UFCD 5 Compressed
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ESTRATÉGIAS DE
COMUNICAÇÃO E
OBSERVAÇÃO 50 HORAS
NOS CONTEXTOS DE
INTERVENÇÃO COM A
POPULAÇÃO IDOSA
Recetor
9
CANAL
● É todo o suporte que serve de veículo a uma mensagem,
sendo o mais comum o ar
Código
11
CONTEXTO
Feedback
12
OS NÍVEIS DE
COMUNICAÇÃO PODEM SER
INTRA PESSOAIS E
INTERPESSOAIS
Os dois O nível de comunicação intra pessoal tem um papel muito importante, é
influenciado pelo conceito de valorização e pelos sen9mentos. Quando
níveis de estamos bem connosco, melhor podemos comunicar com os outros. Na
área dos cuidados, esta comunicação influencia bastante na medida em
comunicaçã que conseguimos compreender melhor os idosos (doentes) quando os
estamos a observar. (Perry 1995)
o A comunicação interpessoal é efetuada a maioria das vezes face a face.
Para (Barnhund 1968:10) "O estudo da comunicação interpessoal ocupa-
se pois da inves9gação de situações sociais, rela9vamente informais em
que pessoas nos encontros face a face sustentam uma interação
concentrada através da permuta recíproca de pistas verbais e não
verbais"
ESTA DEFINIÇÃO INCLUI VÁRIOS CRITÉRIOS
A SABER:
• Na comunicação interpessoal têm que exis6r duas ou
mais pessoas, em proximidade 9sica e que percebam a
presença uma da outra. - Envolve interdependência
Os dois comunica6va. - Há troca de mensagens - As mensagens
são codificadas de forma verbal e não verbal - E marcada
níveis de pela informalidade e pela flexibilidade.
• Um dos aspetos importantes desta comunicação "é o
comunicaçã estabelecimento de relações, um relacionamento é um
padrão de interações entre duas pessoas, baseado nas
o suas perceções recíprocas". (Watzlavic 1967:120)
• A comunicação interpessoal saudável vai permi6r uma
troca de ideias com melhoria na resolução dos
problemas. Sendo o 6po de comunicação mais u6lizada
na área dos cuidados
A COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL SAUDÁVEL VAI
PERMITIR UMA TROCA DE IDEIAS COM MELHORIA NA
RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS, SENDO O TIPO DE
COMUNICAÇÃO MAIS UTILIZADA NA ÁREA DOS
CUIDADOS
Os dois A comunicação é portanto um processo que vai
níveis de permiIr às pessoas enviar e receber mensagens e
ocorre num nível social em que os parIcipantes estão
comunicaçã compromeIdos no contacto com eles e com os outros
o
É um processo dinâmico, com o significado das
mensagens negociado entre os parIcipantes
A COMUNICAÇÃO UTILIZADA
DURANTE O CUIDAR, É
INTERPESSOAL, ESTABELECE-SE
ENTRE O IDOSO E O CUIDADOR
Comunicaçã
o com os É um ato de par9lha entre quem cuida e quem está a ser cuidado
idosos
A comunicação é importante na relação que se estabelece com o
idoso, não só a comunicação verbal como a não verbal
especialmente a linguagem corporal, pois os idosos com as suas
limitações cogni9vas e sensoriais estão por vezes menos rece9vos,
mas sensíveis ao clima afe9vo que se pode estabelecer
Para melhorar a comunicação com
o utente o cuidador deve
desenvolver e valorizar a
capacidade de escuta como
Estratégias de atitude essencial ao
comunicação não-verbal estabelecimento de uma
A escuta ativa... comunicação eficaz, que estará na
base de uma verdadeira relação
de ajuda
O TATO É A MAIS BÁSICA DE NOS CUIDADOS ACREDITA- NO ENTANTO, MAIS UMA
TODAS AS RESPOSTAS SE QUE O USO DO TOQUE É VEZ ESTE TEM QUE ESTAR
HUMANAS. A NECESSIDADE BENÉFICO PARA A MAIORIA ATENTO AO QUE O DOENTE
DE CONTACTO TÁCTIL ESTÁ DOS DOENTES, PODE SER LHE TRANSMITE, PARA
PRESENTE EM TODAS AS USADO PELO CUIDADOR PERCEBER SE O TOQUE TEM
PESSOAS AO NASCIMENTO E DURANTE O CONTACTO O EFEITO DESEJADO, VISTO
CONTINUA DURANTE TODA VERBAL OU QUANDO ESTE QUE PODE TAMBÉM SER
