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PPC Licenciatura em Ciências Biológicas EAD

O Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFRA, na modalidade a distância, foi elaborado com base em normativas legais e apresenta a primeira atualização desde sua implantação. O documento inclui informações sobre a estrutura curricular, objetivos do curso, perfil do egresso e metodologias de ensino. Além disso, aborda aspectos regulatórios e a gestão do curso, visando garantir a qualidade da formação oferecida.

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0

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
NÚCELO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD
CAMPUS BELÉM / INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL E DOS RECURSOS HÍDRICOS -
ISARH

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)


Curso de Graduação de Licenciatura em

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
na modalidade a distância

Campus Belém
2023
1

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA

Profa. Dra. Herdjania Veras de Lima


Reitora da UFRA

Prof. Dr. Jaime Viana de Sousa


Vice-Reitor

Prof. Dr. João Almiro Corrêa Soares


Pró-Reitor de Ensino de Graduação

Profa. Dra. Gisele Barata da Silva


Pró-Reitora de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico

Profa. Ma. Alessandra Epifânio Rodrigues


Pró-Reitora de Extensão

Profa. Dra. Gilmara Maureline Teles da Silva Oliveira


Pró-Reitora de Planejamento e Desenvolvimento Institucional

Prof. Dr. Emerson Cordeiro Morais


Pró-Reitor de Administração e Finanças

Prof. Dr. Jefferson Modesto de Oliveira


Pró-Reitor de Gestão de Pessoas

Profa. Dra. Jamile Andréa Rodrigues da Silva


Pró-Reitora de Assuntos Estudantis

Prof. Dr. Igor Guerreiro Hamoy


Diretor do Instituto Socioambiental e dos Recursos Hídricos

Profa. Dra. Telma Fátima Vieira Batista


Diretora do Instituto de Ciências Agrárias

Prof. Dra. Michelle Velasco Oliveira da Silva


Diretora do Instituto da Saúde e Produção Animal

Prof. Dr. Pedro Silvestre da Silva Campos


Diretor do Instituto Ciberespacial

Prof. Dr. Joaquim Alves de Lima Junior


2

Diretor do Campus de Capanema

Profa. Dra. Francisca das Chagas Bezerra de Araújo


Diretora do Campus de Capitão Poço

Prof. Dr. César Augusto Tenório de Lima


Diretor do Campus de Paragominas

Prof. Dr. Vicente Filho Alves Silva


Diretor do Campus de Parauapebas

Profa. Dra. Aline Medeiros Lima


Diretora do Campus de Tomé-Açu

Profª Luciana Maria de Oliveira


Diretora do Núcleo de Educação a Distância
3

Colegiado de Curso
PORTARIA Nº 48/2023 - ISARH (15.06.40)
4
5
6

Núcleo Docente Estruturante (NDE)


PORTARIA Nº 105/2023 - PROEN (15.06.43)
7

SUMÁRIO
PARTE I – APRESENTAÇÃO 8
1.1 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL E DO CURSO 10
1.2 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO 10
1.3 ESTRATÉGIA INSTITUCIONAL 12
1.4 CONTEXTO EDUCACIONAL 16
PARTE II – DIMENSÕES ESTRUTURAIS DO PPC 19
DIMENSÃO 1 - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 22
1.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO 22
1.2 OBJETIVOS DO CURSO 22
1.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO 31
1.4 ESTRUTURA CURRICULAR 37
1.5 CONTEÚDOS CURRICULARES 45
1.6 METODOLOGIA 46
1.7 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 51
1.8 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO – relação com a rede de escolas 52
da educação básica
1.9 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO – relação teoria e prática 53
1.10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 53
1.11 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) 54
1.12 APOIO AO DISCENTE 55
1.13 GESTÃO DO CURSO E OS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E 61
EXTERNA
1.14 ATIVIDADES DE TUTORIA 62
1.15 CONHECIMENTOS, HABILIDADES E ATITUDES ÀS ATIVIDADES DE 65
TUTORIA
1.16 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC) NO 65
PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
1.17 AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA) 66
1.18 MATERIAL DIDÁTICO 67
1.19 PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS 68
PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
1.20 NÚMERO DE VAGAS 69
1.21 INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO 69
1.22 ATIVIDADES PRÁTICAS DE ENSINO PARA LICENCIATURAS 70
DIMENSÃO 2 – CORPO DOCENTE E TUTORIAL 71
2.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE 72
2.2 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR 73
2.3 ATUAÇÃO DO COORDENADOR 75
2.4 REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DE CURSO 77
2.5 CORPO DOCENTE: TITULAÇÃO 78
2.6 REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO 78
2.7 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 78
2.8 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA SUPERIOR 78
2.9 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO A 79
DISTÂNCIA
2.10 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA TUTORIA NA EDUCAÇÃO A 79
DISTÂNCIA
2.11 ATUAÇÃO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE 79
2.12 TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO CORPO DE TUTORES DO CURSO 80
8

2.13 INTERAÇÃO ENTRE TUTORES (PRESENCIAIS - QUANDO FOR O CASO 80


- E A DISTÂNCIA), DOCENTES E COORDENADORES DE CURSO A
DISTÂNCIA
2.14 PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA 81
DIMENSÃO 3 – INFRAESTRUTURA 81
3.1 ESPAÇO DE TRABALHO PARA DOCENTES EM TEMPO INTEGRAL 81
3.2 SALA COLETIVA DOS PROFESSORES 82
3.3 ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA 82
3.4 BIBLIOGRAFIA BÁSICA POR UNIDADE CURRICULAR (UC) 83
3.5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR POR UNIDADE CURRICULAR (UC) 84
3.6 LABORATÓRIOS DIDÁTICOS DE FORMAÇÃO BÁSICA 84
3.7 LABORATÓRIOS DIDÁTICOS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA 85
3.8 PROCESSO DE CONTROLE DE PRODUÇÃO OU DISTRIBUIÇÃO DE 86
MATERIAL DIDÁTICO (LOGÍSTICA)
3.9 AMBIENTES PROFISSIONAIS VINCULADOS AO CURSO 87
PARTE III – RELATÓRIO DE ADEQUAÇÃO DE BIBLIOGRAFIA 87
I – Acervos Bibliográficos no âmbito da Ufra 87
1.1 Política de Acesso aos Acervos Bibliográficos da Ufra 87
1.2 Acervos Tombados e Informatizados da Ufra 88
II – Acervos Bibliográficos no âmbito do Curso 89
2.1 Acervos da Bibliografia Básica 90
2.2 Acervos da Bibliografia Complementar 90
2.3 Quantitativo de Acervos da Bibliografia Básica e Complementar do Curso 90
III – Matriz Curricular – Representação gráfica da Estrutura Curricular apresentada na 90
PARTE II-PPC
IV – Programa de Componentes Curriculares – Identificação e Pré-requisitos; Carga 94
Horária; Objetivos e Metodologia; Ementa e Conteúdo programático; e Bibliografia
Básica e Complementar
REFERÊNCIAS 221
APÊNDICES 224
Apêndice A - Formulários Preenchidos de Plano de Transição Curricular 225
Apêndice B - Normas de ESO 230
Apêndice C - Normas de Atividades Complementares 244
Apêndice D - Normas de TCC 255
9

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)


CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
CAMPUS BELÉM/UFRA

PARTE I - APRESENTAÇÃO

O Projeto Pedagógico do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFRA (PPC


LCB/EAD), modalidade a Distância foi elaborado com base em normativas legais, tais como:
1. Diretrizes gerais do programa REUNI – Reestruturação e Expansão das Universidades
Federais. (disponível em
http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/diretrizesreuni.pdf);
2. LEI n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB);
3. PARECER CNE/CES n.º 1301, de 6 de novembro de 2001, Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Ciências Biológicas;
4. DECRETO N.º 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que dispõe sobre a oferta obrigatória
de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para Licenciatura;
5. RESOLUÇÃO CONAES n.º 01/2010 e Ofício Circular do
MEC/INEP/DAES/CONAES n.º 000074/2010, que estabelecem o Núcleo Docente
Estruturante;
6. Regulamentação da Profissão de Biólogo Leis n.º 6.684/79 e 7.017/82 e Decreto n.º
88438/83, levando em consideração reflexões contidas no parecer CFBio n.º 01/2010;
7. DECRETO n.º 8.752, DE 9 DE MAIO DE 2016, que dispõe sobre a Política Nacional
de Formação dos Profissionais da Educação Básica;
8. BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR de dezembro de 2017, que dispõe sobre
aprendizagens essenciais a serem desenvolvidas em todos os níveis de ensino da
Educação Básica;
9. RESOLUÇÃO CNE/CES n.º 7, de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes
para a Extensão na Educação Superior Brasileira;
10. Manual para classificação dos cursos de graduação e sequenciais: CINE Brasil. Brasília:
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Ministério da
Educação (2019);
11. RESOLUÇÃO CNE/CP n.º 2, de 20 de dezembro de 2019, que define as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de Professores para a Educação Básica
10

e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação


Básica (BNC-Formação);
12. RESOLUÇÃO CNE/CP n.º 1, de 27 de outubro de 2020, que dispõe sobre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação Continuada de Professores da Educação Básica
e institui a Base Nacional Comum para a Formação Continuada de Professores da
Educação Básica;
13. Instrumentos de avaliação contidos nas diretrizes do SINAES – Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior;
14. PORTARIA n.º 402, DE 23 DE AGOSTO DE 2021, que sobre diretrizes de prova e
componentes específicos da área de Ciências Biológicas, modalidade Licenciatura, no
âmbito do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), edição 2021.

A parte I do PPC contempla a Apresentação (Institucional e do Curso); Marco


Regulatório (Quadro 1), Histórico da Ufra; Estratégia Institucional e Contexto Educacional.
Este documento apresenta a primeira atualização do Projeto Pedagógico do Curso Licenciatura
em Ciências Biológicas na Modalidade a Distância desde seu Desenvolvimento, Implantação,
Metodologia e Logística na modalidade de educação a distância.

Quadro 1. Marco regulatório do curso.

MARCO REGULATÓRIO DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE


LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

ATOS
SITUAÇÃO - AUTORIZATIVOS/DOCUMENTOS -
Observação/
TIPOS DE ATOS EXPEDIDOS
Descrição
AUTORIZATIVOS Conselhos de
Ufra MEC
Classe/Outros
Autorização de Curso
EAD. Código da
Avaliação: 118821.
. 18/03/2015 a
Criação de Curso Criação do curso: Resolução No. 21/03/2015
218 de 10 de outubro de 2014
(PDI/Pactuação/contexto
Credenciamento da
socioeconômico e Início do curso: UFRA, sede Belém,
educacional) – 1 de julho de 2021 para a oferta de
Consepe/Ufra educação superior, na
modalidade a
distância.
Portaria n° 202,
060/2/2017
Comissão de Elaboração do Projeto
Coordenação Pró- Pedagógico do Curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas
Tempore de Curso, a Distância. Portaria N° 10 de
NDE, comissões... 24/09/2012
11

Designação do Núcleo Docente


Estruturante (NDE) do curso de
graduação em
Licenciatura em Ciências
Biológicas, na modalidade EaD
PORTARIA Nº 105 - 27/04/2023 -
PROEN (15.06.43)

Coordenadora do Curso de
Graduação de Licenciatura em
Ciências Biológicas EaD / Profa.
Dra. Luciana Priscila Costa Macêdo
Jardim. (Período 25/04/2022 –
01/01/2023) PORTARIA Nº 731 –
22/05/2022 - REITORIA

Coordenadora do Curso de
Graduação de Licenciatura em
Ciências Biológicas EaD / Profa.
Dra. Xiomara Franchesca García
Díaz (período 02/01/2023 –
31/08/2023)
PORTARIA Nº 1797 – 28/12/2022 -
REITORIA (11.01.17.03)

Coordenadora do Curso de
Graduação de Licenciatura em
Ciências Biológicas EaD / Profa.
Dra. Paula Nepomuceno Campos
(período 06/09/2023 – até o
momento)
PORTARIA Nº 2006 – 23/11/2023 -
REITORIA (11.01.17.03)

Comissão de
Trabalho de Conclusão de Curso e
Estágio Supervisionado Obrigatório
(CTES) do Curso de
Licenciatura Ciências Biológicas
modalidade EAD da UFRA
PORTARIA Nº 106 / 28/04/2023. -
PROEN (15.06.43)

Aprovação PPC /
Autorização de Curso –
Consepe/Ufra
Aula Inaugural/
Ato de Autorização de Instalação do curso - Calendário
Curso MEC Acadêmico (ano/semestre):
01/07/2021
Ato de Reconhecimento
de Curso MEC
Ato de Renovação de
Reconhecimento de
Curso
Aprovação PPC –
Consepe / Atualização de
Curso
Obs.: Todos os documentos descritos no quadro são anexos desse PPC.

1.1 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL E DO CURSO

1.1.1 DADOS GERAIS DA INSTITUIÇÃO


12

A UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA

A Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) é uma instituição de Ensino Superior,


que passou ao longo dos anos por profundas transformações, adquiriu o status de Universidade
com a promulgação da Lei nº10.611, de 23 de dezembro de 2002, em substituição à Faculdade
de Ciências Agrárias do Pará (FCAP), sucessora da Escola de Agronomia da Amazônia, criada
em 1951. O Campus Sede é instalado na cidade de Belém, capital do estado do Pará, local onde
a instituição iniciou suas funções acadêmicas. Os dados gerais sobre a instituição estão
sintetizados nos quadros abaixo, com o objetivo de identificar a UFRA e seu endereço, bem
como os dados gerais do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, modalidade EAD, com
o objetivo de identificar suas características

Universidade Federal Rural da Amazônia –


Proponente Campus Belém/Instituto Socioambiental e dos
Recursos Hídricos
Avenida Presidente Tancredo Neves, 2501,
Endereço Bairro da Terra Firme, Belém-Pará-Brasil,
CEP: 66.077-830
Endereço eletrônico https://novo.ufra.edu.br/

Itens Gerais Especificações do Curso


Perfil de Formação: Licenciatura
Bacharelado/Licenciatura
Curso de Licenciatura em Ciências
Denominação do curso (DCNs/MEC) Biológicas

Modalidade de Curso (Presencial/ Presencial com até EaD


10% EaD / EaD)
Grau acadêmico conferido Licenciado(a) em Ciências Biológicas
CH Mínima DCN/Curso:

3.780 3.200
Carga Horária Total do curso (Três mil setecentos
e oitenta horas) (três mil e
duzentas) horas
Quantidade de períodos curriculares 9

Turno de funcionamento Não se aplica


Prédio Central da Ufra - Edifício Professor
Rubens Lima. Sala das Coordenações EaD
Endereço de funcionamento
Ufra. Estr. Principal da Ufra, 2501 -
Universitário, Belém - PA, 66077-830.
Número de vagas 50 por polo
13

Forma de ingresso (processo seletivo discente) Processos Seletivos Especiais (PSE)

Regime de Oferta de Turma (semestral ou anual) Depende da Demanda

Regime de matrícula (semestral ou anual) Semestral


Tempo Mínimo de Integralização (prazo 9 semestres/4.5 anos
mínimo/ano)
Tempo Máximo de Integralização (prazo 12 semestres/6 anos
máximo/ano)
Tempo Máximo de Integralização – SAEE* 14 semestres / 7 anos
(prazo máximo/ano)
*Serviço de Atendimento Educacional Especializado - SAEE

1.2 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO

A Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), como sucessora da Faculdade de


Ciências Agrárias do Pará (Fcap), é a mais antiga instituição de ensino superior e de pesquisa
científica e tecnológica na área de ciências agrárias da região norte e tem como grande
preocupação a preservação da Amazônia, assim como sua exploração racional.
A Fcap foi criada em 1951 como Escola de Agronomia da Amazônia (EAA), quando
oferecia apenas o curso de graduação em Agronomia. A EAA foi criada para funcionar anexa
ao Instituto Agronômico do Norte (IAN), criado em 1939, em cujas instalações deveriam
coexistir, utilizando equipamentos e outros meios daquela instituição de pesquisa e incluindo
as atividades de magistério da escola recém-criada como nova atribuição do pessoal técnico do
IAN. O Conselho Federal de Educação, mediante parecer n.º 802/1971, aprovou o
funcionamento do Curso de Engenharia Florestal na EAA, o qual foi autorizado a funcionar
pelo decreto presidencial n.º 69.786/1971. Em 8 de março de 1972, por meio do decreto n.º
70.268, passou a denominar-se Faculdade de Ciências Agrárias do Pará – Fcap, estabelecimento
isolado de ensino superior diretamente subordinado ao Departamento de Assuntos
Universitários – DAU do Ministério da Educação. Posteriormente, através do decreto n.º
70.686/1972, foi transformada em autarquia de regime especial, com o mesmo regime jurídico
das universidades, e, portanto, com autonomia didática, disciplinar, financeira e administrativa.
Em 16 de março de 1973, o Conselho Federal de Educação aprovou parecer favorável ao projeto
que autoriza a criação do curso de Medicina Veterinária na Fcap, autorizado a funcionar pelo
decreto n.º 72.217/1973. No ano de 1999, foi autorizada a criação do curso de graduação em
Engenharia de Pesca com 30 vagas anuais, pela portaria MEC n.º 1135 e, em 2005, o curso é
reconhecido pela portaria do MEC n.º 3.098. O curso de Zootecnia teve sua criação autorizada
pela portaria do MEC n.º 854/2000 e reconhecida em 2005 pela portaria n.º 3.101. Esses foram
os primeiros cinco cursos de graduação da Ufra.
14

Com a oferta regular anual de 200 vagas em seus cursos de graduação, com ampliação
desse total em 50% a partir de 1994, a formação de centenas de profissionais das Ciências
Agrárias e a presença de discentes de graduação e pós-graduação de mais de 15 países, a Fcap
transpunha seus muros e precisava crescer para continuar sobrevivendo. Assim, a trajetória
bem-sucedida e frutífera na graduação e pós-graduação e, portanto, atuação relevante no ensino,
na pesquisa e na extensão no contexto regional estimularam a comunidade da Fcap a apresentar
à sociedade uma proposta de transformação de faculdade para universidade. O pedido de
transformação foi sancionado pelo Presidente da República por meio da Lei n.º 10.611, de 23
de dezembro de 2002 e publicada no Diário Oficial da União em 24 de dezembro de 2002.
Surge, assim, a Universidade Federal Rural da Amazônia – Ufra. Como universidade, a Ufra
avançou em suas conquistas durante seu processo de transformação de tal maneira que tem hoje,
em cumprimento ao que exige a legislação, Estatuto, Regimento Geral, Projeto Pedagógico
Institucional – PPI, Projeto de Desenvolvimento Institucional – PDI e Planejamento Estratégico
Institucional – PLAIN, concebidos a partir de processos democráticos e participativos,
registrando na história desta universidade um modo cidadão de governar. Os conselhos
deliberativos são estabelecidos em formato paritário de representatividade, ou seja, com
representantes de todos os setores da comunidade universitária, a saber técnicos
administrativos, docentes e discentes.
O Campus sede da Ufra, em Belém, é formado por quatro institutos temáticos, sendo as
unidades responsáveis pela execução do ensino, da pesquisa e da extensão com caráter inter,
multi e transdisciplinar em diferentes áreas do conhecimento. São eles: a) Instituto de Ciências
Agrárias (ICA); b) Instituto Ciberespacial (ICIBE); c) Instituto Socioambiental e dos Recursos
Hídricos (ISARH); e d) Instituto de Saúde e Produção Animal (ISPA). Os institutos são
constituídos por docentes, técnico-administrativos e discentes que neles exercem suas
atividades. Cada um dos institutos citados atua em funções relacionadas a seus campos do saber
e compactuam entre si para o ensino, a pesquisa e a extensão. Dentre as mudanças na Ufra, duas
alteraram, significativamente, a estrutura da Universidade tornou-se: multiáreas e multicampi.
Estas novas estruturas, ampliaram o papel social da instituição frente ao compromisso de ajudar
a desenvolver o estado do Pará e, consequentemente, a Amazônia.
Nessa linha evolutiva, a Ufra saiu do quadro de 5 (cinco) cursos ofertados, para 43
(quarenta e três) cursos de graduação, atualmente, sendo 42 (quarenta e dois) presenciais e 1
(um) a distância, distribuídos em 6 Campi, com posicionamentos estratégicos no estado do Pará,
para atender a demanda de vários municípios no entorno. Criando capital humano e social em
vários municípios do estado.
15

As perspectivas de mudança são contínuas, conforme o Plano de Desenvolvimento da


Ufra - PDI (2014-2024), a Ufra que projeta aumento do número de cursos de graduação e pós-
graduação, de professores, de discentes de graduação e de pós-graduação, de técnico
administrativos e de Campi. Plano que contempla também os núcleos universitários, com o
objetivo de atender demandas específicas dos municípios, formando uma ou mais turmas. Uma
prestação de serviço da Ufra, para atender grupos sociais excluídos do Ensino Superior, que se
encontram sem condições concretas para completarem os estudos caso a universidade não
invista nessa demanda.
A implementação dos cursos no processo de expansão demonstra uma evolução das
práticas educacionais da Ufra, conforme Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), frente
às inovações nas modalidades de ensino, presencial e EaD, e nas áreas de Conhecimento como
das Ciências Agrárias com os cursos de Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia e
Engenharias, avançando para demais áreas de conhecimento inerentes aos Institutos/Campus
como nas áreas de Ciências Sociais Aplicadas; Ciência da Computação; Ciências Humanas e
Educação; Linguística, Letras e Artes; e Ciências da Saúde.
Todas as mudanças estão assentadas na perspectiva de cumprir a missão institucional
da Ufra de “Formar profissionais qualificados, compartilhar conhecimentos com a sociedade e
contribuir para o desenvolvimento sustentável da Amazônia”. Desafios à uma universidade
sediada em uma região e estado com dimensões continentais, mas que apresenta uma evolução
grandiosa em alcance de seus objetivos com trabalhos qualitativos para melhor atender as
demandas do estado do Pará, carente em diversas áreas, conforme destacado no Planejamento
Estratégico Institucional (PLAIN) da Universidade (2014, p. 14):

“É uma Universidade reconhecida na região Norte, no Brasil e no exterior,


pela sua trajetória de formação de recursos humanos, produção de pesquisas
e difusão de conhecimentos. É considerada uma referência no ensino de
ciências agrárias da Amazônia. Conseguiu, ao longo de sua história recente,
a inserção no mercado de trabalho de 71% dos egressos entre 2002 e 2012,
sendo que 7% estão trabalhando como empreendedores e consultores e 22%
estão à procura de emprego.”

Partindo dessa constatação, a Ufra tem se consolidado em outras áreas de conhecimento


ultrapassando o antigo cenário, de formadora apenas na área de Ciências Agrárias, conquistando
novos espaços no campo educacional amazônico como a inserção de Licenciaturas,
comprovados por meio de premiações, aprovações de projetos e grandes programas na área
educacional, a exemplo do Programa de Formação de Professores para a Educação Básica
(Parfor), programa instituído para atender o disposto no artigo 11, inciso III do Decreto nº6.755,
16

de 29 de janeiro de 2009 e implantado em regime de colaboração entre a Capes, os estados,


municípios, o Distrito Federal e as Instituições de Educação Superior – IES.
Os cursos de licenciatura começaram em 2009, a partir da criação do curso de
Licenciatura em Computação, no Campus de Belém. Atualmente, a instituição possui oito
cursos presenciais de licenciatura, sendo eles em Computação (Belém e Capitão Poço), Letras
Libras (Belém), Pedagogia (Belém), Letras Língua Portuguesa (Belém e Tomé-Açu) e Ciências
Biológicas (Capanema, Tomé-Açu); e um na modalidade EaD de Ciências Biológicas (Belém).
A modalidade de ensino à distância (EaD) tem seu marco regulatório na Ufra com o
credenciamento institucional para oferta de cursos na modalidade em Educação a Distância
(EaD), conforme Portaria n.º 102/2017 (SERES/MEC); a adesão ao Programa Universidade
Aberta do Brasil (UAB), conforme Termo de Adesão de 12 de dezembro de 2017, de fomento
e incentivo à implantação de cursos de graduação EaD em polos UAB/Capes; a reestruturação
da Política de EaD da Ufra em 2022 e a adesão ao Programa Reuni, assim como a Digital de
expansão da EaD nas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) do Ministério da
Educação (MEC), também em 2022, com incentivo financeiro e de contratação docente para
atuarem na EaD da Ufra. Além de sua atuação no ensino superior regular, presencial e EaD, a
Ufra participa, ainda, por meio da Portaria GAB/CAPES n.º 220/2021, do Plano Nacional de
Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR), que desde 2010 tem como objetivo
principal garantir que os professores em exercício na rede pública de educação básica obtenham
a formação exigida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, por meio da
implantação de turmas especiais, exclusivas para os professores em exercício. O PARFOR
insere a UFRA, com turmas especiais, em 25 municípios, com 6 cursos de graduação de
Licenciatura, presenciais; desses, 4 cursos ofertados (Ciências Naturais, Computação,
Pedagogia e Letras - LIBRAS) e 2 em oferta (Ciências Biológicas e Letras - Língua
Portuguesa).
Outra iniciativa recente de ampliação da atuação da Ufra no ensino superior consiste no
Programa Forma Pará, promulgado pela Lei n.º 9.324/2021; que criou o Programa de Educação
e Formação Superior, no âmbito do Estado do Pará, sob a coordenação da Secretaria de Estado
de Ciência, Tecnologia, Educação Superior, Profissional e Tecnológica (SECTET), e auxílio
da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (FAPESPA). O programa, conhecido
como Forma Pará, tem por finalidade fomentar a expansão da oferta de cursos superiores no
Estado do Pará, como importante instrumento de superação das desigualdades inter-regionais.
A Ufra atua em sua inserção regional do Forma Pará, com ofertas de turmas especiais em 38
municípios, com 12 cursos de graduação. Desses, 10 são cursos de Bacharelado (Agronomia,
17

Sistemas de Informação, Administração, Ciências Contábeis, Engenharia Florestal, Engenharia


de Pesca, Engenharia Ambiental, Enfermagem, Medicina Veterinária e Zootecnia) e 2 são
cursos de Licenciatura (Letras/Língua Portuguesa e Computação), todos presenciais.
O capital humano da Universidade Federal Rural da Amazônia propicia, positivamente,
todas essas transformações que têm ocorrido ao longo dos anos, como o quadro de servidores
docentes da Ufra que conta com 98% de mestres e doutores, sendo 80% doutores. E, um
percentual elevado já adentrou ou está prestes a concluir o doutoramento, resultando assim
em qualificação técnica elevada, para compartilhar conhecimento.
Para alcançar todos os objetivos e metas, a Ufra não tem investido apenas no caráter
técnico de suas ações, mas também no seu sustentáculo voltado para as questões pedagógicas,
para o crescimento no âmbito das relações sociais, políticas, de inovação e criatividade.
A Universidade deve gerir sua política educacional, voltada para a equidade, inclusão,
formação de professores, valorização do magistério e de suas licenciaturas, gerar mais
tecnologia com qualidade e acessível a todos e utilizar as já existentes da melhor forma. Além
de formar excelentes profissionais para o mercado, preocupar-se em formar cidadãos para
cumprir seu papel social e político na sociedade, que vive crises de valores, éticos, morais,
políticos e afetivos.

1.3 ESTRATÉGIA INSTITUCIONAL

Todas as ações institucionais são formuladas para atender o que a comunidade ufraniana
definiu em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) - (2014/2024). Dando assim, base
para definição das estratégias que guiarão suas ações, bem como de cada membro da
universidade, para que haja convergência das metas e o direcionamento mais eficaz da força de
trabalho e dos investimentos. O PDI foi discutido em diferentes setores da Ufra, e com agentes
externos. Foi submetido ao Conselho Superior, que congrega representatividade de todos os
setores da Universidade como servidores (docentes e técnicos administrativos) e estudantes da
instituição, na construção de sua identidade organizacional.
A identidade organizacional da Universidade se apresenta por meio da sua missão, visão
e valores complementados pelos seus princípios institucionais, conforme o PLAIN (2014-
2024).

A Missão Institucional
18

Formar profissionais qualificados, compartilhar conhecimentos com a sociedade e


contribuir para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

A Visão Institucional
Ser referência nacional e internacional como universidade de
excelência na formação de profissionais para atuar na Amazônia e no
Brasil.

Os Valores Institucionais
a) Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão – assegurar a integração sistêmica entre
as atividades de ensino, pesquisa e extensão como diferencial na formação dos profissionais,
produção e difusão de conhecimentos;
b) Interdisciplinaridade – exercitar a interdisciplinaridade no ensino, pesquisa e extensão, como
processo de construção e desenvolvimento de novos conceitos, conhecimentos e aprendizados
e na formação de cidadãos com visão holística dos problemas a enfrentar na vida profissional e
convívio social;
c) Transparência – tornar transparente as ações da atividade administrativa da instituição,
mediante a divulgação e disponibilização das informações à sociedade;
d) Responsabilidade social e ambiental – produzir conhecimento consciente da importância de
compartilhar os resultados com a sociedade e com a valorização dos serviços ambientais
produzidos pela natureza em benefício do bem-estar social;
e) Acessibilidade, Dignidade e inclusão – garantir os princípios da Acessibilidade, dignidade e
inclusão na educação superior às pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual, visual e
múltipla; às pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), às pessoas com altas
habilidades e superdotação e às pessoas com transtornos de aprendizagem: discalculia,
disgrafia, dislexia, Transtorno do Déficit de Atenção (TDA), Hiperatividade, Transtorno do
Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA) e Transtorno do Processamento Auditivo Central
(TPAC);
f) Ética – respeito, integridade e dignidade aos seres humanos, com o fito de assegurar os
princípios morais aos cidadãos em prol do bem comum;
g) Cidadania – assegurar a liberdade, direitos e responsabilidades individuais e comunitárias; e
h) Cooperação – trabalhar para o bem comum da sociedade local, regional, nacional e
internacional, em parcerias interinstitucionais com organizações públicas e/ou privadas.
19

Os Princípios Institucionais da Ufra


a) Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito cultural, político, científico e
socioambiental do pensamento reflexivo em ciências agrárias, saúde e produção animal,
biológicas, ciências sociais aplicadas, da informação e conhecimento, ciências humanas e da
saúde, engenharias e outras que venham a ser introduzidas;
b) Formar profissionais cidadãos aptos a contribuir com o desenvolvimento e melhorias da
qualidade de vida da sociedade brasileira, em específico do ambiente complexo da Amazônia,
propiciando a formação continuada;
c) Desenvolver pesquisa, tecnologia e inovação dentro do propósito da sustentabilidade por
meio da integração dos sistemas econômicos e ambientais, sob a visão holística das relações
entre o homem e o meio em que atua;
d) Promover a extensão universitária, prestando serviços especializados à comunidade,
sobretudo aos grupos sociais excluídos, e estabelecer um vínculo permanente e dinâmico de
ações recíprocas para o desenvolvimento humano;
e) Promover de forma permanente o aperfeiçoamento cultural e profissional, possibilitando a
integração das informações e conhecimento adquiridos numa dinâmica própria de ação e reação
com os egressos e os demais grupos de interesse a que está vinculada; e
f) Tornar efetivo e ampliado os meios de comunicação e divulgação dos conhecimentos
culturais, políticos, socioeconômicos, ambientais, técnicos e científicos, que formam o
patrimônio da Ufra tem a ofertar para a humanidade, por meio do ensino presencial e a distância,
publicações dos resultados de pesquisa e extensão e todas as formas de comunicação ao alcance
da Universidade.
Cabe ressaltar que a Ufra é a mais antiga Instituição de Ensino Superior e de Pesquisa
Científica e Tecnológica na área de Ciências Agrárias da região e tem como grande preocupação
a preservação da Região Amazônica, assim como sua exploração racional.
Nesse contexto histórico e de identidade organizacional, o papel da Ufra na inserção
regional tem se mostrado atuante em sua tradição e inovação acadêmica frente às adversidades
locais e amazônicas, fortalecendo-se no cenário regional, nacional e internacional de maneira
multiárea e multicampi.

Instituto Socioambiental e de Recursos Hídricos – ISARH


O Instituto Socioambiental e dos Recursos Hídricos (ISARH) é uma das unidades
administrativas integradas à estrutura organizacional da Universidade Federal Rural da
Amazônia, criada em 2002 como uma unidade responsável pela execução do ensino, da
20

pesquisa e da extensão e tem caráter inter, multi e transdisciplinar em diferentes áreas do


conhecimento das Ciências Agrárias e Ambientais, em especial: social, política, econômica,
ambiental, gestão dos recursos naturais, conservação dos recursos hídricos e produção
pesqueira.
O ISARH congrega os cursos de graduação em Engenharia de Pesca, Ciências
Biológicas (Bacharelado) e, a gestão compartilhada com o Instituto Ciberespacial (ICIBE) do
curso de Engenharia Ambiental e Energias Renováveis; além de dois programas de pós-
graduação, Biotecnologia Aplicada à Agropecuária e Aquicultura e Recursos Aquáticos
Tropicais, que tem a finalidade de gerar conhecimento e desenvolvimento científico, bem como
a socialização destes, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão integrados à formação
profissional com comprometimento ético e social e em conformidade com os princípios da
UFRA.
O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas modalidade EaD do programa
Universidade a Distância do Brasil – UAB foi vinculado recentemente ao ISARH visto que,
neste instituto, já funciona o curso de Ciências Biológicas (Bacharelado), do qual muitos
professores são atuantes no EaD. Além disso, o ISARH possui atuação na área biológica, com
projetos de ensino, pesquisa e extensão, os quais serão ampliados para municípios, onde a
Licenciatura em Ciências Biológicas tem turmas ativas.

1.4 CONTEXTO EDUCACIONAL


A Ufra, situada na região Amazônia, reconhece a importância de ser uma universidade
de desenvolvimento regional, contribuindo para a formação profissional e científica de sua
comunidade, baseada no tripé ensino, pesquisa e extensão, compartilhando conhecimentos com
a sociedade e promovendo seu desenvolvimento sustentável. Assim, torna-se referência
nacional e internacional como universidade de excelência na formação de profissionais para
atuar na Amazônia e no Brasil.
Esse compromisso, político educacional que a Ufra assume por meio do ensino,
pesquisa e extensão, com ações junto à sociedade por força das atividades que realiza,
reconhecendo sua concepção institucional que se complementam à medida que dá ênfase à
contemplação da própria região quanto à necessidade de preservação das riquezas regionais e à
razão que favorece o desenvolvimento sustentado da Amazônia.
Assim, a localização geográfica da Ufra na Amazônia, de característica dimensão física
e socioeconômica, apresenta em seus diferentes Campi excelente vantagem acadêmica
associada à interiorização e à profissionalização dos egressos, que permitem uma percepção
21

abrangente da instituição, em seus aspectos internos e externos, na interação com a comunidade


local e regional, para o bem-estar entre os servidores docentes e técnicos administrativos,
discentes e comunidade local e regional em prol da educação superior de qualidade para além
do Campus sede.
A Ufra tem se expandido de norte a sul do estado do Pará por meio da oferta de cursos
de graduação, presencial e a distância, bem como de pós-graduação, em duas formas de inserção
regional; a primeira, mediante seus Campi e interiorização com suas respectivas estruturas
administrativas e acadêmicas com fins à sua expansão qualitativa, conforme PDI; e a segunda,
mediante pactuações interinstitucionais para atendimento a demandas da sociedade no
fortalecimento e ampliação de formação superior de qualidade.
A graduação deve possibilitar a primeira licenciatura assim como o aproveitamento de
estudos para a segunda licenciatura e formação pedagógica dos que já possuem curso superior,
mas não são licenciados. Não se pode ignorar nesse processo de formação inicial a condição
desfavorável em que se encontram os docentes no estado do Pará uma vez que temos mais de
60.000 docentes com qualificação inadequada, sendo que destes, quase 40.000 não possuem
curso superior, enquanto apenas 12.300 possuem licenciatura adequada à função que exercem.
A formação inicial de professores tem se constituído em um grande desafio para as Instituições
de Ensino Superior do Estado do Pará. Algumas dificuldades têm se apresentado principalmente
quanto a recursos financeiros e obstáculos ao acesso a vários municípios. As dimensões do
Estado e a quantidade de rios que compõem a bacia amazônica se configuram como fatores que
dificultam a atuação dessas instituições no interior do estado.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN, embasada na Constituição
Federal, prevê a utilização de inúmeros mecanismos, inclusive apoio do governo federal na
preparação de quadros capazes de intensificar as mudanças que devem ser implementadas nas
redes de ensino como uma das formas de fomento a melhoria da Educação no país. Isto dá
suporte a investimentos do governo federal.
Uma das possibilidades de contribuir para solução a esse desafio e dar um salto
qualitativo em termos de educação, tornando-se necessário intensificar a formação de
professores, no qual podemos contribuir com a oferta de um curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas na Modalidade de Educação a Distância. Podemos colaborar efetivamente
elaborando e colocando em prática um Projeto Pedagógico que reconheça a necessidade de
formar professores da Educação Básica que tenham como papel fundamental levar à sala de
aula um ensino contextualizado, significativo considerando-se as necessidades regionais e
locais, tendo o aluno como o centro no processo ensino-aprendizagem.
22

Assim sendo, é indispensável a implantação do Curso de Licenciatura em Ciências


Biológicas na modalidade a distância no Pará buscando desta forma uma formação docente
adequada às necessidades e características do quadro atual da educação no nosso estado,
oportunizando aos egressos do ensino médio a oferta de cursos à distância, pois nossa realidade
regional, um estado de tamanhos continentais dificulta que os egressos possam se deslocar para
realizar um curso de graduação nos Campi onde as graduações, principalmente as públicas, são
oferecidas.
Sobre o Pará, os dados do IBGE são (Quadro 2):

Quadro 2. Dados IBGE do Estado do Pará em 2022.


ESTADO DO PARÁ - 2022
Capital Belém

Área Territorial 1.245.870,704km²


População residente 8.116.132pessoas
Densidade demográfica 6,51hab/km²
Número de Municípios 144
Matriculas no ensino Fundamental 1.389.983 matrículas
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental 4,8
(Rede pública) [2021] Comparando aos outros 26 estados – 23°
IDEB – Anos finais do ensino fundamental 4,3
(Rede pública) [2021] Comparando aos outros 26 estados – 23°
Fonte:
https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/pa.html/ https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pa/panorama

Da população que reside na região da grande Belém em função da grande demanda para
ingressar no ensino superior, as IES não dão conta de absorver aos egressos que advém tanto
das escolas públicas, quanto das escolas privadas do Estado do Pará. Com objetivo de ampliar
o acesso em cursos de graduação superior na região da grande Belém a UFRA, o campus de
Belém está adequando a infraestrutura física tecnológica e de pessoal especializado para que
atividades a serem desenvolvidas ocorram com qualidade, contando com os laboratórios de
informática, e os específicos que são necessários para o desenvolvimento das atividades
educacionais do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. O curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas, modalidade a distância da Universidade Federal Rural da Amazônia
(UFRA), através deste Projeto Pedagógico, apresenta os princípios gerais do seu funcionamento,
que passam a nortear suas atividades a partir daquilo que está expresso neste documento.
A construção do projeto pedagógico de Licenciatura em Ciências Biológicas da
23

Universidade Federal Rural da Amazônia constituiu-se de ações que baseiam na construção do


conhecimento e na atualização aproveitando-se dos valores que a Universidade já possui, ou
seja, profissionais responsáveis pelas questões ambientais. Assim a formação de professores na
área de ciências biológicas para a região por si só ressalta a importância do curso. Para isso,
apresenta uma constituição pedagógica coerente e estruturada, pois suas disciplinas
pedagógicas apresentam-se capazes de formar um professor apto a construir no seu ambiente
de trabalho um processo educacional sólido e significativo, formando alunos com consciência
crítica e atuante. O curso também apresenta um estágio supervisionado que, com auxílio
pedagógico de professores do curso, oferece ao aluno suporte e acompanhamento ao vivenciar
esse momento tão sublime e marcante da sua graduação.
Além do viés docente, o nosso curso, preocupa-se, com a formação holística do Biólogo,
já que o PPC do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (EAD) contempla também, de
maneira suficiente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e
ambiental do contexto humanístico no qual o curso está inserido. O projeto do curso também
prevê a formação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade, tornando-os possuidores
de visão holística e crítica, com capacidade para perceber e implementar medidas de melhoria
no sistema de ensino. Atualmente o curso tem-se apresentado à sociedade de forma inclusiva e
de plena acessibilidade.

PARTE II – DIMENSÕES ESTRUTURAIS DO PPC


A Parte II do PPC de Licenciatura em Ciências Biológicas, contempla as 3 Dimensões
Estruturais para cursos de graduação de acordo com o Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior (Sinaes), tendo como base para os seus itens os indicadores do vigente
Instrumento de Avaliação, como: 1-Organização Didático-Pedagógica; 2-Corpo Docente e
Tutorial; e 3-Infraestrutura.

DIMENSÃO 1 - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

1.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), Lei n° 9.394 de 1996, determinou o


fim dos antigos currículos mínimos e acenou com novas Diretrizes Curriculares que, além de
traçar caminhos para a eliminação do excesso de pré e corequisitos entre disciplinas, preveem
a inclusão de atividades denominadas complementares, no projeto pedagógico dos cursos,
24

abrindo possibilidades no Currículo da introdução de ações de Extensão ao lado de outras


atividades, como as de pesquisa. Esta nova orientação gerou a necessidade de reestruturação
dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação. Desta forma incentiva-se na elaboração dos
projetos pedagógicos também a necessidade de inserção de aspectos regionais, e que possa
responder os anseios da sociedade para um desenvolvimento contínuo no Brasil e no mundo.
O projeto pedagógico é uma proposta de trabalho integrado que descreve um conjunto
de capacidades a serem desenvolvidas em uma dada clientela, em um ciclo organizacional, com
os referenciais a elas associados e a metodologia adotada (Souza, 1997, p. 171). Castanho (2000,
p. 183) entende que o projeto político-pedagógico de um curso terá que definir
intencionalidades e perfis profissionais, decidir sobre os focos decisórios do currículo como
objetivos, conteúdo, metodologia, recursos didáticos, físicos e financeiros; estabelecer e
administrar o tempo para o desenvolvimento das ações, visando coordenar os esforços em
direção a metas e compromissos futuros. Elaborar o projeto pedagógico de um curso, segundo
Silva (1999, p.3) exige um trabalho coletivo, que busca uma linguagem comum, discutido pela
comunidade acadêmica e que expresse e oriente a prática pedagógica da instituição.
A regulamentação da profissão de Biólogo no Brasil, pela LEI Nº 6.684 – de 3 de
setembro de 1979, foi um marco no que diz respeito a regulamentação de um profissional que
atuasse na área ambiental dentre outras coisas para formular e elaborar estudo, projeto ou
pesquisa científica básica e aplicada, nos vários setores da Biologia ou a ela ligados, bem como
os que se relacionem à preservação, saneamento e melhoramento do meio ambiente ,
executando direta ou indiretamente as atividades resultantes desses trabalhos.
O Parecer nº CNE/CES Resolução nº 7 de 11 março de 2002 que estabelece as Diretrizes
Curriculares para os cursos de Ciências Biológicas, bem como a Resolução CNE/CP 2, de 19
de fevereiro de 2002. Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de
graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior.
Através da análise das demandas da sociedade local, foram identificados os indicadores
que deveriam ser incrementados no perfil do profissional que a UFRA pretende formar e na
composição da estrutura curricular, com vistas a favorecer a transformação da sociedade onde
está inserida. Consta no Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI página 31 e 32 um
Cronograma de Implantação de Oferta de Curso de: Extensão; Pós-graduação Lato Sensu;
Graduação (Bacharelado e Licenciatura); Pós-graduação Stricto Sensu na modalidade a
distância.
O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas modalidade a distância (LCB EaD),
através deste Projeto Pedagógico, apresenta os princípios gerais do seu funcionamento, que
25

passam a nortear suas atividades a partir daquilo que está expresso neste documento. A
construção do projeto pedagógico de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade
Federal Rural da Amazônia constituiu-se de ações que baseiam na construção do conhecimento
e na atualização aproveitando-se dos valores que a Universidade já possui, ou seja, profissionais
responsáveis pelas questões ambientais.
Assim a formação de professores na área de ciências biológicas para a região por si só
ressalta a importância do curso. Sabendo que estes profissionais são atuantes como formadores
de opinião e atores indispensáveis no processo de provocação a mudanças de pensamentos
inerentes não somente ao conservacionismo como também a sustentabilidade.

CAMPI E INTERIORIZAÇÃO DA UFRA

A UFRA apresenta 6 (seis) campi, distribuídos em 1 (um) Campus sede na capital do


estado do Pará, o Campus Belém; e 5 (cinco) Campi no Interior: Campus Capanema, Campus
Capitão-Poço, Campus Paragominas, Campus Parauapebas e Campus Tomé-Açu (Figura 1).
Os dados de localização de cada polo estão no quadro X.

PARÁ

Campi Interior
Belém
Polos UAB
100 Km

Figura 1. Localização dos Campi da Ufra e os Polos da UAB no estado do Pará


(Fonte: Google Earth)

Situação junto a
Polos UAB/UFRA Localização
CAPES
26

Rodovia Moura Carvalho/PA Apto com pendências


Município de Barcarena 151, bairro: Betânia,
cep:68445-000 Barcarena
sede.
Polo Muaná/UAB Apto
Travessa Dr. Lira de Azevedo
S/N
Município de Muaná Bairro Centro
Cep 68825000
Muaná/ Pará
Contato 91988330692
Avenida das Acácias, na Apto
Município São Sebastião da Boa
antiga Pista de Pouso s/n,
Vista
CEP:68820-000
Polo da UAB de Parauapebas Apto com pendências
Rua “A” Quadra Especial-
Município de Parauapebas Bairro Cidade Nova-
Parauapebas-Pa
Cep: 68515000
Polo-UAB-Juruti. Apto
Rua: Arnaldo Pinheiro s/n
Município de Juruti Bairro: Maracanã
CEP: 68170-000
Juruti-pá

Todos os polos aptos da UAB podem abrir cursos novos e vagas para próximas turmas,
porém os cursos que estão aptos com pendência precisam atender as exigências da CAPES e
sanar as pendências, para que sejam abertas novas turmas do curso, ou até mesmo, outros cursos.
Portanto, Barcarena e Parauapebas estão nessa etapa de atendimento de solicitações da CAPES,
pra se readequar.
Como princípio norteador a instituição tem a responsabilidade de propor alternativas
que possam proporcionar a comunidades nas quais está inserida, alternativas e soluções viáveis
para a melhoria da qualidade de vida promovendo bases para um desenvolvimento
socioeconômico e cultural. Assim leva em consideração a formação de profissionais capazes
27

de atuar na promoção de desenvolvimento sustentável na região amazônica, tendo as


atualizações e reformulações em seus programas de ensino visando atender, satisfatoriamente,
à demanda dos estudantes pelas novas habilidades e conhecimentos exigidos pelos potenciais
empregadores e profissionais visando atender as demandas de outras mesorregiões do Estado
do Pará.

PROGRAMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL (UAB)

O Programa Universidade Aberta do Brasil (UAB) é voltado para o desenvolvimento


da modalidade de educação a distância, com a finalidade de expandir e interiorizar a oferta de
cursos e programas de educação superior no País, conforme o Decreto nº5.800, de 8 de julho
de 2006, que criou o Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), estabelecendo em seus
objetivos:
a) Oferecer, prioritariamente, cursos de licenciatura e de formação inicial e continuada de
professores da educação básica;
b) Oferecer cursos superiores para capacitação de dirigentes, gestores e trabalhadores em
educação básica dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
c) Oferecer cursos superiores nas diferentes áreas do conhecimento; IV - ampliar o acesso
à educação superior pública;
d) Reduzir as desigualdades de oferta de ensino superior entre as diferentes regiões do País;
e) Estabelecer amplo sistema nacional de educação superior a distância; e
f) Fomentar o desenvolvimento institucional para a modalidade de educação a distância,
bem como a pesquisa em metodologias inovadoras de ensino superior apoiadas em tecnologias
de informação e comunicação.

A Educação a Distância (EaD), tal como a define o Ministério da Educação no Brasil, é


uma modalidade de ensino que possibilita a autoaprendizagem, com a mediação de recursos
didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação,
utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação
(Decreto 2.494 em 1998). A modalidade EaD permite que uma população preferencialmente
adulta e residente em locais distantes da universidade, tenha acesso à educação. Para esse
público é desenvolvida uma proposta capaz de, não somente atendê-lo em suas expectativas e
ansiedades, mas dar ênfase ao controle dos currículos e do processo de ensino-aprendizagem,
propiciando educação em qualquer tempo e em qualquer lugar, apoiada em uma infraestrutura
28

baseada na topologia de educação a distância.


A Ufra passou a integrar o Sistema UAB com a formalização de Adesão ao Programa
Universidade Aberta do Brasil (UAB), conforme Termo de Adesão de 12/12/2017. A Ufra atua
em sua inserção regional por meio do Programa UAB-Ufra, com oferta de turma regular que
iniciou em 2021 com o curso de graduação de Licenciatura em Ciências Biológicas EaD, a
princípio, em 5 (cinco) municípios do estado do Pará (Figura 1): Barcarena, Juruti, Parauapebas,
Muaná e São Sebastião da Boa Vista.
O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas na Modalidade de Educação a Distância
permitirá atender à necessidade de formação superior para os professores que poderão atuar na
rede pública e privada de ensino no âmbito da educação básica, ao mesmo tempo em que
ofereceria uma alternativa de ensino que, por suas características, possibilita ao participante
concluir seus estudos sem afastar-se das suas atividades profissionais, de seus locais de
residência, principalmente no estado que é rodeado por rios como é o estado do Pará e cujas
distâncias são uma barreira à formação profissional. Sob esta premissa, considera-se a educação
a distância a forma mais adequada para oferecer a esses técnicos o enriquecimento profissional
desejado, desencadeando um processo que possibilita o desenvolvimento de conhecimentos,
habilidades, técnicas, valores profissionais e éticos para o exercício responsável da profissão.
As experiências em educação a distância têm assumido ao longo de sua aplicação, abordagens
diversificadas que vão de uma ênfase no transporte e na aquisição da informação, para uma
abordagem centrada na aprendizagem de significados, em uma perspectiva construtivista.
A equipe do EAD UFRA da Ufra por meio de experiências em pesquisa e
desenvolvimento na área de EaD considera que essa modalidade de ensino é muito menos uma
transmissão de informações e muito mais um processo de facilitação da exploração e criação
de significados através de ações colaborativas. Para tanto, neste projeto é oferecida uma
proposta de aprendizagem apropriada a um público adulto, focada em material impresso,
encontros presenciais, aulas síncronas (on line), atividades assíncronas, entre outros. Esta forma
de realizar EaD solicita que o aluno disponha não mais que 20 horas de atividade semanal,
podendo acompanhar as aulas a partir de um computador em sua própria residência ou através
de atendimento e orientação no Polo de apoio, próximo a sua moradia ou local de trabalho, com
o auxílio de um tutor on line ou presencial. Essa estrutura permite maior flexibilidade na
aprendizagem, propiciando ao aluno oportunidade de seguir seu próprio ritmo seguindo um
plano de estudo individual, mas, ao mesmo tempo, construir conhecimento em grupo e de forma
colaborativa, tanto a distância como de modo presencial.
O curso é organizado com avaliações em todas as suas etapas validando desta forma,
29

todos os procedimentos e a possibilidade de ajustes imediatos no decorrer do processo de


aprendizagem. Com a adesão institucional da Ufra, onde se encontra o Campus da Ufra Belém,
que utiliza toda a infraestrutura e desenvolvimento pedagógico propostos nesse projeto.
A escolha dessa metodologia levou em consideração o perfil dos alunos da região da
grande Belém e proximidades. Em se tratando dos alunos encontramos um perfil que se adéqua
bem aos materiais didáticos impressos, como também aqueles que utilizam mídias interativas
via Internet. Considerando a demanda de regiões mais afastadas, com dificuldades muitas vezes
de conectar-se a internet, o modelo mais adequado ainda é o impresso, porém achamos
necessário incentivar os alunos a utilizarem o polo da UAB no município (composto por
estrutura necessária para conexão), além de ambientes “alternativos” (lan-houses, escolas
públicas, entre outros) a comunicação virtual, que consideramos importante para o processo de
aquisição da cultura da EaD. Além disso, disporemos também de atendimento via
telefone/whatsapp e email. Uma das metas prioritárias institucional da UAB/Ufra é a produção
de videoaulas de qualidade, tanto teóricas quanto práticas, para que sejam disponibilizadas aos
alunos.
Diante do exposto projeto pedagógico do Curso de Licenciatura modalidade a Distância
(LCB Ead / Ufra) reflete a preocupação e o compromisso da Instituição de formar licenciado
pleno em ciências biológicas, educadores que sejam capazes de formarem recursos humanos
críticos nas diversas áreas do meio ambiente, principalmente na região amazônica em seus
ciclos e peculiaridades, que estejam preocupados com os problemas atuais (p.ex., aquecimento
global, desmatamento e extinção de espécies, diminuição dos recursos hídricos, consumo e lixo
consciente). Para o desenvolvimento de todas as ações que formarão o futuro licenciado pleno
em ciências biológicas da UFRA, serão adotados alguns pressupostos, apresentados na
sequência.
Além do ensino, o curso contempla os direcionamentos dispostos no PDI e realiza a
divulgação de caminhos para o alinhamento das ações de pesquisa, objetivando o
desenvolvimento científico, tecnológico e inovativo, utilizando as expertises dos docentes; e
incentiva a criação de grupos de pesquisas que ficam expostos na página institucional do curso.
Desta forma, os discentes interessados podem realizar buscas por grupos de pesquisas
cadastrados no âmbito do curso. Paralelamente, a coordenação utiliza o SIGAA e e-mail para
informar aos docentes e discentes sobre congressos, simpósios e seminários de estudo e debates
de temas científicos e de desenvolvimento tecnológico, tanto de eventos internos quanto
externos à instituição.
30

A extensão é promovida institucionalmente através da Pró-Reitoria de Extensão –


PROEX que é a responsável pela formulação, implementação e coordenação das políticas de
extensão universitária na Ufra que, por sua vez, tem a missão de formular e implementar a
política de extensão universitária como processo educativo, cultural e científico, que articula o
ensino e a pesquisa de forma indissociável e indispensável na formação do estudante,
viabilizando relações transformadoras entre a universidade e a sociedade. Desta forma, as
políticas de extensão estão coerentes com o PDI, sendo todas as atividades extensionistas
praticadas vinculadas ao processo de formação discente, com relevância acadêmica, científica
e social. Elas também coadunam com as definições do SINAES no que tange a avaliação
institucional e, consequentemente, com o Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024.
As políticas institucionais preveem que o tripé ensino-pesquisa-extensão seja
constantemente avaliado e revisado pelo NDE do curso, por meio da atualização do PPC, para
garantir o alinhamento com a legislação vigente, sobretudo, em atenção às recentes diretrizes
curriculares nacionais para as licenciaturas, às diretrizes atualizadas na formação científica e
pedagógica emitidas pelo INEP e à curricularização da extensão. Propõe-se, para isso, a adoção
de novas práticas que contribuem para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso
e o incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades
da formação discente, de exigências do mercado de trabalho e em consonância com as políticas
relativas à área de conhecimento do curso.
Atendendo a legislação vigente referente à curricularização da extensão, o curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas (EAD) traz para dentro do Projeto Pedagógico do curso,
a concreta possibilidade de realização de atividades que atendam às demandas reais da
sociedade, proporcionando, dessa forma, a universalização do saber.
A extensão constitui a ligação entre curso e a sociedade. Esse entendimento permite ao
nosso curso assumir a missão de participante na disseminação do saber, garantindo a
consolidação do trabalho de extensão por meio de:
a) Contato com o meio educacional do município e região, possibilitando a ampliação
do conhecimento;
b) Formação da consciência sociopolítica da comunidade universitária;
c) Dinamização do trabalho educativo;
d) Atividades interdisciplinares presentes na ação pedagógica;
e) Atividade de inter-relação, academia/comunidade, com o objetivo de gerar
responsabilidades recíprocas;
31

f) Desenvolvimento de parcerias com os diferentes agentes do contexto educacional e


demais órgãos que contribuam para o desenvolvimento de ações necessárias que
colaborem efetivamente para o desenvolvimento socioeducacional e cultural da região
amazônica onde o curso está inserido.
As atividades de extensão no curso estão alinhadas com a resolução n.º 7/2018
CNE/CES-MEC, assegurando a curricularização da extensão e atendendo ao percentual mínimo
de 10% do total de créditos curriculares. No quesito formas de creditação curricular da extensão
(CCE), discriminada no PPI, o curso adota uma estratégia de natureza didático-pedagógica:

Disciplinas Curriculares de Extensão (DCEs)


As extensões em Disciplinas Curriculares de Extensão (DCEs) são vinculadas aos
componentes curriculares disciplinares com carga horária de 10% a 100% extensionista e
apresentam metodologia, registro e crédito, modalidades de extensão e certificação, conforme
as normativas dos componentes curriculares disciplinares adotada pela PROEN. O maior
percentual de carga horária extensionista está presente em disciplinas de práticas pedagógicas
(100% extensionista), que ocorrem do 6º ao 9º semestre do curso.
As disciplinas extensionistas contêm em sua ementa a carga horária destinada ao
cumprimento da extensão, incluindo as possíveis modalidades de extensão prevista pelo PPI,
podendo incluir metodologias inovadoras e diferenciadas de extensão, desde que se contemple
as obrigatoriedades na formação discente e interação com a comunidade externa,
majoritariamente com escolas públicas, nas modalidades de extensão, conforme as diretrizes da
política de extensão.
De acordo com PPI, tais modalidades enquanto registradas nos PPCs e executadas com
a caracterização de disciplina extensionista garantem o seu registro, sendo de forma,
OPTATIVA, o cadastro de algumas modalidades na PROEX. Tal situação opcional busca
garantir a viabilidade do desenvolvimento do trabalho docente e discente na disciplina, evitando
riscos ao seu funcionamento e concretude.
Dessa forma, as disciplinas terão a caracterização de ações em cada modalidade da
seguinte maneira:
• Programas de Extensão serão cadastrados na PROEX;
• Projetos de Extensão serão cadastrados na PROEX;
• Cursos e Oficinas poderão ser cadastrados, opcionalmente, na PROEX, em unidades
acadêmicas Ufra e/ou outra(s) Instituição(ões);
32

• Eventos poderão ser cadastrados, opcionalmente, na PROEX, em unidades acadêmicas


Ufra e/ou outra(s) Instituição(ões);
• Prestação de Serviços poderão ser cadastrados, opcionalmente, na PROEX, em unidades
acadêmicas Ufra e/ou outra(s) Instituição(ões);
• Produtos de Extensão poderão ser cadastrados, opcionalmente, na PROEX, em unidades
acadêmicas Ufra e/ou outra(s) Instituição(ões).
Na execução das disciplinas extensionistas, a certificação não é obrigatória, haja vista
que enquanto disciplina contempla todas as normas até sua consolidação, validando a
curricularização da extensão no histórico discente. Em havendo, preferência por certificação
aos participantes, deverá o(a) docente(s) responsável(is), como coordenador(es) da ação,
obrigatoriamente, cadastrar(em) a atividade de extensão na PROEX, em unidade acadêmica
Ufra e/ou outra instituição, com a certificação a todos os participantes.

1.2 OBJETIVOS DO CURSO

O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFRA tem como objetivo a


formação à distância, de professores de ciências e biologia para o Ensino Básico (fundamental
e médio), propiciando aos egressos uma formação generalista, humanista, crítico-reflexiva e
transformadora, e uma formação pedagógica consistente e pautada em princípios éticos,
levando-se em consideração as peculiaridades do ensino a distância. Buscando ainda, assegurar
ao futuro professor, sólida fundamentação teórica e prática, capaz de abarcar o conhecimento
da diversidade dos seres vivos, bem como sua relação com a saúde e o ambiente com vistas à
sua atuação em ciências/biologia na educação básica.

Objetivos Específicos:
O curso propõe-se a:
• Garantir competências formativas voltadas para os diferentes níveis e modalidades da
Educação Básica, campo de atuação dos professores de Ciências e Biologia, incluindo
atividades de gestão educacional e de políticas públicas;
• Possibilitar a incorporação de modernas tecnologias de informação, educomunicação e
outras novas tecnologias de ensino;
• Possibilitar uma formação de caráter inclusivo a partir de ferramentas de acessibilidade
que se adaptem às necessidades educacionais;
33

• Formar profissionais éticos, com responsabilidades social e ambiental, comprometido


com a sua contínua atualização profissional;
• Formar profissionais empáticos, propositivo e colaborativo nas relações interpessoais
que envolvem o mundo do trabalho;
• Reconhecer o espaço da formação em Ciências e Biologia como pluralismo
metodológico que visa desenvolver os conteúdos advindos desta área na escola;
• Acompanhar a evolução do pensamento científico na sua área de atuação;
• Estabelecer relações entre ciência, educação, biologia, tecnologia e sociedade;
• Formar profissionais observadores, críticos e integradores ao interpretar e avaliar os
padrões e processos biológicos e suas interfaces com outras áreas do saber;
• Garantir a re/construção de conhecimentos socialmente acumulados na produção de
novos conhecimentos, a fim de utilizá-lo de forma crítica e com critérios de relevância
educacional e social;
• Formar profissionais sensíveis às questões ligadas aos direitos humanos, identidade de
gênero, diversidade sociocultural e ambiental no contexto escolar;
• Discutir a preservação da biodiversidade e da Educação Ambiental, considerando as
necessidades e desafios inerentes à Educação para o século XXI;
• Garantir a participação discente em órgãos colegiados do Curso de Ciências biológicas,
conforme orienta o Regimento de Ensino da Ufra;
• Possibilitar, por meio da formação, competências para execução de tarefas técnicas nas
diferentes áreas do conhecimento educacional e biológico, no âmbito de sua formação;
• Desenvolver formação profissional que garanta ao egresso prestar consultoria
educacional na área de Ciências e Biologia, com a emissão de pareceres educacionais
correlatos à legislação da área;
• Desenvolver a formação docente comprometida com a gestão democrática do ensino
público, a garantia de um padrão de qualidade, a valorização da experiência
extraescolar, a vinculação entre educação escolar, trabalho, práticas sociais e educação
financeira;
• Mobilizar aspectos formativos que garantam o respeito e a valorização da diversidade,
de questões relativas ao combate ao racismo, a intolerância de gênero e de qualquer
forma de discriminação, que constituem princípios vitais para a melhoria e
democratização da gestão e do ensino;
34

• Ser criativo e empreendedor, capaz de conceber e executar ideias inovadoras, para o


desenvolvimento científico humano, de sociedades sustentáveis e promovendo o uso
responsável de novas tecnologias.

Tal propósito será atingido com o desenvolvimento das seguintes habilidades:


● articulação do conteúdo teórico/prático;
● análise, crítica, seleção, criação e elaboração de material didático para o
● ensino;
● compreensão da forma de construção do conhecimento e transmissão do mesmo;
● compreensão da importância da formação continuada no processo de construção do
conhecimento;
● habilidade na adaptação de situações do cotidiano ao conteúdo ensinado.

1.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

O graduado em Licenciatura em Ciências Biológicas, na modalidade EaD, terá


formação profissional qualificada, e deverá possuir uma formação básica, ampla e sólida, crítica
e criativa, com adequada fundamentação teórico-prática, sobre o conhecimento biológico. O
profissional deverá compreender o processo histórico de produção de conhecimento, análise de
informações, argumentos e ideias, desenvolvendo assim, uma atitude reflexiva, questionadora
e de intervenção. Esta formação deve propiciar o entendimento do processo histórico de
construção do conhecimento na área das Ciências biológicas, no que diz respeito a conceitos,
princípios e teorias, bem como, a compreensão do significado para a sociedade, e da sua
responsabilidade como educador nos vários contextos de sua atuação profissional, consciente
do seu papel na formação de cidadãos. A formação deve propiciar também a visão das
possibilidades presentes e futuras da profissão, que o capacite a buscar autonomamente o
conhecimento relacionado ao objeto da profissão, tornando-o capaz de desempenhar o papel de
gerador e transmissor do saber, nos diferentes ramos de sua área específica de conhecimento.
Espera-se que o Licenciado ou Licenciada Pleno (a) em Ciências Biológicas formado,
a distância na UFRA, domine tanto os conhecimentos específicos sobre a Ciência e a Biologia,
como também a parte pedagógica da formação do conhecimento. Para tanto, pretende-se que o
egresso seja:
A) crítico, generalista, com espírito de solidariedade e pautado por princípios éticos de:
responsabilidade social e ambiental, direito à vida e respeito mútuo.
35

B) capaz de atuar em suas áreas de competência, de acordo com o perfil pré-


estabelecido nos princípios norteadores do curso.
C) Atuante no desenvolvimento da região, contribuindo nas áreas da educação,
pesquisa e desenvolvimento de tecnologias.
D) Consciente da necessidade de atuar com qualidade e responsabilidade em prol da
conservação e manejo da biodiversidade, políticas de saúde, meio ambiente, biotecnologia,
bioprospecção, biossegurança, na gestão ambiental, tanto nos aspectos técnico-científicos,
quanto na formulação de políticas, e de se tornar agente transformador da realidade presente,
na busca de melhoria da qualidade de vida;
E) Atuante de maneira interdisciplinar, interagindo com diferentes especialidades e do
mercado de trabalho;
F) Comprometido com os resultados de sua atuação, pautando sua conduta profissional
por critério humanístico, compromisso com a cidadania e rigor científico, bem como por
referenciais éticos legais;
G) Apto a atuar multi e interdisciplinarmente, adaptável à dinâmica do mercado de
trabalho e às situações de mudança contínua dele; preparado para desenvolver ideias inovadoras
e ações estratégicas, capazes de ampliar e aperfeiçoar sua área de atuação.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
a) Pautar-se por princípios da ética democrática: responsabilidade social e ambiental,
dignidade humana, direito à vida, justiça, respeito mútuo, participação, responsabilidade,
diálogo e solidariedade;
b) Reconhecer formas de discriminação racial, social, de gênero, etc. que se fundem
inclusive em alegados pressupostos biológicos, posicionando-se diante delas de forma crítica,
com respaldo em pressupostos epistemológicos coerentes e na bibliografia de referência;
c) Atuar em pesquisa básica e aplicada nas diferentes áreas das Ciências Biológicas,
comprometendo-se com a divulgação dos resultados das pesquisas em veículos adequados para
ampliar a difusão e ampliação do conhecimento;
d) Portar-se como educador, consciente de seu papel na formação de cidadãos, inclusive
na perspectiva socioambiental;
e) utilizar o conhecimento sobre organização, gestão e financiamento da pesquisa e
sobre a legislação e políticas públicas referentes à área;
f) Entender o processo histórico de produção do conhecimento das ciências biológicas
referente a conceitos/princípios/teorias;
36

g) Estabelecer relações entre ciência, tecnologia e sociedade;


h) Aplicar a metodologia científica para o planejamento, gerenciamento e execução de
processos e técnicas visando o desenvolvimento de projetos, perícias, consultorias, emissão de
laudos, pareceres etc. em diferentes contextos;
h) Utilizar os conhecimentos das ciências biológicas para compreender e transformar o
contexto sociopolítico e as relações nas quais está inserida a prática profissional, conhecendo a
legislação pertinente;
i) desenvolver ações estratégicas capazes de ampliar e aperfeiçoar as formas de atuação
profissional, preparando-se para a inserção no mercado de trabalho em contínua transformação;
j) Orientar escolhas e decisões em valores e pressupostos metodológicos alinhados com
a democracia, com o respeito à diversidade étnica e cultural, às culturas autóctones e à
biodiversidade;
k) atuar multi e interdisciplinarmente, interagindo com diferentes especialidades e
diversos profissionais, de modo a estar preparado a contínua mudança do mundo produtivo;
l) avaliar o impacto potencial ou real de novos conhecimentos/tecnologias/serviços e
produtos resultantes da atividade profissional, considerando os aspectos éticos, sociais e
epistemológicos;
m) comprometer-se com o desenvolvimento profissional constante, assumindo uma
postura de flexibilidade e disponibilidade para mudanças contínuas, esclarecido quanto às
opções sindicais e corporativas inerentes ao exercício profissional.

A Ufra possui uma Política de Acompanhamento de Egressos (PAE) instituída pela


Resolução nº 730 de 13 de janeiro de 2023 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão –
CONSEPE. A PAE é prevista no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Ufra, tem a
finalidade criar um mecanismo de acompanhamento do profissional do egresso, e possui
amparo legal no artigo 43° da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB), que dispõe
sobre a educação superior, tratando da formação de diplomados nas diferentes áreas de
conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no
desenvolvimento da sociedade brasileira.
O objetivo geral da PAE é estabelecer diretrizes e mecanismos de acompanhamento e
atenção ao egresso da Ufra, que contemplem a atualização sistemática de informações a seu
respeito, bem como a continuidade de suas vidas acadêmicas e inserção profissional, de modo
a subsidiar ações de melhoria nos Cursos e na universidade, relacionadas às demandas da
sociedade e do mundo do trabalho, bem como promover ações exitosas ou inovadoras.
37

Como objetivos específicos da PAE podemos citar:


1. Acompanhar a inserção profissional dos egressos, de modo a mapear suas associações ao
mundo do trabalho, à formação profissional e cidadã e o comprometimento social;
2. Conhecer a percepção dos egressos acerca dos cursos ofertados, possibilitando o
aperfeiçoamento contínuo dos processos e políticas internas, a adesão institucional a novas
tecnologias e ações inovadoras, com foco na melhoria da qualidade dos Cursos e sua afinidade
com as demandas do mundo do trabalho e da sociedade;
3. Fortalecer o vínculo com os egressos por meio de ações a serem divulgadas em portal
específico no sítio da Ufra na internet, entre outros meios de comunicação a serem criados
posteriormente;
4. Promover ações permanentes de melhoria relacionadas às demandas da sociedade e do
mercado do trabalho;
5. Realizar estudo comparativo entre a atuação profissional e cidadã do egresso e a formação
obtida nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação;
6. Promover intercambio entre ex-alunos, cursos de extensão, reciclagens e palestras
direcionadas a profissionais formados pela Ufra;
7. Condecorar os egressos que se destacam nas atividades profissionais;
8. Tornar o egresso uma referência para a divulgação e valorização da instituição.
As Diretrizes Institucionais de Acompanhamento dos Egressos da Ufra materializam-se
a partir dos princípios e objetivos desta Política, podendo ser ampliadas pela gestão da
universidade, mediante aprovação dos Conselhos Superiores, resguardados os mínimos
estabelecidos nesta Resolução e os limites regimentais e estatutários. A promoção do
acompanhamento e desenvolvimento de atividades relacionadas ao egresso, cerne desta PAE,
é de responsabilidade do Comitê Institucional de Acompanhamento do Egresso dos Cursos de
Graduação e Pós-graduação (CIAEC), nomeada através da Portaria Nº 894/2023 –
Reitoria/Ufra, composta por docentes, técnicos administrativos e representantes dos egressos
de graduação e pós-graduação. Desta forma, compete ao CIAEC:
1. Elaborar o seu Regimento Interno;
2. Coordenar e acompanhar a implementação do disposto nesta Política;
3. Elaborar o Plano de Atividades a ser desenvolvido anualmente na Ufra;
4. Produzir indicadores e análises periódicas do egresso da Ufra;
5. Aproximar a Ufra dos seus egressos, promovendo o atendimento personalizado de modo a
fortalecer o sentimento de pertencimento institucional;
38

6. Propor atividades e ofertas contínuas de cursos e eventos relacionados às demandas dos


egressos;
7. Realizar pesquisas junto aos egressos por meio de questionários, entrevistas, entre outros
meios de coleta de dados e informações disponíveis no âmbito da Pró-Reitoria de Ensino de
Graduação (PROEN);
8. Criar e manter o Portal do Egresso juntamente com a Superintendência de Tecnologia da
Informação e Comunicação (STIC);
9. Desenvolver e manter banco de dados com informações dos egressos;
10. Divulgar, por meio do Portal do Egresso, dentre outras formas de comunicação, a
disponibilidade de vagas em concursos, bem como outras oportunidades de inserção
profissional;
11. Elaborar, anualmente, Relatório Circunstanciado dos Egressos (RCE) que deverá ser
apresentado à Reitoria todo dia 30 de março do ano subsequente ao objeto de avaliação.

1.4 ESTRUTURA CURRICULAR

A estrutura curricular visa apresentar os conteúdos específicos, formação pedagógica


articulada ao projeto; prática de ensino contextualizada; estágio supervisionado; bem como as
atividades de enriquecimento cultural, de modo a atender as Diretrizes Curriculares Nacionais
para Formação de Professores da Educação Básica (Resolução CNE/CP no 1 de 2002), e de
modo a fornecer aos futuro dos professores as bases para atuar de acordo com os Parâmetros
Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental e Médio.
Essa estrutura curricular contém seus componentes classificados em três tipos: letivo,
eletivo e atividade acadêmica curricular. As disciplinas letivas são aquelas obrigatórias que
compõem a unidade/período curricular e distribuídas em ciclos de formação na estrutura
curricular. As disciplinas eletivas são aquelas em que compete ao discente a liberdade de
escolha, conforme oferta no período/semestre vigente, dentre uma diversidade de disciplinas
elencadas no PPC. E os componentes curriculares classificados como atividades acadêmicas
curriculares são componentes não disciplinares, do tipo Estágio Supervisionado Obrigatório
(ESO), Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e Atividades Complementares (AC). Todos os
componentes são classificados, ainda, quanto a sua natureza didático-pedagógica no que
concerne sua dimensão Teórico-Prática (TP) ou Prática (P) e à extensão (DCE).
O tempo de integralização curricular do curso é de nove semestres (quatro anos e meio).
Todos os componentes curriculares apresentam carga horária definida em créditos, onde cada
39

crédito é proporcional a 15 (quinze) horas. Nesse sentido, os componentes curriculares têm


cargas horárias estabelecidas de: 30 (trinta), 45 (quarenta e cinco), 60 (sessenta) e 75 (setenta e
cinco). E a hora-aula é contabilizada em hora-relógio de 60 (sessenta) minutos, conforme a
Resolução n.º 261/2006 (CNE/CES). De acordo com PPI, a carga horária total semestral
máxima é de 600 (seiscentas) horas.
Os Ciclos de Formação (FC) da estrutura curricular dos cursos de graduação da Ufra
são um conjunto de unidades/períodos curriculares que buscam atender à Formação Geral,
Formação Específica e Formação Profissional (Quadro 3).

Quadro 3 - Ciclos de Formação da Estrutura Curricular dos Cursos de Graduação da Ufra.


CICLO CONTEÚDO DESCRIÇÃO
Humanísticos, (formação comum a
Atividades que trabalhem
todos os cursos de graduação);
a linguagem, criticidade,
I Formação Geral Fundamentos dos Cursos para a
criatividade, habilidades
construção de uma linguagem
formativas.
comum.
Básicos (formação comum da área do
curso);
Atividades de baixa e
Intermediários e avançados
média complexidade
Formação (formação do curso, com abrangência
II explorando conteúdos
Específica teórica e prática);
básicos e avançados do
Contato com os problemas reais para
curso.
integrar aspectos teóricos e práticos
da atividade profissional.
Formação Teoria e prática profissional do curso; Atividades que completem
III
Profissional ESO e TCC. a formação Profissional.

Os conteúdos curriculares que compõem o curso de Licenciatura em Ciências


Biológicas modalidade EAD estão divididos em 2.655 (Dois mil seiscentos e cinquenta e cinco)
horas de disciplinas obrigatórias de conteúdos curriculares básicos de natureza científico-
cultural (parágrafo I do artigo 11 da Resolução CNE/CP n.º 2/2019; núcleo de formação básica
do Parecer CFBio n.º 01/2010), e 805 (oitocentas e cinco) horas de disciplinas voltadas à
formação pedagógica do professor (parágrafo I do artigo 11 da Resolução CNE/CP n.º 2/2019)
que foram divididas em 405 (quatrocentas e cinco) horas de práticas pedagógicas e 400
(quatrocentas) horas em estágio supervisionado obrigatório; 90 (noventa) horas de disciplinas
eletivas que possibilitam a flexibilidade na formação específica discente ao longo do curso.
Além das disciplinas eletivas, a flexibilidade do curso também é fomentada pelo componente
de Atividades Complementares de 200 (duzentas) horas, que devem ser cumpridas em
40

atividades diversas ao longo do curso; e 120 (cento e vinte) horas de trabalho de conclusão de
curso. A carga horária total deste curso é de 3.780 (três mil setecentos e oitenta) horas (Quadro
02).
O parecer CNE/CES n.º 1.301/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Ciências Biológicas, traz os conteúdos curriculares básicos e
complementares de natureza científico-cultural em seis áreas básicas:

1. Biologia celular, molecular e evolução,


2. Diversidade biológica,
3. Fundamentos das ciências exatas e da terra,
4. Ecologia,
5. Fundamentos das ciências exatas e da terra,
6. Fundamentos filosóficos e sociais.

Além dos conteúdos biológicos, os CONTEÚDOS PEDAGÓGICOS para formação de


professor são abordados em oito disciplinas comuns a todos os cursos de graduação da Ufra
através da Resolução N°790 de 28 de agosto de 2023 (Ufra) e mais 14 para um total de 22.
De acordo com os ciclos de formação da Ufra, no primeiro ano do curso são ofertadas
as disciplinas de formação de base comum da biologia e da área didático-pedagógica,
compreendendo o Núcleo de Formação Geral, em consonância com o proposto pelo PPI Ufra
(Resolução Ufra n.° 724/2022). A partir do segundo ano, as disciplinas de conhecimento
específico da biologia são efetivadas. A partir do segundo ano inicia o Estágio Supervisionado
Obrigatório (ESO) e a partir do terceiro ano iniciam-se as Práticas Pedagógicas. Os
componentes curriculares específicos, da biologia e da pedagogia, são oferecidos ainda no
terceiro e quarto ano, completando a carga horária necessária até a metade do quinto ano
completando os nove semestres letivos. Nos dois últimos semestres são oferecidas disciplinas
relacionadas à produção do Trabalho de Conclusão do Curso. As disciplinas do TCC compõem
o Ciclo de Formação Profissional conforme quadro 01.
A curricularização da extensão, prevista pela Resolução CNE/CES n.º 7/2018 e meta 12
da Lei n.º 13.005/2014, é atendida por meio das práticas pedagógicas de caráter extensionista,
totalizando 405 (quatrocentos e cinco) horas e outras disciplinas, correspondendo, portanto, a
10,7% da carga horária total do curso.
O Enade é um componente curricular obrigatório dos cursos de graduação, sendo
inscrita no histórico escolar do estudante somente a sua situação regular com relação a essa
41

obrigação, atestada pela sua efetiva participação ou, quando for o caso, dispensa oficial pelo
Ministério da Educação, na forma estabelecida em regulamento (Art. 5, § 5º do SINAES, 2004).
As disciplinas serão ofertadas preferencialmente de forma modular, com exceção de
disciplinas extensionistas que precisem ser ofertadas semestralmente. As disciplinas seguirão o
regimento de ensino e calendário para cursos para desta modalidade, havendo, em caso de pré-
requisitos, necessidade de comprovação do aluno de cumprimento dele no ato da matrícula.
Quando oportuno, o calendário contará com as datas para avaliações presenciais e práticas, que
acontecerão sempre aos finais de semana para facilitar a mobilidade do aluno ao polo. Além de
avaliação presencial e de acordo com o calendário específico de cada disciplina, o aluno deverá
se fazer presente nas atividades presenciais obrigatórias, que acontecerão preferencialmente nos
finais de semana, cabendo destacar que algumas disciplinas não terão atividades presenciais
obrigatórias além da avaliação.
No quadro 4 estão descritas as disciplinas que farão parte da Matriz Curricular, com
suas respectivas cargas horárias, total, teórica, prática, de extensão e pré-requisitos.

Quadro 4. Estrutura Curricular do Curso de Graduação de Licenciatura em Ciências Biológicas,


modalidade a Distância, UAB/UFRA.
CICLO DE FORMAÇÃO GERAL
1º PERÍODO CURRICULAR
Natureza Didático-pedagógica
Componente Curricular
(Distribuição de CH por natureza)
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipos CH Extensão
Conhecimento Ensino do CC
Disciplina / Letivas ou
Eletivas /
N. Teórica Prática Presenc
Atividades TOTAL DCE ACE EaD**
º ** ** ial**
Acadêmicas ESO, TCC
Curriculares e AC
DEONTOLOGIA
1 BIOLÓGICA E Letiva 30 30 - 0 0 - -
BIOÉTICA
AMBIENTAÇÃO EAD -
2 TECNOLOGIAS Letiva 60 60 - 0 0 - -
DIGITAIS
*LEITURA E
3 PRODUÇÃO DE Letiva 45 45 - 0 0 - -
TEXTOS ACADÊMICOS
*EDUCAÇÃO EM
4 DIREITOS HUMANOS Letiva 30 30 - 0 0 - -
5 BIOLOGIA CELULAR Letiva 60 60 - 0 0 - -
INFORMÁTICA E
6 INTRODUÇÃO A Letiva 30 30 - 0 0 - -
DADOS BIOLÓGICOS
*METODOLOGIA
7 CIENTÍFICA Letiva 30 30 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 285 285 - 0 0 - -
2º PERÍODO CURRICULAR

8 DIDÁTICA I Letiva 60 60 - 0 0 - -
42

FUNDAMENTOS
HISTÓRICOS E
9 FILOSÓFICOS DA Letiva 30 30 - 0 0 - -
EDUCAÇÃO
PSICOLOGIA DA
10 EDUCAÇÃO Letiva 45 45 - 0 0 - -
QUÍMICA GERAL E
11 ORGÂNICA Letiva 60 60 - 0 0 - -
MATEMÁTICA
12 APLICADA ÀS Letiva 30 30 - 0 0 - -
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
HISTOLOGIA E
13 EMBRIOLOGIA Letiva 60 60 - 0 0 - -
COMPARADA
PRINCÍPIOS DA
14 SISTEMÁTICA Letiva 30 30 - 0 0 - -
BIOLÓGICA
15 GEOLOGIA BÁSICA Letiva 45 45 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 360 360 - 0 0 - -
CH TOTAL DO CFG 645 645 - 0 0 - -
CICLO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA

3º PERÍODO CURRICULAR

16 DIDÁTICA II Letiva 30 30 - 0 0 - -
POLÍTICAS PÚBLICAS
17 EM EDUCAÇÃO Letiva 45 45 - 0 0 - -
METODOLOGIA DO
18 ENSINO DE BIOLOGIA Letiva 60 60 - 0 0 - -
ZOOLOGIA DOS
19 INVERTEBRADOS I Letiva 45 45 - 0 0 - -
ZOOLOGIA DOS
20 VERTEBRADOS I Letiva 45 45 - 0 0 - -
ECOLOGIA DE
21 POPULAÇÕES Letiva 45 45 - 0 0 - -
22 BIOQUÍMICA GERAL Letiva 60 60 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 330 330 - 0 0 - -
4º PERÍODO CURRICULAR

23 EDUCOMUNICAÇÃO Letiva 30 30 - 0 0 - -
*ACESSIBILIDADE E
INCLUSÃO EM
24 DIFERENTES Letiva 30 30 - 0 0 - -
CONTEXTOS
FUNDAMENTOS
TEÓRICOS E
25 METODOLÓGICOS DO Letiva 60 60 - 0 0 - -
ESO
26 BIOESTATÍSTICA Letiva 60 60 - 0 0 - -
27 GENÉTICA Letiva 60 60 - 0 0 - -
ZOOLOGIA DOS
28 INVERTEBRADOS II Letiva 45 45 - 0 0 - -
ZOOLOGIA DOS
29 VERTEBRADOS II Letiva 45 45 - 0 0 - -
ECOLOGIA DE
30 COMUNIDADES Letiva 45 45 - 0 0 - -
31 ESO I ESO I 100 0 - 0 0 - -
-
CH TOTAL DO PERÍODO 475 375 - 0 0 -
5º PERÍODO CURRICULAR

SOCIOLOGIA DA
32 EDUCAÇÃO Letiva 30 30 - 0 0 - -
TÓPICOS ESPECIAIS EM
33 EDUCAÇÃO INCLUSIVA Letiva 45 45 - 0 0 - -
TECNOLOGIAS DIGITAIS
34 NO ENSINO DE Letiva 30 30 - 0 0 - -
BIOLOGIA
43

35 ECOLOGIA DE SISTEMAS Letiva 45 45 - 0 0 - -


36 MORFOLOGIA VEGETAL Letiva 60 60 - 0 0 - -
MICROBIOLOGIA
37 BÁSICA Letiva 45 45 - 0 0 - -
PALEONTOLOGIA
38 BÁSICA Letiva 45 45 - 0 0 - -
39 ELETIVA BIOLÓGICA Eletiva 45 45 - 0 0 - -
40 ESO II ESO II 100 0 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 445 345 - 0 0 - -
6º PERÍODO CURRICULAR
PP I - PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS NO
ENSINO DE
41 MICROBIOLOGIA, Letiva 60 0 - 60 0 - -
BIOLOGIA CELULAR,
HISTOLOGIA E
EMBRIOLOGIA
PP II - PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS NO
42 ENSINO DE GENÉTICA E Letiva 60 0 - 60 0 - -
BIOQUÍMICA
*FUNDAMENTOS E
43 PRÁTICAS DA Letiva 30 30 - 0 0 - -
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
ECOLOGIA DE
44 PAISAGEM Letiva 45 45 - 0 0 - -
45 ETNOBIOLOGIA Letiva 30 30 - 0 0 - -
46 BIOLOGIA MOLECULAR Letiva 60 60 - 0 0 - -
FÍSICA APLICADA ÀS
47 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Letiva 60 60 - 0 0 - -
SISTEMÁTICA DE
48 PLANTAS SEM Letiva 30 30 - 0 0 - -
SEMENTES
49 ESO III ESO III 100 0 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 460 240 - 120 0 - -
7º PERÍODO CURRICULAR
PP III - PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS NO
ENSINO DE PSICOLOGIA
50 DA EDUCAÇÃO E Letiva 60 0 - 60 0 - -
EDUCAÇÃO EM
DIREITOS HUMANOS
PP IV - PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS NO
51 ENSINO DE Letiva 60 0 - 60 0 - -
MATEMÁTICA, FÍSICA E
QUÍMICA
CURRÍCULO NO ENSINO
52 DE CIÊNCIAS E DE Letiva 30 30 - 0 0 - -
BIOLOGIA
*ESTUDO DAS
RELAÇÕES ÉTNICO-
53 RACIAIS NA SOCIEDADE Letiva 45 45 - 0 0 - -
BRASILEIRA
ANATOMIA E
54 FISIOLOGIA ANIMAL Letiva 30 30 - 0 0 - -
COMPARADA
SISTEMÁTICA DE
55 ESPERMATÓFITAS Letiva 45 45 - 0 0 - -
56 MICROEVOLUÇÃO Letiva 60 60 - 0 0 - -
57 BIOFÍSICA Letiva 45 45 - 0 0 - -
58 ESO IV ESO III 100 0 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 475 255 - 120 0 - -
CH TOTAL DO CFE 2185 1545 - 240 0 - -
CICLO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
8º PERÍODO CURRICULAR
PP V - PRÁTICAS
58 PEDAGÓGICAS NO Letiva 60 0 60 60 0 - -
44

ENSINO DE
METODOLOGIA
CIENTÍFICA, ZOOLOGIA,
ECOLOGIA E
BIOESTATISTICA
PP VI - PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS NO
59 ENSINO DE BOTÂNICA, Letiva 60 0 60 60 0 - -
ETNOBIOLOGIA E
SOCIOLOGIA
*LÍNGUA BRASILEIRA
60 DE SINAIS - LIBRAS Letiva 45 45 - 0 0 - -
61 FISIOLOGIA VEGETAL Letiva 60 60 - 0 0 - -
62 MACROEVOLUÇÃO Letiva 45 45 - 0 0 - -
ANATOMIA E
63 FISIOLOGIA HUMANA Letiva 60 60 - 0 0 - -
*METODOLOGIA
64 AVANÇADA DA Letiva 30 30 - 0 0 - -
PESQUISA
65 TCC I TCC 60 60 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 420 300 120 120 0 - ---
9º PERÍODO CURRICULAR
PP VII - PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS NO
ENSINO DE EDUCAÇÃO
66 AMBIENTAL E Letiva 45 0 45 45 0 - -
SUSTENTABILIDADE E
TECNOLOGIAS DIGITAIS
NO ENSINO
NEUROCIÊNCIA NA
67 EDUCAÇÃO Letiva 45 45 - 0 0 - -
68 ELETIVA PEDAGÓGICA Letiva 45 45 - 0 0 - -
69 IMUNOLOGIA Letiva 30 30 - 0 0 - -
70 PARASITOLOGIA Letiva 30 30 - 0 0 - -
BIOLOGIA DA
71 CONSERVAÇÃO E Letiva 45 45 - 0 0 - -
SUSTENTABILIDADE
72 biotecnologia Eletiva 30 30 - 0 0 - -
73 TCC II TCC 60 60 - 0 0 - -
CH TOTAL DO PERÍODO 330 285 - 45 - 0 ---
CH TOTAL DO CFP 750 585 165 165 0 0 ---
Atividades Acadêmicas
74 AC 200 --- --- --- --- --- ---
Curriculares
Situação regular inscrita no Histórico Escolar do discente da Ufra – Enade é
componente curricular obrigatório dos cursos de graduação, sendo inscrita no
histórico escolar do estudante, somente a sua situação regular com relação a
75 Enade
essa obrigação, atestada pela sua efetiva participação ou, quando for o caso,
dispensa oficial pelo Ministério da Educação, na forma estabelecida em
regulamento (Art. 5, § 5º do SINAES, 2004).
** A cada semestre será lançado um calendário com as disciplinas por módulo e qual a carga horária de aulas
práticas e aulas presenciais em cada uma.

