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Prevenção e Combate a Incêndios: Guia Completo

O documento aborda a prevenção e combate a incêndios, explicando a teoria do fogo, pontos de inflamabilidade, métodos de extinção e classificação dos incêndios. Destaca a importância de conhecer os agentes extintores e as providências a serem tomadas em caso de princípio de incêndio. Além disso, menciona a prevenção de acidentes de trabalho, enfatizando a necessidade do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e a identificação de atos e condições inseguras.
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Prevenção e Combate a Incêndios: Guia Completo

O documento aborda a prevenção e combate a incêndios, explicando a teoria do fogo, pontos de inflamabilidade, métodos de extinção e classificação dos incêndios. Destaca a importância de conhecer os agentes extintores e as providências a serem tomadas em caso de princípio de incêndio. Além disso, menciona a prevenção de acidentes de trabalho, enfatizando a necessidade do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e a identificação de atos e condições inseguras.
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Prevenção e Combate

e Incêndio

6. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS

APRESENTAÇÃO
Nesta unidade do curso vamos conhecer algumas atividades desenvolvidas
pelo operador de trator. As atividades tais como a prevenção e combate a
incêndios. Você aprenderá aspectos relevantes para garantir uma operação
que promova a segurança, evitando acidentes tanto para os trabalhadores
como para o equipamento.

6.1 Teoria do Fogo


Fogo ou combustão é o resultado de uma reação química entre três
elementos, chamada de Triângulo do Fogo:

Combustível - é todo material que queima e se transforma. Exemplo:


carvão, gasolina, GLP, transformadores, magnésio e etc.

Comburente - é um dos elementos do ar, ou seja, o oxigênio.

Fonte de Calor - é a forma de energia que dá início ao fogo. Exemplo:


chama viva, brasa, faíscas, etc.

Exemplo:

- O Combustível: pavio da vela.


- O Comburente: oxigênio do ar.

- Fonte de Calor: chama do palito de fósforo.

6.2. Pontos de Inflamabilidade


Alguns materiais em temperatura ambiente, podem pegar fogo com uma
simples faísca. Outros, no entanto, necessitam de aquecimento prévio para que
entrem em combustão. Exemplos: a gasolina pode queimar em temperatura
ambiente; já, o ferro necessita de altíssimas temperaturas para queimar. Por
isso, é importante conhecer os pontos de inflamabilidade. São eles:
Ponto de Fulgor - é a temperatura mínima em que um combustível libera
gases ou vapores inflamáveis, que se incendeiam se houver uma fonte externa
de calor, sempre em presença do oxigênio. Entretanto, o fogo se apaga em
seguida devido a pouca quantidade de vapores formados.

Ponto de Combustão: é a temperatura mínima necessária para que um


combustível libere gases ou vapores inflamáveis, que se incendeiam se houver
uma fonte de calor e oxigênio. A queima é contínua devido a formação em
cadeia de novos vapores ou gases.

Ponto de Ignição: é a temperatura mínima em que um combustível


libera gases ou vapores inflamáveis, que se incendeiam espontaneamente, na
presença do oxigênio, independentemente de uma fonte externa de calor.

Vale ressaltar que muitos produtos inflamáveis apenas em temperatura


ambiente já ultrapassaram seu ponto de fulgor. Isto é, liberam gases ou vapores
suficientes para serem inflamados.
Exemplos:
Produtos Perigosos Inflamáveis Ponto de Fulgor
Gasolina - 42º C
Metanol + 12,2ºC
Tintas, vernizes e diluentes + 23ºC
Querosene + 34ºC
Butano - 60º C

6.3. Transmissão de Calor

O calor é uma espécie de energia e, por isso, pode ser


transmitido de um corpo a outro?
Esse processo pode ocorrer de três formas:
Condução: O calor se transmite de um corpo para outro, através de
contato direto.

Exemplo:

O calor produzido pela chama da vela incandescente é transmitido por


contato direto à lâmina do estilete.

Convecção: o calor se transmite através de um meio circulante


gasoso.

Exemplo:

O calor produzido pela chama da vela incandescente é transmitido para o


papel através do ar quente.

Radiação: o calor se transmite através de ondas de energia calorífica,


que se deslocam através do espaço.

