Model
Model
RELATÓRIO: AULA 01
Sabe-se que o microscópio óptico, também conhecido como microscópio de luz, foi uma
importante criação em nossa humanidade, principalmente no âmbito da saúde, permitindo que
células, tecidos e outras estruturas sejam analisados com precisão para diversas pesquisas
laboratoriais. Através de um conjunto de lentes com diversas capacidades oculares ele permite
a ampliação de pequenos fragmentos impossíveis de se observar a olho nu. Os responsáveis por
sua criação foram os holandeses Hans e Zacarias Janssen, em 1590, ao juntarem duas lentes
semelhantes que denominaram como objetiva e ocular. Ao longo dos anos entre diversos
pesquisadores e estudos, o microscópio foi sendo aperfeiçoado e atualizado até se tornar o que
é hoje em dia. Segundo Vieira (2008) o microscópio óptico é composto por duas divisões: a
parte mecânica e sua parte óptica. A parte mecânica se divide em: Pé (base) – que dá
estabilidade ao aparelho; Braço – fixa à base; Platina (mesa) – onde se coloca a preparação para
ser observada; Charriot – fixar a lâmina sobre a platina e movimentá-la; Tubo (canhão) –
suporta os sistemas de lentes; Revólver – onde se insere as lentes objetivas; Parafuso
macrométrico: permite a rotação da platina em relação a objetiva em maior diâmetro; Parafuso
micrômetro: rotação mínima da lâmina para observação; Interruptor: para ligar e desligar a
fonte luminosa;
Os seus componentes ópticos consistem em: Condensador: concentra o feixe de luz de
iluminação para o objeto; Diafragma: controla a entrada da luz que atinge a platina; Fonte
luminosa: lâmpada que gera a luz artificial; Lentes oculares: lentes interiores sustentadas por
um cilindro; A ampliação mais comum dessas é de 10x. Lentes objetivas: atuam como as
principais lentes do microscópio, equipadas no revólver, são as mais próximas do material
observado, fornecendo diversas ampliações: 4x, 10x, 40x e a de imersão com 100x..
Ademais, por ser um instrumento de equipagem bastante complexa e fundamental em estudos
clínicos requer cuidados adequados e específicos, como no uso ao não permitir tocá-lo com as
mãos úmidas ou sujas, não forçar os seus componentes, não encostar as objetivas com a lâmina
para não sujar e contaminar o material, não tocar nas lentes, retirar as lâminas após o uso,
manter a platina limpa, desliga-lo ao final do uso; em sua limpeza usar apenas materiais
recomendado como o algodão e álcool e armazena-lo em um ambiente bem acentuado e
harmonizado para evitar maiores danos.
Desse modo, concluiu-se que o microscópio óptico se consolidou até os dias de hoje como um
equipamento fundamental para diversos meios, principalmente no avanço da ciência,
contribuindo para a observação mais eficiente das estruturas celulares, bem como de parasitas e
outros corpos estranhos e o descobrimento de várias doenças e seus possíveis tratamentos.
RELATÓRIO: AULA 02
As técnicas histológicas são práticas adequadas e fundamentais para uma análise minuciosa e
eficiente de uma estrutura celular, em um âmbito que promove o discernimento dos princípios
científicos para estudos teciduais, comuns ou patológicos, das células e suas matrizes
extracelulares através de tais métodos. A importância de manusear cada etapa engloba aspectos
funcionais eficazes sem margens para erros e outros possíveis empecilhos, sendo a organização
um pilar fundamental para isso. As técnicas histológicas consistem em:
Coleta: etapa onde o material em processo de análise deve ser devidamente separado com os
instrumentos corretos, para seu registro e identificação adiante. Segundo CAPUTO (2010), para
a análise microscópica da amostra do tecido é importante que seja efetuado, antes de qualquer
coisa, a evacuação do organismo, vivo ou morto, através da biópsia, ou por cirurgia e até por
meio as necropsia. A amostra é denominada espécime;
Fixação: configura-se um tópico bastante crucial de preparação material, em que se estabiliza o
organismo, interrompendo sua atividade, afim de evitar maiores contaminações, e preservar
seus componentes teciduais e facilitar a prática dos outros processos, com a utilização de certos
compostos químicos;
Desidratação: trata-se de retirar qualquer resquício de água presente no tecido para facilitar sua
análise, com o uso de diversas soluções alcoólicas e outras concentrações;
Clarificação (diafanização): remoção total do álcool do interior da amostra, fazendo uso de
agentes químicos que sejam compatíveis com a parafina que será penetrada em seguida.
