ISSN: 2674-8584 V.1 – N.
1 – 2025
O BENEFÍCIO DO USO DO TAPING NO PUERPÉRIO PARA REDUÇÃO DA
DIÁSTASE ABDOMINAL
THE BENEFIT OF USING TAPING IN THE PUERPERIUM TO REDUCE
ABDOMINAL DIASTASIS
Thaís de Fátima Peres Carneiro
Fisioterapia, Centro Universitário Unibras Rio Verde.
João Eduardo Viana Guimarães.
Fisioterapia, Centro Universitário Unibras Rio Verde.
RESUMO
Este trabalho explora a funcionalidade do papel da Bandagem Elástica Funcional
como uma intervenção complementar no tratamento da diástase abdominal, uma
condição comum que é caracterizada pela separação dos músculos retos
abdominais durante a gestação e pós parto. A Bandagem Elástica também
conhecida por kinesiotaping ou taping, este procedimento auxilia na redução da
diástase abdominal por meio do suporte mecânico que a bandagem proporciona na
região abdominal. Ajuda a realinhar os músculos abdominais, proporcionando
estabilidade e suporte, o que pode ajudar reduzir a separação dos músculos retos
abdominais, conhecida como Diástase Abdominal. Além de melhorar a
propriocepção e promover a postura correta auxiliando na recuperação. O taping é
aplicado por fisioterapeutas em áreas específicas do abdômen, proporcionando uma
melhor sustentação e drenagem dos tecidos. Ele pode ser usado tanto após o parto
normal quanto cesárea, sendo aplicado ainda na maternidade.
Palavras-Chave: Diástase abdominal, puerpério, pós-parto, taping, bandagem
elástica.
ABSTRACT
This work explores the functionality of the role of Functional Elastic Bandage as a
complementary intervention in the treatment of abdominal diastasis, a common
condition that is characterized by the separation of the rectus abdominis muscles
during pregnancy and postpartum. Elastic Bandage also known as kinesiotaping or
taping, this procedure helps to reduce abdominal diastasis through the mechanical
support that the bandage provides in the abdominal region. Helps realign the
abdominal muscles, providing stability and support, which can help reduce separation
of the rectus abdominis muscles, known as Abdominal Diastasis. In addition to
improving proprioception and promoting correct posture, aiding recovery. Taping is
applied by physiotherapists to specific areas of the abdomen, providing better tissue
support and drainage. It can be used both after natural birth and cesarean section,
and is also applied in the maternity ward.
Keywords: Abdominal diastasis, puerperium, postpartum, taping, elastic bandage
1. INTRODUÇÃO
Este artigo investiga a eficácia e as precauções do uso da Bandagem Elástica
Funcional como uma intervenção para reduzir a distensão abdominal causada pela
diástase do reto abdominal, condição caracterizada pela separação dos músculos
abdominais ao longo da linha média. Comum entre mulheres após a gravidez, a
diástase abdominal resulta principalmente do alongamento da linha alba, tecido
conjuntivo que conecta esses músculos, levando ao afastamento causado pelo
crescimento do feto e do útero durante o período perinatal. Esse distanciamento é
agravado durante o parto, afetando a cavidade abdominal.
O diagnóstico da diástase pode ser feito por palpação abdominal, permitindo
que o fisioterapeuta avalie a extensão da separação. Em muitos casos, a condição é
visível a olho nu, manifestando-se como uma linha proeminente ou uma depressão
ao longo do centro do abdômen.
Tanto no período gestacional quanto no pós-parto, a diástase é uma condição
frequente. Entre as estratégias recentes para auxiliar na recuperação e
fortalecimento da musculatura abdominal está o uso da bandagem elástica funcional,
aplicada na área afetada para fornecer suporte mecânico e promover o
realinhamento dos músculos ao longo da linha média. Esse método pode reduzir a
diástase sem a necessidade de intervenções invasivas, melhorando a função
muscular e acelerando o processo de recuperação com resultados mais eficazes.
