Famerp 2021
Famerp 2021
Dentre as a rmações abaixo, selecione aquela que NÃO é correta com relação aos anticorpos IgG anti-Toxoplasma gondii
na criança com suspeita de toxoplasmose congênita.
A A ausência de IgM, mesmo na presença de altos títulos de IgG ao nascimento, exclui o diagnóstico de
toxoplasmose congênita.
B Embora os anticorpos IgG maternos transferidos passivamente para o feto tenham meia-vida de
aproximadamente um mês, esses podem ser detectados na criança por diversos meses, geralmente
desaparecendo completamente com 1 ano de idade. 6 meses
C A produção dos anticorpos IgG na criança infectada e não tratada geralmente é detectável em torno de três
meses após o nascimento. Dessa maneira, o declínio dos títulos observado do nascimento até esse período não
permite afirmar com certeza que a criança não seja infectada.
D Na criança tratada, a detecção dos anticorpos IgG naturalmente produzidos pode ser verificada somente após
seis meses, sendo recomendada sua monitorização até pelo menos 1 ano de idade.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151673
Ao recepcionar um recém-nascido de 39 semanas, por parto normal sem intercorrências, líquido amniótico claro, com bom
tônus e choro forte, o residente de pediatria solicitou ao obstetra para realizar clampeamento tardio do cordão umbilical.
D Melhora dos níveis glicêmicos neonatais, com menor chance de desenvolver hipoglicemia.
Menino de 3 anos iniciou há 4 dias com febre, tosse, cefaleia, mal-estar, prostração intensa. Hoje procura atendimento
devido o início de exantema, que segundo a mãe começou na região do pavilhão auricular e rapidamente se disseminou
para face e pescoço. O exantema é maculopapular eritematoso, morbiliforme. Apresenta o maior valor aferido de
temperatura, (39,9°C).
Ao examinar o paciente é evidente que tem tosse seca, intensa, implacável, acompanhada de coriza abundante, hialina,
enantema, olhos hiperemiados com lacrimejamento, edema bipalpebral e fotofobia.
C Podemos considerar esta doença potencialmente benigna, cursando habitualmente com poucas complicações.
D Para os contactuantes a conduta é aplicar a vacina contra o sarampo até 24 horas após o contágio: após esse
período, até 14 dias, aplicar a imunoglobulina humana normal.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151671
Menino de 8 anos com diagnóstico de asma persistente, atualmente em uso de corticosteróide inalatório em dose
moderada. Nos últimos 2 meses, apresentou 3 crises com controle domiciliar, sendo utilizado broncodilatador de ação
curta por 5 dias. Tem apresentado sintomas de tosse noturna 1 ou 2 vezes na semana e queixa-se de chiado e tosse durante
aula de educação física na escola.
Quanto ao tratamento deste paciente, assinale a alternativa mais adequada para o caso.
A A técnica de administração da medicação pouco interfere no tratamento, sendo necessário, neste caso, associar
broncodilatador inalatório de longa duração ao tratamento
B Avaliar a técnica de administração da medicação, verificar a presença de fatores desencadeantes. Se tudo estiver
adequado, associar antileucotrieno ao tratamento.
C Avaliar a técnica de administração da medicação, verificar a presença de fatores desencadeantes. Se tudo estiver
adequado, aumentar o corticosteróide (dose alta) inalatório e associar antileucotrieno ao tratamento.
D Avaliar a técnica de administração da medicação, verificar a presença de fatores desencadeantes. Se tudo estiver
adequado, associar broncodilatador inalatório de longa duração ao tratamento.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151670
Menino de 1 ano e 2 meses com história de alergia ao leite de vaca desde os 6 meses de vida apresentou ingestão acidental
de um biscoito que continha leite na composição. Após 15 minutos da ingestão, iniciou com placas eritematosas e
pruriginosas em face que evoluíram rapidamente, espalhando por todo corpo. Associado a isto, apresentou coriza,
lacrimejamento, edema palpebral e sibilância.
B Trata-se de um caso de anafilaxia por alergia alimentar IgE mediada. O tratamento a ser instituído é adrenalina
intramuscular.
C Trata-se de um caso de anafilaxia por alergia alimentar IgE mediada. O tratamento a ser instituído é nebulização
com anti-histamínico IM e corticosteróide IV.
D Trata-se de um caso de urticária aguda com angioedema por alergia alimentar IgE mediada. O tratamento a ser
instituído é anti-histamínico.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151669
Paciente de 6 anos de idade, sexo masculino, encaminhado a Emergência Pediátrica do Hospital da Criança por história de
febre de no máximo 38°C, 1 a 2 episódios ao dia, há cerca de 15 dias, associado a hematomas em todo o corpo, não
relacionados a trauma. Refere também perda ponderal de cerca de 6kg neste período. Ao exame físico REG. hipocorado
3+/4+, acianótico, afebril, anictérico. Ausculta pulmonar: MV + bilateralmente, sem RA, FR: 30ipm, sem sinais de
desconforto respiratório. Aparelho cardiovascular: BNF. RCR 2T, sopro sistólico 2+/6+. FC: 140 bpm, PA: 100 x 60 mmHg.
Abdome: globoso, indolor a palpação super cial, fígado a 4cm RCD e baço a 3cm RCE. Na investigação inicial, foram
coletados exames laboratoriais com hemograma com as seguintes alterações: Hb: 6,5 Ht: 22% Leucócitos: 385 mil, sem
diferencial Plaquetas: 40 mil. O paciente apresenta alterações laboratoriais que a caracterizam como alto risco de lise
tumoral.
C Hipercalemia, Hipocalcemia, Hiperfosfatemia e Redução dos níveis da enzima desidrogenase lática (DHL).
D Hipercalemia, Hipofosfatemia, Hipercalcemia e Aumento dos níveis da enzima desidrogenase lática (DHL).
Recém-nascido com 25 dias de vida, nascido de parto vaginal após gestação a termo, sem complicações, apresenta tosse
e "respiração rápida" há 3 dias. Sua mãe relata que há uma semana começou a apresentar congestão nasal e secreção
ocular, mas não tem febre ou mudança no apetite. Sua temperatura é de 37,4°C. Ao exame apresenta congestão nasal,
rinorreia, conjuntivite bilateral. Na ausculta pulmonar observam-se raros estertores crepitantes esparsos e FR = 46 mrpm.
A Rinovírus
B S. agalactie.
C C. trachomatis.
D L. monocytogenes.
Criança com 13 meses de idade apresenta percentil 25 para peso, percentil 10 para o comprimento e percentil abaixo de 5
para o perímetro cefálico. Nasceu a termo. Ao nascimento, a inspeção revelou pequeno tamanho do crânio. Foi feito
tomogra a, que mostrou calci cações peri-ventriculares. Foi submetida à cirurgia de catarata logo após o nascimento.
Atualmente recebe fenobarbital para o controle das convulsões.
B Hipotiroidismo congênito.
Questão 9 Glomerulonef rite pósestreptocócica Nef rologia Glomerulonef rite pósinf ecciosa
Paciente com 14 anos de idade, fisicamente ativo, apresenta edema periorbitário e hipertensão discreta, tendo desenvolvido
urina com coloração de "chá-preto", revelando ao exame presença de cilindros hemáticos ao microscópio. No exame de
sangue, veri cou-se dosagem de C3 baixa e C4 normal. O nível de antiestreptolisina-O estava normal, e de
antidesoxirribonuclease-B estava aumentado.
O provável diagnóstico é:
A Síndrome nefrótica.
4 000151665
Recém-nascido de parto cesárea, do sexo masculino com 2800kg, 48cm. Apgar 7 e 8 e história de polihidrâmnios. No
segundo dia de vida, após a mamada ao seio, apresentou peristaltismo de luta e vômitos biliosos, sem distensão abdominal.
A Clister opaco.
B Ultrassonografia abdominal.
C Seriografia esofagogastrica.
