RESOLUÇÃO PGE/MS/Nº 450, DE 2 DE MAIO DE 2024.
(Publicado no D.O.E 11.481 de 03 de maio de 2024, p. 10 a 18)
Altera a Resolução PGE/MS/Nº 194, de 23 de abril de 2010
- Regimento Interno da Procuradoria-Geral do Estado.
A PROCURADORA-GERAL DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das
atribuições conferidas pela Lei Complementar nº 95, de 26 de dezembro de 2001,
RESOLVE:
Art. 1º Alterar a Resolução PGE/MS/Nº194, de 23 de abril de 2010, que passa a
vigorar com a seguinte redação e acréscimo:
“Art.4º .....................................................................................................
[...]
III - ........................................................................................................:
[...]
e) Unidade de Proteção de Dados Pessoais (UPD).” (NR)
“Art. 18 ...................................................................................................
[...]
XI - encaminhar, no prazo máximo de dez dias, à Procuradoria de Precatório, a
documentação que lhe for solicitada para instrução de requisições de
pagamento;” (NR)
“Art. 19 ...................................................................................................
[...]
XI - encaminhar, no prazo máximo de dez dias, à Procuradoria de Precatório, a
documentação que lhe for solicitada para instrução de requisições de
pagamento;” (NR)
Art. 2º Inserir a Seção IV – Unidade de Proteção de Dados Pessoais no Capítulo III
do Título III da Resolução PGE/MS/Nº 194, de 23de abril de 2010, com a seguinte redação:
“SEÇÃO IV
Unidade de Proteção de Dados Pessoais
Art. 16-B A Unidade de Proteção de Dados Pessoais – UPD será competente
para coordenar as ações de proteção de dados pessoais na Procuradoria-Geral
do Estado e contará com o apoio do Comitê de Proteção de Dados Pessoais -
CPDP da PGE na execução de suas atribuições.
§ 1º A UPD, vinculada ao Procurador-Geral do Estado, será integrada por
Procuradores do Estado designados como encarregados de proteção de dados
pessoais, sendo um titular e um substituto, e, caso necessário, por servidores.
§ 2º O encarregado de proteção de dados pessoais titular será o dirigente da
UPD e terá as mesmas prerrogativas e vantagens de Chefe de Procuradoria
Especializada.
§ 3º As atribuições da UPD constam no Anexo VI-B deste Regimento e os
Procuradores do Estado e servidores que atuarão no setor serão designados
pelo Procurador-Geral do Estado.” (NR)
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Art. 3º Alterar o Anexo II da Resolução PGE/MS/Nº 194, de 23 de abril de 2010,
que passa a vigorar com a seguinte redação e acréscimos:
“Art. 1º ...................................................................................................
[...]
VIII – Procuradoria de Cumprimento de Sentença – PCS;
a) Subchefia da Procuradoria de Cumprimento de Sentença.
[...]
XIII – Procuradoria de Precatório – PPREC.” (NR)
“Art. 2º ...................................................................................................
[...]
II - atuar nos processos administrativos e judiciais de interesse do Estado, por
determinação expressa do Procurador-Geral do Estado, até seu termo final,
inclusive na fase de cumprimento da sentença, exceto quando o cumprimento de
sentença se referir exclusivamente a pagamento de valor, cuja competência será
da Procuradoria de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13 deste Anexo,
caso em que, após a elaboração da Orientação para Cumprimento de Decisão
Judicial, nos termos do Anexo VIII deste Regimento, deverá encaminhar o feito
àquela especializada, aplicando-se tal dispositivo, no que couber, aos casos de
execução provisória; ” (NR)
“Art. 5º ...................................................................................................
[...]
IV – atuar judicialmente nas causas envolvendo licitações, contratos, convênios,
entre outras de natureza constitucional e administrativa, exceto aquelas de
competência da CJUR/SEL, até seu termo final, inclusive na fase de
cumprimento da sentença, exceto quando o cumprimento de sentença se referir
exclusivamente a pagamento de valor, cuja competência será da Procuradoria
de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13 deste Anexo, caso em que, após
a elaboração da Orientação para Cumprimento de Decisão Judicial, nos termos
do Anexo VIII deste Regimento, deverá encaminhar o feito àquela especializada,
aplicando-se tal dispositivo, no que couber, aos casos de execução provisória; ”
(NR)
“Art. 6º ....................................................................................................
