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Variação Linguística e Preconceito na Escola

O documento discute a importância da variação linguística no ensino de Língua Portuguesa nas escolas públicas, destacando a necessidade de superar o preconceito linguístico e a abordagem exclusiva da gramática normativa. A pesquisa busca compreender como a variação linguística é abordada em sala de aula e propõe estratégias educativas para promover a diversidade linguística. Além disso, enfatiza a relevância de formar professores capacitados para lidar com essa temática e valorizar as diferentes formas de expressão dos alunos.

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Variação Linguística e Preconceito na Escola

O documento discute a importância da variação linguística no ensino de Língua Portuguesa nas escolas públicas, destacando a necessidade de superar o preconceito linguístico e a abordagem exclusiva da gramática normativa. A pesquisa busca compreender como a variação linguística é abordada em sala de aula e propõe estratégias educativas para promover a diversidade linguística. Além disso, enfatiza a relevância de formar professores capacitados para lidar com essa temática e valorizar as diferentes formas de expressão dos alunos.

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A Variação Linguística e o Preconceito Linguístico na Escola Pública

Tertuliano Solon Brandão Cidade de Pedro II

Linguagem: Diversidade e Políticas Linguísticas


1. JUSTIFICATIVA

As línguas orais apresentam variação, seja no eixo lexical, semântico,


morfossintático e estilístico. O ensino da variação linguística, no entanto, é tema recente a ser
abordado nas escolas, e por essa razão, os professores ainda carecem de propostas
pedagógicas para levar adiante práticas educativas que visem acabar com o preconceito
linguístico presente no meio educacional e nos demais segmentos sociais. Assim, essa
pesquisa surge como inquietação que vivenciei como aluno: nas aulas de língua portuguesa só
estudávamos quase que predominantemente a gramática normativa-prescritiva, que é o
principal objetivo do ensino da língua materna, e raramente meus professores da disciplina
mencionavam ou ministravam aulas sobre a variação linguística.

O estudo da variação linguística contribui para que entendamos que qualquer língua
varia e muda no decorrer do espaço e do tempo. Neste sentido, Coelho et. al (2015, p. 70) cita
que “cada estado da língua é resultado de um longo e contínuo processo histórico. As
mudanças ocorrem a todo momento, ainda que nos sejam imperceptíveis” Assim, o fazer
pedagógico do professor de língua materna deve permear esse entendimento para que as aulas
da disciplina não se transformem em meros estudos prescritivos da gramática tradicional.

Segundo a tese de doutorado de Silva (2017, p. 56) “o ensino de Língua Portuguesa


que privilegie apenas a norma culta tende a não promover a emancipação social e intelectual
do indivíduo, mas reforçar as desigualdades já existentes na sociedade”. A partir da citação, é
possível perceber que o e n s i n o exclusivo da gramática tradicional nas aulas de
português acarreta como consequência a aversão dos estudantes pela matéria e o pouco
envolvimento nas atividades em sala de aula, o que pode ocasionar a evasão escolar. Daí a
importância do estudo, pois a variação linguística é parte dos conteúdos preconizados pelos
documentos oficiais que regem o ensino da língua portuguesa no país, como os Parâmetros
Curriculares Nacionais no Ensino Médio (PCNEM).

Nesta perspectiva, continuar fazendo pesquisas sobre a temática é relevante de


modo que se permita compreender como a variação linguística tem sido abordada em sala de
aula, a a partir da didática empregada pelo professor, fazendo um paralelo com outros estudos
já publicados sobre o tema, com as orientações metodológicas trazidas pelos documentos
norteadores do Ensino Médio e com as orientações contidas no livro didático da disciplina de
Português do PNLD, edição 2021. Permitirá também servir de inspiração para estudos
futuros.

1.1 Problemas de Pesquisa

Levando em consideração que o professor de Língua Portuguesa tem dificuldade em


lidar com o tema da variação linguística em sala de aula, já que a escola não lhe oferece os
meios e as condições eficazes de trabalhar os eventos de oralidade de seus alunos, propomos
as seguintes questões de pesquisa:

De que forma tem sido trabalhada a abordagem sobre a variação linguística e a


consciência a respeito de tal variação nas aulas de Lingua Portuguesa do Ensino Médio na
escola Tertuliano Solon Brandão?

