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Aulas de Radiologia – Prof. Roberta Ricardo
ASSUNTO ABORDADO:
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COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
A compreensão e interpretação de textos é uma habilidade essencial na
língua portuguesa e envolve a capacidade de entender o que está sendo
transmitido em um texto, seja ele narrativo, descritivo, dissertativo ou
expositivo. Para compreendê-lo adequadamente, é necessário captar a ideia
central, identificar os argumentos apresentados e compreender as nuances de
significado que o autor pretende transmitir. Isso implica não só em ler as
palavras, mas também em contextualizá-las dentro do tema abordado.
A interpretação vai além da simples leitura; ela exige uma análise crítica
e reflexiva, na qual o leitor é capaz de entender o propósito do texto, perceber
as intenções do autor e fazer conexões entre as ideias apresentadas. Para
isso, é importante identificar aspectos como o público-alvo, o contexto histórico
e cultural, e a estrutura do texto. Além disso, a compreensão também envolve o
reconhecimento de elementos como a coesão e a coerência, que ajudam a
manter a consistência e a fluidez do texto.
Em muitos casos, a compreensão e interpretação de textos também
exigem a habilidade de inferir informações implícitas. Isso significa que, além
de entender o que está explicitamente escrito, o leitor precisa ser capaz de
perceber o que não é dito diretamente, mas que pode ser deduzido a partir de
pistas no texto.
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Tipologia Textual e Gêneros Textuais
A tipologia textual refere-se à classificação dos textos de acordo com
sua finalidade comunicativa e estrutura. Existem cinco tipos principais de
textos: narrativo, descritivo, dissertativo, expositivo e injuntivo. Cada tipo de
texto tem características próprias que determinam sua forma de organização e
sua função dentro da comunicação.
Texto Narrativo: Tem como objetivo contar uma história ou relato de
eventos. Normalmente, segue uma estrutura com início, meio e fim, e pode
envolver personagens, cenários e conflitos. A narrativa pode ser fictícia ou
real, e a sequência temporal dos fatos é um elemento fundamental.
Exemplo: um conto, uma crônica ou um romance.
Texto Descritivo: Foca na descrição detalhada de pessoas, lugares,
objetos ou situações. O objetivo é criar uma imagem mental para o leitor por
meio de detalhes sensoriais, como cores, formas, sons e texturas. A
descrição pode ser objetiva ou subjetiva, dependendo da intenção do autor.
Exemplo: a descrição de uma paisagem, de uma personagem ou de um
ambiente.
Texto Dissertativo: Tem como finalidade apresentar um argumento sobre
um determinado tema, com o objetivo de convencer ou informar o leitor.
Esse tipo de texto é estruturado de forma lógica e objetiva, com uma
introdução, desenvolvimento e conclusão. É comum em textos acadêmicos
e jornalísticos. Exemplo: uma redação argumentativa ou um artigo científico.
Texto Expositivo: A principal característica desse tipo de texto é a
explicação de um tema de forma objetiva, sem a intenção de convencer o
leitor, mas apenas de apresentar informações de maneira clara. Pode ser
usado em textos informativos, como enciclopédias e relatórios. Exemplo:
um texto explicativo sobre um conceito científico.
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Texto Injuntivo: Esse tipo de texto visa orientar ou instruir o leitor a realizar
uma ação específica. É comumente encontrado em manuais, receitas e
instruções. Exemplo: um manual de montagem de um produto ou uma
receita culinária.
Os gêneros textuais são as diferentes formas de manifestação de um tipo
textual, de acordo com a situação comunicativa. Gêneros textuais podem ser
encontrados em diversos contextos sociais e incluem, por exemplo, cartas,
artigos de opinião, resenhas, entrevistas, entre outros. Cada gênero segue
convenções específicas, tanto em sua estrutura quanto em sua linguagem.
