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O relatório abrange quatro aulas práticas sobre biologia celular, molecular e tecidual, destacando a importância do microscópio óptico e das técnicas histológicas e citoquímicas para a análise de células e tecidos. As aulas discutem desde a construção e cuidados com o microscópio até métodos de coleta, fixação, desidratação e coloração de amostras. Além disso, aborda as especializações da membrana plasmática e suas funções na célula.

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O relatório abrange quatro aulas práticas sobre biologia celular, molecular e tecidual, destacando a importância do microscópio óptico e das técnicas histológicas e citoquímicas para a análise de células e tecidos. As aulas discutem desde a construção e cuidados com o microscópio até métodos de coleta, fixação, desidratação e coloração de amostras. Além disso, aborda as especializações da membrana plasmática e suas funções na célula.

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RELATÓRIO DE PRÁTICA 01

Ana Rita Souza da Silva - 04131997


RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Bases da biologia celular, molecular e
tecidual

DADOS DO(A) ALUNO(A):

NOME: Ana Rita Souza da Silva MATRÍCULA: 04131997


CURSO: Fisioterapia POLO: Unifael – Lábrea (AM)
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Hércules Alves da Silva

TEMA DE AULA: MICROSCOPIA ÓPTICA

RELATÓRIO: AULA 01
Sabe-se que o microscópio óptico, também conhecido como microscópio de luz, foi uma
importante criação em nossa humanidade, principalmente no âmbito da saúde, permitindo que
células, tecidos e outras estruturas sejam analisados com precisão para diversas pesquisas
laboratoriais. Através de um conjunto de lentes com diversas capacidades oculares ele permite
a ampliação de pequenos fragmentos impossíveis de se observar a olho nu. Os responsáveis por
sua criação foram os holandeses Hans e Zacarias Janssen, em 1590, ao juntarem duas lentes
semelhantes que denominaram como objetiva e ocular. Ao longo dos anos entre diversos
pesquisadores e estudos, o microscópio foi sendo aperfeiçoado e atualizado até se tornar o que
é hoje em dia. Segundo Vieira (2008) o microscópio óptico é composto por duas divisões: a
parte mecânica e sua parte óptica. A parte mecânica se divide em: Pé (base) – que dá
estabilidade ao aparelho; Braço – fixa à base; Platina (mesa) – onde se coloca a preparação para
ser observada; Charriot – fixar a lâmina sobre a platina e movimentá-la; Tubo (canhão) –
suporta os sistemas de lentes; Revólver – onde se insere as lentes objetivas; Parafuso
macrométrico: permite a rotação da platina em relação a objetiva em maior diâmetro; Parafuso
micrômetro: rotação mínima da lâmina para observação; Interruptor: para ligar e desligar a
fonte luminosa;
Os seus componentes ópticos consistem em: Condensador: concentra o feixe de luz de
iluminação para o objeto; Diafragma: controla a entrada da luz que atinge a platina; Fonte
luminosa: lâmpada que gera a luz artificial; Lentes oculares: lentes interiores sustentadas por
um cilindro; A ampliação mais comum dessas é de 10x. Lentes objetivas: atuam como as
principais lentes do microscópio, equipadas no revólver, são as mais próximas do material
observado, fornecendo diversas ampliações: 4x, 10x, 40x e a de imersão com 100x..
Ademais, por ser um instrumento de equipagem bastante complexa e fundamental em estudos
clínicos requer cuidados adequados e específicos, como no uso ao não permitir tocá-lo com as
mãos úmidas ou sujas, não forçar os seus componentes, não encostar as objetivas com a lâmina
para não sujar e contaminar o material, não tocar nas lentes, retirar as lâminas após o uso,
manter a platina limpa, desliga-lo ao final do uso; em sua limpeza usar apenas materiais
recomendado como o algodão e álcool e armazena-lo em um ambiente bem acentuado e
harmonizado para evitar maiores danos.
Desse modo, concluiu-se que o microscópio óptico se consolidou até os dias de hoje como um
equipamento fundamental para diversos meios, principalmente no avanço da ciência,
contribuindo para a observação mais eficiente das estruturas celulares, bem como de parasitas e
outros corpos estranhos e o descobrimento de várias doenças e seus possíveis tratamentos.

Referências: VIEIRA, Fabiana. Introdução a Microscopia. Universidade Federal de Sergipe


(CESAD), Sergipe, 658, p.8-18, 2008. Disponível em:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=7fca6d1a5abbefdfJmltdHM9MTY5NzA2ODgwMCZpZ3V.
Acessado em: 01/10/2023.
IMAGENS AULA PRÁTICA

OBJETIVA DE 4X OBJETIVA DE 10X

OBJETIVA DE 40X OBJETIVA DE 100X


TEMA DE AULA: MÉTODOS EMPREGADOS NO ESTUDO DAS
CELULAS E TECIDOS

RELATÓRIO: AULA 02

As técnicas histológicas são práticas adequadas e fundamentais para uma análise minuciosa e
eficiente de uma estrutura celular, em um âmbito que promove o discernimento dos princípios
científicos para estudos teciduais, comuns ou patológicos, das células e suas matrizes
extracelulares através de tais métodos. A importância de manusear cada etapa engloba aspectos
funcionais eficazes sem margens para erros e outros possíveis empecilhos, sendo a organização
um pilar fundamental para isso. As técnicas histológicas consistem em:
Coleta: etapa onde o material em processo de análise deve ser devidamente separado com os
instrumentos corretos, para seu registro e identificação adiante. Segundo CAPUTO (2010), para
a análise microscópica da amostra do tecido é importante que seja efetuado, antes de qualquer
coisa, a evacuação do organismo, vivo ou morto, através da biópsia, ou por cirurgia e até por
meio as necropsia. A amostra é denominada espécime;
Fixação: configura-se um tópico bastante crucial de preparação material, em que se estabiliza o
organismo, interrompendo sua atividade, afim de evitar maiores contaminações, e preservar
seus componentes teciduais e facilitar a prática dos outros processos, com a utilização de certos
compostos químicos;
Desidratação: trata-se de retirar qualquer resquício de água presente no tecido para facilitar sua
análise, com o uso de diversas soluções alcoólicas e outras concentrações;
Clarificação (diafanização): remoção total do álcool do interior da amostra, fazendo uso de
agentes químicos que sejam compatíveis com a parafina que será penetrada em seguida.
Inclusão: devido a fragilidade natural dos tecidos eles precisam ser inclusos em um material de
aspecto firme, geralmente a parafina, para que a amostra seja fortalecida e isso facilite seus
cortes em finais camadas;
Microtomia: processo onde o material é recortado em finais camadas com o instrumento
adequado;
Coloração: por fim, efetuado todos os processos, o material da parafina é retirado e, por ser
incolor e inadequado para a visualização em um microscópio de luz, as amostras são coradas e,
em seguida, resguardadas pela lamínula e levados para análise.

