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Escola Secundária Geral de Quelimane

O documento aborda a temática das reações energéticas e entalpia, focando na importância do pepino como cultura agrícola no Instituto Politécnico Agropecuário e Comercial Darul (IPACOD) em Quelimane. Identifica a escassez de água como um fator limitante para a produção de pepino e propõe estratégias para melhorar a gestão hídrica e a produtividade. O estudo visa capacitar estudantes e contribuir para práticas agrícolas sustentáveis.

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Escola Secundária Geral de Quelimane

O documento aborda a temática das reações energéticas e entalpia, focando na importância do pepino como cultura agrícola no Instituto Politécnico Agropecuário e Comercial Darul (IPACOD) em Quelimane. Identifica a escassez de água como um fator limitante para a produção de pepino e propõe estratégias para melhorar a gestão hídrica e a produtividade. O estudo visa capacitar estudantes e contribuir para práticas agrícolas sustentáveis.

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Escola Secundária Geral de Quelimane

5º Grupo

Tema:

Reacções Energéticas e Entalpia

Quelimane, Outubro 2024


Índic
11ª Classe, Turma B, Grupo B.

Tema: Reacções Energéticas & Entalpia

Nomes dos elementos do 5º Grupo:

1. Abacar Joao Abacar


2. Celino Felipe
3. Dércio Eugénio
4. Dirosa Agostinho
5. Hermelinda Setimane
6. Helton Do Rosario
7. Ivania Da Celia Manuel Cassamo
8. Jeny Olímpio
9. Jorgina Sidine
10. Ossman Cadre
11. Osvaldo Rogerio
12. Sleiter Miguel
13. Sofia Zamo
Trabalho de carater avaliativo a ser
14. Rosária Rui entregue na disciplina de, lecionada
por:
15. Teresa Tires
Pro.: Ercília
16. Valdez Olindo

Quelimane, Outubro 2024


e
1 Introdução........................................................................................................................1

1.1 Objetivos...................................................................................................................1

1.1.1 Objetivo Geral:.........................................................................................................1

1.2 Metodologia.....................................................................................................................1

2 Reacções Energéticas e Entalpia......................................................................................2

2.1 Conceito de Reacções Energéticas...............................................................................2

2.1.1 Energia Interna.........................................................................................................2

2.1.2 Temperatura..............................................................................................................3

2.1.3 Definição Entalpia....................................................................................................3

2.1.4 Reações Exotérmicas................................................................................................4

2.1.5 Reações Endotérmicas..............................................................................................5

2.2 Equações Termoquímicas............................................................................................6

2.3 Factores que Influenciam o Valor de ΔH.....................................................................6

2.4 Tipos de Entalpias de Reação.......................................................................................8

2.5 Diferenças entre os Tipos de Entalpias......................................................................11

2.6 Lei de Hess.............................................................................................................11

3 Conclusão.......................................................................................................................13

4 Referências Bibliográficas.............................................................................................14
1 Introdução

O pepino (Cucumis sativus) é uma hortaliça pertencente à família das Cucurbitáceas,


amplamente cultivada em todo o mundo devido às suas características nutricionais,
propriedades refrescantes e versatilidade no consumo. Rico em água, vitaminas e minerais, o
pepino é utilizado tanto na alimentação humana quanto na produção de cosméticos e
medicamentos naturais. Além disso, o cultivo do pepino é uma importante atividade agrícola
que contribui para a segurança alimentar, geração de renda e desenvolvimento econômico em
diversas regiões.

No cenário global, a produção de pepino desempenha um papel relevante, sendo países como
China, Índia e Turquia os maiores produtores, dada a alta demanda pelo produto tanto no
mercado interno quanto no externo. Em Moçambique, o cultivo de hortaliças, incluindo o
pepino, está em expansão, especialmente em regiões onde as condições agroclimáticas são
favoráveis. No entanto, a produção ainda enfrenta desafios significativos, como acesso
limitado a recursos, baixa tecnologia aplicada e gestão inadequada dos sistemas de irrigação.

No contexto do Instituto Politécnico Agropecuário e Comercial Darul (IPACOD) localizado


no distrito de Quelimane da Província da Zambézia, o pepino foi seleccionado como uma das
culturas experimentais para fins pedagógicos e productivos. Contudo, as últimas safras
revelaram um desempenho abaixo do esperado, com uma produção significativamente baixa.
Entre os factores determinantes para esse insucesso, destacou-se a insuficiência hídrica
durante o ciclo de cultivo, além de outras questões como maneio inadequado do solo e
controle de pragas e doenças.

