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Análise de Ensaios de Compactação de Solo

O curso de compactação em laboratório, ministrado por Lucas Campos, aborda princípios da mecânica dos solos, ensaios de compactação e interpretação de resultados, visando capacitar profissionais para obras geotécnicas. A importância do tema é destacada pela necessidade de adequação a novas legislações e pela escassez de profissionais qualificados na área. O curso ensina a especificar técnicas de compactação e a realizar ensaios, fundamentais para garantir a segurança e a eficiência em projetos de engenharia.

Enviado por

Ângelo Samuel
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Análise de Ensaios de Compactação de Solo

O curso de compactação em laboratório, ministrado por Lucas Campos, aborda princípios da mecânica dos solos, ensaios de compactação e interpretação de resultados, visando capacitar profissionais para obras geotécnicas. A importância do tema é destacada pela necessidade de adequação a novas legislações e pela escassez de profissionais qualificados na área. O curso ensina a especificar técnicas de compactação e a realizar ensaios, fundamentais para garantir a segurança e a eficiência em projetos de engenharia.

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Effyía – Escola da Engenharia

Análise e Interpretação de Ensaios de


Compactação

1
Roteiro de Estudos – Unidade 1

Descrição do curso
Professor: Lucas Campos

Tema da aula: Compactação em Laboratório

Assuntos - Princípios da mecânica dos solos aplicado ao ensaio de


abordados: compactação.
- Princípios fundamentais da compactação nos solos
- Curva de compactação
- Ensaio de compactação
- Análise e interpretação de resultados de ensaios de
laboratório
Objetivos e Este curso visa apresentar, de forma prática, a importância
competências: do ensaio de compactação em obras geotécnicas e como
interpretar, determinar e especificar as melhores
características dos solos/rochas para uso em projetos.
Você será capaz de recordar e identificar as etapas dos
ensaios de laboratório; identificar e verificar os principais
pontos do ensaio de compactação; analisar e interpretar
os resultados dos ensaios; realizar procedimentos de
compactação em função das diferentes características
geotécnicas de cada material (enrocamento, pedregulho,
areia, solo arenoso, solo siltoso, solo argiloso; prestar
consultorias em obras geotécnicas de grande porte.

Importância do tema da aula


Atualmente o país vem passando por uma série de mudanças em legislações e
normas a fim de garantir a estabilidade e o melhor controle de estruturas
geotécnicas, principalmente barragens de mineração, em que foi proibido a
construção pelo método de alteamento a montante. Tais alterações implicaram

2
em uma necessidade de adequação de projetos e até mesmo a busca por outras
metodologias para atender o setor da mineração, como, por exemplo, a
adequação e descaracterização de barragens já existentes e construção de novas
estruturas, como as pilhas.
Em projetos de engenharia, o conhecimento das características dos materiais e
do seu comportamento é fundamental para a execução de uma estrutura de
forma segura e econômica. É neste contexto que se insere este curso, que visa
ensinar, de forma prática e didática, um dos ensaios mais importantes atualmente
adotados para a construção de obras geotécnicas que envolvem aterros. O ensaio
de compactação, aliado ao controle tecnológico, é uma ferramenta indispensável
para a construção de obras de aterros com qualidade, sendo empregado em
construções de barragens, pilhas, aterros sanitários, base e sub base de rodovias,
reforços de taludes, entre outras.
Aliado a essa necessidade, o mercado de trabalho vem sentindo uma grande
dificuldade em encontrar profissionais com conhecimentos específicos na área da
geotecnia. Dessa forma, a realização desse curso de capacitação profissional se
torna um diferencial para quem busca novos conhecimentos e novas
oportunidades (Veja no site da Effyía outros cursos nesta área).
Com o conhecimento de como analisar e interpretar os ensaios de compactação,
desde a fase de laboratório até o controle tecnológico realizado em campo, você
será capaz de especificar as melhores técnicas de compactação, como, por
exemplo, a espessura das camadas de compactação dos aterros, o tipo de
equipamento adequado para cada tipo de solo, o teor de umidade ótimo e suas
faixas e quando trabalhar no ramo úmido ou seco da curva de compactação. Além
disso, você será capaz de assegurar se as características de laboratório estão
sendo atendidas a partir do controle tecnológico, realizados a partir dos ensaios
de campo.
Além de conhecer todos os métodos de compactação realizados em laboratório
e campo, o curso foi preparado para que você aprenda, na prática, como são
adotados os critérios, avaliações e especificações de obras que envolvem a
construção de aterros.