Quais as estratégias educativas mais eficientes baseadas em evidências científicas


para se trabalhar a norma-padrão da Língua Portuguesa e ao mesmo tempo abordar as demais
variedades linguísticas em sala da aula, observando os níveis de linguagem presentes em
genêros textuais?

Como é tratado o fenômeno da variação linguística e o conceito de preconceito


linguístico no livro didático? Existe um capítulo específico para tratar do asunto? Que gêneros
textuais são utilizados pelos autores para abordar a variação linguística?

1.2 Hipóteses

Trabalhar variação linguística em sala de aula é imprescindível para que os


discentes aprendam a adequar seu vocabulário às múltiplas situações comunicativas que virá a
se deparar no meio social em que convive com sua comunidade. Com esse intuito, sugerimos
algumas propostas de como de se pode trabalhar a variação linguística em sala de aula:

 Análise comparativa entre registro da fala ou da escrita e os preceitos


normativos estabelecidos pela gramática tradicional, além do levantamento das marcas de
variação linguística ligadas aos mais diversos gêneros textuais, por meio da comparação de
textos que tratem de um mesmo assunto para públicos com características diferentes;

 Análise da força expressiva da linguagem popular na comunicação cotidiana,


na mídia a nas artes, analisando depoimentos, filmes, peças de teatro, novelas televisivas,
música popular, romances e poemas, dentre outras manifestações socioculturais;

 Estudo acerca do desenvolvimento das competências linguística, comunicativa


e interacional dos educandos, isto é, a capacidade do usuário de empregar adequadamente a
língua nas diversas situações de comunicação, com o intuito de ampliar o repertório dos
falantes, além de despertar no aluno reflexões a respeito do preconceito linguístico.

2. OBJETIVOS

2.1 Objetivo geral:

Compreender a abordagem da variação e diversidade linguística no processo de


ensino-aprendizagem da disciplina de Língua Portuguesa, no Ensino Médio, na rede pública
de ensino Tertuliano Solon Brandão, na cidade de Pedro II.

2.2 Objetivo específicos:

 Levantar os documentos oficiais que regem o ensino de Português no ensino


médio, com destaque para o tratamento metodológico dado ao ensino da variação linguística,
bem como das orientações trazidas no livro didático referente à diversidade linguística na
disciplina de língua portuguesa do PNLD (Programa Nacional do Livro Didático), edição
2021.

 Identificar as formas de abordagem da variação linguística no ensino de


Língua Portuguesa pelos professores.

 Avaliar a relação entre a didática dos professores no ensino da variação


linguística e as orientações metodológicas apresentadas pelos documentações oficiais e do
livro didático do PNLD de 2021.

3. METODOLOGIA

Considerando o objetivo geral desse projeto, que é compreender o tratamento dado


ao ensino da variação linguística no ensino médio da rede pública da escola estadual
Tertuliano Solon Brandão, localizada na cidade de Pedro II/PI, cidade que faz divisa entre os
Estados do Piauí e do Ceará, a pesquisa será de abordagem qualitativa. Conforme Nascimento
& Oliveira (2016, p. 73), esse tipo de pesquisa faz “uma relação dinâmica entre o mundo real
e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do
sujeito”.

Quanto aos objetivos, a pesquisa será exploratória, que conforme Nascimento e


Oliveira (2016, p.73), “objetiva a maior familiaridade com o problema, tornando-o explícito”.
E quanto aos procedimentos técnicos, a pesquisa será de ordem bibliográfica e de campo.
Conforme Markoni & Lakatos (2013, p. 183) “a pesquisa bibliográfica, ou fontes secundárias,
abrange toda bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo”. Nesta
perspectiva, para o aprofundamento do referencial teórico, será necessário buscar informações
em dissertação de mestrado, tese de doutorado, livros, artigos científicos, documentos oficiais
do ensino médio (o PCNEM e o OCNEM) e nas orientações contidas no livro didático da
disciplina de Português do PNLD de 2021.

Quanto a pesquisa de campo, Gil (2002, p. 53) cita que é no estudo de campo que o
pesquisador realiza a maior parte de seu estudo pessoalmente, pois é importante que o
pesquisador tenha uma experiência direta com a situação pesquisada. Neste caso, com a
didática de docentes de língua materna na condução do ensino da variação linguística na
escola.