Referências: CAPUTO, L. F. G.; GITIRANA, L. de B.; MANSO, P.P. de A. Técnicas


Histológicas. In: MOLINARO, E.; CAPUTO, L.; AMENDOEIRA, R. (Org.). Conceitos e
métodos para formação de profissionais em laboratórios de saúde. Rio de Janeiro: EPSJV;
CAPUTO; GITIRANA; MANSO, 2010. P. 89-188. Disponível em:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=0c0f911d1e694248JmltdHM9MTY5NzA2ODgwMCZpZ3
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CAPUTO%2c+L.%3b+AMENDOEIRA%2c+R.+(Org.).+Conceitos+e+m%c3%a9todos+para+
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Acessado em: 01/10/2023.
IMAGENS ILUSTRATIVAS (Não foi possível a observação no laboratório)

COLETA (sanguínea com agulha)

REFERÊNCIA:https://www.bing.com/images/search?view=detailV2
&ccid=TuiunmT9&id=9C6B5767670F35C1817DD4AAFC033CFB4
20CAA0F&thid=OIP.TuiunmT9os0P.

FIXAÇÃO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid.

DESIDRATAÇÃO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=x6y.

CLARIFICAÇÃO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=J0erMV
%2bn&id=C2FED921C09E86224C1AC1C8BDB8EF75.

INCLUSÃO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=BJ5TD
UhK&id=6F8C5BAEA5106D001262A767872BAF.
MICROTOMIA
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=dNdde
NWY&id=.

COLORAÇÃO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=61pX
Qrqi&id.
TEMA DE AULA: CITOQUÍMICA

RELATÓRIO: AULA 03

As denominadas técnicas citoquímicas são especializadas na busca de moléculas biológicas


objetivando a promoção dos diagnósticos adequados, através de uma minuciosa análise das
estruturas intracelulares facilitada por seus métodos empregados. Segundo Souza (2019) a área
da citoquímica engloba a pesquisa da construção química da célula e seus processos.
Os métodos podem ser efetuados com a utilização do microscópio de luz ou eletrônico.
Dentre as técnicas utilizadas para a identificação das mais diversas composições, podemos
citar:
Imuno-histoquímica: combina dois métodos que visam a detecção das interações entre
antígenos e anticorpos e a análise estrutural dos tecidos, respectivamente. Sendo assim, fazendo
uso de determinadas proteínas para o estímulo de ligações, a técnica avaliar as células que
formam a estrutura do tecido de modo anatômico, ao mesmo tempo em que reconhece as
proteínas ou antígenos presentes;
Histoquímica: promove a coloração dos componentes celulares com o estímulo de certas
substâncias, para que desse modo, o elemento principal que compõe tais células seja
identificado;
Reações através de coloração: por intermédio de certos corantes, a técnica visa uma analisa
mais coesa das estruturas celulares. Os principais corantes utilizados são hematoxilina e eosina;
Reações de Marcação: técnica que usa da delimitação de certos compostos para a visualização
de seu material genético;
Ácido periódico de Schiff: corando formações de micro-organismos e a membrana basal, a
técnica naturalmente efetua a identificação de compostos constituídos de ligações glicosídicas,
como a frutose ou o glicogênio;
Tricômonio de Masson: um conjunto de corantes misturados para a diferenciação de variados
tecidos conjuntivos e moles, e serve para identificar patologias que atingem as fibras;
Prata reticulina: usada para a constatação de fibras de reticulina nas estruturas teciduais;
As mais diversas estruturas moleculares podem ser identificadas e analisadas através de tais
métodos, por intermédio de suas características e particularidades, como os: carboidratos,
lipídeos, proteínas, DNA e RNA e enzimas.
Para a visualização dos carboidratos nos tecidos a técnica recomendada é a da utilização do
ácido periódico de Schiff, por possuírem ligações glicosídicas em sua composição;
Para as proteínas e enzimas da técnica de imuno-histoquímica;
DNA e RNA: técnicas de marcação por carregarem informações genéticas;
Lipídios: microscopia de fluorescência.

Referências: SOUZA, Elaine. Citoquímica. Toda Biologia, 2019. Disponível em:


https://www.bing.com/ck/a?!&&p=c4139169bc37679eJmltdHM9MTY5NzI0MTYwMCZpZ3
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u=a1aHR0cHM6Ly93d3cudG9kYWJpb2xvZ2lhLmNvbS9jaXRvbG9naWEvY2l0b3F1aW1pY
2EuaHRt&ntb=1.
Acessado em: 01/10/2023.
MOLÉCULAS ILUSTRATIVAS (Não foi possível a observação no laboratório)

CARBOIDRATO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&c
cid=p1BygOf%2f&id.

LÍPIDIOS
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&c
cid=lTt6kv0K&id=.

PROTEÍNA
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV
2.

DNA
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=.
TEMA DE AULA: ESPECIALIZÇAÇÕES DE SUPERFÍCIE

RELATÓRIO: AULA 04

A membrana plasmática coopera na separação da célula com o meio exterior, demarcando seu
ambiente interior, o citoplasma, do restante. Além disso, é responsável pela deslocação da
célula, bem como o fluxo corriqueiro das moléculas e ganhando estímulos químicos e fixos
externamente. É integrada por condições lipoprotéicas, em composições como as proteínas, os
fosfolipídios e o colesterol, sendo os primeiros responsáveis por preservar a estrutura da
membrana e o colesterol localizado em grande quantidade principalmente nas células
eucariontes, aumentando a capacidade de rigidez na barreira da estrutura. De acordo com
Proença (2020) a composição da membrana celular é tão fina que até os microscópios de luz
mais atualizados não conseguiram sua plena visualização; apenas com a microscopia eletrônica
foi possível analisá-la mais minuciosamente. Ademais, quanto as especializações da membrana
plasmática, elas dividem-se em:
Microvilosidades: auxiliam na ampliação do espaço de contato ao meio externo, além do
aumento da absorção das células; localizadas nos rins e intestino;
Cílios e flagelos: enquanto os cílios serve como uma barreira para as impurezas, como uma
vassoura, arremessando e as expulsando, os flagelos lidam com o cargo de transporte, sendo o
do espermatozoide o de mais destaque. Os cílios se encontram nas células de vias respiratórias
em grande quantidade;
Junção oclusiva: barreira que não permite o fluxo dos microorganismos nas células, como vírus
e bactéria, obstruindo as passagens, além de isolar duas células que irão se ligar;
Junção comunicante: atua como um intermédio das trocas de substâncias entre as células, como
a água;
Desmossomos: responsável pela união de uma célula a outra;
: uma especialização de estrutura pequena, com a mesma capacidade de união entre as células;