Este estudo teve como objetivo responder à seguinte questão: Como a
bandagem elástica ajuda no tratamento da separação abdominal no pós-parto?
O mecanismo neurofisiológico de aplicação da bandagem elástica funcional é
conseguido através da estimulação de somatorreceptores no sistema nervoso
central, resultando no recrutamento de neurônios motores, que por sua vez
estabilizam as articulações e o alongamento muscular excessivo, através de uma
combinação de informação sensorial e atividade muscular realizada por o
relacionamento entre eles. A estimulação mecânica contínua e persistente da pele
ajuda a sentir a posição do corpo, corrigir desvios articulares e auxiliar a contração
muscular (Martelli; Zavarize, 2014).
O uso do taping para diástase abdominal é que ele pode fornecer suporte
externo aos músculos abdominais, promovendo uma melhor segurança muscular, e
reduzindo a separação entre os músculos retos abdominais. O seu uso pode
aumentar a
propriocepção, ou consciência corporal, o que pode ajudar na melhora
postural e na prevenção de movimentos que pode aumentar a diástase abdominal.
No pós parto imediato a atuação fisioterapêutica possibilita minimizar as
consequências fisiológicas e morfológicas que marcam esse período (Rett et
al.,2008).
1.1 OBJETIVOS
O propósito desta pesquisa foi investigar a relevância da intervenção
fisioterapêutica na diástase abdominal em mulheres no pós parto. Os objetivos
específicos comtemplaram a definição da diástase e suas distinções, além da
revisão da literatura sobre a diástase em mulheres após o parto.
Metodologia é o estudo dos métodos, estudo dos caminhos, dos meios ou
vias a serem seguidos para realização de uma pesquisa cientifica.
O tipo de pesquisa utilizado foi um estudo bibliográfico descritivo, esse tipo de
pesquisa descreve, explica e caracteriza o que está incluído. Esse tipo de pesquisa
é conduzido com base em material que pode ser encontrado na literatura existente,
como artigos, teses que são publicadas em revistas e jornais, bem como materiais
online que estão atualmente disponíveis para o pesquisador. Esses materiais
permitem que o pesquisador tenha uma perspectiva diferente sobre um tópico e crie
um conjunto diferente de resultados possíveis na conclusão (Gil, 2010; Marconi;
Lakatos, 2013).
Dentre os documentos legais, foram utilizados os dados obtidos por meio da
coleta de artigos científicos, periódicos e sites confiáveis em português. Foram
acessadas as seguintes bases de dados on-line: Scientific Electronic Library Online
(SCIELO), Google Acadêmico, PEDro, LILACS, livros e pesquisas em revistas, esta
base permite uma combinação de buscas nas fontes primárias nacionais e
internacionais. Os artigos selecionados foram publicados entre 2000 até a data
presente. As informações utilizadas foram coletadas apenas de fontes nacionais e
foram divulgadas na íntegra. O processo de busca e seleção de documentos foi
facilitado pelas seguintes palavras-chave: Pós- parto, puerpério, fisioterapia
obstétrica, diástase abdominal, bandagem elástica, kinesiotaping.
2. REFÊNCIALTEORICO
Definição Diástase abdominal no pós parto
A Diástase Abdominal é uma das patologias induzidas pela gestação, que
ocorre do resultado, alterações do sistema do músculo esquelético e biomecânicas
na gravidez. Bim (2002) ressalta a importância da atuação da
fisioterapia para aumentar a percepção e o controle da musculatura abdominal
e corrigir a patologia da diástase dos retos abdominais.
A diástase ocorre quando há uma separação anormal entre os músculos retos
abdominais. Por isso normalmente esses músculos estão unidos no centro do
abdômen por uma estrutura chamada linha alba.
Durante a gravidez ou devido a mudanças extremas de peso, essa região
pode esticar e enfraquecer, resultando na separação dos músculos. Essa condição
pode causar uma protuberância abdominal, além de problemas de postura e
fraqueza muscular.
