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AIRONE® é um fungicida e bactericida registrado no MAPA, contendo oxicloreto de cobre e hidróxido de cobre em sua composição. O produto é utilizado para o controle de diversas doenças em culturas como batata, café, citros, feijão, maçã, pimentão, tomate e uva, com instruções específicas de aplicação e doses. É classificado como pouco tóxico e perigoso ao meio ambiente, exigindo o uso de equipamentos de proteção individual durante a aplicação.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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AIRONE® é um fungicida e bactericida registrado no MAPA, contendo oxicloreto de cobre e hidróxido de cobre em sua composição. O produto é utilizado para o controle de diversas doenças em culturas como batata, café, citros, feijão, maçã, pimentão, tomate e uva, com instruções específicas de aplicação e doses. É classificado como pouco tóxico e perigoso ao meio ambiente, exigindo o uso de equipamentos de proteção individual durante a aplicação.
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Isagro Brasil Comércio de Produtos Agroquímicos Ltda.

Rua Joaquim Floriano, 466, conjunto 1205/1206 - Edifício Brascan Century


Offices

AIRONE®
Bula completa – 25.05.2020

BULA

AIRONE®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob o n⁰ 11118
COMPOSIÇÃO:
Dicopper chloride trihydroxide (OXICLORETO DE COBRE) .........................................239,4 g/l (23.94% m/v)
equivalente metálico ..................................................................................................... 136,0 g/l (13.60% m/v)
Cupric hydroxide ou copper(II) hydroxide (HIDRÓXIDO DE COBRE) ...........................223,0 g/l (22,30%m/v)
equivalente metálico ..................................................................................................... 136,0 g/l (13.60% m/v)
Outros ingredientes........................................................................................................537,6 g/l (53,76% m/v)

GRUPO M01 FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: FUNGICIDA E BACTERICIDA PROTETOR, DE CONTATO
GRUPO QUIMICO: INORGANICO (COBRE)
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):


Isagro Brasil Comércio de Produtos Agroquímicos Ltda.
Rua Joaquim Floriano, 466, conjunto 1205, Ed. Brascan Century Offices Itaim Bibi - São Paulo/SP
CNPJ: 06.151.494/0001-91
Cadastro CDA/SP n.º 599.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


OXICLORETO DE COBRE TÉCNICO ISAGRO – Registro nº 01809
Isagro S.p.A.
Localitá Colafonda, 5
45010 Cavanella Po – Adria (Rovigo) - Itália

HIDROXIDO DE COBRE TÉCNICO ISAGRO – Registro nº 04009


Erachem Comilog S.A.
Rue du Bois 7334 - Saint Ghislain, Villerot – Bélgica
Sulcosa Sulfato de Cobre S.A.
Avenida Maquinarias, 6015, Callao 3 – Perù

FORMULADOR:
ISAGRO S.p.A.
Adria, Loc. Colafonda, 5 – 45010 Cavanella Po – Adria (RO) – Itália
ISAGRO S.p.A.
Via Nettunense Km 23.400 – 04011 Aprilia (LT) – Itália

IMPORTADOR
Dow Agrosciences Industrial Ltda.
Av. das Nações Unidas, 14.171, Diamond Tower, Santo Amaro, São Paulo/SP.
CNPJ sob n° 47.180.625/0001-46
Cadastro CDA/SP n.º 650.
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UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A (Matriz)


Avenida Maeda, s/n°, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, CEP: 14500-000, Ituverava/SP
CNPJ sob n° 02.974.733/0001-52
Cadastro CDA/SP n.º 1050

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A


Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial, CEP: 14500-000, Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14
Registro Estadual CDA/SP nº: 1049

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A


Endereço: Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 (RODOVIA FRANCISCO JOSÉ AYUB, S/N)
CEP: 18160-000, Salto de Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43
Registro Estadual CDA/SP nº: 4153

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A


Endereço: Av. Américo Ribeiro dos Santos, s/nº Armazém E, CEP: 13181-715, Sumaré/SP
CNPJ: 02.974.733/0009-00
Registro Estadual CDA/SP nº: 1273

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A


Endereço: Rodovia PR 090, nº5695, km 5, Armazém 1B, Parque Industrial Nenê Favoretto, CEP:86200-000,
Ibiporã/PR
CNPJ: 02.974.733/0004-03
Registro Estadual ADAPAR nº: 3547

MANIPULADOR:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG CNPJ: 23.361.306/0001-79
Registro da Empresa no SAA/CDA-SP nº 1203

No do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE- OS EM SEU PODER.

