0% acharam este documento útil (0 voto)
51 visualizações32 páginas

Uso de Drogas Vasoativas em UTI

O documento aborda a farmacologia de drogas vasoativas em terapia intensiva, destacando o uso de noradrenalina no tratamento da sepse e hipotensão. Também menciona as complicações associadas ao seu uso, as boas práticas de enfermagem e a importância da vigilância contínua. Além disso, apresenta uma classificação e indicações para diferentes drogas vasoativas, enfatizando a necessidade de cuidados rigorosos durante a administração.

Enviado por

yasmimclima8
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
51 visualizações32 páginas

Uso de Drogas Vasoativas em UTI

O documento aborda a farmacologia de drogas vasoativas em terapia intensiva, destacando o uso de noradrenalina no tratamento da sepse e hipotensão. Também menciona as complicações associadas ao seu uso, as boas práticas de enfermagem e a importância da vigilância contínua. Além disso, apresenta uma classificação e indicações para diferentes drogas vasoativas, enfatizando a necessidade de cuidados rigorosos durante a administração.

Enviado por

yasmimclima8
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

WBA0946_v1.

Farmacologia em UTI
Farmacologia em Terapia
Intensiva
Drogas Vasoativas

Bloco 1
Claudia Maria Cunha
O Uso de drogas vasoativas na manutenção da sepse
Figura 1 - Passo a passo procedimentos

Sepse.

Hipotensão.

Iniciar volume. PAI. Noradrenalina.

Fonte: elaborada pela autora.


Sobre a noradrenalina
Figura 2 - Algumas curiosidades sobre a noradrenalina

Dripping padrão: 80 ml de
Correr especificamente em
soro glicosado a 5% e 80 ml
bomba infusora.
de noradreanlina.

Causa vasoconstrição Causa vasoconstrição


periférica. mesentérica.

Troca a cada 24 horas


(validade).

Fonte: elaborada pela autora.


Exemplo de noradrenalina

Quando um paciente está com infecção


grave, que evolui para sepse, a hipotensão é
um dos sintomas mais comuns e quando
não responde a volume, a noradrenalina é
usada, pois causa vaconstrição periférica,
agindo no controle da hipotensão arterial.
Complicações no uso da noradrenalina
Figura 3 - Principais complicações no uso da noradrenalina

Lesões renais.
Complicações do uso da
noradrenalina.

Lesões cutâneas.

Lesões cardíacas.

Fonte: elaborada pela autora.


Diferenças de ação entre noradrenalina e vasopressina
Figura 4 - Algumas diferenças entre noradrenalina e vasopressina

Noradrenalina: Vasopressina:

Hormônio
Vasoconstrição.
antidiurético.

Não
Catecolamina.
catecolaminérgico.

Receptores alfa e Ativação do receptor


beta adrenérgicos. V1a.

Fonte: elaborada pela autora.


Boas práticas de enfermagem no uso de drogas vasoativas
Figura 5 - Algumas boas práticas no uso de aminas

Diluição baseada em Verificar o aspecto da


protocolos solução, antes e durante a
institucionais. administração.

Administrar em Cuidados com Ter controle da


bomba de acesso venoso velocidade das
infusão. central. drogas.

Conhecer se a
Monitorar sinais Atentar para
droga é
vitais. extravasamento.
fotossensível.

Fonte: elaborada pela autora.


Curiosidades
Figura 6 - Curiosidades

O enfermeiro intensivista deve


estar qualificado e atualizado
para cuidar do paciente,
crítico, que necessite de
As drogas vasoativas precisam cuidados intensivos e uso de
de vigilância da equipe de drogas vasoativas.
enfermagem em tempo integral,
pois têm a capacidade de mudar
a hemodinâmica do paciente e
assim, agravar seu quadro
clínico.

Fonte: elaborada pela autora.


Drogas vasoativas mais usadas em terapia intensiva
Figura 7 - Exemplos de drogas vasoativas mais
usadas em UTI

Adrenalina.
Dopamina.
Drogas vasoativas.

Dobutamina.
Noradrenalina.
Milrinona.
Nitroglicerina.

Nitroprussiato de sódio.
Fonte: elaborado pela autora.
Farmacologia em Terapia
Intensiva
Drogas Vasoativas

Bloco 2
Claudia Maria Cunha
Cuidados de enfermagem no uso das drogas vasoativas

Realizar os 13 certos da
Ser administrado em
administração de
cateter venoso central.
medicamentos.

Lavar a via com menor Verificar a pressão arterial


volume possível (evitando e frequência cardíaca a
bólus). cada uma hora.

Controle de balanço
hídrico rigorosamente.

Fonte: elaborada pela autora.


Cuidados de enfermagem no uso das drogas vasoativas

Avaliar enchimento Atentar para alterações do


capilar. ECG.

Verificar compatibilidade
Controle do débito
da droga com outras
urinário.
medicações.

Atentar para alarmes dos


monitores e bomba de
infusão.

Fonte: elaborada pela autora.


Para que servem as drogas vasoativas?

Para restaurar a perfusão


tissular, no choque, quando
Para elevar a PAM.
a ressuscitação volêmica não
for eficaz.

Melhorar a pressão da
Otimizar o retorno venoso. perfusão, a oferta de 02 e o
débito cardíaco.

Fonte: elaborada pela autora.


Classificação das drogas vasoativas
VASOPRESSORAS: INOTRÓPICAS: VASODILATADORAS:

NORADRENALINA. ADRENALINA. NITROPRUSSIATO.

VASOPRESSINA. DOBUTAMINA. NITROGLICERINA.

DOPAMINA.

MILRINONA.
Farmacologia em Terapia
Intensiva
Drogas Vasoativas

Bloco 3
Claudia Maria Cunha
Administração de drogas vasoativas

Data.

