Questoes Prova
Questoes Prova
Mulher de 65 anos procura o gastroenterologista com queixas de astenia, prurido palmar e plantar e elevação de
fosfatase alcalina (1005 UI/ml) e Gama GT (1200 UI/ml). As enzimas hepáticas TGO e TGP estão elevadas (300 e 250
UI/ml, respectivamente) e a bilirrubina total é de 6,0 mg/dl, às custas da bilirrubina direta. Apresenta plaquetopenia de
85.000/mm3, e a ultrassonografia de abdômen aponta alterações compatíveis com doença parenquimatosa crônica do
fígado, sem dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas e vesícula biliar anecoica. A principal hipótese diagnóstica
para o caso e o exame complementar a ser solicitado são, respectivamente:
A. hepatite colestática autoimune; FAN e antimúsculo liso; B. colangite esclerosante primária; CPER e P-Anca;
C. colangite biliar primária; anti-LKM1;
D. colangite biliar primária; antimitocôndria;
E. hepatite medicamentosa; FAN e antimúsculo liso.
Um adolescente de 16 anos foi admitido no pronto-socorro após queda de motocicleta. Ele estava lúcido e com sinais
vitais estáveis. Realizou-se uma tomografia computadorizada do abdômen, que mostrou uma laceração esplênica grau
II. Optou-se por um tratamento conservador inicial com monitoramento em unidade de terapia intensiva. Após 24 horas
de internação, o paciente apresentou uma queda súbita na pressão arterial, aumento da frequência cardíaca e sinais
de irritação peritoneal. Uma nova TC de abdômen mostrou aumento significativo do hemoperitônio e sinais de ruptura
esplênica adicional. Diante desse quadro, a conduta mais apropriada para esse paciente é:
Um paciente de 55 anos apresenta-se no consultório com queixa de uma protuberância na região inguinal direita que
se estende até o escroto. Ele relata que a protuberância aparece principalmente quando faz esforço físico, como
levantar pesos, e desaparece quando está deitado. Não há sinais de dor intensa, febre ou outros sintomas sistêmicos.
Ao exame físico, observa-se uma massa inguinoescrotal redutível ao repouso e com manobras de redução manual.
Não há sinais de estrangulamento ou obstrução. A melhor técnica cirúrgica para tratar a hérnia inguinoescrotal
redutível desse paciente será:
Um paciente de 58 anos foi submetido a uma gastrectomia subtotal devido a um adenocarcinoma gástrico. Após a
cirurgia, ele desenvolveu episódios frequentes de sudorese, palpitações, tonturas e diarreia após as refeições. Essa
complicação pós- operatória está relacionada:
Um homem de 64 anos de idade, saudável, agricultor, apresenta-se no consultório com uma lesão cutânea que ele
notou há cerca de 6 meses. A lesão está localizada no dorso da mão direita e tem crescido lentamente. O paciente
relata que a área está um pouco dolorosa e pruriginosa. Ao exame físico, observa-se uma lesão de 1,2 cm de diâmetro,
de cor acastanhada, bordas irregulares, e com algumas áreas de ulceração, e há linfadenomegalia palpável na axila.
Com base na descrição clínica e no exame físico, as melhores propostas diagnóstica e terapêutica para esse paciente
são, respectivamente:
Um paciente de 58 anos buscou atendimento médico queixando-se de febre e dor em fossa ilíaca esquerda. Realizou
tomografia, que mostrou sigmoide espessado com vários divertículos e presença de abscesso pericólico de 6 cm,
restrito ao mesentério. A melhor conduta inicial para esse paciente é:
A. antibioticoterapia oral ambulatorial;
B. antibioticoterapia venosa exclusiva;
C. antibioticoterapia venosa e drenagem percutânea;
D. laparotomia com irrigação da cavidade abdominal; E. laparotomia com procedimento de Hartmann.
Um paciente de 58 anos buscou atendimento médico queixando-se de febre e dor em fossa ilíaca esquerda. Realizou
tomografia, que mostrou sigmoide espessado com vários divertículos e presença de abscesso pericólico de 6 cm,
restrito ao mesentério. A melhor conduta inicial para esse paciente é:
A. antibioticoterapia oral ambulatorial;
B. antibioticoterapia venosa exclusiva;
C. antibioticoterapia venosa e drenagem percutânea;
D. laparotomia com irrigação da cavidade abdominal; E. laparotomia com procedimento de Hartmann.
Uma paciente de 45 anos, com diagnóstico de colelitíase há 1 ano, apresenta dor em hipocôndrio direito, icterícia ++/4,
temperatura axilar de 38 °C, PA: 110 x 70 mmHg e bilirrubina total de 4,6 mg/dL, com bilirrubina direta de 3,2 mg/dL.
Realizou ultrassonografia de abdômen, que mostrou vesícula de paredes finas, contendo múltiplos cálculos e discreta
dilatação das vias biliares extra-hepáticas. Além da antibioticoterapia venosa, a conduta mais apropriada neste
momento é:
A. hidratação e medidas de suporte, somente;
B. papilotomia endoscópica de urgência;
C. drenagem cirúrgica das vias biliares com dreno de Kehr;
D. colecistectomia de urgência com colangiografia;
E. drenagem biliar externa trans-hepática.
Durante o pneumoperitônio para realização de cirurgias por acesso videolaparoscópico, algumas alterações
hemodinâmicas podem ocorrer no paciente. Em relação a essas alterações, é correto afirmar que:
A. há diminuição do débito cardíaco, com aumento do retorno venoso;
B. ocorre hipotensão por compressão mecânica da aorta abdominal;
C. a oligúria ocorre devido à hipercapnia e retenção de bicarbonato pelos rins;
D. a bradicardia ocorre por estímulo vasovagal pela distensão abdominal;
E. arritmias cardíacas e outros distúrbios de ritmo cardíaco são raros.
Um paciente de 48 anos apresenta-se no pronto-socorro com dor abdominal intensa e intermitente há 18 horas, com
náuseas e vômitos. Ele relata não ter evacuado ou eliminado gases nas últimas 48 horas. Sua história patológica
pregressa inclui uma apendicectomia realizada há 20 anos e uma cirurgia para correção de hérnia inguinoescrotal há 5
anos. O exame físico mostrou o paciente lúcido e apirético; sinais vitais: PA 125/80 mmHg, FC 90 bpm, FR 20 ipm, T
36,8 °C. O abdômen está distendido. Peristalse de luta apresenta ruídos metálicos e hipercinéticos. Sente dor à
palpação difusa, porém sem sinais de defesa e com ausência de hérnias palpáveis. Os exames laboratoriais registram
hemograma com leucócitos de 8.000/mm3 e eletrólitos dentro dos limites normais. Os exames de imagem revelam
rotina de abdômen agudo, mostrando distensão de alças intestinais com níveis hidroaéreos, e sem evidências de
tumorações.