Exemplo:
A lâmpada acesa transmite
calor, aquecendo a folha de papel.
6.4. Combate a Princípio de Incêndio

Mesmo ao trabalharmos para que as medidas preventivas sejam


adequadas, ainda assim poderá ocorrer algum acidente que provoque o início de
incêndio. Portanto, além de sabermos prevenir o fogo é também importante
sabermos combatê-lo.
Partindo desse princípio, podemos afirmar que um incêndio pode ser
extinto se rompermos o triângulo do fogo, ou seja, se adotarmos uma das
seguintes práticas:

6.5. Métodos de extinção do fogo

 Isolamento ou remoção do material: é a retirada, interrupção ou


desligamento do material que ainda não começou a queimar. Exemplo:
Isolamos a continuidade da queima do GLP do isqueiro quando soltamos a
válvula de saída.

 Resfriamento: é a retirada do calor do material incendiado até que sua


temperatura fique abaixo do ponto de combustão.

Exemplo:
Quando mergulhamos o palito de fósforo aceso no copo com água,
ocorre resfriamento total, extinguindo o fogo.

 Abafamento: é a retirada total ou parcial do oxigênio ou comburente.


Exemplo: quando tampamos a vela acesa com o copo, o oxigênio existente
em seu interior é consumido pela chama até atingir níveis insuficientes para
continuar a queima.
6.6. Classificação dos Incêndios

De acordo com as características dos materiais combustíveis, e visando


a utilização de extintores adequados para romper o triângulo do fogo, os
incêndios foram divididos em cinco classes.
CLASSES MATERIAIS

Trata-se de fogo em material sólido, que ocorre na superfície e em profundidade,


A
deixando cinzas e resíduos após sua queima.

Trata-se de fogo em líquidos inflamáveis, que queimam em superfície e não deixam


B
resíduos.

C Trata-se de fogo em materiais energizados.

Trata-se de fogo em metais pirofóricos, ou seja, metais que queimam em altíssimas


D
temperaturas.

Envolvem materiais radioativos.


E Não trataremos do método de extinção para esta classe, pois nesses casos a
presença de técnicos especializados é indispensável.

6.7. Tipos de agentes extintores e sua


utilização
Existem diversos tipos, tamanhos, modelos e processos de
funcionamento de extintores de incêndio, que são encontrados, em uso no
mercado
Vamos conhecer os tipos de extintores e suas respectivas operações:
Água Pressurizada
O cilindro contém água e um gás inerte que dá a pressão necessária ao seu
funcionamento. É utilizado para a prática de resfriamento.
Operação:

1. Levá-lo próximo ao local do fogo;


2. Empunhar a mangueira;
3. Retirar a trava ou o pino de segurança;
4. Atacar o fogo, dirigindo o jato de água para sua base.
Espuma Mecânica
O cilindro contém solução extintora pressurizada e um gás expelente
(nitrogênio). Sendo uma pré-mistura de 95% de água potável e 5% de líquido
gerador de espuma (LGE).
Operação:

1. Puxe a trava, rompendo o lacre, e segure na posição vertical;


2. Libere a mangueira e direcione para a base do fogo;
3. Aperte a gatilho, mantendo o jato sobre o material em chamas.

Gás Carbônico
Este cilindro contém dióxido de carbono (CO 2) sob pressão. O gás carbônico
presta-se ao processo de abafamento da superfície, reduzindo ou eliminando a
presença do comburente.

Operação:

1. Levá-lo próximo ao local do fogo;


2. Retirar a trava ou o pino de segurança;
3. Empunhar a mangueira;
4. Atacar o fogo, procurando abafar toda área atingida.

Pó Químico Seco Pressurizado


Este cilindro contém bicarbonato de sódio não higroscópico (que não absorve
umidade) e um gás inerte, para dar a pressão necessária ao seu funcionamento. Este
extintor presta-se ao processo de abafamento da superfície, reduzindo ou eliminando
a presença do comburente.

Operação:

1. Levá-lo próximo ao local do fogo;


2. Retirar a trava ou o pino de segurança;
3. Empunhar a mangueira;
4. Atacar o fogo, procurando formar uma nuvem de pó em
toda a sua área.
Tabela de Classes de Incêndios e Métodos de Extinção
Classe Métodos de Extinção Extintores

A Resfriamento Água pressurizada, espuma química ou mecânica. Obs.1

Gás carbônico, pó químico seco, espuma química ou


Abafamento:
B mecânica. Obs.2

C Abafamento: Gás carbônico, pó químico seco. Obs.3

Quebra de reação em cadeia:


Pó químico especial e limalha de ferro fundido.
D pelo uso de pós químicos

Isolamento da área e não se BOMBEIROS (FONE: 193)


E aproxime do local.
CNEN

Observação 1: No princípio de incêndio de materiais da classe A, poderão


também ser usados, extintores de pó químico seco ou gás carbônico.