REFERÊNCIA: PROENÇA, Fabrício. Membrana Plasmática. Juiz de Fora, 2020. Disponível


em:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=e6827788b5007699JmltdHM9MTY5NzI0MTYwMCZpZ3
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.+Juiz+de+Fora%2c+2020.&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cuY29sZWdpb2VxdWlwZWpmLmNvb
S5ici9zaXRlL3VwbG9hZHMvYXJxdWl2b3NfY29udGV1ZG9fYWx1bm8vMTQzNS8xNTg4
MTYzNzQ0cmZDNHpSNmEucGRm&ntb=1.
Acessado em: 01/10/2023.
ESPECIALIZAÇÕES ILUSTRATIVAS ( Não foi possível a observação no
laboratório)

Microvilosidades
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.BUb465gOFrUmsjo6MdB8igHaFL?w=
241&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

Cílios e flagelos
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/rp/zYRmeqAEd4Z0yDRz8nuL0syHMEI.s
vg.

Junções Celulares

Referência:https://th.bing.com/th/id/OIP.b0eQOs524YBNxk92EGirigHaFP?w=19
3&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
Desmossomos
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.9gOH4QXDq49yTlgi5J6thgHa
EP?w=287&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

Interdigitações
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=z5%2f
QYdpY&id=903474CC90713D4221684B94AE3044B08A2D9988
&thid=OIP.z5_QYdpYhCodT-3dQImXowHaFO&mediaurl=https%3a%2f%2fth.bing.c.
TEMA DE AULA: ORGANELAS ENVOLVIDAS NA SÍNTESE DE
MOLÉCULAS

RELATÓRIO: AULA 05

O reticulo endoplasmático rugoso ou granular, também denominado ergastoplasma,


corresponde uma ramificação de uma organela construída de canais demarcados por
membranas. De acordo com Sandes (2016), esta organela é fundamental para as células
eucariontes, pois desempenha a produção, mudança e a mistura de proteínas, metabolismo dos
lipídios e homeostase do cálcio. Sua estrutura rugosa se destaca pela composição de túbulos
achatados, ribossomos ligados à membrana, característica que lhe proporciona aparência rugosa
e a capacidade de produzir proteínas, onde os RNAm são traduzidos em função das moléculas;
é desenvolvido por células ocupadas em função secretora, onde abrange ainda ocupações como
ampliar a superfície interna da célula, auxiliando no ambiente de atividades das enzimas e
ocorrência de reações químicas para o metabolismo celular e armazenamento de proteínas, e até
produção de proteínas celulares como o colágeno. Sendo assim, as proteínas fornecidas pela
organela apresentarão característica transmembrana, onde uma parcela de sua construção será
guardada em um ambiente e separada de outra, onde a molécula atravessara uma membrana.
Proteínas internas também serão produzidas e guardadas, no citoplasma por exemplo; além
disso, também ocorre o processo químico de glicosilação, onde os açúcares são acoplados nas
proteínas, como pode ser observado no sistema imunológico. Sua grande afinidade com
corantes deve-se pela grande quantidade de ácidos nessas proteínas, que interagem diretamente
com o corante azul de toluidina, por exemplo, para a análise microscópica.
O completo de Golgi se define como uma organela citoplasmática envolvida diretamente na
secreção celular e no acomodamento de componentes originados das produções celulares, como
também na síntese de lamela de vegetais, lisossomos, espermatozoides e outros. Segundo
Moreira (2015) “A aparência do complexo de Golgi varia de espécie para espécie mas possui
estruturas básicas: os dictiossomos. Cada dictiossomo é composto por grupos de sáculos ou
cisternas membranosas achatadas e empilhadas de forma regular, e por pequenas vesículas.”;
além disso é formado por agrupamentos de cisternas, divididas entre face cis e trans,
responsáveis pela formação e amadurecimento respectivamente. Sua construção química
engloba fosfatase ácida, proteínas e fosfolipídios. Pela alta presença de lipídios e proteínas, os
quais interagem ativamente com corantes como Hematoxilina, ela acaba recebendo afinidade
com este.

REFERÊNCIA: MOREIRA, C. Complexo de Golgi. Revista de Ciência Elementar, V.3, 2015.


Disponível:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=2de79a5d05c065a2JmltdHM9MTY5NzI0MTYwMCZpZ3
VpZD0yYTcyODIwYS0zM2NiLTYwYzYtMjRkMy05MGIzMzJlNzYxMzImaW5zaWQ9NT
MyNw&ptn=3&hsh=3&fclid=2a72820a-33cb-60c6-24d3-
90b332e76132&psq=%3a+MOREIRA%2c+C.+Complexo+de+Golgi.+Revista+de+Ci%c3%aa
ncia+Elementar%2c+V.3%2c+2015.&u=a1aHR0cHM6Ly9jYXNhZGFzY2llbmNpYXMub3Jn
L3JjZWFwcC9wZGYvMjAxNS8xMDUv&ntb=1.
Acessado em: 03/10/2023.
ESTRUTURAS CITOPLASMÁTICAS ILUSTRATIVAS (Não foi possível a
observação no laboratório)

Retículo endoplasmático rugoso


Referência:
https://www.bing.com/images/search?v
iew=detailV2&ccid=sVCtuAEf&id=.