Inclusão: devido a fragilidade natural dos tecidos eles precisam ser inclusos em um material de
aspecto firme, geralmente a parafina, para que a amostra seja fortalecida e isso facilite seus
cortes em finais camadas;
Microtomia: processo onde o material é recortado em finais camadas com o instrumento
adequado;
Coloração: por fim, efetuado todos os processos, o material da parafina é retirado e, por ser
incolor e inadequado para a visualização em um microscópio de luz, as amostras são coradas e,
em seguida, resguardadas pela lamínula e levados para análise.
REFERÊNCIA:https://www.bing.com/images/search?view=detailV2
&ccid=TuiunmT9&id=9C6B5767670F35C1817DD4AAFC033CFB4
20CAA0F&thid=OIP.TuiunmT9os0P.
FIXAÇÃO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid.
DESIDRATAÇÃO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=x6y.
CLARIFICAÇÃO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=J0erMV
%2bn&id=C2FED921C09E86224C1AC1C8BDB8EF75.
INCLUSÃO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=BJ5TD
UhK&id=6F8C5BAEA5106D001262A767872BAF.
MICROTOMIA
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=dNdde
NWY&id=.
COLORAÇÃO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=61pX
Qrqi&id.
TEMA DE AULA: CITOQUÍMICA
RELATÓRIO: AULA 03
CARBOIDRATO
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&c
cid=p1BygOf%2f&id.
LÍPIDIOS
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&c
cid=lTt6kv0K&id=.
PROTEÍNA
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV
2.
DNA
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=.
TEMA DE AULA: ESPECIALIZÇAÇÕES DE SUPERFÍCIE
RELATÓRIO: AULA 04
A membrana plasmática coopera na separação da célula com o meio exterior, demarcando seu
ambiente interior, o citoplasma, do restante. Além disso, é responsável pela deslocação da
célula, bem como o fluxo corriqueiro das moléculas e ganhando estímulos químicos e fixos
externamente. É integrada por condições lipoprotéicas, em composições como as proteínas, os
fosfolipídios e o colesterol, sendo os primeiros responsáveis por preservar a estrutura da
membrana e o colesterol localizado em grande quantidade principalmente nas células
eucariontes, aumentando a capacidade de rigidez na barreira da estrutura. De acordo com
Proença (2020) a composição da membrana celular é tão fina que até os microscópios de luz
mais atualizados não conseguiram sua plena visualização; apenas com a microscopia eletrônica
foi possível analisá-la mais minuciosamente. Ademais, quanto as especializações da membrana
plasmática, elas dividem-se em:
Microvilosidades: auxiliam na ampliação do espaço de contato ao meio externo, além do
aumento da absorção das células; localizadas nos rins e intestino;
Cílios e flagelos: enquanto os cílios serve como uma barreira para as impurezas, como uma
vassoura, arremessando e as expulsando, os flagelos lidam com o cargo de transporte, sendo o
do espermatozoide o de mais destaque. Os cílios se encontram nas células de vias respiratórias
em grande quantidade;
Junção oclusiva: barreira que não permite o fluxo dos microorganismos nas células, como vírus
e bactéria, obstruindo as passagens, além de isolar duas células que irão se ligar;
Junção comunicante: atua como um intermédio das trocas de substâncias entre as células, como
a água;
Desmossomos: responsável pela união de uma célula a outra;
: uma especialização de estrutura pequena, com a mesma capacidade de união entre as células;
Microvilosidades
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.BUb465gOFrUmsjo6MdB8igHaFL?w=
241&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
Cílios e flagelos
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/rp/zYRmeqAEd4Z0yDRz8nuL0syHMEI.s
vg.