ELETIVAS
Natureza Didático-pedagógica
Componente Curricular
(Distribuição de CH por natureza)
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipos CH Extensão
Conhecimento Ensino do CC
Letivas
Disciplina / ou
Atividades Eletivas / Teóric Prátic Presen
N.º TOTAL DCE ACE EaD
Acadêmicas ESO, a a cial
Curriculares TCC e
AC
45

Práticas de Ensino
76 em Educação do Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Campo
77 Sistema braille Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Educomunicação
Ambiental em
78 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Reserva Extrativista
Marinha
Materiais Didáticos
79 para o Ensino de Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Ciências e Biologia
Instrumentação para
80 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
o Ensino de Química
Laboratório de
81 Técnicas de Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Anatomia Vegetal
Teoria do
82 Pensamento Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Sistêmico
Práticas Educativas
de Introdução a
83 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Agroecologia nas
Escolas
Paisagismo
84 Funcional em Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Escolas
Educação
85 Empreendedora e Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Marketing
Saúde Pública e Ação
86 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Social
Saúde, Higiene e
87 Segurança do Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Trabalho
Sociologia e Meio
88 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Ambiente
Microbiologia
89 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
aplicada
90 Etologia Eletiva 45 45 - 0 0 - -
91 Entomologia Eletiva 45 45 - 0 0 - -
92 Limnologia Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Gerenciamento
93 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
costeiro
Geoprocessamento
94 na Gestão Ambiental Eletiva 45 45 - 0 0 - -
e Territorial
95 Ecologia marinha Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Biotecnologia
96 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
ambiental
Avaliação de
97 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Impactos Ambientais
98 Legislação ambiental Eletiva 45 45 - 0 0 - -
99 Química ambiental Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Licenciamento e
100 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Estudos Ambientais
Controle e
101 Monitoramento Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Ambiental
102 Recuperação de Eletiva 45 45 - 0 0 - -
46

Áreas Degradadas
103 Ecotoxicologia Eletiva 45 45 - 0 0 - -
104 Geoprocessamento Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Sensoriamento
105 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
remoto
Fauna do Solo:
106 Biodiversidade e Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Serviços Ambientais
Tópicos Especiais em
107 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Educação
Tópicos Especiais em
108 Eletiva 45 45 - 0 0 - -
Biologia

RESUMO DA ESTRUTURA CURRICULAR

Componente Curricular Natureza Didático-Pedagógica


(Distribuição Total de CH por natureza)
Classificação / CH TOTAL Modalidade
Dimensão de
Tipos Extensão de Ensino do
Conhecimento
CC**
Disciplina (Letivas e Eletivas)/ HORA % Presenc
Atividades Acadêmicas
AULA Teórica Prática DCE ACE ial EaD
Curriculares (ESO, TCC e AC)
Disciplinas Letivas 2.970 78,57 2565 405 405 0 - -
(Obrigatórias)
Disciplinas Eletivas 90 2,38 90 0 0 0 - -
(Optativas)
ESO 400 10,58 0 400 0 0 100% 0
TCC 120 3,17 120 0 N/A N/A - -
AC 200 5,29 0 200 N/A N/A N/A N/A
CH TOTAL de
CURSO 3.780 --- 2775 1005 --- --- 3.975 0
(Hora-aula)
CH TOTAL de 73,41% 26,59% 10,71% --- - -
100
CURS0 ---
% 100% Mínimo 10% 100%
(%)
**A referência de CH e % da modalidade de ensino dos CCs é descrita em PPI com diferença de acordo com a
modalidade de curso.
A cada semestre será lançado um calendário com as disciplinas, por módulo e qual a carga horária correspondente
a aula prática e aula presencial.

1.5 CONTEÚDOS CURRICULARES

A matriz curricular aqui proposta corresponde à carga horária de 1.755 (mil setecentos
e cinquenta e cinco) horas em disciplinas de formação específica em ciências biológicas, sendo
900 (novecentas) horas em disciplinas obrigatórias e 90 (noventa) horas em disciplinas eletivas,
atendendo à carga horária do núcleo de formação básica (Parecer CFBio n.° 01/2010). Esse
parecer objetiva proporcionar conteúdo do campo de saber das ciências biológicas que
47

forneçam o embasamento teórico e prático para formação base sólida, necessária para a atuação
profissional docente.
Em atenção ao Parecer CNE/CES n.º 1.301, de 06 de novembro de 2001, a formação
específica contempla conteúdos de química, física e da saúde, para atender ao ensino
fundamental e médio. Além disso, contempla disciplinas relacionadas à Metodologia Científica,
Linguagem Digital, Leitura e Produção de Textos e Educomunicação em atendimento a
Resolução CNE/CP n.º 2, de 20 de dezembro de 2019.
O conjunto de disciplinas de Práticas Pedagógicas (405 horas) tem como objetivo
proporcionar ao licenciando a articulação e a interdisciplinaridade entre conteúdos específicos
e a prática de ensino, por meio do desenvolvimento de atividades para o ensino de ciências e
biologia.
Cabe destacar a oferta de disciplinas obrigatórias de acordo com a legislação vigente, a
saber:
1. Libras (45h), em atenção à Lei n.º 10.436, de 24 de abril de 2002, regulamentada pelo
Decreto n.º 5.626, de 22 de dezembro de 2005;
2. Educação em Direitos Humanos (30h), Lei n.º 10.741 de 1.º de outubro de 2003, Decreto
n.º 7.037 de 21 de dezembro de 2009, Parecer CNE/CP n.º 008 de 06 de março de 2012
e Resolução CNE/CP n.º 1 de 30 de maio de 2012;
3. Fundamentos e Práticas da Educação Ambiental (30h), Lei n.º 9.795 de 27 de abril de
1999, Parecer CNE/CP n.º 14 de 06 de junho de 2012 e Resolução CNE/CP n.º 2 de 15
de junho de 2012;
4. Educação Financeira e Sustentabilidade (30h), Saúde Pública e Ação Social (60h) e
Saúde, Higiene e Segurança do Trabalho (30h) Resolução CNE/CEB n.º 7 de 14 de
dezembro de 2010; e
5. Estudo das Relações Étnico-raciais na Sociedade Brasileira (45h), Lei n.º 10.639 de 09
de janeiro de 2003, Lei n.º 11.645 de 10 de março de 2008, Parecer CNE/CP n.º 3 de 10 de
março de 2004 e Resolução CNE/CP n.º 1 de 17 de junho de 2004.

1.6 METODOLOGIA

A composição metodológica expressa na constituição curricular do curso de


Licenciatura em Ciências Biológicas, modalidade a distância (UAB/UFRA), busca
proporcionar uma formação holística aos seus discentes.
Os métodos de educação a distância que se pretende utilizar, buscam propiciar o
aprofundamento e a articulação dos diferentes conteúdos desenvolvidos no contexto dos temas
48

de aprendizagem do curso. Além de promover o diálogo, respeitar os interesses e os diferentes


estágios do desenvolvimento cognitivo dos alunos, favorecendo a autonomia, interação e
colaboração na aprendizagem, visando o aprender a fazer e o aprender a aprender. Os meios
didáticos na modalidade de educação a distância têm por pressuposto Mecanismos de Interação
e Comunicação Bidirecional (assíncrona, síncrona) o qual envolve diálogos permanentes, apoio
tutorial e uma rede comunicacional, Figura 2.

Figura 2. Relação de comunicação entre os atores envolvidos no processo de ensino


aprendizagem a distância.

O corpo docente, na composição de suas aulas, busca formar alunos que saibam
relacionar teoria com a prática, a fim de compreender os aspectos sociais, políticos, econômicos
que os cercam, despertando nesses educandos o seu tino crítico perante as situações enfrentadas,
buscando assim, quebrar o paradigma de um ensino focado apenas na abordagem tradicional e
tecnicista, de um ensino conteudista, e ir além.
As aulas se dão de três formas: a distância (síncrona e assíncrona) e presencial
(atividades práticas e provas). Os mecanismos de interação de forma assíncrona e síncrona
caracterizam a dinâmica da comunicação e da interação entre professores/tutores x alunos,
envolvidos nos processos acadêmicos e de ensino aprendizagem, no contexto da oferta do Curso
de Licenciatura em Ciências Biológicas a Distância (LCB EaD Ufra). Dessa forma, vem
estabelecer comunicação permanente e contínua em diferentes espaços geográficos e tempos.
Esta comunicação entre alunos x professor x tutor (presencial e a distância) é fundamental para
que o processo de ensino-aprendizagem ocorra de forma eficaz e eficiente. Para garantir que
essa comunicação, o Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, a distância, compõe um
conjunto de estruturas de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) no qual o aluno
contará com meios de comunicação como e-mail, telefone e Internet. Desta maneira, com a
49

finalidade de elucidar a articulação dos conteúdos desenvolvidos nas disciplinas, foram


planejadas atividades que desenvolvam o domínio da competência para a formação do
licenciado em ciências biológicas e possibilitarão reflexão, problematização dos temas,
experimentação e domínio de dispositivos tecnológicos de comunicação e estabelecimento de
relações que implicarão na criação e aprendizagem.
Devemos destacar, também, a valorização da interdisciplinaridade e do empenho em
promover a divulgação científica, quando percebemos que a composição curricular destaca a
valorização de aulas práticas, aulas de campo, ações extensionistas, com a preocupação em está
sempre em contato com o meio social que o cerca, fazendo essa troca de saberes (universidade-
sociedade).
As modalidades didáticas destacam o uso das metodologias ativas, valorizando as
múltiplas individualidades encontradas no ambiente formativo, pois com a diversidade
metodológica, consegue-se promover uma aprendizagem agregadora, na qual, as dificuldades
e diferenças de aprendizagem são acolhidas, a fim de promover valorização de cada educando,
de sua autonomia, e principalmente, garantir a efetividade no processo de ensino e
aprendizagem, rompendo a barreira de uma aprendizagem focada apenas no conteúdo
científico, na teórica, promovendo assim, uma aprendizagem significativa.
Por fim, enfatizamos o compromisso de por meio da constituição metodológica que
contempla esse curso, formar um profissional que seja ativo no seu ambiente de trabalho, na
escola, que busque a construção de uma prática pedagógica sempre inovadora, que nunca
quebre seu vínculo com a sua universidade, sendo ela seu laço de apoio e formação, e faça a
mudança acontecer, contribuindo para que a educação seja sempre valorizada e um dos meios
principais de busca por uma sociedade mais humana, integradora e crítica.

1.6.1 A interação aluno / professor / tutor / conteúdo

O aluno que estuda na modalidade a distância, necessita de atenção e apoio para levar
adiante os seus estudos, pois, constantemente, estão acometidos pela sensação de “solidão”,
gerando desmotivação e, consequentemente, evasão. Neste contexto, é fundamental a interação
do tutor a distância para efetivação do processo ensino-aprendizagem e êxito do estudante,
evitando a desistência e o desencanto pelo saber. No sistema de educação modalidade a
distância do ensino EaD/Ufra, o estudante é o personagem central de todo o processo e a
aprendizagem autônoma, cujo objetivo é promover processos interativos qualificados. Para que
o estudante possa atingir esse objetivo, o tutor é um dos elementos fundamentais, juntamente
50

com o professor formador, da disciplina e o material didático.


Nessa modalidade de ensino, o estudante não consegue recorrer rotineiramente aos
professores como no ensino presencial, pois eles poderão estar a quilômetros de distância. Além
disso, no caso da Ufra, esses mesmos professores são geralmente professores nas salas de aula
do ensino regular. Assim, a chance de o estudante tirar suas dúvidas, diretamente com esse
professor, é pequena. Nesse momento, entra o tutor como uma figura muito importante. No
EAD UFRA, o TUTOR é o MEDIADOR entre o professor coordenador da disciplina, o
material didático e o estudante. Espera-se que o tutor colabore na identificação e busca de
soluções para as dificuldades e problemas encontrados pelos alunos, ajudando assim na
conquista da sua autonomia. O tutor deve, portanto, gostar e ter habilidade para interagir com
os estudantes, tendo disponibilidade para ouvir e atender suas dúvidas e problemas. Além disso,
é fundamental que haja total interação entre o professor-coordenador da disciplina e o tutor,
através da permanente comunicação entre eles. O modelo de tutoria do EAD UFRA prevê duas
modalidades de tutoria: a distância, existente em todo sistema de educação a distância, e a
presencial.

1.6.2 Materiais Educacionais


Os Materiais Didáticos são, especialmente, preparados pelos professores formadores do
curso, com o apoio de uma equipe multidisciplinar constituída de revisores (de linguagem e
pedagógico), desenhistas instrucionais, ilustradores, diagramadores, web designers, entre
outros. Os estudantes contam também em muitos casos, com a facilidade adicional do material
na web, vídeo, modelos, bibliografia complementar, atividades on-line, etc. Apesar do esforço
no sentido de produzir um material adequado para uma aprendizagem independente, a
experiência mostra que sempre ocorrem dúvidas, muitas vezes quase intransponíveis sem uma
ajuda. Além disso, estudo independente não quer dizer solitário. Ao contrário, o sucesso na
educação a distância está quase sempre associado a um estudo solidário, fruto de intensa
interatividade entre os estudantes e desses com o professor.

1.6.3 Avaliações presenciais

Segundo o Art. 4 do Decreto 5.622/2005, que regulamenta o Art. 80 da LBD, a avaliação


de desempenho do estudante, em cursos na modalidade a distância, deverá obrigatoriamente
conter exames presenciais que prevalecem sobre os demais resultados obtidos em quaisquer
outras formas de avaliação a distância. Assim, para o curso de licenciatura em Ciências
Biológicas a Distância, as avaliações presenciais ocorrerão no Polo da UAB, de apoio
51

presencial, em cada município onde o curso é ofertado, sob supervisão dos tutores presenciais
e/ou a distância. Estas deverão corresponder a 70% da nota total do aluno no primeiro e segundo
NAPs, sendo que as outras atividades somarão 40%. Já para as avaliações substitutivas (AS),
as avaliações serão integralmente presenciais.
A avaliação presencial poderá ser realizada através de prova, com questões objetivas
e/ou subjetivas, possibilitando ao aluno o autodesenvolvimento e das qualidades da organização
de síntese sobre o conteúdo trabalhado na disciplina na sua formação isso para que o aluno
possa expressar o seu conhecimento de forma clara expondo o seu grau de entendimento ou não
do conteúdo trabalhado; ou seminários presenciais, aplicações, dentre outras atividades
didáticas elaboradas pelo professor.

1.6.4 Seminários virtuais e presenciais

De acordo com as necessidades especificas pedagógicas de cada disciplina, o professor


responsável pela mesma, poderá dentro de seu plano didático, planejar seminários virtuais e/ou
presenciais, incluindo-os no seu calendário, como uma estratégia de consolidar, socializar e/ou
sistematizar conhecimentos aprendidos.
Tantos os seminários virtuais e presenciais, poderão ser realizados conforme o
calendário acadêmico, previsto para o desenvolvimento dos conteúdos programáticos e terão
como objetivos dar orientações aos estudos individuais e a distância, abordar as temáticas dos
conteúdos programáticos e/ou realizar avaliações. No caso dos seminários virtuais, estes
poderão utilizar videoconferência ou outra ferramenta de comunicação síncrona da plataforma
SIGAA/moodle ou Google meet compatível com a atividade. As atividades do tipo seminário,
devido seu objetivo didático, quando presenciais irão ser de caráter obrigatório e contarão para
frequência do aluno.

1.6.5 Eventos

Para o Curso de “Licenciatura em Ciências Biológicas à distância” planeja-se o


desenvolvimento formal de eventos presenciais ou online (via videoconferência) com o
principal objetivo de compartilhar experiências significativas entre os alunos, professor/tutor e
profissionais convidados. Dentre os eventos previstos para este curso destaca-se os Encontros
de Relatos de Experiências do Estágio Supervisionado Obrigatório – ESO/EaD que tem como
objetivo compartilhar as experiências do ESO I, II, II e IV e o Workshop de Projetos de
Monografia que tem como proposta a socialização dos projetos de trabalho desenvolvidos no
decorrer do curso e a comunicação dos resultados. Os eventos serão de caráter obrigatório,
52

como parte integrante das atividades curriculares do ESO e das disciplinas TCC I e TCC II.

1.7 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO


O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório (ESO) é uma atividade curricular
obrigatória do Curso de Ciências Biológicas – Modalidade Licenciatura e será planejado,
orientado e avaliado com a finalidade de possibilitar ao estudante a ação-reflexão-ação dos
fundamentos teóricos, didáticos e metodológicos do referido curso. Como objetivo, o ESO
possui:
• Proporcionar, aos discentes, oportunidades de desenvolver saberes, habilidades e
competências junto ao seu campo profissional;
• Permitir, ao discente, a vivência de situações-problema e pré-profissionais nas
diferentes áreas de atuação do curso;
• Preparar o discente para o exercício da profissão mediante o desenvolvimento de
atividades referentes à área de opção do estágio;
• Proporcionar aproximação dos docentes e discentes com as situações- problema
presentes no ambiente campo do estágio motivando reflexões, visando o processo de
ensino-aprendizagem e atualização da formação proporcionada pelo curso;
• Promover a participação em conselhos de classe e reuniões de professores das escolas
de Educação Básica e Fundamental.
• Promover integração entre a UFRA e entidades, órgãos, secretarias, escolas públicas e
privadas.

O ESO do curso de Ciências Biológicas - Licenciatura será conduzido por um conjunto


de normas e procedimentos e pela legislação vigente sobre estágio, cujo regulamento encontra-
se em anexo, no PPC do curso. A carga horária total de ESO é de 400 horas (Estágio Curricular
Obrigatório I, II, III e IV), realizados do 4º ao 7º semestre, assim distribuídas:
I - 100 h –– ESO em Ciências I, realizado no quarto semestre do curso.
II - 100 h –ESO em Ciências II – realizado no quinto semestre do curso.
III - 100 h – ESO em Biologia I – realizado no sexto semestre do curso.
IV - 100 h – ESO em Biologia II – realizado no sétimo semestre do curso.

A carga horária total de cada Estágio Supervisionado deverá ser dividida de acordo com
o planejamento para o desenvolvimento das atividades referentes a cada estágio. Desta forma a
53

carga horária total fica dividida em 3 partes: 10h de planejamento junto com o orientador, 84h
de estágio no espaço escolar/não escolar onde será desenvolvido o estágio e 8h para o seminário
de troca de experiências no final de cada semestre, totalizando 100h. Dentro do espaço
escolar/não escolar, onde será desenvolvido o estágio, a carga horária pode ser dividida em
diversas atividades tais como planejamento, observações, preparação de aulas, monitoria,
docência, auxílio ao professor, orientação, preparação dos relatórios, intervenções nas escolas,
amostras pedagógicas, entre outras. Deve ser atendido a frequência de 75% em todas as
atividades do estágio (normativas do ESO encontra-se em anexo).
O ESO do curso de Ciências Biológicas – Licenciatura não cria vínculo empregatício,
devendo ser coordenado, administrado e supervisionado pela Comissão de Trabalho de
Conclusão de Curso e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES), pelos professores
formadores do estágio (orientador) e a coordenação do curso, como forma de apoio ao discente.
Para iniciar as atividades no campo de estágio o discente deverá solicitar sua matrícula
via coordenação através do formulário de solicitação de matrícula no ESO e apresentar o plano
de ESO (documento em anexo). O plano de Estágio deve ser elaborado pelo discente com
auxílio do supervisor, e apresentado à CTES para avaliação e aprovação. O plano de Estágio
refere-se ao plano de Trabalho para a realização do ESO, sendo obrigatório em cada ESO. Cada
discente deverá apresentar no campo de estágio a carta de apresentação (documento em anexo).
Os prazos para entrega de tais documentos devem seguir o cronograma estabelecido pela CTES.

1.8 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO – relação com a rede de escolas da


educação básica
O ESO do Curso de Ciências Biológicas - Licenciatura será realizado em espaços
escolares e não escolares (voltados a educação). Para se matricular no ESO o discente, além de
um profissional supervisor da escola e de um orientador docente da UFRA, deve apresentar um
Plano de Atividades que se coaduna com os objetivos esperados da atividade profissional
docente e, consequentemente, com o perfil do egresso. O vínculo de estágio e as atividades
pertinentes realizadas são devidamente estabelecidos e comprovados por meio do Termo de
Compromisso de Estágio e de Relatórios de Atividades, respectivamente, conforme descrito no
regulamento próprio do componente curricular (documentos em anexo).
Nesse sentido, são estabelecidas parcerias com escolas de Educação Básica, públicas ou
privadas, que apresentem condições básicas para vivenciar situações reais de trabalho docente,
técnico e político-pedagógico e que propiciem o aprimoramento profissional, mediante
aprofundamento teórico-prático na respectiva área de trabalho. Essas instituições de ensino,
54

estabelece parceria com a UFRA, Secretaria de Educação do município ou Secretaria de


Educação do Estado.
Espaços não escolares, que desenvolvam atividades na área de formação do curso
(museus, planetários, laboratório de pesquisa, empresas, hospitais e espaços não
institucionalizados) também podem fazer essa parceria com a UFRA, na oferta de estágio aos
discentes do curso.
Durante o ESO, os alunos serão amparados pela ativação do seguro contra acidentes
pessoais, que possam ocorrer durante o cumprimento da atividade em questão, tanto dentro,
quanto fora da UFRA durante o desenvolvimento do estágio obrigatório.

1.9 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO - relação teoria e prática

O ESO objetiva formar um professor capaz de utilizar diferentes metodologias para os


processos de ensino e aprendizagem de ciências e de biologia, compreender a instituição escolar
e suas especificidades e atuar como professor-pesquisador, possuindo, assim, sua sala de aula
como laboratório de pesquisa.
O ESO do curso ocorre no campo de atuação profissional do discente em formação, ou
seja, na escola. As atividades desenvolvidas pelo estagiário são elaboradas e exercidas mediante
fundamentação teórica estabelecida ou em curso, constituindo, portanto, uma forma
complementar de ensino e aprendizagem acadêmica. As atividades planejadas, executadas e
avaliadas tendo como base a teoria e prática aprendidas no decorrer do curso e discutidas com
os docentes, orientador e supervisor.
As atividades aplicadas em sala pelos estagiários podem ainda ser elaboradas e/ou
desenvolvidas a partir de atividades dos componentes curriculares de práticas pedagógicas de
semestres anteriores, ou em curso no semestre do estágio. Além das atividades, outras situações
do cotidiano de sala de aula ou do contexto escolar também tem o acompanhamento do
professor orientador e podem servir de estudo de caso em contextos de sala de aula dos
componentes curriculares para discussão.

1.10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES


As atividades complementares constituem um componente importante da formação
discente, adicionando flexibilidade ao currículo, tendo, portanto, a finalidade de enriquecer e
complementar o processo de ensino-aprendizagem, privilegiando a complementação da
formação social e profissional. São exemplos de atividades complementares: participação em
eventos internos e externos à instituição de educação superior, tais como: semanas acadêmicas,
congressos, seminários, palestras, conferências, atividades culturais; integralização de cursos
55

de extensão e/ou atualização acadêmica e profissional; atividades de iniciação científica, assim


como de monitoria. Todas as atividades complementares são analisadas e aprovadas
previamente pelo Colegiado do Curso.
Essa atividade curricular é obrigatória para o curso de graduação, devendo o discente
realizar 200 (duzentas) horas de atividades, distribuídas nos segmentos de ensino, pesquisa e
extensão, a partir de atividades diversificadas. Para cada categoria de atividade, há uma carga
horária máxima a ser reconhecida, dessa forma, incentiva-se a diversidade de ocorrências
(documento em anexo).
O discente deverá entregar a listagem completa de atividades realizadas, bem como sua
documentação comprobatória para a CTES do curso, que realizará a análise, validação e
creditação. A solicitação de matrícula e o envio de toda a documentação e procedimentos para
validação da creditação seguirá calendário emitido pela CTES do curso semestralmente. Para
efeito de creditação de atividades complementares, serão somente validadas aquelas às quais o
discente apresentar à coordenadoria do curso a documentação comprobatória original ou com
código de verificação.
As normativas específicas e a listagem completa das atividades aceitas e a carga horária
máxima reconhecida em cada categoria estão dispostas no regulamento próprio do componente
curricular e apresentadas como apêndice neste PPC e disponibilizadas na página da CTES no
site do curso.

1.11 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)


Embora não obrigatório pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação em Ciências Biológicas (PARECER CNE/CES 1.301/2001), o Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC), é sugerido pelo mesmo parecer, porém, o TCC é obrigatório neste
curso de graduação de Licenciatura em Ciências Biológicas, modalidade a distância
(EAD/UFRA).
De acordo com as normas do curso, o TCC pode ser feito em dupla ou individual e
poderá ser desenvolvido nas diferentes áreas de atuação e interesse do Curso de Ciências
Biológicas - Licenciatura, conforme as temáticas norteadoras dessa formação. Todas as
normativas do TCC encontram-se em anexo neste documento.
Esse componente curricular, classificado no Regulamento de Ensino de Graduação -
2022 da UFRA (aprovado pela Resolução do CONSEPE n.º 725 de 21 de dezembro de 2022)
como atividade curricular, é distribuído no curso em TCC I e TCC II, que ocorrem no penúltimo
56

e último semestre, respectivamente. Cada componente tem a carga horária de 60 (sessenta)


horas, totalizando 120 (cento e vinte) horas. Os procedimentos de matrícula no TCC estão
previstos nas normas específicas regulamentadas e fiscalizadas pela CTES do curso.
O processo avaliativo do TCC I prevê a avaliação de parecer avaliativo de sua produção
textual pelo professor orientador e o projeto que subsidiará o TCC II. No TCC II, será,
obrigatoriamente, por defesa pública da monografia ou artigo. A banca examinadora deverá ser
formada por no mínimo 3 membros, sendo o orientador, o presidente da banca. Os membros
deverão ser especialistas da área, com no mínimo título de especialista, reconhecido pela Capes.
A defesa deverá ocorrer por videoconferência.
As produções textuais devem ser elaboradas segundo as Normas para padronização de
trabalhos acadêmicos, conforme o que determina a Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT) vigentes e/ou aquelas estabelecidas pela UFRA, documento aprovado pelo Consepe
pela Resolução nº. 644, de 15 de junho de 2021. Nessa versão, o manual passou a estabelecer a
apresentação de TCC também no formato de artigo científico, além da formatação tradicional
de monografia e é disponibilizado no Portal da Biblioteca Central da UFRA
(https://portalbiblioteca.ufra.edu.br/). O referido documento é elaborado pelos bibliotecários
que compõem a Rede de Bibliotecas da Ufra (Redeteca/Ufra), composta pelas seis bibliotecas
dos Campi contando com a da sede, em Belém, e norteia a formatação do TCC a ser depositado
na Biblioteca Digital de Trabalhos Acadêmicos da Ufra (BDTA/Ufra),
http://bdta.ufra.edu.br/jspui/handle/123456789/101). A normatização completa do TCC é
apresentada anexo a este PPC e disponibilizada no site do curso.

1.12 APOIO AO DISCENTE


O apoio ao discente do curso é realizado sob diferentes formas e programas, a partir de
ações e serviços voltados para o atendimento ao discente relacionada ao desenvolvimento e
planejamento acadêmico, sua adaptação ao curso, assistência estudantil, ações inclusivas e de
apoio psicopedagógico. Esse apoio ocorre de forma presencial e online, tanto pela coordenação
do curso, quanto pelas coordenações de polo.
Os mecanismos de apoio aos discentes, disponibilizados em forma de atendimento e
programas específicos, descritos abaixo, estão divididos em ações e serviços ofertados pela Pró-
Reitoria de Assuntos estudantis, Pró-Reitoria de ensino, Pró-Reitoria de Pesquisa, Pró-Reitoria
de Extensão e a coordenação do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (EAD/Ufra).
57

1.12.1 Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PROAES)


Com a democratização do ensino superior no país, muitas pessoas tiveram a
oportunidade de acessar ao ensino superior, porém há entraves de ordem social, pedagógico,
econômico, de saúde, psicológico entre outros que dificultam o processo de formação
acadêmica na universidade. Nesse contexto, a Pró-Reitoria de assuntos estudantis (PROAES)
da Ufra tem por finalidade propor, planejar, coordenar, executar, supervisionar e avaliar as
políticas de assistência estudantil na Ufra, para garantir a ampliação das condições de
permanência do estudante na universidade até a integralização do curso de graduação, e com
isso diminuir os índices de evasão, retenção e repetência.
Os programas e ações coordenados pela PROAES, conforme Resolução n.º 500 de
02/12/2022, são geridos pela Diretoria de assuntos estudantis e sua divisão psicossocial e
pedagógica (DPP) e as seções de apoio psicossocial e pedagógica (SPP) dos Campi; Diretoria
do restaurante universitário (DRU) e suas seções de alimentação e atendimento nutricional
(SAAN); e a Diretoria de inclusão social e diversidade (DISD), por meio do Núcleo amazônico
de acessibilidade, inclusão e tecnologia (ACESSAR), integrando as seções de apoio
educacional ao discente (SAED), seção de pesquisa e extensão (SEPE) e seção de acessibilidade
e tecnologia assistiva (SACESS).
No contexto psicológico e de saúde, a universidade disponibiliza atendimento nessas
áreas, oferecendo suporte emocional, acompanhamento psicoterapêutico e orientações sobre
saúde física e mental.

Programa de Assistência Estudantil (PAE)


A PROAES possui um Programa de Assistência Estudantil, estabelecido em 2022,
através da Resolução n.º 341 de 23/05/2022, visando ampliar as condições de permanência de
discentes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, que cursam graduação presencial na
Ufra, durante o tempo regular do seu curso. Mesmo sendo direcionado para cursos presenciais,
algumas solicitações serão feitas, por parte da coordenação do curso, para estender o alcance
de alguns programas a modalidade EAD, de forma a viabilizar a igualdade de oportunidades
entre todos os estudantes, contribuindo para a promoção da inclusão social; e contribuindo para
a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam combater situações de
repetência e evasão.
O PAE é constituído por diferentes modalidades de assistência estudantil, organizadas
na forma de auxílios e bolsas. O estudante inscrito será selecionado pelo índice de
vulnerabilidade socioeconômica (IVS), o qual é estabelecido a partir da coleta de informações
58

constantes no questionário socioeconômico (Cadastro Único do SIGAA) e pela análise da


documentação comprobatória apresentada. O acompanhamento dos discentes assistidos pelo
PAE será realizado pelas equipes multiprofissionais da PROAES (assistentes sociais,
psicólogos e pedagogos) e através de Fóruns de Assistência Estudantil promovidos pela
PROAES. A avaliação do PAE será realizada por meio de pesquisas de Assistência Estudantil
promovidas pela PROAES, da análise das taxas de sucesso acadêmico, retenção e evasão dos
discentes assistidos, dentre outras. Por se tratar de um curso a distância, alguns auxílios
realmente não são aplicados para os alunos, porém outros são pertinentes para serem ampliados
para os discentes do curso, como:
I. O auxílio inclusão digital é a subvenção financeira em parcela única, que objetiva possibilitar
que o discente em situação de vulnerabilidade socioeconômica faça a aquisição de
equipamentos tecnológicos e/ou contratação de planos de internet.
II. O auxílio Kit PcD é a subvenção financeira em parcela única, e refere-se a um apoio financeiro
para estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, que são público-alvo da
educação especial – PAEE. O Auxílio Kit PcD é destinado exclusivamente para a aquisição de
tecnologias assistivas, a fim de dar suporte aos estudantes na sua permanência acadêmica na
universidade até completar o tempo de sua graduação.
III.O auxílio pedagógico é a subvenção financeira que visa possibilitar a participação do discente
em situação de vulnerabilidade socioeconômica em cursos complementares à sua formação
acadêmica, aquisição de materiais e outros recursos didáticos indispensáveis ao
acompanhamento dos componentes curriculares dos cursos de graduação.
IV.A bolsa acadêmica é a subvenção financeira, com periodicidade de desembolso mensal, que
visa apoiar a formação acadêmica de discente em situação de vulnerabilidade socioeconômica,
de forma articulada com atividades de ensino, pesquisa e extensão, sob a orientação de um
docente.

1.12.2 Pró-Reitoria de Ensino (PROEN)


A Pró-Reitoria de ensino (PROEN) tem como missão formular, implementar e avaliar
a política de ensino da Ufra visando à formação holística de profissionais de nível superior nas
diversas áreas de conhecimento que compõe o ensino institucional, por meio de ações técnicas,
pedagógicas, estruturais e normativas para o cumprimento da missão institucional.
Nesse contexto, a PROEN dispõe de apoio ao discente, nos serviços e ações prestados
pela Diretoria de Desenvolvimento Pedagógico (DDP), que desenvolve suas atribuições em
duas divisões: Divisão de Acompanhamento Curricular (DAC) e Divisão de Apoio a Docentes
59

e Discentes (DADDI), com o objetivo de orientar e prestar consultoria sobre questões


relacionadas ao ensino superior (legislação e matérias pedagógicas: didática, planejamento,
avaliação, relacionamento professor - aluno, entre outras), e a Diretoria de Mobilidade
Acadêmica e Gestão de Programas e Projetos de Ensino (DMAGPPE), onde contempla ações
e projetos de ensino.
A PROEN oferece alguns programas de ensino que também estão disponíveis aos
alunos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (modalidade EAD):

1.12.2.1 Mobilidade Acadêmica


A Assessoria de Cooperação Interinstitucional e Internacional (ACII) oportuniza a mobilidade
acadêmica (MA), frutos de parcerias institucionais da Ufra ou de livre demanda. O setor é
responsável por elaborar os editais de seleção, divulgar as oportunidades, conduzir o processo
seletivo, viabilizar a implementação da bolsa, orientar o interessado no processo de saída da
Ufra, acompanhar o discente ou servidor durante a mobilidade, e orientar a conclusão e retorno
do mesmo. A ACII tem, em assuntos estratégicos, a função de buscar novas oportunidades,
parcerias e financiamentos, na esfera nacional e internacional, para o impulsionar o processo
de internacionalização da instituição, assim como cooperar para o melhor desenvolvimento do
tripé universitário.

1.12.2.2 Programas de Graduação


1.12.2.2.1 Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID)
O PIBID concebido e implementado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de
Pessoal de Nível Superior), tem como objetivo fomentar a iniciação à docência, aprimorando a
formação de professores em nível superior e elevando a qualidade da Educação Básica
brasileira. As atividades elaboradas buscam auxiliar os alunos e empregar metodologias
diversificadas para o ensino. Desde seu surgimento no curso, o Programa já beneficiou 24
alunos bolsistas em duas edições.

1.12.3.2 Programa de Residência Pedagógica


Desde o início do programa, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas participou e tendo
sido contemplado nos três editais lançados (Edital n.º 24/2022, n.º 01/2020 e n.º 6/2018). Até o
momento, o programa fomentou, por meio de bolsas, a formação de mais de 60 discentes
bolsistas do curso. Com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento da formação inicial
dos futuros professores da educação básica, os discentes residentes do programa, cursando a
60

metade final do curso, desenvolveram ações nas escolas contempladas pelo programa, (na
primeira edição, foram 6 escolas, na segunda e na terceira edição, foram 3 escolas), impactando
mais de 600 alunos da educação básica.

1.12.3 Pró-Reitoria de Extensão


A Seção de Estágio Não Obrigatório – SENO é o setor responsável pela gestão dos
estágios realizados pelos discentes em concedentes diversas da Universidade Federal Rural da
Amazônia - Ufra, assim como é a responsável pela tramitação de processos referente ao
Programa Institucional de Bolsas - PIBEX. A SENO desenvolve suas atividades por meio da
análise da documentação pertinente (termos de compromisso, termos aditivos de estágio não
obrigatório, relatórios e planos de atividades), nos termos da Lei 11.788/08 e da Instrução
Normativa n.º 01/22 – PROEX/Ufra, solicitando eventuais correções e, posteriormente,
providenciando assinatura do Pró-Reitor de Extensão. São avaliadas pela Seção, as normas a
serem observadas pelas concedentes do estágio no que tange às responsabilizações pelo
pagamento de seguro de vida e acidentes pessoais, bolsa-auxílio e auxílio-transporte, carga
horária diária e semanal, bem como pelo planejamento das atividades a serem desenvolvidas e
indicação de supervisor. O acompanhamento do estágio na Instituição é realizado pelo
Professor orientador indicado pelas Coordenações, mediante demanda da SENO. A Seção de
Estágio Não Obrigatório objetiva contribuir com a inserção dos discentes no mercado de
trabalho, mediante ambiente de aprendizagem adequado e acompanhamento do estágio.
Outros projetos de extensão poderão ser desenvolvidos em polos que ofereçam o curso
de Licenciatura em Ciências Biológicas, modalidade a distância, desde que sejam aprovados
pela Comissão de Extensão do ISARH (instituto ao qual o curso está vinculado) e aprovado
pela PROEX.

1.12.4 Coordenação do Curso

1.12.4.1 Organização Estudantil


Os discentes do curso podem organizar-se e formar um centro acadêmico, visando
representar todos os alunos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (EAD/UFRA) e
que não possui fins lucrativos. A entidade estudantil tem como objetivos representar todos os
alunos do curso para estabelecer uma conexão entre os discentes, docentes e alunos de outros
polos e cursos da UFRA; incentivar a participação dos discentes em cursos, eventos e momentos
61

de descontração na Universidade; e promover eventos, cursos, palestras e momentos para os


discentes, que reforcem a interdisciplinaridade e união.

1.12.4.2 Representante de Turma


Cada polo da UAB/UFRA em que o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas
(EAD) é ofertado, possui um (01) representante de turma e um (01) vice representante de turma.
Os representantes atuam como porta-vozes das demandas e necessidades da turma, além de
compartilhar as informações e diálogos realizados com a instituição em reuniões com os
professores, Coordenação de Curso, Direção do Instituto e demais setores da Instituição.

1.12.4.3 Tutoria Acadêmica (Presencial e à distância)


Cada polo da UAB/UFRA em que o curso é ofertado, possui um tutor presencial
(selecionado através de editais periódicos, lançados pela UAB/CAPES), que prestam
assistência presencialmente, aos alunos que buscam o polo da universidade, no município.
Além disso, a modalidade à distância, exige a atuação de um tutor nas disciplinas ministradas,
o qual tem papel fundamental na assistência aos alunos e ao professor, de forma a orientá-lo na
sua formação profissional e humana, e facilitar seu acesso aos diversos setores da Universidade,
permitindo que ambos atinjam suas metas, conforme consta no Regulamento de ensino da Ufra
e nos editais de seleção de tutores.

Tutoria a Distância
Todo sistema de educação a distância dispõe desta modalidade de tutoria. Ela assiste os
estudantes em todas as disciplinas durante todo o curso. O tutor a distância é selecionado em
editais periódicos que são abertos pela UAB/CAPES e atendem uma ou mais disciplinas no
semestre. O tutor selecionado é graduado na área específica do conhecimento, com um bom
domínio do conteúdo, que será orientado pelo professor da disciplina para mediar a
aprendizagem do aluno. Todas as disciplinas contam com pelo menos um tutor a distância. Os
polos da UAB contam com tutor presencial. Os detalhes sobre as atividades de tutoria serão
mais bem detalhados no item 1.14.

1.12.4 Ouvidoria
A Ouvidoria da Ufra, está disponível a todos da comunidade universitária e atua
conforme a Lei n.º 13.460 de 26 de junho de 2017, que dispõe sobre a participação, proteção
e defesa dos direitos dos usuários de serviços públicos, proporciona a interação social sendo
62

um condutor de diálogo facilitador da aproximação entre o Cidadão e a Universidade,


recepcionando e encaminhando sugestões, reclamações, denúncias, pedidos de informação e
elogios da comunidade interna e externa com vistas ao aprimoramento da gestão pública” (art.
2º, V, Decreto n. 8.243/14). Na ouvidoria, as análises das manifestações recebidas servem de
apoio para informar aos gestores sobre a existência de problemas e, como consequência,
provocar melhorias conjunturais e estruturais.
A ouvidoria cumpre também um papel pedagógico, pois atua em um ponto de vista
informativo, apresentando aos cidadãos mais informação sobre seus próprios direitos e
responsabilidades, ampliando, assim, a sua capacidade crítica e autonomia.

1.13 GESTÃO DO CURSO E OS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E


EXTERNA
A Comissão Própria de Avaliação da Ufra – CPA, por meio do Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior (SINAES), criado pela Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004,
é responsável pela Autoavaliação Institucional. Aplicando uma nova metodologia,
desenvolvida na Ufra, tem a função de tornar mais eficaz e eficiente a avaliação da gestão das
IES por meio de contribuições para a readequação dos objetivos, metas e ações do Planejamento
Estratégico da instituição. Essa avaliação é mais ampla e abrange todos os aspectos e atividades
desenvolvidas na Instituição.
Outra forma de avaliação que ocorre na Ufra é a Avaliação do desempenho Docente,
realizada ao final de cada semestre letivo. O processo avaliativo e autoavaliativo da docência
foi elaborado para funcionar em estágios, propostos em consonância com a perspectiva de
avaliação adotada pela Divisão de Apoio Pedagógico/Pró-Reitoria de Ensino. Os dados obtidos
se estabelecem como norteadores para a consecução dos objetivos formativos, com a função de
orientar e harmonizar a prática de ensino na Universidade. Uma das finalidades do diagnóstico
é o feedback sobre o desempenho, contudo, a ação se estende para além do papel de indicador
do desenvolvimento profissional, compreende, ainda, a gestão dos resultados e o levantamento
das necessidades de formação/capacitação, no sentido de contribuir para o aprimoramento
pedagógico.
O período de preenchimento dos formulários de avaliação (estudantes avaliando
docentes) e autoavaliação (professor se autoavaliando e avaliando as turmas que ministrou
aulas) é precedido pela fase de divulgação ao público-alvo (discentes e docentes), por meio de
comunicados compartilhados. Após a análise, é possível identificar, entre outras questões, as
63

médias abaixo de 5 (cinco) pontos, caracterizando o conceito insuficiente. Inicia-se, então, o


atendimento individual aos docentes com baixo rendimento (realizado pela equipe pedagógica,
com a participação da direção do Campus/instituto ao qual o professor está vinculado) e tem
como objetivos: conhecer o ponto de vista do professor sobre os fatores que prejudicaram sua
atuação, analisar pontos específicos desses indicadores, oferecer apoio pedagógico em questões
como: metodologia; didática; uso de tecnologias de informação e comunicação no processo
ensino-aprendizagem (SIGAA), assessoria em fases de planejamento, execução e avaliação de
disciplina. São elaborados gráficos e relatórios por instituto/Campi/curso, cuja finalidade é
oferecer informações (aos diretores, coordenadores de curso e docentes) que subsidiem as ações
em prol da qualidade de ensino. Os diretores recebem o relatório juntamente com os
comentários individuais, que deverão ser entregues aos professores. Após um ciclo anual, são
identificados os docentes que atingiram médias entre 9 (nove) e 10 (dez) pontos, em uma ou
mais turmas – conceito excelente, e em consideração ao desempenho, a PROEN/DAP realiza o
envio de carta nominal, com o intuito de valorizar e incentivar a notável atuação no magistério
superior.
A última fase do processo concentra-se no planejamento e execução de cursos e
treinamentos - principalmente sobre temas que relacionam menores índices na avaliação de
desempenho. A intenção é contribuir para o desenvolvimento do ensino na universidade, a partir
do conhecimento e aplicação de técnicas didático-pedagógicas exitosas.
A avaliação externa do curso é realizada por uma equipe multidisciplinar composta por
especialistas, designados pelo Inep, que são encarregados de avaliar o curso e pelo Exame
Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). O Enade é um componente obrigatório para
todas as IES brasileiras e tem por objetivo avaliar o desempenho dos estudantes de nível
superior no momento de ingresso e conclusão de seus respectivos cursos de graduação
(DECRETO n.º 9.235/PR, 2017).

1.14 ATIVIDADES DE TUTORIA

O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, modalidade a distância, da


UAB/UFRA, conta com o serviço imprescindível dos tutores, em duas formas: tutor a distância
e tutor presencial (nos polos em que o curso é ofertado). Todos os tutores são selecionados
através de processo seletivo, realizado periodicamente, com validade de até quatro anos, a
interesse da Universidade. A seleção não gera vínculo empregatício, sendo o tutor vinculado
em caráter temporário, na qualidade de bolsista da CAPES e podendo ser interrompido o
64

vínculo a qualquer tempo.


O tutor a distância deve atuar em três frentes: junto ao aluno, ao professor da disciplina
e aos tutores presenciais, a coordenação de curso.
● Junto aos estudantes: missão fundamental de atuar como um orientador de estudo, ajudando-
os a encontrar caminhos para a solução dos problemas através da utilização de todos os recursos
de aprendizagem oferecidos pelo EAD UFRA bem como outras fontes de consulta, aguçando
a curiosidade, esclarecendo suas dúvidas e dando apoio e incentivo nos momentos de desanimo
e dificuldade. Outra função muito importante é a promoção da interatividade entre os alunos
através da formação de grupos de estudo, do debate e da troca de ideias. Nesse sentido é o
responsável pela coordenação de fóruns e chats propostos pelos coordenadores ou por iniciativa
própria, além de propiciar espaços para interação informal entre os estudantes.
O tutor a distância será o responsável por avaliar o desempenho da aprendizagem do aluno nas
atividades realizadas pela plataforma virtual
● Com o coordenador da disciplina: colabora complementando o seu trabalho. Nesse sentido
auxilia na elaboração de guias de estudo, colabora na revisão do material didático, participa da
capacitação dos tutores presenciais, propõe atividades, divide com o professor e tutor presencial
a responsabilidade da condução de atividades presencias nos polos, representando-o quando
necessário e participa ativamente da correção das avaliações.
● Com os tutores presenciais: tutores a distância e presenciais são parceiros como elementos
facilitadores da aprendizagem do aluno. Por isso devem trabalhar em estreita colaboração
visando o objetivo comum: apoiar e ajudar o aluno na construção da autonomia de
aprendizagem.
● Com o coordenador de curso: encaminhando as dúvidas que podem vir relacionada
especificamente as questões que não são de aprendizagem, como administrativas e de secretaria
acadêmica. O atendimento ao estudante feito pelo tutor a distância e pode ser individual ou em
grupo, síncrono ou assíncrono e deve atender os estudantes nas suas dúvidas, garantindo suporte
para aprendizagem na disciplina, independente do cronograma de estudo proposto. Esse
atendimento é feito preferencialmente pela plataforma virtual SIGAA (ou outro Ambiente
Virtual de Aprendizagem – AVA), podendo ser utilizada outras ferramentas de complementares.

Ao iniciar o semestre, cada tutor da disciplina deverá estabelecer um cronograma de


ações de tutoria, onde este deixara claro os dias (e horários – se for o caso) para realização desta
atividade, cumprindo uma carga horaria mínima de 20h/semanais de dedicação a mesma.
Portanto, as funções do tutor a distância são múltiplas: além das suas funções mais importantes
65

de propiciar a interação entre os alunos e de atender à demanda dos alunos, apoiando-os no


conteúdo específico, é também como um elemento incentivador, trabalha em intensa
colaboração com o professor da disciplina e com os tutores presenciais, a fim de acompanhar a
aprendizagem do aluno.

Tutoria Presencial
A tutoria presencial tem como objetivo principal ajudar o estudante, que geralmente é
proveniente de educação presencial, na adaptação a modalidade EAD, além de auxiliar, quando
necessário, nas atividades práticas independentes dos alunos promovendo os encontros em
espaços específicos para tal. Por isto, o tutor presencial atua no polo de apoio presencial,
próximo ao aluno. Cumpre assim, algumas funções muito importantes:
● Colocar a presença humana no processo de aprendizagem, tornando o ensino a distância um
processo menos solitário e mais comunitário, aumentando assim a adesão do estudante ao
sistema. Assim, tem como função da tutoria presencial, estimular e promover a formação de
grupos de estudo no polo, incentivar e facilitar o uso de todos os recursos de aprendizagem
utilizados neste curso, tais como a plataforma SIGAA (ou outro Ambiente Virtual de
Aprendizagem – AVA), bem como apoiar operacionalmente as atividades presenciais
obrigatórias agendadas, sendo o responsável pela condução dos trabalhos obrigatórios de
laboratório e de campo;
● Auxiliar os estudantes a criarem novos hábitos e comportamentos no sentido de traçar uma
estratégia de estudo para alcançar metas específicas dentro de um cronograma, marcado pelas
avaliações presenciais. Trata-se de criar o hábito de estudar diariamente, identificando o
essencial e as informações complementares;
● Outra função de extrema importância é apoiar os alunos diretamente em relação ao conteúdo
específico, tirar suas dúvidas, apontar-lhes alternativas para aprendizagem, recomendar leituras,
pesquisas, atividades; além de participar do processo de avaliação, quando necessário, sob
orientação do professor responsável pela disciplina.
Por isso, a tutoria presencial é oferecida para todas as disciplinas do curso. O Tutor
Presencial deve residir no município sede ou proximidades do polo para oqual está concorrendo
e precisa cumprir carga horaria de 12 horas semanais, com atividades no polo e nas aulas /
provas presenciais, programadas obrigatórias, para trabalhar com as aulas previstas dentro do
cronograma de estudo. A frequência dos estudantes às sessões de tutoria presencial não é
obrigatória, mas verificamos que nos períodos iniciais do curso e em disciplinas que oferecem
um grau maior de dificuldade ela é importante fator de sucesso na aprendizagem, visto que ela
66

ajuda os alunos no desenvolvimento de sua autonomia e adaptação à modalidade.

1.15 CONHECIMENTOS, HABILIDADES E ATITUDES NECESSÁRIAS ÀS


ATIVIDADES DE TUTORIA

São atribuições do tutor a distância e do tutor presencial UAB/UFRA


• mediar a comunicação de conteúdos entre o professor e o cursista;
• acompanhar as atividades discentes, conforme o cronograma do curso;
• apoiar o professor da disciplina no desenvolvimento das atividades docentes;
• estabelecer contato permanente com os alunos e mediar as atividades discentes;
• colaborar com a coordenação do curso na avaliação dos estudantes;
• participar das atividades de capacitação e atualização promovidas pela Instituição de Ensino;
• elaborar relatórios mensais de acompanhamento dos alunos e
encaminhar àcoordenadoria de tutoria;
• participar do processo de avaliação da disciplina sob orientação do professor responsável;
• manter regularidade de acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
edar retorno às solicitações dos cursistas no prazo máximo de 24 horas;
• apoiar operacionalmente a coordenação do curso nas atividades presenciais
nospolos, em especial na aplicação de avaliações.
O tutor presencial fica vinculado ao polo, onde o curso é ofertado e é responsável pelo
suporte didático para todos os componentes curriculares por polo. O tutor presencial pode ou
não ser servidor da UFRA, porém deve ser aprovado no processo seletivo, válido, deve possuir
formação de nível superior, na área do curso (licenciatura ou pedagogia), com experiência no
magistério ou ensino básico. Para o tutor a distância, as exigências de formação e experiências
são as mesmas, porém ele não precisa morar no município, pois sua atuação é dentro das
disciplinas, fazendo a ponto entre o professor, os alunos e a coordenação do curso.

1.16 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC) NO PROCESSO


ENSINO-APRENDIZAGEM

Todos os procedimentos acadêmicos são realizados no sistema SIGAA - Sistema


Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas, desde solicitação de matrículas em disciplinas,
até visualização de conceitos de atividades avaliativas, bem como a comunicação entre
discentes, tutores e docentes. Discente e docente têm acesso por meio do sistema de suas
informações de forma online, e podem obter atestado de matrícula, histórico acadêmico,
67

atestado de disciplinas ministradas, etc. Tanto os docentes quanto os tutores são vinculados ao
sistema (SIGAA), no início do seu vínculo com a UAB e tem acesso aos dados da turma que
são responsáveis.
A inserção do Plano de Ensino no sistema, pelo docente, é obrigatório e deve ocorrer
antes do início das aulas. É estimulado o uso, entre os professores, do SIGAA como ferramenta
de divulgação e interação durante o curso da disciplina, podendo ser disponibilizado materiais
de áudio, vídeo, texto, animação, etc. O sistema possibilita ainda a realização de fóruns,
enquetes e entrega de atividades.
A UAB/UFRA promove, por meio da Divisão Pedagógica do Nucleo de Educação a
Distância (NEAD) e da Pró-reitoria de Ensino (Proen), e incentiva a participação do corpo
docente e tutores, logo em seguida de cada processo seletivo, em eventos e formações que
abordem temas relacionados à incorporação de novas tecnologias ao processo de ensino-
aprendizagem para que disseminem este tipo conhecimento, promovendo as inovações no
âmbito dos cursos.
Além disso, os alunos, possuem disciplinas nos períodos iniciais do curso específicas
na área de tecnologia, no contexto educacional: Ambientação EAD - Tecnologias Digitais (1º
semestre), Educomunicação (4º semestre) e Tecnologias Digitais no Ensino de Biologia (5º
semestre), voltadas ao uso do SIGAA como principal Ambiente Virtual de Aprendizagem
(AVA), de forma a facilitar o uso dessa ferramenta pelos discentes.
Na ausência do SIGAA, outro AVA pode ser utilizado, de forma emergencial para que
a comunicação durante a disciplina não seja prejudicada.

1.17 AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA)


O SIGAA, é o principal ambiente virtual de ensino aprendizagem a ser utilizado para o
curso para a realização de cursos na modalidade a distância por meio da Internet. Este ambiente
suporta um amplo conjunto de atividades e exercícios que facilitam o processo ensino-
aprendizagem e modelos interativos composto de atores, conteúdo, suporte a alunos a distância
e ferramentas colaborativas.
Em função dessas características, o SIGAA se configura em um ambiente de cooperação
que facilita a aprendizagem porque cria um "espaço" no qual podem ser construídas
comunidades de aprendizagem e de prática. Neste sentido, o ambiente a distância permite o
acompanhamento do processo de aprendizagem para que cada usuário possa atuar de forma a:
✓ Estabelecer comunicação e trocas colaborativas;
✓ Vivenciar situações pedagógicas em ambientes digitais;
68

✓ Utilizar ferramentas digitais;


✓ Personalizar interfaces, permissões e informações;

✓ Aprender por demanda e em tempo hábil.

Na Plataforma, algumas ferramentas possibilitam a interação, colaboração, pesquisa,


acompanhamento e acesso de conteúdo. São elas:
● Chat: conversação online, entre usuários do sistema, por meio de salas criadas no ambiente;
● Fórum: permite ao professor criar temas de discussão, sendo as interações dos usuários
formatadas em perguntas e respostas encadeadas;
● Porta-arquivos: possibilita armazenar diferentes tipos de arquivos, vídeos ou links, que são
armazenados em pastas. Seu gerenciamento é feito pelos professores / tutores, que podem
relacioná-los aos objetos de conhecimento;
● Estatística: disponibiliza dados estatísticos do usuário de acesso ao ambiente, participação
em chats e fóruns e seu desempenho nas atividades do curso;
● Cadastro de conteúdo: possibilita o cadastramento dos objetos de conhecimento do curso;
● Cadastro de Atividades: por meio desta ferramenta os professores podem cadastrar as
atividades do curso (testes de autoaprendizagem, atividades de envio de arquivo, atividades em
grupo, avaliações) a serem realizadas na plataforma, com acesso também ao tutor da disciplina;
● Mensagem: possibilita ao aluno esclarecer dúvidas do conteúdo com o(s) Professor (es) do(s)
curso(s), de maneira assíncrona através de mensagem particulares entre tutor e aluno.
● Grupos: permite o gerenciamento de alunos através de grupos, onde somente o responsável
pelo grupo pode acompanhar as atividades dos acadêmicos de seu grupo.

1.18 MATERIAL DIDÁTICO

Neste curso os instrumentos mediadores da aprendizagem serão: os materiais para


impressão disponibilizados junto com conteúdos digitais (atividades, objetos de aprendizagem,
textos digitais, vídeos, videoaulas e outros recursos complementares) no ambiente virtual de
ensino aprendizagem SIGAA, algumas aulas transmitidas por meio de videoaulas, biblioteca
digital, objetos de aprendizagem, além do sistema de apoio, que oferece aos alunos o
acompanhamento de diferentes agentes. A utilização dos instrumentos mediadores pretende
favorecer o desenvolvimento das capacidades de abstração e reflexão sobre as atividades
propostas. Desta forma, não basta que o aluno execute com exatidão uma atividade do domínio
teórico ou um processo de trabalho, e sim seja capaz de, conscientemente, justificar e explicar
69

seu próprio procedimento.


Os professores formadores das disciplinas se encarregam de produzir o material didático,
que será disponibilizado aos alunos. Serão propostas atividades de caráter síncrono (eventos
presenciais, chat, aula de laboratório, aula presencial, e videoconferência via Plataforma) e
assíncrono (atividades de leitura, fórum, e-mail, jogos, simulações, videoaulas, autoavaliação,
atividades de colaboração e cooperação) como descrito no Plano de Gestão do Programa de
EaD da Ufra.

1.19 PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E DE AVALIAÇÃO DOS


PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A metodologia de ensino e aprendizagem da Ufra deve ser pautada no processo da
interdisciplinaridade, no qual, os professores e suas disciplinas devem estar interligadas e serem
ensinadas de modo colaborativo. Além das aulas expositivas dialogadas, na qual professores e
alunos dialogam acerca do que está sendo ensinado, é interessante que a diversidade
metodológica seja algo presente no nosso curso, pois assim, atingimos as subjetividades dos
nossos alunos.
É fundamental, também, o uso das mais diversas modalidades didáticas para promover
o processo de ensino e aprendizagem, como, por exemplo, aulas pautadas na construção de
projetos, aulas práticas, que vão desde o laboratório da Ufra, até as aulas de campo, o uso das
tecnologias de informação, uso de seminários e trabalhos em grupo, para que juntos, por meio
da coletividade, saibam se relacionar com ética e coerência, todos eles devem permear o aporte
metodológico dos nossos professores.
Toda essa preocupação em construir a Ciência da melhor forma com os nossos alunos
é voltada para a necessidade de formar um futuro professor que conheça a realidade do seu
entorno, buscando refletir sobre ela, a fim de promover mudanças significativas, pois formar
um cidadão crítico, atuante e formador de novas opiniões é, sem dúvidas, um dos nossos
maiores propósitos.
A avaliação da aprendizagem será feita mediante apreciação de provas e/ou tarefas
realizadas no decorrer do período letivo, que deverão estar especificadas no plano de ensino
referido e seu resultado expresso em pontos em uma escala numérica de zero a dez. Para efeito
de registro e controle da avaliação do discente serão atribuídas por disciplinas, ao longo do
semestre letivo, as seguintes notas: duas (2) Notas de Avaliação Parcial (NAP) e quando for o
70

caso, uma (1) Nota de Avaliação Substitutiva (AS), conforme descrito no regulamento de
ensino da Ufra.

1.20 NÚMERO DE VAGAS


Os números de vagas do curso são especificados pela CAPES, consubstanciada pela
Reitoria da Ufra, Pró-Reitoria de ensino e pela coordenação de curso, sendo distribuídas entre
os polos aptos para receber curso, na UAB. A primeira turma do curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas da Ufra (início em 2021), modalidade a distância, iniciou em cinco polos
(Muaná, São Sebastião da Boa Vista, Barcarena, Parauapebas e Juruti), tendo ofertado 50
(cinquenta) vagas em cada, totalizando 250 vagas.
O número de vagas oferecido pode variar conforme a demanda dos municípios e as
condições deles permanecerem aptos ou não para o recebimento dos cursos, conforme
documentação a ser apresentada a CAPES, para conduzir adequadamente as atividades
acadêmicas, de pesquisa e extensão em cada polo da UAB.

1.21 INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO


A Ufra estabelece convênios com as secretarias estadual e municipal de educação, com
o objetivo de concessão mútua, para que os alunos possam desenvolver o ESO nas escolas
estaduais e municipais, propiciando ao estudante experiência acadêmico-profissional, em um
campo de trabalho determinado.
Além disso, a Ufra e as secretarias possuem um regime de colaboração vinculados à
Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica, por meio
do PIBID e Residência Pedagógica. Estes programas estão em processo de adaptação para
atender o curso na modalidade a distância, visando proporcionar a participação em experiências
metodológicas, tecnológicas e práticas docentes de caráter inovador e interdisciplinar e que
busquem a superação de problemas identificados nos processos de ensino e de aprendizagem,
fortalecer o papel das redes de ensino na formação de futuros professores, vivenciar o cotidiano
escolar antes de concluírem a graduação, além de incentivar escolas públicas de educação
básica, mobilizando seus professores como conformadores dos futuros docentes e tornando-as
protagonistas nos processos de formação inicial para o magistério. Essas parcerias são
estabelecidas, através de documentação própria (anexo dos regulamentos de ESO e TCC),
assinadas pelas partes envolvidas e entregues à coordenação do curso.
71

1.22 ATIVIDADES PRÁTICAS DE ENSINO PARA LICENCIATURAS


Práticas pedagógicas (PPs) constituem ações desenvolvidas desde o planejamento e
sistematização da dinâmica dos processos de aprendizagem até a concretização da
aprendizagem. As práticas englobam três conhecimentos: específico, pedagógico e curricular.
O primeiro tipo de conhecimento refere-se à compreensão que os professores possuem
sobre o assunto que estão ensinando. Um sólido conhecimento do conteúdo tem o potencial de
tornar o ensino do professor dinâmico e interessante. Esse conhecimento também é
imprescindível para tomar decisões apropriadas quanto à utilização de práticas pedagógicas,
bem como para avaliar livros didáticos, softwares e materiais pedagógicos.
O conhecimento pedagógico, por sua vez, refere-se ao como ensinar. O repertório
pedagógico do professor lhe possibilita escolher dentre as várias estratégias pedagógicas aquela
que tem maior potencial de facilitar o aprendizado dos alunos e de apresentar o conteúdo de
maneira interessante e encorajadora. Deve-se haver um esforço importante para os professores
criarem seu próprio conhecimento pedagógico referente ao conteúdo que ensina, aprofundado
a relação entre seu conhecimento experiencial e o teórico. O produto desse conhecimento é o
saber científico oriundo da prática como experimentação, caracterizando-o, assim, como
professor-pesquisador.
O conhecimento curricular, específico dos currículos educacionais envolvidos, que
abrange os currículos educacionais relevantes, incluindo o plano nacional de educação, plano
regional de ensino e particularidades locais das escolas e salas de aula. Portanto, as práticas
pedagógicas têm o objetivo de integrar os três tipos de conhecimento – específico, pedagógico
e curricular – para o planejamento e a promoção da aprendizagem.
As PPs estão previstas na BNC-Formação junto ao grupo III cujos componentes
propõem a articulação da prática pedagógica com os estudos e com a prática previstos nos
componentes curriculares específicos. Elas devem totalizar 805 (oitocentas e cinco) horas,
sendo 400 (quatrocentas) horas de estágio supervisionado (ESO), em ambiente de ensino e
aprendizagem; e 405 horas de PPs no currículo da IES, ao longo do curso, articulando os temas
dos grupos I e II.
As PPs estão formalmente integradas à matriz curricular do curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas UA/UFRA, a partir do presente PPC. Elas estão incluídas na matriz
curricular do curso como componente curricular e incentivadas a ocorrerem independentemente
nas demais disciplinas.
As PPs como componentes no curso totalizam 405 (quatrocentos e cinco) horas
distribuídas em cinco disciplinas, a saber: (1) PPI - Práticas Pedagógicas no Ensino de
72

Microbiologia, Biologia Celular, Histologia e Embriologia; (2) PP II - Práticas Pedagógicas no


Ensino de Genética e Bioquímica; (3) PP III - Práticas Pedagógicas no Ensino de Psicologia da
Educação e Educação em Direitos Humanos; (4) PP IV - Práticas Pedagógicas no Ensino de
Matemática, Física e Química; (5) PP V - Práticas Pedagógicas no Ensino de Metodologia
Científica, Zoologia, Ecologia e Bioestatística; (6) PP VI - Práticas Pedagógicas no Ensino de
Botânica, Etnobiologia e Sociologia; e (7) PP VII - Práticas Pedagógicas no Ensino de
Educação Ambiental e Sustentabilidade e Tecnologias Digitais no Ensino.
Além da proposta pedagógica que as práticas se propõem, esses componentes no nosso
curso assumem a função de curricularização da extensão, regulamentada pela Resolução
CNE/CES n.º 7 de 2018. Essa resolução regulamenta, definindo as diretrizes, a curricularização
da extensão nos cursos de graduação visando cumprir a meta 12 do Plano Nacional de Educação
2014 – 2024 (PNE), Lei n.º 13.005, de 25 de junho de 2014; que prevê que todos os alunos
formados em um curso de graduação a partir de 2024 tenham cumprido 10% da carga horária
do curso em atividades de extensão. Portanto, no curso, a carga horária extensionista apenas
advinda das PPs, totalizam 405 (quatrocentas e cinco) horas que representam 10,7% da carga
horária do curso (3.780 horas).
As práticas como componentes são organizadas de modo a integrar conteúdos
específicos das ciências biológicas de disciplinas já cursadas pelo aluno em semestres
anteriores. Assim, as práticas como componentes iniciam-se no sexto semestre e findam-se no
último semestre do curso. As práticas extensionistas devem ser registradas em portfólio a cada
oferta, que compile evidências das aprendizagens do licenciando requeridas para a docência,
tais como planejamento, avaliação e conhecimento do conteúdo.
Discentes cursando sua segunda licenciatura, em consonância com a Resolução
CNE/CP n.º 2 de 2019 – que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial
de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação
Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação) – devem cumprir 200 (duzentas)
horas de atividades de prática pedagógica (Grupo III).

DIMENSÃO 2 – CORPO DOCENTE E TUTORIAL


De acordo com a Resolução n.º 724 de 21 de dezembro de 2022, a Coordenadoria de
Curso de Ciências Biológicas - Licenciatura é um órgão colegiado integrante da estrutura
organizacional da UFRA, tendo por finalidade articular mecanismos para interagir ações entre
o ensino, a pesquisa, a extensão e coordenar e fazer cumprir a política de ensino. Ela é composta
73

por um Coordenador, o Colegiado de Curso, o Núcleo Docente Estruturante (NDE) e a


Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES).

2.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE


O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso, foi instituído com a finalidade de
atender aos instrumentos de qualidade da educação superior estabelecidos pela Lei n.º 10.861,
de 14 de abril de 2004. A Resolução n.º 667 (CONSEPE/Ufra), de 14 de março de 2022, é a
normatização vigente sobre a Regulamentação Geral do NDE dos cursos de graduação da Ufra,
e define o NDE como um grupo de docentes com atribuições acadêmicas de acompanhamento,
atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do PPC, sendo parte
integrante da Estrutura de Gestão Acadêmica. A composição do NDE deve garantir membros
docentes com formação na área do curso.
Atualmente, o NDE do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (PORTARIA Nº
105/2023 - PROEN, de 27 de abril de 2023) é constituído pelo Coordenador de Curso, como
seu presidente e por membros do corpo docente do curso. Além disso, todos os membros do
NDE possuem titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e
exercem liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos
na área, no desenvolvimento do ensino e em outras dimensões entendidas como fundamentais
pela instituição, e que atuam sobre o desenvolvimento do curso. Vale ressaltar que a
substituição dos membros vem sendo realizada periodicamente, a fim de garantir a continuidade
no processo de acompanhamento do curso.
São atribuições do NDE do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, conforme o
Art. 3º da Resolução n.º 667/2022 (CONSEPE/Ufra):
I - Atuar na concepção, consolidação e contínua atualização do PPC;
II - Contribuir para a consolidação e análise adequada do perfil profissional do egresso do curso;
III - Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes no currículo;
IV - Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas
de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas
públicas relativas à área de conhecimento do curso;
V - Realizar estudos e atualização periódica voltados ao curso, com agenda de trabalho que
incluem pesquisa, produção de documentos, participação de reuniões do núcleo e de demais
instâncias relacionadas à concepção, consolidação e contínua atualização do PPC;
VI - Verificar o impacto do sistema de avaliação de aprendizagem na formação do estudante;
74

VII - Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação e das novas demandas do mundo do trabalho;
VIII - Planejar procedimentos para permanência de parte de seus membros para assegurar a
estratégia de renovação parcial dos integrantes de modo a permitir a continuidade no processo
de acompanhamento dos cursos;
IX - Emitir pareceres em assuntos relacionados ao PPC, ensino, pesquisa e extensão no âmbito
do curso, quando solicitado; e
X - Zelar pela regularidade e qualidade do ensino ministrado no curso.
A gestão acadêmica fundamenta-se na gestão colegiada, participativa, democrática,
transparente, sistêmica, interativa com a sociedade e suas instituições públicas e/ou privadas,
de maneira orgânica e flexível, voltada às demandas e necessidades múltiplas. Assim, o
processo de gestão acadêmica está atrelado ao processo de inovação acadêmica com
necessidade de avaliações constantes, externa e internas, para verificar a eficácia do ensino
institucional, em uma perspectiva que vai além de instrumentos burocráticos de controle, mas
o trabalho de retroalimentação do sistema, para reforçar/aumentar os pontos positivos e ações
corretivas às lacunas encontradas.

2.2 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR


O Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura possui uma equipe multidisciplinar
composta por tutores a distância e presencial e professores formadores, além da equipe
pedagógica de apoio (NEAD) e da coordenação do curso, que atua junto aos professores e
tutores. Tutor e o Professor Formador possuem atribuições específicas no Curso e por isso a
equipe multidisciplinar deve atender rigorosamente pré-requisitos para que seja selecionada e
atuante no Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura para desenvolver suas atribuições no
Curso de maneira eficaz. A equipe é selecionada via Processo Seletivo Simplificado realizado
periodicamente (conforme a necessidade de ofertas de disciplinas), onde os profissionais
selecionados atuam na condição de bolsistas, sem vínculo empregatício, pelo Programa
Universidade Aberta do Brasil (UAB) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior (CAPES) do Ministério da Educação (MEC), conforme disposições contidas na Lei
Nº 11.273, de 6 de fevereiro de 2006, no Decreto Nº 5.800, de 8 de junho de 2006, na Portaria
CAPES-MEC No 183/2016, de 21 de outubro de 2016, na Portaria CAPES/MEC No 102/2019,
de 10 de maio de 2019; na Portaria Nº 139, de 13 de Jul. 2017; conforme disposições quanto às
ações afirmativas no art. 1º, § 1º, do Decreto Nº 9.508, de 24 de setembro de 2018, no § 2º do
art. 5º da Lei Nº 8.112/90, na Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, na Lei nº 8.745, de 9 de
75

dezembro de 1993, e no Decreto N. 9.508, de 24 de setembro de 2018; e no uso de suas


atribuições legais, observadas as disposições contidas neste Edital, normatizações da UFRA e
demais legislações vigentes.
Em relação ao Tutor Presencial, este deve residir no município sede ou proximidades
do polo para o qual está concorrendo, enquanto esta condição não é exigida para o Professor
Formador. São atribuições do Tutor da UAB/UFRA:

a) mediar a comunicação de conteúdos entre o professor e o cursista;


b) acompanhar as atividades discentes, conforme o cronograma do curso;
c) apoiar o professor da disciplina no desenvolvimento das atividades docentes;
d) estabelecer contato permanente com os alunos e mediar as atividades discentes;
e) colaborar com a coordenação do curso na avaliação dos estudantes;
f) participar das atividades de capacitação e atualização promovidas pela Instituição de
Ensino;
g) elaborar relatórios mensais de acompanhamento dos alunos e encaminhar à
coordenadoria de tutoria;
h) participar do processo de avaliação da disciplina sob orientação do professor
responsável;
i) manter regularidade de acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e dar
retorno às solicitações dos cursistas no prazo máximo de 24 horas;
j) apoiar operacionalmente a coordenação do curso nas atividades presenciais nos polos,
em especial na aplicação de avaliações.

Para cumprir as atribuições exigidas, o Tutor Presencial deverá cumprir 12 (doze) horas
semanais de trabalho, distribuídas em 08 (oito) horas alocadas nos dias dos encontros
presenciais no Polo e 4 (quatro) horas junto aos demais professores e tutores do Sistema UAB
do município para o qual foi selecionado via o Processo Seletivo. Já o Professor formador
UAB/UFRA cumprirá a carga horária prevista especificamente para a disciplina proposta de
acordo com que é previsto em edital e possui atribuições distintas dos tutores, que são as
seguintes:

a) participar das atividades de docência das disciplinas curriculares do curso;


b) participar de grupo de trabalho para o desenvolvimento de metodologia na modalidade
a distância;
c) participar e/ou atuar nas atividades de capacitação desenvolvidas na Instituição de
76

Ensino;
d) coordenar as atividades acadêmicas dos tutores atuantes em disciplinas ou conteúdos
sob sua coordenação;
e) desenvolver o sistema de avaliação de alunos, mediante o uso dos recursos e
metodologia previstos no plano de curso;
f) apresentar ao coordenador de curso, ao final da disciplina ofertada, relatório do
desempenho dos estudantes e do desenvolvimento da disciplina;
g) desenvolver, em colaboração com o coordenador de curso, a metodologia de avaliação
do aluno;
h) desenvolver pesquisa de acompanhamento das atividades de ensino desenvolvidas nos
cursos na modalidade a distância;
i) elaborar relatórios semestrais sobre as atividades de ensino no âmbito de suas
atribuições, para encaminhamento à DED/CAPES/ MEC, ou quando solicitado.

Todos os professores formadores atuantes no Curso de Ciências Biológicas –


Licenciatura possuem formação de nível superior e pós-graduação stricto sensu (na área da
disciplina pretendida ou áreas afins) ou experiência na disciplina, sendo a experiência mínima
de (três) anos para Doutor e de 1(um) ano para Mestre no Magistério Superior. Os
tutores apresentam formação de nível superior, na área do curso ou Licenciatura ou Pedagogia
com experiência mínima de 1 (um) ano no Magistério do Ensino Básico ou Superior. Assim
a equipe multidisciplinar que compõe o Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura apresenta
a capacitação necessária desenvolver todas as atribuições que lhe é exigida para a realização da
excelente formação discente.

2.3 ATUAÇÃO DO COORDENADOR


O coordenador de curso exerce papel de relevância no contexto educacional e
organizacional, e a qualidade de seu trabalho se reflete na organização didático-pedagógica do
curso e, consequentemente, na qualidade do curso de graduação ofertado. Nesse contexto,
segundo a Resolução (CONSEPE) n.º 752, de 11 de abril de 2023, que instituiu a aprovação do
Projeto Pedagógico Institucional (PPI) da UFRA, compete ao Coordenador de Curso:

1. Coordenar a execução de Projeto Pedagógico do Curso de Graduação que seja


contextualizado com o atendimento às demandas da sociedade local para absorção de seus
egressos: deve constar no projeto pedagógico as potencialidades da área em questão na região,
as virtudes e as fraquezas da área demandada e como o curso de graduação vem para atender
77

às referidas demandas de forma que o egresso seja moldado para o atendimento dos mercados
local, regional e do país;
2. Atuar fortemente junto à Administração Superior para que a área temática envolvida
pelo curso esteja constante nos documentos de base da Instituição, principalmente o Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI) anteriores, vigente e futuros, pois mostra o envolvimento
da UFRA no desenvolvimento de Políticas Institucionais no âmbito do Curso;
3. Coordenar uma estrutura curricular com objetivos claros e precisos quanto à formação
dos egressos diferenciados para atuar no contexto amazônico com todas as suas potencialidades
e particularidades, priorizando a interdisciplinaridade e os ciclos de desenvolvimento propostos
neste Projeto Pedagógico Institucional (PPI);
4. Propor conteúdos curriculares com metodologias ativas de ensino e aprendizagem, com
articulação entre a teoria e a prática e carga horária compatível com as atividades propostas em
consonância com este PPI, salvaguardando o disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais da
área em questão;
5. Coordenar e orientar os trabalhos da Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso e
Estágio Supervisionado – CTES, nomeada pelo Coordenador nos primeiros trinta dias de
gestão, para regulamentação das Atividades Complementares, do ESO e do TCC, em acordo
com as Diretrizes Curriculares Nacionais correspondentes, com normas internas da UFRA e
com a legislação pertinente;
6. Presidir um Núcleo Docente Estruturante (NDE) em acordo com a legislação vigente;
7. Presidir um Colegiado funcional, em acordo com o Regimento Geral da UFRA e com
o Regulamento das Coordenadorias, garantindo a representatividade de cada categoria
universitária;
8. Manter todos os registros de funcionamento do curso;
9. Exercer a representatividade do curso nas reuniões das comissões;
10. Propor modificações e atualizações na estrutura curricular, regulamentações do curso,
bibliografias básicas e complementares, atuando junto ao NDE, Colegiado e docentes;
11. Responder às demandas dos discentes intercedendo junto às instâncias correspondentes;
12. Manter-se atualizado em fóruns de ensino sobre áreas emergentes, políticas de ensino
nacionais e locais e novas metodologias de ensino e aprendizagem que possam ser aplicadas ao
curso de graduação;
13. Avaliar junto ao NDE e ao Colegiado correspondente, cada resultado de avaliação do
Curso de Graduação;
14. Zelar para que a infraestrutura atenda razoavelmente à formação profissional com
78

qualidade;
15. Ser o porta-voz do curso perante a sociedade em geral, promovendo a área temática do
curso, dando ao mesmo a visibilidade necessária para atrair novos ingressantes, bem como
minimizar a evasão;
16. Avaliar sistematicamente os índices de sucesso do curso, como demanda por vaga e
índices de evasão e de retenção dos estudantes;
17. Por fim, exercer administração pautada pela ética e integridade que cabe ao servidor
público, bem como ser liderança com capacidade de agregar a comunidade acadêmica.

A Coordenação do curso de Ciências Biológicas - Licenciatura, com a finalidade de


orientar e subsidiar o seu trabalho, dentro dos objetivos acima citados, dispõe de Plano de Ação,
contemplando o quadriênio de 2022 a 2026. As propostas de ações contidas no plano de ação,
o qual descreve a proposta de gestão do Coordenador para auxiliar na missão e visão da UFRA,
suas linhas de trabalho para a gestão acadêmica, alicerçada no tripé Ensino, Pesquisa e Extensão,
e para a gestão administrativa do Curso. Tais propostas de ações estão atreladas ao Regulamento
de Ensino da UFRA e, fundamentalmente, ao instrumento de Avaliação dos cursos de
graduação do Ministério da Educação.
Por fim, o Coordenador realiza balanços anuais de suas atividades junto à comunidade
acadêmica, que são momentos oportunos de fórum de discussão, captação de ideias, avaliações,
aperfeiçoamento e, se necessário, replanejamentos.

2.4 REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DE CURSO


O lugar de Coordenador de Curso é um cargo executivo da gestão da Universidade, o
qual é ocupado por um docente que deve dedicar 20 h semanais às atividades de gestão do
Curso. Para isso, a Coordenação disponibilizará uma agenda de trabalho para que a comunidade
conheça o fluxo de trabalho do Coordenador, especialmente os horários de atendimento ao
público, que permitirá o atendimento da demanda existente, considerando a gestão do curso, a
relação com os docentes, discentes, tutores e equipe multidisciplinar e a representatividade nos
colegiados superiores. Ressalta-se a necessidade de um plano de ação documentado e
compartilhado, com indicadores disponíveis e públicos com relação ao desempenho da
coordenação, e proporciona a administração da potencialidade do corpo docente do seu curso,
favorecendo a integração e a melhoria contínua.

2.5 CORPO DOCENTE: TITULAÇÃO


79

Os docentes atuantes como Professores Formadores na UAB/UFRA possuem formação


de nível superior e pós-graduação stricto sensu (na área da disciplina pretendida ou áreas afins)
ou experiência na disciplina, sendo a experiência mínima de (três) anos para Doutor e de 1(um)
ano para Mestre, no Magistério Superior.
O curso não possui um quadro fixo de docentes atuantes no curso. Por se tratar de um
Programa de Educação a distância da Universidade Aberta do Brasil, os professores formadores
são selecionados através de editais de Processo Seletivo Simplificado, realizados
periodicamente, divulgados de forma ampla, para professores internos da UFRA e professores
externos, os quais apresentam vínculo de bolsistas da CAPES.

2.6 REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO


O Regime de trabalho do corpo Docente do Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura
é disposto conforme Processo Seletivo Simplificado, variando conforme a disciplina ministrada
pelo Professor Formador, pra a qual ele fez o PSS. O professor formador torna-se bolsista,
vinculado a CAPES e, a cada 20 (vinte) horas de aula ministrada, o Professor Formador deve
destinar 4 (quatro) horas semanais de trabalho para execução de aulas online.

2.7 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA


Os tutores e Professores Formadores são selecionados via Processo Seletivo
Simplificado a cada semestre de acordo com a oferta de novas disciplinas, não sendo possível
delinear um perfil fixo de experiência no exercício da docência na educação básica. Entretanto,
um dos critérios de classificação dos Tutores e Professores Formadores é se eles possuem
experiência no exercício da docência na educação básica. A Comprovação de experiência de
trabalho em Docência do Ensino Básico é informada durante a inscrição do PSS, para fins de
avaliação curricular, sendo exigido um mínimo de 1 ano no Magistério do Ensino Básico, sendo
avaliado e comprovado na análise curricular dos candidatos à vaga de tutor e professor formador.
Portanto, o Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura valoriza e seleciona docentes atuantes
no curso preferencialmente com tal experiência.

2.8. EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA SUPERIOR


Os Professores Formadores são selecionados via Processo Seletivo Simplificado a cada
semestre de acordo com a oferta de novas disciplinas, não sendo possível delinear um perfil
fixo de experiência no exercício da docência na educação superior. Entretanto, um dos critérios
de classificação dos Professores Formadores é se eles possuem experiência no exercício da
80

docência na educação superior. A Comprovação de experiência de trabalho em Docência


superior é informada durante a inscrição do PSS, para fins de avaliação curricular, sendo
exigido, um mínimo, de 3 anos (Doutor) e 1 ano (Mestre), o que é avaliado e comprovado na
análise curricular dos candidatos à vaga de tutor e professor formador. Portanto, o Curso de
Ciências Biológicas – Licenciatura valoriza e seleciona docentes atuantes no curso
preferencialmente com tal experiência.

2.9 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA


Os Professores Formadores são selecionados via Processo Seletivo Simplificado a cada
semestre de acordo com a oferta de novas disciplinas, não sendo possível delinear um perfil
fixo de experiência no exercício da docência na educação a distância. Entretanto, um dos
critérios de classificação dos Professores Formadores é se os mesmos possuem experiência no
exercício da docência na educação a distância. Assim o Curso de Ciências Biológicas –
Licenciatura valoriza e seleciona docentes atuantes no curso preferencialmente com tal
experiência. Inclui também a formação continuada dos professores com cursos de Ensino a
distância para capacitar e aperfeiçoar sua atuação na modalidade do curso.

2.10 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA TUTORIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA


Os Tutores na Educação a Distância são selecionados via Processo Seletivo
Simplificado a cada semestre de acordo com a oferta de novas disciplinas, não sendo possível
delinear um perfil fixo de experiência no exercício da tutoria na educação a distância. Entretanto,
um dos critérios de classificação dos Tutores é se o candidato (a) possui experiência em
docência EaD (professor formador, professor conteudista e tutor); em docência na modalidade
presencial com Aprendizagem Híbrida/Turmas Virtuais; e/ou experiência em equipe
multidisciplinar EaD (orientação/supervisão e designer instrucional. Assim o Curso de Ciências
Biológicas – Licenciatura valoriza e seleciona tutores atuantes no curso preferencialmente com
tal experiência.