A VIDA SE TORNA DIFÍCIL OU SENTIDO COMO
IMPOSSÍVEL, VISTO QUE O AMEAÇADOR
TOQUE TRANSMITE APOIO E
EM CERTAS SITUAÇÕES
PODERÁ SER A ATITUDE
COMUNICATIVA MAIS EFICAZ
32
COMO AJUDA AO ESCLARECIMENTO DA
MENSAGEM O CUIDADOR PODERÁ
Estratégias de TAMBÉM USAR TÉCNICAS DE
comunicação verbal COMUNICAÇÃO VERBAL: O DEVOLVER, O
CLARIFICAR E O REFORMULAR
A técnica do devolver implica que o
cuidador transmita ao doente o que
entendeu da sua mensagem, traduzido
em linguagem verbal
22
O PROFISSIONAL DE SAÚDE DEVERÁ O HUMOR É TAMBÉM UM TIPO DE
TAMBÉM PROMOVER MOMENTOS DE COMUNICAÇÃO VERBAL, QUE PODE
BOA DISPOSIÇÃO E DESCONTRAÇÃO FACILITAR A RELAÇÃO COM A PESSOA
COM CONVERSAS INFORMAIS, QUE QUE CUIDAMOS
CONTRIBUEM PARA UM
FORTALECIMENTO DA RELAÇÃO, E
SÃO TAMBÉM PROMOTORAS DE
UMA COMUNICAÇÃO EFICAZ
23
BARREIRAS À COMUNICAÇÃO
38
Barreiras Internas (Subjetivas) - Podem acontecer
durante os processos de codificação e descodificação
da mensagem, podendo assim situar-se:
AO NÍVEL DO EMISSOR
• Quando não assimilou os conteúdos que deve
transmitir, devido à má percepção das motivações
do receptor
• Pelo seu egocentrismo, associado a uma
incapacidade para se colocar no lugar do seu
receptor
• Pela utilização de um código inadequado, em que
os fatores conotativos da mesma língua podem
revelar-se significativos
• Deficiente elaboração mental da mensagem
• Deficiente escolha dos meios e/ou do local onde se
estabelece a comunicação
25
AO NÍVEL DO RECEPTOR
• Falta de interesse para captar
a mensagem
• Antecipação da resposta, por não saber
escutar activamente
• Competição entre interlocutores, que em
casos extremos gera monólogos coletivos
• Preconceitos em relação ao emissor, com
hipóteses de valorização ou
desvalorização da imagem do emissor e da
mensagem recebida
• Posição que ocupa na rede
de comunicação
• Estado psicológico - emoções, situação
actual, etc
26
BARREIRAS INTERNAS (OBJETIVAS) - SÃO
CONSTITUÍDAS PELAS LIMITAÇÕES
PRESENTES NOS SÍMBOLOS COM QUE
COMUNICAMOS, JÁ QUE ESTES PODEM
POSSUIR SIGNIFICADOS DIFERENTES
• Não adequação da linguagem aos
papéis sociais
• Conotações não entendidas à luz do
grupo social de que o indivíduo faz
parte (ex: meio rural/meio citadino
• Não correspondência da linguagem
verbal à linguagem não-verbal
27
BARREIRAS EXTERNAS -
INTERFEREM AO NÍVEL DO
CANAL ONDE SE
DESENVOLVE A
COMUNICAÇÃO:
• Ruídos ou barulhos - no
exterior, conversas de
terceiros, etc
• Desproporção do volume de
informação em relação aos meios
de comunicação
• Avarias ou deficiências nos meios
escolhidos para enviar a mensagem
28
BARREIRAS À COMUNICAÇÃO
29
44
COMUNICAÇÃ
O VERBAL
46
COMUNICAÇÃO ESCRITA
▶ A principal característica da comunicação escrita é o facto de o recetor estar ausente
tornando-a, por isso, num monólogo permanente do emissor
▶ Esta característica obriga a alguns cuidados por parte do emissor
▶ O emissor deve ainda possuir um perfeito conhecimento dos temas e deve tentar prever as
reações/feedback à sua mensagem
4
7
Principais vantagens da comunicação escrita:
• É duradoura e permite uma maior
atenção à organização da mensagem
sendo, por isso, adequada para a
transmitir políticas, procedimentos,
normas e regras
• Adequa-se também a mensagens longas e que
requeiram uma maior atenção e tempo por
parte do recetor tais como relatórios e
análises diversas
Principais desvantagens da comunicação escrita:
• Ausência do recetor o que impossibilita o
feedback imediato
• Não permite correções ou explicações
adicionais
• Obriga ao uso exclusivo da linguagem
verbal
48
COMUNICAÇÃO ORAL
▶ A sua principal característica é a presença do recetor
4
9
Principais vantagens da comunicação
oral:
50
As pessoas não se comunicam apenas por palavras.