I - atuar nas execuções fiscais e em todos os incidentes processuais, nas ações
declaratórias e nas ações anulatórias de crédito tributário e não tributário, bem
como em outras ações correlatas de matéria tributária ou não tributária não
vinculadas à Coordenadoria Jurídica, até seu termo final, inclusive na fase de
cumprimento da sentença, exceto quando o cumprimento de sentença se referir
exclusivamente a pagamento de valor, cuja competência será da Procuradoria
de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13 deste Anexo, caso em que, após
a elaboração da Orientação para Cumprimento de Decisão Judicial, nos termos
do Anexo VIII deste Regimento, deverá encaminhar o feito àquela especializada,
aplicando-se tal dispositivo, no que couber, aos casos de execução provisória; ”
(NR)
“Art. 7º ...................................................................................................
[...]
III - atuar nos feitos judiciais de sua competência originária até seu termo final,
inclusive na fase de cumprimento da sentença, exceto quando o cumprimento de
sentença se referir exclusivamente a pagamento de valor, cuja competência será
da Procuradoria de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13 deste Anexo,
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caso em que, após a elaboração da Orientação para Cumprimento de Decisão
Judicial, nos termos do Anexo VIII deste Regimento, deverá encaminhar o feito
àquela especializada, aplicando-se tal dispositivo, no que couber, aos casos de
execução provisória; ” (NR)
“Art. 10. ...................................................................................................
[...]
III - representar o Estado de Mato Grosso do Sul em todos os feitos que
envolvam matéria de sua competência, atuando até seu termo final, inclusive na
fase de cumprimento da sentença, exceto quando o cumprimento de sentença
se referir exclusivamente a pagamento de valor, cuja competência será da
Procuradoria de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13 deste Anexo, caso
em que, após a elaboração da Orientação para Cumprimento de Decisão Judicial,
nos termos do Anexo VIII deste Regimento, deverá encaminhar o feito àquela
especializada, aplicando-se tal dispositivo, no que couber, aos casos de
execução provisória; ” (NR)
“Art. 12. ...................................................................................................
I - representar o Estado de Mato Grosso do Sul em todos os feitos que não se
enquadrem na competência das demais Procuradorias Especializadas ou
Coordenadorias Jurídicas, atuando até o termo final dos processos judiciais,
inclusive na fase de cumprimento da sentença, exceto quando o cumprimento de
sentença se referir exclusivamente a pagamento de valor, cuja competência será
da Procuradoria de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13 deste Anexo,
caso em que, após a elaboração da Orientação para Cumprimento de Decisão
Judicial, nos termos do Anexo VIII deste Regimento, deverá encaminhar o feito
àquela especializada, aplicando-se tal dispositivo, no que couber, aos casos de
execução provisória; ” (NR)
“Seção VIII
Procuradoria de Cumprimento de Sentença
Art. 13. Compete à Procuradoria de Cumprimento de Sentença - PCS:
[...]
II - auxiliar as Procuradorias Especializadas, Coordenadorias Jurídicas e a
Câmara Administrativa de Solução de Conflitos - CASC na elaboração de
cálculos, quando solicitados;
[...]
Parágrafo único. Excetuam-se da competência da Procuradoria de Cumprimento
de Sentença os processos judiciais em fase de cumprimento de sentença ou
execução de julgados referentes a obrigações de fazer, de não fazer e de dar,
bem como as decisões que imponham multa diária.” (NR)
“Art. 13-A. À Subchefia da Procuradoria de Cumprimento de Sentença compete:
I – coadjuvar o chefe da Procuradoria de Cumprimento de Sentença em todas as
suas funções e atuar nos processos que lhe forem distribuídos;” (NR)
“Art. 14. À Unidade de Cálculos - UCALC, subordinada à Procuradoria de
Cumprimento de Sentença, compete atualizar e conferir os cálculos de todos os
feitos de interesse da Procuradoria-Geral do Estado, bem como elaborar
planilhas e projeções econômicas, quando solicitado.
