INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
DELEGAÇÃO DE TETE
Curso de Direito
A separação do poder no Direito Administrativo Moçambicano
Quentino Gomes Pensar
Tete
2020
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
DELEGAÇÃO DE TETE
Curso de Direito
A separação do poder no Direito Administrativo Moçambicano
Quentino Gomes Pensar
Trabalho de disciplina de Direito
Administrativo
Legitima defesa em estudo sub
orientação do docente
Tete
2020
Índice
1. Introdução ................................................................................................................................... 1
1.1. Objectivos ................................................................................................................................ 2
1.1.1. Geral ...................................................................................................................................... 2
1.1.2. Específicos ............................................................................................................................ 2
1.2. Metodologias............................................................................................................................ 2
2. Separação de Poderes .................................................................................................................. 3
2.1. O Princípio da Separação dos Poderes..................................................................................... 4
2.1.1. Corolários do princípio da separação dos poderes ................................................................ 4
2.2. Análise de Separação de Poderes a luz da constituição da Republica de Moçambique .......... 7
2.2.1. A Separação de Poderes na Constituição da República de 1975 .......................................... 7
2.2.2. A Separação de Poderes nas Constituições da República de 1990 e de 2004 ...................... 8
3. Conclusão.................................................................................................................................. 11
4. Referências Bibliográficas ........................................................................................................ 12
1. Introdução
Este presente trabalho de pesquisa, de carácter avaliativo no âmbito académico, titulado “A
separação do poder no Direito Administrativo Moçambicano”, aborda de uma forma sintetizado,
o paradigma de diversos autores no que concerne ao conceito e analise da separação de poderes a
luz da Constituição de republica, e sem esquecendo se das criticas pessoais em relação a
separação de poderes.
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1.1. Objectivos
1.1.1. Geral
➢ Este presente trabalho de Campo, tem como objectivo geral o desenvolvimento do tema
em pesquisa, procurando compreender ao nível académico no que concerne a Separação
de Poderes no Direito Administrativo Moçambicano.
1.1.2. Específicos
➢ Conceituar a Separação de Poderes em Direito Administrativo;
➢ Auto análise da separação de poderes a luz da Constituição da República;
➢ Definir os argumentos críticos pessoais sobre a separação de poderes em Moçambique.
1.2. Metodologias
Este presente trabalho de pesquisa, para melhor compreensão e desenvolvimento do mesmo teve
se a necessidade de consultas em várias obras, artigos periódicos e actualmente com material
disponibilizado na internet PDFs e documental, manuais de publicidade, visitas em alguns sites
da internet e certos catálogos que bibliografam melhor a descrição do tema em pesquisa.
Todavia, Sendo assim, para uma maior e melhor abrangimento do seguinte trabalho, foi
necessário analisar e seleccionar os aspectos mas pertinentes ou essencial dos arquivos, de forma
a trabalha-los e sem perder a coerência fazer compreender ao nível Académico.
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2. Separação de Poderes
A separação de poderes é um problema de princípio filosófico-político que vem sendo reflectido
e defendido desde a sociedade influenciada pelos valores iluministas, que conduziram à grande
Revolução Francesa de 1789, gerando, a nível político, o movimento constitucionalista moderno,
(Manuel, 2003).
Um dos princípios fundamentais do constitucionalismo moderno é o da separação de poderes. A
ideia da separação de poderes surge para evitar a concentração absoluta de poder nas mãos do
soberano, comum no Estado absoluto, (Magalhães, 2009).
Na actualidade, a reflexão sobre o princípio de separação de poderes não é uma questão de
interesse exclusivo dos fazedores da política (governantes). É pois algo que mexe com os
cidadãos por se tratar de uma realidade que diz respeito não só aos políticos, mas também à
sociedade em geral como elemento base e destinatário do poder político (governados).
