0% acharam este documento útil (0 voto)
56 visualizações9 páginas

Albaugh

O documento apresenta informações sobre o fungicida RECOP, que contém oxicloreto de cobre e é utilizado para controle de doenças em diversas culturas. O produto é classificado como pouco tóxico e perigoso ao meio ambiente, com recomendações específicas de uso, aplicação e manejo de resistência. Instruções detalhadas sobre dosagem, intervalos de aplicação e equipamentos de proteção também são fornecidas.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
56 visualizações9 páginas

Albaugh

O documento apresenta informações sobre o fungicida RECOP, que contém oxicloreto de cobre e é utilizado para controle de doenças em diversas culturas. O produto é classificado como pouco tóxico e perigoso ao meio ambiente, com recomendações específicas de uso, aplicação e manejo de resistência. Instruções detalhadas sobre dosagem, intervalos de aplicação e equipamentos de proteção também são fornecidas.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Albaugh Agro Brasil Ltda.

Rua Alexandre Dumas nº 2.220 – 7º andar


Chácara Sto. Antônio – CEP 04.717-004 | São Paulo-SP
Tel.: 55 (011) 4750-3299
www.albaughbrasil.com.br

RECOP_BL_2019-06-05

RECOP
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 01308704
COMPOSIÇÃO:
Cooper (II) oxychloride (OXICLORETO DE COBRE) ............................................................................840 g/kg (84,0% m/m)
Equivalente em cobre metálico ....................................................................................................... 500 g/kg (50,0% m/m)
Outros Ingredientes ..........................................................................................................................155 g/kg (15,5% m/m)
GRUPO M01 FUNGICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida/Bactericida de contato do grupo químico Inorgânico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Albaugh Agro Brasil Ltda.
Rua Alexandre Dumas, 2220 – 7º andar
Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP - CEP: 04717-004
CNPJ: 01.789.121/0001-27 – Fone: (0XX11) 4750-3299
Registro do estabelecimento/Estado (CDA/SP) nº 385
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Oxicloreto Técnico BR - Registro MAPA nº 1818398
Albaugh Agro Brasil Ltda.
Avenida Basiléia, 590 - Resende/RJ – CEP: 27521-210
CNPJ: 01.789.121/0004-70
Cadastro no Estado (INEA/RJ) LO nº IN043616
FORMULADOR:
Albaugh Agro Brasil Ltda.
Avenida Basiléia, 590 - Resende/RJ
CEP: 27521-210
CNPJ: 01.789.121/0004-70
Cadastro no Estado (INEA/RJ) LO nº IN043616

Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
Corrosivo ao Ferro e Ferro Galvanizado

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA IV - POUCO TÓXICO


CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Página 1 de 9
RECOP_BL _2019-06-05

INSTRUÇÕES DE USO:
RECOP é um fungicida bactericida cúprico de contato, para uso preventivo, podendo ser aplicado no aparecimento dos
primeiros sintomas das doenças que ocorrem nas culturas, conforme quadro abaixo. Apresentado na forma pó molhável
(WP), se destaca por sua rápida umectabilidade e boa suspensibilidade.

Doença Volume de
Cultura nome comum Dose p.c. calda (1) Número, época e intervalo de aplicação
(nome científico) (L/ha)
Antracnose
(Colletotrichum gloesporioides) Iniciar aos primeiros sintomas, repetindo
200 g/100 L
Abacate 1000 de 2 a 6 vezes com intervalos de 10 a 30
Cercosporiose de água
dias.
(Pseudocercospora purpurea)
Mancha-castanha
(Cercospora arachidicola)
Iniciar aos primeiros sintomas ou 40 – 45
Mancha-preta
Amendoim 2,0 – 2,5 kg/ha 200 a 400 dias após o plantio. Repetir com intervalos
(Pseudocercospora personata)
de 10 a 15 dias.
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
Pinta-preta Iniciar quando as plantas tiverem 15 cm de
(Alternaria solani) 200 g/100 L altura. Repetir com intervalos de 3 a 10
Batata 600 a 800
Requeima de água dias. Intervalos mais curtos em épocas
(Phytophthora infestans) favoráveis às doenças.

