Contabilidade Pública: Estruturas e Diferenças
Contabilidade Pública: Estruturas e Diferenças
SUMÁRIO
Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83
Referências bibliográficas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84
INTRODUÇÃO
As demonstrações contábeis aplicadas ao setor público são informações contábeis que
consolidam e sistematizam as informações econômicas, orçamentárias, financeiras e patrimoniais
da entidade pública, demonstrando principalmente a saúde financeira do setor público.
Sua estrutura está de acordo com a Lei nº 4.320/64, que foi alterada pela Portaria STN nº 438/12,
atendendo os novos padrões da contabilidade aplicada ao setor público, convergidos aos padrões
internacionais da área.
De acordo o Manual de contabilidade aplicada ao setor público (BRASIL, 2017) e o art. 101 da Lei
nº 4.320/64, tais demonstrativos representam o conjunto de relatórios contábeis que deverão ser
apresentados pelos entes federados e demais entidades do setor público. Ressalte-se que houve
um incremento no número de demonstrativos exigidos, segundo a NBC T 16.6 (CFC, 2014).
Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf.
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escrituração, fundamentada no sistema de partidas dobradas. Esse método propicia uma maior
garantia das transações, garantindo totais internos que revelam a correção dos lançamentos.
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Também em 2008, o CFC publicou as Resoluções nº 1.128 a nº 1.137, com as 10 NBC T SP, sob
o título de NBC T 16.
Quatro sistemas: Existiam quatro sistemas em que Natureza contábil: Mudança na lógica
as contas contábeis eram classificadas: contábil, que deixa de ser por sistema
de contas e passa a ser por natureza de
- Sistema orçamentário, contas que interferiam informação:
diretamente no controle da execução orçamentária
da receita/despesa. - Natureza patrimonial - classes 1, 2, 3
e 4, cujo papel é informar a situação do
- Sistema financeiro, contas que impactavam os patrimônio da entidade pública.
recursos financeiros disponíveis.
- Natureza orçamentária - classes 5 e 6,
Sistema patrimonial, contas que pertenciam às que têm como papel efetuar os controles
classes do ativo, do passivo e das variações ativas/ do planejamento e do orçamento, desde a
passivas e que não interferiam na composição das aprovação até a execução.
disponibilidades de numerário.
- Natureza de controle - classes 7 e 8,
- Sistema de compensação, que classificava registros dos atos potenciais e demais
as contas com função de controle, utilizando controles bem como custos.
subgrupos de ativos/ passivos compensados.
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Custos: Havia previsão de implantação do sistema Custos: Obrigatório a partir das novas
de custos (arts. 85 e 99 da Lei nº 4.320/64 e art. 50, Normas de Contabilidade Aplicadas ao
§ 3º, da LC 101/00), mas, até a adoção das NBCASP, Setor Público.
ainda não havia sido adotado na Administração
Pública como um todo.
1. balanço orçamentário;
2. balanço financeiro;
3. balanço patrimonial;
4. demonstração das variações patrimoniais;
5. demonstração dos fluxos de caixa;
6. demonstração das mutações do patrimônio líquido.
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Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf.
Balanço orçamentário - BO
O balanço orçamentário é composto por:
a) quadro principal;
b) quadro da execução dos restos a pagar não processados;
c) quadro da execução dos restos a pagar processados.
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Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf.
Esse desequilíbrio ocorre devido ao superávit financeiro dos exercícios anteriores. Quando
utilizado como fonte de recursos para abertura de créditos adicionais, não pode ser demonstrado
como parte da receita orçamentária do balanço orçamentário, que integra o cálculo do resultado
orçamentário atual. Isso porque tal superávit financeiro não é receita do exercício presente, pois
se refere a outro anterior, apesar de estar disponível para ser usado presentemente. Ainda, as
despesas executadas por conta desse superávit financeiro são despesas do exercício atual, devido
a permissão na legislação, visto que não foram empenhadas no exercício anterior.
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A mesma situação pode ocorrer também pela reabertura de créditos adicionais, visto que
aumentam a despesa fixada, não necessitando de nova arrecadação de receitas. Tanto o superávit
financeiro utilizado quanto a reabertura de créditos adicionais serão detalhados no campo Saldo
de Exercícios Anteriores do balanço orçamentário.