Entretanto o princípio da separação dos poderes não foi, histórica e originariamente, um modelo
binário a compreender que cada poder tem um escopo teórico fechado, delimitado e
incomunicável de acordo com o seguinte axioma: ou é função executiva ou é função judiciária
ou é função legislativa. Além das constituições contemporâneas atribuírem funções típicas e
atípicas aos poderes constituídos, os Poderes Executivo e Judiciários têm agregado às suas
competências de origem outros atributos cada vez mais crescentes, (Peixinho, 2008).
Com isso, há que frisar que a separação de poderes, abraçada e difundida desde o movimento
liberal, não pode ser mais vista como um princípio rígido. Ao contrário, para que possa surtir
seus efeitos de modo a realizar os objectivos para o qual foi criado, esse princípio há de deixar de
ser encarado como dogma da ciência para que, revisto, possa comportar abrandamentos e aceitar
as interferências recíprocas entre os poderes, (Ressureição, 2002).
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2.1. O Princípio da Separação dos Poderes
Este princípio consiste numa dupla distinção: a distinção intelectual das funções do Estado, e a
política dos órgãos que devem desempenhar tais funções – entendendo-se que para cada função
deve existir um órgão próprio, diferente dos demais, ou um conjunto de órgãos próprios.
No campo do Direito Administrativo, o princípio da separação de poderes visou retirar aos
Tribunais a função administrativa, uma vez que até aí, havia confusão entre as duas funções e os
respectivos órgãos. Foi a separação entre a Administração e a Justiça.
2.1.1. Corolários do princípio da separação dos poderes
1) A separação dos órgãos administrativos e judiciais
Isto significa que têm de existir órgãos administrativos dedicados ao exercício da função
administrativa, e órgãos dedicados ao exercício da função jurisdicional. A separação das funções
tem de traduzir-se numa separação de órgãos.
2) A incompatibilidade das magistraturas
Não basta porém, que haja órgãos diferentes: é necessário estabelecer, além disso, que nenhuma
pessoa possa simultaneamente desempenhar funções em órgãos administrativos e judiciais.
3) A independência recíproca da Administração e da Justiça
A autoridade administrativa é independente da judiciária: uma delas não pode sobrestar na acção
da outra, nem pode pôr-lhe embaraço ou limite. Este princípio, desdobra-se por sua vez, em dois
aspectos:
i. Independência da Justiça perante a Administração, significa ele que a autoridade
administrativa não pode dar ordens à autoridade judiciária, nem pode invadir a sua
esfera de jurisdição:
A Administração Pública não pode dar ordens aos Tribunais, nem pode decidir questões de
competência dos Tribunais. Para assegurar este princípio, existem dois mecanismos jurídicos:
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o sistema de garantias da independência da magistratura, e a regra legal de que todos os actos
praticados pela Administração Pública em matéria da competência dos Tribunais Judiciais,
são actos nulos e de nenhum efeito, por estarem viciados por usurpação de poder.
ii. Independência da Administração perante a Justiça, que significa que o poder judicial
não pode dar ordens ao poder administrativo, salvo num caso excepcional, que é o do
habeas corpus.
Nas obras de Montesquieu (1689-1755), há rica e inesgotável fonte de inspiração teórica sobre
limites do poder e da garantia da liberdade política, por meio da legalidade, da separação dos
poderes e da relação da lei com a liberdade, com principal ênfase na consagração de algumas
garantias processuais de defesa da liberdade e do papel das forças armadas.
Foi, também, significativa a influência na Declaração de 1789 e nas constituições posteriores a
distinção estabelecida por Montesquieu entre liberdade política e sua relação com a Constituição
e o cidadão, ou entre princípios de organização dos poderes e direitos humanos. A liberdade
política vista na Constituição não seria meramente um princípio de organização, mas um direito
à participação, (Peixinho, 2008).
Montesquieu, inspirado na teoria esposada por John Locke, entende que os Poderes Legislativo,
Executivo e Judicial devem ser atribuídos a pessoas diferentes, sem, contudo, pontuar rigorosa
separação entre as funções. Em Montesquieu há verdadeira harmonia que seja a atribuição
conjunta e indivisível de três órgãos, quer dizer, a soberania de três órgãos políticos.