Os movimentos faciais e corporais, os gestos, os
olhares, a entoação são também importantes: são os
elementos não-verbais da comunicação
Os significados de determinados gestos e
comportamentos variam muito de uma cultura para
outra e de época para época
51
COMUNICAÇ
à O NÃO-
VERBAL
52
EXPRESSÃO FACIAL
• Não é fácil avaliar as emoções de alguém
apenas a partir da sua expressão
fisionómica
• Por vezes os rostos transmitem
espontaneamente os sentimentos, mas muitas
pessoas tentam inibir a expressão emocional
Movimento dos olhos
• Desempenha um papel muito importante na
comunicação
• Um olhar fixo pode ser entendido como prova
de interesse, mas noutro contesto pode
significar ameaça, provocação
• Desviar os olhos quando o emissor fala é uma
atitude que tanto pode transmitir a ideia de
submissão como a de desinteresse
53
Movimentos da cabeça
• Tendem a reforçar e
sincronizar a emissão de
mensagens
Postura e movimentos do
corpo
• Os movimentos corporais
podem fornecer pistas mais
seguras do que a expressão
facial para se detetar
determinados estados
emocionais
39
COMPORTAMENTOS NÃO-VERBAIS DA
VOZ:
• A entoação (qualidade, velocidade e ritmo da
voz) revela-se importante no processo
de comunicação
• Uma voz calma geralmente transmite
mensagens mais claras do que uma voz
agitada
A aparência
• A aparência de uma pessoa reflete
normalmente o tipo de imagem que ela
gostaria de passar
• Através do vestuário, penteado,
maquilhagem, apetrechos pessoais, postura,
gestos, modo de falar, etc
40
EXERCITAND Sobre as linguagens verbal e não verbal, estão
corretas, exceto:
O…. a) a linguagem não verbal é composta por signos
sonoros ou visuais, como placas, imagens, vídeos
etc
b) a linguagem verbal diz respeito aos signos que
são formados por palavras. Eles podem ser sinais
visuais e sonoros
c) a linguagem verbal, por dispor de elementos
linguísticos concretos, pode ser considerada
superior à linguagem não verbal
d) linguagem verbal e não verbal são importantes,
e o sucesso na comunicação depende delas, ou
seja, quando um interlocutor recebe e
compreende uma mensagem adequadamente
EXERCITAND Sobre as linguagens verbal e não verbal, estão corretas,
O…. exceto:
a) a linguagem não verbal é composta por signos
sonoros ou visuais, como placas, imagens, vídeos etc
b) a linguagem verbal diz respeito aos signos que são
formados por palavras. Eles podem ser sinais visuais e
sonoros
c) a linguagem verbal, por dispor de elementos
linguísticos concretos, pode ser considerada superior
à linguagem não verbal
d) linguagem verbal e não verbal são importantes, e o
sucesso na comunicação depende delas, ou seja,
quando um interlocutor recebe e compreende uma
mensagem adequadamente
Ambas as linguagens, verbal e não verbal, são importantes
para a construção de sentidos de uma mensagem
EXERCITAND ▶ Sobre as linguagens verbal e não verbal, é
INCORRETO afirmar que:
O…. a) A linguagem verbal utiliza qualquer
código para se expressar, enquanto a
linguagem não verbal faz uso apenas da
língua escrita
b) São utilizadas para criar atos de comunicação
que nos permitem dizer algo
c) A linguagem não verbal é aquela que
utiliza qualquer código que não seja a
palavra, enquanto a linguagem verbal utiliza a
língua, seja oral ou escrita, para estabelecer
comunicação
d) Linguagem verbal e não verbal, quando
simultâneas, colaboram para o entendimento
do texto
EXERCITAND ▶ Sobre as linguagens verbal e não verbal, é
INCORRETO afirmar que:
O…. a) A linguagem verbal utiliza qualquer
código para se expressar, enquanto a
linguagem não verbal faz uso apenas da
língua escrita
b) São utilizadas para criar atos de comunicação
que nos permitem dizer algo
c) A linguagem não verbal é aquela que
utiliza qualquer código que não seja a
palavra, enquanto a linguagem verbal utiliza a
língua, seja oral ou escrita, para estabelecer
comunicação
d) Linguagem verbal e não verbal, quando