Diante desse quadro clínico, a etapa inicial mais apropriada para o manejo do caso é:
A. colonoscopia urgente;
B. administração de laxantes e observação;
C. cirurgia imediata para exploração abdominal;
D. alta com orientação para retorno no caso de persistirem os sintomas;
E. administração intravenosa de líquidos, descompressão nasogástrica e observação.
Uma paciente de 22 anos apresentou quadro de dor pélvica súbita há cerca de 2 horas. Ao exame, constata-se que
está hipocorada ++/4, com PA = 90 x 40 mmHg e FC = 118 bpm. Seu abdômen está atípico com dor à palpação difusa,
mais acentuada em fossa ilíaca direita, com descompressão dolorosa. O diagnóstico mais provável é:
A. apendicite aguda;
B. cisto ovariano direito roto;
C. gravidez tubária rota;
D. mittelschmerz;
E. torção de ovário direito
Uma paciente jovem, sem histórico familiar de câncer colorretal, apresenta sintomas como alterações no hábito
intestinal, pequeno sangramento retal, dor abdominal, perda de peso inexplicada e palpação abdominal dolorosa no
quadrante inferior direito. A hipótese diagnóstica mais provável é:
O escore BISAP tem sido amplamente utilizado na avaliação prognóstica da pancreatite aguda. Dentre os critérios
abaixo, o único que NÃO faz parte desse escore é:
A. presença de derrame pleural;
B. glicemia maior que 200 mg/dL;
C. ureia nitrogenada sérica maior que 25 mg/dL; D. idade maior que 60 anos;
E. alteração do estado mental.
Uma paciente de 24 anos chega ao consultório relatando dor anal intensa há 4 dias. Ao exame, constata-se nódulo
violáceo perianal de 1 cm, localizado posterior à direita, distal à linha denteada e muito doloroso ao toque. Dentre as
condutas abaixo, a mais apropriada é:
A. analgésicos tópico e oral, e banho de assento;
B. excisão do trombo com anestesia local;
C. ligadura elástica;
D. escleroterapia com fenol;
E. hemorroidectomia de urgência.
Pedro Paulo, um homem de 41 anos, foi admitido no pronto-socorro após sofrer queimaduras extensas em um incêndio
no seu local de trabalho. Ele apresentava queimaduras de segundo grau que cobriam aproximadamente 45% de sua
superfície corporal total (SCT). O paciente pesava 70 kg e estava consciente e lúcido, mas sentia dor intensa e
desconforto. Os sinais vitais eram: frequência cardíaca: 120 bpm; pressão arterial de 100/60 mmHg; frequência
respiratória de 24 ipm e saturação de oxigênio de 94% em ar ambiente. Seu médico decidiu iniciar a reanimação
hídrica imediatamente. A melhor abordagem inicial para a reanimação hídrica de Pedro Paulo é:
A. administrar 2 ml/kg/%SCT de solução de Ringer Lactato nas primeiras 24 horas, dividindo o volume total igualmente
ao longo do período;
B. administrar 8 ml/kg/%SCT de solução cristaloide de NaCl a 0,9% nas primeiras 24 horas, com um ajuste para cada
%SCT adicional acima de 50%;
C. administrar 6 ml/kg/%SCT de solução de Ringer Lactato nas primeiras 24 horas, com um ajuste de 10% para cada
grau adicional de queimadura acima do segundo grau;
D. administrar 4 ml/kg/%SCT de solução de Ringer Lactato nas primeiras 24 horas, dividindo o volume total em duas
metades: uma nas primeiras 8 horas e a outra nas 16 horas seguintes;
E. administrar 4 ml/kg/%SCT de solução coloidal de albumina nas primeiras 24 horas, dividindo o volume total em duas
metades: uma nas primeiras 8 horas e a outra nas 16 horas seguintes.
Após um trauma torácico contuso, um paciente apresenta sinais de tamponamento cardíaco, incluindo hipotensão,
taquicardia, aumento da turgência jugular e pulso fino. A conduta clínico-cirúrgica mais apropriada para esse paciente
é:
A. realização de pericardiocentese emergencial;
B. ultrassonografia e punção aspirativa por agulha fina;
C. administração de fluidos intravenosos e monitoramento contínuo;
D. realização de toracotomia de emergência para drenagem do pericárdio;
E. inserção de um tubo torácico para drenagem do espaço pleural esquerdo.
Um homem de 26 anos, atlético, em boas condições físicas, se apresenta ao pronto-socorro com dor abdominal
intensa no quadrante inferior direito, que começou há 3 dias e piorou progressivamente. Ele relata náuseas, vômitos e
febre. Ao exame físico, está taquicárdico, febril (38,5°C), com defesa muscular e dor à descompressão brusca no
quadrante inferior direito. A palpação abdominal revela sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais mostram
leucocitose com desvio à esquerda. Uma tomografia computadorizada de abdômen revela apêndice distendido com
parede espessada, líquido livre na cavidade abdominal e sinais de abscesso periapendicular. O diagnóstico mais
provável e a abordagem mais adequada para esse paciente são, respectivamente:
A. apendicite não complicada; apendicectomia laparoscópica com recomposição hidroeletrolítica e antibioticoterapia;
B. apendicite perfurada com peritonite; apendicectomia aberta, drenagem do abscesso e antibioticoterapia;
C. apendicite retrocecal; observação e antibioticoterapia;
D. gastroenterite viral; hidratação oral e observação;
E. doença inflamatória intestinal; corticosteroides e observação.
ENARE 2024
Uma criança de 4 anos é levada pelos pais à UBS após queda da própria altura enquanto brincava com os primos. Ao
examiná-la, o médico observa um pequeno corte no queixo e, após limpeza da lesão e exame clínico, determina a
necessidade de sutura. Sabendo que a criança pesa cerca de 15 kg, assinale a conduta adequada para a preparação
desse procedimento.
A) Deve-se utilizar fio de náilon 5-0 e preparar lidocaína com vasoconstritor a 1% para anestesia. Deve-se, ainda, solicitar
uma ou duas pessoas para auxiliar na segurança da sutura.
B) Deve-se utilizar fio de náilon 3-0 e preparar lidocaína com vasoconstritor a 1% para anestesia. Deve-se, ainda, solicitar
uma ou duas pessoas para auxiliar na segurança da sutura.
C) Deve-se utilizar fio de náilon 3-0 e orientar os pais sobre o risco da anestesia, contraindicando o uso de anestésicos
injetáveis. Deve-se, ainda, solicitar uma ou duas pessoas para auxiliar na segurança da sutura.
D) Deve-se utilizar fio de náilon 3-0 e preparar lidocaína sem vasoconstritor a 1% para anestesia. Deve-se, ainda, solicitar
uma ou duas pessoas para auxiliar na segurança da sutura.
E) Deve-se utilizar fio de náilon 5-0 e preparar lidocaína sem vasoconstritor a 1% para anestesia. Deve-se, ainda, solicitar
uma ou duas pessoas para auxiliar na segurança da sutura.
Uma criança de dez anos de idade apresenta quadro de abdome agudo, após período de dois dias com febre, vômitos
e importante distensão do abdome. Assinale a alternativa que apresenta uma das condutas corretas nesse caso.
A Devido à urgência, não comunicar a família e proceder à laparotomia exploradora.
B) Explicar à criança a importância da tomografia abdominal e do raio x de tórax.
C) Proceder à sondagem gástrica, explicando que não há risco de perfuração intestinal.
D) Solicitar exames laboratoriais: hemograma, eletrólitos, glicemia, amilase, lipase, gasometria arterial, explicando
previamente à família sua conduta.
E) Avisar à farmácia hospitalar a respeito da indicação de reposição volêmica com solução salina hipertônica, explicando
para família sua indicação.
Um paciente de 72 anos foi submetido a uma laparotomia exploradora por diverticulite complicada de cólon sigmoide,
tendo sido realizada uma cirurgia com ressecção do sigmoide, fechamento do coto retal e confecção de colostomia
terminal no cólon descendente. Esse tipo de cirurgia denomina-se
A cirurgia de Whipple.
B) cirurgia de Hartmann.
C) cirurgia de Murphy.
D)cirurgia de Duhamel.
E) cirurgia de Wilson.
Um paciente de 65 anos apresenta dor, distensão abdominal e vômitos repetidos há 2 dias. Não evacua e não elimina
flatos há 3 dias. Os exames de imagem mostram distensão de intestino delgado e fezes em reto. Assinale a alternativa
que apresenta a melhor conduta inicial para tratamento desse paciente.