Observação 2: Nos incêndios de líquidos inflamáveis, deve-se direcionar o jato


para a face interna do recipiente até cobrir totalmente a área. A espuma química,
geralmente, é usada para incêndios em grandes tanques.

Observação 3: Com a corrente elétrica desligada, este incêndio passa a ser


combatido como se fosse da classe A ou da B.

Observação 4: A sinalização dos extintores deve estar em local bem visível,


indicando a localização dos equipamentos de combate a incêndio. Nesses
locais não poderá ser obstruído por materiais, equipamentos ou mesmo
estacionar a Empilhadeira.

É uma exigência da Norma Regulamentadora - NR 23 da Portaria 3.214


do Ministério do Trabalho.

6.8. Providências a serem tomadas em caso de princípio de


incêndio
1. Toda área deve ser evacuada, pois curiosos e as pessoas de boa vontade
podem atrapalhar.
2. Isolar a área e dar combate ao fogo.
3. Você não possui todos os recursos e não domina todas as técnicas de
combate ao fogo, portanto, deve ser acionado de imediato o Corpo de
Bombeiros.
4. Informar ao Corpo de Bombeiros, ou pedir a terceiros que informem, o tipo
de material que está se incendiando e o local da ocorrência.
5. Verificar a proximidade das instalações elétricas, para que sejam
desligadas.
6. Em todos os casos, deve-se manter a calma, para atuar com serenidade e
precisão, sem tentar ser o herói.

O telefone do Corpo de Bombeiros é 193.

UNIDADE
7
Prevenção de Acidentes
Do Trabalho
7. PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO

APRESENTAÇÃO

Nesta unidade do curso, você conhecerá as causas de acidentes na


operação em trator de esteira e suas principais características. Além disso,
vamos conhecer diferenças em relação de trabalho que podem causar
acidentes de trabalho com essas máquinas.
7.1. Ato Inseguro e Condição Insegura

Os acidentes de trabalho podem acontecer por duas razões: Ato


Inseguro e Condição Insegura.

Ato Inseguro

É realizar um trabalho, desobedecendo às normas de segurança, o que


pode causar ou favorecer a ocorrência de um acidente.
Os atos inseguros são a causa da grande maioria dos acidentes de
trabalho.

Os atos inseguros mais comuns são:


 Falta de atenção;
 Manobra imprópria;
 Desobediência aos procedimentos operacionais;
 Cansaço.
 Uso de álcool e drogas;
 Falta de conhecimento do equipamento.
Condição Insegura

A condição insegura é a que existe quando o empregado realiza o seu


trabalho num ambiente de risco, sem a necessária segurança para os
profissionais, os equipamentos e as instalações.

Estes riscos são chamados de riscos ocupacionais e quando não são


controlados, podem se transformar em perigos para o trabalhador. Os riscos
ocupacionais podem ser de três tipos:
 Riscos de Local
São os riscos existentes nas áreas de trabalho. Estes riscos podem se
transformar em perigos quando não são controlados. Ex: operação onde tem
muitos curiosos e Trânsito de pessoa intenso, altura elevada de operação,
áreas irregulares.

 Riscos de Operação
São os riscos na forma errada de realizar o seu trabalho.
Ex: operar a escavadeira de maneira rápida e falta de atenção.
 Riscos Ambientais
São os riscos que estão presentes no ambiente de trabalho,
provocados por agentes agressivos, e que com o passar do tempo podem
afetar a saúde.
Esses riscos podem ser provocados por cinco tipos de agentes:
Físicos, Químicos, Biológicos, Ergonômicos e Mecânicos.

Agentes Físicos
São os riscos causados por máquinas, equipamentos com defeitos e
outras condições do local de trabalho.

Ex. :Calor, frio, vibrações, ruídos, iluminação deficiente, umidade .


Se não forem prevenidos, podem prejudicar a saúde do empregado,
diminuindo sua capacidade de trabalho e aumentando o dos colegas.