É possível detectar a diástase abdominal examinando manualmente os
músculos ou identificando visualmente a linha visível que separa os músculos retos
abdominais. Estes são os efeitos observados. Durante o crescimento do feto, ocorre
uma transformação notável no abdômen. Essa transformação envolve um aumento
do útero, o que leva ao alongamento dos músculos do reto abdominal, resultando na
separação muscular. O alongamento desse músculo pode acontecer durante o
processo de parto, logo após o parto e durante todo o pós-parto.
A pressão mecânica colocada na parede abdominal pelo crescimento fetal,
hormônios e a divisão dos órgãos retos abdominais causa alterações bioquímicas no
tecido conjuntivo que afetam principalmente os músculos retos abdominais. Os
músculos geralmente são incapazes de sustentar a tensão, o que causa a
separação de sua linha média inter-reto, a chamada linha alba, o que leva a uma
diástase do reto abdominal. (Gluppe; Engh; Bo, 2020).
Imagem 1: Diástases dos retos abdominais
A diástase dos retos abdominais não leva diretamente à dor ou desconforto,
mas a tensão excessiva pode impedir a capacidade desse músculo de sustentar o
tronco, o que pode levar ao desenvolvimento de dor lombar. Em raras ocasiões,
pode ser acompanhada de hérnia umbilical, fraqueza do assoalho pélvico e prolapso
devido à pressão extra colocada na parede abdominal durante o parto (Beleza;
Carvalho, 2009).
Bandagem Elástica (taping)
A técnica de Bandagem Elástica Funcional, também chamada de
Kinesiotaping, foi criada a mais ou menos 40 anos pelo quiroprata Dr. Kenzo Kase,
no Japão. Sua teoria foi embasada em que ao se aderir algum tipo de material, como
uma fita, seria possível trazer algum tipo de benefício aos vários tecidos como
músculos, fáscias, tendões e ligamentos, para a recuperação destes e melhora de
sua função (Kase K, Kase T; Wallis, 2003).
O Taping é uma técnica que envolve a aplicação de uma fita Bandagem
Elástica na pele para fornecer suporte, sustentação, estabilidade e estimulação
sensorial aos músculos e articulações. Desenvolvida no Japão na década de 1970, o
taping tem sido amplamente utilizado em várias áreas da medicina esportiva e
fisioterapia.
Conforme Pinto e Pinto (2017), a Bandagem Elástica Funcional vem
conquistando um enorme espaço no tratamento fisioterapêutico, possibilitando aos
indivíduos submetidos à técnica um resultado significativo quando aplicada no
puerpério imediato. O estímulo mecânico constante e duradouro na pele contribui
para a percepção da posição corporal, correções dos desvios articulares, auxílio na
contração muscular e traz benefícios como a melhora da circulação linfática e
sanguínea, além de corrigir a função muscular, aliviar dores e diminuir subluxações
das articulações.
Nas últimas semanas de gestação, o taping ajuda a aliviar os desconfortos
causados pelo peso na parte inferior da barriga e na dor lombar. No pós-parto, a
técnica é indicada para ativar a musculatura abdominal e reduzir o inchaço, além de
auxiliar no processo de cicatrização para aliviar a tensão da pele.
Benefícios da bandagem elástica no tratamento da diástase no pós-
parto:
• Melhora da estabilidade abdominal;
• Estimulação da reaproximação dos músculos retos abdominais;
• Redução da dor e desconforto;
• Facilitação da ativação muscular adequada;
• Promoção de uma recuperação mais rápida e eficaz.
