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Conhecimento sobre Infecção Urinária em Pacientes

O documento aborda a prevalência e as características das infecções do trato urinário (ITU), destacando sua frequência em mulheres e a resistência bacteriana. Também discute a importância do conhecimento sobre prevenção da ITU entre pacientes, especialmente em um hospital materno-infantil. Além disso, apresenta objetivos de pesquisa para avaliar o conhecimento dos pacientes sobre a infecção urinária e suas causas, sintomas e prevenção.
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Conhecimento sobre Infecção Urinária em Pacientes

O documento aborda a prevalência e as características das infecções do trato urinário (ITU), destacando sua frequência em mulheres e a resistência bacteriana. Também discute a importância do conhecimento sobre prevenção da ITU entre pacientes, especialmente em um hospital materno-infantil. Além disso, apresenta objetivos de pesquisa para avaliar o conhecimento dos pacientes sobre a infecção urinária e suas causas, sintomas e prevenção.
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1.

INTRODUÇÃO
Segundo a OMS, as infecções, em geral, constituem importante intercorrência clínica
e, destaca ainda a crescente resistência bacteriana, determinada pelo uso indevido de
antibióticos. O trato urinário é o local de infecção mais frequentemente acometido na
população em geral e com o avançar da idade, a sua prevalência aumenta de forma
significante, tanto nos os homens como nas mulheres. (LOPES; TAVARES, 2005).

Estima-se que 20% a 35% de todas as mulheres têm, pelo menos, uma infecção do
trato urinário em algum momento de suas vidas. A maioria ocorre em mulheres saudáveis,
sexualmente ativas, com um trato urinário normal e com função renal normal. Essas
infecções são, usualmente, limitadas ao trato urinário inferior, não são recorrentes e
respondem ao tratamento antimicrobiano apropriado. As infecções do trato urinário inferior
estão confinadas à bexiga e, ocasionalmente, à uretra e resultam em sintomas irritantes na
micção, tais como frequência, disúria, urgência e hematúria nos casos graves. Geralmente
não há dor no flanco, febre ou outros sintomas sistêmicos asociados, (RODRIGO, et al.,
2010).

A infecção urinária é definida pela presença de microrganismos na urina em qualquer


parte do aparelho urinário. A identificação do microrganismo causador da. (ITU) é
fundamental para o diagnóstico e o tratamento adequado. (KORB, 2013).
A infecção do trato urinário situa-se entre as mais frequentes infecções bacterianas do ser
humano, figurando como a segunda infecção mais comum na população em geral,
predominando entre os adultos em pacientes do sexo feminino, a grande maioria das
infecções urinárias é causada por bactérias, mas também podem ser provocadas por vírus,
fungos, e outros microrganismos. Ocorrem pela invasão de alguma bactéria da flora
bacteriana intestinal no trato urinário, (PEDROSO, 2005).

Segundo Machado (2003), a Unidades de Terapia Intensiva é destacada dentre os


setores existentes nos hospitais em que esses processos infecciosos se encontram cada
vez mais freqüentes, o trato urinário é considerado um dos sítios mais comuns no que diz
respeito a infecções nosocomiais, é considerada infecção hospitalar aquela adquirida no
período em que o paciente esteve internado e não possuía antes de dar entrada no hospital.

1.1 Formulação do problema


Durante o nosso estágio no Centro de Saúde Viana II, observamos um maior número
de pacientes que frequentavam as consultas, após serem avaliados eram diagnosticados
com infecção urinária, visto que a infecção urinária pode acarretar algumas consequências
drásticas, daí surgiu-nos a seguinte questão:

Conhecimento dos Pacientes Atendidos no Hospital Especializado Materno


Infantil do Kilamba Kiaxi, sobre a prevenção da Infecção do trato Urinário?

1.2 Justificativa
A infeção urinaria é considerada uma doença muito frequente, constituindo-se a
segunda causa mais comum de infecções, e é considerada um problema de saúde pública.
Este problema é muito frequente principalmente em mulheres, em função da anatomia do
aparelho urinário femenino, em especial pela uretra bastante curta, o risco de uma infecção
urinária é maior do que quando comparado aos homens.

Pretendemos com este trabalho, constituir um dispositivo que possa contribuir para o
desenvolvimento de competencias a nível das intervenções dos pacientes, contribuindo
desta forma para que estes possam tornar-se agentes de mudança através de intervenções
por meio de informação, educação e comunicação.