§ 1º O Procurador do Estado responsável pelo pedido de cálculos deverá:
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I - preencher o quadro de pedido de cálculos, interpretando a decisão judicial de
modo a definir os critérios a serem utilizados para a sua realização, assim como
informar o prazo máximo para sua devolução;
II - anexar ao pedido referido no inciso I deste parágrafo a planilha de cálculos
apresentada pela outra parte ou pela Contadoria Judicial, se houver, além de
outros documentos pertinentes.
§ 2º Na hipótese de dúvidas, equívocos ou necessidade de complementação de
informações no pedido de cálculos, o Coordenador devolverá o pedido ao
solicitante para esclarecimentos de modo a possibilitar a fiel execução dos
cálculos.
§ 3º O Chefe da Procuradoria de Cumprimento de Sentença deverá designar
servidor para a Coordenação da Unidade de Cálculos, ao qual caberá:
I – distribuir os pedidos de cálculos entre os servidores da unidade e realizar o
controle dos prazos informados pelos solicitantes;
II - elaborar relatório estatístico trimestral e anual de atuação;
III – mediar a comunicação, quando necessário, entre os servidores da unidade
e a Chefia e os procuradores da Especializada;
IV – organizar escala de recesso e férias dos servidores, submetendo-as à
Chefia da Especializada;
V – executar outras atividades solicitadas pela Chefia da Especializada.
§ 4º A Unidade de Cálculos remeterá ao solicitante as planilhas elaboradas, bem
como relatório sucinto com as conclusões dos cálculos e apontamentos de
equívocos em relação aos cálculos apresentados pela parte adversa.
§ 5º O Chefe da Procuradoria de Cumprimento de Sentença designará servidor
da Unidade de Cálculos - UCALC para atuar na Procuradoria de Precatório -
PPREC. ” (NR)
“Art. 16. ...................................................................................................
[...]
I - atuar nas ações individuais de qualquer natureza que sejam parte o Estado
de Mato Grosso do Sul ou seus agentes, assim como as entidades da
Administração Indireta, que tenham por objeto o acesso a ações e serviços de
saúde, aí incluída a realização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos,
consultas e internações, a dispensação de medicamentos e insumos médico-
cirúrgicos, ou qualquer outro item ou serviço que tenha por fundamento o
“direito à saúde” que não se trate de política pública vinculada à assistência
social, até seu termo final, inclusive na fase de cumprimento da sentença;
I–A. Na hipótese de o cumprimento de sentença se referir exclusivamente a
pagamento de valor, não se aplica o disposto no inciso I deste artigo,
competindo à Procuradoria de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13
deste Anexo, caso em que, após a elaboração da Orientação para Cumprimento
de Decisão Judicial, nos termos do Anexo VIII deste Regimento, deverá o feito
ser encaminhado àquela especializada, aplicando-se tal dispositivo, no que
couber, aos casos de execução provisória;” (NR)
“Art. 18. ...................................................................................................
[...]
