Classificação de Rochas Ígneas
Classificação de Rochas Ígneas
CRISTALINAS
CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS ÍGNEAS
1ª PARTE (CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS ÍGNEAS)
SUMÁRIO
• INTRODUÇÃO
• BASES PARA A NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO
• CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS ÍGNEAS
• OUTROS CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO
MATERIAIS ROCHOSOS
PROVENIÊNCIA
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
PETROGRAFIA
Descrição e classificação sistemática das rochas, com o auxílio de um
exame microscópico de secções delgadas.
PETROLOGIA
Estudo da origem, ocorrência, características e história das rochas.
PETROGÉNESE
Ramo da petrologia que lida com a origem e formação das rochas.
Envolve a combinação de dados mineralógicos, químicos e de campo.
____________________________________________________________
Os estudos petrológicos, petrográficos, e petrogenéticos são aplicados
às rochas ígneas, metamórficas e sedimentares.
Granada Granada
Biotite Biotite
Quartzo Quartzo
Plagioclase Plagioclase
• COMPOSIÇÃO
• Composição química da Rocha Total (Elementos Maiores e Traço)
• Mineralógico-Modal (calculada ou por contagem de ponto)
• RELAÇÕES DE CAMPO
• Relações de Contacto
• Estratigrafia
• Dimensões dos corpos de rocha
• ARRANJO
• Textura
• Estrutura
Amostragem • Campo
Genético-
estrutural
Critérios/
Química Textural
Sistemas
Mineralógico
-modal
CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS ÍGNEAS
• GENÉTICO-ESTRUTURAL: Sistema básico que classifica as rochas com
base no local onde se formam e na forma em que apresentam.
• Rochas intrusivas ou plutónicas: uma rocha ígnea com textura
fanerítica, com granulação relativamente grosseira (normalmente
>3mm) na qual os minerais podem ser distinguidos com a vista
desarmada. Forma-se como resultado de o magma se ter solidificado na
crosta profunda.
• Rochas extrusivas ou vulcânicas: uma rocha ígnea com textura
afanítica, com granulação relativamente fina (<1mm) na qual a maior
parte dos minerais individuais não pode ser distinguido com a olho nú.
Resultam do magma se solidificar na superfície (tipicamente afaníticas)
• Rochas hipoabissais ou subvulcânicas: o magma se solidifica na crosta
rasa (faneríticas a afaníticas)
Trata-se de um sistema não muito prático mas serve como uma primeira
aproximação, e não se refere a mineralogia ou química das rochas e não distingue
por exemplo um basalto de um riólito.
CORPOS INTRUSIVOS RASOS
• Pescoços vulcânicos (neck): São condutos vulcânicos circulares o eliptcos
preenchidos de lava que geralmente apresentam-se expostos após da
erosão diferencial do edifico vulcânico circundante.
Silicatos Félsicos
Quartzo Moscovite
Por Paulo Aguiar Feldspato
MINERALOGIA E COMPOSIÇÃO MODAL
Estimação Visual da abundância Modal
ALGUNS MINERAIS DE ROCHAS ÍGNEAS E SUA
COMPOSIÇÃO
PRINCIPAIS FÓRMULA SIMPLES ELEMENTOS TRAÇOS COMPATÍVEIS
Olivinas (Mg,Fe)2SiO4 Ni, Cr, Co
K-feldspato KAlSi3O8
ALGUNS MINERAIS DE ROCHAS ÍGNEAS E SUA
COMPOSIÇÃO
Exemplo:
uma rocha è constituída por 5 fases minerales
A
• A = 20 vol%
• B = 40 vol%
• C = 10 vol%
• D = 10 vol%
• E= 20 vol%
• qual è o ponto representativo da sua moda no
diagrama ternário A-B-C?