Junções Celulares
Referência:https://th.bing.com/th/id/OIP.b0eQOs524YBNxk92EGirigHaFP?w=19
3&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
Desmossomos
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.9gOH4QXDq49yTlgi5J6thgHa
EP?w=287&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
Interdigitações
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=z5%2f
QYdpY&id=903474CC90713D4221684B94AE3044B08A2D9988
&thid=OIP.z5_QYdpYhCodT-3dQImXowHaFO&mediaurl=https%3a%2f%2fth.bing.c.
TEMA DE AULA: ORGANELAS ENVOLVIDAS NA SÍNTESE DE
MOLÉCULAS
RELATÓRIO: AULA 05
Complexo de Golgi
Referência:
https://www.bing.com/images/search
?view=detailV2&ccid=Vl%2fDhA19
.
TEMA DE AULA: DIVISÃO CELULAR
RELATÓRIO: AULA 06
É no processo de divisão celular que ocorre propagação de uma nova estrutura, além de
promover a ampliação e desenvolvimento do organismo, regeneração celular, cicatrização,
dentre outras; esse processo ocorre apenas nas células eucariontes, sendo que as procarióticas o
nome dessa replicação é denominado fissão binária. A preparação que antecede a divisão é
chamada de ciclo celular, onde a célula precisa duplicar seu componente genético e cumprir a
interfase, que acontece em variados processos. Segundo Alberts (2017) "os detalhes do ciclo
celular variam de organismo para organismo e ocorrem em diferentes momentos na vida de um
determinado organismo."
A divisão celular apresenta dois exemplos: A mitose, que se caracteriza nas células somáticas
em que a célula mãe gera duas células-filhas idênticas preservando a mesma quantidade de
DNA e a meiose, que acontece quando a célula-mãe dá origem a quatro células-filhas com a
quantidade de cromossomos dividida pela metade.
Dentre as várias transformações nas estruturas celulares, o citoplasma é alvo de uma
diversidade de reações em sua composição. Isso ocorre para que a distribuição do material
genética na formação de células filhas ocorre de forma integrada e positivo.
Dentre os principais, se destacam:
Divisão do reticulo endoplasmático e complexo de Golgi: Se separaram na constituição das
células-filhas e, por serem responsáveis pela deslocação e transformação das proteínas
celulares, sua segmentação se torna fundamental na origem das células-filhas e suas funções;
Formação do fuso mitótico: É construído a partir da mitose e meiose, que é uma formação de
microtúbulos que promovem a divisão adequada dos cromossos que acontece na divisão
celular. Esses microtúbulos se unem aos cromossomos, deslocando-se em movimentos
planejados antes do isolamento;
Citocinese: Nome dado a divisão dos cromossomos durante a mitose e meiose, onde o
citoplasma é despedaçado e distribuindo entre as células-filhas separadas, com cada uma
possuindo a quantidade dos cromossomos de forma idêntica. Uma formação de um anel
contrátil que assume e divide o citoplasma;
Reorganização dos organelos: Processo de reestruturação dos organelos, junto do citoplasma;
os lisossomos, perixissomos e as mitocôndrias são dispostas de forma igual entre a células-
filhas para garantir a preservação e desenvolvimento de cada estrutura celular.
FASES DA MITOSE
Referência:
https://th.bing.com/th/id/OIP.UJU3PLqMHh1PNWeIOQgf4QHaDt?w=295&h=174&c
=7&r=0&o=5&pid=1.7.
FASES DA MEIOSE
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=%2bHJvWSM%2f&id=D8
EBD261EEB95EFF7E1A31379BEDC5E41D36920C&thid=OIP.-.