Mal-rosado
(Erythricium salmonicolor)
Aplicar a dose indicada de acordo com o
Podridão-parda porte das plantas. Utilizar a dose maior em
Cacau 6 – 12 g/pé 300 a 500
(Phytophthora palmivora) áreas de alta infecção. Efetuar de 3 a 5
pulverizações, iniciando em março / abril.
Vassoura-de-bruxa
(Crinipellis perniciosa)
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum) Aplicar a dose indicada de acordo com o
Ferrugem-do-cafeeiro porte das plantas. Efetuar de 3 a 5
Café (Hemileia vastatrix) 2 - 5 kg/ha 400 a 600
pulverizações de dezembro a abril.
Mancha-do-olho-pardo Em viveiros: pulverizações quinzenais.
(Cercospora coffeicola)
Antracnose
Pulverizar antes e após a florada.
(Colletotrichum gloeosporioides)
Gomose
(Phytophthora citrophthora) Preparar uma pasta com água e pincelar o
Gomose tronco e cortes no período de maio a
(Phytophthora nicotianae var. junho.
Parasitica)
Melanose 250 g/100 L
Citros 1000 a 2000 Tratar os frutos destinados ao
(Diaporthe citri) de água armazenamento, por imersão.
Verrugose-da-laranja-azeda
Pulverizar antes e após a florada.
(Elsinoe fawcetti)
Rubelose Tratamento de inverno, evitando atingir as
(Corticium salmonicolor) folhas.
Verrugose-da-laranja-doce
Pulverizar antes e após a florada.
(Elsinoe australis)

Página 2 de 9
RECOP_BL _2019-06-05
Doença Volume de
Cultura nome comum Dose p.c. calda (1) Número, época e intervalo de aplicação
(nome científico) (L/ha)
Ferrugem-do-figo
(Cerotelium fici) Iniciar com a brotação, repetindo com
200 g/100 L
Figo Podridão-do-fruto 1000 intervalos de 10 a 15 dias até uma semana
de água
(Phytophthora nicotianae var. antes da colheita para proteger os frutos.
nicotianae)

Iniciar aos primeiros sintomas, repetindo


Ferrugem 200 g/100 L
Goiaba 1000 com intervalos de 7 a 14 dias, no período
(Puccinia psidii) de água
de setembro / dezembro.

Antracnose
Pulverizar os frutos desde o início da
(Colletotrichum gloeosporioides) 200 g/100 L
Mamão 1000 frutificação, com intervalos de 7 a 14 dias.
Varíola de água
Adicionar espalhante-adesivo à calda.
(Asperisporium caricae)

Verrugose-da-mangueira 200 g/100 L Iniciar aos primeiros sintomas, repetindo


Manga 1000
(Elsinoe mangiferae) de água com intervalos de 7 a 14 dias.

Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
Cancro-bacteriano
(Clavibacter michiganensis)
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria) Iniciar as pulverizações aos primeiros
sintomas, repetindo com intervalos de 3 a
Mancha-de-estenfilio 200 g/100 L
Tomate 1000 14 dias. Pulverizar com intervalos menores
(Stemphylium solani) de água
quando as condições climáticas são mais
Pinta-preta favoráveis às doenças.
(Alternaria solani)
Podridão-mole
(Erwinia carotovora)
Requeima
(Phytophthora infestans)
Míldio
(Mycosphaerella personata) 250 - 300 g/ Aplicar preventivamente durante o final do
Uva 1000
Antracnose 100 L de água ciclo, repetindo em intervalos de 7 dias.
(Elsinoe ampelina)
p.c.: produto comercial.
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação ou a critério
do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
RECOP deve ser utilizado preventivamente, podendo ser aplicado no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças,
através de pulverização, utilizando-se equipamentos tratorizados de barra ou costais.
- Utilizar bicos tipo cone ou equivalente, aplicando um volume de calda conforme recomendada na tabela, observando
que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
- Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo.
- Para preparar a calda, despejar o produto sobre a água, agitando lentamente até a formação de uma calda
homogênea, mantendo-a sob constante agitação e utilizando-a no mesmo dia da preparação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Os níveis máximos de cobre devem obedecer à legislação específica para contaminantes em alimentos “in natura”,
quando aplicável. Intervalo de segurança: sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
Página 3 de 9
RECOP_BL _2019-06-05
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula. Quando este produto for utilizado de acordo com
as recomendações da bula, não causará danos as culturas indicadas.
OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS:
O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Após as aplicações, lavar interna e externamente
os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro
galvanizado.
RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o
aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e consequente prejuízo.
O fungicida RECOP é composto por Oxicloreto de Cobre, que apresenta mecanismo de ação – Atividade de contato
multi-sítio, pertencente ao Grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas).
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas
recomendações:
− Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M01 para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado;
− Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do
programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados;
− Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula;
− Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
− Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à
Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA: www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis
e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do
sistema. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de
resistência.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE DOENÇAS:
Incluir outros métodos de controle de doenças dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças, quando
disponível e apropriado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM,
REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

