Derivadas e Integrais
Conceito de integral: para que?
• Conhecendo a forma de variar da receita total,
é possível determinar a função receita?
• Dispondo da função custo marginal, é possível
obter a função custo total?
– Responder essas questões nos levará ao estudo de
integral.
3
Conceito de integral: para que?
• Associa-se a cálculo de áreas
Regras de derivação – Revisando...
1. Se f(x) = c, c constante, então f’(x) = 0.
Exemplo: f ( x) 5 f ' ( x) 0
2. Se f(x) = xn, n um número natural, então f ' ( x ) n x(n1)
Exemplos: a) f ( x) x5 f ' ( x ) 5x 4
b) f ( x ) x f ' ( x) 1x(11) x0 1
3. Sejam f e g funções deriváveis no intervalo I então:
3.1 A função f ± g é derivável no intervalo I e f g( x) f ( x) g( x)
Exemplos: 5
a)f ( x) x x 7 f ( x) x x 7
5
f ' ( x ) 5x 4 1 0 f ( x) 5x 4 1
4. Derivadas da função exponencial.
f ( x) e x f ( x) e x ln( e) ex
6. A função f.g é derivável no intervalo I e
f g( x) f ( x) g( x) f ( x) g( x)
Exemplos:
x 5
a)f ( x) 3 x f ' ( x) 3 x
x 5 x
3 x
5
f ' ( x) 3x ln( 3) x5 3x 5x 4
b) f ( x) ( x 3)( x 2 5) f ( x) 1 ( x 2 5) ( x 3)2 x
f ( x) x 2 5 2 x 2 6 x 3x 2 6 x 5
7. A função f/g é derivável no intervalo I e
f / g ( x ) f ( x ) g( x ) f (2x ) g ( x )
g( x )
Exemplos:
a)f ( x )
3 x
f ( x )
3 x 3 x
x 5 x 5
3 x ln( 3) x 5 3 x 5 x 4
x 5
x
52 x10
b)f ( x ) x 5
1
f ( x )
1 x 1 x
5 5
0 1 5 x 4
x 5
x
52 x10
5x 4
f ( x ) 5 x ( 410 ) 5x 6
x10
8. Derivadas das funções trigonométricas.
a) f ( x ) sen( x ) f ( x ) cos( x )
b)f ( x) cos( x) f ( x) sen( x)
c )f ( x) tg( x) f ( x) sec 2 ( x)
Exemplos:
a)f ( x) x 2sen( x) f ( x) 2x sen( x) x 2 cos( x)
b)f ( x) 2x / cos( x)
2x ln( 2) cos(x ) 2x ( sen( x )) 2x ln( 2) cos(x ) 2x sen( x )
f ( x ) 2
cos ( x ) cos2 ( x )
Começando...
E a medida da área do trapézio...
Como se calcula?
Antes...
• Qual a medida da área do retângulo?
• Qual a medida da área do triângulo?
Veja o trapézio abaixo.
Veja o trapézio abaixo.
Veja o trapézio abaixo.
Veja o trapézio abaixo.
Veja o trapézio abaixo.
Base menor
O triângulo amarelo
altura
será girado de 180º
no sentido horário
Base maior
Veja o trapézio abaixo.
Base menor
altura
Base maior
Veja o trapézio abaixo.
altura
Base maior
Veja o trapézio abaixo.
altura
Base maior
Veja o trapézio abaixo.