RELATÓRIO DE PRÁTICA 02
Ana Rita Souza da Silva - 04131997
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Bases da biologia celular, molecular e
tecidual
RELATÓRIO: AULA 01
O tecido epitelial se caracteriza como uma estrutura composta por células diretamente ligadas
entre si, denominadas justapostas, além de serem poliédricas (hepatócitos) e não possuírem
quase nenhuma quantidade de matriz extracelular em sua fixação, são tipicamente
avascularizados, ao não deterem de vasos sanguíneos e precisarem nutrir-se através do tecido
conjuntivo pela lâmina basal.
Configuraram-se como seus dois derivados o de revestimento e o glandular. O tecido epitelial
de revestimento é formado por mais de uma camada e se interliga ao tecido epitelial através de
junções celulares que atuam não apenas como apoio as mesmas, mas às protegendo do
corrimento de materiais que possam atingir o espaço intercelular, e facilitam a comunicação
para as células adjacentes. São encontradas nas cavidades externas e internas dos órgãos,
responsáveis por proteger a integridade física, mecânica e imunológica do organismo. Segundo
CARNEIRO (2008) o revestimento é classificado partindo do número de camadas e ao seu tipo
de célula. Já o tecido epitelial granular possui células ligadas de forma isolada e individual, sem
nenhum tipo de camada em estrutura diferentemente do revestimento, em uma camada singular,
com suas glândulas responsáveis especificamente na produção de secreções, síntese e dispersão
de células em um fluxo que produz enzimas, muco e hormônios. Sua classificação se
fundamenta na quantidade de células, formato de seus dutos, produção de secreção e a
eliminação dessas.
Sendo definida como o maior órgão do corpo humano, a pele constitui cerca de 15% de nossa
estruturação, formada por uma variedade de tecidos e estruturas que desempenham diversas
funções, como a defesa imunológica, resposta à estímulos externos, barreira mecânica e
preserva a água e as proteínas presentes no organismo. Sua estrutura possui três camadas: a
epiderme, e derme e a hipoderme (panículo adiposo), que auxiliam a movimentação da pele dos
arranjos dispostos sob ela.
A epiderme esse configura como a camada mais supérflua da pele, com o epitélio composto por
uma espessura escamosa, que se diferencia formando suas quatro subdivisões de camadas; tem
origem embrionária ectodérmica e é responsável pela produção de queratinas em pares.
A derme atua como um conectivo formado de colágeno elastina, portadora das células
fibroblastos e opera na proteção mecânica tal qual a união com a epiderme.
E a hipoderme possui composição flexível, que auxilia na barreira mecânica, bem como
isolamento térmico, armazenando os lipídios e atua na interação entre a derme e suas estruturas
móveis.
Referências: JUNQUEIRA, L.C.U & CARNEIRO, J. Histologia Básica. UFPEL, Guanabara
Koogan, n.11, p.524, 2008. Disponível em:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=965a45a75bc74eadJmltdHM9MTY5NzA2ODgwMCZpZ3
VpZD0yYTcyODIwYS0zM2NiLTYwYzYtMjRkMy05MGIzMzJlNzYxMzImaW5zaWQ9NT.
Acessado em: 05/10/2023.
TECIDO DE REVESTIMENTO GRANDULAR (Imagens laboratório):
Glândula Tireoide
Parte anterior do pescoço
Regula as funções do coração, cérebro e fígado, além de
produzir hormônios e manter a estabilidade do organismo.
Endócrina do tipo folicular
Mucosa
Boca, bexiga e intestino
Proteção e sustento da umidade do local de acordo com sua
necessidade.
Tecido epitelial de revestimento simples colunar
Referência: https://th.bing.com/th/id/OIP.cw91SqgArF_hYg61y-
uFgAHaFk?w=210&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
DERME
REFERÊNCIA:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=Fxjfeo
YG&id=.
EPIDERME
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.auSYIWf4PV11hUDuPYBvowHaGA?
w=189&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
HIPODERME REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.Et7ev7nFA7toPQFzGk25EQHaFj?w=216&h=180&c=7&
r=0&o=5&pid=1.7.