1.3 OBJECTIVOS
1.3.1 GERAL
Descrever os Conhecimento dos Pacientes Atendidos no Hospital Especializado
Materno Infantil do Kilamba Kiaxi, sobre a prevenção da Infecção do trato Urinario, Fevereiro
a Junho de 2024.
1.3.2 ESPECÍFICOS
 Caracterizar as variaveis socio-demograficas (sexo, idade, Ocupação, nivel de
escolaridade, estado civil).
 Avaliar os conhecimentos dos pacientes quanto ao conceito da infeção urinaria,
causas, sinais e síntomas, complicações e a prevenção.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 Conceitos
2.1.1 sistema urinário humano
O sistema urinário humano é responsável pela produção, transporte e eliminação da
urina, sendo constituído de dois rins, dois ureteres, uma bexiga urinária e uma uretra. Esse
sistema colabora para a manutenção da homeostase, produzindo a urina, através da qual
são eliminados diversos resíduos do metabolismo e água, eletrólitos e não eletrólitos em
excesso no meio interno, (CARNEIRO, 2008).

A urina é produzida nos rins, passa pelos ureteres até a bexiga e é lançada ao
exterior pela uretra. O ureter percorre obliquamente a parede da bexiga, formando uma
válvula que evita o refluxo de urina aos rins. Esse mecanismo é eficaz para defender os rins
das infecções urinárias das vias inferiores, (LAMPIGNANO, 2010).

2.1.2 Infecção urinária


A infecção urinária é a Invasão do Trato Urinário, por microorganismos que
desencadeiam uma resposta inflamatória. Essa invasão é em geral bacteriana, atingindo o
trato urinário por via ascendente, hematogênica ou linfática, e usualmente acompanhada de
bacteriúria e piúria. (CAMARGO, 2001).
A infecção do trato urinário (ITU) é uma patologia caracterizada pela proliferação de
microrganismos na mucosa do trato urinário; seu diagnóstico engloba inúmeras condições
clínicas, como: uretrite, cistite, pielonefrite, prostatite, abscesso renal e perirrenal, bacteriúria
assintomática entre outros (MACHADO et al., 2017).

É considerada uma doença muito frequente, constituindo-se a segunda causa mais


comum de infecções bacterianas em clínica geral e uma indicação frequente para a
prescrição de antimicrobianos. Apesar de não se ter um dado exato do número de pessoas
acometidas por esta infecção no Brasil, sabe-se que as infecções do trato urinário são
responsáveis por um número elevado de internação de doentes e é considerada um
problema de saúde pública (ALMEIDA et al., 2007).

A infecção do trato urinário é uma patologia comum que atinge ambos os sexos e
pode ocorrer em qualquer idade, desde recém-nascidos até idosos. Diversos estudos
abrangem os grupos e condições das pessoas que são mais acometidas, sendo mais
frequentes em mulheres do que em homens, devido à uretra ser menor que 5 cm de
comprimento e também da proximidade da genitália com o ânus.
Essas condições refletem a taxa de infecção no trato urinário feminino oito vezes
maiores do que nos homens, considerando que 20% a 48% das mulheres apresentam pelo
menos um episódio de infecção do trato urinário durante a vida (MACHADO et al., 2019).
A infecção do trato urinário (ITU) é uma patologia extremamente freqüente, que
ocorre em todas as idades, do neonato ao idoso, mas durante o primeiro ano de vida, devido
ao maior número de malformações congênitas, especialmente válvula de uretraposterior;
acomete preferencialmente o sexo masculino. A partir deste período, durante toda a infância
e principalmente na fase pré-escolar, as meninas são acometidas por infecção do trato
urinário 10 a 20 vezes mais do que os meninos.
Na vida adulta, a incidência de infecção do trato urinário se eleva e o predomínio no
sexo feminino se mantém, com picos de maior acometimento no início ou relacionado à
atividade sexual, durante a gestação ou na menopausa, de forma que 48% das mulheres
apresentam pelo menos um episódio de infecção do trato urinário ao longo da vida.

Na mulher, a susceptibilidade à infecção do trato urinário se deve à uretra mais curta


e a maior proximidade do ânus com o vestíbulo vaginal e uretra.
No homem, o maior comprimento uretral, maior fluxo urinário e o fator
antibacterianoprostático são protetores. O papel da circuncisão é controverso, mas a menor
ligação de enterobactérias à mucosa do prepúcio pode exercer proteção contra infecção do
trato urinário. A partir da 5ª a 6ª década, a presença do prostatismo torna o homem mais
suscetível à infecção do trato urinário.

2.2 Agentes etiologicos


A maioria das infecções do trato urinário é causada por bactérias, porém fungos e
vírus, agentes mais raros, aparecem em situações especiais. As enterobactérias. (E. coli. S.
saprophiticus, Proteus sp, Klebsiella sp), são os microorganismos mais comuns na infecção
do trato urinário e podem atingir o trato urinário por via retrógrada. (ascendente),
hematogênica ou linfática. A manipulação urológica, através do cateterismo, endoscópios ou
cirurgia, pode levar os microorganismos para o interior do trato urinário e, nestes casos, a
fisiopatogenia e a flora responsável são muito diferentes. (LOPES; TAVARES, 2005).
A primeira descrição da bactéria Escherichia coli ocorreu em 1885, pelo pediatra e
bacteriologista alemão Theodore Escherich. Por ser encontrada no intestino grosso. (cólon)
do ser humano e dos animais homeotérmicos, e constituir aproximadamente 80% da flora
aeróbia, recebeu inicialmente o nome de Bacterium coli commune. (CAMARGO, 2001).