Base menor
altura
Base maior
Veja o trapézio abaixo.
altura
Base maior
Veja o trapézio abaixo.
altura
Base maior
Veja o trapézio abaixo.
altura
Base menor
Base maior
Veja o trapézio abaixo.
altura
Base menor
Base maior
Veja o trapézio abaixo.
altura
Base menor
Base maior
Olhe! Temos dois triângulos!!!!
altura
S1 S2
Base maior Base menor
S1 = Área triângulo com base maior
S2 = Área triângulo com base menor
Área do trapézio = S1 + S2
Área do trapézio = (base maior x altura) + (base menor x altura)
2 2
altura
Base maior Base menor
Área do trapézio = (base maior + base menor) x altura
2
Área do trapézio = (base maior x altura) + (base menor x altura)
2 2
altura
Base maior Base menor
Área do trapézio = (base maior + base menor) x altura
2
Qual a medida da região R?
y x2
2
Área?
y4
2
Área?
y=f(x)
y
a b
x
(c1,f(c1))
y
a b
x
Área R= f(c1)(b-a)
Pi = (ci,f(ci))
P5=(c5,f(c5))
P3 P4
y
P6
P2
P1
a b
Dx5 x
P4=(c4,f(c4)) P8 P9
y
P11 P12
P1
a b
Dxi x
(ci,f(ci))
y
(cn,f(cn))
(c1,f(c1))
a b
Dxi x
(ci,f(ci))
y
(cn,f(cn))
(c1,f(c1))
a b
Dxi x
Teorema:
Se f(x) é contínua e não negativa em [a, b], então a
integral definida representa a área da região sob a
curva e acima do eixo x entre as linhas verticais x = a e x =
b.
a b
Interpretação Geométrica da Integral
b
S
a
f ( x)dx
Notação para a Integral Definida
limite superior de integração
Simbolo de
f x dx
b
Integração
(integral)
a
integrando
Variável de integração
Limite inferior de integração (diferencial)
Quando as funções são não-negativos, as somas
de Riemann representam as áreas sob as curvas,
acima do eixo x, sobre algum intervalo [a, b].
Quando as funções são negativos, no entanto, as
somas de Riemann representam o negativo (ou
oposto) os valores das referidas zonas. Em outras
palavras, as somas de Riemann NÃO tem sentido
e pode assumir valores negativos.
Para resumir esse pensamento ...
f
b
a
f ( x)dx A
A
a b
b
A1
f
A3
a
f ( x)dx A1 A3 A2
= área superior - área abaixo
a b
A2
43
Área?
y4
2
Função f Função Primitiva
F ( x) 4 x
f ( x) 4 x2
F ( x)
f ( x) x 2
F ( x ) ln x
1
f ( x) x4
x F ( x)
4
f ( x) x 3 F ( x) e x
f ( x) e x F ( x)
x2
2x
2
f ( x) x 2 e2 x
F ( x)
f ( x) e 2 x 2
F ( x ) senx
f ( x ) cos x
Definição
• Dada uma função f : [a, b] IR, diremos que uma
funçãoF : [a, b] IR é uma primitiva de f se
F ' ( x) f ( x), x [a, b]
• Outra primitiva de f.................
)dx
-5/2
Integral Indefinida
??????????
Demonstração, pouco rigorosa, do TFC
• Dada a expressão:
x0
a
f (t )dt F ( x0 )
• Temos que mostrar que
F ' ( x0 ) f x0
• ...
• Temos que:
x0 x x0 x
F x0 x f t dt f (t )dt
x0
f (t )dt
a a x0
• Então:
x0 x
F x0 x F x0 f t dt
x0
• ...
• Esta última integral é a área sob a curva do
gráfico de f t entre e t x0
t x0 x. Parax muito pequeno, temos
x0 x
f t dt área f x0 x.
x0
t
• Então
dF x F x0 x F x0
F' lim f x0
dx x x0 x0 x
• Como queríamos demonstrar.
Técnicas de Integração (Primitivação)
OBJETIVO: Apresentar técnicas para determinar a função F(x) –
conhecida como primitiva – tal que F’(x) = f(x) ou:
f(x) dx F(x)
As principais técnicas de primitivação, conforme visto no curso
FUNÇÕES DE UMA VARIÁVEL (BC 0201) são:
– INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO DE VARIÁVEL
– INTEGRAÇÃO POR PARTES
– INTEGRAÇÃO POR DECOMPOSIÇÃO EM FRAÇÕES
PARCIAIS
– INTEGRAÇÃO UTILIZANDO SUBSTITUIÇÕES (POR MEIO
DE IDENTIDADES) TRIGONOMÉTRICAS
Seguem algum exercícios onde estas técnicas são aplicadas.