Agentes Químicos

Podem causar doenças por contato direto com o organismo, que na


grande maioria dos casos reagem de forma venosa ou tóxica. Ex.: produtos
perigosos em forma de gases, líquidos e sólidos.

Agentes Biológicos

Os agentes biológicos são pequenos micróbios como bactérias, fungos,


vírus e bacilos que contaminam e causam doenças.

Podem provocar várias doenças ocupacionais que vão prejudicar o


trabalhador.

Agentes Ergonômicos
Os riscos são: trabalho físico intenso, levantamento e transporte manual
de peso, posturas incorretas, posições incômodas, jornada excessivamente
prolongada de trabalho.

Se não prevenir-se contra esses riscos, o trabalhador poderá sentir


dores musculares, alterações do sono e problemas de coluna, o que diminui o
ritmo de trabalho.
Agentes Mecânicos
Quando as instalações elétricas são incorretas, as consequências
podem ser: choque elétrico, queimadura, incêndio ou até um acidente fatal.
 Quando a arrumação do local de trabalho é inadequada, o
empregado pode sofrer um acidente ou ter um desgaste físico
desnecessário.
 Se o empregado usar o EPI inadequado ao trabalho, uma
ferramenta defeituosa, ou operar máquinas sem proteção, as possibilidades
de acontecer um acidente são grandes.
7.2. Equipamentos de Proteção Individual

O uso do Equipamento de Proteção Individual - EPI é disciplinado pela


Norma Regulamentadora NR-6, da Portaria 3.2l4 do Ministério do Trabalho,
que exige dos Empregadores e Empregados o cumprimento desse
regulamento nas jornadas de trabalhado em que seja necessário.
Considera-se o Equipamento de Proteção Individual todo dispositivo de
uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinada a proteger a
saúde e integridade física do trabalhador, neutralizando a ação de certos
acidentes que poderiam causar lesões graves ao trabalhador.
O operador de trator de esteira deve seguir as normas de segurança,
tendo cuidado em observar todos os aspectos dos atos inseguros e das
condições inseguras, para prevenir-se dos acidentes, principalmente no uso
dos equipamentos de proteção individual (EPI), durante sua jornada de
trabalho. De qualquer forma, o uso de EPI deve ser limitado, procurando-se
primeiro eliminar ou diminuir o risco com a adoção de medidas de proteção
coletiva.

Características e classificação dos EPI

Podemos classificar os EPI, agrupando-os quanto a parte do corpo que


devem proteger.
Proteção para a cabeça: especificamente para o crânio e protetores
para os órgãos da visão e audição. Ex. Capacete, protetor facial, óculos de
segurança contra impacto, óculos para soldador (solda a gás), máscara para
soldador (solda elétrica), máscaras semi-facial contra poeira e gases tóxicos,
protetor auditivo (tipo plugue e tipo concha).

Proteção para os membros superiores: proteção para as mãos e


braços: luvas(raspa de couro, de lona vinílica, de borracha, borracha especial
para eletricidade), mangas de raspa de couro, magotes de raspa de couro.

Proteção para os membros inferiores: as pernas e os pés são partes do


corpo que, além de estarem sujeitos diretamente ao acidente, ainda mantêm o
equilíbrio do corpo. Por esta razão os EPI ganham dupla importância, ou seja,
de proteger diretamente os membros inferiores e evitar a queda, o que pode ter
conseqüências graves. Esses EPI são: sapatos de segurança (com ou sem
biqueira de aço, com ou sem palmilha e biqueira de aço, com solado
antiderrapante), botas de segurança cano curto, botas de segurança cano
longo, perneiras de raspa de couro, perneiras especiais.
Proteção para o tronco: aventais e vestimentas especiais são
empregados contra os mais variados agentes agressivos. Os aventais podem
ser: de raspa de couro, de lona, de amianto e plástico.

Proteção para as vias respiratórias: sua finalidade é impedir que as vias


respiratórias sejam atingidas por substâncias químicas nocivas ao organismo.
A máscara é peça básica do protetor respiratório, podendo ser: semifacial,
facial, de filtro, com suprimento de ar e com filtro contra gás.

Guarda e conservação dos EPI.

O operador de maquina deverá usar o EPI, verificar o seu estado de


conservação e realizar limpeza a cada final de jornada de trabalho. É
necessário que a empresa ajude o operador na conservação desse
equipamento, oferecendo condições e lugar próprio para guardá-lo.