3) Ortografia Oficial
A ortografia oficial da língua portuguesa é um conjunto de regras que
define a forma correta de escrever as palavras. Essas regras são essenciais
para garantir a uniformidade na escrita e facilitar a comunicação escrita entre
falantes da mesma língua, independentemente da sua região. A ortografia
abrange diversos aspectos, como o uso de letras, acentos, hífens e a grafia de
palavras.
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, implementado em 2009,
tem como objetivo unificar a ortografia dos países lusófonos. Ele trouxe
algumas mudanças importantes, como a eliminação do trema e a unificação do
uso de acentos em palavras com a combinação de vogais "u" e "i", por
exemplo. Além disso, a reforma modificou algumas regras de acentuação e
incluiu a grafia do "c" e "p" em palavras de origem estrangeira (como
"recepção" ao invés de "recepção").
É importante destacar que o domínio da ortografia oficial não se limita à
simples memorização das regras. Ele também envolve a prática constante da
escrita, observando as normas para garantir a clareza e a correção nos textos.
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4) Acentuação Gráfica
A acentuação gráfica é a forma como as palavras recebem sinais gráficos,
ou acentos, para indicar a tonicidade e a pronúncia correta. Existem três tipos
principais de acentos na língua portuguesa: agudo, circunflexo e til.
Acento agudo: Indica uma tonicidade mais forte e é utilizado em vogais
abertas, como em "café", "avó" e "pá".
Acento circunflexo: É usado para indicar uma tonicidade fechada, como
em "você", "pêlo" e "pássaro".
Acento til: Indica a nasalização da vogal, como em "pão", "irmão" e "não".
Além disso, a acentuação gráfica tem como objetivo diferenciar palavras que,
embora se escrevam de forma semelhante, têm significados diferentes.
Exemplos incluem palavras como "pára" (verbo) e "para" (preposição).
A acentuação de palavras obedece a regras específicas, que envolvem o tipo
de terminação da palavra (oxítona, paroxítona ou proparoxítona) e sua
combinação de vogais. A oxítona, por exemplo, recebe acento nas palavras
que terminam com as vogais "a", "e", "o", entre outras.
5) Classes de Palavras
As classes de palavras são categorias gramaticais que organizam as palavras
de acordo com sua função dentro de uma frase. As principais classes são:
Substantivo: Designa seres, objetos, sentimentos, ideias e fenômenos. Ele
pode ser comum, próprio, concreto, abstrato, contável, incontável, entre
outros.
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Adjetivo: Atribui características ou qualidades ao
substantivo, como em "bonito", "rápido", "inteligente".
Verbo: Expressa ações, estados ou fenômenos da natureza. Os verbos
podem ser conjugados em diferentes tempos, modos e pessoas, como em
"correr", "estudar", "ser".
Advérbio: Modifica o verbo, adjetivo ou outro advérbio, indicando
circunstâncias de tempo, lugar, modo, intensidade, entre outros. Exemplos:
"rapidamente", "ontem", "muito".
Pronome: Substitui ou acompanha o substantivo, indicando pessoa do
discurso, posse, identidade, entre outros. Exemplos: "eu", "tu", "meu",
"nosso".
Preposição: Estabelece uma relação entre palavras ou orações, como em
"de", "para", "com", "sem", "sobre".
Conjunção: Liga orações ou palavras dentro da mesma oração,
expressando ideias de adição, causa, condição, etc. Exemplos: "e", "mas",
"porque", "quando".
Interjeição: Expressa emoções, sentimentos ou reações. Exemplos: "ah!",
"oh!", "ufa!", "socorro!".
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BONS ESTUDOS E BOA SORTE!
Todo esforço vale a pena quando o objetivo é transformar sonhos em
realidade.
Os desafios existem para te fortalecer, e cada dia de dedicação te aproxima
ainda mais da vitória. Mantenha o foco, acredite no seu potencial e nunca
desista. O sucesso é uma questão de persistência!