VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE
AGROTÓXICO DO ESTADO DO PARANÁ
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 01601
COMPOSIÇÃO:
(1RS,5RS: 1RS,5SR)-5-(4-chlorobenzyl)-2,2-dimethyl-1-(1H-1,2,4-triazol-1-
ylmethyl) cyclopentanol (METCONAZOL) ........................................................ 90 g/L (9% m/v)
Outros Ingredientes ...........................................................................................910 g/L (91% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico do grupo químico triazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel - SL
TITULAR DO REGISTRO:
BASF S.A. - Av. das Nações Unidas, 14.171 - 10º ao 12º andar e do 14º ao 17º andar
Cond. Rochaverá Corporate Towers - Torre C - Crystal Tower - Vila Gertrudes
São Paulo - SP - CEP 04794-000 - CNPJ 48.539.407/0001-18
Tel: (11) 2039-2273 - Fax: (11) 2039-2285
Número de registro do estabelecimento no Estado: CDA/SAA-SP sob o nº 044
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Kureha Chemical Industry 1-9-11 Nihonbashi Haridome-cho - Chuo-Ku - Japão
Rallis India Ltd. - Agrochemical Division - Plot Nº 3301-GIDC
Estate - Ankleshwar 393 022 - India
FORMULADOR:
BASF S.A. - Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP 12521-900 - Guaratinguetá - SP
CNPJ 48.539.407/0002-07 - Número de registro do estabelecimento no Estado:
CDA/SAA-SP sob nº 487
Sipcam UPL Brasil S.A.- Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP 38044-755 -
Uberaba - MG - CNPJ 23.361.306/0001-79 - Número de registro do estabelecimento no
Estado: IMA-MG sob nº 701-332/2007
Servatis S.A. - Rod. Presidente Dutra, km 300,5 - CEP 27537-000 - Resende - RJ
CNPJ 06.697.008/0001-35 - Número de registro do estabelecimento no Estado:
CDSV/SEAPPA-RJ sob o nº 0015/07
Fersol Indústria e Comércio S.A. - Rod. Presidente Castelo Branco, km 68,5 - CEP 18120-000
Mairinque - SP - CNPJ 47.226.493/0001-46
Número de registro do estabelecimento no Estado: CDA/SAA-SP sob nº 031
FMC Química do Brasil Ltda. - Av. Antonio Carlos Guillaumon, 25
Distrito Industrial III - CEP 38001-970 - Uberaba - MG - CNPJ 04.136.367/0005-11
Número de registro do estabelecimento no Estado: IMA/MG sob o nº 701-2530/2006
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Av. Liberdade, 1701 - Sorocaba/SP - CEP 18087-170
CNPJ 61.142.550/0004-82 - Número de registro do estabelecimento no Estado:
CDA/SAA nº 708
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda
Av. Roberto Simonsem, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP 13140-000 - Paulínia/SP
CNPJ 03.855.423/0001-81
Ouro Fino Química Ltda. - Uberaba/MG - Av. Filomena Cartafina, 22335, - Quadra 14, Lote 5
Distrito Industrial III - CEP 38040-750 - Uberaba/MG - CNPJ 09.100.671/0001-07
Número de registro do estabelecimento no Estado: IMA/MG nº 701-4896/2008
BASF Argentina S.A. - Ruta Provincial nº 21, km 15 (S2127), General
Lagos - Provincia de Santa Fé - Argentina
TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
08000 11-2273 ou (0xx12) 3128-1357
Nº do Lote ou Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS
EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Produto Corrosivo
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA III - MEDIANAMENTE TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO
POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO:
Caramba® 90 é um fungicida sistêmico absorvido pelas folhas das plantas com um amplo espectro de ação
preventiva, curativa e erradicante pertencente ao grupo dos triazóis. Atua na interrupção da biosíntese de
ergosterol. Após a aplicação do produto, os fungos terão seu desenvolvimento interrompido e morrerão.
CULTURAS, DOENÇAS, DOSE, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
DOENÇA Doses de
CULTURA ® Observações
Nome comum Nome científico Caramba 90
Ferrugem-do- Phakopsora Iniciar aplicação preventivamente no início dos
algodoeiro gossypii sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 14
Algodão 0,6 - 0,7 L/ha dias durante o período favorável ao
Ramulária Ramularia areola aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações por ciclo.
