
referente a conceitos/princípios/teorias;
36
atividades diversas ao longo do curso; e 120 (cento e vinte) horas de trabalho de conclusão de
curso. A carga horária total deste curso é de 3.780 (três mil setecentos e oitenta) horas (Quadro
02).
O parecer CNE/CES n.º 1.301/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Ciências Biológicas, traz os conteúdos curriculares básicos e
complementares de natureza científico-cultural em seis áreas básicas:
obrigação, atestada pela sua efetiva participação ou, quando for o caso, dispensa oficial pelo
Ministério da Educação, na forma estabelecida em regulamento (Art. 5, § 5º do SINAES, 2004).
As disciplinas serão ofertadas preferencialmente de forma modular, com exceção de
disciplinas extensionistas que precisem ser ofertadas semestralmente. As disciplinas seguirão o
regimento de ensino e calendário para cursos para desta modalidade, havendo, em caso de pré-
requisitos, necessidade de comprovação do aluno de cumprimento dele no ato da matrícula.
Quando oportuno, o calendário contará com as datas para avaliações presenciais e práticas, que
acontecerão sempre aos finais de semana para facilitar a mobilidade do aluno ao polo. Além de
avaliação presencial e de acordo com o calendário específico de cada disciplina, o aluno deverá
se fazer presente nas atividades presenciais obrigatórias, que acontecerão preferencialmente nos
finais de semana, cabendo destacar que algumas disciplinas não terão atividades presenciais
obrigatórias além da avaliação.
No quadro 4 estão descritas as disciplinas que farão parte da Matriz Curricular, com
suas respectivas cargas horárias, total, teórica, prática, de extensão e pré-requisitos.
8 DIDÁTICA I Letiva 60 60 - 0 0 - -
42
FUNDAMENTOS
HISTÓRICOS E
9 FILOSÓFICOS DA Letiva 30 30 - 0 0 - -
EDUCAÇÃO
PSICOLOGIA DA
10 EDUCAÇÃO Letiva 45 45 - 0 0 - -
QUÍMICA GERAL E
11 ORGÂNICA Letiva 60 60 - 0 0 - -
MATEMÁTICA
12 APLICADA ÀS Letiva 30 30 - 0 0 - -
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
HISTOLOGIA E
13 EMBRIOLOGIA Letiva 60 60 - 0 0 - -
COMPARADA
PRINCÍPIOS DA
14 SISTEMÁTICA Letiva 30 30 - 0 0 - -
BIOLÓGICA
15 GEOLOGIA BÁSICA Letiva 45 45 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 360 360 - 0 0 - -
CH TOTAL DO CFG 645 645 - 0 0 - -
CICLO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA
3º PERÍODO CURRICULAR
16 DIDÁTICA II Letiva 30 30 - 0 0 - -
POLÍTICAS PÚBLICAS
17 EM EDUCAÇÃO Letiva 45 45 - 0 0 - -
METODOLOGIA DO
18 ENSINO DE BIOLOGIA Letiva 60 60 - 0 0 - -
ZOOLOGIA DOS
19 INVERTEBRADOS I Letiva 45 45 - 0 0 - -
ZOOLOGIA DOS
20 VERTEBRADOS I Letiva 45 45 - 0 0 - -
ECOLOGIA DE
21 POPULAÇÕES Letiva 45 45 - 0 0 - -
22 BIOQUÍMICA GERAL Letiva 60 60 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 330 330 - 0 0 - -
4º PERÍODO CURRICULAR
23 EDUCOMUNICAÇÃO Letiva 30 30 - 0 0 - -
*ACESSIBILIDADE E
INCLUSÃO EM
24 DIFERENTES Letiva 30 30 - 0 0 - -
CONTEXTOS
FUNDAMENTOS
TEÓRICOS E
25 METODOLÓGICOS DO Letiva 60 60 - 0 0 - -
ESO
26 BIOESTATÍSTICA Letiva 60 60 - 0 0 - -
27 GENÉTICA Letiva 60 60 - 0 0 - -
ZOOLOGIA DOS
28 INVERTEBRADOS II Letiva 45 45 - 0 0 - -
ZOOLOGIA DOS
29 VERTEBRADOS II Letiva 45 45 - 0 0 - -
ECOLOGIA DE
30 COMUNIDADES Letiva 45 45 - 0 0 - -
31 ESO I ESO I 100 0 - 0 0 - -
-
CH TOTAL DO PERÍODO 475 375 - 0 0 -
5º PERÍODO CURRICULAR
SOCIOLOGIA DA
32 EDUCAÇÃO Letiva 30 30 - 0 0 - -
TÓPICOS ESPECIAIS EM
33 EDUCAÇÃO INCLUSIVA Letiva 45 45 - 0 0 - -
TECNOLOGIAS DIGITAIS
34 NO ENSINO DE Letiva 30 30 - 0 0 - -
BIOLOGIA
43
ENSINO DE
METODOLOGIA
CIENTÍFICA, ZOOLOGIA,
ECOLOGIA E
BIOESTATISTICA
PP VI - PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS NO
59 ENSINO DE BOTÂNICA, Letiva 60 0 60 60 0 - -
ETNOBIOLOGIA E
SOCIOLOGIA
*LÍNGUA BRASILEIRA
60 DE SINAIS - LIBRAS Letiva 45 45 - 0 0 - -
61 FISIOLOGIA VEGETAL Letiva 60 60 - 0 0 - -
62 MACROEVOLUÇÃO Letiva 45 45 - 0 0 - -
ANATOMIA E
63 FISIOLOGIA HUMANA Letiva 60 60 - 0 0 - -
*METODOLOGIA
64 AVANÇADA DA Letiva 30 30 - 0 0 - -
PESQUISA
65 TCC I TCC 60 60 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 420 300 120 120 0 - ---
9º PERÍODO CURRICULAR
PP VII - PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS NO
ENSINO DE EDUCAÇÃO
66 AMBIENTAL E Letiva 45 0 45 45 0 - -
SUSTENTABILIDADE E
TECNOLOGIAS DIGITAIS
NO ENSINO
NEUROCIÊNCIA NA
67 EDUCAÇÃO Letiva 45 45 - 0 0 - -
68 ELETIVA PEDAGÓGICA Letiva 45 45 - 0 0 - -
69 IMUNOLOGIA Letiva 30 30 - 0 0 - -
70 PARASITOLOGIA Letiva 30 30 - 0 0 - -
BIOLOGIA DA
71 CONSERVAÇÃO E Letiva 45 45 - 0 0 - -
SUSTENTABILIDADE
72 biotecnologia Eletiva 30 30 - 0 0 - -
73 TCC II TCC 60 60 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 330 285 - 45 - 0 ---
CH TOTAL DO CFP 750 585 165 165 0 0 ---
Atividades Acadêmicas
74 AC 200 --- --- --- --- --- ---
Curriculares
Situação regular inscrita no Histórico Escolar do discente da Ufra – Enade é
componente curricular obrigatório dos cursos de graduação, sendo inscrita no
histórico escolar do estudante, somente a sua situação regular com relação a
75 Enade
essa obrigação, atestada pela sua efetiva participação ou, quando for o caso,
dispensa oficial pelo Ministério da Educação, na forma estabelecida em
regulamento (Art. 5, § 5º do SINAES, 2004).
** A cada semestre será lançado um calendário com as disciplinas por módulo e qual a carga horária de aulas
práticas e aulas presenciais em cada uma.
ELETIVAS
Natureza Didático-pedagógica
Componente Curricular
(Distribuição de CH por natureza)
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipos CH Extensão
Conhecimento Ensino do CC
Letivas
Disciplina / ou
Atividades Eletivas / Teóric Prátic Presen
N.º TOTAL DCE ACE EaD
Acadêmicas ESO, a a cial
Curriculares TCC e
AC
45
Práticas de Ensino
76 em Educação do Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Campo
77 Sistema braille Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Educomunicação
Ambiental em
78 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Reserva Extrativista
Marinha
Materiais Didáticos
79 para o Ensino de Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Ciências e Biologia
Instrumentação para
80 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
o Ensino de Química
Laboratório de
81 Técnicas de Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Anatomia Vegetal
Teoria do
82 Pensamento Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Sistêmico
Práticas Educativas
de Introdução a
83 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Agroecologia nas
Escolas
Paisagismo
84 Funcional em Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Escolas
Educação
85 Empreendedora e Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Marketing
Saúde Pública e Ação
86 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Social
Saúde, Higiene e
87 Segurança do Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Trabalho
Sociologia e Meio
88 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Ambiente
Microbiologia
89 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
aplicada
90 Etologia Eletiva 45 45 - 0 0 - -
91 Entomologia Eletiva 45 45 - 0 0 - -
92 Limnologia Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Gerenciamento
93 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
costeiro
Geoprocessamento
94 na Gestão Ambiental Eletiva 45 45 - 0 0 - -
e Territorial
95 Ecologia marinha Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Biotecnologia
96 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
ambiental
Avaliação de
97 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Impactos Ambientais
98 Legislação ambiental Eletiva 45 45 - 0 0 - -
99 Química ambiental Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Licenciamento e
100 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Estudos Ambientais
Controle e
101 Monitoramento Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Ambiental
102 Recuperação de Eletiva 45 45 - 0 0 - -
46
Áreas Degradadas
103 Ecotoxicologia Eletiva 45 45 - 0 0 - -
104 Geoprocessamento Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Sensoriamento
105 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
remoto
Fauna do Solo:
106 Biodiversidade e Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Serviços Ambientais
Tópicos Especiais em
107 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Educação
Tópicos Especiais em
108 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Biologia
A matriz curricular aqui proposta corresponde à carga horária de 1.755 (mil setecentos
e cinquenta e cinco) horas em disciplinas de formação específica em ciências biológicas, sendo
900 (novecentas) horas em disciplinas obrigatórias e 90 (noventa) horas em disciplinas eletivas,
atendendo à carga horária do núcleo de formação básica (Parecer CFBio n.° 01/2010). Esse
parecer objetiva proporcionar conteúdo do campo de saber das ciências biológicas que
47
forneçam o embasamento teórico e prático para formação base sólida, necessária para a atuação
profissional docente.
Em atenção ao Parecer CNE/CES n.º 1.301, de 06 de novembro de 2001, a formação
específica contempla conteúdos de química, física e da saúde, para atender ao ensino
fundamental e médio. Além disso, contempla disciplinas relacionadas à Metodologia Científica,
Linguagem Digital, Leitura e Produção de Textos e Educomunicação em atendimento a
Resolução CNE/CP n.º 2, de 20 de dezembro de 2019.
O conjunto de disciplinas de Práticas Pedagógicas (405 horas) tem como objetivo
proporcionar ao licenciando a articulação e a interdisciplinaridade entre conteúdos específicos
e a prática de ensino, por meio do desenvolvimento de atividades para o ensino de ciências e
biologia.
Cabe destacar a oferta de disciplinas obrigatórias de acordo com a legislação vigente, a
saber:
1. Libras (45h), em atenção à Lei n.º 10.436, de 24 de abril de 2002, regulamentada pelo
Decreto n.º 5.626, de 22 de dezembro de 2005;
2. Educação em Direitos Humanos (30h), Lei n.º 10.741 de 1.º de outubro de 2003, Decreto
n.º 7.037 de 21 de dezembro de 2009, Parecer CNE/CP n.º 008 de 06 de março de 2012
e Resolução CNE/CP n.º 1 de 30 de maio de 2012;
3. Fundamentos e Práticas da Educação Ambiental (30h), Lei n.º 9.795 de 27 de abril de
1999, Parecer CNE/CP n.º 14 de 06 de junho de 2012 e Resolução CNE/CP n.º 2 de 15
de junho de 2012;
4. Educação Financeira e Sustentabilidade (30h), Saúde Pública e Ação Social (60h) e
Saúde, Higiene e Segurança do Trabalho (30h) Resolução CNE/CEB n.º 7 de 14 de
dezembro de 2010; e
5. Estudo das Relações Étnico-raciais na Sociedade Brasileira (45h), Lei n.º 10.639 de 09
de janeiro de 2003, Lei n.º 11.645 de 10 de março de 2008, Parecer CNE/CP n.º 3 de 10 de
março de 2004 e Resolução CNE/CP n.º 1 de 17 de junho de 2004.
1.6 METODOLOGIA
O corpo docente, na composição de suas aulas, busca formar alunos que saibam
relacionar teoria com a prática, a fim de compreender os aspectos sociais, políticos, econômicos
que os cercam, despertando nesses educandos o seu tino crítico perante as situações enfrentadas,
buscando assim, quebrar o paradigma de um ensino focado apenas na abordagem tradicional e
tecnicista, de um ensino conteudista, e ir além.
As aulas se dão de três formas: a distância (síncrona e assíncrona) e presencial
(atividades práticas e provas). Os mecanismos de interação de forma assíncrona e síncrona
caracterizam a dinâmica da comunicação e da interação entre professores/tutores x alunos,
envolvidos nos processos acadêmicos e de ensino aprendizagem, no contexto da oferta do Curso
de Licenciatura em Ciências Biológicas a Distância (LCB EaD Ufra). Dessa forma, vem
estabelecer comunicação permanente e contínua em diferentes espaços geográficos e tempos.
Esta comunicação entre alunos x professor x tutor (presencial e a distância) é fundamental para
que o processo de ensino-aprendizagem ocorra de forma eficaz e eficiente. Para garantir que
essa comunicação, o Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, a distância, compõe um
conjunto de estruturas de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) no qual o aluno
contará com meios de comunicação como e-mail, telefone e Internet. Desta maneira, com a
49
O aluno que estuda na modalidade a distância, necessita de atenção e apoio para levar
adiante os seus estudos, pois, constantemente, estão acometidos pela sensação de “solidão”,
gerando desmotivação e, consequentemente, evasão. Neste contexto, é fundamental a interação
do tutor a distância para efetivação do processo ensino-aprendizagem e êxito do estudante,
evitando a desistência e o desencanto pelo saber. No sistema de educação modalidade a
distância do ensino EaD/Ufra, o estudante é o personagem central de todo o processo e a
aprendizagem autônoma, cujo objetivo é promover processos interativos qualificados. Para que
o estudante possa atingir esse objetivo, o tutor é um dos elementos fundamentais, juntamente
50
presencial, em cada município onde o curso é ofertado, sob supervisão dos tutores presenciais
e/ou a distância. Estas deverão corresponder a 70% da nota total do aluno no primeiro e segundo
NAPs, sendo que as outras atividades somarão 40%. Já para as avaliações substitutivas (AS),
as avaliações serão integralmente presenciais.
A avaliação presencial poderá ser realizada através de prova, com questões objetivas
e/ou subjetivas, possibilitando ao aluno o autodesenvolvimento e das qualidades da organização
de síntese sobre o conteúdo trabalhado na disciplina na sua formação isso para que o aluno
possa expressar o seu conhecimento de forma clara expondo o seu grau de entendimento ou não
do conteúdo trabalhado; ou seminários presenciais, aplicações, dentre outras atividades
didáticas elaboradas pelo professor.
1.6.5 Eventos
como parte integrante das atividades curriculares do ESO e das disciplinas TCC I e TCC II.
A carga horária total de cada Estágio Supervisionado deverá ser dividida de acordo com
o planejamento para o desenvolvimento das atividades referentes a cada estágio. Desta forma a
53
carga horária total fica dividida em 3 partes: 10h de planejamento junto com o orientador, 84h
de estágio no espaço escolar/não escolar onde será desenvolvido o estágio e 8h para o seminário
de troca de experiências no final de cada semestre, totalizando 100h. Dentro do espaço
escolar/não escolar, onde será desenvolvido o estágio, a carga horária pode ser dividida em
diversas atividades tais como planejamento, observações, preparação de aulas, monitoria,
docência, auxílio ao professor, orientação, preparação dos relatórios, intervenções nas escolas,
amostras pedagógicas, entre outras. Deve ser atendido a frequência de 75% em todas as
atividades do estágio (normativas do ESO encontra-se em anexo).
O ESO do curso de Ciências Biológicas – Licenciatura não cria vínculo empregatício,
devendo ser coordenado, administrado e supervisionado pela Comissão de Trabalho de
Conclusão de Curso e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES), pelos professores
formadores do estágio (orientador) e a coordenação do curso, como forma de apoio ao discente.
Para iniciar as atividades no campo de estágio o discente deverá solicitar sua matrícula
via coordenação através do formulário de solicitação de matrícula no ESO e apresentar o plano
de ESO (documento em anexo). O plano de Estágio deve ser elaborado pelo discente com
auxílio do supervisor, e apresentado à CTES para avaliação e aprovação. O plano de Estágio
refere-se ao plano de Trabalho para a realização do ESO, sendo obrigatório em cada ESO. Cada
discente deverá apresentar no campo de estágio a carta de apresentação (documento em anexo).
Os prazos para entrega de tais documentos devem seguir o cronograma estabelecido pela CTES.
metade final do curso, desenvolveram ações nas escolas contempladas pelo programa, (na
primeira edição, foram 6 escolas, na segunda e na terceira edição, foram 3 escolas), impactando
mais de 600 alunos da educação básica.
Tutoria a Distância
Todo sistema de educação a distância dispõe desta modalidade de tutoria. Ela assiste os
estudantes em todas as disciplinas durante todo o curso. O tutor a distância é selecionado em
editais periódicos que são abertos pela UAB/CAPES e atendem uma ou mais disciplinas no
semestre. O tutor selecionado é graduado na área específica do conhecimento, com um bom
domínio do conteúdo, que será orientado pelo professor da disciplina para mediar a
aprendizagem do aluno. Todas as disciplinas contam com pelo menos um tutor a distância. Os
polos da UAB contam com tutor presencial. Os detalhes sobre as atividades de tutoria serão
mais bem detalhados no item 1.14.
1.12.4 Ouvidoria
A Ouvidoria da Ufra, está disponível a todos da comunidade universitária e atua
conforme a Lei n.º 13.460 de 26 de junho de 2017, que dispõe sobre a participação, proteção
e defesa dos direitos dos usuários de serviços públicos, proporciona a interação social sendo
62
Tutoria Presencial
A tutoria presencial tem como objetivo principal ajudar o estudante, que geralmente é
proveniente de educação presencial, na adaptação a modalidade EAD, além de auxiliar, quando
necessário, nas atividades práticas independentes dos alunos promovendo os encontros em
espaços específicos para tal. Por isto, o tutor presencial atua no polo de apoio presencial,
próximo ao aluno. Cumpre assim, algumas funções muito importantes:
● Colocar a presença humana no processo de aprendizagem, tornando o ensino a distância um
processo menos solitário e mais comunitário, aumentando assim a adesão do estudante ao
sistema. Assim, tem como função da tutoria presencial, estimular e promover a formação de
grupos de estudo no polo, incentivar e facilitar o uso de todos os recursos de aprendizagem
utilizados neste curso, tais como a plataforma SIGAA (ou outro Ambiente Virtual de
Aprendizagem – AVA), bem como apoiar operacionalmente as atividades presenciais
obrigatórias agendadas, sendo o responsável pela condução dos trabalhos obrigatórios de
laboratório e de campo;
● Auxiliar os estudantes a criarem novos hábitos e comportamentos no sentido de traçar uma
estratégia de estudo para alcançar metas específicas dentro de um cronograma, marcado pelas
avaliações presenciais. Trata-se de criar o hábito de estudar diariamente, identificando o
essencial e as informações complementares;
● Outra função de extrema importância é apoiar os alunos diretamente em relação ao conteúdo
específico, tirar suas dúvidas, apontar-lhes alternativas para aprendizagem, recomendar leituras,
pesquisas, atividades; além de participar do processo de avaliação, quando necessário, sob
orientação do professor responsável pela disciplina.
Por isso, a tutoria presencial é oferecida para todas as disciplinas do curso. O Tutor
Presencial deve residir no município sede ou proximidades do polo para oqual está concorrendo
e precisa cumprir carga horaria de 12 horas semanais, com atividades no polo e nas aulas /
provas presenciais, programadas obrigatórias, para trabalhar com as aulas previstas dentro do
cronograma de estudo. A frequência dos estudantes às sessões de tutoria presencial não é
obrigatória, mas verificamos que nos períodos iniciais do curso e em disciplinas que oferecem
um grau maior de dificuldade ela é importante fator de sucesso na aprendizagem, visto que ela
66
atestado de disciplinas ministradas, etc. Tanto os docentes quanto os tutores são vinculados ao
sistema (SIGAA), no início do seu vínculo com a UAB e tem acesso aos dados da turma que
são responsáveis.
A inserção do Plano de Ensino no sistema, pelo docente, é obrigatório e deve ocorrer
antes do início das aulas. É estimulado o uso, entre os professores, do SIGAA como ferramenta
de divulgação e interação durante o curso da disciplina, podendo ser disponibilizado materiais
de áudio, vídeo, texto, animação, etc. O sistema possibilita ainda a realização de fóruns,
enquetes e entrega de atividades.
A UAB/UFRA promove, por meio da Divisão Pedagógica do Nucleo de Educação a
Distância (NEAD) e da Pró-reitoria de Ensino (Proen), e incentiva a participação do corpo
docente e tutores, logo em seguida de cada processo seletivo, em eventos e formações que
abordem temas relacionados à incorporação de novas tecnologias ao processo de ensino-
aprendizagem para que disseminem este tipo conhecimento, promovendo as inovações no
âmbito dos cursos.
Além disso, os alunos, possuem disciplinas nos períodos iniciais do curso específicas
na área de tecnologia, no contexto educacional: Ambientação EAD - Tecnologias Digitais (1º
semestre), Educomunicação (4º semestre) e Tecnologias Digitais no Ensino de Biologia (5º
semestre), voltadas ao uso do SIGAA como principal Ambiente Virtual de Aprendizagem
(AVA), de forma a facilitar o uso dessa ferramenta pelos discentes.
Na ausência do SIGAA, outro AVA pode ser utilizado, de forma emergencial para que
a comunicação durante a disciplina não seja prejudicada.
caso, uma (1) Nota de Avaliação Substitutiva (AS), conforme descrito no regulamento de
ensino da Ufra.
VII - Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação e das novas demandas do mundo do trabalho;
VIII - Planejar procedimentos para permanência de parte de seus membros para assegurar a
estratégia de renovação parcial dos integrantes de modo a permitir a continuidade no processo
de acompanhamento dos cursos;
IX - Emitir pareceres em assuntos relacionados ao PPC, ensino, pesquisa e extensão no âmbito
do curso, quando solicitado; e
X - Zelar pela regularidade e qualidade do ensino ministrado no curso.
A gestão acadêmica fundamenta-se na gestão colegiada, participativa, democrática,
transparente, sistêmica, interativa com a sociedade e suas instituições públicas e/ou privadas,
de maneira orgânica e flexível, voltada às demandas e necessidades múltiplas. Assim, o
processo de gestão acadêmica está atrelado ao processo de inovação acadêmica com
necessidade de avaliações constantes, externa e internas, para verificar a eficácia do ensino
institucional, em uma perspectiva que vai além de instrumentos burocráticos de controle, mas
o trabalho de retroalimentação do sistema, para reforçar/aumentar os pontos positivos e ações
corretivas às lacunas encontradas.
Para cumprir as atribuições exigidas, o Tutor Presencial deverá cumprir 12 (doze) horas
semanais de trabalho, distribuídas em 08 (oito) horas alocadas nos dias dos encontros
presenciais no Polo e 4 (quatro) horas junto aos demais professores e tutores do Sistema UAB
do município para o qual foi selecionado via o Processo Seletivo. Já o Professor formador
UAB/UFRA cumprirá a carga horária prevista especificamente para a disciplina proposta de
acordo com que é previsto em edital e possui atribuições distintas dos tutores, que são as
seguintes:
Ensino;
d) coordenar as atividades acadêmicas dos tutores atuantes em disciplinas ou conteúdos
sob sua coordenação;
e) desenvolver o sistema de avaliação de alunos, mediante o uso dos recursos e
metodologia previstos no plano de curso;
f) apresentar ao coordenador de curso, ao final da disciplina ofertada, relatório do
desempenho dos estudantes e do desenvolvimento da disciplina;
g) desenvolver, em colaboração com o coordenador de curso, a metodologia de avaliação
do aluno;
h) desenvolver pesquisa de acompanhamento das atividades de ensino desenvolvidas nos
cursos na modalidade a distância;
i) elaborar relatórios semestrais sobre as atividades de ensino no âmbito de suas
atribuições, para encaminhamento à DED/CAPES/ MEC, ou quando solicitado.
às referidas demandas de forma que o egresso seja moldado para o atendimento dos mercados
local, regional e do país;
2. Atuar fortemente junto à Administração Superior para que a área temática envolvida
pelo curso esteja constante nos documentos de base da Instituição, principalmente o Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI) anteriores, vigente e futuros, pois mostra o envolvimento
da UFRA no desenvolvimento de Políticas Institucionais no âmbito do Curso;
3. Coordenar uma estrutura curricular com objetivos claros e precisos quanto à formação
dos egressos diferenciados para atuar no contexto amazônico com todas as suas potencialidades
e particularidades, priorizando a interdisciplinaridade e os ciclos de desenvolvimento propostos
neste Projeto Pedagógico Institucional (PPI);
4. Propor conteúdos curriculares com metodologias ativas de ensino e aprendizagem, com
articulação entre a teoria e a prática e carga horária compatível com as atividades propostas em
consonância com este PPI, salvaguardando o disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais da
área em questão;
5. Coordenar e orientar os trabalhos da Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso e
Estágio Supervisionado – CTES, nomeada pelo Coordenador nos primeiros trinta dias de
gestão, para regulamentação das Atividades Complementares, do ESO e do TCC, em acordo
com as Diretrizes Curriculares Nacionais correspondentes, com normas internas da UFRA e
com a legislação pertinente;
6. Presidir um Núcleo Docente Estruturante (NDE) em acordo com a legislação vigente;
7. Presidir um Colegiado funcional, em acordo com o Regimento Geral da UFRA e com
o Regulamento das Coordenadorias, garantindo a representatividade de cada categoria
universitária;
8. Manter todos os registros de funcionamento do curso;
9. Exercer a representatividade do curso nas reuniões das comissões;
10. Propor modificações e atualizações na estrutura curricular, regulamentações do curso,
bibliografias básicas e complementares, atuando junto ao NDE, Colegiado e docentes;
11. Responder às demandas dos discentes intercedendo junto às instâncias correspondentes;
12. Manter-se atualizado em fóruns de ensino sobre áreas emergentes, políticas de ensino
nacionais e locais e novas metodologias de ensino e aprendizagem que possam ser aplicadas ao
curso de graduação;
13. Avaliar junto ao NDE e ao Colegiado correspondente, cada resultado de avaliação do
Curso de Graduação;
14. Zelar para que a infraestrutura atenda razoavelmente à formação profissional com
78
qualidade;
15. Ser o porta-voz do curso perante a sociedade em geral, promovendo a área temática do
curso, dando ao mesmo a visibilidade necessária para atrair novos ingressantes, bem como
minimizar a evasão;
16. Avaliar sistematicamente os índices de sucesso do curso, como demanda por vaga e
índices de evasão e de retenção dos estudantes;
17. Por fim, exercer administração pautada pela ética e integridade que cabe ao servidor
público, bem como ser liderança com capacidade de agregar a comunidade acadêmica.
escolhidos entre os alunos do Curso, com seus respectivos suplentes, para o mandato de um
ano, permitida uma recondução; e d) quatro representantes dos técnico-administrativos,
escolhidos entre seus pares, com seus respectivos suplentes, para um mandato de quatro anos,
permitida uma recondução.
O Colegiado atual do Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura, está
institucionalizado, portaria n.º Nº 48/2023 - PROEN de 20 de setembro de 2023, possui
representatividade de todos os segmentos, reúne-se com periodicidade determinada, sendo suas
reuniões e as decisões associadas devidamente registradas, havendo um fluxo determinado para
o encaminhamento das decisões, dispõe de sistema de suporte ao registro, acompanhamento e
execução de seus processos e decisões. Além disso, o Colegiado do curso é submetido a
avaliação periódica sobre seu desempenho, para implementação ou ajuste de práticas de gestão.
A referida avaliação é realizada anualmente por meio de questionário junto ao corpo docente,
discente e egressos do curso.
DIMENSÃO 3 - INFRAESTRUTURA
Além disso, o espaço serve para a organização de documentos e materiais relacionados à gestão
do curso de graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas, como currículos, planos de
ensino, registros acadêmicos e documentos de avaliação dos processos seletivos, entre outros.
A sala tem disponível recursos tecnológicos e ferramentas de comunicação, como
acesso a computadores, software de gerenciamento acadêmico (SIGAA), sistemas de
comunicação interna e outras tecnologias relevantes. O uso dessas tecnologias permite a
interação do coordenador de forma online com professores, tutores e discentes do curso que
busquem qualquer apoio, à distância. Dessa forma, conseguimos uma organização eficiente de
informações, o acompanhamento de registros acadêmicos, a comunicação com alunos, tutores,
professores e coordenadores de polo, além de facilitar o acesso a recursos online, como
bibliotecas virtuais.
Além da coordenação do curso, na UFRA/Belém, cada polo em que o curso é ofertado
(Muaná, São Sebastião da Boa Vista, Barcarena, Parauapebas e Juruti) possui um coordenador
de polo, a sala da coordenação e uma secretaria de apoio administrativo, vinculados aos cursos
da UAB. O coordenador de polo também tem papel fundamental no bom andamento do curso
e atendimento direto com os alunos que busquem um apoio mais direto, presencial. A relação
da coordenação de curso e a coordenação dos polos é constante, sendo essencial para facilitar
o entendimento sobre as demandas do curso e dos discentes.
A biblioteca física possui exemplares que estão inseridos nas ementas das disciplinas
do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, modalidade a distância, na parte de
bibliografia complementar. O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui
contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome
da IES. O acervo da bibliografia complementar é adequado em relação às unidades curriculares
e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Da mesma
forma, está comprovada a compatibilidade, em cada bibliografia complementar da UC, entre o
número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a
quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. A biblioteca
física dos polos possui, em média, 1.234 exemplares, que atendem a formação complementar,
específica e pedagógica do curso, cujos exemplares estão a disposição dos discentes do curso.
Nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na IES, com instalações e
recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de
ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo
possui exemplares, ou assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que
complementam o conteúdo administrado nas UC. O acervo é gerenciado de modo a atualizar a
quantidade de exemplares e/ou assinaturas de acesso mais demandadas.
também outros cursos da UAB. Os laboratórios são equipados com material e equipamentos de
boa qualidade, como estufas, microscópios, lupas, centrífugas, bancadas com pias, reagentes e
vidrarias, de forma a atender demandas multidisciplinares.
O uso do laboratório é garantido através de agendamento prévio pelo Docente/tutor
responsável pela disciplina, para uso em projeto de projeto de pesquisa, ensino ou extensão. As
solicitações de agendamento são analisadas e homologadas pelo coordenador do polo. Os
agendamentos homologados são impressos e entregues à equipe de vigilância, a qual procede à
abertura dos laboratórios somente para os docentes autorizados aos agendamentos.
III – Matriz Curricular – Representação gráfica da Estrutura Curricular apresentada na PARTE II-PPC
.
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - MODALIDADE EAD, UAB/UFRA
CICLO DE FORMAÇÃO GERAL CICLO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA CICLO DE FORMAÇÃO
PROFISSIONAL
1º Período 2º Período 3º Período 4º Período 5º Período 6º Período 7º Período 8º Período 9º Período
PP III - Práticas
PP I - Práticas PP V - Práticas
Pedagógicas no PP VI - Práticas
Pedagógicas no Pedagógicas no
Ensino de Pedagógicas no
Deontologia Ensino de Ensino de
psicologia da Ensino de educação
Biológica e Didática I: 60h Educomunicação: Sociologia da microbiologia, metodologia
Didática II: 30h T: educação e ambiental e
Bioética: 30h T: 60h + P: 0h 30h T: 30h + P: 0h Educação: 30h T: biologia celular, científica,
30h + P: 0h DCE: educação em sustentabilidade e
T: 30h + P: 0h DCE: 0h DCE: 0h 30h + P: 0h DCE: histologia e zoologia, ecologia
0h Presencial: 0% direitos tecnologias digitais
DCE: 0h Presencial: 0% Presencial: 0% 0h Presencial: 0% embriologia: 60h e bioestatistica:
EaD: 100% humanos: 60h no ensino: 45h T:
Presencial: 0% EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100% T: 0h + P: 60h 60h T: 0h + P:
T: 0h + P: 60h 0h + P: 45h DCE:
EaD: 100% DCE: 60h 60h DCE: 60h
DCE: 60h 45h Presencial: 0%
Presencial: 0% Presencial: 0%
Presencial: 0% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100%
PP II - Práticas PP IV - Práticas Práticas PP VI -
Ambientação EAD Fundamentos Acessibilidade e Pedagógicas no Pedagógicas no Pedagógicas no
Políticas Públicas Tópicos Especiais
- Tecnologias Históricos e Inclusão em Ensino de Ensino de Ensino de Neurociência na
em Educação: 45h em Educação
Digitais: 60h Filosóficos da Diferentes Genética e matemática, botânica, Educação: 45h T:
T: 45h + P: 0h Inclusiva: 45h T:
T: 60h + P: 0h Educação: 30h T: Contextos: 30h T: Bioquímica: 60h física e química: etnobiologia e 45h + P: 0h DCE:
DCE: 0h 45h + P: 0h DCE:
DCE: 0h 30h + P: 0h DCE: 30h + P: 0h DCE: T: 0h + P: 60h 60h T: 0h + P: sociologia: 60h T: 0h Presencial: 0%
Presencial: 0% 0h Presencial: 0%
Presencial: 0% 0h Presencial: 0% 0h Presencial: 0% DCE: 60h 60h DCE: 60h 0h + P: 60h DCE: EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100% Presencial: 0% Presencial: 0% 60h Presencial:
EaD: 100% EaD: 100% 0% EaD: 100%
Fundamentos e Currículo no
Leitura e Produção Metodologia do Fundamentos Tecnologias
Práticas da ensino de Língua Brasileira
de Textos Psicologia da Ensino de Teóricos e Digitais no Ensino
Educação Ciências e de de Sinais - Imunologia: 30h T:
Acadêmicos: 45h Educação: 45h T: Biologia: 60h Metodológicos do de Biologia: 30h
Ambiental: 30h Biologia: 30h LIBRAS: 45h T: 30h + P: 0h DCE:
T: 45h + P: 0h 45h + P: 0h DCE: T: 60h + P: 0h ESO: 60h T: 60h + T: 30h + P: 0h
T: 30h + P: 0h T: 30h + P: 0h 45h + P: 0h DCE: 0h Presencial: 0%
DCE: 0h 0h Presencial: 0% DCE: 0h P: 0h DCE: 0h DCE: 0h
DCE: 0h DCE: 0h 0h Presencial: 0% EaD: 100%
Presencial: 0% EaD: 100% Presencial: 0% Presencial: 0% Presencial: 0%
Presencial: 0% Presencial: 0% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100%
Educação em Química Geral e Zoologia dos Bioestatistica: 60h Ecologia de Ecologia de Estudo das Fisiologia Parasitologia: 30h
Direitos Humanos: Orgânica: 60h Invertebrados I: T: 60h + P: 0h Sistemas: 45h T: Paisagem: 45h T: Relações Vegetal: 60h T: T: 30h + P: 0h
30h T: 60h + P: 0h 45h DCE: 0h 45h + P: 0h DCE: 45h + P: 0h Étnico-Raciais 60h + P: 0h DCE: DCE: 0h
1
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
DEONTOLOGIA BIOLÓGICA E BIOÉTICA 1º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / Teóric DC AC
Atividade TOTAL Prática Presencial EaD
ESO / a E E
Curricular
TCC / AC
Deontologia
Biológica e Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
Bioética
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Conhecer as áreas de atuação do profissional das Ciências Biológicas pode atuar, bem como os
pressupostos éticos e morais da vida profissional e em sociedade.
Objetivos Específicos
METODOLOGIA
Como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvem os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
4
DURAND, G. Introdução geral à bioética: história, conceitos e instrumentos. 5° ed. São Paulo:
Centro Universitário São Camilo, 2014. 431 p.
BRASIL. Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005. Regulamenta os incisos II, IV e V do § 1º do art. 225
da Constituição Federal, estabelece normas de segurança e mecanismos de fiscalização de atividades
que envolvam organismos geneticamente modificados – OGM e seus derivados, cria o Conselho
Nacional de Biossegurança – CNBS, reestrutura a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança –
CTNBio, dispõe sobre a Política Nacional de Biossegurança – PNB, revoga a Lei nº 8.974, de 5 de
janeiro de 1995, e a Medida Provisória nº 2.191-9, de 23 de agosto de 2001, e os arts. 5º, 6º, 7º, 8º, 9º,
10 e 16 da Lei nº 10.814, de 15 de dezembro de 2003, e dá outras providências.
Complementar
SCHRAMM, fermin Roland org. et al. Bioética, riscos e proteção. Rio de Janeiro: ed. UFRJ; ed.
Fiocruz, 2009. 253p.
BRASIL. Lei nº 11.794, de 08 de outubro de 2008. Regulamenta o inciso VII do § 1 o do art. 225 da
Constituição Federal, estabelecendo procedimentos para o uso científico de animais; revoga a Lei
no 6.638, de 8 de maio de 1979; e dá outras providências.
VASCONCELOS, M.J.E. Pensamento sistêmico: o novo paradigma da ciência. 10° ed. rev. atual.
Campinas, SP: Papirus, 2013. 269 p.
FOUREZ, G. A construção das ciências: introdução à filosofia e à ética das ciências. São Paulo:
UNESP, 1995. 319 p.
PESSINI, Leo org; HOSSNE, William Saad org. Bioética: em tempos de incertezas. São Paulo:
Centro Universitário São Camilo; Loyola, 2010. 455 p
218p.
BRASIL. Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005. Regulamenta os incisos II, IV e V do § 1º do art. 225
da Constituição Federal, estabelece normas de segurança e mecanismos de fiscalização de atividades
que envolvam organismos geneticamente modificados – OGM e seus derivados, cria o Conselho
Nacional de Biossegurança – CNBS, reestrutura a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança –
CTNBio, dispõe sobre a Política Nacional de Biossegurança – PNB, revoga a Lei nº 8.974, de 5 de
janeiro de 1995, e a Medida Provisória nº 2.191-9, de 23 de agosto de 2001, e os arts. 5º, 6º, 7º, 8º, 9º,
10 e 16 da Lei nº 10.814, de 15 de dezembro de 2003, e dá outras providências.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
AMBIENTAÇÃO EAD – TECNOLOGIAS
1º 60
DIGITAIS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / Teóric DC AC
Atividade TOTAL Prática Presencial EaD
ESO / a E E
Curricular
TCC / AC
6
Deontologia
Biológica e Letiva 60 60 0 0 0 0 100%
Bioética
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Esta disciplina visa auxiliar o discentes a base de acesso ao ambiente virtual de ensino-
aprendizagem (AVA), focado no SIGAA e outros principais AVAs (Moodle), os quais serão
utilizados durante o ensino a distância.
Objetivos Específicos
- Estudar as bases e funcionalidades do AVA principal, SIGAA, com todas suas ferramentas;
- Apresentar quais são e para que servem os ambientes virtuais de ensino-aprendizagem.
- Apresentar o Moodle outra ferramenta bastante utilizada para a educação a distância, com
detalhamento sobre ferramentas.
- Apresentar um histórico, conceitos, modelos e papéis da Educação a Distância, desde o seu
aparecimento até a importância associada a ela atualmente.
METODOLOGIA
Como estratégias metodológicas de aprendizagem os alunos trabalharão diretamente em seu
SIGAA, acompanhando o desenvolvimento da aula, ministrada pelo professor, de forma
prática e participativa. Além disso, serão utilizadas aulas expositivas dialogadas, com a leitura
de textos, manuais e discussões sobre temas que envolvem os assuntos vistos em sala.
EMENTA
Concepções e Legislação em EaD. Ambiente Virtual de Ensino- Aprendizagem (AVEA).
Ferramentas para navegação e busca na internet. Metodologias de estudo baseadas nos
princípios de autonomia, interação e cooperação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I. SIGAA
- Tipos de ambientes virtuais
- Acesso à plataforma
- Funcionalidades do SIGAA. Perfil discente
- Material didático
- Atividades. Fóruns e Chats
UNIDADE III
- Histórico, conceitos, modelos de Educação a distância
7
BIBLIOGRAFIA
Básica
LITTO, Fredric M. (Org.): Educação a distância: o estado de arte. 2.ed. 2012.
SILVA, Marco (Org.): Educação online: cenário, formação e questões didático-metodológicas. 2010 3.
FILATRO, Andrea: Design instrucional contextualizado: educação e tecnologia. 3.ed. 2003.
Complementar
KENSKI, Vani Moreira: Educação e tecnologia: o novo ritmo da informação. 8.ed. 2011.
LAFFIN, Maria Hermínia Lage Fernandes (Org.): Educação de jovens e adultos: educação na
diversidade. 2011.
VALENTE, José Armando (Org.): Educação a distância via internet. 2003.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
1º 45
ACADÊMICOS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina objetiva ressaltar a importância do conhecimento da língua portuguesa para um bom
desempenho acadêmico e profissional, procedendo à leitura analítica e crítico-interpretativa de textos,
ampliando o contato do discente com as estratégias de leitura e os processos de produção textual, visando
prepará-lo para a análise e a elaboração de textos diversos com adequação linguística ao contexto
acadêmico.
8
Objetivos Específicos
Ler, produzir e interpretar diferentes tipos e gêneros textuais orais e escritos com clareza e com
coerência, considerando as condições discursivas de produção;
Compreender as linguagens e suas respectivas variações;
Identificar, analisar e interpretar diferentes representações verbais, não verbais, gráficas e numéricas de
fenômenos diversos ou de um mesmo significado;
Adequar o padrão linguístico às modalidades da língua falada e escrita de acordo com as condições de
produção e recepção;
Refletir sobre os processos que envolvem a leitura e a produção de textos, sendo capaz de selecionar,
organizar e planejar as informações em função dos seus objetivos;
Produzir textos técnicos e científicos;
Formular e articular argumentos e contra-argumentos consistentes em situações sociocomunicativas;
Identificar, compreender e analisar situações-problema utilizando pensamento holístico e sistêmico ao
se abordar a complexidade da realidade;
Formar indivíduos com um perfil ético, humanista, crítico e sensível, apoiado em conhecimentos
científico, social e cultural, historicamente construídos, que transcendam a área de sua formação; além
de demonstrar compromisso e responsabilidade com questões sociais, culturais e ambientais, para o
exercício da cidadania;
Reconhecer a importância da apresentação de trabalhos acadêmicos com objetividade, sistematização,
clareza, concisão, coerência, rigor metodológico e normas oficializadas.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas e dialogadas.
atividades em classe e extraclasse como Estudo Dirigido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
individuais e/ou em grupo; seminários temáticos; tarefas e problematização de situações reais do
cotidiano, interação discente para construção conjunta do conhecimento, evitando a mera transmissão
de conceitos, dentre outros trabalhos integradores/interdisciplinares e processos avaliativos. Recursos
didáticos como quadro, data show, computador, powerpoint/canva/outros, livros, textos, internet, vídeos
e demais tecnologias educacionais. E, Quanto à dimensão de modalidade de ensino do CC:
presencial/EaD – referente à carga horária total/parcial, de acordo com a modalidade do curso e
parâmetros em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Linguagem, comunicação e interação. Níveis de linguagem e o desenvolvimento de habilidades
linguísticas de produção textual oral e escrita. Linguagens, variação e adequação linguística. Conceito
de texto. Concepções e estratégias de leitura. Letramento acadêmico: o ato e a prática de ler e escrever
na universidade. Leitura e Interpretação: pressupostos e subentendidos. Articulação textual: organização
do parágrafo e do período. Textualidade: coesão e coerência. Intencionalidade discursiva. Aspectos
linguístico-gramaticais aplicados aos textos. O texto dissertativo e sua estrutura. Argumentação e tipos
de argumento. Tipologia textual. Gêneros Textuais Planejamento e redação de textos técnicos e
científicos (resumo, resenha, artigo, relatório, TCC etc...). Estratégias de elaboração de seminários,
debates e discussões orais no foco em ciência, tecnologia e inovação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 Linguagem, comunicação e interação
1.1 Linguagem, língua e interação
9
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS 1º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
10
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOT DC Presenci
Atividade Teórica Prática ACE EaD
ESO / TCC AL E al
Curricular
/ AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Propiciar a discussão sobre educação em Direitos Humanos em seus aspectos de promoção, proteção,
defesa e aplicação na vida cotidiana e cidadã de direitos e responsabilidades individuais e coletivas.
Objetivos Específicos
Analisar a concepção de educação em Direitos Humanos;
Discutir as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;
Elaborar ações interdisciplinares para o desenvolvimento de uma Educação em Direitos Humanos;
Realizar práticas educativas de caráter transdisciplinar e interdisciplinar à Educação em Direitos
Humanos;
Propor fóruns de discussões destinados à promoção, defesa, proteção e ao estudo dos direitos humanos
na Instituição de Ensino Superior.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática – que contará com aulas expositivas dialogadas,
com discussão dos textos da bibliografia; seminários apresentados pelos(as) estudantes e coordenados
pelo(a) professor(a) sobre os textos da bibliografia, além de leituras e pesquisas, dentre outras escolhidas
pelo(a) professor(a) como exercícios de reflexão individuais e em grupos, exibição e discussão de filmes
e produção de textos. Quanto à dimensão de extensão: Disciplina Curricular de Extensão (DCE) –
referente à carga horária prática, que levará em consideração a formação discente e interação com a
comunidade externa mediante, pelo menos, uma das modalidades de extensão e seus produtos, como:
Programas; Projetos; Cursos e Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços, que serão definidas em plano
de ensino, com planejamento e execução de ações de docência sobre as unidades de conteúdo e de
culminância com as referidas modalidades de extensão, com metodologia presencial ou presencial
complementada com On-line (simultaneamente), não descaracterizando a modalidade presencial do
componente curricular extensionista e modalidade de curso presencial/EaD. E, Quanto à dimensão de
modalidade de ensino do CC: presencial/EaD – referente à carga horária total/parcial, de acordo com a
modalidade do curso e parâmetros em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
11
História dos direitos humanos. Educação, direitos humanos e formação para a cidadania e suas
implicações nas diferentes dimensões de educação formal e não formal, mídia e formação de
profissionais dos sistemas de segurança e justiça. Documentos nacionais e internacionais sobre educação
e direitos humanos. Declaração Universal dos Direitos Humanos. Diretrizes Nacionais para a Educação
em direitos
humanos. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. Legislações e estatutos protetivos dos
direitos humanos. Reflexão sobre a dignidade humana; igualdade de direitos; reconhecimento e
valorização das diferenças e das diversidades; laicidade do Estado. Democracia na educação.
Sustentabilidade socioambiental. Sociedade, violência e construção de uma cultura de paz. Preconceito,
discriminação e prática educativa. Políticas curriculares, temas transversais e projetos interdisciplinares.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 Introdução à concepção de Educação em Direitos Humanos (EDH).