2.11 ATUAÇÃO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE


O Regimento Geral da UFRA especifica que o Colegiado de Curso tem função
deliberativa e consultiva em matéria acadêmica, respeitando a competência dos órgãos
superiores, e constituído pelo: a) Coordenador, que presidirá com voto de qualidade; b) quatro
docentes, em atividade, com seus respectivos suplentes, escolhidos entre seus pares, para um
mandato de quatro anos, permitida uma recondução; c) quatro representantes discentes
81

escolhidos entre os alunos do Curso, com seus respectivos suplentes, para o mandato de um
ano, permitida uma recondução; e d) quatro representantes dos técnico-administrativos,
escolhidos entre seus pares, com seus respectivos suplentes, para um mandato de quatro anos,
permitida uma recondução.
O Colegiado atual do Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura, está
institucionalizado, portaria n.º Nº 48/2023 - PROEN de 20 de setembro de 2023, possui
representatividade de todos os segmentos, reúne-se com periodicidade determinada, sendo suas
reuniões e as decisões associadas devidamente registradas, havendo um fluxo determinado para
o encaminhamento das decisões, dispõe de sistema de suporte ao registro, acompanhamento e
execução de seus processos e decisões. Além disso, o Colegiado do curso é submetido a
avaliação periódica sobre seu desempenho, para implementação ou ajuste de práticas de gestão.
A referida avaliação é realizada anualmente por meio de questionário junto ao corpo docente,
discente e egressos do curso.

2.12 TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO CORPO DE TUTORES DO CURSO


Os Tutores na Educação a Distância são selecionados via Processo Seletivo
Simplificado a cada semestre de acordo com a oferta de novas disciplinas, não sendo possível
delinear um perfil fixo de titulação e formação do corpo de tutores do curso. Entretanto, um dos
critérios de classificação dos Tutores é se o candidato (a) possui: graduação em Ciências
Biológicas/Biologia; graduação em áreas afins/outros cursos; mestrado na área do curso;
mestrado em áreas afins; doutorado na área do curso. Assim o Curso de Ciências Biológicas –
Licenciatura valoriza e seleciona tutores atuantes no curso preferencialmente com maior
formação acadêmica dando preferência para aqueles que têm formação dentro da área.

2.13 INTERAÇÃO ENTRE TUTORES (PRESENCIAIS - QUANDO FOR O CASO - E


A DISTÂNCIA), DOCENTES E COORDENADORES DE CURSO A DISTÂNCIA
O coordenador do Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura, Professores Formadores
e Tutores estão em contato constante, promovendo o bom funcionamento do curso a distância.
O Tutor deve cumprir a carga horária de 12 (doze) horas semanais, distribuídas, de forma que,
08 (oito) horas são alocadas nos dias dos encontros presenciais no Polo e 4 (quatro) horas junto
aos demais professores, coordenador e tutores do Sistema UAB do município para o qual foi
selecionado neste Processo Seletivo. Os profissionais atuantes na UAB/UFRA dispõem de boa
comunicação e interação pelo SIGAA e Email da coordenação do curso
([email protected]).
82

2.14 PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA


A produção científica, cultural, artística e tecnológica desempenha um papel
fundamental no aprimoramento e na excelência do curso de Ciências Biológicas – Licenciatura.
O comprometimento com a pesquisa e a produção de conhecimento é essencial para manter o
curso atualizado com os avanços científicos e tecnológicos contemporâneos, garantindo uma
formação acadêmica sólida e atualizada para os estudantes.
Os docentes são incentivados a participar ativamente de projetos de ensino, pesquisa e
de extensão, contribuindo para a geração de novos conhecimentos, compartilhamentos e
aprendizagens. Essas atividades enriquecem o ambiente acadêmico, mas também proporcionam
aos estudantes a oportunidade de se envolverem em atividades de investigação desde os
primeiros anos do curso. Os resultados obtidos são divulgados por meio de publicações
regionais, nacionais e internacionais.
A dimensão cultural e artística é igualmente valorizada e estimulada, reforçando a
importância dessas manifestações como complementos essenciais para a formação integral de
toda a comunidade acadêmica. A promoção de eventos acontece de forma regular, voltadas para
uma abordagem mais abrangente, humanizada e integradora do conhecimento.
No aspecto tecnológico, o curso busca integrar as mais recentes inovações tecnológicas
ao processo de ensino-aprendizagem. A utilização de recursos digitais e a incorporação de
ferramentas tecnológicas nas práticas pedagógicas visam preparar os estudantes para os
desafios tecnológicos do mundo contemporâneo.
A promoção da produção científica, cultural, artística e tecnológica eleva a qualidade
do ensino e capacita os docentes e os estudantes para uma atuação mais abrangente e engajada
na sociedade.

DIMENSÃO 3 - INFRAESTRUTURA

3.1 ESPAÇO DE TRABALHO PARA O COORDENADOR


Na Universidade Federal Rural da Amazônia, o espaço de trabalho para o coordenador
do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, desempenha um papel crucial na gestão e
coordenação eficaz das atividades acadêmicas do curso. O ambiente da coordenadoria está
instalado em uma sala do prédio central da UFRA, campus Belém, projetada para fornecer ao
coordenador as ferramentas e recursos necessários para supervisionar o curso, interagir com
professores, coordenadores de polo e com a equipe do Núcleo de Educação a Distância (NEAD).
83

Além disso, o espaço serve para a organização de documentos e materiais relacionados à gestão
do curso de graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas, como currículos, planos de
ensino, registros acadêmicos e documentos de avaliação dos processos seletivos, entre outros.
A sala tem disponível recursos tecnológicos e ferramentas de comunicação, como
acesso a computadores, software de gerenciamento acadêmico (SIGAA), sistemas de
comunicação interna e outras tecnologias relevantes. O uso dessas tecnologias permite a
interação do coordenador de forma online com professores, tutores e discentes do curso que
busquem qualquer apoio, à distância. Dessa forma, conseguimos uma organização eficiente de
informações, o acompanhamento de registros acadêmicos, a comunicação com alunos, tutores,
professores e coordenadores de polo, além de facilitar o acesso a recursos online, como
bibliotecas virtuais.
Além da coordenação do curso, na UFRA/Belém, cada polo em que o curso é ofertado
(Muaná, São Sebastião da Boa Vista, Barcarena, Parauapebas e Juruti) possui um coordenador
de polo, a sala da coordenação e uma secretaria de apoio administrativo, vinculados aos cursos
da UAB. O coordenador de polo também tem papel fundamental no bom andamento do curso
e atendimento direto com os alunos que busquem um apoio mais direto, presencial. A relação
da coordenação de curso e a coordenação dos polos é constante, sendo essencial para facilitar
o entendimento sobre as demandas do curso e dos discentes.

3.2 SALA COLETIVA DOS PROFESSORES


Os polos da UAB onde o curso de graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas
é ofertado também possuem sala de professores que atendem aos professores que ministram
aulas presenciais no curso, bem como atende a demanda dos tutores presenciais no polo. Esse
ambiente é essencial para planejamentos, organização das aulas, descanso e interação entre os
docentes que atendem todos os cursos da UAB no polo. As salas contam com mesa grande com
oito cadeiras, bebedouro, pequena copa e ar-condicionado, além de internet.

3.3 ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA


Todos os polos presenciais da UAB possuem, pelo menos, um laboratório de
informática com equipamentos (computadores de mesa e impressora), além de internet
disponíveis para uso pelos discentes. Esses espaços são administrados por funcionários da
secretaria do polo e funcionam, de forma agendada, para que, mesmo nos municípios que
possuem mais dificuldade de acesso à internet, esses alunos não tenham problemas de conexão.
Isso serve para a realização de diversas atividades, como: trabalhos, provas, para assistir aula e
84

para reuniões online, que sejam necessárias a presença do aluno, no polo.


Além disso, os polos contam também com técnicos da área de informática para atender
como suporte técnico a todos os usuários do ambiente, assim como manutenções periódicas
desses equipamentos. Também, sob demanda, caso haja necessidade de instalação de algum
software nos computadores da Sala de Informática, esse profissional é acionado pela
coordenação do polo, para atendimento.
Neste espaço se concentra a execução de aulas práticas presenciais, que exijam o uso de
computadores contendo os softwares relacionados com a respectiva disciplina. A utilização
deste espaço obedece ao planejamento de cronograma de horários do semestre letivo, cuja
elaboração é feita pelo coordenador do polo e os professores responsáveis pela disciplina, para
não haver sobreposição de horários, de modo a maximizar a utilização do Laboratório de
Informática.

3.4 BIBLIOGRAFIA BÁSICA POR UNIDADE CURRICULAR (UC)

Os polos da UAB nos cinco municípios onde o curso de Licenciatura em Ciências


Biológicas é ofertado dispõem de uma biblioteca física, disponível aos alunos do polo, e uma
bibliotecária responsável pelo controle das bibliografias contidas no espaço. O acervo físico
está tombado e informatizado, o virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos
usuários e ambos estão registrados em nome da IES. O acervo da bibliografia básica é adequado
em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado,
considerando a natureza das UC. Da mesma forma, está comprovada a compatibilidade, em
cada bibliografia básica da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de
outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso)
disponível no acervo. A biblioteca física dos polos possui, em média, 1.234 exemplares, que
atendem a formação básica, específica e pedagógica do curso, cujos exemplares estão a
disposição dos discentes do curso.
Nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso online na IES, com instalações e
recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de
ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo
possui exemplares, ou assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que
suplementam o conteúdo administrado nas UC. O acervo é gerenciado de modo a atualizar a
quantidade de exemplares e/ou assinaturas de acesso mais demandadas.
85

3.5 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR POR UNIDADE CURRICULAR (UC)

A biblioteca física possui exemplares que estão inseridos nas ementas das disciplinas
do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, modalidade a distância, na parte de
bibliografia complementar. O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui
contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome
da IES. O acervo da bibliografia complementar é adequado em relação às unidades curriculares
e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Da mesma
forma, está comprovada a compatibilidade, em cada bibliografia complementar da UC, entre o
número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a
quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. A biblioteca
física dos polos possui, em média, 1.234 exemplares, que atendem a formação complementar,
específica e pedagógica do curso, cujos exemplares estão a disposição dos discentes do curso.
Nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na IES, com instalações e
recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de
ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo
possui exemplares, ou assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que
complementam o conteúdo administrado nas UC. O acervo é gerenciado de modo a atualizar a
quantidade de exemplares e/ou assinaturas de acesso mais demandadas.

3.6 LABORATÓRIOS DIDÁTICOS DE FORMAÇÃO BÁSICA


Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e
com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, apresentam conforto,
manutenção periódica, serviços de apoio técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias
da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem
quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os espaços físicos e o
número de vagas, havendo, ainda, avaliação periódica quanto às demandas, aos serviços
prestados e à qualidade dos laboratórios, sendo os resultados utilizados pela gestão acadêmica
para planejar o incremento da qualidade do atendimento, da demanda existente e futura e das
aulas ministradas.
Os Laboratórios didáticos para formação básica está presente nos polos da UAB e são
espaços destinados prioritariamente para fins didáticos referentes ao curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas, modalidade a distância, oferecido pela UFRA. Esse laboratório tem caráter
multidisciplinar e atende não somente o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, mas
86

também outros cursos da UAB. Os laboratórios são equipados com material e equipamentos de
boa qualidade, como estufas, microscópios, lupas, centrífugas, bancadas com pias, reagentes e
vidrarias, de forma a atender demandas multidisciplinares.
O uso do laboratório é garantido através de agendamento prévio pelo Docente/tutor
responsável pela disciplina, para uso em projeto de projeto de pesquisa, ensino ou extensão. As
solicitações de agendamento são analisadas e homologadas pelo coordenador do polo. Os
agendamentos homologados são impressos e entregues à equipe de vigilância, a qual procede à
abertura dos laboratórios somente para os docentes autorizados aos agendamentos.

3.7 LABORATÓRIOS DIDÁTICOS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA


Os laboratórios didáticos de formação específica atendem às necessidades do curso, de
acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança,
apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico e disponibilidade de
recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem
desenvolvidas, e possuem quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com
os espaços físicos e o número de vagas, havendo, ainda, avaliação periódica quanto às
demandas, aos serviços prestados e à qualidade dos laboratórios, sendo os resultados utilizados
pela gestão acadêmica para planejar o incremento da qualidade do atendimento, da demanda
existente e futura e das aulas ministradas.
Os Laboratórios didáticos para formação específica são os mesmos da formação básica
e estão presentes nos polos da UAB. Esses espaços destinados prioritariamente para fins
didáticos referentes ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, modalidade a distância,
oferecido pela UFRA, tem caráter multidisciplinar e atende não somente o curso de Licenciatura
em Ciências Biológicas, mas também outros cursos da UAB. Os laboratórios são equipados
com material e equipamentos de boa qualidade, como estufas, microscópios, lupas, centrífugas,
bancadas com pias, reagentes e vidrarias, de forma a atender demandas multidisciplinares. Os
laboratórios de múltiplo uso são organizados por áreas de atuação para contemplar as
disciplinas básicas e específicas, dos cursos de graduação presentes na UAB.
O uso do laboratório é garantido através de agendamento prévio pelo Docente/tutor
responsável pela disciplina, para uso em projeto de projeto de pesquisa, ensino ou extensão. As
solicitações de agendamento são analisadas e homologadas pelo coordenador do polo. Os
agendamentos homologados são impressos e entregues à equipe de vigilância, a qual procede à
abertura dos laboratórios somente para os docentes autorizados aos agendamentos.
87

3.8 PROCESSO DE CONTROLE DE PRODUÇÃO OU DISTRIBUIÇÃO DE


MATERIAL DIDÁTICO (LOGÍSTICA)
A produção do material didático para as obrigatórias e eletivas do curso é planejada e
gerenciada pelo Núcleo de Ensino a Distância (NEAD), com o suporte do NDE e Coordenação
do curso, com base no Plano de Gerenciamento do Material Didático, constituído de Sistemática
de Produção de Material Didático e Plano de Contingência. Os materiais didáticos utilizados
no curso de Ciências Biológicas têm como ponto de partida os ementários e os Planos de Ensino
das disciplinas, conduzindo os alunos a atender aos objetivos do perfil profissional, segundo a
matriz curricular, e alinham-se ao Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e ao Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI).
Os materiais são elaborados pelos professores conteudistas, analisados e reavaliados
periodicamente pelos membros do NDE e pelo setor pedagógico do NEAD, com o intuito de
compreender a relação entre as ementas e as bibliografias básicas e complementares
selecionadas e a atualização dessas bibliografias. A partir dos ementários aprovados e dos
Programas das Disciplinas, são gerados os Planos de Ensino das disciplinas, os quais são
disponibilizados nas salas de aula virtuais do AVA para os alunos. Os materiais didáticos são
compostos por elementos digitais em formato de infográficos, diagramas, esquemas, vídeos
esquemáticos, Vídeos em 3D, Vídeos em Realidade Aumentada, Vídeos em 360º, livros digitais,
além de outras fontes de informação. Compõem o material, ainda, videoaulas externas, podcasts
publicados no Google Drive e Youtube, com acesso via AVA, além dos diversos Fóruns,
Webaulas gravadas e Webconferências ao vivo, com possibilidade de acesso às suas gravações.
Esse conteúdo base é organizado em “Unidades”, que se vinculam por meio de um
conjunto de competências a serem desenvolvidas pelos estudantes. As unidades configuram-se
como objetos de aprendizagem, viabilizando o alcance dos objetivos do curso e,
consequentemente, da formação profissional do estudante. O conteúdo é preparado com intuito
de desenvolver a aprendizagem do estudante, com ilustrações, vídeos, glossários e links para
outras páginas. Enquanto estuda, o educando pode avaliar sua compreensão por meio de
exercícios de fixação e avaliativos. Todo o material didático base é pré-disponibilizado no AVA
e é passível de ser objeto das atividades avaliativas previstas. As unidades são apresentadas de
maneira a propiciar a leitura dinâmica dos estudantes, bem como a proposição de reflexões,
atividades e fóruns temáticos de discussão, podendo ser acessadas durante todo o período de
execução da disciplina, em todos os dias e horários de maior conveniência, de qualquer local e
por meio de diversos dispositivos, desde que tenham acesso à Internet.
O material complementar é composto por conteúdos adicionais disponibilizados pelos
88

professores previamente ou durante a execução da disciplina, conforme a necessidade de apoio


pedagógico percebida pelo docente, ou como forma de abordar temas mais atuais e emergentes,
ou ainda, para enriquecimento da disciplina. O material complementar deve ser disponibilizado
via AVA e pode ser objeto de avaliação pelas atividades avaliativas previstas, desde que os
alunos sejam previamente orientados/ alertados pelo professor. O material complementar é
apresentado, da mesma forma, em formato hipertextual, contendo links externos e recursos
multimidiáticos como textos, imagens, vídeos, infográficos etc. A seleção dos conteúdos é
alinhada às definições dos programas e plano de ensino das disciplinas, definidos e validados
pelo NDE.

3.9 AMBIENTES PROFISSIONAIS VINCULADOS AO CURSO


Os ambientes profissionais estão articulados com a sede ou com os polos onde há oferta
do curso e atendem aos objetivos constantes no PPC, considerando a função de espaços
complementares para práticas laboratoriais e/ou profissionais que possibilitam experiências
diferenciadas de aprendizagem, as quais passam por avaliações periódicas devidamente
documentadas, que resultam em ações de melhoria contínua.

PARTE III – RELATÓRIO DE ADEQUAÇÃO DE


BIBLIOGRAFIA

I – Acervos Bibliográficos no Âmbito da Ufra

1.1 Política de Acesso aos Acervos Bibliográficos da Ufra


A Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) apresenta a política de acervos
físicos e digitais, como o de acesso dos usuários da biblioteca a acervo físico, banco de dados
do Sistema de Gerenciamento Bibliográfico On-line.
O limite de itens emprestados e os prazos de devolução variam, conforme a categoria
do usuário e o tipo de material em questão e normas específicas da Ufra. Vale ressaltar que os
polos da UAB em cada município contam com biblioteca local, equipada com livros na área de
Ciências Biológicas e Educação e Pedagogia, sendo mais acessível ao aluno dos polos.
O acesso está disponível ao usuário, devidamente cadastrado, através de: consulta local
ao acervo; pesquisa no catálogo on-line; empréstimo de obras do acervo da biblioteca local;
renovação de empréstimos de obras do acervo da biblioteca; devolução de obras do acervo da
biblioteca; orientação quanto à normalização de trabalhos acadêmicos; elaboração de fichas
89

catalográficas; acesso ao portal de Periódicos da Capes; treinamento para a utilização do


referido portal; computação bibliográfica; treinamento de usuários; etc.
Os alunos da modalidade a distância têm acesso as bibliotecas da Ufra, as quais
oferecem aos seus usuários orientações quanto à elaboração de trabalhos acadêmicos. O serviço
pode ser agendamento pelo e-mail: [email protected]. Os usuários não cadastrados na
biblioteca poderão consultar e fazer uso do acervo presencialmente na biblioteca. A partir de
qualquer computador com acesso à rede mundial de computadores é possível ao usuário acessar
o catálogo On-line da biblioteca no seguinte endereço eletrônico: http://www.bc.ufra.edu.br/.
A partir dos terminais de computadores da biblioteca e da Ufra ou por meio da rede
CAFÉ, os membros da comunidade acadêmica têm acesso gratuito e irrestrito a todo conteúdo
do Portal de Periódicos da Capes, com textos completos de artigos de periódicos e consulta a
diversas bases de dados com referências e resumos de documentos em todas as áreas do
conhecimento. Os usuários podem acessar os seguintes endereços eletrônicos
O acesso aos acervos Bibliográficos da Ufra pode ser realizado através dos seguintes
endereços eletrônicos: Biblioteca Ufra: Campus Belém: https://portalbiblioteca.Ufra.edu.br
Site periódicos Capes: http://www.periodicos.capes.gov.br; O acervo da Biblioteca Virtual da
Ufra poderá ser acessado através do link:
https://portalbiblioteca.Ufra.edu.br/images/Ebook/Ebooks.pdf.
Não é necessário registro para acessar a Biblioteca Virtual da Ufra, que possui acesso
ilimitado. Para garantir o acesso físico dos acervos virtuais, a Ufra disponibiliza aos seus
usuários e comunidade externa, instalações e recursos tecnológicos, que atendem à demanda e
à oferta ininterrupta via internet, bem como ferramentas de acessibilidade e de soluções de
apoio à leitura, estudo e aprendizagem, como: O Centro de Aprendizagem Virtual possui 46
(quarenta e seis) computadores (sendo 6 destes reservados para a acessibilidade) que tem por
finalidade o acesso à rede mundial de computadores para pesquisas acadêmicas e digitação de
trabalhos acadêmicos. Oferta também terminais de computador; Sala de estudo dirigido, Acesso
à internet; Orientação ao usuário.

1.2 Acervos Tombados e Informatizados da Ufra.


Sob esse aspecto, o acervo de livros adquiridos por compra, encontra-se devidamente
tombado no Setor de Patrimônio da instituição, informatizado e disponibilizado Online no
Sistema de Gerenciamento do Acervo - Gnuteca no seguinte endereço eletrônico:
http://www.bc.Ufra.edu.br/; sistema em processo de transição para o módulo Biblioteca Sigaa.
Os acervos digitais não apresentam contrato de acesso ininterrupto pelos usuários. No entanto,
90

os acervos digitais utilizados pela Ufra são de acesso livre e ininterrupto.


Os acervos bibliográficos são tombados e informatizados em sistema da Ufra, como:
os acervos físicos, adquiridos por Compra (mediante processo licitatório), Permuta (troca de
obras entre Bibliotecas) e Doação (a partir de uma avaliação prévia dos materiais a serem
doados e assinatura do Termo de Doação a ser preenchido e assinado pela pessoa física ou
jurídica que deseja doar materiais a esta Biblioteca).
A produção científica da Universidade elaborada por discentes, técnicos administrativos
e docentes são entregues na biblioteca em formato PDF (Trabalhos de Conclusão de Curso de
graduação, dissertações e teses) em mídia eletrônica (CD ou via e-mail: [email protected];
[email protected]; [email protected]) para incorporação na Biblioteca Digital de
Trabalhos Acadêmicos (BDTA) e Repositório Institucional (RIUFRA), respectivamente. Todo
título de livro apresenta exemplar reservado para consulta local.

II – Acervos Bibliográficos no Âmbito do Curso


O acervo da bibliografia básica e complementar do curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas da Ufra está adequado em relação às Unidades Curriculares (UC) e aos conteúdos
descritos nesse Relatório de Adequação de Bibliografia como documento integrante do Projeto
Pedagógico de Curso (PPC) e está atualizado, considerando a natureza das UC.
O Núcleo Docente Estruturante Docente (NDE) ao assinar e referendar este Relatório
de Adequação de Bibliografia, comprova a compatibilidade de cada bibliografia básica e
complementar da UC quanto ao número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que
utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível
no acervo., para garantir uma bibliografia atualizada com títulos físicos e digitais, fundamentais
ao curso, com vistas a obras atualizadas.
Os acervos digitais apresentam acesso virtual, oriundos de: assinaturas de acesso a plataformas
de acervos digitais, repositórios bibliográficos da Ufra, repositórios bibliográficos de cursos,
entre outros.
Os acervos bibliográficos básicos e complementares dos cursos de graduação podem ser físicos
e digitais, atualizados nos últimos 5 (cinco) anos, podendo ocorrer a utilização de obras de anos
anteriores; quando forem relevantes, clássicas das áreas dos cursos e, devidamente, justificados
em Relatório de Adequação de Bibliografia pelo NDE, conforme Projeto Pedagógico
Institucional (PPI).
91

No âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, os acervos da Bibliografia Básica


e Complementar são:

2.1 Acervos da Bibliografia Básica


O acervo da bibliografia básica é suficiente e adequado às unidades curriculares e aos
conteúdos descritos no PPC de acordo com relatório do NDE.
O acervo físico da Biblioteca é composto de 10.002 exemplares, sendo que 1.783
exemplares são para atender a bibliografia básica do curso de Ciências Biológicas Licenciatura.
No âmbito do curso, das 238 referências bibliográficas básicas, 229 são físicas e 09 são online.

2.2 Acervos da Bibliografia Complementar


O acervo da bibliografia complementar é suficiente e adequado às unidades curriculares
e aos conteúdos descritos no PPC de acordo com relatório do NDE.
O acervo físico da Biblioteca é composto de 10.002 exemplares, sendo que 2.321
exemplares são para atender a bibliografia complementar do curso de Ciências Biológicas
Licenciatura. No âmbito do curso, das 390 referências bibliográficas complementares, 367 são
físicas e 23 online.

2.3 Quantitativo de Acervos da Bibliografia Básica e Complementar do Curso


A quantidade de Títulos do Acervo da Bibliografia Básica:
O acervo físico totaliza: 229 títulos/1.783 exemplares.
O acervo digital totaliza: 9 títulos/9 plataformas digitais de acesso livre.

Quantidade de Títulos do Acervo da Bibliografia Complementar


O acervo físico totaliza: 367 títulos/2.321 exemplares.
O acervo digital totaliza: 23 títulos/23 plataformas digitais de acesso livre.

Quantidade de Títulos do Acervo da Bibliografia Básica e Complementar


Os acervos físicos totalizam: 596 títulos/3329 exemplares.
Os acervos digitais totalizam: 32 títulos/plataformas digitais de acesso livre.
0

III – Matriz Curricular – Representação gráfica da Estrutura Curricular apresentada na PARTE II-PPC
.
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - MODALIDADE EAD, UAB/UFRA
CICLO DE FORMAÇÃO GERAL CICLO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA CICLO DE FORMAÇÃO
PROFISSIONAL
1º Período 2º Período 3º Período 4º Período 5º Período 6º Período 7º Período 8º Período 9º Período
PP III - Práticas
PP I - Práticas PP V - Práticas
Pedagógicas no PP VI - Práticas
Pedagógicas no Pedagógicas no
Ensino de Pedagógicas no
Deontologia Ensino de Ensino de
psicologia da Ensino de educação
Biológica e Didática I: 60h Educomunicação: Sociologia da microbiologia, metodologia
Didática II: 30h T: educação e ambiental e
Bioética: 30h T: 60h + P: 0h 30h T: 30h + P: 0h Educação: 30h T: biologia celular, científica,
30h + P: 0h DCE: educação em sustentabilidade e
T: 30h + P: 0h DCE: 0h DCE: 0h 30h + P: 0h DCE: histologia e zoologia, ecologia
0h Presencial: 0% direitos tecnologias digitais
DCE: 0h Presencial: 0% Presencial: 0% 0h Presencial: 0% embriologia: 60h e bioestatistica:
EaD: 100% humanos: 60h no ensino: 45h T:
Presencial: 0% EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100% T: 0h + P: 60h 60h T: 0h + P:
T: 0h + P: 60h 0h + P: 45h DCE:
EaD: 100% DCE: 60h 60h DCE: 60h
DCE: 60h 45h Presencial: 0%
Presencial: 0% Presencial: 0%
Presencial: 0% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100%
PP II - Práticas PP IV - Práticas Práticas PP VI -
Ambientação EAD Fundamentos Acessibilidade e Pedagógicas no Pedagógicas no Pedagógicas no
Políticas Públicas Tópicos Especiais
- Tecnologias Históricos e Inclusão em Ensino de Ensino de Ensino de Neurociência na
em Educação: 45h em Educação
Digitais: 60h Filosóficos da Diferentes Genética e matemática, botânica, Educação: 45h T:
T: 45h + P: 0h Inclusiva: 45h T:
T: 60h + P: 0h Educação: 30h T: Contextos: 30h T: Bioquímica: 60h física e química: etnobiologia e 45h + P: 0h DCE:
DCE: 0h 45h + P: 0h DCE:
DCE: 0h 30h + P: 0h DCE: 30h + P: 0h DCE: T: 0h + P: 60h 60h T: 0h + P: sociologia: 60h T: 0h Presencial: 0%
Presencial: 0% 0h Presencial: 0%
Presencial: 0% 0h Presencial: 0% 0h Presencial: 0% DCE: 60h 60h DCE: 60h 0h + P: 60h DCE: EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100% Presencial: 0% Presencial: 0% 60h Presencial:
EaD: 100% EaD: 100% 0% EaD: 100%
Fundamentos e Currículo no
Leitura e Produção Metodologia do Fundamentos Tecnologias
Práticas da ensino de Língua Brasileira
de Textos Psicologia da Ensino de Teóricos e Digitais no Ensino
Educação Ciências e de de Sinais - Imunologia: 30h T:
Acadêmicos: 45h Educação: 45h T: Biologia: 60h Metodológicos do de Biologia: 30h
Ambiental: 30h Biologia: 30h LIBRAS: 45h T: 30h + P: 0h DCE:
T: 45h + P: 0h 45h + P: 0h DCE: T: 60h + P: 0h ESO: 60h T: 60h + T: 30h + P: 0h
T: 30h + P: 0h T: 30h + P: 0h 45h + P: 0h DCE: 0h Presencial: 0%
DCE: 0h 0h Presencial: 0% DCE: 0h P: 0h DCE: 0h DCE: 0h
DCE: 0h DCE: 0h 0h Presencial: 0% EaD: 100%
Presencial: 0% EaD: 100% Presencial: 0% Presencial: 0% Presencial: 0%
Presencial: 0% Presencial: 0% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100%
Educação em Química Geral e Zoologia dos Bioestatistica: 60h Ecologia de Ecologia de Estudo das Fisiologia Parasitologia: 30h
Direitos Humanos: Orgânica: 60h Invertebrados I: T: 60h + P: 0h Sistemas: 45h T: Paisagem: 45h T: Relações Vegetal: 60h T: T: 30h + P: 0h
30h T: 60h + P: 0h 45h DCE: 0h 45h + P: 0h DCE: 45h + P: 0h Étnico-Raciais 60h + P: 0h DCE: DCE: 0h
1

T: 30h + P: 0h DCE: 0h T: 45h + P: 0h Presencial: 0% 0h Presencial: 0% DCE: 0h na Sociedade 0h Presencial: 0% Presencial: 0%


DCE: 0h Presencial: 0% DCE: 0h EaD: 100% EaD: 100% Presencial: 0% Brasileira: 45h EaD: 100% EaD: 100%
Presencial: 0% EaD: 100% Presencial: 0% EaD: 100% T: 45h + P: 0h
EaD: 100% EaD: 100% DCE: 0h
Presencial: 0%
EaD: 100%
Anatomia e
Matemática Biologia da
Zoologia dos Fisiologia
Biologia Celular: Aplicada às Genética: 60h Morfologia Etnobiologia: Macroevolução: Conservação e
Vertebrados I: 45h Animal
60h T: 60h + P: 0h Ciências T: 60h + P: 0h Vegetal: 60h T: 30h T: 30h + P: 45h T: 45h + P: Sustentabilidade:
T: 45h + P: 0h Comparada: 30h
DCE: 0h Biológicas: 30h T: DCE: 0h 60h + P: 0h DCE: 0h DCE: 0h 0h DCE: 0h 45h T: 45h + P: 0h
DCE: 0h T: 30h + P: 0h
Presencial: 0% 30h + P: 0h DCE: Presencial: 0% 0h Presencial: 0% Presencial: 0% Presencial: 0% DCE: 0h
Presencial: 0% DCE: 0h
EaD: 100% 0h Presencial: 0% EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100% Presencial: 0%
EaD: 100% Presencial: 0%
EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100%
Informática e Histologia e Anatomia e
Zoologia dos Biologia Sistemática de
Introdução a Embriologia Ecologia de Microbiologia Fisiologia Biotecnologia: 30h
Invertebrados II: Molecular: 60h Espermatófitas:
Dados Biológicos: Comparada: 60h Populações: 45h T: Básica: 45h T: 45h Humana: 60h T: 30h + P: 0h
45h T: 45h + P: 0h T: 60h + P: 0h 45h T: 45h + P:
30h T: 45h + P: 0h T: 60h + P: 0h 45h + P: 0h DCE: + P: 0h DCE: 0h T: 60h + P: 0h DCE: 0h
DCE: 0h DCE: 0h 0h DCE: 0h
DCE: 0h DCE: 0h 0h Presencial: 0% Presencial: 0% DCE: 0h Presencial: 0%
Presencial: 0% Presencial: 0% Presencial: 0%
Presencial: 0% Presencial: 0% EaD: 100% EaD: 100% Presencial: 0% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100%
Física Aplicada
Princípios de Zoologia dos Metodologia
Metodologia Bioquímica Geral: Paleontologia às Ciências Microevolução: Eletiva padagógica:
Sistemática Vertebrados II: Avançada da
Científica: 30h T: 60h T: 60h + P: 0h Básica: 45h T: 45h Biológicas: 45h 60h T: 60h + P: 45h T: 45h + P: 0h
Biológica: 30h T: 45h T: 45h + P: 0h pesquisa: 30h T:
30h + P: 0h DCE: DCE: 0h + P: 0h DCE: 0h T: 45h + P: 0h 0h DCE: 0h DCE: 0h
30h + P: 0h DCE: DCE: 0h 30h + P: 0h DCE:
0h Presencial: 0% Presencial: 0% Presencial: 0% DCE: 0h Presencial: 0% Presencial: 0%
0h Presencial: 0% Presencial: 0% 0h Presencial: 0%
EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100% Presencial: 0% EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100%
Sistemática de
Geologia Básica: Ecologia de Eletiva Biológica
Plantas sem Biofísica: 45h
45h Comunidades: 45h 45h TCC I: 60h T: --- TCC II: 60h T: ---h
Sementes: 30h T: T: 45h + P: 0h
T: 45h + P: 0h T: 45h + P: 0h T: 45h + P: 0h h + P: ---h DCE: - + P: ---h DCE: ---h
30h + P: 0h DCE: 0h
DCE: 0h DCE: 0h DCE: 0h --h Presencial: 0% Presencial: 0%
DCE: 0h Presencial: 0%
Presencial: 0% Presencial: 0% Presencial: 0% EaD: 100% EaD: 100%
Presencial: 0% EaD: 100%
EaD: 100% EaD: 100% EaD: 100%
EaD: 100%
ESO I: 100h ESO II: 100h ESO III: 100h
ESO IV: 100h
T: 0h + P: 100h T: 0h + P: 100h T: 0h + P: 100h
T: 0h + P: 100h
DCE: 0h DCE: 0h DCE: 0h
DCE: 0h
Presencial: 100% Presencial: 100% Presencial: 100%
2

EaD: 0% EaD: 0% EaD: 0% Presencial:


100% EaD: 0%
CHT: 285h CHT: 360h CHT: 330h CHT: 475h CHT: 445h CHT: 460h CHT: 475h CHT: 420h CHT: 330h
CHT DO CICLO FG: 645h CHT DO CICLO FE: 2185h CHT DO CICLO FP: 750h

CHT DO CURSO: 3.780 H


COMPONENTES CURRICULARES CH
DISCIPLINAS LETIVAS (obrigatórias) 2.970 h
ELETIVAS (optativas e 90 h
obrigatórias)
ATIVIDADES ESO I, II, III e IV 400 h
ACADÊMICAS TCC I e II 120 h
CURRICULARES
ATIVIDADES 200 h
COMPLEMENTARES
ENADE Art. 5, § 5º do SINAES (Lei nº10.861/2004)
3

IV – Programa de Componentes Curriculares – Identificação e Pré-requisitos; Carga Horária;


Objetivos e Metodologia; Ementa e Conteúdo programático; e Bibliografia Básica e Complementar

QUADRO DE PROGRAMA DE COMPONENTES CURRICULARES


Curso de Graduação de Licenciatura em CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
na modalidade a distância.
1º SEMESTRE

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
DEONTOLOGIA BIOLÓGICA E BIOÉTICA 1º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / Teóric DC AC
Atividade TOTAL Prática Presencial EaD
ESO / a E E
Curricular
TCC / AC
Deontologia
Biológica e Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
Bioética
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Conhecer as áreas de atuação do profissional das Ciências Biológicas pode atuar, bem como os
pressupostos éticos e morais da vida profissional e em sociedade.
Objetivos Específicos

Reconhecer a importância do estudo da ética para a atuação profissional;


Entender que a ética permeia todo e qualquer tipo de relação, seja entre humanos ou humanos com
animais;
Refletir sobre os desafios para a construção de uma sociedade justa e sem preconceitos;
Aplicar os preceitos da ética profissional em discussões de temas polêmicos.

METODOLOGIA
Como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvem os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
4

Deontologia: Conceitos, aplicações e atuação profissional do licenciado; Código de ética do profissional


das ciências biológicas; Ética do discurso: Argumentação (discurso) para a solução de problemas,
dilemas e conflitos morais da sociedade globalizada e multicultural; Noções de fundamentos éticos da
deontologia e axiologia profissional; A ética profissional, discussões sobre temas que travam conflitos
éticos: Células tronco, Fertilização in vitro (FIV), Injeção intracitoplasmática de espermatozoides
(ICSI), Organismos geneticamente modificados, dentre outros temas; Bioética em pesquisas nas ciências
biomédicas: legislação, normas, pareceres, CEUA e CEP.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Deontologia: Conceitos e aplicações
1.1 Teóricos da deontologia;
1.2 Deontologia nas ciências biológicas;
Unidade II
2 Código de ética do profissional das ciências biológicas;
2.1 Ética nas ciências biológicas;
2.2 Instruções e normas para a atuação profissional;
2.3 Leis, normas e pareceres que regulamentam a profissão do biólogo;
Unidade III
3 Ética do discurso: argumentação (discurso) para a solução de problemas, dilemas e conflitos morais
da sociedade globalizada e multicultural;
3.1 Bases teóricas e filosóficas da ética do discurso;
3.4 Noções da Teoria da ação comunicativa;
Unidade IV
4 Noções de fundamentos éticos da deontologia e axiologia profissional;
4.1 Ética Kantiana (ética do dever) e o imperativo categórico;
4.2 Bases teóricas da ética deontológica;
4.3 Axiologia e os valores morais da sociedade;
4.4 Comportamento ético e moral do profissional da educação;
4.5 Ética, moral e competência dos profissionais da educação.
Unidade V
5 A ética profissional, discussões sobre temas que travam conflitos éticos: Células tronco, Fertilização
in vitro (FIV), Injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI), Organismos geneticamente
modificados, dentre outros temas;
5.1 Leis que regulamentam a atividade profissional em assuntos polêmicos;
5.2 Lei da biossegurança;
5.3 Lei dos transgênicos;
5.4 Aborto: discussões sobre conflitos éticos e morais;
5.5 Lei “Arouca”: regulamentação do uso de animais em atividades científicas no Brasil;
Unidade VI
6 Bioética em pesquisas nas ciências biomédicas: Legislação, normas, pareceres, CEUA e CEP;
6.1 Regulamentação da CEUA e CEP;
6.2 Atuação dos profissionais das ciências biológicas na pesquisa com humanos e animais;
6.3 Declaração de Helsinque;
6.4 Declaração universal dos direitos humanos;
BIBLIOGRAFIA
Básica
PESSINI, L. Problemas atuais de bioética. 11.º ed. São Paulo: Centro Universitário São Camilo;
Loyola, 2014. 680 p.
5

DURAND, G. Introdução geral à bioética: história, conceitos e instrumentos. 5° ed. São Paulo:
Centro Universitário São Camilo, 2014. 431 p.
BRASIL. Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005. Regulamenta os incisos II, IV e V do § 1º do art. 225
da Constituição Federal, estabelece normas de segurança e mecanismos de fiscalização de atividades
que envolvam organismos geneticamente modificados – OGM e seus derivados, cria o Conselho
Nacional de Biossegurança – CNBS, reestrutura a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança –
CTNBio, dispõe sobre a Política Nacional de Biossegurança – PNB, revoga a Lei nº 8.974, de 5 de
janeiro de 1995, e a Medida Provisória nº 2.191-9, de 23 de agosto de 2001, e os arts. 5º, 6º, 7º, 8º, 9º,
10 e 16 da Lei nº 10.814, de 15 de dezembro de 2003, e dá outras providências.
Complementar
SCHRAMM, fermin Roland org. et al. Bioética, riscos e proteção. Rio de Janeiro: ed. UFRJ; ed.
Fiocruz, 2009. 253p.
BRASIL. Lei nº 11.794, de 08 de outubro de 2008. Regulamenta o inciso VII do § 1 o do art. 225 da
Constituição Federal, estabelecendo procedimentos para o uso científico de animais; revoga a Lei
no 6.638, de 8 de maio de 1979; e dá outras providências.
VASCONCELOS, M.J.E. Pensamento sistêmico: o novo paradigma da ciência. 10° ed. rev. atual.
Campinas, SP: Papirus, 2013. 269 p.
FOUREZ, G. A construção das ciências: introdução à filosofia e à ética das ciências. São Paulo:
UNESP, 1995. 319 p.
PESSINI, Leo org; HOSSNE, William Saad org. Bioética: em tempos de incertezas. São Paulo:
Centro Universitário São Camilo; Loyola, 2010. 455 p
218p.
BRASIL. Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005. Regulamenta os incisos II, IV e V do § 1º do art. 225
da Constituição Federal, estabelece normas de segurança e mecanismos de fiscalização de atividades
que envolvam organismos geneticamente modificados – OGM e seus derivados, cria o Conselho
Nacional de Biossegurança – CNBS, reestrutura a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança –
CTNBio, dispõe sobre a Política Nacional de Biossegurança – PNB, revoga a Lei nº 8.974, de 5 de
janeiro de 1995, e a Medida Provisória nº 2.191-9, de 23 de agosto de 2001, e os arts. 5º, 6º, 7º, 8º, 9º,
10 e 16 da Lei nº 10.814, de 15 de dezembro de 2003, e dá outras providências.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
AMBIENTAÇÃO EAD – TECNOLOGIAS
1º 60
DIGITAIS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / Teóric DC AC
Atividade TOTAL Prática Presencial EaD
ESO / a E E
Curricular
TCC / AC
6

Deontologia
Biológica e Letiva 60 60 0 0 0 0 100%
Bioética
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Esta disciplina visa auxiliar o discentes a base de acesso ao ambiente virtual de ensino-
aprendizagem (AVA), focado no SIGAA e outros principais AVAs (Moodle), os quais serão
utilizados durante o ensino a distância.
Objetivos Específicos
- Estudar as bases e funcionalidades do AVA principal, SIGAA, com todas suas ferramentas;
- Apresentar quais são e para que servem os ambientes virtuais de ensino-aprendizagem.
- Apresentar o Moodle outra ferramenta bastante utilizada para a educação a distância, com
detalhamento sobre ferramentas.
- Apresentar um histórico, conceitos, modelos e papéis da Educação a Distância, desde o seu
aparecimento até a importância associada a ela atualmente.
METODOLOGIA
Como estratégias metodológicas de aprendizagem os alunos trabalharão diretamente em seu
SIGAA, acompanhando o desenvolvimento da aula, ministrada pelo professor, de forma
prática e participativa. Além disso, serão utilizadas aulas expositivas dialogadas, com a leitura
de textos, manuais e discussões sobre temas que envolvem os assuntos vistos em sala.
EMENTA
Concepções e Legislação em EaD. Ambiente Virtual de Ensino- Aprendizagem (AVEA).
Ferramentas para navegação e busca na internet. Metodologias de estudo baseadas nos
princípios de autonomia, interação e cooperação.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I. SIGAA
- Tipos de ambientes virtuais
- Acesso à plataforma
- Funcionalidades do SIGAA. Perfil discente
- Material didático
- Atividades. Fóruns e Chats

UNIDADE II. MOODLE


- Acesso à plataforma
- Funcionalidades do Moodle.
- Material didático
- Atividades.

UNIDADE III
- Histórico, conceitos, modelos de Educação a distância
7

- O papel da Educação a Distância, desde o seu aparecimento até a importância associada a


ela atualmente.

BIBLIOGRAFIA
Básica
LITTO, Fredric M. (Org.): Educação a distância: o estado de arte. 2.ed. 2012.
SILVA, Marco (Org.): Educação online: cenário, formação e questões didático-metodológicas. 2010 3.
FILATRO, Andrea: Design instrucional contextualizado: educação e tecnologia. 3.ed. 2003.
Complementar
KENSKI, Vani Moreira: Educação e tecnologia: o novo ritmo da informação. 8.ed. 2011.
LAFFIN, Maria Hermínia Lage Fernandes (Org.): Educação de jovens e adultos: educação na
diversidade. 2011.
VALENTE, José Armando (Org.): Educação a distância via internet. 2003.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
1º 45
ACADÊMICOS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina objetiva ressaltar a importância do conhecimento da língua portuguesa para um bom
desempenho acadêmico e profissional, procedendo à leitura analítica e crítico-interpretativa de textos,
ampliando o contato do discente com as estratégias de leitura e os processos de produção textual, visando
prepará-lo para a análise e a elaboração de textos diversos com adequação linguística ao contexto
acadêmico.
8

Objetivos Específicos
Ler, produzir e interpretar diferentes tipos e gêneros textuais orais e escritos com clareza e com
coerência, considerando as condições discursivas de produção;
Compreender as linguagens e suas respectivas variações;
Identificar, analisar e interpretar diferentes representações verbais, não verbais, gráficas e numéricas de
fenômenos diversos ou de um mesmo significado;
Adequar o padrão linguístico às modalidades da língua falada e escrita de acordo com as condições de
produção e recepção;
Refletir sobre os processos que envolvem a leitura e a produção de textos, sendo capaz de selecionar,
organizar e planejar as informações em função dos seus objetivos;
Produzir textos técnicos e científicos;
Formular e articular argumentos e contra-argumentos consistentes em situações sociocomunicativas;
Identificar, compreender e analisar situações-problema utilizando pensamento holístico e sistêmico ao
se abordar a complexidade da realidade;
Formar indivíduos com um perfil ético, humanista, crítico e sensível, apoiado em conhecimentos
científico, social e cultural, historicamente construídos, que transcendam a área de sua formação; além
de demonstrar compromisso e responsabilidade com questões sociais, culturais e ambientais, para o
exercício da cidadania;
Reconhecer a importância da apresentação de trabalhos acadêmicos com objetividade, sistematização,
clareza, concisão, coerência, rigor metodológico e normas oficializadas.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas e dialogadas.
atividades em classe e extraclasse como Estudo Dirigido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
individuais e/ou em grupo; seminários temáticos; tarefas e problematização de situações reais do
cotidiano, interação discente para construção conjunta do conhecimento, evitando a mera transmissão
de conceitos, dentre outros trabalhos integradores/interdisciplinares e processos avaliativos. Recursos
didáticos como quadro, data show, computador, powerpoint/canva/outros, livros, textos, internet, vídeos
e demais tecnologias educacionais. E, Quanto à dimensão de modalidade de ensino do CC:
presencial/EaD – referente à carga horária total/parcial, de acordo com a modalidade do curso e
parâmetros em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Linguagem, comunicação e interação. Níveis de linguagem e o desenvolvimento de habilidades
linguísticas de produção textual oral e escrita. Linguagens, variação e adequação linguística. Conceito
de texto. Concepções e estratégias de leitura. Letramento acadêmico: o ato e a prática de ler e escrever
na universidade. Leitura e Interpretação: pressupostos e subentendidos. Articulação textual: organização
do parágrafo e do período. Textualidade: coesão e coerência. Intencionalidade discursiva. Aspectos
linguístico-gramaticais aplicados aos textos. O texto dissertativo e sua estrutura. Argumentação e tipos
de argumento. Tipologia textual. Gêneros Textuais Planejamento e redação de textos técnicos e
científicos (resumo, resenha, artigo, relatório, TCC etc...). Estratégias de elaboração de seminários,
debates e discussões orais no foco em ciência, tecnologia e inovação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 Linguagem, comunicação e interação
1.1 Linguagem, língua e interação
9

1.2 Aspectos de condições de produção e recepção de textos


1.3 Linguagem, variação e adequação linguística
Unidade II
2 Texto, Leitura e escrita
2.1 Conceitos de texto es e estratégias de leitura
2.2 Pressupostos e subentendidos
2.3 Texto e textualidade: coesão, coerência, intencionalidade discursiva e paráfrase
2.4 Aspectos linguístico-gramaticais aplicados aos textos.
2.5 Produção de textos orais e escritos.
Unidade III
3 Gêneros Textuais e o texto dissertativo-argumentativo
3.1 Tipos Textuais e Gêneros Textuais
3.2 Gêneros textuais acadêmicos (resumo, resenha, artigo, relatório, TCC etc...)
3.3 Texto dissertativo-argumentativo
3.4 Estrutura do texto dissertativo (expositivo-argumentativo)
3.5 Objetivos do autor na argumentação
3.6 Valor composicional da ordem dos argumentos
3.7 Distinção entre: opinião e argumento; fato e hipótese; premissa e conclusão
3.8 Procedimentos argumentativos: ilustração; exemplificação; citação; referência, etc.
BIBLIOGRAFIA
Básica
MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental de acordo com as atuais normas da ABNT. São
Paulo: Atlas, 2010.
GUIMARÃES, Thelma de Carvalho. Comunicação e linguagem. São Paulo: Pearson, 2012. 258 p.
ISBN: 9788564574397.)
LIMA, Rocha. Gramática normativa da língua portuguesa. 55 ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 2019.
Complementar
BELTRÃO, Odacir; BELTRÃO, Mariúsa. A pontuação hoje: normas e comentários. 3.ed. rev. e atual.
São Paulo: Atlas, 1999. 152 p.
CUNHA, Celso; GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 27. ed. Rio de Janeiro: Fundação
Getúlio Vargas, 2010.
ANDRADE, Maria Margarida de; MARTINS, João Alcino de Andrade. Introdução à metodologia do
trabalho cientifico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010/2017. 158 p.
ISBN: 9788522458561.
MEDEIROS, Joao Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São
Paulo: Atlas, 2019.
JACOBINI, Maria Letícia de Paiva. Metodologia do trabalho acadêmico. 4. ed. rev. ampl. São Paulo:
Alínea, 2011. 132 p. ISBN: 9788575164624.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS 1º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
10

Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOT DC Presenci
Atividade Teórica Prática ACE EaD
ESO / TCC AL E al
Curricular
/ AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Propiciar a discussão sobre educação em Direitos Humanos em seus aspectos de promoção, proteção,
defesa e aplicação na vida cotidiana e cidadã de direitos e responsabilidades individuais e coletivas.

Objetivos Específicos
Analisar a concepção de educação em Direitos Humanos;
Discutir as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;
Elaborar ações interdisciplinares para o desenvolvimento de uma Educação em Direitos Humanos;
Realizar práticas educativas de caráter transdisciplinar e interdisciplinar à Educação em Direitos
Humanos;
Propor fóruns de discussões destinados à promoção, defesa, proteção e ao estudo dos direitos humanos
na Instituição de Ensino Superior.

METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática – que contará com aulas expositivas dialogadas,
com discussão dos textos da bibliografia; seminários apresentados pelos(as) estudantes e coordenados
pelo(a) professor(a) sobre os textos da bibliografia, além de leituras e pesquisas, dentre outras escolhidas
pelo(a) professor(a) como exercícios de reflexão individuais e em grupos, exibição e discussão de filmes
e produção de textos. Quanto à dimensão de extensão: Disciplina Curricular de Extensão (DCE) –
referente à carga horária prática, que levará em consideração a formação discente e interação com a
comunidade externa mediante, pelo menos, uma das modalidades de extensão e seus produtos, como:
Programas; Projetos; Cursos e Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços, que serão definidas em plano
de ensino, com planejamento e execução de ações de docência sobre as unidades de conteúdo e de
culminância com as referidas modalidades de extensão, com metodologia presencial ou presencial
complementada com On-line (simultaneamente), não descaracterizando a modalidade presencial do
componente curricular extensionista e modalidade de curso presencial/EaD. E, Quanto à dimensão de
modalidade de ensino do CC: presencial/EaD – referente à carga horária total/parcial, de acordo com a
modalidade do curso e parâmetros em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
11

História dos direitos humanos. Educação, direitos humanos e formação para a cidadania e suas
implicações nas diferentes dimensões de educação formal e não formal, mídia e formação de
profissionais dos sistemas de segurança e justiça. Documentos nacionais e internacionais sobre educação
e direitos humanos. Declaração Universal dos Direitos Humanos. Diretrizes Nacionais para a Educação
em direitos
humanos. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. Legislações e estatutos protetivos dos
direitos humanos. Reflexão sobre a dignidade humana; igualdade de direitos; reconhecimento e
valorização das diferenças e das diversidades; laicidade do Estado. Democracia na educação.
Sustentabilidade socioambiental. Sociedade, violência e construção de uma cultura de paz. Preconceito,
discriminação e prática educativa. Políticas curriculares, temas transversais e projetos interdisciplinares.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 Introdução à concepção de Educação em Direitos Humanos (EDH).
1.1 Contextualização e histórico dos Direitos Humanos;
1.2 A Educação em Direitos Humanos no Brasil; e
1.3 Aspectos legislativos para implantação da EDH no Brasil.
Unidade II
2 Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (EDH).
2.1 Princípios da EDH: dignidade humana; igualdade de direitos; reconhecimento e valorização das
diferenças e das diversidades; laicidade do Estado; democracia na educação; transversalidade, vivência
e globalidade; e sustentabilidade socioambiental;
2.2 EDH nas diversas modalidades e múltiplas dimensionalidades: educação formal (básica e superior)
e educação não formal, mídia e formação de profissionais dos sistemas de segurança e justiça.
Unidade III
3 Educação em Direitos Humanos para uma Cultura de Paz
3.1 Direitos Humanos e o combate às violações: discutindo estratégias de combate às discriminações e
preconceitos étnico-raciais, religioso, cultural, territorial, físico-individual, geracional, de gênero, de
orientação sexual, de opção política, de nacionalidade e, dentre outras, como sobre Bullying em
instituições formais e não formais de ensino;
3.2 Direitos Humanos, Democracia e Cultura de Paz: diversidade temática de EDH, movimentos
sociais, conquista e garantia de direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais, de
crianças e adolescentes, jovens, adultos, idosos, pessoas com deficiência, dentre outros.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) – Brasília: MDH, 2018, 50p.
Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/educacao-em-direitoshumanos/
DIAGRMAOPNEDH.pdf. Acesso em: 27 jun. 2023.
RAMOS, André de Carvalho. Curso de Direitos Humanos. São Paulo: Saraiva Jurídica, 2019.
SANTOS, Ivair Auguisto dos. Direitos Humanos e as práticas de racismo. Brasília: Câmara dos
Deputados,
Edições Cãmtaa, 2015.
Complementar
ANDRADE, Marcelo. É a educação um direito humano? Em busca de razões suficientes para se
justificar o direito de formar-se como humano. Revista de Educação, v. 36, p. 21-27. Rio Grande do Sul:
PUC-RS, 2013. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-
12

25822013000100004&lng=es&nrm=iso. Acesso em 29 jun. 2023.


CANDAU, Vera Maria et al. Educação em direitos humanos e formação de professores/as. São Paulo:
Cortez, 2013.
MOEHLECKE, Sabrina. Por uma cultura de educação em direitos humanos. In: ASSIS, S. G.,
CONSTANTINI, P., AVANCI, J. Q., and NJAINE, K., eds. Impactos da violência na escola: um diálogo
com professores [online]. 2nd ed. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ; CDEAD/ENSP, 2023, p. 17-41.
ISBN: 978-65-5708-150-1.
Disponível em: https://books.scielo.org/id/q58k5/pdf/assis-9786557082126-03.pdf. Acesso em: 29 jun.
2023.
SAYEG, Ricardo. Fator CAPH: capitalismo humanista e dimensão econômica dos direitos humanos.
São Paulo: Max Limonad, 2019.
SILVA, Aida Maria Monteiro. Ensino Superior: espaço de formação em direitos humanos. São Paulo:
Cortez, 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
BIOLOGIA CELULAR 1º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Modalidade de
Classificação Tipo CH Conheciment Extensão
Ensino
o
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina de Biologia Celular estuda, comparativamente entre os seres vivos, os constituintes e
processos celulares sob os pontos de vista estrutural, molecular e fisiológico.
Objetivos Específicos
Compreender os processos históricos relacionados com a teoria celular; reconhecer a natureza química
das diferentes substâncias que constituem as células, relacionando sempre a sua estrutura com a fisiologia
e importância; conhecer os sistemas de membranas existentes nas células em relação a estrutura e função
e aos mecanismos de difusão, osmose, endocitose, exocitose, movimentos celulares; como as células se
dividem e como essa divisão sofre organização para diferenciação celular em diferentes tecidos.
METODOLOGIA
A disciplina será ministrada com aulas teóricas e práticas sobre Biologia Celular. Serão utilizadas aulas
teóricas expositivas dialogadas e metodologias ativas, de modo a dinamizar o processo de ensino-
aprendizagem. As práticas serão conduzidas com base na abordagem metodológica de “Aprendizagem
13

Baseada em Problema – PBL”.


EMENTA
Introdução à origem da vida e das primeiras células. Organização geral das células. Base bioquímica
celular. Membranas biológicas. Transporte através de membranas. Organelas citoplasmáticas e Sistema
de endomembranas. Citoesqueletos e movimentos celulares. Núcleo interfásico. Divisão celular.
Diferenciação celular.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Origem da vida:
1.1 Teoria de Origem de vida na Terra;
1.2 Teoria da Evolução molecular e a evolução das células;
Unidade II
2 Organização e diversidade celular
2.1 Domínio Bacteria - Procariotos;
2.2 Domínio Eukarya – Eucariotos (células animais, vegetais, protistas e fungos);
Unidade III
3 Bases macromoleculares da constituição celular:
3.1 água, sais minerais, carboidratos, lipídios, proteínas e ácidos nucleicos.
Unidade IV
4 Estrutura da membrana plasmática:
4.1 Teoria e Modelo da Composição da Membrana Plasmática;
4.2 Glicocálice;
4.3 Especializações da membrana plasmática;
4.4 Mecanismos de Transporte através da membrana: transporte passivo, transporte ativo, endocitose.
Unidade V
5 Citoplasma:
5.1 Composição química; hialoplasma;
5.2 Organelas citoplasmáticas – Estrutura e função
5.3 O retículo endoplasmático rugoso, ribossomos e a síntese de proteínas;
5.4 O retículo endoplasmático liso;
5.5 Aparelho de Golgi;
5.6 Relação entre o retículo endoplasmático rugoso, retículo endoplasmático liso e o aparelho de Golgi
nos processos de síntese e secreção celular.
5.7 Lisossomos e os processos de autofagia e fagocitose;
5.8 Peroxissomos;
5.9 Mitocôndrias: Teoria endossimbiótica da Composição, organização e funcionamento.
5.10 Vacúolos e plastos.
Unidade VI
6 Citoesqueleto:
6.1 Centríolos, microtúbulos e microfilamentos; filamentos intermediários.
Unidade VII
7 Núcleo celular interfásico:
7.1 Sistema de poros, envoltório nuclear;
7.2 Cromatina; cromossomos, nucléolo; síntese de proteínas.
Unidade VIII
8 Divisão celular: mitose e meiose.
8.1 Preparação celular para divisão celular;
8.2 Ciclo celular – Mitose
14

8.3 Meiose e formação de gametas


Unidade IX
9 Diferenciação celular:
9.1 Noções básicas de tipo e segmentação de ovos;
9.2 Diferenciação celular para a formação dos primeiros folhetos embrionários.
BIBLIOGRAFIA
Básica
CAMPBELL, Neil A.; REECE, Jane B. Biologia. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. 1488p.
DE ROBERTIS, Edward M.; HIB, José. Biologia celular e molecular. 16. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014. 363p.
COOPER, G. M.; HAUSMAN, R. E. 2007. A Célula: uma Abordagem Molecular. 3ª. ed. Editora
Artmed, Porto Alegre, 736 p.
Complementar
EVERT, Ray F. RAVEN. Biologia vegetal. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. 856p.
CARNEIRO, José; JUNQUEIRA, Luiz C. Biologia Celular e Molecular. 9.ed. Rio de Janeiro. Guanabara
Koogan, 2012.
TORTORA, Gerard J; CASE, Christine L; FUNKE, Berdell R. Microbiologia. 12. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2017. 935 p.
ULRICH, Henning; TRUJILLO, Cleber A. Bases moleculares da Biotecnologia. São Paulo: Roca,
2008/2015. 218 p il col.
LODISH, Harvey et al. Biologia celular e molecular. 4º/7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 1210 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
INFORMÁTICA E INTRODUÇÃO A DADOS
1º 45
BIOLÓGICOS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva
Teóric Prátic AC Presenci
Atividade / ESO / TCC / DCE EaD
a a E al
Curricular AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Desenvolver competências essenciais no uso da informática aplicada à Biologia, capacitando os
discentes a utilizarem aplicativos, ferramentas de escritório e técnicas de análise de dados biológicos. A
disciplina fornecerá uma sólida base teórica em informática, abordando conceitos fundamentais, e
15

promoverá habilidades práticas para a pesquisa, análise de dados, apresentação de informações e


comunicação eficaz no contexto da Biologia.

Objetivos Específicos
Proporcionar aos discentes uma compreensão ampla e geral sobre os conceitos básicos da informática,
suas aplicações e impactos na sociedade;
Utilizar aplicativos de escritório, como processadores de texto, planilhas e apresentações, com ênfase na
criação de documentos e apresentações relacionados à Biologia.
Explorar e utilizar ferramentas de análise de dados biológicos, incluindo softwares estatísticos e de
visualização, para processar, analisar e interpretar conjuntos de dados biológicos complexos.
Desenvolver competências na pesquisa científica em Biologia, com foco na coleta, organização e análise
de dados biológicos usando técnicas computacionais.
Compreender a importância da comunicação científica na área da Biologia e aprimorar a capacidade de
criar relatórios, apresentações e documentos científicos de alta qualidade com o uso eficaz de recursos
de informática.
METODOLOGIA
A abordagem pedagógica adotada é centrada no discente, onde a aprendizagem se configura como uma
experiência dinâmica e participativa. Valoriza-se a diversidade de perspectivas e a individualidade de
cada discente, reconhecendo que diferentes metodologias ativas podem ser eficazes em contextos
específicos.
O cerne desta disciplina é capacitar os discentes a se tornarem autônomos e adaptáveis às demandas do
mundo digital em constante evolução. A escolha da metodologia específica será realizada pelo docente
da disciplina, levando em consideração os objetivos de aprendizagem e as características da turma. De
forma geral, os discentes serão encorajados a se engajarem ativamente em sua própria aprendizagem, a
colaborarem com seus pares e a explorarem recursos digitais de maneira significativa. Para isso, serão
utilizadas estratégias como discussões em grupos, resolução de problemas, projetos práticos, simulações
e outras atividades que promovam a participação ativa.
Avaliação Formativa e Diagnóstica:
A avaliação nesta disciplina é concebida como uma ferramenta para o desenvolvimento contínuo dos
discentes. Serão utilizados uma variedade de instrumentos de avaliação, incluindo avaliações formativas
e diagnósticas, com o intuito de compreender o progresso individual de cada discente e identificar áreas
que necessitem de aprimoramento.
Trabalho Colaborativo e Reflexão:
A colaboração é uma habilidade fundamental no mundo digital e na educação em Biologia. Os discentes
serão incentivados a trabalharem em equipe, compartilharem ideias e aprenderem uns com os outros.
Além disso, a reflexão crítica sobre o próprio processo de aprendizagem será uma parte integrante da
jornada acadêmica.
Exploração da Tecnologia Digital:
Como parte essencial desta disciplina, desafiaremos os discentes a explorar e aplicar diversas
ferramentas de Tecnologia Digital no contexto do ensino de Biologia. Isso envolverá a utilização de
softwares, aplicativos, recursos online e outros meios digitais que podem enriquecer o processo
educativo.
EMENTA
Introdução à Informática e à Tecnologia da Informação; Sistemas Operacionais; Editor de Texto e
Planilha Eletrônica; Editor de Apresentação; Tópicos especiais em computação: rede de computadores,
Bancos de Dados e Ferramentas para Análise de Dados na Área.
16

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à Informática e à Tecnologia da Informação
1.1 Conceitos básicos de informática
1.2 Evolução da tecnologia da informação
1.3 Conceitos básicos de hardware e software
1.4 Sistemas Operacionais
Unidade II
2 Internet e ferramentas de comunicação online
2.1 Conceitos básicos de internet e redes de computadores
2.2 Segurança na web (exemplo: phishing, malware, criptografia)
2.3 Noções de privacidade e proteção de dados
Unidade III
3 Ferramentas de escritório e tecnologias de busca
3.1 Editores de texto, planilhas e apresentações
3.2 Novos mecanismos de busca (exemplo: Chat GPT)
3.4 Ferramentas para pesquisa científica
Unidade IV
4 Introdução à Biologia Digital
4.1 Bioinformática e suas aplicações
4.2 Conceitos básicos de bancos de dados
4.3 Visualização e análise de dados biológicos
4.4 Uso de softwares e aplicativos na pesquisa biológica
4.5 Ferramentas de modelagem e simulação
BIBLIOGRAFIA
Básica
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. 8. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro:
Elsevier/Capmus, 2011. 392 p : il.
PARHAMI, Behrooz. Arquitetura de computadores: de microprocessadores a supercomputadores. São
Paulo: McGraw-Hill, 2007. 560 p
MONTEIRO, M. A. Introdução À Organização de Computadores. 5ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
698p.
Complementar

TANENBAUM, Andrew S. Organização Estruturada de Computadores. 6ª Ed. São Paulo: Prentice Hall,
2013. 605p.
RIBEIRO JÚNIOR, J. I. Análises estatísticas no excel: guia prático. 2.ed. rev. e ampl. Viçosa: Ed. UFV,
2013. 311p.
BRAGA, William. Informática elementar: windows XP, excel 2003, word 2003: teoria e prática. 2. ed.
Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. 270 p
TORRES, G. Hardware. Rio de Janeiro: Novaterra, 2015. 888p.
CINTO, A. F.; GÓES, W. M. Excel Avançado. 2ª Ed. São Paulo: NOVATEC, 2015. 272p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
17

METODOLOGIA CIENTÍFICA 1º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen Extensão
Ensino
to
Letiva / Eletiva A
Disciplina / Atividade TOT Teór Práti Presenci
/ ESO / TCC / DCE C EaD
Curricular AL ica ca al
AC E
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Incentivar e orientar os discentes no desenvolvimento e na execução de trabalhos acadêmicos,
fundamentos de projeto de pesquisa; abrangendo discussões sobre paradigmas sobre Ciência e
Conhecimento;
Objetivos Específicos
Conceituar ciência e conhecimento científico e descrever suas características;
Compreender as bases da ciência moderna e da ciência contemporânea;
Identificar as etapas do método científico e caracterizar os passos do processo de pesquisa;
Compreender adequadamente o problema, as hipóteses e os objetivos de pesquisa;
Identificar as partes de um projeto de pesquisa;
Identificar e caracterizar as partes componentes de um relatório de pesquisa;
Aplicar as normas técnicas da metodologia científica em seu estudo.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas e dialogadas,
atividades em classe e extraclasse como Estudo Dirigido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
individuais e/ou em grupo; seminários temáticos; tarefas e problematização de situações reais do
cotidiano, interação discente para construção conjunta do conhecimento, dentre outros trabalhos
integradores/interdisciplinares e processos avaliativos. Recursos didáticos como quadro, data show,
computador, powerpoint/canva/outros, livros, textos, internet, vídeos e demais tecnologias educacionais.
E, Quanto à dimensão de modalidade de ensino do CC: presencial – referente à carga horária total,
de acordo com a modalidade do curso e parâmetros em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Ciência e conhecimento. Evolução do conhecimento e do pensamento social. Nascimento da ciência
moderna: o método científico. Fundamentos epistemológicos e operacionais da pesquisa científica.
Recursos Técnicos para a metodologia e pesquisa científica. Autoria Científica e Plágio no âmbito
acadêmico. Fontes de pesquisa para acesso à informação científica e meios de divulgação. Órgãos
responsáveis pela normalização de técnicas para formatação de trabalhos acadêmicos. Noções de Normas
para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos (ABNT). Normalização de trabalhos
18

acadêmicos na Ufra. Fundamentos dos principais trabalhos acadêmicos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 Ciência e Conhecimento;
1.1 A natureza, tipos e níveis de conhecimento;
1.2 Ciência e Conhecimento científico;
1.3 Fundamentos de Pesquisa Científica: caracterização, método científico, tipos e técnicas de
pesquisa, coleta de dados e relatórios de pesquisa;
1.4 Recursos técnicos para pesquisa científica: acesso à informação científica por meio de bibliotecas,
periódicos, plataformas, fontes de pesquisa, banco de dados, dentre outros;
1.5 Autoria Científica e como evitar o plágio (tipos e conceitos);
Unidade II
2 Normalização de Trabalhos Acadêmicos;
2.1 Órgãos responsáveis pela normalização de técnicas para formatação de trabalhos acadêmicos;
2.2 Noções da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas): NBR 6022 (Artigo Científico),
NBR 6023 (Referências), NBR 6024 (Numeração Progressiva), NBR 6027 (Sumário), NBR 6028
(Resumo), NBR 10520 (Citações), NBR 14724 (Trabalhos acadêmicos), NBR 15287 (Projeto de
Pesquisa);
2.3 Normalização de Trabalhos Acadêmicos na Ufra;
2.4 Fundamentos de principais trabalhos acadêmicos: resumo; resenha; artigo; relatório; dentre outros.
BIBLIOGRAFIA
Básica
LUIZ, Ercília Maria de Moura Garcia. Escrita acadêmica: princípios básicos. Santa Maria/RS:
UFSM/NTE, 2019. E-book. Disponível em:
https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/16143/NTE_Licen_Ciencia_Religi%C3%A3o_Escrita_
Academica_Principios_Basicos.pdf?sequence=6&isAllowed=y. Acesso em: 30 jun. 2023.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica.
7/8.ed. atual. São Paulo, SP: Atlas, 2017. 346 p.
MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental: contém informações
sobre normas da ABNT para trabalhos acadêmicos. 30. ed. São Paulo: Atlas, 2019.
Complementar
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 27. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas,
2010.
KROKOSCZ, Marcelo. Autoria e plágio: um guia para estudantes, professores, pesquisadores e editores.
- São Paulo: Atlas, 2012. 149 p.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São
Paulo: Atlas, 2019.
PRODANOV, Cleber C.; FREITAS, Ernani C. Metodologia do Trabalho Científico: Métodos e Técnicas
da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico. 2.ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2023. 276p. Disponível em:
https://www.feevale.br/institucional/editora-feevale/metodologia-do-trabalho-cientifico---2-edicao.
19

Acesso em 15 set. 2023.


SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 24. ed. rev. e atual. São Paulo:
Cortez, 2016. 317 p.

2º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
DIDÁTICA I 2º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir a importância da didática na construção de uma efetiva prática pedagógica;
Objetivos Específicos
Compreender o objeto da didática - o ensino - enquanto prática social situada e historicizada,
identificando as características da triangulação didática;
Discutir a importância da construção do perfil de professor reflexivo para a construção de uma prática
docente efetiva;
Identificar a importância da neurodidática na prática pedagógica;
Dialogar sobre a importância de cuidar da voz durante o caminhar docente;
Analisar as contribuições do planejamento pedagógico na construção de uma prática docente de
excelência;
Planejar Planos de aula para o ensino fundamental e ensino médio na área de conhecimento da
Biologia.
METODOLOGIA
20

A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será realizado “Rodas de Diálogo” com a finalidade de discutir temáticas atuais que
permeiam a didática, sempre que possível, será convidado pesquisadores para participar e enriquecer
esse momento. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Fundamentos epistemológicos da Didática. Triangulação conteúdo/ educandos/ docente. Neurodidática.
A Didática e a formação do professor. Professor reflexivo. Trabalho docente. Postura docente. O
professor e a voz. O planejamento didático e a organização do trabalho docente. Planejamento
pedagógico, projetos pedagógicos, sequência didática, planos de ensino, planos de aula e avaliação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Fundamentos epistemológicos da didática;
1.1 Histórico da didática;
1.2 Principais estudiosos;
1.3 A didática apresentada por Libâneo;
1.4 Triangulação didática;
1.5 Neurodidática;
Unidade II
2 A didática e o professor;
2.1 A importância da didática no processo de formação inicial e continuada do professor;
2.2 Professor Reflexivo;
2.3 Postura docente: aspectos reflexivos formativos;
2.4 Cuidados com a voz exigidos pela profissão docente;
Unidade III
3 Planejamento e organização do trabalho docente;
3.1 Importância do planejamento na prática docente;
3.2 Instrumentos avaliativos;
3.3 Projeto Político Pedagógico e seus componentes;
3.4 Sequência Didática e seus componentes;
3.5 Plano de Ensino e seus componentes;
3.6 Plano de aula e seus componentes.
BIBLIOGRAFIA
Básica
CANDAU, Vera Maria Org. A didática em questão. 36. ed. Petrópolis RJ: Vozes, 2014. 135 p. ISBN:
9788532600936.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. - 2. ed. - São Paulo: Cortez, 2013. 288 p.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro Org. Didática: o ensino e suas relações. 18. ed. São Paulo: Papirus,
2012. 183 p.
Complementar
GERALDO, Antônio Carlos Hidalgo. Didática de ciências naturais na perspectiva histórico-crítica. -
2.ed. - Campinas: Autores Associados, 2014. 175 p.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas.
33. ed. São Paulo: Atlas, 2015. 347 p. ISBN: 9788597000696.
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 11.ed. Campinas: Autores Associados, 2015. 81 p. (Polêmicas do
Nosso Tempo).
VEIGA, Ilma Passos Alencastro Org. Didática: o ensino e suas relações. 18. ed. São Paulo: Papirus,
2012. 183 p.
21

ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E FILOSÓFICOS
2º 45
DA EDUCAÇÃO
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Obrigatória Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Compreender o percurso histórico e contemporâneo da Educação no Brasil, em seus aspectos filosóficos,
sociais, políticos e institucionais, articulado às Ciências, Sociedade, Tecnologia, diversidade cultural e
o impacto desta articulação na formação de professores de Ciências e Biologia

Objetivos Específicos
Conhecer o dimensionamento da Literatura Especializada e aporte teórico da Educação no Brasil;
Circunstanciar os fatores que concorrem para a circulação da Educação em seus diferentes espaços,
como: escolar, não escolar, nos movimentos sociais, bem como os saberes culturais e populares na
Amazônia e no Brasil;
Apreender conhecimentos acerca da Educação no campo do ensino de Ciências, da Sociedade,
Tecnologia e diversidade cultural.

METODOLOGIA
A disciplina será ministrada por meio de aulas teóricas expositivas e dialogadas sobre a temática da
mesma. A avaliação consistirá em metodologias processuais e contínuas, por meio de provas e demais
atividades individuais e coletivas.
EMENTA
22

Estudos da Educação antiga e contemporânea; as contribuições da Filosofia para a Educação;


Abordagem histórica da constituição da área de Ensino de Ciências no âmbito nacional e internacional;
as relações existentes entre ciência, educação, sociedade e tecnologia e diversidade cultural.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos iniciais sobre Educação, a Literatura Especializada e aporte teórico;
1.1 Educação formal e não formal
Unidade II
2 Estudo da Educação no campo do ensino de Ciências, da Sociedade, Tecnologia e expansão da
escolarização no Brasil;
Unidade III
3 Conhecimento da Educação, ensino de Ciências e suas manifestações constantes da diversidade
cultural;
BIBLIOGRAFIA
Básica
PERRENOUD, Philippe. 10 Novas competências para ensinar: convite à viagem. Porto Alegre:
Artmed, 2000. 192 p.
COELHO, W. de N. B.; COELHO, M. C. (org.). Raça, Cor e Diferença: a escola e a diversidade. Belo
Horizonte: Mazza, 2008.
AZEVEDO, Janete M. Lins de. A educação como política pública. 3.ed. Campinas: Autores
Associados, 2004. 78 p. (Polêmicas do Nosso Tempo, 56)
Complementar

DOREA, Célia Rosangela. A arquitetura escolar como objeto de pesquisa em História da Educação.
Educar em revista, nr. 49, julho/set, 2013. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
40602013000300010&lng=en&nrm=iso&tlng=pt.
LELIS, Isabel. O trabalho docente na escola de massa: desafios e perspectivas. Sociologias, vol. 14, nr.
29, jan/abr 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-
45222012000100007&lang=pt.
OLIVEIRA, Romualdo Portela de. Da universalização do ensino fundamental ao desafio da qualidade:
uma análise histórica. Educação & Sociedade [online]. 2007, vol.28, n.100, pp. 661-690. ISSN 1678-
4626. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0101-
73302007000300003&lng=en&nrm=iso&tlng=pt.
OLIVEIRA, Ivanilde Apoluceno de. Paulo Freire: gênese da educação intercultural no Brasil. Curitiba:
CRV, 2015.
GOMES, N. L. G. O Movimento Negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação.
Petrópolis: Vozes, 2017.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO 2º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
23

Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Analisar a relação Psicologia-Educação reconhecendo as contribuições das visões psicanalítica e
neopsicanalítica acerca do desenvolvimento da criança e das práticas educativas;

Objetivos Específicos
Entender como os princípios psicológicos relacionam-se com a educação e com o processo de ensino-
aprendizagem bem como reconhecer que tais princípios contribuem para a formação do educador;
Identificar as teorias do desenvolvimento e da aprendizagem, apropriar-se de seus conceitos além de
perceber suas contribuições para as ações educativas;
Reconhecer as semelhanças e diferenças nas teorias psicológicas para ensino aprendizagem a fim de
ressignificar a prática pedagógica a partir das ações realizadas.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão trabalhados, privilegiando: levantamento do conhecimento prévio dos estudantes;
motivação com leituras, situações problema ou pequenos vídeos;exposição oral/dialogada utilizando o
datashow; discussões, debates e questionamentos acerca dos textos e artigos trabalhados; leituras e
estudos dirigidos; atividades escritas individuais e em grupos;apresentações por parte dos alunos de:
plenárias, painéis e mini aulas; comentários e análise de textos; exibição e discussão de vídeos; produção
de textos sobre os temas trabalhados; pesquisa bibliográfica dos teóricos trabalhados; análise e discussão
de artigos científicos
EMENTA
A natureza da psicologia da educação como ciência aplicada, seu âmbito e sua relação com a educação
brasileira. Princípios psicológicos do desenvolvimento humano que fundamentam ou interferem no
processo ensino x aprendizagem. Psicologia da educação, origem e evolução, bases teóricas – psicologia
do desenvolvimento - psicologia da aprendizagem, os processos de aprendizagem e desenvolvimento, a
concepção multideterminada do homem – homem e cultura - as leis do desenvolvimento sócio-histórico,
as principais teorias da aprendizagem e do desenvolvimento – Skinner – Freud – Piaget – Vygotsky,
psicologia e educação, implicações teóricas das concepções psicológicas nos estudos do cotidiano
escolar, segregação, interação e inclusão:
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I
1 Psicologia da Educação;
1.1 Conceituações;
1.2 Áreas de atuação;
1.3 Contribuições e Evoluções da Psicologia da Educação;
24

1.4 Pedagogia e Psicologia da Educação;


1.5 A Educação Brasileira;
UNIDADE II
2 O Sujeito na perspectiva educacional;
2.1 Estruturas desenvolvimentistas do sujeito: aspectos cognitivos, afetivos e psicomotores;
2.2 Educação, desenvolvimento e aprendizagem: influências socioculturais;
2.3 A Educação do sujeito em desenvolvimento. Etapas: Infância, adolescência e adulta;
2.4 O sujeito especial inserido na educação inclusiva. Ação da psicologia educacional: Intervenções e
evoluções;
UNIDADE III
3 A Psicologia da Educação e o Processo de Ensino/Aprendizagem;
3.1 Conceitos aplicados;
3.2 Significado da Aprendizagem para o ser humano;
UNIDADE IV
4 Perspectivas da Aprendizagem de Acordo com as Linhas Psicológicas;
4.1 Behaviorismo;
4.1.1 – Aspecto teórico;
4.1.2 – Reforço;
4.1.3 – Estímulo;
4.1.4 – Consequência;
4.1.5 – Resposta;
4.2 Psicanálise;
4.2.1 – Teoria psicossexual freudiana;
4.2.2 – Id, ego e superego;
4.2.3 – Psicanálise e educação;
4.2.4 – Educação e o conceito de transferência;
4.2.5 – Educação e o processo de sublimação;
4.2.6 – Educação e sexualidade;
4.2.7 – Psicopedagogia e psicanálise;
4.3 Cognitiva;
4.3.1 – Teoria cognitivista e educação;
4.3.2 – Piaget e Educação;
4.3.3 – Assimilação e Acomodação;
4.3.4 – Equilibração;
4.3.5 – Estágios do desenvolvimento piagetianos;
4.4 Sócio-histórico-cultural;
4.4.1 – Herança biológica, experiência individual e experiência humana;
4.4.2 – Funções psíquicas humanas;
4.4.3 – Zonas do desenvolvimento (ZDP e ZDR);
4.4.4 Criança competente;
UNIDADE V
5 Contribuições das Linhas Psicológicas para Evolução da Ciência Pedagógica;
5.1 Pedagogia Vs Psicologia;
5.2 Evoluções tecnológicas educacionais;
BIBLIOGRAFIA
Básica
DAVIS, Cláudia; OLIVEIRA, Zilma. Psicologia da Educação. São Paulo: Cortez, 1991.
BARROS, C. S. G. Pontos de Psicologia do Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Ática, 1991
25

BOCK, A. M; FURTADO, O e TEIXEIRA, M. L. Psicologias - Uma Introdução ao Estudo de


Psicologia. São Paulo: Saraiva, 1999
Complementar
BORDENAVE, Juan Díaz; PEREIRA, Adair Martins. Estratégias de ensino-aprendizagem. Petrópolis
(RJ): Vozes, 2015.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013. 288 p.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo : Cortez, 1995.
PIAGET, Jean. Seis Estudos de Psicologia. São Paulo: Forense, 1990.
VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes. 1984.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
QUÍMICA GERAL E ORGÂNICA 2º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina de Química Geral e Orgânica tem como objetivo proporcionar aos estudantes do curso de
Ciências Biológicas uma compreensão fundamental dos conceitos e princípios básicos da química,
fornecendo as bases necessárias para entender os processos biológicos que ocorrem nos seres vivos.
Objetivos Específicos
Compreender a estrutura atômica e molecular da matéria: Os alunos aprenderão sobre a estrutura dos
átomos, as ligações químicas e as interações moleculares que são fundamentais para a compreensão da
química dos compostos orgânicos e inorgânicos;
Estudar as reações químicas: A disciplina abordará os diferentes tipos de reações químicas, permitindo
que os alunos compreendam processos como metabolismo, síntese de compostos essenciais e
degradação de substâncias;
Compreender a relação entre a química e a biologia: A disciplina ajuda a estabelecer conexões entre
conceitos químicos e fenômenos biológicos, fornecendo uma base sólida para entender como a química
é fundamental para a vida;
26

Aplicar o conhecimento em contextos biológicos: Os alunos aprenderão a aplicar os conceitos químicos


aprendidos em situações e problemas biológicos do mundo real, ajudando-os a desenvolver habilidades
práticas importantes para sua futura carreira como educadores em ciências biológicas.