O presente projecto tem como propósito investigar as causas específicas da baixa produção de
pepino no IPACOD, com foco na escassez de água, e propor estratégias viáveis para mitigar
essas limitações. O objectivo final é não apenas aumentar a productividade e qualidade do
pepino, mas também fortalecer a capacidade técnica dos envolvidos e contribuir para a adoção
de práticas agrícolas mais sustentáveis. Por meio desta análise, espera-se fornecer uma base
sólida para o desenvolvimento de um modelo eficiente de cultivo de pepino no instituto, com
potencial para ser replicado em outros contextos semelhantes.

1
1.2 Delimitação
Este estudo está delimitado ao Instituto Politécnico Agropecuário e Comercial Darul
(IPACOD), localizado na cidade de Quelimane Av. No distrito de Quelimane, província da
Zambézia, focando nas safras de pepino cultivadas durante os anos de 2023 e 2024. A
pesquisa se concentrará especificamente na análise dos factores que influenciaram a baixa
productividade dessa cultura, com ênfase na escassez de água como fator limitante. Além
disso, as estratégias de melhoria propostas se restringem ao contexto do IPACOD,
considerando suas condições locais de recursos hídricos, práticas agrícolas existentes e a
capacidade de implementação de novos métodos. O projecto não abordará outras culturas
agrícolas nem a implementação das estratégias fora do ambiente do IPACOD.

1.3 Problematização
No Instituto Politécnico Agropecuário e Comercial Darul (IPACOD), os formandos dos anos
2023 e 2024 estiveram envolvidos no cultivo de pepino como parte das actividades práticas
pedagógicas e productivas. No entanto, a produção obtida foi abaixo do esperado,
comprometendo os objectivos de aprendizado e productividade. Entre os factores observados,
destacou-se a falta de água suficiente para atender às necessidades dessa cultura, que exige
irrigação constante e adequada para seu pleno desenvolvimento. Essa limitação hídrica,
somada a possíveis falhas no maneio agrícola, gerou questionamentos sobre como melhorar o
processo de produção para evitar problemas semelhantes em futuras safras.

Diante disso, levanta-se as seguintes questões:

1. Quais factores específicos contribuíram para a baixa produção de pepino no IPACOD


nos anos 2023 e 2024?
2. De que forma a escassez de água afetou directamente o desempenho da cultura de
pepino no local?
3. Quais estratégias de maneio hídrico podem ser implementadas para garantir uma
produção mais eficiente e sustentável?
4. Como os formandos envolvidos nas safras podem ser capacitados para lidar com
desafios similares em futuras práticas agrícolas?

1.4 Justificativa

O pepino é uma cultura de grande relevância para o setor agrícola, especialmente em


ambientes educativos como o Instituto Politécnico de Educação e Desenvolvimento (IPED),
2
onde práticas agrícolas desempenham um papel essencial na formação técnica dos estudantes.
No entanto, os resultados das safras de 2023 e 2024 foram aquém do esperado, evidenciando
desafios que comprometeram o aprendizado e a produção.

Dentre os factores observados, a falta de água destacou-se como uma das principais
limitações para o desenvolvimento da cultura, considerando que o pepino exige uma irrigação
regular e eficiente para alcançar uma produtividade satisfatória. Essa situação reflete não
apenas a necessidade de melhorias no manejo hídrico, mas também a oportunidade de
capacitar os formandos na identificação e resolução de problemas agrícolas reais.

Este estudo se justifica pela importância de abordar e mitigar os desafios enfrentados no


cultivo de pepino no IPACOD, de modo a garantir que os estudantes adquiram conhecimentos
práticos sólidos e contribuam para a sustentabilidade da produção agrícola. Além disso, as
soluções propostas poderão servir como referência para outras instituições e produtores que
enfrentam desafios semelhantes, promovendo práticas mais eficazes e resilientes na
agricultura local.

1.5 Objectivos

1.5.1 Objetivo Geral

Implementar estratégias para mitigar os fatores limitantes à produção de pepino no IPACOD

1.5.2 Objetivos Específicos

 Identificar os principais factores limitantes à produção de pepino no IPACOD;


 Analisar a influência da escassez de água na produção de pepino;
 Propor soluções práticas e sustentáveis para melhorar a gestão hídrica.

1.6 Hipóteses

 Hipótese Positiva

A implementação de estratégias de maneio hídrico adequado e práticas agrícolas sustentáveis


no IPACOD aumentará significativamente a productividade do pepino, mitigando os fatores
limitantes à sua produção, como a escassez de água.

3
 Hipótese Negativa

A falta de uma abordagem eficaz no maneio hídrico e na aplicação de práticas agrícolas


sustentáveis continuará a comprometer a produção de pepino no IPACOD, resultando em
baixa productividade, mesmo com tentativas de intervenção.