A=50
• Recalculam-se a 100 A, B, C:
– AABC = A/(A+B+C)*100 = 20/70*100=29
– BABC = B/(A+B+C) *100 = 40/70*100=57 B C
– CABC = C/(A+B+C) *100 = 10/70*100=14
• Desenhai no diagrama ternário A-B-C os valores
de AABC , BABC , CABC
Subcommission on the Systematics of Igneous rocks da
International Union of Geological Sciences (IUGS)
Classificação das rochas plutóonicas faneríticas
Diagrama de Streckeisen
CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS ÍGNEAS
• A classificação primária das rochas ígneas deve se basear no seu conteúdo mineral
ou por meio do mais usado diagrama QAPF:
• Esse diagrama não deve ser usado em rochas que tenham M > 90% onde M =
máficos e minerais relacionados, por exemplo: micas, anfíbolas, piroxenas,
olivinas, minerais opacos, minerais acessórios (zircão, apatite, titanite,
monazite), epídoto, alanite, granadas, melilite, monticelite, e carbonatos
primários).
• Assim sendo, os diagramas QAPF são úteis para a classificação de rochas
plutónicas mas não tanto para as rochas vulcânicas.
Q
Diagrama de classificação de Streckeisen
Quartzolite
(1967) para as rochas ígneas intrusivas 90 90
(IUGS)
Granitos
M = minerais máficos Grano-
diorito
olivina Sieno- Monzo-
Granito Granito
piroxenas
Quartzo Sienito 20 20 Qtz. Diorito/
anfíbolas Felspático Alcalino Quartzo Quartzo Quartzo Qtz. Gabro
Sienito Monzonito Monzodiorito
Biotite Sienito 5 5 Diorito/Gabro/
Feld. Alcalino Sienito Monzonito Monzodiorito
10 35 65 90 Anortosito
accessórios A (Foide)- (Foide)- (Foide)- P
Sienito Monzonito Monzodiorito
se M ≥ 90 rochas 10 10 (Foide)-
Diorito/Gabbro
ultramáficas (Foide)-
Sienito Feld. Alcalino
(Foide) (Foide)
Monzosienito Monzodiorito
Q: quartzo
A: feldspato potássico, albite (An0-An5)
P: plagioclase (An5-An100) 60 60
F
Q
Quartzolite Granito
90 90
Quartz-rich
Granitoid
60 60
Granitos Grano-
diorito
60 60
Foiditos
F
Q
Quartzolite
90 90
Granodiorito
Quartz-rich
Granitoid
60 60
Granitos Grano-
diorito
60 60
Foiditos
F
Q
Quartzolite
90 90 Tonalito
Quartz-rich
Granitoid
60 60
Granitos Grano-
diorito
60 60
Foiditos
F
Q
Diorito
Quartzolite
90 90
Quartz-rich
Granitoid
60 60
Granitos Grano-
diorito
(Foid)-bearing
Diorito/Gabbro Gabbro
Alkali Fs. Sienito
(Foide) (Foide)
Monzosienito Monzodiorito
60 60
Foiditos
F
Q
Monzonito
Quartzolite
90 90
Quartz-rich
Granitoid
60 60
Granitos Grano-
diorito
60 60
Foiditos
F
Q
Quartzolite Sienito
90 90
Quartz-rich
Granitoid
60 60
Granitos Grano-
diorito
60 60
Foiditos
F
Q
Quartzolite Sienitos com fedspatóides
90 90
Quartz-rich
Granitoid
60 60
Granitos Grano-
diorito
60 60
Foiditos
F
Q
Quartzolite
90 90
Quartz-rich
Granitoid
60 60
Granitos Grano-
diorito Rochas gabróicas
Alkali Fs. 20 20 Qtz. Diorito/
Quarzo Sienite Quarzo Quarzo Quarzo Qtz. Gabbro
Alkali Fs. Sienito Monzonito Monzodiorito
Sienito 5 Sienito Monzodiorito
5Diorite/Gabbro/
A 10 35 Monzonito 65 90 Anortosito
(Foid)-bearing (Foid)-bearing (Foid)-bearing P
Syenite Monzonito Monzodiorito (Foid)-bearing