EXERCÍCIO 01
2 50
Calcular (x 1) 2x dx
Solução
INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO
du
Seja u = x2 +1 2x
dx
Logo: 2x dx = du
Assim, a integral dada pode ser escrita como:
du
50
(u)
u 51 (x 2 1)51
(u) du 51 C 51 C
50
EXERCÍCIO 02
Calcular sen(x 9) dx
Solução
INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO
du
Seja u = x + 9 1
dx
Logo: dx = du
Assim, a integral dada pode ser escrita como:
sen(u) du
sen(u) du cos(u) C cos(x 9) C
EXERCÍCIO 03
(x) cos(x)dx
2
Calcular sen
Solução
INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO
du
Seja u = sen(x) cos(x)
dx
Logo: cos(x) dx = du
Assim, a integral dada pode ser escrita como:
du
2
u
u3 sen3 (x)
u du 3 C 3 C
2
EXERCÍCIO 06
xe
x
Calcular dx
Solução
INTEGRAÇÃO POR PARTES
A integral dada deve ser escrita na forma u dv .
Seja, portanto:
ux dv e x dx Então:
du dx
x
x e dx
x x x
dv e dx v e dx e
Deste modo:
C
x x x x x
xe dx u dv uv v du xe e dx xe e
a constante C pode ser
incluída apenas no final.
EXERCÍCIO 07
e dx
2 x
Calcular x
Solução
INTEGRAÇÃO POR PARTES
Seja:
u x2 dv e x dx
Assim:
du 2x dx
dx v e x dx e x
x
dv e
Portanto:
2 x 2 x x
x e dx u dv uv v du x e ( e ) 2xdx
ou:
2 x 2 x x
x e dx x e 2 x e dx (1)
A última integral é semelhante à original, com a exceção de
que x2 foi substituído por x.
Outra integração por partes aplicada a
x
x e dx
completará o problema.
Seja:
ux dv e x dx
Assim:
du dx
dx v e x dx e x
x
dv e
Portanto:
x x x
x e dx u dv uv v du x e ( e ) dx
ou:
x x x x x
x e dx x e e dx x e e C1 (2)
Substituindo (2) em (1) resulta:
2 x 2 x x
x e dx x e 2 x e dx
x 2 e x 2 x e x e x C1
x 2 e x 2 x e x 2e x 2C1
Portanto:
2 x x
x e dx ( x 2
2 x 2) e C
EXERCÍCIO 08
3x 4 4x3 16x2 20x 9
Determinar
(x 2)(x 3)
2 2
dx
Solução
INTEGRAÇÃO UTILIZANDO DECOMPOSIÇÃO EM
FRAÇÕES PARCIAIS: Frações próprias
O integrando é uma fração própria, uma vez que o numerador
possui grau 4 e o denominador possui grau 5.