A
Coletar exames laboratoriais para detectar se há distúrbios hidroeletrolíticos e efetuar passagem de sonda nasogástrica
para drenagem e hidratação.
B
Indicar laparotomia exploradora para melhor diagnosticar e tratar o paciente, já que ele apresenta o quadro há mais de
2 dias.
C
Coletar exames laboratoriais para detectar se há sinais de infecção associada; passar sonda nasoenteral para
alimentação pós-pilórica e iniciar antibióticos de forma profilática.
D
Conversar com os familiares e indicar laparotomia exploradora com ileostomia associada, pois, nesses casos de
distensão grande do delgado, não é recomendada anastomose primária.
E
Coletar exames laboratoriais; realizar tomografia para melhor avaliação e, a seguir, encaminhar o paciente para cirurgia,
pois a maior parte desses casos é solucionada por meio de cirurgia.
Qual das seguintes alternativas apresenta a maior causa de obstrução do intestino delgado?
A
Hérnias.
B
Doença de Crohn.
C
Aderências.
D
Neoplasias.
E
Doenças neurológicas.
Os tecidos tentam restaurar a sua função normal e a integridade estrutural após uma lesão, passando pelo processo de
cicatrização. Quais são as 3 fases desse processo, em ordem cronológica, e suas respectivas características?
A
Fase reativa (proliferação e migração epitelial), fase de maturação (regeneração do tecido conjuntivo) e fase proliferativa
(proliferação de colágeno e formação da cicatriz).
B
Fase inflamatória (hemostasia e quimiotaxia), fase proliferativa (regeneração do tecido conjuntivo) e fase de maturação
(contração, formação e remodelamento da cicatriz).
C
Fase inflamatória (hemostasia e inflamação), fase regenerativa (formação e contração da cicatriz) e fase de remodelagem
(migração epitelial e proliferação/regeneração do tecido conjuntivo).
D
Fase de remodelagem (hemostasia e quimiotaxia), fase reativa (proliferação e migração epitelial) e fase maturacional
(contração e formação da cicatriz).
E
Fase proliferativa (migração e proliferação epitelial), fase maturacional (contração e formação da cicatriz) e fase reativa
(hemostasia e quimiotaxia).
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Um paciente de 82 anos, lúcido, realizará uma cirurgia eletiva para câncer de reto. Sabendo da grande chance de o
paciente precisar de um estoma, os familiares solicitam ao médico que não revele ao paciente essa informação antes do
procedimento, pois referem que ele não irá aceitar a cirurgia. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta
diante desse caso.
A
Não revelar ao paciente a possibilidade do estoma, pois essa informação pode prejudicar psicologicamente o paciente.
B
Informar o paciente sobre a cirurgia, porém não sobre o estoma, deixando a explicação apenas para depois do
procedimento, com a finalidade de que ele não deixe de fazer a cirurgia, já que esta é fundamental para seu tratamento.
C
Revelar ao paciente apenas as informações que os familiares julgarem necessárias.
D
Informar o paciente sobre a possibilidade do estoma apenas se ele questionar sobre tal assunto.
E
Informar o paciente sobre a possibilidade do estoma, independente da vontade dos familiares, já que o paciente é lúcido
e é dever do médico informar os riscos do tratamento ao paciente.
Um paciente de 37 anos, com pele e olhos claros e história familiar de melanoma, possui uma lesão pigmentada em
região da mão esquerda de, aproximadamente, 1 cm. Nesse caso, a melhor conduta a ser seguida para esse paciente é
realizar
A
biópsia incisional da lesão e sutura em pontos simples com fio absorvível.
B
tratamento precoce, com ressecção da lesão com margens amplas devido ao histórico familiar, com sutura contínua após
ressecção.
C
biópsia excisional da lesão e sutura em pontos simples com fio inabsorvível.
D
ressecção da lesão com margem de 1 cm devido à alta suspeita de melanoma e sutura contínua com fio inabsorvível.
E
biópsia com 5 mm de margem e enxerto em mão com sutura contínua.
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No caso de um paciente que realizou gastrectomia parcial e tem apresentado, 20 minutos após a ingesta alimentar,
sintomas como náuseas, vômitos, sensação de plenitude gástrica, diarreia explosiva, palpitações e taquicardia, qual é o
provável diagnóstico e a orientação que o médico deve fornecer para a melhora dos sintomas?
A
Dumping tardio / Orientar a evitar hipoglicemia, ingerindo maiores quantidades de alimentos com açúcar em um menor
intervalo de tempo.
B
Síndrome da alça aferente / Orientar o paciente a provocar vômitos quando tiver os sintomas de plenitude gástrica, pois
geralmente gera um alívio imediato dos sintomas.
C
Gastrite alcalina de refluxo / Orientar o paciente a utilizar inibidor de bomba de prótons a cada 12 horas e evitar a ingestão
de alimentos ácidos.
D
Atonia gástrica / Utilizar pró-cinéticos como a metoclopramida e fazer a ingestão de várias refeições com menores
quantidades de alimentos.
E
Dumping precoce / Orientar a evitar alimentos que contenham grande quantidade de açúcar, realizar pequenas refeições
com proteínas e gorduras em menor intervalo de tempo e separar os líquidos dos sólidos durante as refeições.
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Uma paciente gestante de 25 semanas apresenta dor em região de flanco direito há 1 dia, associada a náuseas e vômitos.
No hemograma, apresenta uma leucocitose de 11.500 (VR = 10.000). Quanto a esse caso, é correto afirmar que
A
se deve fazer uma ultrassonografia abdominal devido à suspeita de apendicite aguda e, caso necessário, uma tomografia
para melhor visualização do apêndice.
B
há suspeita de apendicite aguda, devido à localização da dor (apêndice deslocado cefalicamente). Uma ultrassonografia
de abdome pode visualizar o apêndice e ajudar a esclarecer o diagnóstico.
C
pode se tratar apenas de uma intercorrência da gestação, como dor do ligamento redondo. Para melhor esclarecimento
do caso, deve-se solicitar uma ressonância de abdome, já que a ultrassonografia não é recomendada nessa idade
gestacional.
D
há grandes chances de ser uma apendicite aguda, já que a paciente tem dor em flanco direito (apêndice deslocado
cefalicamente) e tem leucocitose, sinal de que há um processo inflamatório agudo vigente.
E
trata de uma provável colecistite, devido à topografia da dor associada à leucocitose, que favorece processo inflamatório
agudo.
Um paciente de 45 anos teve uma pancreatite aguda e, após 6 semanas, passou a notar dor abdominal persistente,
saciedade precoce, náusea e perda de peso. Ao procurar o serviço médico, foram verificados níveis elevados das
enzimas pancreáticas e uma lesão cística de aproximadamente 8 cm em cauda do pâncreas, em contato com a parede
gástrica. Qual é o provável diagnóstico e a conduta mais adequada nesse caso?
A
3%
Trata-se provavelmente de necrose pancreática que deve ser tratada com antibióticos de amplo espectro como o
meropenem.
B
9%
Trata-se provavelmente de um pseudocisto pancreático que deve ser tratado com antibióticos de amplo espectro como
o meropenem.
C
78%
Trata-se provavelmente de pseudocisto pancreático e pode-se tentar uma drenagem endoscópica transgástrica.
D
3%
Trata-se provavelmente de necrose pancreática que deve ser tratada de maneira expectante, com indicação de
intervenção cirúrgica se o paciente apresentar febre.
E
6%
Trata-se provavelmente de pseudocisto pancreático que deve ser tratado com abordagem cirúrgica por laparotomia.