Assim, o equilíbrio entre receita prevista e despesa fixada no balanço orçamentário pode ser
observado (sem influenciar o seu resultado) somando-se os valores da linha Total e da linha Saldos
de Exercícios Anteriores, constantes da coluna Previsão Atualizada, e confrontando-se esse montante
com o total da coluna Dotação Atualizada.
<ENTE DA FEDERAÇÃO>
BALANÇO ORÇAMENTÁRIO
Exercício: 20XX
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Receita tributária
Receita de contribuições
Receita patrimonial
Receita agropecuária
Receita industrial
Receita de serviços
Transferências correntes
Operações de crédito
Alienação de bens
Amortizações de
empréstimos
Transferências de capital
Operações de crédito /
Refinanciamento (IV)
Operações de crédito
internas
Mobiliária
Contratual
Operações de crédito
externas
Mobiliária
Contratual
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Subtotal com
refinanciamento (V) = (III
+ IV)
Déficit (VI)
Saldos de exercícios
anteriores
Recursos arrecadados
em exercícios anteriores
Superávit financeiro
Reabertura de créditos
adicionais
Pessoal e encargos
sociais
Juros e encargos da
dívida
Outras despesas
correntes
Investimentos
Inversões financeiras
Amortização da dívida
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Amortização da dívida/
refinanciamento (XII)
Amortização da dívida
interna
Dívida mobiliária
Outras dívidas
Amortização da dívida
externa
Dívida mobiliária
Outras dívidas
Subtotal com
refinanciamento (XII) =
(XI + XII)
Superávit (XIII)
Reserva do RPPS
Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/MCASP+7%C2%AA%20
edi%C3%A7%C3%A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/.
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Detalhando, temos:
Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
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O balanço é elaborado utilizando-se das seguintes classes e grupos do Plano de Contas Aplicado
ao Setor Público (PCASP):
Quadro principal
No quadro a seguir, serão apresentados os restos a pagar não processados inscritos no exercício
anterior e as respectivas fases de sua execução. Os restos a pagar inscritos como não processados,
mas que já tenham sido liquidados em exercício anterior, comporão o quadro da execução de restos
a pagar processados.
<ENTE DA FEDERAÇÃO>
Exercício: 20XX
Inscritos
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Despesas
correntes
Pessoal e
encargos
sociais
Juros e
encargos da
dívida
Outras
despesas
correntes
Despesas de
capital
Investimentos
Inversões
financeiras
Amortização da
dívida
Total
Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/MCASP+7%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%
A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/3f79f96f-113e-40cf-bbf3-541b033b92f6.
Aqui, são apresentados os restos a pagar processados e inscritos no exercício anterior em suas
fases. São informados, também, os restos a pagar inscritos, mas não processados, que já tenham
sido liquidados no exercício anterior. Ao final do exercício, o ente deverá transferir os saldos de restos
a pagar não processados liquidados para restos a pagar processados. Não é preciso utilizar uma
coluna só de RP liquidados, pois todos os restos a pagar evidenciados já passaram pela liquidação
quando da execução orçamentária.
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<ENTE DA FEDERAÇÃO>
Exercício: 20XX
Inscritos
Despesas
correntes
Pessoal e
encargos
sociais
Juros e
encargos da
dívida
Outras
despesas
correntes
Despesas de
capital
Investimentos
Inversões
financeiras
Amortização
da dívida
Total
Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/MCASP+7%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%
A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/3f79f96f-113e-40cf-bbf3-541b033b92f6.
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Notas explicativas
Também devemos observar que os balanços orçamentários não consolidados (de órgãos e
entidades, por exemplo) podem apresentar desequilíbrio ou déficit orçamentário. Isso ocorre porque
muitos deles não são agentes arrecadadores: executam despesas orçamentárias na prestação de
serviços públicos e realizam investimentos. Tais fatos não são ilegais, devendo estar presentes
de forma complementar nas notas explicativas para demonstrar o montante da movimentação
financeira (transferências financeiras, sejam recebidas ou concedidas) relacionadas à execução
do orçamento do exercício.