10 10
Diorito/Gabbro
(Foid)-bearing
Alkali Fs. Sienito
(Foide) (Foide)
Monzosienito Monzodiorito
60 60
Foiditos
Quartzolite
90 90
Quartz-rich
Granitoid
60 60
Granitos Grano-
diorito Rochas ultramáficas
Alkali Fs. 20 20 Qtz. Diorito/
Quarzo Sienite Quarzo Quarzo Quarzo Qtz. Gabbro
Alkali Fs. Sienito Monzonito Monzodiorito
Sienito 5 Sienito Monzodiorito
5Diorite/Gabbro/
A 10 35 Monzonito 65 90 Anortosito
(Foid)-bearing (Foid)-bearing (Foid)-bearing P
M ≥ 90 rochas ultramáfica
Syenite Monzonito Monzodiorito (Foid)-bearing
10 10
Diorito/Gabbro
(Foid)-bearing
Alkali Fs. Sienito
(Foide) (Foide)
Monzosienito Monzodiorito
60 60
Foiditos
F
Diagrama de classificação para ROCHAS GABRÓICAS
as rochas ígneas faneríticas
gabróica, composta por
Plagioclase + Piroxena + Plagioclase
Olivina (IUGS)
Anortosito
Q
Quartzolite 90
90 90
Quartz-rich
Granitoid
60 60
Grano-
Granitos
diorito
Rochas
A 65
(Foid)-bearing (Foid)-bearing (Foid)-bearing P
Syenite Monzonito Monzodiorito
(Foid)-bearing
10 10
Diorito/Gabbro
(Foid)-bearing
Alkali Fs. Sienito
(Foide)
Monzosienito
(Foide)
Monzodiorito
Olivino-gabro gabróicas
(Norito)
60 60
Foiditos
Piroxena Olivina
Diagrama de classificação para ROCHAS GABRÓICAS
as rochas ígneas faneríticas
gabróica, composta por
Plagioclase + Piroxena + Plagioclase
Olivina (IUGS) Anortosito
90
Rochas
Olivino-gabro
(Norito)
gabróicas
Norito
Rochas ultramaficas com Plagioclase
Piroxena Olivina
CLASSIFICAÇÃO DA IUGS PARA ROCHAS GABRÓICAS
anortosito
anortosito anortosito
ANORTOSITOS
troctolito
ROCHAS ULTRAMÁFICAS
rochas ultramáficas com plagioclase
Olivina
Rochas ultramáficas Dunitos
90
Peridotitos
Lherzolito
40
Ortopiroxenitos 10 10
Websterito
Ortopiroxena Clinopiroxena
Clinopiroxenito
Diagrama de classificação para as rochas ígneas faneríticas ultramáficas
com percentagem modal de Q (Quartzo) + P (Plagioclase) + A (Feldspato
alcalino) + F (Feldspatóides) < 10% (IUGS)
Olivina Peridotito
Dunitos
90
Lherzolito
40
Olivino - Websterito
10 10
Websterito
Orthopiroxena Clinopiroxena
CLASSIFICAÇÃO DA IUGS PARA AS ROCHAS
ULTRAMÁFICAS
Plagioclase
Moda 1 Moda 2
pertites 32 labradorite 30
leucite 18 olivina 10
vesuvianite 10 analcima 20
piroxenas 12 aegirina 15
anfíbolas 11 horneblenda 18
biotite 8 ilmenite 1
esfena 7 cromite 2
espinélio 2 esfena 3
hematite 1
TAREFA 4 - SECÇÃO DELGADA
CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS ÍGNEAS
Riólito/Obsidiana/Pumice (Fina)
Acima de Silícica/ 40% ou 60% ou Micro-granite (Médio)
66% Ácida menos acima Granite (Grosseiro)
Andesito (Fine)
52% a 66% Micro-diorito (Médio)
Intermédia 40%-70% 30%-60%
Diorito (Grosseiro)
Basalto (Fino)
45% a 52% Dolerito (Médio)
Máfica 70%- 90% 10%-30% Gabro (Grosseiro)
• Saturação em SiO2
• Os minerais presentes nas rochas ígneas podem ser
divididas em 2 grupos:
• Aqueles que são compatíveis com o quartzo ou mineral primário
de SiO2 (tridimite, cristobalite) esses minerais são saturadas com
respeito a Si, exemplo: feldspatos, piroxenas.