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Sobre doença de Crohn e colite ulcerativa, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a
alternativa com a sequência correta.
( ) Uma característica histológica importante da doença de Crohn é o granuloma não caseoso, um agregado de histiócitos
epitelioides circundados por neutrófilos e células gigantes.
( ) O paciente com doença de Crohn pode desenvolver fístulas entre o intestino e qualquer outro órgão intra-abdominal,
a maioria delas envolve o intestino delgado.
A
15%
V – V – F – V.
B
6%
F – V – F – V.
C
71%
V – V – V – V.
D
5%
V – V – F – F.
E
4%
F – V – V – F.
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Um paciente com obstrução e infecção das vias biliares apresenta a chamada tríade de Charcot, a qual é caracterizada
por:
A
icterícia, hipotensão e confusão mental.
B
dor em hipocôndrio direito, icterícia e hipotensão.
C
febre, hipotensão e icterícia.
D
icterícia, dor em hipocôndrio direito e febre.
E
febre, icterícia e confusão mental.
ENARE 2023
Em relação ao risco de contaminação, podemos classificar uma cirurgia eletiva de câncer de estômago com
abordagem controlada da cavidade gástrica como
A. limpa
B. contaminada
C. potencialmente contaminada
D. suja
E. infectada
Uma paciente de 32 anos teve, recentemente, diagnóstico de PAF (Polipose Adenomatosa Familiar) e possui aversão
a cirurgias. Qual é a orientação correta a ser feita nesse caso?
A. Orientar que a paciente possui uma síndrome genética de herança autossômica recessiva que dificilmente será
transmitida a outras gerações.
B. Orientar que a paciente provavelmente precisará de intervenção cirúrgica já que tem grandes chances de
desenvolver um câncer colorretal em algum momento da sua vida.
C. Orientar a paciente que o manejo da Polipose geralmente é feito por meio de acompanhamento clínico, com
colonoscopia a cada 5 anos até os 60 anos deixando para comentar quando preciso sobre a possível necessidade de
cirurgia.
D. Orientar que essa patologia é caracterizada pela existência de alguns pólipos na região do reto que podem ser
acompanhado e ressecados por colonoscopia, já que a paciente possui aversão a cirurgias.
E. Orientar que essa patologia ocorre por uma mutação no gene BRCA1 e portanto, deve ser indicada também
adenomastectomia promatica pelo alto risco de câncer de mama.
Um paciente será submetido a uma cirurgia cardíaca eletiva. Qual antibiótico deve ser preferencialmente utilizado para
a profilaxia antimicrobiana cirúrgica?
A. Cefazolina
B. Metronidazol
C. Ceftriaxona
D. Cefepima
E. Ciprofloxacino
Assinale a alternativa correta quanto as características das doenças inflamatórias intestinais - doença de Crohn e
retocolite ulcerativa
A. A retocolite ulcerativa tem sua maior incidência em pacientes de 50 anos.
B. A retocolite ulcerativa é uma doença que geralmente acomete mucosa, submucosa e muscular do cólon.
C. A retocolite ulcerativa pode estar associada a manifestações e extraintestinais, como colangite esclerosante, e
geralmente é agravada pelo tabagismo.
D. Tanto a retocolite ulcerativa como a doença de Crohn são mais comuns entre mulheres que usam contraceptivos
orais em comparação com aquelas não usam.
E. O tabagismo atua como efeito protetor na doença de Crohn.
Uma paciente de 24 anos, com IMC de 32kg/m2 e sem comorbidades, procura um médico cirurgião com o desejo de
realizar cirurgia bariátrica. Refere que já procurou outros cirurgiões que não quiseram realizar o procedimento. Qual
seria a melhor conduta do médico diante dessa situação?
A. Indicar a cirurgia bariátrica, já que a paciente possui critérios para realizar o procedimento, após realização de pré-
operatório completo.
B. Orientar a paciente que ela não possui critérios para indicação da cirurgia e que deve iniciar medidas clínicas para a
perda de peso.
C. Orientar a paciente que ela deve realizar exames laboratoriais e que, se estes revelarem que ela é portadora de
diabetes. terá indicação de realizar a cirurgia.
D. Orientar a paciente sobre os riscos da cirurgia e que esta deve ser indicada somente para pacientes com IMC maior
que 45kg/m2
E. Orientar a paciente que ela não possui critérios para indicação da cirurgia, porém, caso a paciente insista em seu
desejo, o médico deve realizar o procedimento, respeitando a vontade dela.
Um paciente de 27 anos possui uma lesão pigmentada e assimétrica, de aproximadamente 7mm, localizada em pelo
do dorso. Procurou um médico que indicou biópsia. Qual é o melhor tipo de biópsia a ser indicada para esse paciente?
A. Biópsia incisional.
B. Biópsia excisional.
C. Biópsia em shaving superficial. D. Biópsia com agulha fina.
E. Biópsia com agulha grossa.
Levado por um vizinho, um paciente de 68 anos, previamente lúcido, foi admitido em um hospital com rebaixamento do
nível de consciência. Durante a investigação, foi sugerido provável diagnostico de sepse grave de foco abdominal
devido a uma diverticulite aguda perfurada. O paciente permaneceu torporoso e, após a equipe tentar entrar em
contato com a família, sem sucesso, o paciente foi encaminhado à cirurgia. O médico cirurgião indicou uma
retossigmoidectomia à Hartmann - com colostomia terminal. Qual é a melhor conduta diante dessa situação?
A. Proceder com a cirurgia, já que se trata de cirurgia de urgência, com risco ao paciente, necessitando que seja feita
uma colostomia para melhor tratamento dele, independente da opinião da família.
B. Aguardar a chegada da família para iniciar a cirurgia, já que eles devem decidir sobre a confecção ou não de um
estoma.
C. Proceder com a cirurgia sem a confecção de estoma, pelo risco de não haver aceite família quanto a esse
procedimento, mesmo que seja a melhor estratégia par ao paciente. D. Orientar o acompanhante sobre o quadro e
solicitar que ele decida sobre a confecção ou não do estoma para o paciente, já que está acompanhando o paciente.
E. Proceder com a cirurgia a realizar a lavagem e drenagem da cavidade para realizar posteriormente, uma nova
abordagem cirúrgica, devido à ausência da família.
Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma indicação usual de intervenção por CPRE (Colangiopancreatografia
Retrógrada Endoscópica)
A. Coledocolitíase.
B. Colangite.
C. Estenose de colédoco distal e dilatação proximal.
D. Pancreatite biliar com cálculo impactado na via biliar.
E. Colelitíase.
Em um reparo cirúrgico aberto de hérnia inguinal, é importante que o cirurgião tenha conhecimento de anatomia e
habilidade para preservar estruturas importantes encontradas na região do canal inguinal. No caso de pacientes
homens, quais são os nervos (com suas respectivas funções) que devem ser cuidadosamente dissecados e
preservados nesse procedimento?
A. Ramo genital do nervo genitofermoral (sensibilidade lateral do escroto); nervo ilio- hipogástrico (sensibilidade da
região inguinal e púbis / base do pênis); nervo ilioinguinal (sensibilidade de região medial superior da coxa).
B. Ramo femoral do nervo genitofemoral (sensibilidade lateral da perna); nervo ilioinguinal
(sensibilidade de região medial superior da coxa); nervo obturador (motricidade - adução da perna).
C. Nervo obturador (motricidade - adução da perna) e nervo cutâneo femoral lateral (sensibilidade de região lateral
superior da coxa).