simultâneas, colaboram para o entendimento
do texto
Alterações:
▶ Memória
▶ Linguagem
▶ Cálculo
¢ Capacidade de reconhecimento e iden9ficação
▶ Aumento do tempo de reação
▶ Dificuldade em recordar nomes e datas
¢ Capacidade de executar tarefas motoras
▶ Ap9dões visuo-espaciais
▶ Capacidade de abstração, de planeamento, de organização,
de monotorização e da resolução de problemas complexos
▶ Capacidade de julgamento
61
▶ O termo demência vem do latim, dementia; de – mentia, significa ausência de
mente, um estado irreversível e terminal, conceito herdado do século XVIII. No
século XX, os estudos concentraram-se na questão clínica e epidemiológica, o
que repercutiu na mudança de sua denominação atual para transtorno
cognitivo.
▶ A demência é tratada como uma síndrome, ou seja, um grupo de sinais e
sintomas que formam um conjunto e que pode ser causada por uma série de
doenças subjacentes, relacionadas a perdas neuronais e danos à
estrutura cerebral, ou seja, um idoso com necessidades especiais
46
▶ Segundo a definição da Organização Mundial de Saúde (citado por Touchon e Portet, 2002,
p.15), a demência caracteriza-se por «uma diminuição progressiva da memória e da
capacidade de ideação suficientemente marcada para limitar as atividades da vida
quotidiana, que tenha surgido pelo menos seis meses e associada a uma perturbação de
pelo menos, uma das seguintes funções: linguagem, cálculo, avaliação, alteração do
pensamento abstrato, praxia, gnosia ou modificação da personalidade».
47
DEMÊNCIA
▶ Perda de memória
▶ Desorientação espácio-temporal
▶ Perda de capacidade de raciocínio
▶ Perda da capacidade de planeamento e resolução de problemas básicos
▶ Dificuldades na execução de tarefas do dia-a-dia que, antes, desempenhava naturalmente
▶ Perda da capacidade para perceber imagens visuais e relações especiais
▶ Dificuldades com a utilização de palavras, seja a falar ou a escrever
▶ Arrumar objetos nos lugares errados
▶ Alterações no humor, comportamento e personalidade
▶ Perda de iniciativa
▶ Isolamento social
48
▶ ASSIM, A PESSOA QUE SOFRE DE SÍNDROME DEMENCIAL APRESENTA PROBLEMAS NA
COMUNICAÇÃO COMO, POR
EXEMPLO:
▶ pensamento “concreto”, um retardamento no tempo de resposta
▶ problemas de memória
▶ défices sensoriais
▶ flutuações do pensamento
▶ Um problema que implica no relacionamento entre ambos, pois às vezes o idoso com demência nem
responde, embora esteja a olhar para o interlocutor, não sabemos o que ele vê, pois às vezes o seu
olhar é perdido e distante para quem cuida dele
49
▶ Segundo Netto (2002), as demências degenerativas descrevem-se por um declínio, insidioso,
progressivo da memória e de outras funções corticais como a linguagem, o conceito, o julgamento e
as habilidades visuo-espaciais
▶ Por ser de progressão lenta, muitas vezes os pacientes são encaminhados anos após a instalação do
processo mórbido
▶ De acordo com Robert (1994), a Doença de Alzheimer (DA) é a mais frequente das demências
degenerativas
▶ Foi descrita pela primeira vez em 1906 por Alois Alzheimer
50
Por palavras simples podemos
dizer que existem deposição Portanto podemos dizer que é
excessiva de substâncias uma doença cerebral,
anormais no cérebro, que vão Isso vai levar a uma alteração neurodegenerativa, que é
fazer com que de estado em que se
encontram alterações progressiva, que começa
progressivamente os sobretudo por uma
neurónios ou células cognitivas, alterações de
memória e outras alterações acumulação de substância
cerebrais vão morrendo… à amiloide e de algumas
medida que vão morrendo, as que fazem com que o doente proteínas em excesso no
funções que elas não consiga ter uma vida
normal, ou seja, está doente cérebro que leva a morte
desempenhavam começam a celular e atrofia subsequente
ser dificultadas e o cérebro porque as suas capacidades com os resultados de
não as pode desempenhar cognitivas estão afetadas
alterações cognitivas (Dr.