4
Capitulo II: Fundamentação Teórica
2 Cultura de Pepino (Cucumis sativus)
2.1 Origem e importância socioeconômica
O Pepino, cientificamente conhecido como Cucumis sativus, é originário da Índia, onde já era
cultivado há mais de 3.000 anos. Este vegetal pertence à família das Cucurbitáceas, sendo
amplamente consumido em todo o mundo devido às suas propriedades nutricionais e ao seu
uso diversificado, que inclui saladas, picles e até tratamentos cosméticos.

Fig.1. Pepino, fonte: [Link]

O Pepino é uma cultura de grande importância econômica por ser uma das hortaliças mais
comercializadas em mercados locais e internacionais (Filgueira, 2013).

Além disso, Monteiro (2010) destaca o pepino é uma hortaliça fresca que é cada vez mais
consumida pela população. Para os agricultores, esta cultura representa uma alternativa para
diversificar e satisfazer a procura do mercado nacional. contém vitaminas A, B, C e minerais
essenciais na nutrição humana.

Contudo, a origem asiática do pepino reflete sua adaptação a climas tropicais e subtropicais.
Sua importância econômica está atrelada ao mercado global, que demanda produtos frescos e
de rápida comercialização.

2.2 Características morfológicas e Variedades


O pepino, pertence á família das Cucurbitáceas, género Cucumis, espécie Cucumis sativus L.
É uma planta anual, prostrada ou trepadora, de caule fino e flexível, dotado de gavinhas. Suas
folhas são grandes, com margens serrilhadas, e desempenham papel crucial na fotossíntese.
As flores são amarelas, podendo ser masculinas, femininas ou hermafroditas, dependendo da

5
variedade. O fruto, geralmente cilíndrico, possui casca fina e polpa rica em água e sementes
pequenas.

De acordo com Filgueira (2013), a morfologia do pepino varia conforme a cultivar,


influenciando aspectos como resistência a doenças e adaptação climática. E a estrutura floral
da planta é determinante para práticas de polinização, especialmente em sistemas de produção
intensiva. Já Andrade et al. (2017) enfatizam que a morfologia do fruto é um fator decisivo na
aceitação comercial.

Portanto, a morfologia do pepino é essencial tanto para sua produção quanto para a
comercialização, pois aspectos como tamanho e formato do fruto são critérios de qualidade no
mercado.

As variedades de pepino são classificadas com base no uso final (in natura ou conserva) e nas
características do fruto, como textura e tamanho. Variedades como o "Pepino Japonês" e o
"Pepino Caipira" são amplamente utilizadas devido à sua adaptabilidade a diferentes
condições climáticas e demanda no mercado (Santos, 2019). Segundo Andrade (2020), o
pepino japonês, com sua pele lisa e sabor suave, é ideal para consumo direto, enquanto o
pepino caipira, de pele rugosa, é mais comum na culinária tradicional.

Variedades híbridas, desenvolvidas para resistir a pragas e oferecer maior produtividade,


também têm ganhado destaque. Essas inovações são fundamentais para aumentar a eficiência
do cultivo, especialmente em regiões onde os recursos naturais são limitados (Pinto, 2021).

Fig.2. Morfologia e Variedades do Pepino, fonte:


[Link]

6
2.3 Exigências Edafoclimáticas
1. Clima
O pepino (Cucumis sativus) é uma planta de clima tropical e subtropical, preferindo
ambientes quentes e húmidos para o seu pleno desenvolvimento. As condições climáticas
ideais incluem temperaturas médias entre 20°C e 25°C, que favorecem o crescimento
vegetativo e a produção de frutos. A cultura suporta temperaturas de até 30°C, desde que haja
alta humidade relativa do ar para evitar o estresse hídrico nas plantas.

Por outro lado, o pepino é extremamente sensível a geadas e baixas temperaturas, que podem
causar a morte das plantas ou deformações nos frutos. Abaixo de 10°C, o metabolismo da
planta é severamente afectado, comprometendo o florescimento e a frutificação.

Segundo Filgueira (2013), a escolha do período de plantio deve levar em conta a estabilidade
climática, evitando épocas de frio intenso. Lopes e Gonçalves (2015) ressaltam que em
regiões muito quentes, é recomendável o uso de sistemas de irrigação por aspersão ou
gotejamento para compensar a perda de água pela evapotranspiração. Já Carvalho e Pereira
(2017) destacam a importância de práticas como sombreamento parcial em climas extremos
para mi

A adaptação do pepino a condições climáticas favoráveis é essencial para garantir uma


produção eficiente. O maneio correto da temperatura e da umidade contribui
significativamente para o sucesso da cultura, especialmente em regiões tropicais.

2. Solos
De acordo com Silva e Santos (2016), a análise de solo é fundamental para corrigir possíveis
deficiências de nutrientes e ajustar o pH antes do plantio apesar do pepino ser uma cultura
bastante adaptável, crescendo bem em diferentes tipos de solo, como os arenosos, argilosos e
de textura média. No entanto, os solos ideais para o seu cultivo devem ser profundos, bem
drenados, férteis e ricos em matéria orgânica. Além disso, é importante que o pH do solo
esteja entre 5,5 e 6,8, garantindo a disponibilidade adequada de nutrientes para a planta.

