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Cegonha

As cegonhas (Ciconia spp.) são aves migratórias da família Ciconiidae, com cerca de 1 metro de altura e 3 quilos de peso, que se alimentam de pequenos vertebrados e não emitem sons devido à ausência de faringe. Elas nidificam em diversos habitats e têm uma dieta variada, incluindo peixes e matéria orgânica de lixeiras. A cegonha-branca (Ciconia ciconia) é uma espécie abundante, com tendência populacional em crescimento, mas enfrenta ameaças como a destruição do habitat.
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Cegonha

As cegonhas (Ciconia spp.) são aves migratórias da família Ciconiidae, com cerca de 1 metro de altura e 3 quilos de peso, que se alimentam de pequenos vertebrados e não emitem sons devido à ausência de faringe. Elas nidificam em diversos habitats e têm uma dieta variada, incluindo peixes e matéria orgânica de lixeiras. A cegonha-branca (Ciconia ciconia) é uma espécie abundante, com tendência populacional em crescimento, mas enfrenta ameaças como a destruição do habitat.
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Cegonha

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Cegonhas

Classificação científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes
Família: Ciconiidae
Género: Ciconia
Espécies
Ver texto

As cegonhas (Ciconia spp.) são aves migrantes da família Ciconiidae. As cegonhas têm
cerca de 1 metro de altura e 3 kilos de peso. O seu habitat é variado e a alimentação
inclui pequenos vertebrados. São animais migratórios e monogâmicos. As cegonhas não
têm faringe e por isso não emitem sons.

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Espécies
O voo da cegonha
 Cegonha de Abdim, Ciconia abdimii
 Ciconia episcopus
 Cegonha de Storm, Ciconia stormi
 Maguari, Ciconia maguari
 Cegonha-branca-oriental, Ciconia boyciana
 Cegonha-branca Ciconia ciconia
 Cegonha-preta Ciconia nigra

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Veja também, no Wikcionário

Cegonha
.

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Cegonha-branca
Ciconia ciconia
Classe: AVES

Ordem:
CICONIIFORMES

Família:
CICONIIDAE

Género: Ciconia

Espécie: Ciconia
ciconia

Descrição/Comportamento

Descrição geral
MORFOLOGIA GERAL:
Ttrata-se de uma ave
aquática de grande porte;
bico e patas vermelhas, a
plumagem é de cor branca
com excepção das
Ocorrência/Distribuição: primárias e secundárias
que apresentam uma
 Continente coloração preta. PESO E  Bibliografia
DIMENSÕES:
comprimento - 100 a 102
cm; envergadura - 155 a
165 cm; peso - 2,3 a 4,4 kg.
DIMORFISMO SEXUAL:
machos ligeiramente
maiores, sendo impossível
a distinção por observação
à distância.
VOCALIZAÇÕES: os
adultos não produzem
vocalizaç

Classes | AVES | Cegonha-branca

Descrição geral

MORFOLOGIA GERAL: Ttrata-se de uma ave aquática de grande porte; bico e patas
vermelhas, a plumagem é de cor branca com excepção das primárias e secundárias que
apresentam uma coloração preta. PESO E DIMENSÕES: comprimento - 100 a 102 cm;
envergadura - 155 a 165 cm; peso - 2,3 a 4,4 kg. DIMORFISMO SEXUAL: machos
ligeiramente maiores, sendo impossível a distinção por observação à distância.
VOCALIZAÇÕES: os adultos não produzem vocalizações, com excepção de um silvo
fraco que apenas é audível a curta distância; o som principal que ambos os sexos
produzem provém do bater rápido e regular do bico, que vai aumentando de intensidade
e é ampliado por uma bolsa existente na garganta; este som é produzido em várias
situações de interacção social, pincipalmente durante a parada sexual; batimentos mais
lentos e curtos podem também ser produzidos em situações de alarme.
LONGEVIDADE: máximos conhecidos de 33 anos em estado selvagem e de 35 anos
em cativeiro.

Habitat

Ocorre em varíadissimos habitats, alimentando-se em áreas agrícolas (nomeadamente,


estepes cerealíferas e arrozais), lixeiras/aterros sanitários e algumas zonas húmidas,
nidificando tanto em habitats fortemente humanizados (por exemplo, vilas e cidades),
como em áreas agrícolas e florestais, ou mesmo locais mais inóspitos como vales
alcantilados de cursos de água de interior e falésias costeiras.

Utilização do Espaço
TERRITÓRIOS: não há informação disponível para a população nacional.
MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS: a maioria das aves nidificantes em Portugal
realizam a sua migração outonal em Agosto, cruzando o Estreito de Gibraltar - ponto de
passagem das populações da Europa Ocidental - e descolando-se até às áreas de
invernada na África Sub-saariana; a maioria das aves reprodutoras chegam às áreas de
nidificação em Novembro e Dezembro; uma parcela da população ibérica permanece na
Península Ibérica durante todo o ano.

Alimentação

Trata-se de uma espécie oportunista, ou seja, que com facilidade explora os recursos
tróficos existentes; assim sendo, verificam-se diferenças consideráveis na sua dieta de
região para região e ao longo do ciclo anual; estudos realizados em Castro Marim e no
Estuário do Sado, revelaram a importância que os peixes, anfíbios e mamíferos têm na
composição da dieta desta ave; actualmente, é possível que a matéria orgânica colectada
em aterros sanitários e lixeiras, bem como o Lagostim-vermelho, assumam particular
importância na composição da dieta desta espécie.