Adolescente de 15 anos queixa-se de nódulos vulvares. Relata vida sexual com parceiro xo há 1 ano e utilização de
contraceptivo oral, sem uso de preservativo. Exame físico: pequenas verrugas pedunculadas no introito vaginal e na região
perianal.
O agente etiológico é:
B Haemophylus ducreyi.
C Chlamydia trachomatis.
D Papilomavírus humano.
Recém-nascido de parto cesárea ausência de trabalho de parto, com idade gestacional de 36 semanas e 6 dias, e peso de
nascimento de 2800kg, não necessitou de reanimação, e com 4 horas de vida, apresentou desconforto respiratório
progressivo, necessitando de oxigenioterapia. A radiogra a de tórax mostrava acentuação proeminente da vascularização
pulmonar, líquido nas ssuras interlobares e aumento da aeração. Com 36 horas de vida, o recém-nascido encontrava-se
em oxigenioterapia, com FiO2 de 30%.
A hipótese diagnóstica é:
A Pneumonia congénita.
Lactente de 4 meses é trazido à emergência pediátrica, apresentando crise convulsiva generalizada. O pai refere que a
criança, há 2 horas, vinha apresentando sonolência, letargia e choro fraco. Ao exame, seu estado é grave. Encontra-se
sonolento, pálido, respondendo mal aos estímulos super ciais e profundos e bradipneico. O exame de fundo de olho revela
papiledema e hemorragia retiniana.
O diagnóstico é
A Meningite.
B Septicemia.
Um recém-nascido com 37 semanas e 2 dias, nascido de parto cesárea por descompensação materna. Peso de nascimento
de 3150kg, APGAR 8/9, sem necessidade de reanimação em sala de parto. Durante a visita em alojamento conjunto após 15
horas de vida, a mãe questiona que o recém nascido está "com muita fome, pois não tenho leite". Exames físicos sem
alterações, avaliação da mamada com boa técnica, sem saída de leite quando a mãe faz expressão manual das mamas.
D Informar a mãe sobre a quantidade de leite produzida nos primeiros dias, que geralmente é pequena mesmo.
Paciente de 3 anos foi passear com a família na mata dos macacos para apreciar a natureza e os animais. Num determinado
momento, a criança ofereceu alimentos a um macaco que avançou em sua direção e mordeu sua mão. A mãe procura
atendimento para orientação.
Qual a conduta apropriada com reação ao atendimento antirrábica humano neste caso:
A Orientar limpeza local, soro antirrábico e observação do macaco por 10 dias,caso desaparecer, orientar mais 4
doses de vacina antirrábica.
B Orientar somente vacina antirrábica 5 doses e caso o macaco desaparecer até a 3ª dose, solicitar soro ou
imunoglobulina antirrábica.
C Orientar vacina antirrábica com 2 doses de vacina, caso o macaco desaparecer, orientar mais 2 doses de vacina
e solicitar soro antirrábico, pois o acidente é classificado como acidente grave em extremidades.
D Orientar a vacinação com 4 doses de vacina antirrábica que devem ser aplicadas no dia 0, 3, 7 e 14 dias após o
acidente e além do soro antirrábico, pois o acidente é classificado como grave,
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151659
Paciente com 2 anos, com quadro de febre há 48 horas, vômitos e irritabilidade é levado à emergência devido vômitos,
porém com início de manchas arroxeadas na pele, sendo feita suspeita de doença meningocócica e iniciado prontamente o
protocolo de sepse.
C Paciente deve ser colocado em isolamento respiratório de gotículas por 24 horas após início de antibiótico.
D Quimioprofilaxia é realizada somente aos contactuante familiar com uso de rifampicina podendo ser iniciada até
24 horas a notificação do caso confirmado.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151658
Homem de 75 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, vem em consulta ambulatorial de seguimento
de rotina. Na sua avaliação do exame físico, observa-se que paciente apresenta pulsos arteriais periféricos com baixa
amplitude e com pico sistólico tardio (parvus et tardus). Diante dessa alteração, opta por solicitar o seguinte exame
Medicina livre, venda proibida, twitter @Livremedicina
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complementar, pensando na seguinte hipótese diagnóstica:
Homem de 55 anos, hipertenso, é avaliado no Centro de Dor Torácica com queixa de dor precordial em opressão. Ao
exame físico apresenta PA: 140 x 90 mmHg, FC: 90 BPM, exame físico normal. O ECG mostrou onda T invertida 2mm nas
derivações V1-V3 e D1 e AVL. Os valores de Troponina T ultrassensível (limite superior da normalidade = 14ng/L) foram 55 e
1,565 ng/L nas dosagens de admissão, e após três horas.
A A demonstração de trombo intracoronariano neste contexto clínico poderá confirmar o diagnóstico de IAM tipo
I.
B diagnóstico de IAM do tipo Il correlaciona com a ruptura de placa aterosclerótica resultando no fenômeno de
aterotrombose.
C Trata-se de elevação de troponina com delta significativo associada a sintomas sugestivos de isquemia que
preenchem os critérios para infarto agudo do miocárdio.
D O IAM tipo III é diagnosticado em pacientes com sintomas e alterações eletrocardiográficas sugestivas de
isquemia miocárdica, mas que evoluiram com morte súbita antes da dosagem de troponina.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151656
Paciente masculino deu entrada no serviço de emergência com queixa de cefaleia frontal, referida como enxaqueca. Ao
exame físico apresentava-se com FG = 100 bpm-PA = 180x130 mmHg, exame neurológico normal, fundo de olho
evidenciando papilas normais A1HO. Submetido a eletrocardiograma que evidenciou sobrecarga de câmaras esquerda.
A O paciente apresenta-se em urgência hipertensiva, devendo receber medicação via oral (captopril) e com
reavaliação ambulatorial precoce (em até 7 dias).
B O paciente apresenta-se em uma emergência hipertensiva, porque há lesão em órgão alvo, devendo receber
medicação parenteral (nitroprussiato de sódio) e internação em enfermaria após estabilização.
C O paciente apresenta-se em uma emergência hipertensiva, porque há hemorragia em retina, devendo receber
medicação parenteral (nitroprussiato de sódio) e internação em UTI.
D O paciente apresenta hipertensão arterial crônica e não se caracteriza urgência ou emergência hipertensiva,
devendo ser liberado após medicação via oral (furosemida).
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151655
Paciente de 77 anos, masculino, tabagista, procurou atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) por queixa de plenitude
pós-prandial associado à epigastralgia sem irradiação há 4 meses. Refere emagrecimento não quantificado no período.
C Medicar o paciente com inibidor de bomba de prótons e dar alta para o paciente.
D Medicar o paciente com inibidor de bomba de prótons e solicitar uma Endoscopia Digestiva Alta.
Questão 22 Polimiosite
Homem de 50 anos relata fraqueza e fadiga nos últimos 3 meses. Refere di culdade crescente para realizar com certas
tarefas, como pentear o cabelo, levantar de uma cadeira ou subir escadas. Ele negava problemas para falar ou engolir. Ao
exame apresenta força muscular 4 em 5 na extensão do pescoço e músculos proximais dos braços e pernas bilateralmente.
Sensibilidade e reflexos não mostraram nenhuma alteração.
Qual o diagnóstico?
A Polimiosite
B Miastenia Gravis
D Síndromes de Guillain-Barré
Homem de 54 anos com relato de sangramento crônico intermitente pelas fezes. Refere estar bem e traz o seguinte
hemograma coletado há uma semana da consulta: Hb 6,7 g/dl, Ht 20%, VCM 78 . HCM 23 pg. RDW 20%, Leucócitos
totais 5.300/mm³, plaquetas 550.000/mm³. Relata ainda já ter recebido transfusão sanguínea várias vezes, última há 45 dias;
nega uso de medicações. Seus sinais vitais eram: PA 130x80 mmHg. FC 62 bpm, SaO2 98% e peso de 75kg.