TEMA DE AULA: TECIDO CONJUNTIVO PROPRIAMENTE
DITO
RELATÓRIO: AULA 02
O tecido conjuntivo é composto por uma extensa e abundante camada extracelular, estruturado
ainda por células divididas em variadas espécies, fibras e um elemento crucial amorfa. De
acordo com Vargas (2003), esse tecido atua como um alicerce para o suporte das partes frágeis
do corpo, auxiliando no apoio e no contato direto com outros tecidos, com origem mesodérmica
e responsável pelo preenchimento e suporte, nutrição, armazenamento e reparação do
organismo. Pode se configurar em diversos tipos, sendo um deles o propriamente dito,
localizado principalmente em todos os órgãos exercendo proteção e suporte a estes; ele é
desenvolvido a partir de células de origem e características variadas, sendo elas os fibroblastos,
macrófagos, mastócitos, plasmócitos, leucócitos, adipócitos e outras. Elas, de forma geral,
condensam, isolam, alteram e degeneram a matriz extracelular, respondendo a interação com a
mesma na estruturação do metabolismo, multiplicação e flexibilidade celular.
São componentes ainda a substância fundamental e, especialmente, os três tipos de fibras
envolvidos pela matriz extracelular: conjuntivas, reticulares e elásticas.
As fibras conjuntivas (colágenas) desempenham resistência ao tecido por serem bastante
inelásticas; sua formação deriva-se glicoproteína presente na matriz, que é constituída por
ligações polipeptídicas, originadas dentro da célula e liberada para o meio externo, onde ocorre
a formação dessas tais fibras, com a biossíntese da vitamina C; é encontrada na cápsula dos
órgãos, nos ossos, na cartilagem fibrosas e na derme.
As fibras reticulares se constituem do colágeno tipo III, com a qualidade de organização
comparada as da fibrilas de colágeno; elas englobam as células adiposas, as hemácias, células
musculares, fibras nervosas, além da medula óssea, baço e glândulas endócrinas.
Por fim, as fibras elásticas garantem a elasticidade dos tecidos e dividem-se em elaunínicas,
oxitalânicas e elásticas, onde suas proteínas sofrem diferenciações até resultarem o produto
final; compõem a derme, as artérias, ligamentos elásticos, pulmões e bexiga.
Sobre sua classificação, ele se agrupa em:
Tecido Conjuntivo Frouxo: com fartura em células e rica matriz extracelular, responsável pelas
terminações nervosas e contribuem nas distribuições dos outros tecidos, trocas gasosas, fluxos
de nutrientes para tecidos que não possuem vasos sanguíneos; encontrado na parte inferior do
epitélio, com bastante resistência, flexibilidade e vascularizado;
Tecido Conjuntivo Denso: composto pela mesma estruturação do tecido anterior, apresenta
matriz extracelular englobada por fibras densas e colágenas, células firmes, dando mais força e
resistência em comparação com o tecido frouxo, encontrado nos tendões e ligamentos.
FIBRAS COJUNTIVAS
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.3lCFdcQ7umvX-cRitVH-
cwHaEK?w=264&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
FIBRAS RETICULARES
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.H6jUfqt_75Al2X_1PTwKhQHa
Ff?w=252&h=187&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
FIBRAS ELÁSTICAS
REFERÊNCIAS:
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d=%2fxQVu4Uz&id=.
RELATÓRIO: AULA 03
Condroblastos
REFERÊNCIAS:
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bRPa&id=D60B54ADD7D7AA8F79EC4294F54F2AF1F0023EDF
&thid=OIP.Ji_.
Condrócitos
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.dcawHdFuDyr0kF1bu4aL4gHaFl?w
=245&h=185&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
Cartilagem Fibrosa
REFERÊNCIA:
https://th.bing.com/th/id/OIP.GUr2WZ5_PW9WfqwQjcue3QHaHa?