Pela regra do fator linear, o fator (x + 2) no denominador introduz
o termo:
A
x2
Pela regra do fator (quadrático) repetido, o fator (x2 + 2)2
presente no denominador introduz os termos:
Bx C Dx E
2
x 3 (x 3)2
2
Assim, a decomposição em frações parciais do integrando é:
3x 4 4x3 16x2 20x 9 A Bx C Dx E
(x 2)(x2 3)2 x 2 x 2 3 (x 2 3)2
Multiplicar os dois lados da equação por (x + 2)(x2 + 3)2
3x 4 4x 3 16x2 20x 9 2 A
(x 2)(x 3)
2 2
(x 2)(x 2
3)
(x 2)(x 3)
2 2
x2
Bx C Dx E
(x 2)(x2 3)2 2 (x 2)(x2 3)2 2
x 3 (x 3)2
que resulta:
3x 4 4x3 16x2 20x 9 (x 2 3)2 A (x 2)(x2 3)(Bx C)
(x 2)(Dx E)
Expandindo o lado direito e reagrupando termos semelhantes
resulta:
3x 4 4x 3 16x2 20x 9 (A B) x 4 (2B C) x 3
(6A 3B 2C D) x 2
(6B 3C 2D E) x
(6C 9A 2E)
Equacionando os coeficientes correspondentes de cada lado,
obtém-se um sistema de cinco equações algébricas lineares em 5
incógnitas:
A B3
2B C 4
6A 3B 2C D 16
6B 3C 2D E 20
9A 6C 2E 9
A solução deste sistema resulta:
A 1 B2 C0 D4 E0
Portanto:
3x 4 4x3 16x2 20x 9 1 2x 4x
2 2
(x 2)(x 3)
2 2
x 2 x 3 (x 3)2
Logo:
3x 4 4x3 16x2 20x 9
1 2x 4x
dx dx dx dx
(x 2)(x 3)
2 2
x2 x 3
2
(x 3)
2 2
1 2x x
dx dx 4 dx
x2 x 3
2
(x 3)
2 2
u x2
du
1 du dx
dx
1 1
dx du ln u C ln x 2 C
x2 u
u x2 3
du
2x du 2x dx
dx
2x 1
dx du ln u C ln x 2 3 C
x 3
2
u
1 2x x
dx dx 4 dx
x2 x2 3 (x 2 3)2
x
dx x (x 2 3)2 dx
(x 3)
2 2
du
u x2 3 du 2x dx x dx
2
1 u 21
1 1 1
(x 2 3)2 x dx u 2 du C
2 2 2 1 2u 2(x 3)
2
E, finalmente:
3x 4 4x3 16x2 20x 9
2
dx ln x 2 ln x 2
3 C
(x 2)(x 3)
2 2
x 3
2
EXERCÍCIOS 09
INTEGRAÇÃO DE POTÊNCIAS QUADRÁTICAS DAS
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS SEN(X) E COS(X)
Sejam as identidades trigonométricas:
1 cos2x 1 cos2x
sen2 x cos2 x
2 2
Assim,
1 cos2x 1 1
x dx dx dx cos2x dx
2
sen
2 2 2 cos2x dx
u 2x
1 x 01 1 sen2x du du
2 dx
2 0 1 2 2 dx 2
1
cos2x dx cos u du
2
1
x sen 2x sen u C
x C
2 2
sen
2 4
Da mesma forma, e utilizando a outra identidade trigonométrica:
x sen 2x
cos x 2 4 C
2
A integral
2 2
sen x cos x dx
pode ser resolvida fazendo:
1 cos2x 1 cos2x
2 2 dx
2 2
sen x cos x dx
1
1 cos2x 1 1 cos2x dx
2 2
1
4 1 cos2
2x dx
1
4 1 cos2
2x dx
1 1
2
1 dx cos 2x dx
4 4
cos
2
2x dx
du
u 2x dx
2
1 1 u sen 2u u sen 2u x sen 4x
cos cos2 u du
2
2x dx
2 2 2 4 4 8 2 8
x 1 x sen4x
4 4 2 8
x sen4x
C
8 32
EXERCÍCIO 10
Determinar
(x 2) sen(x2 4x 6) dx
Solução
INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO
Seja u = x2 + 4x – 6