Paciente de 45 anos, masculino, é admitido em unidade de emergência por sonolência e desorientação no tempo e espaço
há 48 horas. Queixava-se de astenia e tosse seca há 2 meses, associado à di culdade para concentração e intensa
ansiedade. Não possuía antecedentes patológicos conhecidos e não fazia uso de fármacos. Ao exame físico apresentava-
se em REG, desidratado ++/4, FR = 28ipm, FC = 90bpm, ausculta pulmonar sem anormalidades. Na inspeção cutânea de
membros superiores e inferiores evidenciavam-se lesões papulares, placas avermelhadas e nódulos subcutâneos. Na região
cervical era possível palpar linfonodos bilateralmente. Foram colhidos exames laboratoriais que evidenciaram: Na = 145
mEq/I, K = 3,9 mEq/l, hemograma (Ht = 48% leucometria = 5000/mm3 plaquetas = 350mil/mm3), Ca = 13,5 mg/dl, Mg =
2,5mg/dl, creatinina = 1,7mg/dl, bilirrubinas totais = 1,1mg/dl. Rx tórax com linfonodopatia peri-hilar.
Com relação a este caso clínico, assinale a alternativa que explica a fisiopatologia da hipercalcemia.
A Produção de PTHrp.
4 000151650
Paciente, 69 anos, masculino, bancário aposentado, não tabagista, imunização em dia. Diabético sob tratamento regular.
Apresenta há 4 dias tosse com expectoração amarelada e febre referida, porém evoluiu com dispneia e procurou
atendimento médico. Avaliado em MEG confuso, taquipneico (FR= 36 irpm), taquicárdico (FC = 125 bpm), hipotenso (PA =
80/50 mmHg). Ausculta torácica com bulhas rítmicas e normofonéticas e sem sopros cardíacos, com presença de
estertores nos em 1/3 inferior de hemitórax direito associado à presença de sopro tubário nesta localização. O RX de tórax
mostrava opacidade alveolar (consolidação em lobo inferior direito).
D Antibiótico com cobertura para Pseudomonas aeruginosa devido risco aumentado por ser diabético
(ceftazidima).
4 00015164 9
Questão 26 Nef rologia Nef ropatia diabética x Nef ropatia não diabética
Paciente de 70 anos é atendido no ambulatório de Clínica Médica com queixa de cansaço aos grandes esforços há 2
meses Hipertenso e diabetico ha 18 anos, em uso de captopril 150mg/dia, Turosented 25mg/dja, atenolol 50mg/dia. insulina
NPH 30:20:10 Ule Metformina 1700mg/dia. Com ele estão alguns exames realizados na Unidade Básica de Saúde há 15 dias:
Hemoglobina = 9,6 g/dl (com VCM = 87 e HCM = 30); Urina EAS com densidade de 1014. ph 6. leucócitos 10000,
eritrócitos 12000, proteína 4+/4+, hemoglobina ausente: Creatinina = 3,6 mg/dl. Potássio = 5,4.mEq/L, Albumina sérica 3,8
mg/dl. Pressão Arterial = 160x90 mmHg. FC = 78 bpm, FR = 20 ipm, Peso de 80kg. No exame físico chama a atenção o
edema de membros inferiores, 2+14+.
A O paciente é um renal crônico com nefropatia diabética e a realização do fundo de olho é V importante para o
diagnóstico.
C O paciente é um renal crônico com doença renovascular e o ultrassom renal com doppler é importante para o
diagnóstico.
Questão 27 Síndrome de Lise T umoral SLT Síndrome de Lise T umoral Síndrome de lise tumoral SLT
Paciente de 28 anos, masculino, admitido com história de perda ponderal, sudorese noturna e febre intermitente.
Permaneceu internado na Enfermaria de Ensino até o diagnóstico de doença linfoproliferativa. Enquanto aguardava o
resultado da imunofenotipagem, foi transferido para a Hematologia, ocasião em que foi iniciado corticosteroides. Evoluiu
com edema de membros inferiores bilateralmente e oligúria.
Assinale a alternativa que compreende o melhor conjunto de exames para a elucidação diagnóstica do caso.
A Exame de Urina, fósforo, creatinina, potássio, cálcio, ácido úrico e desidrogenase lática.
B Exame de Urina, hemograma, creatinina, sódio, dímero D, CPK e doppler de membros inferiores.
C Exame de Urina, creatinina, sódio, potássio, peptídeo natriurético atrial, eletrocardiograma e ecocardiograma.
D Exame de Urina, sorologia para HIV, proteínas totais e frações, potássio, bilirrubina indireta, creatinina e
hemograma.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00015164 7
Paciente de 65 anos, homem, negro, com antecedentes de hipertensão arterial sistêmica, diabetes e portador de
insu ciência cardíaca com fração de ejeção reduzida, é atendido na Unidade de Pronto Atendimento com queixa de
incapacidade para deambular há 1 dia. Faz uso de enalapril 40 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg, metformina 1 g/dia, insulina
NPH 20/15/10 Ui, espironolactona 25 mg/dia, carvedilol 50 mg/dia e atorvastatina 40 mg/dia. Ele nega dor, sendo seu
exame físico com força muscular grau 3 em membros inferiores bilateralmente, sem edema.
A Hipoglicemia é a principal hipótese, pois ele deve ter clearance de creatinina baixo e o uso de metformina causa
acidose láctica.
B Hipocalemia é a principal hipótese, pois ele faz uso de hidroclorotiazida e tal distúrbio pode ser comprovado
com o achado de onda "U" no eletrocardiograma.
C Hipercalemia é a principal hipótese, pois ele faz uso de enalapril e espironolactona, sendo possível comprovar
com o achado de onda "T" apiculada no eletrocardiograma.
D Rabdomiólise é a principal hipótese, pois ele faz uso de atorvastatina, sendo possível comprovar com a dosagem
de CPK.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00015164 6
Paciente masculino, 27 anos, privado de liberdade há 4 meses e com antecedente de tratamento irregular e incompleto para
tuberculose há 1,5 anos, foi admitido em Unidade Hospitalar com quadro de emagrecimento de 10kg em 2 meses, seguido
de dor abdominal, acolia fecal e colúria há três semanas, com apresentação recente de dispneia. Ao exame físico,
apresentava-se em regular estado geral, dispneico, ictérico ++/4+ acianótico, febril (38,8°C) e hipocorado: PA: 90 X 60
mmHg, FC: 120 bpm; FR: 26 ipm. O exame do pescoço revelou adenomegalia de 2cm em cadeia cervical anterior à direita
de consistência elástica, não aderido, mas doloroso. Pulmões apresentavam roncos esparsos, crepitações inspiratórias nas
difusas: o precórdio apresentava ritmo cardíaco regular em dois tempos, taquicardia e ausência de sopros ou
desdobramentos. O abdome estava escavado, tenso, doloroso à palpação de hipocôndrio direito e o fígado palpável a 4
cm do rebordo costal direito; o espaço de Traube estava ocupado e os ruídos hidroaéreos presentes. As extremidades
inferiores apresentavam edema de +/4+.
A hipótese diagnóstica de tuberculose foi considerada e o médico assistente solicitou teste rápido molecular em escarro
que resultou em detecção de Mycobacterium tuberculosis com resistência a Rifampicina; a partir de tal resultado, a conduta
adotada NÃO incluiu:
A Ampliação da pesquisa de tuberculose por meio do teste rápido molecular em fragmento de gânglio linfático e de
fragmento hepático na ausência de contraindicações para biópsia.
B Realização da pesquisa de tuberculose por meio do teste rápido molecular em sangue para confirmação de
comprometimento sistêmico por Mycobaterium tuberculosis resistente à Rifampicina.
C Realização de cultura específica em novas amostras de secreção respiratória, amostras teciduais e sangue com
avaliação posterior de perfil de sensibilidade às drogas antituberculosas.