• Aqueles que nunca ocorrem com um mineral primário de sílica.
Esses são minerais subsaturadas, exemplo: olivina rica em Mg,
nefelina.
CONCEITO DE SATURAÇÃO
• Saturação em Al2O3
Quatro subdivisões de rochas independentes da saturação
em sílica, baseada nas proporções moleculares de Al2O3,
Na2O, K2O e CaO aplicadas principalmente em litologias
graníticas.
• Peraluminoso - Al2O3 > (Na2O + K2O + CaO)
• Metaluminoso - Al2O3 < (Na2O + K2O + CaO) mas Al2O3 >
(Na2O + K2O)
• Subaluminoso - Al2O3 = (Na2O + K2O)
• Peralcalina - Al2O3 < (Na2O + K2O)
ÍNDICE DE ALUMINA SATURAÇÃO (IAS)
(Al2O3) molecular
Quando a relação < 1 rochas peralcalinas com
K2O + Na2O) molecular piroxenas-Na (egirina),
anfibola-Na (riebequite)
Por Paulo Aguiar
• A>CNK: Rochas Peraluminosas. Têm minerais ricos em Al, tais como biotite, muscovite, granada, cordierite,
andaluzite…
• A<CNK:
... e A>NK: Metaluminosas. Sem minerais particulares, com máficos como a piroxena, anfíbola, biotite;
... e A<NK: Rochas Peralcalina. Minerais ricos emPorAlPaulo Aguiar
e Alcalinos, tais como anfíbolas e piroxenas alcalinas.
DIAGRAMAS DE VARIAÇÃO
Descrever e demonstrar as variações químicas para a
simplicidade e para facilitar a condensação da informação.
Variações dos Elementos Maiores
wt %
Mais ou menos implicitamente assume
a cristalização fraccionada.
• A natureza das fases cristalizantes
pode ser inferida pela forma das
tendências. Ex.: o decréscimo do Fe,
Mg = precipitação de minerais máficos.
14 Fonolito
12 Tefro-fonolito
Traquito
10
Na2O+K2O
Fono-tefrito
Foidito traqui- Traquidacito
8 andesito Riolito
Tefrito traqui-
Basanito andesito
basáltico
6 traqui-
basálto
Dacito
4 Andesito
Andesito-
Picro- Basalto basaltico
2 basalt
0
35 40 45 50 55 60 65 70 75
SiO2
16
14 Fonolito
12 Tefro-fonolito
Traquito
10
Na2O+K2O
Fono-tefrito
Foidito traqui- Traquidacito
8 andesito Riolito
Tefrito traqui-
Basanito andesito
basáltico
6 traqui-
basálto
Dacito
4 Andesito
Andesito-
Picro- Basalto basaltico
2 basalt
0
35 40 45 50 55 60 65 70 75
SiO2
Na2O –2>K2O
Na- Traquito
Benmoreito (Na)
K- Traquito
Lacito (K)
2. Séries Calco-alcalinas
Moderadamente alcalina, mais magnesiana
Metaluminosas a peraluminosas
BADR, com traços de ms/gt/cd nos mais diferenciados termos.
Séries calco-alcalinas são maioritariamente encontrados nas margens
convergentes. Correspondem à fusão pela adição de água à fonte (e por isso
“modificando” o solidus em direcção as temperaturas mais baixas).
3. Séries Alcalinas
Ricas em Álcalis, Ricas em Fe
Metaluminosas a peralcalinas
Evolução aos traquitos (séries moderamente alcalinas) ou fonólitos (séries muito
alcalinas), com traços de riebeckite, aegirina, etc.
Séries Alcalinas são encontradas em situações de intra-placas ± magens
convergentes. Correspondem a fusão pelo incremento da temperatura.
CONTEÚDO EM
SÉRIES Fe-Mg Al
ÁLCALIS
Alcalina Alto Rico em Fe Metaluminoso a peralcalino
CO2
Índices de Fraccionamento
Desenvolvido para obter uma ligação genética entre as análises de uma
dada suite de amostras. Tentam fazer com que os resultados de uma suite
ígnea individual n sua correcta ordem evoluciinária.