7
 Solos franco-arenosos são os mais indicados para produções precoces, pois aquecem
mais rapidamente e facilitam o enraizamento das plantas.
 Solos de textura média (franco-argilosos) são ideais para produções mais longas,
pois retêm mais umidade e fornecem suporte nutricional constante.

Solos compactados ou com drenagem deficiente devem ser evitados, pois favorecem o
surgimento de doenças radiculares e dificultam o desenvolvimento das plantas.

Segundo Mendonça e Coelho (2018) recomendam a adição de matéria orgânica, como esterco
curtido ou composto, para melhorar a estrutura e a fertilidade do solo, reforçando a
importância do uso de práticas de maneio, como a rotação de culturas e a cobertura morta,
para conservar a humidade e evitar a erosão do solo.

Portanto, a escolha do solo adequado, aliada ao maneio sustentável, é um dos principais


factores que influenciam a produtividade e a qualidade da cultura do pepino. Solos férteis,
bem drenados e ricos em matéria orgânica proporcionam condições ideais para o crescimento
vigoroso da planta.

2.4 Operações Culturais


As operações culturais no cultivo do pepino envolvem uma série de práticas que garantem
condições ideais para o desenvolvimento da cultura, desde a preparação do solo até o controle
de pragas e maneio da água. Essas operações variam de acordo com o sistema de cultivo e as
condições ambientais, sendo fundamentais para otimizar a productividade e a qualidade dos
frutos.

2.4.1 Preparação do Terreno


A preparação do terreno é uma etapa inicial que depende da época do ano e da cultura
antecedente. Antes do plantio, é necessário limpar a área de resíduos vegetais, realizar a
correção do solo com calcário, se necessário, e incorporar matéria orgânica, como estrume
bem curtido. Essa prática melhora a fertilidade e a estrutura do solo, criando um ambiente
propício para o desenvolvimento das raízes.

De acordo com Silva e Almeida (2021), a preparação adequada do terreno contribui para o
aumento da capacidade de retenção de água e nutrientes, fatores essenciais para a cultura do
pepino, que apresenta altas exigências hídricas e nutricionais.

8
2.4.2 Mobilização do Solo
A mobilização do solo é realizada por meio de aração e gradagem, promovendo o arejamento
e a descompactação do solo. Essas práticas são indispensáveis para culturas como o pepino,
que demandam solo bem preparado para o desenvolvimento do sistema radicular.

No caso do plantio manual ou mecanizado, é importante assegurar uma profundidade


adequada para estimular o crescimento das raízes. Segundo Carvalho (2019), o espaçamento
ideal varia com o tipo de cultivo:

 Tutorado: espaçamento entre linhas de 60 cm a 1 m e entre plantas de 45 a 50 cm.


 Rasteiro: espaçamento de 2 m entre linhas e de 75 cm a 1 m entre plantas.
 Pepino para conservas: espaçamento entre linhas de 1 m a 1,2 m e entre plantas de
20 cm.

Esses ajustes são essenciais para maximizar o uso do espaço e garantir a ventilação adequada
das plantas.

2.4.3 Sementeira
A sementeira deve ser realizada com sementes de boa qualidade e alto poder germinativo.
Para isso, é recomendável utilizar tabuleiros de alvéolos, que facilitam a germinação uniforme
e o transplante das mudas. Silva (2020) ressalta que a escolha de sementes certificadas é
crucial para garantir a uniformidade no desenvolvimento das plantas e minimizar problemas
fitossanitários.

Fig.3. Sementes de Pepino. Fonte: [Link]

9
2.4.4 Plantação
Após a incorporação do estrume e fertilizantes ao solo, o terreno deve ser nivelado e
preparado para a plantação. Essa pode ser feita manualmente ou com o auxílio de máquinas,
como plantadores acoplados a tratores. O objetivo é posicionar as mudas de forma adequada
para garantir um bom contato com o solo e facilitar o maneio posterior.

De acordo com Oliveira (2021), a plantação deve ser realizada preferencialmente em


condições de humidade ideal no solo, evitando períodos de estresse hídrico para as mudas
recém-transplantadas.

2.4.5 Controle de Infestantes


O controlo de ervas daninhas é essencial para evitar a competição com a cultura por água, luz
e nutrientes. A sacha manual ou mecânica é a técnica mais utilizada, promovendo não apenas
a eliminação das infestantes, mas também o arejamento do solo, o que favorece o crescimento
radicular.

Segundo Andrade (2020), práticas como a utilização de cobertura morta ou a aplicação de


herbicidas seletivos podem ser adotadas para reduzir a incidência de infestantes,
especialmente em áreas de cultivo extensivo.