SAIBA MAIS
As definições de cada item do balanço podem ser acessadas no MCASP no site da Secretaria do
Tesouro Nacional (http://www.tesouro.fazenda.gov.br/mcasp).
Balanço financeiro - BF
O balanço financeiro evidencia as receitas e as despesas orçamentárias, assim como os ingressos
e as saídas extraorçamentárias, conjugados com os saldos de caixa do exercício anterior e os que
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foram transferidos para o início do exercício seguinte. Sua composição é apresentada num único
quadro evidenciando a movimentação financeira das entidades do setor público, que demonstra:
Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
MODO 1
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MODO 2
Receitas orçamentárias
Fonte: http://webserver.crcrj.org.br/APOSTILAS/A1000P0422.pdf.
Assim, tal análise deve ser feita em conjunto com o balanço patrimonial, considerando as
variáveis orçamentárias/extraorçamentárias apresentadas. O detalhamento por fonte/destinação de
recurso evidencia a origem e a aplicação dos recursos financeiros no que tange à receita/despesa
orçamentária.
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Ingressos
Ordinária
Vinculada
[…]
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Dispêndios
Exercício Exercício
atual anterior
Ordinária
Vinculada
[…]
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A classificação por fonte não é padronizada. Cabe a cada ente adaptá-lo à classificação por ele adotada. Caso o
ente resolva agrupar algumas vinculações, devem ser divulgados os critérios para o agrupamento por meio de notas
explicativas. Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
Balanço patrimonial - BP
O balanço patrimonial evidencia, qualitativa e quantitativamente, a situação patrimonial da
entidade pública por meio de contas que representam patrimônio, bem como de atos potenciais,
registrados em contas de compensação, cuja natureza de informação é a de controle. Os ativos e
passivos são divididos em circulante e não circulante.
As estruturas das demonstrações contábeis contidas na Lei nº 4.320/64 foram alteradas pela
Portaria STN nº 438/12, em atendimento aos novos padrões da contabilidade aplicada ao setor
público. Assim, o balanço patrimonial passa a ter a visão patrimonial como base para análise e
registro dos fatos contábeis.
a) quadro principal;
b) quadro dos ativos e passivos financeiros e permanentes;
c) quadro das contas de compensação (controle);
d) quadro do superávit/déficit financeiro.
Desse modo, o balanço patrimonial permite diversos tipos de análises sobre a situação patrimonial
da entidade, assim como sua liquidez e seu endividamento, entre outras.
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• ativo financeiro;
• ativo permanente;
• passivo financeiro;
• passivo permanente;
• saldo patrimonial.
O passivo financeiro são dívidas fundadas e outras cujo pagamento independa de autorização
orçamentária. Já o passivo permanente são dívidas fundadas e outras que dependam de autorização
legislativa para amortização ou resgate.
Ativo $ Passivo $
Circulante Circulante
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Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
• ativo circulante;
• ativo não circulante;
• passivo circulante;
• passivo não circulante;
• patrimônio líquido.
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Ativo circulante
Expectativa de realização até 12 meses
após a data das demonstrações contábeis
Ativo
Os demais ativos não classificados como
Ativo não circulante circulantes
Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
<ENTE DA FEDERAÇÃO>
BALANÇO PATRIMONIAL
Exercício: 20XX
Ativo circulante
Caixa e equivalentes de
caixa
Estoques
VPD pagas
antecipadamente
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Investimentos temporários
a longo prazo
________________ ________________
Estoques
VPD pagas
antecipadamente
Investimentos
Imobilizado
Intangível
TOTAL DO ATIVO
PASSIVO E PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
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Passivo circulante
Prazo
Empréstimos e
Financiamentos a curto
prazo
Fornecedores e contas a
pagar a curto prazo
________________ ________________
Obrigações fiscais a curto
prazo
Obrigações de repartições
a outros entes
Prazo empréstimos e
financiamentos a longo
prazo
Fornecedores e contas a
pagar a longo prazo
________________ ________________
Obrigações fiscais a longo
prazo
Resultado diferido
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Patrimônio líquido
Reservas de capital
Ajustes de avaliação
patrimonial
________________ ________________
Reservas de lucros
Demais reservas
Resultados acumulados
(-) Ações/cotas em
tesouraria
Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/MCASP+7%C2%AA%20
edi%C3%A7%C3%A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/.