II - atuar na fase de cumprimento da sentença dos processos elencados no
inciso I, exceto quando o cumprimento de sentença se referir exclusivamente a
pagamento de valor, cuja competência será da Procuradoria de Cumprimento de
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Sentença, conforme art. 13 deste Anexo, caso em que, após a elaboração da
Orientação para Cumprimento de Decisão Judicial, nos termos do Anexo VIII
deste Regimento, deverá o feito ser encaminhado àquela especializada,
aplicando-se tal dispositivo, no que couber, aos casos de execução provisória; ”
(NR)
Art. 4º Inserir a Seção XIII no Anexo II da Resolução PGE/MS/Nº 194, de 23 de
abril de 2010, com a seguinte redação:
“Seção XIII
Procuradoria de Precatório
Art. 19. Compete à Procuradoria de Precatório – PPREC:
I - atuar nos feitos de requisições de pagamento de Precatório e de Requisições
de Obrigação de Pequeno Valor da Administração Pública Direta e Indireta do
Estado de Mato Grosso do Sul;
II – elaborar e acompanhar o plano de pagamento anual de precatório da
Administração Pública Direta e Indireta, com o auxílio e colaboração das
respectivas Coordenadorias Jurídicas;
III – acompanhar e orientar o pagamento das Requisições de Obrigação de
Pequeno Valor da Administração Pública Indireta do Estado de Mato Grosso do
Sul;
IV - executar, de acordo com a legislação, o Sistema Único de Controle de
Precatórios e Requisições de Obrigação de Pequeno Valor - ROPV, e manter o
registro cadastral e de pagamentos decorrentes das sentenças judiciais em
desfavor da Administração Pública Estadual Direta e Indireta, para controle
estatístico, verificação dos pagamentos e conferência da ordem em que serão
realizados;
V – elaborar relatórios, planilhas e projeções de pagamentos solicitados pelos
órgãos e entidades da Administração Estadual Direta e Indireta;
VI – obter certidão negativa de pagamento de precatórios e encaminhar para os
respectivos órgãos da Administração Estadual Direta e Indireta, quando
solicitado;
VII – colaborar nos pedidos administrativos de compensações de precatório com
dívidas do Estado de Mato Grosso do Sul, nos termos da legislação vigente,
verificando a existência, validade e valores dos precatórios;
VIII - atuar nos pedidos de intervenção federal e estadual, decorrente da não
observância da ordem de precatórios e requisições de pequeno valor;
IX - desenvolver outras atividades correlatas por determinação do Procurador-
Geral do Estado.“(NR)
Art. 5º Alterar o Anexo IV da Resolução PGE/MS/Nº 194, de 23 de abril de 2010,
que passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 4º ...................................................................................................
I - atuar nas ações coletivas e, supletivamente, nas ações individuais de
qualquer natureza que sejam parte o Estado de Mato Grosso do Sul ou seus
agentes, assim como as entidades da Administração Indireta, que tenham por
objeto o acesso a ações e serviços de saúde, aí incluída a realização de
procedimentos diagnósticos e/ou terapêuticos, consultas e internações, a
dispensação de medicamentos e insumos médico-cirúrgicos, ou qualquer outro
item ou serviço que tenha por fundamento o “direito à saúde” que não se trate
de política pública vinculada à assistência social, até seu termo final, inclusive na
fase de cumprimento da sentença;
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I–A. Na hipótese de o cumprimento de sentença se referir exclusivamente a
pagamento de valor, não se aplica o disposto no inciso I deste artigo,
competindo à Procuradoria de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13
deste Anexo, caso em que, após a elaboração da Orientação para Cumprimento
de Decisão Judicial, nos termos do Anexo VIII deste Regimento, deverá o feito
ser encaminhado àquela especializada, aplicando-se tal dispositivo, no que
couber, aos casos de execução provisória;” (NR)
“Art. 5º ....................................................................................................
[...]
VIII - atuar nas ações judiciais intentadas pelos municípios estaduais em que se
discute questão relativa a índice de participação dos municípios na arrecadação
estadual, até seu termo final, inclusive na fase de cumprimento da sentença,
exceto quando o cumprimento de sentença se referir exclusivamente a
pagamento de valor, cuja competência será da Procuradoria de Cumprimento de
Sentença, conforme art. 13 do Anexo II, caso em que, após a elaboração da
Orientação para Cumprimento de Decisão Judicial, nos termos do Anexo VIII
deste Regimento, deverá encaminhar o feito àquela especializada, aplicando-se
tal dispositivo, no que couber, aos casos de execução provisória; ” (NR)
“Art. 6º ....................................................................................................