Assim, a coleta dos dados será realizada com 3 professoras que trabalham na escola
pública de ensino médio Tertuliano Solon Brandão na cidade de Pedro II, cidade
historicamente marcada por muitas variações linguísticas. Todas essas docentes são efetivas,
ministram aulas de língua portuguesa, possuem graduação e especialização, sendo formadas
em instituições públicas de ensino superior.

O instrumento que será utilizado para essa coleta dos dados será um questionário,
adaptado dos trabalhos de Sales (2019) e Silva (2017), contendo 12 questões abertas. A
escolha por esse instrumento se dá porque “constitui o meio mais rápido e barato de obtenção
de informações, além de não exigir treinamento de pessoal e garantir o anonimato” (GIL,
2002, p. 115). Nesse contexto, a aplicação desse instrumento será realizado in loco, na
própria escola onde trabalham essas educadoras, sendo que as respostas e as identificações
das profissionais terão total sigilo.
A intenção de aplicação desse questionário é saber como as docentes pesquisadas
tratam a variação e a diversidade linguísticas em suas aulas e ainda avaliar a didática de
acordo com as orientações metodológicas trazidas pelos documentos norteadores do Ensino
Médio (PCNEM e OCNEM) e com as recomendações contidas no livro didático do PNLD de
2021.

Os dados coletados terão análise do conteúdo, sendo que as respostas das professoras
pesquisadas terão o aporte de outros estudos feitos anteriormente sobre a variação linguística
na escola.

4. FUNDAMENTAÇÃO TÉORICA

Este projeto se insere no campo da Sociolinguística. Neste prisma, Coelho et al (2015,


p. 12), conceitua que “a Sociolinguística é uma área da Linguística que estuda a relação entre
a língua que falamos e a sociedade em que vivemos”. Assim, pela própria definição do autor,
pode-se inferir que a língua é um fato social, ou seja, ela acompanha a variação que ocorre na
sociedade. Portanto, o papel da Sociolinguística é mostrar como e porque a língua varia
dentro de uma determinada comunidade de fala.

Neste sentido, a variação linguística “é o processo pelo qual duas ou mais formas
podem ocorrer no mesmo contexto com o mesmo referencial/representacional, isto é, com o
mesmo significado” (COELHO et. al, 2015, p. 16). Como exemplo de variação linguística
podemos citar o uso das variantes você, tu, ocê e cê para fazer referência ao nosso
interlocutor, já que qualquer uma dessas diferentes formas convive na língua portuguesa com
o mesmo sentido, e por essa razão seu uso não impede a comunicação entre seus usuários.

A variação da Lingua Portuguesa ocorre por conta de fatores internos, mas também
devido a fatores externos como a origem geográfica do falante, sua faixa etária, o estilo de
fala, o grau de escolaridade, classe social, sexo, idade, dentre outros fatores. A variação
linguística contempla desde a modalidade oral até a atividade escrita, e está vinculada a
fatores sociais, geográficos e históricos. Pretende-se, nesse estudo, analisar fatores de variação
presentes na linguagem falada.

Segundo os estudos de Labov (2008), a variação da língua não acontece de forma


aleartória e/ou caótica, ela é sistematizada e qualquer situação de variação linguística pode ser
explicada na configuração social da comunidade de fala, já que não é possível entender a
língua de uma determinada comunidade de falantes fora do contexto social em que ela é
empregada. Tal constatação advém do fato de que a língua não é um produto cultural
homogêneo e estático, mais um fenômeno social heterogêneo e complexo, que sofre variação
ao longo do tempo, segundo a sua própria lógica e regras internas. Pois segundo Bagno
(2007:p.27): “a linguística demonstra que todas as formas de expressão verbal têm
organização gramatical, seguem regras e tem uma lógica linguística perfeitamente
demonstrável, ou seja, nada na língua é por acaso”.