A separação de poderes institucionalmente fixada nasce da confluência histórica da política
prática, das disputas entre grupos humanos, e da reflexão sobre essa prática tendo em vista
aperfeiçoá-la ou modificá-la. A reflexão sobre o poder dividido apresentou-se desde a Grécia
antiga e a principal preocupação que a animou permaneceu ao longo dos tempos: como evitar a
tirania. A divisão do poder é uma velha solução. As teorias das formas de governo são as
primeiras a identificar o formato dos governos e qual a sua melhor organização, (Grohman,
2001).
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A teoria do governo misto, de longa trajectória, nasce então sugerindo que a melhor forma de
governo é aquela que combina as diferentes modalidades de governo (monarquia, aristocracia,
democracia), a partir da existência de três corpos: o do monarca, o dos aristocratas e o do povo.
Essa repartição tríplice tem, então, como critério mais evidente o número de soberanos
governantes (um, poucos e muitos), mas trazendo consigo certa acoplagem aos elementos da
formação social do meio onde foram produzidos.
Outro aspecto importante é o fato de que os poderes têm funções preponderantes, mas não
exclusivas. Dessa forma, quem legisla é o Legislativo, havendo, entretanto, funções normativas,
por meio de competências administrativas normativas no Judiciário e no Executivo. Da mesma
forma a função jurisdicional pertence ao Poder Judiciário, havendo, entretanto, funções
jurisdicionais em órgãos da administração do Executivo e do Legislativo, (Peixinho, 2008).
Nos Estados modernos, percebemos que a ideia de tripartição de poderes se tornou insuficiente
para dar conta das necessidades de controlo democrático do exercício do poder, sendo necessário
superar a ideia de três poderes para se chegar a uma organização de órgãos autónomos reunidos
em mais funções do que as três originais.
Essa ideia vem se afirmando em uma prática diária de órgãos de fiscalização essenciais à
democracia, como os tribunais de contas e o Ministério Público. Ora, por mais esforço que os
teóricos tenham feito, o encaixe desses órgãos autónomos em um dos três poderes é
absolutamente artificial e, mais, inadequado, (Magalhães, 2009).
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2.2. Análise de Separação de Poderes a luz da constituição da Republica de Moçambique
Em Moçambique a divisão horizontal dos três poderes do Estado consiste, fundamentalmente, na
repartição entre as diferentes funções do Estado (Legislativa, Executiva e Judicial), funções essas
que devem ser confiadas a órgãos independentes com a finalidade de evitar a sua concentração,
(Ucama, 2013).
2.2.1. A Separação de Poderes na Constituição da República de 1975
Neste primeiro momento histórico, destaca-se a Constituição de 1975. Trata-se da Constituição
da República Popular de Moçambique (CRPM/75). Ela foi aprovada por aclamação pelo Comité
Central da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), ao 20 de Junho de 1975, e de
acordo com o artigo 73 da CRPM, ela entrou em vigor as zero horas do dia 25 de Junho de 1975.
A filosofia subjacente era a socialista-marxista, de partido único (a Frelimo), que detinha,
centralizando e concentrando, a política, a ideologia e a economia do país. Esta filosofia fazia-se
sentir em toda a Constituição de 1975 que, por uma questão de economia de espaço e tempo,
serão citados apenas alguns artigos desta Constituição. A começar, está o artigo 1º da CRPM/75
que, na sua parte final, diz que Moçambique é um Estado democrático. Na verdade, está
consagração era meramente formal. Se democracia significa poder do povo, isto é, a
possibilidade de cada cidadão poder intervir (expressar a sua vontade) na vida política, por via do
voto, pode desde logo concluir-se que não havia aqui democracia alguma, pois todos (e tudo)
eram dirigidos pela FRELIMO, (Ucama: 2013).
A seguir temos o artigo 39º, prevê que os órgãos do Estado sejam dirigidos todos pela Frelimo.