I - atuar judicialmente nas causas envolvendo matéria ambiental até o trânsito
em julgado das decisões, inclusive na fase de cumprimento da sentença, exceto
quando o cumprimento de sentença se referir exclusivamente a pagamento de
valor, cuja competência será da Procuradoria de Cumprimento de Sentença,
conforme art. 13 do Anexo II, caso em que, após a elaboração da Orientação
para Cumprimento de Decisão Judicial, nos termos do Anexo VIII deste
Regimento, deverá encaminhar o feito àquela especializada, aplicando-se tal
dispositivo, no que couber, aos casos de execução provisória; ” (NR)
“Art. 7º ....................................................................................................
I - atuar nos processos administrativos e judiciais de interesse da Secretaria até
o trânsito em julgado das decisões, inclusive na fase de cumprimento da
sentença, exceto quando o cumprimento de sentença se referir exclusivamente
a pagamento de valor, cuja competência será da Procuradoria de Cumprimento
de Sentença, conforme art. 13 do Anexo II, caso em que, após a elaboração da
Orientação para Cumprimento de Decisão Judicial, nos termos do Anexo VIII
deste Regimento, deverá encaminhar o feito àquela especializada, aplicando-se
tal dispositivo, no que couber, aos casos de execução provisória; ” (NR)
“Art. 8º ....................................................................................................
I - atuar nos processos administrativos e judiciais de interesse da Secretaria de
Estado de Educação até o trânsito em julgado das decisões, inclusive na fase de
cumprimento da sentença, exceto quando o cumprimento de sentença se referir
exclusivamente a pagamento de valor, cuja competência será da Procuradoria
de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13 do Anexo II, caso em que, após
a elaboração da Orientação para Cumprimento de Decisão Judicial, nos termos
do Anexo VIII deste Regimento, deverá encaminhar o feito àquela especializada,
aplicando-se tal dispositivo, no que couber, aos casos de execução provisória; ”
(NR)
“Art. 11. ...................................................................................................
[...]
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VI - atuar nos processos administrativos e judiciais envolvendo a prestação pelo
Estado de Mato Grosso do Sul de medidas afetas à assistência social, em ações
com pedido de tutela de obrigação de fazer, até seu termo final, inclusive na
fase de cumprimento da sentença, exceto quando o cumprimento de sentença
se referir exclusivamente a pagamento de valor, cuja competência será da
Procuradoria de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13 do Anexo II, caso
em que, após a elaboração da Orientação para Cumprimento de Decisão Judicial,
nos termos do Anexo VIII deste Regimento, deverá encaminhar o feito àquela
especializada, aplicando-se tal dispositivo, no que couber, aos casos de
execução provisória; ” (NR)
“Art. 14. ...................................................................................................
[...]
IV - atuar em juízo nas causas envolvendo os processos licitatórios, as
contratações diretas e os contratos deles decorrentes de que tratam os incisos I,
VI, VII, VIII e IX deste artigo, até o trânsito em julgado das decisões, inclusive
na fase de cumprimento da sentença, exceto quando o cumprimento de
sentença se referir exclusivamente a pagamento de valor, cuja competência será
da Procuradoria de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13 do Anexo II,
caso em que, após a elaboração da Orientação para Cumprimento de Decisão
Judicial, nos termos do Anexo VIII deste Regimento, deverá encaminhar o feito
àquela especializada, aplicando-se tal dispositivo, no que couber, aos casos de
execução provisória; ” (NR)
“Art. 20. ...................................................................................................
I - atuar nos processos administrativos e judiciais de interesse da AGEHAB, até
seu termo final, inclusive na fase de cumprimento da sentença, exceto quando o
cumprimento de sentença se referir exclusivamente a pagamento de valor, cuja
competência será da Procuradoria de Cumprimento de Sentença, conforme art.
13 do Anexo II, caso em que, após a elaboração da Orientação para
Cumprimento de Decisão Judicial, nos termos do Anexo VIII deste Regimento,
deverá encaminhar o feito àquela especializada, aplicando-se tal dispositivo, no
que couber, aos casos de execução provisória; ” (NR)
“Art. 21. ...................................................................................................
