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Portero

O documento descreve o fungicida sistêmico PORTERO, que contém 500 g/L de CARBENDAZIM e é utilizado no controle de doenças em feijão e soja. O uso do produto requer cuidados específicos, como a aplicação em pulverização e o tratamento de sementes, além de seguir as instruções de segurança e proteção ambiental. É importante ressaltar que algumas doenças estão temporariamente com restrição de uso no Estado do Paraná.

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Daniel kruger
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O documento descreve o fungicida sistêmico PORTERO, que contém 500 g/L de CARBENDAZIM e é utilizado no controle de doenças em feijão e soja. O uso do produto requer cuidados específicos, como a aplicação em pulverização e o tratamento de sementes, além de seguir as instruções de segurança e proteção ambiental. É importante ressaltar que algumas doenças estão temporariamente com restrição de uso no Estado do Paraná.

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PORTERO

VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS


DO PARANÁ

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob o nº 07505

Composição:
Methyl benzimidazol-2-ylcarbamate (CARBENDAZIM)...... 500 g/L (50% m/v)
Outros ingredientes ................................................... 500 g/L (50% m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Fungicida sistêmico do grupo químico dos benzimidazóis
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada

TITULAR DE REGISTRO/IMPORTADOR*:
UPL do Brasil – Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial
CEP: 14500-000 - Ituverava/SP – Tel: (19) 3794-5624 - CNPJ: 02.974.733/0001-
52 - Registro no órgão estadual sob nº 1050 CDA/SAA/SP

PRODUTO TÉCNICO:
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO. LTD. – Caijiashan Pengcun Village,
Xinhang Town Guangde County, Xuancheng, 242235, Anhui, China

KAJO AGROCHEMICAL CO. LTD. – 2 QingTong Road, QingYang, Jiangyin, Jiangsu -


República Popular da China

FORMULADORES/IMPORTADOR:

CHEMTURA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Av. Brasil, 5333


Distrito Industrial - Rio Claro-SP - CEP: 13505-600 - CNPJ: 68.392.844/0001-69

UPL do Brasil - Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.


Av. Maeda s/ n°, Distrito Industrial, Ituverava-SP, CEP: 14500-000 -
CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Registrado no órgão estadual sob nº 1049 – CDA/SP

FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A - Rod. Pres. Castello Branco,


km 68,5 Mairinque - SP CEP: 18120-970 - CNPJ: 47.226.493/0001-46

FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Av. Antonio Carlos Guillaunon, 25


Distrito Industrial III Uberaba - MG - CEP 38001-970 - CNPJ: 04.136.367/0005-11

NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S.A. - Av. Pq. Sul, 2138 -


I Distrito Industrial - Maracanaú-CE - CEP 61900-000 -CNPJ 07.467.822/0001-26

PRENTISS QUÍMICA LTDA. - Rua Eng. Ariel Villar Tacla, 732, CIC Curitiba - PR -
CEP 81350-230 CNPJ: 00.729.422/0001-00

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SERVATIS S.A. - Rodovia Presidente Dutra, km 300,5 - Pq. Embaixador CEP 27537-
000 Resende - RJ - CNPJ: 06.697.008/0001-35
SIPCAM UPL BRASIL S.A. – R. Igarapava, 599, Distrito Industrial III, Uberaba-MG,
CEP: 38044-755 - CNPJ: 23.361.306/0001-79

Nº do Lote ou Partida
Data de Fabricação VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Corrosivo ao cobre, ferro e latão
Agite antes de usar
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CLASSE III - Medianamente Tóxico
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE - CLASSE III

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1. INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
PORTERO é um fungicida sistêmico de translocação ascendente, com ação protetora
e curativa, de amplo espectro.

1.1. MECANISMO DE AÇÃO EM RELAÇÃO AOS ALVOS BIOLÓGICOS:


Possui rápida absorção através de raízes e tecidos verdes. Atua pela inibição de
tubos germinativos, formação de apressórios e crescimento de micélios.

1.2. CULTURAS:
PORTERO é indicado para aplicação por pulverização nas seguintes culturas: feijão
(antracnose) e soja (doenças de final de ciclo) e também no tratamento de
sementes de soja.

1.3. DOENÇAS CONTROLADAS E DOSES:

Pulverização em culturas:
DOENÇA DOSE
CULTURA Nome Comum Produto Ingrediente
(Nome científico) Comercial Ativo
Antracnose
FEIJÃO (Colletotrichum
lindemuthianum)
Cercosporiose 0,5 L/ha 250 g/ha
(Cercospora kikuchii)
SOJA
Septoriose
(Septoria glycines)

Tratamento de sementes:
DOENÇA DOSE
CULTURA Nome Comum Produto Ingrediente
(Nome científico) Comercial Ativo
Podridão da semente
(Aspergillus spp)*
(Fusarium pallidoroseum)
Fungo de armazenamento
(Penicillum spp)*
Phomopsis da semente
(Phomopsis sojae) 100 mL/100 kg 50 g/100 kg
SOJA
Podridão aquosa de semente de semente
(Rhizoctonia solani)
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)*
Mancha púrpura da
semente
(Cercospora kikuchii)
(*) Nota: As doenças identificadas com (*) encontram-se,
temporariamente, com restrição de uso no Estado do Paraná, não devendo
ser recomendado e/ou receitado.