3
Conceitos Fundamentais
Compactação do Solo
O objetivo da compactação dos solos é o de melhorar suas características
mecânicas e hidráulicas, o que, para obras de engenharia, significa um acréscimo
de resistência e redução da compressibilidade e permeabilidade.
O processo de compactação do solo é um método de estabilização que utiliza
equipamentos manuais ou mecânicos aplicando forças externas para melhorar a
qualidade das propriedades do solo, reduzindo o número de vazios. A aplicação
deste processo colabora com a mudança de característica do solo, aumentando
seu peso específico, tornando-o mais resistente e estável devido ao aumento de
contato entre os grãos. A compactação tem seu emprego difundido em diferentes
tipos de obras, tais como:
✓ execução de aterros;
✓ construção de camadas constitutivas de pavimentos;
✓ construção de barragens de terra;
✓ preenchimento com solo entre maciço e estruturas de arrimo;
✓ reaterros ou reenchimentos de cavas de fundações ou de tubulações
enterradas.
Normalmente, a compactação é realizada por meio de equipamentos mecânicos,
dentre os quais o mais comum é o rolo compactador; já os casos mais simples, de
pequenas valetas, são executados com soquetes manuais. Diante disso,
identificar a característica do solo disponível, considerando o tipo de obra a ser
realizada, é fundamental para definir o processo de compactação. Devem ser
considerados, ainda, o teor umidade que o solo apresenta e a densidade a ser
atingida.
Entender estes fatores é importante para calcular e aplicar a quantidade de
energia ideal para atingir o objetivo da compactação, obtendo-se então, o teor de
umidade ótima, que colabora para se determinar a massa específica seca máxima
ou uma densidade seca máxima, evitando futuros recalques, alcançado a rigidez
e resistência do solo e a permeabilidade ideal.

Princípios fundamentais da compactação nos solos


A técnica de compactação como método controlado na engenharia é
relativamente recente, bem como seu controle. Sem a técnica de compactação,
com o lançamento direto de aterro, por exemplo, a compressibilidade do solo é
exagerada devido aos grandes vazios formados entre as camadas lançadas, nas
quais o material permanece em estado fofo e muito poroso. Neste caso, o aterro
4
pode se tornar bastante instável e perder totalmente sua resistência,
principalmente, quando saturado por uma chuva intensa. Atualmente, a técnica é
baseada no lançamento de aterros em camadas horizontais e passagem de
equipamentos pesados, que evitam que o solo fique fofo e que se tenha a
formação de vazios entre torrões.
O método de compactação como conhecemos hoje é creditado ao engenheiro
Ralph Proctor, que em 1933 descreveu sobre o método de compactação de
aterros, apresentando quatro variáveis diretamente ligadas à compactação: Peso
específico seco (𝛾𝑑), umidade (𝜔), energia de compactação e tipo de solo.
Durante a execução da compactação do solo, a quantidade de água e de
partículas sólidas permanecem inalteradas. Sendo assim, a mudança de
característica da massa específica solo está diretamente ligada à eliminação de ar
dos vazios.
Dessa forma, a compactação é um processo mecânico, pelo qual se procura, por
aplicação de cargas, aumentar a densidade aparente do solo lançado e, como
consequência, sua resistência.

Curva de Compactação
A relação entre o peso específico aparente seco (𝛾𝑑), o teor de umidade (𝜔) e o
grau de saturação (S) para um solo com densidade dos grãos (G) é representada
no gráfico de compactação, conforme ilustrado na Figura 1.

Figura 1 - Exemplo de curva de compactação.

Fonte: Sousa Pinto (2006)1

1
SOUSA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos em 16 aulas. 3. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
5
No processo de compactação, para um baixo teor de umidade, o atrito entre
partículas é alto, dificultando a compactação. Um aumento no teor de umidade
promove o efeito de lubrificação (pela atuação da água) entre as partículas de
solo, enquanto a saída de ar é facilitada. Após certo teor de umidade próximo à
saturação, temos a umidade ótima e, nesse ponto, a compactação não consegue
mais expulsar o ar dos vazios, e uma maior quantidade de água resulta em
redução de densidade.
Quando o solo apresenta baixa umidade, a atração face-aresta não é vencida pela
força aplicada e o solo forma uma estrutura floculada, bastante característica do
ramo seco da curva de compactação (Figura 2).
No ramo úmido, a estrutura do solo se torna dispersa (Figura 3), que os vazios
estão preenchidos por água e não mais de ar. Para uma mesma umidade, será
maior a dispersão quanto maior a energia de compactação. Assim, a formação da
estrutura dos solos compactados depende da combinação entre a quantidade de
energia aplicada no solo, do tempo de aplicação desta carga e a umidade.