1.1 Contextualização e histórico dos Direitos Humanos;
1.2 A Educação em Direitos Humanos no Brasil; e
1.3 Aspectos legislativos para implantação da EDH no Brasil.
Unidade II
2 Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (EDH).
2.1 Princípios da EDH: dignidade humana; igualdade de direitos; reconhecimento e valorização das
diferenças e das diversidades; laicidade do Estado; democracia na educação; transversalidade, vivência
e globalidade; e sustentabilidade socioambiental;
2.2 EDH nas diversas modalidades e múltiplas dimensionalidades: educação formal (básica e superior)
e educação não formal, mídia e formação de profissionais dos sistemas de segurança e justiça.
Unidade III
3 Educação em Direitos Humanos para uma Cultura de Paz
3.1 Direitos Humanos e o combate às violações: discutindo estratégias de combate às discriminações e
preconceitos étnico-raciais, religioso, cultural, territorial, físico-individual, geracional, de gênero, de
orientação sexual, de opção política, de nacionalidade e, dentre outras, como sobre Bullying em
instituições formais e não formais de ensino;
3.2 Direitos Humanos, Democracia e Cultura de Paz: diversidade temática de EDH, movimentos
sociais, conquista e garantia de direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais, de
crianças e adolescentes, jovens, adultos, idosos, pessoas com deficiência, dentre outros.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) – Brasília: MDH, 2018, 50p.
Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/educacao-em-direitoshumanos/
DIAGRMAOPNEDH.pdf. Acesso em: 27 jun. 2023.
RAMOS, André de Carvalho. Curso de Direitos Humanos. São Paulo: Saraiva Jurídica, 2019.
SANTOS, Ivair Auguisto dos. Direitos Humanos e as práticas de racismo. Brasília: Câmara dos
Deputados,
Edições Cãmtaa, 2015.
Complementar
ANDRADE, Marcelo. É a educação um direito humano? Em busca de razões suficientes para se
justificar o direito de formar-se como humano. Revista de Educação, v. 36, p. 21-27. Rio Grande do Sul:
PUC-RS, 2013. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-
12
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
BIOLOGIA CELULAR 1º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Modalidade de
Classificação Tipo CH Conheciment Extensão
Ensino
o
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina de Biologia Celular estuda, comparativamente entre os seres vivos, os constituintes e
processos celulares sob os pontos de vista estrutural, molecular e fisiológico.
Objetivos Específicos
Compreender os processos históricos relacionados com a teoria celular; reconhecer a natureza química
das diferentes substâncias que constituem as células, relacionando sempre a sua estrutura com a fisiologia
e importância; conhecer os sistemas de membranas existentes nas células em relação a estrutura e função
e aos mecanismos de difusão, osmose, endocitose, exocitose, movimentos celulares; como as células se
dividem e como essa divisão sofre organização para diferenciação celular em diferentes tecidos.
METODOLOGIA
A disciplina será ministrada com aulas teóricas e práticas sobre Biologia Celular. Serão utilizadas aulas
teóricas expositivas dialogadas e metodologias ativas, de modo a dinamizar o processo de ensino-
aprendizagem. As práticas serão conduzidas com base na abordagem metodológica de “Aprendizagem
13
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
INFORMÁTICA E INTRODUÇÃO A DADOS
1º 45
BIOLÓGICOS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva
Teóric Prátic AC Presenci
Atividade / ESO / TCC / DCE EaD
a a E al
Curricular AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Desenvolver competências essenciais no uso da informática aplicada à Biologia, capacitando os
discentes a utilizarem aplicativos, ferramentas de escritório e técnicas de análise de dados biológicos. A
disciplina fornecerá uma sólida base teórica em informática, abordando conceitos fundamentais, e
15
Objetivos Específicos
Proporcionar aos discentes uma compreensão ampla e geral sobre os conceitos básicos da informática,
suas aplicações e impactos na sociedade;
Utilizar aplicativos de escritório, como processadores de texto, planilhas e apresentações, com ênfase na
criação de documentos e apresentações relacionados à Biologia.
Explorar e utilizar ferramentas de análise de dados biológicos, incluindo softwares estatísticos e de
visualização, para processar, analisar e interpretar conjuntos de dados biológicos complexos.
Desenvolver competências na pesquisa científica em Biologia, com foco na coleta, organização e análise
de dados biológicos usando técnicas computacionais.
Compreender a importância da comunicação científica na área da Biologia e aprimorar a capacidade de
criar relatórios, apresentações e documentos científicos de alta qualidade com o uso eficaz de recursos
de informática.
METODOLOGIA
A abordagem pedagógica adotada é centrada no discente, onde a aprendizagem se configura como uma
experiência dinâmica e participativa. Valoriza-se a diversidade de perspectivas e a individualidade de
cada discente, reconhecendo que diferentes metodologias ativas podem ser eficazes em contextos
específicos.
O cerne desta disciplina é capacitar os discentes a se tornarem autônomos e adaptáveis às demandas do
mundo digital em constante evolução. A escolha da metodologia específica será realizada pelo docente
da disciplina, levando em consideração os objetivos de aprendizagem e as características da turma. De
forma geral, os discentes serão encorajados a se engajarem ativamente em sua própria aprendizagem, a
colaborarem com seus pares e a explorarem recursos digitais de maneira significativa. Para isso, serão
utilizadas estratégias como discussões em grupos, resolução de problemas, projetos práticos, simulações
e outras atividades que promovam a participação ativa.
Avaliação Formativa e Diagnóstica:
A avaliação nesta disciplina é concebida como uma ferramenta para o desenvolvimento contínuo dos
discentes. Serão utilizados uma variedade de instrumentos de avaliação, incluindo avaliações formativas
e diagnósticas, com o intuito de compreender o progresso individual de cada discente e identificar áreas
que necessitem de aprimoramento.
Trabalho Colaborativo e Reflexão:
A colaboração é uma habilidade fundamental no mundo digital e na educação em Biologia. Os discentes
serão incentivados a trabalharem em equipe, compartilharem ideias e aprenderem uns com os outros.
Além disso, a reflexão crítica sobre o próprio processo de aprendizagem será uma parte integrante da
jornada acadêmica.
Exploração da Tecnologia Digital:
Como parte essencial desta disciplina, desafiaremos os discentes a explorar e aplicar diversas
ferramentas de Tecnologia Digital no contexto do ensino de Biologia. Isso envolverá a utilização de
softwares, aplicativos, recursos online e outros meios digitais que podem enriquecer o processo
educativo.
EMENTA
Introdução à Informática e à Tecnologia da Informação; Sistemas Operacionais; Editor de Texto e
Planilha Eletrônica; Editor de Apresentação; Tópicos especiais em computação: rede de computadores,
Bancos de Dados e Ferramentas para Análise de Dados na Área.
16
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à Informática e à Tecnologia da Informação
1.1 Conceitos básicos de informática
1.2 Evolução da tecnologia da informação
1.3 Conceitos básicos de hardware e software
1.4 Sistemas Operacionais
Unidade II
2 Internet e ferramentas de comunicação online
2.1 Conceitos básicos de internet e redes de computadores
2.2 Segurança na web (exemplo: phishing, malware, criptografia)
2.3 Noções de privacidade e proteção de dados
Unidade III
3 Ferramentas de escritório e tecnologias de busca
3.1 Editores de texto, planilhas e apresentações
3.2 Novos mecanismos de busca (exemplo: Chat GPT)
3.4 Ferramentas para pesquisa científica
Unidade IV
4 Introdução à Biologia Digital
4.1 Bioinformática e suas aplicações
4.2 Conceitos básicos de bancos de dados
4.3 Visualização e análise de dados biológicos
4.4 Uso de softwares e aplicativos na pesquisa biológica
4.5 Ferramentas de modelagem e simulação
BIBLIOGRAFIA
Básica
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. 8. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro:
Elsevier/Capmus, 2011. 392 p : il.
PARHAMI, Behrooz. Arquitetura de computadores: de microprocessadores a supercomputadores. São
Paulo: McGraw-Hill, 2007. 560 p
MONTEIRO, M. A. Introdução À Organização de Computadores. 5ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
698p.
Complementar
TANENBAUM, Andrew S. Organização Estruturada de Computadores. 6ª Ed. São Paulo: Prentice Hall,
2013. 605p.
RIBEIRO JÚNIOR, J. I. Análises estatísticas no excel: guia prático. 2.ed. rev. e ampl. Viçosa: Ed. UFV,
2013. 311p.
BRAGA, William. Informática elementar: windows XP, excel 2003, word 2003: teoria e prática. 2. ed.
Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. 270 p
TORRES, G. Hardware. Rio de Janeiro: Novaterra, 2015. 888p.
CINTO, A. F.; GÓES, W. M. Excel Avançado. 2ª Ed. São Paulo: NOVATEC, 2015. 272p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
17
METODOLOGIA CIENTÍFICA 1º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen Extensão
Ensino
to
Letiva / Eletiva A
Disciplina / Atividade TOT Teór Práti Presenci
/ ESO / TCC / DCE C EaD
Curricular AL ica ca al
AC E
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Incentivar e orientar os discentes no desenvolvimento e na execução de trabalhos acadêmicos,
fundamentos de projeto de pesquisa; abrangendo discussões sobre paradigmas sobre Ciência e
Conhecimento;
Objetivos Específicos
Conceituar ciência e conhecimento científico e descrever suas características;
Compreender as bases da ciência moderna e da ciência contemporânea;
Identificar as etapas do método científico e caracterizar os passos do processo de pesquisa;
Compreender adequadamente o problema, as hipóteses e os objetivos de pesquisa;
Identificar as partes de um projeto de pesquisa;
Identificar e caracterizar as partes componentes de um relatório de pesquisa;
Aplicar as normas técnicas da metodologia científica em seu estudo.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas e dialogadas,
atividades em classe e extraclasse como Estudo Dirigido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
individuais e/ou em grupo; seminários temáticos; tarefas e problematização de situações reais do
cotidiano, interação discente para construção conjunta do conhecimento, dentre outros trabalhos
integradores/interdisciplinares e processos avaliativos. Recursos didáticos como quadro, data show,
computador, powerpoint/canva/outros, livros, textos, internet, vídeos e demais tecnologias educacionais.
E, Quanto à dimensão de modalidade de ensino do CC: presencial – referente à carga horária total,
de acordo com a modalidade do curso e parâmetros em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Ciência e conhecimento. Evolução do conhecimento e do pensamento social. Nascimento da ciência
moderna: o método científico. Fundamentos epistemológicos e operacionais da pesquisa científica.
Recursos Técnicos para a metodologia e pesquisa científica. Autoria Científica e Plágio no âmbito
acadêmico. Fontes de pesquisa para acesso à informação científica e meios de divulgação. Órgãos
responsáveis pela normalização de técnicas para formatação de trabalhos acadêmicos. Noções de Normas
para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos (ABNT). Normalização de trabalhos
18
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 Ciência e Conhecimento;
1.1 A natureza, tipos e níveis de conhecimento;
1.2 Ciência e Conhecimento científico;
1.3 Fundamentos de Pesquisa Científica: caracterização, método científico, tipos e técnicas de
pesquisa, coleta de dados e relatórios de pesquisa;
1.4 Recursos técnicos para pesquisa científica: acesso à informação científica por meio de bibliotecas,
periódicos, plataformas, fontes de pesquisa, banco de dados, dentre outros;
1.5 Autoria Científica e como evitar o plágio (tipos e conceitos);
Unidade II
2 Normalização de Trabalhos Acadêmicos;
2.1 Órgãos responsáveis pela normalização de técnicas para formatação de trabalhos acadêmicos;
2.2 Noções da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas): NBR 6022 (Artigo Científico),
NBR 6023 (Referências), NBR 6024 (Numeração Progressiva), NBR 6027 (Sumário), NBR 6028
(Resumo), NBR 10520 (Citações), NBR 14724 (Trabalhos acadêmicos), NBR 15287 (Projeto de
Pesquisa);
2.3 Normalização de Trabalhos Acadêmicos na Ufra;
2.4 Fundamentos de principais trabalhos acadêmicos: resumo; resenha; artigo; relatório; dentre outros.
BIBLIOGRAFIA
Básica
LUIZ, Ercília Maria de Moura Garcia. Escrita acadêmica: princípios básicos. Santa Maria/RS:
UFSM/NTE, 2019. E-book. Disponível em:
https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/16143/NTE_Licen_Ciencia_Religi%C3%A3o_Escrita_
Academica_Principios_Basicos.pdf?sequence=6&isAllowed=y. Acesso em: 30 jun. 2023.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica.
7/8.ed. atual. São Paulo, SP: Atlas, 2017. 346 p.
MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental: contém informações
sobre normas da ABNT para trabalhos acadêmicos. 30. ed. São Paulo: Atlas, 2019.
Complementar
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 27. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas,
2010.
KROKOSCZ, Marcelo. Autoria e plágio: um guia para estudantes, professores, pesquisadores e editores.
- São Paulo: Atlas, 2012. 149 p.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São
Paulo: Atlas, 2019.
PRODANOV, Cleber C.; FREITAS, Ernani C. Metodologia do Trabalho Científico: Métodos e Técnicas
da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico. 2.ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2023. 276p. Disponível em:
https://www.feevale.br/institucional/editora-feevale/metodologia-do-trabalho-cientifico---2-edicao.
19
2º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
DIDÁTICA I 2º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir a importância da didática na construção de uma efetiva prática pedagógica;
Objetivos Específicos
Compreender o objeto da didática - o ensino - enquanto prática social situada e historicizada,
identificando as características da triangulação didática;
Discutir a importância da construção do perfil de professor reflexivo para a construção de uma prática
docente efetiva;
Identificar a importância da neurodidática na prática pedagógica;
Dialogar sobre a importância de cuidar da voz durante o caminhar docente;
Analisar as contribuições do planejamento pedagógico na construção de uma prática docente de
excelência;
Planejar Planos de aula para o ensino fundamental e ensino médio na área de conhecimento da
Biologia.
METODOLOGIA
20
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será realizado “Rodas de Diálogo” com a finalidade de discutir temáticas atuais que
permeiam a didática, sempre que possível, será convidado pesquisadores para participar e enriquecer
esse momento. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Fundamentos epistemológicos da Didática. Triangulação conteúdo/ educandos/ docente. Neurodidática.
A Didática e a formação do professor. Professor reflexivo. Trabalho docente. Postura docente. O
professor e a voz. O planejamento didático e a organização do trabalho docente. Planejamento
pedagógico, projetos pedagógicos, sequência didática, planos de ensino, planos de aula e avaliação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Fundamentos epistemológicos da didática;
1.1 Histórico da didática;
1.2 Principais estudiosos;
1.3 A didática apresentada por Libâneo;
1.4 Triangulação didática;
1.5 Neurodidática;
Unidade II
2 A didática e o professor;
2.1 A importância da didática no processo de formação inicial e continuada do professor;
2.2 Professor Reflexivo;
2.3 Postura docente: aspectos reflexivos formativos;
2.4 Cuidados com a voz exigidos pela profissão docente;
Unidade III
3 Planejamento e organização do trabalho docente;
3.1 Importância do planejamento na prática docente;
3.2 Instrumentos avaliativos;
3.3 Projeto Político Pedagógico e seus componentes;
3.4 Sequência Didática e seus componentes;
3.5 Plano de Ensino e seus componentes;
3.6 Plano de aula e seus componentes.
BIBLIOGRAFIA
Básica
CANDAU, Vera Maria Org. A didática em questão. 36. ed. Petrópolis RJ: Vozes, 2014. 135 p. ISBN:
9788532600936.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. - 2. ed. - São Paulo: Cortez, 2013. 288 p.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro Org. Didática: o ensino e suas relações. 18. ed. São Paulo: Papirus,
2012. 183 p.
Complementar
GERALDO, Antônio Carlos Hidalgo. Didática de ciências naturais na perspectiva histórico-crítica. -
2.ed. - Campinas: Autores Associados, 2014. 175 p.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas.
33. ed. São Paulo: Atlas, 2015. 347 p. ISBN: 9788597000696.
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 11.ed. Campinas: Autores Associados, 2015. 81 p. (Polêmicas do
Nosso Tempo).
VEIGA, Ilma Passos Alencastro Org. Didática: o ensino e suas relações. 18. ed. São Paulo: Papirus,
2012. 183 p.
21
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E FILOSÓFICOS
2º 45
DA EDUCAÇÃO
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Obrigatória Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender o percurso histórico e contemporâneo da Educação no Brasil, em seus aspectos filosóficos,
sociais, políticos e institucionais, articulado às Ciências, Sociedade, Tecnologia, diversidade cultural e
o impacto desta articulação na formação de professores de Ciências e Biologia
Objetivos Específicos
Conhecer o dimensionamento da Literatura Especializada e aporte teórico da Educação no Brasil;
Circunstanciar os fatores que concorrem para a circulação da Educação em seus diferentes espaços,
como: escolar, não escolar, nos movimentos sociais, bem como os saberes culturais e populares na
Amazônia e no Brasil;
Apreender conhecimentos acerca da Educação no campo do ensino de Ciências, da Sociedade,
Tecnologia e diversidade cultural.
METODOLOGIA
A disciplina será ministrada por meio de aulas teóricas expositivas e dialogadas sobre a temática da
mesma. A avaliação consistirá em metodologias processuais e contínuas, por meio de provas e demais
atividades individuais e coletivas.
EMENTA
22
DOREA, Célia Rosangela. A arquitetura escolar como objeto de pesquisa em História da Educação.
Educar em revista, nr. 49, julho/set, 2013. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
40602013000300010&lng=en&nrm=iso&tlng=pt.
LELIS, Isabel. O trabalho docente na escola de massa: desafios e perspectivas. Sociologias, vol. 14, nr.
29, jan/abr 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-
45222012000100007&lang=pt.
OLIVEIRA, Romualdo Portela de. Da universalização do ensino fundamental ao desafio da qualidade:
uma análise histórica. Educação & Sociedade [online]. 2007, vol.28, n.100, pp. 661-690. ISSN 1678-
4626. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0101-
73302007000300003&lng=en&nrm=iso&tlng=pt.
OLIVEIRA, Ivanilde Apoluceno de. Paulo Freire: gênese da educação intercultural no Brasil. Curitiba:
CRV, 2015.
GOMES, N. L. G. O Movimento Negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação.
Petrópolis: Vozes, 2017.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO 2º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
23
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Analisar a relação Psicologia-Educação reconhecendo as contribuições das visões psicanalítica e
neopsicanalítica acerca do desenvolvimento da criança e das práticas educativas;
Objetivos Específicos
Entender como os princípios psicológicos relacionam-se com a educação e com o processo de ensino-
aprendizagem bem como reconhecer que tais princípios contribuem para a formação do educador;
Identificar as teorias do desenvolvimento e da aprendizagem, apropriar-se de seus conceitos além de
perceber suas contribuições para as ações educativas;
Reconhecer as semelhanças e diferenças nas teorias psicológicas para ensino aprendizagem a fim de
ressignificar a prática pedagógica a partir das ações realizadas.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão trabalhados, privilegiando: levantamento do conhecimento prévio dos estudantes;
motivação com leituras, situações problema ou pequenos vídeos;exposição oral/dialogada utilizando o
datashow; discussões, debates e questionamentos acerca dos textos e artigos trabalhados; leituras e
estudos dirigidos; atividades escritas individuais e em grupos;apresentações por parte dos alunos de:
plenárias, painéis e mini aulas; comentários e análise de textos; exibição e discussão de vídeos; produção
de textos sobre os temas trabalhados; pesquisa bibliográfica dos teóricos trabalhados; análise e discussão
de artigos científicos
EMENTA
A natureza da psicologia da educação como ciência aplicada, seu âmbito e sua relação com a educação
brasileira. Princípios psicológicos do desenvolvimento humano que fundamentam ou interferem no
processo ensino x aprendizagem. Psicologia da educação, origem e evolução, bases teóricas – psicologia
do desenvolvimento - psicologia da aprendizagem, os processos de aprendizagem e desenvolvimento, a
concepção multideterminada do homem – homem e cultura - as leis do desenvolvimento sócio-histórico,
as principais teorias da aprendizagem e do desenvolvimento – Skinner – Freud – Piaget – Vygotsky,
psicologia e educação, implicações teóricas das concepções psicológicas nos estudos do cotidiano
escolar, segregação, interação e inclusão:
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I
1 Psicologia da Educação;
1.1 Conceituações;
1.2 Áreas de atuação;
1.3 Contribuições e Evoluções da Psicologia da Educação;
24
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
QUÍMICA GERAL E ORGÂNICA 2º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina de Química Geral e Orgânica tem como objetivo proporcionar aos estudantes do curso de
Ciências Biológicas uma compreensão fundamental dos conceitos e princípios básicos da química,
fornecendo as bases necessárias para entender os processos biológicos que ocorrem nos seres vivos.
Objetivos Específicos
Compreender a estrutura atômica e molecular da matéria: Os alunos aprenderão sobre a estrutura dos
átomos, as ligações químicas e as interações moleculares que são fundamentais para a compreensão da
química dos compostos orgânicos e inorgânicos;
Estudar as reações químicas: A disciplina abordará os diferentes tipos de reações químicas, permitindo
que os alunos compreendam processos como metabolismo, síntese de compostos essenciais e
degradação de substâncias;
Compreender a relação entre a química e a biologia: A disciplina ajuda a estabelecer conexões entre
conceitos químicos e fenômenos biológicos, fornecendo uma base sólida para entender como a química
é fundamental para a vida;
26
METODOLOGIA
As aulas terão a participação ativa do aluno na construção do conhecimento e serão adotadas as seguintes
metodologias: Aulas teóricas e expositivas com utilização de recursos audiovisuais e questionamentos,
discussão e debates; Aulas práticas sobre os conteúdos ministrados na teoria; A leitura, interpretação e
elaboração de textos serão trabalhados em sala de aula como temas transversais; As aulas transcorrerão
de maneira interativa com os alunos em que ambos são agentes ativos do processo de ensino-
aprendizagem; A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos; As atividades relacionadas ao Trabalho
Discente Efetivo (TDE) poderá constar com exercícios de fixação, pesquisa bibliográfica,
desenvolvimento de atividades práticas, elaboração de relatórios, visitas técnicas entre outros
EMENTA
Estrutura Atômica, Classificação Periódica, Ligações Iônicas. Ligação Covalente, Ligação, Metálica,
Funções Inorgânicas e suas propriedades e principais aplicações, Teorias ácido-base. Reações Químicas
e Estequiometria, Funções Orgânicas e Propriedade Físico-Químicas dos Compostos Orgânicos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Estrutura Atômica e Tabela Periódica;
1.1 A Tabela Periódica e as Configurações Eletrônicas - Distribuição dos Elétrons - Variação de
Propriedades com a Estrutura Atômica;
1.2 Metais Metalóides e Não-Metais - Propriedades Físicas dos Metais - Propriedades Químicas dos
Metais - Tendências no Comportamento Metálico - Caráter Iônico-Covalente das Ligações Metal e
Não-Metal - As Cores dos Compostos Metálicos - Algumas Propriedades Físicas de Não-Metais e
Metalóides;
Unidade II
2 Ligação Química: Conceitos Gerais
2.1 A Ligação Iônica - Fatores que Influem na Formação dos Compostos Iônicos - Ligação Covalente
- Ordem de Ligação e Algumas Propriedades da Ligação Química - Ligações Covalentes Coordenadas
- Moléculas Polares e Eletronegatividade - Oxidação e Redução - Números de Oxidação -
Nomenclatura dos Compostos Químicos e introdução aos compostos de coordenação.
Unidade III
3 Funções Inorgânicas;
3.1 A Definição de Arrhenius de Ácidos e Bases - A Definição de Ácidos e Bases de Browsted -
Lowry - Forças de Ácidos e Bases - Ácidos e Bases de Lewis - Ácidos e Bases Abordados Como
Sistemas Solventes – Funções Sais e Óxidos e suas propriedades;
Unidade IV
4 Reações Inorgânicas;
4.1 Introdução, Equações iônicas, Balanceamento das equações químicas;
4.2 Classificações das reações químicas, principais reações envolvendo as funções inorgânicas e
Balanceamento de Reações;
Unidade V
5 Introdução aos Compostos Orgânicos;
5.1 Introdução a Química Orgânica, Natureza dos compostos orgânicos;
5.2 Teoria da Ligação de Valência e Hibridização de Orbitais;
5.3 Estudo das funções orgânicas;
27
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS
2º 30
BIOLÓGICAS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Retomar os principais conceitos de matemática fundamental, voltados ao fortalecimento do aprendizado,
de modo a investigar situações-problema e avaliar aplicações do conhecimento científico e tecnológico
e suas implicações no âmbito das ciências das naturezas incluídas na Base Nacional Comum Curricular.
28
Objetivos Específicos
Preencher lacunas do ensino básico fundamental quanto ao reconhecimento de operacionalização dos
números reais.
Aplicar as operações elementares. Reconhecer as expressões algébricas. Diferenciar expressões e
equações.
Compreender a estrutura de um polinômio.
Definir e distinguir domínio, contradomínio e imagem de funções.
Compreender o comportamento de uma função através da análise de seu gráfico.
Calcular áreas de figuras planas e espaciais.
Determinar as razões trigonométricas no triângulo retângulo.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow,
quadro branco e pincel. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de listas de exercícios e produção
textual. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Conjuntos e Intervalos Numéricos. Operações Elementares. Expressões numéricas. Equações de 1º e 2º
grau. Relações e introdução às funções. Apresentação das funções (caracterização geral e gráficos).
Expressões polinomiais. Tópicos de geometria plana e espacial. Trigonometria.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conjuntos e Intervalos Numéricos;
1.1 Conjunto de números naturais;
1.2 Conjunto de números inteiros;
1.3 Conjunto de números racionais;
1.4 Conjunto de números irracionais;
1.5 Conjunto de números reais;
1.6 Intervalos numéricos;
Unidade II
2 Operações Elementares;
2.1 MDC e MMC de números naturais;
2.2 Módulo ou valor absoluto;
2.3 Números opostos e simétricos;
2.4 Operações com números inteiros;
2.4.1 Adição;
2.4.2 Subtração;
2.4.3 Multiplicação;
2.4.4 Divisão;
2.5 Frações;
2.5.1 Tipos de frações;
2.5.2 Frações equivalentes;
2.5.3 Simplificação de frações;
2.5.4 Redução de frações a um mesmo denominador;
2.5.5 Operações com frações;
2.6 Potenciação e radiciação;
2.6.1 Definição;
2.6.2 Propriedades;
2.6.3 Operações;
29
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA
2º 60
COMPARADA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
31
3 Conjuntivo
3.1 Tecido conjuntivo propriamente dito;
3.2 Tecidos conjuntivos especiais: ósseo; sanguíneo, cartilaginoso e adiposo.
Unidade IV
4 Tecido muscular estriado esquelético;
4.1 Tecido muscular estriado cardíaco;
4.2 Tecido muscular liso.
Unidade V
5 Nervoso
5.1 Neurônios: tipos e disposição tecidual;
5.2 Células gliais.
Unidade VI
6 Ovogênese
6.1 Formação e maturação dos oocistos;
6.2 Estro nos diferentes grupos de vertebrados;
6.3 Histologia do ovário e útero.
Unidade VII
7 Espermatogênese
7.1 Maturação das espermátides;
7.2 Histologia do testículo.
Unidade VIII
8 Fertilização;
8.1 Transporte de espermatozoides;
8.2 Fecundação: fases, tipos e mecanismos observados em vertebrados;
8.3 Formação do zigoto.
Unidade IX
9 Desenvolvimento embrionário
9.1 Folhetos embrionários
9.2 Humanos: primeira semana do Desenvolvimento; nidação e segunda Semana do Desenvolvimento;
Terceira Semana do Desenvolvimento; Neurulação.; quarta à oitava semanas do desenvolvimento, o
período fetal.
9.3 Embriogênese nos diferentes grupos de vertebrados;
9.4 Anexos embrionários;
9.5 Aspectos clínicos, prevenção e controle.
BIBLIOGRAFIA
Básica
AARESTRUP, B. J. Histologia essencial. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 457p.
ROSS, Michael H. Histologia - Texto e Atlas - Em Correlação com Biologia Celular e Molecular. 6.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1008p.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. 2017. Histologia Básica: Texto e Atlas. 13ª. Ed. Guanabara
Koogan. Rio de Janeiro. 568 p.
Complementar
GARTNER, L.P.; HIATT, J.L. 2014. Atlas colorido de histologia. 6ª Ed. Editora Guanabara Koogan.
Rio de Janeiro. 512 p.
HIB, J. Di Fiore - Histologia - Texto e Atlas. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 530p.
GLEREAN, A.; SIMÕES, M.J.; 2013. Fundamentos de Histologia para estudantes da área de saúde. 1ª
Ed. Editora Santos. São Paulo. 378 p.
OVALLE, W.K.; NAHIRNEY, P.C.; NETTER, F.H. 2014. Netter Bases da Histologia. 2ª Ed. Editora
33
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
PRINCÍPIOS DA SISTEMÁTICA BIOLÓGICA 2º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
O objetivo geral da disciplina é apresentar os conceitos ligados à sistemática envolvida na classificação
dos organismos vivos, com ênfase na sistemática filogenética.
Objetivos Específicos
Compreender os fundamentos da Sistemática Biológica através da abordagem de seus aspectos
históricos, teóricos e práticos;
Articular a conceituação de espécie e a prática taxonômica.
Compreender o processo de sistematização da diversidade biológica em classes hierárquicas no contexto
evolutivo;
Reconhecer e aplicar os conceitos da Sistemática Filogenética e os Métodos Cladísticos de Análise da
diversidade biológica.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, seminários,
vídeos documentários e também dinâmicas envolvendo metodologias ativas. Trabalhos, relatórios de
aulas práticas, apresentação de seminário, análises das dinâmicas e das aulas, provas teóricas e práticas
serão utilizadas como avaliações do aprendizado.
EMENTA
História da Sistemática, Sistemática e a Filosofia das Ciências Biológicas. Escolas taxonômicas
contemporâneas. Coleções Biológicas e seu papel na Sistemática. Códigos de Nomenclaturas Biológicas
– A Prática Taxonômica. Caracteres e sua interpretação. A Sistemática Filogenética como referência da
Classificação Biológica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
34
Unidade I
1 Conceitos gerais de Sistemática e Taxonomia;
1.1 História da taxonomia e Escolas taxonômicas.
1.2 Sistemática, Taxonomia e conceitos correlatos.
1.3 Os papéis da Taxonomia e do taxonomista.
1.4 Diversidade Biológica.
1.5 Conceito de espécies e especiação.
1.6 Classificações, hierarquias e chaves.
Unidade II
2 A prática taxonômica:
2.1 Nomenclatura zoológica, botânica, microbiológica e de vírus.
2.2 Coleções taxonômicas: campo, museu e herbário.
2.3 Bibliografia taxonômica.
2.4 Descrição taxonômica e problemas correlatos.
Unidade III
3 A filogenia como sistema de referência da biologia:
3.1 Caracteres taxonômicos: conceito, tipos, interpretação.
3.2 O conceito de homologia.
3.4 Conceitos básicos da metodologia cladística;
3.5 Os grupos formados na filogenia.
3.6 Análise filogenética;
BIBLIOGRAFIA
Básica
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
JUDD, Walter S... et al et al. Sistemática vegetal: um enfoque filogenético. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Artemed, 2009. 1 CD-ROM.
SOUZA, Vinícius Castro; LORENZI, Harri. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das
famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4.ed. Nova Odessa-SP:
Instituto Plantarium, 2019. 767 p. ISBN: 9786580684014.
Complementar
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 15/16.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 937 p.
FRANSOZO, Adilson; ZAGO, Aline Cristina colab. Zoologia dos invertebrados. Rio de Janeiro: Roca,
2016. 661 p.
BRUSCA, Richard C; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Invertebrados. 3. ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2018. 1010 p. ISBN: 9788527731997.
SOUZA, Vinicius Castro; LORENZI, Harri. Chave de identificação para as principais famílias de
Angiospermas nativas e cultivadas do Brasil. 3. ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora,
2014. 31 p.
ALCOCK, John. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9. ed. São Paulo: Artmed, 2011.
606 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
GEOLOGIA BÁSICA 2º 45
35
Objetivo Geral
Compreender como os processos geológicos responsáveis pela dinâmica interna e externa da Terra são
importantes para a transformação e configuração do nosso planeta em toda a sua trajetória evolutiva,
desde a sua formação em passado longínquo até no presente e no futuro.
Objetivos Específicos
Compreender a importância da geologia para a formação do biólogo;
Identificar tipos de minerais de rochas;
Diferenciar os tipos de rochas;
Relacionar a escala do tempo geológico com a datação da terra;
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de aulas práticas com análise de material
em laboratório e estudos dirigidos aplicados a Geologia. No SIGAA serão disponibilizados os materiais
básicos e complementares ao estudo Geológicos.
EMENTA
Origem do Universo Material. Terra, um planeta no espaço cósmico. Mobilidade Crustal: a Formação
dos Continentes e Oceanos. Ciclo Petrogenético: a formação das rochas. Minerais: a matéria cristalina
da Terra. Escala do Tempo Geológico.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução E Fundamentos De Geologia;
1.1 Origem do Universo;
1.2 Formação dos Continentes e Oceanos;
Unidade II
2 Os Minerais;
2.1 O que é um mineral?
2.2 A estrutura atômica da Matéria;
2.3 Reações e Ligações Químicas;
36
3º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
DIDÁTICA II 3º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir acerca dos desafios que podem ser enfrentados no ambiente de trabalho do professor de
Ciências/Biologia;
Objetivos Específicos
Analisar as relações existentes na tríade aluno-professor-sala de aula;
Refletir acerca das experiências vivenciadas pelos alunos durante as experimentações de ações que
envolvam a prática pedagógica;
Simular uma pequena aula a ser apresentada para a turma, vivenciando diversos aspectos qu envolve a
prática docente.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será realizado “Rodas de Diálogo” com a finalidade de discutir temáticas atuais que
permeiam os desafios da prática pedagógica, sempre que possível, será convidado pesquisadores para
participar e enriquecer esse momento. Ocorrerá também, aulas simuladas, nas quais, os alunos, irão
construir e apresentar para a turma uma aula completa referente a algum conteúdo escolhido que
contempla aulas de Ciências e/ou Biologia e após a apresentação, iremos dialogar e refletir sobre as
sensações vividas diante da atividade.No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o
planejamento de ensino.
EMENTA
38
O trabalho do professor de Ciências e Biologia e suas relações com: prática pedagógica, prática docente,
Triângulo Didático (A/P/S); Desafios enfrentados no ambiente escolar: Disciplina e indisciplina no
manejo da sala de aula - Aluno/as neuroatípicos - Relações interpessoais no ambiente escolar - Violência
no Ambiente escolar - Negação da Ciência - O celular e seu impacto no processo de ensino e
aprendizagem; Simulação didático-pedagógica de aulas de Ciências/Biologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Trabalho docente e sua complexidade holística;
1.1 Triângulo didático;
1.2 Desafios docentes:
1.3 Aluno/as neuroatípicos e seus desafios;
1.4 Relações interpessoais no ambiente escolar;
1.5 Violência no ambiente escolar;
1.6 Indisciplina no ambiente escolar;
1.7 Negação da Ciência;
1.8 O Celular e o ensino;
Unidade II
2 Simulação do trabalho docente;
2.1 Apresentação do plano de Aula;
2.2 Apresentação de uma aula simulada;
BIBLIOGRAFIA
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
CAMPOS, Maria Cristina da Cunha; NIGRO, Rogério Gonçalves. Teoria e prática em ciências na
escola: o ensino aprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 2010. 160 p. (Teoria e prática).
SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Bullying: mentes perigosas nas escolas. Rio de Janeiro: Fontanar;
Objetiva, 2010. 190 p.
Complementar
CANDAU, Vera Maria Org. A didática em questão / Vera Maria Candau (org.). - 36. ed. - Petrópolis
RJ: Vozes, 2014. 135 p.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Org. Didática: o ensino e suas relações. 18. ed. São Paulo: Papirus,
2012. 183 p. (Magistério Formação e Trabalho Pedagógico).
OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales. A Reconstrução da didática: elementos teóricos-metodológicos. -
4.ed. - Campinas: Papirus, 2002. 173 p.
COELHO, Wilma de Nazaré Baía; MÜLLER, Tânia Mara Pedroso; SILVA, Carlos Aldemir Farias da.
Formação de professores, livro didático e Escola Básica. São Paulo: Livraria da Física, 2016. 196 p.
COELHO, Wilma de Nazaré Baía; BRITO, Nicelma Josenila Costa de; SILVA, Carlos Aldemir Farias
da. Escola básica e relações raciais. Tubarão SC: Copiart, 2019. 352 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
POLÍTICAS PÚBLICAS EM EDUCAÇÃO 3º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
39
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender o cenário das Políticas Públicas de Educação no Brasil, tendo como base sua legislação,
o percurso histórico, a constituição dos sistemas de ensino e suas implicações atinentes à formação de
professores da Educação Básica
Objetivos Específicos
Conhecer o dimensionamento da Literatura Especializada e aporte teórico da sobre a Educação e
Políticas Públicas Educacionais;
Circunstanciar o percurso da política educacional brasileira, as leis, diretrizes e demais documentos que
orientam a política educacional no país;
Apreender conhecimentos acerca do sistema nacional e internacional de educação, bem como o percurso
formativo e o cenário da Educação atual
METODOLOGIA
A disciplina será ministrada por meio de aulas teóricos expositivas e dialogadas sobre a temática da
mesma. A avaliação consistirá em metodologias processuais e contínuas, por meio de provas e demais
atividades individuais e coletivas.
EMENTA
Estudo da Política Educacional Brasileira tendo como base a legislação do ensino, as políticas públicas
e o contexto nacional e internacional; percurso históricos da Educação Brasileira; constituição e
organização de sistemas de Educação e Ensino (LDB, as DCNs da Educação Básica; o Plano Nacional
de Educação; organismos internacionais e o impacto dos mesmos nas políticas de Educação no Brasil;
financiamento da educação; a formação dos profissionais da Educação, especialmente a formação de
professores de Ciências e Biologia; impasses e perspectivas da Educação atual.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos iniciais sobre Políticas Públicas e Educação, a Literatura Especializada e aporte teórico;
1.1 Percurso histórico das políticas educacionais e constituição dos sistemas de ensino;
Unidade II
2 Estudo das Políticas Públicas e Educação e os documentos que orientam a política educacional
brasileira;
Unidade III
40
BIBLIOGRAFIA
Básica
Complementar
AZEVEDO, Janete Lins. A educação como política pública. Campinas, SP: Autores Associados, 2004.
BRASIL. Ministério da Educação. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica
2013. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-
basica-2013-pdf/file
BRZEZINSKI, Iria (Org.). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. 9.ed. São Paulo: Cortez,
2005.
CALDERANO, Maria da Assunção et al. O que o IDEB não conta: processos e resultados alcançados
pela Escola Básica. Juiz de Fora/MG: Editora UFJF, 2013.
CURY, Carlos. A educação como direito. Cadernos de Pesquisa, v. 38, n. 134, maio/ago. 2008.
Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/QBBB9RrmKBx7MngxzBfWgcF/?format=pdf&lang=pt
FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e a crise do capitalismo real. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
GENTILI, Pablo A. A.; SILVA, Tomaz Tadeu da (orgs.). 13.ed. Neoliberalismo, qualidade total e
educação: visões críticas. Petrópolis/RJ: Vozes, 2010.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
METODOLOGIA DO ENSINO DE BIOLOGIA 3º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
41
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Objetivos Específicos
Diferenciar as abordagens de ensino que podem compor a prática pedagógica das aulas de
Ciências/Biologia;
Conhecer as atuais tendências metodológicas que envolve o ensino de Ciências/Biologia;
Analisar as implicações das relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade no ensino de ciências;
Organizar atividades e produzir materiais de ensino e pedagógicos, visando a aplicação deles nas escolas.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será elaborada algumas atividades metodológicas, como aulas experimentais, jogos
didáticos, gincanas, aulas práticas a serem aplicadas em algumas escolas do município, a fim de
colocarmos em prática os conteúdos estudados. No SIGAA serão disponibilizados os materiais
utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Educação/Alfabetização Científica e o Ensino de Ciências. Contextualização. Transposição didática.
Abordagens de Ensino. Modalidades didáticas. Tendências atuais no ensino de Ciências e Biologia:
Ensino por Investigação, Relação Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) etc. Estratégias
metodológicas, materiais, recursos didáticos e as novas arquiteturas para o ensino-aprendizagem de
Ciências e Biologia. Estudo do Livro Didático.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
42
Unidade I
1 Educação Científica e o Ensino de Ciências;
1.1 Porquê ensinar Ciência na escola?
1.2 Alfabetização Científica e sua importância nos tempos atuais;
1.3 Contextualização nas aulas de Ciências/Biologia;
1.4 Transposição didática e seus desafios;
Unidade II
2 Ensino de Ciências e Sua construção;
2.1 Abordagem de ensino (Tradicional, comportamentalista,Humanista, Cognitivista e Sociocultural);
2.2 Modalidades didáticas (Aulas expositivas, demonstração, discussão,aulas práticas, aulas de campo,
excursões, simulações, estudos de caso/resoluções de problema, projetos);
2.3 Ensino CTS;
2.4 Ensino por Investigação;
Unidade III
3 Estratégias metodológicas para o Ensino de Ciências e Biologia;
3.1 Metodologia Ativa: definição e aplicação;
3.2 Jogos, modelos didáticos, experimentos, entre outros;
3.3 Livro didático.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. 2. ed. rev. ampl. Porto Alegre: Penso,
2012. 199 p.
PERRENOUD, Philippe. 10 Novas competências para ensinar: convite à viagem. Porto Alegre: Artmed,
2000. 192 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
Complementar
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
GIL, Antônio Carlos. Metodologia do ensino superior. - 3.ed. - São Paulo: Atlas, 1997. 121 p.
Santos, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos / Gisele do Rocio
Cordeiro Mugnol Santos. - Curitiba: Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ZOOLOGIA DOS INVERTEBRADOS I 3º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
43
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar aos discentes aprendizado e formação crítica sobre a identificação e reconhecimento das
principais características morfológicas e fisiológicas dos grupos de invertebrados basais.
Objetivos Específicos
Permitir que os alunos relacionem e compreendam a origem e evolução dos Metazoa em geral;
Possibilitar o aprendizado sobre classificação, morfologia, fisiologia, ecologia, filogenia e importância
dos filos animais invertebrados assimétricos, Radiata, Acelomados e Blastocelomados.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, seminários,
vídeos documentários e também dinâmicas envolvendo metodologias ativas. Trabalhos, relatórios de
aulas práticas, apresentação de seminário, análises das dinâmicas e das aulas, provas teóricas e práticas
serão utilizadas como avaliações do aprendizado.
EMENTA
Origem, caracterização e diversidade dos Metazoa. Biodiversidade, classificação, morfologia, fisiologia,
ecologia, filogenia e importância dos animais invertebrados basais assimétricos, com simetria radial,
com simetria bilateral, acelomados e blastocelomados (representantes de Protostomia - Spiralia e
Ecdysozoa).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução: Fundamentos, conceitos e caracterização dos Metazoa;
1.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Porifera, Placozoa, Ctenophora e Cnidaria.
Unidade II
2 Introdução aos Bilateria;
2.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Características Gerais,
Morfologia, Fisiologia, aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Xenacoelomorpha,
Platyhelminthes, Nematoda e Nematomorpha.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BRUSCA, Richard C; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Invertebrados. 3. ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2018. 1010 p.
FRANSOZO, Adilson; ZAGO, Aline Cristina colab. Zoologia dos invertebrados. Rio de Janeiro: Roca,
2016. 661 p.
44
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 15/16.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 937 p.
Complementar
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
BARNES, R. S. K. ...et al. Os invertebrados: uma síntese. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 495 p.
RAFAEL, José Albertino (edt). Insetos do Brasil: diversidade e taxonomia. Ribeirão Preto, SP: Holos,
2012. 796 p.
RIBEIRO-COSTA, Cibele S.Rocha, Rosana Moreira da Coord. Invertebrados: manual de aulas práticas.
2.ed. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2006. 271 p.
PECHENIK, J. A. Biologia dos invertebrados. 7ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ZOOLOGIA DOS VERTEBRADOS I 3º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar, aos discentes, aprendizado e formação crítica sobre a identificação e reconhecimento das
principais características morfológicas e fisiológicas dos grupos de vertebrados basais não-amniotas.
Objetivos Específicos
Permitir que os alunos relacionem e compreendam a origem e evolução dos Vertebrata em geral;
Possibilitar o aprendizado sobre classificação, morfologia, fisiologia, ecologia, filogenia e importância
dos filos animais vertebrados basais não-amniotas.
METODOLOGIA
45
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, seminários,
vídeos documentários e também dinâmicas envolvendo metodologias ativas. Trabalhos, relatórios de
aulas práticas, apresentação de seminário, análises das dinâmicas e das aulas, provas teóricas e práticas
serão utilizadas como avaliações do aprendizado.
EMENTA
Diversidade, Caracterização e evolução dos Vertebrata. Biodiversidade, classificação, morfologia,
fisiologia, ecologia, filogenia e importância dos animais vertebrados não amniotas. Agnatha (fósseis e
viventes); Origem dos Gnathostomata; Chondrichthyes; Osteichthyes; Viver na terra; Origem e evolução
dos Tetrapoda; Lissamphibia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução aos Vertebrata: Diversidade, caracterização e evolução dos Vertebrata;
1.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Agnatha (Myxiniformes, Petromyzontiformes,
Ostracodermes, Conodontes e outros grupos fósseis);
1.2 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Chondrichthyes (Elasmobranchii e Holocephali) e
Osteichthyes (exceto os terrestres);
Unidade II
2 Viver na terra: Origem e Evolução dos Tetrapoda; Invasão do ambiente terrestre;
2.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Lissamphibia.
BIBLIOGRAFIA
Básica
POUGH, F. Harvey; JANIS, Christine M. A vida dos vertebrados. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 872
p.
KARDONG, Kenneth V; VOEUX, Patrícia Lydie Trad. Vertebrados: anatomia comparada, função e
evolução. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2016. 788 p.
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 15/16.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 937 p.
Complementar
ALCOCK, John. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9. ed. São Paulo: Artmed, 2011.
606 p.
LIEM, Karel F... et al; GRANDE, Lance. Anatomia funcional dos vertebrados: uma perspectiva
evolutiva. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 519 p.
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
DANTAS, Gisele Pires de Mendonça (org). Introdução à filogeografia aplicada à conservação biológica
de vertebrados neotropicais. Curitiba: CRV, 2013. 193 p. ISBN: 9788580427882.
SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Santos,
2002/2013/2018. 611 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ECOLOGIA DE POPULAÇÕES 4º 45
46
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOQUÍMICA GERAL 3º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 60 40 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
48
Objetivo Geral
Proporcionar aos alunos uma visão ampla e atualizada da bioquímica, analisando a estrutura das
biomoléculas e as vias metabólicas e sua regulação, de modo a compreender como os organismos vivos
utilizam matéria e energia do meio ambiente para manterem seus constituintes químicos e realizar suas
atividades bioquímicas e fisiológicas.