w=152&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
RELATÓRIO: AULA 04
O tecido muscular consiste em um modelo anatômico de fundamental relevância
desempenhando funções de movimentações em diversos âmbitos do corpo, na especialidade de
converter energia química em mecânica, a partir de hidrólise do ATP, gerando sua seção de
movimentos de grande porte, além das variações de tamanho e morfologia em órgãos internos
por função de suas células com capacidade de diferenciação, além da produção de calor. Sua
constituição deriva-se das chamadas fibras musculares, e pelo tecido conjuntivo; segundo
JUNQUEIRA (2008) essas fibras são células alongadas, que diminuem de tamanho no estímulo
do musculo onde os filamentos de actina deslocam-se aos de miosina, processo conhecido
como contratação. Os tecidos, a partir das características de suas composições celulares,
recebem as seguintes classificações:
Tecido Muscular Estriado (esquelético): compõe a maior massa no organismo, formando as
unidades dos músculos, com células bastante longas, multinucleadas e de muitas miofibrilas,
essas últimas com o mesmo cumprimento das fibras musculares e onde estão presentes diversas
proteínas; além disso, o tecido possui o conjuntivo em sua construção, em diversas
ramificações, como também vasos e nervos. O tecido conjunto denso envolve o muscular por
uma camada conhecida como epimísio, uma base constituída de uma matriz extracelular ligada
a uma lâmina basal que contém as células musculares, além de fibras reticulares; seu derivado,
o perimísio, rodeia os feixes das células musculares, com cada uma envolta por um epimísio.
Sua função envolve a conservação e movimentação do organismo por sua capacidade de
encaixe nos ossos do esqueleto.
Tecido Muscular Estriado Cardíaco: com as mesmas características dos filamentos do
esquelético, suas células são compostas por estriações transversais, possuindo apenas dois
núcleos em sua estrutura; ademais, o tecido apresenta linhas transversais que reagem
fortemente com corantes, surgindo em períodos irregulares nas células, tratando-se de junções
em linha reta que se dividem em parte transversal, que atravessa a fibra em linha reta, e lateral,
que corre em paralelo com os miofilamentos. Os desmossomos são responsáveis por unir as
células cardíacas, impedindo sua separação durante a contração, e nas partes laterais dos discos
ficam as junções comunicantes que dão continuidade iônica para as células vizinhas fazendo
com que a contração passe de uma célula para a outra;
Tecido Muscular Liso: Construído por uma rede de células longas, espessas que se ligam nas
extremidades, com um único núcleo no centro e são interligadas por junções de comunicação
onde moléculas minúsculas e íons atravessam de uma célula para a outra permitindo elos de
comunicação que estabelecem a contração do feixe do musculo liso; os filamentos nessas
células interagem com corpos densos, estruturas envoltas na membrana plasmática e
citoplasma. Esses corpos possuem proteínas de estabilização, que fixam filamentos
intermediários, fundamentais na comunicação das forças de contração fluidas dentro das células
para a camada superficial celular, que influencia no formato da célula. Esse tecido está
localizado nas extremidades do canal alimentar, vasos sanguíneos trato respiratório, como
também na íris e escroto; suas fibras musculares são envolvidas por uma lâmina basal e ligadas
por um canal de fibras reticulares, que fazem o canal de uma célula com a outra, fazendo com
que suas contrações se unam e resultem na contração inteira do músculo.
Referência: JUNQUEIRA, L.C.U & CARNEIRO, J. Tecido Muscular. 11˚ Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 524p. Disponível em:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=e93eefa19830978bJmltdHM9MTY5NzUwMDgwMCZpZ3
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E4Mg&ptn=3&hsh=3&fclid=2a72820a-33cb-60c6-24d3-
90b332e76132&psq=%3a+JUNQUEIRA%2c+L.C.U+%26+CARNEIRO%2c+J.+Tecido+Mus
cular.+11%cb%9a+Ed.+Rio+de+Janeiro%3a+Guanabara+Koogan%2c+2008.+524p&u=a1aH
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MXhTSFptY0hjL3ZpZXc&ntb=1.
Acessado em: 05/10/2023.