A contaminação do trato urinário pode ocorrer através de três vias: ascendente,


hematogênica e linfática. Pela via ascendente, a infecção ocorre a partir da flora fecal e
uretral. Pela hematogênica, a bactéria infecta o aparelho urinário secundariamente, através
da corrente sanguínea. E pela linfática, embora seja rara, existe a possibilidade dos
microrganismos alcançarem os rins pelos vasos linfáticos. (PALMA; DAMBROS, 2000).

2.3 Manifestações Clinicas


Pacientes idosos e pacientes com bexiga neurogênica ou que utilizam sondas de
demora podem apresentar sepse e delirium sem sintomas referentes do trato urinário.
Quando os sintomas estão presentes, podem não se correlacionar à localização da
infecção dentro do trato urinário em razão de haver considerável sobreposição; entretanto,
algumas generalizações são úteis ( GARCEZ,2018).

Na uretrite, os principal sintomas são disúria e, principalmente em homens,


secreção uretral. A secreção pode ser purulenta, esbranquiçada ou mucosa.
Características da secreção, como quantidade de purulência, não diferenciam de forma
confiável uretrite gonocócica de uretrite não gonocócica.O início da cistite é geralmente
súbito, tipicamente com polaciúria, urgência e ardor ou micção dolorosa de pequenos
volumes de urina. Noctúria, com dor suprapúbica e geralmente dor lombar inferior são
comuns. A urina é muitas vezes turva, e pode haver hematúria microscópica (ou
raramente macroscópica). Pode haver febre baixa. Pneumatúria (passagem de ar na
urina) pode ocorrer quando a infecção resultar de fístula vesicoentérica ou vesicovaginal
ou por cistite enfisematosa ( SOUZA, 2017).

Na pielonefrite aguda, os sintomas podem ser os mesmos da cistite. Um terço dos


pacientes apresenta aumento na frequência urinária e disúria. Entretanto, na pielonefrite,
os sintomas tipicamente incluem calafrios, febre, dor no flanco, náuseas e vômitos. Se
houver discreta rigidez abdominal ou ausência desta, algumas vezes é possível palpar o
rim dolorido e aumentado. A dor à percussão costovertebral geralmente está presente no
lado infectado. Na infecção do trato urinário em crianças, os sintomas costumam ser
pouco específicos e menos característicos, (PEREZ,2003).

2.4 Diagnostico
2.4.1 Diagnóstico clínico
A infecção do trato urinário baixo (cistite), quando sintomática, exterioriza-se
clinicamente pela presença habitual de disúria, urgência miccional, polaciúria, nictúria e dor
suprapúbica. Febre, neste caso, não é comum. Na anamnese, a ocorrência prévia de
quadros semelhantes, diagnosticados como cistite, deve ser valorizada, (PALMA;
DAMBROS, 2000).

O aspecto da urina pode também trazer informações valiosas: urina turva (pela
presença de piúria) e/ou avermelhada (pela presença de sangue), causada por cálculo e/ou
pelo próprio processo inflamatório.
A infecção do trato urinário alto (pielonefrite), que habitualmente se inicia como um
quadro de cistite, é habitualmente acompanhada de febre – geralmente superior a 38 graus
centígrados – de calafrios e de dor lombar, uni ou bilateral. Esta tríade febre mais calafrios
mais dor lombar está presente na maioria dos quadros de pielonefrite,(NADILSON, 2006).
A dor lombar pode se irradiar para o abdômen ou para o(s) flanco(s) e, mais
raramente, para a virilha, situação que sugere mais fortemente a presença de cálculo, com
ou sem infecção, na dependência da presença dos outros sintomas relacionados. Os
sintomas gerais de um processo infeccioso agudo podem também estar presentes, e sua
intensidade é diretamente proporcional à gravidade da pielonefrite. A maioria dos pacientes
com pielonefrite refere história prévia de cistite, geralmente detectada nos últimos seis
meses, (PEREZ, 2003).

2.4.2 Diagnóstico laboratorial


RIYUSO, (2007). A infecção urinária é caracterizada pelo crescimento bacteriano de
pelo menos 10 unidades formadoras de colônias por ml de urina (100.000 ufc/ml) colhida em
jato médio e de maneira asséptica. Em determinadas circunstâncias (paciente idoso,
infecção crônica e uso de antimicrobianos) pode ser valorizado crescimento bacteriano igual
ou acima de 104 colônias (10.000 ufc/ml).

A bacteriúria assintomática é definida como a presença de, no mínimo, 105


colônias/ml da mesma bactéria em pelo menos duas amostras de urina em paciente,
habitualmente mulher, que não apresenta os sintomas de infecção urinária habituais.