Objetivos Específicos
Conhecer os fundamentos básicos da bioquímica;
Conhecer as biomoléculas e sua importância biológica;
Interpretar o funcionamento dos principais processos metabólicos dos seres vivos.
METODOLOGIA
As aulas teóricas são expositivas com a utilização de recursos visuais (slides/transparências). Os
conteúdos teóricos também são revisados em estudos dirigidos. As aulas práticas, quando houver, por
razões materiais, são expositivas em laboratório e visam a sedimentação do conteúdo teórico.
EMENTA
Introdução a biomoléculas de carboidratos, lipídios, aminoácidos, proteínas, enzimas, ácidos nucléicos,
bioenergética, respiração e fermentação celular, metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à Bioquímica;
1.1 Aminoácidos e peptídeos;
1.2 Proteínas e organização estrutural;
1.3 Enzimas;
1.4 Carboidratos;
1.5 Lipídeos;
1.6 Nucleotídeos e ácidos nucleicos;
Unidade II
2 Bioenergética;
2.1 Glicólise, Gliconeogênese, Glicogenólise e via Pentose-Fosfato;
2.2 Biossíntese de carboidratos em plantas;
Unidade III
3 Ciclo do ácido Cítrico;
3.1 Fosforilação oxidativa e fotofosforilação;
3.2 Produção de ATP;
3.3 Biossíntese oxidação de Lipídeos;
Unidade IV
4 Metabolismo do DNA e RNA;
4.1 Metabolismo de Proteínas;
4.2 Regulação da expressão Gênica.
BIBLIOGRAFIA
Básica
DAVID L. NELSON, MICHAEL M. COX. Princípios de bioquímica de Lehninger. 7ª Ed. Porto Alegre:
Artmed. 2019. 1301p.
HARVEY, Richard A.; FERRIER, Denise. Bioquímica ilustrada. 5.ed. Porto Alegre: Editora Artmed,
49
2012. 520p
VOET, Donald; VOET, Judith G. Bioquímica. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 1481p
Complementar
SILVA, J. M. S. F. da. Bioquímica em agropecuária. Alfenas, MG: Ciência Brasilis, 2005. 224p.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica: Bioquímica Metabólica. Volume 1. São Paulo: Thomson Learning,
2007.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica: Bioquímica Metabólica. Volume 2. São Paulo: Thomson Learning,
2007.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica: bioquímica metabólica. Volume 3. São Paulo: Thomson Learning,
2008.
QUEIROZ, J. H. de. Práticas de bioquímica. 1. ed. 6ª reimpressão. Minas Gerais: Editora Viçosa, 2014.
120p.
4º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
EDUCOMUNICAÇÃO 4º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há Pré-requisito
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Capacitar os estudantes a desenvolverem habilidades de comunicação, utilizando diferentes mídias e
estratégias, construindo relações entre a comunicação e a educação;
50
Objetivos Específicos
Compreender o conceito de Educomunicação, ecossistema comunicativo e práticas educomunicativas;
Analisar aplicações e possibilidades da Educomunicação;
Avaliar a importância das práticas educomunicativas para a democratização da informação;
Desenvolver o senso crítico dos estudantes em relação à importância do pensamento educomunicativo
nas produções educativas e midiáticas na área das ciências biológicas;
Desenvolver habilidades de planejamento, implementação e avaliação de projetos de educomunicação.
METODOLOGIA
A disciplina poderá ocorrer por meio de aulas expositivas e dialogadas, leitura de artigos, estudos de
caso, seminário dos discentes e/ou palestras de especialistas convidados. A consolidação do conteúdo
será reforçada por variadas estratégias didáticas a serem definidas a cada semestre, dentre estas
possibilidades estão: questionários, elaboração de relatórios, produção textual, criação de produtos para
divulgação científica, elaboração de projeto, eventos, cursos e oficinas de intervenção para uma
realidade específica.
EMENTA
Fundamentos e conceituação da Educomunicação. Características de produções educomunicativas.
Produção midiática com princípios educativos. Projetos de Educomunicação - do planejamento à
execução.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Fundamentos e conceituação da Educomunicação;
1.1 A relação entre comunicação e educação;
1.2 Base teórica/histórica do desenvolvimento da Educomunicação;
1.3 Desafios ao campo da Educomunicação na contemporaneidade;
Unidade II
2 Características de produções educomunicativas;
2.1 Formatos e conteúdos
2.2 Possibilidades midiáticas e tecnológicas;
2.3 Novas tecnologias educomunicativas em ambientes educativos formais e não formais;
Unidade III
3 Produção midiática com princípios educativos;
3.1 Os ecossistemas educomunicativos;
3.2 Os meios de comunicação na Educomunicação;
3.3 A linguagem como interface entre educação e comunicação;
3.4 Comunicação, multimídia e formação de professores;
3.5 Políticas públicas educacionais e multimédia;
3.6 Leitura crítica dos meios de comunicação de massa e sua nova linguagem;
Unidade IV
4 Projetos de Educomunicação;
4.1 Etapas do planejamento à execução;
BIBLIOGRAFIA
Básica
51
Complementar
ADORNO, T. W. Indústria Cultural. São Paulo: Editora Unesp, 2020. 286p.
APARICI, R. (org.). Educomunicação para além do 2.0. São Paulo: Paulinas Editora, 2014. 328p.
GONET, Jacques. Educação e Mídias. São Paulo: Loyola, 2004. 104p.
SETTON, M. G. Mídia e Educação. São Paulo: Editora Contexto, 2010. 128p.
SOARES, I. O.; VIANA, C. E. ; PRANDINI, P. D. Educomunicação, Transformação Social e
Desenvolvimento Sustentável. 1. ed. São Paulo: ABPEducom, 2020. v. 1. 732p .
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS
4º 60
DO ESO
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 100% 0
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Conhecer as tendências pedagógicas da formação de professores no Brasil e demais aspectos teóricos e
metodológicos desta formação relacionada à escola de Educação Básica; conhecer a legislação que
orienta a atuação do estagiário, em nível nacional e institucional; apreender as concepções do Estágio
Supervisionado Obrigatório, as dinâmicas esperadas pelo estagiário e práticas do ensino de Ciências e
Biologia na escola.
52
Objetivos Específicos
Entender o dimensionamento da Literatura Especializada e aporte teórico da formação de professores
no Brasil e suas tendências pedagógicas;
Circunstanciar a legislação brasileira sobre a formação de professores e demais documentos que
orientam a profissão docente no país;
Apreender conhecimentos teóricos e metodológicos preliminares sobre o Estágio Supervisionado, a
profissão docente e dinâmicas relacionadas à prática de ensino e aprendizagens nas aulas de Ciências e
Biologia.
METODOLOGIA
A disciplina será ministrada por meio de aulas teóricos expositivas e dialogadas sobre a temática da
mesma. A avaliação consistirá em metodologias processuais e contínuas, por meio de provas e demais
atividades individuais e coletivas.
EMENTA
Estudo das tendências pedagógicas da formação de professores no Brasil e demais aspectos teóricos e
metodológicos desta formação relacionada à escola de Educação Básica; conhecimento da legislação
que orienta a atuação do estagiário, em nível nacional e institucional; compreensão do Estágio
Supervisionado Obrigatório, as dinâmicas esperadas pelo estagiário e práticas do ensino de Ciências e
Biologia na escola.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos iniciais da formação de professores, as tendências pedagógicas, a Literatura Especializada
e aporte teórico da temática;
1.1 Percurso histórico da formação de professores no Brasil;
Unidade II
2 Conhecimento da Legislação que orienta a formação de professores e o Estágio Supervisionado
Obrigatório;
Unidade III
3 Estudo do Estágio Supervisionado Obrigatório e as dinâmicas esperadas pelo estagiário e práticas do
ensino de Ciências e Biologia na escola.
BIBLIOGRAFIA
Básica
COELHO, Wilma de Nazaré Baía; COELHO, Mauro Cezar (org.). Raça, cor e diferença: a escola e a
diversidade. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2008.
PICONEZ, Stela C. Bertholo Coord. A Prática de ensino e o estágio supervisionado. 24.ed. Campinas,
SP: Papirus, 2016. 128 p. (Coleção magistério: formação e trabalho pedagógico) ISBN: 9788530801595.
PIMENTA, Selma Garrido; DE ALMEIDA, Maria Isabel. Estágios Supervisionados na Formação
Docente. São Paulo: Cortez, 2014.
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. São Paulo: Cortez, 2006.
______. O Estágio Supervisionado na Formação de Professores: unidade teoria e prática? São Paulo:
Cortez, 2006.
______. Professor Reflexivo: construindo uma crítica. In: PIMENTA, Selma Garrido (org.). Professor
Reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. São Paulo: Cortez, 2006.
Complementar
53
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOESTATÍSTICA 4º 60
Objetivo Geral
Conhecer para aplicar a estatística ao campo biológico, sendo essencial ao planejamento, avaliação e
interpretação dos dados obtidos em pesquisas na área biológica, visto que é fundamental à pesquisa
baseada em evidência.
Objetivos Específicos
Apresentar conceitos fundamentais de estatística exploratória e inferencial;
Capacitar os alunos para resumo e interpretação de dados;
Utilizar softwares para manuseio dos métodos apropriados.
METODOLOGIA
A disciplina será ministrada em formato presencial, visando fixar o conhecimento teórico via exercícios
aplicados à biologia e ecologia. Será utilizado o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) no
complemento das atividades, SIGAA, que facilitará a interação aluno e professor, além de ser uma
excelente ferramenta para depósito de materiais e atividades. A aula prática será com resoluções de
exercícios numéricos e pela utilização do laboratório de informática, que complementará as habilidades
adquiridas na parte teórica, com o uso de softwares para análise e compreensão das técnicas abordadas.
54
EMENTA
Concepções iniciais sobre metodologias Estatísticas. Tipos de variáveis. Tipos de amostragem. Uso de
tabelas e gráficos para representação e resumo de dados. Conceitos básicos de experimentação. Lógica
do Teste de Hipótese em Estatística. Testes estatísticos mais utilizados na pesquisa. Modelagem via
Regressão Linear Simples.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Elementos Fundamentais;
1.1 População e Amostra;
1.2 Estatística Descritiva e Inferencial;
1.3 Tipos de Variáveis;
1.4 Tipos de amostragem;
1.5 Representação de dados em Tabelas e Gráficos;
1.6 Medidas de tendência, posição e dispersão;
Unidade II
2 Introdução a Probabilidade;
2.1 Noções de probabilidade;
2.2 Distribuições de probabilidade;
2.3 Teste de hipóteses;
Unidade III
3 Principais Testes Estatísticos;
3.1 Teste t de Student;
3.2 Teste de Qui-quadrado;
3.3 Análise de Variância;
Unidade IV
4 Regressão e Correlação;
4.1 Conceitos iniciais;
4.2 Correlação de Pearson;
4.3 Estimação dos Parâmetros do modelo linear;
4.4 Validação do modelo obtido;
4.5 Hipóteses testadas;
4.6 Coeficiente de determinação;
BIBLIOGRAFIA
Básica
ANDRADE, D.F. Estatística para as ciências agrárias e biológicas: com noções de experimentação. 3.
ed. Santa Catarina: UFSC, 2013. 475 p.
BUSSAB, W.O.; MORETTIN, P.A. Estatística básica. 8. ed. Editora: Saraiva. 2013. 214 p.
GOTELLI, N.J.; ELLISON, A.M. Princípios de estatística em ecologia. Porto alegre: Artmed, 2011. 528
p.
Complementar
MAGALHÃES, Marcos N. Probabilidade e variáveis aleatórias. 3 ed. São Paulo: Edusp, 2013.
MEYER, P. L. Probabilidade: Aplicações à Estatística. 2. ed. Atual. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 426 p.
PAGANO, M.; GAUVREAU, K. Princípios de Bioestatística. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 506
p. VIEIRA, S. Estatística Básica. São Paulo: Elsevier, 2012. 176 p.
ARANGO, Héctor Gustavo. Bioestatística: teórica e computacional. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2012/2014/ 2019. 438 p.
55
FONSECA, Jairo Simon da; MATINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. Sao Paulo:
Atlas, 1992/2015. 320 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
GENÉTICA 4º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA
Atividade Teórica 0 0 0 0 100%
ESO / L
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina genética geral tem como objetivo principal apresentar os conceitos sobre hereditariedade,
o material genético (sua estrutura e composição), seus mecanismos de transmissão e ação molecular
Objetivos Específicos
Compreender os conceitos básicos da genética;
Entender a estrutura dos ácidos nucleicos, função e a relação com o ambiente e a hereditariedade;
Identificar interações alélicas e gênicas e seus efeitos nas proporções mendelianas básicas;
Aplicar os conceitos genéticos em estudo da hereditariedade e do dia a dia;
Discutir os conceitos básicos sobre ligação, recombinação e mapeamento genético;
Compreender os princípios básicos da genética de populações e quantitativa e suas principais aplicações.
METODOLOGIA
Aula expositiva participativa; Aplicação de exercícios; Aulas teóricas, aulas práticas, construção de
matéria educativo sobre o conteúdo ministrado, trabalhos em grupo, leitura e discussão de texto, vídeo,
etc.
EMENTA
56
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Mendelismo;
1.1 Histórico sobre Mendel;
1.2 Experimento de hibridização de ervilhas;
1.3 Leis de Mendel;
1.4 Métodos de probabilidades;
Unidade II
2 Extensões do Mendelismo;
2.1 Tipos de dominância;
2.2 Alelos múltiplos;
2.3 Alelos letais;
2.4 Métodos de probabilidades;
2.5 Heredogramas;
2.6 Tipos de heranças;
Unidade III
3 Genética e o ambiente;
3.1 Interações genicas;
3.2 Penetrância e expressividade;
3.3 Métodos de probabilidades;
Unidade IV
4 DNA e reprodução celular;
4.1 DNA: estrutura e função;
4.2 Divisão celular;
4.3 Teoria cromossômica da hereditariedade;
4.4 Alterações cromossômicas numéricas;
4.5 Alterações cromossômicas estruturais;
4.6 Síndromes;
Unidade V
5 Linkage e mapas cromossômicos;
5.1 Ligação recombinação e crossing over;
5.2 Mapeamento genético;
Unidade VI
6 Genética de populações e quantitativa;
6.1 Introdução a genética de populações;
6.2 Introdução a genética quantitativa.
BIBLIOGRAFIA
57
Básica
Snustad, D. Peter. Simmons, Michael J. Fundamentos de genética. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2017. 579p
Pierce, Benjamin A. Genética : um enfoque conceitual . 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
759p
GRIFFTHS, A.J.F.; wessler, S, R., Carroll, S. B., Doebley, J.. Introdução à genética. 11.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 760p
Complementar
Borges-Osório, Maria Regina, Robinson, Wanyce Miriam. Genética Humana. 3.ed. Porto alegre:
Artmed, 2013. 775p.
Schafer, G. Bradley. Genética médica. 1. Ed. Porto alegre: AMGH, 2015.
ALBERTS, B., Johnson, Alexander, Lewis, Julian, Raff, Martin, Roberts, Keith and Walter Peter.
Biologia Molecular da Célula. 5.ed. Porto alegre: Artmed, 2010. 1268 p.
BURNS, George W; MOTTA, Paulo Armando Rev. Genetica. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c1991/2012/2014/2016. 381 p.
VOGEL, Friedrich; MOTULSKY, Arno G. Genética humana: problemas e abordagens. 684 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ZOOLOGIA DOS INVERTEBRADOS II 4º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar aos discentes aprendizado e formação crítica sobre a identificação e reconhecimento das
principais características morfológicas e fisiológicas dos grupos de invertebrados derivados.
58
Objetivos Específicos
Permitir que os alunos relacionem e compreendam a origem e evolução dos Metazoa em geral;
Possibilitar o aprendizado sobre classificação, morfologia, fisiologia, ecologia, filogenia e importância
dos filos animais invertebrados Celomados.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, seminários,
vídeos documentários e também dinâmicas envolvendo metodologias ativas. Trabalhos, relatórios de
aulas práticas, apresentação de seminário, análises das dinâmicas e das aulas, provas teóricas e práticas
serão utilizadas como avaliações do aprendizado.
EMENTA
Biodiversidade, classificação, filogenia e morfofisiologia dos animais invertebrados derivados
celomados (representantes de Protostomia - Spiralia e Ecdysozoa - e Deuterostomia - Echinodermata,
Hemichordata, Urochordata e Cephalochordata).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Annelida e Mollusca;
1.1 Introdução aos Panarthropoda: Características e Biodiversidade;
1.2 Introdução aos Arthropoda: Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade,
Filogenia, Morfologia, Fisiologia, aspectos ecológicos e Importância Ecológica;
Unidade II
2 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Arthropoda
2.1 Myriapoda, Crustacea, Hexapoda e Chelicerata;
2.2 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Echinodermata, Hemichordata, Urochordata e
Cephalochordata.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BRUSCA, Richard C; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Invertebrados. 3. ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2018. 1010 p.
FRANSOZO, Adilson; ZAGO, Aline Cristina colab. Zoologia dos invertebrados. Rio de Janeiro: Roca,
2016. 661 p.
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 15/16.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 937 p.
Complementar
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
BARNES, R. S. K. ...et al. Os invertebrados: uma síntese. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 495 p.
RAFAEL, José Albertino (edt). Insetos do Brasil: diversidade e taxonomia. Ribeirão Preto, SP: Holos,
2012. 796 p.
RIBEIRO-COSTA, Cibele S.Rocha, Rosana Moreira da Coord. Invertebrados: manual de aulas práticas.
2.ed. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2006. 271 p.
PECHENIK, J. A. Biologia dos invertebrados. 7ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.
59
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ZOOLOGIA DOS VERTEBRADOS II 4º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar aos discentes aprendizado e formação crítica sobre a identificação e reconhecimento das
principais características morfológicas e fisiológicas dos grupos de vertebrados amniotas.
Objetivos Específicos
Permitir que os alunos relacionem e compreendam a origem e evolução dos Vertebrata em geral;
Possibilitar o aprendizado sobre classificação, morfologia, fisiologia, ecologia, filogenia e importância
dos filos animais vertebrados amniotas.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, seminários,
vídeos documentários e também dinâmicas envolvendo metodologias ativas. Trabalhos, relatórios de
aulas práticas, apresentação de seminário, análises das dinâmicas e das aulas, provas teóricas e práticas
serão utilizadas como avaliações do aprendizado.
EMENTA
Diversidade, Caracterização e evolução dos Vertebrata Amniotas. Biodiversidade, classificação,
morfologia, fisiologia, ecologia, filogenia e importância dos animais vertebrados amniotas (Sauropsida:
Testudines, Lepidosauria, Crocodylia e Aves)
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução aos Vertebrata Amniotas: Diversidade, caracterização e evolução;
1.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Testudines e Lepidosauria;
1.2 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Crocodylia e Aves;
1.3 Especializações e Ordens das Aves;
60
Unidade II
2 Synapsida: Evolução dos mamíferos;
2.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Mammalia;
2.2 Especializações e Ordens dos mamíferos;
2.3 Evolução dos Primatas e o Surgimento dos Humanos.
BIBLIOGRAFIA
Básica
POUGH, F. Harvey; JANIS, Christine M. A vida dos vertebrados. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 872
p.
KARDONG, Kenneth V; VOEUX, Patrícia Lydie Trad. Vertebrados: anatomia comparada, função e
evolução. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2016. 788 p.
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 15/16.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 937 p.
Complementar
LIEM, Karel F... et al; GRANDE, Lance. Anatomia funcional dos vertebrados: uma perspectiva
evolutiva. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 519 p.
ALCOCK, John. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9. ed. São Paulo: Artmed, 2011.
606 p.
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
DANTAS, Gisele Pires de Mendonça (org). Introdução à filogeografia aplicada à conservação biológica
de vertebrados neotropicais. Curitiba: CRV, 2013. 193 p. ISBN: 9788580427882.
SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Santos,
2002/2013/2018. 611 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ECOLOGIA DE COMUNIDADES 4º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
61
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender a dinâmica interativa entre os organismos e o seu respectivo ambiente tais quais
organizados em uma comunidade ecológica, através da análise da mesma em suas múltiplas camadas
espaço-temporais.
Objetivos Específicos
Estudo comparativo das interações ecológicas ocorridas em um determinado período (momento), de
acordo com a época do ano em que a disciplina seja ofertada.
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teórico-práticos, onde
serão realizadas preleções semanais em sala de aula seguidas de aulas expositivas em campo, onde
muitas das principais interações ecológicas podem ser observadas e demonstradas ao longo do ano,
direta ou indiretamente. O componente curricular terá desenvolvimento na modalidade presencial,
conforme os parâmetros estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
Quando extensionista (DCE): O componente curricular quanto à extensão será executado levando em
consideração a formação discente e interação com a comunidade externa mediante, pelo menos, umas
das modalidades de extensão e seus produtos, como: programas; projetos; cursos e oficinas; eventos e
prestação de serviços, que serão definidas em plano de ensino, com planejamento e execução de ações
de docência sobre as unidades de conteúdo e de culminância com as referidas modalidades de extensão,
com metodologia presencial ou presencial complementada com On-line (simultaneamente), não
descaracterizando a modalidade presencial do componente curricular extensionista. O componente
curricular terá desenvolvimento na modalidade presencial, conforme os parâmetros estabelecidos em
Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Compreender a dinâmica interativa entre os organismos componentes de uma respectiva comunidade
biológica, bem como entre estes e o meio ambiente; abordando-se desde o conceito de comunidade, os
limites estabelecidos dentro e entre diferentes meios, bem como os efeitos desta dinâmica sobre a
biodiversidade atrelada à mesma.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Estrutura de comunidade, denominação de comunidades e limites geográficos
espécies chave e espécies dominantes;
1.1 Ecótono, nicho ecológico, biodiversidade;
1.2 Sucessão ecológica, relações espaço-temporais;
Unidade II
2 Relações tróficas em uma comunidade, organização em teias e papéis funcionais;
2.1 Transferência de energia em um sistema;
2.2 Paleocomunidades;
2.3 Evolução das interações ecológicas;
BIBLIOGRAFIA
Básica
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 546 p.
ODUM, Eugene P; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengage Learning,
c2007/c2016. 611 p.
DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7. ed. Porto Alegre: Artemed, 2005. 520p.
62
Complementar
TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo. Fisiologia e desenvolvimento vegetal. 6. ed. Porto Alegre: Artmed,
2017. 858p.
Pinto-Coelho, R. M. Fundamentos em Ecologia, 1a edição. 2000. 254p.
Begon, M.; Townsend, C.; Harper, J. L. Ecologia de indivíduos a ecossistemas. 752p.
Gonzaga, A.J. Santos, H.F. Ecologia e comportamento de aranhas. Ed. Interciências.
GOTELLI, Nicholas J; ELLISON, Aaron M. Princípios de estatística em ecologia. Porto Alegre:
Artmed, 2011. 528 p.
5º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO 5º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / TCC / L E E D
Curricular
AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Desenvolver conhecimentos e habilidades que subsidiem leituras concretas dos fenômenos sociológicos
na escola.
Objetivos Específicos
Introduzir conceitos básicos da sociologia e da educação;
Debater as teorias sociológicas clássicas e contemporâneas da educação;
Discutir o papel da educação na estrutura social;
Explanar os elementos que permeiam as relações entre Escola, Estado e Sociedade;
Abordar os estudos sociológicos da escola brasileira;
Analisar o paradigma do desenvolvimento sustentável no contexto da educação popular.
METODOLOGIA
63
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
TÓPICOS ESPECIAIS EM EDUCAÇÃO
5º 45
INCLUSIVA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina / Eletiva /
TOTA DC AC Ea
Atividade ESO / Teórica Prática Presencial
L E E D
Curricular TCC /
AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Apreender a Educação Especial em seus fundamentos históricos e políticos, a representação social das
diferenças, as políticas educacionais contemporâneas que compreendem esta modalidade de ensino
como perspectiva de construção da escola inclusiva no Brasil e as categorias de deficiência.
65
Objetivos Específicos
Entender o dimensionamento da Literatura Especializada e aporte teórico sobre a Educação Especial e
suas tendências pedagógicas;
Circunstanciar a legislação brasileira sobre a Educação Especial como modalidade de ensino;
Apreender conhecimentos teóricos e metodológicos sobre a Educação Especial, as orientações de
práticas esperadas voltadas à Educação Inclusiva e as principais categorias de deficiência como demanda
da escola.
METODOLOGIA
A disciplina será ministrada por meio de aulas teóricos expositivas e dialogadas sobre a temática da
mesma. A avaliação consistirá em metodologias processuais e contínuas, por meio de provas e demais
atividades individuais e coletivas.
EMENTA
Estudo da Educação Especial e seu percurso histórico e político, a representação social das diferenças,
as políticas educacionais contemporâneas que compreendem esta modalidade de ensino como
perspectiva de construção da escola inclusiva no Brasil e as categorias de deficiência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos iniciais da Educação Especial e a Literatura Especializada e aporte teórico da temática;
1.1 Percurso histórico da Educação Especial no Brasil;
Unidade II
2 Conhecimento da Legislação que orienta a Educação Especial no Brasil;
Unidade III
3 Conhecimentos teórico e metodológico da Educação Especial, as orientações de práticas voltadas à
Educação Inclusiva e as principais categorias de deficiência como demanda da escola.
BIBLIOGRAFIA
Básica
GOMES, C.; SILVEIRA, A. Ensino de habilidades básicas para pessoas com autismo: manual para
intervenção comportamental intensiva – 1. ed. – Curitiba: Appris, 2016. 215p
Declaração de Salamanca: sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educativas
especiais. Salamanca – Espanha, 1994.
Manejo Comportamental de crianças com Transtornos do Espectro do Autismo em condição de Inclusão
Escolar: guia de orientação a professores [livro eletrônico]. - São Paulo: Memnon, 2014. Disponível em:
https://portal.educacao.rs.gov.br/Portals/1/Files/3155.pdf Acesso em: 28 de set 2023
KASSAR, Mônica de Carvalho Magalhães. Educação especial na perspectiva da educação inclusiva:
desafios da implantação de uma política nacional. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 41, p. 61-79,
jul./set. 2011. Editora UFPR. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/educar/article/viewArticle/25002.
Acesso: 18 jun. 2023
Complementar
66
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO DE
5º 45
BIOLOGIA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
/ TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Capacitar os discentes a explorar e aplicar as Tecnologias Digitais no ensino de Biologia, habilitando-os
a integrar ferramentas tecnológicas de maneira inovadora em suas práticas pedagógicas. Assim,
aprimorar-se-á o processo de ensino-aprendizagem, promovendo uma compreensão dos conceitos
biológicos e preparando os discentes para utilizar recursos tecnológicos de forma eficaz em sua carreira
docente.
Objetivos Específicos
67
Unidade I
1 Introdução às Tecnologias Digitais no Ensino de Biologia
1.1 Definição de tecnologias digitais e sua importância no ensino de Biologia;
1.2 Tendências atuais em educação digital e suas implicações na Biologia;
Unidade II
2 Ferramentas Digitais para o Ensino de Biologia
2.1 Exploração de softwares (Softwares de simulação e modelagem), aplicativos móveis (realidade
virtual/aumentada) e plataformas relevantes;
2.2 Plataformas educacionais e ambientes virtuais de aprendizagem - AVA;
2.3 Adaptação de materiais de ensino para formatos digitais.
Unidade III
3 Desenvolvimento de Recursos Digitais
3.1 Estratégias pedagógicas que integram Tecnologias Digitais.
3.2 Desenvolvimento de materiais educacionais digitais (Criação de vídeos educacionais;
3.3 Construção de tutoriais interativos; Desenvolvimento de jogos e atividades online)
Unidade IV
4 Estratégias Pedagógicas com Tecnologias Digitais
4.1 Aprendizado colaborativo e ambientes virtuais;
4.2 Metodologias ativas no contexto do ensino de Biologia;
4.3 Avaliação formativa e feedback online;
4.4 Desenvolvimento de atividades avaliativas online.
Unidade V
5 Avaliação do Impacto das Tecnologias Digitais
5.1 Métodos de avaliação do uso de tecnologias digitais no ensino de Biologia
5.2 Análise de dados e feedback para a melhoria contínua
Unidade VI
6 Ética e Responsabilidade Digital
6.1 Questões éticas relacionadas ao uso de tecnologias digitais no ensino de Biologia;
6.2 Segurança online e proteção de dados dos alunos;
Unidade VII
7 Projetos Práticos:
7.1 Desenvolvimento de projetos educacionais que incorporam Tecnologias Digitais.
7.2 Apresentação e compartilhamento dos projetos.
Unidade VIII
8 Discussão e Reflexão:
8.1 Análise crítica do impacto das Tecnologias Digitais no ensino de Biologia.
8.2 Identificação de desafios e oportunidades.
BIBLIOGRAFIA
Básica
JOHNSON, S. Digital Tools for Teaching: 30 E-tools for Collaborating, Creating, and Publishing across
the Curriculum. 2013.
José Aires de Castro Filho e Maria Helena Roxo Beltran. Tecnologias Digitais no Ensino de Ciências e
Biologia. 2016.
BRITO, Glaucia da Silva; PURIFICAÇÃO, Ivonélia da. Educação e novas tecnologias: um repensar. 3.
ed. atual. rev. e ampl. Curitiba: IBPEX, 2011. 143 p. (Tecnologias educacionais)
Complementar
69
Damián C. Trabucco, Mirta A. González. Digital Tools for Teaching: 30 E-tools for Collaborating,
Creating, and Publishing across the Curriculum". 2020.
Fábio Nauras Akhras e Diogo L. Macedo. Biologia na Rede: Internet, Ensino e Pesquisa. 2004.
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. 8. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro:
Elsevier/Capmus, 2011. 392 p : il.
GIANOTTO, Dulcinéia Ester Pagani; DA SILVA DINIZ, Renato Eugênio. Formação inicial de
professores de biologia: a prática colaborativa e o uso pedagógico do computador. REEC: Revista
electrónica de enseñanza de las ciencias, v. 8, n. 2, p. 3, 2009. Disponível em:
http://reec.uvigo.es/volumenes/volumen8/ART3_Vol8_N2.pdf. Acesso em 3 de out. 2023.
(REFERENCIA ONLINE)
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da
programação de computadores: algorítmos, Pascal, CC++ padrão ANSI e Java. 3. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2012. 569 p. ISBN: 9788564574168.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ECOLOGIA DE SISTEMAS 7º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Estudar a natureza dos sistemas ecológicos e a interrelação entre suas partes, assim como a interrelação
entre eles em diferentes espaços, e ainda, as suas leis fundamentais.
Objetivos Específicos
Interpretar os princípios que fundamentam a ecologia dos sistemas.
Conhecer os componentes dos ecossistemas, fatores bióticos e abióticos e organização das redes
tróficas.
Capacitar o profissional da área ambiental para desenvolver a análise ambiental integrada através de
uma visão sistêmica e contextualizá-la na problemática ambiental global contemporânea.
70
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teóricos e práticos por
meio de aulas expositivas, leitura e discussão de capítulos de livros e artigos científicos relacionados ao
conteúdo do componente curricular, bem como de aulas práticas, palestras e outras atividades que
permitam aos estudantes desenvolverem as habilidades relacionadas ao conteúdo ministrado.
O componente curricular será desenvolvido na modalidade presencial, conforme os parâmetros
estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
O componente curricular terá desenvolvimento na modalidade presencial, conforme os parâmetros
estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Evolução conceitual da ecologia de sistemas; teoria geral de sistemas e o conceito de ecossistema;
estabilidade e perturbação; fatores limitantes; fluxo de energia e matéria; ciclos biogeoquímicos: água,
carbono, nitrogênio, fósforo e suas interações e alterações humanas; principais problemas ambientais
presentes e gestão dos recursos naturais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução;
1.1. Os diferentes níveis de organização ecológica;
1.2. Teoria geral de sistemas;
1.3. Sistemas e modelos;
1.4. Conceitos de ecossistemas e seu histórico;
1.5. Estrutura trófica do ecossistema;
1.6. Principais tipos de ecossistemas;
1.7 Ecossistemas brasileiros;
Unidade II
2 Fluxo de energia nos ecossistemas;
2.1. Termodinâmica;
2.2. Fluxos de energia;
2.2. Níveis tróficos, cadeia alimentar, teia alimentar;
2.3. Pirâmides ecológicas;
2.4. Produção primária e secundária, decomposição;
Unidade III
3 Ciclagem de matéria nos ecossistemas;
3.1. Padrões e tipos básicos de Ciclos Biogeoquímicos;
2.4. Principais ciclos biogeoquímicos;
2.5. A ciclagem de nutrientes em ecossistemas terrestres e aquáticos;
2.6. A ciclagem de elementos não essenciais;
2.7. A ciclagem de nutrientes em ecossistemas temperados e tropicais;
2.8. Efeitos da ação antrópica nos ciclos biogeoquímicos;
Unidade IV
4 Fatores limitantes e o ambiente físico;
4.1. Conceito de fatores limitantes;
4.2. Lei do Mínimo de Liebig;
4.3. Compensação de fatores e ecotipos;
4.4. Condições de existência como fatores reguladores;
4.5. Conceitos de tolerância e nicho ecológico;
Unidade V
71
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
MORFOLOGIA VEGETAL 2º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
72
Letiva/
Disciplina /
Eletiva/ TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO/ L E E D
Curricular
TCC/ AC
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina tem como objetivo proporcionar aos discentes da disciplina o conhecimento aprofundado
da morfologia interna (anatomia) e externa (organografia) das plantas Espermatófitas (plantas com
sementes) com ênfase em adaptações morfológicas à luz da biologia evolutiva.
Objetivos Específicos
Ao final do curso os alunos devem saber identificar células e tecidos vegetais, sua organização interna
no corpo do vegetal, bem como suas origens e funções;
Reconhecer os padrões básicos dos órgãos vegetativos e reprodutivos e suas variações.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas., com uso de recursos
multimídias e saídas à campo e/ou laboratório. Serão estudadas plantas frescas para exibição dos órgãos
vegetais ao alunos e suas variações. Para as observações de detalhes anatômicos será usado
estereomicroscópio. Será usado laminário histológico para a observação de células e tecidos vegetais
em microscópio.
EMENTA
Ciclo de vida de uma Espermatófita. Célula vegetal e organização do corpo do vegetal. Meristemas
primários e secundários. Anatomia de órgãos vegetativos. Anatomia e morfologia externa de órgãos
vegetativos e reprodutivos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à Morfologia vegetal
1.1 A importância das plantas no cotidiano da humanidade;
1.2. Ciclo de vida em plantas;
Unidade II
2 Anatomia Vegetal
2.1. Célula Vegetal: caracterização geral, estrutura e função das organelas celulares;
2.2 Do embrião à planta adulta: meristemas primários;
2.3. Tecidos primários: revestimento, preenchimento, sustentação e de condução;
2.4 Meristemas secundários: o crescimento em espessura do vegetal;
Unidade III
3 Morfologia Externa
3.1 Morfologia externa dos órgãos vegetativos: raiz;
3.2 Morfologia externa dos órgãos vegetativos: caule;
3.3 Morfologia externa dos órgãos vegetativos: folha;
3.4 Morfologia externa de órgãos reprodutivos: flor e fruto.
BIBLIOGRAFIA
Básica
73
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
MICROBIOLOGIA BÁSICA 5º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Avaliar a presença dos microrganismos nos mais diferentes meios e associar as características
morfológicas, fisiológicas e genéticas das bactérias, fungos, vírus, viróide e príons aos diferentes
processos patológicos, ambientais e biotecnológicos por eles exercidos.
74
Objetivos Específicos
Compreender e diferenciar os principais grupos de micro-organismos (fungos, bactérias, nematoides e
vírus);
Conhecer as estruturas e funcionamento dos microrganismos;
Capacitar o futuro profissional a identificar e discutir fatores que influenciam a distribuição e a atividade
dos microrganismos nos ambientes;
Compreender a importância dos microrganismos em áreas diversas como Saúde Pública, Ecologia e
Meio Ambiente;
Introduzir aos procedimentos básicos de isolamento, identificação e controle de microrganismos;
Conhecer os principais agentes antimicrobianos e seu respectivo mecanismo de ação.
Entender a importância do uso correto dos antibióticos;
Relacionar a participação de fungos e bactérias no processo de decomposição, reconhecendo a
importância ambiental desse processo.
METODOLOGIA
As aulas teóricas serão realizadas com ampla utilização de recursos audiovisuais, sendo o conteúdo
abordado sob a forma de aulas expositivas dialogadas e discussões orientadas. O material de estudo e as
listas de exercício serão disponibilizados no SIGAA. Aulas práticas serão realizadas em laboratório com
auxílio de equipamento óptico, envolvendo temas abordados na parte teórica, os alunos deverão analisar
e descrever as estruturas morfológicas, com o auxílio de lupas e microscópios, desenvolvendo a
observação e a memorização da nomenclatura. A carga horária de extensão será desenvolvida por meio
de atividades voltadas a temática da disciplina.
EMENTA
O mundo microbiano. Grupos de interesse microbiológico. Fungos, bactérias e vírus. Morfologia e
fisiologia de microrganismos, genética microbiana. Crescimento e controle de microrganismos. Agentes
antimicrobianos. Isolamento e caracterização de microrganismos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução a Microbiologia;
1.1 Histórico da Microbiologia;
1.2 Classificação dos Micro-organismos;
1.3 Microrganismos na agricultura;
Unidade II
2 Nutrição e cultivo de microrganismos;
2.1 Classificação dos meios;
2.2 Elementos essenciais;
2.3 Compostos químicos como nutrientes;
2.4 Classificação nutricional dos microrganismos;
2.5 Prática de esterilização e preparo de meios de cultura;
Unidade III
3 Estudo das Bactérias;
3.1 Caracterização, classificação geral, morfologia, ultra-estrutura e reprodução;
3.2 Técnicas básicas de isolamento, cultivo e identificação (prática virtual e laboratório);
Unidade IV
4 Estudo dos Fungos;
4.1 Caracterização, classificação geral, morfologia, ultra-estrutura e reprodução;
4.2 Técnicas aplicadas ao isolamento, cultivo e preparação microscópica (prática virtual e em
laboratório);
Unidade V
75
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
PALEONTOLOGIA BÁSICA 5º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
76
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Adquirir noções gerais de paleontologia, principalmente no que diz respeito aos processos de
fossilização, caracterização de táxons de importância paleontológica e paleoambientais;
Objetivos Específicos
Entender os principais conceitos de paleontologia;
Distinguir os ramos da Paleontologia;
Compreender os principais processos envolvidos na formação e preservação dos fósseis;
Compreender a importância da paleontólogos na sociedade.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de aulas práticas e estudos dirigidos
aplicados a Paleontologia. No SIGAA serão disponibilizados os materiais básicos e complementares ao
estudo Paleontológico.
EMENTA
Fundamentos em Paleontologia; Tafonomia: Processos e Ambientes de Fossilização; Fossildiagênese;
Uso Estratigráfico dos Fósseis e Tempo Geológico; O tempo Geológico e Evolução da Vida; Icnofósseis
e Paleoambientes; Curadoria Paleontológica; Coleta e Métodos de Estudo; Educação e Paleontologia
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Fundamentos Em Paleontologia;
1.1 Fundamentos e Objetivos;
1.2 Ramos da Paleontologia;
1.3 Preservação dos Fósseis;
1.4 Tipos de Fossilização;
Unidade II
2 Tafonomia E Fossildiagênese;
2.1 A natureza do registro fossil;
2.2 O processo de Fossilização da Biosfera à Litosfera;
2.3 Soterramento Final e Diagênese;
2.4 Preservação Excepcional;
2.5 Processos Fossildiagenéticos;
Unidade III
3 Estratigrafia E Tempo Geológico;
3.1. Conceitos Fundamentais da Estratigrafia;
3.2. Litoestratigrafia, Bioestratigrafia, Cronoestratigrafia e Geocronologia;
3.3. Tabela do Tempo Geológico;
3.4. Marcos Geológicos e Paleontológicos da Terra;
Unidade IV
4 Icnofósseis;
4.1. Bioturbações;
77
4.2. Bioerosões;
4.3. Icnofácies e Icnocenoses;
4.4. Aplicações;
Unidade V
5 Métodos;
5.1. Curadoria Paleontológica;
5.1.1. Funções da Curadoria;
5.1.2. Tafonomia nas Gavetas;
5.1.3. Condições de Armazenamento;
5.2. Fósseis: Coleta E Métodos De Estudo;
5.2.1. Prospecção e Coleta de Fósseis;
5.2.2. Preparação de Fósseis;
Unidade VI
6 Educação E Paleontologia;
6.1. A importância dos Museus na Educação em Paleontologia;
6.2. A Paleontologia na Educação Básica;
BIBLIOGRAFIA
Básica
CARVALHO, I.S. Paleontologia - Conceitos e Métodos. 3ed. Editora Interciência, Volume 1: 2010.
734p.
HOLZ, M.; SIMÕES, M.G. Elementos Fundamentais de Tafonomia. Editora UFRGS, 2002.
SUGUIO, Kenitiro. Geologia sedimentar. Edgard Blucher, 2003. 400p.
Complementar
SUGUIO, Kenitiro; SUZUKI, Uko. A Evolução Geológica da Terra. 2ed. Editora Blucher. 2010.
SGARBI, Geraldo Norberto Chaves. Petrografia Macroscópica Das Rochas Ígneas, Sedimentares E
Metamórficas. 2ed. Revista e ampliada (serie didática), Belo Horizonte, editora UFMG, 2012.
GROTZINGER, John; JORDAN, Tom. Para entender a terra. 6.ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M. C. M.; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F. Decifrando a terra. 2ed. IBEP,
2009.
MENDES, J.C. Paleontologia Básica. EDUSP, São Paulo, 1998.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP I - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
MICROBIOLOGIA, BIOLOGIA CELULAR, 6º 60
HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
78
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução às Práticas Pedagógicas Extensionistas
1.1 O que é extensão no contexto das práticas pedagógicas
1.2 Público-alvo
1.3 Construir os grupos de trabalho
1.4 Explicar sobre o instrumento avaliativo da PP: o portfólio
Unidade II
2 Levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços educacionais públicos
2.1 Investigação das necessidades no processo de ensino e aprendizagem dos espaços escolas
2.2 Coletar e analisar dados para identificar as necessidades e prioridades
2.3 Envolver-se com as partes interessadas e entender suas perspectivas
2.4 Pesquisa e análise das necessidades
Unidade III
3 Planejamento das atividades práticas e suas sequências didáticas
3.1 Definição das situações problemas, que envolvam uma ou mais temáticas que referentes às
disciplinas na referida PP, encontradas no ambiente instituição participante
3.2 Definição da/s atividade/s que será desenvolvida para instituição participante
3.3 Construção das atividades/ Sequências didáticas a serem aplicadas para instituições participantes
Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da comunidade
escolhida
4.1 Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.2 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.3 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o progresso do
projeto
4.4 Registro adequado de dados e informações relevantes
4.5 Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.6 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.7 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho certo
Unidade V
5 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
5.3 Socialização da atividade extensionista aplicada
5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão do
MEC
BIBLIOGRAFIA
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
80
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP II - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
6º 60
GENÉTICA E BIOQUÍMICA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Classificaçã Dimensão de Modalidade de
Tipo CH Extensão
o Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / Eletiva / TOT DC AC Presenci Ea
Atividade Teórica Prática
ESO / TCC / AC AL E E al D
Curricular
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de
trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
As práticas pedagógicas serão extensionistas e podem ser fundamentadas na aprendizagem baseada em
investigação de situações-problemas em espaços educacionais externos à UFRA, considerando as áreas
das disciplinas envolvidas e/ou os temas contemporâneos transversais da BNCC. As práticas se
81
Unidade V
5 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
5.3 Socialização da atividade extensionista aplicada
5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão do
MEC
BIBLIOGRAFIA
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO
6º 30
AMBIENTAL
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
83
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
Objetivo Geral
Fornecer fundamentos de concepção e difusão para uma cultura voltada à dinâmica social, econômica e
ambiental, de forma a possibilitar raciocínio reflexivo, crítico e criativo sobre questões relativas à
sustentabilidade e meio ambiente, para o desenvolvimento de práticas pautadas em atitudes individuais
e coletivas, atuação cidadã e profissional em prol da transformação da realidade espacial e temporal
alinhada a agendas ambientais locais e globais por meio da Educação Ambiental (EA).
Objetivos Específicos
Conhecer os aspectos históricos, legais e teóricos da Educação Ambiental;
Conhecer a Política Nacional de Educação Ambiental;
Compreender diferentes abordagens e teorias da Educação Ambiental (no Ensino e a não formal);
Discutir os temas contemporâneos da Educação Ambiental e seus desdobramentos em agendas globais
e locais para a sustentabilidade;
Desenvolver propostas participativas de EA em diferentes atividades profissionais; e
Atuar como agente multiplicador e de transformação pela Educação Ambiental.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas e dialogadas,
atividades em classe e extraclasse como Estudo Dirigido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
individuais e/ou em grupo; seminários temáticos; tarefas e problematização de situações reais do
cotidiano, interação discente para construção conjunta do conhecimento, dentre outros trabalhos
integradores/interdisciplinares e processos avaliativos. Recursos didáticos como quadro, data show,
computador, powerpoint/canva/outros, livros, textos, internet, vídeos e demais tecnologias educacionais.
E, Quanto à dimensão de extensão: Disciplina Curricular de Extensão (DCE) – referente à carga horária
prática, que levará em consideração a formação discente e interação com a comunidade externa
mediante, pelo menos, uma das modalidades de extensão e seus produtos, como: Programas; Projetos;
Cursos e Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços, que serão definidas em plano de ensino, com
planejamento e execução de ações de docência sobre as unidades de conteúdo e de culminância com as
referidas modalidades de extensão, com metodologia presencial ou presencial complementada com On-
line (simultaneamente), não descaracterizando a modalidade presencial do componente curricular
extensionista e modalidade de curso presencial/EaD.