RELATÓRIO: AULA 05
O tecido Ósseo trata-se de uma composição formada por uma matriz extracelular rica em
cálcio, a matriz óssea, sendo ainda o conjunto mais resistente e rígido do corpo. Além dessas, o
tecido Ósseo é uma ramificação especializada do conjuntivo, e sua matriz é dividida em metade
orgânica e a outra metade composta por material mineral, sendo a primeira com presença de
colágeno tipo II, glicosaminoglicanos e proteoglicanos como os da cartilagem e glicoproteínas;
Segundo Palma (2012) “sua matriz óssea representa, também, o maior reservatório de íons
minerais do organismo, particularmente de cálcio e fósforo, participando ativamente na
manutenção da homeostase dos níveis de cálcio no sangue e, consequentemente, em todos os
fluidos tissulares, condição essencial para a preservação da vida.” Seus constituintes celulares
correspondem aos:
Osteoblastos: Células jovens responsáveis pela maior parte orgânica da matriz, atuam na
superfície óssea em uma camada colunar de formato cúbico; esses formatos sofrem alterações
de acordo com o estado de ativação dessas células, pois quando ativos, são cumoides com o
citoplasma basófilo. Quanto mais sintetizam e secretam os compostos da matriz óssea, as
células são envolvidas pela mesma, onde a célula aprisionada vira osteócito.
Osteócitos: Células abundantes, quiescentes e provenientes dos Osteoblastos, que se reúnem
dentro das cavidades e lacunas da matriz óssea. Dessas, se originam os canalículos, e em sua
composição interna as expansões dessas células se ligam por meio de junções comunicantes, se
deslocando de molécula para molécula, assim como os íons de um osteócitos para outro; atuam
na provisão e preservação da matriz óssea.
Osteoclastos: Com uma grande parcela de núcleos, são móveis, de grande tamanho e
extensamente ramificadas, concentrando-se na superfície óssea onde fazem parte da ação de
reabsorção do tecido ósseo. Originam a fusão de várias células do sistema fagocitário
mononuclear, e se derivam da medula óssea. Além disso, a ampliação dos osteoclastos em sua
atividade enzimática perfuram a matriz, resultando em depressões denominadas lacunas de
Howship.
O processo de ossificação ministra a formação dos ossos, onde ocorre a mutação de um
elemento orgânico presente no osso. É originado no processo de desenvolvimento do feto, em
momentos de falhas no organismo ou patologias. Dividem-se em dois processos:
Ossificação intramembranosa: Onde o osso se constitui no interior da membrana conjuntiva, no
ossos chatos como o parietal e uma parte do occipital, temporal e no maxilar; auxilia no
desenvolvimento da espessura dos ossos longos, nos membros e os curtos crescerem e se
alargarem. Nesse processo, as células mesenquimais, do tecido conjuntivo, sofrem
diferenciação de células osteoprogenitoras para grupos de osteoblastos; em seu processo de
secreção, os osteoblastos endurecem as composições reunidas da matriz óssea e forma os
osteócitos, que constituem lâminas ósseas que, no crescimento, se ligam para formar o osso. A
atividade dos osteoclastose concentra na área interna dos ossos cranianos, que replicam
remodelagem e absorção do tecido ósseo. Sendo assim, os ososteoclastos reabsorvem a matriz
óssea, dando origem ao cérebro e, para preservar a espessura do osso, os osteoblastos atuam na
produção dessa matriz.
Ossificação endocordal: Processo que ocorre na cartilagem hialina e constitui os ossos longos e
curtos; a cartilagem passa por transformações, como a hipertrofia dos condrócitos, que ocorre
até sua morte programada (apoptose), além da diminuição da matriz cartilaginosa e
mineralização; onde predominavam os condrócitos, se originam os vasos e células
osteogênicas, que se derivam do tecido conjuntivo adjente que se transformam em osteoblastos.
Referência: JUDAS, Fernando; PALMA, Paulo; FALACHO, Rui; FIGUEIREDO, Helena.
Estrutura e Dinâmica do Tecido Ósseo. Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, p.
02-50. Março, 2012. Disponível em:
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Rui%3b+FIGUEIREDO%2c+Helena.+Estrutura+e+Din%c3%a2mica+do+Tecido+%c3%93sse
o.+Faculdade+de+Medicina+da+Universidade+de+Coimbra%2c+p.+02-
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RvX29zc2Vv&ntb=1.