Figura 2 – Estrutura floculada, presente do Figura 3 – Estrutura floculada, presente do


ramo seco da curva de compactação ramo úmido da curva de compactação

Fonte: Adaptado de Sousa Pinto (2006)1 Fonte: Adaptado de Sousa Pinto (2006)1

Como mencionado anteriormente, o efeito da compactação gera alterações na


resistência, rigidez e permeabilidade do solo. A Figura 4 apresenta alguns gráficos
de correlações desses parâmetros em função da compactação.

6
Figura 4 – Variação diferentes parâmetros do solo em função da compactação.

1
Fonte: Sousa Pinto (2006)

Curvas de Compactação de Diversos Solos Brasileiros


A umidade ótima e o peso específico ideal de um processo ideal podem variar
bastante com a granulometria dos solos. Segundo Sousa Pinto (2006) temos
(Figura 5):
- Solos argilosos: wó𝑡 = 25 𝑎 30% e 𝛾𝑑 = 14 𝑎 15 𝐾𝑁/𝑚³.
- Solos siltosos: curvas bem abatidas e valores baixos para 𝛾𝑑.
- Areias com pedregulho bem graduadas: 𝜔ó𝑡 = 9 𝑎 10% e 𝛾𝑑 = 20 𝑎 21 𝐾𝑁/𝑚³.
- Areias finas argilosas lateríticas: 𝜔ó𝑡 = 12 𝑎 14% e 𝛾𝑑 ≅ 19 𝐾𝑁/𝑚³.

7
Figura 5 – Umidade ótima e peso específico máximo na compactação de diferentes tipos de
solo.

1
Fonte: Sousa Pinto (2006)

Ensaio de Compactação
O ensaio de Proctor idealizado por R. Proctor em 1933 é considerado o principal
ensaio de compactação. No Brasil, os procedimentos foram padronizados pela
ABNT e estão descritos na NBR 7182 (2016)2, que específica o método para
determinação da relação entre o teor de umidade e a massa específica aparente
seca de solos, quando compactados, de acordo com os procedimentos
especificados.
Para a realização deste ensaio, a amostra deve ser previamente seca ao ar,
destorroada e acrescentada a ela aproximadamente 5% de água. Após completa
homogeneização do material, deve-se proceder à sua compactação, atendo-se ao

2
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7182: Ensaio de compactação. Rio de Janeiro: Abnt, 2016.
8
soquete, número de camadas e número de golpes por camada correspondentes
à energia desejada.
A ABNT NBR 7186 (2016)² especifica as características inerentes à energia de
compactação normal, intermediária e modificada. Apresenta, também, a variação
de dimensão do molde, do soquete e da quantidade de golpes aplicados,
resumidos no Quadro 1.

Quadro 1 – Parâmetros para o Ensaio de Proctor.

Fonte: Adaptado de ABNT (2016) ²

Durante a execução das operações do ensaio de Proctor, após se obter o peso


específico e a umidade inicial do corpo de prova, novos pontos da curva são
obtidos destorroando o material do corpo de prova e acrescentando mais água
em intervalos de 2 % de umidade, ficando, no mínimo dois pontos abaixo, dois
acima e um no entorno da umidade ótima.
Na construção do gráfico é associado uma reta aos pontos ascendentes do ramo
seco e outra traçada com os pontos descendentes do ramo úmido, unindo as duas
por uma curva parabólica, a curva definida com a finalização do gráfico identifica
o peso específico máximo 𝛾𝑑,𝑚á𝑥 e a umidade ótima (𝜔𝑜𝑡), como pode ser
observado na Figura 6.

9
Figura 6 – Traçado de uma curva de compactação.

Fonte: Autor (2021)

A ABNT NBR 7182 (2016)² aborda alguns de ensaios alternativos, entre eles estão:
- Ensaio sem reuso de material: feito com amostras virgens para cada ponto do
gráfico, sendo pouco empregada devido à necessidade de maior quantidade de
amostras;
- Ensaio sem secagem prévia do solo: os pontos da curva do gráfico de
compactação são encontrados de duas formas, uma utilizando acréscimo de água
de até 5% abaixo da umidade e outra com a secagem da amostra.
- Ensaio em solo com pedregulho: nos casos em que o solo possua pedregulhos
com espessuras maiores que 4,8 mm, o ensaio de compactação deverá ser
realizado com cinco camadas, depositadas num cilindro de 15,24 cm de diâmetro
e 11,43 de altura, volume de 2.085 m³. Neste tipo de ensaio aplica-se 12 golpes por
camada, com soquete de 4,536 kg e 45,7 cm de altura de queda. Caso o solo
apresente partículas com diâmetros maiores que 19 mm, estas deveram ser
substituídas por partículas com diâmetro entre 4,8 mm e 19 mm.