Então:
du
2x 4
dx
du (2x 4) dx 2 (x 2) dx
Mas:
(x 2) sen(x2 4x 6) dx
du
Logo, seja: (x 2) dx
2
Assim,
du 1
(x 2) sen(x 2 4x 6) dx sen(u) sen(u) du
2 2
Sabe-se que:
sen(u) du cos(u) C TABELA
Então:
1
(x 2) sen(x 2 4x 6) dx (cos(u) C)
2
Portanto:
1
(x 2) sen(x2 4x 6) dx cos(x2 4x 6) C
2
EXERCÍCIO 11
x
Determinar dx
x x 1
2
Solução
INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO
Seja u = x2 + x + 1
Então:
du
2x 1 du (2x 1) dx
dx
Na integral original, fazer:
2x 1 1
x 1 2x 1
dx dx dx
x x 1
2 2 x x 1
2 2 x x 1
2
Mas:
2x 1 1 2x 1
1 1 1 1
dx dx dx
2 x x 1
2 2 x x 1
2 2 x x 1
2
1 2
1 INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO
2x 1
1 1 1
dx du ver detalhes na página anterior
2 x x 1
2 2 u
1 1 1
1 u 2 1 u 2
1 1
1 1 1
du u 2 du u2 u
2 u 2 2 1 1 2 1
2 2
2x 1
1
dx x 2 x 1 C
2 x2 x 1
2 TABELA
1
du ln u a 2 u 2 C
a2 u2
A segunda integral a ser resolvida está (ou pode ser colocada)
na forma acima:
1 1 1 1 1 1
dx dx du
2 x x 1
2 2
1 3
2 2 2 u a
2 2
x
2 2
onde:
1 3
u x du dx a
2 2
Portanto:
2
3 1
1 1 1 1
dx ln x x C
2 x2 x 1 2 2 4 2
Então, finalmente:
2
3 1
x 1 1
dx x 2 x 1 ln x x C
x2 x 1 2 2 4 2
EXERCÍCIO 12
9x 3 3x 1
Determinar
x x
3 2
dx
Solução
INTEGRAÇÃO UTILIZANDO DECOMPOSIÇÃO EM
FRAÇÕES PARCIAIS: Frações impróprias
O primeiro passo é realizar uma divisão no integrando e fazer
aparecer frações próprias.
9x 3 0 x 2 3x 1 x3 x2
9x 3 9x 2 9
9x 2 3x 1
9x 3 3x 1 9x 2 3x 1 fração própria
9
x x
3 2
x3 x 2
9x 3 3x 1 9x 2 3x 1
x x
3 2
dx
9
x x
3 2
dx
9x 2 3x 1
9 dx x x
3 2
dx
9x 2 3x 1
9 dx x (x 1)
2
dx
DECOMPOSIÇÃO EM FRAÇÕES PARCIAIS
9x 2 3x 1 A B C
x 2 (x 1) x x 2 (x 1)
9x 2 3x 1 A B C
x (x 1) 2
2
x 2 (x 1) x 2 (x 1) 2 x 2 (x 1)
x (x 1) x x (x 1)
9x 2 3x 1 (A C) x 2 (A B) x B
AC9
A B 3 A=2 B=–1 C=7
B 1
9x 2 3x 1
9 dx x (x 1)
2
dx
2 1 7
9 dx
2
x x
dx
(x 1)
2 1 7
9 dx dx dx dx
x x 2
(x 1)
1
9 x 2 ln x 7 ln x 1 C
x
EXERCÍCIO 13
1
Determinar dx
x x 2x
3 2
Solução
INTEGRAÇÃO UTILIZANDO DECOMPOSIÇÃO EM
FRAÇÕES PARCIAIS: Fatores lineares não repetidos
1 1 1
x 3 x 2 2x x (x 2 x 2) x (x 1)(x 2)
1 A B C
x (x 1)(x 2) x (x 1) (x 2)
Multiplicando os dois lados da igualdade por x ( x–1 )( x+2 ) e
rearranjando resulta:
1 (A B C) x 2 (A 2B C) x 2A
Portanto:
A BC 0
A
1
B
1
C
1
A 2B C 0 2 3 6
2A 1
E, finalmente:
1 1 1 1
x (x 1)(x 2) 2x 3(x 1) 6(x 2)
Logo:
1 1 1 1 1 1 1
dx dx dx dx
x 3 x 2 2x 2 x 3 x 1 6 x2
1 1 1 1
dx ln x ln x 1 ln x 2 C
x x 2x
3 2
2 3 6