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Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
Diferenças entre os balanços patrimoniais segundo os modelos Lei nº 4.320/64 x NBC T 16.6
Ativo $ Passivo $
Disponibilidades 500
Ativo $ Passivo $
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Ativo $ Passivo $
Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
A seguir, houve o empenho de $ 100 de serviços que não foram executados no exercício.
Ativo $ Passivo $
Ativo $ Passivo $
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Ativo $ Passivo $
Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
Ativo $ Passivo $
RP processados 70
Ativo $ Passivo $
Obrigações a pagar 70
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Ativo $ Passivo $
Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
Por último, foram empenhados, mas não liquidados, $ 50 de serviços executados no exercício.
Ativo $ Passivo $
RP processados 70
Ativo $ Passivo $
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Ativo $ Passivo $
Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
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Quadro 15 – Estrutura da demonstração das variações patrimoniais segundo o MCASP – modelo sintético
<ENTE DA FEDERAÇÃO>
Exercício: 20XX
Variações
patrimoniais
aumentativas
Impostos, taxas e
contribuições de
melhoria
Contribuições
Exploração e
venda de bens,
serviços e direitos
Variações
patrimoniais
aumentativas
financeiras
Transferências
e delegações
recebidas
Valorização e
ganhos com ativos
e desincorporação ________________ ________________
de passivos
Outras variações
patrimoniais
aumentativas
Total das
variações
patrimoniais
aumentativas (I)
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variações
patrimoniais
diminutivas
Pessoal e
encargos
Benefícios
previdenciários e
assistenciais
Uso de bens,
serviços e
consumo de
capital fixo
Variações
patrimoniais
diminutivas
financeiras
Transferências
e delegações
concedidas
Desvalorização e
perdas de ativos
e incorporação de
passivos
Outras variações
patrimoniais
diminutivas
Total das
variações
patrimoniais
diminutivas (II)
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Resultado
patrimonial do
período (III) = (I-II) ________________ ________________
* O quadro de variações patrimoniais qualitativas é considerado facultativo para fins de consolidação. * Os valores
registrados em VPAs e VPDs são encerrados ao final do exercício, representando o resultado patrimonial levado
para a conta de patrimônio líquido do BP. Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/
MCASP+7%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/.
QUADRO 16 – Estrutura da demonstração das variações patrimoniais segundo o MCASP – modelo analítico
<ENTE DA FEDERAÇÃO>
Exercício: 20XX
Variações patrimoniais
aumentativas
Impostos, taxas e
contribuições de
melhoria
Impostos
Taxas
Contribuições de
melhoria
Contribuições
Contribuições sociais
Contribuições de
intervenção no
domínio econômico
Contribuição de
iluminação pública
Contribuições
de interesse
das categorias
profissionais
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Exploração e venda
de bens, serviços e
direitos
Vendas de
mercadorias
Vendas de produtos
Exploração de bens,
direitos e prestação de
serviços
Variações patrimoniais
aumentativas
financeiras
Juros e encargos
de empréstimos
e financiamentos
concedidos
Juros e encargos de
mora
Variações monetárias
e cambiais
Descontos financeiros
obtidos
Remuneração de
depósitos bancários e
aplicações financeiras
Outras variações
patrimoniais
aumentativas –
financeiras
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Transferências e
delegações recebidas
Transferências
intragovernamentais
Transferências
intergovernamentais
Transferências das
instituições privadas
Transferências
das instituições
multigovernamentais
Transferências de
consórcios públicos
Transferências do
exterior
Execução
orçamentária
Delegada de entes
Transferências de
pessoas físicas
Outras transferências
e delegações
recebidas
Valorização e
ganhos com ativos e
desincorporação de
passivos
Reavaliação de ativos
Ganhos com alienação
Ganhos com
incorporação de ativos
Desincorporação de
passivos
Reversão de redução
ao valor recuperável
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Outras variações
patrimoniais
aumentativas
VPA a classificar