De acordo com Bortoni-Ricardo (2009), a variação linguística é uma realidade


característica das línguas que refletem a heterogeneidade sociocultural de seus falantes e
manifesta-se nas interações sociais realizadas nas mais distintas situações e ambientes. Nesse
sentido, os falantes deverão adequar sua linguagem às situações comunicativas vivenciadas
por eles, e o desenvolvimento das competências linguística, comunicativa e interacional lhes
permitirão fazer essa adequação. Desse modo, ao invés de trabalhar com as noções de certo e
errado -preconizadas pela gramática normativa-, a Sociolinguística propõe a adoção das
noções de adequabilidade e inadequabilidade de acordo com cada contexto de comunicação,
cuja empregabilidade social depende do grau de adequação ou não de uso da língua pelo
falante.

Contudo, o tratamento da variação linguística na escola ainda enfrenta a resistência


da maior parte dos professores. Nesse sentido, Filho & Sobrinha (2011) mencionam que o
docente de português ainda possui o receio de abordar a variação linguística em sala de aula e
esse receio ocorre porque os educadores tem dificuldade em trabalhar a competência
linguística dos estudantes, devido principalmente a falta de uma formação profissional
continuada por parte dos professores e do sitema escolar.

Apesar de os documentos oficiais de ensino orientarem a abordagem da diversidade


linguística na escola, ainda assim os professores não trabalham o respectivo conteúdo ou
quando trabalham o fazem de forma pouco aprofundada, visto que ainda há pouco material
bibliográfico a respeito do tema. Nesse contexto, é imprescindível que o professor conheça a
realidade cultural e social dos seus alunos e que, embasado nesse conhecimento, adéque sua
linguagem para ser melhor compreendido; promova ações que favoreçam o aprendizado de
outras variedades linguísticas com as quais eles não estão familiarizados, por meio de um
ambiente que facilite o processo de ensino-aprendizagem, e realize ações pedagógicas que
valorizem a realidade linguística dos discentes.
A variação linguística é um assunto que tem sido discutido veementemente pelos
sociolinguistas nos últimos anos. Segundo Bortoni Ricardo (2009), a vertente da
Sociolinguistica Educacional- uma das correntes modernas da Sociolinguistica- tem
demonstrado preocupação com a diversidade linguística em sala de aula, sobretudo em
decorrência do preconceito linguístico ou da discriminação linguística, que conforme
conceitua Bagno (2008) é a atitude de intolerância contra as variedades linguísticas e seus
usuários, e a forma mais perversa e sutil de discriminação e exclusão social por meio da
linguagem. Sobre a existência do preconceito linguístico nas escolas, os PCNS (1997, p.31)
são bastante específicos em afirmar que:

“O problema do preconceito disseminado na sociedade em relação às falas dialetais


deve ser enfrentado, na escola, como parte do objetivo educacional mais amplo de
educação para o respeito à diferença. Por isso, e também para poder ensinar Língua
Portuguesa, a escola precisa livrar-se de alguns mitos: o de que existe uma única
forma “certa” de falar – a que se parece com a escrita – e o de que a escrita é o
espelho da fala – e, sendo assim, seria preciso “consertar” a fala do aluno para evitar
que ele escreva errado”.

O preconceito linguístico, muitas vezes, é vinculado aos grupos sociais de baixa


escolaridade ou renda, ocasionando um preconceito além do linguístico, o preconceito social.
Coelho et al (2015) assinala que não há nada que torne um grupo social melhor do que o
outro. O que acontece, segundo os autores, “é o valor atribuído a um estrato da sociedade que
usa (ou que imaginamos que usa) certas construções e não outras ‘’ (COELHO et. al., 2015, p.
65).

Em nosso país, a variação linguística está vinculada à estratificação social do falante


e ao espaço geográfico habitado por ele (rural ou urbano). Isso acontece devido à má
distribuição de renda entre a população e ao acesso restrito da população menos favorecida à
cultura letrada. Por essa razão, é importante que professores e alunos tenham uma consciência
crítica de que a variação linguística reflete as desigualdades sociais de uma sociedade em
determinada época e em dado contexto social.