2.4.6 Rega
O pepino é uma cultura altamente sensível tanto ao excesso quanto à falta de água. Por isso, a
irrigação regular é indispensável para manter a umidade ideal no solo. Existem dois sistemas
principais de irrigação recomendados:

 Irrigação por aspersão: eficaz, mas deve ser realizada pela manhã para evitar que a
umidade nas folhas favoreça o surgimento de doenças.
 Irrigação por gotejamento: método mais eficiente, que fornece água diretamente às
raízes e reduz o desperdício.

Carvalho (2019) destaca que o manejo hídrico adequado é um dos fatores mais importantes
para evitar problemas de baixa produtividade no cultivo do pepino.

10
Fig.4. Irrigação por gotejamento, fonte: [Link]
fertil-e-rega-a-planta-com-irrigacao-por-gotejamento_27121051.htm

2.5 Pragas e doenças


As principais pragas do pepino incluem ácaros, mosca-branca e pulgões, que causam danos
directos e transmitem viroses.

 C nas plantas

A mosca-branca é um inseto sugador de seiva, dentre as quais a espécie Bemisia tabaci tem se
tornado alvo de preocupação pelos problemas que pode causar às culturas agrícolas.

Essa praga polífaga tem capacidade de se alimentar de diversas espécies de plantas e pode
causar danos diretos e indiretos nas culturas, seja a partir da sucção da seiva das plantas, seja
a partir da transmissão de viroses.

Ela pode reduzir a produtividade das culturas de 20% a 100%, a depender da infestação.

11
Fig. 5. Insectos Mosca-Brancas Fonte:

Como controlar a mosca-branca

 Controle cultural: Inclui práticas como uso de mudas sadias, armadilhas adesivas
amarelas, eliminação de restos culturais, barreiras vivas, vazio sanitário e uso de cultivares
resistentes para reduzir a população da mosca-branca.

 Controle químico: Utiliza inseticidas registrados, com rotação de ingredientes ativos para
evitar resistência. Recomenda-se evitar aplicações preventivas, respeitar doses indicadas e
considerar a fase predominante do inseto.

 Controle biológico: Promove inimigos naturais como parasitóides (Encarsia formosa,


Trichogramma pretiosum) e predadores (joaninhas, ácaros). Fungos entomopatogênicos como
Beauveria bassiana também são eficientes.

 Produtos registrados: Existem 55 produtos biológicos aprovados, como o Chrysoperla


externa, eficaz contra a mosca-branca em culturas como soja, algodão e tomate.

Entre as doenças, destacam-se o oídio, antracnose e murcha-bacteriana.

Lopes e Gonçalves (2015) sugerem o uso de controle integrado de pragas, combinando


práticas culturais, biológicas e químicas. Carvalho e Pereira (2017) destacam que variedades
resistentes são uma estratégia eficaz contra doenças fúngicas. Mendonça e Coelho (2018)
enfatizam a necessidade de inspeções regulares para detecção precoce de pragas e doenças.

A adopção de um maneio integrado é essencial para controlar pragas e doenças, evitando


prejuízos econômicos e ambientais.

2.6 Colheita e armazenamento

A colheita do pepino ocorre entre 40 e 60 dias após o plantio, dependendo da variedade e das
condições climáticas. Os frutos devem ser colhidos regularmente para estimular a produção
contínua. Recomenda-se que a colheita seja feita de manhã, quando as temperaturas estão
mais amenas, para preservar a qualidade dos frutos. Silva e Santos (2016) destacam que o
armazenamento deve ser feito em locais frescos e ventilados para prolongar a vida útil. E
ainda sugerem o uso de caixas de plástico para minimizar danos durante o transporte.

Portanto, a colheita e o armazenamento adequados são fundamentais para manter a qualidade


do pepino e garantir sua competitividade no mercado.
12
Capitulo III: Metodologia

3 Quanto a natureza da Metodologia


A metodologia é prática e participativa pois é um modelo de abordagem que combina ações
práticas com a integração ativa dos envolvidos no processo de ensino, pesquisa ou
intervenção. Essa metodologia é amplamente utilizada em contextos educacionais e
comunitários para promover aprendizado por meio da experiência direta e da colaboração.

A metodologia prática e participativa permitiu identificar pontos críticos que impactam


directamente a produção de pepino no IPACOD. A dependência de irrigação manual e a falta
de insumos revelaram a necessidade de planeamento agrícola mais estratégico, especialmente
em períodos de alta demanda hídrica. Além disso, os resultados destacam a importância de
ajustar o calendário agrícola às condições climáticas locais para maximizar a produtividade
(ver na secção 5. Capitulo III)

3.1 Objectivo Geral da Metodologia


O objectivo desta atividade foi proporcionar aprendizado prático aos estudantes e identificar
os fatores limitantes à produção de pepino no IPACOD. A análise das dificuldades
enfrentadas visa propor estratégias que possam ser implementadas para melhorar o
desempenho da cultura em futuras safras.