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1.4. MODO DE APLICAÇÃO:

1.4.1. PULVERIZAÇÃO EM CULTURAS:


PORTERO é indicado para aplicação em mistura com água. Recomenda-se agitar a
embalagem do produto antes do preparo da calda. Para o uso nas culturas de feijão
e soja, o produto deve ser utilizado na forma de pulverização via terrestre ou
aérea.

1.4.2. TRATAMENTO DE SEMENTES:


Agitar a embalagem do produto e diluir 100 mL do produto em 400 mL de água e
distribuir homogeneamente em 100 kg de sementes.
Misturar homogeneamente o produto às sementes durante um período mínimo de
10 minutos em tambor giratório, betoneiras ou equipamentos específicos para este
fim.

1.5. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

1.5.1. PULVERIZAÇÃO DA PARTE AÉREA EM CULTURAS:


FEIJÃO: Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a
emergência e repetir após 10 a 15 dias de acordo com as condições climáticas e
pressão da doença, até o máximo de duas aplicações no ciclo da cultura.
SOJA: Iniciar a aplicação na fase de florescimento à formação de vagem, repetindo
15 a 20 dias após a primeira aplicação, até o máximo de duas aplicações no
ciclo da cultura.

[Link] DE SEMENTES:
Misturar o produto às sementes de soja antes da semeadura.

1.6. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

1.6.1. PULVERIZAÇÃO VIA TERRESTRE:


FEIJÃO E SOJA: Barras dotadas de bicos cônicos da série D ou similar; Velocidade
do Trator: em torno de 6 km/h; Pressão de trabalho: 80 a 120 Lb/pol²; Tamanho
de gotas: 200 a 400 micra; Densidade de gotas: em torno de 60 gotas/cm²;
Volume de calda: 200 a 400 L/ha. Condições meteorológicas: ventos de no máximo
10 km/hora; temperatura máxima de 30ºC; umidade relativa do ar: mínimo de
50%.

1.6.2. PULVERIZAÇÃO VIA AÉREA:


FEIJÃO E SOJA: Para aeronaves Ipanema, utilizar barras dotadas de bicos cônicos
série D ou similar, com disco (core) com ângulo inferior a 45º ou micronair com 4
atomizadores, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão
(VRV), pressão e ângulo de pá. Volume de aplicação: 30 a 50 L/ha. Altura do vôo:
com barras: 2 a 3 m do alvo a ser atingido, largura da faixa de 2 deposição efetiva:
15 m. Tamanho das gotas: 200 a 400 micra. Densidade de gotas: em torno de 60
gotas/cm. Condições meteorológicas: ventos de no máximo 10 km/hora;
temperatura máxima de 30ºC; umidade relativa do ar: mínimo de 50%. Tanto para
pulverização terrestre quanto aérea, a escolha do volume de calda e o tamanho de
gotas a serem utilizados, deve levar em consideração as condições climáticas e o
stand da cultura, conforme orientações do engenheiro agrônomo.

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1.6.3. TRATAMENTO DE SEMENTES:
Misturar homogeneamente o produto às sementes de soja durante um período
mínimo de 10 minutos em tambor giratório, betoneiras ou equipamentos
específicos para esse fim.

ATENÇÃO: No tratamento de sementes de soja destinadas ao plantio, deve-


se adicionar ao PORTERO, um corante específico para tratamento de
sementes. O corante denominado Vermelho Sun deve ser adicionado na
água com o fungicida, misturando-se com as sementes que serão
plantadas logo em seguida. Recomenda-se utilizar 15 mL de corante / 100
kg de sementes.
As sementes tratadas destinam-se única e exclusivamente para o plantio,
não podendo ser utilizadas para o consumo humano ou animal.

1.7. INTERVALOS DE SEGURANÇA:


Feijão ................14 dias
Soja...................14 dias
Tratamento de sementes de soja: Intervalo de segurança não determinado devido à
modalidade de emprego.

1.8. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS


TRATADAS:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem
completa da calda, evitando-se sempre que possível que pessoas alheias ao
tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar
os EPI's indicados no item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”,
caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda
aplicada.

1.9. LIMITAÇÕES DE USO:


Uso exclusivo para culturas agrícolas.
O produto é incompatível com calda sulfocálcica e calda bordaleza.
As sementes de soja tratadas destinam-se exclusivamente para o plantio, não
podendo ser utilizadas como alimento humano ou rações animais.
Não foi observado nenhum sintoma de fitotoxicidade na germinação de sementes
tratadas com as doses recomendadas.
Não se recomenda o uso de ferramentas manuais ou lonas plásticas no tratamento
de sementes.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A


SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde
Humana - ANVISA/MS

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:


Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU


TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -
IBAMA/MMA)

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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO DAS
EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -
IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,


DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -
IBAMA/MMA)

MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:


Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo
todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.

MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Para as culturas que durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações,
recomenda-se:
•Realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distinto, visando
prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas
na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de
aplicação recomendados na bula.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle
cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças
(MID) quando disponíveis e apropriados.
•Consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações
locais para manejo de resistência.

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MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.


PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) COMO


INDICADO. NÃO USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
DANIFICADOS.

2.1. PRECAUÇÕES GERAIS:


•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos
na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas
de nitrila.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

2.2. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:


•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de
emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento
hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

2.3. PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:


•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
dia.
•Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de
produto.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento
hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou
P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila

2.4. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:


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•Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”
e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo
de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados
para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e
máscaras.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação
do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI:
macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e
botas de borracha.

2.5. PRIMEIROS SOCORROS:


Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula
e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque o vômito. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local
aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental


impermeáveis, por exemplo.

2.6. INFORMAÇÕES MÉDICAS

ANTIDOTO: NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA O CARBENDAZIM

Grupo químico Benzimidazol


Mecanismos de Altera enzimas microssomais hepáticas em animais de
Toxicidade laboratório (ratos e camundongos).
Têm baixa toxicidade aguda, entretanto, em nível
experimental, efeitos reprodutivos adversos foram relatados
após uma única exposição.
Toxicidade A DL50 em uma ampla variedade de espécies e vias de
administração, variou de 2000-15000 mg/kg. Não tem
interação com o DNA, mas apresentam aberrações
cromossômicas, em animais de laboratório. Em humanos
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não foram relatados efeitos adversos. Exposições a longo
prazo podem causar distúrbios na reprodução.
Vias de absorção Oral (80-85%), dérmica em menor intensidade.
O Carbendazim é um metabólito ativo do benomil e do
tiofanato metílico.
Metabolismo e
Após absorção, o Carbendazim é distribuído por todos os
Toxicocinética
tecidos, atingindo altas concentrações no fígado, onde são
metabolizados. Têm excreção renal e biliar em até 72 horas.
Sintomas e sinais Nenhuma referência de intoxicação aguda causada pelo
clínicos Carbendazim foi encontrada em humanos.
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas
voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem
ser implementadas concomitantemente ao tratamento
medicamentoso e à descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água
fria abundante e sabão. Colocar vítima para local ventilado.
Tratamento 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando
contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, fazer lavagem gástrica.
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do
risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção
de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12
anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na
proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as
Enfermidades de Notificação Compulsória.
Comunique o caso e obtenha informações especializadas
sobre o diagnóstico e tratamento através dos
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES
ATENÇÃO MÉDICAS:
DISQUE INTOXICAÇÕES: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica – RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: (019) 3794-5600 /
Planitox - 0800 701 0450

2.7. EFEITOS AGUDOS (estudos conduzidos com o produto Portero)


DL50 oral em ratos superior a 2000 mg/kg, na necropsia todos os animais
apresentaram hiperemia pulmonar, 60% dos animais apresentaram petechia
pulmonar
DL50 dermal superior a 2000 mg/kg, na necropsia todos os animais apresentaram
hiperemia pulmonar, sufusão pulmonar e congestão hepática.
Estudos de irritação e olhos de coelho irritante leve.
Estudo de irritação dermal em coelho irritante leve.

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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

3.1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE


PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
 Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
X Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamentos aplicador em lagos, fontes, rios e
demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das
pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos e animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal
concorrentes às atividades aeroagricolas.

3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA


CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR
9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:


- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do Brasil -
Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A., pelo telefone de
Emergência 0800 70 10 450 - (019) 3794-5600.

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End. para Correspondência: Rua José Geraldo Ferreira, 105 – Distrito Paz de Sousas - Campinas/SP - CEP13092-807 - Fone: (19) 3794-5600 - Fax: (19)
3794-5624
Matriz: Avenida Maeda, s/n° - Prédio Comercial – Térreo - Distrito Industrial - Ituverava/SP - CEP14500-000
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de impermeável, luvas
e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto
entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.
O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa
registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação
final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente
identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
- Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó
químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,


TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
EPI's – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da
calda do produto.

•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

•Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir
os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
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- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-
la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante
30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas
da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS SACARIAS – UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES


TRATADAS COM PORTERO
AS EMBALAGENS – SACARIAS NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA
OUTROS FINS.
AS EMBALAGENS – SACARIAS NÃO PODEM SER LAVADAS
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ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens – SACARIAS – vazias, até sua devolução pelo
usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com
piso impermeável ou próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens – SACARIAS – vazias devem ser armazenadas separadamente das
lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificadas e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.

DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS - SACARIAS- VAZIAS:


Devem ser devolvidas, em conjunto, com a embalagem do agrotóxico PORTERO
ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico devem descrever nas sacarias
que as sementes foram tratadas com o agrotóxico PORTERO e informar que as
mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, sacarias após a devolução pelos
usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA


EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO


INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias sacarias e restos de produtos no
meio ambiente causa contaminação do solo, água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tornar impróprio para a utilização ou em desuso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e
destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS PELO ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,


DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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Verificar as restrições estabelecidas pelo órgão Estadual Competente,
identificadas no item “instruções de uso” antes de emitir a receita
apropriada.

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