D Iniciar administração supervisionada de drogas que garantam a eficiência do tratamento de tuberculose resistente
a Rifampicina e Isoniazida, até conhecimento do perfil de sensibilidade da micobactéria.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 00015164 5
4 00015164 4
Paciente masculino, 46 anos, apresentando hiporexia, tosse e febre há 4 dias. Hoje iniciou dor ventilatório dependente em
hemitórax à direita. Foi levado ao pronto atendimento após apresentar lipotimia. Ao exame físico apresentava-se confuso,
desidratado 2+/4+, descorado 2+/4+, FR: 26ipm, FC: 130bpm. Tempo de enchimento capilar (TEC) de 5 segundos, PA:
90x60mmHG. TAX: 34°C. Paciente em ar ambiente com saturação de O2=92%. Peso: 80kg. A ausculta pulmonar: murmúrio
vesicular diminuído globalmente, com creptações em base de hemotórax à direita. O único exame disponível quando o
paciente foi atendido era a seguinte gasometria: pH: 7,25 / PO2:55 mmHg / PCO2:30 mmHg / HCO3:16 mEq/L / Sat
O2:90%.
Marque a alternativa que indica o diagnóstico, local de tratamento e sequência terapêutica adequada:
B Sepse grave. Tratamento em enfermaria. Coleta de hemoculturas, antibiótico em até 3 horas (ceftriaxona e
claritromicina), expansão com ringer lactato 1600ml.
C Choque séptico. Tratamento em UTI. Coleta de hemoculturas e aspirado traqueal. Antibiótico em até 1 hora
(levofloxacino). Expansão com SF 0,9% 2400ml, hidrocortisona endovenosa.
D Sepse. Tratamento em UTI Coleta de culturas. Antibiótico em até 1hora (Ceftriaxona e azitromicina), expansão
com ringer lactato 1600ml, dexametasona endovenosa.
4 00015164 3
Paciente masculino, 56 anos, internado com diagnóstico de Covid-19. Tomogra a inicial com acometimento de 25 a 50%)
padrão de vidro fosco. Saturando 86% em ar ambiente. Apresenta-se em REG, consciente e orientado, consegue
completar frases e comunica-se normalmente. FC: 110bpm, FR: 28ipm, tempo de enchimento capilar de 3 segundos. Peso:
100kg, altura: 1,70m.
Segundo a literatura médica e os conhecimentos cientí cos atuais, qual seria o melhor tratamento para esse paciente neste
momento?
B Dexametasona 6mg/dia, enoxaparina 40mg SC de 12 em 12h, oxigênio suplementar para atingir saturação de 0>
92%, posição prona ativa.
Gestante na 29ª semana da entrada na Unidade de Pronto Atendimento Obstétrico com história de perda de líquido por via
vaginal há 4 horas. Foi realizado exame especular, con rmando, junto com a história referida pela paciente, o diagnóstico de
rotura prematura de membranas ovulares.
Como propedêutica complementar, foi realizado o Fem test ou teste da lâmina aquecida. Nesse teste, qual aspecto é
observado na imagem microscópica da lâmina de vidro:
A Clue cells
B Cachos de uva.
C Células orangiófilas.
Questão 34 Cardiotocograf ia CT B
Tercigesta, 32 anos, dois partos normais anteriores, fazia pré-natal em Unidade de Alto Risco devido hipertensão arterial.
Está internada em trabalho de parto, 5 cm de dilatação. 3 contrações em 10 minutos de observação e apresentação
cefálica. O exame cardiotocográfico abaixo foi realizado agora.
4 00015164 0
Questão 35 Partograma
Primigesta internada há 8 horas em trabalho de parto. A evolução do trabalho de parto está demonstrada no partograma
abaixo. Foi diagnosticada a presença de desproporção cefalopélvica relativa. De acordo com estes dados, responda,
respectivamente, em qual período clínico do parto está ocorrendo esta distócia e a conduta:
No puerpério imediato, após parto normal de uma multípara cuja gestação evoluiu com polidrâmnio, houve necessidade de
realizar laparotomia ainda no centro obstétrico. Durante a laparotomia, foi realizada a técnica cirúrgica de B-Lynch.
B Atonia uterina.
C Laceração de trajeto.
D Restos placentários.
Primigesta, 38 semanas de gestação, classi cada como de risco usual encontra-se internada em trabalho de parto,
caracterizado por: dilatação cervical de 8 cm, contrações e cazes, bolsa rota espontaneamente, líquido amniótico claro
com grumos e apresentação cefálica, plano-2 de DeLee. Durante a ausculta intermitente da frequência cardíaca fetal, foi
observada a ausência de acelerações da frequência cardíaca fetal durante as contrações.
A Realizar cardiotocografia.
4 00015163 7
Secundigesta, 32 anos de idade com parto anterior por via vaginal há 10 anos. Desde então, devido à ocorrência de pré-
eclâmpsia nesta ocasião, evoluiu com hipertensão arterial crônica. Faz suas consultas de pré-natal na Unidade Básica de
Saúde e em Unidade de Atenção Terciária. Apresenta a curva demonstrada abaixo - altura uterina e idade gestacional.
Também apresenta ganho de peso materno abaixo do esperado para idade gestacional. Devido a esses dados, foi feita a
hipótese de restrição de crescimento fetal. Hipótese essa con rmada por exame ultrassonográ co, caracterizando
restrição de crescimento fetal tipo simétrico (classificação de Lis & Evans, 1984).
Neste caso, o principal parâmetro clínico para o diagnóstico inicial de restrição de crescimento fetal é:
C Ganho de peso ponderal materno menor que o esperado para a idade gestacional.
D Altura uterina menor que a esperada para a idade gestacional em medidas seriadas.
4 00015163 6
Quartigesta, 42 anos de idade, com 3 partos cesáreos anteriores, tabagista, hipertensa crônica, com história obstétrica de
ocorrência de pré-eclâmpsia grave nas duas últimas gestações. Encontra-se na 28ª semana de gestação, sem
intercorrências e faz suas consultas de rotina no pré-natal na Unidade Básica de Saúde. Retorna hoje para trazer o resultado
dos exames solicitados há 15 dias. Está ansiosa devido resultado do exame ultrassonográ co, que mostrou placenta prévia
centro-total. De acordo com esses dados, responda, respectivamente, qual é o principal fator de risco citado no caso para
a ocorrência dessa patologia gravídica, qual complicação pode estar associada a esta patologia e qual exame
complementar deverá ser solicitado para diagnóstico da possível complicação:
C Hipertensão arterial, atonia uterina e ultrassom pélvico nas primeiras 12 horas pós-parto.
D Toxemia gravídica, distúrbio de coagulação e dosagem laboratorial dos fatores de coagulação imediatamente
após a dequitação.
4 00015163 5
Questão 40 Puerpério
Paciente na 12ª semana de gestação evoluiu com abortamento espontâneo incompleto. Como não ocorreu a eliminação
de todo o conteúdo intrauterino, vai ser submetida à curetagem uterina. Não deseja uma gravidez subsequente em longo
prazo. Antes de ser submetida ao procedimento cirúrgico, foi devidamente esclarecida sobre os métodos contraceptivos e
optou pela inserção do DIU (Dispositivo Intrauterino) de Cobre.
A Deverá aguardar 4 semanas após a curetagem, devido às altas taxas de perfuração uterina que ocorrem após
abortamento se o dispositivo for inserido imediatamente.
B Poderá ser realizada a inserção do DIU imediatamente após a curetagem uterina, pois é um método seguro e
eficaz e de excelente estratégia para a prevenção de gestações não planejadas.
C Deverá aguardar até 6 semanas para o procedimento, devido à alta incidência de expulsão se for realizado antes
desse período.
D A indicação para a inserção desse método contraceptivo nas maternidades é somente após parto por via vaginal
ou via abdominal, devido à alta incidência de infecção pós-abortamento.
4 00015163 4
Questão 41 T ratamento
Em consulta ambulatorial é atendida uma adolescente de 18 anos, com queixa de irregularidade menstrual, referindo ciclos
menstruais a cada 48 dias. Menarca aos 9 anos. Ao exame físico observamos: hirsutismo e quadro de acne severa. Feito o
diagnóstico de Síndrome dos Ovários Policísticos.