Nome do
Dose.
medicamento.

Frequência.

Via de Assinatura do
administração. médico.
Diluições padrão
Figura 8 - Exemplos de diluição padrão

Noradrenalina:
Dopamina:
Ampola: 4 mg (noradrenalina base) /
Ampola: 50mg / 10ml.
4ml.
Diluição: 5 ampolas (50 ml) + SG 5%
Diluição: 5 ampolas (20 ml) + SG 5%
200 ml = solução 1 mg/ml.
80 ml = total de 100ml.

Epinefrina:

Ampola: 1mg / 1ml.


Diluição: 4 ampolas (4ml) + SG 5%
246ml = solução 16 mcg/ml.

Fonte: adaptado de Unifesp (2021).


Diluições padrão
Figura 9 - Exemplos de diluição padrão (continuação)

Dobutamina
Vasopressina ampola:
Ampola: 250mg / 20ml.
20U / 1 ml. Diluição: 1 ampola (1ml)
Diluição: 1 ampola (20ml) + SG5%
+ SF0,9% 99ml = solução 0,2U/ml.
230ml = solução 1mg/ml.

Milrinona

Ampola: 20mg / 20ml.


Diluição: 1 amp (20 ml) + SG 5% 80ml = 0,2mg/ml.
Ataque: 50 mcg/Kg administrada em 10 - 60 min (opcional) / Manutenção: 0.25 a 0.75
mcg/kg/min. Necessidade de ajuste, em caso de disfunção renal.

Fonte: adaptado de Unifesp (2021).


Indicações das drogas vasoativas

Noradrenalina: Ações:

Indicação: Aumenta:
• Sepse. • PA sistólica e diastólica.
• Choque cardiogênico. • Resistência Vascular
• Hipotensão severa. Sistêmica (RVS).
• Ressuscitação cardiopulmonar. • Contratilidade cardíaca.

Dopamina: Ações:

Indicação: Age:
• Persistência de oligúria. • Leito renal e coronariano
• Choque com RVS diminuída. Aumenta:
• Baixo débito cardíaco. • PA
• FC.
Indicações das drogas vasoativas

Dobutamina: Ações:
Aumenta:
Indicação: • Contratilidade miocárdica.
• Choque cardiogênico. • Débito cardíaco.
• Insuficiência cardíaca • Consumo de O2 pelo miocárdio.
congestiva. Diminui:
• Baixo débito cardíaco. • Resistência Vascular Periférica.

Nitroprussiato de sódio (NPS): Ações:


Aumenta:
Indicação: • Contratilidade miocárdica.
• Crises hipertensivas. • Débito cardíaco.
• Insuficiência cardíaca congestiva. • Consumo de O2 pelo miocárdio.
• Baixo débito cardíaco. Diminui:
• Pós operatório cardíaco. • Resistência Vascular Periférica.
Indicações das drogas vasoativas

Nitroglicerina (NTG) Ações:

Indicação: Diminui:
• Angina instável. • Tônus.
• Insuficiência cardíaca sem • Pré carga.
hipotensão. • Trabalho cardíaco.
• Edema agudo de pulmão.
• Pós operatório de CRM.
Teoria em Prática
Bloco 4
Claudia Maria Cunha
Teoria em Prática

CVC
Duplo lúmen.

Nora. Fentanil.

Lavar a via! Analgesia.

ATB.
Teoria em Prática

Drogas vasoativas
via exclusiva.

BÓLUS

Manter
hemodinâmica
estável.
Teoria em Prática

Drogas sedativas.

BÓLUS

Pode interromper para


realizar medicações de
horário.
Reflita sobre a seguinte situação
Os profissionais de enfermagem devem estar preparados para
o processo de tomada de decisão e avaliação de casos de
forma individualizada. Além disso, precisam sempre manter o
compromisso ético com aqueles a quem dirigem o cuidado.
A respeito da estima do cumprimento das metas
internacionais, ainda há lacunas na adesão às práticas de
segurança do paciente por parte dos profissionais de
enfermagem. Entre as iatrogenias mais comuns, em UTI,
ocorrem durante o preparo ou a administração de
medicamentos.

Mediante isso, qual seria a contribuição que o enfermeiro


pode dar para diminuir os eventos adversos na
administração de drogas vasoativas na UTI?
Norte para a resolução...

• Colocar em prática os 13 certos na administração de


medicação.

• O ato de dupla checagem na hora de separar,


preparar e administrar o medicamento deverá ser
inserido nas práticas diárias, coordenadas e
supervisionadas pelo enfermeiro.

• Pacientes podem ter nomes iguais e sempre é


necessário conferir a data de nascimento e nome da
mãe, da identificação do paciente.
Dica do (a) Professor (a)
Bloco 5
Claudia Maria Cunha
Dica da professora!

• Vídeo:
Canal: Experiências de um técnico de Enfermagem.
Assunto: Drogas vasoativas.

• Leitura:
Consenso Brasileiro de Monitorização e Suporte
Hemodinâmico.
Revista Brasileira de Terapia Intensiva.
Referências
VICENT J. L. Circulatory shock. N Engl J Med., 6;370(6):583,
22014.

RHODES, A. Surviving Sepsis Campaign: international


guidelines for management of sepsis and septic shock: 2016.
Intensive Care Med., 43(3):304-377, 2017.

UNIFESP. Protocolo de uso de drogas vasoativas. São Paulo:


Hospital São Paulo, Unifesp. Disponível em:
http://www.utianestesiaunifesp.com.br/uti/
arquivos/Protocolo%20e%20Procedimentos%20Operacionais/
Protocolo%20-%20Drogas%20vasoativas.pdf. Acesso em: 20
ago. 2021.
Bons estudos!

Você também pode gostar