Complexo de Golgi
Referência:
https://www.bing.com/images/search
?view=detailV2&ccid=Vl%2fDhA19
.
TEMA DE AULA: DIVISÃO CELULAR

RELATÓRIO: AULA 06

É no processo de divisão celular que ocorre propagação de uma nova estrutura, além de
promover a ampliação e desenvolvimento do organismo, regeneração celular, cicatrização,
dentre outras; esse processo ocorre apenas nas células eucariontes, sendo que as procarióticas o
nome dessa replicação é denominado fissão binária. A preparação que antecede a divisão é
chamada de ciclo celular, onde a célula precisa duplicar seu componente genético e cumprir a
interfase, que acontece em variados processos. Segundo Alberts (2017) "os detalhes do ciclo
celular variam de organismo para organismo e ocorrem em diferentes momentos na vida de um
determinado organismo."
A divisão celular apresenta dois exemplos: A mitose, que se caracteriza nas células somáticas
em que a célula mãe gera duas células-filhas idênticas preservando a mesma quantidade de
DNA e a meiose, que acontece quando a célula-mãe dá origem a quatro células-filhas com a
quantidade de cromossomos dividida pela metade.
Dentre as várias transformações nas estruturas celulares, o citoplasma é alvo de uma
diversidade de reações em sua composição. Isso ocorre para que a distribuição do material
genética na formação de células filhas ocorre de forma integrada e positivo.
Dentre os principais, se destacam:
Divisão do reticulo endoplasmático e complexo de Golgi: Se separaram na constituição das
células-filhas e, por serem responsáveis pela deslocação e transformação das proteínas
celulares, sua segmentação se torna fundamental na origem das células-filhas e suas funções;
Formação do fuso mitótico: É construído a partir da mitose e meiose, que é uma formação de
microtúbulos que promovem a divisão adequada dos cromossos que acontece na divisão
celular. Esses microtúbulos se unem aos cromossomos, deslocando-se em movimentos
planejados antes do isolamento;
Citocinese: Nome dado a divisão dos cromossomos durante a mitose e meiose, onde o
citoplasma é despedaçado e distribuindo entre as células-filhas separadas, com cada uma
possuindo a quantidade dos cromossomos de forma idêntica. Uma formação de um anel
contrátil que assume e divide o citoplasma;
Reorganização dos organelos: Processo de reestruturação dos organelos, junto do citoplasma;
os lisossomos, perixissomos e as mitocôndrias são dispostas de forma igual entre a células-
filhas para garantir a preservação e desenvolvimento de cada estrutura celular.

REFERÊNCIAS: ALBERTS. BRUCE...et al: Fundamentos da biologia celular. 4. Ed. 2017.


Acessado em: 03/102023.
FASES DA DIVISÃO CELULAR ILUSTRATIVAS (Não foi possível a observação
no laboratório)

FASES DA MITOSE
Referência:
https://th.bing.com/th/id/OIP.UJU3PLqMHh1PNWeIOQgf4QHaDt?w=295&h=174&c
=7&r=0&o=5&pid=1.7.

FASES DA MEIOSE
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=%2bHJvWSM%2f&id=D8
EBD261EEB95EFF7E1A31379BEDC5E41D36920C&thid=OIP.-.
RELATÓRIO DE PRÁTICA 02
Ana Rita Souza da Silva - 04131997
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Bases da biologia celular, molecular e
tecidual

DADOS DO(A) ALUNO(A):

NOME: Ana Rita Souza da Silva MATRÍCULA: 04131997


CURSO: Fisioterapia POLO: Unifael – Lábrea (AM)
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Hércules Alves da Silva

TEMA DE AULA: TECIDO EPITELIAL

RELATÓRIO: AULA 01

O tecido epitelial se caracteriza como uma estrutura composta por células diretamente ligadas
entre si, denominadas justapostas, além de serem poliédricas (hepatócitos) e não possuírem
quase nenhuma quantidade de matriz extracelular em sua fixação, são tipicamente
avascularizados, ao não deterem de vasos sanguíneos e precisarem nutrir-se através do tecido
conjuntivo pela lâmina basal.
Configuraram-se como seus dois derivados o de revestimento e o glandular. O tecido epitelial
de revestimento é formado por mais de uma camada e se interliga ao tecido epitelial através de
junções celulares que atuam não apenas como apoio as mesmas, mas às protegendo do
corrimento de materiais que possam atingir o espaço intercelular, e facilitam a comunicação
para as células adjacentes. São encontradas nas cavidades externas e internas dos órgãos,
responsáveis por proteger a integridade física, mecânica e imunológica do organismo. Segundo
CARNEIRO (2008) o revestimento é classificado partindo do número de camadas e ao seu tipo
de célula. Já o tecido epitelial granular possui células ligadas de forma isolada e individual, sem
nenhum tipo de camada em estrutura diferentemente do revestimento, em uma camada singular,
com suas glândulas responsáveis especificamente na produção de secreções, síntese e dispersão
de células em um fluxo que produz enzimas, muco e hormônios. Sua classificação se
fundamenta na quantidade de células, formato de seus dutos, produção de secreção e a
eliminação dessas.
Sendo definida como o maior órgão do corpo humano, a pele constitui cerca de 15% de nossa
estruturação, formada por uma variedade de tecidos e estruturas que desempenham diversas
funções, como a defesa imunológica, resposta à estímulos externos, barreira mecânica e
preserva a água e as proteínas presentes no organismo. Sua estrutura possui três camadas: a
epiderme, e derme e a hipoderme (panículo adiposo), que auxiliam a movimentação da pele dos
arranjos dispostos sob ela.
A epiderme esse configura como a camada mais supérflua da pele, com o epitélio composto por
uma espessura escamosa, que se diferencia formando suas quatro subdivisões de camadas; tem
origem embrionária ectodérmica e é responsável pela produção de queratinas em pares.
A derme atua como um conectivo formado de colágeno elastina, portadora das células
fibroblastos e opera na proteção mecânica tal qual a união com a epiderme.
E a hipoderme possui composição flexível, que auxilia na barreira mecânica, bem como
isolamento térmico, armazenando os lipídios e atua na interação entre a derme e suas estruturas
móveis.
Referências: JUNQUEIRA, L.C.U & CARNEIRO, J. Histologia Básica. UFPEL, Guanabara
Koogan, n.11, p.524, 2008. Disponível em:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=965a45a75bc74eadJmltdHM9MTY5NzA2ODgwMCZpZ3
VpZD0yYTcyODIwYS0zM2NiLTYwYzYtMjRkMy05MGIzMzJlNzYxMzImaW5zaWQ9NT.
Acessado em: 05/10/2023.
TECIDO DE REVESTIMENTO GRANDULAR (Imagens laboratório):

Glândula Tireoide
Parte anterior do pescoço
Regula as funções do coração, cérebro e fígado, além de
produzir hormônios e manter a estabilidade do organismo.
Endócrina do tipo folicular

TECIDO EPITELIAL DE REVESTIMENTO

Mucosa
Boca, bexiga e intestino
Proteção e sustento da umidade do local de acordo com sua
necessidade.
Tecido epitelial de revestimento simples colunar
Referência: https://th.bing.com/th/id/OIP.cw91SqgArF_hYg61y-
uFgAHaFk?w=210&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

DERME
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=Fxjfeo
YG&id=.

