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A Transformação do Evangelho em Colossos

O documento discute a importância do evangelho na vida dos colossenses, destacando sua transformação, esperança e a graça de Deus. Paulo expressa gratidão pela fé e amor da igreja, enfatizando que o evangelho é universal, verdadeiro e produtivo. A mensagem do evangelho é apresentada como uma boa nova que deve ser compartilhada, refletindo a responsabilidade dos cristãos em transmitir essa mensagem.
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A Transformação do Evangelho em Colossos

O documento discute a importância do evangelho na vida dos colossenses, destacando sua transformação, esperança e a graça de Deus. Paulo expressa gratidão pela fé e amor da igreja, enfatizando que o evangelho é universal, verdadeiro e produtivo. A mensagem do evangelho é apresentada como uma boa nova que deve ser compartilhada, refletindo a responsabilidade dos cristãos em transmitir essa mensagem.
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DIVISÃO

A PROGRESSÃO DO EVANGELHO NA VIDA DELES


Eles ouviram o evangelho
1. O evangelho é o fundamento da esperança deles
2. O evangelho chegou até eles e a todo mundo
3. O evangelho está frutificando na vida deles
4. O evangelho revelou a graça de Deus na vida deles
5. O evangelho foi pregado a eles por um arauto
6. O evangelho transformou a vida dos colossenses (vivificou)
COMENTÁRIOS
V.3
* Paulo está em uma prisão domiciliar.
* Paulo recebeu informações da igreja por intermédio de Epáfras.
* Muitos cooperadores estão com ele, mas, o verbo no plural se refere a
Timóteo.
* Os judeus e Paulo era um tinham o costume de orar várias vezes ao dia (Dn
6.10-11; cf. At 3.1; 10.30)
* Paulo menciona ações de graças seis vezes na carta 1:12; 2:7; 3:15,17 e 4:2.
* Paulo em geral agradece por seus leitores, menos pelos Gálatas e por Tito.
V.4
* O verso 4 apresenta os motivos pelos quais Paulo era grato pela vida dos
colossenses, a saber, a fé que eles depositavam em Jesus e o amor que eles
tinham para com os santos.
* Uma igreja que tem fé em Jesus não se abala com heresias e modismos,
quando tem esperança os crentes não se desesperam diante das adversidades
e quando tem amor tem “caridade”.
* A menção antecipada das ações de graças é interessante, ainda que a igreja
tivesse certas fraquezas (3.5-11; cf. 2.4,8 etc.), pois, ele demonstra estar
seguro da ação da graça de Deus em suas vidas.
* A fé dos colossenses que tinha Jesus como objeto deve ser vista em duas
perspectivas. Em primeiro lugar, os colossenses eram pagãos, adoradores de
deuses estranhos que abandonaram sua vida de idolatria e redirecionavam sua
adoração ao Deus verdadeiro. Em segundo lugar, mesmo em face do erro e de
heresia que tentava se instalar, os crentes daquela igreja se mantinham firmes
em sua crença.
* A fé dos colossenses em Jesus não era simplesmente uma compreensão
intelectual, uma simples confissão de fé ortodoxa, mas, uma fé viva que os
levava a colocar em prática aquilo que acreditavam.
* O amor é um fruto do espírito, uma evidência de que a pessoa tem a sua vida
controlada por Ele.
* O amor dos colossenses não era seletivo.
* Paulo, ao falar do seu povo, refere-se, é claro, aos irmãos cristãos com quem
os colossenses se relacionam: membros das igrejas no vale do rio Lico e
outros cristãos que podem estar viajando pela cidade.
* Cegos, bloqueio mental, vendados pelo diabo. Romanos 3.1; 2 Coríntios 4.3-4
V.5
* Paulo apresentou os motivos pelos quais era grato pela igreja de Colossos e
agora define em que está baseada a transformação na vida deles, a saber, a
esperança que os mesmos tinham no evangelho.
* Percebam que Paulo não aponta a psicologia ou qualquer outra área de
estudos humanos como o instrumento usado por Deus para efetuar esta
transformação, visto que, estás podem produzir apenas mudanças exteriores,
mas, não uma mudança completa da mente e do coração.
* Os colossenses que viviam na desesperança do paganismo agora possuem
esperança no evangelho. A esperança cristã não é uma conjectura hipotética,
mas uma certeza experimental. Sabemos que o nosso tesouro está no céu. A
nossa herança está no céu. O nosso Salvador virá do céu e nós iremos morar
com Ele eternamente no céu. Lá está a nossa esperança! O cristão sabe que o
seu lar não é aqui, que a sua pátria não está aqui, que a sua herança não é