Índice de MgO
É usado para rochas basálticas. São produzidas correlações
positivas para Na2O, K2O, e P2O5 indicando enriquecimento nesses
óxidos com os líquidos sucessivos. Correlações negativas resultam
para o CaO.
Razões Mg-Fe
Usadas para rochas basálticas. Envolve uma razão de Mg ao Fe:
MgO/MgO+FeO (ferroso)
MgO/MgO+FeO+Fe2O3 (férrico)
Mg/Mg+Fe (usa proporções atómicas dos catiões).
Ab/Ab+An Normativa
Baseda nos valores de Na2O e CaO. Boa para rochas que
cristalizaram a plagioclase, não efectada pela formação de minerais
máficos. Geralmente aplicado a granitos.
Dois índices de fraccionamento, baseados em equações
complexas foram sugeridas para um uso mais compreensível.
ppm
ppm
Grupos de elementos
Incluem:
La, Ce, Pr, Nd, Sm, Eu, Gd, Tb, Dy, Ho, Er, Tm, Yb e Lu
CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS DOS ELEMENTOS TERRAS
RARAS
• O Pm não é encontrado na natureza. O isótopo mais estável deste elemento possui meia vida de
2,26 anos.
CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS DOS ELEMENTOS TERRAS
RARAS
• Adicionalmente o Y, com raio iónico similar ao do Ho, é normalmente “adoptado” ao grupo dos ETRs.
CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS DOS ELEMENTOS TERRAS
RARAS
• Cada ETR possui características químicas muito semelhantes às de seus vizinhos com números atómicos
próximos, porém muito diferentes para aqueles distantes.
• Os ETRs (em especial os mais pesados) possuem raios iónicos muito semelhantes a de elementos mais
leves, comparáveis aqueles alcalinos e alcalinos terrosos podendo substituí-los com facilidade.
CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS DOS ELEMENTOS TERRAS
RARAS
• Os ETRs possuem raios iónicos bem maiores do que os metais de transição (Sc, Ti, V, Cr, Mn, Fe, Co,
Ni, Cu e Zn) bem com os do Al e Si, sendo difícil substituições destes elementos. fracionamento
dos ETRs com eriquecimento dos ETRs leves com a cristalização de silicatos de Na e Ca.
• Com as mudanças nos estados de oxidação, em especial Ce (pode substituir o Mg) e do Eu
(substituindo o Sr).
IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DE ELEMENTOS
IMÓVEIS
• A principal restrição no uso dos elementos traços na
discriminação é a sua possível mobilização durante a
meteorização e metamorfismo.
• O comportamento de um elemento durante a
meterorizção subaérea é conhecido por estar a sua razão
carga/raio (potencial iónico).
• Elementos que formam iões de baixo potencial iónico (<0,03 pm-1)
podem frequentemente ser prontamente removidos em solução como
catiões hidratados,
• ao passo que elementos que formam iões de potencial iónico mais
altos >0,10 pm-1) podem ser frequentemente removidos como oxiões
hidratados.
• Iões e potencial iónico intermédio (0,03-0,10 pm-1) tendem a
permanecer no produto sólido da meteorização e são geralmente
imóveis excepto durante uma lixiviação extrema.
• Os elementos imóveis Al, Ti, Zr, Y, V, Cr, Ni, Sc, Ga e P normalmente
podem ser analisados a determinado nível de precisão por
Fluorescência de Raio-X (XRF) e o Nb, Th e Ce podem as vezes ser
analisados a esse nível por essa técnica.
• O Hf, Ta, Th, Sc, os REE e as vezes Cr podem ser normalmente
analisados para determinado nível de precisão pela análise
instrumental por activação neutrónica (INAA).
• Todos os elementos, exceptuando o P e o Sc, podem ser analisados
para determinado nível de precisão por espectrometria de massa
de plasma induzida acoplada (ICP-MS), embora podem haver
problemas na dissolução de alguns tipos de rochas.
