0% acharam este documento útil (0 voto)
56 visualizações13 páginas

Fortaleza

O documento apresenta a ficha de informações de segurança do herbicida FORTALEZABR, destacando sua classificação toxicológica como altamente tóxica e perigosa ao meio ambiente. Contém orientações sobre manuseio, armazenamento, primeiros socorros e medidas de combate a incêndio, além de informações sobre composição e propriedades físicas. A empresa responsável é a OURO FINO QUÍMICA S.A., localizada em Uberaba, MG.

Enviado por

Edirlei Ferreira
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
56 visualizações13 páginas

Fortaleza

O documento apresenta a ficha de informações de segurança do herbicida FORTALEZABR, destacando sua classificação toxicológica como altamente tóxica e perigosa ao meio ambiente. Contém orientações sobre manuseio, armazenamento, primeiros socorros e medidas de combate a incêndio, além de informações sobre composição e propriedades físicas. A empresa responsável é a OURO FINO QUÍMICA S.A., localizada em Uberaba, MG.

Enviado por

Edirlei Ferreira
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 1 de 13

1 - Identificação

Nome da mistura: FORTALEZABR


Principais usos recomendados Herbicida do grupo químico ureia substituída, na forma de suspensão
para a mistura: concentrada (SC). Uso exclusivamente agrícola.

Nome da Empresa: OURO FINO QUÍMICA S.A.

Endereço: Avenida Filomena Cartafina, 22335


Uberaba/ MG - Brasil

Telefone para contato: (16) 3518-2000

Telefone para Emergências: 0800 707 7022 / 0800 17 2020

2 – Identificação de perigos

Classificação da mistura: Portaria n° 3, de 16 de janeiro de 1992 (ANVISA); Portaria Normativa n°


84, de 15 de outubro de 1996 (IBAMA):
Classificação Toxicológica II - Altamente tóxico (ANVISA);
Classificação do Potencial de Periculosidade Ambiental II - Muito perigoso ao meio
ambiente (IBAMA).
ABNT NBR 14725-2

Classes de Perigo Categoria

Perigoso ao ambiente aquático - Agudo 1

Perigoso ao ambiente aquático - Crônico 1

Toxicidade aguda - Oral 4

O grau de perigo nas categorias do GHS diminui de acordo com a crescente numérica, sendo a categoria 1
a mais perigosa.

Elementos de rotulagem do GHS e frases de precaução (ABNT NBR 14725-3):

Pictogramas:

Palavra de advertência: Atenção

Frases de Perigo H302: Nocivo se ingerido


H410: Muito tóxico para os organismos aquáticos, com efeitos prolongados

Frases de Precaução Prevenção


P264: Lave as mãos cuidadosamente após o manuseio.
P270: Não coma, beba ou fume durante a utilização deste produto.
P273: Evite a liberação para o meio ambiente.

Resposta à emergência
P301 + P312: EM CASO DE INGESTÃO: Caso sinta indisposição, contate um CENTRO
DE INFORMAÇÃO TOXICOLÓGICA ou um médico.
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 2 de 13

P330: Enxágue a boca.


P391: Recolha o material derramado.

Disposição
P501: Descarte o conteúdo e/ou recipiente em local apropriado conforme legislação
vigente.

Outros perigos que não


resultam em uma classificação: O contato do produto com os olhos pode provocar irritação leve.

3 – Composição e informações sobre os ingredientes

MISTURA
Ingredientes e impurezas que
contribuem para o perigo: Nome técnico Nº registro CAS Concentração

tebutiurom 34014-18-1 50 %

4 – Medidas de primeiros-socorros

Inalação: Remova a vítima para local arejado. Se a vítima não estiver respirando,
aplique respiração artificial. Não faça respiração boca a boca caso a vítima
tenha inalado ou ingerido o produto. Para estes casos, utilize máscara de
ressuscitamento (mascarilha) ou outro sistema adequado de respiração.
Procure um serviço de saúde levando a embalagem, o rótulo, a bula ou
receituário agronômico do produto.