Reprodução

O local do ninho é muito variável; segundo dados obtidos em 1994, 53 por cento dos
3681 dos ninhos existentes encontravam-se em árvores, 27 por cento em construções
humanas, 18 por cento em postes de transporte de electricidade, 2 por cento em falésias
rochosas e 1 por cento em alcantilados fluviais; a nidificação de mais de meia centena
de casais nas falésias rochosas da costa sudoeste do país, constitui situação única no
Mundo. MATURAÇÃO: muito variável dependendo da região, sabendo-se que uma
elevada percentagem de aves ibéricas começam a nidificar com 2 a 3 anos de idade.
ÉPOCA DE NIDIFICAÇÃO: actualmente, a maioria dos casais ocupa os seus ninhos
durante os meses de Novembro e de Dezembro; a partir de meados de Janeiro os casais
nidificantes constroem/reparam o ninho, dando-se a postura entre finais de Fevereiro e
meados de Março; a maioria dos ovos eclodem durante a primeira quinzena de Abril e
os juvenis iniciam os seus primeiros vôos durante o mês de Junho. INCUBAÇÃO: 33 a
34 dias. Dados obtidos ao nível nacional em 1994, apontam que a grande maioria das
ninhadas (cerca de 98 por cento) era formada por 1 a 4 juvenis voadores, as restantes
eram constituídas por 5 jovens voadores, registando-se apenas num caso a produção de
6 juvenis voadores; durante o ano de 1994 foi calculada uma taxa de vôo de 2,53
juvenis voadores por casal que produziu pelo menos um jovem, observando-se, ao nível
distrital, variações daquele parâmetro entre 2,32 e 3,37; apesar de, para Portugal, ser
escassa a informação disponível, estes valores são susceptíveis de sofrerem oscilações
inter-anuais.

Predadores/Competidores

Os adultos não têm predadores; apenas as crias e os ovos são susceptíveis de serem
predados, nomeadamente por alguns mamíferos carnívoros (por exemplo, por Geneta).
Não têm competidores.

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userid=sipnat&type=ecran7&codigo=97.021.006.001.006#hat
Cegonha-branca
Distribuição
Ciconia ciconia
Norte
Continente Nidificação (Dist. Vila Real e Bragança)
Centro
Carácter Nidificação (Aveiro,Coimbra,Leiria,Guarda,
C.Branco) e invernada(Aveiro,Coimbra)
 Autóctone Lisboa/Vale do Tejo
 De passagem Nidificação (Dist. Lisboa e Santarém) e
 Invernante invernada (Santarém)
 Parcialmente migrador Alentejo
Nidificação e invernada (Portalegre, Évora, Beja,
Áreas Protegidas Setúbal)
Algarve
 Parque Natural da Ria Nidificação e invernada em Faro
Formosa
 Parque Natural da Serra de S.
Mamede
 Parque Natural de Montesinho
 Parque Natural do Douro
Internacional
 Parque Natural do Sudoeste
Alentejano e Costa Vicentina
 Parque Natural do Vale do
Guadiana
 Reserva Natural da Serra da
Malcata
 Reserva Natural do Estuário do
Sado
 Reserva Natural do Estuário do
Tejo
 Reserva Natural do Paul de
Arzila
 Reserva Natural do Paul do
Boquilobo
 Reserva Natural do Sapal de
Castro Marim e Vila Real de S.
António
 Sítio Classificado do Açude da
Agolada

 Sítio Classificado do Açude do


Monte da Barca

http://darwin.icn.pt/sipnat/wgetent?
userid=sipnat&type=ecran4&codigo=97.021.006.001.006&zona=1

Cegonha-branca
Ciconia ciconia
Continente
Abundância Tendência populacional

 Abundante  Em crescimento
Factores de ameaça Medidas de conservação

 Alteração/Destruição do habitat  Manutenção da agricultura tradicional


 Florestação/Desflorestação  Manutenção do mosaico rural
 Controle da poluição
 Destruição/Perturbação de indivíduos
 Estudos de Biologia e Ecologia

Habitats de ocorrência

 Afloramentos rochosos e falésias interiores


 Culturas
 Dunas com florestas de Pinus pinea e/ou Pinus pinaster
 Estuários
 Falésias e costas rochosas com vegetação
 Florestas aluviais de Alnus glutinosa e Fraxinus excelsior (Alno-Padion, Alnion
incanae, Salicion albae) (amieiros e freixos)
 Florestas de Quercus ilex e Quercus rotundifolia
 Florestas de Quercus suber
 Ilhotas e rochedos marinhos
 Lagunas costeiras
 Meios lênticos (doces)
 Meios lênticos (salobros)
 Povoações
 Pântanos, lodaçais de transição e nascentes
 Sapais, prados e estepes salgadas
 Troços de cursos de água com dinâmica natural e semi-natural (leitos pequenos,
médios e grandes), em que a qualidade da água não apresente alterações
significativas
 Turfeiras altas, turfeiras baixas e pântanos

Continente

Outros nomes vulgares Estatuto de


conservação
 Ceconha
 Cegonho  Vulnerável(V)
 Cerangonha
 Rainha-dos-arrozais

Legislação

 Convenção de Berna (anexo II)


 Convenção de Bona (anexo II)

 Dir. Aves/Habitats (DL 140/99 de 24 de


Abril) (anexo A-I)

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userid=sipnat&type=ecran41&codigo=97.021.006.001.006&zona=1

Storks White Stork Ciconia ciconia

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