Acessado em: 06/10/2023.
Osteoblastos e osteócitos
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.mmCquZxl_NwAvB
JQ4MkRTgHaGX?w=210&h=180&c=7&r=0&o=
5&pid=1.7.
Canais de Havers
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.hWi4bVbxIe_ugn
Kckn0R2wHaDy?w=296&h=180&c=7&r=0&
o=5&pid=1.7.
Canais de Volkman
REFERÊNCIAS:
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=detailV2&ccid=57OpKEZV&id=.
Periósteo e Endósteo
REFERÊNCIA:
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OO33dCUO2MKE1sCMXWrAHaFB?w=2
54&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
Ossificação intramembranosa
REFERÊNCIA:
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d=n8xgKnqO&id=.
Ossificação endocordal
REFERÊNCIAS:
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d=i7zBRNrq&id=.
TEMA DE AULA: TECIDO
NERVOSO
RELATÓRIO: AULA 06
O tecido nervoso constitui o sistema responsável por receber estímulos externos e controlar
todos os comandos do corpo, regulando as funções e atividades em cada movimento do corpo,
e isso ocorre através dos circuitos neuronais e dispersão de mediadores químicos por
intermédio das terminações nervosas nas células. Esse tecido é apto a sofrer estímulos
propagados externa e internamente no organismo, possuindo capacidade de impulsos nervosos
de forma veloz e por posições relativamente distantes. É composto, principalmente, pelos
neurônios, motores, sensoriais e interneurônios, que controlam órgãos, glândulas e fibras
musculares ao reagiram aos estímulos vindos de seu próprio organismo. Outra composição é a
neuroglias, que participa da fagocitose, isolamento dos axônios, nutrição e suporte. Por fim, os
nervos, que são grupos de fibras nervosas que formam os feixes e possuem capacidade de
sustentação; e os gânglios, concentrações de neurônios com estímulos sensoriais.
De acordo com CARNEIRO (2008) o sistema nervoso “é dividido, anatomicamente, em
sistema nervoso central (SNC), formado pelo encéfalo, constituintes neurais do sistema
fotorreceptor e medula espinhal; e sistema nervoso periférico (SNP), constituído por nervos e
gânglios.” Estes se diferenciam, além da localização, referente a função, pois enquanto o
periférico ocupa a fase de difusão das informações procedentes dos órgãos sensoriais para o
sistema nervoso central, que realiza a receptividade e inclusão das informações, além de
decisões e transmissão de regras.
Referência: JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO. Histologia Básica. 11˚ Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 524p. Disponível:
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=63bb2494b9cafb31JmltdHM9MTY5NzUwMDgwMCZpZ3
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Acessado em: 06/10/2023.
IMAGENS ILUSTRTIVAS (Não foi possível a observação no laboratório)
Corpo celular
REFERÊNCIAS:
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Ha?pid=ImgDet&w=184&h=184&c=7.
Corpúsculos de Nissl
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.M9Ocl8lGV8ErWLvEa3DBq
wHaE_?w=283&h=191&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
Dendritos
REFERÊNCIAS:
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d=lsBF4M7j&id=F8B42B20F88E6CCF08A54B3889924
458F71583BA&thid=OIP.
TEMA DE AULA: TECIDO SANGUÍNEO
RELATÓRIO: AULA 07
Hemácias
REFERÊNCIAS:
https://th.bing.com/th/id/OIP.djxZ67I7zuIo-
dkJA2jMRQHaFj?w=225&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1
.7.
Plaquetas
REFERÊNCIAS:
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=HK3nKqQ%2b&id=.
Leucócitos
REFERÊNCIAS:
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?w=133&h=180&c=7&r=0&o=5&pid=1.7.
LINFÓCITOS
REFERÊNCIAS:
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=tzs9D
FHb&id=AC3614C686634E160DB974C5EC3B347DF3E298F7&
thid=OIP.tzs9DFHbBuZ8a_RKcTzrcgHaHp&mediaurl=https%3a
%2f%2fst2.depositphotos.com%.