Resultado positivo de
participações
Reversão de provisões
e ajustes para perdas
Diversas variações
patrimoniais
aumentativas
Total das variações
patrimoniais
aumentativas (I)
Variações patrimoniais
diminutivas
Pessoal e encargos
Remuneração a
pessoal
Encargos patronais
Benefícios a pessoal
Outras variações
patrimoniais
diminutivas - pessoal e
encargos _______________ _______________
Benefícios
previdenciários e
assistenciais
Aposentadorias e
reformas
Pensões
Benefícios de
prestação continuada
Benefícios eventuais
Políticas públicas de
transferência de renda
Outros benefícios
previdenciários e
assistenciais
Pág. 41 de 86
Uso de material de
consumo
Serviços
Depreciação,
amortização e
exaustão
Variações patrimoniais
diminutivas
financeiras
Juros e encargos
de empréstimos
e financiamentos
obtidos
Juros e encargos de
mora
Variações monetárias
e cambiais
Descontos financeiros
concedidos
Outras variações
patrimoniais
diminutivas –
financeiras
Pág. 42 de 86
Transferências
e delegações
concedidas
Transferências
intragovernamentais
Transferências
intergovernamentais
Transferências a
instituições privadas
Transferências
a instituições
multigovernamentais
Transferências a
consórcios públicos
Transferências ao
exterior
Execução
orçamentária
Delegada de entes
Outras transferências
e delegações
concedidas
Desvalorização e
perdas de ativos
e incorporação de
passivos
Redução a valor
recuperável e ajuste
para perdas
Perdas com alienação
Perdas involuntárias
Incorporação de
passivos
Desincorporação de
ativos
Tributárias
Impostos, taxas e
contribuições de
melhoria
Contribuições
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Custos das
mercadorias vendidas
Custos dos produtos
vendidos
Custos dos serviços
prestados
Outras variações
patrimoniais
diminutivas
Premiações
Resultado negativo de
participações
Incentivos
Subvenções
econômicas
Participações e
contribuições
Constituição de
provisões
Diversas variações
patrimoniais
diminutivas
Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/MCASP+7%C2%AA%20
edi%C3%A7%C3%A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/.
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Pág. 45 de 86
Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
A DFC aplicada ao setor público é elaborada pelo método direto utilizando-se das contas da
classe 6 (Controles da Execução do Planejamento e Orçamento) do Plano de Contas Aplicado ao
Setor Público (PCASP), com filtros por natureza orçamentária de receitas/despesas, bem como
funções e subfunções, assim como outros filtros e contas necessários para marcar a movimentação
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extraorçamentária que eventualmente transita pela conta Caixa e Equivalentes de Caixa. A DFC é
composta por:
a) quadro principal;
b) quadro de receitas derivadas e originárias;
c) quadro de transferências recebidas e concedidas;
d) quadro de desembolsos de pessoal e demais despesas por função;
e) quadro de juros e encargos da dívida.
• identifica as fontes de geração dos fluxos de entrada de caixa, os itens de consumo de caixa
durante o período das demonstrações contábeis e o saldo do caixa na data das demonstrações
contábeis;
• permite a análise da capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa e da utilização
de recursos próprios e de terceiros em suas atividades.
<ENTE DA FEDERAÇÃO>
Exercício: 20XX
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Fluxos de caixa
das atividades
operacionais
Ingressos
Receitas derivadas e
originárias
Transferências
correntes recebidas
Desembolsos
Juros e encargos da
dívida
Transferências
concedidas
Fluxos de caixa
das atividades de
investimento
Ingressos
Alienação de bens
Amortização de
empréstimos e
financiamentos
concedidos
Desembolsos
Outros desembolsos
de investimentos
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Fluxos de caixa
das atividades de
financiamento
Ingressos
Operações de crédito
Integralização do
capital social de
empresas dependentes
Outros ingressos de
financiamento
Desembolsos
Amortização /
refinanciamento da
dívida
Outros desembolsos
de financiamentos
Geração líquida de
caixa e equivalente de
caixa (I+II+III)
Caixa e equivalentes
de caixa inicial
Caixa e equivalente de
caixa final
Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/MCASP+7%C2%AA%20
edi%C3%A7%C3%A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/.