Página 4 de 9
RECOP_BL _2019-06-05

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.


PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e
avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou
receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Página 5 de 9
RECOP_BL _2019-06-05

INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o
agente tóxico.

- INTOXICAÇÕES POR RECOP –


INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Inorgânico
Classe toxicológica IV – Pouco Tóxico
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
O cobre é absorvido principalmente pelo trato gastrointestinal. Cerca de 20 a 60% do cobre é
absorvido e excretado pelas fezes. Uma vez que o metal passa através da membrana basolateral,
ele é transportado ao fígado através da albumina sérica. O fígado é o órgão crítico para a
Toxicocinética
homeostase do cobre. A principal forma de excreção do cobre é através da bile. O transporte do
cobre aos tecidos periféricos é realizado através da albumina plasmática, a ceruloplasmina e
outros complexos de baixo peso molecular (WHO, EHC, 1998).
A toxicidade bioquímica dos sais de cobre, ocorre quando exceder-se a homeostase. Os efeitos
ocorrem em estruturas biomoleculares tais como o DNA, membranas e proteínas ou através de
Mecanismo de
mecanismos de formação de radicais livres (WHO, EHC, 1998). Os compostos de cobre absorvidos
toxicidade
são rapidamente transferidos para as hemoglobinas, podendo causar edema renal, necrose
hepática e renal.
INGESTÃO - irritação do trato gastrointestinal.
INALAÇÃO - irritação do trato respiratório, tosse. Irritação, náusea, vômito, salivação, dor
abdominal, queimadura epigástrica, hemólise, sangramento gastrointestinal, hematemese,
melena, anemia, hipotensão, coma, choque e morte podem ocorrer em casos graves.
Metahemoglobinemia pode raramente ocorrer. O cobre pode produzir um gosto metálico ou
adocicado na boca.
DERMAL - a exposição cutânea pode causar irritação, coceira, eczema, dermatite,
Sintomas e sinais hipersensibilidade e descoloração do cabelo, dos dentes e da pele.
clínicos CARDIOVASCULAR - hipotensão, disritmia e doença coronariana podem ocorrer em casos graves.
NEUROLÓGICO - depressão do SNC, dor de cabeça e desmaios.
GASTROINTESTINAL - gastroenterite, vômitos, erosões da mucosa gastrointestinal, gosto
metálico, sensação de queimação epigástrica e diarréia.
HEPÁTICO - hepatomegalia, aumento nos níveis de transaminase.
GENITOURINÁRIO - falência renal, oligúria, hemoglobinúria podem ocorrer.
HEMATOLÓGICO - hemólise e anemia e raramente metahemoglobinemia.
(TOXNET, acesso em 2007)
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência de quadro clínico
Diagnóstico
compatível. Monitorar função hepática e função renal.
A descontaminação do paciente, em casos de derramamento com risco de contaminação deve ser
realizada por profissional provido de avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica.
Medidas de esvaziamento gástrico tais como emese e lavagem gástrica não deverão ser
realizadas, em virtude do potencial irritante do produto. Carvão ativado e laxantes salinos não
deverão ser úteis. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte
Tratamento como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória.
Observar o aparecimento de sintomas respiratórios sugestivos de pneumonite química. Indicar
radiografia de tórax. Em caso de pneumonite química deverá ser tratada sintomaticamente e
quando necessário com antibióticos e corticoesteróides. Solicitar avaliação endoscópica precoce
nos casos de ingestão com sintomatologia digestiva importante. Em caso de contato ocular, após
a descontaminação, proceder oclusão e solicitar avaliação oftalmológica. Intoxicações com níveis
Tratamento séricos de cobre elevados podem requerer a administração de quelantes como o cuprime ou
dimercaprol.
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química
Contra-indicações
e o potencial irritante dos sais de cobre.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos efeitos sinérgicos.
Página 6 de 9
RECOP_BL _2019-06-05
As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação
Compulsória; comunique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento
através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
ATENÇÃO
Disque-Intoxicação: 0800-014-1149 – TOXICLIN (24h)
Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA: 0800-
722-6001
Telefone da empresa: (0XX11) 4750-3299 (horário comercial)
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