Energia de Compactação
A obtenção dos índices físicos do solo, densidade máxima e umidade ótima, estão
ligados diretamente à energia aplicada ao solo durante a compactação. Sendo
assim, durante o processo compactação do solo, ao se identificar que o solo
10
apresenta uma umidade abaixo da ótima aumentamos a quantidade de energia
de compactação, resultando assim num aumento de densidade seca.
A energia de compactação pode ser calculada como:

𝑀.𝐻.𝑁𝑔.𝑁𝑐)
𝐸𝑐 = ( )
𝑉

Em que:
𝑬𝒄 − Energia de compactação;
𝑴 − Massa do soquete;
𝑯 − Altura de queda do soquete;
𝑵𝒈 − Número de golpes por camada;
𝑵𝒄 − Número de camadas;
𝑽 − Volume do solo compactado.
No ensaio normal de compactação 𝐸𝑐 = 5,95 𝐾𝑔 𝑐𝑚/𝑐𝑚³.
No ensaio Proctor modificado 𝐸𝑐 = 27,4 𝐾𝑔 𝑐𝑚/𝑐𝑚³.
No ensaio Proctor intermediário 𝐸𝑐 = 12,9 𝐾𝑔 𝑐𝑚/𝑐𝑚³.

Quando o solo é muito úmido, o uso de equipamento de compactação aplicando


energia comprime principalmente as bolhas de ar oclusas no solo. Ao finalizar a
compressão das bolhas de ar, o solo começa a dilatar, criando assim um fenômeno
conhecido como “solo borrachudo” (SOUSA PINTO, 2006)¹.

11
Descrição do projeto ou problema
Ao longo da videoaula vamos analisar juntos os resultados encontrados para
diferentes ensaios em um aterro experimental. Esse aterro foi realizado para
avaliar e rastrear as diversas influências (teor de umidade, homogeneidade,
fatores climáticos, geométricos etc.) a serem consideradas na construção de
grandes aterros, como pilhas de mineração.

No trabalho ficará claro a influência de diversos fatores, determinados a partir dos


ensaios de controle tecnológico, que foram fundamentais para a avaliação e
ratificação de fenômenos que poderão ocorrer ao longo da obra.

12
Aprofundando os estudos (Referências Bibliograficas)
Leituras indicadas:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7182: Ensaio de
compactação. Rio de Janeiro: Abnt, 2016.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. vol. 1. 7. ed. Rio de Janeiro:
Ed. Livros Técnicos e Científicos, 2016.
PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos em 16 aulas. 3. ed. São Paulo:
Oficina de Textos, 2006.

Vídeos indicados:
Ensaio de Compactação:
Mecânica dos Solos UFC. PRATICA 08 - ENSAIO DE COMPACTAÇÃO. Disponível
em: <[Link] >. Acesso em: 07 fev
2020.
O Canal da Engenharia. Compactação do Solo. Disponível em:
<[Link] Acesso em: 07 fev 2020.
AÍ, Me Passa. Mecânica dos solos - Ensaio Normal de Compactação. Disponível
em: <[Link] Acesso em: 07 fev
2020.

Outros vídeos explicativos:


Me Salva! ENEM 2021. Me Salva! ATS01 - Compactação - Mecânica dos Solos.
Disponível em: <[Link] Acesso em:
07 fev 2020.
Egis. Aula de laboratório 10: ensaio CBR. Disponível em:
<[Link] >. Acesso em: 07 fev 2020.

13
Não se esqueça!

Passos para seu sucesso neste curso Effyía

•Nos cursos Effyía cada aula deve começar pela


leitura do roteiro de estudo ou do tutorial de
orientação para que você fique por dentro dos
conceitos, parâmetros e informações que irão
fundamentar a aula videoaula ( momento em que
1 - Pré-Aula o professor irá desenvolver um projeto ou
resolver um problema aplicado).

•As atividades propostas na videoaula/screencast


proporcionarão condições para que você
desenvolva o conhecimento, as habilidades e as
competências relacionadas ao curso. Procure dar
2 - Vídeoaula/ o máximo de si neste momento, que é feito para
que você aprenda e coloque em prática o
screencast conhecimento! Aproveite!

•Ao final de cada videoaula você será convidado a


participar de um quiz para possa avaliar seu
aprendizado. É muito importante que você se
dedique a aprender neste momento e faça
também uma autoavaliação de seu aprendizado!
Lembre-se: neste modelo de curso, entendemos
3 - Pós-Aula que você deseja ser o protagonista de seu
aprendizado!

Sucesso!

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