A Progesterona.
C Dispositivo intra-uterino.
Paciente procura assistência médica com queixa de dor pélvica. Refere que a data da última menstruação foi há 3 dias. Foi
operada há 3 anos por prenhez ectópica e desde então não utiliza métodos anticoncepcionais. Ao exame ginecológico
veri camos: útero em retro verso exão xa e doloroso à mobilização, fundo de saco vaginal com nodulações e ovários
não palpáveis.
A Apendicite.
B Endometriose.
C Prenhez ectópica.
Casal deseja engravidar. Casados há 3 anos e há 6 meses mantendo relações sexuais regulares sem uso de contracepção.
Ela com 38 anos, nuligesta, ciclos menstruais regulares, menarca aos 13 anos. Nega dismenorreia e dispareunia. Nega
cirurgias anteriores. Ele com 40 anos, nega cirurgias anteriores e uso de medicamentos. Nega tabagismo e etilismo.
Medicina livre, venda proibida, twitter @Livremedicina
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Qual a sua conduta?
D Não recomendar a gravidez, pois será de risco pela idade materna avançada.
Paciente de 28 anos de idade, que sempre teve ciclos menstruais normais, sofre abortamento espontâneo incompleto na 8ª
semana de gestação. É submetida å Winteragem e Curetagem Uterina para remoção dos restos ovulares. Após a
Curetagem Uterina, não menstruou mais, está em amenorreia secundária há 2 anos.
De acordo com esse enunciado, qual das alternativas abaixo é a Hipótese diagnóstica correta para este caso?
A Síndrome Simmonds.
B Síndrome de Kallman.
C Síndrome de Sheehan.
D Síndrome de Asherman.
Paciente com 35 anos de idade, G=3 P=3 A=0, encaminhada da Unidade Básica de Saúde (UBS) com resultado de
Colpocitologia Oncótica (CO) de Lesão intra-epitelial de alto grau (LIE-AG).
A Realizar Colposcopia.
Paciente com 51 anos de idade, menopausada há 1 ano, com queixas de fogachos intensos há 1 ano, insônia, irritabilidade
alternando com períodos de depressão, fraqueza, indisposição e queda da libido. Paciente não apresenta comorbidades.
Ao explicar os tratamentos, opta-se pela Terapia Hormonal (TH). Das alternativas abaixo, qual não é contraindicação
absoluta à TH?
B Hipertensão arterial.
C Tromboembolismo agudo.
Paciente de 32 anos procura o ambulatório de Planejamento Familiar porque deseja orientação quanto ao implante de
progesterona. Tem 1 filho de parto normal, ciclo menstrual regular, sem comorbidades.
A Cefaleia.
B Amenorreia.
C Ganho de peso.
D Irregularidade menstrual.
Paciente de 65 anos, submetida à setorectomia de mama com técnicas oncoplásticas devido carcinoma ductal in situ, grau
nuclear 1, micropapilar, com margens livres e receptores hormonais positivos. Qual seria a sua conduta baseando-se nos
estudos clínicos randomizados?
A Tamoxifeno.
B Radioterapia exclusiva.
Paciente de 62 anos é encaminhado ao ambulatório de cirurgia com história de icterícia progressiva associada a dor
epigástrica irradiada para o dorso há 2 meses. Ele refere ainda que no período apresentou emagrecimento de 10 kg. De
antecedentes refere ser hipertenso e tabagista há 40 anos. Nega etilismo. Ao exame físico o paciente está ictérico 2+/4,
corado, afebril e orientado. O exame cardiorrespiratório não apresenta anormalidades. No exame abdominal, nota-se um
abdome escavado, com uma vesícula biliar palpável e indolor.
B Adenocarcinoma de colo.
C Adenocarcinoma gástrico.
D Adenocarcinoma pancreático.
Paciente de 46 anos realiza ultrassonogra a de abdome de rotina, que revela uma lesão nodular hiperrefringente de 1,2 cm
no segmeto cinco do lobo hepático direito. Na continuação da investigação é solicitada uma tomogra a de abdome que
revela um típico padrão de preenchimento nodular periférico da lesão e uma ressonância magnética, que mostra uma lesão
hipodensa e hipointensa em T1 e hiperintensa em T2 com um preenchimento do contraste centrípeto. Sobre este caso,
podemos afirmar que a conduta é:
4 000151624
Paciente de 65 anos, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica, diabético e obeso, encontra se intubado há 15 dias,
em UTI devido quadro pneumônico sem melhora expressiva que permita extubação em 48h. Assinale a alternativa incorreta
sobre a traqueostomia nesta situação.
4 000151623
Mulher de 55 anos, branca, professora, natural e procedente de São José do Rio Preto. Refere que há 40 dias está
apresentando hematoquezia e dor anal de forte intensidade às evacuações. Refere constipação intestinal crônica e nega
anorexia e febre. Relata que o pai teve câncer de reto aos 60 anos de idade.
B O diagnóstico mais provável é de uma fissura anal secundária e a manometria anorretal é obrigatória
C O diagnóstico mais provável é carcinoma espinocelular de reto e o tratamento é com ostomia de proteção
Homem de 62 anos, encaminhado ao ambulatório pela UBS com história de que há quatro meses apresenta polaciúria sem
queimação e com noctúria (quatro vezes/noite). Relata que limitou o consumo de líquidos à noite sem muitos benefícios. O
exame físico não demonstra massa suprapúbica nem dor. Ao toque retal, veri ca-se tônus retal normal e próstata indolor,
moderadamente aumentada e sem nódulos. Exame qualitativo de urina mostrou cor: amarelo claro; densidade 1.020; ph =
5,5, nitritos = negativo; hemácias = 2/campo; leucócitos = 4/campo; bactéria = ausentes; e dosagem sérica de PSA = 2,8
ng/ml.
A Prostatite crônica
B Estenose de uretra
C Câncer de Próstata
Paciente de 45 anos procura o ambulatório de cirurgia preocupado com o fato de que um amigo de infância ter sido
diagnosticado com câncer gástrico. Ele refere dor epigástrica em queimação de longa data, é tabagista, consome bebidas
alcoólicas socialmente e faz uso de losartana e amlodipina para tratamento de hipertensão arterial. Seu exame físico não
apresenta alterações. Uma endoscopia digestiva alta é solicitada e revela uma gastrite erosiva de antro associada ao
Helicobacter pylori.
Quais medidas preventivas ao surgimento de um adenocarcinoma gástrico devem ser adotadas para este paciente,
EXCETO:
Senhora de 68 anos, vítima de atropelamento, chega à emergência queixando-se de dor intensa em região de quadril onde,
B Encaminhar a paciente ao centro cirúrgico para realização de fixação pélvica com equipe da ortopedia;
C Encaminhar a paciente ao centro cirúrgico para laparotomia exploradora e realização de pack extra peritonial;
D Encaminhar a paciente ao centro cirúrgico para fixação pélvica e, em seguida, ao serviço de hemodinâmica para
realização de arteriografia e angioembolização.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151619
Jovem de 20 anos, vítima de acidente de trânsito com colisão frontal, foi arremessado com a região cervical em direção ao
volante do carro. Na admissão, apresenta franca insuficiência respiratória, rouquidão, enfisema subcutâneo, dor e crepitação
em região cervical anterior.
Na avaliação inicial deste paciente, após o insucesso na tentativa de intubação orotraqueal, a melhor maneira de manter e
garantir uma via aérea pérvia é através de:
A Traqueostomia.
B Máscara laríngea.
C Cricotireoidostomia cirúrgica.
Criança de seis anos chega à emergência após queda de patins. Apresenta ferimento linear aberto em face, sem
sangramento ativo. Após anestesia e limpeza da ferida, o ideal para reparo é:
Você está de plantão em um hospital terciário e acaba de chegar uma jovem, vítima de ferimento por arma branca em
região lombar à direita. Encontra-se hemodinamicamente normal; o exame físico abdominal é normal, sem peritonite; o
toque retal não evidenciou sangramento em dedo de luva.