bem, por exemplo memorizar Celso Pontes, 2015)
ou falar
51
5
2
COMUNICAR
COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
5
3
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
5
4
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
5
5
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
5
6
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
5
7
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
5
8
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
5
9
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
6
0
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
6
1
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
6
2
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
6
3
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
6
4
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
6
5
COMUNICA
R COM A
PESSOA
COM
DEMÊNCIA
▶ ATITUDE AFETUOSA
▶ As pessoas com demência, mesmo quando não
conseguem compreender o que está a ser dito,
conservam os seus sentimentos e emoções e, por isso, é
importante manter sempre a sua dignidade e autoestima
▶ Seja flexível e dê tempo à pessoa para responder
▶ Sempre que for apropriado, utilize o toque para manter
a atenção da pessoa e para comunicar sentimentos de
ternura e afeição
Em
Resumo….
10
6
▶ FORMAS DE FALAR
▶ Permaneça calmo e fale de maneira clara
e gentil
▶ Utilize
frases curtas e simples, focando
uma ideia de cada vez
▶ Dêtempo à pessoa para compreender o
que lhe transmitiu
▶ Sempre que possível, utilize nomes
orientadores, como por exemplo: “O seu
filho José”
Em
Resumo….
10
7
▶ Linguagem corporal
▶ Poderá necessitar de utilizar gestos e
expressões faciais para se fazer
entender
▶ Apontar ou demonstrar pode ser uma
ajuda
▶ Tocare segurar a mão da pessoa pode
ajudar a manter a sua atenção e mostrar
que se preocupa com ela
▶ Um sorriso caloroso e uma gargalhada
partilhada podem, frequentemente,
comunicar mais do que as palavras
Em Resumo….
10
8
▶ O AMBIENTE CERTO
▶ Tente evitar vários ruídos ao mesmo tempo, tais como
TV ou rádio
▶ A pessoa terá maior facilidade em acompanhá-lo,
sobretudo se estiver fora do alcance visual, se
permanecer quieto enquanto fala
▶ Mantenha rotinas para ajudar a minimizar a confusão e
facilitar a comunicação
▶ Se todas as pessoas utilizarem a mesma abordagem
será muito menos confuso para a pessoa
▶ É importante que todos os familiares e cuidadores
repitam a mensagem de forma exatamente igual
Em
Resumo….
10
9
▶ O que NÃO deve fazer:
▶ Discutir. Isso só irá tornar a situação pior
▶ Dar ordens à pessoa
▶ Dizer à pessoa o que não pode fazer. Em vez disso,
diga-lhe aquilo que ela pode fazer
▶ Utilizarmodos condescendentes. Um tom de voz
condescendente pode ser apreendido, mesmo que a
pessoa não compreenda as palavras
▶ Perguntas que apelem à utilização da memória
▶ Falar da pessoa que está presente como se ela não
estivesse
Em
Resumo….