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<ENTE DA FEDERAÇÃO>
Exercício: 20XX
Receita tributária
Receita de contribuições
Receita patrimonial
Receita industrial
Receita de serviços
Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/MCASP+7%C2%AA%20
edi%C3%A7%C3%A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/.
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<ENTE DA FEDERAÇÃO>
Exercício: 20XX
TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
RECEBIDAS
Intergovernamentais
da União
Intragovernamentais
TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS
Intergovernamentais
à União
a municípios
Intragovernamentais
Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/MCASP+7%C2%AA%20
edi%C3%A7%C3%A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/.
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<ENTE DA FEDERAÇÃO>
Exercício: 20XX
Legislativa
Judiciária
Essencial à Justiça
Administração
Defesa Nacional
Segurança Pública
Relações Exteriores
Assistência Social
Previdência Social
Saúde
Trabalho
Educação
Cultura
Direitos da Cidadania
Urbanismo
Habitação
Saneamento
Gestão Ambiental
Ciência e Tecnologia
Agricultura
Organização Agrária
Indústria
Comércio e Serviços
Comunicações
Energia
Transporte ________________ ________________
Desporto e Lazer
Encargos Especiais
Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/MCASP+7%C2%AA%20
edi%C3%A7%C3%A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/.
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<ENTE DA FEDERAÇÃO>
Exercício: 20XX
Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/563508/MCASP+7%C2%AA%20
edi%C3%A7%C3%A3o+Vers%C3%A3o+Republica%C3%A7%C3%A3o+2017+06+02.pdf/.
Essa demonstração complementa o Anexo de Metas Fiscais (AMF), que integra o projeto da
LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Ela é obrigatória para as empresas estatais dependentes,
desde que constituídas sob a forma de sociedades anônimas, e facultativa para os demais órgãos
e entidades dos entes da Federação.
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Fonte: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/509183/CPU_DCASP_ATP_2016.pdf/.
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A análise horizontal, também conhecida como análise de evolução, permite avaliar a evolução/
variação dos valores (mesmas contas ou grupos de contas) do balanço patrimonial e do demonstrativo
de resultados do exercício social de diferentes períodos.
Pode-se adotar como base sempre o exercício social imediatamente anterior aos que estão
sendo analisados.
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Recomenda-se, sempre, a utilização em conjunto das duas análises (vertical e horizontal), dada
a sua complementaridade. Podemos, por exemplo, observar (via análise horizontal) um significativo
aumento do saldo de uma determinada conta. Deve-se considerar, também, a variação monetária
entre dois ou mais períodos analisados, de forma a estabelecer a correta evolução de uma conta.
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Podem ser criados diversos indicadores para o processo de análise. Alguns deles destacam-se e
são aceitos universalmente. É comum a necessidade de se criar indicadores específicos para cada
empresa, notadamente quando a análise é interna e montada com dados gerenciais. Os indicadores
são obtidos de forma simples ou complexa. Entre os mais simples, indicamos os quocientes a seguir:
• liquidez;
• endividamento;
• rotatividade;
• rentabilidade;
• outros.
A análise das demonstrações financeiras está diretamente ligada a uma boa seleção de índices.
Podem-se usar tantos índices quanto se necessitar e até mesmo criar outros inéditos. O importante
é a melhor interpretação das informações contábeis, financeiras e econômicas da entidade. Tais
indicadores ou quocientes são adotados nos casos de:
• análise financeira;
• viabilidade de compra de uma empresa;
• fusão entre empresas;
• concessão de créditos;
• comportamento setorial da empresa;
• comportamento global da empresa.
• liquidez ou solvência;
• estrutura e endividamento;
• atividades;
• margem e rentabilidade;
• preço e retorno da ação.
Os resultados dos índices não devem ser analisados isoladamente. A interpretação deve
contemplar pelo menos três exercícios sociais.
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Os índices devem possibilitar uma análise tanto sobre a situação financeira quanto econômica
de uma empresa:
Os resultados obtidos em uma análise devem ser ponderados conforme o porte da empresa,
seu ramo de atividades e a evolução dos seus negócios. A tarefa do analista é facilitada se puder
compará-los com determinados valores genéricos escolhidos ou definidos como padrão.