D. Nervo femoral (motricidade e sensibilidade da perna); nervo ilio-hipogástrico (sensibilidade de região medial superior
da coxa); nervo ilioinguinal (sensibilidade da região inguinal e púbis / base do pênis).
E. Ramo genital do nervo genitofemoral (sensibilidade lateral do escroto); nervo obturador (motricidade - adução da
perna); nervo ilioguinal (sensibilidade da região inguinal e púbis / base do pênis).
Um paciente de 57 anos possui uma lesão esofágica estenosante e não transponível ao aparelho de endoscopia em
nível de esôfago médio/distral, com biópsia revelando carcinoma epidermoide escamoso. O paciente iniciará
tratamento com radioterapia e quimioterapia neoadjuvantes, porém está com ingesta praticamente nula de alimentos
há vários dias. Qual é a melhor estratégia cirúrgica de via alimentar a ser indicada para esse paciente?
A. Realizar uma gastrostomia endoscópia
B. Realizar uma gastrostomia laparoscópica.
C. Realizar uma jejunostomia.
D. Realizar uma ileostomia.
E. Realizar uma esofagostomia.
Durante uma cirurgia de abordagem para ressecção da cabeça do pâncreas, qual das estruturas vasculares a seguir
está presente nessa região e é de suma importância para o paciente, devendo-se, por isso, realizar o máximo de
esforço para que seja preservada?
A. Artéria mesentérica inferior.
B. Artéria gastroduodenal.
C. Artéria pancreatoduodenal posterior
D. Artéria mesentérica superior.
E. Artéria pancreatoduodenal superior.
Na fase mais inicial da apendicite aguda, qual é a tríade sintomática mais característica entre as seguintes?
A. Dor em fossa iliaca direita. febre alta prostração.
B. Dor epigástrica intensa febre moderada e vômitos.
C. Dor abdominal difusa, febre alta e anorexia.
D. Dor periumbilical, febre alta e vómitos.
E. Dor periumbilical, febre moderada e anorexia.
SUS BA 2022
Paciente, sexo masculino, 40 anos de idade, está no 4o dia de pós-operatório de gastroplastia em Y-de-Roux aberta
para tratamento de obesidade mórbida, evolui na enfermaria com dor abdominal difusa, hiporexia, náuseas e vômitos.
Paciente é portador de diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica. Ao exame físico, regular estado geral, corado,
Temperatura axilar: 37,9oC, FC: 108bpm, PA: 128x78mmHg, FR: 20imp; ausculta cardíaca e respiratória sem alterações;
abdome distendido, ruídos hidroaéreos presentes, flácido, dor de grande intensidade difusamente à palpação profunda
e ausência de dor à descompressão brusca.
De acordo com os dados apresentados,
Indique a principal suspeita diagnóstica correspondente ao quadro clínico descrito. (Pontuação: 0,4)
1. A) Apendicite aguda.
2. B) Deiscência de anastomose intestinal.
3. C) Abscesso intra-abdominal.
4. D) Tromboembolismo pulmonar.
Para a confirmação diagnóstica da suspeita principal, será decisiva a realização de: (Pontuação: 0,3)
1. A) Radiografias de abdome agudo e hemograma.
2. B) Tomografia computadorizada de abdome e pelve com contraste.
3. C) Angiotomografia computadorizada de tórax.
4. D) Hemograma, hemocultura e PCR
Indique a conduta terapêutica mais adequada para esse paciente. (Pontuação: 0,3)
1. A) Realizar laparotomia exploradora.
2. B) Fazer terapia antibiótica endovenosa.
3. C) Realizar drenagem guiada por ultrassonografia.
4. D) Fazer anticoagulação plena com enoxaparina.
Paciente, sexo masculino, 20 anos de idade, é trazido pelo SAMU ao pronto socorro do Hospital Geral, vítima de
queda de moto há 20 minutos. Paciente dá entrada com colar cervical e prancha rígida, referindo dor em ombro
direito, em região escapular direita e em abdome. No exame inicial, A: Via aérea pérvia, mantido colar cervical,
SatO2: 97% com cateter de O2 15L/min; B: murmúrios vesiculares bem distribuídos e sem ruídos adventícios,
FR: 18ipm; C: Bulhas rítmicas e normofonéticas, FC: 88bpm, PA: 122x72mmHg, abdome com dor à palpação,
principalmente, em hipocôndrio direito, pelve estável e toque retal sem alterações; D: escala de coma de
Glasgow=15, pupilas isocóricas e fotorreagentes; E: presença de escoriações em tórax.
Diante desse caso clínico,
Indique a principal suspeita diagnóstica que justifique o quadro clínico do paciente. (Pontuação: 0,4)
1. A) Trauma esplênico.
2. B) Trauma renal direito.
3. C) Trauma hepático.
4. D) Trauma de pâncreas.
Identifique o exame complementar mais adequado que pode auxiliar na confirmação do diagnóstico .
(Pontuação: 0,3
1. A) Tomografia computadorizada de abdome com contraste.
2. B) Avaliação com ultrassonagrafia focada para o trauma (FAST).
3. C) Videolaparoscopia.
4. D) Radiografia de abdome.
Indique a conduta terapêutica mais adequada, caso o exame complementar não apresente sinais de sangramento
ativo e o paciente mantenha o mesmo quadro clínico. (Pontuação: 0,3)
1. A) Realizar Laparotomia exploradora.
2. B) Fazer Transfusão de 02 concentrados de hemácias e transamin endovenoso.
3. C) Manter em observação e seriar Hb/Ht e exame físico.
4. D) Realizar arteriografia e embolização.
Paciente, sexo feminino, 34 anos de idade, procura o pronto socorro com queixa de dor em abdome superior há
12 horas. Refere náuseas, vômitos, hiporexia e piora da dor após alimentação. Relata, também , quadros prévios
de dor abdominal após libação alimentar. Ao exame físico, bom estado geral, corada, Temperatura axilar: 38,2oC,
FC: 92bpm, PA: 122x78mmHg, FR: 18imp; ausculta cardíaca e respiratória sem alterações; abdome globoso às
custas de panículo adiposo, flácido e com dor de forte intensidade à palpação de hipocôndrio direito.
Diante desse caso clínico,
Indique a principal suspeita diagnóstica para o quadro clínico da paciente. (Pontuação: 0,4)
1. A) Pancreatite aguda.
2. B) Colecistite aguda.
3. C) Hepatite aguda.
4. D) Úlcera péptica gástrica.
Indique o principal achado na ultrassonografia de abdome superior, realizada para auxiliar na confirmação do
diagnóstico. (Pontuação: 0,3)
1. A) Edema pancreático com presença de líquido peripancreático.
2. B) Hepatomegalia com liquido pericapsular.
3. C) Cálculo impactado no infundíbulo da vesícula biliar.
4. D) Espessamento parietal gástrico e Líquido livre perigástrico.
SUS BA 2023
Paciente, sexo feminino, 65 anos de idade, procura o Pronto Socorro por empachamento e distensão abdominal há cinco
dias. A paciente apresentou náuseas e alguns episódios de vômitos nas últimas 24 horas. Relata, também, hiporexia,
perda de peso e obstipação progressiva, há três meses, não sendo investigada previamente. A paciente realizou
artroplastia total de quadril esquerdo há 5 anos. Ao exame físico, regular estado geral, corada, desidratada, T axilar:
36ºC, FC: 88bpm, PA: 128x78mmHg, FR: 24imp; ausculta cardíaca e respiratória sem alterações; abdome distendido,
tenso, com dor à palpação difusa e com descompressão brusca negativa; toque retal sem alterações. Foi realizada
radiografía de abdome.
Diante desse caso clínico e da análise do exame de imagem, indique a principal suspeita etiológica que levou a paciente
a procurar o Pronto Socorro.