EMENTA
Histórico da Educação Ambiental. Teorias e abordagens da Educação Ambiental. Conceitos
Fundamentais da Educação Ambiental: Desenvolvimento Sustentável e práticas multidisciplinar,
transdisciplinar e interdisciplinar. Política Nacional da Educação Ambiental (PNEA). Educação
Ambiental no Ensino e Educação Ambiental Não Formal. Normativas e Diretrizes da Educação
Ambiental. Temas contemporâneos socioambientais: Conferências Mundiais de Meio Ambiente,
agendas globais e locais para a sustentabilidade, Formação, atuação cidadã e profissional com práticas
de Educação Ambiental. O papel do Educador Ambiental em diferentes instituições e espaços
comunitários.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
84
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 Histórico, teorias e abordagens da Educação Ambiental (EA);
1.1 A crise ambiental e o nascimento da Educação Ambiental;
1.2 As bases internacionais para a Educação Ambiental;
1.3 Conceitos fundamentais: Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental e prática multi, trans
e interdisciplinar;
1.4 Vertentes da Educação Ambiental: concepções teóricas e abordagens;
Unidade II
2 Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA);
2.1 Definição, Princípios e Objetivos da PNEA;
2.2 Educação Ambiental no Ensino;
2.3 Educação Ambiental Não Formal;
2.4 Instrumentos legais, normativas e diretrizes da EA;
Unidade III
3 Temas Contemporâneos Socioambientais;
3.1 Conferências Mundiais de Meio Ambiente;
3.2 Agendas Globais e Locais: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS);
3.3 Práticas de Educação Ambiental: formação, atuação cidadã e profissional;
3.4 Papel do Educador Ambiental: multiplicador de práticas sustentáveis para cidadania;
Unidade IV
4 Programas, projetos e ações de Educação Ambiental;
4.1 Estudos de caso: análise de programas, projetos e/ou ações de Educação Ambiental já realizados;
4.2 Etapas para elaboração de um programa, projeto e/ou ação de Educação Ambiental;
4.3 Execução, monitoramento e avaliação de um programa, projeto e/ou ação de Educação Ambiental
implementados.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BRASIL. Lei nº 9795, de 27 de abril de 1999. Institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá
outras providências. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm Acesso em:
29 de jun. 2023.
DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: Princípios e Práticas. 9. ed. São Paulo: Gaia, 2017, 551p.
MACEDO, Renato Luiz Gris et. al. Educação ambiental: referenciais teóricos e práticas para a formação
de educadores ambientais. 2. ed. Lavras: UFLA, 2022.
Complementar
IBRAHIN, Francini Imene Dias. Educação Ambiental: estudo dos problemas, ações e instrumentos para
o desenvolvimento da sociedade. São Paulo: Érica, 2014.
JUNQUEIRA, Elaine; KAWASAKI, Clarice Sumi. Os movimentos ambientalistas e a educação
ambiental: a militância como espaço educativo. Cadernos CIMEAC, v. 7, n. 2, 2017. ISSN 2178-9770.
Uberaba – MG: UFTM. Disponível em:
https://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/cimeac/article/view/2471. Acesso em: 30 jun. 2023.
LAYRARGUES, Phillipe Pomier; LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. As macrotendências político-
pedagógicas da educação ambiental brasileira. Revista Ambiente e Sociedade. Campinas, v. 17, n. 1, p.
23-40, 2014. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/asoc/a/8FP6nynhjdZ4hYdqVFdYRtx/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 30
jun. 2023.
85
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
ETNOBIOLOGIA 6º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Letiva / Eletiva A
Disciplina / Atividade TOT Teór Práti Presencia
/ ESO / TCC / DCE C EaD
Curricular AL ica ca l
AC E
100
Disciplina Obrigatória 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Apresentar e discutir aspectos teóricos, metodológicos e empíricos da etnobiologia e suas implicações
para a sustentabilidade socioambiental na Amazônia.
Objetivos Específicos
Apresentar os fundamentos históricos e epistemológicos da etnobiologia;
Debater as concepções e práticas em etnobiologia;
Discutir aspectos éticos e legais do direito de propriedade intelectual adquirida;
Apresentar as metodologias de pesquisa em etnobiologia;
Debater as aplicações da etnobiologia em comunidades tradicionais.
METODOLOGIA
Aulas teóricas e práticas, mobilizando o desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão em
Etnobiologia. Elaboração de projetos de pesquisa em etnobiologia.
EMENTA
A diversidade sociocultural das comunidades tradicionais e suas relações com o ambiente.
Agrobiodiversidade e conservação socioambiental. Legislação de acesso aos recursos genéticos.
Métodos de coleta e análise de dados em etnobiologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
86
Unidade I
1 Fundamentos Epistemológicos da Etnobiologia
1.1 Histórico da Etnobiologia;
1.2 Concepções e Práticas de Etnobiologia;
1.3 Aspectos éticos e legais do direito de propriedade intelectual.
Unidade II
2 Fundamentos Metodológicos da Etnobiologia
2.1 Metodologias de pesquisa em etnobiologia;
2.2 Aplicações da etnobiologia em comunidades tradicionais;
BIBLIOGRAFIA
Básica
DIEGUES. A. C. (Org.) Etnoconservação: Novos Rumos para a Conservação da Natureza. 2ª ed. São
Paulo: Hucitec, 2004.
LEFF, E. Ecologia, capital e cultura: a territorialização da racionalidade ambiental. Petrópolis: Vozes,
2009.
MELO JUNIOR, L. C. M. (Org.) Estudos Socioambientais na Amazônia: 5 anos de extensão, pesquisa
e ensino no nordeste paraense. Curitiba: CRV, 2021.
Complementar
COSTA, L. M. Cultura é natureza: tribos urbanas e povos tradicionais. Rio de Janeiro: Garamond, 2011.
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. 3ª ed. São Paulo: Hucitec, 2001.
GAMA, J. R. V.; PALHA, M. das D. C.; SANTOS, S. R. M. dos (Org.). A natureza e os ribeirinhos.
Belém: Universidade Federal Rural da Amazônia, 2009.
MARTINS, Rodrigo Constante. Ruralidades, trabalhos e meio ambiente: diálogos sobre sociabilidades
rurais contemporâneas. São Carlos, SP: EdUFSCar, 2014. 234 p. ISBN: 9788576003489.
TOURINHO, M. M. Amazônia: navegar nos rios da cultura, da fé e da ciência. Belém: Aquarela, 2021.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOLOGIA MOLECULAR 6º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva /
TOTA DC AC Ea
Atividade Eletiva / ESO Teórica Prática Presencial
L E E D
Curricular / TCC / AC
87
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina tem por objetivo proporcionar aos alunos o aprendizado dos conceitos básicos de Biologia
Molecular, tando, na parte teórica da disciplina, noções básicas sobre a estrutura dos ácidos nucleicos e
desenvolvendo, com maior detalhamento, os aspectos relacionados a sua organização e funcionalidade,
tanto em células procarióticas como em células eucarióticas. A disciplina visa também familiarizar os
alunos com as metodologias experimentais básicas utilizadas em Biologia Molecular, a partir do
oferecimento de atividades práticas associadas a subsídios teóricos. É dada ênfase à aplicabilidade destas
metodologias na solução de problemas em diferentes áreas das Ciências Biológicas.
Objetivos Específicos
Compreender os conceitos básicos Biologia molecular;
Entender as propriedade e funções dos ácidos nucleicos em procariotos e eucariotos;
Discutir os mecanismos da replicação do DNA e Expressão gênica;
Discutir as diferenças na regulação gênica de procariotos e eucariotos;
Discutir os conceitos básicos o a respeito de técnicas básicas de Biologia Molecular e da sua
aplicabilidade.
METODOLOGIA
Aula expositiva participativa; Aplicação de exercícios; Aulas teóricas, aulas práticas, construção de
matéria educativo sobre o conteúdo ministrado, trabalhos em grupo, leitura e discussão de texto, vídeo,
etc.
EMENTA
A disciplina trabalhará vários conceitos sobre biologia Molecular: Estrutura, organização e replicação
dos ácidos nucleicos, Divisão e Ciclo celular, Expressão gênica, Regulação da expressão gênica.
Aplicações práticas da biologia molecular. Principais técnicas utilizadas em biologia molecular: PCR,
eletroforese, RFLPs, tipos de sequenciamento, clonagem. Etc. A compreensão destes conceitos
proporcionará competências e habilidades em relação a aplicação dos conceitos de biologia molecular
em diferentes setores da sociedade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Ácidos Nucleicos
1.1 Histórico dobre o DNA
1.2 Estrutura e organização dos ácidos nucleicos e ciclo celular
1.3 DNA e RNA como fonte de informação genética
Unidade II
2 Estrutura cromossômica e DNA de organelas
2.1 Condensamento do DNA em eucariotos e procariotos
2.3 Centrômero e telômero em eucariotos
2.4 Desnaturação e renaturação do DNA em eucariotos
2.5 DNA de organelas e suas características
Unidade III
3 Replicação e Recombinação do DNA
3.1 Replicação semiconservativa
3.2 Replicação bacteriana
3.4 Replicação eucariótica
88
3.5 Recombinação
Unidade IV
4 Transcrição
4.1 Tios de RNA
4.2 Transcrição bacteriana
4.3 Transcrição eucariótica
Unidade V
5 Processamento do RNA transcrito
5.1 Estrutura dos genes
5.2 Processamento do RNA
Unidade VI
6 Código genético de tradução
6.1 O código genético
6.2 Ribossomos e tradução
Unidade VII
7 Regulação gênica
7.1 Regulação genica em bactérias
7.2 Regulação genica em eucariotos
Unidade VIII
8 Aplicação das técnicas moleculares
8.1 PCR, eletroforese, RFLPs, tipos de sequenciamento, clonagem. Etc
BIBLIOGRAFIA
Básica
Snustad, D. Peter. Simmons, Michael J. Fundamentos de genética. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2017. 579p
Pierce, Benjamin A. Genética : um enfoque conceitual . 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
759p
GRIFFTHS, A.J.F.; wessler, S, R., Carroll, S. B., Doebley, J.. Introdução à genética. 11.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 760p
Complementar
Borges-Osório, Maria Regina, Robinson, Wanyce Miriam. Genética Humana. 3.ed. Porto alegre:
Artmed, 2013. 775p.
Schafer, G. Bradley. Genética médica. 1. Ed. Porto alegre: AMGH, 2015.
ALBERTS, B., Johnson, Alexander, Lewis, Julian, Raff, Martin, Roberts, Keith and Walter Peter.
Biologia Molecular da Célula. 5.ed. Porto alegre: Artmed, 2010. 1268 p.
LODISH, Harvey et al. Biologia celular e molecular. 4º/7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 1210 p.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; COLAB, Chao Yun Irene Yan. Biologia celular e molecular. 9. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012/2018. 364 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
FÍSICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS 6° 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
89
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Fornecer aos discentes conhecimentos em diversos tópicos da física, com ênfase nas aplicações do
cotidiano.
Objetivos Específicos
Proporcionar a base conceitual das leis básicas da mecânica clássica, proporcionando aos discentes a
compreensão os fenômenos físicos típicos da área;
Oferecer aos discentes a base conceitual das leis básicas do eletromagnetismo, proporcionando aos
discentes a compreensão os fenômenos físicos típicos da área;
Fornecer a base conceitual das leis básicas da óptica e física moderna, proporcionando aos discentes a
compreensão os fenômenos físicos típicos da área;
Proporcionar aos discentes conhecimentos básicos dos tópicos de física para que sejam confeccionados
trabalhos didáticos a serem apresentados em escolas do município.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas dialogadas com discussão dos textos da bibliografia,
utilizando recursos audiovisuais, pincel e quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio
de exercícios e produção textual, bem como da apresentação de seminários expositivos e realização de
atividades práticas com a orientação do (a) docente responsável. No SIGAA serão disponibilizados os
materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
O Estudo dos Movimentos; As Leis do Movimento; Matéria e Energia; Noções de Termodinâmica;
Força e Pressão; Torque e Alavancas; Óptica; Eletromagnetismo; Radiações; Introdução à Astronomia;
A Constituição e a Dinâmica do Sistema Solar.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
90
Unidade I
1 O Estudo dos Movimentos e as Leis do Movimento
Unidade II
2 Matéria e Energia
Unidade III
3 Noções de Termodinâmica
Unidade IV
4 Força e Pressão
Unidade V
5 Torque e Alavancas
Unidade VI
6 Óptica
Unidade VII
7 Eletromagnetismo
Unidade VIII
8 Radiações
Unidade IX
9 Introdução à Astronomia
Unidade X
10 A Constituição e a Dinâmica do Sistema Solar
BIBLIOGRAFIA
Básica
TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: volume 1: Mecânica, oscilações
e ondas, termodinâmica. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009/2014/2016. v1: 754 p.
TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Fisica para cientistas e engenheiros: volume 2: Eletricidade e
magnetismo, óptica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009/2019. v2: 530 p.
JEWETT JR., John W; SERWAY, Raymond A. Física para cientistas e engenheiros: volume 4: luz,
óptica e física moderna. São Paulo: Cengage Learning, 2011. v4: 398 p + pag apêndice.
Complementar
HEWITT, Paul G; WOLF, Phillip R. Fundamentos de física conceitual. Porto Alegre: Bookman, 2009.
439 p. ISBN: 9788577802753.
LUIZ, Adir Moysés et al ( pfr ). Física. 14. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016. 374 p.
ISBN: 97885430056831, 97885430057372, 97885886393553.
HALLIDAY, David; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: gravitação, ondas e termodinâmica. 9.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2012/2013. 296 p.
PAUL A.T. 2010. Física v.1 e 2, 5ª ed., Livros Técnicos e Científicos Editora. Rio de Janeiro.
MATIAS, R.; FRATTEZI, A. 2016. - Física Geral para o Ensino Médio - Volume Único. Ed. Harbra.
São Paulo.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
SISTEMÁTICA DE PLANTAS SEM SEMENTES 6º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
91
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
O objetivo geral da disciplina é apresentar a origem e a evolução dos organismos fotossintetizantes, com
ênfase nas Viridiplantae. Acessar a biodiversidade das linhagens de plantas que não possuem sementes
e suas relações evolutivas;
Objetivos Específicos
Identificar as principais linhagens de plantas que não produzem sementes;
Entender o processo de conquista do ambiente terrestre pelas plantas e visualizar o panorama evolutivo
dentro das plantas verdes.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas., com uso de recursos
multimídias e saídas à campo e/ou laboratório. Serão estudadas plantas frescas para exibição das
principais características morfológicas de cada linhagem.
EMENTA
Origem e evolução das plantas verdes. Diversidade de algas verdes. Conquista do ambiente terrestre
pelas plantas. Diversidade de Bryophyta, Lycophyta e Monilophyta.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Origem e evolução dos organismos fotossintetizantes;
1.1 Diversidade de Glaucophyta e Rhodophyta;
1.2 Caracterização geral das Viridiplantae: as plantas verdes;
1.3 Algas verdes: linhagem Chlorophyta e “algas Streptophyta”
Unidade II
2. O processo de terrestrealização: a conquista do ambiente terrestre pelas plantas;
Diversidade de Bryophyta;
2.1 As plantas traqueófitas;
2.2 Diversidade de Lycophyta;
2.3 Diversidade de Euphyllophyta — Monilophyta.
BIBLIOGRAFIA
Básica
JUDD, W. S.; CAMPBELL, C. S.; KELLOGG, E. A.; STEVENS, P.F.; Donoghue. Sistemática Vegetal
– 3.Ed. – Um Enfoque Filogenético. Editora Artmed. 2009. 632p.
SOUZA, V. C.; LORENZI, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de
Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG III. 2. Ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum,
92
2009. 703 p.
SOUZA, V. C. e LORENZI, H. Chave de identificação: para as principais famílias de Angiospermas
nativas e cultivadas do Brasil. NOVA Odessa, SP. Instituto Plantarum, 2007.
Complementar
EVERT, Ray F; EICHHORN, Susan E. Raven biologia vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014. 856 p. ISBN: 9788527723626.
VIDAL, W. N. & VIDAL, M. R. R. Botânica – Organografia. Imprensa Universitária, UFV, Viçosa,
1983, 144 p.
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
BRESINSKY, Andreas et al. Tratado de botânica de Strasburger. 36. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
xviii, 1166p.
GONÇALVES, Eduardo Gomes; LORENZI, Harri. Morfologia vegetal: organografia e dicionário
ilustrado de morfologia das plantas vasculares. 2. ed. São Paulo: Instituto Planturum de Estudos da Flora,
2011. 512 p.
7º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP III - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E EDUCAÇÃO EM 7º 60
DIREITOS HUMANOS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Classificaçã Dimensão de Modalidade de
Tipo CH Extensão
o Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / Eletiva / TOT DC AC Presenci Ea
Atividade Teórica Prática
ESO / TCC / AC AL E E al D
Curricular
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
93
Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da comunidade
escolhida
Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.2 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.2 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o progresso do
projeto
Registro adequado de dados e informações relevantes
Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.5 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.6 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho certo
Unidade V
4 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
Socialização da atividade extensionista aplicada
5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão do
MEC
BIBLIOGRAFIA
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
95
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP IV - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
7º 60
MATEMÁTICA, FÍSICA E QUÍMICA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Classificaçã Dimensão de Modalidade de
Tipo CH Extensão
o Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / Eletiva / TOT DC AC Presenci Ea
Atividade Teórica Prática
ESO / TCC / AC AL E E al D
Curricular
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de
trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
As práticas pedagógicas serão extensionistas e podem ser fundamentadas na aprendizagem baseada em
investigação de situações-problemas em espaços educacionais externos à UFRA, considerando as áreas
das disciplinas envolvidas e/ou os temas contemporâneos transversais da BNCC. As práticas se
concentram no envolvimento efetivo do público alvo durante o desenvolvimento das atividades
extensionistas no contexto das disciplinas envolvidas. Essas atividades poderão ser inseridas em algumas
dessas modalidades de ensino, como: aulas práticas que envolvam as instituições de ensino envolvidas,
atividades de campo, implementação de recursos didáticos, atividades que envolvam tecnologia digital,
entre outras. As atividades construídas, junto aos seus professores orientadores, que serão os professores
que compõem a PP, deverão proporcionar interdisciplinaridade e instigar a alfabetização científica dos
96
envolvidos, permitindo com que a Ufra seja instituição formadora importante no processo formativo dos
participantes. As práticas extensionistas devem ser registradas em portfólio, que compile evidências das
aprendizagens do licenciando requeridas para a docência, tais como planejamento, avaliação e
conhecimento do conteúdo.
EMENTA
Introdução ao ensino de extensão, levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços
educacionais públicos no âmbito das disciplinas. Explicar detalhadamente sobre a construção do
portfólio, como também, manter um processo de orientação contínua no processo de construção do
portfólio. Construir e executar sequências didáticas referente às ações que serão desenvolvidas no espaço
educacional. Apresentar para todos os envolvidos, o resultado das ações desempenhadas durante a PP e
refletir sobre a execução da mesma, destacando suas possibilidades e limitações. Entregar o Portfólio
contendo o detalhamento da sequência didática desenvolvida e aplicada.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução às Práticas Pedagógicas Extensionistas
1.1 O que é extensão no contexto das práticas pedagógicas
1.6 Público-alvo
1.7 Construir os grupos de trabalho
1.4 Explicar sobre o instrumento avaliativo da PP: o portfólio
Unidade II
2 Levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços educacionais públicos
2.1 Investigação das necessidades no processo de ensino e aprendizagem dos espaços escolas
2.6 Coletar e analisar dados para identificar as necessidades e prioridades
2.7 Envolver-se com as partes interessadas e entender suas perspectivas
2.4 Pesquisa e análise das necessidades
Unidade III
3 Planejamento das atividades práticas e suas sequências didáticas
3.1 Definição das situações problemas, que envolvam uma ou mais temáticas que referentes às
disciplinas na referida PP, encontradas no ambiente instituição participante
3.4 Definição da/s atividade/s que será desenvolvida para instituição participante
3.3 Construção das atividades/ Sequências didáticas a serem aplicadas para instituições participantes
Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da comunidade
escolhida
Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.3 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.2 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o progresso do
projeto
Registro adequado de dados e informações relevantes
Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.5 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.6 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho certo
Unidade V
5 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
Socialização da atividade extensionista aplicada
97
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
CURRÍCULO NO ENSINO DE CIÊNCIAS E DE
7º 30
BIOLOGIA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
98
Objetivo Geral
Compreender as teorias de currículo e seus reflexos no ensino de Ciências/Biologia ;
Objetivos Específicos
Definir currículo;
Identificar as relações entre currículo e os artefatos sociais ;
Compreender o que é um currículo oculto;
Analisar a construção histórico-política da BNCC.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será realizado “Rodas de Diálogo” com a finalidade de discutir sobre BNCC e a
importância do currículo e seus artefatos culturais e, sempre que possível, será convidado pesquisadores
para participar e enriquecer esse momento. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e
o planejamento de ensino.
EMENTA
Definição de currículo. Teorias de currículo. Currículo e os artefatos culturais. Currículo oculto. O
currículo e os docentes. Livro didático e o currículo. Documentos oficiais que norteiam o ensino-
aprendizagem de Ciências e Biologia. Conceitos, fatos, procedimentos e atitudes (conteúdos): suas
aprendizagens e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no ensino de Ciências e Biologia. Temas
Transversais da BNCC.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Currículo: caminhos e definições;
1.1 Definição de currículo;
1.2 Teorias do currículo: tradicional, crítico e pós-crítico;
1.3 Artefatos culturais;
1.4 Currículo oculto;
1.5 A prática docente e sua relação com o currículo;
1.6 Livro didático e o currículo;
Unidade II
2 O currículo e seus documentos;
2.1 Construção da estrutura curricular na escola;
2.2 BNCC;
2.3 Temas transversais;
BIBLIOGRAFIA
Básica
LOPES, Alice Casimiro (org); MACEDO, Elizabeth org. Currículo: debates contemporâneos. 3.ed. São
Paulo: Cortez, 2010. 237 p
MOREIRA, Antônio Flavio Barbosa; SILVA, Tomaz Tadeu da (Org). Currículo, cultura e sociedade.
12.ed. São Paulo: Cortez, 2011. 173 p.
SILVA, Tomaz Tadeu da; WOODWARD, Kathryn. Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos
culturais. 15.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. 133 p.
Complementar
ERNÁNDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de trabalho.
5. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. 200 p.
99
KRASILCHIK, Myriam. Prática de ensino de biologia. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
LEWY, Arieh Org. Avaliação de currículo. São Paulo: Ed.da USP, 1979. 315p.
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 11.ed. Campinas: Autores Associados, 2015. 81 p. (Polêmicas do
Nosso Tempo)
ANDRÉ, Marli Org; LISITA, Verbena Moreira S. S. Org. O papel da pesquisa na formação e na prática
dos professores. 12. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 143 p. (Série Prática Pedagógica)
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ESTUDO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NA
7º 45
SOCIEDADE BRASILEIRA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Construir reflexões críticas sobre o processo de formação social, histórica, econômica e cultural da
sociedade brasileira, abordando a educação das relações étnico-raciais e sua interculturalidade voltada à
defesa das comunidades tradicionais, prática antirracista e cidadã e, respeito à diversidade e pluralidade.
Objetivos Específicos
Analisar o processo de formação da sociedade brasileira;
Conhecer as características, diretrizes e dimensões da educação intercultural;
Compreender a história e cultura afro-brasileira e indígena para a emancipação de povos originários que
foram discriminados e dizimados;
Identificar os fatores que geram o racismo estrutural na sociedade brasileira;
Analisar os impactos dos movimentos sociais negro e indígena no enfrentamento aos
preconceitos e desigualdades sociais, econômicas e ambientais;
Praticar ação cidadã a partir de aprendizagens pela educação das relações étnico-raciais.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará aula expositiva e dialogada;
atividades em classe e extraclasse como Estudo Dirigido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
100
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL
7° 30
COMPARADA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
Eletiva / L E E l
Curricular
102
ESO /
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender os princípios fundamentais da anatomia e fisiologia dos grupos de vertebrados.
Objetivos Específicos
Concluir, com base na análise de ilustrações e/ou modelos (físicos ou digitais), que os organismos
são um complexo arranjo de sistemas com diferentes níveis de organização;
Deduzir que a estrutura, a sustentação e a movimentação dos animais resultam da interação entre os
sistemas muscular, ósseo e nervoso;
Justificar o papel do sistema nervoso na coordenação das ações motoras e sensoriais do corpo, com
base na análise de suas estruturas básicas e respectivas funções;
Conhecer os elementos constituintes, a organização e as características funcionais dos sistemas;
Apontar, quando existirem, semelhanças e diferenças anatômicas entre as diferentes classes de
vertebrados;
Relacionar a estrutura anatômica com a sua respectiva função fisiológica;
Descrever as principais rotas fisiológicas dos sistemas estudados;
Identificar os elementos constituintes, a organização e as características funcionais dos sistemas dos
vertebrados.
METODOLOGIA
Como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvam os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
As Bases evolutivas da anatomia e fisiologia animal; Anatomia e Fisiologia das Membranas
Biológicas; Morfologia e Fisiologia Animal Comparada dos Sistemas: Nervoso, Sensorial, Endócrino,
Digestivo, Circulatório; Respiratório; Anatomia e Fisiologia da Reprodução animal; Músculos e
Movimentos; Adaptações Ecológicas e Evolutivas dos animais ao longo da Escala Zoológica para os
sistemas citados.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 As Bases evolutivas da anatomia e fisiologia animal
1.1 Planos corpóreos e métodos de estudos em anatomia e fisiologia;
1.2 Características anatômicas de Deuterostômios;
1.3 Anatomia de cordados e Craniados;
1.4 Relações filogenéticas entre vertebrados.
Unidade II
2 Anatomia e Fisiologia das Membranas Biológicas;
2.1 Componentes estruturais;
2.2 Fisiologia de membrana: tipos transporte através da membrana e ATPases
2.3 Excitabilidade da membrana: potencial de membrana.
Unidade III
103
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
SISTEMÁTICA DE ESPERMATÓFITAS 4º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
105
Objetivo Geral
Apresentar a origem e a evolução das plantas com sementes (Espermatófitas ou Fanerógamas). Acessar
a biodiversidade das linhagens de Fanerógamas, Gimnospermas e Angiospermas), e suas principais
relações evolutivas.
Objetivos Específicos
Identificar as principais linhagens de plantas com sementes;
Entender o processo de surgimento das sementes;
Visualizar o panorama evolutivo dentro das Gimnospermas e Angiospermas.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas., com uso de recursos
multimídias e saídas à campo e/ou laboratório. Serão estudadas plantas frescas para exibição das
principais características morfológicas de cada linhagem.
EMENTA
Origem e evolução das Espermatófitas. Surgimento das sementes. Diversidade de Gimnospermae.
Surgimento da flor. Diversidade de Angiospermae.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 O surgimento da semente e a diversidade de Gimnospermae;
1.1 Introdução as Angiosperma: o surgimento da flor;
1.2 Linhagens basais de Angiospermae: O grado ANA e as Magnoliídeas;
1.3 Diversidade e evolução de Monocotiledôneas;
Unidade II
2 Caracterização das Eudicotiledôneas e seus principais clados;
2.1 Diversidade de Superrosídeas;
2.2 Diversidade de Superasterídeas.
BIBLIOGRAFIA
Básica
JUDD, W. S.; CAMPBELL, C. S.; KELLOGG, E. A.; STEVENS, P.F.; Donoghue. Sistemática Vegetal
- 3.Ed. - Um Enfoque Filogenético. Editora Artmed. 2009. 632p.
SOUZA, Vinícius Castro; LORENZI, Harri. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das
famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4.ed. Nova Odessa-SP:
Instituto Plantarium, 2019. 767 p. ISBN: 9786580684014.
SOUZA, V. C. e LORENZI, H. Chave de identificação: para as principais famílias de Angiospermas
nativas e cultivadas do Brasil. NOVA Odessa, SP. Instituto Plantarum, 2007.
Complementar
EVERT, Ray F; EICHHORN, Susan E. Raven biologia vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014. 856 p.
VIDAL, W.N.; VIDAL, M.R.R. Botânica Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 4
ed. ver. ampl. Viçosa: UFV, 2013. 124 p.
106
BRESINSKY, Andreas et al. Tratado de botânica de Strasburger. 36. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
xviii, 1166p. ISBN: 9788536326085.
SANTOS, João Ubiratan Moreira dos Org; SANTOS, João Ubiritan Moreira dos. Flores e frutos das
restingas do Estado do Pará. Belém: UFRA, 2014. 246 p.
LORENZI, Harri. Árvores brasileiras: manual de identificacao e cultivo de plantas arbóreas do Brasil:
v.1. 7. ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum da Flora, 2016. 384 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
MICROEVOLUÇÃO 6º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva /
Teóric DC AC Ea
Atividade Eletiva / ESO TOTAL Prática Presencial
a E E D
Curricular / TCC / AC
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender as teorias sobre evolução biológica de forma crítica, sendo capaz de identificar e
interpretar processos e mecanismos relacionados;
Objetivos Específicos
Compreender as teorias e conceitos fundamentais da biologia evolutiva;
Identificar, interpretar e aplicar processos e mecanismos relacionados a evolução biológica;
Compreender a origem e evolução da diversidade biológica.
METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado por meio de aulas expositivas dialogadas. O uso de metodologia ativas
também pode ocorrer para a promoção do processo de ensino-aprendizagem, tais como, leitura ativa,
estudo de caso, metodologia baseada em problemas, etc. Poderão ser realizadas ainda atividades práticas
envolvendo técnicas computacionais para análise de dados biológicos e simuladores digitais.
O processo avaliativo será realizado conforme as normas estabelecidas pelo Regulamento de Ensino de
Graduação da UFRA, por meio de avaliações diagnósticas, formativas e somativas.
EMENTA
107
Teorias evolutivas e contexto histórico. Teoria evolutiva por meio da seleção natural e Neodarwinismo.
Evidências da evolução. Genética molecular na evolução. Processos determinísticos na evolução
biológica. Processos estocásticos na evolução biológica. Genética de populações e os processos
evolutivos relacionados. A seleção natural e a deriva genética na evolução molecular. Adaptação e
Seleção Natural: Uma explicação adaptativa. Seleção sexual. Evolução e Diversidade: Conceitos de
espécie e variação intra-específica. Especiação. Coevolução.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Teoria da evolução biológica;
1.1 Teorias evolutivas e seus contextos históricos;
1.2 Teoria evolutiva por meio da seleção natural e Neodarwinismo;
1.3 Evidências da evolução;
1.4 Genética molecular na evolução;
Unidade II
2 Processos evolutivos;
2.1 Processos determinísticos na evolução biológica;
2.2 Processos estocásticos na evolução biológica;
2.3 Genética de populações e os processos evolutivos relacionados;
2.4 A seleção natural e a deriva genética na evolução molecular;
Seleção sexual;
Unidade III
3 Diversidade biológica;
3.1 Conceitos de espécie;
3.2 Especiação;
3.3 Coevolução.
BIBLIOGRAFIA
Básica
RIDLEY, Mark. Evolução. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 752p.
FUTUYMA, Douglas J. 3. ed. Biologia evolutiva. FUNPEC-Editora 2009, 830p .
CAMPBELL, Neil A.; REECE, Jane B. Biologia. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. 1488p.
Complementar
MATIOLI, Sérgio R. Ed. Biologia molecular e evolução. 2. ed. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2012. 249 p.
MAYR, E. O que é evolução? Rio de Janeiro: Rocco, 2009. 342p.
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2002.
153p.
DARWIN, Charles; MESQUITA, André Campos trad. A Origem das espécies por meio da seleção
natural ou a preservação das raças favorecidas na luta pela vida. São Paulo: Madras, 2017. 462 p.
WATSON, James D. A dupla hélice: como descobri a estrutura do DNA. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.
205 p.
FREEMAN, S. & HERRON, J. C. Análise Evolutiva. 4ª Ed. Porto Alegre: Artmed. 2009. 848p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOFÍSICA 7º 45
108
Objetivos Específicos
Proporcionar aos discentes conhecimentos referentes a aplicação da física nas ciências biológicas;
Proporcionar aos discentes conhecimentos básicos dos tópicos de biofísica para que sejam
confeccionados trabalhos didáticos a serem apresentados em escolas do município.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas dialogadas com discussão dos textos da bibliografia,
utilizando recursos audiovisuais, pincel e quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio
de exercícios e produção textual, bem como da apresentação de seminários expositivos e realização de
atividades práticas com a orientação do (a) docente responsável. No SIGAA serão disponibilizados os
materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Introdução à Biofísica; Biomecânica e Dinâmica dos Movimentos; Bioenergética; Biotermologia;
Bioacústica; Bioeletricidade; Biofísica da Visão; Biofísica das Radiações Ionizantes; Fluidos Líquidos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I. Introdução à Biofísica
Unidade II. Biomecânica e Dinâmica dos Movimentos
Unidade III. Bioenergética
Unidade IV. Biotermologia
Unidade V. Bioacústica
Unidade VI. 6 Bioeletricidade
Unidade VII. Biofísica da Visão
Unidade VIII. Biofísica das Radiações Ionizantes
Unidade IX. Fluidos Líquidos
BIBLIOGRAFIA
109
Básica
HENEINE, I. F. Biofísica Básica. Editora Saraiva. São Paulo – SP. 1999.
DURAN, J. E. R. Biofísica - Fundamentos e Aplicações. Editora Prentice Hall. São Paulo – SP. 2003.
MOURÃO JR., C. A.; ABRAMOV, D.M. 2012. Biofísica Essencial. Editora Guanabara Koogan, Rio
de Janeiro. 212p.
Complementar
OKUNO, E.; CALDAS, I.L..; CHOWW, C. 1998. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. Editora
Harbra, São Paulo,
LEÃO, MC. 1996. Princípios de Biofísica. Editora Guanabara Koogan. São Paulo. SP.
GARCIA, E. A. C. Biofísica. 2° Ed. Editora Sarvier. 2015.
DURAN, J. E. R. Biofísica: Conceitos e Aplicações. 2° Ed. Editora Pearson Prentice Hall: São Paulo,
2011.
IMBERNÓN, Franscisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. 9.
ed. São Paulo, SP: Cortez, 2011. 127 p. (Coleção questões da nossa época; v. 14)
8º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP V - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
METODOLOGIA CIENTÍFICA, ZOOLOGIA, ECOLOGIA 8º 60
E BIOESTATISTICA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Classificaçã Dimensão de Modalidade de
Tipo CH Extensão
o Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / Eletiva / TOT DC AC Presenci Ea
Atividade Teórica Prática
ESO / TCC / AC AL E E al D
Curricular
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
110
Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da comunidade
escolhida
Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.4 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.2 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o progresso do
projeto
Registro adequado de dados e informações relevantes
Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.5 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.6 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho certo
Unidade V
6 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
Socialização da atividade extensionista aplicada
5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão do
MEC
BIBLIOGRAFIA
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP VI - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
8º 60
BOTÂNICA, ETNOBIOLOGIA E SOCIOLOGIA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
112
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOT Teóric DC AC Presencia
Atividade Prática EaD
ESO / TCC / AL a E E l
Curricular
AC
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de
trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
As práticas pedagógicas serão extensionistas e podem ser fundamentadas na aprendizagem baseada em
investigação de situações-problemas em espaços educacionais externos à UFRA, considerando as áreas
das disciplinas envolvidas e/ou os temas contemporâneos transversais da BNCC. As práticas se
concentram no envolvimento efetivo do público-alvo durante o desenvolvimento das atividades
extensionistas no contexto das disciplinas envolvidas. Essas atividades poderão ser inseridas em algumas
dessas modalidades de ensino, como: aulas práticas que envolvam as instituições de ensino envolvidas,
atividades de campo, implementação de recursos didáticos, atividades que envolvam tecnologia digital,
entre outras. As atividades construídas, junto aos seus professores orientadores, que serão os professores
que compõem a PP, deverão proporcionar interdisciplinaridade e instigar a alfabetização científica dos
envolvidos, permitindo com que a Ufra seja instituição formadora importante no processo formativo dos
participantes. As práticas extensionistas devem ser registradas em portfólio, que compile evidências das
aprendizagens do licenciando requeridas para a docência, tais como planejamento, avaliação e
conhecimento do conteúdo.
EMENTA
Introdução ao ensino de extensão, levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços
educacionais públicos no âmbito das disciplinas. Explicar detalhadamente sobre a construção do
portfólio, como também, manter um processo de orientação contínua no processo de construção do
portfólio. Construir e executar sequências didáticas referente às ações que serão desenvolvidas no espaço
113
educacional. Apresentar para todos os envolvidos, o resultado das ações desempenhadas durante a PP e
refletir sobre a execução da mesma, destacando suas possibilidades e limitações. Entregar o Portfólio
contendo o detalhamento da sequência didática desenvolvida e aplicada.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução às Práticas Pedagógicas Extensionistas
5.1 O que é extensão no contexto das práticas pedagógicas
5.2 Público-alvo
5.3 Construir os grupos de trabalho
5.4 Explicar sobre o instrumento avaliativo da PP: o portfólio
Unidade II
1 Levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços educacionais públicos
2.1 Investigação das necessidades no processo de ensino e aprendizagem dos espaços escolas
1.2 Coletar e analisar dados para identificar as necessidades e prioridades
1.3 Envolver-se com as partes interessadas e entender suas perspectivas
1.4 Pesquisa e análise das necessidades
Unidade III
3 Planejamento das atividades práticas e suas sequências didáticas
3.1 Definição das situações problemas, que envolvam uma ou mais temáticas que referentes às
disciplinas na referida PP, encontradas no ambiente instituição participante
3.1 Definição da/s atividade/s que será desenvolvida para instituição participante
3.2 Construção das atividades/ Sequências didáticas a serem aplicadas para instituições
participantes
Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da
comunidade escolhida
4.1 Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.2 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.3 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o
progresso do projeto
4.4 Registro adequado de dados e informações relevantes
4.5 Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.6 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.7 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho
certo
Unidade V
5 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
5.3 Socialização da atividade extensionista aplicada
5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão
do MEC
BIBLIOGRAFIA
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
114
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS 8º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOT DC AC Presenci
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / TCC AL E E al
Curricular
/ AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender os aspectos históricos, legais, sociais e educacionais da surdez, bem como a política da
educação de surdos e as correntes filosóficas. Ainda, adquirir um vocabulário básico da Libras, debater
sobre a importância dos aspectos sociais e culturais da surdez e conhecer sobre a aquisição de segunda
língua, através de leituras que mostram conceitos relacionados aos mecanismos linguísticos
desenvolvidos para surdos.
115
Objetivos Específicos
Compreender o processo histórico da Língua Brasileira de Sinais, sua estrutura e principais repercussões
no campo linguístico, na cultura surda e educação das pessoas surdas;
Discutir a mudança conceitual sobre as pessoas surdas ao longo da história;
Reconhecer aspectos da cultura e identidade surda;
Praticar conversação básica conforme léxico abordado na disciplina.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas e dialogadas.
atividades em classe e extraclasse como Estudo Diritido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
individuais e/ou em grupo; seminários
temáticos; tarefas e problematização de situações reais do cotidiano, interação discente
para construção conjunta do conhecimento, dentre outros trabalhos integradores/interdisciplinares e
processos avaliativos. Recursos didáticos como quadro, data show, computador,
powerpoint/canva/outros, livros, textos, internet, vídeos e demais tecnologias educacionais inclusivas.
E, Quanto à dimensão de extensão: Disciplina Curricular de Extensão (DCE) – referente à carga horária
prática, que levará em consideração a formação discente e interação com a comunidade externa
mediante, pelo menos, uma das modalidades de extensão e seus produtos, como: Programas; Projetos;
Cursos e Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços, que serão definidas em plano de ensino, com
planejamento e execução de ações de docência sobre as unidades de conteúdo e de culminância com as
referidas modalidades de extensão, com metodologia presencial ou presencial complementada com On-
line (simultaneamente), não descaracterizando a modalidade presencial do componente curricular
extensionista e modalidade de curso presencial/EaD. E, Quanto à dimensão de modalidade de ensino do
CC: presencial/EaD – referente à carga horária total/parcial, de acordo com a modalidade do curso e
parâmetros em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
A Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, processo histórico e evolução dos fatos em contexto geral e no
Brasil. A Cultura e identidade da comunidade surda. Legislação e regulamentações no Brasil. Correntes
filosóficas educacionais. Aquisição básica da LIBRAS como segunda língua (L2), introdução de
conceitos, teorias, gramática básica, internalização de vocabulário básico geral; conversação básica;
aspectos teóricos e práticos, desenvolvimento da LIBRAS e análise dos fatores socioculturais da
comunidade surda.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 História da Língua de Sinais e sua evolução no Brasil
1.1 Principais fatos históricos sobre as línguas de sinais no mundo e no Brasil;
1.2 Mitos sobre as línguas de sinais.
1.3 As comunidades linguísticas de surdos; e
1.4 A cultura e identidade surda.
Unidade II
2 Fundamentos legais, sociais e educacionais
2.1 Marco legal de LIBRAS e suas regulamentações no Brasil;
116
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
FISIOLOGIA VEGETAL 8º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
117
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender os principais processos fisiológicos que ocorrem em plantas e como eles são afetados por
condições ambientais diversas e fatores intrínsecos a planta;
Objetivos Específicos
Compreender os mecanismos moleculares de transporte através das membranas;
Compreender os mecanismos e as forças motoras que operam no transporte de água dentro da planta e
entre a planta e seu ambiente;
Compreender o único processo de importância biológica capaz de aproveitar a energia luminosa;
Compreender o transporte dos produtos da fotossíntese das fontes para os drenos;
Compreender como os hormônios influenciam na regulação e coordenação do crescimento e
desenvolvimento de plantas;
Compreender como os fatores ambientais (químicos e físicos), fora dos seus limites normais, têm, em
geral, consequências bioquímicas e fisiológicas negativas em plantas.
METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado através de aulas teóricas (45h), práticas de laboratório (15h) e práticas
pedagógicas extensionistas (15h). Extensão: Desenvolvimento de projetos de extensão, junto a Escolas
Públicas, através de palestras, mostras científicas, mini-cursos e/ou entre outras atividades, buscando
articular a pesquisa, ensino e extensão. Preparação de material didático visando o ensino
fundamental, médio e superior; Abordagem e elaboração de diferentes metodologias para o ensino
desses temas da área de saúde no ensino fundamental e médio;
Prática pedagógica: Análise do conteúdo sobre fotossíntese nos livros didáticos de ensino fundamental.
Produção de textos e outros materiais didáticos sobre fotossíntese. Palestras de professores do ensino
básico sobre questões relativas ao ensino do tópico sobre fotossíntese. Aplicação de métodos e
estratégias didático-pedagógicas contemporâneas, tais como ferramentas para ensino à distância,
preparação de roteiros e materiais para aulas práticas, utilização de programas digitais, textos e jogos,
para capacitar o estudante de Ciências Biológicas para atuar no Ensino Fundamental e Médio no
desenvolvimento de conteúdos pertinentes a área de fisiologia vegetal;
Montagem do modelo mosaico fluido das Membranas Biológicas a partir de materiais diversos e de
baixo custo. Análise de conteúdos disciplinares em materiais paradidáticos. Análise de livros didáticos
com confecção de textos. Os textos poderão ser entregues em escolas cujos livros são utilizados e/ou
elaboração de planos de aula, com sugestões de atividades e avaliações. Poderá haver confecção de
cartilhas que também seriam disponibilizadas em escolas e/ou elaboração de sites que poderão ser
disponibilizados na rede e/ou Seleção e análise de filmes didáticos que podem ser utilizados como
ferramenta no ensino fundamental e médio. Esta seleção e análise também poderão ser disponibilizadas
118
aos professores deste nível de ensino e/ou seleção e confecção de protocolos e modelos de aulas práticas.
Estes também podem ser disponibilizados nas escolas.
EMENTA
Transporte transmembrana. Água e o continuum solo-planta-atmosfera. Fotossíntese. Translocação no
floema. Hormônios vegetais. Assimilação e fixação do nitrogênio. Dormência e Germinação da
Semente. Metabólitos secundários.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Transporte transmembrana
1.1 Membranas celulares
1.2 Proteínas de transporte
1.3 Transporte ativo e passivo
1.4 Tipos de transportes transmembrana mediado por proteínas
1.5 Transporte de íons nas raízes
1.6 Prática sobre “Plasmólise, turgescência e efeito de substâncias tóxicas sobre a permeabilidade das
membranas celulares”
1.7 Prática sobre “Efeito da temperatura sobre a permeabilidade das membranas celulares”
Unidade II
2 Água e o continuum solo-planta-atmosfera
2.1 Estrutura e propriedades da água
2.2 Difusão, osmose e fluxo em massa
2.3 Potencial hídrico
2.4 O status hídrico das plantas
2.5 Água no solo
2.6 Absorção de água pelas raízes
2.7 Transporte de água através do xilema
2.8 Movimento de água da folha para a atmosfera
2.9 Prática sobre “Determinação do conteúdo relativo de água (CRA) em folhas”
2.10 Prática sobre “Determinação do potencial hídrico (ᴪw) de tecidos vegetais pelo método
densimétrico ou Schardakow”
2.11 Prática sobre “Sudação ou gutação”
2.12 Prática sobre “Recuperação de turgescência em ramos cortados”
Unidade III
3 Fotossíntese
3.1 Reações luminosas
3.1.1 Natureza da luz
3.1.2 Pigmentos fotossintetizantes
3.1.3 Organização do aparelho fotossintético
3.1.4 Organização dos sistemas antena de absorção de luz
3.1.5 Mecanismos de transporte de elétrons
3.1.6 Transporte de prótons, síntese de ATP e NADPH
3.1.7 Ação de herbicidas no fluxo de transporte de elétrons
3.2 Reações de carboxilação
3.2.1 O ciclo de Calvin-Benson
3.2.2 Regulação do ciclo de Calvin
3.2.3 O ciclo fotossintético oxidativo do carbono
119
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
MACROEVOLUÇÃO 8º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender os processos macroevolutivos e discutir sobre os aspectos teóricos relacionados à origem
e evolução da vida de forma crítica, ética e responsável.
121
Objetivos Específicos
Compreender os conceitos fundamentais de macroevolução;
Compreender o conhecimento evolutivo advindo da análise dos registros fósseis;
Discutir processos evolutivos de longo prazo;
Explorar interações entre biota e ambiente;
Analisar padrões e tendências evolutivas;
Entender a origem de grupos taxonômicos importantes.
METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado por meio de aulas expositivas dialogadas. O uso de metodologia ativas
também pode ocorrer para a promoção do processo de ensino-aprendizagem, tais como, leitura ativa,
estudo de caso, metodologia baseada em problemas, etc. O processo avaliativo será realizado conforme
as normas estabelecidas pelo Regulamento de Ensino de Graduação da UFRA, por meio de avaliações
diagnósticas, formativas e somativas.
EMENTA
Micro e macroevolução e Gradualismo e equilíbrio pontuado; Especiação, Irradiação e convergência
adaptativa; Fósseis e Registro Fóssil; Extinções; Origem da vida, evolução pré-cambriana e explosão do
cambriano; Paleozoico; Mesozoico; Cenozoico e a origem do gênero Homo; Ancestralidade e Fósseis
Humanos Primitivos; Migrações e Expansões Humanas; Origem do homem moderno.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos básicos
1.2 Da micro para a macroevolução - Gradualismo e equilíbrio pontuado;
1.3 Especiação, Irradiação e convergência adaptativa;
1.4 Fósseis e Registro Fóssil;
1.5 Extinções;
Unidade II
2 Origem e História da vida (Origem das Grandes Grupos Taxonômicos e Evolução de Características
Complexas)
2.1 Origem da vida, evolução pré-cambriana e explosão do cambriano;
2.2 Paleozoico;
2.3 Mesozoico;
2.4 Cenozóico e a origem do gênero Homo;
Unidade III
3 Evolução Humana
3.1 Ancestralidade e Fósseis Humanos Primitivos;
3.2 Migrações e Expansões Humanas;
3.3 Origem do homem moderno.
BIBLIOGRAFIA
Básica
FUTUYMA, Douglas J. 3. ed. Biologia evolutiva. FUNPEC-Editora 2009, 830 p.