Criança de sete anos encaminhada à emergência após queda de bicicleta. Segundo a mãe, a queda foi há aproximadamente
30 minutos e a criança apenas queixou-se de dor abdominal. Não houve perda de consciência. Após a avaliação inicial, foi
realizada uma tomogra a computadorizada abdominal que evidenciou líquido livre na cavidade peritoneal, sem lesão
aparente de vísceras abdominais.
A Laparotomia exploradora;
Paciente será submetido a uma cirurgia para correção de uma hérnia inguinal no lado direito. Antes da indução anestésica,
seguindo a lista de verificação de segurança cirúrgica desenvolvida pela OMS, deve ser confirmado:
A Identificação do paciente, análise dos pontos importantes da recuperação pós-operatória e passos críticos da
cirurgia.
B Revisão da correta esterilização dos instrumentais, passos críticos da cirurgia, confirmação da cirurgia a ser
realizada e local da cirurgia.
C Identificação do paciente, confirmação da cirurgia a ser realizada, termo de consentimento e sítio cirúrgico
correto da cirurgia.
D Verificação se antibioticoprofilaxia foi realizada avaliação de via aérea difícil e confirmação de todos os
profissionais que participarão da cirurgia.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151614
Homem de 74 anos procura emergência com história de dor abdominal intermitente principalmente no abdome inferior e
náuseas há 3 dias. Nega vômitos, mas refere que não consegue ingerir alimentos e líquidos há 24 horas devido à náusea.
Refere também que não evacua há dois dias e não elimina atos há 24 horas. Refere ser hipertenso, coronariopata e ter sido
submetido a uma cirurgia com enterectomia devido a acidente automobilístico há 10 anos. Está orientado, sua temperatura é
de 37.8°C. frequência cardíaca de 112 bpm, pressão arterial de 130x90 mmHg, suas mucosas estão secas (+/4) e coradas.
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Seu abdome está distendido, mostrando uma cicatriz cirúrgica na linha média. O ruído abdominal está aumentado e na
palpação apresenta dor abdominal com descompressão brusca presente. Não há evidências de hérnia ventral ou inguinal.
Os exames laboratoriais mostram leucocitose 14.000 mm³; hematócrito de 46 %; creatinina de 1,3 mg/dl; lactato de 1,2
mg/dl.
Após ressuscitação volêmica é realizada uma laparotomia no paciente. Quais são os dados de história e exames que
levaram a decisão de operar o paciente?
C Cirurgia prévia, ausência de hérnias na parede abdominal, hematócrito de 48% e ausência de ponto visível de
obstrução na tomografia.
D Ruído abdominal aumentado, creatinina de 1,3, pressão arterial de 130/90 mmHg e pneumatose intestinal na
tomografia:
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151613
Questão 63 Hemorragia por Úlcera Péptica HDA por DUP Abordagem Inicial
Homem de 63 anos procura a emergência referindo que nas últimas 24 horas teve várias evacuações de fezes enegrecidas
e nas últimas 12 horas tem sentido muita tontura. Refere ser hipertenso e nega cirurgias prévias. O paciente reclama de
cefaleias frequentes devido a tensão no trabalho, para a qual vem se automedicando com quatro a seis comprimidos de
ibuprofeno por dia nas últimas duas semanas. Ele nega uso de bebida alcoólica, tabaco ou drogas ilícitas. Ao exame físico
apresenta temperatura de 36°C, pulso de 105/min, pressão arterial de 104/80 mmHg e frequência respiratória de 22/min.
Ele está acordado, mas apresentando letargia e palidez. O exame cardiopulmonar não tem alteração. Seu abdome está
ligeiramente distendido e ligeiramente sensível no epigástrio. O exame retal revela fezes melanóticas, mas sem massas na
ampola retal.
Escolha a alternativa abaixo que apresenta a hipótese diagnóstica e o manejo correto para este caso.
A Hemorragia por varizes esofágicas e o manejo inicial requer a passagem do balão esofágico e drogas vasoativas.
B Hemorragia por doença diverticular do colo e o manejo inicial requer ressuscitação volêmica e colonoscopia.
C Isquemia mesentérica e o tratamento inicial requer uma arteriografia e anticoagulação com heparina.
D Hemorragia digestiva por úlcera péptica e o manejo inicial requer ressuscitação volêmica e endoscopia digestiva
alta.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151611
Mulher de 42 anos, com dor abdominal há um dia, procura a emergência do hospital. Refere que a dor inicialmente
começou no epigástrio, entretanto com o passar das horas se localizou no quadrante superior direito (QSD). A paciente
relata um pouco de náusea, mas nega vômito. Ao exame físico sua temperatura é de 38°C, estando o restante de seus sinais
vitais normais. O exame físico geral, neurológico e cardiorrespiratório não apresentam anormalidades e o exame abdominal
revela um abdome globoso, timpânico, sem visceromegalias e sem cicatrizes cirúrgicas. Na palpação, a paciente apresenta
dor no quadrante superior direito, sem sinais de irritação peritoneal e os ruídos abdominais estão presentes. Os exames
bioquímicos mostram leucócitos 18.000 / mm3: amilase de 68 mg / dL; proteína C reativa (PCR) de 8,0; fosfatase alcalina
de 240 U/L; bilirrubinas totais de 1.0: gGT de 250; TGO 26 U/L e TGP de 34 U/L.
Qual das a rmativas abaixo corresponde ao diagnóstico clínico mais provável e o exame de imagem a ser solicitado
inicialmente para confirmação diagnóstica?
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A Colecistite aguda e ultrassonografia:
Questão 65 Direitos dos médicos Código de Ética Médica CEM Princípios f undamentais
No início da pandemia da Covid-19 em abril de 2020. no município "X" os médicos que atuam nos serviços de saúde que
oferecem assistência a casos con rmados e suspeitos de Covid-19 como: Unidades Básica de Saúde (UBS) e Unidades
Básicas de Saúde da Família (UBSF), Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e nos Hospitais contratados pelo SUS (nas
Emergências, nas Enfermarias, nas Unidades de Terapia Intensiva, etc) entre outros, informaram na plataforma on-line
disponibilizada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado (na qual está localizado o município) falhas na infraestrutura
oferecida pelos gestores (públicos e privados) aos pro ssionais médicos e outras pro ssões. As falhas identi cadas
contrariam as recomendações do Guia de Recomendações de Proteção aos Trabalhadores dos Serviços de Saúde no
atendimento de Covid-19 e outras síndromes gripais/ANVISA/Ministério da Saúde/2020.
Considerando o caso acima, pode-se afirmar que o CRM exercerá neste caso a sua função:
A Política.
B Cartorial.
C Judicante.
D Fiscalizatória.
4 000151609
Mulher, 57 anos, do lar, residente na área de abrangência Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF), apresenta perda de
peso acentuada nos últimos três meses. Teve diagnóstico de câncer de estômago no início do quadro, foi submetida à
cirurgia e sessões de radioterapia, que foram suspensas há um mês após constatação de metástases em vários órgãos. A
paciente evoluiu para um quadro de caquexia e vinha recebendo atendimento domiciliar pelo médico dessa UBSF, que a
visitava regularmente em casa.
Nesta data, a família procura o médico na UBSF e comunica que, após a última visita, a paciente evoluiu com episódio de
perda da consciência e faleceu no domicílio.
B O médico da família emitirá imediatamente a declaração de óbito, considerando-se que ele prestava assistência
médica à falecida, conhecia o quadro clínico apresentado nos últimos meses, bem como o prognóstico do
quadro.
C o médico da família deve proceder a um cuidadoso exame externo do cadáver, a fim de afastar qualquer
possibilidade de causa externa, constatar o óbito e emitir a DO anotando, na variável causa, "óbito sem
assistência médica" e no campo 59 da Declaração de Óbito "não há sinais externos de violência".