11
0
▶ CHRISTINE BRYDEN FOI DIAGNOSTICADA COM
DEMÊNCIA AOS 46 ANOS E PARTILHOU AS SUAS
REFLEXÕES SOBRE FORMAS DE AJUDA QUE AS
FAMÍLIAS E AMIGOS PODEM ADOTAR
▶ Christine é também autora de várias publicações,
incluindo "Who will I be when I die?" (“Quem serei
quando morrer?"), que foi o primeiro livro escrito por
um Australiano com Demência
▶ Christine fornece as seguintes dicas para comunicar com
uma pessoa com Demência:
11
1
▶ Dêem-nos tempo para falar, esperem que consigamos encontrar a
PALAVRA QUE QUEREMOS UTILIZAR
▶ Tentem não terminar as nossas frases. Oiçam e não nos deixem
sentir embaraçados se perdermos o fio da conversa
▶ Não nos apressem a fazer algo, uma vez que não conseguimos
pensar ou falar rapidamente, para vos dizer se concordamos.
Tentem dar-nos tempo para responder, para que possamos
informar-vos se queremos, realmente, fazer algo
▶ Quando quiserem falar connosco, tentem encontrar uma forma de
fazê-lo, sem colocar-nos questões que nos assustem ou causem
desconforto. Se nos esquecermos de um acontecimento especial
recente, não assumam que não foi especial para nós. Dêem-nos
uma pista, pois podemos estar momentaneamente em branco
11
2
▶ NO ENTANTO, NÃO SE ESFORCEM DEMASIADO PARA
AJUDAR-NOS A LEMBRAR ALGO QUE ACONTECEU.
PORQUE SE NÃO TIVERMOS CONSEGUIDO
MEMORIZAR, NUNCA VAMOS CONSEGUIR LEMBRAR
▶ Evitem ruídos de fundo. Se a televisão estiver ligada,
retirem o som
▶ Se estiverem crianças presentes, lembrem-se que cansamo-
nos facilmente e temos dificuldade em concentrarmo-nos
na conversa, assim como em ouvir. Talvez seja melhor ter
presente uma criança de cada vez e sem barulhos de fundo
▶ Os tampões para os ouvidos podem ser utilizados quando
visitamos centros comerciais ou outros sítios ruidosos
11
3
DEFICIÊNCIA
AUDITIVA
▶ A audição é o sentido por meio do qual se
percebem os sons
▶ Indivíduos com limitação auditiva têm seu
processo comunicativo prejudicado
▶ No caso dos deficientes auditivos, estes
podem ser classificados em surdos totais e
surdos parciais
▶ O totalmente surdo é aquele em que a
audição não é funcional na vida comum
▶ Parcialmente surdo é aquele em que a
audição, embora deficiente, é funcional,
com ou sem prótese auditiva
74
117
FALE DE FRENTE
▶ A expressão "o corpo fala" faz ainda mais sentido com
os surdos. Quando a pessoa fala de frente, ela traz a
contribuição do olhar e de todo o corpo para a conversa
▶ A perceção visual dos surdos é mais desenvolvida e eles
conseguem captar a mensagem, seja pela leitura labial
ou mesmo pela expressão facial
118
SEJA EXPRESSIVO
▶ Uma pessoa com deficiência auditiva consegue
compreender as emoções transmitidas nas mensagens,
por meio de nossas expressões faciais e corporais
▶ Falar devagar e gesticular bem a boca na hora de falar
é importante, mas é preciso cuidado para não separar
muito as sílabas e confundir o entendimento dos surdos
120
TENTE A COMUNICAÇÃO
ESCRITA
▶ Quando a mensagem fica muito complicada
para ser transmitida, usar a comunicação
escrita pode ser uma boa solução
▶ Os especialistas recomendam fazer desenhos
ou até escrever para facilitar a comunicação
▶ O estímulo visual é de fácil entendimento, os
surdos entendem placas, símbolos e desenhos
▶ Outra alternativa é pegar num objeto para
exemplificar a mensagem. Por exemplo, se
chover, aponte para o guarda-chuva e para o
céu, ele vai entender que se trata de chuva
122
83
▶ Quando se separarem, certifique-se de
que ele está voltado para a direção que
deseja seguir
▶ Ao ensinar um caminho, descreva a
localização dos prédios em relação à
pessoa, por exemplo: “à sua esquerda”
ou “à sua direita”. Indique o número de
quarteirões ou de ruas que ele precisa
percorrer e diga os nomes das ruas para
o caso dele precisar de pedir mais
orientações no percurso
▶ Ao mostrar uma cadeira, coloque a mão
da pessoa no encosto e permita que ela
se sente sozinha, caso não peça ajuda.