RIDLEY, Mark. Evolução. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 752 p.
FREEMAN, S. & HERRON, J. C. Análise Evolutiva. 4ª Ed. Porto Alegre: Artmed. 2009. 848 p.
Complementar
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2002.
153p.
CAMPBELL, Neil A.; REECE, Jane B. Biologia. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1464p.
122
BROWN, James H.; LOMOLINO, Mark V. Biogeografia. 2.ed. Ribeirão Preto: FUNPEC, 2006.
COX, C. Barry; SILVA, Luiz Felipe Coutinho Ferreira Trad. Biogeografia: uma abordagem ecológica
e evolucionária. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 398 p.
SNUSTAD, D. Peter; GALLO, Cláudia Vitória de Moura Rev. Fundamentos de genética. 7.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. 579 p. ISBN: 9788527730860.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA 8° 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
Objetivo Geral
Compreender os princípios fundamentais da anatomia e fisiologia do corpo humano;
Objetivos Específicos
Deduzir que a estrutura, a sustentação e a movimentação dos animais resultam da interação entre os
sistemas muscular, ósseo e nervoso;
Justificar o papel do sistema nervoso na coordenação das ações motoras e sensoriais do corpo, com
base na análise de suas estruturas básicas e respectivas funções;
Analisar e explicar as transformações que ocorrem na puberdade considerando a atuação dos
hormônios sexuais e do sistema nervoso;
Comparar o modo de ação e a eficácia dos diversos métodos contraceptivos e justificar a necessidade
de compartilhar a responsabilidade na escolha e na utilização do método mais adequado à prevenção
da gravidez precoce e indesejada e de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST).;
Conhecer os elementos constituintes, a organização e as características funcionais dos sistemas;
Relacionar a estrutura anatômica com a sua respectiva função fisiologica;
Descrever as principais rotas fisiológicas dos sistemas estudados.
METODOLOGIA
Como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvam os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
123
Introdução à anatomia e fisiologia humana; Anatomia e Fisiologia das Membranas Biológicas; Anatomia
e Fisiologia humana dos Sistemas: Nervoso, Sensorial, Endócrino, Digestivo, Circulatório; Respiratório;
Anatomia e Fisiologia da Reprodução animal; Músculos e Movimentos;
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à anatomia e fisiologia humana;
1.2 Métodos de estudo em Anatomia e fisiologia;
1.3 Posições anatômicas e sistemas do corpo humano;
Unidade II
2 Anatomia e Fisiologia das Membranas Biológicas;
2.1 Componentes estruturais;
2.2 Fisiologia de membrana: tipos transporte através da membrana e ATPases
2.3 Excitabilidade da membrana: potencial de membrana.
Unidade III
3 Anatomia e Fisiologia humana dos sistemas: Nervoso;
3.1 Neurônios: anatomia e fisiologia;
3.2 Células de Glia (suporte);
3.3 Organização anatômica do sistema nervoso: SNP e SNP;
3.4 Organização anatômica e fisiologia da divisão autônoma do sistema nervoso;
3.5 Anatomia encéfalo;
3.6 Anatomia cérebro;
3.7 Fisiologia do córtex cerebral e cerebelo.
Unidade IV
4 Anatomia e Fisiologia Humana dos Sistemas: Sensorial;
4.1 Anatomia dos órgãos e estruturas sensoriais humanas;
4.2 Fisiologia da transdução de sinais sensórias aos centros integradores;
4.3 Fisiologia da visão, audição, equilíbrio e sentidos químicos: Campo visual, mecanismos auditivos
e de equilíbrio e gustação;
Unidade V
5 Anatomia e Fisiologia humana dos Sistemas: Endócrino.
5.1 Anatomia das glândulas endócrinas;
5.2 Fisiologia da sinalização hormonal: Classificação dos hormônios.
5.3 Relógio biológico;
5.4 Diferenciação hormonal na fisiologia de homens e mulheres;
5.5 Hormônios do eixo hipotalâmico-hipofisário;
5.6 Retroalimentação.
Unidade VI
6 Anatomia e Fisiologia humana dos Sistemas: Digestório.
6.1 Anatomia geral do trato gastrintestinal;
6.2 Segmentos do trato gastrintestinal: Boca ao ânus;
6.3 Anatomia comparada dos órgãos acessórios do sistema digestório;
6.4 Fisiologia dos órgãos que compõe o trato gastrintestinal.;
Unidade VII
7 Anatomia e Fisiologia humana dos Sistemas: Circulatório.
7.1 Órgãos do sistema circulatório;
7.2 Anatomia e fisiologia dos Componentes sanguíneos em humanos;
7.3 Anatomia do coração;
7.4 Fisiologia do coração: circulação nas câmaras cardíacas e vasos sanguíneos.
Unidade VIII
124
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
METODOLOGIA AVANÇADA DA PESQUISA Letiva 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
125
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOTA Práti Presenci
Atividade Teórica DCE C EaD
ESO / TCC / AC L ca al
Curricular E
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Incentivar e orientar os discentes no desenvolvimento e na execução de trabalhos acadêmicos e
elaboração de projeto de pesquisa; abrangendo discussões sobre paradigmas de pesquisa, questões
referentes aos desenhos de pesquisa, e estratégias para análise de material empírico, visando aquisição
de hábitos e atitudes com fundamentação científica;
Objetivos Específicos
Compreender os tipos e técnicas de pesquisa e suas implicações na elaboração, adequada, de objetivos,
justificativa, problema e hipóteses de pesquisa;
Elaborar um projeto de pesquisa, dentro de uma metodologia científica e de pesquisa coerente e de viável
execução;
Entender a adequação das diferentes abordagens metodológicas às diferentes áreas do saber científico;
Compreender as fases da investigação científica: planejamento, elaboração do projeto de pesquisa,
execução, análise dos dados, divulgação.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas e dialogadas,
atividades em classe e extraclasse como Estudo Diritido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
individuais e/ou em grupo; seminários temáticos; tarefas e problematização de situações reais do
cotidiano, interação discente para construção de conhecimento e de relatórios de pesquisa, processos
avaliativos que incluem a elaboração de projeto de pesquisa como produto final em interdisciplinaridade
com o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Recursos didáticos como quadro, data show, computador,
powerpoint/canva/outros, livros, textos, monografias, artigos científicos, internet, vídeos e demais
tecnologias educacionais. E, quanto à dimensão de modalidade de ensino do CC: presencial/EaD –
referente à carga horária total/parcial, de acordo com a modalidade do curso e parâmetros em Projeto
Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
A Universidade e a Pesquisa Científica. A investigação científica como prática social. Tipologia de
Pesquisa. Técnicas de pesquisa. Planejamento e execução de pesquisa. Produtos da Pesquisa. Publicação
e Impacto: comunicação dos resultados de pesquisa científica. Normas para elaboração e apresentação
de trabalhos acadêmicos (ABNT). Normalização da Ufra. Ética em Pesquisa. Estrutura de Relatório
Técnico-científico e elaboração de Projeto de Pesquisa para fins de Trabalho de Conclusão de Curso
126
(TCC).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 A Universidade e a Pesquisa Científica
1.1 A função social da pesquisa e a relação entre universidade e produção de conhecimento científico:
educação, pesquisa, ciência e tecnologia;
1.2 Tipologia: classificação da pesquisa quanto à sua natureza, fins e objeto;
1.3 Técnicas de coleta, instrumentos de coleta de dados, tratamento de dados, população e amostra;
1.4 Planejamento, execução, fontes de financiamento, comunicação dos resultados de pesquisa
científica;
1.5 A ética na pesquisa: ética e pesquisa, comitês de ética em pesquisa (com seres humanos ou com
animais).
Unidade II
2 Normalização para Trabalho de Conclusão de Curso
2.1 Noções da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas): NBR 6022 (Artigo Científico),
NBR 6023 (Referências), NBR 6024 (Numeração Progressiva), NBR 6027 (Sumário), NBR 6028
(Resumo), NBR 10520 (Citações), NBR 14724 (Trabalhos acadêmicos), NBR 15287 (Projeto de
Pesquisa).
2.2 Normalização de Trabalhos Acadêmicos na Ufra, comunicação e publicação.
2.3 Estrutura de relatório técnico-científico: relatório de pesquisa, de estágio, dentre outros.
2.4 Estrutura de trabalhos acadêmicos (elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais) para monografia
e artigos científicos como organização de TCC.
Unidade III
3 O Projeto de Pesquisa
3.1 Projeto de Pesquisa: conceito, finalidade, estrutura e etapas.
3.2 Estrutura de um projeto de pesquisa: problema de pesquisa, hipótese/pressuposto; justificativa;
Objetivos; Revisão de literatura (diretrizes metodológicas para a leitura, compreensão e documentação
de textos, softwares para gestão de pesquisa bibliográfica) e Metodologia (configuração; população e
amostra; instrumentos; plano de coleta, tabulação e análise de dados).
3.3 Elaboração de Projeto de Pesquisa para TCC como produto de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA
Básica
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010/2016. 184 p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica.
7/8.ed. atual. São Paulo, SP: Atlas, 2017. 346 p.
PEREIRA, Adriana Soares et al. Metodologia da pesquisa científica. Santa Maria, RS: UFSM, 2018.
Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/15824/Lic_Computacao_Metodologia-
Pesquisa-Cientifica.pdf?sequence=. Acesso em: 29 jun. 2023.
Complementar
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos
de graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2017.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 27. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas,
2010.
127
MEDEIROS, Joao Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São
Paulo: Atlas, 2019.
NORMAS para padronização de trabalhos acadêmicos. Belém: UFRA, 2021. Disponível em:
https://bibliotecacp.ufra.edu.br/images/MANUAL_DE_NORMALIZA%C3%87%C3%83O_ATUALI
ZADO_5%C
2%AA_edi%C3%A7%C3%A3o_ATUAL_2021.pdf. Acesso em: 30 jun. 2023.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 24. ed. São Paulo: Cortez, 2016.
9º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP VII - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE 9º 60
E TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOT Teóric DC AC Presencia
Atividade Prática EaD
ESO / TCC / AL a E E l
Curricular
AC
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de
trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
128
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
NEUROCIÊNCIA NA EDUCAÇÃO 9º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
Eletiva / L E E l
Curricular
130
ESO /
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Conhecer os fundamentos das neurociências, a plasticidade neural e o cérebro como estrutura orgânica
que quando estimulado adequadamente, desenvolve potencialidades ao educando no ato de aprender.
Objetivos Específicos
Conhecer as funções neurais executivas e cognitivas; atenção, memória, inteligência e aprendizagem;
Reconhecer a plasticidade do cérebro e sua funcionalidade como ferramenta importante para a aquisição
do conhecimento e suas implicações no desempenho do indivíduo no ato de aprender;
Perceber a importância da atenção e da concentração no momento pontual da aprendizagem;
Identificar as implicações do cérebro e da sua funcionalidade estrutural no corpo para o desenvolvimento
humano;
Descrever as dimensões biológicas, psicológicas, afetivas, motoras, emocionais e sociais que
influenciam o desenvolvimento humano e o contexto da aprendizagem;
Compreender os aspectos que interferem no aprendizado e também sobre como abordar esses transtornos
na prática diária;
Discutir acerca dos diversos transtornos de aprendizagem ligados a região neural.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Sistema nervoso central. Neuroplasticidade. Memória, linguagem e aprendizagem. Transtornos de
aprendizagem: dislexia, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDHA), entre outros.
Estratégias didáticas para trabalhar com as subjetividades dos transtornos no ambiente escolar. Desafios
enfrentados pelo professor para lidar com os transtornos de aprendizagem junto aos seus discentes.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos básicos sobre o sistema nervoso central
1.1 Uma apresentação do sistema nervoso;
1.2 Desenvolvimento embrionário, maturação pós-natal, envelhecimento e morte do sistema nervoso;
1.3 Processamento de informação e transmissão de mensagens através de sinapses;
Unidade II
2 Neuroplasticidade
2.1 Bases biológicas da neuroplasticidade;
2.2 Receptores sensoriais e a transdução: primeiros estágios para a percepção;
Unidade III
3 Memória e Aprendizagem
3.1 As bases neurais da percepção e da atenção;
3.2 As bases neurais da memória e da aprendizagem;
3.3 A neurobiologia da linguagem e das funções lateralizadas;
Unidade IV
131
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
IMUNOLOGIA 9° 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
132
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Conhecer os mecanismos imunológicos relacionados as barreiras físicas, humoral e celular que atuam
no combate aos agentes infecciosos e parasitários.
Objetivos Específicos
Identificar o tipo de reposta imunológica elicitada pelo hospedeiro;
Apontar que órgãos e estruturas do corpo atuam na resposta imunológica;
Identificar os tipos celulares envolvidos na resposta imunológica;
Relacionar os diferentes tipos celulares com a resposta imunológica elicitada;
Diferenciar os tipos celulares quanto sua atuação na resposta imunológica;
Reconhecer os mecanismos celulares envolvidos na resposta humoral;
Reconhecer os mecanismos celulares envolvidos na resposta imune celular;
Indicar medidas profiláticas no combate aos agentes infecciosos e parasitários;
Argumentar sobre a importância da vacinação para a saúde pública, com base em informações sobre a
maneira como a vacina atua no organismo e o papel histórico da vacinação para a manutenção da saúde
individual e coletiva e para a erradicação de doenças;
Interpretar as condições de saúde da comunidade, cidade ou estado, com base na análise e comparação
de indicadores de saúde (como taxa de mortalidade infantil, cobertura de saneamento básico e incidência
de doenças de veiculação hídrica, atmosférica entre outras) e dos resultados de políticas públicas
destinadas à saúde.
METODOLOGIA
Como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvam os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
Introdução a imunologia; Resposta imune inata; Resposta imune adaptativa; Componentes teciduais e
órgãos que elicitam a resposta imune; Antígenos e Anticorpos; Populações de células linfocitárias;
Reação de Histocompatibilidade; Saúde: imunização; Saúde: Noções de epidemiologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução a imunologia;
1.1 Bases celulares e moleculares das imunidades inata e adaptativas;
1.2 Imunologia no contexto evolutivo;
Unidade II
2 Resposta imune inata;
2.1 Barreiras físicas e bioquímicas do sistema imune inato;
2.2 Elementos celulares que formam a o sistema imune inato;
2.3 Ação do sistema complemento e proteínas de fase aguda;
2.4 Processos inflamatórios;
Unidade III
3 Resposta imune adaptative;
3.1 Componentes celulares da resposta imune adaptativa;
3.2 Diferenciação celular na resposta imune adaptativa;
3.3 Seleção clonal, resposta imune primária, secundária, memória imunológica;
Unidade IV
4 Componentes teciduais e órgãos que elicitam a resposta imune;
133
COICO, R.; SUNSHINE, G. 2010. Imunologia. 6a Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 404 p.
LEVINSON, W. 2016. Microbiologia Médica e Imunologia. 13a Ed. Porto Alegre: AMGH, 800 p.
MURPHY, K. 2014. Imunobiologia de Janeway. 8a Ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 888 p.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; COLAB, Chao Yun Irene Yan. Biologia celular e molecular. 9. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012/2018. 364 p.
BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira; VIANA, Viviane Japiassú. Poluição ambiental
e saúde pública. 1. ed. São Paulo: Érica, 2014. 128p. (Eixos. Ambiente e saúde) ISBN:
9788536506128.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
PARASITOLOGIA 9° 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Reconhecer os parasitas e suas relações interespecíficas, relação parasita-hospedeiro, por meio da
morfologia, ciclo biológico e doenças provocadas.
Objetivos Específicos
Compreender os conceitos relacionados à parasitologia;
Identificar as características morfológicas que diferenciam os grupos de parasitas;
Apontar o tipo de ciclo biológico do parasita;
Reconhecer os hospedeiros envolvidos no ciclo biológico;
Identificar os parasitas por meio do local, os órgãos, em que ocorre o parasitismo no hospedeiro;
Descrever os sintomas, no hospedeiro, do parasitismo;
Conhecer as medidas profiláticas para o combate dos parasitas.
Interpretar as condições de saúde da comunidade, cidade ou estado, com base na análise e comparação
de indicadores de saúde (como taxa de mortalidade infantil, cobertura de saneamento básico e incidência
de doenças de veiculação hídrica, atmosférica entre outras) e dos resultados de políticas públicas
destinadas à saúde.
METODOLOGIA
135
Como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvam os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
Introdução a parasitologia; Noções de entomologia médica; Protozoários parasitos: Plasmódios;
Protozoários parasitos: Toxoplasma gondi; Protozoários parasitos: Trypanosoma cruzi (doença de
Chagas); Protozoários parasitos: Leishmaniose; Protozoários parasitas do trato gastrintestinal;
Tricomoníase; nematódeos intestinais; Larva migrans, visceral e cutânea; Filarioses; Trematódeos
parasitos: Schistosoma mansoni e Fasciola hepática; Cestoides parasitos; Noções de diagnostico
parasitológico.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução a parasitologia;
1.1 Parasitologia no contexto sociocultural;
1.2 Terminologia parasitológica: Parasita/ hospedeiro; Vetor; Relação de parasitismo;
1.3 Classificação de parasitas e vetores;
Unidade II
2 Noções de entomologia médica:
2.1 Classificação de vetores;
2.2 Transmissão vetorial de doenças (DTV);
2.3 Doenças emergentes e reemergentes: noções de epidemiologia;
Unidade III
3 Protozoários parasitos: Plasmódios;
3.1 Plasmódios que infectam humanos: Plasmodium falciparum, P. vivax, P. malariae, P. ovale.
3.2 Ciclo biológico;
3.3 Biologia de Vetores da malária;
3.4 Aspectos clínicos, prevenção e controle de Malaria;
Unidade IV
4 Protozoários parasitos: Toxoplasma gondi;
4.1 Ciclo biológico;
4.2 Modos de transmissão;
4.3 Aspectos clínicos, prevenção e controle de Toxoplasmose;
Unidade V
5 Protozoários parasitos: Trypanosoma cruzi (doença de chagas);
5.1 Ciclo biológico;
5.2 Vetores da doença de Chagas.
5.3 Aspectos clínicos, prevenção e controle de Toxoplasmose.
5.4 Aspectos gerais de tripanossomas africanos.
Unidade VI
6 Protozoários parasitos: Leishmaniose.
6.1 Gênero Leishmania;
6.2 Aspectos biológicos;
6.3 Vetores das Leishmanioses;
6.4 Aspectos clínicos, prevenção e controle da Leishmaniose.
Unidade VII
7 Protozoários parasitas do trato gastrintestinal.
7.1 Amebas intestinais; Giardíase (Giardia duodenalis); Balantidium coli;
7.2 Ciclos biológicos;
136
NEVES, D.P.; FILIPPIS, T. 2014. Parasitologia Básica. 3ª Ed. Rio de Janeiro, Atheneu. 256 p.
NEVES, D.P.; MELO, A.L.; LINARDI, P.M.; VITOR, R.W.A. 2016. Parasitologia Humana. 13º ed.
Rio de Janeiro, Atheneu. 616 p.
REY, L. 2008. Parasitologia. 4º Ed.. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 888p.
Complementar
CIMERMAN, C.; FRANCO, M.A. 2012. Atlas de Parasitologia Humana. 2ª. Ed. Rio de Janeiro,
Atheneu. 184 p.
FERREIRA, M.U. 2012. Parasitologia Contemporânea. 1ª Ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 236
p.
NEVES, D.P.; BITTENCOURT NETO, B. 2006. Atlas Didático de Parasitologia. 2ª Ed. Rio de Janeiro,
Atheneu. 112 p.
NEVES, D.P. Parasitologia Dinâmica. 1º edição, Rio de Janeiro, Atheneu, 2003.
REY, L. 2009. Bases da Parasitologia Médica. 3º edição, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 404 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO E
9º 45
SUSTENTABILIDADE
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
C Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo Extensão
H Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / TCC / E E D
Curricular
AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Análise da biodiversidade e dos recursos naturais enquanto recursos finitos no planeta, discutindo
políticas, metodologias e estratégias para conservação dos mesmos.
Objetivos Específicos
Identificar as estratégias e mecanismos legais para conservação do meio ambiente
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teórico-práticos, onde
serão realizadas preleções semanais em sala de aula seguidas de aulas expositivas, principalmente nos
138
entornos dos polos da UFRA, onde muitas das principais interações ecológicas podem ser observadas e
demonstradas ao longo do ano, direta ou indiretamente.
EMENTA
Estudar os recursos naturais do planeta, sobretudo enfatizando os biomas brasileiros, com destaque
maior ao bioma e ecossistemas amazônicos. Discutir as estratégias de conservação e manejo da
biodiversidade atrelada aos mesmos com ênfase na legislação ambiental vigente em nosso país.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 A importância da biodiversidade e sua conservação
1.1 Bioética e as mudanças de paradigmas no pensar cotidiano - “Primavera silenciosa" (Rachel
Carson)
1.2 Sustentabilidade e conservação - o que é o desenvolvimento sustentável e em quais atividades do
cotidiano o mesmo se aplica
Unidade II
2 A importância da biodiversidade para compreensão e conservação dos recursos naturais;
2.1 Extinções naturais e não-naturais - ações antrópicas Vs. perda de variabilidade genética - gargalo
de garrafa e deriva gênica
2.2 Fragmentação de hábitat e suas implicações na diminuição da biodiversidade
2.3 Metodologias de conservação de populações e comunidades
2.4 Unidades de conservação
2.5 Estudo de caso - a importância das RESEX na conservação de ecossistemas costeiros amazônicos
BIBLIOGRAFIA
Básica
Kolbert, E. A sexta extinção - uma história não-natural. 2015. 336p.
Primack R. B. Rodrigues E. Biologia da Conservação. 2001. 328p.
Carson R. Primavera Silenciosa. 2010. 328p.
Complementar
CULLEN JR., Laury Org; RUDRAN, Rudy Org. Métodos de estudos em biologia da conservação &
manejo da vida silvestre. 2. ed. rev. Curitiba: UFPR, 2006. 652 p. (Pesquisa, 143)
LOYOLA, Rafael... et al; MARTINELLI, Gustavo. Áreas prioritárias para conservação e uso sustentável
da flora brasileira ameaçada de extinção. Rio de Janeiro: Ministério do Meio Ambiente/CNCFLORA,
2014. 80 p.
DANTAS, Gisele Pires de Mendonça (org). Introdução à filogeografia aplicada à conservação biológica
de vertebrados neotropicais. Curitiba: CRV, 2013. 193 p.
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2017. 234 p.
NEU, Vânia et al. Org; ARAÚJO, Maria Gabriella da Silva Org. Sustentabilidade e sociobiodiversidade
na Amazônia: integrando ensino, pesquisa e extensão na região insular de Belém. Belém: UFRA, 2016.
226 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOTECNOLOGIA 9º 30
139
Objetivos Específicos
Compreender os conceitos fundamentais da biotecnologia;
Tomar consciência e ser capaz de discutir aplicações e impactos sociais da biotecnologia;
Desenvolver habilidades e competências relacionadas ao ensino da biotecnologia no ensino nos níveis
fundamental, médio e superior.
METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado por meio de aulas expositivas dialogadas. O uso de metodologias ativas
pode ocorrer como alternativas para o processo de ensino-aprendizagem, tais como, estudo de caso,
metodologia baseada em problemas, sala de aula invertida, etc. No que concerne ao desenvolvimento de
habilidades e competências relacionadas ao ensino desse conteúdo, pode ser solicitado aos discentes
análise de livros didáticos, identificação de questões controversas da biotecnologia e produção de
materiais didáticos e paradidáticos sobre temas e conteúdos relacionados.
O processo avaliativo será realizado conforme as normas estabelecidas pelo Regulamento de Ensino de
Graduação da UFRA, por meio de avaliações diagnósticas, formativas e somativas.
EMENTA
Histórico da Biotecnologia. Biotecnologia e multidisciplinaridade. Agentes biotecnológicos. Temas
atuais em biotecnologia. Discussões da biotecnologia com a sociedade. Demandas da Biotecnologia na
educação básica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
140
Unidade I
1 Conceitos básicos;
1.1 Definição e contexto histórico da biotecnologia.
1.2 Biotecnologia clássica e moderna.
1.3 Agentes biotecnológicos: o que e quais são.
Unidade II
2 Temas atuais
2.1 Tópicos atuais em biotecnologia (DNA recombinante, clonagem, terapia gênica, sistema CRISPR,
etc.).
Unidade III
3 Biotecnologia na educação básica;
3.1 Biotecnologia na escola: materiais, demandas e curiosidades.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ULRICH, Henning; TRUJILLO, Cleber A. Bases moleculares da Biotecnologia. São Paulo: Roca,
2008/2015. 218 p il col.
LIMA, Nelson Org; MOTA, Manuel Org. Biotecnologia: fundamentos e aplicações. Lisboa PT: Lidel,
2003. 505 p.
FERRAZ, Ana Isabel; RODRIGUES, Ana Cristina. Biotecnologia, ambiente e desenvolvimento
sustentável. 1. ed. Porto, Portugal: Publindústria, 2011. 283 p.
Complementar
WALKER, Matthew R. Guia de rotas na tecnologia do gene. Editora Atheneu, 1999.
LIMA, Edilson Gomes. Nanotecnologia: biotecnologia & novas ciências. Rio de Janeiro: Interciência,
2014. 248 p.
COX, Michael M; O'DONNELL, Michael. Biologia molecular: princípios e técnicas. Porto Alegre:
Artmed, 2012. 914p.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; COLAB, Chao Yun Irene Yan. Biologia celular e molecular. 9. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012/2018. 364 p.
DE ROBERTIS, Edward M; HIB, José. Biologia celular e molecular. 16.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014/2017. 363 p.
DISCIPLINAS ELETIVAS
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
SEMINÁRIO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM
Eletiva 45
CIÊNCIAS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
141
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina / Eletiva /
TOTA DC AC Ea
Atividade ESO / Teórica Prática Presencial
L E E D
Curricular TCC /
AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir a cerca da importância de formar um professor de Ciências/Biologia com a essência de professor
pesquisador da sua vivência pedagógica.
Objetivos Específicos
Refletir a cerca da importância de pesquisas produzidas por professores sobre sua prática pedagógica;
Compreender os desafios de desenvolver pesquisa no ambiente escolar;
Identificar as principais tendências de pesquisa na área da Educação em Ciências;
Diferenciar os diversos métodos de investigação que podem ser utilizados na construção de pesquisas
na área de Educação em Ciências;
Convidar pesquisadores da área do Ensino de Ciências, para compartilhar a experiência de suas
pesquisas;
Elaborar propostas de investigação na área de ensino de Ciências e Biologia.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será realizado “Rodas de Diálogo” com a finalidade de conhecer algumas pesquisas
desenvolvidas por professores de Ciências/ Biologia que tem a sua sala de aula como “palco”de pesquisa.
Pretende-se convidar, ex-alunos que desenvolveram pesquisas na área do ensino de Ciências, a fim de
conversarmos sobre as possibilidades e limitações enfrentadas no decorrer dessa trajetória de pesquisa.
Os alunos serão desafiados a elaborarem propostas de pesquisa referentes ao ensino de
Ciências/Biologia. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
O Ensino e a pesquisa. Professor Pesquisador. Pesquisa na escola e para escola. Formação comtinuada
do professor de Ciências/Biologia. Tendências de Pesquisa na Educação em Ciências. Abordagens da
pesquisa em Educação em Ciências. Métodos de Investigação para as pesquisas em Educação em
Ciências.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
142
Unidade I
1 O Ensino e a Pesquisa;
1.1 Desafios enfrentados para desenvolver pesquisa na área da educação;
1.2 Professor Pesquisador;
1.3 Desenvolvimento de pesquisa na escola;
1.4 Formação continuada do professor: desafios, programas e contribuições;
Unidade II
2 A pesquisa em Educação;
2.1 Tendências de pesquisa na área do Ensino de Ciências;
2.2 Abordagens de pesquisa: qualitativa, quantitativa e quali-quantitativa;
2.3 Métodos de investigação;
BIBLIOGRAFIA
Básica
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. 26. ed. São Paulo, SP: Loyola, 2014. 102 p.
ANDRÉ, Marli Org; LISITA, Verbena Moreira S. S. Org. O papel da pesquisa na formação e na prática
dos professores. 12. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 143 p. (Série Prática Pedagógica).
TAVARES, Maurício Antunes Org; ABRANCHES, Ana de Fátima Pereira de Sousa Org. Múltiplos
olhares na pesquisa em educação. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2012. 146 p.
Complementar
CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: método qualitativo, quantitativo e misto. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010. 296 p.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010/2016. 184 p.
MINAYO, Maria Cecília de Souza Org; GOMES, Romeu; DESLANDES, Suely Ferreira. Pesquisa
Social: teoria, método e criatividade. Petropólis: Vozes, 2016. 95 p.
TEIXEIRA, Elizabeth. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. 10. ed. Petrópolis RJ:
Vozes, 2013. 203 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. Curitiba: Ibpex,
2006. 118 p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
EDUCAÇÃO FINANCEIRA E SUSTENTABILIDADE Eletiva 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
143
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Possibilitar ao estudante o estudo da Educação Financeira mediante a discussão de informações
atualizadas que capacite sua tomada de decisão para o exercício pleno da cidadania financeira.
Objetivos Específicos
Conhecer os conceitos e a necessidade da educação financeira para qualidade de vida;
Compreender as vertentes da educação financeira. Entender a relação das mídias com o consumismo;
Aprender sobre consumo consciente e sustentabilidade financeira;
Organizar orçamento pessoal e familiar construindo etapas de curto, médio e longo prazo.
METODOLOGIA
A disciplina poderá ocorrer por meio de aulas expositivas e dialogadas, leitura de artigos, estudos de
caso, seminário dos discentes e/ou palestras de especialistas convidados. A consolidação do conteúdo
será reforçada por variadas estratégias didáticas a serem definidas a cada semestre, dentre estas
possibilidades estão: questionários, elaboração de relatórios, produção textual, criação de produtos para
divulgação científica, elaboração de projeto, eventos, cursos e oficinas de intervenção para uma
realidade específica.
EMENTA
O conceito de Educação Financeira segundo a OCDE e a Estratégia Nacional de Educação Financeira
do Banco Central do Brasil. Cidadania Financeira. Educação Financeira na BNCC - Tema Transversal.
As vertentes de Educação Financeira. As mídias e a sociedade de consumidores. Consumo consciente e
sustentabilidade. Planejamento financeiro pessoal e familiar.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 O conceito de educação financeira na OCDE e na ENEF
Unidade II
2 O conceito de cidadania financeira
Unidade III
3 Educação Financeira na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – Tema Transversal
Unidade IV
4 As vertentes de educação financeira
4.1 Vertente instrumental
4.2 Vertente comportamental
4.3 Vertente crítica
Unidade V
5 As mídias e a sociedade de consumidores
5.1 Conceito de mídias e tecnologias
5.2 Papel da comunicação e da publicidade na sociedade de consumidores
144
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
PRÁTICAS DE ENSINO EM EDUCAÇÃO DO CAMPO Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva
Prátic DC AC Presenci Ea
Atividade / ESO / TCC / TOTAL Teórica
a E E al D
Curricular AC
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir as Práticas de Ensino na Educação do Campo e o direito à educação;
Objetivos Específicos
Apresentar o histórico, as políticas e as interfaces com os movimentos sociais por educação do campo
no Brasil;
Debater os fundamentos sociológicos, políticos e antropológicos da educação do campo;
Discutir as concepções, práticas e desafios da educação do campo no campo.
Apontar os desafios da educação do campo no contexto do desenvolvimento rural sustentável;
Debater a educação do campo no contexto das relações de gênero e das relações étnico-raciais no meio
rural.
METODOLOGIA
Aulas teóricas e práticas, mobilizando o desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão em
Educação do Campo. Elaboração e aplicação de planos de aula e projetos de pesquisa-ação em escolas
rurais.
EMENTA
146
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Histórico e Fundamentos da Educação do Campo
1.2 Histórico da Educação do Campo.
1.3 Concepções, Práticas e Desafios da Educação do Campo no Campo.
Unidade II
2 Educação do Campo e Desenvolvimento Rural Sustentável
2.1 Abordagens do desenvolvimento rural sustentável.
2.2 Práticas de Ensino em Educação do Campo para a Sustentabilidade
Unidade III
3 Educação do Campo e Direitos Humanos
3.1 Cultura e Identidade Amazônica.
3.2 Educação do Campo e Diversidade.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ARROYO, Miguel. Por uma educação do campo. Petrópolis: Vozes, 2004.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 62ª ed. São Paulo:
Paz e Terra, 2019.
SANTOS, Arlete Ramos dos; SILVA, Geovani de Jesus; SOUZA, Gilvan dos Santos. Educação do
Campo. Ilhéus: Editus, 2013.
Complementar
JESUS, Antônio Tavares. Pensamento e prática escolar de Gramsci. Campinas: Autores associados,
2005.
ORSO, Paulino José; GONÇALVES, Sebastião Rodrigues; MATTOS, Valci Maria. Educação e luta de
classes. 2ª ed. São Paulo: Expressão Popular, 2013.
RAMOS, Marise Nogueira; MOREIRA, Telma Maria; SANTOS, Clarice Aparecida dos (orgs.).
Referências para Uma Política Nacional de Educação do Campo: caderno de subsídios. Brasília:
Secretaria de Educação Média e Tecnológica: Grupo Permanente de Trabalho de Educação do Campo,
2004.
RIBEIRO, Marlene. Movimento Camponês, Trabalho e Educação: liberdade, autonomia e emancipação
– princípios e fins da formação humana. São Paulo: Expressão Popular, 2010.
SAVIANI, Demerval. Pedagogia histórico-crítica. 10ª ed. Campinas: Autores associados, 2005.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
SISTEMA BRAILLE Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
147
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva
TOTA Teóric Prátic DC Presenci Ea
Atividade / ESO / TCC / ACE
L a a E al D
Curricular AC
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Conhecer o sistema Braile e suas contribuições à inclusão escolar do aluno com deficiência visual;
Objetivos Específicos
Discutir o histórico do sistema Braille;
Compreender as políticas públicas que envolve o deficiente visual;
Conhecer sobre a escrita e leitura do sistema Braille;
Conhecer as tecnologias assistivas para leitura e escrita de Braille;
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será elaborada algumas atividades metodológicas, a fim de colocarmos em prática os
conteúdos estudados. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de
ensino.
EMENTA
A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência
visual; políticas públicas e a Legislação que contempla o deficiente visual; O instrumental necessário
para a escrita em Braille; Escrita e Leitura no Sistema Braille: alfabeto, sinais de pontuação e simbologia
matemática básica; Regras e Diretrizes da formatação Braille. Tecnologias assistivas para leitura e escrita
em Braille.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
148
Unidade I
1 Histórico do Braille
1.1 Origem do sistema Braille
1.2 Contextualização histórica e sua importância no processo de emancipação da pessoa com
deficiência visual
1.3 Políticas públicas da pessoa com deficiência visual
Unidade II
2 A escrita Braille
2.1 Histórico do sistema de escrita Braille.
2.2 Primeira linha do alfabeto Braille, o uso da reglete tradicional e reglete positiva.
2.3 Segunda linha do alfabeto Braille, e as máquinas de datilografia Braille.
2.4 Terceira linha do alfabeto Braille, e as impressoras Braille.
2.5 Quarta linha do alfabeto Braille, e as prensas Braille
2.6 Alfabeto Braille
2.7 Simbologia Matemática Básica
2.8 Regras e Diretrizes da formatação Braille
Unidade III
3 Tecnologia assistiva e aplicação
3.1 Formação do professor para aplicação das tecnologias assistiva
3.2 Desafios para aplicação das tecnologias assistivas no ambiente escolar
3.3 Acessibilidade arquitetônica, orientação em mobilidade
BIBLIOGRAFIA
Básica
LIMA, Priscila Augusta. Educação inclusiva e igualdade social. São Paulo: Avercamp, 2006. 176 p.
AZEVEDO, Janete M. Lins de. A educação como política pública. 3.ed. Campinas: Autores Associados,
2004. 78 p. (Polêmicas do Nosso Tempo, 56)
MASINI, E. F. S. O perceber de quem está na escola sem dispor da visão. São Paulo: Editora Cortez,
2016.
Complementar
RACIAL, Brasil. Ministério da Educação.Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade. Plano
Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étinico-
Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília, DF: MEC, SECADI,
2013. 104 p.
COELHO, Wilma de Nazaré Baía; SILVA, Carlos Aldemir Farias da; SOARES, Nicelma Josenila Brito.
Relações étnico-raciais para o ensino fundamental: projeto de intervenção escolar. São Paulo: Livraria
da física, 2017. 266 p. (Formação de professores & relações étnico-raciais).
MORIN, Edgar; CARVALHO, Edgard de Assis Org. Educação e complexidade: os sete saberes e outros
ensaios. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2013. 112 p.
LIBÂNEO, José Carlos; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização.
10. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2012. 543 p. (Docência em Formação: Saberes Pedagógicos).
GOLDFELD, Marcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista. 7.
ed. São Paulo: Plexus, 2002. 172 p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
149
Objetivo Geral
Capacitar os estudantes a desenvolverem estratégias de educação e comunicação para a promoção da
consciência socioambiental em relação à conservação das Reservas Extrativistas Marinhas (REM).
Objetivos Específicos
Compreender os conceitos fundamentais de Educação Ambiental e Educomunicação;
Analisar as características e os desafios relacionados à conservação das REM, assim como, as
necessidades e expectativas das comunidades tradicionais;
Discutir temas contemporâneos socioambientais;
Explorar as bases teóricas da educação e comunicação ambiental em reserva extrativista marinha;
Investigar o papel da comunicação e das mídias tradicionais e digitais na promoção de diálogo e
engajamento na educação ambiental em REM;
Conhecer as diferentes formas de mídia e meios de comunicação utilizados na divulgação de informações
ambientais.
Pesquisar sobre estudos de caso e experiências de sucesso sobre educomunicação ambiental em REM.
Desenvolver habilidades de planejamento, implementação e avaliação de projetos de educomunicação
ambiental em reservas extrativistas marinhas.
Promover uma visão crítica e reflexiva sobre educomunicação ambiental em REM, incentivando os
estudantes a desenvolverem propostas inovadoras e sustentáveis nesses ambientes.
METODOLOGIA
A disciplina poderá ocorrer por meio de aulas expositivas e dialogadas, leitura de artigos, visitas in loco,
estudos de caso, seminário dos discentes e/ou palestras de especialistas convidados. A consolidação do
conteúdo será reforçada por variadas estratégias didáticas a serem definidas a cada semestre, dentre estas
possibilidades estão: questionários, elaboração de relatórios, produção textual, criação de produtos para
150
divulgação científica, elaboração de projeto, eventos, cursos e oficinas de intervenção para uma realidade
específica.
EMENTA
Introdução à Educomunicação Ambiental. Reserva Extrativista Marinha (REM). Temas contemporâneos
socioambientais abordados na Educação Ambiental em Reservas Extrativistas Marinhas. Educação e
comunicação ambiental em Reserva Extrativista Marinha. Comunicação e Mídia na Educação
Ambiental. Projetos de Educomunicação Socioambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à Educomunicação Ambiental
1.1 Conceitos fundamentais de Educação Ambiental e Educomunicação
1.2 Breve histórico
Unidade II
2 Reserva Extrativista Marinha (REM)
2.1 Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC)
2.2 Definição e características das REM
2.3 Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais
2.4 Desafios e ameaças enfrentadas pelas Reservas Extrativistas Marinhas
Unidade III
3 Temas contemporâneos socioambientais abordados na Educação Ambiental em Reservas
Extrativistas Marinhas
Unidade IV
4 Educação e comunicação ambiental em Reserva Extrativista Marinha
4.1 Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA)
4.2 Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA)
4.3 Estratégia Nacional para Comunicação e Educação Ambiental (ENCEA)
4.4 A Educomunicação implementada como linha de ação do ProNEA e do conselho deliberativo
4.5 Participação das comunidades locais – Mobilização social
Unidade V
5 Comunicação e Mídia na Educação Ambiental
5.1 Mídias tradicionais e digitais como estratégias de comunicação na promoção da conservação
ambiental em REM
5.2 Técnicas de engajamento comunitário em REM
5.3 Metodologias de Educomunicação Ambiental na construção de diálogo e colaboração entre
comunidades e gestores das reservas
Unidade VI
6 Projetos de Educomunicação Socioambiental
6.1 Estudos de caso
6.2 Etapas do planejamento à execução
6.3 Monitoramento e avaliação de projetos implementados
BIBLIOGRAFIA
Básica
151
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
MATERIAIS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE
Eletiva 60
CIÊNCIAS E BIOLOGIA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva A
TOTA Prá Presenci
Atividade / ESO / TCC / Teórica DCE C EaD
L tica al
Curricular AC E
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender os limites e possibilidades do uso da ludicidade nas aulas de Ciências/Biologia;
152
Objetivos Específicos
Discutir a cerca do uso de recursos didáticos no qual o aluno seja protagonista;
Investigar quais os recursos didáticos mais utilizados pelos professores de Ciências/Biologia que atuam
no nosso município;
Elaborar materiais didáticos para serem utilizados nas aulas de Ciências/Biologia;
Enriquecer o acervo de recursos didáticos do Laboratório de Ensino em Ciências e Biologia da UFRA.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Faremos uma atividade investigativa, com o objetivo de identificar quais os principais
recursos didáticos utilizados pelos professores de Ciências/Biologia que atuam no nosso município.
Elaboraremos alguns recursos didáticos que abastecerá o nosso laboratório de Ensino. No SIGAA serão
disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Ludicidade e Ensino de Ciências/Biologia; Recursos didáticos: Possibilidades e limitações; Principais
recursos didáticos utilizados para o ensino de Ciências/Biologia Elaboração de recursos no qual o aluno
seja protagonista, como: sala de aula invertida, júri simulado, entre outros. Elaboração de materiais
didáticos voltados para o ensino de Ciências/Biologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Ludicidade e Ensino de Ciências/Biologia
1.1 Definição de ludicidade
1.2 Desafios enfrentados
1.3 Contribuição da ludicidade nas aulas de Ciências/Biologia
Unidade II
2 Recursos didáticos para o ensino de Ciências/Biologia
2.1 Sala de aula Invertida
2.2 Júri Simulado
2.3 Aprendizagem baseado em problema (PBL)
2.4 Gameficação
2.5 Aulas práticas
2.6 Experimentos
BIBLIOGRAFIA
Básica
RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. A ludicidade na educação: uma atitude pedagógica. Curitiba:
Ibpex, 2007. 164p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
Complementar
153
CAMPOS, Maria Cristina da Cunha; NIGRO, Rogério Gonçalves. Teoria e prática em ciências na escola:
o ensino aprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 2010. 160 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016.
199 p.
VALENTE, José Armando Org; BARANAUSKAS, Maria Cecília C. Org. Aprendizagem na era das
tecnologias digitais: conhecimento, trabalho na empresa e design de sistemas. São Paulo: Cortez, 2007.
271 p.
YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2015. 290p.
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE QUÍMICA Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva /
TOTA Práti AC Presenci Ea
Atividade Eletiva / ESO Teórica DCE
L ca E al D
Curricular / TCC / AC
100
Disciplina Eletiva 60 0 60 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina tem como foco principal proporcionar ao estudante de licenciatura em Biologia condições
básicas para planejar e implementar atividades práticas que envolvam os temas relacionados a Química.
Objetivos Específicos
Dotar o futuro professor de um instrumental que lhe permita conhecer os diversos tipos de ações
educativas relacionados a Química;
Analisar suas funções e adequação a diferentes realidades educacionais;
Desenvolver atividades experimentais fundamentadas em pressupostos teóricos e metodológicos;
Planejar e organizar o espaço físico para o desenvolvimento destas atividades experimentais,
considerando aspectos pedagógicos, de segurança e ambientais.
154
METODOLOGIA
A metodologia planejada objetiva estreitar a distância existente entre a teoria e prática / imaginário e
concreto, observada no estudo da ciência Química, aproximando os alunos de conceitos e fatos próprios
desta ciência e favorecendo o contato dos aprendizes com uma diversidade de instrumentos que podem
ser utilizados pelo professor, potencializando a capacidade dos educandos para observar, testar,
comparar, registrar, pesquisar, formular hipóteses, experimentar, explicar e raciocinar sobre
procedimentos, fatos e atitudes características desta área de conhecimento, proporcionando o incentivo
a reflexão das relações existentes entre este campo do saber e a sociedade contemporânea. Dentre os
instrumentos utilizados destaca-se:o uso de analogias;a utilização da experimentação com materiais
alternativos de baixo custo e de fácil aquisição; o planejamento de aulas experimentais e a organização
do espaço físico para desenvolver estas atividades; a utilização de modelos e simulações.
EMENTA
Transposição de conteúdos de Química da Educação Superior para a Educação Básica. Aproveitamento
da capacidade criativa do aluno para a elaboração de modelos teóricos relacionados à estrutura íntima da
matéria. Confecção e montagem de experiências de Química utilizando materiais simples e de fácil
aquisição. Preparação de roteiros para aulas práticas. Seminários sobre temas voltados à educação em
Química. Iniciação à pesquisa no ensino de Nível Médio: emprego do método da redescoberta.
Adaptação de uma sala de aula para um laboratório. A utilização de referências bibliográficas como
instrumento de ensino com bases em dois eixos temáticos: Química e a sociedade e Química e o meio
ambiente.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Transposição de conteúdos de Química da Educação Superior para a Educação Básica
1.1 Conceitos básicos da Química: A visão científica da Química; O método científico; Matéria, corpos
e objetos; Conceito e notação de elemento químico; Transformações da matéria; Mudanças de estado
físico; Substâncias e misturas; Separação de misturas; A Química no dia-a-dia.
1.2 Estrutura atômica: Os primeiros modelos atômicos; Classificação Periódica dos Elementos
Químicos: Classificação periódica moderna; Ocorrência dos elementos químicos; Elementos químicos
importantes;
1.3 O carbono e suas propriedades; Compostos orgânicos naturais e sintéticos: petróleo, gás natural,
glicídios, lipídios, aminoácidos, proteínas e polímeros sintéticos; 1.4 Atmosfera e seu aproveitamento;
Aplicações da lei periódica no estudo descritivo das principais propriedades dos elementos químicos e
seus compostos; Propriedades periódicas e aperiódicas
1.5 Ligações químicas: Ligação iônica, ligação covalente e ligação metálica;
1.6 Eletronegatividade e polaridade das ligações químicas; As ligações químicas nos compostos
orgânicos; Ligações intermoleculares;
1.7 Funções químicas: As funções químicas e a Classificação Periódica; Conceitos usuais de ácidos,
bases, sais e óxidos;
1.8 Os conceitos ácido-base aplicados a sistemas químicos; Terminologia das soluções de ácidos,
bases, sais e óxidos;; Mistura de soluções; Funções orgânicas e suas nomenclaturas; Propriedades
físicas e químicas dos compostos orgânicos
1.9 Reações químicas: Quando ocorre uma reação química; Ajuste de equações químicas; Tipos de
reações químicas inorgânicas.