Mancha- Cercospora Iniciar aplicação preventivamente no início dos
castanha arachidicola sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 14
Amendoim 0,5 - 0,75 L/ha dias durante o período favorável ao
Pseudocercospora aparecimento da doença até um número
Mancha-preta
personata máximo de 3 aplicações por ciclo.
Iniciar aplicação no início do aparecimento dos
primeiros sintomas. Reaplicar a cada 7-15 dias
durante o período favorável para o
Batata Pinta-preta Alternaria solani 1,0 L/ha
desenvolvimento da doença, realizando de 2 a 3
pulverizações por ciclo da cultura. Aplicar 600-
1000 litros de calda por ha.
Ferrugem-do- Hemileia Aplicar preventivamente ou quando o nível de
cafeeiro vastatrix infecção atingir 5%. Reaplicar se o nível for
novamente atingido devido a condições
climáticas favoráveis ao desenvolvimento da
doença até um número máximo de 2 aplicações,
respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar
Café 1,5 - 2,0 L/ha 300-800 litros de calda por ha, dependendo da
Seca-de- Phoma densidade e desenvolvimento da cultura.
ponteiros costaricencis
Iniciar as aplicações no início do período
chuvoso (outubro/ novembro). Reaplicar no
intervalo de 30 a 60 dias, caso as condições
climáticas favoreçam a doença não ultrapas-
sando o número de 2 aplicações por ciclo.
Phaeoisariopsis Iniciar a aplicação após o início do florescimento
Mancha-angular 0,8 - 1,0 L/ha
griseola* para a mancha angular e no início do
aparecimento dos primeiros sintomas para a
ferrugem. Reaplicar a cada 10-15 dias,
Feijão dependendo do nível de infecção e das
Uromyces
Ferrugem 0,5 - 1,0 L/ha condições favoráveis para o desenvolvimento da
appendiculatus doença até um número máximo de 3 aplicações,
respeitando-se o intervalo de segurança. Aplicar
200-300 litros de calda por ha.
Iniciar a aplicação preventivamente no início dos
sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Mancha-de- 50 - 100 mL / dias durante o período favorável ao
Cenoura Alternaria dauci
Alternária 100 L de água aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações, respeitando-se o
intervalo de segurança.
DOENÇA
Doses de
CULTURA ® Observações
Nome comum Nome científico Caramba 90
Ferrugem-da-
Puccinia triticina
folha
Ferrugem-do- Puccinia Iniciar aplicação preventivamente no início
colmo graminis * do aparecimento dos sintomas. Reaplicar,
se necessário, 20-25 dias após o primeiro
Helmintos- Bipolaris tratamento, quando for observado aumento
Trigo poriose sorokiniana 0,8 - 1,0 L/ha
nos níveis de infecção até um número
Mancha- Drechslera máximo de 2 aplicações, respeitando-se
amarela tritici-repentis o intervalo de segurança. Aplicar 200-300 litros
Blumeria de calda por ha.
Oídio graminis f.sp.
tritici
Iniciar aplicação prevetivamente no início dos
sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Septoria 50 - 100 mL / dias durante o período favorável ao
Tomate Septoriose
lycopersici 100 L de água aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Iniciar aplicação preventivamente no início dos
Ferrugem- 50 - 100 mL / sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Crisântemo(*) Puccinia horiana *
branca 100 L de água dias durante o período favorável ao
aparecimento da doença.
Iniciar aplicação preventivamente no início dos
sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Mancha- dias durante o período favorável ao
Cebola Alternaria porri 0,5 - 1,0 L/ha
púrpura aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Iniciar aplicação preventivamente no início dos
Mancha-das- Diplocarpon 50 - 100 mL / sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Rosa (*)
folhas rosae * 100 L de água dias durante o período favorável ao
aparecimento da doença.