2.4.3 Exame de urina I com sedimento urinário.


Este exame irá fornecer, quando associado à anamnese e ao quadro clínico, os
dados que praticamente confirmam o diagnóstico de infecção do trato urinário: presença de
piúria (leucocitúria), de hematúria e de bacteriúria. Os valores encontrados são,
habitualmente, proporcionais à intensidade da infecção, (VASCONCELO, et al., 2012).
2.4.4 Urocultura.
A cultura de urina quantitativa, avaliada em amostra de urina colhida assepticamente,
jato médio, poderá fornecer, na maioria dos casos, o agente etiológico causador da infecção
e trazer subsídio para a conduta terapêutica. Sua importância crescerá quando, diante de
falha da terapia empírica, possibilitará a realização do teste de sensibilidade in
vitro (antibiograma), que orientará uma nova conduta terapêutica.
Fator limitante à importância da cultura de urina é a demora habitualmente exigida para a
obtenção do seu resultado. Na grande maioria das vezes, a paciente com cistite não
complicada, tratada empiricamente, já está clínica ou mesmo microbiologicamente curada
quando o resultado da cultura é fornecido; nestas situações, este exame torna-se inútil, além
de dispendioso,(VERONESI, 2016).

2.4.5 Teste de sensibilidade in vitro a antimicrobianos (TSA).


O antibiograma, como é habitualmente reconhecido este exame, atua
complementarmente à cultura de urina. Na rotina das cistites não complicadas, sua utilidade
é pequena, haja vista a predominância maciça e resolutiva da terapia empírica. No entanto,
naqueles casos em que ocorre falha desse tipo de terapia, nas pielonefrites e nas infecções
urinárias hospitalares, a presença do antibiograma é de grande utilidade. Igualmente sua
importância cresce nas cistites complicadas, quando o risco de insucesso da terapia
empírica aumenta. O antibiograma fornecerá os antimicrobianos potencialmente úteis a
serem prescritos, (VIEIRA, 2003).
2.4.6 Hemocultura.
Este exame não tem nenhum valor em pacientes com cistite. No entanto, diante de
um quadro de pielonefrite, torna-se potencialmente valioso; sua positividade, nesta infecção,
situa-se entre 25% a 60% e, além da informação do agente etiológico (nem sempre
identificável na urocultura), indica para o risco de uma sepse, sugerindo uma potencial
gravidade, (VIEIRA, 2003).

2.4.7 Exames de imagem.


A ultra-sonografia, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética têm
indicação restrita àqueles casos de cistite/pielonefrite não resolvidos com terapia empírica;
assumem maior importância para o diagnóstico de complicações e, também, para evidenciar
alterações estruturais e/ou funcionais do sistema urinário.

2.5 Classificação da infeção urinaria


A infecção do trato urinário pode ser classificada, segundo sua localização
anatômica, em infecção baixa e alta. Na infecção baixa, as bactérias se limitam à bexiga
causando cistite, à próstata ocasionando a prostatite e à uretra uretrite. Na alta, encontram-
se afetando o tecido renal causando a pielonefrite. (CAMARGO, 2001).

De acordo com Lopes e Tavares (2005), a infecção também pode ser simples
quando acomete pacientes sem anomalias estruturais que interfiram no fluxo de urina, e
complicadas quando afeta pacientes com lesão no trato urinário ou com enfermidades
sistêmicas, sendo causada por um maior número de agentes

2.6 Infeção urinária na mulher


As mulheres apresentam um maior risco de desenvolverem infeções urinárias pelo
facto de possuírem uma uretra mais curta e próxima da vagina e do ânus. Geralmente, a
infeção urinária feminina ocorre por contaminação de microorganismos da região vaginal ou
peri-anal e associa-se com frequência a condições que alterem o pH da vagina como, por
exemplo, a menstruação, utilização de produtos de limpeza vaginais, infeções fúngicas
vaginais (candidíase) ou mesmo o envelhecimento (diminui a eficácia dos mecanismos
protetores contra as infeções urinárias (NICOLLE, 2015).
A atividade sexual também constitui um mecanismo frequente para o
desenvolvimento de infeções urinárias de repetição: a relação sexual potencia a introdução
de bactérias para o interior da vagina (introito vaginal) e a subida destas bactérias pela
uretra até a bexiga.Algumas infeções urinárias, quando não tratadas devidamente, podem
transmitir-se aos órgãos ginecológicos (útero, tubas uterinas e ovários) e dificultar
posteriormente a capacidade de engravidar.A infeção urinária na gravidez é relativamente
comum e deve ser objeto de tratamento, mesmo que as mulheres não tenham sintomas
(denominadas bacteriúrias assintomáticas). As infeções urinárias constituem riscos
consideráveis para a saúde da gestante (mãe) e do feto, como tal devem ser avaliadas
cuidadosamente, (MASSON, 2009)