É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA- SE.

É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

AGITE ANTES DE USAR

Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de
15 de junho de 2010)

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CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA - CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO


AMBIENTE

Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

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INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS / DOENÇAS / DOSES /NÚMERO DE APLICAÇÕES / VOLUME DE CALDA:

DOENÇAS DOSE
CULTURA Produto NÚMERO DE VOLUME DE CALDA
NOME NOME
comercial APLICAÇÕES
COMUM CIENTÍFICO

Apl. terrestre:
400-600 l/ha
Phytophthora
Batata Requeima 300 ml/100 l 4 Apl. aérea:
infestans
30 a 40 l/ha

Ferrugem do Hemileia Apl. terrestre:


2,5-3,5 L/ha 2–4
cafeeiro vastatrix 400-500 l/ha

Café Cercospora Apl. aérea:


Cercosporiose 2,0 - 3,5 L/ha 5
coffeicola 30 a 40 l/ha

Verrugose
Elsinoe australis 1,5 - 4,0 L/ha Apl. terrestre:
2
2000 l/ha

Citros Apl. aérea:


Phyllosticta
Pinta Preta 2,5 – 4,0 L/ha 5 30 a 40 l/ha
citricarpa

Apl. terrestre:
200 l/ha
Uromyces
Feijão Ferrugem 2,0 – 3,0 L/ha 5
appendiculatus
Apl. aérea:
30 a 40 l/ha

Apl. terrestre:
1000 l/ha
Sarna-da- Venturia
Maçã 2,0 – 3,0 L/ha 5
macieira enaequalis
Apl. aérea:
30 a 40 l/ha

Apl. terrestre:
1000 l/ha
Phytophthora
Pimentão Requeima 2,5 – 3,5 L/ha 5
capsici
Apl. aérea:
30 a 40 l/ha

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Apl. terrestre:
1000 l/ha
Phytophthora 4
Tomate Requeima 300ml/100 l
infestans Apl. aérea:
30 a 40 l/ha

Apl. terrestre:
1000 l/ha
Uva Plasmopara 1,5 – 2,5 L/ha 8
Míldio
vitícola Apl. aérea:
30 a 40 l/ha

Obs: O número máximo de aplicações deve ser utilizado em função das condições climáticas verificadas durante
o ciclo da cultura.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:


- Batata: Iniciar aplicações preventivamente e repetir a intervalos de 07 dias. Utilizar volume de calda variando de
400-600 l/ha dependendo da fase da cultura.
- Café: Iniciar as aplicações preventivamente e reaplicar em intervalos de 30 dias, utilizando volume de calda de
400-500 l/ha. As aplicações deverão proporcionar uma completa cobertura da planta, principalmente do terço
inferior (saia).
- Citros: Para Verrugose realizar pulverizações com intervalo de 30 dias, iniciando com primeira aplicação na
fase de 2/3 de pétalas caídas e a segunda 30 dias após. Para Pinta-preta realizar pulverizações com intervalo de
28 dias, iniciando com primeira aplicação na fase de 2/3 de pétalas caídas e a segunda 28 dias após. Utilizar volume
de calda de aproximadamente 2000 l/ha.
- Feijão: Para o controle da ferrugem do feijoeiro, realizar as aplicações de forma preventiva realizando a 1ª aplicação
no início do aparecimento dos sintomas (5%); reaplicar em intervalo de 7-10 dias, dependendo das condições
ambientais (umidade relativa elevada/dias de chuva intensa).
- Maçã: Para o controle da sarna-da-macieira as aplicações deverão iniciar-se preventivamente logo após a poda
(manejo outonal) repetindo-se com intervalos de 7-10 dias.
- Pimentão: Para o controle da requeima as aplicações deverão iniciar-se preventivamente, logo após o transplantio,
repetindo-se com intervalos de 7-10 dias.
- Tomate: Iniciar aplicações preventivamente e reaplicar em intervalos de 07 dias. Utilizar volume de calda de
aproximadamente 1000 l/ha.
- Uva: Para o controle da mildio as aplicações deverão iniciar-se preventivamente logo após a poda (manejo outonal)
repetindo-se com intervalos de 7-10 dias.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:


Airone® é um fungicida bacteriostático em uma Suspensão Concentrada única, combinando o hidróxido de cobre,
de ação comprovadamente rápida e o oxicloreto de cobre, de comprovada eficiência, maior resistência à lavagem
por chuvas e proteção da planta.
Airone® deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas das culturas de batata, café,
citros, feijão, maçã, pimentão, tomate e uva, de modo que haja uma boa cobertura da área foliar.
Aplicação via terrestre:
Para a cultura da batata, utilizar 400–600 l/ha de volume de calda, para a do café, utilizar 400- 500 l/ha, para citros
utilizar volume de calda de 2000 l/há, para feijão utilizar volume de calda de 200 l/ha, para maçã, pimentão e uva
utilizar volume de calda de 1000 l/há e para a cultura do tomate utilizar 1000 l/ha e caso utilize volume de calda
menor, fixar a dose de 300 ml/100 l.
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Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo
um diâmetro de gotas de 50 a 200 μm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm2, e uma pressão de 40 a 60
libras.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no
máximo 15 km/hora. Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.

Aplicação via aérea:


Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 μm, e um mínimo de 60 gotas por cm2.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a
cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir
ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições – trata-se de cobre inorgânico.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Quando AIRONE® é utilizado nas doses recomendadas não é fitotóxico às culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


De acordo com os DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA, descritos nesta bula e aprovados
pelo órgão responsável pela Saúde Humana (ANVISA – MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


AIRONE® deve ser pulverizado utilizando-se equipamento costal, tratorizado ou aéreo. Utilizar tipo de equipamento
mais adequado a cada cultura indicada.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA-MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,


RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA-MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS


IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA-MMA).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:


O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para
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o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem
algumas recomendações:

- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M01 (Inorgânico - Cobre) para o
controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como
rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: [Link]), Comitê de
Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC- BR: [Link]), Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA: [Link]).

GRUPO M01 FUNGICIDA

O produto fungicida (AIRONE) é composto por OXICLORETO DE COBRE e HIDRÓXIDO DE COBRE, que
apresentam mecanismo de ação por Atividade de contato multi-sítio, pertencentes ao Grupo M01, segundo
classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:


Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. As táticas de controle devem incluir o uso de sementes sadias, variedades
resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, manejo da irrigação, o
monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, a dose, ao modo
de aplicação, visando assegurar resultados econômico, ecológico e socialmente favoráveis.

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MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:`

• Produto para uso exclusivamente agrícola


• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: botas,
máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas, passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha, avental
impermeável, máscara com filtro mecânico P2, óculos, touca árabe e luvas.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.


• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas, passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha;
máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas.
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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
final do período de reentrada
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca
árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

Pode ser perigoso se ingerido

Pode ser perigoso em contato com a pele


ATENÇÃO
Nocivo se inalado

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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,


rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável.