D o corpo deverá ser encaminhado ao IML. Como é morte natural, o médico deve esgotar todas as possibilidades
para formular a hipótese diagnóstica, inclusive com anamnese e história colhida com familiares. Caso persista
dúvida e na localidade exista SVO, o corpo deverá ser encaminhado para esse serviço. Caso contrário, o médico
deverá emitir a declaração de óbito esclarecendo que a causa é desconhecida.
4 000151608
Questão 67 Letalidade
O município A possui uma população de 30.000 habitantes. No período de março a dezembro de 2020 foram a óbito 6
pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) pela Covid-19. Neste período, o coe ciente de letalidade por
SRAG pela Covid-19 neste município foi de 2%. Qual foi o número de casos de SRAG por Covid-19 de março a setembro
no município A?
A 30.
B 300.
C 600.
D 500.
4 000151607
Paciente 37 anos, masculino, chega à emergência do Hospital com queixa de "dor no peito" há 1 dia. Sendo que há 30
minutos apresenta piora da dor com sudorese fria e desmaio. Ao chegar ao hospital, ele diz se sentir melhor. A sala de
espera da emergência está com vários outros pacientes aguardando. O paciente foi encaminhado imediatamente para uma
sala ao lado, na recepção, onde é avaliado por um pro ssional de enfermagem. No atendimento, apresenta palidez,
hipotensão e discreta dor no peito. É encaminhado para atendimento imediato, independentemente do número de pessoas
que estavam aguardando, já todas avaliadas e classificadas.
B Protocolo de Atendimento das Doenças Cardiovasculares no SUS (Sociedade Brasileira de Cardiologia) para o
paciente com precordialgia e que tem por objetivo, não demorar em prestar atendimento àqueles que necessitam
de uma conduta imediata.
C Fluxo de Atendimento das Emergências Cardíacas na Rede de Atenção à Saúde em Hospitais de Ensino no SUS,
que tem por objetivo, não demorar em prestar atendimento àqueles que necessitam de uma conduta imediata.
D Hospital Amigo do Coração (Ouvidoria do Hospital de Ensino), em virtude das inúmeras situações identificadas
por este setor objetivam, em primeiro lugar, não demorar para prestar atendimento àqueles que necessitam de
uma conduta imediata.
4 000151606
Na emergência do Hospital de Ensino, criança de 6 meses é atendida com febre, palidez, prostração, vômitos, convulsões,
manchas vermelhas no corpo, taquicardia e taquipneia. É internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com quadro de
choque séptico indo a óbito no mesmo dia com suspeita diagnóstica de Doença Meningocócica (DM). O caso foi
noti cado às autoridades competentes. Na investigação epidemiológica, identi cou-se que esta criança é irmã gêmea,
portanto contato íntimo, de paciente de 6 meses internado há 3 dias em outro hospital da cidade com suspeita de
Meningite. sendo que na baciloscopia do líquor cefalo raquidiano identi cou-se diploccos gran negativo, sendo
posteriormente con rmado na cultura Neisseria Meningitides Sorogrupo C. Este primeiro caso não foi noti cado. As duas
crianças tomaram aos 3 meses a 1ª dose Vacina conjugada contra o meningococo do sorogrupo C, conforme Carteira de
Vacinação, porém estavam com as vacinas em atraso desde os 3 meses de idade.
A Dentre as medidas de controle preconizadas pelo Ministério da Saúde para a Doença Meningocócica, a
indicação de quimioprofilaxia, deve ser feita se a ocorrência de caso secundário for identificada na vigència de
um surto da doença na localidade.
C Cabe ao médico e ao hospital, onde a criança foi atendida, diagnosticar e adotar a conduta para o paciente que
está atendendo e aos familiares procurar atendimento para a quimioprofilaxia para os demais membros da família
na Unidade Básica de Saúde próxima de sua casa.
D A meningite é uma doença de notificação compulsória a simples suspeita. O primeiro caso deveria ter sido
notificado à Vigilância Epidemiológica, possibilitando assim a Investigação epidemiológica, o controle dos
comunicantes íntimos e a prescrição de quimioprofilaxia para eles, conforme preconizado pelo Ministério da
Saúde
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151605
Adolescente de 15 anos é atendida em consulta na Unidade Básica de Saúde da Família do Bairro por apresentar atraso
menstrual de 7 semanas. Foi examinada e foram solicitados exames laboratoriais. Foi feito diagnóstico de gravidez e de sífilis
na gestação pelo Veneral Disease Research Laboratory (VDRL) com títulos altos. A paciente é usuária de drogas e não
A É um óbito fetal por sífilis congênita. O médico deve notificar o caso à Vigilância Epidemiológica do local, por ser
doença de notificação compulsória, emitir a Declaração de Óbito (DO) e encaminhar a mãe para fazer
tratamento da sífilis e seguimento na UBSF.
B É um natimorto. O médico deve encaminhar a mãe para UBSF para fazer tratamento e seguimento da sífilis e para
ser notificado o caso pela Vigilância Epidemiológica por ser doença de notificação compulsória.
C É um natimorto por sífilis congênita. O médico deve notificar o caso à Vigilância Epidemiológica do local, por ser
doença de notificação compulsória, encaminhar a mãe para fazer tratamento e seguimento na UBSF, emitir a
declaração de nascido (DN) e emitir a Declaração de óbito (DO).
D É um óbito fetal. O médico deve:encaminhar a mãe para UBSF para tratamento e seguimento da sífilis e para ser
notificado o caso pela Vigilância Epidemiológica por ser doença de notificação compulsória.
4 000151604
Questão 71 Maus tratos à crianças e adolescentes Atendimento à vítima de violência sexual Violência
Menina de 7 anos foi atendida na emergência do Hospital Universitário com queixa de febre e dor para urinar. No
atendimento a mãe refere que a criança tem tido infecção de urina de repetição nos últimos 2 anos. Refere que a lha
apresenta tristeza constante, ansiedade e medo em relação a algumas pessoas e situações, principalmente em relação ao
padrasto. No exame sico, apresenta temperatura de 38°C, genitália com grande hiperemia com áreas esbranquiçadas na
vulva e corrimento vaginal. O médico pediatra, além da suspeita de infecção urinária e de infecção vaginal, também suspeita
de abuso sexual, com fortes indícios do abuso ser, atribuído ao padastro.
Considerando o caso em questão, o médico, juntamente com a equipe multidisciplinar (enfermagem, serviço social e
psicologia) devem adotar os seguintes procedimentos:
A Realizar investigação clínica e laboratorial para tratamento e profilaxia das Infecções e encaminhar o caso para a
Delegacia de Polícia mais próxima, pois o problema identificado é da esfera da segurança pública e do judiciário.
A equipe deve comunicar compulsoriamente o Conselho Tutelar.
B Notificar imediatamente a Vigilância Epidemiológica, conforme rotina de notificação das doenças e agravos de
notificação compulsória, comunicar compulsoriamente o Conselho Tutelar, realizar investigação clínica e
laboratorial para tratamento e profilaxia das infecções. Encaminhar para a rede de atenção e proteção integral
para acompanhamento que trata dos direitos à vida e ao bem estar de crianças e adolescentes.
C Avaliar e documentar detalhadamente todos aspectos na anamnese, no diagnóstico com testes específicos, com
tratamento de acordo com o protocolo do serviço para abuso sexual, com prognóstico e com conclusão que
possibilite apresentar relatório com um laudo completo e não acusar sem provas.
D Realizar investigação clínica e laboratorial para tratamento e profilaxia das infecções e encaminhar o caso para o
psiquiatra e o psicólogo que atendem os casos de suspeita de maus-tratos contra criança ou adolescente e
comunicar o Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151603
Acadêmico de Medicina na 5ª série (Internato), 23 anos, masculino, acidentou-se com uma agulha, ao realizar
procedimento de pequena cirurgia em um paciente com infecção crônica pelo vírus da hepatite B (há mais de 2 anos
HBsAg +). Este acadêmico recebeu 1 dose da vacina contra hepatite B quando estava no nal da 4ª série do Curso de
Medicina, antes de iniciar o internato.