A
4%
Aderência intestinal.
B
10%
Volvo de sigmoide.
C
83%
Neoplasia maligna de cólon.
D
3%
Fecaloma.
_______________________________________________________________________
Paciente, sexo feminino, 65 anos de idade, procura o Pronto Socorro por empachamento e distensão abdominal há cinco
dias. A paciente apresentou náuseas e alguns episódios de vômitos nas últimas 24 horas. Relata, também, hiporexia,
perda de peso e obstipação progressiva, há três meses, não sendo investigada previamente. A paciente realizou
artroplastia total de quadril esquerdo há 5 anos. Ao exame físico, regular estado geral, corada, desidratada, T axilar:
36ºC, FC: 88bpm, PA: 128x78mmHg, FR: 24imp; ausculta cardíaca e respiratória sem alterações; abdome distendido,
tenso, com dor à palpação difusa e com descompressão brusca negativa; toque retal sem alterações. Foi realizada
radiografía de abdome
Indique o exame complementar que deveria ter sido realizado há três meses, no momento em que se iniciaram os
primeiros sintomas.
A
13%
Tomografia computadorizada com contraste.
B
72%
Colonoscopia.
C
14%
Radiografia de abdome.
D
1%
Ultrassonografia de abdome.
__________________________________________________________________
Indique a conduta cirúrgica mais adequada, caso a paciente não apresente melhora com o tratamento clínico instituído
no Pronto Socorro.
A
8%
Lavagem intestinal no centro cirúrgico.
B
8%
Peritoneostomia descompressiva.
C
24%
Videolaparoscopia para reversão do volvo.
D
60%
Retossigmoidectomia com colostomia.
Paciente, sexo masculino, 60 anos de idade, procura o médico da família com queixa de ferida em mucosa oral há um
mês. Relata, também, o surgimento de nódulo em região cervical direita, neste mesmo período. O paciente é etilista e
tabagista de 20 cigarros por dia, há 40 anos. Ao exame físico, bom estado geral, presença de ferida ulcerada em
mucosa sublingual, medindo cerca de 2cm; palpado nódulo em região cervical posterior à direita, medindo cerca de
1,5cm; ausculta cardíaca e respiratória sem alterações; abdome plano, flácido e indolor à palpação. Diante desse caso
clinico, indique a principal suspeita etiológica para a ferida em mucosa oral.
[Link] espinocelular.
B. Lesão de mucosa oral durante a mastigação.
C. Úlcera oral por herpes simples.
D. Carcinoma basocelular.
Com base nas informações, indique a conduta mais adequada, nesse momento, para a ferida em mucosa oral.
A. Biopsia excisional.
B. Ressecção da lesão com margem de 5mm.
C. Biopsia incisional.
D. Tratamento tópico com pomada de triancinolona.
_______________________________________________________________________
Paciente, sexo masculino, 25 anos de idade, é trazido pelo SAMU ao pronto socorro do Hospital Geral, vítima de trauma
auto x auto, há 30 minutos. Paciente dá entrada com colar cervical e prancha rígida, referindo dor em região púbica. No
exame inicial,
C: Bulhas rítmicas e normofonéticas, FC: 80bpm, PA: 120x70mmHg, abdome com dor à palpação em hipogástrio, pelve
estável e toque retal sem alterações;
Diante desse caso clínico, indique a principal suspeita diagnóstica que justifique o quadro clínico do paciente.
TRAUMA DE BEXIGA
EXAME MAIS INDICADO:
Tomografia de abdome com contraste OU Cistografia retrógrada.
CONDUTA SE INTRAPERITONEAL: CORRECAO CIRURGICA DA BEXIGA
SUS BA 2024
Homem, 20 anos de idade, é trazido pelo SAMU ao Pronto-Socorro, vítima de queda de cerca de cinco metros há uma
hora. Paciente dá entrada com colar cervical e prancha rígida, referindo dor em região pélvica. No exame inicial,
1. via aérea pérvia, SatO2: 88% com cateter de O2 15L/min;
2. murmúrios vesiculares bem distribuídos e sem ruídos adventícios, FR: 28ipm;
3. bulhas rítmicas e normofonéticas, FC: 132bpm, PA: 82x52mmHg, abdome indolor, pelve com movimentação da
sínfise púbica à palpação e toque retal sem alterações;
4. escala de coma de Glasgow=13, pupilas isocóricas e fotorreagentes;
5. presença de equimose em períneo e sangue em meato uretral. Realizado FAST: sem líquido livre em cavidade
abdominal. Radiografias série trauma evidenciaram fratura no púbis bilateral e disjunção sacroilíaca direita.
Após a reanimação inicial, o paciente manteve o mesmo padrão hemodinâmico. Identifique a conduta imediata a ser
realizada:
1. A) Tomografia computadorizada de abdome com contraste.
2. B) Laparotomia exploradora.
3. C) Tamponamento cirúrgico extraperitoneal e fixação externa da pelve.
4. D) Urografia excretora.
Indique o exame complementar que deve ser realizado para completar a avaliação do paciente quanto a lesões do
aparlho urn ́rio baixo:
1. A) Tomografia computadorizada do abdome com contraste.
2. B) Uretrocistografia retrógrada.
3. C) Cistoscopia endoscópica.
4. D) Videolaparoscopia diagnóstica.
Caso o paciente seja diagnosticado com trauma renal com laceração cortical maior que 1,0cm, indique a classificação,
segundo o ATLS, de acordo com a gravidade:
1. A) Grau I.
2. B) Grau II.
3. C) Grau III.
4. D) Grau IV.
Homem, 35 anos de idade, procura o ambulatório de cirurgia geral com queixa de abaulamento na região inguinal direita
há um ano, com aumento de tamanho nos últimos meses. O paciente é trabalhador rural e tabagista de 20 cigarros/dia.
Nega dor ou outros sintomas associados. Ao exame físico, bom estado geral; abdome plano, flácido e indolor à palpação;
região inguinal direita com abaulamento redutível à palpação, medindo cerca de 2x2cm, indolor e móvel à manobra de
Valsalva.
Com base nas informações apresentadas no caso, determine a principal suspeita diagnóstica para o quadro clínico do
paciente:
1. A) Lipoma de cordão espermático.
2. B) Testículo ectópico.
3. C) Hidrocele.
4. D) Hérnia inguinal.
Indique a estrutura anatômica que serve como principal parâmetro para a classificação mais utilizada da patologia do
paciente:
1. A) Ligamento inguinal.
2. B) Vasos epigástricos inferiores profundos.
3. C) Músculo reto abdominal.
4. D) Anel inguinal interno.
Diante do quadro, identifique a conduta mais adequada para o tratamento deste paciente:
1. A) Observação clínica e caso o paciente evolua com dor na região inguinal, realizar hernioplastia.
2. B) Realizar hernioplastia à Shouldice.
3. C) Realizar hernioplastia inguinal à Stoppa.
4. D) Realizar hernioplastia inguinal sem tensão.
Mulher, 65 anos de idade, procura o ambulatório de cirurgia geral com queixa de azia e empachamento há cinco meses,
com piora nas últimas semanas e perda ponderal. Refere dor em epigástrio após a alimentação. Nega náusea, vômitos
ou hematêmese. Ao exame físico, bom estado geral, descorada +1/+4, FC: 68bpm, PA: 124x72mmHg; abdome plano,
flácido, com dor à palpação profunda de epigástrio e com descompressão brusca negativa; toque retal sem alterações.
A paciente foi submetida à endoscopia digestiva alta (imagem da endoscopia).