I - atuar nos processos administrativos e judiciais de interesse do DETRAN
envolvendo a Política Nacional de Trânsito e o Programa Nacional de Trânsito, a
legislação aplicável e o que dispõe o Código de Trânsito Brasileiro (CTB),
notadamente processos cujo objeto contenha a discussão de infrações de
trânsitos, multas, pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), suspensão
e cassação da CNH, licenciamento do veículo e outras matérias correlatas,
débitos de Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), com
exceção das execuções fiscais e outros incidentes a elas relacionados, até seu
termo final, inclusive na fase de cumprimento da sentença;
I–A. Na hipótese de o cumprimento de sentença se referir exclusivamente a
pagamento de valor, não se aplica o disposto no inciso I deste artigo,
competindo à Procuradoria de Cumprimento de Sentença, conforme art. 13
deste Anexo, caso em que, após a elaboração da Orientação para Cumprimento
de Decisão Judicial, nos termos do Anexo VIII deste Regimento, deverá o feito
ser encaminhado àquela especializada, aplicando-se tal dispositivo, no que
couber, aos casos de execução provisória;” (NR)
Art. 6º Acrescentar à Resolução PGE/MS/Nº 194, de 23 de abril de 2010, o Anexo
VI-B:
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“ANEXO VI-B
ATRIBUIÇÕES DA UNIDADE DE PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS
Art.1º À Unidade de Proteção de Dados Pessoais - UPD compete:
I - coordenar e supervisionar a implementação e a verificação da conformidade
dos processos internos com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais– LGPD;
II - orientar os servidores e os colaboradores da Procuradoria-Geral do Estado
sobre as práticas a serem adotadas em relação à proteção de dados pessoais;
III – colaborar na criação, no mapeamento e no gerenciamento dos relatórios
que detalham os locais de coleta, armazenamento, processamento,
compartilhamento, períodos de conservação e a eliminação dos dados pessoais
dos titulares, e das medidas de segurança adotadas;
IV – coletar as informações que identifiquem eventual atividade de tratamento
de dados e entendimento de todo o ciclo de vida dos dados pessoais, instruindo
o controlador para que as atividades de tratamento estejam em conformidade
com os princípios e normas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais–LGPD;
V - comunicar e mediar com o controlador e operadores nos assuntos
pertinentes à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD e propor
políticas de boas práticas para garantir o controle e a proteção de dados
pessoais;
VI - desenvolver programas de conscientização e capacitação referente à Lei
Geral de Proteção de Dados Pessoais - LGPD, dirigidos aos servidores da
Procuradoria-Geral do Estado;
VII – receber reclamações e comunicações dos:
a) titulares de dados;
b) Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD;
c) servidores e colaboradores da Procuradoria-Geral do Estado.
VIII - prestar esclarecimentos e adotar providências frente às reclamações e
comunicações recebidas;
IX - analisar sugestões formuladas pela Autoridade Nacional de Proteção de
Dados sobre adoção de padrões e de boas práticas para o tratamento de dados
pessoais na Procuradoria-Geral do Estado e orientar o controlador a respeito;
X– providenciar a publicação de relatórios de impacto à proteção de dados
pessoais, quando solicitados pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados
Pessoais;
XI - adotar providências, quando do recebimento de informe da Autoridade
Nacional de Proteção de Dados, visando cessar violação à referida Lei, em
decorrência do tratamento de dados pessoais realizado pela Procuradoria-Geral
do Estado, fixando prazo para atendimento à solicitação ou apresentação de
justificativas pertinentes;
XII – submeter, por ato do encarregado de proteção de dados, ao Comitê de
Proteção de Dados Pessoais – CPDP da Procuradoria-Geral do Estado demandas
que necessitem de sua análise e deliberação;
XIII – implementar na Procuradoria-Geral do Estado as orientações pertinentes
à aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados expedidas pelo Comitê para
implementação de Diretrizes e Plano de Adequação sobre LGPD - CEDPLA e
pela Unidade Central de Proteção de Dados do Estado de Mato Grosso do Sul -
SEGOV; e
XIV – executar demais atribuições determinadas pelo controlador ou
estabelecidas em normas complementares. “ (NR)
Art. 7º Alterar o Anexo XIV da Resolução PGE/MS/Nº 194, de 23 de abril de 2010,
que passa a vigorar com a seguinte redação e acréscimos:
[...]