EPIDERME
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.auSYIWf4PV11hUDuPYBvowHaGA?
w=189&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
HIPODERME REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.Et7ev7nFA7toPQFzGk25EQHaFj?w=216&h=180&c=7&
r=0&o=5&pid=1.7.
TEMA DE AULA: TECIDO CONJUNTIVO PROPRIAMENTE
DITO

RELATÓRIO: AULA 02

O tecido conjuntivo é composto por uma extensa e abundante camada extracelular, estruturado
ainda por células divididas em variadas espécies, fibras e um elemento crucial amorfa. De
acordo com Vargas (2003), esse tecido atua como um alicerce para o suporte das partes frágeis
do corpo, auxiliando no apoio e no contato direto com outros tecidos, com origem mesodérmica
e responsável pelo preenchimento e suporte, nutrição, armazenamento e reparação do
organismo. Pode se configurar em diversos tipos, sendo um deles o propriamente dito,
localizado principalmente em todos os órgãos exercendo proteção e suporte a estes; ele é
desenvolvido a partir de células de origem e características variadas, sendo elas os fibroblastos,
macrófagos, mastócitos, plasmócitos, leucócitos, adipócitos e outras. Elas, de forma geral,
condensam, isolam, alteram e degeneram a matriz extracelular, respondendo a interação com a
mesma na estruturação do metabolismo, multiplicação e flexibilidade celular.
São componentes ainda a substância fundamental e, especialmente, os três tipos de fibras
envolvidos pela matriz extracelular: conjuntivas, reticulares e elásticas.
As fibras conjuntivas (colágenas) desempenham resistência ao tecido por serem bastante
inelásticas; sua formação deriva-se glicoproteína presente na matriz, que é constituída por
ligações polipeptídicas, originadas dentro da célula e liberada para o meio externo, onde ocorre
a formação dessas tais fibras, com a biossíntese da vitamina C; é encontrada na cápsula dos
órgãos, nos ossos, na cartilagem fibrosas e na derme.
As fibras reticulares se constituem do colágeno tipo III, com a qualidade de organização
comparada as da fibrilas de colágeno; elas englobam as células adiposas, as hemácias, células
musculares, fibras nervosas, além da medula óssea, baço e glândulas endócrinas.
Por fim, as fibras elásticas garantem a elasticidade dos tecidos e dividem-se em elaunínicas,
oxitalânicas e elásticas, onde suas proteínas sofrem diferenciações até resultarem o produto
final; compõem a derme, as artérias, ligamentos elásticos, pulmões e bexiga.
Sobre sua classificação, ele se agrupa em:
Tecido Conjuntivo Frouxo: com fartura em células e rica matriz extracelular, responsável pelas
terminações nervosas e contribuem nas distribuições dos outros tecidos, trocas gasosas, fluxos
de nutrientes para tecidos que não possuem vasos sanguíneos; encontrado na parte inferior do
epitélio, com bastante resistência, flexibilidade e vascularizado;
Tecido Conjuntivo Denso: composto pela mesma estruturação do tecido anterior, apresenta
matriz extracelular englobada por fibras densas e colágenas, células firmes, dando mais força e
resistência em comparação com o tecido frouxo, encontrado nos tendões e ligamentos.

Referências: LENZ, Cynthia; VARGAS, Adriana. Tecido Conjuntivo. FisioWebWGate, 2003.


Disponível em:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=299caec01a3ac090JmltdHM9MTY5NzE1NTIwMCZpZ3V
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tivo.+FisioWebWGate%2c+2003&u=a1aHR0cDovL3d3dy53Z2F0ZS5jb20uYnIvY29udGV1Z
G8vbWVkaWNpbmFlc2F1ZGUvZmlzaW90ZXJhcGlhL2Nvbmp1bnRpdm8yLmh0bQ&ntb=1.
Acessado em: 05/10/2023.
IMAGENS ILUSTRTIVAS (Não foi possível a observação no laboratório)

FIBRAS COJUNTIVAS
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.3lCFdcQ7umvX-cRitVH-
cwHaEK?w=264&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

FIBRAS RETICULARES
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.H6jUfqt_75Al2X_1PTwKhQHa
Ff?w=252&h=187&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

FIBRAS ELÁSTICAS
REFERÊNCIAS:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&cci
d=%2fxQVu4Uz&id=.

TECIDO CONJUNTIVO FROUXO


REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.6EzzHdUExDDKc32hgvFv
WAHaFq?w=243&h=186&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

TECIDO CONJUNTIVO DENSO:


REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&cc
id=biYUFRrs&id=.
TEMA DE AULA: TECIDO
CARTILAGINOSO

RELATÓRIO: AULA 03

O tecido cartilaginoso consolida-se como uma ramificação estrutural do conjuntivo com