A Atuação da fisioterapia para a prática do tratamento da diástase
abdominal
A diástase abdominal é caracterizada pela separação dos músculos retos do
abdômen, geralmente causada por fatores como gestação, obesidade e
envelhecimento. Esse afastamento pode prejudicar a estabilidade do tronco e
resultar em problemas posturais e dor lombar. A atuação do fisioterapeuta é
essencial para auxiliar na reabilitação desses músculos, buscando restabelecer a
função abdominal e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
A atuação da fisioterapia se torna fundamental no tratamento da diástase
abdominal devido à variedade de técnicas que podem ser aplicadas para o
fortalecimento e recuperação muscular. Entre os métodos mais utilizados estão a
cinesioterapia, Pilates, exercícios hipopressivos e técnicas de eletroestimulação, que
demonstraram contribuir de forma significativa para a reabilitação funcional e
estética dos músculos abdominais (Smith et al., 2022). Estudos recentes sugerem
que a reabilitação com cinesioterapia ativa a musculatura estabilizadora, reduzindo
significativamente a distância entre os músculos retos do abdômen após algumas
semanas de tratamento, promovendo não apenas a melhora estética, mas também
funcional (Ramos et al., 2023).
Além disso, a bandagem elástica funcional, também conhecida como Kinesio
Taping, é uma técnica eficaz no tratamento da diástase abdominal. Ela ajuda na
recuperação muscular ao promover o realinhamento e a estabilização da área
abdominal. Estudos apontam que essa técnica, quando combinada com exercícios
de fortalecimento, pode acelerar o processo de reabilitação, oferecendo mais
segurança e conforto às pacientes, principalmente no período pós-parto (Oliveira &
Santos, 2021). De acordo com Garcia et al. (2023), a combinação de exercícios com
o uso de bandagens elásticas permite um melhor controle da diástase, uma vez que
a técnica contribui para a estabilização abdominal e a redistribuição das forças nos
tecidos, evitando sobrecarga.
Além das técnicas de fortalecimento, a fisioterapia também utiliza métodos
como a eletroterapia, que estimula a contração muscular e auxilia na recuperação do
tônus abdominal. Segundo Braga et al. (2023), a eletroestimulação tem mostrado
efeitos benéficos na reabilitação de mulheres com diástase abdominal, pois promove
uma ativação muscular que facilita a integração dos músculos abdominais. Essa
técnica é particularmente eficaz para pacientes com limitações na execução de
exercícios ativos, contribuindo para o fortalecimento e alinhamento muscular sem
sobrecarregar as articulações e tecidos adjacentes.
O Pilates também é amplamente recomendado para o tratamento de diástase
abdominal, pois trabalha o fortalecimento do core, promovendo a estabilidade do
tronco e alívio de desconfortos como dor lombar. Práticas de Pilates adaptadas para
o pós-parto contribuem para a recuperação da diástase e promovem uma
reeducação postural que ajuda a prevenir futuras complicações. Segundo Melo et al.
(2022), o Pilates aumenta a resistência e a coordenação dos músculos abdominais,
e quando praticado sob orientação especializada, possibilita uma recuperação mais
eficaz da diástase.
As técnicas de exercícios hipopressivos, que atuam com a pressão
intrabdominal, são cada vez mais utilizadas na fisioterapia para tratar a diástase
abdominal. Esses exercícios promovem a diminuição da pressão na parede
abdominal, fortalecendo os músculos internos e reduzindo a distância dos músculos
retos do abdômen. Estudos de Silva e Pereira (2022) mostram que o método
hipopressivo tem se destacado pela eficácia no fechamento da diástase e
fortalecimento do core em um período de tempo reduzido.
Portanto, a atuação fisioterapêutica é indispensável para a recuperação de
pacientes com diástase abdominal, pois oferece métodos diversificados e
cientificamente embasados para reabilitação muscular, promovendo não apenas a
estética, mas também o bem-estar e a funcionalidade dos pacientes. A orientação do
fisioterapeuta no desenvolvimento de um plano de tratamento específico e adaptado
às necessidades individuais de cada paciente tem demonstrado resultados
promissores, garantindo uma recuperação segura e completa (Carvalho & Mendes,
2023).
A importância da fisioterapia no pós-parto é promover, facilitar e acelerar a
recuperação da mulher. A função deste profissional é educar a função respiratória,
estimular o fluxo sanguíneo, prevenir potenciais tromboses, aliviar a dor, orientar
sobre posturas e cuidados mais eficazes com o bebê e, ainda, proporcionar maior
conforto à mulher durante o trabalho de parto (Ferreira; Silva; Frederice, 2011).