2.6.1 Infeção urinária no homem


A infeção urinária masculina é mais rara e surge, normalmente, quando este não
consegue esvaziar totalmente a bexiga (resíduo pós-miccinonal). Esta situação pode
acontecer em condições como o aumento benigno da próstata ou em estenoses (apertos)
da uretra. A infecção urinária nos homens pode transmitir-se à próstata (prostatite),
epidídimo (epididimite) e testículo (orquite/orquiepididimite), sendo que, nestes casos, o
tratamento é mais prolongado que aquele preconizado para as infeções simples da bexiga
(cistite) (NICOLLE, 2015)..
Dado o maior comprimento da uretra, o homem pode também desenvolver infeções
localizadas apenas à uretra (uretrites). A maior parte das vezes estas infeções são
sexualmente transmissíveis, provocadas por microorganismos como Neiseria gonorrhoeae
ou Clamydia trachomatis e cursam com corrimento (líquido a sair pelo pénis sem relação
com urinar), dor e comichão (prurido). Nestes casos é importante tratar o próprio e o
parceiro sexual simultaneamente (que pode até não demonstrar sintomas) e evitar as
relações sexuais desprotegidas enquanto tiver a infeção,(FIRCANIS,2010).

2.6.2 Infeção urinária na criança


A infeção urinária infantil (infeção urinária em crianças) é uma das infeções
bacterianas mais comuns nestas idades. A presença de infeções urinárias nesta fase
precoce da vida pode ser uma manifestação de malformações do trato urinário ou de
defeitos funcionais (bexiga neurogénica, refluxo vesico-ureteral), e devem ser estudadas
cautelosamente.No caso do bebé, como eles ainda não conseguem falar ou expressar o que
sentem, temos de equacionar a possibilidade de uma infeção urinária na presença de febre
sem causa aparente, dificuldade em se alimentar, perda de peso, mau estar geral,
irritabilidade, urina com mau cheiro, etc.
Tal como como nos adultos, as infeções são mais comuns em raparigas do que em rapazes.
No entanto, curiosamente, nos primeiros meses de vida, são os rapazes a serem mais
afetados por esta doença,(PEREZ, 2003).

2.7 Fisiopatologia
O trato urinário, dos rins ao meato uretral, é normalmente estéril e resistente à
colonização bacteriana apesar da contaminação frequente da uretra distal com bactérias
colônicas. A principal defesa contra infecções do trato urinário é o esvaziamento completo
da bexiga durante a micção. Outros mecanismos que mantêm a esterilidade do trato
urinário incluem a válvula vesicoureteral e várias barreiras mucosas e imunológicas,
(BRASIL,2004).

Cerca de 95% das infecções do trato urinário ocorrem quando bac-térias ascendem
a uretra para a bexiga e, no caso de pielonefrite, ascendem do ureter para os rins. O
restante das infecções é hematogênica. Infecções sistêmicas podem resultar de uma
infecção do trato urinário, principalmente em idosos. Cerca de 6,5% dos casos
de bacteremias adquiridas em hospital são atribuídos a uma infecção do trato
urinário(NICOLLE, 2015).
A infecção do trato urinárionão complicada geralmente é
considerada cistite ou pielonefrite que ocorre em mulheres adultas na pré-menopausa sem
nenhuma anormalidade estrutural ou funcional do trato urinário e que não estão grávidas e
não têm nenhuma comorbidade significativa que pode levar a resultados mais graves.
Além disso, alguns especialistas consideram infecções do trato urinário como problemas
simples, mesmo que afetem mulheres na pós-menopausa ou pacientes com diabetes bem
controlado. Nos homens, a maioria das infecções do trato urinário ocorre em crianças ou
idosos, são decorrentes de alterações anatômicas ou instrumentação e são consideradas
complicadas, ( GARCEZ, 2008).

As raras infecções do trato urinário que ocorrem em homens dos 15 aos 50 anos
de idade costumam ocorrer naqueles que fazem sexo anal desprotegido ou nos quais o
pênis não foi circuncisado, e elas geralmente são consideradas simples. Infecções do trato
urinário em homens nessa faixa etária que fazem sexo anal desprotegido ou cujo pênis
não foi circuncisado são muito raras e, embora também sejam consideradas não
complicadas, justificam avaliação para anormalidades urológicas (NICOLLE, 2015).
A infecção do trato urinário complicada pode envolver um ou outro sexo em
qualquer idade. Geralmente é considerada pielonefrite ou cistite que não preenche os
critérios para ser considerada não complicada.
A uma infecção do trato urinário é considerada complicada quando o paciente é
criança, está grávida ou tem um dos seguintes:
 Anormalidade estrutural do aparelho urinário ou funcional e obstrução do fluxo de
urina
 Comorbidade que aumenta o risco de contrair a infecção ou resistência ao
tratamento, como diabetes mal controlado, doença renal crônica, ou
imunossupressão.
 Instrumentação ou cirurgia recente do trato urinário (SOUZA, 2007).