Iniciar aplicação preventivamente no início dos
sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Mancha- dias durante o período favorável ao
Alho Alternaria porri 0,5 - 1,0 L/ha
púrpura aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Iniciar aplicação preventivamente no início dos
sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Mancha-de- Mycosphaerella 50-100 mL/ dias durante o período favorável ao
Morango
Mycosphaerella fragariae 100L de água aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Iniciar aplicação preventivamente no início dos
sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Pseudocer- 50 - 100 mL / dias durante o período favorável ao
Uva Cercospora
cospora vitis 100 L de água aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Iniciar aplicação preventivamente no início dos
Crestamento-
Didymella sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Melão gomosodo- 0,5 - 1,0 L/ha
bryoniae dias durante o período favorável ao
caule
aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Iniciar aplicação preventivamente no início dos
sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Feijão Uromyces 50 - 100 mL / dias durante o período favorável ao
Ferrugem
vagem(*) appendiculatus * 100 L de água aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Iniciar aplicação preventivamente no início dos
sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Pinta-preta- Alternaria 50 - 100 mL / dias durante o período favorável ao
Pimentão
grande solani 100 L de água aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Iniciar aplicação preventivamente no início dos
sintomas. Reaplicar se necessário, a cada 7-15
Sphaerotheca dias durante o período favorável ao
Melancia Oídio 0,8 - 1,0 L/ha
fuliginea aparecimento da doença até um número
máximo de 3 aplicações, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Microsphaera Iniciar aplicação preventivamente no início dos
Oídio primeiros sintomas. Reaplicar se necessário, a
diffusa
Soja 0,5 - 0,6 L/ha cada 20 dias durante o período favorável ao
Ferrugem- Phakopsora aparecimento da doença até um número
asiática pachyrhizi máximo de 3 aplicações por ciclo.
(*) Com restrição de uso temporária no Estado do Paraná.
OBS.: 1 litro de Caramba® 90 contém 90g do ingrediente ativo Metconazole. O Caramba® 90
apresenta uma correlação entre a dose e o controle de doenças, o que proporciona o uso de
doses menores em condições de infecção branda da doença e o uso de doses maiores em
condições de infecção agressiva da doença.
MODO DE APLICAÇÃO:
Terrestre: Caramba® 90 pode ser pulverizado por meio de equipamentos costais (manual ou
tratorizado), motorizado estacionário com mangueira ou pelo sistema convencional com barra
para obter a cobertura uniforme e completa das plantas, utilizar bicos de jato cônico com
pontas e difusor adequados, pressão de trabalho de 80-100 psi, de modo a obter 60-70
2
gotas/cm .
Aérea: Em aplicações aéreas, com avião ou helicóptero, utilizar atomizadores rotativos tipo
micronair ou barras com bicos adequados para uma vazão de 20-40 litros/ha.
Obs.: Sobre outros equipamentos providenciar uma boa cobertura de pulverização. A critério
do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico responsável as condições poderão ser alteradas.
PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO:
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até ¾ da sua capacidade. Com o agitador
(retorno) acionado, adicione a quantidade recomendada de Caramba® 90 e complete o volume
do tanque com água.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Algodão Alho Amendoim Batata Café Cebola Cenoura Crisântemo Feijão
Dias 14 14 7 14 30 14 14 U.N.A. 15
Cultura Feijão vagem Melancia Melão Morango Pimentão Rosa Soja Tomate Trigo Uva
Dias 15 14 14 7 7 U.N.A. 14 7 30 7
Obs.: U.N.A. - Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Mantenham afastadas das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas
desprotegidas, por um período de 24h após a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não aplicar em presença de ventos fortes. Quando usado nas doses, cultura e condições
mencionadas, não causa efeito fitotóxico. Não há limitação de uso quando utilizado de acordo
com as recomendações constantes na bula.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide item Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE A DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA
EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao
desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas
(FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a
vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação
não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações
locais para o manejo de resistência.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro
do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos
econômicos, ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar
sementes/materiais de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/ tolerantes
sempre que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e
utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do
problema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
• Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos;
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas;
• Não distribua, não prepare a calda e não aplique o produto sem antes proteger as mãos,
pés, olhos, boca, nariz, orelhas e o restante do corpo, use todos os equipamentos de
proteção que estão qualificados na bula e rótulo;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não inale, não cheire, não aspire e não ingira o produto.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara apropriada para
névoas/vapores orgânicos, óculos de segurança, touca árabe e luvas de nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança/reentrada (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
• Produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca;
• Não aplique o produto nas horas mais quentes do dia;
• Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar avião, aplique
o produto contra o vento;
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara apropriada para
névoas/vapores orgânicos, óculos de segurança, touca árabe e luvas de nitrila;
• Não coma, não beba e não fume durante a aplicação do produto;
• Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que
estiver sendo aplicado o produto ou em áreas tratadas logo após a aplicação.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada;
• Obedeça o intervalo de reentrada na área tratada que é de 24 horas;
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso
durante a aplicação;
• Não reutilize a embalagem vazia para qualquer finalidade;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto;
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar
as roupas utilizar luvas e avental impermeável;
• No descarte das embalagens use todos os equipamentos de proteção individual;
• Dê aos equipamentos de segurança a necessária manutenção e lave-os após cada uso.