formação rígida, apoio para as estruturas frágeis, envolvendo camadas articulares e auxiliando
no deslizamento dos ossos nas articulações; essa estrutura é fundamental para a constituição do
osso longo, bem como no seu desenvolvimento, principalmente após o nascimento. Sua matriz
extracurricular é extremamente abundante, com configurações de lacunas nas cavidades que
são envolvidas por suas células, não possuindo vasos sanguíneos ou nervos, com seu fluxo de
nutrientes ocorrendo através de um camada chamada de pericôndrio. Segundo FONSECA
(2021) através de suas características, quantidade de substâncias e classe de fibras, é possível
catalogar suas classificações como sendo: a Cartilagem Hialina, elástica e fibrosa.
A Halina se destaca como a mais comum encontrada no corpo humano, constituindo o primeiro
esqueleto do embrião antes do ósseo e é composta pelas substâncias fundamentais, bem como o
colágeno tipo II, sulfato condonectina, englobando as fossas nasais, traqueia, brônquios e
extremidades da costela; sendo firme, resistente, é responsável pelos processos de diáfase e
epifáse, além de proteger os ossos contra fricções e diminuir impactos, contendo basófilos e
sendo meta metacromática ao Microscópio de luz. Segundo... a cartilagem hialina se destaca
por possuir uma matriz homogênea e vítrea, pois suas fibrilas do colágeno tipo II não são
evidentes no microscópio de luz.
Já a cartilagem elástica se caracteriza por estar menos suscetível a degeneração do que a halina,
no entanto assim como a mesma possui pericôndrio, como também o colágeno tipo II, além de
grande acúmulo de fibras elásticas, substância fundamental e outras células, crescendo por
adjunção, localizada no sistema auditivo, epiglote e laringe.
Finalmente, evidencia-se a Cartilagem Fibrosa, ou fibrocartilagem, construída por colágeno
tipo I, presente inclusive em sua escassa matriz extracelular junto com a tipo II, o que lhe dá
uma certa afinidade a corantes, e é arranjada pelo tecido conjuntivo denso; diferente dos outros
modelos, a fibrosa não possui pericôndrio, e sua nutrição ocorre através do líquido sinovial
além de possuir duas estruturas: anel fibroso e núcleo pulposo. É estabelecida nos discos
invertebrais e nos ligamentos dos tendões, com o encargo de firmeza, impedindo o desgaste das
vértebras no movimento da coluna, e sustentação.
Por fim, as células que compõem o tecido cartilaginoso tratam-se dos condroblastos e
condrócitos.

REFERÊNCIA: FONSECA, Ribeiro. Tipos de Cartilagem. Mundo Educação, 2021.


Disponível em:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=ea62a4db2b759f09JmltdHM9MTY5NzU4NzIwMCZpZ3V
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90b332e76132&psq=tipos+de+castilagem+mundo+educa%c3%a7%c3%a3o&u=a1aHR0cHM
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bS5odG0&ntb=1.
Acessado em: 05/10/2023.
IMAGENS ILUSTRTIVAS (Não foi possível a observação no laboratório)

Condroblastos
REFERÊNCIAS:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=Ji%2fE
bRPa&id=D60B54ADD7D7AA8F79EC4294F54F2AF1F0023EDF
&thid=OIP.Ji_.

Condrócitos
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.dcawHdFuDyr0kF1bu4aL4gHaFl?w
=245&h=185&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

Cartilagem Fibrosa
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.GUr2WZ5_PW9WfqwQjcue3QHaHa?
w=152&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

CARTILAGEM ELÁSTICA (IMAGEM LABORATÓRIO)

CARTILAGEM HIALINA (IMAGENS LABORATÓRIO)


TEMA DE AULA: TECIDO
MUSCULAR

RELATÓRIO: AULA 04
O tecido muscular consiste em um modelo anatômico de fundamental relevância
desempenhando funções de movimentações em diversos âmbitos do corpo, na especialidade de
converter energia química em mecânica, a partir de hidrólise do ATP, gerando sua seção de
movimentos de grande porte, além das variações de tamanho e morfologia em órgãos internos
por função de suas células com capacidade de diferenciação, além da produção de calor. Sua
constituição deriva-se das chamadas fibras musculares, e pelo tecido conjuntivo; segundo
JUNQUEIRA (2008) essas fibras são células alongadas, que diminuem de tamanho no estímulo
do musculo onde os filamentos de actina deslocam-se aos de miosina, processo conhecido
como contratação. Os tecidos, a partir das características de suas composições celulares,
recebem as seguintes classificações:
Tecido Muscular Estriado (esquelético): compõe a maior massa no organismo, formando as
unidades dos músculos, com células bastante longas, multinucleadas e de muitas miofibrilas,
essas últimas com o mesmo cumprimento das fibras musculares e onde estão presentes diversas
proteínas; além disso, o tecido possui o conjuntivo em sua construção, em diversas
ramificações, como também vasos e nervos. O tecido conjunto denso envolve o muscular por
uma camada conhecida como epimísio, uma base constituída de uma matriz extracelular ligada
a uma lâmina basal que contém as células musculares, além de fibras reticulares; seu derivado,
o perimísio, rodeia os feixes das células musculares, com cada uma envolta por um epimísio.
Sua função envolve a conservação e movimentação do organismo por sua capacidade de
encaixe nos ossos do esqueleto.
Tecido Muscular Estriado Cardíaco: com as mesmas características dos filamentos do
esquelético, suas células são compostas por estriações transversais, possuindo apenas dois
núcleos em sua estrutura; ademais, o tecido apresenta linhas transversais que reagem
fortemente com corantes, surgindo em períodos irregulares nas células, tratando-se de junções
em linha reta que se dividem em parte transversal, que atravessa a fibra em linha reta, e lateral,
que corre em paralelo com os miofilamentos. Os desmossomos são responsáveis por unir as
células cardíacas, impedindo sua separação durante a contração, e nas partes laterais dos discos
ficam as junções comunicantes que dão continuidade iônica para as células vizinhas fazendo
com que a contração passe de uma célula para a outra;
Tecido Muscular Liso: Construído por uma rede de células longas, espessas que se ligam nas
extremidades, com um único núcleo no centro e são interligadas por junções de comunicação
onde moléculas minúsculas e íons atravessam de uma célula para a outra permitindo elos de
comunicação que estabelecem a contração do feixe do musculo liso; os filamentos nessas
células interagem com corpos densos, estruturas envoltas na membrana plasmática e
citoplasma. Esses corpos possuem proteínas de estabilização, que fixam filamentos
intermediários, fundamentais na comunicação das forças de contração fluidas dentro das células
para a camada superficial celular, que influencia no formato da célula. Esse tecido está
localizado nas extremidades do canal alimentar, vasos sanguíneos trato respiratório, como
também na íris e escroto; suas fibras musculares são envolvidas por uma lâmina basal e ligadas
por um canal de fibras reticulares, que fazem o canal de uma célula com a outra, fazendo com
que suas contrações se unam e resultem na contração inteira do músculo.