2.8 Fatores de risco a infeção urinária


2.8.1 Os factores de risco de infecção do trato urinário em mulheres incluem:
 Relações sexuais
 Diafragma e uso de espermicida
 Uso de antibióticos
 Novo parceiro sexual no último ano
 História de infecções do trato urinário em parentes de 1º grau do sexo feminino
 História de infecções do trato urinário recorrentes
 Primeira uma infecção do trato urinário em idade precoce, (MARTINS, 2006).

2.8.2 Os factores de risco de infecção do trato urinárioem homens incluem:


 Hiperplasia prostática benigna com obstrução, comum em homens com mais de 50
anos
 Qualquer outra causa de obstrução do trato urinário (p. ex., câncer de
próstata, estenose uretral)
 Instrumentação recente ou cateteres de demora
 Anormalidades estruturais, como divertículos vesicais
 Doenças neurológicas que interferem na micção normal (p. ex., lesão medular)
 Comprometimento cognitivo, incontinência fecal ou urinária, (MARTINS, 2006).

Anormalidades anatómicas, estruturais e funcionais são fatores de risco de uma


infecção do trato urinário. Uma consequência comum das anormalidades anatômicas é
o refluxo vesicoureteral, presente em 30 a 45% das crianças pequenas com uma infecção
do trato urinário sintomáticas. O refluxo vesicoureteral é geralmente causada por um
defeito congênito que resulta em incompetência da válvula ureterovesical. O refluxo
vesicoureteral também pode ser adquirido em pacientes com bexiga flácida em
decorrência de lesão da coluna ou depois de cirurgia do trato urinário. Outras alterações
anatômicas que predispõem à uma infecção do trato urinário são válvulas uretrais
(anomalia obstrutiva congênita), a maturação tardia do colo vesical, os divertículos
vesicais e as duplicidades uretrais (ver Visão geral das anomalias renais e geniturinárias
congênitas, (MARTINS, 2006).
2.9 Prevenção da infeção urinária
A ingestão abundante de água revela-se ser uma mais-valia na prevenção e no
tratamento das infeções urinárias (MOURA, et. al. 2007).

Outras medidas recomendadas para a prevenção de infeções urinárias são:


 Manter cuidados com a higiene pessoal;
 Evitar transportar as bactérias da região anal para a uretra, para isso, as meninas
devem ser orientadas desde cedo a fazer a higiene da frente para trás sempre que
usarem o banheiro;
 Lavar as mãos antes e após de utilizar o banheiro;
 No banho, as mulheres e meninas devem lavar-se sempre na direção da frente para
trás;
 Durante o período menstrual os absorventes devem ser trocados várias vezes, pois o
sangue menstrual é um meio de proliferação de bactérias;
 Ingerir bastante água, pelo menos 2 litros por dia;
 Não reter a urina por longos períodos, o ideal é urinar a cada duas ou três horas;
 Para mulheres que sofrem de infecção do trato urinário após atividade sexual,
recomenda-se ingerir água antes e depois da relação, para que, após o ato,
esvaziem a bexiga o quanto antes. Com este procedimento simples, as bactérias que
podem ter entrado na uretra são expelidas.
 Utilizar sabões neutros para higiene local;
 Limpar após urinar ou após a relação sexual evita o acumulo de bactérias e deve ser
realizada sempre da frente para trás;
 Utilizar roupa interior de algodão permite que a pele e as mucosas “respirem” e
diminui a concentração local de microorganismos;
 Trocar regularmente e preferir os absorventes externos (pensos higiénicos) em
detrimentos dos internos (tampões)(MOURA, et. al. 2007).

2.10 Tratamento
A infecção do trato urinário, habitualmente tem origem em bactérias e o tratamento
baseia-se nos antibióticos. Outros medicamentos que se associam frequentemente aos
atibioticos são os anti-inflamatorios ou analgésicos para aliviar a dor e desconforto.
Em relação a tratamento ou remédio caseiro o melhor complemento natural a
medicação prescrita pelo médico é a ingestão abundante de agua, contribuindo tanto para a
cura como para a prevenção,(SOUZA, 2007).

2.11 Intervenções de enefermagem


 Orientar o paciente a beber bastante liquido (média de 2 litros de agua por dia), cao não
haja contraindicações;
 Instruir o paciente a evitar reter a urina, urinando sempre com uma higiene sempre que
tiver;
 Procurar manter o paciente sempre com uma higiene pessoal e adequada;
 Caso esteja fazendo o uso de frauda o ideial é que não fique muito tempo sem realizar a
troca da mesma;
Lavar a região perianal após as evacuações, caso não seja possivel fazer limpeza
adequadamente, (GARCEZ, 2008).