3.2 Quanto a Abordagem da Pesquisa


A pesquisa de abordagem prática e qualitativa que é um método de investigação que combina
a realização de atividades concretas no campo com a análise profunda de aspectos subjetivos,
contextuais e interpretativos dos dados. Essa abordagem é especialmente adequada para
estudos que envolvem interações humanas, práticas experimentais e observações em cenários
reais.

13
A pesquisa seguiu uma abordagem prática e qualitativa, com base nas seguintes etapas:

1. Planeamento

Foram definidos os objetivos da atividade e as ferramentas necessárias para o cultivo, assim


como o cronograma de trabalho.

2. Execução Prática

As atividades práticas foram realizadas diretamente no campo, com o envolvimento ativo dos
estudantes, incluindo o autor, que participou em todas as fases do processo.

3. Observação e Registro

Durante todo o processo, foram realizadas observações sistemáticas sobre o desenvolvimento


das plantas e os desafios enfrentados. Esses dados foram registrados para análise posterior.

4. Análise dos Resultados

Após a colheita, foi realizada uma avaliação da produtividade da cultura e identificados os


principais factores que limitaram o desempenho da safra.

4 Atividades Realizadas
O cultivo de pepino no IPACOD foi desenvolvido em três fases principais, distribuídas nos
anos de 2023 e 2024, com objectivos de aprendizado prático e produção agrícola. As etapas
foram realizadas conforme descrito a seguir:

1. Limpeza do Campo
 Iniciou-se com a remoção de resíduos e preparação inicial do terreno, utilizando
enxadas de cabo curto e ancinhos.
2. Divisão de Parcelas
 Na primeira fase (maio a julho de 2023), foram estabelecidas três parcelas de 5 m x
5 m.
 Na segunda fase (agosto de 2023), foram criadas quatro parcelas adicionais, também
de 5 m x 5 m.
 Em outubro de 2024, o número de parcelas foi ampliado para oito, mantendo as
mesmas dimensões.
3. Gradagem e Nivelamento

14
 O terreno foi gradado e nivelado para melhorar as condições do solo, garantindo
uma superfície uniforme para o plantio.
4. Sementeira e Transplante
 Realizou-se a sementeira em viveiros, com posterior transplante das mudas para as
parcelas.
 O espaçamento e a profundidade adequados foram observados para estimular o
desenvolvimento radicular.
5. Irrigação
 A irrigação foi realizada manualmente com regadores, utilizando água proveniente
de um poço localizado no Instituto.
 Em 2023, a irrigação foi limitada em algumas ocasiões devido à baixa
disponibilidade de água no poço, mas foi mantida como atividade rotineira.
 Em 2024, a escassez hídrica foi mais severa, agravada pela alta insolação
característica da cidade de Quelimane neste período.
6. Tutoramento, Sacha e Monda
 Em 2023, foi realizado tutoramento das plantas, uso de estacas para suporte, e
controle de ervas daninhas (sacha e monda).
 Em 2024, essas práticas não foram executadas, devido à falta de materiais e
dificuldades organizacionais.
7. Pulverização e Adubação
 Em 2023, foi aplicado adubo nitrogenado, o que ajudou parcialmente no
desenvolvimento das plantas.
 Em 2024, não foram utilizados adubos ou fertilizantes, e a pulverização também foi
descontinuada, comprometendo ainda mais o cultivo.
8. Materiais Utilizados

 Ferramentas e insumos: enxadas de cabo curto, ancinhos, bitolas, trena, cordas e


tutores.
 Insumos adicionais: em 2023, foi utilizado adubo nitrogenado; em 2024, não houve
insumos complementares.

15
9. Produção Obtida

 Em 2023, apesar das dificuldades, a produção foi melhor do que em 2024, graças à
aplicação de adubo e às práticas culturais adequadas.
 Em 2024, a produção foi extremamente baixa, refletindo as limitações em recursos,
manejo e condições ambientais desfavoráveis.

10. Monitoramento e Avaliação


 Observações diárias das condições das plantas, com registro dos principais desafios
enfrentados, como:
1. Falta de água.
2. Exposição a condições climáticas adversas.

 Limitações no uso de insumos e materiais.