Unidade II
2 Projetos de experiências, confecção e montagem de roteiros de aulas práticas para o Ensino Médio
Instruções gerais para a realização de atividades práticas;
2.1 Cuidados no laboratório: uso do fogo, manuseio de substâncias e vidraria;
2.2 Preparação de aulas práticas: montagem de roteiros; Organização, registro e reposição do material
155
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
LABORATÓRIO DE TÉCNICAS DE ANATOMIA
Eletiva 45
VEGETAL
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti A Presenci
DCE EaD
Atividade ESO / TCC / AC AL ica ca C al
156
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Desenvolver competências práticas sobre as técnicas de coleta, preparação, preservação e análise
microscópica de amostras de diferentes tecidos e grupos de vegetais. Além disso, serão discutidas as
aplicações das técnicas no contexto da pesquisa e do ensino de botânica nas escolas.
Objetivos Específicos
Capacitar os estudantes a aplicar técnicas de coleta, preparação, preservação e análise microscópica de
amostras vegetais;
Promover a Compreensão da Estrutura Interna das Plantas;
Proporcionar uma compreensão detalhada da anatomia interna de diferentes órgãos e tecidos vegetais;
Fornecer Habilidades em Manipulação de Equipamentos e Instrumentos;
Ensinar o manuseio adequado de microscópios, micrótomos, bomba de vácuo e outros equipamentos
específicos utilizados na análise de tecidos vegetais;
Incentivar a Observação e a Análise Microscópica;
Estimular a capacidade de observação e interpretação de estruturas celulares e teciduais em nível
microscópico;
Capacitar os alunos a identificar e descrever tecidos, células e estruturas anatômicas com precisão;
Demonstrar como as técnicas aprendidas podem ser aplicadas em projetos de pesquisa científica e na
preparação de material didático para aulas práticas.
Incentivar a curiosidade científica e o interesse pela anatomia vegetal, promovendo uma compreensão
mais profunda das plantas;
Integrar os conhecimentos teóricos adquiridos em outras disciplinas de botânica com as habilidades
práticas necessárias para a análise anatômica;
Preparar os estudantes para atividades de pesquisa e de ensino em biologia vegetal.
METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado através de aulas teóricas (10h), prática de laboratório (25) e e práticas
extensionistas (10h). As aulas teóricas e práticas serão realizadas em laboratório e campo envolvendo
coleta, preparação e observação de amostras vegetais sob microscópio. Os alunos terão a oportunidade
de aplicar as técnicas aprendidas. Serão demonstradas técnicas específicas, como a preparação de
lâminas histológicas, coloração, entre outras, para fornecer exemplos concretos aos alunos. Serão
realizadas leitura e análise crítica de artigos científicos sobre anatomia vegetal, promovendo a
compreensão e atualização dos avanços na área.
Os alunos poderão preparar laminários e outros tipos de materiais a partir das técnicas realizadas durante
a disciplina. A universidade compartilhará os materiais didáticos para apoiar o ensino de anatomia
vegetal na escola. A escola poderá agendar visitas ao laboratório de anatomia vegetal da universidade,
onde os alunos terão a oportunidade de realizar atividades práticas sob a orientação de professores e
estudantes universitários.
Poderão também ser realizadas atividades de treinamento, minicursos e/ou palestras sobre as técnicas de
Anatomia Vegetal destinados ao público-alvo.
EMENTA
Serão abordados os principais órgãos e tecidos, assim como suas funções e adaptações. Além disso, serão
realizadas práticas envolvendo a identificação e classificação de diferentes tipos de células e tecidos em
diversos grupos de plantas.
157
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução a Microscopia
1.1 Familiarização com o equipamento e técnicas de manipulação;
1.2 Cuidados e limpeza de microscópio óptico.
Unidade II
2 Coleta de Amostras Vegetais e Fixação e Preservação de Amostras
2.1 Métodos de coleta de diferentes órgãos vegetais;
2.2 Critérios de seleção de material para análise;
2.3 Agentes fixadores e técnicas de preservação;
2.4 Manipulação e armazenamento adequado de amostras.
Unidade III
3 Unidade Corte e Preparação de Secções Anatômicas
3.1 Planos de corte;
3.2 Utilização de micrótomo e outros instrumentos de corte;
3.3 Técnicas para obtenção de lâminas;
3.4 Técnicas de impressão epidérmica.
Unidade IV
4. Coloração e Montagem de Lâminas
4.1 Uso de corantes específicos para realçar estruturas celulares;
4.2 Montagem de lâminas para observação microscópica.
Unidade V
5 Observação Microscópica e Fotografia
5.1 Uso de microscópios ópticos e estereoscópicos;
5.2 Técnicas de registro fotográfico.
Unidade VI
6 Análise de Tecidos e Células
6.1 Identificação e descrição de diferentes tipos de tecidos e células vegetais;
6.2 Medidas e análises quantitativas;
6.3 Aplicações em Pesquisa e Ensino.
BIBLIOGRAFIA
Básica
APPEZZATO-DA-GLÓRIA, Beatriz; CARMELLO-GUERREIRO, Sandra Maria. Anatomia vegetal.
3. ed. rev. e ampl. Vicosa, MG: Universidade Federal de Vicosa, 2012/2013. 404 p.
CUTTER, Elizabeth Graham. Anatomia vegetal: primeira parte: células e tecidos. 2. ed. São Paulo: Roca,
2002/2017. v1: 304 p.
CUTTER, Elizabeth Graham. Anatomia vegetal: experimentos e interpretação: segunda parte:órgãos. 2.
ed. São Paulo: Roca, 2002/2017. v2: 336 p.
Complementar
SOUZA, Luiz Antonio de. Morfologia anatomia vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântula. Ponta Grossa:
UEPG, 2009. 259 p.
ESAÚ, Katherine. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Blucher, 1974/2017. 293 p.
BALTAR, S.L.S.M.A. Manual prático de morfoanatomia vegetal. São Carlos: Rima, 2006. 88p.
EVERT, Ray F; EICHHORN, Susan E. Raven biologia vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014. 856 p.
POTIGUARA, Raimunda Conceição de Vilhena et al. Org. Estruturas vegetais em microscopia
eletrônica de varredura. Belém: MPEG/UEPA, 2013. 113 p.
158
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
TEORIA DO PENSAMENTO SISTÊMICO Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH
Conhecimento o Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva / A
TOTA Práti Presenci
Atividade ESO / TCC / Teórica DCE C EaD
L ca al
Curricular AC E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Utilizar o pensamento sistêmico no ensino, na pesquisa e na extensão rural;
Objetivos Específicos
Capacitar o acadêmico a desenvolver um pensamento holístico;
Perceber a interligação das ações humanas;
Desenvolver práticas profissionais de forma sistêmica;
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas dialogadas,
com discussão dos textos da bibliografia; seminários apresentados pelos(as) estudantes e coordenados
pelo(a) professor(a) sobre os textos da bibliografia, além de leituras e pesquisas, dentre outras escolhidas
pelo(a) professor(a) como exercícios de reflexão individuais e em grupos, exibição e discussão de filmes
e produção de textos.
Quanto à dimensão de extensão: Disciplina Curricular de Extensão (DCE) – referente à carga horária
prática, que levará em consideração a formação discente e interação com a comunidade externa
mediante, pelo menos, uma das modalidades de extensão e seus produtos, como: Programas; Projetos;
Cursos e Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços, que serão definidas em plano de ensino, com
planejamento e execução de ações de docência sobre as unidades de conteúdo e de culminância com as
referidas modalidades de extensão, com metodologia presencial ou presencial complementada com On-
line (simultaneamente), não descaracterizando a modalidade presencial do componente curricular
extensionista e modalidade de curso presencial. e,
Quanto à dimensão de modalidade de ensino do CC: presencial – referente à carga horária total/parcial,
de acordo com a modalidade do curso e parâmetros em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
159
EMENTA
Holismo e reducionismo; abordagens do pensamento sistêmico; tipos de sistemas; conceitos centrais do
pensamento sistêmico; teoria sistêmica e cibernética; pensamento sistêmico e complexidade;
pensamento sistêmico no ensino, na pesquisa e na extensão rural; metodologias sistêmicas (práticas
sistêmicas) para lidar com situações de complexidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução ao Pensamento Sistêmico: a busca de novos paradigmas e de novos valores
1.1 Holismo e reducionismo
1.2 Abordagens do pensamento sistêmico
1.3 Conceitos centrais do pensamento sistêmico
Unidade II
2 Tipos de sistemas: sistemas abertos e sistemas fechados
2.1 Teorias sistêmicas: aspectos teóricos e metodológicos
Unidade III
3 O pensamento sistêmico no ensino, na pesquisa e na extensão rural
BIBLIOGRAFIA
Básica
BERTALANFFY, L. von. Teoria Geral dos Sistemas: fundamentos, desenvolvimento e aplicação. 4ª ed.
Rio de Janeiro: Vozes, 2009.
CAPRA, F. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo: Cultrix, 2006.
VASCONCELLOS, M. J. E. Pensamento Sistêmico: o novo paradigma da Ciência. 9ª ed. Campinas:
Papirus, 2002.
Complementar
CAPRA, F. A Teia da Vida. São Paulo: Cultrix, 2003.
CAPRA, F.; LUISI, P. L. A visão sistêmica da vida: uma concepção unificada e suas implicações
filosóficas, políticas, sociais e econômicas. São Paulo: Cultrix, 2014 .
CHURCHMAN, C. West; GUIMARÃES, Francisco M. Trad. Introdução à teoria dos sistemas. 2. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. 414 p.
MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 16. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. 344 p.
PENA-VEGA, Alfredo; NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do Trad. O Despertar ecológico: Edgar Morin
e a ecologia complexa. Rio de Janeiro, RJ: Garamond, 2010. 109 p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PRÁTICAS EDUCATIVAS DE INTRODUÇÃO A
Eletiva 45
AGROECOLOGIA NAS ESCOLAS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
160
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOTA Presenci
Atividade Teórica Prática DCE C EaD
ESO / TCC / AC L al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir os impactos das técnicas agrícolas no meio ambiente. Abordar a importância da adoção de
práticas agrícolas sustentáveis para o meio ambiente e o homem. Proporcionar aos discentes informações
sobre alternativas ao cultivo agrícola tradicional;
Objetivos Específicos
O curso visa ainda atender a demanda de profissionais com conhecimentos em sistemas de produção
agroecológica despertando uma visão crítica sobre a interação do espaço rural e urbano dentro da
perspectiva do desenvolvimento Sustentável;
Contribuir na formação de profissionais capazes de contribuir para a melhoria da qualidade devida das
comunidades rurais e urbanas nos vários biomas brasileiros, por meio da produção de alimentos
saudáveis e em quantidade suficiente para satisfazer as atuais e futuras demandas;
Disponibilizar aos discentes informações quanto às demandas por técnicas e tecnologias apropriadas,
para utilização na agropecuária atual, respeitando preceitos ecológicos e a legislação ambiental vigente,
na suas atividades cotidianas para professores de biologia.
METODOLOGIA
a) Metodologia teórica:
1. Será criado um grupo de WaltsApp para facilitar a comunicação com a turma e entrega do plano de
ensino, enfatizando a importância dos conteúdos e o uso de metodologias que serão trabalhadas ao londo
do curso;
2. As aulas serão ministradas presencialmente com aulas expositivas e dialogadas, utilizando Datashow,
quadro branco, pincel atômico para quadro branco, apagador, noteboock e datashow.
3. Em sala de aula será utilizada a metodologia ativa, com o uso de ferramentas participativas para
elaboração de projeto, cartilha e resumos didáticos com a participação dos discentes;
4. A contabilização da frequência será por meio da lista de frequência impressa no SIGAA;
5. Notas serão em bloco de tarefas das atividades teórica (participação em sala de aula
e exercicios, plano de aula) + atividade prática (nas escolas) + atividades de extensão (DCE) + atividades
complementares (ACE) = 10,0 pontos (1 NAP e 2 NAP);
6. A prova de AS será todo o conteúdo ministrado em prática de sala de aula com o uso
de metodologias) + atividade prática (campo) + atividades de extensão (DCE) + atividades
complementares (ACE) = 10,0 pontos.
7. Durante as aulas expositivas será utilizado artigos científicos para leitura e interpretação em grupos,
escolha da metodologia a ser aplicada para cada tema proposto nas escolas e elaboração do produto com
o uso das metodologias de extensão.
b) Metodologia prática nas escolas:
161
1. Será mostrado para a turma como construir uma composteira a baixo custo que poderá ser usada tanto
para atender hortas, outros plantios e etc;
2. Mostrar para a turma a perturbações dos agroecossistemas por práticas agrícolas e como controlá-las.
Essas práticas metodológicas tanto em campo como em sala de aula serão cadastradas como projeto de
ensino na PROEN.
c) Metodologia de DCE (extensão):
1. Com base no levantamento feito na comunidade dar opções de melhoria da qualidade
de vida, lucro e rendimento na agricultura, através do uso de técnicas inovadoras, mas
abaixo custo como por exemplo: composteira, sistema de irrigação agroecológico, controle alternativo
de pragas e doenças; uso de plantas indicadoras para a recuperação de solos, área degradadas e adição
de nutriente no solo e etc.
O produto que é a compostagem, alimentos orgânicos de qualidade e solo recuperado.
c) Metodologia de ACE (atividades complementares):
1. As atividades complementares serão pesquisas realizadas voltadas para a comunidade escolar com
vistas em projeto e para melhorar sua situação na escola, através dos discentes. A metodologia de ensino
utilizada será a realização de atividades práticas acompanhadas de plano de aula em:
Composteira;
Hortas escolares horizontais e verticais;
Treinzinho do conhecimento: metodologia lúdica para adotar a temática do solo;
Cobertura do solo: com plantas indicadoras de nutrientes;
Sementes: técnicas simples de quebra de dormência e semeio;
Princípios de agroecologia: mapas mentais e a técnica da matriz horária.
Fanzine agroecológica: desenhos sobre a temática conscientizando a comunidade.
Alimentação saudável: Debater sobre alimentação saudável, vegetarianismo e o consumo de alimentos
agroecológicos e/ou orgânicos (que não contenham agrotóxicos);
Frutas e estações do ano:Conversar e compreender qual a melhor estação do ano para comer
determinadas frutas;
Fases da lua e sua influência no plantio das plantinhas: agricultura biodinâmica;
Seres fantásticos: curupira, mãe d´água, matinta perera, saci e etc. Sua influência na agricultura /
agricultura biodinâmica;
Signos do zodíaco: roda dos sígnos influenciando no sistema de produção / agricultura biodinâmica.
Caminho sensorial: caminhada ecológica no campus da ufra para mostrar a importância das espécies de
plantas para a natureza, cursos d´água e animais.
Feira de trocas: stande da UFRA montados na praça para que as crianças das escolas troquem livros e
materiais alternativos com a comunidade.
Caminho da leitura: proporcionar leitura sobre a natureza agroecológica, preservação, meio ambiente,
lixo, além da confecção de jogos interativos.
Embalagens práticas utilizadas para simular agrotóxicos de acordo com o seu grau de toxidez. Além de
classificarmos de acordo com as cores as embalagens, devemos pôr a leitura das mesmas em braile para
que todos os tipos de públicos tenham acesso.
Brinquedos recicláveis e artesanatos: Estimular a reciclagem e a reutilização de materiais e a construção
coletiva de objetos.
Cubos de histórias: A contação de história permite que as crianças desenvolvam sua imaginação, o
raciocínio e muitas outras habilidades, além de ser muito divertido. Utilizamos, então, um modo de
contar histórias que estimula a criatividade, trabalho em grupo e entretenimento, que podem ser usadas
para trabalhar qualquer tema ou assunto.
Balde de memórias: Exercitar o registro de lembranças, o cuidado e a preservação de memórias,
estimular que as e os participantes pensem em planos, projetos e realizações para o futuro.
Jogos cooperativos: Os jogos ou brincadeiras cooperativas incentivam a colaboração, a solidariedade, a
162
inclusão, a amizade e a empatia, de forma que os participantes percebam que o planejamento e as ações
coletivas propiciam que objetivos comuns sejam alcançados.
Cultura popular brasileira: É possível iniciar com uma pesquisa do histórico dos costumes dos mais
velhos da família ou comunidade.
EMENTA
Evolução técnica das práticas agrícolas. Impacto das técnicas agrícolas sobre os recursos produtivos.
Contexto dos problemas ecológicos da agricultura. Estudo de técnicas e processos produtivos
poupadores de energia e recursos. Sustentabilidade ecológica da agricultura. Sistemas de produção nos
grandes ambientes brasileiros. Estrutura e processos ecológicos em ecossistemas naturais e em
agroecossistemas. Nutrição mineral em agroecossistemas. Entomologia em agroecossistemas. Plantas
daninhas em agroecossistemas. Sistemas de cultivos múltiplos. Sustentabilidade ecológica de
agroecossistemas. Agricultura sustentável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I
1 Evolução das técnicas e práticas agrícolas:
1.1 Definição de agroecologia;
1.2 História da evolução das técnicas e práticas agrícolas;
1.3 Formas não-convencionais de agricultura;
1.4 Pensamentos filosóficos sobre agricultura;
1.5 Características de diferentes abordagens de agricultura não-convencional.
a. Agricultura Industrial ou convencional;
b. Diferentes abordagens de agricultura pós-moderna ou pós-industrial:
agricultura orgânica (AO); agricultura biodinâmica (ABD); agricultura
biológica (AB); agricultura ecológica (AE); agricultura natural (NA).
UNIDADE II
2 Impacto das técnicas agrícolas sobre os recursos produtivos.
2.1 Erosão do solo pela atividade agrícola: erosão laminar; erosão por sulcos; erosão
em voçorocas; práticas mecânicas vegetativas no controle à erosão.
2.2 Impacto do desmatamento sobre os recursos produtivos:
a. Causas do desmatamento;
b. Monocultura;
c. Uso de agrotóxicos;
d. Plantas transgênicas;
e. Consequências dos OGMs;
f. Fertilizantes;
g. Eutrofização;
h. Uso de maquinário;
i. Irrigação.
j. Queimadas.
UNIDADE III
3 Contexto dos problemas ecológicos da agricultura.
3.1 Intervenção humana na natureza;
3.2 Poluição do ar;
3.3 Inversão térmica;
3.4 Chuva ácida;
3.5 Efeito estufa e aquecimento global;
3.6 Efeito poluidor do ozônio;
3.7 Poluição da água;
163
a. Mutualismo;
b. Predação;
c. Parasitismo;
d. Interferência positiva e negativa;
e. Competição;
f. Coexistência;
7.8 Processos dinâmicos nos agroecossistemas:
a. Situação de estresse;
b. Distúrbios e perturbações.
7.9 Diferenças entre ecossistemas e agroecossistemas;
a. Fluxo de energia mais aberto;
b. Ciclagem de nutrientes mais aberta;
c. Diversidade;
d. Pressão de seleção artificial;
e. Diminuição dos níveis tróficos;
f. Diminuição na capacidade de autoregulação;
g. Tipos de agroecossistemas: modernos ou tecnificados; agroecossistemas tradicionais.
7.10 Passos para a construção de sistemas agroecológicos:
a. Reduzir a dependência de insumos comerciais;
b. Utilizar recursos renováveis e disponíveis no local;
c. Enfatizar a ciclagem de nutrientes;
d. Introduzir espécies que criem diversidade funcional no sistema;
e. Desenhar sistemas que estejam adaptados às condições locais e aproveitem
ao máximo os microambientes;
f. Manter a diversidade, a continuidade espacial e temporal da produção;
g. Otimizar e elevar os rendimentos, sem ultrapassar a capacidade produtiva do
ecossistema original;
h. Resgatar e conservar a diversidade genética local;
i. Resgatar e conservar o conhecimento e as culturas locais (tradicional,
indígena, ribeirinha, quilombola e etc.).
UNIDADE VIII
8 Nutrição mineral em agroecossistemas.
8.1 Análise química do solo para correção do solo e adubação orgânica, através do uso de diferentes
fontes de esterco;
8.2 Balanço nutricional de nutrientes no solo com o uso de plantas indicadoras;
8.3 Correção do solo, através de plantas indicadoras de deficiência nutricional e etc.
UNIDADE IX
9 Entomologia em agroecossistemas.
9.1 Manejo integrado de pragas;
9.2 Identificação das principais pragas (insetos, nematoides, formigas e etc);
9.3 Confecção de armadilhas e controle alternativo sem agrotóxico.
UNIDADE X
10 Plantas daninhas em agroecossistemas.
10.1 Ecologia e manejo de vegetação espontânea;
10.2 Disseminação, reprodução, banco de dissemínulos, dormência e germinação;
10.3 Convivência com plantas daninhas e medidas de controle;
10.4 Manejo integrado de plantas daninhas.
UNIDADE XI
11Sistemas de cultivos múltiplos.
165
11.1Rotação de culturas;
11.2 Consorciação agrícola (plantas anuais x plantas permanentes);
UNIDADE XII
12 Sustentabilidade ecológica de agroecossistemas:
12.1 Conceito de sustentabilidade;
12.2 Tipos de sustentabilidade: econômica, social, ecológica, cultural, espacial, terrritorial, política
nacional, política internacional;
12.3 Sustentabilidade em agroecossistemas: manejo do cultivo, das pastagem e florestal;
multifuncionalidades da paisagem: área de preservação permanente: APP´s e reserva legal; serviços
ecossistêmicos: controle biológico, polinização, ciclagem de nutrientes, provisão e regulação da água;
ecoturismo, manutenção da biodiversidade; serviços prestados: provisão de alimentos, energia, fibras;
desserviços prestados: desmatamentos, erosão, contaminação do solo e da água, efeito estufa e outros
gases;
12.4 Eficiência do uso de energia em agroecossistemas;
12.5 Captura e sequestro de carbono;
12.6 Tipos de agroecossistemas: Campo de pastagem; Sistema silvopastoril; Sistema agropastorial;
Sistema agrosilvopastoril; Sistemas agroflorestais e Siscal.
12.7 Sustentabilidade dos agroecossistemas devido a energia fotovoltaíca;
12.8 Consequências da sustentabilidade dos agroecossistemas.
UNIDADE XIII
13 Agricultura sustentável.
13.1 Conceito de agricultura sustentável;
13.2 Princípios e características da agricultura sustentável;
13.3 Agricultura orgânica;
13.4 Agricultura biodinâmica;
13.5 Permacultura;
13.6 Plantio direto;
13.7 Sistemas agroflorestais;
13.8 Área de preservação permanente;
BIBLIOGRAFIA
Básica
AGROECOLOGIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: QUESTÕES PROPOSITIVAS DE CONTEÚDO E
METODOLOGIA. 2. ed. rev. e ampl São Paulo: Espressão popular, 2017. 163 p., il. Inclui referências.
ISBN 9788577432943.
AGROECOLOGIA NAS ESCOLAS PÚBLICAS. Educação Ambiental e Resgaste dos Saberes
Populares. Cadernos de Metodologias, 2019, p.26.
BIAZOTI, André; ALMEIDA, Natalia; TAVARES, Patricia. Caderno de Metodologias: Inspirações e
Experimentações na Construção do Conhecimento Agroecológico (1ª Edição). Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa, 2017.
Complementar
166
SOUZA, Jacimar Luis de; RESENDE, Patrícia. Manual de horticultura orgânica. 3.ed. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil, 2014. 838 p.
COMIDA que alimenta. Direção: Ianah Maia. Roteiro: Centro Sabiá. [S. l.]: Centro Sabiá, 2016.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z6xAkNPV3QI&t=2s. Acesso em: 2 abr. 2020.
(REFERENCIA ONLINE)
BARBOSA, Pedro (Ed.). Conservation biological control. San Diego: Academic Press, 1998. 418p.
COLLINS, Wanda W. (Ed.). Biodiversity in agroecosystems. Boca Raton: Lewis, 1999. 348p.
Koogan, 2013. 431p. SOUSA, Romier da Paixão et al. Multiplicação de conhecimentos agroecológicos:
sistematização de uma experiência na microrregião Cametá – Pará. Belém: APACC/GTNA/ANA-
AMAZONIA, 2009. 52p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PAISAGISMO FUNCIONAL EM ESCOLAS Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar aos estudantes o conhecimento teórico e prático necessário para a criação e planejamento
de espaços exteriores, promovendo a harmonia entre o ambiente construído e a natureza.
Objetivos Específicos
Compreender os princípios básicos do paisagismo e sua importância na criação de espaços agradáveis e
funcionais;
167
Unidade VI
6 Projetos
6.1 Projetos de jardim;
6.2 Jardins temáticos e específicos (ex: jardins sensoriais, terapêuticos, etc.).
Unidade VII
7 Plantas e Materiais
7.1 Estudo de espécies vegetais adequadas ao ambiente local;
7.2 Propagação de plantas ornamentais;
7.3 Escolha de materiais para mobiliário, pavimentação, entre outros.
Unidade VIII
8 Gestão de Projetos Paisagísticos;
8.1 Orçamento e cronograma;
8.2 Execução;
8.3 Manutenção.
Unidade IX
9 Estudos de Caso
9.1 Análise de projetos paisagísticos relevantes;
9.2 Horta & Paisagismo;
9.3 Visitas técnicas as escolas e demais espaços públicos e privados.
BIBLIOGRAFIA
Básica
PANZINI, Franco. Projetar a natureza: arquitetura da paisagem e dos jardins desde as origens até a época
contemporânea. São Paulo: Senac, 2013
ABBUD, B. Criando paisagens: Guia de arquitetura paisagística. 3 ed. São Paulo: Senac, 2006. 208 p.
LORENZI, Harri. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil:
v.1. 7. ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum da Flora, 2016. 384 p.
Complementar
LIRA FILHO, JA. Paisagismo: elaboração de projetos de jardim. Viçosa, MG, 2012. 254p.
BIONDI, D. Arborização Urbana: Aplicada à Educação Ambiental nas Escolas. 1ª Edição. Produção
Independente. 2008, 120p.
PORTO, Luiz Paulo Monteiro Org; BRASIL, Heliana Maria Silva Org. Manual de orientação técnica da
arborização urbana de Belém: guia para planejamento, implantação e manutenção da arborização em
logradouros públicos. Belém, Pa: UFRA/Prefeitura Municipal de Belém, 2013. 110 p.
FORTES, Vânia Moreira. Técnicas de manutenção de jardins. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2012.
220 p. (Coleção Jardinagem e Paisagismo. Série Manutenção de Jardins; v. 2)
GUSMÃO, Sérgio Antonio Lopes de; SILVA FILHO, João Boulhosa Ramos da. Princípios do cultivo
orgânico na produção de hortaliças: hortas saudáveis para a Amazônia. Belém: UFRA, 2012. 71 p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA E MARKETING Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
169
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Possibilitar aos discentes a compreensão dos conceitos de empreendedorismo e marketing aplicados à
demanda das tecnologias verdes, serviços e produtos baseados nos aspectos da sustentabilidade,
reciclagem e preservação da natureza;
Objetivos Específicos
Possibilitar aos discentes a compreensão dos conceitos de empreendedor e empreendedorismo e os
autores que contribuíram na evolução conceitual;
Possibilitar aos discentes a compreensão dos conceitos de marketing e seus principais autores;
Permitir que os discentes a compreendam os elementos que compõe o mix de marketing para o sucesso
dos negócios;
Orientar os discentes para a criação de negócios voltados para a sustentabilidade, com a exploração dos
recursos naturais considerando as gerações futuras;
Possibilitar aos discentes os elementos “Rs” da reciclagem com a preservação da natureza a partir da
inovação e criação de novos negócios.
METODOLOGIA
A proposta metodológica da disciplina se baseia na exposição dialogada do conteúdo, com a inter-relação
com exemplos práticos do dia a dia das empresas e organizações. As aulas serão dinâmicas com a
interação com os discentes e atividades em classe a partir da formação de grupos. As atividades
acadêmicas também serão de construção de propostas de planos de negócios voltados para a área
ambiental e de sustentabilidade. A avaliação será mista, parte em com atividades elaboradas em sala de
aula que somarão 30% da nota da NAP 1 e parte com prova de conhecimento valendo 70% da nota da
NAP 1, e para a NAP 2 será considerado o Plano de Negócios com a parte escrita equivalente a 50% da
NAP e a defesa do projeto equivalente aos demais 50%.
EMENTA
O Empreendedor e a Economia de Mercado. As Oportunidades de Negócios. O Empreendedor e os
Fatores de Sucesso Empresarial. O Marketing Pessoal do Gerente Empreendedor. Medidas de Qualidade.
Plano de Negócios. Empreendedorismo e a BNCC. Educação Empreendedora. Marketing e a atuação do
professor.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
170
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
SAÚDE PÚBLICA E AÇÃO SOCIAL Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
171
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Formar indivíduos com capacidade de análise crítica da realidade do ambiente em que vivenciam,
subsidiar a produção de pesquisas; implementação, execução e avaliação de políticas sociais; levando a
percepção dos planos programas e projetos juntos a órgãos da administração pública direta e indireta,
empresas, entidades e organizações populares;
Objetivos Específicos
Propiciar conhecimentos sobre a Saúde no país, discutindo a organização e a estruturação dos serviços
de Saúde Pública a partir das políticas públicas de saúde;
Discutir a organização e a estrutura dos serviços de saúde identificando a estrutura dos mesmos e as
políticas públicas do setor de saúde e a influência da participação popular na elaboração das mesmas;
Identificar os recursos organizacionais do setor saúde e como a população consegue se inserir nessa
estrutura;
Conhecer os programas de saúde existentes, identificando as ações de saúde coletiva na atenção básica.
METODOLOGIA
Exposição oral, leitura dialogada de textos de apoio, discussão em grupo, resolução de problemas.
Seminários, estudos em grupo. Desenvolvimentos e criação de documentos informativos tais como:
Cartilhas, Folders etc., informativos e formativos de educação em saúde para população. AVALIAÇÃO
– Diagnóstica, Formativa e Somativa, ao final de cada aula e em cada unidade através de seminários,
resumos, resenhas, provas escritas e avaliação de desempenho nas aulas práticas.
EMENTA
Contexto histórico e função assistencial em Saúde Pública. Saúde Pública e Desenvolvimento Social. A
Organização das Políticas de Saúde. A Constituição Federal e a Saúde. Rede Assistencial de Saúde.
Metodologia de Assistência em Saúde. Modelos Assistenciais de Saúde e Introdução a Epidemiologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
172
Unidade I
1 Saúde Pública x Saúde Coletiva.
1.1- Conceitos e importância de Saúde Pública e Saúde Coletiva.
1.2- A Saúde no contexto do desenvolvimento Econômico Social.
1.3- Análise da situação de Saúde. Problemas, necessidades sentidas e não
sentidas pela comunidade.
1.4- Funções assistenciais nas ações básicas.
Unidade II
2 ORGANIZAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE:
2.1- A Reforma Sanitária.
2.2- O Sistema Único de Saúde.
2.3- Descentralização e municipalização dos serviços de saúde. A saúde na
Constituição Federal. Lei orgânica da saúde NOB93/96 – NOAS
2.4- Controle Social.
Unidade III
3 Introdução ao estudo qualitativo da saúde pública e ambiente
3.1-Introdução à metodologia epidemiológica
3.2-Conceito do processo epidêmico
3.3-Epidemiologia e profilaxias das doenças crônico e degenerativas e saúde ocupacional
3.4-Vigilância epidemiológica.
Unidade IV
4 Recursos organizacionais em saúde.
4.1- Unidades Básicas dos Serviços de Saúde.
4.2- Recursos Humanos em Saúde.
4.3- Disponibilidade Tecnológica em Saúde. Financiamento do setor de saúde.
4.4- Sistema de Informação em Saúde-SIAB
Unidade V
5 Metodologia de Assistência em Saúde.
5.1- Modelos assistenciais de saúde.
5.2- Os programas de saúde: Saúde da Família; Agentes Comunitários de Saúde;
Controle da Tuberculose; Controle de Hanseníase. Doenças negligenciáveis.
* Temas Transversais: Violência na infância e na adolescência; Gravidez na
adolescência; Trabalho infantil; Política de saúde indígena.
BIBLIOGRAFIA
Básica
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11ª Ed. Editora Atheneu. 2005
REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nas Américas e na África. 4ª Ed.
Guanabara Koogan. 2001
VERONESI, R. Doenças Infecciosas e Parasitárias. 8ª Ed. Guanabara Koogan. 1991
Complementar
AMATO-NETO, V.; AMATO, V.S.; TUON, F.F. Parasitologia: Uma abordagem Clínica. . Elsevier.
2008
CARLI, G.A. Parasitologia Clínica. 2ª Ed. Atheneu. 2001.
PESSOA, S.B.; MARTINS, A.V. Parasitologia Médica. 12ª Ed. Guanabara Koogan. 1998
LUZ-NETO, R.S.; VOLPI, R.; BELTRÃO, E.R.; REIS, P.A. Microbiologia e Parasitologia: Uma
contribuição para a Formação de Profissionais de Saúde. 2ª Ed. AB Editora. 2008.
BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira; VIANA, Viviane Japiassú. Poluição ambiental
173
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
SAÚDE, HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO Eletiva 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presencia
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca l
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Introduzir o discente na Legislação Trabalhista aplicada à segurança do trabalho: na Constituição
Federal, na CLT, na Previdência Social e nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho
(SESMT, EPI, CIPA, PGR e PCMSO);
Objetivos Específicos
Apresentar noções básicas ao futuro profissional com relação à saúde, higiene e segurança do trabalho,
especialmente no que concerne aos riscos ambientais laborais e à legislação aplicável ao assunto;
Sensibilizar tecnicamente acerca da importância da cultura de zero acidentes de trabalho e do
comportamento Seguro;
Introduzir métodos de análise de riscos e de investigação de acidentes, para que seja possível
compreender e mensurar os riscos mais graves, para os reduzir ou eliminar, bem como das causas raízes
de acidentes, para que se evite a recorrência dos mesmos.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow,
quadro branco e apostilas. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de exercícios e produção
textual, bem como da apresentação de seminários expositivos e realização de atividades práticas em
campo. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
174
ARAÚJO, G.M. Sistema De Gestão De Segurança E Saúde Ocupacional OHSAS 18.001 E Oit Sso 2001.
2.ed. Vol.2. 2011.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
SOCIOLOGIA E MEIO AMBIENTE Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Fornecer instrumentos para análises críticas das formas sociais de intervenção no meio ambiente e dos
problemas socioambientais, subsidiando sociologicamente a construção de alternativas tecnológicas
sustentáveis;
Objetivos Específicos
Discutir os fundamentos teóricos desde a perspectiva sociológica para compreender a problemática
ambiental nas sociedades contemporâneas, especialmente no Brasil;
Discutir os desafios da sociologia em relação à problemática Ambiental;
Analisar a produção científica da sociologia Ambiental;
Analisar a relação ambiente e sociedade;
METODOLOGIA
Serão ministradas aulas teóricas e práticas, expositivas e dialogadas; leitura e discussão dos textos ou
artigos; dinâmicas de grupo que promovam a problematização e a discussão dos assuntos e dos textos
entre os alunos com a mediação docente; atividades dirigidas, filmes e vídeos para análise e discussão
em seminários temáticos.
176
EMENTA
O contexto histórico do aparecimento da sociologia e sua relação com a ecologia; os desafios
contemporâneos da sociologia ambiental; a modernização ecológica e a “ecologização” do crescimento
econômico; a transformação tecnológica e a sustentabilidade; o desenvolvimento sustentável e a teoria
da sociedade de risco; conflitos sócioambientais, justiça e democracia; problemas ambientais, Estado e
políticas públicas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Teoria social e meio ambiente;
Unidade II
2 Interdisciplinaridade e problema ambiental;
Unidade III
3 O problema ambiental no Brasil e as ciências sociais;
Unidade IV
4 A sociologia dos conflitos sócio-ambientais;
Unidade V
5 Sustentabilidade e desenvolvimento.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BECK, U. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. 2a ed. São Paulo: Editora 34, 2011.
BUARQUE, S. C. Construindo o desenvolvimento local sustentável: metodologia de planejamento.
4a ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2008.
BARBIERI, J. C. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da agenda 21. 14a
ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
Complementar
FOSTER, J. B. A ecologia de Marx: materialismo e natureza. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2005.
LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 11. ed.
Petrópolis: Vozes, 2015. 494 p.
SERRÃO, M; ALMEIDA, A. CARESTIATO, A. Sustentabilidade: uma questão de todos nós. 1a Ed.
Editora Senac, 2012.
PENA-VEGA, Alfredo; NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do Trad. O Despertar ecológico: Edgar Morin
e a ecologia complexa. Rio de Janeiro, RJ: Garamond, 2010. 109 p.
GAMA, João Ricardo V. Org; SANTOS, Silvio Roberto Miranda dos; PALHA, Maria das Dores C. A
Natureza e os ribeirinhos. Belém, PA: Universidade Federal Rural da Amazônia, 2009. 348 p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
MICROBIOLOGIA APLICADA Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
177
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presencia
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca l
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar ao aluno o conhecimento teórico e prático de metodologias relacionadas a estudos em
Microbiologia Aplicada;
Objetivos Específicos
Compreender as atividades microbianas e relacioná-las às situações positivas e negativas envolvendo o
ser humano, outros animais e vegetais;
Conhecer as principais técnicas utilizadas na bioprospecção de micro-organismos com potencial
biotecnológico;
Conhecer as principais técnicas moleculares utilizadas na microbiologia;
Estudar os principais tipos de alterações microbianas provocadas nos alimentos.
METODOLOGIA
As aulas teóricas serão realizadas com ampla utilização de recursos audiovisuais, sendo o conteúdo
abordado sob a forma de aulas expositivas dialogadas e discussões orientadas. O material de estudo e as
listas de exercício serão disponibilizados no SIGAA. Aulas práticas serão realizadas em laboratório com
auxílio de equipamento óptico, envolvendo temas abordados na parte teórica, os alunos deverão analisar
e descrever as estruturas morfológicas, com o auxílio de lupas e microscópios, desenvolvendo a
observação e a memorização da nomenclatura.
EMENTA
Principais técnicas de biologia molecular que envolvem micro-organismos. Técnicas para o estudo de
microbiologia da água, do solo e do ar. Potencial biotecnológico microbiano. Isolamento de bactérias
diazotróficas e fungos micorrizas. Importância e principais grupos de micro-organismos relacionados
aos alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução a Microbiologia aplicada
1.1 Histórico, abrangência e desenvolvimento da Microbiologia
Unidade II
2 Estudo de microrganismos da água, do solo e do ar
2.1 Coleta, manuseio e armazenamento das amostras
2.2 Técnicas usadas no isolamento de micro-organismos presentes na água e no solo
2.3 Análise microbiológica do Ar
178
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
ETOLOGIA Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH
Conhecimento o Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva / TOTA Práti A Presencia
Teórica DCE EaD
Atividade ESO / TCC / AC L ca C l
179
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender o comportamento animal e suas origens através de uma abordagem evolutiva.
Objetivos Específicos
Identificar os diferentes padrões comportamentais observados nos grandes grupos animais.
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teórico-práticos, onde
serão realizadas preleções semanais em sala de aula seguidas de aulas expositivas em campo, onde os
principais comportamentos animais (comportamentos sociais, alimentar, reprodutivo, etc.) serão
observados em campo.
EMENTA
Estudar a ecologia comportamental e suas origens enquadrada em um aspecto multi-disciplinar,
figurando como disciplina independente, ainda que derivada de conhecimentos ecológicos e evolutivos
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 As primeiras observações do comportamento dos animais: da pré-história a Charles Darwin
1.1 Ressignificação da disciplina - Von Fritz, Laurenz e Timbergen
1.2 Os quatro questionamentos de Timbergen
1.3 Métodos em comportamento animal - observação de eventos e análise dos dados
Unidade II
2 Custos Vs. benefícios e tomadas de decisão
2.1 Comportamentos sociais
2.2 Comportamento alimentar - OFT
2.3 Comportamento reprodutivo
2.4 Organização em sociedade
BIBLIOGRAFIA
Básica
ALCOCK, John. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9. ed. São Paulo: Artmed, 2011.
606 p.
Del Claro, K. Comportamento animal, 1ª edição, 2004, 133p.
Krebs, J. R. Davies N. B. Introdução à ecologia comportamental. 1996. 432p.
Complementar
BROOM, D.M & FRASIER, A.F. Comportamento e bem-estar de animais domésticos. Manole, 4.ed.
2010. 452p.
DEL-CLARO, K. Introdução à Ecologia Comportamental: Um Manual Para o Estudo do
Comportamento Animal. Technical Books Editora, 2010. 130p.
FRASER, D. Compreendendo o Bem-Estar Animal: a ciência no seu contexto cultural. EDUEL,
180
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ENTOMOLOGIA Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Reconhecer características gerais, aspectos ecológicos, importância e caracteres morfológicos e
morfofisiológicos dos insetos além de conhecer as principais ordens e famílias de insetos.
Objetivos Específicos
Apresentar os processos evolutivos e relações com o meio;
Compreender os fatores ecológicos que influenciam os insetos como também as suas interações;
Reconhecer as características gerais, os caracteres morfológicos externos e os sistemas
morfofisiológicos dos insetos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas com interrogativas sobre o assunto; Aulas práticas de laboratório e de campo; Aulas
dialogadas com apresentação de problemáticas e discussão de artigos e vídeos.
EMENTA
Introdução: conceitos e fundamentos em entomologia; Processos e relações evolutivas dos insetos com
o meio ambiente; Morfologia dos insetos: Características gerais dos insetos, plano corpóreo, morfologia
da cabeça, do tórax e do abdômen; Morfofisiologia dos insetos: anatomia interna e sistemas fisiológicos
dos insetos; Biologia dos insetos: reprodução e desenvolvimento dos insetos; Características e
181
morfologia dos imaturos; Diversidade dos insetos: características que definem os grupos, principais
ordens de insetos e algumas famílias de interesse agrícola; Ecologia dos insetos: fatores de influência
nos insetos, relações e interações dos insetos e bioecologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução: conceitos e fundamentos em entomologia;
1.1 Processos e relações evolutivas dos insetos com o meio ambiente;
1.2 Morfologia dos insetos: Características gerais dos insetos e plano corpóreo;
1.3 Morfologia dos insetos: morfologia da cabeça, do tórax e do abdômen;
Unidade II
2 Morfofisiologia dos insetos: anatomia interna e sistemas fisiológicos dos insetos;
2.1 Biologia dos insetos: reprodução e desenvolvimento dos insetos;
2.2 Características e morfologia dos imaturos;
Unidade III
3 Diversidade dos insetos: características que definem os grupos, principais ordens de insetos e
algumas famílias de interesse agrícola;
3.1 Ecologia dos insetos: fatores de influência nos insetos, relações e interações dos insetos e
bioecologia
BIBLIOGRAFIA
Básica
RAFAEL, José Albertino (edt). Insetos do Brasil: diversidade e taxonomia. Ribeirão Preto, SP: Holos,
2012. 796 p.
TRIPLEHORN, Charles A; ...ET, Revisão Técnica: Cibele Stramare Ribeiro-Costa. Estudo dos insetos.
São Paulo: Cengage Learning, 2010/2014. 809 p : il.
GULLAN, P. J; CRANSTON, P. S. Os insetos: um resumo de entomologia. 4. ed. São Paulo: Roca,
2012. 480 p : il.
BRUSCA, Richard C; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Invertebrados. 3. ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2018. 1010 p.
Complementar
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 16.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016. 937 p.
BARNES, R. S. K. ...et al. Os invertebrados: uma síntese. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 495 p.
RIBEIRO-COSTA, Cibele S.Rocha, Rosana Moreira da Coord. Invertebrados: manual de aulas práticas.
2.ed. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2006. 271 p.
FRANSOZO, Adilson; ZAGO, Aline Cristina colab. Zoologia dos invertebrados. Rio de Janeiro: Roca,
2016. 661 p.
PECHENIK, J. A. Biologia dos invertebrados. 7ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
LIMNOLOGIA Eletiva 60
182
Objetivo Geral
Propiciar aos alunos o conhecimento da estrutura e do funcionamento de ecossistemas aquáticos
continentais em relação ao comportamento físico-químico na água e sedimento e suas relações com as
comunidades aquáticas.
Objetivos Específicos
Compreender como se forma um lago;
Identificar as características específicas de um lago através de gráficos de distribuição das propriedades
físico químicas em um perfil de um lago;
Utilizar equipamentos de determinação da qualidade físico química da água;
Compreender a importância Limnológica das comunidades aquáticas;
Identificar lagos em processo de eutrofização e como restaurá-los;
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de aulas práticas de campo e laboratório
e estudos dirigidos aplicados a Limnologia. No SIGAA serão disponibilizados os materiais básicos e
complementares ao estudo da limnologia.
EMENTA
Limnologia como ciência. Principais ecossistemas lacustres do Brasil. Formação e distribuição dos lagos,
rios e reservatórios. Parâmetros físicos, químicos e biológicos de ambientes lacustres. Comunidades
aquáticas de lagos (Macrófitas, Fitoplâncton, Zooplâncton e Bentos). Eutrofização e Restauração de
Ecossistemas Lacustres. Limnologia no Brasil e na Amazônia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução E Fundamentos Da Limnologia
1.1 Histórico da Ciência Limnologia
1.2 Gênese de Lagos
1.3 A Radiação e seus efeitos em águas continentais
1.4 Águas Continentais: Características do Meio, Comportamento e suas Comunidades
183
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
ECOLOGIA MARINHA Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
184
Objetivos Específicos
Estudar os fatores abióticos em ecossistemas marinhos.
Classificar os ambientes marinhos.
Classificar os organismos marinhos.
Produção primária marinha.
Produção secundária marinha.
Analisar a influência da atividade humana sobre os diferentes ambientes marinhos.
Perceber a importância dos mares e de sua biodiversidade como fonte de recursos e a importância de sua
conservação.
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teóricos e práticos por
meio de aulas expositivas, leitura e discussão de capítulos de livros e artigos científicos relacionados ao
conteúdo do componente curricular, bem como de aulas práticas, palestras e outras atividades que
permitam aos estudantes desenvolverem as habilidades relacionadas ao conteúdo ministrado.
O componente curricular será desenvolvido na modalidade presencial, conforme os parâmetros
estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
O componente curricular terá desenvolvimento na modalidade presencial, conforme os parâmetros
estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Fatores abióticos em ecossistemas marinhos (luz, salinidade, temperatura, nutrientes e correntes
marinhas); Classificação dos ambientes marinhos (província bentônica e província pelágica);
Classificação dos organismos marinhos (plâncton, bentos e nécton); Produção primária marinha (o
processo, principais produtores primários e sua distribuição, fatores controladores e limitantes da
produção primária, variação espacial e temporal da produção primária global, técnicas de medida);
Produção secundária marinha (conceito, principais produtores secundários e sua distribuição, fatores
controladores e limitantes da produção secundária marinha global, variação espacial e temporal da
produção secundária, técnicas de medida); Análise da influência da atividade humana sobre os diferentes
ambientes marinhos; Estudo da importância dos mares e de sua biodiversidade como fonte de recursos
e a importância de sua conservação.