• Por isso, XRF mais INAA, ou XFR mais ICP-MS, são as melhores
combinações para estudos de discriminação. Porque a XRF é mais
rápida e barata do que a INAA ou a ICP-MS, é comum na prática
analisar todas as amostras disponíveis por XRF e uma fracção
representativa por INAA ou ICP-MS.
RAZÕES ENTRE ELEMENTOS TERRAS RARAS
SAMPLE IG_EX-001 IG_EX-002 IG_EX-003 IG_EX-004 IG_EX-005 IG_EX-006 IG_EX-007 IG_EX-008 IG_EX-009 IG_EX-010
SiO2 58 60,9 61,4 60 59,1 60,7 60,1 56,3 56,6 55,3
CaO 5,08 2,65 2,63 3,69 2,82 2,93 3,57 2,6 3,7 2,8
Al2O3 12,7 13,3 13 13,4 13,3 13,4 13,3 12,8 13,5 14,5
Fe2O3 8,87 8,79 8,48 7,48 9,14 8,24 7,92 12,3 9,9 9,0
K2O 5,67 5,75 4,99 5,22 5,8 5,86 5,51 6,8 6,6 10,9
TiO2 1,41 1,53 1,32 1,47 1,83 1,54 1,7 0,5 1,4 0,6
SO3 0,09 0,05 0,2 0,12 0,06 0,12 0,15 0,2 0,2 0,2
Na2O 2,64 2,75 3,32 3,2 2,03 2,74 3,05 2,0 3,2 2,1
MnO 0,17 0,09 0,13 0,12 0,07 0,06 0,15 0,2 0,2 0,2
ZnO2 0,02 0,02 0,02 0,02 0,06 0,02 0,02 0,2 0,2 0,1
MgO 1,28 0,98 1,93 1,28 1,26 0,97 1,17 1,8 1,0 0,6
P2O5 0,44 0,48 0,5 0,6 0,62 0,58 0,56 0,8 0,6 0,4
BaO 0,15 0,23 0,14 0,3 0,19 0,18 0,19 0,3 0,3 0,4
Cr2O3 0,04 0,03 0,02 0,03 0,05 0,02 0,02 0,2 0,2 0,0
ZrO 2 0,09 0,09 0,08 0,08 0,1 0,1 0,09 0,1 0,1 0,1
L.O.I 3,25 2,31 1,75 2,94 3,47 2,36 2,24 3,0 2,3 2,5
Total 99,90 99,95 99,91 99,95 99,90 99,82 99,74 99,73 99,83 99,73
SAMPLE IG_EX-001 IG_EX-002 IG_EX-003 IG_EX-004 IG_EX-005 IG_EX-006 IG_EX-007 IG_EX-008 IG_EX-009 IG_EX-010
La 88,6 62,5 15,1 28,3 18,5 75,1 15,8 46,8 21,5 22,2
Ce 233,0 128,0 32,8 63,1 45,1 168,0 36,6 107,0 47,0 50,1
Pr 32,9 13,3 4,0 7,9 6,0 21,1 4,6 13,6 5,7 6,1
Nd 148,0 45,6 16,3 31,4 24,8 82,4 19,3 57,4 21,7 24,3
Sm 25,0 7,4 3,1 5,7 4,7 12,9 3,9 10,9 4,1 4,6
Eu 5,2 2,1 1,0 1,5 1,3 3,5 1,2 3,0 1,2 1,4
Gd 15,0 5,1 2,6 4,5 3,8 8,0 3,4 8,5 3,0 3,5
Tb 1,7 0,7 0,4 0,6 0,5 1,0 0,5 1,2 0,4 0,5
Dy 8,9 3,8 1,9 3,1 2,8 4,6 2,6 5,8 2,3 2,6
Ho 1,6 0,7 0,4 0,6 0,5 0,8 0,5 1,0 0,4 0,5
Er 4,1 2,1 1,0 1,6 1,5 2,0 1,4 2,7 1,2 1,4
Tm 0,53 0,31 0,14 0,22 0,21 0,26 0,19 0,37 0,16 0,19
Yb 3,0 2,0 0,9 1,3 1,3 1,5 1,2 2,3 1,0 1,1
Lu 0,43 0,31 0,13 0,19 0,19 0,22 0,18 0,33 0,14 0,16
Y 42,8 20,6 10,0 16,4 15,1 21,2 13,9 29,5 11,6 12,5
Sc 26,0 29,0 38,0 43,0 46,0 20,0 40,0 32,0 35,0 35,0
Cs 0,3 0,4 0,4 0,3 0,2 0,1 0,4 0,2 0,3 0,3
Rb 10,0 35,0 10,0 8,0 5,0 2,0 14,0 7,0 9,0 7,0
Ba 213,0 253,0 314,0 204,0 362,0 134,0 454,0 398,0 283,0 268,0
Th 1,6 6,6 0,8 0,5 0,6 1,5 0,5 1,1 0,9 0,9