Contato com a pele: Remova roupas e sapatos contaminados. Lave as áreas atingidas com água
corrente em abundância e sabão. Se necessário, procure um serviço de
saúde levando a embalagem, o rótulo, a bula ou receituário agronômico do
produto.

Contato com os olhos: Retire lentes de contato, se presentes. Lave os olhos com água corrente em
abundância por, pelo menos, 15 minutos, elevando as pálpebras
ocasionalmente. Se necessário, procure um serviço de saúde levando a
embalagem, o rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: NOCIVO SE INGERIDO. NÃO PROVOQUE VÔMITO. Lave a boca com água
corrente em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo
estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Procure
imediatamente um serviço de saúde levando a embalagem, a bula, o rótulo
ou o receituário agronômico do produto.

Sintomas e efeitos mais Nocivo se ingerido. A ingestão do produto pode causar irritação no trato
importantes, agudos ou tardios: gastrointestinal com dor abdominal, náusea, vômito e diarreia. Em grandes
quantidades, a ingestão pode provocar metemoglobinemia manifestada por
dor de cabeça, fadiga, fraqueza, tontura, síncope, taquicardia, dispneia e
aumento do desconforto respiratório até sintomas mais graves como coma,
convulsões, arritmias cardíacas e parada cardiorrespiratória. O contato do
produto com a pele e com os olhos pode provocar irritação. A inalação de
vapores pode causar irritação no trato respiratório.
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 3 de 13

Notas para o médico: Tratamento sintomático e de suporte, de acordo com o quadro clínico. Não
há antídoto específico. Em caso de ingestão, avalie a necessidade de
administração de carvão ativado (até 1 hora após a ingestão). Em caso de
metemoglobinemia sintomática, aplique azul de metileno lentamente por
via endovenosa.

5 – Medidas de combate a incêndio

Meios de extinção: Em caso de incêndio envolvendo o produto, utilize EPI. Pequeno incêndio:
utilize pó químico seco, dióxido de carbono (CO2), jato d'água ou espuma
normal.
Grande incêndio: utilize jato d'água, neblina ou espuma normal. Não
espalhe o material com o uso de jato d'água de alta pressão.
Remova os recipientes da área de fogo, se isto puder ser feito sem risco.
Confine as águas residuais em um dique para posterior destinação
apropriada; evite que o material se espalhe.

Perigos específicos da mistura: Em caso de incêndio envolvendo o produto, o fogo pode produzir gases
irritantes, corrosivos e/ou tóxicos como óxidos de nitrogênio, óxidos de
enxofre, monóxido de carbono e dióxido de carbono.

Medidas de proteção da equipe de NOCIVO SE INGERIDO. Combata o fogo de uma distância segura; se
combate a incêndio: precisar utilize mangueiras com suportes fixos ou canhão monitor. Resfrie
lateralmente os recipientes expostos às chamas com água em abundância,
mesmo após o fogo ter sido extinto. Combata o fogo tendo o vento pelas
costas para evitar intoxicação. Mantenha-se sempre longe de tanques
envoltos em chamas. Utilize roupas protetoras adequadas no combate ao
fogo e equipamento autônomo de respiração.

6 – Medidas de controle para derramamento ou vazamento

Precauções pessoais, equipamentos de proteção e procedimentos de emergência

Para o pessoal que não faz parte dos NOCIVO SE INGERIDO. Use equipamento de proteção individual (EPI).
serviços de emergência: Afaste todas as fontes de ignição e calor. Não fume. Não toque nem
caminhe sobre o produto derramado. Evite o contato do produto com a
pele, olhos e mucosas. Não manuseie embalagens rompidas, a menos que
esteja devidamente protegido com a utilização de equipamento de
proteção individual. Permaneça em local seguro tendo o vento pelas
costas.

Para o pessoal do serviço de Use EPI apropriado. Mantenha as pessoas não autorizadas afastadas. Isole
emergência: a área de derramamento ou vazamento em um raio de 50 metros, no
mínimo, em todas as direções.