185
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Fatores abióticos em ecossistemas marinhos;
1.1 Classificação dos ambientes marinhos;
1.2 Classificação dos organismos marinhos
Unidade II
2 Produção primária marinha;
2.1 Produção secundária marinha;
2.2 Análise da influência da atividade humana sobre os diferentes ambientes marinhos;
2.3 Estudo da importância dos mares e de sua biodiversidade como fonte de recursos e a importância
de sua conservação
BIBLIOGRAFIA
Básica
KAISER, M.J.; ATTRILL, M.J.; JENNINGS, S.; THOMAS, D.N. Marine ecology: processes, systems,
and impacts. 3. ed. Oxford: Oxford University Press. 2020. 608p.
PEREIRA, R.C. Ecologia Marinha. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2020. 666p.
SCHMIEGELOW, J.M.M. O Planeta azul. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 202p.
Complementar
PEREIRA, R.C.; SOARES-GOMES, A. Biologia marinha. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2009.
656p.
CASTRO, P.; HUBER, M.E. Biologia marinha. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 480p.
GARRISON, T.; ELLIS, R. Oceanography: an invitation to marine science. 9. ed. Boston: Cengage
Learning, 2014. 640p.
ODUM, Eugene P; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengage Learning,
c2007/c2016. 611 p. ISBN: 97885221054108522105413.
GOTELLI, Nicolas J. Ecologia. 4. ed. Londrina: Planta, 2009. 287 p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
GERENCIAMENTO COSTEIRO Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
186
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Apresentar fundamentos científicos e práticos que auxiliam no gerenciamento costeiro, desenvolvendo
a capacidade de solucionar problemas ambientais e aprimorando técnicas de planejamento para
utilização racional da zona costeira.
Objetivos Específicos
Capacitar os alunos a entender as relações existentes entre os aspectos sociais, econômicos, políticos,
legais e ambientais envolvidos no manejo integrado da zona costeira.
Fornecer aos alunos noções sobre o papel e cada elemento do gerenciamento costeiro, e as relações
existentes entre os diferentes elementos sob a ótica das interferências do uso e ocupação atual.
Capacitar os alunos a entender o que é e como se desenvolve o processo de gerenciamento costeiro.
Oferecer aos alunos informações iniciais sobre o uso de dados ambientais e espaciais para o
monitoramento, análise e gestão dos ambientes costeiros, possibilitando que participem ativamente
desses processos.
METODOLOGIA
Visando desenvolver competências técnicas, cognitivas e comportamentais, além do protagonismo nos
discentes, as aulas, de forma variada, terão como metodologias:
Aulas teórica expositivas-dialogadas com estudos dirigidos e uso de tecnologias como multimídias e
exposição de conteúdo; Atividades práticas em laboratório de informática;
Leituras, extraclasse, dos textos disponibilizados pelo professor; Seminários de estudo de caso;
Elaboração, desenvolvimento e análise de dados espaciais e não espaciais de ambientes costeiros através
da utilização das geotecnologias e do geoprocessamento;
Elaboração e execução de uma ação de extensão junto à comunidade interna e externa da UFRA sobre o
gerenciamento costeiro.
EMENTA
Conceitos básicos sobre monitoramento e controle ambiental; 2. Monitoramento e controle ambiental
como instrumentos da política e do licenciamento ambiental; 3. Principais parâmetros e métodos de
monitoramento da qualidade ambiental (Água, Ar, Solo e Biota); 4. Construção e aplicações de
indicadores ambientais; 5. Sistemas de Rede de Monitoramento; 6. Processos e instrumentos de controle
ambiental; 7. Planos de Controle e Monitoramento Ambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução
1.1 Conceitos básicos;
1.2 Definição e limite de zona costeira;
1.3 Classificação das paisagens costeiras;
1.4 Importância do conhecimento dos processos e da dinâmica da zona costeira;
1.5 Os modos de apropriação e ocupação da zona costeira;
1.6 Importância e múltiplos usos da zona costeira.
Unidade II
187
SAUSEN, T.M., Lacruz, M.S.P (Orgs). Sensoriamento Remoto para desastres. Oficina de Textos,São
Paulo, 2015. 285p.
BAZTAN, J., CHOUINARD, O., JORGENSEN, B., TETT, P. VANDERLINDEN, J-P., VASSEUR, L.
2015. Coastal Zones Solutions for the 21st Century. Oxford, Netherlands. 377p.
MMA/SBF/GBA, 2010. Panorama da conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos no Brasil
/Secretaria de Biodiversidade e Florestas/Gerência de Biodiversidade Aquática e Recursos
Pesqueiros.Brasília. 148p
SCHERER, M., NEGREIROS, M.S.D.H. 2010. " Gestão das zonas costeiras e as políticas públicas no
Brasil: um diagnóstico, Barragán Muñoz, J.M. (coord.). Manejo Costero Integrado y Política Pública en
Iberoamérica: Un diagnóstico. Necessidade de Cambio. Red IBERMAR (CYTED), Cádiz, 293-330.
EHLER, C., DOUVERE, F. 2009. Marine Spatial Planning: a step-by-step approach toward ecosystem-
based management. Intergovernmental Oceanographic Commission and Man and the Biosphere
Programme. IOC Manual and Guides No. 53, ICAM Dossier No. 6. Paris: UNESCO.
Complementar
BLASCHKE, Thomas Org; KUX, Hermann. Sensoriamento remoto e SIG avançados: novos sistemas
sensores métodos inovadores. 2. ed. São Paulo: Oficinas de Texto, 2007. 303 p. ISBN: 9788586238574.
KAY, R., ALDER, J. 2005. Coastal Planning and Management. Taylor & Francis, New
York. 380p.
CLARK, J.R., 1996. Coastal Zone Management Handbook. New York: CRC Press. 694p.
MARRONI, E.V.; ASMUS, M.L., 2005. Gerenciamento Costeiro: Uma Proposta para o Fortalecimento
Comunitário na Gestão Ambiental. Pelotas: União Sul-Americana de Estudos da Biodiversidade, 149p.
MORAES, A.C.R., 1999. Contribuições para a Gestão da Zona Costeira do Brasil: Elementos para uma
Geografia do Litoral Brasileiro. São Paulo: Hucitec, Edusp. 229p.
PROGRAMA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE, 1998. Caracterização dos ativos ambientais em
áreas selecionadas da zona costeira. Brasília: PNMA. 136p.
VALLEGA, A., 1999. Fundamentals of Integrated Coastal Management. Geo Journal Library, 49.
Dordrecht: Kluwer Academic Publishers, 264p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
GEOPROCESSAMENTO NA GESTÃO AMBIENTAL E
Eletiva 45
TERRITORIAL
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO / TOT Teór Práti Presencia
Atividade DCE C EaD
TCC / AC AL ica ca l
Curricular E
189
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Capacitar os futuros profissionais para o planejamento, monitoramento e gestão ambiental e territorial
através da introdução de novos conceitos, metodologias e práticas do Geoprocessamento;
Objetivos Específicos
Compreender os fundamentos do geoprocessamento;
Compreender a importância da análise espacial em geoprocessamento na tomada de decisão na gestão
ambiental e territorial;
Entender as principais técnicas de inferência espacial de informações em Sistemas de Informações
geográficas (SIGs);
Dominar os conceitos e práticas de geoprocessamento e das geotecnologias;
METODOLOGIA
Visando desenvolver competências técnicas, cognitivas e comportamentais, além do protagonismo nos
discentes, as aulas, de forma variada, terão como metodologias: Aulas teórica expositivas-dialogadas
com estudos dirigidos e uso de tecnologias como multimídias e exposição de conteúdo; Atividades
práticas em laboratório de informática; Leituras, extraclasse, dos textos disponibilizados pelo professor;
Elaboração, desenvolvimento, análise e apresentação de um projeto de estudo de caso através do
geoprocessamento na gestão ambiental e territorial.
EMENTA
Conceitos básicos de meio ambiente e território, gestão ambiental e gestão territorial. Planejamento
Ambiental. Geoprocessamento e maio ambiente. Base de dados para Meio Ambiente. Modelagem de
dados do meio físico. Geoprocessamento aplicado a estudos de bacias hidrográficas. Geoprocessamento
no Zoneamento Ecológico Econômico e áreas territorialmente protegidas (unidades de conservação,
quilombos e terra indígena). Geoprocessamento no mapeamento da vegetação e uso do solo.
Geoprocessamento na delimitação de Área de Proteção Permanente (APP). Geoprocessamento no Plano
Diretor Municipal. Estudo de caso.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos básicos de meio ambiente e território, gestão ambiental e gestão territorial
1.1. Meio ambiente e território;
1.2. Gestão ambiental e gestão territorial;
Unidade II
2 Planejamento ambiental
2.1. Conceito de planejamento;
2.2. Elementos do planejamento;
2.3. Tipos de planejamento;
2.4. Planejamento ambiental;
2.5. Tipos de planejamento ambiental;
2.6. Importância da escala espacial e temporal;
2.7. Níveis decisórios nos planejamentos institucionais;
2.8. Etapas do planejamento ambiental;
190
FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação / Paulo Roberto Fitz. - São Paulo: Oficina de
textos, 2008. 160 p
IBRAHIN, Francini Imene Dias. Introdução ao geoprocessamento ambiental. - São Paulo: Saraiva :
Érica, 2014. 128 p.
FERREIRA, Marcos César. Iniciação a análise geoespacial: teoria, técnicas e exemplos para
geoprocessamento. - São Paulo: UNESP, 2014. 343 p.
Complementar
SILVA, Jorge Xavier da Org. Geoprocessamento e análise ambiental: aplicações. - 7. ed. - Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2013. 363 p.
BIELENKI Júnior, Cláudio. Geoprocessamento e recursos hídricos: aplicações práticas. - São Paulo:
Edufscar, 2012.
MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4. ed.
atual e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422 p. ISBN: 9788572693813.
NOVO, Evlyn M. L. de Moraes. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 4. ed. rev. São Paulo:
E. Blucher, 2010. 387 p. ISBN: 9788521205401.
FLORENZANO, Teresa Gallotti. Iniciação em sensoriamento remoto. 3 ed. ampl. e atual. São Paulo:
Oficina de textos, 2011. 128 p.
PONZONI, F. J. Sensoriamento remoto no estudo da vegetação. São José dos Campos, SP: Parêntese,
2007. 127p.
SAUSEN, Tania Maria. Sensoriamento remoto para desastres. - São Paulo: Oficina de textos, 2015. 285
p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
BIOCOMBUSTÍVEL E SUA TRANSVERSALIDADE NO
Eletiva 45
ENSINO DE CIÊNCIAS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
192
Objetivo Geral
Compreender o alto potencial existente da biomassa vegetal e animal para a produção de
biocombustíveis, biogás e outros derivados, possibilitando a aplicação em projetos de geração de energia
em pequena e larga escala. Proporcionar ao discente conhecimento teórico e prático para atuar no
mercado de biocombustíveis. Discutir acerca das diversas temáticas que envolve os biocombustíveis e
seus impactos no campo social, político, econômico e Ambiental;
Objetivos Específicos
Diferenciar as Fontes renováveis e não renováveis. Avaliar a biomassa florestal, o resíduos animais e
vegetais utilizados para produzir biocombustível;
Compreender sobre a produção de Biodiesel, Etanol e óleo de Pirólise;
Analisar todos os aspectos que envolvem a produção de Biogás e Gaseificação térmica da biomassa;
Conhecer as técnicas de caracterização dos Biocombustíveis líquidos e seus resíduos gerados;
Analisar a Cogeração dos produtos;
Compreender sobre como ocorre os cálculos dos rendimentos;
Discutir acerca das temáticas sociais, ambientais, políticas e econômicas que envolvem os
Biocombustíveis.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos audiovisuais,
quadro branco e pincel. A consolidação do conteúdo será reforçada por meio de listas de exercícios. No
SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Visão geral de Fontes Renováveis e Não Renováveis. Considerações gerais sobre biocombustíveis.
Principais Tecnologias de Conversão Energética da Biomassa. Combustíveis gasosos obtidos de
biomassa. Tecnologias de caracterização dos Biocombustíveis. Impactos dos Biocombustíveis no meio
social, político, econômico e ambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Fontes Renováveis e Não Renováveis de Energia.
1.1 Fontes Renováveis
1.1.1 Definição de Biomassa
1.2 Fontes Não Renováveis
1.3 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
Unidade II
2 Tecnologia de Conversão Energética da Biomassa
2.1 Conversão Termoquímica de Biomassa em Energia e Combustíveis
2.1.1. Combustão
2.1.2 Liquefação
2.1.3. Pirólise e Craqueamento Catalítico
2.1.4 Gaseificação e Síntese de Fischer-Tropsch.
2.2. Conversão Biológica de Biomassa
2.3 Conversão Química da Biomassa
2.4 Prática experimental
2.4.1 Análises imediatas da Biomassa
2.4.2 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
193
Unidade III
3 Combustíveis Gasosos a partir da Conversão de Biomassa
3.1. Biogás
3.1.1 Digestão Anaeróbica para Produção de Biogás
3.1.2 Tipos de Biodigestores,
3.1.3 Purificação do Biogás.
3.1.3 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
3.2. Gaseificação térmica da biomassa.
3.2.1 Potenciais matérias-primas para a gaseificação.
3.2.2 Aplicação do Syngás.
3.2.3 Problemas ambientais decorrentes dos gases gerados.
Unidade IV
4 Biocombustíveis: Biodiesel
4.1. Conceitos e Aplicações.
4.2 Principais matérias primas.
4.3 Transesterificação e Esterificação.
4.4 Balanço de Massa na Produção de Biodiesel,
4.5 Técnicas e práticas analíticas de Caracterização do Biodiesel.
4.6 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
4.7 Prática experimental
4.7.1 Síntese do Biodiesel
Unidade V
5 Biocombustíveis: Etanol
5.1 Definição
5.2 Tecnologias para a produção de etanol.
5.3 Caracterização das matérias-primas e produtos.
5.4 Modos de operação do processo fermentativo.
5.5 Alternativas para o aproveitamento de resíduos e efluentes gerados no processo produtivo.
5.6 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
Unidade VI
6 Biocombustíveis: Pirólise e Craqueamento Térmico-Catalítico
6.1 Parâmetros que afetam a reação de pirólise e Craqueamento Térmico-Catalítico
6.2 Balanço de Massa
6.3 técnicas de Caracterização dos produtos (PLO, Biocarvão e Gases)
6.4 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
Unidade VII
7 Técnicas de Caracterização de Biocombustíveis
7.1. Caracterização Físico- química
7.2 Caracterização Composicional
7.3 Espectroscopia na Região do Infravermelho
7.4 Prática experimental
BIBLIOGRAFIA
Básica
BARRETO, E. J. F.; RENDEIRO, G.; NOGUEIRA, M. Combustão e Gaseificação de Biomassa:
Soluções Energéticas para a Amazônia. Brasília: Ministério de Minas Energia, 1º Edição, 2008.
Gerhard Knothe , Jon Van Gerpen, Jürgen Krahl , Luiz Pereira Ramos. Manual de Biodiesel. 1ª Ed. Rio
de janeiro: Blucher, 2006
Luís Augusto Barbosa Cortez, Electo Eduardo Silva Lora, Edgardo Olivares Gómez. Biomassa Para
194
Complementar
LORA, E. E. S. Coord; VENTURINI, Osvaldo José Coord. Biocombustíveis: volume 1. Rio de Janeiro:
Interciência, 2012. 588 p.
LORA, E. E. S.; Venturini,Osvaldo José . Biocombustíveis - 2 Vols. 1ª Ed.: Interciência, 2012. Brand,
Martha Andreia. Energia de Biomassa Florestal. 1ª. Edição. Rio de Janeiro. Editora: Interciência, 2010.
BORGES NETO, Manuel Rangel; CARVALHO, Paulo. Geração de energia elétrica: fundamentos. São
Paulo: Érica, 2012. 157p.
da Silveira, Benedito Inácio. Produção de Biodiesel. Análise e Projeto de Reatores Químicos. 1ª. Edição.
São Paulo. Editora: Biblioteca24horas, 2011.
HODGE, B. K.; Sistemas e Aplicações de Energia Alternativa. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
BIOTECNOLOGIA AMBIENTAL Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Capacitar o estudante a identificar, descrever e argumentar as variáveis e os fatores bióticos e de
engenharia ambiental aplicada a biorremediação de efluentes, solos, ar e de corpos d’água.
195
Objetivos Específicos
Os estudantes ao final dessa disciplina sejam capazes de:
Questionar e discutir os conceitos microbiológicos e de engenharia aplicada aos processos
biotecnológicos de recuperação e conservação Ambiental;
Descrever os processos microbiológicos aplicados a processos de tratamento e biorremediação in situ e
ex situ;
Identificar os fatores principais de engenharia ambiental que afetam os processos biológicos;
Discutir a aplicação e uso de ferramentas químicas e biológicas como (i) identificação e quantificação
de substancias (ii) bioindicadores e de (iii) biologia molecular para quantificar impacto e monitorar o
processo de biorremediação.
METODOLOGIA
Aulas expositivas com utilização do quadro e recursos audiovisuais. Aulas práticas com experimentos
computacionais desenvolvidos e apresentados pelos discentes. Atividades em grupos com consulta a
bibliografia. Seminários sobre diversos temas relacionados à Biotecnologia. Avaliação com provas,
trabalhos escritos, participação e frequência. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e
o planejamento de ensino.
EMENTA
Conceitos e princípios de biotecnologia ambiental; Microbiologia e biotecnologia ambiental;
Biorremediaçãos. aplicados na recuperação, conservação e monitoramento de estruturas e funções
ecológicas ambientais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1. Introdução.
1.2 Princípios e Aplicações.
Unidade II
2 Microbiologia e Biotecnologia Ambiental
2.1 Identificação e classificação de comunidades microbianas no ambiente
2.2 Técnicas e métodos clássicos e moleculares (visão geral).
2.3 Técnicas e métodos moleculares: isolamento e purificação de DNA e RNA. Bioinformática. Bases
de Dados. NCBI. Aplicações “BLAST”, “Clustal”. Análise e desenho de “primers”; PCR (e suas
variantes). O gene 16S e sua importância como marcador molecular.
Unidade III
3 Exemplos de Intervenção da Biotecnologia Ambiental.
3.1 Biorremediação: Conceitos gerais. Metabolismo microbiano e biodegradação.
Fitorremediação como processo biotecnológico: definição, contextos de aplicação, alguns resultados e
dificuldades. Breves noções da fisiologia da fitorremediação de metais pesados e de xenobióticos e
produtos génicos mais relevantes nestes processos. Conceito de “phytomining”.Procedimento prático
conducente à avaliação da expressão de genes intimamente relacionados com a capacidade
fitorremediadora em resposta à exposição a poluente(s) ambiental(ais).
3.2 - Tratamento Biológico de Águas Residuais, Gases e Resíduos Sólidos. Sistemas de
tratamento convencionais, suas características principais e aplicações. Uso de Biofilmes.
3.3 - Monitorização Ambiental: Sensores, Biosensores e Microbiosensores. Caracterização. Vantagens
e desvantagens.
3.4 – Biotecnologia de Microalgas e o conceito de Biorefinaria: Principais espécies, produtos,
utilizações e características de crescimento. Tecnologia de cultura, colheita e processamento da
biomassa.
196
BIBLIOGRAFIA
Básica
Lima Nelson 340; Biotecnologia. ISBN: 978-972-757-197-0
Hurst Christon J. 340; Manual of environmental microbiology. ISBN: 978-1-55581-199-0
Tchobanoglous George 675; Wastewater engineering. ISBN: 978-0-07-112250-4 0-07-112250-8
Evans, GM, Furlong, JC; Environmental Biotechnology. Theory and Application, Wiley-Blackwell,
2011. ISBN 978-10-4370-68418-4
Scragg Alan; Environmental biotechnology. ISBN: 0-19-926867-3
Drinan Joanne E.; Water and wastewater treatment. ISBN: 978-1-4398-5400-6
LODISH, Harvey et al. Biologia celular e molecular. 4º/7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 1210 p.
Complementar
Peter Schröder and Christopher D. Collins; Organic xenobiotics and plants: From mode of action to
ecophysiology. , Springer, London, 2011. ISBN: ISBN 978-90-481-9851-1
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Modalidade de
Classificação Tipo CH Conheciment Extensão
Ensino
o
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
197
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar os conhecimentos necessários para reconhecer um impacto ambiental, suas causas e
especificidades. Avaliar e executar estudos de impacto ambiental e relatórios de impacto Ambiental;
Objetivos Específicos
Expor as resoluções legais e os instrumentos que normatizam os estudos ambientais em âmbito
internacional e brasileiro;
Instrumentalizar o aluno para o conhecimento e a prática dos métodos de avaliação em análise Ambiental;
Expor o estudo de casos relativos às experiências de gestão ambiental.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de listas e exercícios e produção textual.
No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino, além de Discussão
de textos em grupo; Atividades de pesquisa individuais e em grupo.
EMENTA
Conceitos e definições; O processo de avaliação de impacto ambiental e seus objetivos; Etapas do
planejamento e da elaboração de um estudo de impacto ambiental; Identificação de impactos; Previsão
de impactos; Avaliação da importância dos impactos; Análise técnica dos estudos ambientais; Estudo de
Casos; Contabilização de Impactos Ambientais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1. Conceitos e História da avaliação de impactos ambientais
1.1. Conceito de Impacto ambiental
1.2. Legislação brasileira sobre Avaliação de Impactos
Unidade II
2. Avaliação de Impactos Ambientais
2.1. Princípios da avaliação de Impactos Ambientais: a importância dos princípios. Natureza e alcance
da Avaliação de Impactos ambientais
2.2. Aplicação da Avaliação de impactos em políticas públicas, programas e projetos
2.3. Principais atividades da Avaliação de Impactos: predição, avaliação de riscos, monitoramento,
revisão de impactos e comunicação
2.4. Estudo de Impactos Ambientais e Relatório de Impactos Ambientais
Unidade III
3. Análise dos Impactos Ambientais
3.1. Identificação, interpretação e valoração
3.2. Proposição de Medidas Mitigadoras
3.3. Programa de acompanhamento e monitoramento dos Impactos Ambientais
Unidade IV
4. Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais
4.1. Método “Ad Hoc”
4.2. Método da Listagem de Controle (“Check List”)
4.3. Método da Sobreposição de Cartas (“Overlay Mapping”)
198
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
199
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Fornecer ao aluno uma visão geral sobre legislação ambiental estadual e federal, as regulamentações
especificadas do ar, água, substâncias tóxicas e pesticidas e resíduos sólidos e perigosos e sua aplicação
nos problemas nos problemas ambientais atuais;
Objetivos Específicos
Discutir os fundamentos teóricos referentes a legislação ambiental estadual e federal;
Compreender as regulamentações especificadas do ar, água, substâncias tóxicas e pesticidas e resíduos
sólidos e perigosos;
Estudar os processos de seleção a legislação ambiental para garantir a regularidade de empreendimentos
potencialmente geradores de impacto Ambiental.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, com a utilização de recursos de
audiovisuais e quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de listas de exercícios,
leitura de artigos, atividades em equipe e a avaliação será feita por meio de provas e/ou seminários.
EMENTA
Noções de Direito e Direito Ambiental para Gestão Ambiental: Hierarquia e Estrutura das Leis, Divisão
do Direito, Princípios do Direito Ambiental, Competência Legislativa e Processual; Legislação
Ambiental, Estadual e federal: Política Nacional do Meio Ambiente; Política Estadual do Meio
Ambiente, Lei de Crimes Ambientais, Zoneamento Ambiental; Recursos Hídricos; Poluição
Atmosférica; Poluição por Resíduos, Agrotóxicos; Lei das Mudanças Climáticas. Relação da Legislação
com a gestão Ambiental Pública. Políticas públicas: instrumentos de tutela, controle e fiscalização.
Movimentos Ambientais e Gestão Ambiental. Noções de Direito Ambiental Internacional. Gestão
Ambiental e Políticas Públicas: conceitos definições, objetivos e estratégias de tutela do bem ambiental.
Políticas ambientais e desenvolvimento no Brasil; Diretrizes e Instrumentos da Gestão Ambiental
Pública; Instrumentos econômicos da Gestão Ambiental; Fragmentação das atribuições de fiscalização
e normalização; Conflitos entre responsabilidade do Estado e Agências reguladoras.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Noções De Direito E Direito Ambiental
1.1 Hierarquia e Estrutura das Leis;
1.2 Divisão do Direito;
1.3 Princípios do Direito Ambiental;
1.4 Competência Legislativa e Processual;
Unidade II
2 Legislação
2.1 Política Nacional do Meio Ambiente;
2.2 Política Estadual do Meio Ambiente;
2.3 Lei de Crimes Ambientais;
2.4 Zoneamento Ambiental;
2.5 Recursos Hídricos;
2.6 Poluição Atmosférica;
2.7 Poluição por resíduos;
200
2.8 Agrotóxicos;
2.9 Lei das Mudanças Climáticas;
2.10 Relação da Legislação com a Gestão Ambiental Pública.
Unidade III
3 Política E Gestão Ambiental
3.1 Gestão Ambiental e Políticas Públicas: conceitos, definições, objetivos e estratégias de tutela do
bem ambiental;
3.2 Políticas Públicas: instrumento de tutela, controle e fiscalização;
3.3 Movimentos Ambientais e Gestão Ambiental;
3.4 Noções de Direito Ambiental Internacional e sua influência da Gestão Ambiental: Convenções e
tratados e Internacionais;
3.5 Políticas ambientais e desenvolvimento no Brasil;
3.6 Diretrizes e Instrumentos da Gestão Ambiental Pública;
3.7 Instrumentos econômicos da Gestão Ambiental;
3.8 Fragmentação das atribuições de fiscalização e normatização;
3.9 Conflitos entre responsabilidade do Estado e Agências reguladoras.
BIBLIOGRAFIA
Básica
MILARÉ, Édis. Direito do Ambiente. Editora revista dos Tribunais. 6 edição, SP, 2016.
CASTELLANO, Elisabete Gabriela; ROSSI, Alexandre; CRESTANA, Silvio (ed). Direito ambiental:
princípios gerais do direito ambiental. Brasília: EMBRAPA, 2014. 938 p. (Direito ambiental, v.1) ISBN:
9788570353016.
BESSA, Paulo Antunes. Direito Ambiental. São Paulo: Atlas, 2015.
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental brasileiro. 24/25. ed. rev. ampl. atual. São Paulo,
SP: Malheiros, 2017. 1420 p.
Complementar
BESSA, Paulo Antunes. Direito Ambiental. São Paulo: Atlas, 2015.
TOMMASI, L. R. Estudo de impacto ambiental. São Paulo: CETESB: Terragraph Artes e Informática,
1994.
Lei Federal nº 1.413/1975 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/19651988/del1413.htm)–
Dispõe sobre o controle da poluição do meio ambiente provocada por atividades industriais.
Lei Federal nº 6.803/1980 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6803.htm)– Dispõe sobre as
diretrizes básicas para o zoneamento industrial nas áreas críticas de poluição, e dá outras providências.
SIRVINSKAS, Luís Paulo. Tutela Penal do Meio Ambiente. 4.ed. São Paulo: Saraiva, 2011. 405 p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
QUÍMICA AMBIENTAL Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
201
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Fornecer aos estudantes uma compreensão aprofundada das interações entre os processos químicos e o
meio ambiente, com foco especial nas questões relacionadas à biologia e ecologia. Pretende-se capacitar
os alunos a analisar, compreender e resolver problemas ambientais complexos usando conhecimentos
químicos, contribuindo para uma abordagem mais abrangente e sustentável da biologia e da conservação
dos ecossistemas;
Objetivos Específicos
Proporcionar aos alunos um entendimento dos conceitos fundamentais da química ambiental, aplicados
aos sistemas naturais;
Capacitar os estudantes a identificar e avaliar diferentes tipos de poluentes químicos no meio ambiente,
suas fontes, vias de dispersão, efeitos sobre os ecossistemas e a saúde humana, bem como as medidas de
controle e remediação;
Explorar os ciclos naturais de elementos como carbono, nitrogênio, fósforo e enxofre, analisando como
esses elementos interagem com os seres vivos e o ambiente abiótico, influenciando processos biológicos
e ecossistêmicos;
Explorar as relações entre os processos químicos e os ecossistemas, incluindo o estudo da
bioacumulação, biomagnificação, interações tróficas e adaptações dos organismos às condições químicas
do ambiente.
METODOLOGIA
As aulas terão a participação ativa do aluno na construção do conhecimento e serão adotadas as seguintes
metodologias: Aulas teóricas e expositivas com utilização de recursos audiovisuais e questionamentos,
discussão e debates; Aulas práticas sobre os conteúdos ministrados na teoria; A leitura, interpretação e
elaboração de textos serão trabalhados em sala de aula como temas transversais; As aulas transcorrerão
de maneira interativa com os alunos em que ambos são agentes ativos do processo de ensino-
aprendizagem; A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos; As atividades relacionadas ao Trabalho
Discente Efetivo (TDE) poderá constar com exercícios de fixação, pesquisa bibliográfica,
desenvolvimento de atividades práticas, elaboração de relatórios, visitas técnicas entre outros.
EMENTA
Química das águas, atmosfera e solos; ciclos biogeoquímicos; poluição ambiental; química de produção
e transformação de poluentes e seus efeitos sobre a saúde, vegetação e materiais; efeitos de mudanças
climáticas em ecossistemas terrestres.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
202
Unidade I
1 Química e Meio Ambiente
1.1 Conceitos gerais sobre meio ambiente, qualidade ambiental, poluição e contaminação, prevenção
da poluição ambiental e desenvolvimento sustentável;
1.2 Principais ciclos biogeoquímicos, Interferência antrópica nos ciclos biogeoquímicos;
1.3 Transformação de poluentes e seus efeitos sobre a saúde, vegetação e materiais.
Unidade II
2 Química da Água
2.1 Qualidade da água e parâmetros indicadores da qualidade da água; Eutrofização dos corpos d’água;
Autodepuração dos corpos d’água; Medidas preventivas e de controle da poluição aquática; Análise da
água e amostras ambientais; Poluentes Emergentes, conceitos, principais poluentes, consequências ao
meio ambiente.
Unidade III
3 Química do Solo e Atmosférica
3.1 Definição e Formação; Classificação; Principais Propriedades; Usos do solo e suas implicações;
Interferência dos agentes químicos (fertilizantes, pesticidas e outros produtos orgânicos persistentes).
3.2 Agentes poluidores: agentes primários e secundários, fonte móveis e fixas;
3.3 Aspectos legais e parâmetros indicadores da qualidade do ar; Problemas globais da poluição
atmosférica;
3.4 Medidas preventivas e de controle da poluição atmosférica;
BIBLIOGRAFIA
Básica
BAIRD, Colin; CANN, Michael. Química ambiental. 4.ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011. 846 p.
ROCHA J.C., ROSA A.H., CARDOSO A.A. Introdução à Química Ambiental. 2ed. São Paulo. Makron
Books. 2004.
BROWN T. L., LeMAY Jr H. E. e BURSTEN B. E. Química a Ciência Central. São Paulo. Prentice
Hall. 2005.
Complementar
ATKINS, P. e JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. São
Paulo. Makron Books. 2000.
BRAGA B., HESPANHOL I., CONEJO J.G.L., MIERZWA J.C. Introdução à Engenharia Ambiental.
2ed. São Paulo. Prentice Hall. 2005.
MILLER G.T. Ciência Ambiental. Tradução 11. São Paulo. Thomson. 2007.
MILLER, G. Tyler; TRAD, Noveritis do Brasil. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
464 p.
ZUBRICK, James W; CARDOSO, Márcio José Estillac de Mello trad. Manual de sobrevivência no
laboratório de química orgânica: guia de técnicas para o aluno. 6.ed. São Paulo: LTC, 2013. 262 p.
SPIRO, Thomas; STIGLIANI, William M. Química ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009. 334 p. ISBN: 9788576051961.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
LICENCIAMENTO E ESTUDOS AMBIENTAIS Eletiva 45
203
Objetivo Geral
Aperfeiçoar o discente quanto à atividade do licenciamento ambiental, considerando todas as etapas dos
estudos envolvidos e a legislação ambiental para garantir a regularidade de empreendimentos
potencialmente geradores de impacto Ambiental;
Objetivos Específicos
Discutir os fundamentos teóricos referentes ao licenciamento ambiental, considerando todas as etapas
dos estudos envolvidos;
Compreender a classificação de todas as etapas dos estudos envolvidos;
Estudar os processos de seleção a legislação ambiental para garantir a regularidade de empreendimentos
potencialmente geradores de impacto ambiental.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, com a utilização de recursos
audiovisuais, pincel e quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de listas de
exercícios, leitura de artigos, atividades em equipe e a avaliação será feita por meio de provas e/ou
seminários.
EMENTA
Fundamentos Legais, Conceitos, Repartição de Competência, Tipos, Etapas, Procedimentos e Custos do
Licenciamento Ambiental. Licenças e Registros, Outorga, Autorização. Empreendimentos que
necessitam de Licenciamento. Legislação, Normas e Resoluções Pertinentes. Aplicações Práticas com
Órgão Federal, Estadual e Municipal. Termos de Referências para o Licenciamento e sua Estruturação.
Sistema de Licenciamento de Atividades Poluidoras (SLAP). Estudos e Projetos Ambientais: Estudo
Prévio de Impacto Ambiental (EPIA). Relatório de Impacto de Meio Ambiente (RIMA). Relatório
Ambiental Preliminar (RAP). Plano Básico Ambiental (PBA). Relatório de Controle Ambiental (RCA).
Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD). Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Relatório
de Impacto de Vizinhança (RIV). Relatório Ambiental Simplificado (RAS). Diagnósticos Ambientais.
Plano de Controle Ambiental (PCA). Programas de Monitoramento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
204
1 Licenciamento Ambiental
1.1. Fundamentos legais, conceitos, repartição de competência, tipos, etapas, procedimentos e custos
do licenciamento ambiental
1.2. Licenças e registros, outorga, autorização
1.3. Empreendimentos que necessitam de licenciamento
1.4. Legislação, normas e resoluções pertinentes
1.5. Aplicações práticas com órgão federal, estadual e municipal
1.6. Carta consulta
1.7. Termos de referências para o licenciamento e sua estruturação
1.7.1. Elaboração do termo de referência (TR)
1.7.2. Instrumentos de apoio
1.7.3. Condicionante para formulação do TR
1.8. Sistema de licenciamento de atividades poluidoras (SLAP)
Unidade II
2 Estudos Ambientais
2.1. Estudo prévio de impacto ambiental (EPIA)
2.2. Relatório ambiental preliminar (RAP)
2.3. Plano básico ambiental (PBA)
2.4. Relatório de controle ambiental (RCA)
2.5. Estudo de impacto de vizinhança (EIV)
2.6. Relatório de impacto de vizinhança (RIV)
2.7. Relatório ambiental simplificado (RAS)
2.8. Plano de controle ambiental (PCA)
2.9. Programas de monitoramento
BIBLIOGRAFIA
Básica
SOUZA, Maria Lúcia Cardoso de. Entendendo o licenciamento ambiental passo a passo: normas e
procedimentos: guia para empreendedores, consultores e técnicos que atuam na área ambiental: The
environmental permit a step by step guide: regulation and technical procedures. 1. Ed. Salvador:
Ambiente Sustentável, 2010. 128p.
TRENNEPOHL, Curt; TRENNEPOHL, Terence. Licenciamento ambiental. 4. Ed., rev. e atual. Niterói,
RJ: Impetus, 2011. 370p.
HAFNER, A.M. O Licenciamento ambiental no Brasil e na prática. 1. Ed. Curitiba: Appris. 2017. 221p.
Complementar
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
CONTROLE E MONITORAMENTO AMBIENTAL Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
/ TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Trabalhar conhecimentos teóricos e práticos a respeito dos princípios, bases conceituais e tipologias do
monitoramento e controle ambiental, bem como compreender os diferentes instrumentos aplicados a
análise de indicadores ambientais com enfoque na preservação, conservação e recuperação ambiental
em ecossistemas e agroecossistemas, a fim de que o profissional Licenciado em Ciências Biológicas
obtenha uma estrutura de habilidades e competências, fundamentada em conhecimentos abrangentes e
em um grupo de instrumentos técnicos, para ter condições de atuar de maneira multidisciplinar sobre o
monitoramento e controle ambiental;
Objetivos Específicos
Subsidiar o discente com a base científica conceitual a respeito do monitoramento e controle ambiental;
Identificar e avaliar, qualitativa e quantitativamente, as condições dos recursos naturais em um
determinado momento, assim como as tendências ao longo do tempo.
Analisar indicadores ambientais de maneira integrada e sistemática através de redes de monitoramento;
Treinamento em instrumentos de controle ambiental;
Trabalhar algumas bases técnicas necessárias a compreensão e execução de planos de monitoramento e
controle ambiental em ecossistemas e agroecossistemas.
METODOLOGIA
206
1. Aulas teóricas expositivas, de caráter interativo, em sala de aula; 2. Aulas práticas: produções extra e
intraclasse, laboratório de informática e práticas de campo; 3. Avaliações, individuais e em grupo, para
análise e monitoramento do desenvolvimento técnico do discente; 4. Atividade técnica de integração às
comunidades tradicionais e/ou agrícolas para trocas de experiências, aplicação de conhecimentos e
vivência com o contexto social. 5. Indicações e fornecimento de material didático (livros, apostilas,
artigos de periódicos e outros materiais de apoio) para subsidiar o desenvolvimento acadêmico.
EMENTA
1. Conceitos básicos sobre monitoramento e controle ambiental; 2. Monitoramento e controle ambiental
como instrumentos da política e do licenciamento ambiental; 3. Técnicas de Monitoramento da qualidade
ambiental (Água, Ar, Solo e Biota); 4. Construção e aplicações de indicadores ambientais; 5. Sistemas
de Rede de Monitoramento; 6. Processos e instrumentos de controle ambiental; 7. Planos de Controle e
Monitoramento Ambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução Ao Controle E Monitoramento Ambiental.
1.1 A ação antrópica sobre os ecossistemas e a exploração dos recursos naturais;
1.2 Fontes e impactos da poluição natural e antropogênica;
1.3 Variáveis ambientais a serem monitorados e suas interfaces com os componentes sociais,
econômicos e institucionais;
Unidade II
2 Bases Técnicas Conceituais Para O Controle E Monitoramento Ambiental.
2.1 Monitoramento e qualidade das águas;
2.2 Monitoramento e qualidade do ar;
2.3 Monitoramento e qualidade do solo;
2.4 Monitoramento de componentes do meio biótico (fauna e flora);
2.5 Legislações e normativas aplicadas ao monitoramento e controle ambiental;
Unidade III
3 Instrumentos Para O Controle E Monitoramento Ambiental.
3.1 Construção e aplicações de indicadores ambientais;
3.2 Sistemas de Rede de Monitoramento (Escalas, análises, representação de resultados e
correlacionamento com fontes poluidoras);
3.3 Processos e instrumentos de controle ambiental;
3.4 Planos de controle e monitoramento ambiental aplicados aos ecossistemas;
3.5 Planos de controle e monitoramento ambiental aplicados aos agroecossistemas;
BIBLIOGRAFIA
Básica
DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 5. ed. atual. São Paulo: Oficina de
Textos, 2017. 230 p.
BAIRD, Colin; CANN, Michael. Química ambiental. 4.ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011. 846 p.
ARAUJO, Gustavo Henrique de Sousa; ALMEIDA, Josimar Ribeiro de; GUERRA, Antonio José
Teixeira. Gestão ambiental de áreas degradadas. 13. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2019. 320 p il
p & p. ISBN: 9788528610956.
Complementar
207
AHUJA, Santinder. Monitoring water quality: pollution assessment, analysis and remediation.
Amisterdam: Elsevier, 2013. 379 p : il.
REICHARDT, Klaus; TIMM, Luís Carlos. Solo, planta e atmosfera: conceitos, processos e aplicações.
2. ed. São Paulo: Manole, 2012. 500 p. ISBN: 9788520433393.
CUNHA, Sandra Baptista Org; GUERRA, Antônio José Teixeira Org. Avaliação e perícia ambiental.
17. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2018. 284 p.
PRIMAVESI, Ana. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel,
2002/2013. 549 p.
SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. 2.ed. atual. e ampl.
São Paulo: Oficina de Textos, 2013. 583 p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Tipo Extensã Modalidade de
Classificação CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presencia
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca l
Curricular E
Disciplina Eletiva 45 30 15 6 0 100% 0
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Trabalhar conhecimentos teóricos e práticos a respeito dos princípios, bases conceituais e tipologias dos
programas de recuperação de áreas degradadas e/ou alteradas (PRADA) na Amazônia, bem como
compreender as diferentes técnicas de prevenção e recuperação de áreas degradas, a fim de que o
Licenciado em Ciências Biológicas obtenha uma estrutura de habilidades e competências, fundamentada
em conhecimentos abrangentes e em um grupo de instrumentos técnicos, para ter condições de atuar de
maneira multidisciplinar e estratégica sobre a gestão ambiental de áreas degrades;
208
Objetivos Específicos
Subsidiar o discente com a base científica conceitual a respeito dos estudos de áreas degradadas e
programas de recuperação ambiental;
Desenvolver o entendimento da base de instrumentos legais aplicados ao PRADA, bem como sua
fundamentação técnico científica.
Trabalhar algumas bases técnicas necessárias a compreensão e execução de ações, projetos e programas
para a prevenção e recuperação de áreas degradadas;
Treinamento em instrumentos com enfoque na execução de ações, projetos e programas para a prevenção
e recuperação de áreas degradadas;
Habilitar o discente para utilizar ferramentas de planejamento estratégico e monitoramento de áreas
recuperadas ou em recuperação.
METODOLOGIA
1. Aulas teóricas expositivas, de caráter interativo, em sala de aula; 2. Aulas práticas: produções extra e
intraclasse, laboratório de informática e práticas de campo; 3. Avaliações, individuais e em grupo, para
análise e monitoramento do desenvolvimento técnico do discente; 4. Atividade técnica de integração às
propriedades ou comunidades agrícolas para trocas de experiências, aplicação de conhecimentos e
vivência com o contexto social. 5. Indicações e fornecimento de material didático (livros, apostilas,
artigos de periódicos e outros materiais de apoio) para subsidiar o desenvolvimento acadêmico.
EMENTA
1. Conceitos de degradação ambiental, restauração florestal e recuperação de áreas degradadas (RAD);
2. Fontes, efeitos e passivo ambiental da degradação dos recursos naturais; 3. Importância das ciências
do solo e ambientais no diagnóstico e gestão de áreas degradadas; 4. Legislação aplicada à Recuperação
de Áreas Degradadas; 5. Estratégias e procedimentos para prevenção e recuperação de áreas degradadas;
6. Elaboração de projetos e programas executivos de RAD; 7. Instrumentos para planejamento
estratégico e monitoramento de áreas recuperadas ou em recuperação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução À Recuperação De Áreas Degradadas.
1.1 Principais conceitos, objetivos de estudo e diferentes áreas de aplicação das ferramentas de RAD;
1.2 Histórico e panorama nacional e amazônico dos principais impactos ambientais, suas fontes e
poluentes sobre os ecossistemas e agroecossistemas;
1.3 Análise dos diferentes passivos ambientais, suas demandas de remediação e recuperação, bem
como dos custos socioambientais no contexto amazônico.
Unidade II
2 Bases Técnicas Conceituais Para A Recuperação De Áreas Degradadas.
2.1 Levantamento e análise das bases legais aplicadas aos programas de recuperação de áreas
degradadas a nível nacional e estadual;
2.2 Ciências do solo e ambientais aplicadas a recuperação de áreas degradadas (fundamentos de
climatologia, geomorfologia, pedologia, parâmetros físicos, químicos e biológicos do solo e de bacias
hidrográficas);
2.3 Caracterização de substratos para fins de recuperação de áreas degradadas;
2.4 Metodologias de PRADA aplicados ao contexto da mineração na Amazônia;
2.5 Metodologias de PRADA aplicadas ao contexto da Lei Florestal nos Agroecossistemas
amazônicos.
Unidade III
209
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
ECOTOXICOLOGIA Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Modalidade de
Classificação Tipo CH Conheciment Extensão
Ensino
o
Disciplina / Letiva / Eletiva / A
Teóri Prát Presenci
Atividade ESO / TCC / TOTAL DCE C EaD
ca ica al
Curricular AC E
100
Disciplina Eletiva 45 30 0 0 0 0
%
210
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Possibilitar aos alunos conhecimentos fundamentais sobre a importância da Ecotoxicologia nos estudos
de impacto ambiental e monitoramento de ecossistemas;
Objetivos Específicos
Compreender os conceitos de ecotoxicologia e seus compartimentos;
Conhecer a dinâmica dos Agrotóxicos;
Entender os métodos de avaliação ecotoxicológica;
Analisar os riscos associados à ecotoxicidade de poluentes;
Reconhecer os principais organismos usados em métodos ecotoxicológicos;
Avaliar a ecotoxicologia como ferramenta no biomonitoramento de ecossistemas.
METODOLOGIA
Serão ministradas aulas teóricas e práticas. As aulas teóricas serão do tipo expositiva e incluirão também
a realização de estudos dirigidos, seminários e grupos de estudo. Além das aulas teóricas expositivas, a
prática proposta, ao final do semestre, culminará com a apresentação dos discentes junto à sociedade
externa (estudantes do ensino fundamental e médio, produtores rurais), atividades de Educação
ambiental sobre contaminação do ambiente, efetivando a curricularização da extensão na disciplina.
EMENTA
Fundamentos da ecotoxicologia. Agentes tóxicos. Principais classes de poluentes. Dinâmica ambiental
dos agrotóxicos. Avaliação de risco e fundamentos legais. Ecotoxicologia terrestre, aquática e do ar.
Ensaios ecotoxicológicos. Atividade de curricularização da extensão do tipo DCE: Educação ambiental
no contexto da ecotoxicoologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à Ecotoxicologia
1.1 Contaminação do ambiente físico: solo, ar e água.
1.2 Utilização dos agrotóxicos
1.3 Dinâmica ambiental: entrada, distribuição e destino dos agrotóxicos
1.4 Processos de dissipação de agrotóxicos no ambiente: ar, solo e água
1.5 Ecotoxicocinética
1.6 Vias de introdução, transporte, distribuição e armazenamento
1.7 Biotransformação
1.8 Bioacumulação e Fator de Bioacumulação
1.9 Bioconcentração e Fator de Bioconcentração
Unidade II
2 Avaliação de Risco e do Potencial de Periculosidade Ambiental
2.1 Gerenciamento de substâncias tóxicas
2.2 Determinação do risco
2.3 Avaliação e gestão do risco ecotoxicologico à saúde humana
2.4 Biomarcadores como instrumentos preventivos de contaminação
2.5 Organismos edáficos usados em ensaios ecotoxicológicos
2.6 Fatores que podem influenciar os ensaios ecotoxicológicos
2.7 Programas de biomonitoramento
2.8 Atividade de Extensão sobre contaminação do ambiente
211
BIBLIOGRAFIA
Básica
DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 5. ed. atual. São Paulo: Oficina de
Textos, 2017. 230 p.