Para Marcos Bagno (2008), a noção de erro linguístico está relacionada à pessoa que
fala, em virtude da posição social que a mesma ocupa na hierarquia social, ou seja, uma dada
expressão usada por determinado falante de classe social desfavorecida é tachada de erro,
enquanto a mesma expressão, utilizada por falante de classe social mais abastada, pode vir a
ser considerada correta, dependendo do contexto em que se insere o ato de comunicação.
Dessa forma, não é o modo como se fala que define a maneira correta de se expressar em
determinada língua, e sim quem a fala. Em decorrência disso, ocorre um distanciamento da
maioria dos alunos da rede escolar, por não corresponderem às expectativas de ensino
preconizadas pela gramática normativa , já que a maioria dos estudantes de escola pública são
provenientes de familías menos abastadas.

De acordo com a Sociolinguística Educacional, os conceitos de certo e errado dentro


dos padrões linguísticos são noções exclusivamente ideológicas, sem nenhuma evidência
científica com relação aos usos e recursos propriamente linguísticos dos falantes. Se há
comunicação entre os usuários da língua, se há interação entre seus pares, não existe o erro
linguístico. Para a Sociolinguística, se erro existe, é quando escolhemos um registro
inadequado à situação vivenciada pelo falante. E o erro, do ponto de vista científico, é sempre
social, determinada por certas convenções que visam normatizar a língua, e não linguístico. .

Embora se reconheça a necessidade do educando em conhecer a norma-padrão da


língua, a escola não deve priorizar o ensino de apenas uma variedade da língua, mas sim
trabalhar as diferentes variedades dialetais, sem preconceitos. É importante que esse trabalho
seja feito por meio do uso de textos de diferentes gêneros, com o objetivo de ampliar o
repertório linguístico dos estudantes e contribuir para o desenvolvimento de suas
competências linguística, comunicativa e interacional que lhes possibilitem o aprendizado
necessário da língua portuguesa e de suas variedades linguísticas.

5. CRONOGRAMA

Atividade 2021.2 2022.1 2022.2 2023.1


Preparação do projeto X X
Fundamentação teórica X X
Qualificação do projeto X
Coleta de dados X X
Aplicação do questionário X
Análise dos dados X X
Apresentação da pesquisa em andamento
na disciplina Seminário de Pesquisa I X
Verificação de hipóteses e resultados X X
Redação da dissertação X X
Defesa da dissertação X
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49 ed. São Paulo: Edições
Loyola, 2008.

_____. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo:
Parábola, 2007.

BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna: a sociolinguística em sala de


aula. São Paulo: Parábola, 2009.

BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio:


área de ensino Linguagens, Códigos e suas tecnologias. Brasília, 2000. Disponível em:
[Link] Acesso em: 02 nov. 2020.

Ministério da Educação. Secretária da Educação Básica: Orientações Curriculares para


o Ensino Médio. Brasília, MEC/SEB, 2006 Disponível em:
[Link] 1_internet,pdf/. Acesso em: 02 nov.
2020.

COELHO, Izete Lehmkuhl et. al. Para conhecer Sociolinguística. São Paulo; Contexto,
2015.

FILHO, Odilon de Mesquita; SOBRINHA, Cecília Souza Santos. A variação linguística no


ensino de língua materna: o que o professor de língua deve fazer na sala de aula . Revista
Anagrama: Revista científica Interdisciplinar de Graduação, ano 4, 4 ed., jul- ago 2011.
Disponível em: [Link]/anagrama/article/view/35537/38256. Acesso em: 03
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GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2002.

LABOV, William. Padrões sociolinguísticos. São Paulo: Parábola, 2008.

LAKONI, Eva Maria; MARKONI, Marina de Andrade. Fundamentos da metodologia


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NASCIMENTO, Maria Evany do; OLIVEIRA, Valdemir de. Metodologia do trabalho e do


estudo científico. Manaus: UEA Edições, 2016.

SALES, Deilys Santos de. A variação linguística no ensino de Língua Portuguesa.


Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras Mediado por Tecnologia).
Universidade do Estado do Amazonas, 2019.

SILVA, Flávio Brandão. A abordagem da variação linguística no ensino da língua


portuguesa em instituições públicas de ensino do Estado do Paraná. 2017. 224f. Tese
(Doutorado em Estudos da Linguagem). Universidade Estadual de Londrina – Centro de
Letras e Ciências Humanas, Londrina, 2017. Disponível em:
[Link] Acesso em: 07
nov.2020.

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