U 0,3 1,5 0,2 0,1 0,1 0,3 0,1 0,2 0,2 0,2
Nb 14,4 11,8 2,3 4,5 3,4 9,9 2,7 5,2 3,4 3,6
Sr 1341,0 608,0 509,0 590,0 582,0 5052,0 505,0 932,0 687,0 589,0
Zr 228,0 202,0 60,0 46,0 43,0 198,0 54,0 69,0 78,0 60,0
Hf 5,6 5,2 1,5 1,4 1,4 4,2 1,6 2,1 2,1 1,9
Ta 0,5 0,8 0,1 0,2 0,1 0,3 0,1 0,2 0,3 0,2
V 271,0 216,0 185,0 868,0 268,0 268,0 237,0 340,0 283,0 192,0
Pb 16,0 12,0 10,0 4.9 7,0 36,0 4.9 7,0 12,0 7,0
Bi 0,09 0,09 0,09 0,09 0,09 0,09 0,09 0,09 0,09 0,09
GRUPO DA PLATINA
• Os metais do grupo da platina (abreviado como os PGM ; em alternativa,
os platinóides , platinides , platidises , do grupo da platina , metais de
platina , da família da platina ou do grupo da platina elementos (PGEs) )
são seis, nobres preciosos metálicos elementos agrupados em conjunto
na tabela periódica. Estes elementos são todos metais de transição do
bloco d (grupos de 8 , 9 , e 10 , os períodos de 5 e 6 ).
• Os seis metais do grupo da platina são ruténio , ródio , paládio , ósmio ,
irídio , e platina . Eles têm propriedades físicas e químicas similares, e
tendem a ocorrer em conjunto nas mesmas depósitos minerais. No
entanto, elas podem ser ainda subdivididas nos irídio-grupo de
elementos do grupo da platina (IPGEs: Os, Ir, Ru) e paládio-grupo dos
elementos do grupo da platina (PPGEs: Rh, Pt, Pd) com base no seu
comportamento em sistemas geológicos.
• Os três elementos acima do grupo da platina na tabela periódica ( ferro ,
níquel e cobalto ) são todos ferromagnético , sendo estes os únicos
metais de transição conhecidos com esta propriedade
Isotopes
Same Z, different A (variable # of neutrons)
14
General notation for a nuclide: 6 C
OUTROS GRUPOS DE CLASSIFICAÇÕES
1. Rochas Charnoquíticas
• Caracterizadas pela presença de ortopiroxena (ou faialite + quartzo) e em muitas rochas
pertite, mesopertite ou antipertite.
2. Rochas Piroclásticas e Tefra
• Formadas por fragmentação como resultado de erupções vulcânicas explosivas.
3. Carbonatitos
• Rochas que contêm mais do que 50 % de carbonato modal e tenham uma origem plutónica
ou vulcânica.
4. Rochas Melilíticas
• Rochas que contenham mais do que 10% de melilite modal e se há feldspatóides presentes a
melilite > feldspatóide
5. Quimberlitos
• Grupo I e Grupo II
6. Lamproitos
– Baseando-se nos critérios mineralógicos e geoquímicos
7. Rochas Leucíticas
• Rochas contendo pouco ou nenhum feldspato.
8. Lamprófiros
• Diversos critérios de caracterização.