11. Condições Ambientais e Desafios

a) Água e Irrigação
 O poço do Instituto, fonte principal de água para a irrigação, registrou períodos de
baixa vazão, especialmente durante as fases mais críticas do cultivo, como a floração
e o crescimento dos frutos.
 O pepino, sendo uma cultura que exige grande disponibilidade de água, foi
severamente afetado pela irregularidade no fornecimento hídrico.

b) Condições Climáticas
 Em 2024, o cultivo foi realizado em um período de alta insolação e temperaturas
elevadas, o que intensificou a necessidade de irrigação e tornou as condições ainda
mais desafiadoras.

c) Materiais e Insumos
 Em 2023, a maioria dos materiais necessários estava disponível, ainda que de forma
limitada.
 Em 2024, houve uma falta significativa de recursos, como adubos, tutores e
ferramentas adequadas, dificultando todas as fases do cultivo.

16
Estratégias para Mitigar os Fatores Limitantes à Produção de Pepino no
IPACOD

A produção de pepino no Instituto Politécnico Agropecuário e Comercial Darul (IPACOD),


nos anos de 2023 e 2024, enfrentou desafios que prejudicaram tanto o aprendizado prático dos
estudantes quanto a produtividade esperada. Para garantir que futuras safras sejam mais
produtivas e sustentáveis, e que o cultivo também contribua para a geração de renda e
fortalecimento da instituição, é necessário implementar estratégias práticas e adaptadas à
realidade local.

1. Melhoria do Acesso e Uso da Água

A escassez de água foi identificada como o principal problema na produção de pepino, devido
à dependência de um único poço manual e à falta de sistemas de irrigação eficientes.

 1.1. Criação de Reservatórios de Água


Construir tanques para armazenamento de água da chuva e melhorar a gestão da pouca
água disponível.
o Exemplo prático: Fazer campanhas para captar fundos ou buscar parcerias
com organizações para construção de cisternas.
o Impacto esperado: Garantir água suficiente durante períodos de seca.

17
 1.2. Introdução de Irrigação Manual Melhorada
Melhorar o uso da água com baldes ou regadores de forma organizada e eficiente,
dividindo as tarefas entre os estudantes.
o Exemplo prático: Treinar os alunos para calcular a quantidade exata de água
necessária para cada planta.
o Impacto esperado: Menor desperdício de água e melhor hidratação das
plantas.

 1.3. Planejamento de Cultivo com Base no Clima


Evitar plantar em períodos de alta insolação e seca, como foi o caso de 2024.
o Exemplo prático: Fazer o cultivo no início da época chuvosa.
o Impacto esperado: Redução da dependência da irrigação e aumento da
produtividade.

2. Uso Adequado de Insumos

A falta de adubos em 2024 prejudicou o desenvolvimento das plantas. Já em 2023, embora se


tenha usado adubo nitrogenado, ele não foi suficiente para alcançar os resultados esperados.

 2.1. Produção de Adubo Orgânico Local


Usar restos de alimentos, esterco e folhas secas para produzir compostos orgânicos
que melhoram a fertilidade do solo.
o Exemplo prático: Introduzir um espaço no instituto para compostagem, feito
pelos próprios estudantes.
o Impacto esperado: Solo mais fértil e redução dos custos com fertilizantes.

 2.2. Uso de Adubos Naturais e Acessíveis


Procurar alternativas acessíveis, como cinzas ou esterco, que sejam facilmente
encontrados na região.
o Exemplo prático: Trabalhar em parceria com agricultores locais para troca ou
doação de esterco.
o Impacto esperado: Maior acesso a nutrientes para a cultura.

3. Manejo e Organização do Cultivo

Além da falta de água e insumos, a ausência de boas práticas agrícolas e ferramentas


adequadas também limitou a produção.

 3.1. Rotação de Culturas


Alternar o cultivo de pepino com leguminosas, que ajudam a melhorar a qualidade do
solo.
o Exemplo prático: Cultivar feijão após cada safra de pepino.
o Impacto esperado: Solo mais saudável e redução de pragas.

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 3.2. Tutoramento e Cuidados Básicos
O tutoramento, essencial para a cultura do pepino, não foi realizado em 2024.
o Exemplo prático: Usar varas de bambu ou estacas disponíveis localmente para
sustentar as plantas.
o Impacto esperado: Melhor desenvolvimento das plantas e frutos mais
saudáveis.

 3.3. Ferramentas e Materiais Básicos


Garantir que os estudantes tenham acesso a enxadas, regadores e outros materiais
básicos necessários.
o Exemplo prático: Promover campanhas de arrecadação de ferramentas usadas
na comunidade local.
o Impacto esperado: Maior eficiência no trabalho e redução do desgaste físico.

4. Capacitação dos Estudantes

Para que os formandos do IPACOD possam lidar melhor com desafios semelhantes no futuro,
é fundamental investir na sua formação prática e teórica.

 4.1. Treinamento em Técnicas Agrícolas


Realizar formações sobre irrigação, manejo de pragas e compostagem.
o Exemplo prático: Convidar técnicos agrícolas para palestras e demonstrações
no instituto.
o Impacto esperado: Estudantes mais preparados para enfrentar desafios no
campo.