4.3. Prevenindo Situações Emergenciais


Os equipamentos de escavações são equipamentos seguros.
Os acidentes acontecem porque os profissionais praticam atos inseguros
e não tomam os cuidados necessários para um procedimento de segurança.

Por que os tratores de esteiras tombam?

As maquinas são montadas são estruturadas em dois seguimentos de


trabalho (traseira e frontal), onde conta com um contrapeso na parte traseira,
mas proporcionada por uma articulação lateral de 25º ocasionando um
destabilidade lateral e frontal, formando o sistema de sustentação, chamado
sistema de Estabilidade.

Os pontos de apoio do trator é o principio da gangorra, ocasionando o


seu ponto de equilíbrio nas rodas dianteiras podendo contar com a pá na parte
frontal para manter esse equilíbrio. O ponto localizado no na cabine da
maquina é o Centro de Gravidade da maquina.

Se o Centro de Gravidade do conjunto equipamento de escavação


+ carga estiver situado fora dessa plataforma, a maquina pode tombar.
Quando o trator é demasiadamente inclinando para os lados, ou estiver
numa rampa, lembre-se de que a sua estabilidade estará comprometida.

Opere mais devagar e com mais cuidado!

O que acontece quando a maquina está carregada?

Quando a maquina está carregada, o Centro de Gravidade se desloca


para cima da maquina e transferido o apoio para parte frontal das rodas de
sustentação, não podendo ultrapassar a linha de equilíbrio da maquina. Se
ultrapassar esta linha, a maquina vai tombar.

Existem dois tipos de tombamento:

 Tombamento frontal
Acontece quando a maquina está sobrecarregada na parte da dianteira.
Este tipo de tombamento é comum, pois antes que o centro de gravidade
comum saia da área de estabilidade, a carga escorregará rompendo toda a
estrutura e causando sérios danos.

 Tombamento lateral
É o mais comum. Acontece quando há excesso de peso da mercadoria e
o descuido na verificação do solo, falhas no equipamento ou até mesmo
descuido com a elevação da carga.

7.4 Prevenindo Colisões com as maquina.


 Prestar atenção nas barreiras pintadas com listas diagonais
(Direção oblíqua ou transversal) nas cores preta e amarela, avisos, sinais,
placas, etc.;
 Ficar atento na condução dos comandos, observando se não
existem obstáculos à sua frente, lateral ou altura;
 Observar a altura dos depósitos, atravessar devagar;
 Estacionar a maquina em local seguro, onde o acesso não seja
permitido a pessoas não autorizadas;
 Manter distância segura dos veículos em sua lateral;
 Fazer manobras, tomando cuidado com o que está a sua volta;
 Utilizar sirene em situações de riscos
graves;
 Operar com atenção máxima, para garantir a segurança na
operação do transporte da carga;
 Observar rigorosamente todos os regulamentos e sinalizações
existentes na área de trabalho.

7.5. Cuidados Durante o checape da maquina.

Cuidados na verificação de rotina do sistema do trator:

 Não fumar, acender fósforos ou provocar qualquer faísca ao verificar


parte onde tem óleo lubrificante;
 Somente revisar o sistema da máquina quando estiver limpo;
 Verificar o sistema hidráulico quando o equipamento estiver
desligado;
 Limpar qualquer vazamento que aconteça durante a operação;
 Verificar as tampas dos reservatórios que auxilia o sistema de
lubrificantes.
Cuidados na verificação de rotina do sistema da maquina:

 Verificar rolamentos e pino de sustentação do sistema;


 Verificar as junções do braço articulado. Elas devem estar em
perfeitas condições. As partes encaixadas deverão se adaptar
perfeitamente, não permitindo travamento de movimentos;
 Conferir se os cilindros telescópicos está colocado corretamente no
suporte. Se os graxeiros não estão obstruídos;
 Movimentar os cilindros com bastante cuidado. A queda de um
cilindro pode causar um dano ao componente;
 Chamar o técnico de manutenção caso a escavadeira não funcione
após a troca a verificação realizada;
 Verificar o vazamento das mangueiras e conexões do sistema
hidráulico,
 Observar o rescecamento das partes de borrachas e mangueiras.;
 Verificar o funcionamento do comando de alavancas ou painel, se
apresentam folgas demais;

Lembre-se:
“Qualquer pessoa habilitada pode aprender a operar uma escavadeira,
mas poucos podem realizá-lo com segurança.”

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