Precauções ao meio ambiente: Evite a contaminação ambiental. Em caso de derramamento e vazamento,


contenha imediatamente o material derramado, não permitindo que o
produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Caso ocorra
escoamento do produto para corpos d’água, interrompa imediatamente a
captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e a empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do recurso
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 4 de 13

hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Métodos e materiais para contenção Utilize EPI. Isole e sinalize a área contaminada. Pare o vazamento se isto
e limpeza: puder ser feito sem risco.
Piso pavimentado: absorva o material derramado com terra, areia seca ou
outro material inerte e não combustível. Recolha o produto derramado
com o auxílio de uma pá limpa e o acondicione em recipientes adequados
e devidamente identificados para descarte posterior.
Grande derramamento: confine o fluxo em um dique longe do
derramamento para posterior destinação apropriada. Previna a entrada do
produto derramado em cursos d’água, rede de esgotos, porões ou áreas
confinadas. Lave o local com água e sabão, tomando medidas preventivas
para evitar a contaminação ambiental. O produto derramado não deverá
mais ser utilizado. Consulte a empresa para devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado e proceda conforme indicado acima.

7 – Manuseio e armazenamento

Precauções para manuseio seguro: NOCIVO SE INGERIDO. Utilize EPI. Não manuseie o produto sem os EPIs
recomendados ou se estiverem danificados. Evite o contato do produto
com a pele, olhos e mucosas. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a
evitar respingos. Manuseie o produto em local arejado e longe de
qualquer fonte de ignição ou calor. Não fume. Assegure uma boa
ventilação no local de trabalho. Manipule respeitando as regras gerais de
segurança e higiene industrial e/ou as boas práticas agrícolas. Não
desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não aplique o produto na
presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia. Aplique o
produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Leia
e siga as instruções de uso recomendadas na bula e no rótulo. Observe o
prazo de validade. Não reutilize a embalagem vazia. Não lave embalagens
ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Não coma ou beba durante o manuseio e aplicação do produto. Tome
banho imediatamente após a aplicação do produto. Troque e lave as suas
roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilize luvas e avental de borracha. Faça a manutenção e lavagem
dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto longe de
fontes d’água para consumo.

Condições de armazenamento Evite armazenar o produto próximo a fontes de ignição e calor. Em caso
seguro, incluindo qualquer de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
incompatibilidade: da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Armazene o produto
em sua embalagem original, sempre fechada, a temperatura ambiente e
ao abrigo da luz. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos,
devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A
construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local
deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de
advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando
o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver
sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Observe as
disposições constantes da Legislação Estadual e Municipal.
Material recomendado para embalagem: frascos plásticos.
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 5 de 13

8 – Controle de exposição e proteção individual

Parâmetros de controle

Limites de exposição ocupacional: Não há limites de exposição ocupacional estabelecidos pela legislação
brasileira - NR 15 (MTE, 2014), ACGIH (2017), OSHA nem NIOSH para o
tebutiurom.

NR 15: Norma regulamentadora nº 15 do Ministério do Trabalho e Emprego.

Indicadores biológicos de exposição: Não há indicadores biológicos de exposição estabelecidos pela legislação
brasileira - NR 7 (MTE, 2013) nem pela ACGIH (2017) para o tebutiurom.

NR 7: Norma regulamentadora nº 7 do Ministério do Trabalho e Emprego.

Medidas de controle de engenharia: Assegure ventilação adequada durante a manipulação do produto.


Providencie ventilação exaustora onde os processos exigirem. Chuveiros de
emergência e lava-olhos devem estar disponíveis próximos à área de
trabalho.

Medidas de proteção pessoal

Proteção dos olhos/face: Óculos de segurança com proteção lateral.

Proteção da pele: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando
por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; luvas de nitrila e touca árabe.

Proteção respiratória: Máscara com filtro mecânico classe P2.

