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Integral

O documento aborda conceitos fundamentais de cálculo, incluindo derivadas e integrais, destacando a importância da integral para determinar áreas e funções associadas a receitas e custos. Ele revisa regras de derivação, apresenta exemplos práticos e discute a interpretação geométrica da integral, além de técnicas de integração. O texto também inclui exercícios para aplicar as técnicas de primitivação.

Enviado por

Kevyn Gabriel
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Integral

O documento aborda conceitos fundamentais de cálculo, incluindo derivadas e integrais, destacando a importância da integral para determinar áreas e funções associadas a receitas e custos. Ele revisa regras de derivação, apresenta exemplos práticos e discute a interpretação geométrica da integral, além de técnicas de integração. O texto também inclui exercícios para aplicar as técnicas de primitivação.

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Derivadas e Integrais

Conceito de integral: para que?


• Conhecendo a forma de variar da receita total,
é possível determinar a função receita?
• Dispondo da função custo marginal, é possível
obter a função custo total?
– Responder essas questões nos levará ao estudo de
integral.
3
Conceito de integral: para que?
• Associa-se a cálculo de áreas
Regras de derivação – Revisando...
1. Se f(x) = c, c constante, então f’(x) = 0.
Exemplo: f ( x)  5  f ' ( x)  0

2. Se f(x) = xn, n um número natural, então f ' ( x )  n  x(n1)


Exemplos: a) f ( x)  x5  f ' ( x )  5x 4
b) f ( x )  x  f ' ( x)  1x(11)  x0  1

3. Sejam f e g funções deriváveis no intervalo I então:


3.1 A função f ± g é derivável no intervalo I e f  g( x)  f ( x)  g( x)
Exemplos: 5
a)f ( x)  x  x  7  f ( x)  x    x  7
5 

f ' ( x )  5x 4  1  0  f ( x)  5x 4  1
4. Derivadas da função exponencial.

f ( x)  e x  f ( x)  e x ln( e)  ex
6. A função f.g é derivável no intervalo I e

f  g( x)  f ( x)  g( x)  f ( x)  g( x)
Exemplos:

x 5
a)f ( x)  3  x  f ' ( x)  3   x
x  5 x
3  x  
5 

f ' ( x)  3x  ln( 3)  x5  3x  5x 4

b) f ( x)  ( x  3)( x 2  5)  f ( x)  1 ( x 2  5)  ( x  3)2 x 

   
 f ( x)  x 2  5  2 x 2  6 x  3x 2  6 x  5
7. A função f/g é derivável no intervalo I e

 
f / g ( x )  f ( x )  g( x )  f (2x )  g ( x )
g( x )
Exemplos:

a)f ( x ) 
3 x
 f ( x ) 
3   x  3  x 
x 5 x 5

3 x ln( 3)  x 5  3 x  5 x 4
x 5
x 
52 x10

b)f ( x )  x 5 
1
 f ( x ) 

1  x  1 x
5 5
  
0  1 5 x 4
x 5
x 
52 x10
 5x 4
f ( x )   5  x ( 410 )  5x 6
x10
8. Derivadas das funções trigonométricas.
a) f ( x )  sen( x )  f ( x )  cos( x )

b)f ( x)  cos( x)  f ( x)  sen( x)


c )f ( x)  tg( x)  f ( x)  sec 2 ( x)

Exemplos:

a)f ( x)  x 2sen( x)  f ( x)  2x  sen( x)  x 2  cos( x)


b)f ( x)  2x / cos( x)
2x ln( 2) cos(x )  2x  ( sen( x )) 2x ln( 2) cos(x )  2x  sen( x )
f ( x )  2

cos ( x ) cos2 ( x )
Começando...
E a medida da área do trapézio...

Como se calcula?
Antes...
• Qual a medida da área do retângulo?
• Qual a medida da área do triângulo?
Veja o trapézio abaixo.
Veja o trapézio abaixo.
Veja o trapézio abaixo.
Veja o trapézio abaixo.
Veja o trapézio abaixo.
Base menor

O triângulo amarelo
altura

será girado de 180º


no sentido horário

Base maior
Veja o trapézio abaixo.
Base menor

altura

Base maior
Veja o trapézio abaixo.

altura

Base maior
Veja o trapézio abaixo.

altura

Base maior
Veja o trapézio abaixo.