A conduta recomendada neste caso por ter tido uma exposição ocupacional ao vírus da hepatite B é:
B Administrar interferon convencional (IFNc sendo 5 MUI/dia ou 10 MUI 3x/sem SC por 16 semanas) até 2 horas
após o acidente.
4 000151602
Em um estudo de Coorte prospectivo multicêntrico foi acompanhado durante 12 meses, um grupo de 300 mulheres com
renda familiar de menos de um salário mínimo e um grupo de 300 mulheres com renda familiar de mais de dez salários
mínimos. O estudo foi realizado para se estabelecer (ou não) uma correlação entre mortalidade infantil e renda familiar. Os
dados do final do estudo encontram-se abaixo:
Pergunta: Qual o Coe ciente de Mortalidade Infantil no Grupo de mulheres com renda familiar de menos de 1 salário mínimo
e qual o Risco Atribuível à renda?
D 16,6 por mil nascidos vivos. Risco Atribuível: 13,3 óbitos por mil nascidos vivos.
Questão 74 Medidas de Desempenho de T estes Diagnósticos ou Medidas de Perf ormance de T estes Diagnósticos
Os testes moleculares caracterizam-se pela ampli cação do RNA do Covid-19 a partir de espécimes biológicos coletados
de Nasofaringe e orofaringe. O momento ideal de coleta situa-se entre o 4º e 8º dia do início dos sintomas. Pela sua alta
sensibilidade e especi cidade, esses testes têm sido utilizados como "Padrão Ouro" (a melhor escolha), para diagnóstico de
infecção na fase aguda. Um novo Teste Rápido para Covid-19 está sendo testado em comparação com o RT-PCR. Em uma
amostra de 500 pessoas, o RT-PCR deu positivo em 100 e negativo em 400. Naquelas pessoas em que o RT-PCR deu
positivo, o novo teste deu positivo em 80, e naqueles que o RT-PCR deu negativo, o novo Teste Rápido deu 300
negativos.
A 20% e 80.
B 80% e 20.
C 80% e 100.
D 90% e 100.
Doll y Hill realizaram um estudo, entre os anos de 1951 a 1961, com médicos britânicos para estabelecer uma correlação
entre número de cigarros/dia fumados e Coe ciente de Mortalidade (por mil) por câncer de pulmão. Após 10 anos de
observação, encontraram os seguintes resultados:
Qual é o modelo do estudo, o Risco Relativo ao cigarro, o Risco Atribuível Proporcional no grupo de fumantes de 25 e mais
cigarros/dia, comparado aos não fumantes?
A É um estudo experimental, ensaio clínico. O Risco Relativo é de 32,4. O Risco Atribuível Proporcional é de
aproximadamente 97%.
D É um estudo analítico observacional de coorte prospectiva. O Risco Relativo é de 32,4 e o Risco Atribuível
Proporcional é de aproximadamente 97%.
Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151599
Questão 76 Lista Nacional de Notif icação Compulsória de doenças agravos e eventos de saúde pública
Paciente de 45 anos, deu entrada no Pronto Atendimento, com quadro de dores abdominais fortes contínuas, vômitos
persistentes, pele pálida. fria e úmida, sangramento pelo nariz e pela boca, manchas vermelhas na pele, comportamento
variando de sonolência à agitação, confusão mental, sede excessiva e boca seca. PA: 70/40 mmHg. Faleceu 7 horas
depois em choque hipovolêmico. Na sua cidade de origem a dengue é endêmica.
Qual deve ser a sua conduta, segundo a Portaria nº 264, de 17 de fevereiro de 2020.
C Somente notificar à Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e Ministério da Saúde após
confirmação diagnóstica por sorologia.
D Notificar imediatamente a Secretaria Municipal de Saúde, para que ela notifique a Secretaria Estadual de Saúde e
o Ministério da Saúde após confirmação Diagnóstica.
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Em Carta-Manifesto, a Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência (SBPC) denuncia que "diversos estudos do per l das
mortes pela Covid-19 no Brasil' mostram que diferentemente da Europa, que o CEP (endereço) é também um forte
determinante das situações de morte. Muitos jovens e adultos abaixo de 60 anos estão morrendo nas comunidades.
Tomamos então a iniciativa de listar um conjunto de ações de abrangência nacional que apoia favelas e comunidades
pobres no território nacional".
Qual a Categoria de Análise, utilizada pela Epidemiologia Social, que a SBPC está utilizando nesta Carta-Manifesto para
denunciar as desigualdades escancaradas pela pandemia da Covid-19 no Brasil?
A Pobreza.
B Vulnerabilidade.
C Grupo de Risco.
D Fatores de Risco.
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Em setembro de 2020, o Congresso Nacional travou um debate sobre a proibição do PARAQUAT como herbicida na
agricultura brasileira. Ficou decidido que a sua fabricação, comercialização e uso estão proibidas no território brasileiro a
partir de 22 de setembro de 2020. A bancada ruralista ainda não se deu por vencida e pretende recorrer contra a decisão. O
presidente da ANVISA declarou: “a decisão da ANVISA ainda pode ser revista no futuro, desde que esteja acompanhada de
embasamento científico".
B Atua como inibidor da colinesterase, só que diferentemente dos agrotóxicos organofosforados, de forma
reversível, causando como sintomas miose, sialorreia, broncoespasmo e colapso respiratório.
C Os pneumócitos tipo II são lesados e diminuem a produção de surfactantes. Levando ao colapso alveolar e uma
alveolite com migração de neutrófilos e macrófilos, podendo evoluir para um processo de fibrose pulmonar
(parenquimatização pulmonar)
D Interfere na fosforilação oxidativa, elevando o metabolismo basal, produz glucogenólise aeróbioca com
diminuição do glicogênio hepático, aumento da temperatura corporal e icterícia, nos casos de intoxicação
crônica.
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Paciente de 50 anos, consulta com a médica da Unidade de Saúde ESFIII, queixando de "aperto no peito". O paciente
encontra-se ansioso, pois há duas semanas perdeu um irmão de 60 anos por infarto do miocárdio. De acordo com José
Mauro Ceratti Lopes, no Capítulo 13 – Consulta e Abordagem Centrada na Pessoa -, do Tratado de Medicina da Família e
Comunidade/Princípios, Formação e Prática (Porto Alegre: Artmed/SBMFC, 2012), "considera-se que o método que
engloba e sistematiza os diversos aspectos positivos das diferentes formas de abordagem aos problemas de saúde é o
Método Clínico Centrado na Pessoa".
Segundo este autor, o Método Clínico Centrado nas Pessoas tem seis componentes, qual é o primeiro?
Mãe traz o seu lho de 3 meses para ser atendido na UBSF. Refere que ele não dorme bem à noite e chora muito. A criança
nasceu de parto vaginal na 30° semana de gestação e está sendo acompanhado no ambulatório de pediatria, onde faz o
acompanhamento pôndero-estatural e neuropsicomotor da criança, o estímulo ao aleitamento materno, o cumprimento do
calendário vacinal e o atendimento de possíveis intercorrências, garantindo assim o princípio da integralidade da atenção.
Quais são diretrizes da Atenção Primária à Saúde de acordo com a Política Nacional de Atenção Básica devem ser
garantidas pela equipe de saúde da UBSF?
D Coordenação do cuidado, ser a porta de entrada exclusiva na rede de atenção à saúde, longitudinalidade da
atenção e integralidade.
Medicina livre, venda proibida, twitter @Livremedicina
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Essa questão po ssui co mentário do pro fesso r no site 4 000151594
Respostas:
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34 A 35 D 36 B 37 A 38 D 39 A 40 B 41 D 42 B 43 C 44 D
45 A 46 B 47 D 48 C 49 D 50 D 51 C 52 A 53 D 54 D 55 C
56 A 57 D 58 A 59 A 60 C 61 A 62 D 63 D 64 A 65 D 66 A
67 B 68 A 69 D 70 A 71 B 72 C 73 D 74 C 75 D 76 A 77 B
78 C 79 D 80 C