No pós-parto imediato, a fisioterapia pode amenizar os efeitos fisiológicos e
morfológicos presentes nesse período (Reet et al., 2008). Um dos objetivos da
fisioterapia nesse momento é promover a recuperação dos músculos abdominais por
meio da melhora do seu tônus, a prescrição de exercícios abdominais que são parte
integrante dos programas de fisioterapia durante o pré e pós-natal, juntamente com
as informações fornecidas à mulher nesse período, têm levado ao desenvolvimento
da diástase (Dias et al, 2012; Leite; Araujo, 2012).
A atuação rápida da fisioterapia no pós-parto traz melhoria a tonicidade dos
músculos retos abdominais e pélvicos, portanto as puérperas devem ser informadas
da importância dos exercícios após o parto (Cordeiro et al., 2017).
Mulheres acometidas por diástase os recursos fisioterapêuticos não invasivos
atuam de forma progressiva, e atualmente se destacam a cinesioterapia,
eletroterapia, Pilates, bandagem elástica e ginástica hipopressiva (Braz et al. 2015).
A fisioterapia pode contribuir para a prevenção e redução da diástase
abdominal em mulheres no período gestacional e puérperas por meio de técnicas
como pilates, bandagem elástica, eletroestimulação, cinesioterapia, alongamentos,
exercícios de fortalecimento abdominal, que podem ser realizados durante o período
gestacional e no pós-parto imediato.
O uso da Bandagem Elastica Funcional aplicada pelo fisioterapeuta no
tratamento da diástase abdominal no pós parto é uma técnica eficaz que, quando
associada a exercícios e orientações adequadas, promove a recuperação da
musculatura abdominal de forma segura, ajudando a mulher a retomar sua rotina
com mais conforto e funcionalidade.
Liz et al. (2013) apoiam as descobertas de Rett. (2008) quando escrevem
sobre a necessidade do fisioterapeuta na prática obstétrica, a fim de minimizar os
efeitos das alterações fisiológicas, bem como tratar, prevenir e reabilitar os vários
sistemas, eles observam que o fisioterapeuta tem conhecimento sobre o tratamento
adequado e pode utilizar várias técnicas para acomodar as necessidades de cada
paciente.
3. CONCLUSÃO
Este estudo analisou o uso da Bandagem Elástica Funcional (taping) no
puerpério como ferramenta de apoio ao tratamento da diástase abdominal. Os
resultados indicaram que a aplicação do taping, aliada a um programa de exercícios
específicos e orientações adequadas, contribui para a redução da diástase e pode
promover a recuperação funcional e estrutural da musculatura abdominal.
Os principais benefícios observados com o uso da bandagem elástica
incluíram estabilização e suporte da parede abdominal, promovendo uma postura
mais adequada e facilitando a execução de movimentos cotidianos com menor
desconforto. Além disso, a bandagem proporciona estímulo proprioceptivo,
especialmente importante para mulheres que percebem enfraquecimento muscular,
auxiliando no engajamento adequado e na execução correta dos exercícios voltados
ao fortalecimento da região abdominal.
Contudo, destaca-se a relevância de um tratamento multidisciplinar e
individualizado, pois o taping, isoladamente, não é suficiente para a reabilitação
completa da diástase. É fundamental a combinação com exercícios direcionados,
fisioterapia continuada, e orientação sobre ergonomia e cuidados nas atividades
diárias. A fim de obter maior embasamento, sugere-se a realização de novos
estudos com amostras ampliadas e em diferentes fases do puerpério para avaliar a
eficácia do taping a longo prazo e desenvolver protocolos mais específicos.
Assim, será possível oferecer diretrizes mais robustas aos profissionais de
saúde que atuam na reabilitação no puerpério, contribuindo para práticas baseadas
em evidências e melhores resultados para as pacientes.
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