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“Art. 4º Nos casos de cessão de crédito líquido e certo devidamente inscrito em
precatório contra o Estado de Mato Grosso do Sul ou contra sua Administração
Pública Indireta com personalidade jurídica de direito público, a comprovação da
cessão deverá se dar por meio de instrumento público, para fins de
compensação.
Parágrafo único. Para a finalidade descrita no caput, deverão ser observadas as
disposições do Código Civil relativas à cessão de crédito e notificada a
autoridade superior do órgão responsável pelo crédito, após devidamente
informada e homologada pelo juízo do cumprimento de sentença e pelo
respectivo Tribunal requisitante do precatório.” (NR)
“Art. 5º Recebido o pedido de compensação, o Procurador-Geral do Estado
encaminhará o pedido à Procuradoria de Precatório para verificação da
existência do crédito, a regularidade de eventual cessão e sua homologação.”
(NR)
“Art. 6º Após a certificação da existência do crédito, a Procuradoria de Precatório
encaminhará o feito para a Procuradoria de Assuntos Tributários - PAT analisar e
informar quanto à existência ou eventual desistência ou renúncia de qualquer
lide administrativa ou judicial pertinente ao crédito.” (NR)
“Art. 7º Após análise e manifestação da Procuradoria de Assuntos Tributários-
PAT, os autos serão encaminhados ao Chefe da Procuradoria de Controle de
Dívida Ativa - PCDA para decidir sobre a compensação.
Parágrafo único. No caso de instrução inadequada do pedido de compensação ou
dúvidas sobre qualquer aspecto do pedido, poderá ser concedido ao requerente
o prazo de 15 (quinze) dias para suprir ou juntar novos documentos, sob pena
de indeferimento da compensação, independentemente de nova intimação.”(NR)
“Art. 8º Autorizada a compensação, a Procuradoria de Controle da Dívida Ativa-
PCDA promoverá a lavratura e assinatura do termo de compensação.”(NR)
[...]
“Art. 9º Efetivada a baixa do crédito inscrito em dívida ativa objeto da
compensação, os autos deverão ser remetidos à Procuradoria de Assuntos
Tributários - PAT para as providências atinentes à extinção da execução fiscal e
eventuais feitos relacionados ao crédito compensado.” (NR)
“Art. 10. Requerida a extinção do feito executivo e certificada a providência nos
autos administrativos, a Procuradoria de Precatório deverá ser informada para
que tome as providências necessárias junto ao juízo do cumprimento de
sentença e respectivo Tribunal requisitante do precatório.” (NR)
“Art. 11. Fica delegada ao Chefe da Procuradoria de Controle da Dívida Ativa-
PCDA a competência para autorizar a compensação com crédito inscrito em
Dívida Ativa, atendidas as condições previstas na Lei.” (NR)
Art. 8º Alterar o Anexo XV da Resolução PGE/MS/Nº 194, de 23 de abril de 2010,
que passa a vigorar com a seguinte redação e acréscimos:
“Art. 1º ....................................................................................................
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I - créditos de pequeno valor, cujo valor total da execução não exceda o limite
de 515 (quinhentas e quinze UFERMS), fixado na Lei (estadual) nº 2.586, de 23
de dezembro de 2002, na data de sua requisição;
II - créditos de precatório, cujo valor exceda o indicado no inciso anterior, na
data de sua requisição, possuindo natureza alimentar ou comum conforme
definido na requisição de pagamento.” (NR)
“Art. 2º Cabe à Procuradoria de Precatório com relação às requisições de
pagamento de Precatórios e de Pequeno Valor da Administração Pública Direta:
I - instaurar anualmente processo administrativo de requisição de pagamento;
[...]
III - registrar os créditos de precatório e as requisições de obrigação de pequeno
valor, identificando o número do processo, credor, juízo e subconta, e outros
dados necessários ao pagamento;
IV - requisitar à Procuradoria Especializada ou à Coordenadoria Jurídica
responsável pelo processo originário a documentação necessária à instrução do
feito administrativo, quando for o caso;
[...]