O tato permite avaliar o tipo e a altura
da cadeira
84
COMUNICAÇÃO
8 ASSERTIVA
5
Esta autenticidade do sujeito que se
autoafirma, implica, na sua vida social:
▶ abster-se de julgar e fazer juízos de
valor apressados sobre os outros
▶ não utilizar linguagem corporal ou
entoações de voz opostas ao que diz por
palavras
▶ descrever as suas reações mais que as
reações dos outros
▶ facilitar a expressão dos sentimentos
dos outros, não os bloqueando
8
6
Melhoria da imagem e
credibilidade, aumentando Expressão dos desacordos de
as reações positivas dos modo convincente, sem
outros que passam a sentir prejudicar o relacionamento
mais respeito e admiração
8
8
É o comportamento
requerido para resultados
“ganhar-ganhar” numa Produz a sensação de bem-
negociação, na resolução de estar no ambiente
conflitos, na vida profissional e familiar
profissional e familiar diária
Traduz-se em melhores
resultados para o próprio e Evita os conflitos e o
para o grupo desgaste nas relações
8 Aumenta a autoconfiança e
9 o respeito próprio
diminuindo, ao mesmo
ESTÁ NA BASE DE tempo, a insegurança,
RELACIONAMENTOS vulnerabilidade e
HONESTOS E dependência de aprovação
SAUDÁVEIS dos outros
A assertividade favorece a
comunicação interpessoal
pois possibilita uma maior
proximidade entre as
pessoas e uma maior
satisfação com a expressão
das suas emoções
A Inteligência Emocional traduz-se na
nossa capacidade de:
9
0
Inteligência Emocional
A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL PERMITE FAZER
COM QUE AS EMOÇÕES TRABALHEM A NOSSO
9 FAVOR, USANDO-AS COMO UM APOIO AO
COMPORTAMENTO E RACIOCÍNIO, DE FORMA A
1 APERFEIÇOAR OS RESULTADOS
emocional emoções
3. Controlar 4. Reconhecer
produtivamente as emoções
as emoções dos
outros (Empatia)
5. Gestão de
relacionamentos
▶ 1. Ser claro, conciso e específico: Diga o
que realmente quer dizer da forma mais
direta possível. 9Se necessário, dê
exemplos que ilustrem
3
aquilo que quer
dizer; Não pressuponha que a outra
pessoa já sabe o que você quer apenas
porque sugeriu ou deu uma pista – ela não
sabe ler o seu pensamento; Se uma
resposta clara não for obtida, a repetição
é adequada.
Ex.: Combina-mos que me passarias a
informação digitalizada hoje. Já está pronta?
Aptidões
Assertivas
▶ 2. USAR FRASES NA 1ª PESSOA: NÃO
HÁ ASSERÇÃO SEM EU – DIZER “EU”
SIGNIFICA QUE ASSUME A
RESPONSABILIDADE PELOS SEUS
PENSAMENTOS, SENTIMENTOS E
AÇÕES E QUE NÃO CULPA OS
OUTROS.
Ex.: Em vez de “tu irritas-me”, dizer
“eu sinto-me irritado com isso/ contigo”;
Em vez de “tens razão”, dizer “eu
concordo”;
Aptidões
Assertivas
▶ 3. Respeitar os 9outros: Tal como nós, os
outros também têm
5
uma opinião e
sentimentos sobre as situações. Quando
“criticar” alguém ou rejeitar um
pedido, mostre que, longe de ser um
ataque pessoal a esse alguém como um
todo, está a dizer algo de específico ao
comportamento/pedido em questão
Aptidões
Assertivas
▶ 4. EMPATIZAR: RECONHEÇA O QUE O RECETOR
DIZ SOBRE A SUA SITUAÇÃO, DIFICULDADES,
SENTIMENTOS E OPINIÕES – ELE SABERÁ QUE
VOCÊ O ESTÁ A ESCUTAR E A PRESTAR
ATENÇÃO AO QUE É9IMPORTANTE PARA ELE, E
ISTO CONSTRÓI A COMPREENSÃO ENTRE OS
6DOIS.
▶ Ex.: A: Consegues ter a tua parte do trabalho
pronta até para a semana?