3. METODOLOGIA
3.1 Tipo de Estudo
Realizou-se um estudo observacional, descritivo e transversal.
3.2 Local de Estudo
O presente estudo foi realizado na Província de Luanda, Município de Viana no
Centro de Saúde Viana II.
3.3 População em Estudo
O universo foi constituído por todospacientes que frequentam o Centro de Saúde,
Viana II.
3.4 Amostra
Foram seleccionados aleatoriamente 48pacientes que estavam presente no Centro
de Saúde Viana II.
3.5 Critérios de inclusão
Foram incluídos todos pacientes que aceitaram participar no presente estudo.
3.6 Critérios de exclusão
Foram excluídos do presente estudo todos pacientes que não reuniram condições
para participar no estudo.
3.7 Procedimentos éticos
Antes da realização da pesquisa de campo a Direcção do Instituto Técnico Privado
de Saúde Samila Nginga, elaborou uma carta que foi endereçada a Direcção do centro de
Saúde Viana II, no sentido de autorizar a recolha de dados. Tratando-se de um estudo que
envolve o componente humano, esteve garantindo o termo de consentimento livre e
esclarecido onde o indivíduo aceita fazer parte da pesquisa, preservando a sua identidade.
3.8 - Procedimentos de recolha de dados
Os dados foram recolhidos por meio de uma entrevista usando um questionário,
elaborado com perguntas abertas e fechadas.
3.9- Processamento de dados
Os dados foram processados no programa Microsoft Word para a elaboração do
texto, Microsoft Excel para a elaboração das tabelas e o Microsoft PowerPoint na
apresentação dos resultados em tabelas. A digitalização do texto foi feita com base da
sebenta da Escola de Formação de Técnicos de Saúde de Luanda, onde usamos tipos de
letras arial, tamanho na capa 13, tamanho no resto do trabalho 11, espaçamento do texto
1,5cm, no resumo 1cm, margem lateral esquerdo 3cm, lateral direita 2cm, superior 3 cm e
inferior 2 cm. Usando citações direita e indirecta com norma de ABNT.

3.10 Principais variáveis


Segundo Silva. (2008), Variável é qualquer atributo de um fenómeno. Assim as
variáveis em estudo foram:
3.10.1Variáveis sócio demográfico
a) Sexo
b) Idade
c) Nível de escolaridade;
d) Estado civil;
3.10.2 Variáveis em estudo
 Avaliar os conhecimentos dos pacientes quanto ao conceito da infeção urinaria,
causas, sinais e síntomas, complicações e a prevenção.
4. APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS

Tabela nº 1. Distribuição dos pacientes do Centro de Saúde Viana II quanto ao Sexo, Julho
2023.
Sexo Fr %
Feminino 29 60,4

Masculino 19 39,5

Total 48 100
Fonte: Fichas de inquérito

Interpretação:A tabela acima revela que dos 48 pacientes inqueridos no Centro de


Saúde Viana II,60,4% são do sexo feminino, e 39,5% são do sexo masculino.
Tabela nº 2. Distribuição dos pacientes do Centro de Viana IIquanto a Idade, Julho
2023.

Faixa-Etária Fr %
18-23 27 56,2

24-29 14 29,1

42 7 14,5
Total 48 100
Fonte: Fichas de inquérito

Interpretação:A tabela acima revela que dos 48 pacientes inqueridos no Centro de


Saúde Viana II,56,2% são da faixa etaria dos 18-23 anos e 14,5% são ada faixa etaria
de42 anos.

Tabela nº 3. Distribuição dos pacientes do Centro de Saúde Viana IIquanto a


Ocupação, Julho 2023.
Ocupação Fr %
Estudante 21 43,7

Trabalhador 23 47,9

Trabalhador/ Estudante 4 8

Total 48 100

Fonte: Fichas de inquérito

Interpretação: A tabela acima revela que dos 48 pacientes inqueridos no Centro de


Saúde Viana II, 47,9% são trabalhador, e 8% são trabalhador/ estudante.
Tabela nº 4. Distribuição dos pacientes do Centro de Saúde Viana II quanto ao Nível
Académico, Julho 2023.
Nível Académico Fr %
Sem formação académica 1 2

Iº Ciclo 11 22,9

IIº Ciclo 28 58,3

Ensino Superior 8 16,6

Total 48 100
Fonte: Fichas de inquérito

Interpretação: A tabela acima revela que dos 48 pacientes inqueridos no centro de


saúde Viana II 58,3% são do IIº Ciclo, e 2% Sem formação académica.

Tabela nº 5. Distribuição dos pacientes do Centro de Saúde Viana IIquanto ao


Estado Civil, Julho 2023.
Estado Civil Fr %
Casado/a 7 14,5

Solteiro/a 40 83,3

Viúvo/a 1 2

Total 48 100
Fonte: Fichas de inquérito

Interpretação:A tabela acima revela que dos 48 pacientes inqueridos no centro de


saúde Viana II, 83,3% sãoSolteiro/a, e 2% Viúvo/a.