Perigos térmicos: Não disponível.

9 – Propriedades físicas e químicas

Aspecto: Líquido marrom (opaco).

Odor: Característico.

Limite de odor: Não disponível.

pH: 6,79 (solução aquosa) a 20°C.

Ponto de fusão/ponto de
congelamento: Tebutiurom Técnico Ouro Fino: 162,6°C.

Ponto de ebulição inicial e faixa de


temperatura de ebulição: 80°C.

Ponto de fulgor: >80°C.

Taxa de evaporação: Não disponível.

Inflamabilidade (sólido; gás): Não aplicável.


Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 6 de 13

Limite inferior/superior de
inflamabilidade ou explosividade: Não disponível.

Pressão de vapor: Tebutiurom Técnico Ouro Fino: 3x10-5 Pa (0,030 mPa ou 2,24x10-7 mmHg)
a 25°C.

Densidade de vapor: Não disponível.

Densidade/Densidade relativa: 1131,9 kg/m³ (1,1319 g/cm³) a 20°C.

Solubilidade: Imiscível em água, hexano e metanol.

Coeficiente de partição - n-octanol/


água: Tebutiurom Técnico Ouro Fino: Log KOW= 1,83 a 20°C (pH 4,83).

Temperatura de autoignição: Não disponível.

Temperatura de decomposição: Não disponível.

Viscosidade: 2,743 Pa.s (2743 mPa.s) a 20°C.

Corrosividade: Taxas de corrosão: aço inoxidável = 0,0001 mm/ano; alumínio = 0,0063


mm/ano; cobre = 0,0025 mm/ano; ferro = 0,0237 mm/ano e latão =
0,0012 mm/ano.

Tensão superficial: 0,05044 N/m (solução 1% m/v).

10 – Estabilidade e reatividade

Reatividade: Nenhuma, quando armazenado e utilizado adequadamente.

Estabilidade química: O produto é estável à temperatura ambiente e ao ar.

Possibilidade de reações perigosas: Nenhuma, quando armazenado e utilizado adequadamente.

Condições a serem evitadas: Fontes de ignição e calor.

Materiais incompatíveis: Não disponível.

Produtos perigosos da
decomposição: Não disponível.

11 – Informações toxicológicas

Toxicidade aguda: DL50 oral (ratos fêmeas): 500 mg/kg p.c.


DL50 dérmica (ratos machos e fêmeas): >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (ratos machos e fêmeas): >1,053 mg/L/4h (máxima
concentração atingível na atmosfera da câmara).
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 7 de 13

Corrosão/ irritação da pele: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos produziu edema em 1/3
dos animais. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal em até 24
horas após o tratamento.

Lesões oculares graves/ irritação A substância-teste aplicada nos olhos dos coelhos produziu hiperemia
ocular: conjuntival em 3/3 dos olhos testados, secreção conjuntival em 2/3 dos
olhos testados, e edema conjuntival em 1/3 dos olhos testados. Todos os
sinais de irritação retornaram ao normal em até 72 horas após o
tratamento.

Sensibilização respiratória ou à pele: Não sensibilizante dérmico em cobaias.

Mutagenicidade em células O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação


germinativas: gênica reversa (teste de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula
óssea de camundongos.

Carcinogenicidade: Tebutiurom: Em estudos conduzidos em ratos e camundongos, pela via


oral, não foi observado aumento da incidência de neoplasias relacionadas
ao tratamento. No entanto, devido à ausência de toxicidade sistêmica,
concluiu-se que as doses utilizadas nos estudos eram muito baixas para
avaliar o potencial carcinogênico do tebutiurom (U.S. EPA, 2002).

Toxicidade à reprodução: Tebutiurom: Em estudos conduzidos em ratos, pela via oral, não foram
observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos nem sobre o
desenvolvimento (U.S. EPA, 2002).

Toxicidade para órgãos-alvo Após análise das informações disponíveis em literatura, não foram
específicos – exposição única: encontrados dados relevantes referentes à toxicidade sistêmica para
órgãos-alvo após exposição única ao tebutiurom.