Referência: JUNQUEIRA, L.C.U & CARNEIRO, J. Tecido Muscular. 11˚ Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 524p. Disponível em:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=e93eefa19830978bJmltdHM9MTY5NzUwMDgwMCZpZ3
VpZD0yYTcyODIwYS0zM2NiLTYwYzYtMjRkMy05MGIzMzJlNzYxMzImaW5zaWQ9NT
E4Mg&ptn=3&hsh=3&fclid=2a72820a-33cb-60c6-24d3-
90b332e76132&psq=%3a+JUNQUEIRA%2c+L.C.U+%26+CARNEIRO%2c+J.+Tecido+Mus
cular.+11%cb%9a+Ed.+Rio+de+Janeiro%3a+Guanabara+Koogan%2c+2008.+524p&u=a1aH
R0cHM6Ly9kcml2ZS5nb29nbGUuY29tL2ZpbGUvZC8wQjFFSWwxZzhGZGZVZUZoME1F
MXhTSFptY0hjL3ZpZXc&ntb=1.
Acessado em: 05/10/2023.

IMAGENS ILUSTRTIVAS (Não foi possível a observação no laboratório)

Tecido Muscular Estriado (esquelético)


REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2
&ccid=w8ElytXn&id=.

Tecido Muscular Estriado Cardíaco


REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2
&ccid=n5Lg%2bbik&id=.

TECIDO MUSCULAR LISO


REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detail
V2&ccid=GTeZSOhG&id=.
TEMA DE AULA: TECIDO ÓSSEO E OSSIFICAÇÃO

RELATÓRIO: AULA 05
O tecido Ósseo trata-se de uma composição formada por uma matriz extracelular rica em
cálcio, a matriz óssea, sendo ainda o conjunto mais resistente e rígido do corpo. Além dessas, o
tecido Ósseo é uma ramificação especializada do conjuntivo, e sua matriz é dividida em metade
orgânica e a outra metade composta por material mineral, sendo a primeira com presença de
colágeno tipo II, glicosaminoglicanos e proteoglicanos como os da cartilagem e glicoproteínas;
Segundo Palma (2012) “sua matriz óssea representa, também, o maior reservatório de íons
minerais do organismo, particularmente de cálcio e fósforo, participando ativamente na
manutenção da homeostase dos níveis de cálcio no sangue e, consequentemente, em todos os
fluidos tissulares, condição essencial para a preservação da vida.” Seus constituintes celulares
correspondem aos:
Osteoblastos: Células jovens responsáveis pela maior parte orgânica da matriz, atuam na
superfície óssea em uma camada colunar de formato cúbico; esses formatos sofrem alterações
de acordo com o estado de ativação dessas células, pois quando ativos, são cumoides com o
citoplasma basófilo. Quanto mais sintetizam e secretam os compostos da matriz óssea, as
células são envolvidas pela mesma, onde a célula aprisionada vira osteócito.
Osteócitos: Células abundantes, quiescentes e provenientes dos Osteoblastos, que se reúnem
dentro das cavidades e lacunas da matriz óssea. Dessas, se originam os canalículos, e em sua
composição interna as expansões dessas células se ligam por meio de junções comunicantes, se
deslocando de molécula para molécula, assim como os íons de um osteócitos para outro; atuam
na provisão e preservação da matriz óssea.
Osteoclastos: Com uma grande parcela de núcleos, são móveis, de grande tamanho e
extensamente ramificadas, concentrando-se na superfície óssea onde fazem parte da ação de
reabsorção do tecido ósseo. Originam a fusão de várias células do sistema fagocitário
mononuclear, e se derivam da medula óssea. Além disso, a ampliação dos osteoclastos em sua
atividade enzimática perfuram a matriz, resultando em depressões denominadas lacunas de
Howship.
O processo de ossificação ministra a formação dos ossos, onde ocorre a mutação de um
elemento orgânico presente no osso. É originado no processo de desenvolvimento do feto, em
momentos de falhas no organismo ou patologias. Dividem-se em dois processos:
Ossificação intramembranosa: Onde o osso se constitui no interior da membrana conjuntiva, no
ossos chatos como o parietal e uma parte do occipital, temporal e no maxilar; auxilia no
desenvolvimento da espessura dos ossos longos, nos membros e os curtos crescerem e se
alargarem. Nesse processo, as células mesenquimais, do tecido conjuntivo, sofrem
diferenciação de células osteoprogenitoras para grupos de osteoblastos; em seu processo de
secreção, os osteoblastos endurecem as composições reunidas da matriz óssea e forma os
osteócitos, que constituem lâminas ósseas que, no crescimento, se ligam para formar o osso. A
atividade dos osteoclastose concentra na área interna dos ossos cranianos, que replicam
remodelagem e absorção do tecido ósseo. Sendo assim, os ososteoclastos reabsorvem a matriz
óssea, dando origem ao cérebro e, para preservar a espessura do osso, os osteoblastos atuam na
produção dessa matriz.
Ossificação endocordal: Processo que ocorre na cartilagem hialina e constitui os ossos longos e
curtos; a cartilagem passa por transformações, como a hipertrofia dos condrócitos, que ocorre
até sua morte programada (apoptose), além da diminuição da matriz cartilaginosa e
mineralização; onde predominavam os condrócitos, se originam os vasos e células
osteogênicas, que se derivam do tecido conjuntivo adjente que se transformam em osteoblastos.
Referência: JUDAS, Fernando; PALMA, Paulo; FALACHO, Rui; FIGUEIREDO, Helena.
Estrutura e Dinâmica do Tecido Ósseo. Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, p.
02-50. Março, 2012. Disponível em:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=71a55e162fb9475eJmltdHM9MTY5NzUwMDgwMCZpZ3
VpZD0yYTcyODIwYS0zM2NiLTYwYzYtMjRkMy05MGIzMzJlNzYxMzImaW5zaWQ9NT
E4NA&ptn=3&hsh=3&fclid=2a72820a-33cb-60c6-24d3-
90b332e76132&psq=JUDAS%2c+Fernando%3b+PALMA%2c+Paulo%3b+FALACHO%2c+
Rui%3b+FIGUEIREDO%2c+Helena.+Estrutura+e+Din%c3%a2mica+do+Tecido+%c3%93sse
o.+Faculdade+de+Medicina+da+Universidade+de+Coimbra%2c+p.+02-
50.+Mar%c3%a7o%2c+2012.+&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cucmVzZWFyY2hnYXRlLm5ldC9
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RvX29zc2Vv&ntb=1.
Acessado em: 06/10/2023.