Atente para o período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
PRIMEIROS SOCORROS: No caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de
emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente, dar 2 a 3 copos
de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente,
não tente evitar. Em caso de vômito, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a
pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.
Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro
fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
Caso ocorra qualquer uma das situações acima, não deixe de ligar para o Centro de Informações
Toxicológicas.
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIATANVISA/MS
Telefones de Emergência da Empresa: BASF S.A. Guaratinguetá - S.P.
08000 11-2273 ou (0xx12) 3128-1357
INTOXICAÇÕES POR METCONAZOL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de
saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado
(hospital, centro de saúde, etc.).
Grupo Químico Fungicida sistêmico do grupo químico triazol
Classe
III - MEDIANAMENTE TÓXICO
toxicológica
Vias de exposição Dérmica, inalatória, oral.
Em estudos com animais, o metconazol foi rapidamente eliminado na
Toxicocinética
urina e nas fezes.
Mecanismo de
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
toxidade
Sintomas e sinais
Não há casos relatados de intoxicação humana.
clínicos
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico
ocorrência de quadro clínico compatível.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água
Tratamento corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve
estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Em caso
de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com soro fisiológico.
Se o produto foi ingerido, avaliar a necessidade de administração de
carvão ativado e realização de lavagem gástrica até aproximadamente
1-2 horas após a ingestão. Não há informações específicas de
sintomatologia e evolução do quadro clínico.
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e
Contraindicações de pneumonite química, porém, se o vômito ocorrer espontaneamente,
não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
ATENÇÃO
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefones de Emergência da empresa: 08000 11-2273 ou
(0xx12) 3128-1357
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Compostos pertencentes à classe dos triazóis são inibidores da biossíntese do esterol. Após
administração oral do metconazol em animais de laboratório, concentrações do produto foram
encontradas no trato gastrintestinal, nas glândulas adrenais e no fígado. O metconazol foi
rapidamente eliminado na urina e nas fezes.
EFEITOS AGUDOS:
Nos estudos de toxicidade aguda em ratos, o produto formulado apresentou dose letal oral
(DL50) de 3.536 mg/kg e 2.102 mg/kg para machos e fêmeas, respectivamente, e a dose letal
dérmica (DL50) foi superior a 4000 mg/kg. A concentração inalatória letal em ratos (CL50) foi
maior que 5 mg/L (4h). O produto não foi irritante para a pele e para os olhos dos animais
tratados (coelhos). Não causou sensibilização cutânea em cobaias.
EFEITOS CRÔNICOS:
Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que o metconazol não apresenta potencial
genotóxico. Não foram encontradas evidências de efeitos teratogênicos em estudos de
toxicidade para o desenvolvimento em ratos e coelhos, tampouco efeitos sobre os parâmetros
reprodutivos em estudo de toxicidade reprodutiva em ratos. A análise dos estudos subcrônicos
e crônicos em três diferentes espécies animais demonstraram que não há efeitos aparentes ou
relacionados ao tratamento com metconazol sobre o sistema endócrino. Para todos os efeitos,
doses seguras da exposição ao metconazol foram estabelecidas.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos.
SINTOMAS DE ALARME:
Como não se conhecem casos relatados de intoxicação humana com o produto, são
desconhecidos os sintomas de alarme.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - Telefones de
Emergência: 08000 11-2273 ou (0xx12) 3128-1357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.
- O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa
registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO 2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo a
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a
saúde das pessoas.
PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A
desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
Com restrição de uso temporária no Estado do Paraná, Phaeoisariopsis griseoal em feijão,
Puccinia horiana em crisântemo, Diplocarpon rosae em rosa, Uromyces appendiculatus em
feijão-vagem, Puccinia graminis no trigo.
® Marca Registrada BASF