Toxicidade para órgãos-alvo Após análise das informações disponíveis em literatura, não foram
específicos – exposição repetida: encontrados dados relevantes referentes à toxicidade sistêmica para
órgãos-alvo após exposição repetida ao tebutiurom.

Perigo por aspiração: Não disponível.

12 – Informações ecológicas

Ecotoxicidade

Toxicidade para algas: CEr50 (72h): 0,55 mg/L (Pseudokirchneriella subcapitata).

Toxicidade para crustáceos: CE50 (48h): >100 mg/L (Daphnia magna).

Toxicidade para peixes: CL50 (96h): 428,71 mg/L (Danio rerio).

Persistência e degradabilidade: Tebutiurom: Esta substância é resistente à degradação química e biológica


no meio ambiente. É persistente no solo, na água e no sedimentos sob
condições aeróbicas e anaeróbicas (U.S. EPA, 1994).

Potencial bioacumulativo: Tebutiurom: Esta substância apresenta baixo potencial de bioacumulação


em organismos aquáticos (U.S. EPA, 1994).

Mobilidade no solo: Tebutiurom: Devido à baixa adsorção em sedimentos, o tebutiurom pode


Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 8 de 13

apresentar alta mobilidade no solo e pode atingir águas subterrâneas e


superficiais (U.S. EPA, 1994).

Outros efeitos adversos: Não disponível.

13 – Considerações sobre destinação final


Métodos recomendados para destinação final

Resíduos de misturas: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em
desuso, consulte a empresa para a devolução, desativação e destinação
final. Mantenha as eventuais sobras dos produtos em suas embalagens
originais adequadamente fechadas. Não descarte em sistemas de esgotos,
cursos d’água e estações de tratamento de efluentes. Observe a legislação
estadual e municipal.

Embalagens usadas: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL


LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes
procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do
pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; tampe bem a
embalagem e agite-a por 30 segundos; despeje a água da lavagem no
tanque pulverizador; faça esta operação três vezes; inutilize a embalagem
plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob
pressão, siga os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador; acione o mecanismo para liberar o jato de água; direcione o
jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos; a água de lavagem deve ser transferida para o tanque do
pulverizador; inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o
fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adote os
seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
a mantenha invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição
vertical, durante 30 segundos. Mantenha a embalagem nessa posição,
introduza a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o
jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos; toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do
pulverizador; inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o
fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta
embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com
piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 9 de 13

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda
esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da
embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da
embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com
piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem deve
ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda
esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da
embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da
embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com
piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 10 de 13

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,


somente poderá ser realizada pela empresa registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no
meio ambiente causa a contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

14 – Informações sobre transporte


Regulamentações nacionais e internacionais

Terrestre:
MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES. Decreto n° 96.044, de 18 de maio de 1988. Resolução nº 5.232, de 14 de
dezembro de 2016, alterada pela Resolução nº 5581, de 22 de novembro de 2017, que substituem a Resolução
nº 420/2004 e suas atualizações.
Hidroviário:
INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION. International Maritime Dangerous Goods Code (IMDG Code, 2016).

Aéreo:
INTERNATIONAL AIR TRANSPORT ASSOCIATION. Dangerous Goods Regulation. 59th ed. (IATA, 2018).