IMAGENS ILUSTRTIVAS (Não foi possível a observação no laboratório)

Osteoblastos e osteócitos
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.mmCquZxl_NwAvB
JQ4MkRTgHaGX?w=210&h=180&c=7&r=0&o=
5&pid=1.7.

Canais de Havers
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.hWi4bVbxIe_ugn
Kckn0R2wHaDy?w=296&h=180&c=7&r=0&
o=5&pid=1.7.

Canais de Volkman
REFERÊNCIAS:
https://www.bing.com/images/search?view
=detailV2&ccid=57OpKEZV&id=.
Periósteo e Endósteo

REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.t-
OO33dCUO2MKE1sCMXWrAHaFB?w=2
54&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

Ossificação intramembranosa
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&cci
d=n8xgKnqO&id=.

Ossificação endocordal
REFERÊNCIAS:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&cci
d=i7zBRNrq&id=.
TEMA DE AULA: TECIDO
NERVOSO

RELATÓRIO: AULA 06

O tecido nervoso constitui o sistema responsável por receber estímulos externos e controlar
todos os comandos do corpo, regulando as funções e atividades em cada movimento do corpo,
e isso ocorre através dos circuitos neuronais e dispersão de mediadores químicos por
intermédio das terminações nervosas nas células. Esse tecido é apto a sofrer estímulos
propagados externa e internamente no organismo, possuindo capacidade de impulsos nervosos
de forma veloz e por posições relativamente distantes. É composto, principalmente, pelos
neurônios, motores, sensoriais e interneurônios, que controlam órgãos, glândulas e fibras
musculares ao reagiram aos estímulos vindos de seu próprio organismo. Outra composição é a
neuroglias, que participa da fagocitose, isolamento dos axônios, nutrição e suporte. Por fim, os
nervos, que são grupos de fibras nervosas que formam os feixes e possuem capacidade de
sustentação; e os gânglios, concentrações de neurônios com estímulos sensoriais.
De acordo com CARNEIRO (2008) o sistema nervoso “é dividido, anatomicamente, em
sistema nervoso central (SNC), formado pelo encéfalo, constituintes neurais do sistema
fotorreceptor e medula espinhal; e sistema nervoso periférico (SNP), constituído por nervos e
gânglios.” Estes se diferenciam, além da localização, referente a função, pois enquanto o
periférico ocupa a fase de difusão das informações procedentes dos órgãos sensoriais para o
sistema nervoso central, que realiza a receptividade e inclusão das informações, além de
decisões e transmissão de regras.

Referência: JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO. Histologia Básica. 11˚ Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 524p. Disponível:
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XhTSFptY0hjL3ZpZXc&ntb=1.
Acessado em: 06/10/2023.
IMAGENS ILUSTRTIVAS (Não foi possível a observação no laboratório)

Corpo celular
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.jtPWhTqKmos52E2wxqo4XgHa
Ha?pid=ImgDet&w=184&h=184&c=7.

Corpúsculos de Nissl
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.M9Ocl8lGV8ErWLvEa3DBq
wHaE_?w=283&h=191&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

Dendritos
REFERÊNCIAS:
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d=lsBF4M7j&id=F8B42B20F88E6CCF08A54B3889924
458F71583BA&thid=OIP.
TEMA DE AULA: TECIDO SANGUÍNEO

RELATÓRIO: AULA 07

O Tecido Sanguíneo constitui uma estrutura ramificada e especializada do tecido conjuntivo,


tendo como composição principal o sangue, que é vital para vários processos do corpo.
Segundo Santos (2021) um ser humano contém em seu peso corporal cerca de 7% de sangue.
Ele corresponde, em forma líquida e fluxo pelo sistema circulatório a distribuição de diversas
moléculas, como a do oxigênio e resíduos do metabolismo celular, além de se consolidar como
uma substância fundamental no sistema de defesa do organismo, deslocamento de nutrientes e
remoção do óxido de carbono, participando ativamente da ação de transporte e eliminação de
substâncias englobadas pelo organismo.
O tecido Sanguíneo possui em sua composição:
Plasma sanguíneo: Forma líquida, sendo sua porção não celular; construído de elétrons e íons,
água e componentes dissolvidos, glicose, hormônios, vitaminas e resíduos de metabolismo
deslocando esses. Tem a coloração amarelada;
Hemácias: Os chamados glóbulos vermelhos são células sem organela e responsáveis pelo
transporte de oxigênio;
Leucócitos: Ou glóbulos brancos, são células sem cor com forma esférica que atua na defesa do
hospedeiro, são originadas na medula óssea e permanecem temporariamente no sangue;
Neutrófilos: os leucócitos polimorfonucleares são células arredondadas com núcleo
multilobulado e é responsável pela digestão e morte de antígenos;
Eosinófilos: Possuem em sua composição uma parcela de leucócitos granulócitos, e produzem,
guardam e dispersam agentes pós-inflamatórios, atuando na reposta imune do organismo pois
reconhecem os corpos estranhos;
Basófilos: Possuem técnicas de dispersão de grânulos mediadores químicos e recheados de
histamina;
Linfócitos: Núcleo grande e pouca quantidade de organelas, possuem um agrupamento
heterogêneas com Linfócitos B e T, que originam da medula óssea com o fluxo nos vasos
linfáticos e sintetizam anticorpos;
Monócitos: Grandes leucócitos com núcleo ovoide dando amadurecimento a célula, transporte
do sangue, o armazenando e, logo após, o transformando em macrófagos;
Plaquetas: Se originam da medula óssea vermelha da fragmentação do citoplasma, impedindo
uma hemorragia sanguínea severa quando um vaso é rompido.

Referência: SANTOS, Vanessa. Sangue. Mundo Educação, 2021. Disponível em:


https://www.bing.com/ck/a?!&&p=7289a0c80f095b1eJmltdHM9MTY5NzUwMDgwMCZpZ3
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Acessado em: 06/10/2023.
IMAGENS ILUSTRTIVAS (Não foi possível a observação no laboratório)

Hemácias
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.djxZ67I7zuIo-
dkJA2jMRQHaFj?w=225&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1
.7.

Plaquetas
REFERÊNCIAS:
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=HK3nKqQ%2b&id=.

Leucócitos
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.tii3f7Qohz4GC6ClErQc3wHaJ4
?w=133&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.

LINFÓCITOS
REFERÊNCIAS:
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FHb&id=AC3614C686634E160DB974C5EC3B347DF3E298F7&
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