Base menor

altura

Base maior
Veja o trapézio abaixo.

altura

Base maior
Veja o trapézio abaixo.

altura

Base maior
Veja o trapézio abaixo.

altura

Base menor

Base maior
Veja o trapézio abaixo.

altura

Base menor

Base maior
Veja o trapézio abaixo.

altura

Base menor
Base maior
Olhe! Temos dois triângulos!!!!

altura

S1 S2

Base maior Base menor

S1 = Área triângulo com base maior


S2 = Área triângulo com base menor
Área do trapézio = S1 + S2
Área do trapézio = (base maior x altura) + (base menor x altura)
2 2

altura

Base maior Base menor

Área do trapézio = (base maior + base menor) x altura


2
Área do trapézio = (base maior x altura) + (base menor x altura)
2 2

altura
Base maior Base menor

Área do trapézio = (base maior + base menor) x altura


2
Qual a medida da região R?
y  x2

2
Área?

y4

2
Área?

y=f(x)
y

a b
x
(c1,f(c1))
y

a b
x

Área R= f(c1)(b-a)
Pi = (ci,f(ci))

P5=(c5,f(c5))
P3 P4
y
P6
P2

P1

a b
Dx5 x
P4=(c4,f(c4)) P8 P9
y
P11 P12

P1

a b
Dxi x
(ci,f(ci))

y
(cn,f(cn))

(c1,f(c1))

a b
Dxi x
(ci,f(ci))

y
(cn,f(cn))

(c1,f(c1))

a b
Dxi x
Teorema:
Se f(x) é contínua e não negativa em [a, b], então a
integral definida representa a área da região sob a
curva e acima do eixo x entre as linhas verticais x = a e x =
b.

a b
Interpretação Geométrica da Integral

b
S 
a
f ( x)dx
Notação para a Integral Definida
limite superior de integração

Simbolo de

f  x  dx
b

Integração
(integral)
a
integrando
Variável de integração
Limite inferior de integração (diferencial)
Quando as funções são não-negativos, as somas
de Riemann representam as áreas sob as curvas,
acima do eixo x, sobre algum intervalo [a, b].

Quando as funções são negativos, no entanto, as


somas de Riemann representam o negativo (ou
oposto) os valores das referidas zonas. Em outras
palavras, as somas de Riemann NÃO tem sentido
e pode assumir valores negativos.
Para resumir esse pensamento ...
f
b

a
f ( x)dx  A
A
a b

b
A1
f
A3
a
f ( x)dx  A1  A3  A2
= área superior - área abaixo
a b

A2
43
Área?

y4

2
Função f Função Primitiva
F ( x)  4 x
f ( x)  4 x2
F ( x) 
f ( x)  x 2
F ( x )  ln x
1
f ( x)  x4
x F ( x) 
4
f ( x)  x 3 F ( x)  e x
f ( x)  e x F ( x) 
x2
 2x
2
f ( x)  x  2 e2 x
F ( x) 
f ( x)  e 2 x 2
F ( x )  senx
f ( x )  cos x
Definição
• Dada uma função f : [a, b]  IR, diremos que uma
funçãoF : [a, b]  IR é uma primitiva de f se

F ' ( x)  f ( x), x [a, b]


• Outra primitiva de f.................
)dx

-5/2
Integral Indefinida

??????????
Demonstração, pouco rigorosa, do TFC
• Dada a expressão:
x0

a
f (t )dt F ( x0 )

• Temos que mostrar que


F ' ( x0 )  f x0 
• ...
• Temos que:
x0  x x0  x
F x0  x    f t dt   f (t )dt  
x0
f (t )dt
a a x0

• Então:
x0  x
F x0  x   F x0    f t dt
x0

• ...
• Esta última integral é a área sob a curva do
gráfico de f t  entre e t  x0
t  x0  x. Parax muito pequeno, temos

x0  x
 f t dt  área  f x0 x.
x0

t
• Então

 dF x   F x0  x   F x0 
F'    lim  f x0 
 dx  x  x0 x0 x

• Como queríamos demonstrar.