daqui e que o seu tesouro não está aqui. Assim, embora “esperança” se refira
ao objeto da “esperança”, fica implícito que a esperança dos leitores reside na
sua futura ressurreição gloriosa (veja também Callow 2002: 18).
* A fonte desta esperança é o evangelho a Palavra da verdade. Não se trata de
palavras vazias, ou promessas vãs, nem de sonhos alucinados. Essa
esperança tem um sólido fundamento.
* A esperança dos colossenses estava reservada nos céus, tem pessoas que
colocam sua esperança em coisas que Deus pode fazer nesta terra.
Infelizmente no meio cristão a esperança em Cristo se tornou terrena, as
pessoas vão para a igreja para se obter benefícios. Dor nas costas, problema
de saúde, vida financeira, arrumar um emprego, quantos cristãos são salvos,
começam a frequentar a igreja e depois que conseguem aquilo que queriam,
começam a frequentar esporadicamente a igreja. 1 Coríntios 15.19.
* Aqui, no entanto, denota com muita clareza pelo que o cristão espera: "a
totalidade de bênção que aguarda o cristão na vida por vir"" (bem como, e.g.,
em Tt 1.2, em que a esperança consiste na vida eterna, e em 1Pe 1.4, em que
é praticamente identificada com a "herança"). Os colossenses, confrontados
com um ensinamento que os levou a se perguntarem se Cristo supriria todas
suas necessidades espirituais, precisam ser lembrados que sua experiência
atual de fé e amor repousa no sólido alicerce do que Deus se comprometeu a
fazer por eles no futuro.
* Expressões preposicionais geralmente modificam os verbos que estão mais
próximos (amor que tendes) e não substantivos verbais distantes (fé),
principalmente quando são introduzidas pela preposição διά (dia) + o acusativo
no NT particularmente em Paulo. Assim, “por causa da esperança” parece estar
direta e mais naturalmente relacionado à expressão imediatamente anterior,
“amor que tendes”. Esse foco no “amor” como inspirado pela “esperança”
também é indicado por observar que esse segmento literário que termina no
versículo 8 conclui com referência ao “amor” dos colossenses (v. 8) e não sua
“fé”. Isso significa que precisamente nesse contexto a “esperança” dá origem
somente a “amor” e não a “fé”, embora seja provável que Paulo concordasse
teologicamente com uma ideia dual desse tipo. Na verdade, Paulo menciona as
palavras “fé” e “amor” quatro vezes cada em outras passagens na epístola,
sugerindo que ele dá uma ênfase igual a ambas (de fato, ele liga diretamente
“fé” com “esperança” em 1.23).
V.6
O evangelho são as boas novas:
Um evangelho é um anúncio de algo que aconteceu na história, de algo que foi
feito por você e que mudou sua condição para todo sempre. E é bem nesse
ponto que você pode ver a diferença entre o cristianismo e todas as demais
religiões, incluindo aquela dos que não têm religião. A essência das outras
religiões é o conselho; já o cristianismo é essencialmente boas-novas. As
outras religiões dizem: “Isso é o que você deve fazer para estar ligado a Deus
para sempre; é assim que você deve viver para ganhar acesso a Deus”. Mas o
evangelho diz: “Isso é o que foi feito na história. “Foi assim que Jesus viveu e
morreu para que você tivesse acesso a Deus”. O cristianismo é completamente
diferente. É a jubilosa notícia, as boas-novas.
O evangelho é universal:
* Tertuliano acrescenta: “Surgimos apenas ontem e mesmo assim já enchemos
as suas cidades, ilhas, campos, seu palácio, senado e fórum. Deixamos lhes
apenas seus templos”.
* O evangelho produz e cresce em qualquer lugar em que seja plantado.
Devido à sua origem divina, é adaptável ao coração dos orientais ou dos
ocidentais, para as pessoas cultas e para as não civilizadas, para a
humanidade do primeiro século ou para a do vigésimo primeiro.
(3) O evangelho é universal. É para todo mundo. Não está limitado a alguma
raça ou nação, nem a alguma classe ou condição. Neste mundo são muito
poucas as coisas que estão abertas a todos. A capacidade mental do homem
decide os estudos que tem que empreender; a classe social decide o círculo
dentro do qual se deve mover; as riquezas materiais determinam as posses
terrenas que pode amassar; os dons e talentos particulares decidem o que tem
que realizar. Mas a mensagem do evangelho, e a alegria e paz do evangelho
estão ao alcance de todos, sem exceção.
Segundo, percebe-se que esta mensagem de Deus é universal em seu escopo:
“. . . chegou até vós, como também em todo o mundo está. . (v. 6). Tanto o
gnosticismo como o judaísmo se restringiram, necessariamente, a uns poucos
indivíduos que estavam em condições de se encaixar no sistema. O evangelho,
por sua vez, oferece a todos, indistintamente, a sua maravilhosa salvação.
É possível que Paulo use a palavra "mundo" para significar seu próprio
"mundo" do Império Romano, mas a expressão (sobretudo em vista do v. 23) é
mais provavelmente apenas um "exagero retórico". O ponto é que o evangelho
exerce amplamente seu poder, em muitos lugares diferentes e, ao fazer isso,
atesta sua validade.
O evangelho é a verdade de Deus:
* (2) O evangelho é verdade. Todas as religiões precedentes poderiam intitular-
se "conjetura sobre Deus". O evangelho cristão brinda ao homem não
conjetura, mas sim certezas sobre Deus.
O evangelho produz frutos:
(4) O evangelho é produtivo; produz frutos em forma crescente. É um fato
evidente da história e da experiência que o evangelho tem poder de mudar as
vidas dos indivíduos e da sociedade em que o homem vive. O poder do
evangelho pode fazer do pecador um homem bom e arrancar paulatinamente
da sociedade o egoísmo e a crueldade, para brindar a todos os homens a
oportunidade que Deus quer que tenham.
O evangelho é a mensagem da graça de Deus:
(5) O evangelho fala de graça; não é uma coisa mais de entre tantas que o
homem tem perante si; outra tarefa sem esperança e que amedronta. O
evangelho não é a mensagem do que Deus pede, mas sim do que oferece; não
fala do que Deus exige do homem, mas sim do que Deus lhe dá.
Quarto, Paulo dá-nos a conhecer que o evangelho é nada menos que a graça
de Deus em verdade (v. 6b). Evidentemente, a graça se coloca em oposição às
obras ou ordenanças (2.14) promulgadas pelos falsos mestres. Estes exigiam
do homem mérito suficiente para obrigar Deus a salvá-los. Mas a graça declara
justo o pecador, mesmo sem mérito algum, através da expiação dos seus
pecados pelo sangue remidor de Cristo (v. 14).
O evangelho é transmitido por um arauto:
(6) O evangelho se transmite humanamente. Foi Epafras quem levou o
evangelho aos colossenses. Deve haver um canal humano pelo qual o
evangelho possa chegar aos homens. E aqui é onde intervimos nós. A
possessão da boa notícia do evangelho implica na obrigação de compartilhá-lo.
O que se brinda divinamente deve transmitir-se humanamente. Jesus Cristo
nos necessita para que sejamos as mãos, os pés e os lábios que levem o
evangelho àqueles que ainda não o conhecem. Nós que recebemos o privilégio
do evangelho recebemos também a responsabilidade de transmiti-lo a outros.
Certa vez, o ouvi citar João 3:16 e perguntar: "Se você tivesse de dar um
presente apropriado para o mundo inteiro, o que daria? "Em seguida, fez uma
relação de várias possibilidades e mostrou como cada um desses itens não
seria apropriado para todos: livros (muita gente não sabe ler); alimentos (as
pessoas consomem alimentos diferentes nas diversas regiões do mundo);
roupas (os climas são diferentes); dinheiro (nem toda cultura tem um sistema
monetário). Por fim, chegou à conclusão lógica e correta de que somente o
evangelho, com sua dádiva de vida eterna, é apropriado para o mundo inteiro.
APLICAÇÕES
Agradeça a Deus pela existência da sua igreja.
5. Qual sua principal recordação do dia em que ouviu e entendeu “a graça de
Deus em toda a sua verdade” (v. 6)?
6. Os colossenses ouviram a mensagem sobre Cristo por meio de Epafras.
Quem Deus usou para partilhar as boas-novas com você?
Devemos seguir o exemplo de Paulo e ser gratos pelo que Deus realiza na vida
das pessoas. Como cristão, somos membros de um só corpo (1 Co 12:12, 13).
O fortalecimento de um dos membros do corpo contribui para fortalecer o corpo
todo. Se uma igreja experimenta o toque de reavivamento do Senhor, beneficia
todas as igrejas. Nesta expressão de gratidão, Paulo observa os estágios da
experiência espiritual dos cristãos colossenses.
Quais sãos os motivos de oração que as pessoas tem a seu respeito, quando
elas oram por você agradecem por ver os frutos do evangelho em sua vida ou
pedem a Deus que tenha misericórdia de você?
Quais são os seus motivos de gratidão a Deus? Benefícios, confortos ou a
transformação do evangelho em sua vida ou na vida da família?

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