Diante desse caso clínico, indique a principal suspeita diagnóstica para a paciente:
1. A) Úlcera péptica.
2. B) Neoplasia maligna de estômago.
3. C) Gastrite erosiva intensa.
4. D) Tumor estromal ( GIST) ulcerado.
Indique o exame complementar que deve ser realizado em associação com a endoscopia digestiva alta:
1. A) Tomografia computadorizada do abdome com contraste.
2. B) Ultrassonografia endoscópica.
3. C) Biópsia da lesão.
4. D) Pesquisa de H. Pylori.
Paciente, sexo masculino, 65 anos de idade, realizou quimioterapia neoadjuvante e está no 5º dia de pós-operatório de
colectomia direita com anastomose ileocólica para tratamento de adenocarcinoma de cólon. O paciente já estava com
dieta de água, chá e gelatina, quando passou a cursar com distensão e dor abdominal. Sem outras queixas. Ao exame
físico, bom estado geral, corado, temperatura axilar de 38ºC, FC: 108bpm, PA: 134x78mmHg; abdome levemente
distendido, com dor à palpação profunda difusamente, com descompressão brusca negativa; toque retal sem alterações.
Diante desse caso clínico:
Paciente, sexo masculino, 65 anos de idade, realizou quimioterapia neoadjuvante e está no 5º dia de pós-operatório de
colectomia direita com anastomose ileocólica para tratamento de adenocarcinoma de cólon. O paciente já estava com
dieta de água, chá e gelatina, quando passou a cursar com distensão e dor abdominal. Sem outras queixas. Ao exame
físico, bom estado geral, corado, temperatura axilar de 38ºC, FC: 108bpm, PA: 134x78mmHg; abdome levemente
distendido, com dor à palpação profunda difusamente, com descompressão brusca negativa; toque retal sem alterações.
Diante desse caso clínico:
Paciente, sexo masculino, 65 anos de idade, realizou quimioterapia neoadjuvante e está no 5º dia de pós-operatório de
colectomia direita com anastomose ileocólica para tratamento de adenocarcinoma de cólon. O paciente já estava com
dieta de água, chá e gelatina, quando passou a cursar com distensão e dor abdominal. Sem outras queixas. Ao exame
físico, bom estado geral, corado, temperatura axilar de 38ºC, FC: 108bpm, PA: 134x78mmHg; abdome levemente
distendido, com dor à palpação profunda difusamente, com descompressão brusca negativa; toque retal sem alterações.
Diante desse caso clínico:
Indique o principal fator de risco para a evolução desfavorável deste paciente no pós-operatório.
A Introdução da dieta oral com água, chá e gelatina.
B Alteração do estado nutricional e imunológico.
C Formação de aderências intestinais no pós-operatório.
D Distúrbio eletrolítico no pós-operatório.
Paciente, sexo masculino, 45 anos de idade, vítima de trauma em colisão de moto com automóvel, deu entrada na
urgência com instabilidade hemodinâmica, foi submetido à laparotomia exploradora de emergência, sendo identificado
trauma esplênico grave e realizado esplenectomia total. O paciente apresentava também fratura exposta dos membros
inferiores, sendo submetido à fixação externa das duas pernas pela ortopedia, para posterior fixação definitiva das
fraturas em segundo tempo. O paciente evoluiu com melhora hemodinâmica e sem queixas no pós-operatório. Diante
deste caso clínico:
Quanto à correlação entre a termorregulação do paciente e os cuidados perioperatórios, é correto afirmar:
A O uso de analgésicos opioides aumenta o risco de hipotermia.
BO uso de propofol causa vasoconstrição, evitando a hipotermia por perda de calor.
Paciente, sexo masculino, 45 anos de idade, vítima de trauma em colisão de moto com automóvel, deu entrada na
urgência com instabilidade hemodinâmica, foi submetido à laparotomia exploradora de emergência, sendo identificado
trauma esplênico grave e realizado esplenectomia total. O paciente apresentava também fratura exposta dos membros
inferiores, sendo submetido à fixação externa das duas pernas pela ortopedia, para posterior fixação definitiva das
fraturas em segundo tempo. O paciente evoluiu com melhora hemodinâmica e sem queixas no pós-operatório. Diante
deste caso clínico:
Paciente, sexo masculino, 45 anos de idade, vítima de trauma em colisão de moto com automóvel, deu entrada na
urgência com instabilidade hemodinâmica, foi submetido à laparotomia exploradora de emergência, sendo identificado
trauma esplênico grave e realizado esplenectomia total. O paciente apresentava também fratura exposta dos membros
inferiores, sendo submetido à fixação externa das duas pernas pela ortopedia, para posterior fixação definitiva das
fraturas em segundo tempo. O paciente evoluiu com melhora hemodinâmica e sem queixas no pós-operatório. Diante
deste caso clínico:
Uma paciente de 18 anos de idade comparece ao serviço médico com queixa de dor abdominal baixa e aumento de
volume abdominal. Durante a avaliação, foi realizada uma ultrassonografia pélvica, que revelou a presença de uma
massa ovariana de, aproximadamente, 8cm. O médico suspeita de um teratoma imaturo.
Uma paciente de 18 anos de idade comparece ao serviço médico com queixa de dor abdominal baixa e aumento de
volume abdominal. Durante a avaliação, foi realizada uma ultrassonografia pélvica, que revelou a presença de uma
massa ovariana de, aproximadamente, 8cm. O médico suspeita de um teratoma imaturo.
Indique a conduta mais apropriada, considerando o manejo inicial da paciente com teratoma imaturo:
A
Vigilância ativa com acompanhamento em consulta ambulatorial.
B
Início imediato de quimioterapia.
C
Realização de laparotomia exploratória para remoção da massa ovariana.
D
Prescrição de analgésicos e orientação para retorno se a dor aumentar.
Uma paciente de 18 anos de idade comparece ao serviço médico com queixa de dor abdominal baixa e aumento de
volume abdominal. Durante a avaliação, foi realizada uma ultrassonografia pélvica, que revelou a presença de uma
massa ovariana de, aproximadamente, 8cm. O médico suspeita de um teratoma imaturo.
Paciente, sexo masculino, 55 anos de idade, procura o ambulatório de cirurgia geral com queixa de ferida em perna
direita há 4 meses após trauma contuso. O paciente relata que sofreu trauma contuso na região anterior da perna direita,
que causou perda de pele. Nega dor ou outros sintomas no momento. Ao exame físico, bom estado geral; afebril;
presença de ferida de cerca de 5x5cm na região ântero-lateral da perna direita, com perda da cobertura cutânea sem
exposição óssea, sem sinais flogísticos, com leito avermelhado e algumas áreas esbranquiçadas, sem tecido necrótico.
Diante desse caso clínico:
Paciente, sexo masculino, 55 anos de idade, procura o ambulatório de cirurgia geral com queixa de ferida em perna
direita há 4 meses após trauma contuso. O paciente relata que sofreu trauma contuso na região anterior da perna direita,
que causou perda de pele. Nega dor ou outros sintomas no momento. Ao exame físico, bom estado geral; afebril;
presença de ferida de cerca de 5x5cm na região ântero-lateral da perna direita, com perda da cobertura cutânea sem
exposição óssea, sem sinais flogísticos, com leito avermelhado e algumas áreas esbranquiçadas, sem tecido necrótico.
Diante desse caso clínico:
Indique as citocinas e/ou fatores de crescimento que estão aumentados na ferida deste paciente neste momento.
A TNF-alfa, IL-1 e IL-6.
B IL-1, IL-4 e IL-6.
C TNF-alfa, TGF-beta e IL-10.
D EGF, TGF-beta e IL-14.