METODOLOGIA
As aulas terão a participação ativa do aluno na construção do conhecimento e serão adotadas as seguintes
metodologias: Aulas teóricas e expositivas com utilização de recursos audiovisuais e questionamentos,
discussão e debates; Aulas práticas sobre os conteúdos ministrados na teoria; A leitura, interpretação e
elaboração de textos serão trabalhados em sala de aula como temas transversais; As aulas transcorrerão
de maneira interativa com os alunos em que ambos são agentes ativos do processo de ensino-
aprendizagem; A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos; As atividades relacionadas ao Trabalho
Discente Efetivo (TDE) poderá constar com exercícios de fixação, pesquisa bibliográfica,
desenvolvimento de atividades práticas, elaboração de relatórios, visitas técnicas entre outros
EMENTA
Estrutura Atômica, Classificação Periódica, Ligações Iônicas. Ligação Covalente, Ligação, Metálica,
Funções Inorgânicas e suas propriedades e principais aplicações, Teorias ácido-base. Reações Químicas
e Estequiometria, Funções Orgânicas e Propriedade Físico-Químicas dos Compostos Orgânicos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Estrutura Atômica e Tabela Periódica;
1.1 A Tabela Periódica e as Configurações Eletrônicas - Distribuição dos Elétrons - Variação de
Propriedades com a Estrutura Atômica;
1.2 Metais Metalóides e Não-Metais - Propriedades Físicas dos Metais - Propriedades Químicas dos
Metais - Tendências no Comportamento Metálico - Caráter Iônico-Covalente das Ligações Metal e
Não-Metal - As Cores dos Compostos Metálicos - Algumas Propriedades Físicas de Não-Metais e
Metalóides;
Unidade II
2 Ligação Química: Conceitos Gerais
2.1 A Ligação Iônica - Fatores que Influem na Formação dos Compostos Iônicos - Ligação Covalente
- Ordem de Ligação e Algumas Propriedades da Ligação Química - Ligações Covalentes Coordenadas
- Moléculas Polares e Eletronegatividade - Oxidação e Redução - Números de Oxidação -
Nomenclatura dos Compostos Químicos e introdução aos compostos de coordenação.
Unidade III
3 Funções Inorgânicas;
3.1 A Definição de Arrhenius de Ácidos e Bases - A Definição de Ácidos e Bases de Browsted -
Lowry - Forças de Ácidos e Bases - Ácidos e Bases de Lewis - Ácidos e Bases Abordados Como
Sistemas Solventes – Funções Sais e Óxidos e suas propriedades;
Unidade IV
4 Reações Inorgânicas;
4.1 Introdução, Equações iônicas, Balanceamento das equações químicas;
4.2 Classificações das reações químicas, principais reações envolvendo as funções inorgânicas e
Balanceamento de Reações;
Unidade V
5 Introdução aos Compostos Orgânicos;
5.1 Introdução a Química Orgânica, Natureza dos compostos orgânicos;
5.2 Teoria da Ligação de Valência e Hibridização de Orbitais;
5.3 Estudo das funções orgânicas;
27

5.4 Relação entre Estrutura e propriedades dos compostos orgânicos.


BIBLIOGRAFIA
Básica
KOTZ, John C. Química Geral e reações químicas, vol.1, 4ª reimpressão 2014.
UCKO, David A. Química para as ciências da saúde. Uma introdução à química geral, orgânica e
biológica. 2.ed., 1992.
ROSENBERG, Jerome L. Química geral. Bookman, 2013.
SOLOMONS, T. W. Graham. Química Orgânica Volume 1. 2016.
McMurry, John. Química Orgânica: combo. 2017.
Complementar
RUSSEL, John Blair. Química geral. V1, ed. 2, 1994.
CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 2010.
SOLOMONS, T. W. Graham. Química Orgânica Volume 2. 2008.
VOLLHARDT, K. Peter C. Química Orgânica: estrutura e função. 2013.
MCMURRY, John. Química Orgânica: combo. 2017.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS
2º 30
BIOLÓGICAS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Retomar os principais conceitos de matemática fundamental, voltados ao fortalecimento do aprendizado,
de modo a investigar situações-problema e avaliar aplicações do conhecimento científico e tecnológico
e suas implicações no âmbito das ciências das naturezas incluídas na Base Nacional Comum Curricular.
28

Objetivos Específicos
Preencher lacunas do ensino básico fundamental quanto ao reconhecimento de operacionalização dos
números reais.
Aplicar as operações elementares. Reconhecer as expressões algébricas. Diferenciar expressões e
equações.
Compreender a estrutura de um polinômio.
Definir e distinguir domínio, contradomínio e imagem de funções.
Compreender o comportamento de uma função através da análise de seu gráfico.
Calcular áreas de figuras planas e espaciais.
Determinar as razões trigonométricas no triângulo retângulo.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow,
quadro branco e pincel. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de listas de exercícios e produção
textual. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Conjuntos e Intervalos Numéricos. Operações Elementares. Expressões numéricas. Equações de 1º e 2º
grau. Relações e introdução às funções. Apresentação das funções (caracterização geral e gráficos).
Expressões polinomiais. Tópicos de geometria plana e espacial. Trigonometria.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conjuntos e Intervalos Numéricos;
1.1 Conjunto de números naturais;
1.2 Conjunto de números inteiros;
1.3 Conjunto de números racionais;
1.4 Conjunto de números irracionais;
1.5 Conjunto de números reais;
1.6 Intervalos numéricos;
Unidade II
2 Operações Elementares;
2.1 MDC e MMC de números naturais;
2.2 Módulo ou valor absoluto;
2.3 Números opostos e simétricos;
2.4 Operações com números inteiros;
2.4.1 Adição;
2.4.2 Subtração;
2.4.3 Multiplicação;
2.4.4 Divisão;
2.5 Frações;
2.5.1 Tipos de frações;
2.5.2 Frações equivalentes;
2.5.3 Simplificação de frações;
2.5.4 Redução de frações a um mesmo denominador;
2.5.5 Operações com frações;
2.6 Potenciação e radiciação;
2.6.1 Definição;
2.6.2 Propriedades;
2.6.3 Operações;
29

2.7 Produtos notáveis;


2.7.1 Quadrado da soma de dois termos;
2.7.2 Quadrado da diferença de dois termos;
2.7.3 Produto da forma: (x – p) (x – q);
2.7.4 Outros produtos notáveis;
2.8 Razão, Proporção e Regra de Três;
2.8.1 Razão;
2.8.2 Proporção;
2.8.3 Regra de três;
2.8.4 Porcentagem;
Unidade III
4 Expressões numéricas;
4. Equações de 1º e 2º grau;
4.1 Definição;
4.2 Propriedades;
4.3 Métodos de resolução das equações;
Unidade V
5 Relações e Introdução às funções;
5.1 Relações;
5.1.1 Par ordenado;
5.1.2 Representação gráfica;
5.1.3 Produto cartesiano;
5.1.4 Domínio e Imagem;
5.1.5 Relação inversa;
5.2 Introdução às funções;
5.2.1 Definição;
5.2.2 Notação e valor numérico;
5.2.3 Domínio, Imagem, Contradomínio de uma função;
5.2.4 Função crescente e decrescente;
5.2.5 Representação de uma função;
5.2.5.1 Forma verbal;
5.2.5.2 Tabela de valores;
5.2.5.3 Fórmula;
5.2.5.4 Gráfico;
5.2.6 Análise do gráfico;
5.2.7 Função par e função ímpar;
5.2.8 Função composta;
5.2.9 Função inversa;
Unidade VI
6 Apresentação das funções (caracterização geral e gráficos);
6.1 Função polinomial de 1º grau;
6.2 Função modular;
6.3 Função polinomial de 2º grau;
6.4 Função exponencial;
6.4.1 Comparação de potências de mesma base;
6.4.2 A constante de Euler;
6.5 Função logarítmica;
6.5.1 Logaritmos;
6.5.1.1 Definição;
30

6.5.1.2 Bases especiais;


6.5.1.3 Propriedades operatórias;
Unidade VII
7 Expressões Polinomiais;
7.1 Classificação e operações com polinômios;
7.2 Fatoração de polinômios;
Unidade VIII
8 Tópicos de geometria plana e espacial;
8.1 Geometria plana;
8.1.1 Área do retângulo;
8.1.2 Área do quadrado;
8.1.3 Área do triângulo;
8.1.4 Área do trapézio;
8.1.5 Área do círculo;
8.2 Geometria espacial;
8.2.1 Paralelepípedos;
8.2.2 Cilindro;
8.2.3 Cone;
8.2.4 Esfera;
Unidade IX
9. Trigonometria;
9.1 Estudo do triângulo retângulo;
9.2 Razões trigonométricas do triângulo retângulo;
9.3 Funções e relações trigonométricas.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ÁVILA, G., Introdução ao Cálculo, Rio de Janeiro: LTC, 1998.
AXLER, S. Pré-Cálculo - Uma Preparação para o Cálculo. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
IEZZI, Gelson; DEGENSZAJN, David Mauri; HAZZAN, Samuel. Fundamentos de matemática
elementar: v. 11: matemática comercial, matemática financeira, estatística descritiva. 2.ed. São Paulo:
Atual, 2013. v11 : 245 p.
Complementar
ADAMI, A. M.; DORNELLES FILHO, A. A.; LORANDI, M. M. Pré-cálculo. Ed. 1º Porto Alegre:
Bookman, 2015.
DEMANA, Franklin; WAITS, Bert; FOLEY, Gregory, KENNEDY, Daniel - Pré-Cálculo. São Paulo:
Person, 2013.
MILIES, Francisco César Polcino & COELHO, Sônia Pitta. Números: uma introdução à Matemática. 3.
ed. São Paulo: EDUSP, 2013.
SAFIER, Fred - Pré-Cálculo. São Paulo: Bookman, 2011.
STEWART, J. Cálculo. 8. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2017. v. 1.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA
2º 60
COMPARADA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
31

Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:


Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Letiva / Eletiva A
Disciplina / Atividade TOT Teór Práti Presenci
/ ESO / TCC / DCE C EaD
Curricular AL ica ca al
AC E
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Reconhecer o desenvolvimento embrionário de diferentes grupos animais, com ênfase no
desenvolvimento humano e proporcionar uma compreensão sobre a diversidade anatômica e fisiológica
dos diferentes tecidos animais.
Objetivos Específicos
Identificar os tecidos que formam os órgãos e sistemas;
Caracterizar as propriedades anatômicas e fisiológicas de cada um dos tecidos do corpo;
Desenvolver as habilidades dos estudantes na identificação de lâminas de diferentes tecidos animais;
Compreender a formação de gametas;
Diferenciar as fases do desenvolvimento embrionário.
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teóricos e práticos e
como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvem os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
Métodos de estudos em histologia e embriologia; Histologia e histofisiologia dos tecidos fundamentais
e especiais; Especializações da Membrana Plasmática; Ovogênese; Espermatogênese; Fertilização;
Desenvolvimento embrionário.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Métodos de estudos em histologia e embriologia;
1.1 Coleta e processamento de tecidos;
1.2 Noções de microscopia: Luz, MEV e MET.
1.3 Corantes e suas especificidades.
Unidade II
2 Tecido Epitelial
2.1 Epitélio de revestimento;
2.2 Especializações da membrana plasmática no tecido epitelial;
2.3 Epitélio glandular
2.4 Epitélios especiais: urotélio.
Unidade III
32

3 Conjuntivo
3.1 Tecido conjuntivo propriamente dito;
3.2 Tecidos conjuntivos especiais: ósseo; sanguíneo, cartilaginoso e adiposo.
Unidade IV
4 Tecido muscular estriado esquelético;
4.1 Tecido muscular estriado cardíaco;
4.2 Tecido muscular liso.
Unidade V
5 Nervoso
5.1 Neurônios: tipos e disposição tecidual;
5.2 Células gliais.
Unidade VI
6 Ovogênese
6.1 Formação e maturação dos oocistos;
6.2 Estro nos diferentes grupos de vertebrados;
6.3 Histologia do ovário e útero.
Unidade VII
7 Espermatogênese
7.1 Maturação das espermátides;
7.2 Histologia do testículo.
Unidade VIII
8 Fertilização;
8.1 Transporte de espermatozoides;
8.2 Fecundação: fases, tipos e mecanismos observados em vertebrados;
8.3 Formação do zigoto.
Unidade IX
9 Desenvolvimento embrionário
9.1 Folhetos embrionários
9.2 Humanos: primeira semana do Desenvolvimento; nidação e segunda Semana do Desenvolvimento;
Terceira Semana do Desenvolvimento; Neurulação.; quarta à oitava semanas do desenvolvimento, o
período fetal.
9.3 Embriogênese nos diferentes grupos de vertebrados;
9.4 Anexos embrionários;
9.5 Aspectos clínicos, prevenção e controle.
BIBLIOGRAFIA
Básica
AARESTRUP, B. J. Histologia essencial. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 457p.
ROSS, Michael H. Histologia - Texto e Atlas - Em Correlação com Biologia Celular e Molecular. 6.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1008p.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. 2017. Histologia Básica: Texto e Atlas. 13ª. Ed. Guanabara
Koogan. Rio de Janeiro. 568 p.
Complementar
GARTNER, L.P.; HIATT, J.L. 2014. Atlas colorido de histologia. 6ª Ed. Editora Guanabara Koogan.
Rio de Janeiro. 512 p.
HIB, J. Di Fiore - Histologia - Texto e Atlas. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 530p.
GLEREAN, A.; SIMÕES, M.J.; 2013. Fundamentos de Histologia para estudantes da área de saúde. 1ª
Ed. Editora Santos. São Paulo. 378 p.
OVALLE, W.K.; NAHIRNEY, P.C.; NETTER, F.H. 2014. Netter Bases da Histologia. 2ª Ed. Editora
33

Elsevier. Rio de Janeiro. 536 p.


ABRAHAMSOHN, P. 2016. Histologia. 1ª Ed. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro. 400 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
PRINCÍPIOS DA SISTEMÁTICA BIOLÓGICA 2º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
O objetivo geral da disciplina é apresentar os conceitos ligados à sistemática envolvida na classificação
dos organismos vivos, com ênfase na sistemática filogenética.
Objetivos Específicos
Compreender os fundamentos da Sistemática Biológica através da abordagem de seus aspectos
históricos, teóricos e práticos;
Articular a conceituação de espécie e a prática taxonômica.
Compreender o processo de sistematização da diversidade biológica em classes hierárquicas no contexto
evolutivo;
Reconhecer e aplicar os conceitos da Sistemática Filogenética e os Métodos Cladísticos de Análise da
diversidade biológica.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, seminários,
vídeos documentários e também dinâmicas envolvendo metodologias ativas. Trabalhos, relatórios de
aulas práticas, apresentação de seminário, análises das dinâmicas e das aulas, provas teóricas e práticas
serão utilizadas como avaliações do aprendizado.
EMENTA
História da Sistemática, Sistemática e a Filosofia das Ciências Biológicas. Escolas taxonômicas
contemporâneas. Coleções Biológicas e seu papel na Sistemática. Códigos de Nomenclaturas Biológicas
– A Prática Taxonômica. Caracteres e sua interpretação. A Sistemática Filogenética como referência da
Classificação Biológica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
34

Unidade I
1 Conceitos gerais de Sistemática e Taxonomia;
1.1 História da taxonomia e Escolas taxonômicas.
1.2 Sistemática, Taxonomia e conceitos correlatos.
1.3 Os papéis da Taxonomia e do taxonomista.
1.4 Diversidade Biológica.
1.5 Conceito de espécies e especiação.
1.6 Classificações, hierarquias e chaves.
Unidade II
2 A prática taxonômica:
2.1 Nomenclatura zoológica, botânica, microbiológica e de vírus.
2.2 Coleções taxonômicas: campo, museu e herbário.
2.3 Bibliografia taxonômica.
2.4 Descrição taxonômica e problemas correlatos.
Unidade III
3 A filogenia como sistema de referência da biologia:
3.1 Caracteres taxonômicos: conceito, tipos, interpretação.
3.2 O conceito de homologia.
3.4 Conceitos básicos da metodologia cladística;
3.5 Os grupos formados na filogenia.
3.6 Análise filogenética;
BIBLIOGRAFIA
Básica
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
JUDD, Walter S... et al et al. Sistemática vegetal: um enfoque filogenético. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Artemed, 2009. 1 CD-ROM.
SOUZA, Vinícius Castro; LORENZI, Harri. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das
famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4.ed. Nova Odessa-SP:
Instituto Plantarium, 2019. 767 p. ISBN: 9786580684014.
Complementar
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 15/16.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 937 p.
FRANSOZO, Adilson; ZAGO, Aline Cristina colab. Zoologia dos invertebrados. Rio de Janeiro: Roca,
2016. 661 p.
BRUSCA, Richard C; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Invertebrados. 3. ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2018. 1010 p. ISBN: 9788527731997.
SOUZA, Vinicius Castro; LORENZI, Harri. Chave de identificação para as principais famílias de
Angiospermas nativas e cultivadas do Brasil. 3. ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora,
2014. 31 p.
ALCOCK, John. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9. ed. São Paulo: Artmed, 2011.
606 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
GEOLOGIA BÁSICA 2º 45
35

RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES


CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Compreender como os processos geológicos responsáveis pela dinâmica interna e externa da Terra são
importantes para a transformação e configuração do nosso planeta em toda a sua trajetória evolutiva,
desde a sua formação em passado longínquo até no presente e no futuro.

Objetivos Específicos
Compreender a importância da geologia para a formação do biólogo;
Identificar tipos de minerais de rochas;
Diferenciar os tipos de rochas;
Relacionar a escala do tempo geológico com a datação da terra;

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de aulas práticas com análise de material
em laboratório e estudos dirigidos aplicados a Geologia. No SIGAA serão disponibilizados os materiais
básicos e complementares ao estudo Geológicos.
EMENTA
Origem do Universo Material. Terra, um planeta no espaço cósmico. Mobilidade Crustal: a Formação
dos Continentes e Oceanos. Ciclo Petrogenético: a formação das rochas. Minerais: a matéria cristalina
da Terra. Escala do Tempo Geológico.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução E Fundamentos De Geologia;
1.1 Origem do Universo;
1.2 Formação dos Continentes e Oceanos;
Unidade II
2 Os Minerais;
2.1 O que é um mineral?
2.2 A estrutura atômica da Matéria;
2.3 Reações e Ligações Químicas;
36

2.4 Minerais Formadores de Rochas;


2.5 Propriedades Físicas dos minerais;
2.6 Os minerais e o mundo Biológico;
Unidade III
3 As Rochas;
3.1. Processos Geológicos E Ciclo Das Rochas;
3.2. Rocha Ígnea;
3.2.1. Onde se formam os magmas?
3.2.2. Como de formam os magmas?
3.2.3. A diferenciação magmática;
3.2.4. Intemperismo e Erosão;
3.2.5. Vulcanismo;
3.3. Rochas Sedimentares;
3.3.1. Sedimentos e Ciclo das Rochas;
3.3.2. Ambientes de Sedimentação;
3.3.3. Estruturas Sedimentares;
3.3.4. Soterramento e Diagênese: do sedimento à rocha;
3.3.5. Classificação das Rochas Sedimentares;
3.4. Rochas Metamórficas;
3.4.1. Metamorfismo de Rochas;
3.4.2. Tipos de Metamorfismo;
3.4.3. Causas de Metamorfismo;
3.4.4. Texturas Metafórmicas;
Unidade IV
4 O Tempo Geológico;
4.1 Registro Das Rochas;
4.1.1. Escala de tempo Geológico;
4.1.2. Cronologia da Terra;
4.1.3. Datação Relativa;
BIBLIOGRAFIA
Básica
GROTZINGER, John; JORDAN, Tom. Para entender a terra. 6.ed. Porto Alegre: Bookman, 2013 738p.
HASUI, Yociteru; CARNEIRO, Celso Dal Ré; ALMEIDA, Fernando Flávio Marques; BARTORELLI,
Andrea. Geologia do Brasil. Editora Beca, 2012. 900p.
SGARBI, Geraldo Norberto Chaves. Petrografia Macroscópica Das Rochas Ígneas, Sedimentares E
Metamórficas. 2ed. Revista e ampliada (serie didática), Belo Horizonte, editora UFMG, 2012. 632p
Complementar
TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M. C. M.; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F. Decifrando a terra. 2ed. IBEP,
2009. 623p.
COSTA, Marcondes Lima; RODRIGUES, Suyanne Flávia Santos. Ciência dos Minerais – Mineralogia.
GTR Gráfica e Editora – Belém:PPGG/IG/UFPA, 2012. 80p.
FOSSEN, Haakon; ANDRADE, Fábio R. D. de Trad. Geologia estrutural. 2. ed. atual. e ampl. São
Paulo: Oficina de Textos, 2017. 606 p.
GUERRA, Antônio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da, (org). Geomorfologia e meio ambiente.
11. ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2012. 394p.
MENDES, Josue Camargo Coord. Tec. Estratigrafia e sedimentologia. Geologia estrutural.
Aerofotogeologia. Brasilia: INL, 1972. INLEnciclopedia Brasileira Biblioteca Universitaria
Geociencias. (INL.Enciclopedia Brasileira. Biblioteca Universitaria. Geociencias. Geologia, 2)
37

3º SEMESTRE

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
DIDÁTICA II 3º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir acerca dos desafios que podem ser enfrentados no ambiente de trabalho do professor de
Ciências/Biologia;

Objetivos Específicos
Analisar as relações existentes na tríade aluno-professor-sala de aula;
Refletir acerca das experiências vivenciadas pelos alunos durante as experimentações de ações que
envolvam a prática pedagógica;
Simular uma pequena aula a ser apresentada para a turma, vivenciando diversos aspectos qu envolve a
prática docente.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será realizado “Rodas de Diálogo” com a finalidade de discutir temáticas atuais que
permeiam os desafios da prática pedagógica, sempre que possível, será convidado pesquisadores para
participar e enriquecer esse momento. Ocorrerá também, aulas simuladas, nas quais, os alunos, irão
construir e apresentar para a turma uma aula completa referente a algum conteúdo escolhido que
contempla aulas de Ciências e/ou Biologia e após a apresentação, iremos dialogar e refletir sobre as
sensações vividas diante da atividade.No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o
planejamento de ensino.
EMENTA
38

O trabalho do professor de Ciências e Biologia e suas relações com: prática pedagógica, prática docente,
Triângulo Didático (A/P/S); Desafios enfrentados no ambiente escolar: Disciplina e indisciplina no
manejo da sala de aula - Aluno/as neuroatípicos - Relações interpessoais no ambiente escolar - Violência
no Ambiente escolar - Negação da Ciência - O celular e seu impacto no processo de ensino e
aprendizagem; Simulação didático-pedagógica de aulas de Ciências/Biologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Trabalho docente e sua complexidade holística;
1.1 Triângulo didático;
1.2 Desafios docentes:
1.3 Aluno/as neuroatípicos e seus desafios;
1.4 Relações interpessoais no ambiente escolar;
1.5 Violência no ambiente escolar;
1.6 Indisciplina no ambiente escolar;
1.7 Negação da Ciência;
1.8 O Celular e o ensino;
Unidade II
2 Simulação do trabalho docente;
2.1 Apresentação do plano de Aula;
2.2 Apresentação de uma aula simulada;
BIBLIOGRAFIA
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
CAMPOS, Maria Cristina da Cunha; NIGRO, Rogério Gonçalves. Teoria e prática em ciências na
escola: o ensino aprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 2010. 160 p. (Teoria e prática).
SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Bullying: mentes perigosas nas escolas. Rio de Janeiro: Fontanar;
Objetiva, 2010. 190 p.
Complementar
CANDAU, Vera Maria Org. A didática em questão / Vera Maria Candau (org.). - 36. ed. - Petrópolis
RJ: Vozes, 2014. 135 p.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Org. Didática: o ensino e suas relações. 18. ed. São Paulo: Papirus,
2012. 183 p. (Magistério Formação e Trabalho Pedagógico).
OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales. A Reconstrução da didática: elementos teóricos-metodológicos. -
4.ed. - Campinas: Papirus, 2002. 173 p.
COELHO, Wilma de Nazaré Baía; MÜLLER, Tânia Mara Pedroso; SILVA, Carlos Aldemir Farias da.
Formação de professores, livro didático e Escola Básica. São Paulo: Livraria da Física, 2016. 196 p.
COELHO, Wilma de Nazaré Baía; BRITO, Nicelma Josenila Costa de; SILVA, Carlos Aldemir Farias
da. Escola básica e relações raciais. Tubarão SC: Copiart, 2019. 352 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
POLÍTICAS PÚBLICAS EM EDUCAÇÃO 3º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
39

Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Compreender o cenário das Políticas Públicas de Educação no Brasil, tendo como base sua legislação,
o percurso histórico, a constituição dos sistemas de ensino e suas implicações atinentes à formação de
professores da Educação Básica

Objetivos Específicos
Conhecer o dimensionamento da Literatura Especializada e aporte teórico da sobre a Educação e
Políticas Públicas Educacionais;
Circunstanciar o percurso da política educacional brasileira, as leis, diretrizes e demais documentos que
orientam a política educacional no país;
Apreender conhecimentos acerca do sistema nacional e internacional de educação, bem como o percurso
formativo e o cenário da Educação atual

METODOLOGIA
A disciplina será ministrada por meio de aulas teóricos expositivas e dialogadas sobre a temática da
mesma. A avaliação consistirá em metodologias processuais e contínuas, por meio de provas e demais
atividades individuais e coletivas.
EMENTA
Estudo da Política Educacional Brasileira tendo como base a legislação do ensino, as políticas públicas
e o contexto nacional e internacional; percurso históricos da Educação Brasileira; constituição e
organização de sistemas de Educação e Ensino (LDB, as DCNs da Educação Básica; o Plano Nacional
de Educação; organismos internacionais e o impacto dos mesmos nas políticas de Educação no Brasil;
financiamento da educação; a formação dos profissionais da Educação, especialmente a formação de
professores de Ciências e Biologia; impasses e perspectivas da Educação atual.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos iniciais sobre Políticas Públicas e Educação, a Literatura Especializada e aporte teórico;
1.1 Percurso histórico das políticas educacionais e constituição dos sistemas de ensino;
Unidade II
2 Estudo das Políticas Públicas e Educação e os documentos que orientam a política educacional
brasileira;
Unidade III
40

3 Conhecimento das Políticas Públicas e Educação, os organismos internacionais e suas implicações


na formação de professores no Brasil.

BIBLIOGRAFIA
Básica

BRASIL. Ministério da Educação. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e


Bases da Educação Nacional. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394_ldbn1.pdf
MENESES, João et al. Estrutura e funcionamento da básica: leituras educação. São Paulo: Pioneira,
1998.
BRITO, Glaucia da Silva; PURIFICAÇÃO, Ivonélia da. Educação e novas tecnologias: um repensar. 3.
ed. atual. rev. e ampl. Curitiba: IBPEX, 2011. 143 p.

Complementar
AZEVEDO, Janete Lins. A educação como política pública. Campinas, SP: Autores Associados, 2004.
BRASIL. Ministério da Educação. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica
2013. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-
basica-2013-pdf/file
BRZEZINSKI, Iria (Org.). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. 9.ed. São Paulo: Cortez,
2005.
CALDERANO, Maria da Assunção et al. O que o IDEB não conta: processos e resultados alcançados
pela Escola Básica. Juiz de Fora/MG: Editora UFJF, 2013.
CURY, Carlos. A educação como direito. Cadernos de Pesquisa, v. 38, n. 134, maio/ago. 2008.
Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/QBBB9RrmKBx7MngxzBfWgcF/?format=pdf&lang=pt
FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e a crise do capitalismo real. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
GENTILI, Pablo A. A.; SILVA, Tomaz Tadeu da (orgs.). 13.ed. Neoliberalismo, qualidade total e
educação: visões críticas. Petrópolis/RJ: Vozes, 2010.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
METODOLOGIA DO ENSINO DE BIOLOGIA 3º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
41

Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC

Disciplina Letiva 60 40 0 0 0 0 100%


OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir a cerca da importância da diversidade metodológica nas aulas de Ciências/Biologia, a fim de
promover uma prática pedagógica significativa.

Objetivos Específicos
Diferenciar as abordagens de ensino que podem compor a prática pedagógica das aulas de
Ciências/Biologia;
Conhecer as atuais tendências metodológicas que envolve o ensino de Ciências/Biologia;
Analisar as implicações das relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade no ensino de ciências;
Organizar atividades e produzir materiais de ensino e pedagógicos, visando a aplicação deles nas escolas.

METODOLOGIA

A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será elaborada algumas atividades metodológicas, como aulas experimentais, jogos
didáticos, gincanas, aulas práticas a serem aplicadas em algumas escolas do município, a fim de
colocarmos em prática os conteúdos estudados. No SIGAA serão disponibilizados os materiais
utilizados e o planejamento de ensino.

EMENTA
Educação/Alfabetização Científica e o Ensino de Ciências. Contextualização. Transposição didática.
Abordagens de Ensino. Modalidades didáticas. Tendências atuais no ensino de Ciências e Biologia:
Ensino por Investigação, Relação Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) etc. Estratégias
metodológicas, materiais, recursos didáticos e as novas arquiteturas para o ensino-aprendizagem de
Ciências e Biologia. Estudo do Livro Didático.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
42

Unidade I
1 Educação Científica e o Ensino de Ciências;
1.1 Porquê ensinar Ciência na escola?
1.2 Alfabetização Científica e sua importância nos tempos atuais;
1.3 Contextualização nas aulas de Ciências/Biologia;
1.4 Transposição didática e seus desafios;
Unidade II
2 Ensino de Ciências e Sua construção;
2.1 Abordagem de ensino (Tradicional, comportamentalista,Humanista, Cognitivista e Sociocultural);
2.2 Modalidades didáticas (Aulas expositivas, demonstração, discussão,aulas práticas, aulas de campo,
excursões, simulações, estudos de caso/resoluções de problema, projetos);
2.3 Ensino CTS;
2.4 Ensino por Investigação;
Unidade III
3 Estratégias metodológicas para o Ensino de Ciências e Biologia;
3.1 Metodologia Ativa: definição e aplicação;
3.2 Jogos, modelos didáticos, experimentos, entre outros;
3.3 Livro didático.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. 2. ed. rev. ampl. Porto Alegre: Penso,
2012. 199 p.
PERRENOUD, Philippe. 10 Novas competências para ensinar: convite à viagem. Porto Alegre: Artmed,
2000. 192 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
Complementar
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
GIL, Antônio Carlos. Metodologia do ensino superior. - 3.ed. - São Paulo: Atlas, 1997. 121 p.
Santos, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos / Gisele do Rocio
Cordeiro Mugnol Santos. - Curitiba: Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ZOOLOGIA DOS INVERTEBRADOS I 3º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
43

CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar aos discentes aprendizado e formação crítica sobre a identificação e reconhecimento das
principais características morfológicas e fisiológicas dos grupos de invertebrados basais.
Objetivos Específicos
Permitir que os alunos relacionem e compreendam a origem e evolução dos Metazoa em geral;
Possibilitar o aprendizado sobre classificação, morfologia, fisiologia, ecologia, filogenia e importância
dos filos animais invertebrados assimétricos, Radiata, Acelomados e Blastocelomados.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, seminários,
vídeos documentários e também dinâmicas envolvendo metodologias ativas. Trabalhos, relatórios de
aulas práticas, apresentação de seminário, análises das dinâmicas e das aulas, provas teóricas e práticas
serão utilizadas como avaliações do aprendizado.
EMENTA
Origem, caracterização e diversidade dos Metazoa. Biodiversidade, classificação, morfologia, fisiologia,
ecologia, filogenia e importância dos animais invertebrados basais assimétricos, com simetria radial,
com simetria bilateral, acelomados e blastocelomados (representantes de Protostomia - Spiralia e
Ecdysozoa).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução: Fundamentos, conceitos e caracterização dos Metazoa;
1.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Porifera, Placozoa, Ctenophora e Cnidaria.
Unidade II
2 Introdução aos Bilateria;
2.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Características Gerais,
Morfologia, Fisiologia, aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Xenacoelomorpha,
Platyhelminthes, Nematoda e Nematomorpha.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BRUSCA, Richard C; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Invertebrados. 3. ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2018. 1010 p.
FRANSOZO, Adilson; ZAGO, Aline Cristina colab. Zoologia dos invertebrados. Rio de Janeiro: Roca,
2016. 661 p.
44

HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 15/16.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 937 p.
Complementar
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
BARNES, R. S. K. ...et al. Os invertebrados: uma síntese. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 495 p.
RAFAEL, José Albertino (edt). Insetos do Brasil: diversidade e taxonomia. Ribeirão Preto, SP: Holos,
2012. 796 p.
RIBEIRO-COSTA, Cibele S.Rocha, Rosana Moreira da Coord. Invertebrados: manual de aulas práticas.
2.ed. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2006. 271 p.
PECHENIK, J. A. Biologia dos invertebrados. 7ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ZOOLOGIA DOS VERTEBRADOS I 3º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Proporcionar, aos discentes, aprendizado e formação crítica sobre a identificação e reconhecimento das
principais características morfológicas e fisiológicas dos grupos de vertebrados basais não-amniotas.

Objetivos Específicos
Permitir que os alunos relacionem e compreendam a origem e evolução dos Vertebrata em geral;
Possibilitar o aprendizado sobre classificação, morfologia, fisiologia, ecologia, filogenia e importância
dos filos animais vertebrados basais não-amniotas.

METODOLOGIA
45

Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, seminários,
vídeos documentários e também dinâmicas envolvendo metodologias ativas. Trabalhos, relatórios de
aulas práticas, apresentação de seminário, análises das dinâmicas e das aulas, provas teóricas e práticas
serão utilizadas como avaliações do aprendizado.
EMENTA
Diversidade, Caracterização e evolução dos Vertebrata. Biodiversidade, classificação, morfologia,
fisiologia, ecologia, filogenia e importância dos animais vertebrados não amniotas. Agnatha (fósseis e
viventes); Origem dos Gnathostomata; Chondrichthyes; Osteichthyes; Viver na terra; Origem e evolução
dos Tetrapoda; Lissamphibia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução aos Vertebrata: Diversidade, caracterização e evolução dos Vertebrata;
1.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Agnatha (Myxiniformes, Petromyzontiformes,
Ostracodermes, Conodontes e outros grupos fósseis);
1.2 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Chondrichthyes (Elasmobranchii e Holocephali) e
Osteichthyes (exceto os terrestres);
Unidade II
2 Viver na terra: Origem e Evolução dos Tetrapoda; Invasão do ambiente terrestre;
2.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Lissamphibia.
BIBLIOGRAFIA
Básica
POUGH, F. Harvey; JANIS, Christine M. A vida dos vertebrados. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 872
p.
KARDONG, Kenneth V; VOEUX, Patrícia Lydie Trad. Vertebrados: anatomia comparada, função e
evolução. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2016. 788 p.
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 15/16.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 937 p.
Complementar
ALCOCK, John. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9. ed. São Paulo: Artmed, 2011.
606 p.
LIEM, Karel F... et al; GRANDE, Lance. Anatomia funcional dos vertebrados: uma perspectiva
evolutiva. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 519 p.
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
DANTAS, Gisele Pires de Mendonça (org). Introdução à filogeografia aplicada à conservação biológica
de vertebrados neotropicais. Curitiba: CRV, 2013. 193 p. ISBN: 9788580427882.
SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Santos,
2002/2013/2018. 611 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ECOLOGIA DE POPULAÇÕES 4º 45
46

RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES


CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Conhecer os aspectos gerais da ecologia e aplicar os conceitos da ecologia de populações permitindo
uma visão prática das interações ecológicas.
Objetivos Específicos
Realizar uma introdução ao estudo da ecologia.
Conhecer os níveis de organização em ecologia e seus conceitos.
Estudar os aspectos fundamentais da ecologia de populações relacionando-os às questões práticas.
Estudar os mecanismos de competição intraespecífica e interespecífica.
Analisar, discutir e aplicar os modelos das dinâmicas de populações.
Estudar a dinâmica de metapopulações.
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teóricos e práticos por
meio de aulas expositivas, leitura e discussão de capítulos de livros e artigos científicos relacionados ao
conteúdo do componente curricular, bem como de aulas práticas, palestras e outras atividades que
permitam aos estudantes desenvolverem as habilidades relacionadas ao conteúdo ministrado.
O componente curricular será desenvolvido na modalidade presencial, conforme os parâmetros
estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Introdução a ecologia. Níveis de organização em ecologia e seus conceitos. A população como uma
unidade de estudo. Competição intraespecífica: características, efeitos e exemplos. Competição
interespecífica: características, efeitos e exemplos. Modelos das dinâmicas de populações com uma
única espécie: sobre regimes reprodutivos diferentes. Predação e herbivoria: características, efeitos e
exemplos. Regulação de populações: resumo histórico e exemplos. Dinâmica de metapopulações:
exemplos e aplicações práticas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1.1 Introdução a ecologia.
1.2 Níveis de organização em ecologia e seus conceitos.
1.3 A população como uma unidade de estudo.
47

1.4 Competição intraespecífica: características, efeitos e exemplos.


1.5 Competição interespecífica: características, efeitos e exemplos.
Unidade II
2.1 Modelos das dinâmicas de populações com uma única espécie: sobre regimes reprodutivos
diferentes.
2.2 Predação e herbivoria: características, efeitos e exemplos.
2.3 Regulação de populações: resumo histórico e exemplos.
2.4 Dinâmica de metapopulações: exemplos e aplicações práticas.
BIBLIOGRAFIA
Básica
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 546 p.
ODUM, Eugene P; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengage Learning,
c2007/c2016. 611 p.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em ecologia. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 252p.
Complementar
DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7. ed. Porto Alegre: Artemed, 2005. 520p.
Begon, M.; Townsend, C.; Harper, J. L. Ecologia de indivíduos a ecossistemas. 752p.
RICKLEFS, R.E.; RELYEA, R. A economia da natureza. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2016. 636p.
TOWNSEND, C.R.; BEGON, M.; HARPER, J.L. Fundamentos em ecologia. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010. 576p.
EVERT, Ray F; EICHHORN, Susan E. Raven biologia vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014. 856 p. ISBN: 9788527723626.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOQUÍMICA GERAL 3º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 60 40 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
48

Objetivo Geral
Proporcionar aos alunos uma visão ampla e atualizada da bioquímica, analisando a estrutura das
biomoléculas e as vias metabólicas e sua regulação, de modo a compreender como os organismos vivos
utilizam matéria e energia do meio ambiente para manterem seus constituintes químicos e realizar suas
atividades bioquímicas e fisiológicas.

Objetivos Específicos
Conhecer os fundamentos básicos da bioquímica;
Conhecer as biomoléculas e sua importância biológica;
Interpretar o funcionamento dos principais processos metabólicos dos seres vivos.
METODOLOGIA
As aulas teóricas são expositivas com a utilização de recursos visuais (slides/transparências). Os
conteúdos teóricos também são revisados em estudos dirigidos. As aulas práticas, quando houver, por
razões materiais, são expositivas em laboratório e visam a sedimentação do conteúdo teórico.
EMENTA
Introdução a biomoléculas de carboidratos, lipídios, aminoácidos, proteínas, enzimas, ácidos nucléicos,
bioenergética, respiração e fermentação celular, metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à Bioquímica;
1.1 Aminoácidos e peptídeos;
1.2 Proteínas e organização estrutural;
1.3 Enzimas;
1.4 Carboidratos;
1.5 Lipídeos;
1.6 Nucleotídeos e ácidos nucleicos;
Unidade II
2 Bioenergética;
2.1 Glicólise, Gliconeogênese, Glicogenólise e via Pentose-Fosfato;
2.2 Biossíntese de carboidratos em plantas;
Unidade III
3 Ciclo do ácido Cítrico;
3.1 Fosforilação oxidativa e fotofosforilação;
3.2 Produção de ATP;
3.3 Biossíntese oxidação de Lipídeos;
Unidade IV
4 Metabolismo do DNA e RNA;
4.1 Metabolismo de Proteínas;
4.2 Regulação da expressão Gênica.
BIBLIOGRAFIA
Básica
DAVID L. NELSON, MICHAEL M. COX. Princípios de bioquímica de Lehninger. 7ª Ed. Porto Alegre:
Artmed. 2019. 1301p.
HARVEY, Richard A.; FERRIER, Denise. Bioquímica ilustrada. 5.ed. Porto Alegre: Editora Artmed,
49

2012. 520p
VOET, Donald; VOET, Judith G. Bioquímica. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 1481p
Complementar
SILVA, J. M. S. F. da. Bioquímica em agropecuária. Alfenas, MG: Ciência Brasilis, 2005. 224p.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica: Bioquímica Metabólica. Volume 1. São Paulo: Thomson Learning,
2007.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica: Bioquímica Metabólica. Volume 2. São Paulo: Thomson Learning,
2007.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica: bioquímica metabólica. Volume 3. São Paulo: Thomson Learning,
2008.
QUEIROZ, J. H. de. Práticas de bioquímica. 1. ed. 6ª reimpressão. Minas Gerais: Editora Viçosa, 2014.
120p.

4º SEMESTRE

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
EDUCOMUNICAÇÃO 4º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há Pré-requisito

CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Capacitar os estudantes a desenvolverem habilidades de comunicação, utilizando diferentes mídias e
estratégias, construindo relações entre a comunicação e a educação;
50

Objetivos Específicos
Compreender o conceito de Educomunicação, ecossistema comunicativo e práticas educomunicativas;
Analisar aplicações e possibilidades da Educomunicação;
Avaliar a importância das práticas educomunicativas para a democratização da informação;
Desenvolver o senso crítico dos estudantes em relação à importância do pensamento educomunicativo
nas produções educativas e midiáticas na área das ciências biológicas;
Desenvolver habilidades de planejamento, implementação e avaliação de projetos de educomunicação.
METODOLOGIA
A disciplina poderá ocorrer por meio de aulas expositivas e dialogadas, leitura de artigos, estudos de
caso, seminário dos discentes e/ou palestras de especialistas convidados. A consolidação do conteúdo
será reforçada por variadas estratégias didáticas a serem definidas a cada semestre, dentre estas
possibilidades estão: questionários, elaboração de relatórios, produção textual, criação de produtos para
divulgação científica, elaboração de projeto, eventos, cursos e oficinas de intervenção para uma
realidade específica.
EMENTA
Fundamentos e conceituação da Educomunicação. Características de produções educomunicativas.
Produção midiática com princípios educativos. Projetos de Educomunicação - do planejamento à
execução.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Fundamentos e conceituação da Educomunicação;
1.1 A relação entre comunicação e educação;
1.2 Base teórica/histórica do desenvolvimento da Educomunicação;
1.3 Desafios ao campo da Educomunicação na contemporaneidade;
Unidade II
2 Características de produções educomunicativas;
2.1 Formatos e conteúdos
2.2 Possibilidades midiáticas e tecnológicas;
2.3 Novas tecnologias educomunicativas em ambientes educativos formais e não formais;
Unidade III
3 Produção midiática com princípios educativos;
3.1 Os ecossistemas educomunicativos;
3.2 Os meios de comunicação na Educomunicação;
3.3 A linguagem como interface entre educação e comunicação;
3.4 Comunicação, multimídia e formação de professores;
3.5 Políticas públicas educacionais e multimédia;
3.6 Leitura crítica dos meios de comunicação de massa e sua nova linguagem;
Unidade IV
4 Projetos de Educomunicação;
4.1 Etapas do planejamento à execução;
BIBLIOGRAFIA
Básica
51

CITELLI, A. O.; COSTA, M. C. C. (orgs. ). Educomunicação - Construindo uma nova área de


conhecimento. São Paulo: Paulinas, 2011. 256p.
MORALES, O. E. T. Educomunicação e Ecossistemas Comunicativos em Tempos de Convergência
Midiática. 1ª. ed. Curitiba: InterSaberes, 2022. 462p.
SOARES, I. O.; VIANA, C. E. ; XAVIER, J. B. Educomunicação e suas áreas de intervenção: novos
paradigmas para o diálogo intercultural. 1. ed. São Paulo: ABPEducom, 2017. 943p.

Complementar
ADORNO, T. W. Indústria Cultural. São Paulo: Editora Unesp, 2020. 286p.
APARICI, R. (org.). Educomunicação para além do 2.0. São Paulo: Paulinas Editora, 2014. 328p.
GONET, Jacques. Educação e Mídias. São Paulo: Loyola, 2004. 104p.
SETTON, M. G. Mídia e Educação. São Paulo: Editora Contexto, 2010. 128p.
SOARES, I. O.; VIANA, C. E. ; PRANDINI, P. D. Educomunicação, Transformação Social e
Desenvolvimento Sustentável. 1. ed. São Paulo: ABPEducom, 2020. v. 1. 732p .

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS
4º 60
DO ESO
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 100% 0
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Conhecer as tendências pedagógicas da formação de professores no Brasil e demais aspectos teóricos e
metodológicos desta formação relacionada à escola de Educação Básica; conhecer a legislação que
orienta a atuação do estagiário, em nível nacional e institucional; apreender as concepções do Estágio
Supervisionado Obrigatório, as dinâmicas esperadas pelo estagiário e práticas do ensino de Ciências e
Biologia na escola.
52

Objetivos Específicos
Entender o dimensionamento da Literatura Especializada e aporte teórico da formação de professores
no Brasil e suas tendências pedagógicas;
Circunstanciar a legislação brasileira sobre a formação de professores e demais documentos que
orientam a profissão docente no país;
Apreender conhecimentos teóricos e metodológicos preliminares sobre o Estágio Supervisionado, a
profissão docente e dinâmicas relacionadas à prática de ensino e aprendizagens nas aulas de Ciências e
Biologia.

METODOLOGIA
A disciplina será ministrada por meio de aulas teóricos expositivas e dialogadas sobre a temática da
mesma. A avaliação consistirá em metodologias processuais e contínuas, por meio de provas e demais
atividades individuais e coletivas.
EMENTA
Estudo das tendências pedagógicas da formação de professores no Brasil e demais aspectos teóricos e
metodológicos desta formação relacionada à escola de Educação Básica; conhecimento da legislação
que orienta a atuação do estagiário, em nível nacional e institucional; compreensão do Estágio
Supervisionado Obrigatório, as dinâmicas esperadas pelo estagiário e práticas do ensino de Ciências e
Biologia na escola.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos iniciais da formação de professores, as tendências pedagógicas, a Literatura Especializada
e aporte teórico da temática;
1.1 Percurso histórico da formação de professores no Brasil;
Unidade II
2 Conhecimento da Legislação que orienta a formação de professores e o Estágio Supervisionado
Obrigatório;
Unidade III
3 Estudo do Estágio Supervisionado Obrigatório e as dinâmicas esperadas pelo estagiário e práticas do
ensino de Ciências e Biologia na escola.
BIBLIOGRAFIA
Básica
COELHO, Wilma de Nazaré Baía; COELHO, Mauro Cezar (org.). Raça, cor e diferença: a escola e a
diversidade. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2008.
PICONEZ, Stela C. Bertholo Coord. A Prática de ensino e o estágio supervisionado. 24.ed. Campinas,
SP: Papirus, 2016. 128 p. (Coleção magistério: formação e trabalho pedagógico) ISBN: 9788530801595.
PIMENTA, Selma Garrido; DE ALMEIDA, Maria Isabel. Estágios Supervisionados na Formação
Docente. São Paulo: Cortez, 2014.
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. São Paulo: Cortez, 2006.
______. O Estágio Supervisionado na Formação de Professores: unidade teoria e prática? São Paulo:
Cortez, 2006.
______. Professor Reflexivo: construindo uma crítica. In: PIMENTA, Selma Garrido (org.). Professor
Reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. São Paulo: Cortez, 2006.
Complementar
53

AULER, Décio. Alfabetização científico-tecnológica: um novo “paradigma”? Ensaio – Pesquisa em


Educação em Ciências. V.05, Nº1, 2003. Acesso em 13 ago 2020.
AULER, Décio; DELIZOICOV, Demétrio. Alfabetização científico-tecnológica para quê? Ensaio –
Pesquisa em Educação em Ciências V. 03, Nº 1, 2001. Acesso em 13 ago 2020.
OLIVEIRA, Luiz Fernandes de; CANDAU, Vera Maria Ferrão. Pedagogia decolonial e educação
antirracista e intercultural no Brasil. Educ. rev., Belo Horizonte, v. 26, n. 1, p. 15-40, Apr. 2010. Access
o em 13 ago 2020.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOESTATÍSTICA 4º 60

RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES


CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Conhecer para aplicar a estatística ao campo biológico, sendo essencial ao planejamento, avaliação e
interpretação dos dados obtidos em pesquisas na área biológica, visto que é fundamental à pesquisa
baseada em evidência.

Objetivos Específicos
Apresentar conceitos fundamentais de estatística exploratória e inferencial;
Capacitar os alunos para resumo e interpretação de dados;
Utilizar softwares para manuseio dos métodos apropriados.

METODOLOGIA
A disciplina será ministrada em formato presencial, visando fixar o conhecimento teórico via exercícios
aplicados à biologia e ecologia. Será utilizado o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) no
complemento das atividades, SIGAA, que facilitará a interação aluno e professor, além de ser uma
excelente ferramenta para depósito de materiais e atividades. A aula prática será com resoluções de
exercícios numéricos e pela utilização do laboratório de informática, que complementará as habilidades
adquiridas na parte teórica, com o uso de softwares para análise e compreensão das técnicas abordadas.
54

EMENTA
Concepções iniciais sobre metodologias Estatísticas. Tipos de variáveis. Tipos de amostragem. Uso de
tabelas e gráficos para representação e resumo de dados. Conceitos básicos de experimentação. Lógica
do Teste de Hipótese em Estatística. Testes estatísticos mais utilizados na pesquisa. Modelagem via
Regressão Linear Simples.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Elementos Fundamentais;
1.1 População e Amostra;
1.2 Estatística Descritiva e Inferencial;
1.3 Tipos de Variáveis;
1.4 Tipos de amostragem;
1.5 Representação de dados em Tabelas e Gráficos;
1.6 Medidas de tendência, posição e dispersão;
Unidade II
2 Introdução a Probabilidade;
2.1 Noções de probabilidade;
2.2 Distribuições de probabilidade;
2.3 Teste de hipóteses;
Unidade III
3 Principais Testes Estatísticos;
3.1 Teste t de Student;
3.2 Teste de Qui-quadrado;
3.3 Análise de Variância;
Unidade IV
4 Regressão e Correlação;
4.1 Conceitos iniciais;
4.2 Correlação de Pearson;
4.3 Estimação dos Parâmetros do modelo linear;
4.4 Validação do modelo obtido;
4.5 Hipóteses testadas;
4.6 Coeficiente de determinação;
BIBLIOGRAFIA
Básica
ANDRADE, D.F. Estatística para as ciências agrárias e biológicas: com noções de experimentação. 3.
ed. Santa Catarina: UFSC, 2013. 475 p.
BUSSAB, W.O.; MORETTIN, P.A. Estatística básica. 8. ed. Editora: Saraiva. 2013. 214 p.
GOTELLI, N.J.; ELLISON, A.M. Princípios de estatística em ecologia. Porto alegre: Artmed, 2011. 528
p.
Complementar
MAGALHÃES, Marcos N. Probabilidade e variáveis aleatórias. 3 ed. São Paulo: Edusp, 2013.
MEYER, P. L. Probabilidade: Aplicações à Estatística. 2. ed. Atual. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 426 p.
PAGANO, M.; GAUVREAU, K. Princípios de Bioestatística. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 506
p. VIEIRA, S. Estatística Básica. São Paulo: Elsevier, 2012. 176 p.
ARANGO, Héctor Gustavo. Bioestatística: teórica e computacional. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2012/2014/ 2019. 438 p.
55

FONSECA, Jairo Simon da; MATINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. Sao Paulo:
Atlas, 1992/2015. 320 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
GENÉTICA 4º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA
Atividade Teórica 0 0 0 0 100%
ESO / L
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
A disciplina genética geral tem como objetivo principal apresentar os conceitos sobre hereditariedade,
o material genético (sua estrutura e composição), seus mecanismos de transmissão e ação molecular

Objetivos Específicos
Compreender os conceitos básicos da genética;
Entender a estrutura dos ácidos nucleicos, função e a relação com o ambiente e a hereditariedade;
Identificar interações alélicas e gênicas e seus efeitos nas proporções mendelianas básicas;
Aplicar os conceitos genéticos em estudo da hereditariedade e do dia a dia;
Discutir os conceitos básicos sobre ligação, recombinação e mapeamento genético;
Compreender os princípios básicos da genética de populações e quantitativa e suas principais aplicações.

METODOLOGIA
Aula expositiva participativa; Aplicação de exercícios; Aulas teóricas, aulas práticas, construção de
matéria educativo sobre o conteúdo ministrado, trabalhos em grupo, leitura e discussão de texto, vídeo,
etc.
EMENTA
56

A disciplina trabalhará vários conceitos sobre genética: Mendelismo, Extensões do mendelismo,


Análises de heredogramas, Interações gênicas e pleiotropia, As bases cromossômicas da herança,
Doenças genéticas relacionadas à variação de estrutura e número de cromossomos, Ligação gênica,
Crossing over, Mapeamento genético, Genética de populações e quantitativa. A compreensão destes
conceitos proporcionará competências e habilidades em relação a reprodução e hereditariedade,
associando a formação dos gametas a transmissão das características hereditárias, por meio dos
princípios mendelianos. Sobre as principais ideias evolutivas e seus mecanismos evolutivas que
interagem nas populações.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Mendelismo;
1.1 Histórico sobre Mendel;
1.2 Experimento de hibridização de ervilhas;
1.3 Leis de Mendel;
1.4 Métodos de probabilidades;
Unidade II
2 Extensões do Mendelismo;
2.1 Tipos de dominância;
2.2 Alelos múltiplos;
2.3 Alelos letais;
2.4 Métodos de probabilidades;
2.5 Heredogramas;
2.6 Tipos de heranças;
Unidade III
3 Genética e o ambiente;
3.1 Interações genicas;
3.2 Penetrância e expressividade;
3.3 Métodos de probabilidades;
Unidade IV
4 DNA e reprodução celular;
4.1 DNA: estrutura e função;
4.2 Divisão celular;
4.3 Teoria cromossômica da hereditariedade;
4.4 Alterações cromossômicas numéricas;
4.5 Alterações cromossômicas estruturais;
4.6 Síndromes;
Unidade V
5 Linkage e mapas cromossômicos;
5.1 Ligação recombinação e crossing over;
5.2 Mapeamento genético;
Unidade VI
6 Genética de populações e quantitativa;
6.1 Introdução a genética de populações;
6.2 Introdução a genética quantitativa.
BIBLIOGRAFIA
57

Básica
Snustad, D. Peter. Simmons, Michael J. Fundamentos de genética. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2017. 579p
Pierce, Benjamin A. Genética : um enfoque conceitual . 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
759p
GRIFFTHS, A.J.F.; wessler, S, R., Carroll, S. B., Doebley, J.. Introdução à genética. 11.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 760p
Complementar

Borges-Osório, Maria Regina, Robinson, Wanyce Miriam. Genética Humana. 3.ed. Porto alegre:
Artmed, 2013. 775p.
Schafer, G. Bradley. Genética médica. 1. Ed. Porto alegre: AMGH, 2015.
ALBERTS, B., Johnson, Alexander, Lewis, Julian, Raff, Martin, Roberts, Keith and Walter Peter.
Biologia Molecular da Célula. 5.ed. Porto alegre: Artmed, 2010. 1268 p.
BURNS, George W; MOTTA, Paulo Armando Rev. Genetica. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c1991/2012/2014/2016. 381 p.
VOGEL, Friedrich; MOTULSKY, Arno G. Genética humana: problemas e abordagens. 684 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ZOOLOGIA DOS INVERTEBRADOS II 4º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Proporcionar aos discentes aprendizado e formação crítica sobre a identificação e reconhecimento das
principais características morfológicas e fisiológicas dos grupos de invertebrados derivados.
58

Objetivos Específicos
Permitir que os alunos relacionem e compreendam a origem e evolução dos Metazoa em geral;
Possibilitar o aprendizado sobre classificação, morfologia, fisiologia, ecologia, filogenia e importância
dos filos animais invertebrados Celomados.

METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, seminários,
vídeos documentários e também dinâmicas envolvendo metodologias ativas. Trabalhos, relatórios de
aulas práticas, apresentação de seminário, análises das dinâmicas e das aulas, provas teóricas e práticas
serão utilizadas como avaliações do aprendizado.
EMENTA
Biodiversidade, classificação, filogenia e morfofisiologia dos animais invertebrados derivados
celomados (representantes de Protostomia - Spiralia e Ecdysozoa - e Deuterostomia - Echinodermata,
Hemichordata, Urochordata e Cephalochordata).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Annelida e Mollusca;
1.1 Introdução aos Panarthropoda: Características e Biodiversidade;
1.2 Introdução aos Arthropoda: Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade,
Filogenia, Morfologia, Fisiologia, aspectos ecológicos e Importância Ecológica;
Unidade II
2 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Arthropoda
2.1 Myriapoda, Crustacea, Hexapoda e Chelicerata;
2.2 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Echinodermata, Hemichordata, Urochordata e
Cephalochordata.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BRUSCA, Richard C; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Invertebrados. 3. ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2018. 1010 p.
FRANSOZO, Adilson; ZAGO, Aline Cristina colab. Zoologia dos invertebrados. Rio de Janeiro: Roca,
2016. 661 p.
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 15/16.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 937 p.
Complementar
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
BARNES, R. S. K. ...et al. Os invertebrados: uma síntese. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 495 p.
RAFAEL, José Albertino (edt). Insetos do Brasil: diversidade e taxonomia. Ribeirão Preto, SP: Holos,
2012. 796 p.
RIBEIRO-COSTA, Cibele S.Rocha, Rosana Moreira da Coord. Invertebrados: manual de aulas práticas.
2.ed. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2006. 271 p.
PECHENIK, J. A. Biologia dos invertebrados. 7ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.
59

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ZOOLOGIA DOS VERTEBRADOS II 4º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Proporcionar aos discentes aprendizado e formação crítica sobre a identificação e reconhecimento das
principais características morfológicas e fisiológicas dos grupos de vertebrados amniotas.

Objetivos Específicos
Permitir que os alunos relacionem e compreendam a origem e evolução dos Vertebrata em geral;
Possibilitar o aprendizado sobre classificação, morfologia, fisiologia, ecologia, filogenia e importância
dos filos animais vertebrados amniotas.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas, seminários,
vídeos documentários e também dinâmicas envolvendo metodologias ativas. Trabalhos, relatórios de
aulas práticas, apresentação de seminário, análises das dinâmicas e das aulas, provas teóricas e práticas
serão utilizadas como avaliações do aprendizado.
EMENTA
Diversidade, Caracterização e evolução dos Vertebrata Amniotas. Biodiversidade, classificação,
morfologia, fisiologia, ecologia, filogenia e importância dos animais vertebrados amniotas (Sauropsida:
Testudines, Lepidosauria, Crocodylia e Aves)
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução aos Vertebrata Amniotas: Diversidade, caracterização e evolução;
1.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Testudines e Lepidosauria;
1.2 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Crocodylia e Aves;
1.3 Especializações e Ordens das Aves;
60

Unidade II
2 Synapsida: Evolução dos mamíferos;
2.1 Características gerais, Conceitos, Classificação, Diversidade, Filogenia, Morfologia, Fisiologia,
aspectos ecológicos e Importância Ecológica dos Mammalia;
2.2 Especializações e Ordens dos mamíferos;
2.3 Evolução dos Primatas e o Surgimento dos Humanos.
BIBLIOGRAFIA
Básica
POUGH, F. Harvey; JANIS, Christine M. A vida dos vertebrados. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 872
p.
KARDONG, Kenneth V; VOEUX, Patrícia Lydie Trad. Vertebrados: anatomia comparada, função e
evolução. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2016. 788 p.
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 15/16.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 937 p.
Complementar
LIEM, Karel F... et al; GRANDE, Lance. Anatomia funcional dos vertebrados: uma perspectiva
evolutiva. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 519 p.
ALCOCK, John. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9. ed. São Paulo: Artmed, 2011.
606 p.
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
DANTAS, Gisele Pires de Mendonça (org). Introdução à filogeografia aplicada à conservação biológica
de vertebrados neotropicais. Curitiba: CRV, 2013. 193 p. ISBN: 9788580427882.
SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Santos,
2002/2013/2018. 611 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ECOLOGIA DE COMUNIDADES 4º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
61

OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender a dinâmica interativa entre os organismos e o seu respectivo ambiente tais quais
organizados em uma comunidade ecológica, através da análise da mesma em suas múltiplas camadas
espaço-temporais.
Objetivos Específicos
Estudo comparativo das interações ecológicas ocorridas em um determinado período (momento), de
acordo com a época do ano em que a disciplina seja ofertada.
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teórico-práticos, onde
serão realizadas preleções semanais em sala de aula seguidas de aulas expositivas em campo, onde
muitas das principais interações ecológicas podem ser observadas e demonstradas ao longo do ano,
direta ou indiretamente. O componente curricular terá desenvolvimento na modalidade presencial,
conforme os parâmetros estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
Quando extensionista (DCE): O componente curricular quanto à extensão será executado levando em
consideração a formação discente e interação com a comunidade externa mediante, pelo menos, umas
das modalidades de extensão e seus produtos, como: programas; projetos; cursos e oficinas; eventos e
prestação de serviços, que serão definidas em plano de ensino, com planejamento e execução de ações
de docência sobre as unidades de conteúdo e de culminância com as referidas modalidades de extensão,
com metodologia presencial ou presencial complementada com On-line (simultaneamente), não
descaracterizando a modalidade presencial do componente curricular extensionista. O componente
curricular terá desenvolvimento na modalidade presencial, conforme os parâmetros estabelecidos em
Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Compreender a dinâmica interativa entre os organismos componentes de uma respectiva comunidade
biológica, bem como entre estes e o meio ambiente; abordando-se desde o conceito de comunidade, os
limites estabelecidos dentro e entre diferentes meios, bem como os efeitos desta dinâmica sobre a
biodiversidade atrelada à mesma.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Estrutura de comunidade, denominação de comunidades e limites geográficos
espécies chave e espécies dominantes;
1.1 Ecótono, nicho ecológico, biodiversidade;
1.2 Sucessão ecológica, relações espaço-temporais;
Unidade II
2 Relações tróficas em uma comunidade, organização em teias e papéis funcionais;
2.1 Transferência de energia em um sistema;
2.2 Paleocomunidades;
2.3 Evolução das interações ecológicas;
BIBLIOGRAFIA
Básica
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 546 p.
ODUM, Eugene P; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengage Learning,
c2007/c2016. 611 p.
DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7. ed. Porto Alegre: Artemed, 2005. 520p.
62

Complementar
TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo. Fisiologia e desenvolvimento vegetal. 6. ed. Porto Alegre: Artmed,
2017. 858p.
Pinto-Coelho, R. M. Fundamentos em Ecologia, 1a edição. 2000. 254p.
Begon, M.; Townsend, C.; Harper, J. L. Ecologia de indivíduos a ecossistemas. 752p.
Gonzaga, A.J. Santos, H.F. Ecologia e comportamento de aranhas. Ed. Interciências.
GOTELLI, Nicholas J; ELLISON, Aaron M. Princípios de estatística em ecologia. Porto Alegre:
Artmed, 2011. 528 p.

5º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO 5º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / TCC / L E E D
Curricular
AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Desenvolver conhecimentos e habilidades que subsidiem leituras concretas dos fenômenos sociológicos
na escola.

Objetivos Específicos
Introduzir conceitos básicos da sociologia e da educação;
Debater as teorias sociológicas clássicas e contemporâneas da educação;
Discutir o papel da educação na estrutura social;
Explanar os elementos que permeiam as relações entre Escola, Estado e Sociedade;
Abordar os estudos sociológicos da escola brasileira;
Analisar o paradigma do desenvolvimento sustentável no contexto da educação popular.

METODOLOGIA
63

Aulas teóricas e práticas, mobilizando o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão em


sociologia da educação. Utilização de leitura de textos, livros, artigos científicos, seminários. Avaliação
da aprendizagem conforme o desempenho acadêmico, frequência às aulas, pontualidade, criatividade e
participação nas reflexões e atividades desenvolvidas, relevância do conteúdo abordado, articulação e
coerência das ideias, qualidade dos textos e trabalhos produzidos no decorrer da disciplina.
EMENTA
A educação como objeto de estudos sociológicos. As perspectivas sociológicas clássicas e
contemporâneas da educação. A educação enquanto processo e instituição social. O papel da educação
na estrutura social. Estado, educação e desenvolvimento social. Educação, autonomia e transformação
social. Estudos sociológicos da escola brasileira. O paradigma do desenvolvimento sustentável no
contexto da educação popular.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução aos estudos da Sociologia da Educação
1.1. Antecedentes históricos da Sociologia.
1.2. Componentes básicos da vida social: grupos sociais; status e posição social;
estratificação social; organização social.
1.3. Os processos sociais básicos.
1.4. O fato social e suas características.
1.5. O processo de integração social.
1.6. Ideologia e Alienação.
Unidade II
2 Teorias Sociológicas Clássicas e Contemporâneas e Tendências Ideológicas na Educação
2.1. Positivismo na educação e sua relação com a Pedagogia Tradicional.
2.2. Pragmatismo na educação e sua relação com a Pedagogia Nova.
2.3. Método Paulo Freire e sua relação com a Pedagogia Libertadora e sua relação com a Pedagogia
Tecnicista.
2.4. Materialismo Histórico Dialético e sua relação com a Pedagogia Histórico-crítica.
Unidade III
3 Educação, Estado e Sociedade
3.1 A natureza das políticas sociais do Estado Capitalista.
3.2 A educação como política social do Estado.
3.3 A formação política e o trabalho do professor.
3.4 Cidadani
Unidade IV
4 Desenvolvimento Sustentável e Educação Popular
4.1 Pressupostos teóricos do desenvolvimento sustentável.
4.2 Desenvolvimento sustentável: uma alternativa para a sociedade contemporânea?
4.3 A Educação popular como alternativa do desenvolvimento sustentável.
4.4 A prática da educação popular na escola pública.
BIBLIOGRAFIA
Básica
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 62ª ed. São Paulo: Paz e
Terra, 2019.
MICHALISZYN, M. S. Fundamentos socioantropológicos da educação. Curitiba, IBPEX, 2008.
VILA NOVA, S. Introdução à Sociologia. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2016.
Complementar
64

BOTTOMORE, T. B. Introdução à sociologia. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.


BUARQUE, S. C. Construindo o desenvolvimento local sustentável: metodologia de planejamento. 4ª
ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2008.
LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 11. ed.
Petrópolis: Vozes, 2015. 494 p.
SOUZA, J. V. A. Introdução à Sociologia da Educação. 3ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.
VEIGA, J. E. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Garamond, 2010.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
TÓPICOS ESPECIAIS EM EDUCAÇÃO
5º 45
INCLUSIVA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina / Eletiva /
TOTA DC AC Ea
Atividade ESO / Teórica Prática Presencial
L E E D
Curricular TCC /
AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Apreender a Educação Especial em seus fundamentos históricos e políticos, a representação social das
diferenças, as políticas educacionais contemporâneas que compreendem esta modalidade de ensino
como perspectiva de construção da escola inclusiva no Brasil e as categorias de deficiência.
65

Objetivos Específicos
Entender o dimensionamento da Literatura Especializada e aporte teórico sobre a Educação Especial e
suas tendências pedagógicas;
Circunstanciar a legislação brasileira sobre a Educação Especial como modalidade de ensino;
Apreender conhecimentos teóricos e metodológicos sobre a Educação Especial, as orientações de
práticas esperadas voltadas à Educação Inclusiva e as principais categorias de deficiência como demanda
da escola.

METODOLOGIA
A disciplina será ministrada por meio de aulas teóricos expositivas e dialogadas sobre a temática da
mesma. A avaliação consistirá em metodologias processuais e contínuas, por meio de provas e demais
atividades individuais e coletivas.
EMENTA
Estudo da Educação Especial e seu percurso histórico e político, a representação social das diferenças,
as políticas educacionais contemporâneas que compreendem esta modalidade de ensino como
perspectiva de construção da escola inclusiva no Brasil e as categorias de deficiência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos iniciais da Educação Especial e a Literatura Especializada e aporte teórico da temática;
1.1 Percurso histórico da Educação Especial no Brasil;
Unidade II
2 Conhecimento da Legislação que orienta a Educação Especial no Brasil;
Unidade III
3 Conhecimentos teórico e metodológico da Educação Especial, as orientações de práticas voltadas à
Educação Inclusiva e as principais categorias de deficiência como demanda da escola.
BIBLIOGRAFIA
Básica
GOMES, C.; SILVEIRA, A. Ensino de habilidades básicas para pessoas com autismo: manual para
intervenção comportamental intensiva – 1. ed. – Curitiba: Appris, 2016. 215p
Declaração de Salamanca: sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educativas
especiais. Salamanca – Espanha, 1994.
Manejo Comportamental de crianças com Transtornos do Espectro do Autismo em condição de Inclusão
Escolar: guia de orientação a professores [livro eletrônico]. - São Paulo: Memnon, 2014. Disponível em:
https://portal.educacao.rs.gov.br/Portals/1/Files/3155.pdf Acesso em: 28 de set 2023
KASSAR, Mônica de Carvalho Magalhães. Educação especial na perspectiva da educação inclusiva:
desafios da implantação de uma política nacional. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 41, p. 61-79,
jul./set. 2011. Editora UFPR. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/educar/article/viewArticle/25002.
Acesso: 18 jun. 2023
Complementar
66

BRASIL. Resolução nº 2, de 11 de setembro de 2001. Institui Diretrizes Nacionais para a Educação


Especial na Educação Básica. 2001. Brasília, 03 de julho de 2001 Disponível em:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/concurso_2013/PDFs/resol_federal_02_01.pdf.
Acesso: 17 jun.2023.
BRASIL. Lei n° 13.146, de 6 de julho de 2015. Instituí a Lei Brasileira de inclusão da pessoa com
deficiência (Estatuto da pessoa com deficiência). Brasília: Presidência da República, [2015]. Disponível
em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015- 2018/2015/lei/l13146.htm.
BRASIL. Lei n° 10.172, de 7 de janeiro de 2008. Instituí a Lei Política Nacional da Educação Especial
na perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: [2008]. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf. Acesso: 17 jun.2023.
GARCIA, Rosalba Maria Cardoso. Política de educação especial na perspectiva inclusiva e a formação
docente no Brasil. Revista Brasileira de Educação v. 18 n. 52 jan.-mar. 2013. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/rbedu/a/4cwH7NndqZDYRSjCjmDkWWJ/?format=pdf. Acesso: 17 jun.2023.
PEREIRA, Débora Mara; NUNES, Débora Regina de Paula. Diretrizes para a elaboração do PEI como
instrumento de avaliação para educando com autismo: um estudo interventivo. Revista Educação
Especial, v. 31, n. 63, p. 939–960, Out/Dez.2018. Disponível Em:
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/33048. Acesso em: 20 mar.2023.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO DE
5º 45
BIOLOGIA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
/ TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Capacitar os discentes a explorar e aplicar as Tecnologias Digitais no ensino de Biologia, habilitando-os
a integrar ferramentas tecnológicas de maneira inovadora em suas práticas pedagógicas. Assim,
aprimorar-se-á o processo de ensino-aprendizagem, promovendo uma compreensão dos conceitos
biológicos e preparando os discentes para utilizar recursos tecnológicos de forma eficaz em sua carreira
docente.
Objetivos Específicos
67

Explorar Tecnologias Digitais Relevantes: Orientar os discentes a explorarem e selecionarem tecnologias


digitais pertinentes ao ensino de Biologia, incentivando a pesquisa ativa.
Desenvolver Abordagens Pedagógicas Criativas: Capacitar os alunos a desenvolverem abordagens
pedagógicas criativas que incorporem tecnologia de forma a promover o engajamento ativo dos alunos.
Facilitar a Aprendizagem Interativa: Incentivar a criação de ambientes de aprendizado interativos usando
tecnologia, onde os alunos desempenham um papel ativo em sua própria educação.
Aplicar Tecnologia em Contextos Biológicos: Capacitar os alunos a aplicarem as tecnologias digitais
específicas ao contexto da Biologia, tornando o aprendizado mais contextualizado.
Preparar para Desafios da Carreira Docente: Preparar os alunos para os desafios da carreira docente,
capacitando-os a usar recursos tecnológicos de forma eficaz para facilitar a aprendizagem dos alunos.
METODOLOGIA
Buscar-se-á uma abordagem centrada no aluno, onde a aprendizagem é uma experiência dinâmica e
participativa. Será valorizada a diversidade de perspectivas e a individualidade de cada estudante,
reconhecendo que diferentes metodologias ativas podem ser eficazes para diferentes contextos.
O cerne desta disciplina é a promoção da autonomia do discente e a capacidade de adaptação às
demandas do mundo digital em constante evolução. A escolha de uma metodologia específica será feita
pelo docente da disciplina, levando em consideração os objetivos de aprendizagem e as características
da turma. De forma geral, os discentes serão incentivados a se envolver ativamente em sua própria
aprendizagem, a colaborar com colegas e a explorar recursos digitais de maneira significativa. Para tal,
poderão ser adotados discussões em grupos, resolução de problemas, projetos práticos, simulações, entre
outras estratégias que promovam a participação ativa dos alunos.
Avaliação Formativa e Diagnóstica:
A avaliação nesta disciplina será concebida como uma ferramenta para o desenvolvimento contínuo dos
discentes. Serão utilizados instrumentos de avaliação variados, incluindo avaliações formativas e
diagnósticas, que visam compreender o progresso individual de cada discente e identificar áreas que
necessitam de aprimoramento.
Trabalho Colaborativo e Reflexão:
A colaboração é uma habilidade fundamental no mundo digital e na educação em Biologia. Os discentes
serão incentivados a trabalhar em equipe, compartilhar ideias e aprender uns com os outros. Além disso,
a reflexão crítica sobre o próprio processo de aprendizagem será uma parte integrante da jornada
acadêmica.
Exploração da Tecnologia Digital:
Como parte essencial desta disciplina, os discentes serão desafiados a explorar e aplicar diversas
ferramentas de Tecnologia Digital no contexto do ensino de Biologia. Isso envolverá o uso de softwares,
aplicativos, recursos online e outros meios digitais que podem enriquecer o processo educativo.
EMENTA
Introdução às Tecnologias Digitais no Ensino de Biologia; Ferramentas Digitais para o Ensino de
Biologia; Desenvolvimento de Recursos Digitais; Estratégias Pedagógicas com Tecnologias Digitais;
Estratégias Pedagógicas com Tecnologias Digitais; Avaliação do Impacto das Tecnologias Digitais;
Ética e Responsabilidade Digital.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
68

Unidade I
1 Introdução às Tecnologias Digitais no Ensino de Biologia
1.1 Definição de tecnologias digitais e sua importância no ensino de Biologia;
1.2 Tendências atuais em educação digital e suas implicações na Biologia;
Unidade II
2 Ferramentas Digitais para o Ensino de Biologia
2.1 Exploração de softwares (Softwares de simulação e modelagem), aplicativos móveis (realidade
virtual/aumentada) e plataformas relevantes;
2.2 Plataformas educacionais e ambientes virtuais de aprendizagem - AVA;
2.3 Adaptação de materiais de ensino para formatos digitais.
Unidade III
3 Desenvolvimento de Recursos Digitais
3.1 Estratégias pedagógicas que integram Tecnologias Digitais.
3.2 Desenvolvimento de materiais educacionais digitais (Criação de vídeos educacionais;
3.3 Construção de tutoriais interativos; Desenvolvimento de jogos e atividades online)
Unidade IV
4 Estratégias Pedagógicas com Tecnologias Digitais
4.1 Aprendizado colaborativo e ambientes virtuais;
4.2 Metodologias ativas no contexto do ensino de Biologia;
4.3 Avaliação formativa e feedback online;
4.4 Desenvolvimento de atividades avaliativas online.
Unidade V
5 Avaliação do Impacto das Tecnologias Digitais
5.1 Métodos de avaliação do uso de tecnologias digitais no ensino de Biologia
5.2 Análise de dados e feedback para a melhoria contínua
Unidade VI
6 Ética e Responsabilidade Digital
6.1 Questões éticas relacionadas ao uso de tecnologias digitais no ensino de Biologia;
6.2 Segurança online e proteção de dados dos alunos;
Unidade VII
7 Projetos Práticos:
7.1 Desenvolvimento de projetos educacionais que incorporam Tecnologias Digitais.
7.2 Apresentação e compartilhamento dos projetos.
Unidade VIII
8 Discussão e Reflexão:
8.1 Análise crítica do impacto das Tecnologias Digitais no ensino de Biologia.
8.2 Identificação de desafios e oportunidades.
BIBLIOGRAFIA
Básica
JOHNSON, S. Digital Tools for Teaching: 30 E-tools for Collaborating, Creating, and Publishing across
the Curriculum. 2013.
José Aires de Castro Filho e Maria Helena Roxo Beltran. Tecnologias Digitais no Ensino de Ciências e
Biologia. 2016.
BRITO, Glaucia da Silva; PURIFICAÇÃO, Ivonélia da. Educação e novas tecnologias: um repensar. 3.
ed. atual. rev. e ampl. Curitiba: IBPEX, 2011. 143 p. (Tecnologias educacionais)
Complementar
69

Damián C. Trabucco, Mirta A. González. Digital Tools for Teaching: 30 E-tools for Collaborating,
Creating, and Publishing across the Curriculum". 2020.
Fábio Nauras Akhras e Diogo L. Macedo. Biologia na Rede: Internet, Ensino e Pesquisa. 2004.
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. 8. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro:
Elsevier/Capmus, 2011. 392 p : il.
GIANOTTO, Dulcinéia Ester Pagani; DA SILVA DINIZ, Renato Eugênio. Formação inicial de
professores de biologia: a prática colaborativa e o uso pedagógico do computador. REEC: Revista
electrónica de enseñanza de las ciencias, v. 8, n. 2, p. 3, 2009. Disponível em:
http://reec.uvigo.es/volumenes/volumen8/ART3_Vol8_N2.pdf. Acesso em 3 de out. 2023.
(REFERENCIA ONLINE)
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da
programação de computadores: algorítmos, Pascal, CC++ padrão ANSI e Java. 3. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2012. 569 p. ISBN: 9788564574168.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ECOLOGIA DE SISTEMAS 7º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Estudar a natureza dos sistemas ecológicos e a interrelação entre suas partes, assim como a interrelação
entre eles em diferentes espaços, e ainda, as suas leis fundamentais.

Objetivos Específicos
Interpretar os princípios que fundamentam a ecologia dos sistemas.
Conhecer os componentes dos ecossistemas, fatores bióticos e abióticos e organização das redes
tróficas.
Capacitar o profissional da área ambiental para desenvolver a análise ambiental integrada através de
uma visão sistêmica e contextualizá-la na problemática ambiental global contemporânea.
70

METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teóricos e práticos por
meio de aulas expositivas, leitura e discussão de capítulos de livros e artigos científicos relacionados ao
conteúdo do componente curricular, bem como de aulas práticas, palestras e outras atividades que
permitam aos estudantes desenvolverem as habilidades relacionadas ao conteúdo ministrado.
O componente curricular será desenvolvido na modalidade presencial, conforme os parâmetros
estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
O componente curricular terá desenvolvimento na modalidade presencial, conforme os parâmetros
estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Evolução conceitual da ecologia de sistemas; teoria geral de sistemas e o conceito de ecossistema;
estabilidade e perturbação; fatores limitantes; fluxo de energia e matéria; ciclos biogeoquímicos: água,
carbono, nitrogênio, fósforo e suas interações e alterações humanas; principais problemas ambientais
presentes e gestão dos recursos naturais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução;
1.1. Os diferentes níveis de organização ecológica;
1.2. Teoria geral de sistemas;
1.3. Sistemas e modelos;
1.4. Conceitos de ecossistemas e seu histórico;
1.5. Estrutura trófica do ecossistema;
1.6. Principais tipos de ecossistemas;
1.7 Ecossistemas brasileiros;
Unidade II
2 Fluxo de energia nos ecossistemas;
2.1. Termodinâmica;
2.2. Fluxos de energia;
2.2. Níveis tróficos, cadeia alimentar, teia alimentar;
2.3. Pirâmides ecológicas;
2.4. Produção primária e secundária, decomposição;
Unidade III
3 Ciclagem de matéria nos ecossistemas;
3.1. Padrões e tipos básicos de Ciclos Biogeoquímicos;
2.4. Principais ciclos biogeoquímicos;
2.5. A ciclagem de nutrientes em ecossistemas terrestres e aquáticos;
2.6. A ciclagem de elementos não essenciais;
2.7. A ciclagem de nutrientes em ecossistemas temperados e tropicais;
2.8. Efeitos da ação antrópica nos ciclos biogeoquímicos;
Unidade IV
4 Fatores limitantes e o ambiente físico;
4.1. Conceito de fatores limitantes;
4.2. Lei do Mínimo de Liebig;
4.3. Compensação de fatores e ecotipos;
4.4. Condições de existência como fatores reguladores;
4.5. Conceitos de tolerância e nicho ecológico;
Unidade V
71

5 Desenvolvimento e evolução do ecossistema;


5.1. Desenvolvimento do ecossistema: sucessão ecológica, fases sucessionais, sucessão primária e
secundária;
5.2. Clímax e equilíbrio, mecanismos homeostáticos;
5.3. Diversidade, estabilidade e maturidade dos ecossistemas naturais e sob ação antrópica;
Unidade VI
6 Aspectos Aplicados;
6.1 Alterações antrópicas em ecossistemas- escala local e global;
6.2 Manejo e conservação de ecossistemas;
6.3 Restauração de ecossistemas degradados.
Unidade VII
7 Ciclos biogeoquímicos: água, carbono, nitrogênio, fósforo e suas interações e alterações humanas
7.1 Principais problemas ambientais presentes e gestão dos recursos naturais.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ODUM, Eugene P; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengage Learning,
c2007/c2016. 611 p.
RICKLEFS, Robert; RELYEA, Rick. A economia da natureza. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2018. 606 p.
BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J. L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4 ed. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
Complementar
TOWNSEND, C.R.; BEGON, M.; HARPER, J.L. Fundamentos em ecologia. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010. 576p.
PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. 252 p.
GOTELLI, Nicholas J; ELLISON, Aaron M. Princípios de estatística em ecologia. Porto Alegre:
Artmed,
2011. 528 p.
GUREVITCH, Jessica; FOX, Gordon A; SCHEINER, Samuel M. Ecologia vegetal. 2 .ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009. xviii, 574 p. ISBN: 9788536319186.
MILLER, G. Tyler; TRAD, Noveritis do Brasil. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
464 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
MORFOLOGIA VEGETAL 2º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
72

Letiva/
Disciplina /
Eletiva/ TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO/ L E E D
Curricular
TCC/ AC
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina tem como objetivo proporcionar aos discentes da disciplina o conhecimento aprofundado
da morfologia interna (anatomia) e externa (organografia) das plantas Espermatófitas (plantas com
sementes) com ênfase em adaptações morfológicas à luz da biologia evolutiva.

Objetivos Específicos
Ao final do curso os alunos devem saber identificar células e tecidos vegetais, sua organização interna
no corpo do vegetal, bem como suas origens e funções;
Reconhecer os padrões básicos dos órgãos vegetativos e reprodutivos e suas variações.
METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas., com uso de recursos
multimídias e saídas à campo e/ou laboratório. Serão estudadas plantas frescas para exibição dos órgãos
vegetais ao alunos e suas variações. Para as observações de detalhes anatômicos será usado
estereomicroscópio. Será usado laminário histológico para a observação de células e tecidos vegetais
em microscópio.
EMENTA
Ciclo de vida de uma Espermatófita. Célula vegetal e organização do corpo do vegetal. Meristemas
primários e secundários. Anatomia de órgãos vegetativos. Anatomia e morfologia externa de órgãos
vegetativos e reprodutivos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à Morfologia vegetal
1.1 A importância das plantas no cotidiano da humanidade;
1.2. Ciclo de vida em plantas;
Unidade II
2 Anatomia Vegetal
2.1. Célula Vegetal: caracterização geral, estrutura e função das organelas celulares;
2.2 Do embrião à planta adulta: meristemas primários;
2.3. Tecidos primários: revestimento, preenchimento, sustentação e de condução;
2.4 Meristemas secundários: o crescimento em espessura do vegetal;
Unidade III
3 Morfologia Externa
3.1 Morfologia externa dos órgãos vegetativos: raiz;
3.2 Morfologia externa dos órgãos vegetativos: caule;
3.3 Morfologia externa dos órgãos vegetativos: folha;
3.4 Morfologia externa de órgãos reprodutivos: flor e fruto.
BIBLIOGRAFIA
Básica
73

APPEZZATO-DA-GLÓRIA, Beatriz; CARMELLO-GUERREIRO, Sandra Maria. Anatomia vegetal.