Tabela nº 6. Distribuição dos pacientes do Centro de Viana IIquanto ao


conhecimentodo conceito da infecção urinária, Julho de 2023.
Conhecimento do conceito
Fr %
da infecção urinária
Têm conhecimento 46 95,8

2 4,1
Não tem conhecimento
Total 48 100
Fonte: Fichas de inquérito
Interpretação: A tabela acima revela que dos 48 pacientes inqueridos no centro de
saúde Viana II, 95,8% têm conhecimento, e 4,1% não têm conhecimento.

Tabela nº 7. Distribuição dos pacientes do Centro de Saúde Viana II, quanto as


causas da infecção urinaria Julho 2023.
Causas da infecção urinária Fr %
Têm conhecimento 44 91,6

Não têm conhecimento 4 8,3

Total 48 100
Fonte: Fichas de inquérito

Interpretação:A tabela acima revela que dos 48 pacientes inqueridos no centro de


saúde Viana II, 91,6% têm conhecimento, e 8,3% não têm conhecimento.

Tabela nº 8. Distribuição dos paciente do Centro de Saúde Viana IIquanto aos


Sinais e sintomas Julho 2023.
Sinais e sintomas Fr %
Têm conhecimento 46 95,8

Não têm conhecimento 2 4,1

Total 48 100
Fonte: Fichas de inquérito

Interpretação:A tabela acima revela que dos 48 pacientes inqueridos no centro de


saúde Viana II, % têm conhecimento, e % não têm conhecimento.
Tabela nº 9. Distribuição dos paciente do Centro de Saúde Viana IIquanto as
complicações da infecção urinária Julho 2023.
Complicações da infecção
urinária Fr %
Têm conhecimento 29 60,4

Não têm conhecimento 19 39,5

Total 48 100
Fonte: Fichas de inquérito

Interpretação:A tabela acima revela que dos 48 pacientes inqueridos no centro de


saúde Viana II, 60,4% têm conhecimento, e 39,5% não têm conhecimento.

Tabela nº 10. Distribuição dos pacientes do Centro de Saúde Viana II, quanto a
prevenção da infecção urináriaJulho 2023.
Prevenção da infecção urinária Fr %
Têm conhecimento 46 95,8

Não têm conhecimento 2 4

Total 48 100
Fonte: Fichas de inquérito

Interpretação: A tabela acima revela que dos 48 pacientes inqueridos no centro de


saúde Viana II, 95,8% têm conhecimento, e 4% não têm conhecimento.
5. CONCLUSÃO
Apos termos feito uma pesquisa sobre conhecimento dos pacientes do Centro de
Saúde Viana II, sobre a prevenção da infeção urinária, baseando-se na ficha de inquérito
chegamos a seguinte conclusão:
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O trabalho realizado no Centro de Saúde Viana II, levou-nos as seguintes
considerações finais:

7. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. ARAUJO, M. G. P. Atuação do Enfermeiro na rede básica de Saúde frente a
gestante com Infecção no trato Urinário. Natal – RN, 2011.
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bactérias de importância médica. Módulo 5, p.1-7, 2004. Disponível em:
<http://www.anvisa. gov.br>. Acesso em: 11 Jan. 2023.
3. CAMARGO I. L. B da C.; Diagnóstico Bacteriológico das Infecções do Trato
Urinário:Uma Revisão Técnica. 2001.
4. GARCEZ, R. M. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e
classificações. p. 114; 169; 175 e 183, 2007-2018.
5. LIMA, Mery Ellen; ANDRADE, Denise de; HAAS, Vanderlei José. Avaliação
prospectiva da ocorrência de infecção em pacientes críticos de unidade de terapia
intensiva. Rev. bras. ter. intensiva, São Paulo, v. 19, n. 3, Setembro, 2007 .
6. MACHADO, A. R. L. Microrganismos Multirresistentes em Unidades de Terapia
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7. MARTINS, Patrícia. Epidemiologia das infecções hospitalares em centro de
terapia intensiva adulto, 2006.
8. MOURA, Maria Eliete Batista et al . Infecção hospitalar: estudo de prevalência em
um hospital público de ensino. Rev. bras. enferm., Brasília, v. 60, n. 4, Agosto, 2007
9. NADILLSON S. C. Exame de Urina e Patologias Associadas, 3ª edição 2006.
10. PALMA, P. C. R.; DAMBROS, M. Infecções do trato urinário. Revista Brasileira de
Medicina, v. 57, n. 12, dez. 2000.
11. PEREZ, M. D. C, Carrerette FB, DeKermacher S. Infecção do Trato Urinário:
Classificação Geral e Quadro Clínico. International Braz J Urol, 2003.
12. RIYUZO M. C.; MACEDO, C. S.; BASTOS, H. D. Fatores associados à recorrência
da infecção do trato urinário em crianças. Rev. Bras. Saúde Matern. Infant., 2007.
13. SOUZA, A.C.S.; TIPPLE, A.F.V.; BARBOSA, J.M.; PEREIRA, M.S.; BARRETO,
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profissionais de enfermagem. Revista Eletrônica de Enfermagem, 2017.
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369, abr./dez. 2003.

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