O quadro a seguir apresenta alguns índices largamente utilizados na validação das posições e
resultados das entidades do setor privado:
Capitais de terceiros.
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Com o apoio de indicadores da estatística, podem ser evidenciados dados das posições da
contabilidade pública. Em termos de estatística descritiva, usam-se, por exemplo, os seguintes
medidores:
Os quocientes obtidos com o auxílio das técnicas da estatística descritiva, sejam os de posição
(média aritmética simples e ponderada, geométrica e harmônica), sejam os de dispersão (variação,
desvio-padrão e coeficiente de Pearson), permitem uma análise detalhada dos dados expressos
pelos balanços e demonstrativos da contabilidade pública.
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Indicadores orçamentários
No balanço orçamentário, são evidenciadas as receitas detalhadas por categoria econômica
e origem, detalhando sua previsão inicial, atualizada para o exercício, receita realizada e saldo,
correspondente ao excesso ou insuficiência de arrecadação. Apresenta também as despesas por
categoria econômica e grupo de natureza, detalhando as dotações iniciais e atualizadas do exercício,
despesas empenhadas/liquidadas/pagas e saldo da dotação.
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Obs.: No balanço
orçamentário, o tratamento
das receitas é pelo regime de
caixa, e o das despesas, pelo
regime de competência, ou
seja, consideram-se como
executadas as despesas
empenhadas, conforme
determinação legal contida no
art. 35 da Lei nº 4.320/64.
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RECEITAS
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Despesas
Diferença R$ - R$ -
Índice 1 1 0
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Indicadores financeiros
O balanço financeiro evidenciará as receitas e as despesas orçamentárias, bem como os ingressos
e dispêndios extraorçamentários, conjugados com os saldos de caixa do exercício anterior e os
que se transferem para o início do exercício seguinte. Ele é composto por um único quadro que
evidencia a movimentação financeira das entidades do setor público.
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extraorçamentária
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a) quadro principal;
b) quadro dos ativos e passivos financeiros e permanentes;
c) quadro das contas de compensação (controle);
d) quadro do superávit/déficit financeiro.
O BP permite análises diversas acerca da situação patrimonial da entidade, como sua liquidez
e seu endividamento, dentre outros.
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<
100%
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Ativo Passivo
Ativo 0,00
realizável de
longo prazo
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Imobilizado 26.800,00
(-) -200,00
Depreciação
acumulada
Intangível 0,00
Patrimônio 25.700,00
líquido
Resultado do 25.700,00
exercício
Compensações
Obrigações 1.100,00
contratadas a executar
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Ordinária -1.100,00
Vinculada 15.500,00
Total 14.400,00
A qualidade da análise também dependerá do adequado acesso e consulta dos anexos desses
demonstrativos oficiais, que apresentam detalhes dos demonstrativos sintéticos, básicos.
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Quociente = - Equilíbrio.
do resultado 100%
das variações - Positivo,
patrimoniais > contribuirá para
decorrentes 100% o aumento do
da execução patrimônio ou
orçamentária diminuição do
passivo.
- Variações
< ativas foram
100% menores que as
variações passivas
que provêm
da execução
orçamentária.
Quociente do = - Equilíbrio.
resultado das 100%
mutações - Positivo, causou
patrimoniais > aumento maior
Esse quociente mede a divisão entre a 100% do que a receita
despesa ambivalente (a realizada com orçamentária
materiais de consumo, investimentos, arrecadada.
inversões financeiras e amortização das
dívidas interna e externa) e a mutação - Negativo,
patrimonial passiva. evidenciando
< diminuição
100% patrimonial
decorrente
da execução
orçamentária.
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Quociente = - Equilíbrio
do resultado 100%
das variações - Positiva,
patrimoniais > superávit na
independentes 100% execução
da execução orçamentária
orçamentária das variações
(extraorçamentária) independentes,
contribuindo
para o aumento
do patrimônio
(ex.: nascimento
de animais) ou
diminuição do
passivo (fatos
imprevistos como
aumentos da
dívida externa
em função do
aumento da taxa
de câmbio).
<
100% - Negativo, as
variações ativas
foram menores
que as passivas
que não provêm
da execução
orçamentária.