Ligando esta consagração ao facto de a Assembleia Popular (um dos órgãos), ser dirigido pelo
presidente da República Popular, que era, ao mesmo tempo o presidente da Frelimo, dai que
pode-se concluir que não existia a ideia da separação de poderes. Ou seja, os poderes todos
estavam concentrados nas mãos do Presidente da República Popular que era, ao mesmo tempo, o
presidente do partido único e dirigente.
Na vigência da CRPM/75, apesar de existir um poder judicial consagrado como Órgão11, não se
pode afirmar que havia uma organização judicial que permitisse um correcto e desejável
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funcionamento da justiça, porque era um órgão totalmente ligado aos outros; ou seja, estava
ligado ao Estado, à Frelimo e ao Presidente da República Popular.
Portanto, não era separado. E também, porque se tratava de um órgão completamente dependente
do Presidente da República, por via da Assembleia. Note-se que nem a revisão de 197812,
mostrou interesse em mudar a filosofia principal subjacente à CRM/75 (a centralização e a
concentração de poderes), na medida em que deixa expresso que os Tribunais se subordinam à
Assembleia Popular.
Portanto, e em conclusão, pode-se afirmar que não existia, em Moçambique, na Constituição de
1990, a separação entre os poderes do Estado, nem uma eventual independência do poder
judicial. O poder judicial era um organismo subordinado ao Presidente. Era dependente e ligado
à Administração Pública, latu sensu. (Ucama, 2013:58).
2.2.2. A Separação de Poderes nas Constituições da República de 1990 e de 2004
Apôs a primeira constituição de 1975, tivemos o segundo momento histórico que foi a partir de
1990, a quando da aprovação, pela Assembleia Popular, aos 2 de Novembro de 1990, da
Constituição da República de Moçambique. Trata-se da Constituição de 1990 (CRM/90), que
entrou em vigor no dia 30 de Novembro de 199013. É uma nova constituição que mudou de
forma radical a filosofia política e ideológica vigente no Estado moçambicano até então, ou seja
essa constituição foi fruto da assinatura dos acordos geral da paz e consequente realização das
primeiras eleições multipartidárias.
Apesar das várias metamorfoses da concepção da separação dos poderes, a reserva da função
jurisdicional para os tribunais e a independência dos juízes têm sido consideradas,
constantemente, como manifestação específica do princípio constitucional em que se traduz a
mesma concepção e pilares essenciais do Estado de Direito Democrático.
Daí que, tendo abraçado este modelo de Estado, a Constituição moçambicana de 1990, além de
explicitar a qualificação dos tribunais como órgãos de soberania, com dignidade igual a do
Presidente da República, da Assembleia da República e do Governo (art. 109), fixou-lhes o
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objectivo de garantir a legalidade, o respeito pelas leis, os direitos e liberdades dos cidadãos e os
interesses jurídicos dos diferentes órgãos e entidades com existência legal (art. 161, n.º 1).
Os princípios introduzidos pela nova Constituição de 1990 foram melhorados, ampliados e
concretizados em 2004, por uma reforma constitucional cujo texto foi aprovado pela AR em 16
de Novembro de 2004. Trata-se da mesma constituição, no entanto, reformada. Não foram
mudados os princípios nem a filosofia subjacente (Estado de Direito Democrático).
Simplesmente, foram fortificados, ampliados e trazidos numa abordagem mais moderna,
(Ucama, 2013).
Esta Constituição de 2004, ao abraçar o modelo de Estado de Direito Democrático, deixa clara a
qualificação dos tribunais como órgãos de soberania, em pé de igualdade com os outros órgãos
(como o Presidente da República, a Assembleia da República e o Governo)14.
Para, além disso, a Constituição fixa os objectivos dos tribunais, nomeadamente os de “garantir e
reforçar a legalidade como factor da estabilidade jurídica, garantir o respeito pelas leis. Para,
além disso, os tribunais recebem, ao abrigo da Constituição de 1990, revista pelo texto de 2004,
uma função preventiva de educar os cidadãos no cumprimento voluntário das leis, por um lado, e
uma função repressiva de penalizar a violação da legalidade e decidir pleitos de acordo com a lei,
por outro lado.