KNIE, Joachim L. W; LOPES, Ester W. B. Testes ecotoxicológicos: métodos, técnicas e aplicações.
Florianópoles: FATMA/GTZ, 2004. 289 p.
OGA, Seizi; BATISTUZZO, José Antonio de Oliveira Ed. Fundamentos de toxicologia. 5. ed. São Paulo,
SP: Atheneu, 2021. 848 p.
Complementar
DIAS, Genebaldo Freire. Dinâmicas e instrumentação para educação ambiental. São Paulo: Gaia,
2010/2012. 215 p.
NIVA, Cintia Carla; BROWN George Gardner. Ecotoxicologia terrestre : métodos e aplicações dos
ensaios com oligoquetas, editores técnicos. – Brasília, DF : Embrapa, 2019. 258 p.
SISINNO, Cristina Lúcia Silveira; OLIVEIRA-FILHO, Eduardo Cyrino. Princípios de toxicologia
ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Interciência, 2013. 218p
MACHADO NETO, Joaquim Gonçalves. Ecotoxicologia de agrotóxico: revisão bibliográfica.
Jaboticabal, SP: FCAV/UNESP, 1991. 51 p.
FORSYTHE, Stephen J. Microbiologia da segurança dos alimentos: Stephen J. Forsythe. 2.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2013. 607 p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
GEOPROCESSAMENTO Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
212
Objetivo Geral
Apresentar e disseminar o conhecimento sobre o uso do Geoprocessamento para aplicação
multidisciplinar, proporcionando um panorama geral das geotecnologias existentes. Além disso, discutir
os fundamentos teóricos, as representações computacionais do espaço geográfico e áreas de aplicação
que incluem as temáticas: ambientais, sócio-econômicas, gestão territorial e urbana, cartografia e
geodésia, agrimensura, geologia e geomorfologia e saúde.
Objetivos Específicos
Capacitar os alunos para planejar e realizar executar projetos de SIG na área de Engenharia Ambiental;
Informar aos alunos sobre os tipos de instrumentos utilizados em Projetos de Geoprocessamento;
Capacitar os alunos para aplicar o geoprocessamento para análise de dados espaciais georreferenciados
através de sistema automatizado utilizando software gratuito em aplicações práticas à Engenharia
Ambiental;
Realizar estudos de caso com o auxílio das técnicas de geoprocessamento;
Demonstrar a utilidade do geoprocessamento aplicado à Engenharia Ambiental;
Permitir por meio do geoprocessamento gerar relatórios e documentos gráficos de diversos tipos, dentre
outros.
METODOLOGIA
A disciplina será ministrada com aulas expositivas dialógicas, palestras, demonstrações e trabalhos
práticos no Laboratório de Informática, onde os estudantes façam uso individual dos computadores para
produção de Produtos cartográficos: Plantas, Cartas, Mapas temáticos e outros que auxiliem o
desenvolvimento de habilidades e competência dos futuros Engenheiros Ambientais. Serão
desenvolvidos Banco de Dados Georreferenciados utilizando os softwares: QGIS, SAGAGIS, Google
Earth Pro. Além de Aplicações de exemplos práticos de pelo menos uma linguagem de programação
aplicada ao geoprocessamento.
EMENTA
Introdução e conceitos do geoprocessamento. Principais geotecnologias. Benefícios, principais
aplicações e usuários potenciais. Dados analógicos vs dados digitais. Modelos e formatos de dados
digitais: matricial, vetorial e modelo de elevação. Elementos de representação de dados vetoriais e
matriciais. Técnicas de digitalização. A importância de informações georreferenciadas. Principais
sistemas de geoprocessamento. Banco de Dados Espaciais. Potencial das técnicas de geoprocessamento
para a representação de fenômenos e modelos ambientais. Uso de linguagem de programação no
geoprocessamento. Aplicação prática.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução ao geoprocessamento
1. 1. Conceitos e Definições
1.2. Geoprocessamento, Geotecnologias, Sistemas de Informação Geográfica e Geomática
1.3. Aplicações do Geoprocessamento na Engenharia Ambiental
1.4. Revisão de noções de Cartografia (Mapas, Cartas, Escala, Projeção, Datum)
Unidade II
213
2 Alimentação do sistema
2.1. Entrada de Dados: Sensoriamento Remoto
2.2. Noções de Aerolevantamento fotogramétrico
2.3. Posicionamento por Satélite (GPS)
2.4. Digitalização, Edição, Software para entrada de dados
Unidade III
3 Fontes de dados para o geoprocessamento
3.1. Bancos de Dados Geográficos: Noções de Bancos de Dados
3.2. Projetando Bancos de Dados Geográficos
3.3. Preparação dos dados para análise espacial
Unidade IV
4 Modelos numéricos do terreno
4.1. Modelagem numérica do terreno: definição
4.2. Geração de um modelo numérico do terreno
4.3. Análises sobre modelos digitais de terreno
Unidade V
5 Sistemas de informações geográficos
5.1. Aspectos conceituais.
5.2. Estrutura e funções de um SIG.
5.3. Coleta, armazenamento, tratamento, gerenciamento de dados espaciais.
5.4. SIG’s para análise ambiental.
Unidade VI
6 Análise Espacial e Geoprocessamento
6.1. Conceitos básicos em análise espacial e geoestatística
6.2. O processo da análise espacial
6.3. Aplicações de análise espacial
6.4. Geração de Mapas Temáticos
6.5. Metodologias para aplicações ambientais
6.6. Práticas laboratoriais voltadas ao desenvolvimento de um projeto de Geoprocessamento aplicado a
estudo de caso, revisando grande parte do conteúdo apresentado ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ASSAD, E.D.; SANO, E.E. Sistema de Informações Geográficas: Aplicações na agricultura. Embrapa.
Brasília, 1998 Cap. 2 (Mapas e suas Representações Computacionais).
Miranda, José Iguelmar. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas / José Iguelmar Miranda.
–2. ed. rev. atual. – Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2010.425 p.
CÂMARA, G., DAVIS, C. e MONTEIRO, A.M.V. Introdução à Ciência da Geoinformação. Disponível
para download em http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/.
Complementar
SILVA, Ardemirio de Barros. Sistemas de informações georrefenciadas: conceitos e fundamentos. São
Paulo: UNICAMP, 2003. 236 p.
IBRAHIN, F. I. D.. INTRODUCAO AO GEOPROCESSAMENTO AMBIENTAL. 2014, 128p.
BIELENKI JUNIOR, C.; BARBASSA, A. P.Geoprocessamento e recursos hídricos: aplicações
práticas .São Carlos, SP: EDUFSCar, 2012. 257p.
FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 160 p.
SILVA, Jorge Xavier da; ZAIDAN, Ricardo Tavares (Org.). Geoprocessamento & análise ambiental:
aplicações. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 363 p.
214
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
SENSORIAMENTO REMOTO Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / Teór Práti Presenci
Atividade TOTAL DCE C EaD
ESO / TCC / AC ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Capacitar os discentes quanto aos conceitos fundamentais de sensoriamento remoto, seus princípios
físicos, sistemas sensores, técnicas de aquisição, análise e processamento de dados, importantes para o
planejamento e monitoramento ambiental.
Objetivos Específicos
Compreender os princípios físicos do sensoriamento remoto;
Caracterizar os sistemas sensores utilizados em sensoriamento remoto;
Descrever o comportamento espectral dos principais alvos presentes na superfície terrestre (vegetação,
solo e água);
Empregar técnicas de processamento digital de imagens - PDI;
Executar, em ambiente de sistema de informação geográfica - SIG, técnicas de análise de dados e
apresentação dos resultados;
Elaborar e executar ações de extensão junto à comunidade interna e externa à Ufra.
METODOLOGIA
Visando desenvolver competências técnicas, cognitivas e comportamentais, além do protagonismo dos
discentes, as aulas, serão de forma variada, consistindo em aulas teóricas expositivas-dialogadas com
estudos dirigidos e uso de tecnologias como multimídias e exposição de conteúdo, atividades práticas
em laboratório de informática e no campo, leituras, extraclasse, dos textos disponibilizados pelo
professor, elaboração, desenvolvimento, análise e apresentação de um projeto de mapeamento temático
aplicado a Engenharia Ambiental e Sanitária e elaboração e execução de uma ação de extensão junto à
comunidade interna e externa a UFRA envolvendo o conhecimento, ferramentas e recursos do
sensoriamento remoto.
215
EMENTA
Introdução ao sensoriamento remoto. Princípios físicos do sensoriamento remoto, comportamento
espectral dos alvos, sensores e plataformas, comportamento espectral dos alvos, interpretação visual das
imagens, processamento digital de imagem, noções de Sistema de Informação Geográfica (SIG) e
aplicação na Engenharia Ambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução ao Sensoriamento Remoto
1.1. Conceitos
1.2. Histórico
1.3. Aplicações
Unidade II
2 Princípios Físicos de Sensoriamento Remoto
2.1. Fundamentos
2.2. Radiação eletromagnética (REM)
2.4. Espectro eletromagnético
2.5. Fontes de radiação eletromagnética
2.5. Propriedades espectrais dos alvos
2.6. Interação da REM com a atmosfera e alvos da superfície terrestre
Unidade III
3 Sensores e Plataformas
3.1. Sistemas sensores
3.2. Classificação dos sistemas sensores
3.3. Resolução do sistema sensor
3.4. Principais sistemas sensores
Unidade IV
4 Comportamento Espectral dos Alvos
4.1. Características espectrais da vegetação
4.2. Características espectrais do solo
4.3. Características espectrais de minerais e rochas
4.4. Características espectrais da água
Unidade V
5 Princípios da Fotointerpretação
5.1. Elementos de fotointerpretação
5.2. Fatores Condicionantes dos padrões
5.3. Limitações na análise visual
5.4. Colorimetria
5.5. Métodos de interpretação visual
Unidade VI
6 Processamento Digital de Imagem
6.1. Técnicas de pré-processamento
6.2. Correção atmosférica
6.3. Correção radiométrica
6.4. Correção geométrica e registro de imagens
6.5. Técnicas de processamento de realce
6.6. Técnicas de classificação de imagens
6.7. Classificação supervisionada
6.8. Classificação não supervisionada
216
Unidade VII
7 Noções de Sistema de Informação Geográfica (SIG)
7.1. Técnicas e ferramentas para implementação de um projeto SIG
7.2. Elaboração e desenvolvimento de um projeto utilizando processamento digital de imagem
Unidade VIII
8 Atividade de Extensão
8.1. Planejamento e elaboração da ação de extensão
8.2. Execução da atividade junto à comunidade interna e externa a UFRA
BIBLIOGRAFIA
Básica
MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4.
Ed. atual e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422 p. ISBN: 9788572693813.
NOVO, Evlyn M. L. de Moraes. Sensoriamento remoto: Princípios e aplicações. 4. Ed. rev. São Paulo:
E. Blucher, 2010. 387 p. ISBN: 9788521205401.
FLORENZANO, Teresa Gallotti. Iniciação em sensoriamento remoto. 3 Ed. ampl. e atual. São Paulo:
Oficina de textos, 2011. 128 p.
Complementar
BLASCHKE, T. Sensoriamento remoto e SIG avançados: Novos sistemas sensores e métodos
inovadores. 2. Ed. São Paulo: Oficinas de Texto, 2007. 303p.
GONZALES, Rafael C. Processamento digital de imagens. 3. Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010. 624 p.
PONZONI, F. J. Sensoriamento remoto no estudo da vegetação. São José dos Campos, SP: Parêntese,
2007. 127p.
SAUSEN, Tania Maria. Sensoriamento remoto para desastres. São Paulo: Oficina de textos, 2015. 285
p.
SILVA, Jorge Xavier da Org; ZAIDAN, Ricardo Tavares Org. Geoprocessamento e análise ambiental:
aplicações. 7. Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013. 363 p.
IBRAHIN, Francini Imene Dias. Introdução ao geoprocessamento ambiental. São Paulo: Saraiva: Érica,
2014. 128 p.
FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de textos, 2008. 160p.
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
FAUNA DO SOLO: BIODIVERSIDADE E SERVIÇOS
Eletiva 45
AMBIENTAIS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
217
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
/ TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Conhecer os principais grupos de organismos que habitam os solos, compreendendo as funções e
atividades que desempenham no ecossistema.
Objetivos Específicos
METODOLOGIA
A disciplina será ministrada na forma de aulas teóricas expositivas, utilizando recursos áudios-visuais,
consultas bibliográficas complementares e leitura de textos. As aulas práticas serão desenvolvidas em
laboratório e em campo. No final do semestre, culminará com a Atividade Engenheiros do Solo nas
Escolas, onde os estudantes de escolas públicas ou particulares realizarão as coletas da fauna do solo e
identificarão os principais grupos funcionais com a orientação dos estudantes da disciplina, a título de
efetivarmos a curricularização da extensão.
EMENTA
Papel ecológico da fauna edáfica. Classificação e hábitos alimentares. Principais grupos funcionais.
Bioturbação. Engenheiros dos ecossistemas. Benefícios da biodiversidade do solo. Saúde do solo.
Métodos de coleta da fauna do solo. Atividade de curricularização da extensão do tipo DCE – Disciplina
Curricular de Extensão.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
218
Unidade I
1 Apresentação da ementa e Plano de aula detalhados, Introdução, conceitos básicos da Fauna do Solo
1.1 Aspectos taxonômicos e biológicos dos organismos do solo
1.2 Classificação quanto ao hábito alimentar, tamanho e habitats dos organismos do solo
1.3 Papel Ecológico da Fauna do Solo
1.4 Bioturbação, conceito, grupos funcionais
1.5 Engenheiros dos Ecossistemas
1.6 Atividades Físicas da Fauna do Solo
1.7 Fatores que controlam a estrutura das comunidades de organismos
de solo
1.8 Nematóides de Importância na Ecologia do Solo
1.9 Ácaros de Importância na Ecologia do Solo
Unidade II
2 Fauna edáfica nos processos biodinâmicos do solo
2.1 Densidade, distribuição, biomassa, atividade e espécies indicadoras
de animais do solo
2.2 Saúde do Solo
2.3 Benefícios da Biodiversidade do solo.
2.4 Fauna edáfica como agente e reflexo do uso e manejo do solo
2.5 Métodos de Coletas Fauna do Solo
2.6 Aula Prática no Laboratório: Métodos de extração de artrópodes, armazenamento dos organismos
da fauna do solo
2.7 Ecotoxicologia terrestre
BIBLIOGRAFIA
Básica
MADIGAN, Michael T. ... et al; STAHL, David A. Microbiologia de Brock. 14.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2016. 1006 p.
DOBEREINER, Johanna. A biologia do solo na agricultura brasileira. Brasilia: EMBRAPA: Unidade de
Apoio ao Programa Nacional de Pesquisa em Biologia do Solo, 1986. EMBRAPA-
UAPNPBSDocumentos 29p. (EMBRAPA-UAPNPBS.Documentos, 2)
MOREIRA, F. M. S., et al. Manual de Biologia dos Solos Tropicais: Amostragem e Caracterização da
Biodiversidade. v. 1. Lavras-MG: Ed. UFLA. 2010. 368p.
Complementar
219
_______________________________________
Profa. Dra. PAULA NEPOMUCENO CAMPOS
Coordenadora
Curso de Graduação de Licenciatura em CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
na modalidade a distância.
PORTARIA Nº 2006/2023 - REITORIA
220
REFERÊNCIAS
LEI n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Disponível em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acessado em 31 de 15 de setembro de 2022.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n° 9.394, de 24 de dezembro de 1996. Brasília,DF: Senado,
1996. Disponível em https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acessado em 15 de abril de 2023.
PARECER CNE/CES n.º 1301, de 6 de novembro de 2001, Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Ciências Biológicas. Disponível em http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2001/pces1301_01.pdf. Acessado em
14 de setembro de 2022.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino da História
Afro-Brasileira e Africana. Brasília: SECAD/ME, 2004. Disponível em
https://download.inep.gov.br/publicacoes/diversas/temas_interdisciplinares/diretrizes_curriculares_nacionais_para_
a_educacao_das_relacoes_etnico_raciais_e_para_o_ensino_de_historia_e_cultura_afro_brasileira_e_africana.pdf.
Acessado em 15 de abril de 2023.
DECRETO N.° 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que dispõe sobre a oferta obrigatória de Língua Brasileira de Sinais
(LIBRAS) para Licenciatura. Disponível em https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2005/decreto-5626-22-
dezembro-2005-539842-publicacaooriginal-39399-pe.html. Acessado em 10 de outubro de 2022.
Parecer CNE/CES Nº 261/2006 Dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá
outras providências. Disponível em http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pces261_06.pdf. Acessado em 23 de
abril de 2023.
LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes. Disponível em
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm. Acessado em 10 de abril de 2022.
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE ABRIL DE 2009, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à
integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física,
Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade
presencial. Disponível em http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rces004_09.pdf. Acessado em 20 de setembro de
2022.
DIRETRIZES GERAIS DO PROGRAMA REUNI – Reestruturação e Expansão das Universidades Federais, 2007.
Disponível em http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/diretrizesreuni.pdf. Acessado em 10 de maio de 2023.
RESOLUÇÃO CONAES n.º 01 de 17 de junho de 2010, que normatiza o Núcleo Docente Estruturante. Disponível
em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=6885-resolucao1-2010-
conae&category_slug=outubro-2010-pdf&Itemid=30192. Acessado em 21 de junho de 2022.
BRASIL. Resolução Nº 02, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Ambiental. Disponível em http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp002_12.pdf. Acessado em 15 de abril
de 2023.
BRASIL. Resolução Nº 01, de 30 de maio de 2012, que estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos
Humanos. Disponível em http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp001_12.pdf. Acessado em 15 de abril de 2023.
Lei Nº 13.005, DE 25 DE JUNHO DE 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providencias.
Disponível em https://siteal.iiep.unesco.org/sites/default/files/sit_accion_files/10338.pdf. Acessado em 23 de abril de
2023.
DECRETO n.º 8.752, DE 9 DE MAIO DE 2016, que dispõe sobre a Política Nacional de Formação dos Profissionais
da Educação Básica. Disponível em
https://bibliotecadigital.economia.gov.br/bitstream/123456789/969/1/DECRETO%20N%c2%ba%208.752%2c%20
DE%209%20DE%20MAIO%20DE%202016.pdf. Acessado em 22 marco de 2023.
RESOLUÇÃO CNE/CES n.º 7, de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação
Superior Brasileira. Disponível em
https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/pdf/CNE_RES_CNECESN72018.pdf. Acessado em 20 de abril
de 2022.
MANUAL PARA CLASSIFICAÇÃO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E SEQUENCIAIS: CINE Brasil. Brasília:
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Ministério da Educação (2019). Disponível
em
https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educacao_superior/manual_para_
classificacao_dos_cursos_de_graducacao_e_sequenciais_cine_brasil.pdf. Acessado em 03 de outubro de 2022.
RESOLUÇÃO CNE/CP n.º 2, de 20 de dezembro de 2019, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial
de Professores da Educação Básica (BNC-Formação). Disponível em http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-
2019-pdf/135951-rcp002-19/file. Acessado em 30 de abril de 2022.
RESOLUÇÃO CNE/CP n.º 1, de 27 de outubro de 2020, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Formação Continuada de Professores da Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação
Continuada de Professores da Educação Básica. Disponível em http://portal.mec.gov.br/docman/outubro-2020-
pdf/164841-rcp001-20/file. Acessado em 10 de janeiro de 2023.
PORTARIA n.º 402, DE 23 DE AGOSTO DE 2021, que sobre diretrizes de prova e componentes específicos da área
de Ciências Biológicas, modalidade Licenciatura, no âmbito do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes
223
REDE DE BIBLIOTECAS DA Ufra. Normas para padronização de trabalhos acadêmicos / - Belém: Universidade
Federal Rural da Amazônia, 2021. 38 p.: il.
APÊNDICES
Apêndice A - Formulários Preenchidos de Plano de Transição Curricular
Apêndice B - Normas de ESO
Apêndice C - Normas de TCC
Apêndice D - Normas de Atividades Complementares
225
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA – UFRA
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS- LICENCIATURA
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º - O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório (ESO) é uma atividade curricular obrigatória do
Curso de Ciências Biológicas – Modalidade Licenciatura e será planejado, orientado e avaliado com a finalidade
de possibilitar ao estudante a ação-reflexão-ação dos fundamentos teóricos, didáticos e metodológicos do
referido curso.
Art. 2º - O ESO faz parte do Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Biológicas (PPC) e será conduzido por
este conjunto de normas e procedimentos e pela legislação vigente sobre estágio.
Art. 3º - O ESO do curso de Ciências Biológicas - Licenciatura contabiliza 408 horas, distribuídas igualmente
em Estágio Curricular Obrigatório I, II, III e IV que serão realizados do 4º ao 7º semestre.
Art. 4º - O ESO do curso de Ciências Biológicas – Licenciatura não cria vínculo empregatício, visto que o
estágio em questão não poderá garantir vínculo empregatício aos discentes que dele participarem dos campos
de estágio.
231
Art. 5º - O ESO do curso de Ciências Biológicas - Licenciatura deve ser coordenado, administrado e
supervisionado pela Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso e Estágio Supervisionado Obrigatório
(CTES), pelo Coordenador(a) do curso e pelos professores orientadores do estágio e pelo supervisor local.
CAPÍTULO II
DOS DISPOSITIVOS LEGAIS
Art. 6º- O presente manual foi apreciado em reunião do Colegiado do Curso e pelo Núcleo Docente Estruturante
e vinculado ao PPC e as legislações: Lei nº 11. 788/2008, Diretrizes Curriculares para os Cursos de Ciências
Biológicas (Parecer CNE/CES nº 1.301/2001), Resolução nº 2 de 01 de julho de 2015, Regulamento de Ensino
da Universidade Federal Rural da Amazônia (Resolução do CONSEPE nº 243 de 11 de fevereiro de 2015).
Art. 7º - O ESO é componente obrigatório da organização curricular das licenciaturas, sendo uma atividade
específica intrinsecamente articulada com a prática e com as demais atividades de trabalho acadêmico, tendo
como objetivos:
.– Proporcionar, aos discentes, oportunidades de desenvolver saberes, habilidades e competências junto ao seu
campo profissional;
.– Permitir, ao discente, vivência de situações-problema e pré-profissionais nas diferentes áreas de atuação do
curso;
.– Preparar o discente para o exercício da profissão mediante o desenvolvimento de atividades referentes à área
de opção do estágio;
.– Proporcionar aproximação dos docentes e discentes com as situações – problema presentes no ambiente campo
do estágio motivando reflexões, visando o processo de ensino-aprendizagem e atualização da formação
proporcionada pelo curso;
.– Promover a participação em conselhos de classe e reuniões de professores das escolas de Educação Básica e
Fundamental.
.– Promover integração entre a UFRA e entidades, órgãos, secretarias, escolas públicas e privadas.
232
CAPÍTULO IV
DOS CAMPOS DE ESTÁGIOS
Art. 8º - O ESO do Curso de Ciências Biológicas - Licenciatura poderá ser realizado em espaços escolares e
não escolares e com acompanhamento do professor(a) orientador do estágio.
§ 1° - escolas de Educação Básica em parceria entre UFRA, Secretaria de Educação do município e Secretaria
de Educação do Estado.
§ 2° - espaços não escolares que desenvolvam atividades na área de formação do curso (museus, planetários,
laboratório de pesquisa, empresas, hospitais e espaços não institucionalizados) parceiras da UFRA.
§ 3° - O inciso II do Art. 79 do Regulamento de Ensino da UFRA estabelece a ativação do seguro contra
acidentes pessoais que possam ocorrer durante o cumprimento da atividade em questão dentro ou fora da UFRA
durante o desenvolvimento do estágio obrigatório.
Art. 9°- Consideram-se como campo de estágio as instituições públicas ou privadas que apresentem condições
básicas para vivenciar situações reais de trabalho docente, técnico e político-pedagógico que propiciem o
aprimoramento profissional, mediante aprofundamento teórico-prático na respectiva área de trabalho.
CAPÍTULO V
DA MATRÍCULA E DO PLANO DE ESO
Art. 10- Para iniciar as atividades no campo de estágio o discente deverá solicitar sua matrícula via coordenação
através do formulário de solicitação de matrícula no ESO e apresentar o plano de ESO (Anexo1).
§ 1° - O plano de Estágio deve ser elaborado pelo discente com auxílio do supervisor, e apresentado à CTES
para avaliação e aprovação.
§ 2° O plano de Estágio refere-se ao plano de Trabalho para a realização do ESO, sendo obrigatório em cada
ESO.
§ 3° - Cada discente deverá apresentar no campo de estágio a carta de apresentação (Anexo 2).
§ 4°- Os prazos para entrega de tais documentos devem seguir o cronograma estabelecido pela CTES.
CAPÍTULO VI
DA DISTRIBUIÇÃO E DA FORMA DO ESTÁGIO
233
Art. 11- O ESO deve ter carga horária mínima, conforme Resolução nº 2 de 01 de julho de 2015, de 400h
(quatrocentas horas) para todos os cursos na modalidade Licenciatura, porém para atender o Regimento de
Ensino da UFRA foi contabilizada uma carga horária mínima de 400 h.
§ 1º - A carga horária será de 400 horas, distribuída conforme matriz curricular do Projeto Pedagógico do Curso
(PPC).
I - 100 h –– ESO em Ciências I, realizado no quarto semestre do curso.
II - 100 h –ESO em Ciências II – realizado no quinto semestre do curso.
III - 100 h – ESO em Biologia I – realizado no sexto semestre do curso.
IV - 100 h – ESO em Biologia II – realizado no sétimo semestre do curso.
§ 2º - A carga horária total de cada Estágio Supervisionado deverá ser dividida de acordo com o planejamento
para o desenvolvimento das atividades referentes a cada estágio. Desta forma a carga horária total fica dividida
em 3 partes: 10h de planejamento junto com o orientador, 80h de estágio no espaço escolar/não escolar onde
será desenvolvido o estágio e 8h para o seminário de troca de experiências no final de cada semestre, totalizando
100h. Dentro do espaço escolar/não escolar onde será desenvolvido o estágio a carga horária pode ser dividida
em diversas atividades que estão discriminadas nos parágrafos 4º, 5º, 6º e 7º do artigo 11 deste documento.
§ 3º - A realização dos estágios deverá preferencialmente seguir a ordem dos incisos §4°, §5°, §6° e §7°. No
entanto, exceções serão aceitas pela CTES comprovando a impossibilidade de seguir o proposto na presente
norma que deveram ser submetidas a aprovação no início do estágio.
§ 4º - No 4º semestre, cada acadêmico deve realizar observação e docência em escolas do 6º ao 9º ano do Ensino
Fundamental. Na instituição o acadêmico deverá acompanhar as aulas do professor que atua na área de sua
formação, assim como setores administrativos e pedagógicos. Devem ser realizadas observações e docência,
bem como, o desenvolvimento de atividades extraclasse como planejamento docente, participação em reuniões
de conselho de classe, reuniões de pais e mestres e demais atividades relativas ao estágio.
§ 5º - No 5º semestre, o acadêmico deverá desenvolver atividades de regência, docência do 6º ao 9º ano do
Ensino Fundamental nas diferentes modalidades de ensino. Deve ser avaliado pelo professor do estágio o
planejamento de ensino para execução da regência.
§ 6º - No 6º semestre, cada acadêmico deverá realizar observação e docência em escolas que ofereçam o Ensino
Médio. Na instituição o acadêmico deverá acompanhar as aulas do professor que atua na área de sua formação,
234
assim como setores administrativos e pedagógicos. Devem ser realizadas observações, docência e o
desenvolvimento de atividades extraclasse como planejamento docente, participação em reuniões de conselho
de classe, reuniões de pais e mestres e demais atividades relativas ao estágio.
§ 7º - No 7º semestre, cada acadêmico deve desenvolver atividades de regência, docência e monitoria no 1º, 2°
e 3º ano do Ensino Médio em diferentes modalidades de ensino. Deve ser avaliado pelo professor do estágio o
planejamento de ensino para execução da regência.
§ 8º - O desenvolvimento de cada estágio deve seguir as diretrizes e o objetivo do Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório.
Art. 12 - A frequência do ESO de cada discente será contabilizada de acordo com o planejamento para a
realização das atividades referente a cada ESO e da orientação, utilizando-se a ficha de frequência de estágio
(Anexo 3), sendo necessário no mínimo 75% de frequência no campo de estágio.
§ 1°- A avaliação do ESO é de responsabilidade do professor(a) formador(a) orientador(a) que poderá valer-se
de pareceres escritos e informações transmitidas pelos supervisores nos campos de estágio.
§ 2° - Conforme a Resolução do Resolução nº 2 de 01 de julho de 2015, os portadores de diploma de licenciatura
com exercício comprovado no magistério e exercendo atividade docente regular na educação básica poderão ter
redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo de 100 (cem) horas.
§ 3° - O discente portador de diploma de licenciatura com exercício comprovado no magistério e exercendo
atividade docente regular na educação básica deverá desenvolver e cumprir a carga horária prevista no § 2° do
artigo 12° em turma diferente da que leciona.
Art. 13 – O desenvolvimento do Estágio em espaços não escolares deve ser cuidadosamente planejado e
executado mediante comprovação de apoio logístico da UFRA e/ou da Secretaria da Educação do município.
Parágrafo único: As atividades desenvolvidas em espaços não escolares devem ser relacionadas do Ensino de
Ciências e/ou Biologia, de acordo com os parágrafos § 3°, § 4°, § 5° e § 6 do artigo 11.
Art. 14- Cada discente deverá elaborar um plano de estágio (Anexo 1) que deverá ser entregue, mediante
cronograma pré-estabelecido, ao professor(a) formador(a) orientador(a) do estágio.
§ 1° - Ao final de cada estágio, o discente deverá entregar o relatório final de estágio de acordo com o modelo
235
(Anexo 5).
§ 2° - Após as avaliações de cada relatório final de estágio, o professor orientador deverá encaminhar à CTES
o relatório final de estágio de cada discente.
§ 3° - Por não haver Prova Substitutiva (PS) ou Nota de Avaliação Final (NAF) na avaliação do ESO, o discente
avaliado com nota inferior a seis (6) deverá refazer o mesmo no semestre subsequente.
§ 4° Os critérios para avaliação do ESO serão determinados pela CTES.
CAPÍTULO VII
DOS RESPONSÁVEIS PELO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
Seção I
Do coordenador e da Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso e Estágio Supervisionado
Obrigatório (CTES)
Art. 15 - A Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES) é parte
integrante da coordenadoria do curso que deve coordenar, administrar, supervisionar e avaliar as atividades
relativas ao desenvolvimento do ESO, seguindo as diretrizes do artigo 71, incisos I, III e IV da Resolução
CONSEPE nº 243, de 11 de fevereiro de 2015.
Seção II
Do professor orientador do Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO)
Art. 16 - O professor orientador deve orientar e acompanhar o desenvolvimento do estágio através do Plano de
Estágio de cada discente (Anexo 1).
§ 2° Ao final de cada estágio, o professor orientador deverá encaminhar à coordenação do curso os relatórios
finais de Estágio de cada discente, seguindo cronograma pré-estabelecido.
Seção III
Do professor Supervisor do campo de estágio
Art. 17- O supervisor do campo de estágio deve acompanhar a frequência e o desenvolvimento do estágio e
encaminhar um parecer sobre o estágio realizado pelo discente (Anexo 4).
CAPÍTULO VIII
236
CAPÍTULO XV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 19 - Os casos não previstos neste regulamento serão decididos pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE)
e/ou Colegiado do Curso, mediante consulta, se necessário, aos órgãos competentes. Este Manual de Normas e
Procedimentos do Estágio Supervisionado do Curso de Ciências Biológicas - Licenciatura entra em vigor após
a sua aprovação pela CTES, apreciação e aprovação do Colegiado do Curso e NDE do curso de Licenciatura
em Biologia.
Cidade/PA, de__________ de .
Assinatura do Aluno
238
Cidade/PA, de__________ de .
Assinatura do Orientador
239
Capa
Folha de rosto
1. Introdução
2. Objetivos
3. Metodologia
4. Cronograma
5. Considerações finais
6. Referências
Cidade/PA, de__________ de .
Atenciosamente,
Cidade/PA, de__________ de .
Atenciosamente,
Endereço: _____________________________________________
____________________________________________
Discente
_____________________________________________
Professor-orientador
_____________________________________________
Supervisor
243
Capítulo 1 – Caracterização
1. Identificação do discente
Nome: Ano:_______Período: Turno:_______
Curso:
2. Identificação do estágio
Escola ou Instituição:
Duração: _____Início:______Término: Total de horas
Capítulo 4 – Conclusão
CAPÍTULO I - DA DEFINIÇÃO
Art. 4º. As Atividades Complementares terão sua carga horária total determinada no Projeto
Pedagógico do Curso.
Art. 5º. A carga horária de cada uma das atividades realizadas será computada de acordo com o
disposto na tabela apresentada ao final deste regulamento.
245
Parágrafo único. No caso das outras atividades a que se refere o § 2º do Art. 2º, o cômputo da
carga horária deverá ser efetuado pela CTES, procurando, na medida do possível e respeitadas
as especificidades de cada atividade, estabelecidos semelhantes ao disposto na tabela apresentada
ao final deste regulamento.
Art. 6º. Somente terão validade as Atividades Complementares desenvolvidas durante o período
de matrícula do aluno no Curso de Ciências Biológicas - Licenciatura.
Parágrafo único. Os alunos ingressantes no Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura, por
meio de transferência interna ou externa poderão registrar as Atividades Complementares
desenvolvidas em seu curso ou instituição de origem, desde que devidamente comprovadas e
seguindo os critérios previstos neste regulamento.
VII. Validar, via portal do Professor, as atividades lançadas pelos alunos, via portal do aluno.
§ 3º. Cabe ao aluno do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas:
I. Escolher o tipo de atividade que julgar pertinente para sua formação, observando o
disposto neste regulamento.
Art. 9º. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de
Ciências Biológicas - Licenciatura.
Art. 10. Este regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do Curso
de Ciências Biológicas - Licenciatura.
As atividades deverão ser cumpridas, num total de 200 horas, durante o período de
integralização do Curso de Licenciatura
Carga Carga
Requisitos para Horária Horária
Atividades
contabilização curricular Unitária Máxima
(h) (h)
Certificados de
Eventos técnico-científicos nacionais 10 30
participação
Apresentação de trabalhos em
eventos técnico-científicos na área
(congressos, simpósios, seminários e
similares)
Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes A1 a A4 (por artigo) e captura de tela do 40 80
webqualis comprovando o
extrato da revista)
Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes B4 a B5 (por artigo) e captura de tela do 20 40
webqualis comprovando o
extrato da revista)
Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes C (por artigo) e captura de tela do 10 20
webqualis comprovando o
extrato da revista)
Material publicado
Não indexados 5 10
(primeira página do artigo)
Material publicado
Livro (por livro) (Capa do livro, ficha 40 80
catalográfica)
Material publicado
(Capa do livro, ficha
Capítulo de Livro (por capítulo) 20 40
catalográfica e primeira
página do capítulo)
Material publicado
Editor/organizador de Livro (por
(Capa do livro, ficha 10 20
livro)
catalográfica)
Material publicado
Cartilhas, outros (por material) 10 40
(Capa, ficha catalográfica)
Carga Carga
Requisitos para
Horária Horária
Atividades contabilização
Unitária Máxima
curricular
h) (h)
Certificados de
Eventos técnico-científicos nacionais 10 40
participação
Apresentação de trabalhos em
eventos de caráter extensionista
(congressos, simpósios, seminários e
similares)
Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes A1 a A4 (por artigo) e captura de tela do 20 40
webqualis comprovando o
extrato da revista)
Material publicado
Qualis Capes B1 a B3 (por artigo) (primeira página do artigo 40 80
e captura de tela do
253
webqualis comprovando o
extrato da revista)
Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes B4 a B5 (por artigo) e captura de tela do 30 60
webqualis comprovando o
extrato da revista)
Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes C (por artigo) e captura de tela do 20 40
webqualis comprovando o
extrato da revista)
Material publicado
Não indexados (primeira página do 5 10
artigo)
Material publicado
Livro (por livro) (Capa do livro, ficha 40 80
catalográfica)
Material publicado
(Capa do livro, ficha
Capítulo de Livro (por capítulo) 20 40
catalográfica e primeira
página do capítulo)
Material publicado
Editor/organizador de Livro (por livro) (Capa do livro, ficha 10 20
catalográfica)
Material publicado
Cartilhas, outros (por material) (Capa, ficha 10 40
catalográfica)
CAPÍTULO I
DOS DISPOSITIVOS LEGAIS
CAPÍTULO II
DA CARACTERIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 3º O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como objetivo geral proporcionar aos
discentes a oportunidade de desenvolver hábitos de pesquisa em educação articulada aos saberes
de referência da Biologia, assim como a elaboração de um estudo de caráter técnico e/ou
científico, aprimorando a sua percepção sobre as questões biológicas e utilizando procedimentos
científicos diversificados, no encaminhamento das análises e das soluções que justifiquem a sua
formação profissional.
Art. 6º No caso de pesquisa desenvolvida utilizando infraestrutura externa à UFRA deverá ser
encaminhada à CTES a carta de anuência do setor de acolhimento à pesquisa. Os recursos
materiais para a realização do TCC externo à UFRA não são de responsabilidade desta
Instituição.
CAPÍTULO V
DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO
Art. 8º Cada professor orientador cadastrado na CTES deverá oferecer o número de vagas para
orientação, conforme estipulado previamente via edital, a ser desenvolvido o TCC
individualmente, em duplas ou até trio de discentes.
§ 1º Em caso de co-orientação, essa não será contabilizada nas vagas disponíveis para orientação
do professor cadastrado na CTES.
§ 2º Poderão atuar como orientadores de TCC docentes que tenham ingressado por meio de
processo seletivo simplificado da categoria e possua contrato em vigência compatível com o
tempo de orientação do TCC.
§ 3º Membros externos poderão atuar como co-orientadores, com a anuência do orientador, desde
que possuam, no mínimo, título de especialista.
CAPÍTULO VI
DA DURAÇÃO E CARGA HORÁRIA
Art. 10. O TCC será computado conforme estabelece o Projeto Pedagógico do Curso (PPC)
obedecendo a carga horária atribuída no último semestre do curso de acordo com a Matriz
Curricular do PPC, que neste caso é de 120 horas.
CAPÍTULO VII
DA OFERTA E EXECUÇÃO DA DISCIPLINA TCC
Art. 12. Poderá matricular-se na disciplina TCC, o discente que estiver aprovado em todas as
disciplinas do Curso até o 7º semestre da matriz curricular, sem pendências de créditos não
cumpridos.
Art. 13. O discente deverá submeter a carta de aceite do orientador (Anexo I) e o pré-projeto de
TCC à apreciação do professor orientador (Anexo II), até 60 (sessenta) dias antes do período de
matrícula do último semestre letivo do curso, segundo calendário acadêmico da UFRA. Os
documentos deverão ser entregues via protocolo da UFRA/ UAB.
Art. 14. Os encontros entre orientador e orientando(s) devem ser intercalados com as
disciplinas do semestre de execução do TCC, correspondendo pelo menos a 4 (quatro) encontros
online mensais.
Parágrafo Único. Caso orientador ou discente(s) necessite estar afastados fisicamente do local
de execução do projeto durante o desenvolvimento do TCC, deverá ser utilizada a plataforma
SIGAA para as orientações e/ou demais plataformas de comunicação digital.
Art. 15. A cada encontro o orientador deverá preencher a ficha de acompanhamentode orientação
(Anexo III) com as devidas assinaturas, e o mesmo deverá entregá-la mensalmente à CTES
juntamente com o fechamento das notas.
Art. 16. O orientador deverá encaminhar à CTES (via protocolo da UFRA/UAB) uma cópia do
TCC em formato .pdf até 20 (vinte) dias antes da data prevista para a defesa, conforme o
calendário estabelecido pela Coordenadoria do Curso. Registra-se que a data das defesas devem
ser agendadas em até 20 (vinte) dias antes do término do semestre letivo.
CAPÍTULO VIII
DO CAMPO E DAS FORMAS DE TCC
258
Art. 17. O TCC deverá ser desenvolvido nas diferentes áreas de atuação e interessedo Curso de
Ciências Biológicas – Licenciatura, conforme as temáticas norteadoras dessa formação e deverá
ser um trabalho organizado conjuntamente pelo discente e pelo seu orientador.
Art. 18. O TCC deve ser considerado como um exercício de formulação e sistematização de
ideias, de aplicação dos métodos de investigação científica, podendo assumir a forma de uma
revisão de literatura sobre um assunto, de uma discussão teórica e crítica sobre um tema
doutrinário, assim como pesquisa de campo.
Art. 19. O TCC deve ser desenvolvido em forma de monografia ou em formato de artigo
publicado em revista com qualis CAPES equivalente ou superior a B3, contendo critérios,
procedimentos e mecanismos de avaliação e diretrizes técnicas relacionados à sua elaboração.
Art. 20. Após 07 (sete) dias úteis passados da data da defesa, a versão final corrigida do TCC
deverá ser entregue, via protocolo da UFRA/UAB, em 02 (duas) cópias em formato impresso,
de acordo com as normas da Biblioteca Central da UFRA, assim como uma versão em formato
pdf gravado em mídia CD.
CAPÍTULO IX
DA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO
Art. 21. A disciplina de TCC I será ministrada pelo docente com conhecimento em métodos e
técnicas de pesquisa, construção do projeto de monografia e outras dimensões de cunho teóricos
e metodológicos que envolvem o campo investigativo do licenciado em Biologia. A disciplina
de TCC II será acompanhada pelo professor/orientador, por meio do formulário de
acompanhamento de orientação do TCC (Anexo III).
UFRA/UAB;
V - estar disponível para atendimento e orientação aos discentes à distância,por meio
da plataforma SIGAA e/ou de demais plataformais digitais de comunicação;
VI - participar como membro das bancas examinadoras para as quais forindicado
pela CTES;
VII - estar presente no dia da defesa do TCC.
260
CAPÍTULO XI
DAS OBRIGAÇÕES E DIREITOS DOS DISCENTES
CAPÍTULO XII
DA AVALIAÇÃO DO TCC
Seção I
Da Banca Examinadora
Art. 26. O TCC deverá ser defendido em sessão pública, perante banca examinadora constituída
pelo professor orientador e dois professores examinadores, podendo haver professores como
261
Art. 27. A banca examinadora deve ser sugerida pelo orientador, utilizando Ficha de
Agendamento de Defesa (ANEXO IV) e homologada em reunião da CTES.
Seção II
Da Defesa do TCC
Art. 28. A defesa do TCC será aberta ao público e deverá ocorrer no âmbito das instalações dos
polos da UFRA/UAB ou na modalidade online
Art. 30. Ao avaliar o trabalho, a banca examinadora levará em conta os critérios contidos no
Roteiro de Avaliação (Anexo VII).
Art. 31. Encerrada a defesa do TCC, a banca examinadora, sem a presença do discente e do
público, deverá se reunir para atribuir a nota, de 0,0 (zero) a 10,0(dez), segundo os critérios
de avaliação da CTES constantes no (Anexo VII). A nota final da defesa do TCC será a média
aritmética de cada avaliador.
§ 1º Será considerado aprovado o discente que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis), mesmo
que a banca examinadora tenha sugerido correções.
0
§ 2º O TCC, após possíveis correções e ajustes apontados pela banca examinadora,deverá ser
entregue à CTES em 02 (duas) cópias na versão impressa e 01 (uma)em formato .pdf,
conforme o Art. 20º.
§ 3º O não cumprimento do § 2º deste artigo impedirá o discente de integralizar o curso.
Art. 32. A ata da defesa do TCC (Anexo VIII) deve ser assinada por todos os membros da
banca examinadora.
CAPÍTULO XIII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 33. O TCC não oferece oportunidade de Prova Substitutiva (PS) ou Nota de Avaliação
Final (NAF) e os discentes que não lograrem êxito deverão novamente cursar a referida
disciplina, respeitada a legislação vigente.
Cidade/PA, de de _______.
1
ANEXOS
ANEXO I
CARTA DE ACEITE DE ORIENTAÇÃO
Assinatura: _________________________________
Prof(a):____________________________________
2
Discente(s):
Título do Pré-Projeto:
ITENS Nota
1. Título
2. Introdução
3. Objetivos
4. Metodologia
5. Cronograma
6. Apresentação do projeto
MÉDIA
Data: _____/_____/______
_______________________________
3
Assinatura do Orientador(a)
ANEXO III
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DE ORIENTAÇÃO
______________________________________________________________
Assinatura do Professor Orientador
ANEXO IV
FICHA DE AGENDAMENTO DE DEFESA DE TCC
___________________________________________________________________________
_ do discente(s):
NOME MATRICULA
Data: / /
_____________________________________
Assinatura do Orientador(a)
ANEXO V
Eu, _______________________________________________________________
(orientador/a) declaro perante a Comissão de TCC que todos os ajustes sugeridos e correções
exigidas pela banca examinadora, no ato da defesa do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
foram realizadas pelo discente:
NOME MATRÍCULA
5
Podendo o mesmo ser entregue em todos os formatos que estão dispostos nas Normas que
regulamentam o TCC do Curso de Ciências Biológicas - Licenciatura, e no Regulamento de
Ensino da UFRA.
______________________________
Assinatura do orientador(a)
6
ANEXO VI
ROTEIRO DE AVALIAÇÃO
Discente(s):
Título do TCC:
Avaliador:
Instituição/Instituto: Maior Formação:
E-mail:
ITENS Nota
1. Produção intelectual
2. Domínio do tema abordado
3. Capacidade de formulação e sistematização das ideias
4. Aplicação adequada da metodologia
5. Discussão e a racionalidade dos resultados apresentados
6. Habilidade de redigir e de se expressar verbalmente
7. Uso adequado do tempo
8. Uso adequado de aparelho áudio-visual
MÉDIA
VII Produção intelectual do aluno: de acordo com a temática proposta, o(s) aluno(s)
procurou(am) fontes de pesquisa? As referências são atualizadas?
VIII Domínio do tema abordado: o conhecimento do assunto exposto e habilidade para
responder às perguntas;
IX Capacidade do aluno de formulação e sistematização das ideias: a sequência entre a fala
e a exposição visual das ideias, bem como o arranjo das partes (introdução, desenvolvimento
do trabalho, conclusão);
X Aplicação adequada da metodologia de pesquisa científica quando for o caso: de acordo
com o método e delineamento propostos;
7
Data: _____/_____/______
_______________________________
Assinatura do Avaliador(a)
ANEXO VII
Nomes Notas
Presidente:
Instituição: CPF:
E-mail: Titulação:
Membro 1:
Instituição: CPF:
E-mail: Titulação:
Membro 2:
Instituição: CPF:
E-mail: Titulação:
Média Final =
COMENTÁRIOS DA BANCA:
COMPOSIÇÃO DA BANCA:
PRESIDENTE ____________________________________________
MEMBRO 1 ______________________________________________
MEMBRO 2 ________________________________________