3. ed. rev. e ampl. Vicosa, MG: Universidade Federal de Vicosa, 2012/2013. 404 p.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia Vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-
Koogan, 2014. 856p.
VIDAL, W.N.; VIDAL, M.R.R. Botânica Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 4
ed. ver. ampl. Viçosa: UFV, 2013. 124 p.
Complementar
FERRI, M. G.; MENEZES, N. L.; MONTEIRO, W. R. Glossário ilustrado de botânica. São Paulo:
Nobel, 2003.
GONÇALVEZ, E. G.; LORENZI, H. Morfologia Vegetal: organografia e dicionário ilustrado de
morfologia das plantas vasculares. 2 ed. São Paulo: InsHtuto Plantarum de Estudos da Flora, 2011. 512p.
SOUZA, V. C.; FLORES, T. B.; LORENZI, H. Introdução a Botânica: morfologia. São Paulo: InsHtuto
Plantarum de Estudos da Flora, 2013. 222p.
CUTTER, Elizabeth Graham. Anatomia vegetal: primeira parte : células e tecidos. 2. ed. São Paulo:
Roca, 2002/2017. v1: 304 p. ISBN: 97885724190241.
SOUZA, Luiz Antonio de. Morfologia anatomia vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântula. Ponta
Grossa: UEPG, 2009. 259 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
MICROBIOLOGIA BÁSICA 5º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Avaliar a presença dos microrganismos nos mais diferentes meios e associar as características
morfológicas, fisiológicas e genéticas das bactérias, fungos, vírus, viróide e príons aos diferentes
processos patológicos, ambientais e biotecnológicos por eles exercidos.
74

Objetivos Específicos
Compreender e diferenciar os principais grupos de micro-organismos (fungos, bactérias, nematoides e
vírus);
Conhecer as estruturas e funcionamento dos microrganismos;
Capacitar o futuro profissional a identificar e discutir fatores que influenciam a distribuição e a atividade
dos microrganismos nos ambientes;
Compreender a importância dos microrganismos em áreas diversas como Saúde Pública, Ecologia e
Meio Ambiente;
Introduzir aos procedimentos básicos de isolamento, identificação e controle de microrganismos;
Conhecer os principais agentes antimicrobianos e seu respectivo mecanismo de ação.
Entender a importância do uso correto dos antibióticos;
Relacionar a participação de fungos e bactérias no processo de decomposição, reconhecendo a
importância ambiental desse processo.
METODOLOGIA
As aulas teóricas serão realizadas com ampla utilização de recursos audiovisuais, sendo o conteúdo
abordado sob a forma de aulas expositivas dialogadas e discussões orientadas. O material de estudo e as
listas de exercício serão disponibilizados no SIGAA. Aulas práticas serão realizadas em laboratório com
auxílio de equipamento óptico, envolvendo temas abordados na parte teórica, os alunos deverão analisar
e descrever as estruturas morfológicas, com o auxílio de lupas e microscópios, desenvolvendo a
observação e a memorização da nomenclatura. A carga horária de extensão será desenvolvida por meio
de atividades voltadas a temática da disciplina.
EMENTA
O mundo microbiano. Grupos de interesse microbiológico. Fungos, bactérias e vírus. Morfologia e
fisiologia de microrganismos, genética microbiana. Crescimento e controle de microrganismos. Agentes
antimicrobianos. Isolamento e caracterização de microrganismos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução a Microbiologia;
1.1 Histórico da Microbiologia;
1.2 Classificação dos Micro-organismos;
1.3 Microrganismos na agricultura;
Unidade II
2 Nutrição e cultivo de microrganismos;
2.1 Classificação dos meios;
2.2 Elementos essenciais;
2.3 Compostos químicos como nutrientes;
2.4 Classificação nutricional dos microrganismos;
2.5 Prática de esterilização e preparo de meios de cultura;
Unidade III
3 Estudo das Bactérias;
3.1 Caracterização, classificação geral, morfologia, ultra-estrutura e reprodução;
3.2 Técnicas básicas de isolamento, cultivo e identificação (prática virtual e laboratório);
Unidade IV
4 Estudo dos Fungos;
4.1 Caracterização, classificação geral, morfologia, ultra-estrutura e reprodução;
4.2 Técnicas aplicadas ao isolamento, cultivo e preparação microscópica (prática virtual e em
laboratório);
Unidade V
75

5 Estudo dos Vírus, viróide e Príons;


5.1 Caracterização, classificação geral, morfologia e ultra-estrutura e replicação;
5.2 Técnicas moleculares e sorológicas aplicadas;
Unidade VI
6 Controle e agentes antimicrobianos;
6.1 Conceitos;
6.2 Controle de microrganismos: métodos físicos e químicos;
6.3 Mecanismos de ação e resistência;
6.4 Antibiograma;
BIBLIOGRAFIA
Básica
MADIGAN, Michael T. et al; STAHL, David A. Microbiologia de Brock. 14.ed. Porto Alegre: Artmed,
2016. 1006 p.
TORTORA, Gerard J; CASE, Christine L; FUNKE, Berdell R. Microbiologia. 12. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2017. 935 p.
VERMELHO, Alane Beatriz; SOUTO-PADRÓN, Thais. Práticas de microbiologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011/2015. 239 p.
Complementar
BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002/2013/2016. 829 p.
ENGELKIRK, Paul G; DUBEN-ENGELKIRK, Janet. Burton, microbiologia para as ciências da saúde.
9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 436 p.
FORSYTHE, Stephen J. Microbiologia da segurança dos alimentos: Stephen J. Forsythe. 2.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2013. 607 p.
RIBEIRO, Mariangela Cagnoni; STELATO, Maria Magali. Microbiologia prática: aplicações de
aprendizagem de microbiologia básica. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 224 p.
TRABULSI, Luiz Richard Ed; ALTERTHUM, Flávio Ed. Microbiologia. 6.ed. São Paulo: Atheneu,
2008/2015. 888 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
PALEONTOLOGIA BÁSICA 5º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
76

100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Adquirir noções gerais de paleontologia, principalmente no que diz respeito aos processos de
fossilização, caracterização de táxons de importância paleontológica e paleoambientais;

Objetivos Específicos
Entender os principais conceitos de paleontologia;
Distinguir os ramos da Paleontologia;
Compreender os principais processos envolvidos na formação e preservação dos fósseis;
Compreender a importância da paleontólogos na sociedade.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de aulas práticas e estudos dirigidos
aplicados a Paleontologia. No SIGAA serão disponibilizados os materiais básicos e complementares ao
estudo Paleontológico.
EMENTA
Fundamentos em Paleontologia; Tafonomia: Processos e Ambientes de Fossilização; Fossildiagênese;
Uso Estratigráfico dos Fósseis e Tempo Geológico; O tempo Geológico e Evolução da Vida; Icnofósseis
e Paleoambientes; Curadoria Paleontológica; Coleta e Métodos de Estudo; Educação e Paleontologia
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Fundamentos Em Paleontologia;
1.1 Fundamentos e Objetivos;
1.2 Ramos da Paleontologia;
1.3 Preservação dos Fósseis;
1.4 Tipos de Fossilização;
Unidade II
2 Tafonomia E Fossildiagênese;
2.1 A natureza do registro fossil;
2.2 O processo de Fossilização da Biosfera à Litosfera;
2.3 Soterramento Final e Diagênese;
2.4 Preservação Excepcional;
2.5 Processos Fossildiagenéticos;
Unidade III
3 Estratigrafia E Tempo Geológico;
3.1. Conceitos Fundamentais da Estratigrafia;
3.2. Litoestratigrafia, Bioestratigrafia, Cronoestratigrafia e Geocronologia;
3.3. Tabela do Tempo Geológico;
3.4. Marcos Geológicos e Paleontológicos da Terra;
Unidade IV
4 Icnofósseis;
4.1. Bioturbações;
77

4.2. Bioerosões;
4.3. Icnofácies e Icnocenoses;
4.4. Aplicações;
Unidade V
5 Métodos;
5.1. Curadoria Paleontológica;
5.1.1. Funções da Curadoria;
5.1.2. Tafonomia nas Gavetas;
5.1.3. Condições de Armazenamento;
5.2. Fósseis: Coleta E Métodos De Estudo;
5.2.1. Prospecção e Coleta de Fósseis;
5.2.2. Preparação de Fósseis;
Unidade VI
6 Educação E Paleontologia;
6.1. A importância dos Museus na Educação em Paleontologia;
6.2. A Paleontologia na Educação Básica;
BIBLIOGRAFIA
Básica
CARVALHO, I.S. Paleontologia - Conceitos e Métodos. 3ed. Editora Interciência, Volume 1: 2010.
734p.
HOLZ, M.; SIMÕES, M.G. Elementos Fundamentais de Tafonomia. Editora UFRGS, 2002.
SUGUIO, Kenitiro. Geologia sedimentar. Edgard Blucher, 2003. 400p.
Complementar
SUGUIO, Kenitiro; SUZUKI, Uko. A Evolução Geológica da Terra. 2ed. Editora Blucher. 2010.
SGARBI, Geraldo Norberto Chaves. Petrografia Macroscópica Das Rochas Ígneas, Sedimentares E
Metamórficas. 2ed. Revista e ampliada (serie didática), Belo Horizonte, editora UFMG, 2012.
GROTZINGER, John; JORDAN, Tom. Para entender a terra. 6.ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M. C. M.; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F. Decifrando a terra. 2ed. IBEP,
2009.
MENDES, J.C. Paleontologia Básica. EDUSP, São Paulo, 1998.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP I - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
MICROBIOLOGIA, BIOLOGIA CELULAR, 6º 60
HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
78

Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica


Dimensão de Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH
Conhecimento o Ensino
Letiva /
Disciplina / A
Eletiva / TOT D
Atividade Teórica Prática C Presencial EaD
ESO / TCC / AL CE
Curricular E
AC
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de
trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
As práticas pedagógicas serão extensionistas e podem ser fundamentadas na aprendizagem baseada em
investigação de situações-problemas em espaços educacionais externos à UFRA, considerando as áreas
das disciplinas envolvidas e/ou os temas contemporâneos transversais da BNCC. As práticas se
concentram no envolvimento efetivo do público alvo durante o desenvolvimento das atividades
extensionistas no contexto das disciplinas envolvidas. Essas atividades poderão ser inseridas em algumas
dessas modalidades de ensino, como: aulas práticas que envolvam as instituições de ensino envolvidas,
atividades de campo, implementação de recursos didáticos, atividades que envolvam tecnologia digital,
entre outras. As atividades construídas, junto aos seus professores orientadores, que serão os professores
que compõem a PP, deverão proporcionar interdisciplinaridade e instigar a alfabetização científica dos
envolvidos, permitindo com que a Ufra seja instituição formadora importante no processo formativo dos
participantes. As práticas extensionistas devem ser registradas em portfólio, que compile evidências das
aprendizagens do licenciando requeridas para a docência, tais como planejamento, avaliação e
conhecimento do conteúdo.
EMENTA
Introdução ao ensino de extensão, levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços
educacionais públicos no âmbito das disciplinas. Explicar detalhadamente sobre a construção do
portfólio, como também, manter um processo de orientação contínua no processo de construção do
portfólio. Construir e executar sequências didáticas referente às ações que serão desenvolvidas no espaço
educacional. Apresentar para todos os envolvidos, o resultado das ações desempenhadas durante a PP e
refletir sobre a execução da mesma, destacando suas possibilidades e limitações. Entregar o Portfólio
contendo o detalhamento da sequência didática desenvolvida e aplicada.
79

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução às Práticas Pedagógicas Extensionistas
1.1 O que é extensão no contexto das práticas pedagógicas
1.2 Público-alvo
1.3 Construir os grupos de trabalho
1.4 Explicar sobre o instrumento avaliativo da PP: o portfólio
Unidade II
2 Levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços educacionais públicos
2.1 Investigação das necessidades no processo de ensino e aprendizagem dos espaços escolas
2.2 Coletar e analisar dados para identificar as necessidades e prioridades
2.3 Envolver-se com as partes interessadas e entender suas perspectivas
2.4 Pesquisa e análise das necessidades
Unidade III
3 Planejamento das atividades práticas e suas sequências didáticas
3.1 Definição das situações problemas, que envolvam uma ou mais temáticas que referentes às
disciplinas na referida PP, encontradas no ambiente instituição participante
3.2 Definição da/s atividade/s que será desenvolvida para instituição participante
3.3 Construção das atividades/ Sequências didáticas a serem aplicadas para instituições participantes
Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da comunidade
escolhida
4.1 Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.2 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.3 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o progresso do
projeto
4.4 Registro adequado de dados e informações relevantes
4.5 Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.6 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.7 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho certo
Unidade V
5 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
5.3 Socialização da atividade extensionista aplicada
5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão do
MEC

BIBLIOGRAFIA
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
80

CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP II - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
6º 60
GENÉTICA E BIOQUÍMICA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Classificaçã Dimensão de Modalidade de
Tipo CH Extensão
o Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / Eletiva / TOT DC AC Presenci Ea
Atividade Teórica Prática
ESO / TCC / AC AL E E al D
Curricular
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de
trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
As práticas pedagógicas serão extensionistas e podem ser fundamentadas na aprendizagem baseada em
investigação de situações-problemas em espaços educacionais externos à UFRA, considerando as áreas
das disciplinas envolvidas e/ou os temas contemporâneos transversais da BNCC. As práticas se
81

concentram no envolvimento efetivo do público alvo durante o desenvolvimento das atividades


extensionistas no contexto das disciplinas envolvidas. Essas atividades poderão ser inseridas em algumas
dessas modalidades de ensino, como: aulas práticas que envolvam as instituições de ensino envolvidas,
atividades de campo, implementação de recursos didáticos, atividades que envolvam tecnologia digital,
entre outras. As atividades construídas, junto aos seus professores orientadores, que serão os professores
que compõem a PP, deverão proporcionar interdisciplinaridade e instigar a alfabetização científica dos
envolvidos, permitindo com que a Ufra seja instituição formadora importante no processo formativo dos
participantes. As práticas extensionistas devem ser registradas em portfólio, que compile evidências das
aprendizagens do licenciando requeridas para a docência, tais como planejamento, avaliação e
conhecimento do conteúdo.
EMENTA
Introdução ao ensino de extensão, levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços
educacionais públicos no âmbito das disciplinas. Explicar detalhadamente sobre a construção do
portfólio, como também, manter um processo de orientação contínua no processo de construção do
portfólio. Construir e executar sequências didáticas referente às ações que serão desenvolvidas no espaço
educacional. Apresentar para todos os envolvidos, o resultado das ações desempenhadas durante a PP e
refletir sobre a execução da mesma, destacando suas possibilidades e limitações. Entregar o Portfólio
contendo o detalhamento da sequência didática desenvolvida e aplicada.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução às Práticas Pedagógicas Extensionistas
1.1 O que é extensão no contexto das práticas pedagógicas
1.2 Público-alvo
1.3 Construir os grupos de trabalho
1.4 Explicar sobre o instrumento avaliativo da PP: o portfólio
Unidade II
2 Levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços educacionais públicos
2.1 Investigação das necessidades no processo de ensino e aprendizagem dos espaços escolas
2.2 Coletar e analisar dados para identificar as necessidades e prioridades
2.3 Envolver-se com as partes interessadas e entender suas perspectivas
2.4 Pesquisa e análise das necessidades
Unidade III
3 Planejamento das atividades práticas e suas sequências didáticas
3.1 Definição das situações problemas, que envolvam uma ou mais temáticas que referentes às
disciplinas na referida PP, encontradas no ambiente instituição participante
3.2 Definição da/s atividade/s que será desenvolvida para instituição participante
3.3 Construção das atividades/ Sequências didáticas a serem aplicadas para instituições participantes
Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da comunidade
escolhida
Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.1 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.2 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o progresso do
projeto
4.3 Registro adequado de dados e informações relevantes
4.4 Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.5 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.6 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho certo
82

Unidade V
5 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
5.3 Socialização da atividade extensionista aplicada
5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão do
MEC
BIBLIOGRAFIA

Básica

KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.

Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO
6º 30
AMBIENTAL
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
83

100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%

Objetivo Geral
Fornecer fundamentos de concepção e difusão para uma cultura voltada à dinâmica social, econômica e
ambiental, de forma a possibilitar raciocínio reflexivo, crítico e criativo sobre questões relativas à
sustentabilidade e meio ambiente, para o desenvolvimento de práticas pautadas em atitudes individuais
e coletivas, atuação cidadã e profissional em prol da transformação da realidade espacial e temporal
alinhada a agendas ambientais locais e globais por meio da Educação Ambiental (EA).

Objetivos Específicos
Conhecer os aspectos históricos, legais e teóricos da Educação Ambiental;
Conhecer a Política Nacional de Educação Ambiental;
Compreender diferentes abordagens e teorias da Educação Ambiental (no Ensino e a não formal);
Discutir os temas contemporâneos da Educação Ambiental e seus desdobramentos em agendas globais
e locais para a sustentabilidade;
Desenvolver propostas participativas de EA em diferentes atividades profissionais; e
Atuar como agente multiplicador e de transformação pela Educação Ambiental.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas e dialogadas,
atividades em classe e extraclasse como Estudo Dirigido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
individuais e/ou em grupo; seminários temáticos; tarefas e problematização de situações reais do
cotidiano, interação discente para construção conjunta do conhecimento, dentre outros trabalhos
integradores/interdisciplinares e processos avaliativos. Recursos didáticos como quadro, data show,
computador, powerpoint/canva/outros, livros, textos, internet, vídeos e demais tecnologias educacionais.
E, Quanto à dimensão de extensão: Disciplina Curricular de Extensão (DCE) – referente à carga horária
prática, que levará em consideração a formação discente e interação com a comunidade externa
mediante, pelo menos, uma das modalidades de extensão e seus produtos, como: Programas; Projetos;
Cursos e Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços, que serão definidas em plano de ensino, com
planejamento e execução de ações de docência sobre as unidades de conteúdo e de culminância com as
referidas modalidades de extensão, com metodologia presencial ou presencial complementada com On-
line (simultaneamente), não descaracterizando a modalidade presencial do componente curricular
extensionista e modalidade de curso presencial/EaD.
EMENTA
Histórico da Educação Ambiental. Teorias e abordagens da Educação Ambiental. Conceitos
Fundamentais da Educação Ambiental: Desenvolvimento Sustentável e práticas multidisciplinar,
transdisciplinar e interdisciplinar. Política Nacional da Educação Ambiental (PNEA). Educação
Ambiental no Ensino e Educação Ambiental Não Formal. Normativas e Diretrizes da Educação
Ambiental. Temas contemporâneos socioambientais: Conferências Mundiais de Meio Ambiente,
agendas globais e locais para a sustentabilidade, Formação, atuação cidadã e profissional com práticas
de Educação Ambiental. O papel do Educador Ambiental em diferentes instituições e espaços
comunitários.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
84

Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 Histórico, teorias e abordagens da Educação Ambiental (EA);
1.1 A crise ambiental e o nascimento da Educação Ambiental;
1.2 As bases internacionais para a Educação Ambiental;
1.3 Conceitos fundamentais: Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental e prática multi, trans
e interdisciplinar;
1.4 Vertentes da Educação Ambiental: concepções teóricas e abordagens;
Unidade II
2 Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA);
2.1 Definição, Princípios e Objetivos da PNEA;
2.2 Educação Ambiental no Ensino;
2.3 Educação Ambiental Não Formal;
2.4 Instrumentos legais, normativas e diretrizes da EA;
Unidade III
3 Temas Contemporâneos Socioambientais;
3.1 Conferências Mundiais de Meio Ambiente;
3.2 Agendas Globais e Locais: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS);
3.3 Práticas de Educação Ambiental: formação, atuação cidadã e profissional;
3.4 Papel do Educador Ambiental: multiplicador de práticas sustentáveis para cidadania;
Unidade IV
4 Programas, projetos e ações de Educação Ambiental;
4.1 Estudos de caso: análise de programas, projetos e/ou ações de Educação Ambiental já realizados;
4.2 Etapas para elaboração de um programa, projeto e/ou ação de Educação Ambiental;
4.3 Execução, monitoramento e avaliação de um programa, projeto e/ou ação de Educação Ambiental
implementados.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BRASIL. Lei nº 9795, de 27 de abril de 1999. Institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá
outras providências. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm Acesso em:
29 de jun. 2023.
DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: Princípios e Práticas. 9. ed. São Paulo: Gaia, 2017, 551p.
MACEDO, Renato Luiz Gris et. al. Educação ambiental: referenciais teóricos e práticas para a formação
de educadores ambientais. 2. ed. Lavras: UFLA, 2022.
Complementar
IBRAHIN, Francini Imene Dias. Educação Ambiental: estudo dos problemas, ações e instrumentos para
o desenvolvimento da sociedade. São Paulo: Érica, 2014.
JUNQUEIRA, Elaine; KAWASAKI, Clarice Sumi. Os movimentos ambientalistas e a educação
ambiental: a militância como espaço educativo. Cadernos CIMEAC, v. 7, n. 2, 2017. ISSN 2178-9770.
Uberaba – MG: UFTM. Disponível em:
https://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/cimeac/article/view/2471. Acesso em: 30 jun. 2023.
LAYRARGUES, Phillipe Pomier; LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. As macrotendências político-
pedagógicas da educação ambiental brasileira. Revista Ambiente e Sociedade. Campinas, v. 17, n. 1, p.
23-40, 2014. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/asoc/a/8FP6nynhjdZ4hYdqVFdYRtx/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 30
jun. 2023.
85

LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 7. ed.


Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2009.
LOUREIRO, Carlos Frederico B. Trajetórias e fundamentos da Educação Ambiental. São Paulo: Cortez,
2012.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
ETNOBIOLOGIA 6º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Letiva / Eletiva A
Disciplina / Atividade TOT Teór Práti Presencia
/ ESO / TCC / DCE C EaD
Curricular AL ica ca l
AC E
100
Disciplina Obrigatória 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Apresentar e discutir aspectos teóricos, metodológicos e empíricos da etnobiologia e suas implicações
para a sustentabilidade socioambiental na Amazônia.

Objetivos Específicos
Apresentar os fundamentos históricos e epistemológicos da etnobiologia;
Debater as concepções e práticas em etnobiologia;
Discutir aspectos éticos e legais do direito de propriedade intelectual adquirida;
Apresentar as metodologias de pesquisa em etnobiologia;
Debater as aplicações da etnobiologia em comunidades tradicionais.

METODOLOGIA
Aulas teóricas e práticas, mobilizando o desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão em
Etnobiologia. Elaboração de projetos de pesquisa em etnobiologia.
EMENTA
A diversidade sociocultural das comunidades tradicionais e suas relações com o ambiente.
Agrobiodiversidade e conservação socioambiental. Legislação de acesso aos recursos genéticos.
Métodos de coleta e análise de dados em etnobiologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
86

Unidade I
1 Fundamentos Epistemológicos da Etnobiologia
1.1 Histórico da Etnobiologia;
1.2 Concepções e Práticas de Etnobiologia;
1.3 Aspectos éticos e legais do direito de propriedade intelectual.
Unidade II
2 Fundamentos Metodológicos da Etnobiologia
2.1 Metodologias de pesquisa em etnobiologia;
2.2 Aplicações da etnobiologia em comunidades tradicionais;

BIBLIOGRAFIA
Básica
DIEGUES. A. C. (Org.) Etnoconservação: Novos Rumos para a Conservação da Natureza. 2ª ed. São
Paulo: Hucitec, 2004.
LEFF, E. Ecologia, capital e cultura: a territorialização da racionalidade ambiental. Petrópolis: Vozes,
2009.
MELO JUNIOR, L. C. M. (Org.) Estudos Socioambientais na Amazônia: 5 anos de extensão, pesquisa
e ensino no nordeste paraense. Curitiba: CRV, 2021.
Complementar

COSTA, L. M. Cultura é natureza: tribos urbanas e povos tradicionais. Rio de Janeiro: Garamond, 2011.
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. 3ª ed. São Paulo: Hucitec, 2001.
GAMA, J. R. V.; PALHA, M. das D. C.; SANTOS, S. R. M. dos (Org.). A natureza e os ribeirinhos.
Belém: Universidade Federal Rural da Amazônia, 2009.
MARTINS, Rodrigo Constante. Ruralidades, trabalhos e meio ambiente: diálogos sobre sociabilidades
rurais contemporâneas. São Carlos, SP: EdUFSCar, 2014. 234 p. ISBN: 9788576003489.
TOURINHO, M. M. Amazônia: navegar nos rios da cultura, da fé e da ciência. Belém: Aquarela, 2021.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOLOGIA MOLECULAR 6º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva /
TOTA DC AC Ea
Atividade Eletiva / ESO Teórica Prática Presencial
L E E D
Curricular / TCC / AC
87

100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
A disciplina tem por objetivo proporcionar aos alunos o aprendizado dos conceitos básicos de Biologia
Molecular, tando, na parte teórica da disciplina, noções básicas sobre a estrutura dos ácidos nucleicos e
desenvolvendo, com maior detalhamento, os aspectos relacionados a sua organização e funcionalidade,
tanto em células procarióticas como em células eucarióticas. A disciplina visa também familiarizar os
alunos com as metodologias experimentais básicas utilizadas em Biologia Molecular, a partir do
oferecimento de atividades práticas associadas a subsídios teóricos. É dada ênfase à aplicabilidade destas
metodologias na solução de problemas em diferentes áreas das Ciências Biológicas.
Objetivos Específicos
Compreender os conceitos básicos Biologia molecular;
Entender as propriedade e funções dos ácidos nucleicos em procariotos e eucariotos;
Discutir os mecanismos da replicação do DNA e Expressão gênica;
Discutir as diferenças na regulação gênica de procariotos e eucariotos;
Discutir os conceitos básicos o a respeito de técnicas básicas de Biologia Molecular e da sua
aplicabilidade.
METODOLOGIA
Aula expositiva participativa; Aplicação de exercícios; Aulas teóricas, aulas práticas, construção de
matéria educativo sobre o conteúdo ministrado, trabalhos em grupo, leitura e discussão de texto, vídeo,
etc.
EMENTA
A disciplina trabalhará vários conceitos sobre biologia Molecular: Estrutura, organização e replicação
dos ácidos nucleicos, Divisão e Ciclo celular, Expressão gênica, Regulação da expressão gênica.
Aplicações práticas da biologia molecular. Principais técnicas utilizadas em biologia molecular: PCR,
eletroforese, RFLPs, tipos de sequenciamento, clonagem. Etc. A compreensão destes conceitos
proporcionará competências e habilidades em relação a aplicação dos conceitos de biologia molecular
em diferentes setores da sociedade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Ácidos Nucleicos
1.1 Histórico dobre o DNA
1.2 Estrutura e organização dos ácidos nucleicos e ciclo celular
1.3 DNA e RNA como fonte de informação genética
Unidade II
2 Estrutura cromossômica e DNA de organelas
2.1 Condensamento do DNA em eucariotos e procariotos
2.3 Centrômero e telômero em eucariotos
2.4 Desnaturação e renaturação do DNA em eucariotos
2.5 DNA de organelas e suas características
Unidade III
3 Replicação e Recombinação do DNA
3.1 Replicação semiconservativa
3.2 Replicação bacteriana
3.4 Replicação eucariótica
88

3.5 Recombinação
Unidade IV
4 Transcrição
4.1 Tios de RNA
4.2 Transcrição bacteriana
4.3 Transcrição eucariótica
Unidade V
5 Processamento do RNA transcrito
5.1 Estrutura dos genes
5.2 Processamento do RNA
Unidade VI
6 Código genético de tradução
6.1 O código genético
6.2 Ribossomos e tradução
Unidade VII
7 Regulação gênica
7.1 Regulação genica em bactérias
7.2 Regulação genica em eucariotos
Unidade VIII
8 Aplicação das técnicas moleculares
8.1 PCR, eletroforese, RFLPs, tipos de sequenciamento, clonagem. Etc
BIBLIOGRAFIA
Básica
Snustad, D. Peter. Simmons, Michael J. Fundamentos de genética. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2017. 579p
Pierce, Benjamin A. Genética : um enfoque conceitual . 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
759p
GRIFFTHS, A.J.F.; wessler, S, R., Carroll, S. B., Doebley, J.. Introdução à genética. 11.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 760p
Complementar
Borges-Osório, Maria Regina, Robinson, Wanyce Miriam. Genética Humana. 3.ed. Porto alegre:
Artmed, 2013. 775p.
Schafer, G. Bradley. Genética médica. 1. Ed. Porto alegre: AMGH, 2015.
ALBERTS, B., Johnson, Alexander, Lewis, Julian, Raff, Martin, Roberts, Keith and Walter Peter.
Biologia Molecular da Célula. 5.ed. Porto alegre: Artmed, 2010. 1268 p.
LODISH, Harvey et al. Biologia celular e molecular. 4º/7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 1210 p.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; COLAB, Chao Yun Irene Yan. Biologia celular e molecular. 9. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012/2018. 364 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
FÍSICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS 6° 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
89

Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Fornecer aos discentes conhecimentos em diversos tópicos da física, com ênfase nas aplicações do
cotidiano.

Objetivos Específicos
Proporcionar a base conceitual das leis básicas da mecânica clássica, proporcionando aos discentes a
compreensão os fenômenos físicos típicos da área;
Oferecer aos discentes a base conceitual das leis básicas do eletromagnetismo, proporcionando aos
discentes a compreensão os fenômenos físicos típicos da área;
Fornecer a base conceitual das leis básicas da óptica e física moderna, proporcionando aos discentes a
compreensão os fenômenos físicos típicos da área;
Proporcionar aos discentes conhecimentos básicos dos tópicos de física para que sejam confeccionados
trabalhos didáticos a serem apresentados em escolas do município.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas dialogadas com discussão dos textos da bibliografia,
utilizando recursos audiovisuais, pincel e quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio
de exercícios e produção textual, bem como da apresentação de seminários expositivos e realização de
atividades práticas com a orientação do (a) docente responsável. No SIGAA serão disponibilizados os
materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
O Estudo dos Movimentos; As Leis do Movimento; Matéria e Energia; Noções de Termodinâmica;
Força e Pressão; Torque e Alavancas; Óptica; Eletromagnetismo; Radiações; Introdução à Astronomia;
A Constituição e a Dinâmica do Sistema Solar.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
90

Unidade I
1 O Estudo dos Movimentos e as Leis do Movimento
Unidade II
2 Matéria e Energia
Unidade III
3 Noções de Termodinâmica
Unidade IV
4 Força e Pressão
Unidade V
5 Torque e Alavancas
Unidade VI
6 Óptica
Unidade VII
7 Eletromagnetismo
Unidade VIII
8 Radiações
Unidade IX
9 Introdução à Astronomia
Unidade X
10 A Constituição e a Dinâmica do Sistema Solar
BIBLIOGRAFIA
Básica
TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: volume 1: Mecânica, oscilações
e ondas, termodinâmica. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009/2014/2016. v1: 754 p.
TIPLER, Paul A; MOSCA, Gene. Fisica para cientistas e engenheiros: volume 2: Eletricidade e
magnetismo, óptica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009/2019. v2: 530 p.
JEWETT JR., John W; SERWAY, Raymond A. Física para cientistas e engenheiros: volume 4: luz,
óptica e física moderna. São Paulo: Cengage Learning, 2011. v4: 398 p + pag apêndice.
Complementar
HEWITT, Paul G; WOLF, Phillip R. Fundamentos de física conceitual. Porto Alegre: Bookman, 2009.
439 p. ISBN: 9788577802753.
LUIZ, Adir Moysés et al ( pfr ). Física. 14. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016. 374 p.
ISBN: 97885430056831, 97885430057372, 97885886393553.
HALLIDAY, David; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: gravitação, ondas e termodinâmica. 9.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2012/2013. 296 p.
PAUL A.T. 2010. Física v.1 e 2, 5ª ed., Livros Técnicos e Científicos Editora. Rio de Janeiro.
MATIAS, R.; FRATTEZI, A. 2016. - Física Geral para o Ensino Médio - Volume Único. Ed. Harbra.
São Paulo.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
SISTEMÁTICA DE PLANTAS SEM SEMENTES 6º 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
91

Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
O objetivo geral da disciplina é apresentar a origem e a evolução dos organismos fotossintetizantes, com
ênfase nas Viridiplantae. Acessar a biodiversidade das linhagens de plantas que não possuem sementes
e suas relações evolutivas;
Objetivos Específicos
Identificar as principais linhagens de plantas que não produzem sementes;
Entender o processo de conquista do ambiente terrestre pelas plantas e visualizar o panorama evolutivo
dentro das plantas verdes.

METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas., com uso de recursos
multimídias e saídas à campo e/ou laboratório. Serão estudadas plantas frescas para exibição das
principais características morfológicas de cada linhagem.
EMENTA
Origem e evolução das plantas verdes. Diversidade de algas verdes. Conquista do ambiente terrestre
pelas plantas. Diversidade de Bryophyta, Lycophyta e Monilophyta.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Origem e evolução dos organismos fotossintetizantes;
1.1 Diversidade de Glaucophyta e Rhodophyta;
1.2 Caracterização geral das Viridiplantae: as plantas verdes;
1.3 Algas verdes: linhagem Chlorophyta e “algas Streptophyta”
Unidade II
2. O processo de terrestrealização: a conquista do ambiente terrestre pelas plantas;
Diversidade de Bryophyta;
2.1 As plantas traqueófitas;
2.2 Diversidade de Lycophyta;
2.3 Diversidade de Euphyllophyta — Monilophyta.
BIBLIOGRAFIA
Básica
JUDD, W. S.; CAMPBELL, C. S.; KELLOGG, E. A.; STEVENS, P.F.; Donoghue. Sistemática Vegetal
– 3.Ed. – Um Enfoque Filogenético. Editora Artmed. 2009. 632p.
SOUZA, V. C.; LORENZI, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de
Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG III. 2. Ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum,
92

2009. 703 p.
SOUZA, V. C. e LORENZI, H. Chave de identificação: para as principais famílias de Angiospermas
nativas e cultivadas do Brasil. NOVA Odessa, SP. Instituto Plantarum, 2007.
Complementar
EVERT, Ray F; EICHHORN, Susan E. Raven biologia vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014. 856 p. ISBN: 9788527723626.
VIDAL, W. N. & VIDAL, M. R. R. Botânica – Organografia. Imprensa Universitária, UFV, Viçosa,
1983, 144 p.
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. 1.ed. Ribeirão Preto, P: Holos,
2002. 154 p.
BRESINSKY, Andreas et al. Tratado de botânica de Strasburger. 36. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
xviii, 1166p.
GONÇALVES, Eduardo Gomes; LORENZI, Harri. Morfologia vegetal: organografia e dicionário
ilustrado de morfologia das plantas vasculares. 2. ed. São Paulo: Instituto Planturum de Estudos da Flora,
2011. 512 p.

7º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP III - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E EDUCAÇÃO EM 7º 60
DIREITOS HUMANOS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Classificaçã Dimensão de Modalidade de
Tipo CH Extensão
o Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / Eletiva / TOT DC AC Presenci Ea
Atividade Teórica Prática
ESO / TCC / AC AL E E al D
Curricular
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
93

Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de


trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
As práticas pedagógicas serão extensionistas e podem ser fundamentadas na aprendizagem baseada em
investigação de situações-problemas em espaços educacionais externos à UFRA, considerando as áreas
das disciplinas envolvidas e/ou os temas contemporâneos transversais da BNCC. As práticas se
concentram no envolvimento efetivo do público alvo durante o desenvolvimento das atividades
extensionistas no contexto das disciplinas envolvidas. Essas atividades poderão ser inseridas em algumas
dessas modalidades de ensino, como:aulas práticas que envolvam as instituições de ensino envolvidas,
atividades de campo,implementação de recursos didáticos, atividades que envolvam tecnologia digital,
entre outras. As atividades construídas, junto aos seus professores orientadores, que serão os professores
que compõem a PP, deverão proporcionar interdisciplinaridade e instigar a alfabetização científica dos
envolvidos, permitindo com que a Ufra seja instituição formadora importante no processo formativo dos
participantes. As práticas extensionistas devem ser registradas em portfólio, que compile evidências das
aprendizagens do licenciando requeridas para a docência, tais como planejamento, avaliação e
conhecimento do conteúdo.
EMENTA
Introdução ao ensino de extensão, levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços
educacionais públicos no âmbito das disciplinas. Explicar detalhadamente sobre a construção do
portfólio, como também, manter um processo de orientação contínua no processo de construção do
portfólio. Construir e executar sequências didáticas referente às ações que serão desenvolvidas no espaço
educacional. Apresentar para todos os envolvidos, o resultado das ações desempenhadas durante a PP e
refletir sobre a execução da mesma, destacando suas possibilidades e limitações. Entregar o Portfólio
contendo o detalhamento da sequência didática desenvolvida e aplicada.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução às Práticas Pedagógicas Extensionistas
1.1 O que é extensão no contexto das práticas pedagógicas
1.4 Público-alvo
1.5 Construir os grupos de trabalho
1.4 Explicar sobre o instrumento avaliativo da PP: o portfólio
Unidade II
2 Levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços educacionais públicos
2.1 Investigação das necessidades no processo de ensino e aprendizagem dos espaços escolas
2.4 Coletar e analisar dados para identificar as necessidades e prioridades
2.5 Envolver-se com as partes interessadas e entender suas perspectivas
2.4 Pesquisa e análise das necessidades
Unidade III
3 Planejamento das atividades práticas e suas sequências didáticas
3.1 Definição das situações problemas, que envolvam uma ou mais temáticas que referentes às
disciplinas na referida PP, encontradas no ambiente instituição participante
3.3 Definição da/s atividade/s que será desenvolvida para instituição participante
3.3 Construção das atividades/ Sequências didáticas a serem aplicadas para instituições participantes
94

Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da comunidade
escolhida
Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.2 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.2 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o progresso do
projeto
Registro adequado de dados e informações relevantes
Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.5 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.6 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho certo
Unidade V
4 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
Socialização da atividade extensionista aplicada
5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão do
MEC
BIBLIOGRAFIA

Básica

KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.

Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
95

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP IV - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
7º 60
MATEMÁTICA, FÍSICA E QUÍMICA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Classificaçã Dimensão de Modalidade de
Tipo CH Extensão
o Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / Eletiva / TOT DC AC Presenci Ea
Atividade Teórica Prática
ESO / TCC / AC AL E E al D
Curricular
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de
trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
As práticas pedagógicas serão extensionistas e podem ser fundamentadas na aprendizagem baseada em
investigação de situações-problemas em espaços educacionais externos à UFRA, considerando as áreas
das disciplinas envolvidas e/ou os temas contemporâneos transversais da BNCC. As práticas se
concentram no envolvimento efetivo do público alvo durante o desenvolvimento das atividades
extensionistas no contexto das disciplinas envolvidas. Essas atividades poderão ser inseridas em algumas
dessas modalidades de ensino, como: aulas práticas que envolvam as instituições de ensino envolvidas,
atividades de campo, implementação de recursos didáticos, atividades que envolvam tecnologia digital,
entre outras. As atividades construídas, junto aos seus professores orientadores, que serão os professores
que compõem a PP, deverão proporcionar interdisciplinaridade e instigar a alfabetização científica dos
96

envolvidos, permitindo com que a Ufra seja instituição formadora importante no processo formativo dos
participantes. As práticas extensionistas devem ser registradas em portfólio, que compile evidências das
aprendizagens do licenciando requeridas para a docência, tais como planejamento, avaliação e
conhecimento do conteúdo.
EMENTA
Introdução ao ensino de extensão, levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços
educacionais públicos no âmbito das disciplinas. Explicar detalhadamente sobre a construção do
portfólio, como também, manter um processo de orientação contínua no processo de construção do
portfólio. Construir e executar sequências didáticas referente às ações que serão desenvolvidas no espaço
educacional. Apresentar para todos os envolvidos, o resultado das ações desempenhadas durante a PP e
refletir sobre a execução da mesma, destacando suas possibilidades e limitações. Entregar o Portfólio
contendo o detalhamento da sequência didática desenvolvida e aplicada.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução às Práticas Pedagógicas Extensionistas
1.1 O que é extensão no contexto das práticas pedagógicas
1.6 Público-alvo
1.7 Construir os grupos de trabalho
1.4 Explicar sobre o instrumento avaliativo da PP: o portfólio
Unidade II
2 Levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços educacionais públicos
2.1 Investigação das necessidades no processo de ensino e aprendizagem dos espaços escolas
2.6 Coletar e analisar dados para identificar as necessidades e prioridades
2.7 Envolver-se com as partes interessadas e entender suas perspectivas
2.4 Pesquisa e análise das necessidades
Unidade III
3 Planejamento das atividades práticas e suas sequências didáticas
3.1 Definição das situações problemas, que envolvam uma ou mais temáticas que referentes às
disciplinas na referida PP, encontradas no ambiente instituição participante
3.4 Definição da/s atividade/s que será desenvolvida para instituição participante
3.3 Construção das atividades/ Sequências didáticas a serem aplicadas para instituições participantes
Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da comunidade
escolhida
Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.3 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.2 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o progresso do
projeto
Registro adequado de dados e informações relevantes
Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.5 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.6 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho certo
Unidade V
5 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
Socialização da atividade extensionista aplicada
97

5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão do


MEC
BIBLIOGRAFIA

Básica

KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.

Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
CURRÍCULO NO ENSINO DE CIÊNCIAS E DE
7º 30
BIOLOGIA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS
98

Objetivo Geral
Compreender as teorias de currículo e seus reflexos no ensino de Ciências/Biologia ;

Objetivos Específicos
Definir currículo;
Identificar as relações entre currículo e os artefatos sociais ;
Compreender o que é um currículo oculto;
Analisar a construção histórico-política da BNCC.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será realizado “Rodas de Diálogo” com a finalidade de discutir sobre BNCC e a
importância do currículo e seus artefatos culturais e, sempre que possível, será convidado pesquisadores
para participar e enriquecer esse momento. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e
o planejamento de ensino.
EMENTA
Definição de currículo. Teorias de currículo. Currículo e os artefatos culturais. Currículo oculto. O
currículo e os docentes. Livro didático e o currículo. Documentos oficiais que norteiam o ensino-
aprendizagem de Ciências e Biologia. Conceitos, fatos, procedimentos e atitudes (conteúdos): suas
aprendizagens e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no ensino de Ciências e Biologia. Temas
Transversais da BNCC.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Currículo: caminhos e definições;
1.1 Definição de currículo;
1.2 Teorias do currículo: tradicional, crítico e pós-crítico;
1.3 Artefatos culturais;
1.4 Currículo oculto;
1.5 A prática docente e sua relação com o currículo;
1.6 Livro didático e o currículo;
Unidade II
2 O currículo e seus documentos;
2.1 Construção da estrutura curricular na escola;
2.2 BNCC;
2.3 Temas transversais;
BIBLIOGRAFIA
Básica
LOPES, Alice Casimiro (org); MACEDO, Elizabeth org. Currículo: debates contemporâneos. 3.ed. São
Paulo: Cortez, 2010. 237 p
MOREIRA, Antônio Flavio Barbosa; SILVA, Tomaz Tadeu da (Org). Currículo, cultura e sociedade.
12.ed. São Paulo: Cortez, 2011. 173 p.
SILVA, Tomaz Tadeu da; WOODWARD, Kathryn. Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos
culturais. 15.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. 133 p.
Complementar
ERNÁNDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de trabalho.
5. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. 200 p.
99

KRASILCHIK, Myriam. Prática de ensino de biologia. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
LEWY, Arieh Org. Avaliação de currículo. São Paulo: Ed.da USP, 1979. 315p.
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 11.ed. Campinas: Autores Associados, 2015. 81 p. (Polêmicas do
Nosso Tempo)
ANDRÉ, Marli Org; LISITA, Verbena Moreira S. S. Org. O papel da pesquisa na formação e na prática
dos professores. 12. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 143 p. (Série Prática Pedagógica)

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ESTUDO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NA
7º 45
SOCIEDADE BRASILEIRA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Construir reflexões críticas sobre o processo de formação social, histórica, econômica e cultural da
sociedade brasileira, abordando a educação das relações étnico-raciais e sua interculturalidade voltada à
defesa das comunidades tradicionais, prática antirracista e cidadã e, respeito à diversidade e pluralidade.
Objetivos Específicos
Analisar o processo de formação da sociedade brasileira;
Conhecer as características, diretrizes e dimensões da educação intercultural;
Compreender a história e cultura afro-brasileira e indígena para a emancipação de povos originários que
foram discriminados e dizimados;
Identificar os fatores que geram o racismo estrutural na sociedade brasileira;
Analisar os impactos dos movimentos sociais negro e indígena no enfrentamento aos
preconceitos e desigualdades sociais, econômicas e ambientais;
Praticar ação cidadã a partir de aprendizagens pela educação das relações étnico-raciais.
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará aula expositiva e dialogada;
atividades em classe e extraclasse como Estudo Dirigido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
100

individuais e/ou em grupo; seminários temáticos; tarefas e problematização de situações reais do


cotidiano, interação discente para construção conjunta do conhecimento, dentre outros trabalhos
integradores/interdisciplinares e processos avaliativos; permitindo uma reflexão da realidade
socioeconômica e cultural aliada a construção de uma postura mais crítica e de intervenção qualitativa
na realidade, oportunizando a formação dos discentes condições de conhecimento e de atuação política
e técnico-científica na Amazônia. Recursos didáticos como quadro, data show, computador,
powerpoint/canva/outros, livros, textos, internet, vídeos e demais tecnologias educacionais. Quanto à
dimensão de extensão: Disciplina Curricular de Extensão (DCE) – referente à carga horária prática,
que levará em consideração a formação discente e interação com a comunidade externa mediante, pelo
menos, uma das modalidades de extensão e seus produtos, como: Programas; Projetos; Cursos e
Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços, que serão definidas em plano de ensino, com planejamento
e execução de ações de docência sobre as unidades de conteúdo e de culminância com as referidas
modalidades de extensão, com metodologia presencial ou presencial complementada com On-line
(simultaneamente), não descaracterizando a modalidade presencial do componente curricular
extensionista e modalidade de curso presencial/EaD.
EMENTA

A Educação das Relações Étnico-raciais. Diversidade na formação da população brasileira e suas


principais teorias sócio-históricas. Identidade étnica e etnia. Regulamentações sobre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para as Relações Étnico-raciais. Educação das Relações Étnico-raciais em
diferentes níveis de ensino, como o superior. História e Cultura Africana e Afro-brasileira. História e
Cultura Indígena Brasileira. Temas Contemporâneos das Relações Étnico-raciais: racismo, ações
afirmativas e respeito à interculturalidade – diversidade e pluralidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada em
plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 A Educação das Relações Étnico-raciais e a Diversidade na Formação da População Brasileira;
1.1 Relações Étnicas e diversidade brasileira: principais teorias sócio-históricas da formação do Brasil;
1.2 Legislação, Diretrizes e Objetivos da Educação das Relações Étnicas;
1.3 Educação das Relações Étnico-raciais em diferentes níveis de ensino e o respeito à
interculturalidade;
Unidade II
2 História e Cultura Africana e Afro-brasileira;
2.1 História e luta dos movimentos negros do Brasil;
2.2 Cultura, tradição e comunidades quilombolas remanescentes;
2.3 Diversidade afro-brasileira e contextos temáticos atuais;
Unidade III
3 História e Cultura Indígena Brasileira;
3.1 História e luta dos movimentos indígenas do Brasil;
3.2 Cultura, tradição e comunidades indígenas remanescentes;
3.3 Diversidade indígena e contextos temáticos atuais.
Unidade IV
4 Temas Contemporâneos das Relações Étnico-raciais.
4.1 O Racismo Estrutural, violação de Direitos Humanos e contraposição a toda e qualquer forma de
discriminação;
4.2 Ações Afirmativas: contribuições étnicas nas áreas social, econômica, política, educacional,
101

ambiental, dentre outras;


4.3 Educação para Relações Étnico-raciais: aprendizagem para uma prática antirracista e
antidiscriminatória, baseada no princípio da igualdade da pessoa humana como sujeito de direitos com
respeito à interculturalidade - diversidade e pluralidade.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ALMEIDA, Sílvio. Racismo Estrutural. São Paulo: Editora Jandaíra, 2019.
PEREIRA, Denise; ESPÍRITO SANTO, Janaína de Paula do (Org). Culturas e história dos povos
indígenas. Ponta Grossa, PR: Atena, 2020.
TAVOLARO, Sergio B. F. A vida social brasileira e suas dissonâncias temporais: afinidades de Buarque
de Holanda, Prado Jr. e Freyre. Revista Brasileira de Ciência Política, n. 38, p. 1-27, 2022. Disponível
em: https://www.scielo.br/j/rbcpol/a/FTszrcRZQfmK76rsVP8jNYt/abstract/?lang=pt. Acesso em: 30
jun. 2023.
Complementar
BRASIL. Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Ministério da
Educação. Conselho Nacional de Educação. 2013. Disponível em:
https://editalequidaderacial.ceert.org.br/pdf/plano.pdf. Acesso em: 30 jun. 2023.
LOPES, Nei. Dicionário escolar afro-brasileiro. 2. ed. São Paulo: Selo Negro, 2014.
LUCIANO, Gersem dos Santos. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas
no Brasil de hoje. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização
e Diversidade; LACED/Museu Nacional; UNESCO, 2006. Disponível em:
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/pdf/indio_brasileiro.pdf. Acesso em: 30 jun.
2023.
MUNANGA, Kabenguele. Negritude: usos e sentidos. 4. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.
SCHWARCZ, L. M. O Espetáculo das Raças: Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil (1870-
1930).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL
7° 30
COMPARADA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
Eletiva / L E E l
Curricular
102

ESO /
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Compreender os princípios fundamentais da anatomia e fisiologia dos grupos de vertebrados.

Objetivos Específicos
Concluir, com base na análise de ilustrações e/ou modelos (físicos ou digitais), que os organismos
são um complexo arranjo de sistemas com diferentes níveis de organização;
Deduzir que a estrutura, a sustentação e a movimentação dos animais resultam da interação entre os
sistemas muscular, ósseo e nervoso;
Justificar o papel do sistema nervoso na coordenação das ações motoras e sensoriais do corpo, com
base na análise de suas estruturas básicas e respectivas funções;
Conhecer os elementos constituintes, a organização e as características funcionais dos sistemas;
Apontar, quando existirem, semelhanças e diferenças anatômicas entre as diferentes classes de
vertebrados;
Relacionar a estrutura anatômica com a sua respectiva função fisiológica;
Descrever as principais rotas fisiológicas dos sistemas estudados;
Identificar os elementos constituintes, a organização e as características funcionais dos sistemas dos
vertebrados.

METODOLOGIA
Como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvam os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
As Bases evolutivas da anatomia e fisiologia animal; Anatomia e Fisiologia das Membranas
Biológicas; Morfologia e Fisiologia Animal Comparada dos Sistemas: Nervoso, Sensorial, Endócrino,
Digestivo, Circulatório; Respiratório; Anatomia e Fisiologia da Reprodução animal; Músculos e
Movimentos; Adaptações Ecológicas e Evolutivas dos animais ao longo da Escala Zoológica para os
sistemas citados.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 As Bases evolutivas da anatomia e fisiologia animal
1.1 Planos corpóreos e métodos de estudos em anatomia e fisiologia;
1.2 Características anatômicas de Deuterostômios;
1.3 Anatomia de cordados e Craniados;
1.4 Relações filogenéticas entre vertebrados.
Unidade II
2 Anatomia e Fisiologia das Membranas Biológicas;
2.1 Componentes estruturais;
2.2 Fisiologia de membrana: tipos transporte através da membrana e ATPases
2.3 Excitabilidade da membrana: potencial de membrana.
Unidade III
103

3 Morfologia e Fisiologia Animal Comparada dos Sistemas: Nervoso.


3.1 Neurônios: anatomia e fisiologia;
3.2 Células de Glia (suporte);
3.3 Organização anatômica do sistema nervoso: SNC e SNP;
3.4 Organização anatômica e fisiologia da divisão autônoma do sistema nervoso;
3.5 Anatomia comparada do encéfalo;
3.6 Anatomia comparada do cérebro.
Unidade IV
4 Morfologia e Fisiologia Animal Comparada dos Sistemas: Sensorial.
4.1 Anatomia comparada dos órgãos e estruturas sensoriais;
4.2 Fisiologia comparada da integração sensorial: transdução de sinal;
4.3 Fisiologia comparada da visão, audição, equilíbrio e sentidos químicos: Campo visual,
4.4 Mecanismos auditivos e de equilíbrio e gustação;
Unidade V
5 Morfologia e Fisiologia Animal Comparada dos Sistemas: Endócrino.
5.1 Anatomia comparada das glândulas endócrinas;
5.2 Fisiologia da sinalização hormonal;
5.3 Ciclo circadiano nos vertebrados;
5.4 Hormônios envolvidos na reprodução.
Unidade VI
6 Morfologia e Fisiologia Animal Comparada dos Sistemas: Digestório.
6.1 Anatomia geral do trato gastrintestinal;
6.2 Segmentos do trato gastrintestinal nos diferentes grupos de vertebrados;
6.3 Anatomia comparada dos órgãos acessórios do sistema digestório;
6.4 Fisiologia dos órgãos que compõe o trato gastrintestinal e formas de digestão;
Unidade VII
7 Morfologia e Fisiologia Animal Comparada dos Sistemas: Circulatório.
7.1 Órgãos do sistema circulatório;
7.2 Anatomia e fisiologia comparada dos Componentes sanguíneos nos diferentes grupos de
vertebrados;
7.3 Anatomia comparada do coração;
7.4 Fisiologia do coração: circulação nas câmaras cardíacas e vasos sanguíneos dos grupos de
vertebrados.
Unidade VIII
8 Morfologia e Fisiologia Animal Comparada dos Sistemas: Respiração.
8.1 Evolução da respiração nos vertebrados;
8.2 Anatomia dos órgãos envolvidos na respiração e trocas gasosas;
8.3 Fisiologia da respiração e trocas gasosas nos vertebrados.
Unidade IX
9 Anatomia e Fisiologia da Reprodução animal
9.1 Anatomia geral dos órgãos genitais de vertebrados;
9.2 Fisiologia da reprodução nos diferentes grupos de vertebrados;
9.3 Fisiologia da fecundação e desenvolvimento embrionário em amniotas e não amniotas;
Unidade X
10 Músculos e Movimentos
10.1 Características, funções e tipos de músculos;
10.2 Fisiologia da contração muscular;
10.3 Contração muscular: movimentos voluntários e involuntários;
10.4 Anatomia comparada do esqueleto axial e apendicular dos vertebrados;
104

10.5 Anatomia de músculos e ossos adaptados para voo, natação e caminhada;


Unidade XI
11 Adaptações Ecológicas e Evolutivas dos animais ao longo da Escala Zoológica para os sistemas
citados.
11.1 Anatomia comparada dos sistemas fisiológicos ao longo da escala evolutiva;
11.2 Adaptações fisiológicas dos Ganhos de função de órgãos e estruturas dos vertebrados;
11.3 Diferença nas adaptações fisiológicas dentro do mesmo grupo de vertebrados.
BIBLIOGRAFIA
Básica
LIEM, Karel F... et al; GRANDE, Lance. Anatomia funcional dos vertebrados: uma perspectiva
evolutiva. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 519 p.
MOYES, Cristopher D; SCHULTE, Patrícia M. Princípios de fisiologia animal. 2. ed. Porto Alegre,
RS: Artemed, 2010. 756 p.
HILL, Richard W; ANDERSON, Margaret. Fisiologia animal. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. 894
p.
Complementar
KARDONG, Kenneth V; VOEUX, Patrícia Lydie Trad. Vertebrados: anatomia comparada, função e
evolução. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2016. 788 p.
REECE, William O; SOUZA, Vinicius Ricardo Cunã de Trad; COELHO, Clarisse Simões Trad.
Anatomia funcional e fisiologia dos animais domésticos. 3.ed. São Paulo: Roca, 2008/2014/2019. 468
p. ISBN: 978857247396.
FRANDSON, Rowen D; SEULLNER, Geraldo Rev. Anatomia e fisiologia dos animais de fazenda.
7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011/2016/2017. 413 p.
SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Santos,
2002/2013/2018. 611 p.
ALCOCK, John. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9. ed. São Paulo: Artmed, 2011.
606 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
SISTEMÁTICA DE ESPERMATÓFITAS 4º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
105

Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%


OBJETIVOS

Objetivo Geral
Apresentar a origem e a evolução das plantas com sementes (Espermatófitas ou Fanerógamas). Acessar
a biodiversidade das linhagens de Fanerógamas, Gimnospermas e Angiospermas), e suas principais
relações evolutivas.

Objetivos Específicos
Identificar as principais linhagens de plantas com sementes;
Entender o processo de surgimento das sementes;
Visualizar o panorama evolutivo dentro das Gimnospermas e Angiospermas.

METODOLOGIA
Os conteúdos serão ministrados através de aulas expositivas e dialogadas., com uso de recursos
multimídias e saídas à campo e/ou laboratório. Serão estudadas plantas frescas para exibição das
principais características morfológicas de cada linhagem.
EMENTA
Origem e evolução das Espermatófitas. Surgimento das sementes. Diversidade de Gimnospermae.
Surgimento da flor. Diversidade de Angiospermae.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade I
1 O surgimento da semente e a diversidade de Gimnospermae;
1.1 Introdução as Angiosperma: o surgimento da flor;
1.2 Linhagens basais de Angiospermae: O grado ANA e as Magnoliídeas;
1.3 Diversidade e evolução de Monocotiledôneas;
Unidade II
2 Caracterização das Eudicotiledôneas e seus principais clados;
2.1 Diversidade de Superrosídeas;
2.2 Diversidade de Superasterídeas.

BIBLIOGRAFIA
Básica
JUDD, W. S.; CAMPBELL, C. S.; KELLOGG, E. A.; STEVENS, P.F.; Donoghue. Sistemática Vegetal
- 3.Ed. - Um Enfoque Filogenético. Editora Artmed. 2009. 632p.
SOUZA, Vinícius Castro; LORENZI, Harri. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das
famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4.ed. Nova Odessa-SP:
Instituto Plantarium, 2019. 767 p. ISBN: 9786580684014.
SOUZA, V. C. e LORENZI, H. Chave de identificação: para as principais famílias de Angiospermas
nativas e cultivadas do Brasil. NOVA Odessa, SP. Instituto Plantarum, 2007.
Complementar
EVERT, Ray F; EICHHORN, Susan E. Raven biologia vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014. 856 p.
VIDAL, W.N.; VIDAL, M.R.R. Botânica Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 4
ed. ver. ampl. Viçosa: UFV, 2013. 124 p.
106

BRESINSKY, Andreas et al. Tratado de botânica de Strasburger. 36. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
xviii, 1166p. ISBN: 9788536326085.
SANTOS, João Ubiratan Moreira dos Org; SANTOS, João Ubiritan Moreira dos. Flores e frutos das
restingas do Estado do Pará. Belém: UFRA, 2014. 246 p.
LORENZI, Harri. Árvores brasileiras: manual de identificacao e cultivo de plantas arbóreas do Brasil:
v.1. 7. ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum da Flora, 2016. 384 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
MICROEVOLUÇÃO 6º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva /
Teóric DC AC Ea
Atividade Eletiva / ESO TOTAL Prática Presencial
a E E D
Curricular / TCC / AC
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender as teorias sobre evolução biológica de forma crítica, sendo capaz de identificar e
interpretar processos e mecanismos relacionados;

Objetivos Específicos
Compreender as teorias e conceitos fundamentais da biologia evolutiva;
Identificar, interpretar e aplicar processos e mecanismos relacionados a evolução biológica;
Compreender a origem e evolução da diversidade biológica.

METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado por meio de aulas expositivas dialogadas. O uso de metodologia ativas
também pode ocorrer para a promoção do processo de ensino-aprendizagem, tais como, leitura ativa,
estudo de caso, metodologia baseada em problemas, etc. Poderão ser realizadas ainda atividades práticas
envolvendo técnicas computacionais para análise de dados biológicos e simuladores digitais.
O processo avaliativo será realizado conforme as normas estabelecidas pelo Regulamento de Ensino de
Graduação da UFRA, por meio de avaliações diagnósticas, formativas e somativas.
EMENTA
107

Teorias evolutivas e contexto histórico. Teoria evolutiva por meio da seleção natural e Neodarwinismo.
Evidências da evolução. Genética molecular na evolução. Processos determinísticos na evolução
biológica. Processos estocásticos na evolução biológica. Genética de populações e os processos
evolutivos relacionados. A seleção natural e a deriva genética na evolução molecular. Adaptação e
Seleção Natural: Uma explicação adaptativa. Seleção sexual. Evolução e Diversidade: Conceitos de
espécie e variação intra-específica. Especiação. Coevolução.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Teoria da evolução biológica;
1.1 Teorias evolutivas e seus contextos históricos;
1.2 Teoria evolutiva por meio da seleção natural e Neodarwinismo;
1.3 Evidências da evolução;
1.4 Genética molecular na evolução;
Unidade II
2 Processos evolutivos;
2.1 Processos determinísticos na evolução biológica;
2.2 Processos estocásticos na evolução biológica;
2.3 Genética de populações e os processos evolutivos relacionados;
2.4 A seleção natural e a deriva genética na evolução molecular;
Seleção sexual;
Unidade III
3 Diversidade biológica;
3.1 Conceitos de espécie;
3.2 Especiação;
3.3 Coevolução.
BIBLIOGRAFIA
Básica
RIDLEY, Mark. Evolução. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 752p.
FUTUYMA, Douglas J. 3. ed. Biologia evolutiva. FUNPEC-Editora 2009, 830p .
CAMPBELL, Neil A.; REECE, Jane B. Biologia. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. 1488p.
Complementar
MATIOLI, Sérgio R. Ed. Biologia molecular e evolução. 2. ed. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2012. 249 p.
MAYR, E. O que é evolução? Rio de Janeiro: Rocco, 2009. 342p.
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2002.
153p.
DARWIN, Charles; MESQUITA, André Campos trad. A Origem das espécies por meio da seleção
natural ou a preservação das raças favorecidas na luta pela vida. São Paulo: Madras, 2017. 462 p.
WATSON, James D. A dupla hélice: como descobri a estrutura do DNA. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.
205 p.
FREEMAN, S. & HERRON, J. C. Análise Evolutiva. 4ª Ed. Porto Alegre: Artmed. 2009. 848p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOFÍSICA 7º 45
108

RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES


CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Fornecer aos discentes conhecimentos em diversos tópicos de biofísica, com ênfase nas aplicações do
cotidiano.

Objetivos Específicos
Proporcionar aos discentes conhecimentos referentes a aplicação da física nas ciências biológicas;
Proporcionar aos discentes conhecimentos básicos dos tópicos de biofísica para que sejam
confeccionados trabalhos didáticos a serem apresentados em escolas do município.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas dialogadas com discussão dos textos da bibliografia,
utilizando recursos audiovisuais, pincel e quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio
de exercícios e produção textual, bem como da apresentação de seminários expositivos e realização de
atividades práticas com a orientação do (a) docente responsável. No SIGAA serão disponibilizados os
materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Introdução à Biofísica; Biomecânica e Dinâmica dos Movimentos; Bioenergética; Biotermologia;
Bioacústica; Bioeletricidade; Biofísica da Visão; Biofísica das Radiações Ionizantes; Fluidos Líquidos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I. Introdução à Biofísica
Unidade II. Biomecânica e Dinâmica dos Movimentos
Unidade III. Bioenergética
Unidade IV. Biotermologia
Unidade V. Bioacústica
Unidade VI. 6 Bioeletricidade
Unidade VII. Biofísica da Visão
Unidade VIII. Biofísica das Radiações Ionizantes
Unidade IX. Fluidos Líquidos
BIBLIOGRAFIA
109

Básica
HENEINE, I. F. Biofísica Básica. Editora Saraiva. São Paulo – SP. 1999.
DURAN, J. E. R. Biofísica - Fundamentos e Aplicações. Editora Prentice Hall. São Paulo – SP. 2003.
MOURÃO JR., C. A.; ABRAMOV, D.M. 2012. Biofísica Essencial. Editora Guanabara Koogan, Rio
de Janeiro. 212p.
Complementar

OKUNO, E.; CALDAS, I.L..; CHOWW, C. 1998. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. Editora
Harbra, São Paulo,
LEÃO, MC. 1996. Princípios de Biofísica. Editora Guanabara Koogan. São Paulo. SP.
GARCIA, E. A. C. Biofísica. 2° Ed. Editora Sarvier. 2015.
DURAN, J. E. R. Biofísica: Conceitos e Aplicações. 2° Ed. Editora Pearson Prentice Hall: São Paulo,
2011.
IMBERNÓN, Franscisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. 9.
ed. São Paulo, SP: Cortez, 2011. 127 p. (Coleção questões da nossa época; v. 14)

8º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP V - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
METODOLOGIA CIENTÍFICA, ZOOLOGIA, ECOLOGIA 8º 60
E BIOESTATISTICA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Classificaçã Dimensão de Modalidade de
Tipo CH Extensão
o Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / Eletiva / TOT DC AC Presenci Ea
Atividade Teórica Prática
ESO / TCC / AC AL E E al D
Curricular
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
110

Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de


trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
As práticas pedagógicas serão extensionistas e podem ser fundamentadas na aprendizagem baseada em
investigação de situações-problemas em espaços educacionais externos à UFRA, considerando as áreas
das disciplinas envolvidas e/ou os temas contemporâneos transversais da BNCC. As práticas se
concentram no envolvimento efetivo do público alvo durante o desenvolvimento das atividades
extensionistas no contexto das disciplinas envolvidas. Essas atividades poderão ser inseridas em algumas
dessas modalidades de ensino, como: aulas práticas que envolvam as instituições de ensino envolvidas,
atividades de campo, implementação de recursos didáticos, atividades que envolvam tecnologia digital,
entre outras. As atividades construídas, junto aos seus professores orientadores, que serão os professores
que compõem a PP, deverão proporcionar interdisciplinaridade e instigar a alfabetização científica dos
envolvidos, permitindo com que a Ufra seja instituição formadora importante no processo formativo dos
participantes. As práticas extensionistas devem ser registradas em portfólio, que compile evidências das
aprendizagens do licenciando requeridas para a docência, tais como planejamento, avaliação e
conhecimento do conteúdo.
EMENTA
Introdução ao ensino de extensão, levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços
educacionais públicos no âmbito das disciplinas. Explicar detalhadamente sobre a construção do
portfólio, como também, manter um processo de orientação contínua no processo de construção do
portfólio. Construir e executar sequências didáticas referente às ações que serão desenvolvidas no espaço
educacional. Apresentar para todos os envolvidos, o resultado das ações desempenhadas durante a PP e
refletir sobre a execução da mesma, destacando suas possibilidades e limitações. Entregar o Portfólio
contendo o detalhamento da sequência didática desenvolvida e aplicada.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução às Práticas Pedagógicas Extensionistas
1.1 O que é extensão no contexto das práticas pedagógicas
1.8 Público-alvo
1.9 Construir os grupos de trabalho
1.4 Explicar sobre o instrumento avaliativo da PP: o portfólio
Unidade II
2 Levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços educacionais públicos
2.1 Investigação das necessidades no processo de ensino e aprendizagem dos espaços escolas
2.8 Coletar e analisar dados para identificar as necessidades e prioridades
2.9 Envolver-se com as partes interessadas e entender suas perspectivas
2.4 Pesquisa e análise das necessidades
Unidade III
3 Planejamento das atividades práticas e suas sequências didáticas
3.1 Definição das situações problemas, que envolvam uma ou mais temáticas que referentes às
disciplinas na referida PP, encontradas no ambiente instituição participante
3.5 Definição da/s atividade/s que será desenvolvida para instituição participante
3.3 Construção das atividades/ Sequências didáticas a serem aplicadas para instituições participantes
111

Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da comunidade
escolhida
Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.4 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.2 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o progresso do
projeto
Registro adequado de dados e informações relevantes
Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.5 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.6 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho certo
Unidade V
6 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
Socialização da atividade extensionista aplicada
5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão do
MEC
BIBLIOGRAFIA

Básica

KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.

Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP VI - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
8º 60
BOTÂNICA, ETNOBIOLOGIA E SOCIOLOGIA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
112

Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOT Teóric DC AC Presencia
Atividade Prática EaD
ESO / TCC / AL a E E l
Curricular
AC
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de
trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
As práticas pedagógicas serão extensionistas e podem ser fundamentadas na aprendizagem baseada em
investigação de situações-problemas em espaços educacionais externos à UFRA, considerando as áreas
das disciplinas envolvidas e/ou os temas contemporâneos transversais da BNCC. As práticas se
concentram no envolvimento efetivo do público-alvo durante o desenvolvimento das atividades
extensionistas no contexto das disciplinas envolvidas. Essas atividades poderão ser inseridas em algumas
dessas modalidades de ensino, como: aulas práticas que envolvam as instituições de ensino envolvidas,
atividades de campo, implementação de recursos didáticos, atividades que envolvam tecnologia digital,
entre outras. As atividades construídas, junto aos seus professores orientadores, que serão os professores
que compõem a PP, deverão proporcionar interdisciplinaridade e instigar a alfabetização científica dos
envolvidos, permitindo com que a Ufra seja instituição formadora importante no processo formativo dos
participantes. As práticas extensionistas devem ser registradas em portfólio, que compile evidências das
aprendizagens do licenciando requeridas para a docência, tais como planejamento, avaliação e
conhecimento do conteúdo.
EMENTA
Introdução ao ensino de extensão, levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços
educacionais públicos no âmbito das disciplinas. Explicar detalhadamente sobre a construção do
portfólio, como também, manter um processo de orientação contínua no processo de construção do
portfólio. Construir e executar sequências didáticas referente às ações que serão desenvolvidas no espaço
113

educacional. Apresentar para todos os envolvidos, o resultado das ações desempenhadas durante a PP e
refletir sobre a execução da mesma, destacando suas possibilidades e limitações. Entregar o Portfólio
contendo o detalhamento da sequência didática desenvolvida e aplicada.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução às Práticas Pedagógicas Extensionistas
5.1 O que é extensão no contexto das práticas pedagógicas
5.2 Público-alvo
5.3 Construir os grupos de trabalho
5.4 Explicar sobre o instrumento avaliativo da PP: o portfólio
Unidade II
1 Levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços educacionais públicos
2.1 Investigação das necessidades no processo de ensino e aprendizagem dos espaços escolas
1.2 Coletar e analisar dados para identificar as necessidades e prioridades
1.3 Envolver-se com as partes interessadas e entender suas perspectivas
1.4 Pesquisa e análise das necessidades
Unidade III
3 Planejamento das atividades práticas e suas sequências didáticas
3.1 Definição das situações problemas, que envolvam uma ou mais temáticas que referentes às
disciplinas na referida PP, encontradas no ambiente instituição participante
3.1 Definição da/s atividade/s que será desenvolvida para instituição participante
3.2 Construção das atividades/ Sequências didáticas a serem aplicadas para instituições
participantes
Unidade IV
4 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da
comunidade escolhida
4.1 Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
4.2 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
4.3 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o
progresso do projeto
4.4 Registro adequado de dados e informações relevantes
4.5 Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
4.6 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
4.7 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho
certo
Unidade V
5 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
5.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
5.2 Entrega do portfólio
5.3 Socialização da atividade extensionista aplicada
5.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação da Extensão
do MEC
BIBLIOGRAFIA
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
114

ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS 8º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOT DC AC Presenci
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / TCC AL E E al
Curricular
/ AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Compreender os aspectos históricos, legais, sociais e educacionais da surdez, bem como a política da
educação de surdos e as correntes filosóficas. Ainda, adquirir um vocabulário básico da Libras, debater
sobre a importância dos aspectos sociais e culturais da surdez e conhecer sobre a aquisição de segunda
língua, através de leituras que mostram conceitos relacionados aos mecanismos linguísticos
desenvolvidos para surdos.
115

Objetivos Específicos
Compreender o processo histórico da Língua Brasileira de Sinais, sua estrutura e principais repercussões
no campo linguístico, na cultura surda e educação das pessoas surdas;
Discutir a mudança conceitual sobre as pessoas surdas ao longo da história;
Reconhecer aspectos da cultura e identidade surda;
Praticar conversação básica conforme léxico abordado na disciplina.

METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas e dialogadas.
atividades em classe e extraclasse como Estudo Diritido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
individuais e/ou em grupo; seminários
temáticos; tarefas e problematização de situações reais do cotidiano, interação discente
para construção conjunta do conhecimento, dentre outros trabalhos integradores/interdisciplinares e
processos avaliativos. Recursos didáticos como quadro, data show, computador,
powerpoint/canva/outros, livros, textos, internet, vídeos e demais tecnologias educacionais inclusivas.
E, Quanto à dimensão de extensão: Disciplina Curricular de Extensão (DCE) – referente à carga horária
prática, que levará em consideração a formação discente e interação com a comunidade externa
mediante, pelo menos, uma das modalidades de extensão e seus produtos, como: Programas; Projetos;
Cursos e Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços, que serão definidas em plano de ensino, com
planejamento e execução de ações de docência sobre as unidades de conteúdo e de culminância com as
referidas modalidades de extensão, com metodologia presencial ou presencial complementada com On-
line (simultaneamente), não descaracterizando a modalidade presencial do componente curricular
extensionista e modalidade de curso presencial/EaD. E, Quanto à dimensão de modalidade de ensino do
CC: presencial/EaD – referente à carga horária total/parcial, de acordo com a modalidade do curso e
parâmetros em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
A Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, processo histórico e evolução dos fatos em contexto geral e no
Brasil. A Cultura e identidade da comunidade surda. Legislação e regulamentações no Brasil. Correntes
filosóficas educacionais. Aquisição básica da LIBRAS como segunda língua (L2), introdução de
conceitos, teorias, gramática básica, internalização de vocabulário básico geral; conversação básica;
aspectos teóricos e práticos, desenvolvimento da LIBRAS e análise dos fatores socioculturais da
comunidade surda.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 História da Língua de Sinais e sua evolução no Brasil
1.1 Principais fatos históricos sobre as línguas de sinais no mundo e no Brasil;
1.2 Mitos sobre as línguas de sinais.
1.3 As comunidades linguísticas de surdos; e
1.4 A cultura e identidade surda.
Unidade II
2 Fundamentos legais, sociais e educacionais
2.1 Marco legal de LIBRAS e suas regulamentações no Brasil;
116

2.2 Correntes filosóficas educacionais: oralismo, comunicação total e bilinguismo;


2.3 Aquisição de segunda língua - aspectos sintáticos e morfológicos de LIBRAS; e
2.4 Tecnologia assistiva de comunicação e informação na educação de surdos.
Unidade III
3 Aquisição da LIBRAS de forma teórica, prática e extensionista.
3.1 Gramática em LIBRAS: pronomes, verbos, adjetivos e advérbios;
3.2 Vocabulário Básico em LIBRAS; e
3.3 Conversação Básica em LIBRAS: identidade/cumprimentos; advérbios de tempo, calendário, dias
da semana e meses do ano; membros da família/estado civil; contexto educacional/material escolar;
cursos de graduação, dentre outras.
BIBLIOGRAFIA
Básica
QUADROS, Ronice Müller de. LIBRAS. São Paulo: Parábola, 2019.
CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte; TEMÓTEO, Janice Gonçalves;
MARTINS, Antonielle
Cantarelli. Dicionário da Língua de Sinais do Brasil: a LIBRAS em suas mãos. São Paulo: EdiUsp,
2021.
LOCATELLI, Tamires. LIBRAS: aspectos, desafios e possibilidades proporcionadas pela tecnologia.
Revista
Cinetífica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, 2018. Disponível em:
https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/libras-pela-tecnologia. Acesso em: 30 jun. 2023.
Complementar
COUTINHO, Denise. LIBRAS e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. Volume I. 3. ed. rev. e
ampl.
João Pessoa: Ideia, 2015. 77 p.
SKLIAR, Carlos (org.). Atualidade da educação bilíngue para surdos: processos e projetos
pedagógicos.
Volume I. Porto Alegre: Mediação, 2017.
SILVA, Ângela Carrancho da. Ouvindo o silêncio: surdez, linguagem e educação. Porto Alegre:
Mediação,
2018.
BRANDÃO, Flávia. Dicionário ilustrado de LIBRAS: Língua Brasileira de Sinais. São Paulo: Global
Editora, 2022.
GESSER, Andrei. Libras? Que língua é essa?: Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e
da
realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009. Disponível em:
https://audreigesser.paginas.ufsc.br/files/2010/11/livro.pdf. Acesso em: 30 jun. 2023.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
FISIOLOGIA VEGETAL 8º 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
117

Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender os principais processos fisiológicos que ocorrem em plantas e como eles são afetados por
condições ambientais diversas e fatores intrínsecos a planta;
Objetivos Específicos
Compreender os mecanismos moleculares de transporte através das membranas;
Compreender os mecanismos e as forças motoras que operam no transporte de água dentro da planta e
entre a planta e seu ambiente;
Compreender o único processo de importância biológica capaz de aproveitar a energia luminosa;
Compreender o transporte dos produtos da fotossíntese das fontes para os drenos;
Compreender como os hormônios influenciam na regulação e coordenação do crescimento e
desenvolvimento de plantas;
Compreender como os fatores ambientais (químicos e físicos), fora dos seus limites normais, têm, em
geral, consequências bioquímicas e fisiológicas negativas em plantas.
METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado através de aulas teóricas (45h), práticas de laboratório (15h) e práticas
pedagógicas extensionistas (15h). Extensão: Desenvolvimento de projetos de extensão, junto a Escolas
Públicas, através de palestras, mostras científicas, mini-cursos e/ou entre outras atividades, buscando
articular a pesquisa, ensino e extensão. Preparação de material didático visando o ensino
fundamental, médio e superior; Abordagem e elaboração de diferentes metodologias para o ensino
desses temas da área de saúde no ensino fundamental e médio;
Prática pedagógica: Análise do conteúdo sobre fotossíntese nos livros didáticos de ensino fundamental.
Produção de textos e outros materiais didáticos sobre fotossíntese. Palestras de professores do ensino
básico sobre questões relativas ao ensino do tópico sobre fotossíntese. Aplicação de métodos e
estratégias didático-pedagógicas contemporâneas, tais como ferramentas para ensino à distância,
preparação de roteiros e materiais para aulas práticas, utilização de programas digitais, textos e jogos,
para capacitar o estudante de Ciências Biológicas para atuar no Ensino Fundamental e Médio no
desenvolvimento de conteúdos pertinentes a área de fisiologia vegetal;
Montagem do modelo mosaico fluido das Membranas Biológicas a partir de materiais diversos e de
baixo custo. Análise de conteúdos disciplinares em materiais paradidáticos. Análise de livros didáticos
com confecção de textos. Os textos poderão ser entregues em escolas cujos livros são utilizados e/ou
elaboração de planos de aula, com sugestões de atividades e avaliações. Poderá haver confecção de
cartilhas que também seriam disponibilizadas em escolas e/ou elaboração de sites que poderão ser
disponibilizados na rede e/ou Seleção e análise de filmes didáticos que podem ser utilizados como
ferramenta no ensino fundamental e médio. Esta seleção e análise também poderão ser disponibilizadas
118

aos professores deste nível de ensino e/ou seleção e confecção de protocolos e modelos de aulas práticas.
Estes também podem ser disponibilizados nas escolas.

EMENTA
Transporte transmembrana. Água e o continuum solo-planta-atmosfera. Fotossíntese. Translocação no
floema. Hormônios vegetais. Assimilação e fixação do nitrogênio. Dormência e Germinação da
Semente. Metabólitos secundários.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Transporte transmembrana
1.1 Membranas celulares
1.2 Proteínas de transporte
1.3 Transporte ativo e passivo
1.4 Tipos de transportes transmembrana mediado por proteínas
1.5 Transporte de íons nas raízes
1.6 Prática sobre “Plasmólise, turgescência e efeito de substâncias tóxicas sobre a permeabilidade das
membranas celulares”
1.7 Prática sobre “Efeito da temperatura sobre a permeabilidade das membranas celulares”
Unidade II
2 Água e o continuum solo-planta-atmosfera
2.1 Estrutura e propriedades da água
2.2 Difusão, osmose e fluxo em massa
2.3 Potencial hídrico
2.4 O status hídrico das plantas
2.5 Água no solo
2.6 Absorção de água pelas raízes
2.7 Transporte de água através do xilema
2.8 Movimento de água da folha para a atmosfera
2.9 Prática sobre “Determinação do conteúdo relativo de água (CRA) em folhas”
2.10 Prática sobre “Determinação do potencial hídrico (ᴪw) de tecidos vegetais pelo método
densimétrico ou Schardakow”
2.11 Prática sobre “Sudação ou gutação”
2.12 Prática sobre “Recuperação de turgescência em ramos cortados”
Unidade III
3 Fotossíntese
3.1 Reações luminosas
3.1.1 Natureza da luz
3.1.2 Pigmentos fotossintetizantes
3.1.3 Organização do aparelho fotossintético
3.1.4 Organização dos sistemas antena de absorção de luz
3.1.5 Mecanismos de transporte de elétrons
3.1.6 Transporte de prótons, síntese de ATP e NADPH
3.1.7 Ação de herbicidas no fluxo de transporte de elétrons
3.2 Reações de carboxilação
3.2.1 O ciclo de Calvin-Benson
3.2.2 Regulação do ciclo de Calvin
3.2.3 O ciclo fotossintético oxidativo do carbono
119

3.2.4 Mecanismos de concentração de carbono inorgânico: ciclo C4 e CAM


3.2.5 Acumulação e partição de fotoassimilados: amido e sacarose
3.3 Fatores que influenciam a fotossíntese
3.3.1 Arquitetura foliar
3.3.2 Anatomia foliar
3.3.3 Luminosidade (plantas de sol e de sombra)
3.3.4 Dióxido de carbono (CO2)
3.3.5 Prática sobre “Separação de pigmentos hidrossolúveis e lipossolúveis em tecidos vegetais”
3.3.6 Prática sobre “Fotossíntese: produção de o2 em plantas aquáticas”
3.3.7 Prática sobre “Determinação do espectro de absorção dos pigmentos fotossintéticos e do teor de
clorofilas a, b, (a + b) e razão clorofila a clorofila b em folhas de plantas submetidas ao sombreamento
e a pleno sol”
3.3.8 Prática sobre “Síntese de amido: efeitos das clorofilas e da luz”
3.4 Translocação no floema
3.4.1 Rotas de translocação
3.4.2 Relação fonte-dreno
3.4.3 Materiais translocados no floema
3.4.4 Modelo de fluxo de pressão
3.4.5 Carregamento e descarregamento do floema
3.4.6 Distribuição de fotossintatos: alocação e partição
3.4.7 O transporte de moléculas sinalizadoras
3.4.8 Prática sobre “Exsudação da seiva do floema”
Unidade IV
4 Hormônios vegetais
4.1 Auxina: o primeiro hormônio do crescimento vegetal descoberto
4.2 Giberelinas: reguladores da altura das plantas e da germinação de sementes
4.3 Citocininas: reguladores da divisão celular
4.4 Etileno: o hormônio gasoso e do amadurecimento de frutos
4.5 Ácido abscísico: o hormônio da maturação de sementes e resposta ao estresse
4.6 Prática sobre o “Indução de raízes adventícias em estacas”
4.7 Prática sobre o “Dominância apical”
4.8 Prática sobre “Fototropismo”
4.9 Prática sobre “Diferenciação de cloroplasto e estiolamento”
4.10 Prática sobre “Efeito do etileno no amadurecimento de frutos”
Unidade V
5 Assimilação e fixação do nitrogênio
5.1 Nitrogênio no ambiente
5.2 Assimilação do nitrato
5.3 Assimilação do amônio
5.4 Fixação biológica do nitrogênio
Unidade VI
6.1 Dormência e Germinação da Semente
6.2 Estrutura de semente
6.3 Dormência de semente
6.4 Germinação da semente
6.5 Fatores que afetam a germinação
6.6 Prática sobre estrutura, dormência e germinação de sementes
Unidade VII
120

7.1 Metabólitos secundários


7.2 Terpenos
7.3 Compostos fenólicos
7.4 Compostos nitrogenados
7.5 Prática sobre “Extração de óleos essenciais”
BIBLIOGRAFIA
Básica
TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo. Fisiologia e desenvolvimento vegetal. 6/5. ed. Porto Alegre: Artmed,
2013/2017. 858p.
KERBAUY, Gilberto Barbante. Fisiologia vegetal. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
431p.
MAESTRI, M. et al. Fisiologia vegetal: exercícios práticos. Viçosa, MG: UFV, 2012. 91p.
Complementar
SALISBURY, F. B. Fisiologia das plantas. São Paulo: Editora Cengage Learning, 2013. 749p.
FERRI, M. G. Fisiologia vegetal. 2.ed.rev.atual. São Paulo: Editora EPU, 1985. 362p.
LARCHER, Walter. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: RiMa, 2000. 531p.
EVERT, Ray F; EICHHORN, Susan E. Raven biologia vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014. 856 p.
BELTRÃO, N. E. de M. Ecofisiologia das culturas de algodão, amendoim, gergelim, mamona, pinhão-
manso e sisal. Brasília, DF: Embrapa, 2011. 322p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
MACROEVOLUÇÃO 8º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender os processos macroevolutivos e discutir sobre os aspectos teóricos relacionados à origem
e evolução da vida de forma crítica, ética e responsável.
121

Objetivos Específicos
Compreender os conceitos fundamentais de macroevolução;
Compreender o conhecimento evolutivo advindo da análise dos registros fósseis;
Discutir processos evolutivos de longo prazo;
Explorar interações entre biota e ambiente;
Analisar padrões e tendências evolutivas;
Entender a origem de grupos taxonômicos importantes.
METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado por meio de aulas expositivas dialogadas. O uso de metodologia ativas
também pode ocorrer para a promoção do processo de ensino-aprendizagem, tais como, leitura ativa,
estudo de caso, metodologia baseada em problemas, etc. O processo avaliativo será realizado conforme
as normas estabelecidas pelo Regulamento de Ensino de Graduação da UFRA, por meio de avaliações
diagnósticas, formativas e somativas.
EMENTA
Micro e macroevolução e Gradualismo e equilíbrio pontuado; Especiação, Irradiação e convergência
adaptativa; Fósseis e Registro Fóssil; Extinções; Origem da vida, evolução pré-cambriana e explosão do
cambriano; Paleozoico; Mesozoico; Cenozoico e a origem do gênero Homo; Ancestralidade e Fósseis
Humanos Primitivos; Migrações e Expansões Humanas; Origem do homem moderno.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos básicos
1.2 Da micro para a macroevolução - Gradualismo e equilíbrio pontuado;
1.3 Especiação, Irradiação e convergência adaptativa;
1.4 Fósseis e Registro Fóssil;
1.5 Extinções;
Unidade II
2 Origem e História da vida (Origem das Grandes Grupos Taxonômicos e Evolução de Características
Complexas)
2.1 Origem da vida, evolução pré-cambriana e explosão do cambriano;
2.2 Paleozoico;
2.3 Mesozoico;
2.4 Cenozóico e a origem do gênero Homo;
Unidade III
3 Evolução Humana
3.1 Ancestralidade e Fósseis Humanos Primitivos;
3.2 Migrações e Expansões Humanas;
3.3 Origem do homem moderno.
BIBLIOGRAFIA
Básica
FUTUYMA, Douglas J. 3. ed. Biologia evolutiva. FUNPEC-Editora 2009, 830 p.
RIDLEY, Mark. Evolução. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 752 p.
FREEMAN, S. & HERRON, J. C. Análise Evolutiva. 4ª Ed. Porto Alegre: Artmed. 2009. 848 p.
Complementar
AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2002.
153p.
CAMPBELL, Neil A.; REECE, Jane B. Biologia. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1464p.
122

BROWN, James H.; LOMOLINO, Mark V. Biogeografia. 2.ed. Ribeirão Preto: FUNPEC, 2006.
COX, C. Barry; SILVA, Luiz Felipe Coutinho Ferreira Trad. Biogeografia: uma abordagem ecológica
e evolucionária. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 398 p.
SNUSTAD, D. Peter; GALLO, Cláudia Vitória de Moura Rev. Fundamentos de genética. 7.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. 579 p. ISBN: 9788527730860.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA 8° 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%

Objetivo Geral
Compreender os princípios fundamentais da anatomia e fisiologia do corpo humano;
Objetivos Específicos
Deduzir que a estrutura, a sustentação e a movimentação dos animais resultam da interação entre os
sistemas muscular, ósseo e nervoso;
Justificar o papel do sistema nervoso na coordenação das ações motoras e sensoriais do corpo, com
base na análise de suas estruturas básicas e respectivas funções;
Analisar e explicar as transformações que ocorrem na puberdade considerando a atuação dos
hormônios sexuais e do sistema nervoso;
Comparar o modo de ação e a eficácia dos diversos métodos contraceptivos e justificar a necessidade
de compartilhar a responsabilidade na escolha e na utilização do método mais adequado à prevenção
da gravidez precoce e indesejada e de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST).;
Conhecer os elementos constituintes, a organização e as características funcionais dos sistemas;
Relacionar a estrutura anatômica com a sua respectiva função fisiologica;
Descrever as principais rotas fisiológicas dos sistemas estudados.
METODOLOGIA
Como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvam os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
123

Introdução à anatomia e fisiologia humana; Anatomia e Fisiologia das Membranas Biológicas; Anatomia
e Fisiologia humana dos Sistemas: Nervoso, Sensorial, Endócrino, Digestivo, Circulatório; Respiratório;
Anatomia e Fisiologia da Reprodução animal; Músculos e Movimentos;
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à anatomia e fisiologia humana;
1.2 Métodos de estudo em Anatomia e fisiologia;
1.3 Posições anatômicas e sistemas do corpo humano;
Unidade II
2 Anatomia e Fisiologia das Membranas Biológicas;
2.1 Componentes estruturais;
2.2 Fisiologia de membrana: tipos transporte através da membrana e ATPases
2.3 Excitabilidade da membrana: potencial de membrana.
Unidade III
3 Anatomia e Fisiologia humana dos sistemas: Nervoso;
3.1 Neurônios: anatomia e fisiologia;
3.2 Células de Glia (suporte);
3.3 Organização anatômica do sistema nervoso: SNP e SNP;
3.4 Organização anatômica e fisiologia da divisão autônoma do sistema nervoso;
3.5 Anatomia encéfalo;
3.6 Anatomia cérebro;
3.7 Fisiologia do córtex cerebral e cerebelo.
Unidade IV
4 Anatomia e Fisiologia Humana dos Sistemas: Sensorial;
4.1 Anatomia dos órgãos e estruturas sensoriais humanas;
4.2 Fisiologia da transdução de sinais sensórias aos centros integradores;
4.3 Fisiologia da visão, audição, equilíbrio e sentidos químicos: Campo visual, mecanismos auditivos
e de equilíbrio e gustação;
Unidade V
5 Anatomia e Fisiologia humana dos Sistemas: Endócrino.
5.1 Anatomia das glândulas endócrinas;
5.2 Fisiologia da sinalização hormonal: Classificação dos hormônios.
5.3 Relógio biológico;
5.4 Diferenciação hormonal na fisiologia de homens e mulheres;
5.5 Hormônios do eixo hipotalâmico-hipofisário;
5.6 Retroalimentação.
Unidade VI
6 Anatomia e Fisiologia humana dos Sistemas: Digestório.
6.1 Anatomia geral do trato gastrintestinal;
6.2 Segmentos do trato gastrintestinal: Boca ao ânus;
6.3 Anatomia comparada dos órgãos acessórios do sistema digestório;
6.4 Fisiologia dos órgãos que compõe o trato gastrintestinal.;
Unidade VII
7 Anatomia e Fisiologia humana dos Sistemas: Circulatório.
7.1 Órgãos do sistema circulatório;
7.2 Anatomia e fisiologia dos Componentes sanguíneos em humanos;
7.3 Anatomia do coração;
7.4 Fisiologia do coração: circulação nas câmaras cardíacas e vasos sanguíneos.
Unidade VIII
124

8 Anatomia e Fisiologia humana dos Sistemas: Respiração.


8.1 Anatomia dos órgãos envolvidos na respiração e trocas gasosas;
8.2 Anatomia e fisiologia do pulmão
8.3 Fisiologia da respiração e trocas gasosas em humanos;
Unidade IX
9 Anatomia e Fisiologia da Reprodução animal;
9.1 Anatomia geral dos órgãos genitais de vertebrados;
9.2 Fisiologia da formação de gametas em machos e fêmeas.
9.3 Ciclo estral em humanos;
9.4 Fisiologia da fecundação e anatomia do desenvolvimento embrionário;
9.5 Métodos contraceptivos.
Unidade X
10 Músculos e Movimentos
10.1 Características, funções e tipos de músculos;
10.2 Fisiologia da contração muscular;
10.3 Contração muscular: movimentos voluntários e involuntários;
10.4 Anatomia do esqueleto axial e apendicular;
10.5 Fisiologia de músculos e ossos adaptados para a locomoção;
BIBLIOGRAFIA
Básica
TORTORA, G. J.; NIELSEN, M.T. 2013. Princípios de Anatomia Humana, 12a ed. Editora Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro. 1110p.
WIDMAIER, E.P.; RAFF, H.; STANG, K.T. 2017. Vander – Fisiologia humana – Os mecanismos das
funções corporais. 14a ed. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.824p.
VANPUT, C.; REGAN, J.; RUSSO, A. 2016. Anatomia e fisiologia de Seeley. 10a ed. Editora McGraw-
Hill, Porto Alegre.1264p.
Complementar
KARDONG, Kenneth V; VOEUX, Patrícia Lydie Trad. Vertebrados: anatomia comparada, função e
evolução. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2016. 788 p."
BEAR, M.F.; CONNORS, B.W.; PARADISO, M.A. 2017. Neurociências: Desvendando o Sistema
Nervoso. 4a
ed. Editora Artmed, Porto Alegre. 1016p."
SILVERTHORN, D.U. 2017. Fisiologia humana – Uma abordagem integrada. 7a ed. Editora Artmed,
Porto
Alegre. 960p.
TANK, P.W.; GAST, T. R. 2009. Atlas de anatomia humana. Editora Artmed, Porto Alegre. 448p.
MOORE, Keith L; AGUR, Anne M. R. Fundamentos de anatomia clínica. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004. 562 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
METODOLOGIA AVANÇADA DA PESQUISA Letiva 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
125

CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOTA Práti Presenci
Atividade Teórica DCE C EaD
ESO / TCC / AC L ca al
Curricular E
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Incentivar e orientar os discentes no desenvolvimento e na execução de trabalhos acadêmicos e
elaboração de projeto de pesquisa; abrangendo discussões sobre paradigmas de pesquisa, questões
referentes aos desenhos de pesquisa, e estratégias para análise de material empírico, visando aquisição
de hábitos e atitudes com fundamentação científica;

Objetivos Específicos
Compreender os tipos e técnicas de pesquisa e suas implicações na elaboração, adequada, de objetivos,
justificativa, problema e hipóteses de pesquisa;
Elaborar um projeto de pesquisa, dentro de uma metodologia científica e de pesquisa coerente e de viável
execução;
Entender a adequação das diferentes abordagens metodológicas às diferentes áreas do saber científico;
Compreender as fases da investigação científica: planejamento, elaboração do projeto de pesquisa,
execução, análise dos dados, divulgação.

METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas e dialogadas,
atividades em classe e extraclasse como Estudo Diritido, exercício de desenvolvimento de conteúdo,
individuais e/ou em grupo; seminários temáticos; tarefas e problematização de situações reais do
cotidiano, interação discente para construção de conhecimento e de relatórios de pesquisa, processos
avaliativos que incluem a elaboração de projeto de pesquisa como produto final em interdisciplinaridade
com o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Recursos didáticos como quadro, data show, computador,
powerpoint/canva/outros, livros, textos, monografias, artigos científicos, internet, vídeos e demais
tecnologias educacionais. E, quanto à dimensão de modalidade de ensino do CC: presencial/EaD –
referente à carga horária total/parcial, de acordo com a modalidade do curso e parâmetros em Projeto
Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
A Universidade e a Pesquisa Científica. A investigação científica como prática social. Tipologia de
Pesquisa. Técnicas de pesquisa. Planejamento e execução de pesquisa. Produtos da Pesquisa. Publicação
e Impacto: comunicação dos resultados de pesquisa científica. Normas para elaboração e apresentação
de trabalhos acadêmicos (ABNT). Normalização da Ufra. Ética em Pesquisa. Estrutura de Relatório
Técnico-científico e elaboração de Projeto de Pesquisa para fins de Trabalho de Conclusão de Curso
126

(TCC).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Abordagem do conteúdo curricular em relação à sua ementa/CH com formação generalista de no mínimo
75%; podendo ter a aplicação ao curso, regionalidade amazônica e local em até 25%, complementada
em plano de ensino docente às seguintes unidades básicas:
Unidade I
1 A Universidade e a Pesquisa Científica
1.1 A função social da pesquisa e a relação entre universidade e produção de conhecimento científico:
educação, pesquisa, ciência e tecnologia;
1.2 Tipologia: classificação da pesquisa quanto à sua natureza, fins e objeto;
1.3 Técnicas de coleta, instrumentos de coleta de dados, tratamento de dados, população e amostra;
1.4 Planejamento, execução, fontes de financiamento, comunicação dos resultados de pesquisa
científica;
1.5 A ética na pesquisa: ética e pesquisa, comitês de ética em pesquisa (com seres humanos ou com
animais).
Unidade II
2 Normalização para Trabalho de Conclusão de Curso
2.1 Noções da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas): NBR 6022 (Artigo Científico),
NBR 6023 (Referências), NBR 6024 (Numeração Progressiva), NBR 6027 (Sumário), NBR 6028
(Resumo), NBR 10520 (Citações), NBR 14724 (Trabalhos acadêmicos), NBR 15287 (Projeto de
Pesquisa).
2.2 Normalização de Trabalhos Acadêmicos na Ufra, comunicação e publicação.
2.3 Estrutura de relatório técnico-científico: relatório de pesquisa, de estágio, dentre outros.
2.4 Estrutura de trabalhos acadêmicos (elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais) para monografia
e artigos científicos como organização de TCC.
Unidade III
3 O Projeto de Pesquisa
3.1 Projeto de Pesquisa: conceito, finalidade, estrutura e etapas.
3.2 Estrutura de um projeto de pesquisa: problema de pesquisa, hipótese/pressuposto; justificativa;
Objetivos; Revisão de literatura (diretrizes metodológicas para a leitura, compreensão e documentação
de textos, softwares para gestão de pesquisa bibliográfica) e Metodologia (configuração; população e
amostra; instrumentos; plano de coleta, tabulação e análise de dados).
3.3 Elaboração de Projeto de Pesquisa para TCC como produto de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA
Básica
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010/2016. 184 p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica.
7/8.ed. atual. São Paulo, SP: Atlas, 2017. 346 p.
PEREIRA, Adriana Soares et al. Metodologia da pesquisa científica. Santa Maria, RS: UFSM, 2018.
Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/15824/Lic_Computacao_Metodologia-
Pesquisa-Cientifica.pdf?sequence=. Acesso em: 29 jun. 2023.
Complementar
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos
de graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2017.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 27. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas,
2010.
127

MEDEIROS, Joao Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São
Paulo: Atlas, 2019.
NORMAS para padronização de trabalhos acadêmicos. Belém: UFRA, 2021. Disponível em:
https://bibliotecacp.ufra.edu.br/images/MANUAL_DE_NORMALIZA%C3%87%C3%83O_ATUALI
ZADO_5%C
2%AA_edi%C3%A7%C3%A3o_ATUAL_2021.pdf. Acesso em: 30 jun. 2023.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 24. ed. São Paulo: Cortez, 2016.

9º SEMESTRE
IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PP VII - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE
EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE 9º 60
E TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOT Teóric DC AC Presencia
Atividade Prática EaD
ESO / TCC / AL a E E l
Curricular
AC
100
Disciplina Letiva 60 0 60 60 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Promover um intercâmbio entre a universidade e as instituições de ensino públicas, com o intuito de
proporcionar a vivência de diversas práticas que permeiam as Ciências Biológicas a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
Objetivos Específicos
Promover a investigação didático-científica, buscando uma construção e troca mútua de conhecimento
entre a universidade e as instituições públicas de ensino;
Incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade, a iniciativa, a habilidades de
trabalho em grupo de modo colaborativo e ético, a resolução de problemas, a conectar a ciência ao dia
a dia;
Desenvolver habilidades de planejamento, desde a investigação a avaliação das experiências de ensino
e aprendizagem vivenciadas ao longo do semestre;
Proporcionar a implementação de atividades inter e transdisciplinar que envolva a/as temática/s
abordada/s nesta PP.
METODOLOGIA
128

As práticas pedagógicas serão extensionistas e podem ser fundamentadas na aprendizagem baseada em


investigação de situações-problemas em espaços educacionais externos à UFRA, considerando as áreas
das disciplinas envolvidas e/ou os temas contemporâneos transversais da BNCC. As práticas se
concentram no envolvimento efetivo do público alvo durante o desenvolvimento das atividades
extensionistas no contexto das disciplinas envolvidas. Essas atividades poderão ser inseridas em algumas
dessas modalidades de ensino, como: aulas práticas que envolvam as instituições de ensino envolvidas,
atividades de campo, implementação de recursos didáticos, atividades que envolvam tecnologia digital,
entre outras. As atividades construídas, junto aos seus professores orientadores, que serão os professores
que compõem a PP, deverão proporcionar interdisciplinaridade e instigar a alfabetização científica dos
envolvidos, permitindo com que a Ufra seja instituição formadora importante no processo formativo dos
participantes. As práticas extensionistas devem ser registradas em portfólio, que compile evidências das
aprendizagens do licenciando requeridas para a docência, tais como planejamento, avaliação e
conhecimento do conteúdo.
EMENTA
Introdução ao ensino de extensão, levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços
educacionais públicos no âmbito das disciplinas. Explicar detalhadamente sobre a construção do
portfólio, como também, manter um processo de orientação contínua no processo de construção do
portfólio. Construir e executar sequências didáticas referente às ações que serão desenvolvidas no espaço
educacional. Apresentar para todos os envolvidos, o resultado das ações desempenhadas durante a PP e
refletir sobre a execução da mesma, destacando suas possibilidades e limitações. Entregar o Portfólio
contendo o detalhamento da sequência didática desenvolvida e aplicada.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução às Práticas Pedagógicas Extensionistas
5.5 O que é extensão no contexto das práticas pedagógicas
5.6 Público-alvo
5.7 Construir os grupos de trabalho
5.8 Explicar sobre o instrumento avaliativo da PP: o portfólio
Unidade II
2 Levantamento, avaliação e análise das necessidades dos espaços educacionais públicos
2.1 Investigação das necessidades no processo de ensino e aprendizagem dos espaços escolas
2.2 Coletar e analisar dados para identificar as necessidades e prioridades
2.3 Envolver-se com as partes interessadas e entender suas perspectivas
2.4 Pesquisa e análise das necessidades
Unidade III
3 Planejamento das atividades práticas e suas sequências didáticas
3.1 Definição das situações problemas, que envolvam uma ou mais temáticas que referentes às
disciplinas na referida PP, encontradas no ambiente instituição participante
5.5 Definição da/s atividade/s que será desenvolvida para instituição participante
5.6 Construção das atividades/ Sequências didáticas a serem aplicadas para instituições
participantes
Unidade IV
6 Execução da atividade extensionista junto ao espaço educacional com envolvimento da
comunidade escolhida
6.1 Implementação do plano de acordo com as atividades e tarefas definidas
6.2 Gerenciamento dos recursos e resolução de problemas ou desafios inesperados
6.3 Comunicação regular com as partes interessadas para manter todos informados sobre o
progresso do projeto
129

6.4 Registro adequado de dados e informações relevantes


6.5 Monitoramento dos indicadores de desempenho e do cumprimento dos prazos
6.6 Identificação de desvios ou problemas e implementação de ações corretivas
6.7 Realização de revisões e avaliações regulares para garantir que o projeto esteja no caminho
certo
Unidade V
7 Conclusão e entrega referente a atividade aplicada
7.1 Verificação dos resultados alcançados em relação aos objetivos estabelecidos
7.2 Entrega do portfólio
7.3 Socialização da atividade extensionista aplicada
7.4 Indicadores de avaliação da extensão de acordo com o Instrumento de Avaliação do Curso do
MEC
BIBLIOGRAFIA
Básica
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016. 199 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
Complementar
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. A Didática e as contradições da prática. - Campinas: papirus, 1998.
CACHAPUZ, António Org. A necessária renovação do ensino das ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2017. 264 p.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. -
10. ed. - São Paulo: Cortez, 2011. 127 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. - Curitiba:
Ibpex, 2006. 118 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
NEUROCIÊNCIA NA EDUCAÇÃO 9º 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina /
Letiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
Eletiva / L E E l
Curricular
130

ESO /
TCC / AC
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0 100%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Conhecer os fundamentos das neurociências, a plasticidade neural e o cérebro como estrutura orgânica
que quando estimulado adequadamente, desenvolve potencialidades ao educando no ato de aprender.

Objetivos Específicos
Conhecer as funções neurais executivas e cognitivas; atenção, memória, inteligência e aprendizagem;
Reconhecer a plasticidade do cérebro e sua funcionalidade como ferramenta importante para a aquisição
do conhecimento e suas implicações no desempenho do indivíduo no ato de aprender;
Perceber a importância da atenção e da concentração no momento pontual da aprendizagem;
Identificar as implicações do cérebro e da sua funcionalidade estrutural no corpo para o desenvolvimento
humano;
Descrever as dimensões biológicas, psicológicas, afetivas, motoras, emocionais e sociais que
influenciam o desenvolvimento humano e o contexto da aprendizagem;
Compreender os aspectos que interferem no aprendizado e também sobre como abordar esses transtornos
na prática diária;
Discutir acerca dos diversos transtornos de aprendizagem ligados a região neural.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Sistema nervoso central. Neuroplasticidade. Memória, linguagem e aprendizagem. Transtornos de
aprendizagem: dislexia, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDHA), entre outros.
Estratégias didáticas para trabalhar com as subjetividades dos transtornos no ambiente escolar. Desafios
enfrentados pelo professor para lidar com os transtornos de aprendizagem junto aos seus discentes.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos básicos sobre o sistema nervoso central
1.1 Uma apresentação do sistema nervoso;
1.2 Desenvolvimento embrionário, maturação pós-natal, envelhecimento e morte do sistema nervoso;
1.3 Processamento de informação e transmissão de mensagens através de sinapses;
Unidade II
2 Neuroplasticidade
2.1 Bases biológicas da neuroplasticidade;
2.2 Receptores sensoriais e a transdução: primeiros estágios para a percepção;
Unidade III
3 Memória e Aprendizagem
3.1 As bases neurais da percepção e da atenção;
3.2 As bases neurais da memória e da aprendizagem;
3.3 A neurobiologia da linguagem e das funções lateralizadas;
Unidade IV
131

4 Neurociência nos transtornos de aprendizagem


4.1 Aspectos que interferem no aprendizado;
4.2 Transtornos de aprendizagem;
4.3 Estratégias para a abordagem dos transtornos em sala de aula.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ROTTA, Newra Tellechea; FILHO, César Augusto Bridi; BRIDI, Fabiane De Souza Bridi. Neurologia
e aprendizagem: abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2016.
COSENZA, Ramon Moreira; GUERRA, Leonor Bezerra. Neurociência e Educação: Como o Cérebro
Aprende. 1. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2011, 151p.
Rotta, N. T.; Ohlweiler, L. e Riesgo, R. S. (2016) (Org.s). Transtornos da Aprendizagem: Abordagem
Neurobiológica e Multidisciplinar. 2ª edição. Artmed, Porto Alegre.
Complementar
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,
1996. 148 p.
LA ROSA, Jorge (Org.); Ferreira, Berta Weil; Santos, Bettina Steren Dos; Ries, Bruno Edegar;
Rodrigues, Elaine Waignberg; Zanella, Liane; Ramos, Maria Beatriz Jacques (2003). Psicologia e
educação: o significado do aprender (7ª ed.). Porto Alegre: EDIPUCRS.
MALDONATO, Mauro. Dicionário das ciências da mente: psicologia, psiquiatria, psicanálise,
neurociências. Rio de Janeiro: SENAC Nacional, 2014. 447 p. ISBN: 9788574583495.
CAPOVILLA, Fernando César; MAURICIO, Aline Cristina L. Novo deit-libras: dicionário
enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira, baseado em linguística e neurociências
cognitivas. 3. ed. São Paulo, SP: Universidade de São Paulo : INEP : CNPQ : CAPES : Obeduc, 2015.
1401 p.
COLEÇÃO saberes: 100 minutos para entender Freud. 2. ed. Bauru, SP: Astral cultural, 2022.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
IMUNOLOGIA 9° 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Presencia
Atividade Teórica Prática EaD
ESO / L E E l
Curricular
TCC / AC
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0 100%
132

OBJETIVOS
Objetivo Geral
Conhecer os mecanismos imunológicos relacionados as barreiras físicas, humoral e celular que atuam
no combate aos agentes infecciosos e parasitários.
Objetivos Específicos
Identificar o tipo de reposta imunológica elicitada pelo hospedeiro;
Apontar que órgãos e estruturas do corpo atuam na resposta imunológica;
Identificar os tipos celulares envolvidos na resposta imunológica;
Relacionar os diferentes tipos celulares com a resposta imunológica elicitada;
Diferenciar os tipos celulares quanto sua atuação na resposta imunológica;
Reconhecer os mecanismos celulares envolvidos na resposta humoral;
Reconhecer os mecanismos celulares envolvidos na resposta imune celular;
Indicar medidas profiláticas no combate aos agentes infecciosos e parasitários;
Argumentar sobre a importância da vacinação para a saúde pública, com base em informações sobre a
maneira como a vacina atua no organismo e o papel histórico da vacinação para a manutenção da saúde
individual e coletiva e para a erradicação de doenças;
Interpretar as condições de saúde da comunidade, cidade ou estado, com base na análise e comparação
de indicadores de saúde (como taxa de mortalidade infantil, cobertura de saneamento básico e incidência
de doenças de veiculação hídrica, atmosférica entre outras) e dos resultados de políticas públicas
destinadas à saúde.
METODOLOGIA
Como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvam os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
Introdução a imunologia; Resposta imune inata; Resposta imune adaptativa; Componentes teciduais e
órgãos que elicitam a resposta imune; Antígenos e Anticorpos; Populações de células linfocitárias;
Reação de Histocompatibilidade; Saúde: imunização; Saúde: Noções de epidemiologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução a imunologia;
1.1 Bases celulares e moleculares das imunidades inata e adaptativas;
1.2 Imunologia no contexto evolutivo;
Unidade II
2 Resposta imune inata;
2.1 Barreiras físicas e bioquímicas do sistema imune inato;
2.2 Elementos celulares que formam a o sistema imune inato;
2.3 Ação do sistema complemento e proteínas de fase aguda;
2.4 Processos inflamatórios;
Unidade III
3 Resposta imune adaptative;
3.1 Componentes celulares da resposta imune adaptativa;
3.2 Diferenciação celular na resposta imune adaptativa;
3.3 Seleção clonal, resposta imune primária, secundária, memória imunológica;
Unidade IV
4 Componentes teciduais e órgãos que elicitam a resposta imune;
133

4.1 Tecidos e órgãos linfóides;


4.2 Atuação da mucosa na resposta imune;
4.3 Maturação e recirculação de linfócitos;
Unidade V
5 Antígenos;
5.1 Quanto o meio de acesso à célula hospedeiro: Exógeno e endógeno;
5.2 Conceitos de Imunogenicidade e Antigenicidade;
5.3 Reações imunológicas cruzadas;
Unidade VI
6 Anticorpos;
6.1 Estrutura molecular (cadeias leves e pesa);
6.2 Imunoglobulinas humanas: IgG, IgA, IgM, IgD e IgE;
6.3 Função das imunoglobulinas quanto ao reconhecimento do antígeno;
6.4 Noções básicas de ensaios para a detecção de anticorpos.
Unidade VII
7 Populações de células linfocitárias.
7.1 Linfócitos B (LB) e Linfócitos T: mecanismos de atuação.
7.2 Subpopulações de linfócitos T:
7.3 TCD4+:- Th1, Th2, Th17 e Treg.
7.4 TCD8+
7.5 Papel das citocinas na resposta imune mediada por linfócitos T.
Unidade VIII
8 Reação de Histocompatibilidade.
8.1 Moléculas de Histocompatibilidade (MHC).
8.2 Classes de MHC (I e II) e papel de cada uma no sistema imunológico.
8.3 Função do complexo de Histocompatibilidade na resposta imune.
Unidade IX
9 Saúde: Imunização
9.1 Imunização passiva e imunização ativa;
9.2 Métodos de produção de vacinas: virais e bacterianas atenuadas, mortas e de subunidades.
9.3 Noções de saúde pública: cobertura vacinal e plano nacional de imunização (PNI)
Unidade X
10 Saúde: Noções de epidemiologia.
10.1 Infecções sexualmente transmissíveis;
10.2 Bases da imunidade de doenças negligenciadas da Amazônia: Chagas; Malária; leishmaniose;
Tuberculose.
10.3 Saúde e meio ambiente: medidas profiláticas no aconselhamento de saúde.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ABBAS, A.K.; LICHTMAN, A.H.; PILLAI, S. 2015. Imunologia Celular e Molecular. 8a Ed.
Saunders/Elsevier, Amsterdã – 552 p.
ABBAS, A.K.; LICHTMAN, A.H.; PILLAI, S. 2017. Imunologia Básica: Funções e Distúrbios do
Sistema Imunológico. 5a Ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 338 p.
DELVES, P.J.; MARTIN, S.J.; BURTON, D.R.; ROITT, I.M. 2013. Roitt -Fundamentos de Imunologia.
12a Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 568 p.
Complementar
134

COICO, R.; SUNSHINE, G. 2010. Imunologia. 6a Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 404 p.
LEVINSON, W. 2016. Microbiologia Médica e Imunologia. 13a Ed. Porto Alegre: AMGH, 800 p.
MURPHY, K. 2014. Imunobiologia de Janeway. 8a Ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 888 p.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; COLAB, Chao Yun Irene Yan. Biologia celular e molecular. 9. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012/2018. 364 p.
BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira; VIANA, Viviane Japiassú. Poluição ambiental
e saúde pública. 1. ed. São Paulo: Érica, 2014. 128p. (Eixos. Ambiente e saúde) ISBN:
9788536506128.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
PARASITOLOGIA 9° 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Reconhecer os parasitas e suas relações interespecíficas, relação parasita-hospedeiro, por meio da
morfologia, ciclo biológico e doenças provocadas.
Objetivos Específicos
Compreender os conceitos relacionados à parasitologia;
Identificar as características morfológicas que diferenciam os grupos de parasitas;
Apontar o tipo de ciclo biológico do parasita;
Reconhecer os hospedeiros envolvidos no ciclo biológico;
Identificar os parasitas por meio do local, os órgãos, em que ocorre o parasitismo no hospedeiro;
Descrever os sintomas, no hospedeiro, do parasitismo;
Conhecer as medidas profiláticas para o combate dos parasitas.
Interpretar as condições de saúde da comunidade, cidade ou estado, com base na análise e comparação
de indicadores de saúde (como taxa de mortalidade infantil, cobertura de saneamento básico e incidência
de doenças de veiculação hídrica, atmosférica entre outras) e dos resultados de políticas públicas
destinadas à saúde.
METODOLOGIA
135

Como estratégias metodológicas de aprendizagem serão utilizados aulas expositivas dialogadas, aulas
práticas e práticas de recuperação com a leitura de textos e discussões sobre temas que envolvam os
assuntos vistos em sala.
EMENTA
Introdução a parasitologia; Noções de entomologia médica; Protozoários parasitos: Plasmódios;
Protozoários parasitos: Toxoplasma gondi; Protozoários parasitos: Trypanosoma cruzi (doença de
Chagas); Protozoários parasitos: Leishmaniose; Protozoários parasitas do trato gastrintestinal;
Tricomoníase; nematódeos intestinais; Larva migrans, visceral e cutânea; Filarioses; Trematódeos
parasitos: Schistosoma mansoni e Fasciola hepática; Cestoides parasitos; Noções de diagnostico
parasitológico.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução a parasitologia;
1.1 Parasitologia no contexto sociocultural;
1.2 Terminologia parasitológica: Parasita/ hospedeiro; Vetor; Relação de parasitismo;
1.3 Classificação de parasitas e vetores;
Unidade II
2 Noções de entomologia médica:
2.1 Classificação de vetores;
2.2 Transmissão vetorial de doenças (DTV);
2.3 Doenças emergentes e reemergentes: noções de epidemiologia;
Unidade III
3 Protozoários parasitos: Plasmódios;
3.1 Plasmódios que infectam humanos: Plasmodium falciparum, P. vivax, P. malariae, P. ovale.
3.2 Ciclo biológico;
3.3 Biologia de Vetores da malária;
3.4 Aspectos clínicos, prevenção e controle de Malaria;
Unidade IV
4 Protozoários parasitos: Toxoplasma gondi;
4.1 Ciclo biológico;
4.2 Modos de transmissão;
4.3 Aspectos clínicos, prevenção e controle de Toxoplasmose;
Unidade V
5 Protozoários parasitos: Trypanosoma cruzi (doença de chagas);
5.1 Ciclo biológico;
5.2 Vetores da doença de Chagas.
5.3 Aspectos clínicos, prevenção e controle de Toxoplasmose.
5.4 Aspectos gerais de tripanossomas africanos.
Unidade VI
6 Protozoários parasitos: Leishmaniose.
6.1 Gênero Leishmania;
6.2 Aspectos biológicos;
6.3 Vetores das Leishmanioses;
6.4 Aspectos clínicos, prevenção e controle da Leishmaniose.
Unidade VII
7 Protozoários parasitas do trato gastrintestinal.
7.1 Amebas intestinais; Giardíase (Giardia duodenalis); Balantidium coli;
7.2 Ciclos biológicos;
136

7.3 Aspectos clínicos, prevenção e controle de parasitas gastrintestinais.


7.4 Protozoários intestinais emergentes.
Unidade VIII
8 Tricomoníase.
8.1 Trichomonas vaginalis;
8.2 Aspectos biológicos;
8.3 Mecanismos de lesão epitelial;
8.4 Aspectos clínicos, prevenção e controle.
Unidade IX
9 Nematódeos intestinais.
9.1 Biologia de nematódeos.
9.2 Gêneros: Ascaris, Trichuris, Strogyloides, Enterobius;
9.3 Ancislostomídeos;
9.4 Ciclos biológicos;
9.5 Aspectos clínicos, prevenção e controle.
9.6 Imunização passiva e imunização ativa;
Unidade X
10 Larva migrans Visceral e cutânea.
10.1 Toxocara e a larva migrans visceral;
10.2 Ancilostomídeos e a larva migrans cutânea;
10.3 Aspectos biológicos.
Unidade XI
11 Filarioses
11.1 Filárias;
11.2 Filariose linfática;
11.3 Vetores das principais filarioses humanas.
11.4 Aspectos biológicos;
11.5 Aspectos clínicos, prevenção e controle.
Unidade XII
12 Trematódeos parasitos: Schistosoma mansoni e Fasciola hepática.
12.1 Biologia de trematódeos digenéticos;
12.2 Aspectos biológicos;
12.3 Aspectos clínicos, prevenção e controle.
Unidade XIII
13 Cestoides parasitos.
13.1 Teníase e a cisticercose humana;
13.2 Equinococoses: gênero Echinococus;
13.3 Himenolepíases: gênero Hymenolepis;
13.4 Difilobotríases: gênero Diphyllobothrium;
13.5 Ciclos biológicos;
13.6 Aspectos clínicos, prevenção e controle.
Unidade XIV
14 Noções de diagnostico parasitológico.
14.1 Exames de amostras de fezes;
14.2 Exames de amostras de sangue;
14.3 Diagnósticos de infecções por protozoários; Nematódeos; Trematódeos e Cestoides.
BIBLIOGRAFIA
Básica
137

NEVES, D.P.; FILIPPIS, T. 2014. Parasitologia Básica. 3ª Ed. Rio de Janeiro, Atheneu. 256 p.
NEVES, D.P.; MELO, A.L.; LINARDI, P.M.; VITOR, R.W.A. 2016. Parasitologia Humana. 13º ed.
Rio de Janeiro, Atheneu. 616 p.
REY, L. 2008. Parasitologia. 4º Ed.. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 888p.
Complementar

CIMERMAN, C.; FRANCO, M.A. 2012. Atlas de Parasitologia Humana. 2ª. Ed. Rio de Janeiro,
Atheneu. 184 p.
FERREIRA, M.U. 2012. Parasitologia Contemporânea. 1ª Ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 236
p.
NEVES, D.P.; BITTENCOURT NETO, B. 2006. Atlas Didático de Parasitologia. 2ª Ed. Rio de Janeiro,
Atheneu. 112 p.
NEVES, D.P. Parasitologia Dinâmica. 1º edição, Rio de Janeiro, Atheneu, 2003.
REY, L. 2009. Bases da Parasitologia Médica. 3º edição, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 404 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO E
9º 45
SUSTENTABILIDADE
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
C Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo Extensão
H Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / TCC / E E D
Curricular
AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Análise da biodiversidade e dos recursos naturais enquanto recursos finitos no planeta, discutindo
políticas, metodologias e estratégias para conservação dos mesmos.
Objetivos Específicos
Identificar as estratégias e mecanismos legais para conservação do meio ambiente
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teórico-práticos, onde
serão realizadas preleções semanais em sala de aula seguidas de aulas expositivas, principalmente nos
138

entornos dos polos da UFRA, onde muitas das principais interações ecológicas podem ser observadas e
demonstradas ao longo do ano, direta ou indiretamente.
EMENTA
Estudar os recursos naturais do planeta, sobretudo enfatizando os biomas brasileiros, com destaque
maior ao bioma e ecossistemas amazônicos. Discutir as estratégias de conservação e manejo da
biodiversidade atrelada aos mesmos com ênfase na legislação ambiental vigente em nosso país.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 A importância da biodiversidade e sua conservação
1.1 Bioética e as mudanças de paradigmas no pensar cotidiano - “Primavera silenciosa" (Rachel
Carson)
1.2 Sustentabilidade e conservação - o que é o desenvolvimento sustentável e em quais atividades do
cotidiano o mesmo se aplica
Unidade II
2 A importância da biodiversidade para compreensão e conservação dos recursos naturais;
2.1 Extinções naturais e não-naturais - ações antrópicas Vs. perda de variabilidade genética - gargalo
de garrafa e deriva gênica
2.2 Fragmentação de hábitat e suas implicações na diminuição da biodiversidade
2.3 Metodologias de conservação de populações e comunidades
2.4 Unidades de conservação
2.5 Estudo de caso - a importância das RESEX na conservação de ecossistemas costeiros amazônicos
BIBLIOGRAFIA
Básica
Kolbert, E. A sexta extinção - uma história não-natural. 2015. 336p.
Primack R. B. Rodrigues E. Biologia da Conservação. 2001. 328p.
Carson R. Primavera Silenciosa. 2010. 328p.
Complementar
CULLEN JR., Laury Org; RUDRAN, Rudy Org. Métodos de estudos em biologia da conservação &
manejo da vida silvestre. 2. ed. rev. Curitiba: UFPR, 2006. 652 p. (Pesquisa, 143)
LOYOLA, Rafael... et al; MARTINELLI, Gustavo. Áreas prioritárias para conservação e uso sustentável
da flora brasileira ameaçada de extinção. Rio de Janeiro: Ministério do Meio Ambiente/CNCFLORA,
2014. 80 p.
DANTAS, Gisele Pires de Mendonça (org). Introdução à filogeografia aplicada à conservação biológica
de vertebrados neotropicais. Curitiba: CRV, 2013. 193 p.
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2017. 234 p.
NEU, Vânia et al. Org; ARAÚJO, Maria Gabriella da Silva Org. Sustentabilidade e sociobiodiversidade
na Amazônia: integrando ensino, pesquisa e extensão na região insular de Belém. Belém: UFRA, 2016.
226 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
BIOTECNOLOGIA 9º 30
139

RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES


CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / Teóric Presencia Ea
Atividade TOTAL Prática DCE ACE
ESO / TCC a l D
Curricular
/ AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Compreender de forma sólida e atualizada os conceitos, técnicas e aplicações básicas da biotecnologia
de modo a possibilitar seu ensino de forma crítica, ética e responsável.

Objetivos Específicos
Compreender os conceitos fundamentais da biotecnologia;
Tomar consciência e ser capaz de discutir aplicações e impactos sociais da biotecnologia;
Desenvolver habilidades e competências relacionadas ao ensino da biotecnologia no ensino nos níveis
fundamental, médio e superior.

METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado por meio de aulas expositivas dialogadas. O uso de metodologias ativas
pode ocorrer como alternativas para o processo de ensino-aprendizagem, tais como, estudo de caso,
metodologia baseada em problemas, sala de aula invertida, etc. No que concerne ao desenvolvimento de
habilidades e competências relacionadas ao ensino desse conteúdo, pode ser solicitado aos discentes
análise de livros didáticos, identificação de questões controversas da biotecnologia e produção de
materiais didáticos e paradidáticos sobre temas e conteúdos relacionados.
O processo avaliativo será realizado conforme as normas estabelecidas pelo Regulamento de Ensino de
Graduação da UFRA, por meio de avaliações diagnósticas, formativas e somativas.
EMENTA
Histórico da Biotecnologia. Biotecnologia e multidisciplinaridade. Agentes biotecnológicos. Temas
atuais em biotecnologia. Discussões da biotecnologia com a sociedade. Demandas da Biotecnologia na
educação básica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
140

Unidade I
1 Conceitos básicos;
1.1 Definição e contexto histórico da biotecnologia.
1.2 Biotecnologia clássica e moderna.
1.3 Agentes biotecnológicos: o que e quais são.
Unidade II
2 Temas atuais
2.1 Tópicos atuais em biotecnologia (DNA recombinante, clonagem, terapia gênica, sistema CRISPR,
etc.).
Unidade III
3 Biotecnologia na educação básica;
3.1 Biotecnologia na escola: materiais, demandas e curiosidades.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ULRICH, Henning; TRUJILLO, Cleber A. Bases moleculares da Biotecnologia. São Paulo: Roca,
2008/2015. 218 p il col.
LIMA, Nelson Org; MOTA, Manuel Org. Biotecnologia: fundamentos e aplicações. Lisboa PT: Lidel,
2003. 505 p.
FERRAZ, Ana Isabel; RODRIGUES, Ana Cristina. Biotecnologia, ambiente e desenvolvimento
sustentável. 1. ed. Porto, Portugal: Publindústria, 2011. 283 p.
Complementar
WALKER, Matthew R. Guia de rotas na tecnologia do gene. Editora Atheneu, 1999.
LIMA, Edilson Gomes. Nanotecnologia: biotecnologia & novas ciências. Rio de Janeiro: Interciência,
2014. 248 p.
COX, Michael M; O'DONNELL, Michael. Biologia molecular: princípios e técnicas. Porto Alegre:
Artmed, 2012. 914p.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; COLAB, Chao Yun Irene Yan. Biologia celular e molecular. 9. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012/2018. 364 p.
DE ROBERTIS, Edward M; HIB, José. Biologia celular e molecular. 16.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014/2017. 363 p.

DISCIPLINAS ELETIVAS

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
SEMINÁRIO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM
Eletiva 45
CIÊNCIAS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
141

Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina / Eletiva /
TOTA DC AC Ea
Atividade ESO / Teórica Prática Presencial
L E E D
Curricular TCC /
AC
100
Disciplina Letiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir a cerca da importância de formar um professor de Ciências/Biologia com a essência de professor
pesquisador da sua vivência pedagógica.
Objetivos Específicos
Refletir a cerca da importância de pesquisas produzidas por professores sobre sua prática pedagógica;
Compreender os desafios de desenvolver pesquisa no ambiente escolar;
Identificar as principais tendências de pesquisa na área da Educação em Ciências;
Diferenciar os diversos métodos de investigação que podem ser utilizados na construção de pesquisas
na área de Educação em Ciências;
Convidar pesquisadores da área do Ensino de Ciências, para compartilhar a experiência de suas
pesquisas;
Elaborar propostas de investigação na área de ensino de Ciências e Biologia.
METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será realizado “Rodas de Diálogo” com a finalidade de conhecer algumas pesquisas
desenvolvidas por professores de Ciências/ Biologia que tem a sua sala de aula como “palco”de pesquisa.
Pretende-se convidar, ex-alunos que desenvolveram pesquisas na área do ensino de Ciências, a fim de
conversarmos sobre as possibilidades e limitações enfrentadas no decorrer dessa trajetória de pesquisa.
Os alunos serão desafiados a elaborarem propostas de pesquisa referentes ao ensino de
Ciências/Biologia. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
O Ensino e a pesquisa. Professor Pesquisador. Pesquisa na escola e para escola. Formação comtinuada
do professor de Ciências/Biologia. Tendências de Pesquisa na Educação em Ciências. Abordagens da
pesquisa em Educação em Ciências. Métodos de Investigação para as pesquisas em Educação em
Ciências.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
142

Unidade I
1 O Ensino e a Pesquisa;
1.1 Desafios enfrentados para desenvolver pesquisa na área da educação;
1.2 Professor Pesquisador;
1.3 Desenvolvimento de pesquisa na escola;
1.4 Formação continuada do professor: desafios, programas e contribuições;
Unidade II
2 A pesquisa em Educação;
2.1 Tendências de pesquisa na área do Ensino de Ciências;
2.2 Abordagens de pesquisa: qualitativa, quantitativa e quali-quantitativa;
2.3 Métodos de investigação;
BIBLIOGRAFIA
Básica
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. 26. ed. São Paulo, SP: Loyola, 2014. 102 p.
ANDRÉ, Marli Org; LISITA, Verbena Moreira S. S. Org. O papel da pesquisa na formação e na prática
dos professores. 12. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 143 p. (Série Prática Pedagógica).
TAVARES, Maurício Antunes Org; ABRANCHES, Ana de Fátima Pereira de Sousa Org. Múltiplos
olhares na pesquisa em educação. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2012. 146 p.
Complementar
CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: método qualitativo, quantitativo e misto. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010. 296 p.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010/2016. 184 p.
MINAYO, Maria Cecília de Souza Org; GOMES, Romeu; DESLANDES, Suely Ferreira. Pesquisa
Social: teoria, método e criatividade. Petropólis: Vozes, 2016. 95 p.
TEIXEIRA, Elizabeth. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. 10. ed. Petrópolis RJ:
Vozes, 2013. 203 p.
SANTOS, Gisele do Rocio Cordeiro Mugnol dos. A metodologia de ensino por projetos. Curitiba: Ibpex,
2006. 118 p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
EDUCAÇÃO FINANCEIRA E SUSTENTABILIDADE Eletiva 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
143

Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Letiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Possibilitar ao estudante o estudo da Educação Financeira mediante a discussão de informações
atualizadas que capacite sua tomada de decisão para o exercício pleno da cidadania financeira.

Objetivos Específicos
Conhecer os conceitos e a necessidade da educação financeira para qualidade de vida;
Compreender as vertentes da educação financeira. Entender a relação das mídias com o consumismo;
Aprender sobre consumo consciente e sustentabilidade financeira;
Organizar orçamento pessoal e familiar construindo etapas de curto, médio e longo prazo.

METODOLOGIA
A disciplina poderá ocorrer por meio de aulas expositivas e dialogadas, leitura de artigos, estudos de
caso, seminário dos discentes e/ou palestras de especialistas convidados. A consolidação do conteúdo
será reforçada por variadas estratégias didáticas a serem definidas a cada semestre, dentre estas
possibilidades estão: questionários, elaboração de relatórios, produção textual, criação de produtos para
divulgação científica, elaboração de projeto, eventos, cursos e oficinas de intervenção para uma
realidade específica.
EMENTA
O conceito de Educação Financeira segundo a OCDE e a Estratégia Nacional de Educação Financeira
do Banco Central do Brasil. Cidadania Financeira. Educação Financeira na BNCC - Tema Transversal.
As vertentes de Educação Financeira. As mídias e a sociedade de consumidores. Consumo consciente e
sustentabilidade. Planejamento financeiro pessoal e familiar.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 O conceito de educação financeira na OCDE e na ENEF
Unidade II
2 O conceito de cidadania financeira
Unidade III
3 Educação Financeira na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – Tema Transversal
Unidade IV
4 As vertentes de educação financeira
4.1 Vertente instrumental
4.2 Vertente comportamental
4.3 Vertente crítica
Unidade V
5 As mídias e a sociedade de consumidores
5.1 Conceito de mídias e tecnologias
5.2 Papel da comunicação e da publicidade na sociedade de consumidores
144

5.3 As armadilhas para o consumidor numa sociedade de consumo


5.4 O componente emocional do consumo
5.5 Alfabetização midiática e informacional
Unidade VI
6 Consumo consciente e sustentabilidade
6.1 A educação financeira como ferramenta para a qualidade de vida
6.2 O que é a sustentabilidade financeira
6.3 Impacto do consumo no meio ambiente e na sociedade
6.4 Identificação de produtos e serviços sustentáveis
6.5 Práticas de consumo consciente e sustentável
Unidade VII
7 Planejamento financeiro pessoal e familiar
7.1 Como identificar o seu perfil financeiro
7.2 Conceitos básicos sobre orçamento (receitas e despesas)
7.3 Métodos de organização do orçamento
7.4 Endividamento e suas implicações
7.5 Reserva de emergência
7.6 Tipos de investimentos
7.7 Planejamento da aposentadoria
BIBLIOGRAFIA
Básica
COUTINHO, Laura; KLIMICK, Carlos. Educação financeira: como planejar, consumir, poupar e
investir. Rio de Janeiro: SENAC Nacional, 2015. 189 p.
BEZERRA, B. S. A importância da reserva de emergência. Santa Catarina: Clube de autores, 2020.
CAROTA, J. S. Educação Financeira, orçamento pessoal e investimentos. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
1ªed, 2021.
Complementar
BESSA, S. Do consumo ao consumismo: análise dos hábitos e condutas de consumo e endividamento.
Curitiba: CRV, 2020.
BAUMAN, Zygmunt. Vida para o Consumo: a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar. 2008.
CAMPOS, C. R.; COUTINHO, C. de Q. e S.; FIGUEIREDO, A. C. de. A vertente comportamental da
educação financeira. Revista Brasileira de Educação em Ciências e Educação Matemática, [S. l.], v. 3,
n. 2, p. 595–622, 2019. DOI: 10.33238/ReBECEM.2019. v.3.n.2.22614. Disponível em: http://e-
revista.unioeste.br/index.php/rebecem/article/view/22614. Acesso em: 08 fev. 2023. 99999
GALLAGHER, L. M. Planeje seu futuro financeiro: para pessoas que buscam independência financeira
e que querem tranquilidade financeira não apenas hoje. Rio de Janeiro: alta books, 2020.
SANTOS, J. O. Finanças Pessoais para todas as idades: um guia prático. São Paulo: Atlas, 2013.
145

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
PRÁTICAS DE ENSINO EM EDUCAÇÃO DO CAMPO Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva
Prátic DC AC Presenci Ea
Atividade / ESO / TCC / TOTAL Teórica
a E E al D
Curricular AC
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir as Práticas de Ensino na Educação do Campo e o direito à educação;

Objetivos Específicos
Apresentar o histórico, as políticas e as interfaces com os movimentos sociais por educação do campo
no Brasil;
Debater os fundamentos sociológicos, políticos e antropológicos da educação do campo;
Discutir as concepções, práticas e desafios da educação do campo no campo.
Apontar os desafios da educação do campo no contexto do desenvolvimento rural sustentável;
Debater a educação do campo no contexto das relações de gênero e das relações étnico-raciais no meio
rural.

METODOLOGIA
Aulas teóricas e práticas, mobilizando o desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão em
Educação do Campo. Elaboração e aplicação de planos de aula e projetos de pesquisa-ação em escolas
rurais.
EMENTA
146

Práticas de Ensino. Educação do Campo e o direito à educação. A Educação do Campo e no Campo.


Classes Multisseriadas. A Educação do Campo enquanto produção de cultura. A Educação do Campo
na formação dos sujeitos. Práticas de ensino em Educação do Campo como formação humana para o
desenvolvimento sustentável. A Educação do Campo e o respeito às características do campo.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Histórico e Fundamentos da Educação do Campo
1.2 Histórico da Educação do Campo.
1.3 Concepções, Práticas e Desafios da Educação do Campo no Campo.
Unidade II
2 Educação do Campo e Desenvolvimento Rural Sustentável
2.1 Abordagens do desenvolvimento rural sustentável.
2.2 Práticas de Ensino em Educação do Campo para a Sustentabilidade
Unidade III
3 Educação do Campo e Direitos Humanos
3.1 Cultura e Identidade Amazônica.
3.2 Educação do Campo e Diversidade.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ARROYO, Miguel. Por uma educação do campo. Petrópolis: Vozes, 2004.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 62ª ed. São Paulo:
Paz e Terra, 2019.
SANTOS, Arlete Ramos dos; SILVA, Geovani de Jesus; SOUZA, Gilvan dos Santos. Educação do
Campo. Ilhéus: Editus, 2013.
Complementar
JESUS, Antônio Tavares. Pensamento e prática escolar de Gramsci. Campinas: Autores associados,
2005.
ORSO, Paulino José; GONÇALVES, Sebastião Rodrigues; MATTOS, Valci Maria. Educação e luta de
classes. 2ª ed. São Paulo: Expressão Popular, 2013.
RAMOS, Marise Nogueira; MOREIRA, Telma Maria; SANTOS, Clarice Aparecida dos (orgs.).
Referências para Uma Política Nacional de Educação do Campo: caderno de subsídios. Brasília:
Secretaria de Educação Média e Tecnológica: Grupo Permanente de Trabalho de Educação do Campo,
2004.
RIBEIRO, Marlene. Movimento Camponês, Trabalho e Educação: liberdade, autonomia e emancipação
– princípios e fins da formação humana. São Paulo: Expressão Popular, 2010.
SAVIANI, Demerval. Pedagogia histórico-crítica. 10ª ed. Campinas: Autores associados, 2005.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
SISTEMA BRAILLE Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
147

CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva
TOTA Teóric Prátic DC Presenci Ea
Atividade / ESO / TCC / ACE
L a a E al D
Curricular AC
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Conhecer o sistema Braile e suas contribuições à inclusão escolar do aluno com deficiência visual;

Objetivos Específicos
Discutir o histórico do sistema Braille;
Compreender as políticas públicas que envolve o deficiente visual;
Conhecer sobre a escrita e leitura do sistema Braille;
Conhecer as tecnologias assistivas para leitura e escrita de Braille;

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Será elaborada algumas atividades metodológicas, a fim de colocarmos em prática os
conteúdos estudados. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de
ensino.
EMENTA
A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência
visual; políticas públicas e a Legislação que contempla o deficiente visual; O instrumental necessário
para a escrita em Braille; Escrita e Leitura no Sistema Braille: alfabeto, sinais de pontuação e simbologia
matemática básica; Regras e Diretrizes da formatação Braille. Tecnologias assistivas para leitura e escrita
em Braille.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
148

Unidade I
1 Histórico do Braille
1.1 Origem do sistema Braille
1.2 Contextualização histórica e sua importância no processo de emancipação da pessoa com
deficiência visual
1.3 Políticas públicas da pessoa com deficiência visual
Unidade II
2 A escrita Braille
2.1 Histórico do sistema de escrita Braille.
2.2 Primeira linha do alfabeto Braille, o uso da reglete tradicional e reglete positiva.
2.3 Segunda linha do alfabeto Braille, e as máquinas de datilografia Braille.
2.4 Terceira linha do alfabeto Braille, e as impressoras Braille.
2.5 Quarta linha do alfabeto Braille, e as prensas Braille
2.6 Alfabeto Braille
2.7 Simbologia Matemática Básica
2.8 Regras e Diretrizes da formatação Braille
Unidade III
3 Tecnologia assistiva e aplicação
3.1 Formação do professor para aplicação das tecnologias assistiva
3.2 Desafios para aplicação das tecnologias assistivas no ambiente escolar
3.3 Acessibilidade arquitetônica, orientação em mobilidade
BIBLIOGRAFIA
Básica
LIMA, Priscila Augusta. Educação inclusiva e igualdade social. São Paulo: Avercamp, 2006. 176 p.
AZEVEDO, Janete M. Lins de. A educação como política pública. 3.ed. Campinas: Autores Associados,
2004. 78 p. (Polêmicas do Nosso Tempo, 56)
MASINI, E. F. S. O perceber de quem está na escola sem dispor da visão. São Paulo: Editora Cortez,
2016.
Complementar
RACIAL, Brasil. Ministério da Educação.Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade. Plano
Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étinico-
Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília, DF: MEC, SECADI,
2013. 104 p.
COELHO, Wilma de Nazaré Baía; SILVA, Carlos Aldemir Farias da; SOARES, Nicelma Josenila Brito.
Relações étnico-raciais para o ensino fundamental: projeto de intervenção escolar. São Paulo: Livraria
da física, 2017. 266 p. (Formação de professores & relações étnico-raciais).
MORIN, Edgar; CARVALHO, Edgard de Assis Org. Educação e complexidade: os sete saberes e outros
ensaios. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2013. 112 p.
LIBÂNEO, José Carlos; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização.
10. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2012. 543 p. (Docência em Formação: Saberes Pedagógicos).
GOLDFELD, Marcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista. 7.
ed. São Paulo: Plexus, 2002. 172 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
149

EDUCOMUNICAÇÃO AMBIENTAL EM RESERVA


Eletiva 45
EXTRATIVISTA MARINHA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Capacitar os estudantes a desenvolverem estratégias de educação e comunicação para a promoção da
consciência socioambiental em relação à conservação das Reservas Extrativistas Marinhas (REM).

Objetivos Específicos
Compreender os conceitos fundamentais de Educação Ambiental e Educomunicação;
Analisar as características e os desafios relacionados à conservação das REM, assim como, as
necessidades e expectativas das comunidades tradicionais;
Discutir temas contemporâneos socioambientais;
Explorar as bases teóricas da educação e comunicação ambiental em reserva extrativista marinha;
Investigar o papel da comunicação e das mídias tradicionais e digitais na promoção de diálogo e
engajamento na educação ambiental em REM;
Conhecer as diferentes formas de mídia e meios de comunicação utilizados na divulgação de informações
ambientais.
Pesquisar sobre estudos de caso e experiências de sucesso sobre educomunicação ambiental em REM.
Desenvolver habilidades de planejamento, implementação e avaliação de projetos de educomunicação
ambiental em reservas extrativistas marinhas.
Promover uma visão crítica e reflexiva sobre educomunicação ambiental em REM, incentivando os
estudantes a desenvolverem propostas inovadoras e sustentáveis nesses ambientes.

METODOLOGIA
A disciplina poderá ocorrer por meio de aulas expositivas e dialogadas, leitura de artigos, visitas in loco,
estudos de caso, seminário dos discentes e/ou palestras de especialistas convidados. A consolidação do
conteúdo será reforçada por variadas estratégias didáticas a serem definidas a cada semestre, dentre estas
possibilidades estão: questionários, elaboração de relatórios, produção textual, criação de produtos para
150

divulgação científica, elaboração de projeto, eventos, cursos e oficinas de intervenção para uma realidade
específica.

EMENTA
Introdução à Educomunicação Ambiental. Reserva Extrativista Marinha (REM). Temas contemporâneos
socioambientais abordados na Educação Ambiental em Reservas Extrativistas Marinhas. Educação e
comunicação ambiental em Reserva Extrativista Marinha. Comunicação e Mídia na Educação
Ambiental. Projetos de Educomunicação Socioambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à Educomunicação Ambiental
1.1 Conceitos fundamentais de Educação Ambiental e Educomunicação
1.2 Breve histórico
Unidade II
2 Reserva Extrativista Marinha (REM)
2.1 Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC)
2.2 Definição e características das REM
2.3 Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais
2.4 Desafios e ameaças enfrentadas pelas Reservas Extrativistas Marinhas
Unidade III
3 Temas contemporâneos socioambientais abordados na Educação Ambiental em Reservas
Extrativistas Marinhas
Unidade IV
4 Educação e comunicação ambiental em Reserva Extrativista Marinha
4.1 Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA)
4.2 Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA)
4.3 Estratégia Nacional para Comunicação e Educação Ambiental (ENCEA)
4.4 A Educomunicação implementada como linha de ação do ProNEA e do conselho deliberativo
4.5 Participação das comunidades locais – Mobilização social
Unidade V
5 Comunicação e Mídia na Educação Ambiental
5.1 Mídias tradicionais e digitais como estratégias de comunicação na promoção da conservação
ambiental em REM
5.2 Técnicas de engajamento comunitário em REM
5.3 Metodologias de Educomunicação Ambiental na construção de diálogo e colaboração entre
comunidades e gestores das reservas
Unidade VI
6 Projetos de Educomunicação Socioambiental
6.1 Estudos de caso
6.2 Etapas do planejamento à execução
6.3 Monitoramento e avaliação de projetos implementados
BIBLIOGRAFIA
Básica
151

CITELLI, A. O.; COSTA, M. C. C. (orgs. ). Educomunicação - Construindo uma nova área de


conhecimento. São Paulo: Paulinas, 2011. 256p.
SILVA, A. P. R. Identidade e Poder -Identificação e relações de poder no território de reserva
extrativista. 1ª. ed. Curitiba: Appris, 2018. 163p .
SOARES, I. O.; VIANA, C. E. ; XAVIER, J. B. Educomunicação e suas áreas de intervenção: novos
paradigmas para o diálogo intercultural. 1. ed. São Paulo: ABPEducom, 2017. 943p.
Complementar

ADORNO, T. W. Indústria Cultural. São Paulo: Editora Unesp, 2020. 286p.


GONET, Jacques. Educação e Mídias. São Paulo: Loyola, 2004. 104p.
LEFF, E. Saber Ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder.
11. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. 496p.
MORALES, O. E. T. Educomunicação e Ecossistemas Comunicativos em Tempos de Convergência
Midiática. 1ª. ed. Curitiba: InterSaberes, 2022. 462p.
SOARES, I. O.; VIANA, C. E. ; PRANDINI, P. D. Educomunicação, Transformação Social e
Desenvolvimento Sustentável. 1. ed. São Paulo: ABPEducom, 2020. v. 1. 732p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
MATERIAIS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE
Eletiva 60
CIÊNCIAS E BIOLOGIA
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva A
TOTA Prá Presenci
Atividade / ESO / TCC / Teórica DCE C EaD
L tica al
Curricular AC E
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Compreender os limites e possibilidades do uso da ludicidade nas aulas de Ciências/Biologia;
152

Objetivos Específicos
Discutir a cerca do uso de recursos didáticos no qual o aluno seja protagonista;
Investigar quais os recursos didáticos mais utilizados pelos professores de Ciências/Biologia que atuam
no nosso município;
Elaborar materiais didáticos para serem utilizados nas aulas de Ciências/Biologia;
Enriquecer o acervo de recursos didáticos do Laboratório de Ensino em Ciências e Biologia da UFRA.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. Faremos uma atividade investigativa, com o objetivo de identificar quais os principais
recursos didáticos utilizados pelos professores de Ciências/Biologia que atuam no nosso município.
Elaboraremos alguns recursos didáticos que abastecerá o nosso laboratório de Ensino. No SIGAA serão
disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Ludicidade e Ensino de Ciências/Biologia; Recursos didáticos: Possibilidades e limitações; Principais
recursos didáticos utilizados para o ensino de Ciências/Biologia Elaboração de recursos no qual o aluno
seja protagonista, como: sala de aula invertida, júri simulado, entre outros. Elaboração de materiais
didáticos voltados para o ensino de Ciências/Biologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Ludicidade e Ensino de Ciências/Biologia
1.1 Definição de ludicidade
1.2 Desafios enfrentados
1.3 Contribuição da ludicidade nas aulas de Ciências/Biologia
Unidade II
2 Recursos didáticos para o ensino de Ciências/Biologia
2.1 Sala de aula Invertida
2.2 Júri Simulado
2.3 Aprendizagem baseado em problema (PBL)
2.4 Gameficação
2.5 Aulas práticas
2.6 Experimentos
BIBLIOGRAFIA
Básica
RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. A ludicidade na educação: uma atitude pedagógica. Curitiba:
Ibpex, 2007. 164p.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da F. Trad. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 1998/2010. 224 p.
ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2.ed. Porto Alegre: Artmed,
1999. 194 p.
Complementar
153

CAMPOS, Maria Cristina da Cunha; NIGRO, Rogério Gonçalves. Teoria e prática em ciências na escola:
o ensino aprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 2010. 160 p.
FAZENDA, Ivani Coord. Práticas interdisciplinares na escola. 13. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez,
2013. 181 p.
KRASILCHIK, Myrian. Prática de ensino de biologia. - 4. ed. - São Paulo: Edusp, 2016.
199 p.
VALENTE, José Armando Org; BARANAUSKAS, Maria Cecília C. Org. Aprendizagem na era das
tecnologias digitais: conhecimento, trabalho na empresa e design de sistemas. São Paulo: Cortez, 2007.
271 p.
YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2015. 290p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE QUÍMICA Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / Letiva /
TOTA Práti AC Presenci Ea
Atividade Eletiva / ESO Teórica DCE
L ca E al D
Curricular / TCC / AC
100
Disciplina Eletiva 60 0 60 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
A disciplina tem como foco principal proporcionar ao estudante de licenciatura em Biologia condições
básicas para planejar e implementar atividades práticas que envolvam os temas relacionados a Química.

Objetivos Específicos
Dotar o futuro professor de um instrumental que lhe permita conhecer os diversos tipos de ações
educativas relacionados a Química;
Analisar suas funções e adequação a diferentes realidades educacionais;
Desenvolver atividades experimentais fundamentadas em pressupostos teóricos e metodológicos;
Planejar e organizar o espaço físico para o desenvolvimento destas atividades experimentais,
considerando aspectos pedagógicos, de segurança e ambientais.
154

METODOLOGIA
A metodologia planejada objetiva estreitar a distância existente entre a teoria e prática / imaginário e
concreto, observada no estudo da ciência Química, aproximando os alunos de conceitos e fatos próprios
desta ciência e favorecendo o contato dos aprendizes com uma diversidade de instrumentos que podem
ser utilizados pelo professor, potencializando a capacidade dos educandos para observar, testar,
comparar, registrar, pesquisar, formular hipóteses, experimentar, explicar e raciocinar sobre
procedimentos, fatos e atitudes características desta área de conhecimento, proporcionando o incentivo
a reflexão das relações existentes entre este campo do saber e a sociedade contemporânea. Dentre os
instrumentos utilizados destaca-se:o uso de analogias;a utilização da experimentação com materiais
alternativos de baixo custo e de fácil aquisição; o planejamento de aulas experimentais e a organização
do espaço físico para desenvolver estas atividades; a utilização de modelos e simulações.
EMENTA
Transposição de conteúdos de Química da Educação Superior para a Educação Básica. Aproveitamento
da capacidade criativa do aluno para a elaboração de modelos teóricos relacionados à estrutura íntima da
matéria. Confecção e montagem de experiências de Química utilizando materiais simples e de fácil
aquisição. Preparação de roteiros para aulas práticas. Seminários sobre temas voltados à educação em
Química. Iniciação à pesquisa no ensino de Nível Médio: emprego do método da redescoberta.
Adaptação de uma sala de aula para um laboratório. A utilização de referências bibliográficas como
instrumento de ensino com bases em dois eixos temáticos: Química e a sociedade e Química e o meio
ambiente.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Transposição de conteúdos de Química da Educação Superior para a Educação Básica
1.1 Conceitos básicos da Química: A visão científica da Química; O método científico; Matéria, corpos
e objetos; Conceito e notação de elemento químico; Transformações da matéria; Mudanças de estado
físico; Substâncias e misturas; Separação de misturas; A Química no dia-a-dia.
1.2 Estrutura atômica: Os primeiros modelos atômicos; Classificação Periódica dos Elementos
Químicos: Classificação periódica moderna; Ocorrência dos elementos químicos; Elementos químicos
importantes;
1.3 O carbono e suas propriedades; Compostos orgânicos naturais e sintéticos: petróleo, gás natural,
glicídios, lipídios, aminoácidos, proteínas e polímeros sintéticos; 1.4 Atmosfera e seu aproveitamento;
Aplicações da lei periódica no estudo descritivo das principais propriedades dos elementos químicos e
seus compostos; Propriedades periódicas e aperiódicas
1.5 Ligações químicas: Ligação iônica, ligação covalente e ligação metálica;
1.6 Eletronegatividade e polaridade das ligações químicas; As ligações químicas nos compostos
orgânicos; Ligações intermoleculares;
1.7 Funções químicas: As funções químicas e a Classificação Periódica; Conceitos usuais de ácidos,
bases, sais e óxidos;
1.8 Os conceitos ácido-base aplicados a sistemas químicos; Terminologia das soluções de ácidos,
bases, sais e óxidos;; Mistura de soluções; Funções orgânicas e suas nomenclaturas; Propriedades
físicas e químicas dos compostos orgânicos
1.9 Reações químicas: Quando ocorre uma reação química; Ajuste de equações químicas; Tipos de
reações químicas inorgânicas.
Unidade II
2 Projetos de experiências, confecção e montagem de roteiros de aulas práticas para o Ensino Médio
Instruções gerais para a realização de atividades práticas;
2.1 Cuidados no laboratório: uso do fogo, manuseio de substâncias e vidraria;
2.2 Preparação de aulas práticas: montagem de roteiros; Organização, registro e reposição do material
155

de laboratório; Separação e transporte do material; Duração das aulas práticas;


2.3 Formação dos grupos de trabalho: distribuição de atribuições; Discussão dos experimentos;
Avaliação da aprendizagem nas atividades práticas.
Unidade III
3 Confecção e montagem de aparelhagens para experimentos de Química no Ensino Médio, utilizando
material alternativo de fácil aquisição
3.1 Escolha de material alternativo; Montagem de aparelhagens: adaptação de vidraria e utensílios;
3.2 Utilização de recursos didáticos na apresentação dos conceitos básicos da Química: desenhos,
gráficos, modelos de construção molecular, slides, filmes, tabelas, painéis, murais etc.
Unidade IV
4 A utilização de referências bibliográficas como instrumento de Ensino
4.1 Eixos temáticos: Química e a sociedade, Química e o meio ambiente.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BORDENAVE, Juan Díaz; PEREIRA, Adair Martins. Estratégias de ensino-aprendizagem. Petrópolis
(RJ): Vozes, 2015.
FARIAS, Robson Fernandes de. Práticas de química inorgânica. Átomo, 2013.
LEITE, Flávio. Práticas de química analítica. Átomo, 2012.
CONSTANTINO, Mauricio Gomes. Fundamentos de química experimental. EDUSP, 2014.
Complementar
CHANG, Raymond. Físico-Química: para as ciências químicas e biológicas, volume 1. McGraw-Hill,
2009.
CHANG, Raymond. Físico-Química: para as ciências químicas e biológicas, volume 2. McGraw-Hill,
2010.
ZUBRICK, James W; CARDOSO, Márcio José Estillac de Mello trad. Manual de sobrevivência no
laboratório de química orgânica: guia de técnicas para o aluno. 6.ed. São Paulo: LTC, 2013. 262 p.
Atkins, Peter. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Bookman, 2018.
CONSTANTINO, Mauricio Gomes. Fundamentos de química experimental. EDUSP, 2014.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
LABORATÓRIO DE TÉCNICAS DE ANATOMIA
Eletiva 45
VEGETAL
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti A Presenci
DCE EaD
Atividade ESO / TCC / AC AL ica ca C al
156

Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Desenvolver competências práticas sobre as técnicas de coleta, preparação, preservação e análise
microscópica de amostras de diferentes tecidos e grupos de vegetais. Além disso, serão discutidas as
aplicações das técnicas no contexto da pesquisa e do ensino de botânica nas escolas.
Objetivos Específicos
Capacitar os estudantes a aplicar técnicas de coleta, preparação, preservação e análise microscópica de
amostras vegetais;
Promover a Compreensão da Estrutura Interna das Plantas;
Proporcionar uma compreensão detalhada da anatomia interna de diferentes órgãos e tecidos vegetais;
Fornecer Habilidades em Manipulação de Equipamentos e Instrumentos;
Ensinar o manuseio adequado de microscópios, micrótomos, bomba de vácuo e outros equipamentos
específicos utilizados na análise de tecidos vegetais;
Incentivar a Observação e a Análise Microscópica;
Estimular a capacidade de observação e interpretação de estruturas celulares e teciduais em nível
microscópico;
Capacitar os alunos a identificar e descrever tecidos, células e estruturas anatômicas com precisão;
Demonstrar como as técnicas aprendidas podem ser aplicadas em projetos de pesquisa científica e na
preparação de material didático para aulas práticas.
Incentivar a curiosidade científica e o interesse pela anatomia vegetal, promovendo uma compreensão
mais profunda das plantas;
Integrar os conhecimentos teóricos adquiridos em outras disciplinas de botânica com as habilidades
práticas necessárias para a análise anatômica;
Preparar os estudantes para atividades de pesquisa e de ensino em biologia vegetal.
METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado através de aulas teóricas (10h), prática de laboratório (25) e e práticas
extensionistas (10h). As aulas teóricas e práticas serão realizadas em laboratório e campo envolvendo
coleta, preparação e observação de amostras vegetais sob microscópio. Os alunos terão a oportunidade
de aplicar as técnicas aprendidas. Serão demonstradas técnicas específicas, como a preparação de
lâminas histológicas, coloração, entre outras, para fornecer exemplos concretos aos alunos. Serão
realizadas leitura e análise crítica de artigos científicos sobre anatomia vegetal, promovendo a
compreensão e atualização dos avanços na área.
Os alunos poderão preparar laminários e outros tipos de materiais a partir das técnicas realizadas durante
a disciplina. A universidade compartilhará os materiais didáticos para apoiar o ensino de anatomia
vegetal na escola. A escola poderá agendar visitas ao laboratório de anatomia vegetal da universidade,
onde os alunos terão a oportunidade de realizar atividades práticas sob a orientação de professores e
estudantes universitários.
Poderão também ser realizadas atividades de treinamento, minicursos e/ou palestras sobre as técnicas de
Anatomia Vegetal destinados ao público-alvo.
EMENTA
Serão abordados os principais órgãos e tecidos, assim como suas funções e adaptações. Além disso, serão
realizadas práticas envolvendo a identificação e classificação de diferentes tipos de células e tecidos em
diversos grupos de plantas.
157

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução a Microscopia
1.1 Familiarização com o equipamento e técnicas de manipulação;
1.2 Cuidados e limpeza de microscópio óptico.
Unidade II
2 Coleta de Amostras Vegetais e Fixação e Preservação de Amostras
2.1 Métodos de coleta de diferentes órgãos vegetais;
2.2 Critérios de seleção de material para análise;
2.3 Agentes fixadores e técnicas de preservação;
2.4 Manipulação e armazenamento adequado de amostras.
Unidade III
3 Unidade Corte e Preparação de Secções Anatômicas
3.1 Planos de corte;
3.2 Utilização de micrótomo e outros instrumentos de corte;
3.3 Técnicas para obtenção de lâminas;
3.4 Técnicas de impressão epidérmica.
Unidade IV
4. Coloração e Montagem de Lâminas
4.1 Uso de corantes específicos para realçar estruturas celulares;
4.2 Montagem de lâminas para observação microscópica.
Unidade V
5 Observação Microscópica e Fotografia
5.1 Uso de microscópios ópticos e estereoscópicos;
5.2 Técnicas de registro fotográfico.
Unidade VI
6 Análise de Tecidos e Células
6.1 Identificação e descrição de diferentes tipos de tecidos e células vegetais;
6.2 Medidas e análises quantitativas;
6.3 Aplicações em Pesquisa e Ensino.
BIBLIOGRAFIA
Básica
APPEZZATO-DA-GLÓRIA, Beatriz; CARMELLO-GUERREIRO, Sandra Maria. Anatomia vegetal.
3. ed. rev. e ampl. Vicosa, MG: Universidade Federal de Vicosa, 2012/2013. 404 p.
CUTTER, Elizabeth Graham. Anatomia vegetal: primeira parte: células e tecidos. 2. ed. São Paulo: Roca,
2002/2017. v1: 304 p.
CUTTER, Elizabeth Graham. Anatomia vegetal: experimentos e interpretação: segunda parte:órgãos. 2.
ed. São Paulo: Roca, 2002/2017. v2: 336 p.
Complementar
SOUZA, Luiz Antonio de. Morfologia anatomia vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântula. Ponta Grossa:
UEPG, 2009. 259 p.
ESAÚ, Katherine. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Blucher, 1974/2017. 293 p.
BALTAR, S.L.S.M.A. Manual prático de morfoanatomia vegetal. São Carlos: Rima, 2006. 88p.
EVERT, Ray F; EICHHORN, Susan E. Raven biologia vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014. 856 p.
POTIGUARA, Raimunda Conceição de Vilhena et al. Org. Estruturas vegetais em microscopia
eletrônica de varredura. Belém: MPEG/UEPA, 2013. 113 p.
158

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
TEORIA DO PENSAMENTO SISTÊMICO Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH
Conhecimento o Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva / A
TOTA Práti Presenci
Atividade ESO / TCC / Teórica DCE C EaD
L ca al
Curricular AC E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Utilizar o pensamento sistêmico no ensino, na pesquisa e na extensão rural;
Objetivos Específicos
Capacitar o acadêmico a desenvolver um pensamento holístico;
Perceber a interligação das ações humanas;
Desenvolver práticas profissionais de forma sistêmica;
METODOLOGIA
O Componente Curricular (CC) será desenvolvido de acordo com a Natureza Didático-pedagógica:
Quanto à dimensão de conhecimento: teórico-prática - que contará com aulas expositivas dialogadas,
com discussão dos textos da bibliografia; seminários apresentados pelos(as) estudantes e coordenados
pelo(a) professor(a) sobre os textos da bibliografia, além de leituras e pesquisas, dentre outras escolhidas
pelo(a) professor(a) como exercícios de reflexão individuais e em grupos, exibição e discussão de filmes
e produção de textos.
Quanto à dimensão de extensão: Disciplina Curricular de Extensão (DCE) – referente à carga horária
prática, que levará em consideração a formação discente e interação com a comunidade externa
mediante, pelo menos, uma das modalidades de extensão e seus produtos, como: Programas; Projetos;
Cursos e Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços, que serão definidas em plano de ensino, com
planejamento e execução de ações de docência sobre as unidades de conteúdo e de culminância com as
referidas modalidades de extensão, com metodologia presencial ou presencial complementada com On-
line (simultaneamente), não descaracterizando a modalidade presencial do componente curricular
extensionista e modalidade de curso presencial. e,
Quanto à dimensão de modalidade de ensino do CC: presencial – referente à carga horária total/parcial,
de acordo com a modalidade do curso e parâmetros em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
159

EMENTA
Holismo e reducionismo; abordagens do pensamento sistêmico; tipos de sistemas; conceitos centrais do
pensamento sistêmico; teoria sistêmica e cibernética; pensamento sistêmico e complexidade;
pensamento sistêmico no ensino, na pesquisa e na extensão rural; metodologias sistêmicas (práticas
sistêmicas) para lidar com situações de complexidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução ao Pensamento Sistêmico: a busca de novos paradigmas e de novos valores
1.1 Holismo e reducionismo
1.2 Abordagens do pensamento sistêmico
1.3 Conceitos centrais do pensamento sistêmico
Unidade II
2 Tipos de sistemas: sistemas abertos e sistemas fechados
2.1 Teorias sistêmicas: aspectos teóricos e metodológicos
Unidade III
3 O pensamento sistêmico no ensino, na pesquisa e na extensão rural
BIBLIOGRAFIA
Básica
BERTALANFFY, L. von. Teoria Geral dos Sistemas: fundamentos, desenvolvimento e aplicação. 4ª ed.
Rio de Janeiro: Vozes, 2009.
CAPRA, F. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo: Cultrix, 2006.
VASCONCELLOS, M. J. E. Pensamento Sistêmico: o novo paradigma da Ciência. 9ª ed. Campinas:
Papirus, 2002.
Complementar
CAPRA, F. A Teia da Vida. São Paulo: Cultrix, 2003.
CAPRA, F.; LUISI, P. L. A visão sistêmica da vida: uma concepção unificada e suas implicações
filosóficas, políticas, sociais e econômicas. São Paulo: Cultrix, 2014 .
CHURCHMAN, C. West; GUIMARÃES, Francisco M. Trad. Introdução à teoria dos sistemas. 2. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. 414 p.
MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 16. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. 344 p.
PENA-VEGA, Alfredo; NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do Trad. O Despertar ecológico: Edgar Morin
e a ecologia complexa. Rio de Janeiro, RJ: Garamond, 2010. 109 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PRÁTICAS EDUCATIVAS DE INTRODUÇÃO A
Eletiva 45
AGROECOLOGIA NAS ESCOLAS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
160

Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOTA Presenci
Atividade Teórica Prática DCE C EaD
ESO / TCC / AC L al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Discutir os impactos das técnicas agrícolas no meio ambiente. Abordar a importância da adoção de
práticas agrícolas sustentáveis para o meio ambiente e o homem. Proporcionar aos discentes informações
sobre alternativas ao cultivo agrícola tradicional;

Objetivos Específicos
O curso visa ainda atender a demanda de profissionais com conhecimentos em sistemas de produção
agroecológica despertando uma visão crítica sobre a interação do espaço rural e urbano dentro da
perspectiva do desenvolvimento Sustentável;
Contribuir na formação de profissionais capazes de contribuir para a melhoria da qualidade devida das
comunidades rurais e urbanas nos vários biomas brasileiros, por meio da produção de alimentos
saudáveis e em quantidade suficiente para satisfazer as atuais e futuras demandas;
Disponibilizar aos discentes informações quanto às demandas por técnicas e tecnologias apropriadas,
para utilização na agropecuária atual, respeitando preceitos ecológicos e a legislação ambiental vigente,
na suas atividades cotidianas para professores de biologia.

METODOLOGIA
a) Metodologia teórica:
1. Será criado um grupo de WaltsApp para facilitar a comunicação com a turma e entrega do plano de
ensino, enfatizando a importância dos conteúdos e o uso de metodologias que serão trabalhadas ao londo
do curso;
2. As aulas serão ministradas presencialmente com aulas expositivas e dialogadas, utilizando Datashow,
quadro branco, pincel atômico para quadro branco, apagador, noteboock e datashow.
3. Em sala de aula será utilizada a metodologia ativa, com o uso de ferramentas participativas para
elaboração de projeto, cartilha e resumos didáticos com a participação dos discentes;
4. A contabilização da frequência será por meio da lista de frequência impressa no SIGAA;
5. Notas serão em bloco de tarefas das atividades teórica (participação em sala de aula
e exercicios, plano de aula) + atividade prática (nas escolas) + atividades de extensão (DCE) + atividades
complementares (ACE) = 10,0 pontos (1 NAP e 2 NAP);
6. A prova de AS será todo o conteúdo ministrado em prática de sala de aula com o uso
de metodologias) + atividade prática (campo) + atividades de extensão (DCE) + atividades
complementares (ACE) = 10,0 pontos.
7. Durante as aulas expositivas será utilizado artigos científicos para leitura e interpretação em grupos,
escolha da metodologia a ser aplicada para cada tema proposto nas escolas e elaboração do produto com
o uso das metodologias de extensão.
b) Metodologia prática nas escolas:
161

1. Será mostrado para a turma como construir uma composteira a baixo custo que poderá ser usada tanto
para atender hortas, outros plantios e etc;
2. Mostrar para a turma a perturbações dos agroecossistemas por práticas agrícolas e como controlá-las.
Essas práticas metodológicas tanto em campo como em sala de aula serão cadastradas como projeto de
ensino na PROEN.
c) Metodologia de DCE (extensão):
1. Com base no levantamento feito na comunidade dar opções de melhoria da qualidade
de vida, lucro e rendimento na agricultura, através do uso de técnicas inovadoras, mas
abaixo custo como por exemplo: composteira, sistema de irrigação agroecológico, controle alternativo
de pragas e doenças; uso de plantas indicadoras para a recuperação de solos, área degradadas e adição
de nutriente no solo e etc.
O produto que é a compostagem, alimentos orgânicos de qualidade e solo recuperado.
c) Metodologia de ACE (atividades complementares):
1. As atividades complementares serão pesquisas realizadas voltadas para a comunidade escolar com
vistas em projeto e para melhorar sua situação na escola, através dos discentes. A metodologia de ensino
utilizada será a realização de atividades práticas acompanhadas de plano de aula em:
Composteira;
Hortas escolares horizontais e verticais;
Treinzinho do conhecimento: metodologia lúdica para adotar a temática do solo;
Cobertura do solo: com plantas indicadoras de nutrientes;
Sementes: técnicas simples de quebra de dormência e semeio;
Princípios de agroecologia: mapas mentais e a técnica da matriz horária.
Fanzine agroecológica: desenhos sobre a temática conscientizando a comunidade.
Alimentação saudável: Debater sobre alimentação saudável, vegetarianismo e o consumo de alimentos
agroecológicos e/ou orgânicos (que não contenham agrotóxicos);
Frutas e estações do ano:Conversar e compreender qual a melhor estação do ano para comer
determinadas frutas;
Fases da lua e sua influência no plantio das plantinhas: agricultura biodinâmica;
Seres fantásticos: curupira, mãe d´água, matinta perera, saci e etc. Sua influência na agricultura /
agricultura biodinâmica;
Signos do zodíaco: roda dos sígnos influenciando no sistema de produção / agricultura biodinâmica.
Caminho sensorial: caminhada ecológica no campus da ufra para mostrar a importância das espécies de
plantas para a natureza, cursos d´água e animais.
Feira de trocas: stande da UFRA montados na praça para que as crianças das escolas troquem livros e
materiais alternativos com a comunidade.
Caminho da leitura: proporcionar leitura sobre a natureza agroecológica, preservação, meio ambiente,
lixo, além da confecção de jogos interativos.
Embalagens práticas utilizadas para simular agrotóxicos de acordo com o seu grau de toxidez. Além de
classificarmos de acordo com as cores as embalagens, devemos pôr a leitura das mesmas em braile para
que todos os tipos de públicos tenham acesso.
Brinquedos recicláveis e artesanatos: Estimular a reciclagem e a reutilização de materiais e a construção
coletiva de objetos.
Cubos de histórias: A contação de história permite que as crianças desenvolvam sua imaginação, o
raciocínio e muitas outras habilidades, além de ser muito divertido. Utilizamos, então, um modo de
contar histórias que estimula a criatividade, trabalho em grupo e entretenimento, que podem ser usadas
para trabalhar qualquer tema ou assunto.
Balde de memórias: Exercitar o registro de lembranças, o cuidado e a preservação de memórias,
estimular que as e os participantes pensem em planos, projetos e realizações para o futuro.
Jogos cooperativos: Os jogos ou brincadeiras cooperativas incentivam a colaboração, a solidariedade, a
162

inclusão, a amizade e a empatia, de forma que os participantes percebam que o planejamento e as ações
coletivas propiciam que objetivos comuns sejam alcançados.
Cultura popular brasileira: É possível iniciar com uma pesquisa do histórico dos costumes dos mais
velhos da família ou comunidade.
EMENTA
Evolução técnica das práticas agrícolas. Impacto das técnicas agrícolas sobre os recursos produtivos.
Contexto dos problemas ecológicos da agricultura. Estudo de técnicas e processos produtivos
poupadores de energia e recursos. Sustentabilidade ecológica da agricultura. Sistemas de produção nos
grandes ambientes brasileiros. Estrutura e processos ecológicos em ecossistemas naturais e em
agroecossistemas. Nutrição mineral em agroecossistemas. Entomologia em agroecossistemas. Plantas
daninhas em agroecossistemas. Sistemas de cultivos múltiplos. Sustentabilidade ecológica de
agroecossistemas. Agricultura sustentável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I
1 Evolução das técnicas e práticas agrícolas:
1.1 Definição de agroecologia;
1.2 História da evolução das técnicas e práticas agrícolas;
1.3 Formas não-convencionais de agricultura;
1.4 Pensamentos filosóficos sobre agricultura;
1.5 Características de diferentes abordagens de agricultura não-convencional.
a. Agricultura Industrial ou convencional;
b. Diferentes abordagens de agricultura pós-moderna ou pós-industrial:
agricultura orgânica (AO); agricultura biodinâmica (ABD); agricultura
biológica (AB); agricultura ecológica (AE); agricultura natural (NA).
UNIDADE II
2 Impacto das técnicas agrícolas sobre os recursos produtivos.
2.1 Erosão do solo pela atividade agrícola: erosão laminar; erosão por sulcos; erosão
em voçorocas; práticas mecânicas vegetativas no controle à erosão.
2.2 Impacto do desmatamento sobre os recursos produtivos:
a. Causas do desmatamento;
b. Monocultura;
c. Uso de agrotóxicos;
d. Plantas transgênicas;
e. Consequências dos OGMs;
f. Fertilizantes;
g. Eutrofização;
h. Uso de maquinário;
i. Irrigação.
j. Queimadas.
UNIDADE III
3 Contexto dos problemas ecológicos da agricultura.
3.1 Intervenção humana na natureza;
3.2 Poluição do ar;
3.3 Inversão térmica;
3.4 Chuva ácida;
3.5 Efeito estufa e aquecimento global;
3.6 Efeito poluidor do ozônio;
3.7 Poluição da água;
163

3.8 Degradação do solo;


3.9 Degradação da biodiversidade;
3.10 Tecnologia e sociedade.
UNIDADE IV
4 Estudo de técnicas e processos produtivos poupadores de energia e recursos.
4.1 Sustentabilidade;
4.2 Formas de energia (derivados do petróleo; eólica, térmica, biomassa e etc.);
4.3 Problemas que o homem enfrenta sobre a energia;
4.4 Linhas evolucionistas (economia de fronteiras; ecologia profunda; proteção
ambiental; administração dos recursos e ecodesenvolvimento);
4.5 Uso do solo e impactos ambientais;
4.6 Técnicas agrícolas e redução dos impactos ambientais: irrigação; terraceamento;
plantio direto; rotação de culturas; alternância de capinas e etc.
UNIDADE V
5 Sustentabilidade ecológica da agricultura.
5.1Sustentabilidade ecológica;
5.2 Extrativismo;
5.3 Equilíbrio ecológico;
5.4. Agricultura orgânica.
5.5 Permacultura;
5.6 Agricultura biodinâmica;
5.7 Agricultura biológica.
UNIDADE VI
6 Sistemas de produção nos grandes ambientes brasileiros.
6.1 Agricultura regenerativa;
6.2 Agricultura florestal;
6.3 Agricultura natural;
6.4 Agricultura biológica;
6.5 Agricultura orgânica;
6.6 Agricultura biodinâmica;
6.7 Agricultura sintrópica.
UNIDADE VII
7 Estrutura e processos ecológicos em ecossistemas naturais e em agroecossistemas.
7.1 Definição de ecossistemas;
7.2 Definição de agroecossistemas;
7.3 Propriedades estruturais da comunidade:
a. Diversidade de espécie;
b. Abundância;
c. Espécie dominante;
d. Estrutura da vegetação;
e. Estrutura trófica.
7.4 Função dos ecossistemas;
7.5 Fluxo de energia em ecossistemas;
7.6 Ciclagem de nutrientes nos ecossistemas;
7.7 Ciclos biogeoquímicos: da água, do carbono (C), do nitrogênio (N) e do oxigênio (O) possuem seu
reservatório principal na atmosfera, assumindo um caráter mais global, enquanto outros, menos
móveis, como o do fósforo (P), do enxofre (S), do potássio (K), do cálcio (Ca) e da maioria dos
micronutrientes;
7.8 Mecanismos de regulação da população nos agroecossistemas:
164

a. Mutualismo;
b. Predação;
c. Parasitismo;
d. Interferência positiva e negativa;
e. Competição;
f. Coexistência;
7.8 Processos dinâmicos nos agroecossistemas:
a. Situação de estresse;
b. Distúrbios e perturbações.
7.9 Diferenças entre ecossistemas e agroecossistemas;
a. Fluxo de energia mais aberto;
b. Ciclagem de nutrientes mais aberta;
c. Diversidade;
d. Pressão de seleção artificial;
e. Diminuição dos níveis tróficos;
f. Diminuição na capacidade de autoregulação;
g. Tipos de agroecossistemas: modernos ou tecnificados; agroecossistemas tradicionais.
7.10 Passos para a construção de sistemas agroecológicos:
a. Reduzir a dependência de insumos comerciais;
b. Utilizar recursos renováveis e disponíveis no local;
c. Enfatizar a ciclagem de nutrientes;
d. Introduzir espécies que criem diversidade funcional no sistema;
e. Desenhar sistemas que estejam adaptados às condições locais e aproveitem
ao máximo os microambientes;
f. Manter a diversidade, a continuidade espacial e temporal da produção;
g. Otimizar e elevar os rendimentos, sem ultrapassar a capacidade produtiva do
ecossistema original;
h. Resgatar e conservar a diversidade genética local;
i. Resgatar e conservar o conhecimento e as culturas locais (tradicional,
indígena, ribeirinha, quilombola e etc.).
UNIDADE VIII
8 Nutrição mineral em agroecossistemas.
8.1 Análise química do solo para correção do solo e adubação orgânica, através do uso de diferentes
fontes de esterco;
8.2 Balanço nutricional de nutrientes no solo com o uso de plantas indicadoras;
8.3 Correção do solo, através de plantas indicadoras de deficiência nutricional e etc.
UNIDADE IX
9 Entomologia em agroecossistemas.
9.1 Manejo integrado de pragas;
9.2 Identificação das principais pragas (insetos, nematoides, formigas e etc);
9.3 Confecção de armadilhas e controle alternativo sem agrotóxico.
UNIDADE X
10 Plantas daninhas em agroecossistemas.
10.1 Ecologia e manejo de vegetação espontânea;
10.2 Disseminação, reprodução, banco de dissemínulos, dormência e germinação;
10.3 Convivência com plantas daninhas e medidas de controle;
10.4 Manejo integrado de plantas daninhas.
UNIDADE XI
11Sistemas de cultivos múltiplos.
165

11.1Rotação de culturas;
11.2 Consorciação agrícola (plantas anuais x plantas permanentes);
UNIDADE XII
12 Sustentabilidade ecológica de agroecossistemas:
12.1 Conceito de sustentabilidade;
12.2 Tipos de sustentabilidade: econômica, social, ecológica, cultural, espacial, terrritorial, política
nacional, política internacional;
12.3 Sustentabilidade em agroecossistemas: manejo do cultivo, das pastagem e florestal;
multifuncionalidades da paisagem: área de preservação permanente: APP´s e reserva legal; serviços
ecossistêmicos: controle biológico, polinização, ciclagem de nutrientes, provisão e regulação da água;
ecoturismo, manutenção da biodiversidade; serviços prestados: provisão de alimentos, energia, fibras;
desserviços prestados: desmatamentos, erosão, contaminação do solo e da água, efeito estufa e outros
gases;
12.4 Eficiência do uso de energia em agroecossistemas;
12.5 Captura e sequestro de carbono;
12.6 Tipos de agroecossistemas: Campo de pastagem; Sistema silvopastoril; Sistema agropastorial;
Sistema agrosilvopastoril; Sistemas agroflorestais e Siscal.
12.7 Sustentabilidade dos agroecossistemas devido a energia fotovoltaíca;
12.8 Consequências da sustentabilidade dos agroecossistemas.
UNIDADE XIII
13 Agricultura sustentável.
13.1 Conceito de agricultura sustentável;
13.2 Princípios e características da agricultura sustentável;
13.3 Agricultura orgânica;
13.4 Agricultura biodinâmica;
13.5 Permacultura;
13.6 Plantio direto;
13.7 Sistemas agroflorestais;
13.8 Área de preservação permanente;
BIBLIOGRAFIA
Básica
AGROECOLOGIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: QUESTÕES PROPOSITIVAS DE CONTEÚDO E
METODOLOGIA. 2. ed. rev. e ampl São Paulo: Espressão popular, 2017. 163 p., il. Inclui referências.
ISBN 9788577432943.
AGROECOLOGIA NAS ESCOLAS PÚBLICAS. Educação Ambiental e Resgaste dos Saberes
Populares. Cadernos de Metodologias, 2019, p.26.
BIAZOTI, André; ALMEIDA, Natalia; TAVARES, Patricia. Caderno de Metodologias: Inspirações e
Experimentações na Construção do Conhecimento Agroecológico (1ª Edição). Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa, 2017.
Complementar
166

SOUZA, Jacimar Luis de; RESENDE, Patrícia. Manual de horticultura orgânica. 3.ed. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil, 2014. 838 p.
COMIDA que alimenta. Direção: Ianah Maia. Roteiro: Centro Sabiá. [S. l.]: Centro Sabiá, 2016.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z6xAkNPV3QI&t=2s. Acesso em: 2 abr. 2020.
(REFERENCIA ONLINE)
BARBOSA, Pedro (Ed.). Conservation biological control. San Diego: Academic Press, 1998. 418p.
COLLINS, Wanda W. (Ed.). Biodiversity in agroecosystems. Boca Raton: Lewis, 1999. 348p.
Koogan, 2013. 431p. SOUSA, Romier da Paixão et al. Multiplicação de conhecimentos agroecológicos:
sistematização de uma experiência na microrregião Cametá – Pará. Belém: APACC/GTNA/ANA-
AMAZONIA, 2009. 52p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
PAISAGISMO FUNCIONAL EM ESCOLAS Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar aos estudantes o conhecimento teórico e prático necessário para a criação e planejamento
de espaços exteriores, promovendo a harmonia entre o ambiente construído e a natureza.
Objetivos Específicos
Compreender os princípios básicos do paisagismo e sua importância na criação de espaços agradáveis e
funcionais;
167

Analisar e interpretar o ambiente natural e construído, identificando potenciais para intervenções


paisagísticas;
Elaborar projetos de paisagismo considerando fatores como clima, topografia, vegetação existente e
necessidades dos usuários;
Selecionar e especificar elementos vegetais e não-vegetais, levando em conta suas características e
requisitos de manutenção;
Utilizar ferramentas e softwares relevantes para a elaboração e apresentação de projetos de paisagismo.
METODOLOGIA
O conteúdo será ministrado através de aulas teóricas (15h) e práticas extensionistas (30h) onde os alunos
deverão analisar a área, projetar, implementar e realizar a manutenção de jardins em escola selecionada
na ocasião de oferta da disciplina.
Os alunos deverão realizar o levantamento de possíveis áreas que poderão receber o paisagismo. Eles
deverão elaborar o projeto junto com a comunidade escolhida (como escolas públicas, igrejas, asilos,
creches ou Unidades de Pronto-Atendimento etc.). A comunidade deve participar desde o objetivo do
projeto, a escolha do espaço no local, caracterização ambiental, tipos de plantas de memória afetiva,
plantas funcionais, adornos e caminhos a serem considerados no projeto. A execução do projeto,
caracterizado por um serviço de extensão, será desenvolvida por todos os envolvidos da Ufra e público-
alvo. Poderão também ser realizadas atividades de treinamento, minicursos e/ou palestras sobre
paisagismo destinados ao público-alvo.
EMENTA
As Relações com o Verde no Brasil, Análise do Ambiente, Princípios do Paisagismo, Elementos do
Paisagismo, Sustentabilidade e Conservação, Projetos, Seleção de Plantas e Materiais, Gestão de
Projetos Paisagísticos e Estudos de Caso.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 As Relações com o Verde no Brasil
1.1 Definição e histórico do paisagismo;
1.2 Funções e objetivos do paisagismo;
1.3 Saúde e meio ambiente;
1.4 Arborização urbana.
Unidade II
2 Análise do Ambiente
2.1 Levantamento de dados;
2.2 Estudo do terreno e topografia;
2.3 Identificação da vegetação existente.
Unidade III
3. Princípios do Paisagismo
3.1 Composição e equilíbrio;
3.2 Escala e proporção;
3.3 Ritmo e movimento.
Unidade IV
4 Elementos do Paisagismo
4.1 Vegetação (árvores, arbustos, gramados);
4.2 Elementos não-vegetais (mobiliário urbano, pavimentação, iluminação).
Unidade V
5 Sustentabilidade e Conservação
5.1 Práticas sustentáveis no paisagismo;
5.2 Conservação da biodiversidade e uso eficiente de recursos.
168

Unidade VI
6 Projetos
6.1 Projetos de jardim;
6.2 Jardins temáticos e específicos (ex: jardins sensoriais, terapêuticos, etc.).
Unidade VII
7 Plantas e Materiais
7.1 Estudo de espécies vegetais adequadas ao ambiente local;
7.2 Propagação de plantas ornamentais;
7.3 Escolha de materiais para mobiliário, pavimentação, entre outros.
Unidade VIII
8 Gestão de Projetos Paisagísticos;
8.1 Orçamento e cronograma;
8.2 Execução;
8.3 Manutenção.
Unidade IX
9 Estudos de Caso
9.1 Análise de projetos paisagísticos relevantes;
9.2 Horta & Paisagismo;
9.3 Visitas técnicas as escolas e demais espaços públicos e privados.
BIBLIOGRAFIA
Básica
PANZINI, Franco. Projetar a natureza: arquitetura da paisagem e dos jardins desde as origens até a época
contemporânea. São Paulo: Senac, 2013
ABBUD, B. Criando paisagens: Guia de arquitetura paisagística. 3 ed. São Paulo: Senac, 2006. 208 p.
LORENZI, Harri. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil:
v.1. 7. ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum da Flora, 2016. 384 p.
Complementar
LIRA FILHO, JA. Paisagismo: elaboração de projetos de jardim. Viçosa, MG, 2012. 254p.
BIONDI, D. Arborização Urbana: Aplicada à Educação Ambiental nas Escolas. 1ª Edição. Produção
Independente. 2008, 120p.
PORTO, Luiz Paulo Monteiro Org; BRASIL, Heliana Maria Silva Org. Manual de orientação técnica da
arborização urbana de Belém: guia para planejamento, implantação e manutenção da arborização em
logradouros públicos. Belém, Pa: UFRA/Prefeitura Municipal de Belém, 2013. 110 p.
FORTES, Vânia Moreira. Técnicas de manutenção de jardins. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2012.
220 p. (Coleção Jardinagem e Paisagismo. Série Manutenção de Jardins; v. 2)
GUSMÃO, Sérgio Antonio Lopes de; SILVA FILHO, João Boulhosa Ramos da. Princípios do cultivo
orgânico na produção de hortaliças: hortas saudáveis para a Amazônia. Belém: UFRA, 2012. 71 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA E MARKETING Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
169

CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Possibilitar aos discentes a compreensão dos conceitos de empreendedorismo e marketing aplicados à
demanda das tecnologias verdes, serviços e produtos baseados nos aspectos da sustentabilidade,
reciclagem e preservação da natureza;

Objetivos Específicos
Possibilitar aos discentes a compreensão dos conceitos de empreendedor e empreendedorismo e os
autores que contribuíram na evolução conceitual;
Possibilitar aos discentes a compreensão dos conceitos de marketing e seus principais autores;
Permitir que os discentes a compreendam os elementos que compõe o mix de marketing para o sucesso
dos negócios;
Orientar os discentes para a criação de negócios voltados para a sustentabilidade, com a exploração dos
recursos naturais considerando as gerações futuras;
Possibilitar aos discentes os elementos “Rs” da reciclagem com a preservação da natureza a partir da
inovação e criação de novos negócios.