INTOXICAÇÕES POR AIRONE®

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Inorgânicos à base de cobre


Classe toxicológica Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico.
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Oxicloreto de cobre + Hidróxido de cobre: Absorção de compostos de cobre
varia de acordo com a dieta; a distribuição é diretamente do intestino para o fígado,
o qual é o maior órgão de regulação. O fígado controla a distribuição do cobre para
o resto do corpo através da circulação sanguínea, através de ligação estreita com
a ceruplasmina. Não ocorre metabolismo: o cobre é um íon monoatômico e não
pode ser metabolizado. Não ocorre acumulação, exceto em casos de doenças
genéticas ou administração crônica de doses excepcionalmente altas (60
Toxicocinética
mg/pessoa/dia). Excreção na maioria das espécies é através da bile, em um
fragmento de proteína tripsina- independente, de modo que a circulação entero-
hepática não ocorre. Uma quantidade significativa de cobre é excretada em ligação
com metalotioninas contidas na borda de células intestinais esfoliadas e perdidas
com as fezes. Pequenas quantidades são também perdidas na urina, no cabelo e
na pele.
Fonte: [Link]
Oxicloreto de cobre + Hidróxido de cobre: É um fungicida foliar com ação
preventiva; o íon cobre (Cu ++) é absorvido pelos esporos durante a germinação e
acumula-se até que seja alcançada uma concentração suficientemente alta para
matar a célula de esporos. Por outro lado, o mecanismo de toxicidade de cobre (Cu)
nos mamíferos é complexo e envolve o aumento da permeabilidade celular em
Toxicodinâmica eritrócitos com consequente lise, inibição da glutationa redutase e perda de
glutationa intracelular reduzida, uma vez que a regeneração não-enzimática de
glutationa dentro da célula é restrita na toxicidade do cobre. Os íons de cobre
induzem o inchaço mitocondrial e inibem o consumo de oxigênio. A afinidade dos
grupos Cu (+2) a -SH de hemoglobina, eritrócitos e outras membranas aumenta a
permeabilidade e a lise dos eritrócitos.

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Fontes:[Link]
[Link]
Oxicloreto de cobre + Hidróxido de cobre: A ingestão de compostos de cobre
resulta em gosto metálico, cefaleia, confusão, febre, hipotensão, náuseas, vômito
de cor verde-azulada, dores abdominais, diarreia, hemólise, sangramento
gastrointestinal e choque. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele
e mucosas.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais
de experimentação tratados com a formulação à base de oxicloreto de cobre e
hidróxido de cobre, Airone:
Exposição oral: Todas as ratas fêmeas tratadas com 2000 mg/kg p.c.
apresentaram piloereção na primeira hora e 2-5 horas, sinal que persistiu até o 9º
dia de observação em 5 animais. Houve mortalidade.
Exposição inalatória: No estudo de toxicidade inalatória, antes e durante a
exposição os sinais clínicos incluíram perda transitória de peso em todos os
sobreviventes e em 1 animal morto. Após a exposição, os animais sobreviventes
Sintomas e sinais apresentaram respiração anormal e irregular, um pouco ofegante, piloereção,
clínicos prostração ou comportamento quieto, postura arqueada e manchas no pelo ou
membros. Os efeitos foram revertidos dentro de 4 dias. Na concentração de 3,994
mg/L houve mortalidade 1 fêmea e 1 macho morreram.
Exposição cutânea: No estudo de toxicidade cutânea em ratos foram observados
eritema leve em fêmeas que persistiu do 08º ao 11º dia de teste; também foram
observadas escaras em machos que persistiram nos dias 06 e 08 de teste. Não
houve mortalidade. No estudo de irritação cutânea, 1 coelho apresentou eritema
muito leve uma hora após a aplicação da substância-teste; houve reversão
completa das reações cutâneas em 24h. O produto não foi considerado
sensibilizante dérmico em cobaias pelo método de sensibilização de adjuvante
(M&K).
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular em coelhos, foram observados os
efeitos de quemose moderada, vermelhidão moderada da conjuntiva, esclera e
opacidade moderada. Houve reversão total dos sinais dentro de 48 horas.
Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico
ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Atenção especial para parada cardiorespiratória, hipotensão e
arritimias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Intubação e ventilação conforme necessário, especialmente se
Tratamento
o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico.
Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual.
Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:

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- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de


1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g
de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro
de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado
para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou
dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com
a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
Contraindicações
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para hidróxido de cobre em
interações químicas humanos.
Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de informação e Assistência Toxicológica RENACIAT -
ATENÇÃO
ANVISA/MS.
Notifique ao Sistema de informação de agravos de notificação (SlNAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 (24 horas)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:


Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS:
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DL50 oral para ratos: >2000 kg/mg p.c - Categoria 5 do GHS


DL50 dérmica para ratos: > 2000 kg/mg p.c – Categoria 5 do GHS
CL50 inalatória para ratos: > 3,994 mg/L de ar (4h) – Categoria 4 do GHS
Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular em coelhos, foram observados os efeitos de quemose
moderada, vermelhidão moderada da conjuntiva, esclera e opacidade moderada. Houve reversão total dos sinais
dentro de 48 horas. O produto não foi classificado para irritação ocular de acordo com o GHS.
Irritação dérmica em coelhos: Todos os coelhos apresentaram eritema bem definido uma hora após a aplicação
da substância-teste; houve reversão completa das reações cutâneas em 72h. - O produto não foi classificado para
irritação dérmica de acordo com o GHS.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias método de
maximização. - O produto não foi classificado para sensibilização cutânea de acordo com o GHS.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação gênica bacteriana com
diferentes cepas da linhagem Salmonella Typhimurium ou ensaio in vivo com células da medula óssea de
camundongos, sendo, portanto, o produto não é classificado quanto à mutagenicidade pelo GHS.

EFEITOS CRÔNICOS:
Oxicloreto de cobre + Hidróxido de cobre: Em estudo de toxicidade crônica de 2 anos, ratos receberam altas doses
de cobre (potassium sodium copper chlorophyllin) pela dieta, o que resultou em mortalidade, toxicidade hepática
progressiva (hipertrofia de células do parênquima periportal, reações inflamatórias e necrose), hiperplasia do ducto
biliar e toxicidade renal (NOAEL: 27 mg/kg p.c./dia). Nenhum potencial carcinogênico foi atribuído ao cobre ou às
suas variantes em ratos ou em seres humanos. O potencial de toxicidade sobre a reprodução foi estudado em um
estudo de duas gerações em ratos e em um estudo de toxicidade de desenvolvimento em coelhos; o principal efeito
observado nos ratos foi a redução do peso do baço a 23 mg/kg p.c./dia e os parâmetros reprodutivos não foram
afetados (NOAEL parental e prole: 15,2 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodutivo: 23 mg/kg p.c./dia); em coelhos houve
redução do peso materno e fetal e aumento da incidência de variações esqueléticas na presença de toxicidade
materna (NOAEL materno e fetal: 6 mg/kg p.c./dia). Com base nos estudos acima descritos, hidróxido de cobre não
apresenta potencial carcinogênico, mutagênico ou teratogênico em animais de laboratório e, portanto, não é
classificado pelo GHS.
Fonte: [Link]

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MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS


NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:


Este produto é:
 - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
 - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
 - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
 - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes).
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água, do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros
de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 metros (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a
danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO


CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis para envolver adequadamente as embalagens rompidas ou para
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:


Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa ISAGRO BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS
AGROQUÍMICOS LTDA. - Telefone de emergência 0800 70 10450 (24 horas)
Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, sigas as instruções abaixo;
• Piso pavimentado: estanque o vazamento com material absorvente, serragem ou outro, e depois o recolha com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá

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mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua
devolução e destinação final;
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima;
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE


EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça esta operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

• Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
− Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando
o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

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- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após
a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após
a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
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- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM


VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone (0xx11) 2165-2383/73 para sua devolução e destinação final.

Possibilidade de neutralização:
Não são conhecidos procedimentos específicos para neutralização.

Incineração controlada:
Tanto para o hidróxido de cobre, assim como para o oxicloreto de cobre não é considerada possível a formação de
dioxinas (polyhalogenated dibenzo-p-dioxins) e furanos (dibenzo-furans) através da hidrólise. Sendo elementar, o
cobre não pode ser destruído por incineração controlada.

Método de descarte:
Descartar de acordo com a legislação local ou, contatar a empresa registrante, já que o produto pode ser
reaproveitado para a formulação de outros produtos a base de cobre.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da
ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU


MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

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