Classificação para o transporte terrestre:

Número ONU: 3082


Nome apropriado para embarque: SUBSTÂNCIA QUE APRESENTA RISCO PARA O MEIO AMBIENTE, LÍQUIDA, N.E.
(tebutiurom)
Classe ou subclasse de risco: 9
Número de risco: 90
Grupo de embalagem: III
Perigo ao meio ambiente: Sim

Classificação para o transporte hidroviário:

Número ONU: 3082


Nome apropriado para embarque: ENVIRONMENTALLY HAZARDOUS SUBSTANCE, LIQUID, N.O.S. (tebuthiuron)
Classe ou subclasse de risco: 9
Grupo de embalagem: III
Poluente marinho: Sim
EmS: F-A, S-F

Classificação para o transporte aéreo:

Número ONU: UN 3082


Nome apropriado para embarque: Environmentally hazardous substance, liquid, n.o.s. (tebuthiuron)
Classe ou subclasse de risco: 9
Grupo de embalagem: III
Perigo ao meio ambiente: Sim
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 11 de 13

15 – Informações sobre regulamentações


Regulamentações específicas de segurança, saúde e meio ambiente para o produto químico

Nacionais: Lei n° 7.802, de 11 de julho de 1989. Decreto n° 4.074 de janeiro de


2002.
Portaria n° 229, de 24 de maio de 2011.
Portaria n° 704, de 28 de maio de 2015.
ANVISA: Portaria n° 3, de 16 de janeiro de 1992;
IBAMA: Portaria Normativa n° 84, de 15 de outubro de 1996.
Esta Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) foi
elaborada de acordo com NBR 14725-4:2014, da ABNT (Associação
Brasileira de Normas Técnicas).

16 – Outras informações
Informações importantes, mas não especificamente descritas nas seções anteriores

Limitações e Garantias: As informações contidas nessa ficha correspondem ao estado atual do


conhecimento técnico-científico Nacional e Internacional deste produto. As
informações são fornecidas de boa fé, apenas como orientação, cabendo ao
usuário a sua utilização de acordo com as leis e regulamentos federais,
estaduais e locais pertinentes.

Alterações: Na revisão 07 desta FISPQ, foi alterada a seguinte seção: 01 (Razão


Social). Data da versão anterior: 28/06/2018.

Referências AMERICAN CONFERENCE OF GOVERNMENTAL INDUSTRIAL HYGIENISTS


(ACGIH). Threshold Limit Values (TLVs®) and Biological Exposure
Indices (BEIs®). Cincinnati, United States of America, 2017.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA (ABIQUIM). Manual


para atendimento a emergências com produtos perigosos: Guia para
Primeiras ações em acidentes. 6ª. ed. São Paulo, Brasil, 2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-1:


Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 1: Terminologia. Rio de Janeiro, Brasil, 2009. Versão corrigida: 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-2:


Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 2: Sistema de classificação de perigo. Rio de Janeiro, Brasil, 2009.
Versão corrigida 2: 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-3:


Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 3: Rotulagem. Rio de Janeiro, Brasil, 2017.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-4:


Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 4: Ficha de informações de segurança de produtos químicos. Rio de
Janeiro, Brasil, 2014.
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 12 de 13

Banco de dados PLANITOX - The Science-based Toxicology Company.


BRASIL. Decreto n° 4074, de 4 de janeiro de 2002. Regulamenta a Lei n°
7.802, de 11/07/1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a
produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a
comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a
exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a
classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus
componentes e afins, e dá outras providências. Diário Oficial [da] União,
Poder Executivo, Brasília, DF, 8 jan. 2002.

BRASIL. Decreto n° 96.044, de 18 de maio de 1988. Aprova o


Regulamento para o transporte Rodoviário de Produtos Perigosos e dá
outras providências. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília,
DF, 19 maio 1988.

BRASIL. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais


Renováveis (IBAMA). Portaria Normativa n° 84, de 15 de outubro de 1996.
Registro e avaliação do potencial de periculosidade ambiental - (ppa) de
agrotóxicos. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 18
de outubro de 1996.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n°3, de 16 de janeiro de 1992.


Ratifica os termos das “diretrizes e orientações referentes à autorização de
registros, renovação de registro e extensão de uso de produtos agrotóxicos
e afins - nº1, de 09/12/1991”, publicadas no D.O.U. em 13/12/91. Diário
Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 04 de fevereiro de
1992. Anexo III.