Paciente, sexo masculino, 55 anos de idade, procura o ambulatório de cirurgia geral com queixa de ferida em perna
direita há 4 meses após trauma contuso. O paciente relata que sofreu trauma contuso na região anterior da perna direita,
que causou perda de pele. Nega dor ou outros sintomas no momento. Ao exame físico, bom estado geral; afebril;
presença de ferida de cerca de 5x5cm na região ântero-lateral da perna direita, com perda da cobertura cutânea sem
exposição óssea, sem sinais flogísticos, com leito avermelhado e algumas áreas esbranquiçadas, sem tecido necrótico.
Diante desse caso clínico:
De acordo com as características da ferida deste paciente, neste momento, é correto afirmar:
A
23%
As citocinas anti-inflamatórias estão em níveis elevados.
B
49%
A quantidade de metaloproteinases está em níveis elevados.
C
23%
O TNF-alfa diminui a produção das metaloproteinases.
D
5%
Quanto maior for a inflamação na ferida, maior é a probabilidade de cicatrização.
SUS – SP 2024
Fernanda é uma médica recém-formada. Ela estava trabalhando em uma unidade de resgate avançado com todos os
materiais disponíveis e foi chamada para atender um paciente adulto encontrado caído na via pública, o qual tinha
indicação de intubação orotraqueal. Após a utilização da medicação pré-intubação, Fernanda não conseguiu a via aérea
definitiva após três tentativas e o paciente começou a desaturar. Com base nessa situação hipotética, assinale a
alternativa que apresenta a conduta a ser adotada nesse momento.
A) Em caso de retenção urinária, com hematoma perianal, deve ser realizada uma sondagem vesical de demora
imediatamente.
B) A diurese esperada em um adulto é de 0,5 mL/kg/h.
C) Em crianças menores de seis anos de idade, se não for conseguido o acesso periférico, a segunda opção deve ser o
acesso central.
D) Na intubação orotraqueal de um adulto, a sequência rápida deve ser etomidato (3 mg/kg) e succinilcolina (1 g/kg).
E ) Na reposição volêmica inicial no paciente politraumatizado, a solução de preferência é o soro fisiológico.
Assinale a alternativa que apresenta a explicação fisiopatológica correta para a utilização do diltiazen tópico para o
tratamento inicial da fissura anal crônica.
A
73%
promover o relaxamento da musculatura esfincteriana
B
1%
evitar a infecção local
C
5%
promover a esfincterotomia química
D
16%
bloquear os canais de cálcio, evitando a estenose anal
E
5%
diminuir o plicoma causado pela fissura
Assinale a alternativa que apresenta o procedimento necessário, além da anamnese, ao exame proctológico para que
seja realizado o diagnóstico de doença hemorroidária.
A inspeção estática e dinâmica da região anal, toque retal, anuscopia e retossigmoidoscopia flexível
B colonoscopia
C anuscopia de alta resolução e toque retal
D palpação, inspeção estática e dinâmica da região anal, toque retal e anuscopia
E toque retal e retossigmoidoscopia rígida
Um homem de 62 anos de idade, sem comorbidades, foi ao consultório. Levou consigo ultrassonografia, com o laudo
compatível com colelitíase, com cálculo de 2 cm. Tinha queixa de alteração do hábito intestinal, empachamento, dor em
todo o abdome e sangramento nas fezes intermitente. Exame abdominal sem alterações. Exame proctológico apresentou
hemorroida grau 1. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta a ser
adotada no momento.
A indicar colecistectomia e, posteriormente, hemorroidectomia
B indicar colecistectomia e tratar clinicamente a doença hemorroidária
C indicar hemorroidectomia e, posteriormente, colecistectomia
D tratar clinicamente a doença hemorroidária, prosseguir a investigação com TC de abdome total e, caso a TC seja
normal, indicar a colecistectomia
E prosseguir a investigação com endoscopia digestiva alta e colonoscopia e tratar clinicamente a doença hemorroidária
Uma paciente de oitenta anos de idade, com antecedente de AVC prévio e com dificuldade de deambulação, foi levada
ao pronto-socorro por familiares, devido à dor abdominal, distensão e parada da eliminação de fezes. No exame:
desidratada +/4+; anêmica +/4+; e com tumoração palpável de, aproximadamente, 10 cm no hipogastro, com sinal de
Gersuny positivo. Não foi permitida a realização do toque retal.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o diagnóstico mais
provável e o exame indicado no momento.
A massa abdominal a esclarecer e TC de abdome e pelve
B fecaloma e RX de abdômen simples
C tumor de cólon, TC de abdome e pelve e colonoscopia
D tumor ovariano e ultrassonografia de abdome e transvaginal
E tumor ovariano e RNM de pelve e abdome
Assinale a alternativa correta em relação à indicação de exames de imagem na pancreatite aguda (PA).
A A presença de alça sentinela, a dilatação do estômago, do duodeno e do cólon transverso e o apagamento do músculo
psoas, na radiografia simples de abdômen, são achados que influenciam na estratificação da gravidade da PA.
B A ultrassonografia de abdome tem grande valor na avaliação das vias biliares e do pâncreas, na estratificação da PA
e na detecção de necrose pancreática.
C A TC de abdome não é um exame necessário na PA branda.
D A colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) está indicada em todos os casos de PA, para excluir a PA
de origem biliar.
E A presença de gases intestinais e obesidade são fatores limitantes para a acurácia do exame de tomografia
Assinale a alternativa que apresenta a enfermidade que não está indicada para a realização da cirurgia de Hartmann
A tumor de sigmoide obstrutivo
B ferimento por arma de fogo no sigmoide maior que 50% da circunferência do cólon, em paciente chocado
C tumor de reto médio irressecável em paciente com abdome agudo obstrutivo
D diverticulite aguda do sigmoide Hinchey III
E colite isquêmica, evoluindo com estenose e perfuração no ponto de Sudeck
Uma mulher de 57 anos de idade estava obesa, diabética, hipertensa, dislipidêmica, com quadro de sete horas de
evolução de dor abdominal em hipocôndrio direito, em cólica, com piora pós-alimentar, associada a náuseas e vômitos.
O ultrassom de abdômen demonstrava espessamento da parede da vesícula biliar > 5 mm. Com base nessa situação
hipotética, assinale a alternativa que apresenta o sinal semiológico mais classicamente associado à patologia descrita.
A
descompressão brusca positiva no ponto cístico
B
interrupção abrupta da inspiração, por dor, à compressão do ponto cístico
C
defesa observada durante a palpação do ponto cístico
D
descompressão brusca positiva no ponto de Mcburney
E
macicez no espaço de Traube
Em relação às causas de abdome agudo obstrutivo (AAO) em alça fechada, julgue os itens a seguir.
I. Volvo de sigmoide
II. Hérnia interna
III. Ileobiliar
IV. Tumor de cólon esquerdo estenosante com válvula ileocecal incompetente
V. Hérnia inguinal encarcerada
A Somente os itens I, II e V estão certos.
B Somente os itens I, II, IV e V estão certos.
C Somente os itens II, III e IV estão certos.
D Somente os itens II, III e V estão certos.
E Todos os itens estão certos.
Julgue os itens a seguir, acerca das doenças que são possíveis de ser diagnosticadas durante a realização do toque
retal.
I. Hiperplasia prostática
II. Fecaloma
III. Retocele
A tomografia de abdome e pelve com contraste deve ser solicitada na suspeita clínica de algumas das enfermidades a
seguir. Quais das enfermidades abaixo listadas, justifica-se a solicitação de tomografia de abdome e pelve com contraste
endovenoso
II. ureterolitíase
V. colecistite aguda