Técnicas de Integração (Primitivação)
OBJETIVO: Apresentar técnicas para determinar a função F(x) –
conhecida como primitiva – tal que F’(x) = f(x) ou:

 f(x) dx  F(x)
As principais técnicas de primitivação, conforme visto no curso
FUNÇÕES DE UMA VARIÁVEL (BC 0201) são:

– INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO DE VARIÁVEL

– INTEGRAÇÃO POR PARTES


– INTEGRAÇÃO POR DECOMPOSIÇÃO EM FRAÇÕES
PARCIAIS
– INTEGRAÇÃO UTILIZANDO SUBSTITUIÇÕES (POR MEIO
DE IDENTIDADES) TRIGONOMÉTRICAS

Seguem algum exercícios onde estas técnicas são aplicadas.


EXERCÍCIO 01

 
2 50
Calcular (x 1) 2x dx

Solução
INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO
du
Seja u = x2 +1  2x
dx
Logo: 2x dx = du

Assim, a integral dada pode ser escrita como:

 du
50
(u)

u 51 (x 2  1)51
 (u) du  51  C  51  C
50
EXERCÍCIO 02

Calcular  sen(x  9) dx
Solução

INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO


du
Seja u = x + 9 1
dx
Logo: dx = du

Assim, a integral dada pode ser escrita como:

 sen(u) du

 sen(u) du  cos(u)  C  cos(x  9)  C


EXERCÍCIO 03

 (x) cos(x)dx
2
Calcular sen

Solução

INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO


du
Seja u = sen(x)  cos(x)
dx
Logo: cos(x) dx = du

Assim, a integral dada pode ser escrita como:

 du
2
u

u3 sen3 (x)
 u du  3  C  3  C
2
EXERCÍCIO 06

 xe
x
Calcular dx

Solução
INTEGRAÇÃO POR PARTES
A integral dada deve ser escrita na forma  u dv .
Seja, portanto:
ux dv  e x dx Então:
du  dx


x
x e dx       
x x x
dv e dx v e dx e

Deste modo:

           C
x x x x x
xe dx u dv uv v du xe e dx xe e
a constante C pode ser
incluída apenas no final.
EXERCÍCIO 07

 e dx
2 x
Calcular x

Solução
INTEGRAÇÃO POR PARTES
Seja:
u  x2 dv  e  x dx
Assim:
du  2x dx

  dx  v   e  x dx  e  x
x
dv  e

Portanto:

   
2 x 2 x x
x e dx  u dv  uv  v du   x e  (  e ) 2xdx
ou:

 
2 x 2 x x
x e dx   x e  2 x e dx (1)

A última integral é semelhante à original, com a exceção de


que x2 foi substituído por x.

Outra integração por partes aplicada a


x
x e dx
completará o problema.

Seja:

ux dv  e  x dx
Assim:

du  dx

  dx  v   e  x dx  e  x
x
dv  e

Portanto:

   
x x x
x e dx  u dv  uv  v du   x e  (  e ) dx

ou:

 
x x x x x
x e dx   x e  e dx   x e  e  C1 (2)

Substituindo (2) em (1) resulta:


 
2 x 2 x x
x e dx   x e  2 x e dx


  x 2 e  x  2  x e  x  e  x  C1 
  x 2 e  x  2 x e  x  2e  x  2C1

Portanto:


2 x x
x e dx   ( x 2
 2 x  2) e C
EXERCÍCIO 08
3x 4  4x3  16x2  20x  9
Determinar
 (x  2)(x  3)
2 2
dx

Solução
INTEGRAÇÃO UTILIZANDO DECOMPOSIÇÃO EM
FRAÇÕES PARCIAIS: Frações próprias

O integrando é uma fração própria, uma vez que o numerador


possui grau 4 e o denominador possui grau 5.

Pela regra do fator linear, o fator (x + 2) no denominador introduz


o termo:
A
x2
Pela regra do fator (quadrático) repetido, o fator (x2 + 2)2
presente no denominador introduz os termos:
Bx  C Dx  E
 2
x  3 (x  3)2
2

Assim, a decomposição em frações parciais do integrando é:

3x 4  4x3  16x2  20x  9 A Bx  C Dx  E


  
(x  2)(x2  3)2 x  2 x 2  3 (x 2  3)2

Multiplicar os dois lados da equação por (x + 2)(x2 + 3)2

3x 4  4x 3  16x2  20x  9 2 A
(x  2)(x  3)
2 2
 (x  2)(x 2
 3) 
(x  2)(x  3)
2 2
x2
Bx  C Dx  E
(x  2)(x2  3)2 2  (x  2)(x2  3)2 2
x 3 (x  3)2
que resulta:

3x 4  4x3  16x2  20x  9  (x 2  3)2 A  (x  2)(x2  3)(Bx  C) 


(x  2)(Dx  E)

Expandindo o lado direito e reagrupando termos semelhantes


resulta:

3x 4  4x 3  16x2  20x  9  (A  B) x 4  (2B  C) x 3 


(6A  3B  2C  D) x 2 
(6B  3C  2D  E) x 
(6C  9A  2E)

Equacionando os coeficientes correspondentes de cada lado,


obtém-se um sistema de cinco equações algébricas lineares em 5
incógnitas:
 A B3
 2B  C  4

 6A  3B  2C  D  16
 6B  3C  2D  E  20

 9A  6C  2E  9

A solução deste sistema resulta:

A 1 B2 C0 D4 E0

Portanto:

3x 4  4x3  16x2  20x  9 1 2x 4x


  2  2
(x  2)(x  3)
2 2
x  2 x  3 (x  3)2
Logo:

3x 4  4x3  16x2  20x  9


   
1 2x 4x
dx  dx  dx  dx
(x  2)(x  3)
2 2
x2 x 3
2
(x  3)
2 2

  
1 2x x
 dx  dx  4 dx
x2 x 3
2
(x  3)
2 2

u  x2
du
1  du  dx
dx

 
1 1
dx  du  ln u  C  ln x  2  C
x2 u

u  x2  3
du
 2x  du  2x dx
dx

 
2x 1
dx  du  ln u  C  ln x 2  3  C
x 3
2
u
  
1 2x x
 dx  dx  4 dx
x2 x2  3 (x 2  3)2

 
x
dx  x (x 2  3)2 dx
(x  3)
2 2

du
u  x2  3  du  2x dx   x dx
2
1  u 21 
 
1 1 1
(x 2  3)2 x dx  u 2 du      C
2 2   2  1 2u 2(x  3)
2

E, finalmente:

3x 4  4x3  16x2  20x  9



2
dx  ln x  2  ln x 2
 3  C
(x  2)(x  3)
2 2
x 3
2
EXERCÍCIOS 09
INTEGRAÇÃO DE POTÊNCIAS QUADRÁTICAS DAS
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS SEN(X) E COS(X)
Sejam as identidades trigonométricas:
1  cos2x 1  cos2x
sen2 x  cos2 x 
2 2
Assim,

1  cos2x 1 1
 x dx   dx   dx   cos2x dx
2
sen
2 2 2  cos2x dx
u  2x
1  x 01  1  sen2x  du du
    2   dx
2  0  1 2  2  dx 2

 
1
cos2x dx  cos u du
2
1
x sen 2x  sen u  C
 x  C
2 2
sen
2 4
Da mesma forma, e utilizando a outra identidade trigonométrica:

x sen 2x
 cos x  2  4  C
2

A integral

2 2
sen x cos x dx

pode ser resolvida fazendo:

 1  cos2x   1  cos2x 
    2   2  dx
2 2
sen x cos x dx


1
1  cos2x 1 1  cos2x dx
2 2


1
4 1  cos2

2x dx

1
4 1  cos2

2x dx

1 1
   
2
1 dx cos 2x dx
4 4

 cos
2
2x dx
du
u  2x   dx
2
1 1  u sen 2u  u sen 2u x sen 4x
 cos   cos2 u du       
2
2x dx
2 2 2 4  4 8 2 8

x 1  x sen4x 
   
4 4 2 8 

x sen4x
  C
8 32
EXERCÍCIO 10

Determinar
 (x  2) sen(x2  4x  6) dx

Solução

INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO

Seja u = x2 + 4x – 6

Então:

du
 2x  4
dx

du  (2x  4) dx  2 (x  2) dx
Mas:

 (x  2) sen(x2  4x  6) dx

du
Logo, seja:  (x  2) dx
2

Assim,

  
du 1
(x  2) sen(x 2  4x  6) dx  sen(u)  sen(u) du
2 2

Sabe-se que:

 sen(u) du  cos(u)  C TABELA


Então:


1
(x  2) sen(x 2  4x  6) dx  (cos(u)  C)
2

Portanto:


1
(x  2) sen(x2  4x  6) dx   cos(x2  4x  6)  C
2
EXERCÍCIO 11


x
Determinar dx
x  x 1
2

Solução
INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO
Seja u = x2 + x + 1
Então:
du
 2x  1 du  (2x  1) dx
dx

Na integral original, fazer:

2x  1  1
  
x 1 2x 1
dx  dx  dx
x  x 1
2 2 x  x 1
2 2 x  x 1
2
Mas:

2x  1  1 2x  1
  
1 1 1 1
dx  dx  dx
2 x  x 1
2 2 x  x 1
2 2 x  x 1
2

1 2
1 INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO

2x  1
 
1 1 1
dx  du ver detalhes na página anterior
2 x  x 1
2 2 u

  1 1   1
1  u 2  1 u 2 
1 1

 
1 1 1
du  u 2 du        u2  u
2 u 2 2   1  1 2  1 
 2   2 

2x  1

1
dx  x 2  x  1  C
2 x2  x 1
2 TABELA


1
du  ln u  a 2  u 2  C
a2  u2

A segunda integral a ser resolvida está (ou pode ser colocada)


na forma acima:

  
1 1 1 1 1 1
dx  dx  du
2 x  x 1
2 2
 1  3
2 2 2 u a
2 2

 x     
 2   2 
onde:
1 3
u x du  dx a
2 2
Portanto:

2
3  1

1 1 1 1
dx  ln x   x   C
2 x2  x 1 2 2 4  2

Então, finalmente:

2
3  1

x 1 1
dx  x 2  x  1  ln x   x   C
x2  x 1 2 2 4  2
EXERCÍCIO 12
9x 3  3x  1
Determinar
 x x
3 2
dx

Solução

INTEGRAÇÃO UTILIZANDO DECOMPOSIÇÃO EM


FRAÇÕES PARCIAIS: Frações impróprias
O primeiro passo é realizar uma divisão no integrando e fazer
aparecer frações próprias.

9x 3  0 x 2  3x  1 x3  x2
9x 3  9x 2 9
9x 2  3x  1

9x 3  3x  1 9x 2  3x  1 fração própria
9
x x
3 2
x3  x 2
9x 3  3x  1 9x 2  3x  1
 x x
3 2
dx 
 9
x x
3 2
dx

9x 2  3x  1

 9 dx   x x
3 2
dx

9x 2  3x  1

 9 dx   x (x  1)
2
dx

DECOMPOSIÇÃO EM FRAÇÕES PARCIAIS

9x 2  3x  1 A B C
  
x 2 (x  1) x x 2 (x  1)
9x 2  3x  1 A B C
x (x  1) 2
2
 x 2 (x  1)  x 2 (x  1) 2  x 2 (x  1)
x (x  1) x x (x  1)

9x 2  3x  1  (A  C) x 2  (A  B) x  B
 AC9

  A  B  3 A=2 B=–1 C=7
  B 1

9x 2  3x  1

 9 dx   x (x  1)
2
dx

2 1 7 

 9 dx 
   2 
x x
 dx
(x  1) 

   
2 1 7
 9 dx  dx  dx  dx
x x 2
(x  1)

1
 9 x  2 ln x   7 ln x  1  C
x
EXERCÍCIO 13


1
Determinar dx
x  x  2x
3 2

Solução

INTEGRAÇÃO UTILIZANDO DECOMPOSIÇÃO EM


FRAÇÕES PARCIAIS: Fatores lineares não repetidos
1 1 1
 
x 3  x 2  2x x (x 2  x  2) x (x  1)(x  2)

1 A B C
  
x (x  1)(x  2) x (x  1) (x  2)

Multiplicando os dois lados da igualdade por x ( x–1 )( x+2 ) e


rearranjando resulta:

1  (A  B  C) x 2  (A  2B  C) x  2A
Portanto:

 A  BC  0
 A
1
B
1
C
1
 A  2B  C  0 2 3 6
  2A  1

E, finalmente:
1 1 1 1
  
x (x  1)(x  2) 2x 3(x  1) 6(x  2)

Logo:

   
1 1 1 1 1 1 1
dx   dx  dx  dx
x 3  x 2  2x 2 x 3 x 1 6 x2


1 1 1 1
dx   ln x  ln x  1  ln x  2  C
x  x  2x
3 2
2 3 6

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