VI – elaborar planilhas para pagamento das requisições de pagamento de
pequeno valor e encaminhar para a Coordenadoria da PGE - COPGE para que
seja cadastrada e liquidada a despesa com os registros financeiros e contábeis
pertinentes;
VII – Encaminhar para a Diretoria de Execução Orçamentária, Financeira e
Contábil –DEOFI da COPGE a relação de precatórios e plano de pagamento para
sua inclusão no orçamento, pagamento, e registros financeiros e contábeis
pertinentes;
VIII – elaborar e acompanhar o plano de pagamento anual de precatório da
Administração Direta.” (NR)
“Art. 2º-A Cabe à Procuradoria de Precatório com relação às requisições de
pagamento de Precatórios e de Pequeno Valor da Administração Pública
Indireta:
I – encaminhar as requisições de pagamento de pequeno valor recebidas
eletronicamente pela PGE nos autos judiciais para que o Setor Financeiro da
Administração Indireta competente efetue e comprove o pagamento;
II – elaborar e acompanhar o plano de pagamento anual de precatório da
Administração Indireta, com colaboração da respectiva Coordenadoria Jurídica;
III - requisitar à Procuradoria Especializada ou à Coordenadoria Jurídica
responsável pelo processo originário a documentação necessária à instrução do
feito, quando for o caso;
IV - impugnar as requisições quando necessário.” (NR)
“Art. 3º As Procuradorias Especializadas e Coordenadorias Jurídicas deverão
encaminhar à Procuradoria de Precatório, no prazo máximo de 10 (dez) dias, a
documentação solicitada para instrução de requisição de pagamento.” (NR)
“Art. 4º Efetuado o pagamento da requisição, a Procuradoria de Precatório
providenciará a comunicação ao juízo competente ou ao Tribunal respectivo.
Parágrafo único. A Administração Indireta deverá informar a Procuradoria de
Precatório o pagamento efetuado e encaminhar o respectivo comprovante para
que seja comprovado nos autos judiciais e providenciada a respectiva extinção.”
(NR)
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“Art. 5º As Procuradorias Especializadas e as Coordenadorias Jurídicas da PGE
na Administração Pública Indireta devem informar à Procuradoria de Precatório
as requisições de pagamento por elas recebidas diretamente do Poder Judiciário
por mandado ou carta com aviso de recebimento (AR).
Parágrafo único. As unidades mencionadas no caput deste artigo, após
manifestarem concordância com o pré-cadastro das requisições de pagamento,
devem solicitar no sistema PGENET o encaminhamento do feito para a
Procuradoria de Precatório fazer o acompanhamento e tomar as providências
para o pagamento.” (NR)
“Art. 6º Compete à Procuradoria de Precatório o gerenciamento do Sistema
Único de Controle de Precatórios, instituído pelo Decreto Estadual nº 12.941, de
08 de março de 2010, para verificação de pagamento de precatórios da
Administração Pública Direta e Indireta, bem como conferência da ordem em
que é realizado, além das seguintes atribuições:
[...]
III - requisitar aos órgãos da Administração Pública Indireta informações do
processo originário, a documentação necessária à verificação do crédito, e
outras informações que julgar conveniente, quando for o caso;
[...]
Parágrafo Único. Efetuado o pagamento, a Procuradoria Precatório informará o
fato à Entidade de Direito Público respectiva para que adote as providências
concernentes ao registro financeiro e contábil do débito pago. ” (NR)
Art. 9º Revogar:
I – do Anexo II da Resolução PGE/MS/N.º 194, de 23 de abril de 2010:
a) os incisos III a VIII do art. 13;
b) os incisos I a V do §2º do art. 14.
II - do Anexo XIV da Resolução PGE/MS/N.º 194, de 23 de abril de 2010:
a) o parágrafo único do art. 5º;
b) o art. 12.
Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data da publicação.
Campo Grande/MS, 2 de maio de 2024.
Original assinado
Ana Carolina Ali Garcia
Procuradora-Geral do Estado
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