 4.2. Gestão Agrícola Participativa


Envolver os estudantes em todas as etapas do cultivo, desde o planejamento até a
comercialização.
o Exemplo prático: Formar grupos de trabalho responsáveis por parcelas
específicas.
o Impacto esperado: Desenvolvimento de habilidades de liderança e trabalho
em equipe.

5. Comercialização e Sustentabilidade Financeira

Transformar o cultivo de pepino em uma fonte de renda é essencial para que o IPACOD
invista em mais materiais e tecnologias.

 5.1. Venda de Pepinos para a Comunidade


Comercializar a produção para mercados locais, feiras e escolas.
o Exemplo prático: Criar uma banca de vendas na entrada do instituto.
o Impacto esperado: Geração de renda para compra de materiais e manutenção
do campo.

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 5.2. Produção de Derivados
Processar os pepinos em conservas ou outros produtos que possam ser vendidos a
preços mais altos.
o Exemplo prático: Fazer oficinas de processamento com os estudantes.
o Impacto esperado: Maior lucratividade e aprendizado técnico para os
formandos.

6. Planejamento de Longo Prazo

É necessário que o IPACOD tenha uma visão de futuro para fortalecer o programa agrícola e
se destacar como referência.

 6.1. Estabelecimento de Parcerias


Buscar apoio de ONGs, empresas e governos locais para fornecer recursos e
tecnologias.
o Exemplo prático: Enviar propostas de parceria para instituições que
promovam agricultura sustentável.
o Impacto esperado: Melhor infraestrutura e acesso a novas oportunidades.

 6.2. Criação de um Calendário de Produção


Planejar as safras de acordo com as condições climáticas e a disponibilidade de
recursos.
o Exemplo prático: Realizar reuniões semestrais para discutir o planejamento
agrícola.
o Impacto esperado: Maior organização e eficiência.

A implementação dessas estratégias permitirá que o IPACOD transforme os desafios


enfrentados na produção de pepino em oportunidades de aprendizado e crescimento. Com
maior eficiência hídrica, boas práticas agrícolas, capacitação dos formandos e geração de
renda, o instituto não apenas atingirá seus objetivos pedagógicos, mas também se consolidará
como uma referência em ensino técnico agrícola em Quelimane.
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5 Conclusão
Conclui-se que a produção de pepino no IPACOD, durante os anos de 2023 e 2024,
evidenciou sérias limitações que comprometeram os objetivos pedagógicos e produtivos do
instituto. Os principais fatores identificados foram a escassez de água, essencial para o cultivo
de pepino, e a ausência de práticas agrícolas adequadas, como o uso de adubos e técnicas de
tutoramento, especialmente no ano de 2024. Além disso, a dependência de métodos manuais
de irrigação, a falta de materiais agrícolas e o cultivo em períodos climáticos inadequados
agravaram os problemas, resultando em safras abaixo do esperado.

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No entanto, a experiência revelou-se importante para a formação dos estudantes, ao
proporcionar a compreensão prática dos desafios da agricultura em um contexto real. Isso
ressalta a necessidade de reestruturar o planejamento agrícola no IPACOD, integrando
práticas pedagógicas a estratégias de produção sustentável. Recomenda-se a introdução de
sistemas modernos de irrigação, a capacitação contínua dos estudantes e professores em
técnicas agrícolas avançadas e o fortalecimento da gestão de recursos para garantir insumos
essenciais. Além disso, o alinhamento das atividades agrícolas às condições climáticas locais
é indispensável para maximizar a produtividade e assegurar a viabilidade econômica do
cultivo.

A implementação dessas estratégias poderá não apenas elevar a produtividade do pepino no


IPACOD, mas também criar excedentes comerciais, que poderão ser revertidos em melhorias
para o instituto, incluindo a aquisição de materiais e equipamentos agrícolas. Com isso, o
IPACOD terá potencial para se destacar como uma instituição de ensino técnico de referência,
contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento agrícola sustentável e para a
formação de profissionais capacitados a enfrentar os desafios do setor.

6 Referências Bibliográficas

Almeida, J. C. (2020). Horticultura Tropical. Lisboa: Editora Lusófona.

Silva, R. M. (2018). Plantas Hortícolas: Princípios e Manejo. Porto: AgroEditora.

Fernandes, A. P. (2021). Agricultura Sustentável no Contexto Moçambicano. Maputo: Editora


Moçambique Verde.

Santos, P. L. (2019). Variedades Hortícolas e Suas Adaptações. Coimbra: HortiTec Editora.

Ferreira, M. A. (2019). Maximizando a Produção de Hortaliças. Lisboa: AgroCrescer.

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Lima, T. A. (2019). Manejo Pós-Colheita para Cultivos Tropicais. Lisboa: VerdeCampo Editora.

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