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Portaria nº 229, de 24


de maio de 2011. Altera a norma regulamentadora NR 26 - Sinalização de
Segurança. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 27
maio 2011. Disponível em:
<http://acesso.mte.gov.br/legislacao/2011.htm>. Acesso em: 26 jun.
2018.

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Portaria Nº 704, de 28


de maio de 2015. Altera a Norma Regulamentadora nº 26 (NR26) -
Sinalização de Segurança. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo,
Brasília, DF, 29 maio 2015. Disponível em:
<http://acesso.mte.gov.br/legislacao/2015.htm> . Acesso em: 26 jun.
2018.

BRASIL. Ministério dos Transportes. Resolução n° 5.232, de 14 de


dezembro de 2016. Aprova as Instruções Complementares ao Regulamento
Terrestre do transporte de Produtos Perigosos, e dá outras providências.
Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de dezembro
de 2016.
BRASIL. Ministério dos Transportes. Resolução nº 5581, de 22 de
novembro de 2017. Altera a Resolução ANTT nº 5.232, de 2016, que
aprova as Instruções Complementares ao Regulamento Terrestre do
Transporte de Produtos Perigosos, e seu anexo. Diário Oficial [da]
União, Poder Executivo, Brasília, DF, 22 de novembro de 2017.
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: FORTALEZABR Revisão: 07 Data: 29/07/2019

Página 13 de 13

INTERNATIONAL AIR TRANSPORT ASSOCIATION (IATA). Dangerous


Goods Regulation. 59th ed., 2018.

INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION (IMO). International


Maritime Dangerous Goods Code (IMDG Code). London, 2016.
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (MTE). Norma Regulamentadora
nº 15: Atividades e operações insalubres. Diário Oficial [da] União,
Poder Executivo, Brasília, DF, 6 jul. 1978 (atualizada em 13 ago. 2014).
Disponível em: <http://www.mte.gov.br/seguranca-e-saude-no-
trabalho/normatizacao/normas-regulamentadoras/norma-
regulamentadora-n-15-atividades-e-operacoes-insalubres>. Acesso em: 26
jun. 2018.

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (MTE). Norma Regulamentadora


nº 7: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Diário
Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 6 jul. 1978 (atualizada
em 09 dez. 2013). Disponível em: <http://www.mte.gov.br/seguranca-e-
saude-no-trabalho/normatizacao/normas-regulamentadoras/norma-
regulamentadora-n-07-programas-de-controle-medico-de-saude-
ocupacional-pcmso>. Acesso em: 26 jun. 2018.

UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY (U.S. EPA).


Memorandum: Tebuthiuron. Preliminary Human Health Risk Assessment.
HED Chapter for the Tolerance Reassessment Eligibility Decision (TRED).
Washington, D.C., United States of America, 2002. Disponível em:
<https://www.regulations.gov/document?D=EPA-HQ-OPP-2002-0146-
0002>. Acesso em: 26 jun. 2018.

UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY (U.S. EPA).


Reregistration Eligibility Decision (RED) for Tebuthiuron.
Washington, D.C., United States of America, 1994. Disponível em:
<https://www3.epa.gov/pesticides/chem_search/reg_actions/reregistratio
n/fs_PC-105501_1-Apr-94.pdf>. Acesso em: 26 jun. 2018.

Abreviações:

ACGIH American Conference of Governmental Industrial Hygienists.


CAS Chemical Abstract Service.
CE50 Concentração efetiva do agente químico que causa inibição de 50% da
biomassa em relação ao controle nas condições de teste.

CEr50 Concentração efetiva do agente químico que causa inibição de 50% da


taxa de crescimento em relação ao controle nas condições de teste.

CL50 Concentração que resulta em morte de 50% dos animais de


experimentação em relação ao controle nas condições de teste.

DL50 Dose administrada que resulta em morte de 50% dos animais de


experimentação nas condições do teste.

EPI Equipamento de proteção individual.


GHS Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals.
NIOSH National Institute for Occupational Safety and Health.
OSHA Occupational Safety and Health Administration.
p.c. Peso corpóreo.

Você também pode gostar