METODOLOGIA
A proposta metodológica da disciplina se baseia na exposição dialogada do conteúdo, com a inter-relação
com exemplos práticos do dia a dia das empresas e organizações. As aulas serão dinâmicas com a
interação com os discentes e atividades em classe a partir da formação de grupos. As atividades
acadêmicas também serão de construção de propostas de planos de negócios voltados para a área
ambiental e de sustentabilidade. A avaliação será mista, parte em com atividades elaboradas em sala de
aula que somarão 30% da nota da NAP 1 e parte com prova de conhecimento valendo 70% da nota da
NAP 1, e para a NAP 2 será considerado o Plano de Negócios com a parte escrita equivalente a 50% da
NAP e a defesa do projeto equivalente aos demais 50%.
EMENTA
O Empreendedor e a Economia de Mercado. As Oportunidades de Negócios. O Empreendedor e os
Fatores de Sucesso Empresarial. O Marketing Pessoal do Gerente Empreendedor. Medidas de Qualidade.
Plano de Negócios. Empreendedorismo e a BNCC. Educação Empreendedora. Marketing e a atuação do
professor.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
170

1 Conceitos Gerais sobre Empreendedorismo e Marketing


1.1. Conceito de empreendedor e empreendedorismo
1.2. Histórico do empreendedorismo no Brasil e no mundo
1.3. A importância socioeconômica do empreendedorismo
1.4. Fatores que influenciam o empreendedorismo
1.5 As características dos empreendedores de sucesso
1.6 Mitos do empreendedorismo
1.7 Conceitos de marketing e o marketing para o empreendedor
Unidade II
2 O Mercado e as Oportunidades de Negócios
2.2. Análise de mercado: forças, fraquezas, oportunidades e ameaças
2.3. Medidas de qualidade
2.4. Plano de negócios: conceitos, características, estrutura e elaboração de um plano de negócios
Unidade III
3 Empreendedorismo, Marketing e Educação
3.1 Empreendedorismo e a BNCC
3.2 Práticas de Empreendedorismo e a escola
3.3 Educação empreendedora
3.4 Marketing na formação do professor
3.5 O professor, seu marketing e as mídias digitais
BIBLIOGRAFIA
Básica
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo - Transformando ideias em negócios. 2. Ed. Rio de
Janeiro: Editora Campus. 2005.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa. 15. Ed. São Paulo: Cultura, 2002.
KOTLER, P e KELLER, K.L. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12. Ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2006.
Complementar

BERNARDI, L. Manual de Empreendedorismo e Gestão - Fundamentos, Estratégias e


Dinâmicas. 2. Ed. Editora Atlas, 2012.
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo - Dando asas ao espírito empreendedor. 4. Ed. Editora Manole,
2012.
HASHIMOTO, M. Espírito empreendedor nas organizações. 3. Ed. Saraiva, 2013.
CASAS, L e LUZZI, A. Administração de marketing. 2. Ed. Atlas, 2019.
KOTLER, P. O marketing sem segredos. 1. Ed. Editora: Bookman, 2006.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
SAÚDE PÚBLICA E AÇÃO SOCIAL Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
171

CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Formar indivíduos com capacidade de análise crítica da realidade do ambiente em que vivenciam,
subsidiar a produção de pesquisas; implementação, execução e avaliação de políticas sociais; levando a
percepção dos planos programas e projetos juntos a órgãos da administração pública direta e indireta,
empresas, entidades e organizações populares;

Objetivos Específicos
Propiciar conhecimentos sobre a Saúde no país, discutindo a organização e a estruturação dos serviços
de Saúde Pública a partir das políticas públicas de saúde;
Discutir a organização e a estrutura dos serviços de saúde identificando a estrutura dos mesmos e as
políticas públicas do setor de saúde e a influência da participação popular na elaboração das mesmas;
Identificar os recursos organizacionais do setor saúde e como a população consegue se inserir nessa
estrutura;
Conhecer os programas de saúde existentes, identificando as ações de saúde coletiva na atenção básica.

METODOLOGIA
Exposição oral, leitura dialogada de textos de apoio, discussão em grupo, resolução de problemas.
Seminários, estudos em grupo. Desenvolvimentos e criação de documentos informativos tais como:
Cartilhas, Folders etc., informativos e formativos de educação em saúde para população. AVALIAÇÃO
– Diagnóstica, Formativa e Somativa, ao final de cada aula e em cada unidade através de seminários,
resumos, resenhas, provas escritas e avaliação de desempenho nas aulas práticas.
EMENTA
Contexto histórico e função assistencial em Saúde Pública. Saúde Pública e Desenvolvimento Social. A
Organização das Políticas de Saúde. A Constituição Federal e a Saúde. Rede Assistencial de Saúde.
Metodologia de Assistência em Saúde. Modelos Assistenciais de Saúde e Introdução a Epidemiologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
172

Unidade I
1 Saúde Pública x Saúde Coletiva.
1.1- Conceitos e importância de Saúde Pública e Saúde Coletiva.
1.2- A Saúde no contexto do desenvolvimento Econômico Social.
1.3- Análise da situação de Saúde. Problemas, necessidades sentidas e não
sentidas pela comunidade.
1.4- Funções assistenciais nas ações básicas.
Unidade II
2 ORGANIZAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE:
2.1- A Reforma Sanitária.
2.2- O Sistema Único de Saúde.
2.3- Descentralização e municipalização dos serviços de saúde. A saúde na
Constituição Federal. Lei orgânica da saúde NOB93/96 – NOAS
2.4- Controle Social.
Unidade III
3 Introdução ao estudo qualitativo da saúde pública e ambiente
3.1-Introdução à metodologia epidemiológica
3.2-Conceito do processo epidêmico
3.3-Epidemiologia e profilaxias das doenças crônico e degenerativas e saúde ocupacional
3.4-Vigilância epidemiológica.
Unidade IV
4 Recursos organizacionais em saúde.
4.1- Unidades Básicas dos Serviços de Saúde.
4.2- Recursos Humanos em Saúde.
4.3- Disponibilidade Tecnológica em Saúde. Financiamento do setor de saúde.
4.4- Sistema de Informação em Saúde-SIAB
Unidade V
5 Metodologia de Assistência em Saúde.
5.1- Modelos assistenciais de saúde.
5.2- Os programas de saúde: Saúde da Família; Agentes Comunitários de Saúde;
Controle da Tuberculose; Controle de Hanseníase. Doenças negligenciáveis.
* Temas Transversais: Violência na infância e na adolescência; Gravidez na
adolescência; Trabalho infantil; Política de saúde indígena.
BIBLIOGRAFIA
Básica
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11ª Ed. Editora Atheneu. 2005
REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nas Américas e na África. 4ª Ed.
Guanabara Koogan. 2001
VERONESI, R. Doenças Infecciosas e Parasitárias. 8ª Ed. Guanabara Koogan. 1991
Complementar
AMATO-NETO, V.; AMATO, V.S.; TUON, F.F. Parasitologia: Uma abordagem Clínica. . Elsevier.
2008
CARLI, G.A. Parasitologia Clínica. 2ª Ed. Atheneu. 2001.
PESSOA, S.B.; MARTINS, A.V. Parasitologia Médica. 12ª Ed. Guanabara Koogan. 1998
LUZ-NETO, R.S.; VOLPI, R.; BELTRÃO, E.R.; REIS, P.A. Microbiologia e Parasitologia: Uma
contribuição para a Formação de Profissionais de Saúde. 2ª Ed. AB Editora. 2008.
BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira; VIANA, Viviane Japiassú. Poluição ambiental
173

e saúde pública. 1. ed. São Paulo: Érica, 2014. 128p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
SAÚDE, HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO Eletiva 30
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presencia
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca l
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 30 30 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Introduzir o discente na Legislação Trabalhista aplicada à segurança do trabalho: na Constituição
Federal, na CLT, na Previdência Social e nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho
(SESMT, EPI, CIPA, PGR e PCMSO);

Objetivos Específicos
Apresentar noções básicas ao futuro profissional com relação à saúde, higiene e segurança do trabalho,
especialmente no que concerne aos riscos ambientais laborais e à legislação aplicável ao assunto;
Sensibilizar tecnicamente acerca da importância da cultura de zero acidentes de trabalho e do
comportamento Seguro;
Introduzir métodos de análise de riscos e de investigação de acidentes, para que seja possível
compreender e mensurar os riscos mais graves, para os reduzir ou eliminar, bem como das causas raízes
de acidentes, para que se evite a recorrência dos mesmos.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow,
quadro branco e apostilas. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de exercícios e produção
textual, bem como da apresentação de seminários expositivos e realização de atividades práticas em
campo. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
174

Conceituação de Saúde Ambiental. Noções de Epidemiologia. Doenças Relacionadas à Contaminação


da Água, Solo e Ar. Legislação Trabalhista aplicada à Segurança do Trabalho: na Constituição Federal,
na CLT, na Previdência Social e nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho (SESMT,
EPI, CIPA, PGR, PCMSO). Noções de Riscos Ambientais. Principais Ferramentas, Fundamentos de
Análises de Risco, Risco e Perigo. Riscos da Operação Normal, Riscos de Acidentes de Trabalho e de
Processo. Acidentes no Trabalho: definições, atos inseguros, custos diretos e indiretos envolvidos nos
acidentes. Equipamentos de Proteção Individual. Análise Preliminar de Riscos. Investigação de acidentes
de trabalho.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Noções básicas e legislação
1. Conceituação de Saúde Ambiental.
2. Noções de Epidemiologia.
3. Doenças Relacionadas à Contaminação da Água, Solo e Ar.
4. Noções de Riscos Ambientais
5. Legislação Trabalhista aplicada à Segurança do Trabalho
5.1. Constituição Federal
5.2. CLT e Previdência Social
5.3. Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho
5.3.1. NR4 – SESMT
5.3.2. NR5 – CIPA
5.3.3. NR6 – EPI
5.3.4. NR7 – PCMSO
5.3.5. NR9 - PGR
6. Riscos da Operação Normal, Riscos de Acidentes de Trabalho e de Processo.
7. Acidentes no Trabalho: definições, atos inseguros, custos diretos e indiretos envolvidos nos
acidentes.
Unidade II
2 Métodos e aplicações práticas
2.1 Análise Preliminar de Riscos.
2.2 Métodos de APR
2.3 Elaboração de mapa de riscos
2.4 Investigação de acidentes de trabalho.
2.5 Método de árvore de causa
BIBLIOGRAFIA
Básica
GONÇALVES, I.C.; GONÇALVES, D.C.; GONÇALVES, E.A. Manual de Segurança e Saúde no
Trabalho. 7 ed. São Paulo: LTR, 2018.
FARIAS, T.Q. Acidentes do Trabalho - Teoria e Prática. São Paulo: Anhanguera Editora Jurídica, 2011.
SALIBA, T.F. Manual Prático De Higiene Ocupacional E PPRA. 9.ed. São Paulo: LTR, 2018.
Complementar
BARBOSA FILHO, A.N. Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental. 5.ed. Atlas.
SANTOS, A.S. Fundamentos do Direito Ambiental do Trabalho. São Paulo: LTR, 2010.
YEE, Z.C. Perícias de Engenharia de Segurança do Trabalho: Aspectos Processuais e Casos Práticos.
3.ed. Juruá, 2012.
ARAÚJO, G.M. Sistema De Gestão De Segurança E Saúde Ocupacional OHSAS 18.001 E Oit Sso 2001.
2.ed. Vol.1. 2011
175

ARAÚJO, G.M. Sistema De Gestão De Segurança E Saúde Ocupacional OHSAS 18.001 E Oit Sso 2001.
2.ed. Vol.2. 2011.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
SOCIOLOGIA E MEIO AMBIENTE Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Fornecer instrumentos para análises críticas das formas sociais de intervenção no meio ambiente e dos
problemas socioambientais, subsidiando sociologicamente a construção de alternativas tecnológicas
sustentáveis;

Objetivos Específicos
Discutir os fundamentos teóricos desde a perspectiva sociológica para compreender a problemática
ambiental nas sociedades contemporâneas, especialmente no Brasil;
Discutir os desafios da sociologia em relação à problemática Ambiental;
Analisar a produção científica da sociologia Ambiental;
Analisar a relação ambiente e sociedade;

METODOLOGIA
Serão ministradas aulas teóricas e práticas, expositivas e dialogadas; leitura e discussão dos textos ou
artigos; dinâmicas de grupo que promovam a problematização e a discussão dos assuntos e dos textos
entre os alunos com a mediação docente; atividades dirigidas, filmes e vídeos para análise e discussão
em seminários temáticos.
176

EMENTA
O contexto histórico do aparecimento da sociologia e sua relação com a ecologia; os desafios
contemporâneos da sociologia ambiental; a modernização ecológica e a “ecologização” do crescimento
econômico; a transformação tecnológica e a sustentabilidade; o desenvolvimento sustentável e a teoria
da sociedade de risco; conflitos sócioambientais, justiça e democracia; problemas ambientais, Estado e
políticas públicas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Teoria social e meio ambiente;
Unidade II
2 Interdisciplinaridade e problema ambiental;
Unidade III
3 O problema ambiental no Brasil e as ciências sociais;
Unidade IV
4 A sociologia dos conflitos sócio-ambientais;
Unidade V
5 Sustentabilidade e desenvolvimento.
BIBLIOGRAFIA
Básica

BECK, U. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. 2a ed. São Paulo: Editora 34, 2011.
BUARQUE, S. C. Construindo o desenvolvimento local sustentável: metodologia de planejamento.
4a ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2008.
BARBIERI, J. C. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da agenda 21. 14a
ed. Petrópolis: Vozes, 2013.

Complementar
FOSTER, J. B. A ecologia de Marx: materialismo e natureza. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2005.
LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 11. ed.
Petrópolis: Vozes, 2015. 494 p.
SERRÃO, M; ALMEIDA, A. CARESTIATO, A. Sustentabilidade: uma questão de todos nós. 1a Ed.
Editora Senac, 2012.
PENA-VEGA, Alfredo; NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do Trad. O Despertar ecológico: Edgar Morin
e a ecologia complexa. Rio de Janeiro, RJ: Garamond, 2010. 109 p.
GAMA, João Ricardo V. Org; SANTOS, Silvio Roberto Miranda dos; PALHA, Maria das Dores C. A
Natureza e os ribeirinhos. Belém, PA: Universidade Federal Rural da Amazônia, 2009. 348 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
MICROBIOLOGIA APLICADA Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
177

Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presencia
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca l
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Proporcionar ao aluno o conhecimento teórico e prático de metodologias relacionadas a estudos em
Microbiologia Aplicada;

Objetivos Específicos
Compreender as atividades microbianas e relacioná-las às situações positivas e negativas envolvendo o
ser humano, outros animais e vegetais;
Conhecer as principais técnicas utilizadas na bioprospecção de micro-organismos com potencial
biotecnológico;
Conhecer as principais técnicas moleculares utilizadas na microbiologia;
Estudar os principais tipos de alterações microbianas provocadas nos alimentos.

METODOLOGIA
As aulas teóricas serão realizadas com ampla utilização de recursos audiovisuais, sendo o conteúdo
abordado sob a forma de aulas expositivas dialogadas e discussões orientadas. O material de estudo e as
listas de exercício serão disponibilizados no SIGAA. Aulas práticas serão realizadas em laboratório com
auxílio de equipamento óptico, envolvendo temas abordados na parte teórica, os alunos deverão analisar
e descrever as estruturas morfológicas, com o auxílio de lupas e microscópios, desenvolvendo a
observação e a memorização da nomenclatura.
EMENTA
Principais técnicas de biologia molecular que envolvem micro-organismos. Técnicas para o estudo de
microbiologia da água, do solo e do ar. Potencial biotecnológico microbiano. Isolamento de bactérias
diazotróficas e fungos micorrizas. Importância e principais grupos de micro-organismos relacionados
aos alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução a Microbiologia aplicada
1.1 Histórico, abrangência e desenvolvimento da Microbiologia
Unidade II
2 Estudo de microrganismos da água, do solo e do ar
2.1 Coleta, manuseio e armazenamento das amostras
2.2 Técnicas usadas no isolamento de micro-organismos presentes na água e no solo
2.3 Análise microbiológica do Ar
178

2.4 Quantificação de micro-organismos


Unidade III
3 Microbiologia dos alimentos
3.1 Deterioração microbiana de alimentos.
3.2 Análise Microbiológica da carne
3.3 Análise Microbiológica de frutas e hortaliças
3.4 Análise Microbiológica do Leite
Unidade IV
4 Análise do potencial microbiano
4.1 Técnicas usadas na bioprospecção de micro-organismos.
4.2 Técnicas moleculares aplicadas a micro-organismos.
BIBLIOGRAFIA
Básica
FORSYTHE, Stephen J. Microbiologia da segurança dos alimentos: Stephen J. Forsythe. 2.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2013. 607 p.
TORTORA, Gerard J; CASE, Christine L; FUNKE, Berdell R. Microbiologia. 12. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2017. 935 p.
VERMELHO, Alane Beatriz; SOUTO-PADRÓN, Thais. Práticas de microbiologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011/2015. 239 p.
Complementar
GAVA, Altanir Jaime; SILVA, Carlos Alberto Bento; FRIAS, Jennifer Ribeiro Gava. Tecnologia de
alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2008. 512 p il..
ENGELKIRK, Paul G; DUBEN-ENGELKIRK, Janet. Burton, microbiologia para as ciências da saúde.
9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 436 p.
MADIGAN, Michael T. et al; STAHL, David A. Microbiologia de Brock. 14.ed. Porto Alegre: Artmed,
2016. 1006 p.
RIBEIRO, Mariangela Cagnoni; STELATO, Maria Magali. Microbiologia prática: aplicações de
aprendizagem de microbiologia básica. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 224 p.
TRABULSI, Luiz Richard Ed; ALTERTHUM, Flávio Ed. Microbiologia. 6.ed. São Paulo: Atheneu,
2008/2015. 888 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
ETOLOGIA Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH
Conhecimento o Ensino
Disciplina / Letiva / Eletiva / TOTA Práti A Presencia
Teórica DCE EaD
Atividade ESO / TCC / AC L ca C l
179

Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Compreender o comportamento animal e suas origens através de uma abordagem evolutiva.

Objetivos Específicos
Identificar os diferentes padrões comportamentais observados nos grandes grupos animais.
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teórico-práticos, onde
serão realizadas preleções semanais em sala de aula seguidas de aulas expositivas em campo, onde os
principais comportamentos animais (comportamentos sociais, alimentar, reprodutivo, etc.) serão
observados em campo.

EMENTA
Estudar a ecologia comportamental e suas origens enquadrada em um aspecto multi-disciplinar,
figurando como disciplina independente, ainda que derivada de conhecimentos ecológicos e evolutivos
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade I
1 As primeiras observações do comportamento dos animais: da pré-história a Charles Darwin
1.1 Ressignificação da disciplina - Von Fritz, Laurenz e Timbergen
1.2 Os quatro questionamentos de Timbergen
1.3 Métodos em comportamento animal - observação de eventos e análise dos dados
Unidade II
2 Custos Vs. benefícios e tomadas de decisão
2.1 Comportamentos sociais
2.2 Comportamento alimentar - OFT
2.3 Comportamento reprodutivo
2.4 Organização em sociedade

BIBLIOGRAFIA
Básica
ALCOCK, John. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9. ed. São Paulo: Artmed, 2011.
606 p.
Del Claro, K. Comportamento animal, 1ª edição, 2004, 133p.
Krebs, J. R. Davies N. B. Introdução à ecologia comportamental. 1996. 432p.
Complementar
BROOM, D.M & FRASIER, A.F. Comportamento e bem-estar de animais domésticos. Manole, 4.ed.
2010. 452p.
DEL-CLARO, K. Introdução à Ecologia Comportamental: Um Manual Para o Estudo do
Comportamento Animal. Technical Books Editora, 2010. 130p.
FRASER, D. Compreendendo o Bem-Estar Animal: a ciência no seu contexto cultural. EDUEL,
180

Londrina, 2012, 436p.


GRANDIN. T.; JOHNSON, C. O Bem-Estar dos Animais. ROCCO, 2010. 334p.
LIGHTFOOT, T.; MAYER, J.; BAYS, T. B. Comportamento de Animais Exóticos de Companhia Aves,
Répteis e Mamíferos de Pequeno Porte. ROCA, 2009. 322p.

IDENTIFICAÇÃO
CH
Código: Componente Curricular: Período:
:
ENTOMOLOGIA Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
CH
Código: Componente(s) Curricular(es): Período:
:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de Modalidade de
Classificação Tipo CH Extensão
Conhecimento Ensino
Letiva /
Disciplina /
Eletiva / TOTA DC AC Ea
Atividade Teórica Prática Presencial
ESO / L E E D
Curricular
TCC / AC
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Reconhecer características gerais, aspectos ecológicos, importância e caracteres morfológicos e
morfofisiológicos dos insetos além de conhecer as principais ordens e famílias de insetos.

Objetivos Específicos
Apresentar os processos evolutivos e relações com o meio;
Compreender os fatores ecológicos que influenciam os insetos como também as suas interações;
Reconhecer as características gerais, os caracteres morfológicos externos e os sistemas
morfofisiológicos dos insetos.

METODOLOGIA
Aulas expositivas com interrogativas sobre o assunto; Aulas práticas de laboratório e de campo; Aulas
dialogadas com apresentação de problemáticas e discussão de artigos e vídeos.
EMENTA
Introdução: conceitos e fundamentos em entomologia; Processos e relações evolutivas dos insetos com
o meio ambiente; Morfologia dos insetos: Características gerais dos insetos, plano corpóreo, morfologia
da cabeça, do tórax e do abdômen; Morfofisiologia dos insetos: anatomia interna e sistemas fisiológicos
dos insetos; Biologia dos insetos: reprodução e desenvolvimento dos insetos; Características e
181

morfologia dos imaturos; Diversidade dos insetos: características que definem os grupos, principais
ordens de insetos e algumas famílias de interesse agrícola; Ecologia dos insetos: fatores de influência
nos insetos, relações e interações dos insetos e bioecologia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução: conceitos e fundamentos em entomologia;
1.1 Processos e relações evolutivas dos insetos com o meio ambiente;
1.2 Morfologia dos insetos: Características gerais dos insetos e plano corpóreo;
1.3 Morfologia dos insetos: morfologia da cabeça, do tórax e do abdômen;
Unidade II
2 Morfofisiologia dos insetos: anatomia interna e sistemas fisiológicos dos insetos;
2.1 Biologia dos insetos: reprodução e desenvolvimento dos insetos;
2.2 Características e morfologia dos imaturos;
Unidade III
3 Diversidade dos insetos: características que definem os grupos, principais ordens de insetos e
algumas famílias de interesse agrícola;
3.1 Ecologia dos insetos: fatores de influência nos insetos, relações e interações dos insetos e
bioecologia
BIBLIOGRAFIA
Básica
RAFAEL, José Albertino (edt). Insetos do Brasil: diversidade e taxonomia. Ribeirão Preto, SP: Holos,
2012. 796 p.
TRIPLEHORN, Charles A; ...ET, Revisão Técnica: Cibele Stramare Ribeiro-Costa. Estudo dos insetos.
São Paulo: Cengage Learning, 2010/2014. 809 p : il.
GULLAN, P. J; CRANSTON, P. S. Os insetos: um resumo de entomologia. 4. ed. São Paulo: Roca,
2012. 480 p : il.
BRUSCA, Richard C; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Invertebrados. 3. ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2018. 1010 p.

Complementar
HICKMAN JR., Cleveland P et al. Princípios integrados de zoologia. 16.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016. 937 p.
BARNES, R. S. K. ...et al. Os invertebrados: uma síntese. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 495 p.
RIBEIRO-COSTA, Cibele S.Rocha, Rosana Moreira da Coord. Invertebrados: manual de aulas práticas.
2.ed. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2006. 271 p.
FRANSOZO, Adilson; ZAGO, Aline Cristina colab. Zoologia dos invertebrados. Rio de Janeiro: Roca,
2016. 661 p.
PECHENIK, J. A. Biologia dos invertebrados. 7ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
LIMNOLOGIA Eletiva 60
182

RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES


Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Propiciar aos alunos o conhecimento da estrutura e do funcionamento de ecossistemas aquáticos
continentais em relação ao comportamento físico-químico na água e sedimento e suas relações com as
comunidades aquáticas.

Objetivos Específicos
Compreender como se forma um lago;
Identificar as características específicas de um lago através de gráficos de distribuição das propriedades
físico químicas em um perfil de um lago;
Utilizar equipamentos de determinação da qualidade físico química da água;
Compreender a importância Limnológica das comunidades aquáticas;
Identificar lagos em processo de eutrofização e como restaurá-los;

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de aulas práticas de campo e laboratório
e estudos dirigidos aplicados a Limnologia. No SIGAA serão disponibilizados os materiais básicos e
complementares ao estudo da limnologia.
EMENTA
Limnologia como ciência. Principais ecossistemas lacustres do Brasil. Formação e distribuição dos lagos,
rios e reservatórios. Parâmetros físicos, químicos e biológicos de ambientes lacustres. Comunidades
aquáticas de lagos (Macrófitas, Fitoplâncton, Zooplâncton e Bentos). Eutrofização e Restauração de
Ecossistemas Lacustres. Limnologia no Brasil e na Amazônia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução E Fundamentos Da Limnologia
1.1 Histórico da Ciência Limnologia
1.2 Gênese de Lagos
1.3 A Radiação e seus efeitos em águas continentais
1.4 Águas Continentais: Características do Meio, Comportamento e suas Comunidades
183

1.5 Metabolismo Aquático


Unidade II
2 Parametros Físicos, Químicos E Biológicos De Ambientes Lacustres
2.1 Propriedades Físico-químicas da água e sua Importância Limnológica;
2.2 Oxigênio em Lagos
2.3 Carbono Orgânico e Inorgânicos em lagos
2.4 Nitrogênio e Fósforo em lagos
2.5 Outros nutrientes de importância Limnológica
Unidade III
3 Comunidades Aquáticas De Lagos
3.1. Macrófitas Aquáticas
3.2. Fitoplâncton;
3.3. Zooplâncton;
3.4. Bentos;
Unidade IV
4 Poluição De Ambientes Lacustres
4.1. Eutrofização Artificial de Lagos
4.2. Restauração de Ecossistemas Lacustres
BIBLIOGRAFIA
Básica
ESTEVES, F. de A.; Fundamentos de limnologia. 3ª. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2011. 826 p.
BRANCO, S. M. Água: origem, uso e preservação. 2ª. Ed. Ref. São Paulo: Moderna, 2004. 96 p.
(Coleção
Polêmica).
WETZEL, Robert G. Limnologia. Tradução de Maria José Boavida. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 1993. 919 p
Complementar
ESTEVES, F. de A. Fundamentos de limnologia. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 602 p
BUEGS, M.J. & MORRIS, P. Hidrologia aplicada à engenharia sanitária. São Paulo,
CETESBASCETESB. 1987.
CARMOUZA, J.P. The natural history of lakes Cambridge. Cambridge University Press. 1994
WETZEL, Robert G. Limnology: lake and river ecosystems. 3.ed. San Diego: Academic Press, c2001.
1006p.
PAIVA, João Batista Dias de Org; PAIVA, Eloiza Maria Cauduro Dias de Org. Hidrologia aplicada à
gestão de pequenas bacias hidrográficas. 628 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
ECOLOGIA MARINHA Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
184

Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica


Dimensão de
Conhecimen Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH to o Ensino
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
0 0 0 0
Disciplina Eletiva 45 45 %
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Ao final do curso o aluno deverá aplicar corretamente os conceitos básicos da ecologia marinha tanto os
relativos à influência dos sistemas abióticos sobre a biota marinha, particularmente o plâncton, assim
como entender os principais aspectos biológicos e ecológicos relacionados à distribuição deste grupo.
Compreender a importância do mar como fonte de recursos exploráveis e os possíveis impactos
ambientais relacionados ao extrativismo.

Objetivos Específicos
Estudar os fatores abióticos em ecossistemas marinhos.
Classificar os ambientes marinhos.
Classificar os organismos marinhos.
Produção primária marinha.
Produção secundária marinha.
Analisar a influência da atividade humana sobre os diferentes ambientes marinhos.
Perceber a importância dos mares e de sua biodiversidade como fonte de recursos e a importância de sua
conservação.
METODOLOGIA
O componente curricular será desenvolvido em seus aspectos de conhecimentos teóricos e práticos por
meio de aulas expositivas, leitura e discussão de capítulos de livros e artigos científicos relacionados ao
conteúdo do componente curricular, bem como de aulas práticas, palestras e outras atividades que
permitam aos estudantes desenvolverem as habilidades relacionadas ao conteúdo ministrado.
O componente curricular será desenvolvido na modalidade presencial, conforme os parâmetros
estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
O componente curricular terá desenvolvimento na modalidade presencial, conforme os parâmetros
estabelecidos em Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
EMENTA
Fatores abióticos em ecossistemas marinhos (luz, salinidade, temperatura, nutrientes e correntes
marinhas); Classificação dos ambientes marinhos (província bentônica e província pelágica);
Classificação dos organismos marinhos (plâncton, bentos e nécton); Produção primária marinha (o
processo, principais produtores primários e sua distribuição, fatores controladores e limitantes da
produção primária, variação espacial e temporal da produção primária global, técnicas de medida);
Produção secundária marinha (conceito, principais produtores secundários e sua distribuição, fatores
controladores e limitantes da produção secundária marinha global, variação espacial e temporal da
produção secundária, técnicas de medida); Análise da influência da atividade humana sobre os diferentes
ambientes marinhos; Estudo da importância dos mares e de sua biodiversidade como fonte de recursos
e a importância de sua conservação.
185

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Fatores abióticos em ecossistemas marinhos;
1.1 Classificação dos ambientes marinhos;
1.2 Classificação dos organismos marinhos
Unidade II
2 Produção primária marinha;
2.1 Produção secundária marinha;
2.2 Análise da influência da atividade humana sobre os diferentes ambientes marinhos;
2.3 Estudo da importância dos mares e de sua biodiversidade como fonte de recursos e a importância
de sua conservação
BIBLIOGRAFIA
Básica
KAISER, M.J.; ATTRILL, M.J.; JENNINGS, S.; THOMAS, D.N. Marine ecology: processes, systems,
and impacts. 3. ed. Oxford: Oxford University Press. 2020. 608p.
PEREIRA, R.C. Ecologia Marinha. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2020. 666p.
SCHMIEGELOW, J.M.M. O Planeta azul. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 202p.
Complementar
PEREIRA, R.C.; SOARES-GOMES, A. Biologia marinha. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2009.
656p.
CASTRO, P.; HUBER, M.E. Biologia marinha. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 480p.
GARRISON, T.; ELLIS, R. Oceanography: an invitation to marine science. 9. ed. Boston: Cengage
Learning, 2014. 640p.
ODUM, Eugene P; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengage Learning,
c2007/c2016. 611 p. ISBN: 97885221054108522105413.
GOTELLI, Nicolas J. Ecologia. 4. ed. Londrina: Planta, 2009. 287 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
GERENCIAMENTO COSTEIRO Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
186

OBJETIVOS

Objetivo Geral
Apresentar fundamentos científicos e práticos que auxiliam no gerenciamento costeiro, desenvolvendo
a capacidade de solucionar problemas ambientais e aprimorando técnicas de planejamento para
utilização racional da zona costeira.

Objetivos Específicos
Capacitar os alunos a entender as relações existentes entre os aspectos sociais, econômicos, políticos,
legais e ambientais envolvidos no manejo integrado da zona costeira.
Fornecer aos alunos noções sobre o papel e cada elemento do gerenciamento costeiro, e as relações
existentes entre os diferentes elementos sob a ótica das interferências do uso e ocupação atual.
Capacitar os alunos a entender o que é e como se desenvolve o processo de gerenciamento costeiro.
Oferecer aos alunos informações iniciais sobre o uso de dados ambientais e espaciais para o
monitoramento, análise e gestão dos ambientes costeiros, possibilitando que participem ativamente
desses processos.

METODOLOGIA
Visando desenvolver competências técnicas, cognitivas e comportamentais, além do protagonismo nos
discentes, as aulas, de forma variada, terão como metodologias:
Aulas teórica expositivas-dialogadas com estudos dirigidos e uso de tecnologias como multimídias e
exposição de conteúdo; Atividades práticas em laboratório de informática;
Leituras, extraclasse, dos textos disponibilizados pelo professor; Seminários de estudo de caso;
Elaboração, desenvolvimento e análise de dados espaciais e não espaciais de ambientes costeiros através
da utilização das geotecnologias e do geoprocessamento;
Elaboração e execução de uma ação de extensão junto à comunidade interna e externa da UFRA sobre o
gerenciamento costeiro.
EMENTA
Conceitos básicos sobre monitoramento e controle ambiental; 2. Monitoramento e controle ambiental
como instrumentos da política e do licenciamento ambiental; 3. Principais parâmetros e métodos de
monitoramento da qualidade ambiental (Água, Ar, Solo e Biota); 4. Construção e aplicações de
indicadores ambientais; 5. Sistemas de Rede de Monitoramento; 6. Processos e instrumentos de controle
ambiental; 7. Planos de Controle e Monitoramento Ambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução
1.1 Conceitos básicos;
1.2 Definição e limite de zona costeira;
1.3 Classificação das paisagens costeiras;
1.4 Importância do conhecimento dos processos e da dinâmica da zona costeira;
1.5 Os modos de apropriação e ocupação da zona costeira;
1.6 Importância e múltiplos usos da zona costeira.
Unidade II
187

2 Manejo Integrado da Zona Costeira


2.1. Gestão costeira integrada;
2.2. O gerenciamento costeiro no Brasil e no estado do Pará;
2.3. O Processo de Planejamento Ambiental aplicado à gestão costeira integrada (gestão, planejamento,
gerenciamento);
2.4. Gestão de Bacias Hidrográficas e de zonas costeiras/litorâneas;
2.5. Áreas protegidas e unidades de conservação em ambientes costeiros
2.6. Indicadores ambientais, sociais, econômicos e de governança;
2.7. O monitoramento como instrumento de gestão costeiro;
2.8. Mecanismos de certificação ambiental de ambientes costeiros;
2.9. Estudos de caso.
Unidade III
3 Políticas e Instrumentos da Regulação e Gestão da Zona Costeira
3.1. Análise e identificação dos instrumentos norteadores da regulação e gestão da zona costeira;
3.2. Políticas ambientais e principais instrumentos de gestão ambiental;
3.3. Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro- PNGC (Lei nº 7661/88);
3.4. Política Estadual de Gerenciamento Costeiro e instrumentos normativos;
3.5. Zoneamento econômico-ecológico;
3.6. EIA_RIMA;
3.7. Projeto Orla Federal;
3.8. Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente (SINIMA);
3.9. Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC);
3.10. Macrodiagnótico da zona costeira e marinha;
3.11. Estatuto das Cidades;
3.12. Legislação aplicada e estudos de caso;
Unidade IV
4 A Zona Costeira na Atualidade
4.1. Questões contemporâneas ao uso e ocupação do espaço costeiro e marinho;
4.2. Os grandes empreendimentos e as transformações da zona costeira.
4.3. A temática socioambiental costeira, conservação x desenvolvimento e sustentabilidade;
4.4. Desenvolvimento sustentável na zona costeira;
4.5. O processo do planejamento espacial marinho;
4.6. O uso compartilhado do ambiente marinho;
4.7. Desafios institucionais e oportunidades para elaboração do planejamento espacial marinho no
Brasil;
4.8. Estudos de caso internacionais.
4.9. Mudança climáticas e desastres ambientais como agentes modeladores da zona costeira;
4.10. Estudo de caso.
Unidade V
5 Geotecnologias e Geoprocessamento para Gerenciamento de Ambientes Costeiros.
5.1. Sistema de Informação Geográfica no zoneamento territorial e gestão costeira integrada;
5.2. Mapas temáticos como fundamentos para gestão ambiental e de recursos naturais;
5.3. Importância da modelagem espacial no contexto ambiental atual e sua aplicação;
5.5. Sensoriamento remoto para monitoramento da zona costeira;
5.6. Aplicações e estudos de caso.
BIBLIOGRAFIA
Básica
188

SAUSEN, T.M., Lacruz, M.S.P (Orgs). Sensoriamento Remoto para desastres. Oficina de Textos,São
Paulo, 2015. 285p.
BAZTAN, J., CHOUINARD, O., JORGENSEN, B., TETT, P. VANDERLINDEN, J-P., VASSEUR, L.
2015. Coastal Zones Solutions for the 21st Century. Oxford, Netherlands. 377p.
MMA/SBF/GBA, 2010. Panorama da conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos no Brasil
/Secretaria de Biodiversidade e Florestas/Gerência de Biodiversidade Aquática e Recursos
Pesqueiros.Brasília. 148p
SCHERER, M., NEGREIROS, M.S.D.H. 2010. " Gestão das zonas costeiras e as políticas públicas no
Brasil: um diagnóstico, Barragán Muñoz, J.M. (coord.). Manejo Costero Integrado y Política Pública en
Iberoamérica: Un diagnóstico. Necessidade de Cambio. Red IBERMAR (CYTED), Cádiz, 293-330.
EHLER, C., DOUVERE, F. 2009. Marine Spatial Planning: a step-by-step approach toward ecosystem-
based management. Intergovernmental Oceanographic Commission and Man and the Biosphere
Programme. IOC Manual and Guides No. 53, ICAM Dossier No. 6. Paris: UNESCO.
Complementar
BLASCHKE, Thomas Org; KUX, Hermann. Sensoriamento remoto e SIG avançados: novos sistemas
sensores métodos inovadores. 2. ed. São Paulo: Oficinas de Texto, 2007. 303 p. ISBN: 9788586238574.
KAY, R., ALDER, J. 2005. Coastal Planning and Management. Taylor & Francis, New
York. 380p.
CLARK, J.R., 1996. Coastal Zone Management Handbook. New York: CRC Press. 694p.
MARRONI, E.V.; ASMUS, M.L., 2005. Gerenciamento Costeiro: Uma Proposta para o Fortalecimento
Comunitário na Gestão Ambiental. Pelotas: União Sul-Americana de Estudos da Biodiversidade, 149p.
MORAES, A.C.R., 1999. Contribuições para a Gestão da Zona Costeira do Brasil: Elementos para uma
Geografia do Litoral Brasileiro. São Paulo: Hucitec, Edusp. 229p.
PROGRAMA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE, 1998. Caracterização dos ativos ambientais em
áreas selecionadas da zona costeira. Brasília: PNMA. 136p.
VALLEGA, A., 1999. Fundamentals of Integrated Coastal Management. Geo Journal Library, 49.
Dordrecht: Kluwer Academic Publishers, 264p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
GEOPROCESSAMENTO NA GESTÃO AMBIENTAL E
Eletiva 45
TERRITORIAL
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO / TOT Teór Práti Presencia
Atividade DCE C EaD
TCC / AC AL ica ca l
Curricular E
189

100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Capacitar os futuros profissionais para o planejamento, monitoramento e gestão ambiental e territorial
através da introdução de novos conceitos, metodologias e práticas do Geoprocessamento;

Objetivos Específicos
Compreender os fundamentos do geoprocessamento;
Compreender a importância da análise espacial em geoprocessamento na tomada de decisão na gestão
ambiental e territorial;
Entender as principais técnicas de inferência espacial de informações em Sistemas de Informações
geográficas (SIGs);
Dominar os conceitos e práticas de geoprocessamento e das geotecnologias;

METODOLOGIA
Visando desenvolver competências técnicas, cognitivas e comportamentais, além do protagonismo nos
discentes, as aulas, de forma variada, terão como metodologias: Aulas teórica expositivas-dialogadas
com estudos dirigidos e uso de tecnologias como multimídias e exposição de conteúdo; Atividades
práticas em laboratório de informática; Leituras, extraclasse, dos textos disponibilizados pelo professor;
Elaboração, desenvolvimento, análise e apresentação de um projeto de estudo de caso através do
geoprocessamento na gestão ambiental e territorial.
EMENTA
Conceitos básicos de meio ambiente e território, gestão ambiental e gestão territorial. Planejamento
Ambiental. Geoprocessamento e maio ambiente. Base de dados para Meio Ambiente. Modelagem de
dados do meio físico. Geoprocessamento aplicado a estudos de bacias hidrográficas. Geoprocessamento
no Zoneamento Ecológico Econômico e áreas territorialmente protegidas (unidades de conservação,
quilombos e terra indígena). Geoprocessamento no mapeamento da vegetação e uso do solo.
Geoprocessamento na delimitação de Área de Proteção Permanente (APP). Geoprocessamento no Plano
Diretor Municipal. Estudo de caso.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Conceitos básicos de meio ambiente e território, gestão ambiental e gestão territorial
1.1. Meio ambiente e território;
1.2. Gestão ambiental e gestão territorial;
Unidade II
2 Planejamento ambiental
2.1. Conceito de planejamento;
2.2. Elementos do planejamento;
2.3. Tipos de planejamento;
2.4. Planejamento ambiental;
2.5. Tipos de planejamento ambiental;
2.6. Importância da escala espacial e temporal;
2.7. Níveis decisórios nos planejamentos institucionais;
2.8. Etapas do planejamento ambiental;
190

2.9. Tipos de dados utilizados no planejamento ambiental;


Unidade III
3 Geoprocessamento e meio ambiente
3.1. Aspectos gerais do geoprocessamento e meio ambiente;
3.2. Noções de Topografia;
3.3. Noções de Cartografia;
3.4. Sistema de Informação Geográfica (SIG);
3.5. Noções de Sensoriamento Remoto;
3.6. Noções de Sistema Posicionamento Global (GPS);
Unidade IV
4 Base de dados para meio ambiente
4.1. Aquisição de dados;
4.2. Dados primário e dados secundários;
4.2. Dados não-espaciais (observação em campo, questionário, fotografias, literatura);
4.4. Dados espaciais;
4.5. Banco de dados;
4.6. Principais bancos de dados para Sistema de Informação Geográfica.
Unidade V
5 Modelagem de dados do meio físico.
5.1. Fundamentação;
5.2. Aplicação;
Unidade VI
6 Geoprocessamento aplicado a estudos de bacias hidrográficas.
6.1. Fundamentação;
6.2. Aplicação;
Unidade VII
7 Geoprocessamento no Zoneamento Ecológico Econômico e áreas territorialmente protegidas
(unidades de conservação, quilombos e terra indígena).
7.1. Fundamentação;
7.2. Aplicação;
Unidade VIII
8 Geoprocessamento no mapeamento da vegetação e uso do solo.
8.1. Fundamentação;
8.2. Aplicação;
Unidade IX
9 Geoprocessamento na delimitação de Área de Proteção Permanente (APP).
9.1. Fundamentação;
9.2. Aplicação;
Unidade X
10 Geoprocessamento no Plano Diretor Municipal.
10.1. Fundamentação;
10.2. Aplicação;
Unidade XI
11 Estudo de caso.
11.1. Elaboração, desenvolvimento e apresentação de um projeto de estudo de caso através do
geoprocessamento na gestão ambiental e territorial.
BIBLIOGRAFIA
Básica
191

FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação / Paulo Roberto Fitz. - São Paulo: Oficina de
textos, 2008. 160 p
IBRAHIN, Francini Imene Dias. Introdução ao geoprocessamento ambiental. - São Paulo: Saraiva :
Érica, 2014. 128 p.
FERREIRA, Marcos César. Iniciação a análise geoespacial: teoria, técnicas e exemplos para
geoprocessamento. - São Paulo: UNESP, 2014. 343 p.
Complementar
SILVA, Jorge Xavier da Org. Geoprocessamento e análise ambiental: aplicações. - 7. ed. - Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2013. 363 p.
BIELENKI Júnior, Cláudio. Geoprocessamento e recursos hídricos: aplicações práticas. - São Paulo:
Edufscar, 2012.
MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4. ed.
atual e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422 p. ISBN: 9788572693813.
NOVO, Evlyn M. L. de Moraes. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 4. ed. rev. São Paulo:
E. Blucher, 2010. 387 p. ISBN: 9788521205401.
FLORENZANO, Teresa Gallotti. Iniciação em sensoriamento remoto. 3 ed. ampl. e atual. São Paulo:
Oficina de textos, 2011. 128 p.
PONZONI, F. J. Sensoriamento remoto no estudo da vegetação. São José dos Campos, SP: Parêntese,
2007. 127p.
SAUSEN, Tania Maria. Sensoriamento remoto para desastres. - São Paulo: Oficina de textos, 2015. 285
p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
BIOCOMBUSTÍVEL E SUA TRANSVERSALIDADE NO
Eletiva 45
ENSINO DE CIÊNCIAS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
192

Objetivo Geral
Compreender o alto potencial existente da biomassa vegetal e animal para a produção de
biocombustíveis, biogás e outros derivados, possibilitando a aplicação em projetos de geração de energia
em pequena e larga escala. Proporcionar ao discente conhecimento teórico e prático para atuar no
mercado de biocombustíveis. Discutir acerca das diversas temáticas que envolve os biocombustíveis e
seus impactos no campo social, político, econômico e Ambiental;

Objetivos Específicos
Diferenciar as Fontes renováveis e não renováveis. Avaliar a biomassa florestal, o resíduos animais e
vegetais utilizados para produzir biocombustível;
Compreender sobre a produção de Biodiesel, Etanol e óleo de Pirólise;
Analisar todos os aspectos que envolvem a produção de Biogás e Gaseificação térmica da biomassa;
Conhecer as técnicas de caracterização dos Biocombustíveis líquidos e seus resíduos gerados;
Analisar a Cogeração dos produtos;
Compreender sobre como ocorre os cálculos dos rendimentos;
Discutir acerca das temáticas sociais, ambientais, políticas e econômicas que envolvem os
Biocombustíveis.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos audiovisuais,
quadro branco e pincel. A consolidação do conteúdo será reforçada por meio de listas de exercícios. No
SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino.
EMENTA
Visão geral de Fontes Renováveis e Não Renováveis. Considerações gerais sobre biocombustíveis.
Principais Tecnologias de Conversão Energética da Biomassa. Combustíveis gasosos obtidos de
biomassa. Tecnologias de caracterização dos Biocombustíveis. Impactos dos Biocombustíveis no meio
social, político, econômico e ambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Fontes Renováveis e Não Renováveis de Energia.
1.1 Fontes Renováveis
1.1.1 Definição de Biomassa
1.2 Fontes Não Renováveis
1.3 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
Unidade II
2 Tecnologia de Conversão Energética da Biomassa
2.1 Conversão Termoquímica de Biomassa em Energia e Combustíveis
2.1.1. Combustão
2.1.2 Liquefação
2.1.3. Pirólise e Craqueamento Catalítico
2.1.4 Gaseificação e Síntese de Fischer-Tropsch.
2.2. Conversão Biológica de Biomassa
2.3 Conversão Química da Biomassa
2.4 Prática experimental
2.4.1 Análises imediatas da Biomassa
2.4.2 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
193

Unidade III
3 Combustíveis Gasosos a partir da Conversão de Biomassa
3.1. Biogás
3.1.1 Digestão Anaeróbica para Produção de Biogás
3.1.2 Tipos de Biodigestores,
3.1.3 Purificação do Biogás.
3.1.3 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
3.2. Gaseificação térmica da biomassa.
3.2.1 Potenciais matérias-primas para a gaseificação.
3.2.2 Aplicação do Syngás.
3.2.3 Problemas ambientais decorrentes dos gases gerados.
Unidade IV
4 Biocombustíveis: Biodiesel
4.1. Conceitos e Aplicações.
4.2 Principais matérias primas.
4.3 Transesterificação e Esterificação.
4.4 Balanço de Massa na Produção de Biodiesel,
4.5 Técnicas e práticas analíticas de Caracterização do Biodiesel.
4.6 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
4.7 Prática experimental
4.7.1 Síntese do Biodiesel
Unidade V
5 Biocombustíveis: Etanol
5.1 Definição
5.2 Tecnologias para a produção de etanol.
5.3 Caracterização das matérias-primas e produtos.
5.4 Modos de operação do processo fermentativo.
5.5 Alternativas para o aproveitamento de resíduos e efluentes gerados no processo produtivo.
5.6 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
Unidade VI
6 Biocombustíveis: Pirólise e Craqueamento Térmico-Catalítico
6.1 Parâmetros que afetam a reação de pirólise e Craqueamento Térmico-Catalítico
6.2 Balanço de Massa
6.3 técnicas de Caracterização dos produtos (PLO, Biocarvão e Gases)
6.4 Importância no contexto social, econômico, político e ambiental
Unidade VII
7 Técnicas de Caracterização de Biocombustíveis
7.1. Caracterização Físico- química
7.2 Caracterização Composicional
7.3 Espectroscopia na Região do Infravermelho
7.4 Prática experimental
BIBLIOGRAFIA
Básica
BARRETO, E. J. F.; RENDEIRO, G.; NOGUEIRA, M. Combustão e Gaseificação de Biomassa:
Soluções Energéticas para a Amazônia. Brasília: Ministério de Minas Energia, 1º Edição, 2008.
Gerhard Knothe , Jon Van Gerpen, Jürgen Krahl , Luiz Pereira Ramos. Manual de Biodiesel. 1ª Ed. Rio
de janeiro: Blucher, 2006
Luís Augusto Barbosa Cortez, Electo Eduardo Silva Lora, Edgardo Olivares Gómez. Biomassa Para
194

Energia. 1ª. Edição. Campinas. Editora: Unicamp, 2008.

Complementar
LORA, E. E. S. Coord; VENTURINI, Osvaldo José Coord. Biocombustíveis: volume 1. Rio de Janeiro:
Interciência, 2012. 588 p.
LORA, E. E. S.; Venturini,Osvaldo José . Biocombustíveis - 2 Vols. 1ª Ed.: Interciência, 2012. Brand,
Martha Andreia. Energia de Biomassa Florestal. 1ª. Edição. Rio de Janeiro. Editora: Interciência, 2010.
BORGES NETO, Manuel Rangel; CARVALHO, Paulo. Geração de energia elétrica: fundamentos. São
Paulo: Érica, 2012. 157p.
da Silveira, Benedito Inácio. Produção de Biodiesel. Análise e Projeto de Reatores Químicos. 1ª. Edição.
São Paulo. Editora: Biblioteca24horas, 2011.
HODGE, B. K.; Sistemas e Aplicações de Energia Alternativa. Rio de Janeiro: LTC, 2011.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
BIOTECNOLOGIA AMBIENTAL Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Capacitar o estudante a identificar, descrever e argumentar as variáveis e os fatores bióticos e de
engenharia ambiental aplicada a biorremediação de efluentes, solos, ar e de corpos d’água.
195

Objetivos Específicos
Os estudantes ao final dessa disciplina sejam capazes de:
Questionar e discutir os conceitos microbiológicos e de engenharia aplicada aos processos
biotecnológicos de recuperação e conservação Ambiental;
Descrever os processos microbiológicos aplicados a processos de tratamento e biorremediação in situ e
ex situ;
Identificar os fatores principais de engenharia ambiental que afetam os processos biológicos;
Discutir a aplicação e uso de ferramentas químicas e biológicas como (i) identificação e quantificação
de substancias (ii) bioindicadores e de (iii) biologia molecular para quantificar impacto e monitorar o
processo de biorremediação.

METODOLOGIA
Aulas expositivas com utilização do quadro e recursos audiovisuais. Aulas práticas com experimentos
computacionais desenvolvidos e apresentados pelos discentes. Atividades em grupos com consulta a
bibliografia. Seminários sobre diversos temas relacionados à Biotecnologia. Avaliação com provas,
trabalhos escritos, participação e frequência. No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e
o planejamento de ensino.
EMENTA
Conceitos e princípios de biotecnologia ambiental; Microbiologia e biotecnologia ambiental;
Biorremediaçãos. aplicados na recuperação, conservação e monitoramento de estruturas e funções
ecológicas ambientais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1. Introdução.
1.2 Princípios e Aplicações.
Unidade II
2 Microbiologia e Biotecnologia Ambiental
2.1 Identificação e classificação de comunidades microbianas no ambiente
2.2 Técnicas e métodos clássicos e moleculares (visão geral).
2.3 Técnicas e métodos moleculares: isolamento e purificação de DNA e RNA. Bioinformática. Bases
de Dados. NCBI. Aplicações “BLAST”, “Clustal”. Análise e desenho de “primers”; PCR (e suas
variantes). O gene 16S e sua importância como marcador molecular.
Unidade III
3 Exemplos de Intervenção da Biotecnologia Ambiental.
3.1 Biorremediação: Conceitos gerais. Metabolismo microbiano e biodegradação.
Fitorremediação como processo biotecnológico: definição, contextos de aplicação, alguns resultados e
dificuldades. Breves noções da fisiologia da fitorremediação de metais pesados e de xenobióticos e
produtos génicos mais relevantes nestes processos. Conceito de “phytomining”.Procedimento prático
conducente à avaliação da expressão de genes intimamente relacionados com a capacidade
fitorremediadora em resposta à exposição a poluente(s) ambiental(ais).
3.2 - Tratamento Biológico de Águas Residuais, Gases e Resíduos Sólidos. Sistemas de
tratamento convencionais, suas características principais e aplicações. Uso de Biofilmes.
3.3 - Monitorização Ambiental: Sensores, Biosensores e Microbiosensores. Caracterização. Vantagens
e desvantagens.
3.4 – Biotecnologia de Microalgas e o conceito de Biorefinaria: Principais espécies, produtos,
utilizações e características de crescimento. Tecnologia de cultura, colheita e processamento da
biomassa.
196

3.5 – Bioenergia: Biocombustiveis (Bioetanol, Biodiesel, Biogas), Bioeletricidade (MFC e PMFC),


Biohidrogénio.
Unidade IV
4 Estudo computacional estrutural de proteínas “in sílico”
4.1 Modelagem por homologia
4.2 Introdução Docking Molecular

BIBLIOGRAFIA
Básica
Lima Nelson 340; Biotecnologia. ISBN: 978-972-757-197-0
Hurst Christon J. 340; Manual of environmental microbiology. ISBN: 978-1-55581-199-0
Tchobanoglous George 675; Wastewater engineering. ISBN: 978-0-07-112250-4 0-07-112250-8
Evans, GM, Furlong, JC; Environmental Biotechnology. Theory and Application, Wiley-Blackwell,
2011. ISBN 978-10-4370-68418-4
Scragg Alan; Environmental biotechnology. ISBN: 0-19-926867-3
Drinan Joanne E.; Water and wastewater treatment. ISBN: 978-1-4398-5400-6
LODISH, Harvey et al. Biologia celular e molecular. 4º/7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 1210 p.
Complementar
Peter Schröder and Christopher D. Collins; Organic xenobiotics and plants: From mode of action to
ecophysiology. , Springer, London, 2011. ISBN: ISBN 978-90-481-9851-1

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Modalidade de
Classificação Tipo CH Conheciment Extensão
Ensino
o
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
197

100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Proporcionar os conhecimentos necessários para reconhecer um impacto ambiental, suas causas e
especificidades. Avaliar e executar estudos de impacto ambiental e relatórios de impacto Ambiental;

Objetivos Específicos
Expor as resoluções legais e os instrumentos que normatizam os estudos ambientais em âmbito
internacional e brasileiro;
Instrumentalizar o aluno para o conhecimento e a prática dos métodos de avaliação em análise Ambiental;
Expor o estudo de casos relativos às experiências de gestão ambiental.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, utilizando recursos de Datashow e
quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de listas e exercícios e produção textual.
No SIGAA serão disponibilizados os materiais utilizados e o planejamento de ensino, além de Discussão
de textos em grupo; Atividades de pesquisa individuais e em grupo.
EMENTA
Conceitos e definições; O processo de avaliação de impacto ambiental e seus objetivos; Etapas do
planejamento e da elaboração de um estudo de impacto ambiental; Identificação de impactos; Previsão
de impactos; Avaliação da importância dos impactos; Análise técnica dos estudos ambientais; Estudo de
Casos; Contabilização de Impactos Ambientais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1. Conceitos e História da avaliação de impactos ambientais
1.1. Conceito de Impacto ambiental
1.2. Legislação brasileira sobre Avaliação de Impactos
Unidade II
2. Avaliação de Impactos Ambientais
2.1. Princípios da avaliação de Impactos Ambientais: a importância dos princípios. Natureza e alcance
da Avaliação de Impactos ambientais
2.2. Aplicação da Avaliação de impactos em políticas públicas, programas e projetos
2.3. Principais atividades da Avaliação de Impactos: predição, avaliação de riscos, monitoramento,
revisão de impactos e comunicação
2.4. Estudo de Impactos Ambientais e Relatório de Impactos Ambientais
Unidade III
3. Análise dos Impactos Ambientais
3.1. Identificação, interpretação e valoração
3.2. Proposição de Medidas Mitigadoras
3.3. Programa de acompanhamento e monitoramento dos Impactos Ambientais
Unidade IV
4. Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais
4.1. Método “Ad Hoc”
4.2. Método da Listagem de Controle (“Check List”)
4.3. Método da Sobreposição de Cartas (“Overlay Mapping”)
198

4.4. Método dos Modelos Matemáticos


4.5. Método das Redes de interação
Unidade V
5. Classificação qualitativa e quantitativa de impactos ambientais
Unidade VI
6. Etapas de elaboração e aprovação de um Estudo de Impacto Ambiental
BIBLIOGRAFIA
Básica
SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. 2.ed. atual. e ampl.
São Paulo: Oficina de Textos, 2013. 583 p.
ROMEIRO, A. R. Avaliação e Quantificação de Impactos Ambientais; Campinas: Editora UNICAMP,
2004.
BELTRÃO, A. F. G. Aspectos Jurídicos do Estudo de Impacto Ambiental (EIA); São Paulo: MP Editora,
2008.
MÜLLER-PLANTENBERG, Clarita (Org.); AB'SABER, Aziz Nacib (Org.). Previsão de impactos: o
estudo de impacto ambiental no Leste, Oeste e Sul : experiências no Brasil, na Rússia e na Alemanha. 2.
ed. São Paulo: EDUSP, 2002. 573 p., il. 2.ed. (BG – 3\)
Complementar
GUERRA, Antonio José Teixeira (Org.); CUNHA, Sandra Baptista da (Org.). Impactos ambientais
urbanos no Brasil. 6.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 416 p., il. (6.ed. BG – 5\)
GUERRA, Antonio José Teixeira (Org.); CUNHA, Sandra Baptista da (Org.). Impactos ambientais
urbanos no Brasil. 6.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 416 p., il. (6.ed. BG – 5\)
MIHELCIC, J. R.; ZIMMERMAN, J. B. Engenharia ambiental: fundamentos, sustentabilidade e projeto.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2012. xxiii, 617p., il., ( BG – 5\)
CUNHA, Sandra Baptista da (Org.); GUERRA, Antonio José Teixeira (Org.). Avaliação e perícia
ambiental. 13.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012. 284 p. 13.ed. (BG - 5\)

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Eletiva 60
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
199

100
Disciplina Eletiva 60 60 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Fornecer ao aluno uma visão geral sobre legislação ambiental estadual e federal, as regulamentações
especificadas do ar, água, substâncias tóxicas e pesticidas e resíduos sólidos e perigosos e sua aplicação
nos problemas nos problemas ambientais atuais;

Objetivos Específicos
Discutir os fundamentos teóricos referentes a legislação ambiental estadual e federal;
Compreender as regulamentações especificadas do ar, água, substâncias tóxicas e pesticidas e resíduos
sólidos e perigosos;
Estudar os processos de seleção a legislação ambiental para garantir a regularidade de empreendimentos
potencialmente geradores de impacto Ambiental.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, com a utilização de recursos de
audiovisuais e quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de listas de exercícios,
leitura de artigos, atividades em equipe e a avaliação será feita por meio de provas e/ou seminários.
EMENTA
Noções de Direito e Direito Ambiental para Gestão Ambiental: Hierarquia e Estrutura das Leis, Divisão
do Direito, Princípios do Direito Ambiental, Competência Legislativa e Processual; Legislação
Ambiental, Estadual e federal: Política Nacional do Meio Ambiente; Política Estadual do Meio
Ambiente, Lei de Crimes Ambientais, Zoneamento Ambiental; Recursos Hídricos; Poluição
Atmosférica; Poluição por Resíduos, Agrotóxicos; Lei das Mudanças Climáticas. Relação da Legislação
com a gestão Ambiental Pública. Políticas públicas: instrumentos de tutela, controle e fiscalização.
Movimentos Ambientais e Gestão Ambiental. Noções de Direito Ambiental Internacional. Gestão
Ambiental e Políticas Públicas: conceitos definições, objetivos e estratégias de tutela do bem ambiental.
Políticas ambientais e desenvolvimento no Brasil; Diretrizes e Instrumentos da Gestão Ambiental
Pública; Instrumentos econômicos da Gestão Ambiental; Fragmentação das atribuições de fiscalização
e normalização; Conflitos entre responsabilidade do Estado e Agências reguladoras.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Noções De Direito E Direito Ambiental
1.1 Hierarquia e Estrutura das Leis;
1.2 Divisão do Direito;
1.3 Princípios do Direito Ambiental;
1.4 Competência Legislativa e Processual;
Unidade II
2 Legislação
2.1 Política Nacional do Meio Ambiente;
2.2 Política Estadual do Meio Ambiente;
2.3 Lei de Crimes Ambientais;
2.4 Zoneamento Ambiental;
2.5 Recursos Hídricos;
2.6 Poluição Atmosférica;
2.7 Poluição por resíduos;
200

2.8 Agrotóxicos;
2.9 Lei das Mudanças Climáticas;
2.10 Relação da Legislação com a Gestão Ambiental Pública.
Unidade III
3 Política E Gestão Ambiental
3.1 Gestão Ambiental e Políticas Públicas: conceitos, definições, objetivos e estratégias de tutela do
bem ambiental;
3.2 Políticas Públicas: instrumento de tutela, controle e fiscalização;
3.3 Movimentos Ambientais e Gestão Ambiental;
3.4 Noções de Direito Ambiental Internacional e sua influência da Gestão Ambiental: Convenções e
tratados e Internacionais;
3.5 Políticas ambientais e desenvolvimento no Brasil;
3.6 Diretrizes e Instrumentos da Gestão Ambiental Pública;
3.7 Instrumentos econômicos da Gestão Ambiental;
3.8 Fragmentação das atribuições de fiscalização e normatização;
3.9 Conflitos entre responsabilidade do Estado e Agências reguladoras.
BIBLIOGRAFIA
Básica
MILARÉ, Édis. Direito do Ambiente. Editora revista dos Tribunais. 6 edição, SP, 2016.
CASTELLANO, Elisabete Gabriela; ROSSI, Alexandre; CRESTANA, Silvio (ed). Direito ambiental:
princípios gerais do direito ambiental. Brasília: EMBRAPA, 2014. 938 p. (Direito ambiental, v.1) ISBN:
9788570353016.
BESSA, Paulo Antunes. Direito Ambiental. São Paulo: Atlas, 2015.
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental brasileiro. 24/25. ed. rev. ampl. atual. São Paulo,
SP: Malheiros, 2017. 1420 p.
Complementar
BESSA, Paulo Antunes. Direito Ambiental. São Paulo: Atlas, 2015.
TOMMASI, L. R. Estudo de impacto ambiental. São Paulo: CETESB: Terragraph Artes e Informática,
1994.
Lei Federal nº 1.413/1975 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/19651988/del1413.htm)–
Dispõe sobre o controle da poluição do meio ambiente provocada por atividades industriais.
Lei Federal nº 6.803/1980 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6803.htm)– Dispõe sobre as
diretrizes básicas para o zoneamento industrial nas áreas críticas de poluição, e dá outras providências.
SIRVINSKAS, Luís Paulo. Tutela Penal do Meio Ambiente. 4.ed. São Paulo: Saraiva, 2011. 405 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
QUÍMICA AMBIENTAL Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
201

Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Fornecer aos estudantes uma compreensão aprofundada das interações entre os processos químicos e o
meio ambiente, com foco especial nas questões relacionadas à biologia e ecologia. Pretende-se capacitar
os alunos a analisar, compreender e resolver problemas ambientais complexos usando conhecimentos
químicos, contribuindo para uma abordagem mais abrangente e sustentável da biologia e da conservação
dos ecossistemas;
Objetivos Específicos
Proporcionar aos alunos um entendimento dos conceitos fundamentais da química ambiental, aplicados
aos sistemas naturais;
Capacitar os estudantes a identificar e avaliar diferentes tipos de poluentes químicos no meio ambiente,
suas fontes, vias de dispersão, efeitos sobre os ecossistemas e a saúde humana, bem como as medidas de
controle e remediação;
Explorar os ciclos naturais de elementos como carbono, nitrogênio, fósforo e enxofre, analisando como
esses elementos interagem com os seres vivos e o ambiente abiótico, influenciando processos biológicos
e ecossistêmicos;
Explorar as relações entre os processos químicos e os ecossistemas, incluindo o estudo da
bioacumulação, biomagnificação, interações tróficas e adaptações dos organismos às condições químicas
do ambiente.
METODOLOGIA
As aulas terão a participação ativa do aluno na construção do conhecimento e serão adotadas as seguintes
metodologias: Aulas teóricas e expositivas com utilização de recursos audiovisuais e questionamentos,
discussão e debates; Aulas práticas sobre os conteúdos ministrados na teoria; A leitura, interpretação e
elaboração de textos serão trabalhados em sala de aula como temas transversais; As aulas transcorrerão
de maneira interativa com os alunos em que ambos são agentes ativos do processo de ensino-
aprendizagem; A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos; As atividades relacionadas ao Trabalho
Discente Efetivo (TDE) poderá constar com exercícios de fixação, pesquisa bibliográfica,
desenvolvimento de atividades práticas, elaboração de relatórios, visitas técnicas entre outros.
EMENTA
Química das águas, atmosfera e solos; ciclos biogeoquímicos; poluição ambiental; química de produção
e transformação de poluentes e seus efeitos sobre a saúde, vegetação e materiais; efeitos de mudanças
climáticas em ecossistemas terrestres.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
202

Unidade I
1 Química e Meio Ambiente
1.1 Conceitos gerais sobre meio ambiente, qualidade ambiental, poluição e contaminação, prevenção
da poluição ambiental e desenvolvimento sustentável;
1.2 Principais ciclos biogeoquímicos, Interferência antrópica nos ciclos biogeoquímicos;
1.3 Transformação de poluentes e seus efeitos sobre a saúde, vegetação e materiais.
Unidade II
2 Química da Água
2.1 Qualidade da água e parâmetros indicadores da qualidade da água; Eutrofização dos corpos d’água;
Autodepuração dos corpos d’água; Medidas preventivas e de controle da poluição aquática; Análise da
água e amostras ambientais; Poluentes Emergentes, conceitos, principais poluentes, consequências ao
meio ambiente.
Unidade III
3 Química do Solo e Atmosférica
3.1 Definição e Formação; Classificação; Principais Propriedades; Usos do solo e suas implicações;
Interferência dos agentes químicos (fertilizantes, pesticidas e outros produtos orgânicos persistentes).
3.2 Agentes poluidores: agentes primários e secundários, fonte móveis e fixas;
3.3 Aspectos legais e parâmetros indicadores da qualidade do ar; Problemas globais da poluição
atmosférica;
3.4 Medidas preventivas e de controle da poluição atmosférica;
BIBLIOGRAFIA
Básica
BAIRD, Colin; CANN, Michael. Química ambiental. 4.ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011. 846 p.
ROCHA J.C., ROSA A.H., CARDOSO A.A. Introdução à Química Ambiental. 2ed. São Paulo. Makron
Books. 2004.
BROWN T. L., LeMAY Jr H. E. e BURSTEN B. E. Química a Ciência Central. São Paulo. Prentice
Hall. 2005.
Complementar
ATKINS, P. e JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. São
Paulo. Makron Books. 2000.
BRAGA B., HESPANHOL I., CONEJO J.G.L., MIERZWA J.C. Introdução à Engenharia Ambiental.
2ed. São Paulo. Prentice Hall. 2005.
MILLER G.T. Ciência Ambiental. Tradução 11. São Paulo. Thomson. 2007.
MILLER, G. Tyler; TRAD, Noveritis do Brasil. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
464 p.
ZUBRICK, James W; CARDOSO, Márcio José Estillac de Mello trad. Manual de sobrevivência no
laboratório de química orgânica: guia de técnicas para o aluno. 6.ed. São Paulo: LTC, 2013. 262 p.
SPIRO, Thomas; STIGLIANI, William M. Química ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009. 334 p. ISBN: 9788576051961.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
LICENCIAMENTO E ESTUDOS AMBIENTAIS Eletiva 45
203

RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES


Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO TOT Teór Práti
Atividade DCE C Presencial EaD
/ TCC / AC AL ica ca
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Aperfeiçoar o discente quanto à atividade do licenciamento ambiental, considerando todas as etapas dos
estudos envolvidos e a legislação ambiental para garantir a regularidade de empreendimentos
potencialmente geradores de impacto Ambiental;

Objetivos Específicos
Discutir os fundamentos teóricos referentes ao licenciamento ambiental, considerando todas as etapas
dos estudos envolvidos;
Compreender a classificação de todas as etapas dos estudos envolvidos;
Estudar os processos de seleção a legislação ambiental para garantir a regularidade de empreendimentos
potencialmente geradores de impacto ambiental.

METODOLOGIA
A disciplina ocorrerá por meio de aulas expositivas e dialogadas, com a utilização de recursos
audiovisuais, pincel e quadro branco. A fixação do conteúdo será reforçada por meio de listas de
exercícios, leitura de artigos, atividades em equipe e a avaliação será feita por meio de provas e/ou
seminários.
EMENTA
Fundamentos Legais, Conceitos, Repartição de Competência, Tipos, Etapas, Procedimentos e Custos do
Licenciamento Ambiental. Licenças e Registros, Outorga, Autorização. Empreendimentos que
necessitam de Licenciamento. Legislação, Normas e Resoluções Pertinentes. Aplicações Práticas com
Órgão Federal, Estadual e Municipal. Termos de Referências para o Licenciamento e sua Estruturação.
Sistema de Licenciamento de Atividades Poluidoras (SLAP). Estudos e Projetos Ambientais: Estudo
Prévio de Impacto Ambiental (EPIA). Relatório de Impacto de Meio Ambiente (RIMA). Relatório
Ambiental Preliminar (RAP). Plano Básico Ambiental (PBA). Relatório de Controle Ambiental (RCA).
Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD). Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Relatório
de Impacto de Vizinhança (RIV). Relatório Ambiental Simplificado (RAS). Diagnósticos Ambientais.
Plano de Controle Ambiental (PCA). Programas de Monitoramento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
204

1 Licenciamento Ambiental
1.1. Fundamentos legais, conceitos, repartição de competência, tipos, etapas, procedimentos e custos
do licenciamento ambiental
1.2. Licenças e registros, outorga, autorização
1.3. Empreendimentos que necessitam de licenciamento
1.4. Legislação, normas e resoluções pertinentes
1.5. Aplicações práticas com órgão federal, estadual e municipal
1.6. Carta consulta
1.7. Termos de referências para o licenciamento e sua estruturação
1.7.1. Elaboração do termo de referência (TR)
1.7.2. Instrumentos de apoio
1.7.3. Condicionante para formulação do TR
1.8. Sistema de licenciamento de atividades poluidoras (SLAP)
Unidade II
2 Estudos Ambientais
2.1. Estudo prévio de impacto ambiental (EPIA)
2.2. Relatório ambiental preliminar (RAP)
2.3. Plano básico ambiental (PBA)
2.4. Relatório de controle ambiental (RCA)
2.5. Estudo de impacto de vizinhança (EIV)
2.6. Relatório de impacto de vizinhança (RIV)
2.7. Relatório ambiental simplificado (RAS)
2.8. Plano de controle ambiental (PCA)
2.9. Programas de monitoramento
BIBLIOGRAFIA
Básica
SOUZA, Maria Lúcia Cardoso de. Entendendo o licenciamento ambiental passo a passo: normas e
procedimentos: guia para empreendedores, consultores e técnicos que atuam na área ambiental: The
environmental permit a step by step guide: regulation and technical procedures. 1. Ed. Salvador:
Ambiente Sustentável, 2010. 128p.
TRENNEPOHL, Curt; TRENNEPOHL, Terence. Licenciamento ambiental. 4. Ed., rev. e atual. Niterói,
RJ: Impetus, 2011. 370p.
HAFNER, A.M. O Licenciamento ambiental no Brasil e na prática. 1. Ed. Curitiba: Appris. 2017. 221p.
Complementar

BRASIL. Tribunal de Contas da União. Cartilha de licenciamento ambiental. 2. Ed. Brasília,


DF:Tribunal de Contas da União, 2007. 83p.
RODRIGUES, Marcelo Abelha; LENZA, Pedro. Direito ambiental: esquematizado. 6.ed. São Paulo:
Saraiva, 2019. 779 p. (Coleção esquematizado)
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental brasileiro. 25. ed. rev. ampl. atual. São Paulo, SP:
Malheiros, 2017. 1420 p.
ANTUNES, P. B.Direito ambiental. 20. Ed. Editora: Atlas, 2019. 1112p.
Termo de Referência para Elaboração de Projetos de Educação Ambiental no Processo de
Licenciamento. Belém, PA: SEMA, 2008.
205

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
CONTROLE E MONITORAMENTO AMBIENTAL Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
/ TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Trabalhar conhecimentos teóricos e práticos a respeito dos princípios, bases conceituais e tipologias do
monitoramento e controle ambiental, bem como compreender os diferentes instrumentos aplicados a
análise de indicadores ambientais com enfoque na preservação, conservação e recuperação ambiental
em ecossistemas e agroecossistemas, a fim de que o profissional Licenciado em Ciências Biológicas
obtenha uma estrutura de habilidades e competências, fundamentada em conhecimentos abrangentes e
em um grupo de instrumentos técnicos, para ter condições de atuar de maneira multidisciplinar sobre o
monitoramento e controle ambiental;

Objetivos Específicos
Subsidiar o discente com a base científica conceitual a respeito do monitoramento e controle ambiental;
Identificar e avaliar, qualitativa e quantitativamente, as condições dos recursos naturais em um
determinado momento, assim como as tendências ao longo do tempo.
Analisar indicadores ambientais de maneira integrada e sistemática através de redes de monitoramento;
Treinamento em instrumentos de controle ambiental;
Trabalhar algumas bases técnicas necessárias a compreensão e execução de planos de monitoramento e
controle ambiental em ecossistemas e agroecossistemas.

METODOLOGIA
206

1. Aulas teóricas expositivas, de caráter interativo, em sala de aula; 2. Aulas práticas: produções extra e
intraclasse, laboratório de informática e práticas de campo; 3. Avaliações, individuais e em grupo, para
análise e monitoramento do desenvolvimento técnico do discente; 4. Atividade técnica de integração às
comunidades tradicionais e/ou agrícolas para trocas de experiências, aplicação de conhecimentos e
vivência com o contexto social. 5. Indicações e fornecimento de material didático (livros, apostilas,
artigos de periódicos e outros materiais de apoio) para subsidiar o desenvolvimento acadêmico.
EMENTA
1. Conceitos básicos sobre monitoramento e controle ambiental; 2. Monitoramento e controle ambiental
como instrumentos da política e do licenciamento ambiental; 3. Técnicas de Monitoramento da qualidade
ambiental (Água, Ar, Solo e Biota); 4. Construção e aplicações de indicadores ambientais; 5. Sistemas
de Rede de Monitoramento; 6. Processos e instrumentos de controle ambiental; 7. Planos de Controle e
Monitoramento Ambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução Ao Controle E Monitoramento Ambiental.
1.1 A ação antrópica sobre os ecossistemas e a exploração dos recursos naturais;
1.2 Fontes e impactos da poluição natural e antropogênica;
1.3 Variáveis ambientais a serem monitorados e suas interfaces com os componentes sociais,
econômicos e institucionais;
Unidade II
2 Bases Técnicas Conceituais Para O Controle E Monitoramento Ambiental.
2.1 Monitoramento e qualidade das águas;
2.2 Monitoramento e qualidade do ar;
2.3 Monitoramento e qualidade do solo;
2.4 Monitoramento de componentes do meio biótico (fauna e flora);
2.5 Legislações e normativas aplicadas ao monitoramento e controle ambiental;
Unidade III
3 Instrumentos Para O Controle E Monitoramento Ambiental.
3.1 Construção e aplicações de indicadores ambientais;
3.2 Sistemas de Rede de Monitoramento (Escalas, análises, representação de resultados e
correlacionamento com fontes poluidoras);
3.3 Processos e instrumentos de controle ambiental;
3.4 Planos de controle e monitoramento ambiental aplicados aos ecossistemas;
3.5 Planos de controle e monitoramento ambiental aplicados aos agroecossistemas;
BIBLIOGRAFIA
Básica
DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 5. ed. atual. São Paulo: Oficina de
Textos, 2017. 230 p.
BAIRD, Colin; CANN, Michael. Química ambiental. 4.ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011. 846 p.
ARAUJO, Gustavo Henrique de Sousa; ALMEIDA, Josimar Ribeiro de; GUERRA, Antonio José
Teixeira. Gestão ambiental de áreas degradadas. 13. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2019. 320 p il
p & p. ISBN: 9788528610956.
Complementar
207

AHUJA, Santinder. Monitoring water quality: pollution assessment, analysis and remediation.
Amisterdam: Elsevier, 2013. 379 p : il.
REICHARDT, Klaus; TIMM, Luís Carlos. Solo, planta e atmosfera: conceitos, processos e aplicações.
2. ed. São Paulo: Manole, 2012. 500 p. ISBN: 9788520433393.
CUNHA, Sandra Baptista Org; GUERRA, Antônio José Teixeira Org. Avaliação e perícia ambiental.
17. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2018. 284 p.
PRIMAVESI, Ana. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel,
2002/2013. 549 p.
SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. 2.ed. atual. e ampl.
São Paulo: Oficina de Textos, 2013. 583 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Tipo Extensã Modalidade de
Classificação CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / TOT Teór Práti Presencia
Atividade DCE C EaD
ESO / TCC / AC AL ica ca l
Curricular E
Disciplina Eletiva 45 30 15 6 0 100% 0
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Trabalhar conhecimentos teóricos e práticos a respeito dos princípios, bases conceituais e tipologias dos
programas de recuperação de áreas degradadas e/ou alteradas (PRADA) na Amazônia, bem como
compreender as diferentes técnicas de prevenção e recuperação de áreas degradas, a fim de que o
Licenciado em Ciências Biológicas obtenha uma estrutura de habilidades e competências, fundamentada
em conhecimentos abrangentes e em um grupo de instrumentos técnicos, para ter condições de atuar de
maneira multidisciplinar e estratégica sobre a gestão ambiental de áreas degrades;
208

Objetivos Específicos
Subsidiar o discente com a base científica conceitual a respeito dos estudos de áreas degradadas e
programas de recuperação ambiental;
Desenvolver o entendimento da base de instrumentos legais aplicados ao PRADA, bem como sua
fundamentação técnico científica.
Trabalhar algumas bases técnicas necessárias a compreensão e execução de ações, projetos e programas
para a prevenção e recuperação de áreas degradadas;
Treinamento em instrumentos com enfoque na execução de ações, projetos e programas para a prevenção
e recuperação de áreas degradadas;
Habilitar o discente para utilizar ferramentas de planejamento estratégico e monitoramento de áreas
recuperadas ou em recuperação.