Quociente = - Situação
do resultado 100% patrimonial
das variações equilibrada,
patrimoniais iguais mutações
patrimoniais, no
ativo e passivo
- Superávit,
>
foram maiores os
100%
aumentos líquidos
(bens x dívidas).
< - Negativo,
100% foram maiores
as diminuições
líquidas (bens x
dívidas).
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Variações quantitativas
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Quociente do 79.500,00
resultado das ÷
variações patrimoniais 59.600,00
decorrentes da execução = 1,33
orçamentária
Quociente do 20.000,00
resultado das ÷
variações patrimoniais 12.200,00
independentes da = 1,64
execução orçamentária
(extraorçamentária)
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Com base nessa teoria, é esperado um retorno positivo à sociedade como decorrência das
atividades prestadas pelos entes governamentais.
• Se não existisse o serviço público, num país capitalista, o cidadão buscaria o menor preço de
mercado à vista para a contratação de serviços.
• A entidade pública tem como missão a prestação de serviços para o desenvolvimento e o
bem-estar social da coletividade.
• O cidadão compõe o corpo contribuinte das fontes de recursos, para a manutenção da entidade
pública.
[...] Deve ser entendido por custo de oportunidade o menor preço de mercado a vista,
atribuído aos serviços prestados ao cidadão, com similar qualidade, oportunidade e
tempestividade, daquele desprezado por ele ao utilizar o serviço público. (SLOMSKI,
2010, p. 410)
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(-) Depreciações.
RE = NSP (CO)
CONCLUSÃO
De fato, não há modelos predefinidos ou definitivos que propiciem a realização das análises
das demonstrações no setor público. Assim, poderão ser criados outros tipos de indicadores que
melhor atendam às necessidades da específica entidade pública.
A avaliação destas obedece a uma exigência cada vez maior a partir da implantação da nova
contabilidade do setor público e da necessidade de adequação aos padrões internacionais. O
próprio questionamento da importância e dos resultados obtidos pela intervenção do governo nas
atividades econômicas demandará, cada vez mais, o uso desses indicadores.
Há, também, informações, inclusive de natureza histórica, sobre o objeto ou a entidade que está
sendo estudada, que podem ser obtidas independentemente dos cálculos realizados com base nos
indicados discutidos neste texto. Elas também são importantes para a compreensão e a tomada
de decisões e definição de planos de ação para os períodos futuros.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALBUQUERQUE, Claudiano; MEDEIROS, Márcio; FEIJÓ, Paulo Henrique. Gestão de finanças públicas:
fundamentos e práticas de planejamento, orçamento e administração financeira com responsabilidade
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BRASIL. Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964. Estatui normas gerais de Direito Financeiro para
elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos estados, dos municípios e do
Distrito Federal. DOU, 23 mar. 1964.
________. Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976. Dispõe sobre as sociedades por ações. DOU, 17
dez. 1976.
BRASIL. Ministério da Fazenda. Tesouro Nacional. Manual de contabilidade aplicada ao setor público
(MCASP). 7ª ed. 2017. Disponível em: <http://www.tesouro.fazenda.gov.br/mcasp>. Acesso em: 13
abr. 2018.
________. NBC T 16.6 (R1): Demonstrações contábeis. Brasília, 24 de outubro de 2014. Disponível em:
<http://www1.cfc.org.br/sisweb/SRE/docs/NBCT16.6(R1).pdf>. Acesso em: 11 jul. 2018.
CRUZ, Hune Alisson Westarb; ANDRICH, Emir Guimarães; MUGNAINI, Alexandre. Análise das
demonstrações financeiras: teoria e prática. 3ª ed. Curitiba: Juruá, 2012.
EQUIPE DE PROFESSORES DA FEA/USP. Contabilidade introdutória. 11ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
KOHAMA, Heilio. Balanços públicos: teoria e prática. 3ª ed. São Paulo Atlas, 2015.
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RESENDE, Erilma Carmo da Silva; GOMES, José Batista; LEROY, Rodrigo Silva Diniz. Análise de
balanços na contabilidade pública do município de Rio Paranaíba–MG. Revista Brasileira de Gestão
e Engenharia, n. 14, p. 175-97, 2016.
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