Entretanto, relacionado com o da independência judicial, a Constituição actual esclarece que os
juízes têm o dever de obedecer exclusivamente a lei e estabelece uma série de garantias da
magistratura, nomeadamente as garantias da imparcialidade, da irresponsabilidade e da
inamovibilidade, para além de frisar os casos de responsabilidade (civil, criminal e disciplinar)
dos juízes e as incompatibilidades de funções para a pessoa que desempenha a função de
magistrado judicial.
Do ponto de vista institucional, a independência dos juízes passou, por via da Constituição de 90,
a beneficiar de uma outra garantia crucial e de índole constitucional, que consistiu na criação do
Conselho Superior de Magistratura Judicial (CSMJ), cuja competência, composição, organização
e funcionamento estariam regulados por lei ordinária, sendo algumas competências directamente
avançadas pelo artigo 222º da CRM, como, por exemplo, as descritas nas alíneas a) e c), a citar,
respectivamente:
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a) Nomear, colocar, transferir promover, exonerar e apreciar o mérito profissional, exercer a
acção disciplinar e, em geral, praticar todos os atos de idêntica natureza respeitantes aos
magistrados”;
b) Propor a realização de inspecções extraordinárias, sindicâncias e inquéritos aos tribunais”. O
Conselho Superior da Magistratura Judicial, adicionado a mais dois órgãos de gestão de
disciplina das magistraturas que é o Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa e
o Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público, mostram, pelo menos, em termos
formais, que há, na Constituição de 90, com alterações introduzidas pela revisão constitucional
de 2004, um avanço muito grande, no que diz respeito à independência do sistema judicial.
(Ucama, 2013).
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3. Conclusão
Chegado ao final do presente trabalho de pesquisa, após um longo e profundo estudo
exploratório no que concerne a separação de poderes, conclui-se que a separação dos poderes
surge no momento liberal como uma das alternativas de divisão do poder, e que junto com o
constitucionalismo e com o reconhecimento dos direitos fundamentais, representa o maior e mais
firme contributo para o modelo de Estado de Direito hoje existente.
Portanto, sem prejuízo de outras formulações da separação dos poderes, foi na Inglaterra, na
separação proposta por Locke (2008), que primeiramente se viu a divisão do poder Estatal não
somente sob uma óptica meramente funcional, mas também sob uma perspectiva orgânico-
institucional, dividindo o poder entre o Parlamento e a Coroa.
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4. Referências Bibliográficas
O desenvolvimento deste trabalho de campo, baseio se nas seguintes obras citadas por Zito
Pedro e Edir Veiga Sequeira:
1. Ucama, António Costa David. A independência do poder judicial- um desafio a Consolidação
de estado de direito democrático em Moçambique? Mestrado. Beira. 2012.
2. Magalhães, José Luiz Quadros de. A teoria da separação e poderes e a divisão das funções
autônomas no Estado contemporâneo- o Tribunal de Contas como integrante de um poder
autônomo de fiscalização. Revista do tribunal de contas do estado de minas gerais. v.71. Junho.
2009.
3. Peixinho, Manoel Messias. O Princípio da Separado dos Poderes, a Judicialização da
Política e Direito Fundamentais. CONPED, Brasília. 2008.
4. Grohmam, Luís Gustavo Mello. A separação de poderes em países presidencialistas: a
américa latina em perspectiva comparada. Revista de Sociologia e Política. Nov. 2001
5. Manuel, Hermínio Torres. Princípio e Filosofia da separação de poderes. CEPKA.
2003
Legislação:
❖ Constituição da República Popular de Moçambique (CRPM – 1975).
❖ Constituição da República de Moçambique (CRM – 1990).
❖ Constituição da República de Moçambique (CRM – 2004), texto aprovado pela
Assembleia da República em 16 de Novembro de 2004 e publicado no BR nr. 51, I Série,
de 22 de Dezembro de 2004.
Outros artigos consultados:
1. Módulo da ISCED (Instituto Superior de Ciência e Educação a Distancia) - Titulo: MANUAL
DO CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO_Dierito Administrativo. Tete, 15 de Marco de
2020;
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