AÇÃO: A toxicidade bioquímica dos sais de cobre ocorre quando exceder a homeostase. Os efeitos ocorrem nas
estruturas biomoleculares tais como o DNA, membranas e proteínas ou através de mecanismos de formação de radicais
livres.
Os sais de cobre são absorvidos principalmente pelo trato gastrointestinal. Cerca de 20 a 60% do cobre é absorvido e
excretado pelas fezes. Uma vez que o metal passa através da membrana basolateral, ele é transportado ao fígado
através da albumina sérica. O fígado é o órgão crítico para a homeostase do cobre. A principal forma de excreção do
cobre é através da bile. O transporte do cobre aos tecidos periféricos é realizado através da albumina plasmática, ao
ceruloplasmina e outros complexos de baixo peso molecular (WHO, EHC, 1988).
Absorção: É absorvido pelas células das mucosas podendo ser transferido para a corrente sanguínea.
Excreção: É excretado através das fezes. A excreção através da urina não ultrapassa 1%.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
Toxicidade aguda (DL50) oral em ratos: > 2.000 mg/kg.
Toxicidade aguda (DL50) dermal em ratos: > 2.000 mg/kg.
Irritação ocular em coelhos: o produto causou irritação reversível em 24 horas.
Irritação dérmica em coelhos: o produto foi considerado levemente irritante.
Efeitos crônicos:
A toxicidade crônica dos compostos de cobre não foi bem caracterizada. Foram observados efeitos como aumento da
mortalidade e retardo no crescimento, efeito no fígado, rins e estômago foram observados em ratos após a ingestão a
longo prazo.
Estudos de carcinogenicidade de compostos a base de cobre em ratos e camundongos não indicaram efeitos
carcinogênicos (WHO EHC, 1998).
TELEFONES DE CASO DE EMERGÊNCIA:
Disque-Intoxicação: 0800-014-1149 – TOXICLIN (24h)
Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA: 0800-722-6001
Telefone da empresa: (0XX11) 4750-3299 (horário comercial)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:


Este produto é:
 - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
 - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
 - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
 - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
− Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
− Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microorganismos do solo;
− Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos e peixes);
− Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza;
− Não utilize equipamentos com vazamentos;
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
− Aplique somente as doses recomendadas;
− Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
Página 7 de 9
RECOP_BL _2019-06-05
contaminação da água;
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada;
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO;
− Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento
de produtos vazados;
− Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas – ABNT;
− Observe as disposições constantes das legislações estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
− Isole e sinalize a área contaminada;
− Contate as autoridades locais competentes e a empresa ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. - Telefone: (0XX11) 4750-
3299 (horário comercial) – Para maiores informações contate a empresa SUATRANS (24h): 0800-707-7022;
− Utilize equipamentos de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e
máscara com filtros);
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d’água. Siga as instruções abaixo:
− Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque
em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Nesse caso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
− Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
− Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para
evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS
VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o
comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem
vazia.

Página 8 de 9
RECOP_BL _2019-06-05
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (não contaminada)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa
registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E
REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS
DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para a utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é através de incineração em fornos
destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Página 9 de 9

Você também pode gostar