METODOLOGIA
1. Aulas teóricas expositivas, de caráter interativo, em sala de aula; 2. Aulas práticas: produções extra e
intraclasse, laboratório de informática e práticas de campo; 3. Avaliações, individuais e em grupo, para
análise e monitoramento do desenvolvimento técnico do discente; 4. Atividade técnica de integração às
propriedades ou comunidades agrícolas para trocas de experiências, aplicação de conhecimentos e
vivência com o contexto social. 5. Indicações e fornecimento de material didático (livros, apostilas,
artigos de periódicos e outros materiais de apoio) para subsidiar o desenvolvimento acadêmico.
EMENTA
1. Conceitos de degradação ambiental, restauração florestal e recuperação de áreas degradadas (RAD);
2. Fontes, efeitos e passivo ambiental da degradação dos recursos naturais; 3. Importância das ciências
do solo e ambientais no diagnóstico e gestão de áreas degradadas; 4. Legislação aplicada à Recuperação
de Áreas Degradadas; 5. Estratégias e procedimentos para prevenção e recuperação de áreas degradadas;
6. Elaboração de projetos e programas executivos de RAD; 7. Instrumentos para planejamento
estratégico e monitoramento de áreas recuperadas ou em recuperação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução À Recuperação De Áreas Degradadas.
1.1 Principais conceitos, objetivos de estudo e diferentes áreas de aplicação das ferramentas de RAD;
1.2 Histórico e panorama nacional e amazônico dos principais impactos ambientais, suas fontes e
poluentes sobre os ecossistemas e agroecossistemas;
1.3 Análise dos diferentes passivos ambientais, suas demandas de remediação e recuperação, bem
como dos custos socioambientais no contexto amazônico.
Unidade II
2 Bases Técnicas Conceituais Para A Recuperação De Áreas Degradadas.
2.1 Levantamento e análise das bases legais aplicadas aos programas de recuperação de áreas
degradadas a nível nacional e estadual;
2.2 Ciências do solo e ambientais aplicadas a recuperação de áreas degradadas (fundamentos de
climatologia, geomorfologia, pedologia, parâmetros físicos, químicos e biológicos do solo e de bacias
hidrográficas);
2.3 Caracterização de substratos para fins de recuperação de áreas degradadas;
2.4 Metodologias de PRADA aplicados ao contexto da mineração na Amazônia;
2.5 Metodologias de PRADA aplicadas ao contexto da Lei Florestal nos Agroecossistemas
amazônicos.
Unidade III
209

3 Instrumentos Para A Recuperação De Áreas Degradadas.


3.1 Lei Florestal: Áreas Especialmente Protegidas em Propriedades Privadas;
3.2 Elaboração de projetos executivos para programa de recuperação de áreas degradadas e/ou
alteradas (PRADA);
3.3 Sistemas agroflorestais como modelo alternativo e fundamental à RAD: Conceitos, arranjos,
implantação, manejo e monitoramento;
3.4 Monitoramento de áreas recuperadas ou em recuperação: estatística aplicada à RAD, indicadores e
índices de qualidade ambiental.
3.5 Planejamento estratégico aplicado à RAD em nível de bacias hidrográficas: Análise multicritério
no contexto da avaliação de fragilidade e vulnerabilidade ambiental;
BIBLIOGRAFIA
Básica
ARAUJO, Gustavo Henrique de Sousa; ALMEIDA, Josimar Ribeiro de; GUERRA, Antonio José
Teixeira. Gestão ambiental de áreas degradadas. 13. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2019. 320 p il
p & p.
MARTINS, S. V. Recuperação de Áreas Degradadas. Aprenda Fácil. 2009
NEPOMUCENO, A. N.; NACHORNIK, V. L. Estudos e técnicas de recuperação de áreas degradadas.
Edição 1. Curitiba: InterSaberes, 2015. p. 224.
Complementar
ALBA, J. M. F. Recuperação de áreas mineradas. 3. Ed., Brasília, DF: Embrapa, 2018. p. 460.
BERTONI, J. & LOMBARDI NETO, F. Conservação do Solo. São Paulo: Icone, 1990. 355 p.
BRADY, N. C.; Weil, R. R. Elementos da Natureza e Propriedades do Solo. 3 ed., Porto Alegre:
Bookman, 2013. p. 686.
MARTINS, S. V. Recuperação de Matas Ciliares. Ed. Aprenda Fácil. 2007. 255p.
PRUSKI, F. F. Conservação de solo e água: práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. UFV.
2009

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
ECOTOXICOLOGIA Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Modalidade de
Classificação Tipo CH Conheciment Extensão
Ensino
o
Disciplina / Letiva / Eletiva / A
Teóri Prát Presenci
Atividade ESO / TCC / TOTAL DCE C EaD
ca ica al
Curricular AC E
100
Disciplina Eletiva 45 30 0 0 0 0
%
210

OBJETIVOS
Objetivo Geral
Possibilitar aos alunos conhecimentos fundamentais sobre a importância da Ecotoxicologia nos estudos
de impacto ambiental e monitoramento de ecossistemas;

Objetivos Específicos
Compreender os conceitos de ecotoxicologia e seus compartimentos;
Conhecer a dinâmica dos Agrotóxicos;
Entender os métodos de avaliação ecotoxicológica;
Analisar os riscos associados à ecotoxicidade de poluentes;
Reconhecer os principais organismos usados em métodos ecotoxicológicos;
Avaliar a ecotoxicologia como ferramenta no biomonitoramento de ecossistemas.

METODOLOGIA
Serão ministradas aulas teóricas e práticas. As aulas teóricas serão do tipo expositiva e incluirão também
a realização de estudos dirigidos, seminários e grupos de estudo. Além das aulas teóricas expositivas, a
prática proposta, ao final do semestre, culminará com a apresentação dos discentes junto à sociedade
externa (estudantes do ensino fundamental e médio, produtores rurais), atividades de Educação
ambiental sobre contaminação do ambiente, efetivando a curricularização da extensão na disciplina.
EMENTA
Fundamentos da ecotoxicologia. Agentes tóxicos. Principais classes de poluentes. Dinâmica ambiental
dos agrotóxicos. Avaliação de risco e fundamentos legais. Ecotoxicologia terrestre, aquática e do ar.
Ensaios ecotoxicológicos. Atividade de curricularização da extensão do tipo DCE: Educação ambiental
no contexto da ecotoxicoologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução à Ecotoxicologia
1.1 Contaminação do ambiente físico: solo, ar e água.
1.2 Utilização dos agrotóxicos
1.3 Dinâmica ambiental: entrada, distribuição e destino dos agrotóxicos
1.4 Processos de dissipação de agrotóxicos no ambiente: ar, solo e água
1.5 Ecotoxicocinética
1.6 Vias de introdução, transporte, distribuição e armazenamento
1.7 Biotransformação
1.8 Bioacumulação e Fator de Bioacumulação
1.9 Bioconcentração e Fator de Bioconcentração
Unidade II
2 Avaliação de Risco e do Potencial de Periculosidade Ambiental
2.1 Gerenciamento de substâncias tóxicas
2.2 Determinação do risco
2.3 Avaliação e gestão do risco ecotoxicologico à saúde humana
2.4 Biomarcadores como instrumentos preventivos de contaminação
2.5 Organismos edáficos usados em ensaios ecotoxicológicos
2.6 Fatores que podem influenciar os ensaios ecotoxicológicos
2.7 Programas de biomonitoramento
2.8 Atividade de Extensão sobre contaminação do ambiente
211

BIBLIOGRAFIA
Básica
DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 5. ed. atual. São Paulo: Oficina de
Textos, 2017. 230 p.
KNIE, Joachim L. W; LOPES, Ester W. B. Testes ecotoxicológicos: métodos, técnicas e aplicações.
Florianópoles: FATMA/GTZ, 2004. 289 p.
OGA, Seizi; BATISTUZZO, José Antonio de Oliveira Ed. Fundamentos de toxicologia. 5. ed. São Paulo,
SP: Atheneu, 2021. 848 p.
Complementar
DIAS, Genebaldo Freire. Dinâmicas e instrumentação para educação ambiental. São Paulo: Gaia,
2010/2012. 215 p.
NIVA, Cintia Carla; BROWN George Gardner. Ecotoxicologia terrestre : métodos e aplicações dos
ensaios com oligoquetas, editores técnicos. – Brasília, DF : Embrapa, 2019. 258 p.
SISINNO, Cristina Lúcia Silveira; OLIVEIRA-FILHO, Eduardo Cyrino. Princípios de toxicologia
ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Interciência, 2013. 218p
MACHADO NETO, Joaquim Gonçalves. Ecotoxicologia de agrotóxico: revisão bibliográfica.
Jaboticabal, SP: FCAV/UNESP, 1991. 51 p.
FORSYTHE, Stephen J. Microbiologia da segurança dos alimentos: Stephen J. Forsythe. 2.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2013. 607 p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
GEOPROCESSAMENTO Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO / TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
212

Objetivo Geral
Apresentar e disseminar o conhecimento sobre o uso do Geoprocessamento para aplicação
multidisciplinar, proporcionando um panorama geral das geotecnologias existentes. Além disso, discutir
os fundamentos teóricos, as representações computacionais do espaço geográfico e áreas de aplicação
que incluem as temáticas: ambientais, sócio-econômicas, gestão territorial e urbana, cartografia e
geodésia, agrimensura, geologia e geomorfologia e saúde.

Objetivos Específicos
Capacitar os alunos para planejar e realizar executar projetos de SIG na área de Engenharia Ambiental;
Informar aos alunos sobre os tipos de instrumentos utilizados em Projetos de Geoprocessamento;
Capacitar os alunos para aplicar o geoprocessamento para análise de dados espaciais georreferenciados
através de sistema automatizado utilizando software gratuito em aplicações práticas à Engenharia
Ambiental;
Realizar estudos de caso com o auxílio das técnicas de geoprocessamento;
Demonstrar a utilidade do geoprocessamento aplicado à Engenharia Ambiental;
Permitir por meio do geoprocessamento gerar relatórios e documentos gráficos de diversos tipos, dentre
outros.

METODOLOGIA
A disciplina será ministrada com aulas expositivas dialógicas, palestras, demonstrações e trabalhos
práticos no Laboratório de Informática, onde os estudantes façam uso individual dos computadores para
produção de Produtos cartográficos: Plantas, Cartas, Mapas temáticos e outros que auxiliem o
desenvolvimento de habilidades e competência dos futuros Engenheiros Ambientais. Serão
desenvolvidos Banco de Dados Georreferenciados utilizando os softwares: QGIS, SAGAGIS, Google
Earth Pro. Além de Aplicações de exemplos práticos de pelo menos uma linguagem de programação
aplicada ao geoprocessamento.
EMENTA
Introdução e conceitos do geoprocessamento. Principais geotecnologias. Benefícios, principais
aplicações e usuários potenciais. Dados analógicos vs dados digitais. Modelos e formatos de dados
digitais: matricial, vetorial e modelo de elevação. Elementos de representação de dados vetoriais e
matriciais. Técnicas de digitalização. A importância de informações georreferenciadas. Principais
sistemas de geoprocessamento. Banco de Dados Espaciais. Potencial das técnicas de geoprocessamento
para a representação de fenômenos e modelos ambientais. Uso de linguagem de programação no
geoprocessamento. Aplicação prática.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução ao geoprocessamento
1. 1. Conceitos e Definições
1.2. Geoprocessamento, Geotecnologias, Sistemas de Informação Geográfica e Geomática
1.3. Aplicações do Geoprocessamento na Engenharia Ambiental
1.4. Revisão de noções de Cartografia (Mapas, Cartas, Escala, Projeção, Datum)
Unidade II
213

2 Alimentação do sistema
2.1. Entrada de Dados: Sensoriamento Remoto
2.2. Noções de Aerolevantamento fotogramétrico
2.3. Posicionamento por Satélite (GPS)
2.4. Digitalização, Edição, Software para entrada de dados
Unidade III
3 Fontes de dados para o geoprocessamento
3.1. Bancos de Dados Geográficos: Noções de Bancos de Dados
3.2. Projetando Bancos de Dados Geográficos
3.3. Preparação dos dados para análise espacial
Unidade IV
4 Modelos numéricos do terreno
4.1. Modelagem numérica do terreno: definição
4.2. Geração de um modelo numérico do terreno
4.3. Análises sobre modelos digitais de terreno
Unidade V
5 Sistemas de informações geográficos
5.1. Aspectos conceituais.
5.2. Estrutura e funções de um SIG.
5.3. Coleta, armazenamento, tratamento, gerenciamento de dados espaciais.
5.4. SIG’s para análise ambiental.
Unidade VI
6 Análise Espacial e Geoprocessamento
6.1. Conceitos básicos em análise espacial e geoestatística
6.2. O processo da análise espacial
6.3. Aplicações de análise espacial
6.4. Geração de Mapas Temáticos
6.5. Metodologias para aplicações ambientais
6.6. Práticas laboratoriais voltadas ao desenvolvimento de um projeto de Geoprocessamento aplicado a
estudo de caso, revisando grande parte do conteúdo apresentado ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ASSAD, E.D.; SANO, E.E. Sistema de Informações Geográficas: Aplicações na agricultura. Embrapa.
Brasília, 1998 Cap. 2 (Mapas e suas Representações Computacionais).
Miranda, José Iguelmar. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas / José Iguelmar Miranda.
–2. ed. rev. atual. – Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2010.425 p.
CÂMARA, G., DAVIS, C. e MONTEIRO, A.M.V. Introdução à Ciência da Geoinformação. Disponível
para download em http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/.
Complementar
SILVA, Ardemirio de Barros. Sistemas de informações georrefenciadas: conceitos e fundamentos. São
Paulo: UNICAMP, 2003. 236 p.
IBRAHIN, F. I. D.. INTRODUCAO AO GEOPROCESSAMENTO AMBIENTAL. 2014, 128p.
BIELENKI JUNIOR, C.; BARBASSA, A. P.Geoprocessamento e recursos hídricos: aplicações
práticas .São Carlos, SP: EDUFSCar, 2012. 257p.
FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 160 p.
SILVA, Jorge Xavier da; ZAIDAN, Ricardo Tavares (Org.). Geoprocessamento & análise ambiental:
aplicações. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 363 p.
214

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
SENSORIAMENTO REMOTO Eletiva 45
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
Disciplina / A
Letiva / Eletiva / Teór Práti Presenci
Atividade TOTAL DCE C EaD
ESO / TCC / AC ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS

Objetivo Geral
Capacitar os discentes quanto aos conceitos fundamentais de sensoriamento remoto, seus princípios
físicos, sistemas sensores, técnicas de aquisição, análise e processamento de dados, importantes para o
planejamento e monitoramento ambiental.

Objetivos Específicos
Compreender os princípios físicos do sensoriamento remoto;
Caracterizar os sistemas sensores utilizados em sensoriamento remoto;
Descrever o comportamento espectral dos principais alvos presentes na superfície terrestre (vegetação,
solo e água);
Empregar técnicas de processamento digital de imagens - PDI;
Executar, em ambiente de sistema de informação geográfica - SIG, técnicas de análise de dados e
apresentação dos resultados;
Elaborar e executar ações de extensão junto à comunidade interna e externa à Ufra.

METODOLOGIA
Visando desenvolver competências técnicas, cognitivas e comportamentais, além do protagonismo dos
discentes, as aulas, serão de forma variada, consistindo em aulas teóricas expositivas-dialogadas com
estudos dirigidos e uso de tecnologias como multimídias e exposição de conteúdo, atividades práticas
em laboratório de informática e no campo, leituras, extraclasse, dos textos disponibilizados pelo
professor, elaboração, desenvolvimento, análise e apresentação de um projeto de mapeamento temático
aplicado a Engenharia Ambiental e Sanitária e elaboração e execução de uma ação de extensão junto à
comunidade interna e externa a UFRA envolvendo o conhecimento, ferramentas e recursos do
sensoriamento remoto.
215

EMENTA
Introdução ao sensoriamento remoto. Princípios físicos do sensoriamento remoto, comportamento
espectral dos alvos, sensores e plataformas, comportamento espectral dos alvos, interpretação visual das
imagens, processamento digital de imagem, noções de Sistema de Informação Geográfica (SIG) e
aplicação na Engenharia Ambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I
1 Introdução ao Sensoriamento Remoto
1.1. Conceitos
1.2. Histórico
1.3. Aplicações
Unidade II
2 Princípios Físicos de Sensoriamento Remoto
2.1. Fundamentos
2.2. Radiação eletromagnética (REM)
2.4. Espectro eletromagnético
2.5. Fontes de radiação eletromagnética
2.5. Propriedades espectrais dos alvos
2.6. Interação da REM com a atmosfera e alvos da superfície terrestre
Unidade III
3 Sensores e Plataformas
3.1. Sistemas sensores
3.2. Classificação dos sistemas sensores
3.3. Resolução do sistema sensor
3.4. Principais sistemas sensores
Unidade IV
4 Comportamento Espectral dos Alvos
4.1. Características espectrais da vegetação
4.2. Características espectrais do solo
4.3. Características espectrais de minerais e rochas
4.4. Características espectrais da água
Unidade V
5 Princípios da Fotointerpretação
5.1. Elementos de fotointerpretação
5.2. Fatores Condicionantes dos padrões
5.3. Limitações na análise visual
5.4. Colorimetria
5.5. Métodos de interpretação visual
Unidade VI
6 Processamento Digital de Imagem
6.1. Técnicas de pré-processamento
6.2. Correção atmosférica
6.3. Correção radiométrica
6.4. Correção geométrica e registro de imagens
6.5. Técnicas de processamento de realce
6.6. Técnicas de classificação de imagens
6.7. Classificação supervisionada
6.8. Classificação não supervisionada
216

Unidade VII
7 Noções de Sistema de Informação Geográfica (SIG)
7.1. Técnicas e ferramentas para implementação de um projeto SIG
7.2. Elaboração e desenvolvimento de um projeto utilizando processamento digital de imagem
Unidade VIII
8 Atividade de Extensão
8.1. Planejamento e elaboração da ação de extensão
8.2. Execução da atividade junto à comunidade interna e externa a UFRA
BIBLIOGRAFIA
Básica
MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4.
Ed. atual e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422 p. ISBN: 9788572693813.
NOVO, Evlyn M. L. de Moraes. Sensoriamento remoto: Princípios e aplicações. 4. Ed. rev. São Paulo:
E. Blucher, 2010. 387 p. ISBN: 9788521205401.
FLORENZANO, Teresa Gallotti. Iniciação em sensoriamento remoto. 3 Ed. ampl. e atual. São Paulo:
Oficina de textos, 2011. 128 p.
Complementar
BLASCHKE, T. Sensoriamento remoto e SIG avançados: Novos sistemas sensores e métodos
inovadores. 2. Ed. São Paulo: Oficinas de Texto, 2007. 303p.
GONZALES, Rafael C. Processamento digital de imagens. 3. Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010. 624 p.
PONZONI, F. J. Sensoriamento remoto no estudo da vegetação. São José dos Campos, SP: Parêntese,
2007. 127p.
SAUSEN, Tania Maria. Sensoriamento remoto para desastres. São Paulo: Oficina de textos, 2015. 285
p.
SILVA, Jorge Xavier da Org; ZAIDAN, Ricardo Tavares Org. Geoprocessamento e análise ambiental:
aplicações. 7. Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013. 363 p.
IBRAHIN, Francini Imene Dias. Introdução ao geoprocessamento ambiental. São Paulo: Saraiva: Érica,
2014. 128 p.
FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de textos, 2008. 160p.

IDENTIFICAÇÃO
Código: Componente Curricular: Período: CH:
FAUNA DO SOLO: BIODIVERSIDADE E SERVIÇOS
Eletiva 45
AMBIENTAIS
RELAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES
Código: Componente(s) Curricular(es): Período: CH:
Não há.
CARGA HORÁRIA
Componente Curricular Natureza Didático-pedagógica
Dimensão de
Extensã Modalidade de
Classificação Tipo CH Conhecimen
o Ensino
to
217

Disciplina / A
Letiva / Eletiva / ESO TOT Teór Práti Presenci
Atividade DCE C EaD
/ TCC / AC AL ica ca al
Curricular E
100
Disciplina Eletiva 45 45 0 0 0 0
%
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Conhecer os principais grupos de organismos que habitam os solos, compreendendo as funções e
atividades que desempenham no ecossistema.
Objetivos Específicos

Compreender os benefícios da população de organismos dos solos para o ambiente e a agricultura;


Reconhecer os fatores ecológicos determinantes da ocorrência e distribuição dos organismos nos
ecossistemas edáficos;
Conhecer práticas de manejo do solo que potencializam atividades pedobiológicas de manutenção e
produção dos agroecossistemas.

METODOLOGIA

A disciplina será ministrada na forma de aulas teóricas expositivas, utilizando recursos áudios-visuais,
consultas bibliográficas complementares e leitura de textos. As aulas práticas serão desenvolvidas em
laboratório e em campo. No final do semestre, culminará com a Atividade Engenheiros do Solo nas
Escolas, onde os estudantes de escolas públicas ou particulares realizarão as coletas da fauna do solo e
identificarão os principais grupos funcionais com a orientação dos estudantes da disciplina, a título de
efetivarmos a curricularização da extensão.

EMENTA

Papel ecológico da fauna edáfica. Classificação e hábitos alimentares. Principais grupos funcionais.
Bioturbação. Engenheiros dos ecossistemas. Benefícios da biodiversidade do solo. Saúde do solo.
Métodos de coleta da fauna do solo. Atividade de curricularização da extensão do tipo DCE – Disciplina
Curricular de Extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
218

Unidade I
1 Apresentação da ementa e Plano de aula detalhados, Introdução, conceitos básicos da Fauna do Solo
1.1 Aspectos taxonômicos e biológicos dos organismos do solo
1.2 Classificação quanto ao hábito alimentar, tamanho e habitats dos organismos do solo
1.3 Papel Ecológico da Fauna do Solo
1.4 Bioturbação, conceito, grupos funcionais
1.5 Engenheiros dos Ecossistemas
1.6 Atividades Físicas da Fauna do Solo
1.7 Fatores que controlam a estrutura das comunidades de organismos
de solo
1.8 Nematóides de Importância na Ecologia do Solo
1.9 Ácaros de Importância na Ecologia do Solo
Unidade II
2 Fauna edáfica nos processos biodinâmicos do solo
2.1 Densidade, distribuição, biomassa, atividade e espécies indicadoras
de animais do solo
2.2 Saúde do Solo
2.3 Benefícios da Biodiversidade do solo.
2.4 Fauna edáfica como agente e reflexo do uso e manejo do solo
2.5 Métodos de Coletas Fauna do Solo
2.6 Aula Prática no Laboratório: Métodos de extração de artrópodes, armazenamento dos organismos
da fauna do solo
2.7 Ecotoxicologia terrestre

BIBLIOGRAFIA
Básica
MADIGAN, Michael T. ... et al; STAHL, David A. Microbiologia de Brock. 14.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2016. 1006 p.
DOBEREINER, Johanna. A biologia do solo na agricultura brasileira. Brasilia: EMBRAPA: Unidade de
Apoio ao Programa Nacional de Pesquisa em Biologia do Solo, 1986. EMBRAPA-
UAPNPBSDocumentos 29p. (EMBRAPA-UAPNPBS.Documentos, 2)
MOREIRA, F. M. S., et al. Manual de Biologia dos Solos Tropicais: Amostragem e Caracterização da
Biodiversidade. v. 1. Lavras-MG: Ed. UFLA. 2010. 368p.
Complementar
219

MOREIRA, Fatima M. S (ed). O ecossistema solo: componentes, relações ecológicas e efeitos na


produção vegetal. Lavras, MG: Universidade Federal de Lavras, 2013. 351 p.
FRANSOZO, Adilson; ZAGO, Aline Cristina colab. Zoologia dos invertebrados. Rio de Janeiro: Roca,
2016. 661 p.
PRIMAVESI, Ana. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel,
2002/2013. 549 p.
FERREIRA V. S. [et al.]. Fauna do solo . Salvador: Carvalho; 2022. 31 p.: il. (Série:
Manejo sustentável de fruteiras na caatinga; v.6).
JACQUES R. J. S.; ANTONIOLLI, Z.; SOBUCKI, L. Biologia do solos: aulas práticas.
Santa Maria: UFSM/CCR/DS, 2019, 158p .

_______________________________________
Profa. Dra. PAULA NEPOMUCENO CAMPOS
Coordenadora
Curso de Graduação de Licenciatura em CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
na modalidade a distância.
PORTARIA Nº 2006/2023 - REITORIA
220

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)


MEMBROS

Profa. Dra. Paula Nepomuceno Campos


Presidente

Prof. Dr. Gledson Luiz Salgado de Castro

Prof. Dr. Pedro Moreira De Sousa Junior

Profa. Dra. Xiomara Franchesca García Díaz

Prof. Dr. Leonardo Castelo Branco Carvalho


221

REFERÊNCIAS
LEI n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Disponível em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acessado em 31 de 15 de setembro de 2022.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n° 9.394, de 24 de dezembro de 1996. Brasília,DF: Senado,
1996. Disponível em https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acessado em 15 de abril de 2023.

PARECER CNE/CES n.º 1301, de 6 de novembro de 2001, Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Ciências Biológicas. Disponível em http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2001/pces1301_01.pdf. Acessado em
14 de setembro de 2022.

ESTATUTO DA UFRA, 2003. Disponível em https://propladi.ufra.edu.br/images/conteudo/Estatuto-


UFRA/Estatuto_original_UFRA.pdf. Acessado em 10 de janeiro de 2023.

BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino da História
Afro-Brasileira e Africana. Brasília: SECAD/ME, 2004. Disponível em
https://download.inep.gov.br/publicacoes/diversas/temas_interdisciplinares/diretrizes_curriculares_nacionais_para_
a_educacao_das_relacoes_etnico_raciais_e_para_o_ensino_de_historia_e_cultura_afro_brasileira_e_africana.pdf.
Acessado em 15 de abril de 2023.

DECRETO N.° 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que dispõe sobre a oferta obrigatória de Língua Brasileira de Sinais
(LIBRAS) para Licenciatura. Disponível em https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2005/decreto-5626-22-
dezembro-2005-539842-publicacaooriginal-39399-pe.html. Acessado em 10 de outubro de 2022.

Parecer CNE/CES Nº 261/2006 Dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá
outras providências. Disponível em http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pces261_06.pdf. Acessado em 23 de
abril de 2023.

LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes. Disponível em
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm. Acessado em 10 de abril de 2022.

RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE ABRIL DE 2009, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à
integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física,
Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade
presencial. Disponível em http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rces004_09.pdf. Acessado em 20 de setembro de
2022.

DIRETRIZES GERAIS DO PROGRAMA REUNI – Reestruturação e Expansão das Universidades Federais, 2007.
Disponível em http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/diretrizesreuni.pdf. Acessado em 10 de maio de 2023.

RESOLUÇÃO CONAES n.º 01 de 17 de junho de 2010, que normatiza o Núcleo Docente Estruturante. Disponível
em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=6885-resolucao1-2010-
conae&category_slug=outubro-2010-pdf&Itemid=30192. Acessado em 21 de junho de 2022.

OFÍCIO CIRCULAR DO MEC/INEP/DAES/CONAES n.º 000074/2010, que comunica definição do NDE,


atualização do PDI e PPC e retificação dos Instrumentos de Avaliação. Disponível em
https://cursos.ufrrj.br/grad/engalimentos/files/2023/07/Regulamentcao-NDE.pdf. Acessado em 21 de junho de 2022.
222

BRASIL. Resolução Nº 02, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Ambiental. Disponível em http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp002_12.pdf. Acessado em 15 de abril
de 2023.

BRASIL. Resolução Nº 01, de 30 de maio de 2012, que estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos
Humanos. Disponível em http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp001_12.pdf. Acessado em 15 de abril de 2023.

Lei Nº 13.005, DE 25 DE JUNHO DE 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providencias.
Disponível em https://siteal.iiep.unesco.org/sites/default/files/sit_accion_files/10338.pdf. Acessado em 23 de abril de
2023.

DECRETO n.º 8.752, DE 9 DE MAIO DE 2016, que dispõe sobre a Política Nacional de Formação dos Profissionais
da Educação Básica. Disponível em
https://bibliotecadigital.economia.gov.br/bitstream/123456789/969/1/DECRETO%20N%c2%ba%208.752%2c%20
DE%209%20DE%20MAIO%20DE%202016.pdf. Acessado em 22 marco de 2023.

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC), 2017. Disponível em


http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=79611-anexo-texto-bncc-
aprovado-em-15-12-17-pdf&category_slug=dezembro-2017-pdf&Itemid=30192. Acessado em 15 de setembro de
2022.

RESOLUÇÃO CNE/CES n.º 7, de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação
Superior Brasileira. Disponível em
https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/pdf/CNE_RES_CNECESN72018.pdf. Acessado em 20 de abril
de 2022.

MANUAL PARA CLASSIFICAÇÃO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E SEQUENCIAIS: CINE Brasil. Brasília:
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Ministério da Educação (2019). Disponível
em
https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educacao_superior/manual_para_
classificacao_dos_cursos_de_graducacao_e_sequenciais_cine_brasil.pdf. Acessado em 03 de outubro de 2022.

RESOLUÇÃO CNE/CP n.º 2, de 20 de dezembro de 2019, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial
de Professores da Educação Básica (BNC-Formação). Disponível em http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-
2019-pdf/135951-rcp002-19/file. Acessado em 30 de abril de 2022.

RESOLUÇÃO CNE/CP n.º 1, de 27 de outubro de 2020, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Formação Continuada de Professores da Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação
Continuada de Professores da Educação Básica. Disponível em http://portal.mec.gov.br/docman/outubro-2020-
pdf/164841-rcp001-20/file. Acessado em 10 de janeiro de 2023.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO CONTIDOS NAS DIRETRIZES DO SINAES – Sistema Nacional de


Avaliação da Educação Superior. Disponível em https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-
exames-educacionais/avaliacao-in-loco/instrumentos-de-avaliacao. Acessado em 20 de julho de 2022.

PORTARIA n.º 402, DE 23 DE AGOSTO DE 2021, que sobre diretrizes de prova e componentes específicos da área
de Ciências Biológicas, modalidade Licenciatura, no âmbito do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes
223

(Enade), edição 2021. Disponível em https://in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-402-de-23-de-agosto-de-2021-


340133261. Acessado em 24 de setembro de 2022.

REDE DE BIBLIOTECAS DA Ufra. Normas para padronização de trabalhos acadêmicos / - Belém: Universidade
Federal Rural da Amazônia, 2021. 38 p.: il.

PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL DA UFRA, 2022. Disponível em


https://proen.ufra.edu.br/images/ppi/PPI_2022_pos_errata.pdf. Acessado em 20 de abril de 2023.

REGULAMENTO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DA UFRA, 2022. Disponível em


https://proen.ufra.edu.br/images/resolucoes/Regulamento_de_Ensino___verso_2022__Ps_Errata.pdf. Acessado em
22 de abril de 2023.
224

APÊNDICES
Apêndice A - Formulários Preenchidos de Plano de Transição Curricular
Apêndice B - Normas de ESO
Apêndice C - Normas de TCC
Apêndice D - Normas de Atividades Complementares
225

APÊNDICE A - Formulários Preenchidos de Plano de Transição Curricular

Plano de Transição Curricular

Curso: Licenciatura em Ciências Biológicas


Modalidade de Curso: EAD
Instituto/Campus: ISARH/NEAD/Belém

Quadro 1 – Turma(s) Vigente(s) e Migração Curricular.


Diagnóstico e Opção de
Situação sobre Turmas Vigentes
Migração
Quantidade e Descrição de Ofertas de Turmas 1 (2021)
Vigentes:
Oferta de Turma Vigente mais Recente: Oferta 2021
Período(s) Curriculare(s) de Turma Vigente mais
2º (2023.2)
Recente:
Turma Vigente mais Recente será alcançada, ( ) Sim ( X ) Não
opcionalmente, por Migração Curricular:
(A Migração Curricular poderá ocorrer desde que seja em Turma
Vigente Recente até 2º período curricular, para mudança em
seguinte calendário acadêmico de implantação da Estrutura
Curricular Atualizada)
226

Belém, 08 de dezembro de 2023

Paula Nepomuceno Campos


Coordenação do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (EAD)
227

Plano de Transição Curricular

Curso: Licenciatura em Ciências Biológicas


Modalidade de Curso: EAD
Instituto/Campus: ISARH/NEAD/Belém

Quadro 1 – Percurso de Funcionamento de Turmas entre Estrutura Curricular Atualizada e


Estrutura Curricular Anterior
ESTRUTURA CURRICULAR ESTRUTURA CURRICULAR
ATUALIZADA ANTERIOR
Calendário (FASE DE IMPLANTAÇÃO ATÉ (FASE DE EXTINÇÃO ATÉ
PRIMEIRA FORMAÇÃO) ÚLTIMA TURMA)
Acadêmico
Turma em Período Turma em Período
Funcionamento Curricular Funcionamento Curricular

A transição curricular, não se aplica ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas


da UAB/UFRA.

Belém, 08 de dezembro de 2023

Paula Nepomuceno Campos


228

Coordenação do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (EAD)


229

Plano de Transição Curricular

Curso: Bacharelado em Ciências Biológicas


Modalidade de Curso: presencial
Instituto/Campus: ISARH/Belém

Quadro 3 - Quadro de Equivalência de Estrutura Curricular

UNIDADE COMPONENTES CURRICULARES EQUIVALENTES


/
Período NOVO CURRÍCULO CURRÍCULO ANTERIOR
Curricula
r
Ordem CÓDIGO CH Componente CÓDIGO CH Componente CH
Curricular (por múltipo
de 17h/1
Curricular (por múltipo
de 15h/1
crédito) crédito)

A transição curricular, não se aplica ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da


UAB/UFRA.

Belém, 08 de dezembro de 2023

Paula Nepomuceno Campos


Coordenação do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (EAD)

Paula Nepomuceno Campos


Ciências Biológicas
230

Apêndice B - Normas de ESO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA – UFRA
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS- LICENCIATURA

NORMAS E PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO


DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS -– LICENCIATURA MODALIDADE EAD

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º - O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório (ESO) é uma atividade curricular obrigatória do
Curso de Ciências Biológicas – Modalidade Licenciatura e será planejado, orientado e avaliado com a finalidade
de possibilitar ao estudante a ação-reflexão-ação dos fundamentos teóricos, didáticos e metodológicos do
referido curso.
Art. 2º - O ESO faz parte do Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Biológicas (PPC) e será conduzido por
este conjunto de normas e procedimentos e pela legislação vigente sobre estágio.
Art. 3º - O ESO do curso de Ciências Biológicas - Licenciatura contabiliza 408 horas, distribuídas igualmente
em Estágio Curricular Obrigatório I, II, III e IV que serão realizados do 4º ao 7º semestre.
Art. 4º - O ESO do curso de Ciências Biológicas – Licenciatura não cria vínculo empregatício, visto que o
estágio em questão não poderá garantir vínculo empregatício aos discentes que dele participarem dos campos
de estágio.
231

Art. 5º - O ESO do curso de Ciências Biológicas - Licenciatura deve ser coordenado, administrado e
supervisionado pela Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso e Estágio Supervisionado Obrigatório
(CTES), pelo Coordenador(a) do curso e pelos professores orientadores do estágio e pelo supervisor local.

CAPÍTULO II
DOS DISPOSITIVOS LEGAIS
Art. 6º- O presente manual foi apreciado em reunião do Colegiado do Curso e pelo Núcleo Docente Estruturante
e vinculado ao PPC e as legislações: Lei nº 11. 788/2008, Diretrizes Curriculares para os Cursos de Ciências
Biológicas (Parecer CNE/CES nº 1.301/2001), Resolução nº 2 de 01 de julho de 2015, Regulamento de Ensino
da Universidade Federal Rural da Amazônia (Resolução do CONSEPE nº 243 de 11 de fevereiro de 2015).

CAPÍTULO III DOS OBJETIVOS

Art. 7º - O ESO é componente obrigatório da organização curricular das licenciaturas, sendo uma atividade
específica intrinsecamente articulada com a prática e com as demais atividades de trabalho acadêmico, tendo
como objetivos:
.– Proporcionar, aos discentes, oportunidades de desenvolver saberes, habilidades e competências junto ao seu
campo profissional;
.– Permitir, ao discente, vivência de situações-problema e pré-profissionais nas diferentes áreas de atuação do
curso;
.– Preparar o discente para o exercício da profissão mediante o desenvolvimento de atividades referentes à área
de opção do estágio;
.– Proporcionar aproximação dos docentes e discentes com as situações – problema presentes no ambiente campo
do estágio motivando reflexões, visando o processo de ensino-aprendizagem e atualização da formação
proporcionada pelo curso;
.– Promover a participação em conselhos de classe e reuniões de professores das escolas de Educação Básica e
Fundamental.

.– Promover integração entre a UFRA e entidades, órgãos, secretarias, escolas públicas e privadas.
232

CAPÍTULO IV
DOS CAMPOS DE ESTÁGIOS
Art. 8º - O ESO do Curso de Ciências Biológicas - Licenciatura poderá ser realizado em espaços escolares e
não escolares e com acompanhamento do professor(a) orientador do estágio.
§ 1° - escolas de Educação Básica em parceria entre UFRA, Secretaria de Educação do município e Secretaria
de Educação do Estado.
§ 2° - espaços não escolares que desenvolvam atividades na área de formação do curso (museus, planetários,
laboratório de pesquisa, empresas, hospitais e espaços não institucionalizados) parceiras da UFRA.
§ 3° - O inciso II do Art. 79 do Regulamento de Ensino da UFRA estabelece a ativação do seguro contra
acidentes pessoais que possam ocorrer durante o cumprimento da atividade em questão dentro ou fora da UFRA
durante o desenvolvimento do estágio obrigatório.

Art. 9°- Consideram-se como campo de estágio as instituições públicas ou privadas que apresentem condições
básicas para vivenciar situações reais de trabalho docente, técnico e político-pedagógico que propiciem o
aprimoramento profissional, mediante aprofundamento teórico-prático na respectiva área de trabalho.

CAPÍTULO V
DA MATRÍCULA E DO PLANO DE ESO
Art. 10- Para iniciar as atividades no campo de estágio o discente deverá solicitar sua matrícula via coordenação
através do formulário de solicitação de matrícula no ESO e apresentar o plano de ESO (Anexo1).
§ 1° - O plano de Estágio deve ser elaborado pelo discente com auxílio do supervisor, e apresentado à CTES
para avaliação e aprovação.
§ 2° O plano de Estágio refere-se ao plano de Trabalho para a realização do ESO, sendo obrigatório em cada
ESO.
§ 3° - Cada discente deverá apresentar no campo de estágio a carta de apresentação (Anexo 2).
§ 4°- Os prazos para entrega de tais documentos devem seguir o cronograma estabelecido pela CTES.

CAPÍTULO VI
DA DISTRIBUIÇÃO E DA FORMA DO ESTÁGIO
233

Art. 11- O ESO deve ter carga horária mínima, conforme Resolução nº 2 de 01 de julho de 2015, de 400h
(quatrocentas horas) para todos os cursos na modalidade Licenciatura, porém para atender o Regimento de
Ensino da UFRA foi contabilizada uma carga horária mínima de 400 h.

§ 1º - A carga horária será de 400 horas, distribuída conforme matriz curricular do Projeto Pedagógico do Curso
(PPC).
I - 100 h –– ESO em Ciências I, realizado no quarto semestre do curso.
II - 100 h –ESO em Ciências II – realizado no quinto semestre do curso.
III - 100 h – ESO em Biologia I – realizado no sexto semestre do curso.
IV - 100 h – ESO em Biologia II – realizado no sétimo semestre do curso.

§ 2º - A carga horária total de cada Estágio Supervisionado deverá ser dividida de acordo com o planejamento
para o desenvolvimento das atividades referentes a cada estágio. Desta forma a carga horária total fica dividida
em 3 partes: 10h de planejamento junto com o orientador, 80h de estágio no espaço escolar/não escolar onde
será desenvolvido o estágio e 8h para o seminário de troca de experiências no final de cada semestre, totalizando
100h. Dentro do espaço escolar/não escolar onde será desenvolvido o estágio a carga horária pode ser dividida
em diversas atividades que estão discriminadas nos parágrafos 4º, 5º, 6º e 7º do artigo 11 deste documento.
§ 3º - A realização dos estágios deverá preferencialmente seguir a ordem dos incisos §4°, §5°, §6° e §7°. No
entanto, exceções serão aceitas pela CTES comprovando a impossibilidade de seguir o proposto na presente
norma que deveram ser submetidas a aprovação no início do estágio.
§ 4º - No 4º semestre, cada acadêmico deve realizar observação e docência em escolas do 6º ao 9º ano do Ensino
Fundamental. Na instituição o acadêmico deverá acompanhar as aulas do professor que atua na área de sua
formação, assim como setores administrativos e pedagógicos. Devem ser realizadas observações e docência,
bem como, o desenvolvimento de atividades extraclasse como planejamento docente, participação em reuniões
de conselho de classe, reuniões de pais e mestres e demais atividades relativas ao estágio.
§ 5º - No 5º semestre, o acadêmico deverá desenvolver atividades de regência, docência do 6º ao 9º ano do
Ensino Fundamental nas diferentes modalidades de ensino. Deve ser avaliado pelo professor do estágio o
planejamento de ensino para execução da regência.
§ 6º - No 6º semestre, cada acadêmico deverá realizar observação e docência em escolas que ofereçam o Ensino
Médio. Na instituição o acadêmico deverá acompanhar as aulas do professor que atua na área de sua formação,
234

assim como setores administrativos e pedagógicos. Devem ser realizadas observações, docência e o
desenvolvimento de atividades extraclasse como planejamento docente, participação em reuniões de conselho
de classe, reuniões de pais e mestres e demais atividades relativas ao estágio.
§ 7º - No 7º semestre, cada acadêmico deve desenvolver atividades de regência, docência e monitoria no 1º, 2°
e 3º ano do Ensino Médio em diferentes modalidades de ensino. Deve ser avaliado pelo professor do estágio o
planejamento de ensino para execução da regência.
§ 8º - O desenvolvimento de cada estágio deve seguir as diretrizes e o objetivo do Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório.

Art. 12 - A frequência do ESO de cada discente será contabilizada de acordo com o planejamento para a
realização das atividades referente a cada ESO e da orientação, utilizando-se a ficha de frequência de estágio
(Anexo 3), sendo necessário no mínimo 75% de frequência no campo de estágio.
§ 1°- A avaliação do ESO é de responsabilidade do professor(a) formador(a) orientador(a) que poderá valer-se
de pareceres escritos e informações transmitidas pelos supervisores nos campos de estágio.
§ 2° - Conforme a Resolução do Resolução nº 2 de 01 de julho de 2015, os portadores de diploma de licenciatura
com exercício comprovado no magistério e exercendo atividade docente regular na educação básica poderão ter
redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo de 100 (cem) horas.
§ 3° - O discente portador de diploma de licenciatura com exercício comprovado no magistério e exercendo
atividade docente regular na educação básica deverá desenvolver e cumprir a carga horária prevista no § 2° do
artigo 12° em turma diferente da que leciona.

Art. 13 – O desenvolvimento do Estágio em espaços não escolares deve ser cuidadosamente planejado e
executado mediante comprovação de apoio logístico da UFRA e/ou da Secretaria da Educação do município.

Parágrafo único: As atividades desenvolvidas em espaços não escolares devem ser relacionadas do Ensino de
Ciências e/ou Biologia, de acordo com os parágrafos § 3°, § 4°, § 5° e § 6 do artigo 11.

Art. 14- Cada discente deverá elaborar um plano de estágio (Anexo 1) que deverá ser entregue, mediante
cronograma pré-estabelecido, ao professor(a) formador(a) orientador(a) do estágio.
§ 1° - Ao final de cada estágio, o discente deverá entregar o relatório final de estágio de acordo com o modelo
235

(Anexo 5).
§ 2° - Após as avaliações de cada relatório final de estágio, o professor orientador deverá encaminhar à CTES
o relatório final de estágio de cada discente.
§ 3° - Por não haver Prova Substitutiva (PS) ou Nota de Avaliação Final (NAF) na avaliação do ESO, o discente
avaliado com nota inferior a seis (6) deverá refazer o mesmo no semestre subsequente.
§ 4° Os critérios para avaliação do ESO serão determinados pela CTES.

CAPÍTULO VII
DOS RESPONSÁVEIS PELO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
Seção I
Do coordenador e da Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso e Estágio Supervisionado
Obrigatório (CTES)
Art. 15 - A Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES) é parte
integrante da coordenadoria do curso que deve coordenar, administrar, supervisionar e avaliar as atividades
relativas ao desenvolvimento do ESO, seguindo as diretrizes do artigo 71, incisos I, III e IV da Resolução
CONSEPE nº 243, de 11 de fevereiro de 2015.

Seção II
Do professor orientador do Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO)
Art. 16 - O professor orientador deve orientar e acompanhar o desenvolvimento do estágio através do Plano de
Estágio de cada discente (Anexo 1).
§ 2° Ao final de cada estágio, o professor orientador deverá encaminhar à coordenação do curso os relatórios
finais de Estágio de cada discente, seguindo cronograma pré-estabelecido.

Seção III
Do professor Supervisor do campo de estágio
Art. 17- O supervisor do campo de estágio deve acompanhar a frequência e o desenvolvimento do estágio e
encaminhar um parecer sobre o estágio realizado pelo discente (Anexo 4).

CAPÍTULO VIII
236

DOS DEVERES DOS ESTAGIÁRIOS


Art. 18- São deveres do estagiário:
.- Realizar e registrar o diagnóstico da realidade onde será realizado o estágio, bem como elaborar e aplicar
instrumentos que auxiliem a pesquisa e as demais atividades de estágio;
.- Elaborar e apresentar ao professor responsável pelo estágio os projetos e relatórios e demais tarefas que lhes
forem solicitadas;
.– Participar das aulas de estágio e atividades de orientação às quais for convocado;
.– Agir de forma ética, mantendo sigilo sobre as observações no campo de estágio, respeitando as normas por
ela estabelecidas, bem como os seus profissionais;
.– Cumprir as normas e procedimentos relativos ao Estágio Curricular Supervisionado do curso de Ciências
Biológicas - Licenciatura da UFRA, UAB;
– Apresentar, seguindo o cronograma previsto, ao professor responsável pelo estágio e ao supervisor de estágio
o plano de trabalho, discutindo com os responsáveis pelo estágio qualquer alteração que julgar necessária;
– Atuar ativamente em todas as etapas do estágio;
– Desenvolver as atividades de estágio com responsabilidade, comparecendo pontualmente ao local de estágio,
nos dias e horas estipulados no plano de estágio.

CAPÍTULO XV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 19 - Os casos não previstos neste regulamento serão decididos pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE)
e/ou Colegiado do Curso, mediante consulta, se necessário, aos órgãos competentes. Este Manual de Normas e
Procedimentos do Estágio Supervisionado do Curso de Ciências Biológicas - Licenciatura entra em vigor após
a sua aprovação pela CTES, apreciação e aprovação do Colegiado do Curso e NDE do curso de Licenciatura
em Biologia.

Membros da CTES do Curso Ciências Biológicas- Licenciatura (UFRA/UAB):

Profa. Dra. Xiomara Franchesca García Díaz

Profa. Dra. Paula Nepomuceno Campos

Prof. Dr. Luciano Jorge Sereno dos Anjos


237

Comissão de TCC e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES)

Anexo 1: SOLICITAÇÃO DE MATRÍCULA NO ESO

Eu, nome do aluno (a) _________________________________________________, estou entregando


em anexo a carta de aceite do Orientador e o projeto que irei desenvolver durante o estágio e solicito a efetivação
da matrícula no Estágio Supervisionado Obrigatório. Informo que estou ciente e irei cumprir todas as
determinações e normas estabelecidas pelo regulamento de Ensino da UFRA e do Manual de Normas e
Procedimentos do Estágio Supervisionado Obrigatório elaborado pela CTES.

Cidade/PA, de__________ de .

Assinatura do Aluno
238

Comissão de TCC e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES)

Anexo 2: CARTA DE ACEITE DO ORIENTADOR DE ESO

Eu, Professor(a) _____________________________________, aceito atuar como orientador(a),


comprometendo-me em orientar, supervisionar e avaliar o desenvolvimento do Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório do (a) discente ______________________________________,
Matriculado (a) no Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura (modalidade a distância) da UAB/UFRA.
Informo que estou ciente e irei cumprir todas as determinações e normas estabelecidas pelo Regulamento de
Ensino da UFRA e do Manual de Normas e Procedimentos do Estágio Supervisionado Obrigatório do curso
elaborado pela CTES.

Cidade/PA, de__________ de .

Assinatura do Orientador
239

Comissão de TCC e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES)

Anexo 3: PLANO DE ESTÁGIO

Capa
Folha de rosto
1. Introdução
2. Objetivos
3. Metodologia
4. Cronograma
5. Considerações finais
6. Referências

Formatação: seguir ABNT atual


240

Comissão de TCC e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES)

Anexo 4: CARTA DE APRESENTAÇÃO

Cidade/PA, de__________ de .

Prezado (a) Senhor (a) Diretor (a)

Apresentamos a vossa senhoria o (a) acadêmico (a) __________________________________


matrícula nº _______________ , do período do Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura
(EAD), que pretende estagiar no órgão e/ou unidade escolar que o senhor (a) dirige.
Em caso de concordância, solicitamos a gentileza de nos encaminhar a carta de aceite, em anexo, para as devidas
providências.

Atenciosamente,

(Assinatura e carimbo do coordenador do curso)


241

Comissão de TCC e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES)

Anexo 5: CARTA DE ACEITE

Cidade/PA, de__________ de .

Prezado(a) Senhor(a) Coordenador(a) do Estágio Supervisionado,

Informamos a V. Sª, que o acadêmico (a) _________________________________________


do período do Curso de Licenciatura em Biologia foi aceito (a) para realizar o Estágio
Supervisionado Obrigatório em nossa Instituição na área de Ciências a partir da data de / / , cumprindo
a carga horária semanal de _________.

Atenciosamente,

Assinatura e carimbo do Responsável pela Instituição

Instituição concedente do estágio: _____________________________

Endereço: _____________________________________________

Telefone: E-mail: _________________________

Nome do representante da Direção: ___________________


242

Comissão de TCC e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES)

Anexo 6:FICHA DE FREQUÊNCIA DO ESTÁGIO

DISCENTE: Matrícula: Local de estágio: ____ Supervisor:


Data Entrada Saída Resumo das atividades desenvolvidas Rubrica do
(hora) (hora) supervisor

____________________________________________
Discente

_____________________________________________
Professor-orientador

_____________________________________________
Supervisor
243

Comissão de TCC e Estágio Supervisionado Obrigatório (CTES)

Anexo 7: RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO

Capítulo 1 – Caracterização

1. Identificação do discente
Nome: Ano:_______Período: Turno:_______
Curso:

2. Identificação do estágio
Escola ou Instituição:
Duração: _____Início:______Término: Total de horas

Capítulo 2 – Apresentação das atividades desenvolvidas

1. Descrição de todas as atividades realizadas e recursos utilizados


2. Impactos produzidos pelas atividades introduzidas
3. Outro item relevante observado ou realizado

Capítulo 3 – Contribuições na formação profissional

1. Reflexão sobre a formação docente


2. Outras contribuições

Capítulo 4 – Conclusão

1. Diagnóstico dos principais problemas e sugestões


2. Sugestões
3. Considerações finais Anexo
244

Apêndice C - Normas de ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES - AC

CAPÍTULO I - DA DEFINIÇÃO

Art. 1º. As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórias do Curso de


Ciências Biológicas - Licenciatura da UAB, UFRA, , e se caracterizam pelo conjunto das
atividades de formação que proporcionam o enriquecimento acadêmico, científico e cultural
necessário à constituição das competências e habilidades requeridas dos profissionais de ensino,
que devem somar um total de 200 h.
Art. 2º. As Atividades Complementares compreendem atividades de ensino, pesquisa e extensão.
§ 1º. Para efeito deste regulamento, serão consideradas as atividades de ensino, pesquisa e
extensão listadas ao final deste regulamento e aprovadas pelo Colegiado do curso de Ciências
Biológicas - Licenciatura.
§ 2º. Além das atividades listadas, poderão ser consideradas outras atividades afins, desde que
devidamente credenciadas e autorizadas pela CTES e aprovadas em Colegiado do Curso.
Art. 3º. Somente será convalidada a participação em atividades credenciadas pelo Colegiado do
Curso e que puder ser comprovada por meio de atestado, declaração, certificado ou outro
documento.

CAPÍTULO II - DA DURAÇÃO E DA CARGA HORÁRIA

Art. 4º. As Atividades Complementares terão sua carga horária total determinada no Projeto
Pedagógico do Curso.
Art. 5º. A carga horária de cada uma das atividades realizadas será computada de acordo com o
disposto na tabela apresentada ao final deste regulamento.
245

Parágrafo único. No caso das outras atividades a que se refere o § 2º do Art. 2º, o cômputo da
carga horária deverá ser efetuado pela CTES, procurando, na medida do possível e respeitadas
as especificidades de cada atividade, estabelecidos semelhantes ao disposto na tabela apresentada
ao final deste regulamento.
Art. 6º. Somente terão validade as Atividades Complementares desenvolvidas durante o período
de matrícula do aluno no Curso de Ciências Biológicas - Licenciatura.
Parágrafo único. Os alunos ingressantes no Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura, por
meio de transferência interna ou externa poderão registrar as Atividades Complementares
desenvolvidas em seu curso ou instituição de origem, desde que devidamente comprovadas e
seguindo os critérios previstos neste regulamento.

CAPÍTULO III - DA ORGANIZAÇÃO

Art. 7º. As Atividades Complementares serão coordenadas, controladas e documentadas pela


CTES.
§ 1º. Compete à CTES do curso de Ciências Biológicas - Licenciatura:

I. Orientar os alunos quanto à obrigatoriedade do desenvolvimento das Atividades


Complementares credenciadas pela CTES e aprovadas previamente pelo Colegiado do Curso.

II. Cadastrar e credenciar as Atividades Complementares do Curso.

III. Determinar o valor, em horas-atividade, das atividades credenciadas.

IV. Divulgar, entre os alunos, as atividades credenciadas.

V. Baixar normas complementares, definitivas ou transitórias para os casos não


previstos neste Regulamento.
VI. Receber e analisar a documentação comprobatória da realização das Atividades
Complementares de cada aluno.
246

VII. Validar, via portal do Professor, as atividades lançadas pelos alunos, via portal do aluno.
§ 3º. Cabe ao aluno do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas:

I. Escolher o tipo de atividade que julgar pertinente para sua formação, observando o
disposto neste regulamento.

II. Distribuir o desenvolvimento das atividades ao longo de todo o curso de graduação


e dentre as várias modalidades previstas neste regulamento.

III. Recolher, para cada atividade desenvolvida, os documentos comprobatórios.

IV. Cadastrar as atividades no portal do aluno e entregar os documentos comprobatórios


via Email para [email protected], no período definido pela CTES.
Art. 8º. Somente serão convalidadas as atividades que não envolverem erros de preenchimento,
que vierem acompanhadas de documentos idôneos e que se revelarem efetivamente pertinentes
à formação do Licenciado em Ciências Biológicas, conforme o Projeto Pedagógico do Curso.

CAPÍTULO IV - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 9º. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de
Ciências Biológicas - Licenciatura.
Art. 10. Este regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do Curso
de Ciências Biológicas - Licenciatura.

Curso de Ciências Biológicas- Licenciatura Modalidade a Distância


Tabela e pontuação de atividades complementares relacionadas às atividades nas
áreas de Ciências Biológicas, Educação ou áreas afins

As atividades deverão ser cumpridas, num total de 200 horas, durante o período de
integralização do Curso de Licenciatura

Nova Tabela com alterações aprovadas no Colegiado em ____/___/_____

Atividades Requisitos para Carga Carga


contabilização Horária Horária
curricular Unitária (h) Máxima
(h)
247

Monitoria acadêmica remunerada ou Certificado ou 10 40


voluntária (por semestre) declaração emitido
pela Proen

Aprovação em disciplina optativa na área Histórico acadêmico 50% da CH 45


biológica na Ufra (cada)* da disciplina

Aprovação em disciplinas optativas em Histórico acadêmico e 50% da CH 15


outras IFES (cada) ementa da disciplina da disciplina

Participação em grupo de estudos Certificado ou 5 10


cadastrados na PROEN (semestre) declaração emitido
pela Proen

Cursos de idiomas concluídos Certificado de 5 10


conclusão

Participação em Projetos Cadastrados na Certificado ou 10 30


PROEN (semestre) declaração emitido
pela Proen

Participação em Estágio em Empresa Certificado ou 5 10


Júnior, Incubadora de Empresas ou declaração emitido
Incubadora de Empreendimentos Sociais pela coordenação do
(por semestre) curso

Participação em Programas de Intercâmbio Certificado ou 20 20


nacional e internacional declaração de
participação

Participação em semana acadêmica da Certificado ou 5 15


Ufra declaração de
participação

Participação em semana acadêmica Certificado ou 5 40


específica dos cursos da Ufra declaração emitido
pela coordenação do
curso
248

Participação como ouvinte em curso Certificado de 5 60


presencial/Ead de curta duração (8 a 20 participação
horas), promovido por instituições
reconhecidas.

Participação como ouvinte em Certificado de 20 140


curso/palestras presencial/EaD de média e participação
longa duração (acima de 20 horas),
promovido por instituições de ensino

Participação no Programa de Residências Certificado ou 30 90


Pedagógica (por semestre) declaração emitido
pela Proen

Programa de Institucional de Bolsas de Certificado ou 30 90


Iniciação à Docência (PIBID) (por declaração emitido
semestre) pela Proen

Programa de educação tutorial (PET) ou Certificado ou 10 80


equivalente, certificado pela pró-reitoria declaração de
de pós-graduação e pesquisa. (por participação
semestre)

*Obrigatória a creditação de 45h da CH de ACs em disciplinas da área da biologia para compor


a CH de 1995h do núcleo de formação básica, recomendada pelo Conselho Federal de Biologia
(PARECER CFBio Nº 01/2010). A CH de 45h de ACs será equivalente a 90h em disciplinas do
currículo.

II - Atividades Complementares de Pesquisa

Carga Carga
Requisitos para Horária Horária
Atividades
contabilização curricular Unitária Máxima
(h) (h)

Participação em eventos técnico-


científicos
249

Eventos técnico-científicos Certificados de


5 20
locais/regionais participação

Certificados de
Eventos técnico-científicos nacionais 10 30
participação

Eventos técnico-científico Certificados de


15 30
internacionais participação

Publicação de trabalhos em eventos


técnico-científicos

Resumos simples em eventos


Material publicado 5 15
científicos

Resumos expandidos em eventos Material publicado


10 40
científicos (primeira página)

Trabalhos completos em eventos Material publicado


15 45
científicos (primeira página)

Apresentação de trabalhos em
eventos técnico-científicos na área
(congressos, simpósios, seminários e
similares)

Eventos técnico-científicos regionais Certificado de


5 15
(oral, banner) apresentação

Eventos técnico-científicos Nacionais Certificado de


10 40
(oral, banner) apresentação

Eventos técnico-científicos Certificado de


15 45
Internacionais (oral, banner) apresentação

Publicação de artigos em periódicos

Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes A1 a A4 (por artigo) e captura de tela do 40 80
webqualis comprovando o
extrato da revista)

Qualis Capes B1 a B3 (por artigo) Material publicado 30 60


250

(primeira página do artigo


e captura de tela do
webqualis comprovando o
extrato da revista)

Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes B4 a B5 (por artigo) e captura de tela do 20 40
webqualis comprovando o
extrato da revista)

Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes C (por artigo) e captura de tela do 10 20
webqualis comprovando o
extrato da revista)

Material publicado
Não indexados 5 10
(primeira página do artigo)

Publicação de Livros ou materiais


com ISBN

Material publicado
Livro (por livro) (Capa do livro, ficha 40 80
catalográfica)

Material publicado
(Capa do livro, ficha
Capítulo de Livro (por capítulo) 20 40
catalográfica e primeira
página do capítulo)

Material publicado
Editor/organizador de Livro (por
(Capa do livro, ficha 10 20
livro)
catalográfica)

Material publicado
Cartilhas, outros (por material) 10 40
(Capa, ficha catalográfica)

Outras Atividades de Pesquisa

Iniciação científica remunerada ou Certificado ou declaração 20 60


251

voluntária, certificada pela pró-reitoria de participação


de pesquisa da Ufra, CAPES, CNPq
ou outra agência de fomento (por
semestre)

Participação como membro em


Certificado ou declaração
projetos cadastrados na PROPED (por 5 20
de participação
semestre)

Premiação em eventos acadêmicos:


menção honrosa como autor ou como Certificado de premiação 10 20
coautor.

Programa de Jovens Talentos para


Ciência, certificada pela pró-reitoria
Certificado ou declaração
de pesquisa da Ufra, CAPES, CNPq 20 20
de participação
ou outra agência de fomento. (por
semestre)

Registro de software no Instituto


Certificado com número
Nacional de Propriedade Intelectual 10 30
do registro
(INPI) - Solicitado

Registro de software no Instituto


Certificado de concessão
Nacional de Propriedade Intelectual 30 60
com número de registro
(INPI) - Concedido

III - Atividades Complementares de Extensão.

Carga Carga
Requisitos para
Horária Horária
Atividades contabilização
Unitária Máxima
curricular
h) (h)

Participação em eventos de extensão

Eventos técnico-científicos Certificados de


5 15
locais/regionais participação
252

Certificados de
Eventos técnico-científicos nacionais 10 40
participação

Eventos técnico-científicos Certificados de


15 45
internacionais participação

Publicação de trabalhos em eventos


de extensão

Resumos simples em eventos científicos Material publicado 5 15

Resumos expandidos em eventos Material publicado


10 40
científicos (primeira página)

Trabalhos completos em eventos Material publicado


15 45
científicos (primeira página)

Apresentação de trabalhos em
eventos de caráter extensionista
(congressos, simpósios, seminários e
similares)

Eventos técnico-científicos regionais Certificado de


5 15
(oral, banner) apresentação

Eventos técnico-científicos Nacionais Certificado de


10 40
(oral, banner) apresentação

Eventos técnico-científicos Certificado de


15 45
Internacionais (oral, banner) apresentação

Publicação de artigos voltados a


ações extensionistas em periódicos

Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes A1 a A4 (por artigo) e captura de tela do 20 40
webqualis comprovando o
extrato da revista)

Material publicado
Qualis Capes B1 a B3 (por artigo) (primeira página do artigo 40 80
e captura de tela do
253

webqualis comprovando o
extrato da revista)

Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes B4 a B5 (por artigo) e captura de tela do 30 60
webqualis comprovando o
extrato da revista)

Material publicado
(primeira página do artigo
Qualis Capes C (por artigo) e captura de tela do 20 40
webqualis comprovando o
extrato da revista)

Material publicado
Não indexados (primeira página do 5 10
artigo)

Publicação de Livros relacionados a


temática de extensão com ISBN

Material publicado
Livro (por livro) (Capa do livro, ficha 40 80
catalográfica)

Material publicado
(Capa do livro, ficha
Capítulo de Livro (por capítulo) 20 40
catalográfica e primeira
página do capítulo)

Material publicado
Editor/organizador de Livro (por livro) (Capa do livro, ficha 10 20
catalográfica)

Material publicado
Cartilhas, outros (por material) (Capa, ficha 10 40
catalográfica)

Outras Atividades de Extensão

Iniciação científica remunerada ou Certificado ou declaração 20 60


254

voluntária, certificada pela pró-reitoria de participação


de pesquisa da Ufra, CAPES, CNPq ou
outra agência de fomento (por semestre)

Participação como membro, bolsista ou


Certificado ou declaração
treinando, em projetos cadastrados na 5 20
de participação
PROEX (por semestre)

Premiação em eventos acadêmicos:


menção honrosa como autor ou como Certificado de premiação 10 20
coautor.

Programa de Jovens Talentos para


Ciência, certificada pela pró-reitoria de Certificado ou declaração
20 20
pesquisa da Ufra, CAPES, CNPq ou de participação
outra agência de fomento. (por semestre)

Participação como membro em grupo de Declaração de


pesquisa cadastrado na PROPED. participação emitido pelo 10 30
(semestre) líder do grupo

Registro de software no Instituto


Certificado com número
Nacional de Propriedade Intelectual 30 60
do registro
(INPI) - Solicitado

Registro de software no Instituto


Certificado de concessão
Nacional de Propriedade Intelectual 10 20
de registro
(INPI) - Concedido

O Colegiado do Curso de Ciências Biológicas entende que o aluno deverá diversificar


ao máximo as ATIVIDADES COMPLEMENTARES, e realizá-las ao longo de vários
semestres. Por este motivo, foi estabelecido valores máximos de horas em algumas atividades,
evitando assim que os acadêmicos alcancem a carga total necessária através de apenas um tipo
de atividade ou num único ano.
255

Apêndice D - Normas de TCC

NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO


TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE CIÊNCIAS
BIOLÓGICAS -– LICENCIATURA MODALIDADE EAD

O Colegiado do Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura Modalidade EAD, da


Universidade Federal Ruralda Amazônia, considerando os dispostos no artigo 4º, no artigo 7º,
nas letras a e b, e no artigo 40 do Estatuto da Universidade Federal Rural da Amazônia, resolve
aprovar as normas para a elaboração e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso pelos
discentes do Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura Modalidade EAD em_ _ de _ _ de
2023.

CAPÍTULO I
DOS DISPOSITIVOS LEGAIS

Art. 1º O presente regulamento está articulado às orientações constantes no Projeto Pedagógico


do Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura da UFRA/Universidade Aberta do Brasil (UAB)
e no Regulamento de Ensino da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Resolução
n. 243 de 11 de fevereiro de 2015.

CAPÍTULO II
DA CARACTERIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Art. 2º O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) previsto no Regulamento deEnsino da


UFRA é entendido como uma produção intelectual, individual ou emdupla, dos discentes
concluintes; possui caráter de disciplina obrigatória e caracteriza-se como uma fase de
consolidação dos fundamentos científicos, técnicose culturais do profissional em licenciado em
Biologia.

CAPÍTULO III DOS OBJETIVOS

Art. 3º O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como objetivo geral proporcionar aos
discentes a oportunidade de desenvolver hábitos de pesquisa em educação articulada aos saberes
de referência da Biologia, assim como a elaboração de um estudo de caráter técnico e/ou
científico, aprimorando a sua percepção sobre as questões biológicas e utilizando procedimentos
científicos diversificados, no encaminhamento das análises e das soluções que justifiquem a sua
formação profissional.

Art. 4º O TCC tem como objetivos específicos:

I - Dinamizar as atividades acadêmicas;


II - Estimular a produção científica;
III - Realizar experiência de pesquisa e extensão;
IV - Refletir acerca da articulação necessária entre teoria, prática, sociedade;
V - Demonstrar a habilitação adquirida durante o curso;
VI - Aprimorar a capacidade de interpretação e de criticidade do discente.
256

CAPÍTULO IV DOS RECURSOS

Art. 5º Os recursos necessários à execução do TCC são a infraestrutura dos setoresdidático-


científicos e técnicos da UFRA, das escolas, instituições formais e não formais de ensino e
órgãos públicos e privados caracterizados como área e/ou campo de pesquisa do licenciando.

Art. 6º No caso de pesquisa desenvolvida utilizando infraestrutura externa à UFRA deverá ser
encaminhada à CTES a carta de anuência do setor de acolhimento à pesquisa. Os recursos
materiais para a realização do TCC externo à UFRA não são de responsabilidade desta
Instituição.

CAPÍTULO V
DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO

Art. 7º Os professores interessados em orientar TCC no Curso de Ciências Biológicas –


Licenciatura, previamente selecionados via edital, deverão encaminhar à CTES as propostas de
orientação com a indicação das suas respectivas áreas de atuação para que possam ser divulgadas
aos acadêmicos. O encaminhamento deverá ser realizado até 30 (trinta) dias antes do final do 7º
semestre letivo.

Art. 8º Cada professor orientador cadastrado na CTES deverá oferecer o número de vagas para
orientação, conforme estipulado previamente via edital, a ser desenvolvido o TCC
individualmente, em duplas ou até trio de discentes.

§ 1º Em caso de co-orientação, essa não será contabilizada nas vagas disponíveis para orientação
do professor cadastrado na CTES.
§ 2º Poderão atuar como orientadores de TCC docentes que tenham ingressado por meio de
processo seletivo simplificado da categoria e possua contrato em vigência compatível com o
tempo de orientação do TCC.
§ 3º Membros externos poderão atuar como co-orientadores, com a anuência do orientador, desde
que possuam, no mínimo, título de especialista.

Art. 9º O docente/orientador poderá computar a carga horária de orientação, de acordo com as


normas estabelecidas pela Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD).

CAPÍTULO VI
DA DURAÇÃO E CARGA HORÁRIA

Art. 10. O TCC será computado conforme estabelece o Projeto Pedagógico do Curso (PPC)
obedecendo a carga horária atribuída no último semestre do curso de acordo com a Matriz
Curricular do PPC, que neste caso é de 120 horas.

CAPÍTULO VII
DA OFERTA E EXECUÇÃO DA DISCIPLINA TCC

Art. 11. As disciplinas TCC I e II serão ofertadas, respectivamente, no penúltimo e último


semestre do Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura, conforme distribuição da matriz
curricular constante do PPC do Curso.
257

Art. 12. Poderá matricular-se na disciplina TCC, o discente que estiver aprovado em todas as
disciplinas do Curso até o 7º semestre da matriz curricular, sem pendências de créditos não
cumpridos.

Art. 13. O discente deverá submeter a carta de aceite do orientador (Anexo I) e o pré-projeto de
TCC à apreciação do professor orientador (Anexo II), até 60 (sessenta) dias antes do período de
matrícula do último semestre letivo do curso, segundo calendário acadêmico da UFRA. Os
documentos deverão ser entregues via protocolo da UFRA/ UAB.

§ 1º No caso de haver co-orientador, esse deverá ser indicado no espaço correspondente do


Anexo II.
§ 2º Caso necessário, submeter o projeto do TCC ao Comitê de Ética em Pesquisa da Instituição
e anexar a aprovação do Comitê à proposta de TCC, a qual será apresentada à CTES até o fim
do 8º semestre letivo do curso.
§ 3º A CTES divulgará os aceites das propostas de TCC até 30 dias antes do início do período
de matrícula do 9º semestre.
§ 4º Uma vez aceito o pré-projeto de TCC, eventuais alterações deverão ser apresentadas à CTES
dentro de 5 (cinco) dias úteis mediante parecer do orientador, e uma nova versão do pré-projeto
deverá ser encaminhada via protocoloUFRA/UAB, para nova aprovação pela CTES.
§ 5º Em caso de mudança de orientador, um novo pré-projeto poderá ser apresentado pelo
discente no prazo de 15 (quinze) dias após a comunicação oficial dessa mudança à CTES, sempre
via protocolo UFRA/UAB.

Art. 14. Os encontros entre orientador e orientando(s) devem ser intercalados com as
disciplinas do semestre de execução do TCC, correspondendo pelo menos a 4 (quatro) encontros
online mensais.

Parágrafo Único. Caso orientador ou discente(s) necessite estar afastados fisicamente do local
de execução do projeto durante o desenvolvimento do TCC, deverá ser utilizada a plataforma
SIGAA para as orientações e/ou demais plataformas de comunicação digital.

Art. 15. A cada encontro o orientador deverá preencher a ficha de acompanhamentode orientação
(Anexo III) com as devidas assinaturas, e o mesmo deverá entregá-la mensalmente à CTES
juntamente com o fechamento das notas.

Art. 16. O orientador deverá encaminhar à CTES (via protocolo da UFRA/UAB) uma cópia do
TCC em formato .pdf até 20 (vinte) dias antes da data prevista para a defesa, conforme o
calendário estabelecido pela Coordenadoria do Curso. Registra-se que a data das defesas devem
ser agendadas em até 20 (vinte) dias antes do término do semestre letivo.

§ 1º Somente serão aceitos os exemplares de TCC contendo a Ficha de Agendamento de Defesa


de TCC assinado pelo orientador (Anexo IV).
§ 2º O exemplar em formato digital poderá ser submetido a programas de detecção de plágio
pela CTES. Em caso de plágio, o discente será reprovado nesta disciplina.
§ 3º Considerando as reuniões de orientação, nos casos de frequência inferior a 75%, avaliada
pelo orientador, não será permitida a defesa do trabalho.

CAPÍTULO VIII
DO CAMPO E DAS FORMAS DE TCC
258

Art. 17. O TCC deverá ser desenvolvido nas diferentes áreas de atuação e interessedo Curso de
Ciências Biológicas – Licenciatura, conforme as temáticas norteadoras dessa formação e deverá
ser um trabalho organizado conjuntamente pelo discente e pelo seu orientador.

Art. 18. O TCC deve ser considerado como um exercício de formulação e sistematização de
ideias, de aplicação dos métodos de investigação científica, podendo assumir a forma de uma
revisão de literatura sobre um assunto, de uma discussão teórica e crítica sobre um tema
doutrinário, assim como pesquisa de campo.

Parágrafo único. Dados obtidos durante as atividades do Projeto de IniciaçãoCientífica (PIBIC),


Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) e treinamento técnico poderão compor o TCC.

Art. 19. O TCC deve ser desenvolvido em forma de monografia ou em formato de artigo
publicado em revista com qualis CAPES equivalente ou superior a B3, contendo critérios,
procedimentos e mecanismos de avaliação e diretrizes técnicas relacionados à sua elaboração.

Parágrafo único. A monografia deverá seguir as normas e padronizações de trabalhos


acadêmicos da Biblioteca “Lourenço José Tavares da Silva” (Biblioteca Central da UFRA).

Art. 20. Após 07 (sete) dias úteis passados da data da defesa, a versão final corrigida do TCC
deverá ser entregue, via protocolo da UFRA/UAB, em 02 (duas) cópias em formato impresso,
de acordo com as normas da Biblioteca Central da UFRA, assim como uma versão em formato
pdf gravado em mídia CD.

§ 1º Na mesma ocasião, o discente deverá apresentar os seguintes documentos: (1) parecer do


orientador sobre as correções no TCC (Anexo V) dando ciência que as correções sugeridas pela
banca foram devidamente incorporadas; (2) termo deautorização de divulgação do TCC (Anexo
VI), tanto para a divulgação da versão impressa no acervo das bibliotecas da instituição, como
para o formato digital no site do Curso de Ciências Biológicas – Licenciatura; (3) folha de
aprovação original assinada pelos membros da banca.
§ 2º Na versão final do TCC deverá constar a cópia da Folha de Aprovação.

CAPÍTULO IX
DA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO

Art. 21. A disciplina de TCC I será ministrada pelo docente com conhecimento em métodos e
técnicas de pesquisa, construção do projeto de monografia e outras dimensões de cunho teóricos
e metodológicos que envolvem o campo investigativo do licenciado em Biologia. A disciplina
de TCC II será acompanhada pelo professor/orientador, por meio do formulário de
acompanhamento de orientação do TCC (Anexo III).

Art. 22. O orientador terá as atribuições a seguir:


I - orientar o discente na elaboração e implantação de um Projeto de TCC,bem
como submeter tais atividades à avaliação e aprovação da CTES;
II - orientar, supervisionar e avaliar o desempenho do discente durante o
desenvolvimento das tarefas, inclusive quando realizadas fora da UFRA;
III - atender, periodicamente, seus orientandos, em horários e dias
previamente estabelecidos, em pelo menos 04 (quatro) encontros online mensais;
IV - a cada encontro com seus orientandos, o orientador deverá preencher e assinar a Ficha
de Acompanhamento de Orientação e entregá-la mensalmente à CTES via protocolo da
259

UFRA/UAB;
V - estar disponível para atendimento e orientação aos discentes à distância,por meio
da plataforma SIGAA e/ou de demais plataformais digitais de comunicação;
VI - participar como membro das bancas examinadoras para as quais forindicado
pela CTES;
VII - estar presente no dia da defesa do TCC.
260

CAPÍTULO XI
DAS OBRIGAÇÕES E DIREITOS DOS DISCENTES

Art. 23. Compete ao discente:


I - escolher o tema do seu TCC, bem como o seu orientador dentre os
docentes cadastrados na CTES;
II - apresentar pré-projeto de TCC à CTES, com o aceite do orientador;
III - participar das atividades para as quais for convocado pelo orientador oupelo
Presidente da CTES;
IV - respeitar o cronograma de trabalho, de acordo com o plano aprovado naCTES;
V - cumprir o horário de atendimento estabelecido pelo orientador;
VI - entregar à CTES 1 (um) exemplares do TCC, em formato .pdf para apresentação
e/ou avaliação, até 20 (trinta) dias antes da data prevista para a defesa;
VII - entregar 2 (dois) exemplares impressos e um exemplar em formato .pdf do TCC à
CTES, após efetivar as correçõessugeridas, até 07 (sete) dias úteis passados a data da defesa, via
protocolo da UFRA/UAB.

Art. 24. São direitos do discente:


I - receber a orientação necessária para realizar as atividades previstas emseu
projeto de TCC;
II - apresentar qualquer proposta ou sugestão que possa contribuir para o
aprimoramento das atividades relativas ao TCC;
III - estar segurado contra acidentes pessoais que possam ocorrer durante o
cumprimento da atividade em questão dentro ou fora da UFRA.

Art. 25. São deveres do discente:


I - tomar conhecimento das presentes normas e cumpri-las;
II - demonstrar interesse e boa vontade para executar seu plano de atividades com
responsabilidade e zelo;
III - zelar e ser responsável pela manutenção das instalações e equipamentosutilizados
durante o desenvolvimento das atividades, bem como pela guarda daqueles que tiver necessidade
de retirar da Instituição, com a finalidade de realizar trabalho de campo;
IV - respeitar a hierarquia funcional da UFRA e a das demais instituições ondeestiver
desenvolvendo suas atividades, obedecendo às ordens de serviço e exigências desses locais;
V - manter elevado padrão de comportamento e de relações humanas, condizentes com
as atividades a serem desenvolvidas;
VI - usar vocabulário adequado, respeitoso, e manter postura ética;
VII - participar de outras atividades correlatas que venham a enriquecer sua pesquisa,
por iniciativa própria ou por solicitação do orientador;
VIII - comunicar e justificar ao orientador, com a máxima antecedência possível, sua
ausência nas atividades de orientação do TCC;
IX - apresentar e justificar à CTES, por escrito, seu pedido de substituição do orientador.

CAPÍTULO XII
DA AVALIAÇÃO DO TCC
Seção I
Da Banca Examinadora

Art. 26. O TCC deverá ser defendido em sessão pública, perante banca examinadora constituída
pelo professor orientador e dois professores examinadores, podendo haver professores como
261

membros externos, caso necessário.

§ 1º A banca examinadora será presidida pelo orientador de TCC.


§ 2º O membro externo da banca deverá ter titulação mínima de especialista e será admitido sem
ônus institucional.
§ 3º Caso o orientador indique um membro externo com titulação inferior, essa indicação deverá
ser devidamente justificada pelo orientador e aceita pela CTES.

Art. 27. A banca examinadora deve ser sugerida pelo orientador, utilizando Ficha de
Agendamento de Defesa (ANEXO IV) e homologada em reunião da CTES.

Parágrafo único. O orientador deverá comunicar aos membros da bancaexaminadora a data, o


horário e o local ou link de apresentação da defesa.

Seção II
Da Defesa do TCC

Art. 28. A defesa do TCC será aberta ao público e deverá ocorrer no âmbito das instalações dos
polos da UFRA/UAB ou na modalidade online

Art. 29. A defesa do TCC seguirá a seguinte sequência de atividades:

I - Apresentação oral à banca examinadora com duração máxima de 30(trinta)


minutos;
II - Arguição para cada um dos membros da banca examinadora por 10 (dez)minutos;
III - Deliberação sobre as correções e menções pela Banca Examinadora.

Art. 30. Ao avaliar o trabalho, a banca examinadora levará em conta os critérios contidos no
Roteiro de Avaliação (Anexo VII).

Art. 31. Encerrada a defesa do TCC, a banca examinadora, sem a presença do discente e do
público, deverá se reunir para atribuir a nota, de 0,0 (zero) a 10,0(dez), segundo os critérios
de avaliação da CTES constantes no (Anexo VII). A nota final da defesa do TCC será a média
aritmética de cada avaliador.
§ 1º Será considerado aprovado o discente que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis), mesmo
que a banca examinadora tenha sugerido correções.
0

§ 2º O TCC, após possíveis correções e ajustes apontados pela banca examinadora,deverá ser
entregue à CTES em 02 (duas) cópias na versão impressa e 01 (uma)em formato .pdf,
conforme o Art. 20º.
§ 3º O não cumprimento do § 2º deste artigo impedirá o discente de integralizar o curso.

Art. 32. A ata da defesa do TCC (Anexo VIII) deve ser assinada por todos os membros da
banca examinadora.

CAPÍTULO XIII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 33. O TCC não oferece oportunidade de Prova Substitutiva (PS) ou Nota de Avaliação
Final (NAF) e os discentes que não lograrem êxito deverão novamente cursar a referida
disciplina, respeitada a legislação vigente.

Art. 34. Os casos omissos à presente resolução serão analisados em primeirainstância


pela CTES. Caso seja comprovada a necessidade, o Colegiado do Curso de Licenciatura em
Biologia da UFRA/UAB será convocado para deliberar em segunda instância.

Cidade/PA, de de _______.
1

ANEXOS

ANEXO I
CARTA DE ACEITE DE ORIENTAÇÃO

Declaro, para os devidos fins, que me comprometo a orientar o discente


______________________________________, do Curso de Ciências Biológicas -
Licenciatura da UFRA, UAB , no componente curricular ______________________ sob
as normas da Comissão de TCC do referido Curso, vigentes no período e prazo de orientação
do discente, os quais declaro ciência.

Cidade - PA, ____ de ___________ de 20___.

Assinatura: _________________________________

Prof(a):____________________________________
2

PRÉ-PROJETO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO


DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - LICENCIATURA

ROTEIRO DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-PROJETO

Discente(s):
Título do Pré-Projeto:

ITENS Nota
1. Título
2. Introdução
3. Objetivos
4. Metodologia
5. Cronograma
6. Apresentação do projeto
MÉDIA

CRITÉRIOS A SEREM AVALIADOS

Pontuação – Nota de 0 a 10 em todos os itens

I O Título reflete o conteúdo e é coerente com os objetivos?


II A Introdução apresenta a contextualização do problema e a justificativa do trabalho?
III Os objetivos estão definidos de forma clara e são coerentes com o problema da
pesquisa?
IV A Metodologia é descrita de forma clara e objetiva? É coerente com os objetivos? As
informações sobre a coleta e os métodos de análise e interpretação dos dados são informados?
V O Cronograma é compatível com o tempo disponível para execução do trabalho?
VI O projeto está formatado de acordo com às normas requeridas?

Data: _____/_____/______

_______________________________
3

Assinatura do Orientador(a)

ANEXO III
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DE ORIENTAÇÃO

Nº Encaminhamentos Assinatura do Discente Data


01
02
03
04
05
06
07
08
09
10

______________________________________________________________
Assinatura do Professor Orientador

ANEXO IV
FICHA DE AGENDAMENTO DE DEFESA DE TCC

Eu _______________________________________________________ (orientador), solicito à


Comissão de TCC o agendamento da defesa do Trabalho de Conclusão de Curso
intitulado___________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
4

___________________________________________________________________________
_ do discente(s):
NOME MATRICULA

Que se realizará no dia ____/____/____, às_________, no local _____________________


tendo como membros avaliadores, co-orientador e possíveis suplentes:
MEMBROS INSTITUIÇÃO E-MAIL

Data: / /

_____________________________________
Assinatura do Orientador(a)

ANEXO V

PARECER DO ORIENTADOR SOBRE AS CORREÇÕES NO TCC

Eu, _______________________________________________________________
(orientador/a) declaro perante a Comissão de TCC que todos os ajustes sugeridos e correções
exigidas pela banca examinadora, no ato da defesa do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
foram realizadas pelo discente:

NOME MATRÍCULA
5

Podendo o mesmo ser entregue em todos os formatos que estão dispostos nas Normas que
regulamentam o TCC do Curso de Ciências Biológicas - Licenciatura, e no Regulamento de
Ensino da UFRA.

Cidade - PA, ____ de ___________ de 20___.

______________________________
Assinatura do orientador(a)
6

ANEXO VI

DEFESA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO


DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - LICENCIATURA

ROTEIRO DE AVALIAÇÃO

Discente(s):
Título do TCC:

Avaliador:
Instituição/Instituto: Maior Formação:
E-mail:

ITENS Nota
1. Produção intelectual
2. Domínio do tema abordado
3. Capacidade de formulação e sistematização das ideias
4. Aplicação adequada da metodologia
5. Discussão e a racionalidade dos resultados apresentados
6. Habilidade de redigir e de se expressar verbalmente
7. Uso adequado do tempo
8. Uso adequado de aparelho áudio-visual
MÉDIA

CRITÉRIOS A SEREM AVALIADOS

Pontuação – Nota de 0 a 10 em todos os itens

VII Produção intelectual do aluno: de acordo com a temática proposta, o(s) aluno(s)
procurou(am) fontes de pesquisa? As referências são atualizadas?
VIII Domínio do tema abordado: o conhecimento do assunto exposto e habilidade para
responder às perguntas;
IX Capacidade do aluno de formulação e sistematização das ideias: a sequência entre a fala
e a exposição visual das ideias, bem como o arranjo das partes (introdução, desenvolvimento
do trabalho, conclusão);
X Aplicação adequada da metodologia de pesquisa científica quando for o caso: de acordo
com o método e delineamento propostos;
7

XI Discussão e a racionalidade dos resultados apresentados: de acordo com o referencial


teórico e metodológico;
XII Habilidade de redigir e de se expressar verbalmente: a postura e a dinâmica do
prelecionista diante do público, bem como a dicção, gramática e uso de termos técnicos;
XIII Uso adequado do tempo: distribuição da parte expositiva no tempo previsto (máximo
30 minutos);
XIV Uso adequado de aparelho áudio-visual: uso correto do material didático e qualidade
ilustrativa.

Data: _____/_____/______

_______________________________
Assinatura do Avaliador(a)

ANEXO VII

ATA DE DEFESA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO


DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - LICENCIATURA

No dia ____/___/_____, a banca constituída pelos membros abaixo relacionados, reuniu-se


para avaliar, de acordo com as normas específicas para apresentação do TCC do Curso de
8

Cieencias Biológicas - Licenciatura da UFRA-UAB, a monografia intitulada:


_____________________________________________________________________
_________________________________________________________________, do(s)
discente(s) ____________________________________________, matrícula
n._________________________________
Aberta a sessão pelo presidente da mesma, coube ao(s) discente(s) a exposição do trabalho e,
findo o tempo regulamentar, iniciou-se a arguição. A média final atribuída foi de ________,
sendo o(s) discente(s) considerado(s) __________________. As notas atribuídas pelos
membros da Banca Examinadora são as que seguem:

Nomes Notas
Presidente:
Instituição: CPF:
E-mail: Titulação:
Membro 1:
Instituição: CPF:
E-mail: Titulação:
Membro 2:
Instituição: CPF:
E-mail: Titulação:
Média Final =
COMENTÁRIOS DA BANCA:

Local de realização da defesa:


Data: ____/___/______ Hora:

COMPOSIÇÃO DA BANCA:

PRESIDENTE ____________________________________________

MEMBRO 1 ______________________________________________

MEMBRO 2 ________________________________________

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