▶ B: Tenho pena, mas vou ter um teste e pode ser que
haja atraso.
▶ A: Eu compreendo que isto te vá criar dificuldades
(empatia), mas já estás atrasado uma semana e eu
gostava de ter o assunto terminado dentro de uma
semana.
Aptidões
Assertivas
5. PEDIR MUDANÇA DE
▶
COMPORTAMENTO: SE NÃO LHE
AGRADA ALGUMA COISA QUE O
OUTRO FEZ OU SE SENTE PREJUDICADO
POR ELE, PEÇA- LHE QUE MUDE O SEU
COMPORTAMENTO
▶ Ex.: “Estou aborrecido por não me teres
dado o recado do Hugo logo de manhã.
Gostava que, de futuro, escrevesses as
mensagens em vez de as decorar.”
(crítica construtiva com pedido de
mudança de comportamento)
Aptidões
Assertivas
▶ 6. OFERECER-SE PARA MUDAR: DEPOIS DE
ACEITAR A CRÍTICA DE ALGUÉM, SE
QUISER, OFEREÇA-SE PARA MUDAR O SEU
COMPORTAMENTO
Aptidões
Assertivas
▶ 7. NÃO SE DIMINUA E NÃO DIMINUA OS
OUTROS: “UM COLEGA PEDE A SUA
OPINIÃO PARA UMA DECISÃO…”
Aptidões
Assertivas
TEM VISÃO DO CONTEXTO:
AGE SOBRE A SITUAÇÃO
1
0 Sabe o que quer e onde quer chegar:
é pertinente e focado nos resultados,
0 persegue o problema e não o culpado
• Julgar e criticar
• Impor e dominar
1
1
0
A Empatia é composta
por:
Ø Escuta ativa
Ø Semântica Sintaxe
Ø Paralinguagem
A comunicação ocorre quando entendemos
o que ouvimos. Isso1 significa ver a ideia
1
expressa e a atitude
1 do ponto de vista da
outra pessoa, para entender como ela se
sente e atingir seu ponto de referência
Saber comunicar assertivamente, logo
eficazmente, implica pôr em prática uma
atitude extremamente importantes: a de
saber escutar - escuta ativa
Escuta Ativa /
Escuta
Dinâmica
A chave para a escuta ativa é:
▶ a vontade e a capacidade de escutar a
mensagem inteira11 (verbal, não-verbal), e
responder apropriadamente
3
ao conteúdo
e intenção (sentimentos, emoções) da
mensagem
Assim, dois ou mais indivíduos encontram-se
no interior de um contexto comum de
sentido, contribuindo para a construção
dessa realidade em comum, que possibilita a
comunicação
Escuta Ativa /
Escuta Dinâmica
1
SABER ESCUTAR, ALÉM DE SER UMA
1
4
Escuta Ativa /
Escuta Dinâmica
A DIFICULDADE DE TER UMA ESCUTA
GENUÍNA…
Escuta Ativa /
Escuta Dinâmica
Dicas rápidas para colocar em prática:
dizer
▶ Busque entender o contexto do que está a ser tratado
▶ Seja transparente: escutar ativamente, não significa
concordar com tudo o que a pessoa diz
▶ Repita as principais ideias e certifique-se que entendeu o
que foi dito
▶ Solicitar feedback é sempre uma boa ideia
Escuta Ativa /
Escuta Dinâmica
É a estrutura e forma da linguagem
1
Funciona como um conjunto de regras
1
7
Semântica Sintaxe
Ao emitir uma mensagem, o
emissor procura 1
1
transmitir um
significado completo e compreensível.
8
Semântica Sintaxe
A semântica é o significado e a
interpretação de 1 uma palavra, de uma
frase ou de 19 uma expressão num
determinado contexto. Nós podemos até
conhecer a estrutura de uma palavra, mas
é necessário liga-la à semântica, se não
nunca entenderemos o seu significado
Ex.: A mesa sorriu. Por mais que a
estrutura sintática da frase esteja correta
ela não faz sentido
Semântica Sintaxe
▶SÃO ELEMENTOS NÃO-VERBAIS DE
COMUNICAÇÃO QUE ACOMPANHAM A
MENSAGEM E AJUDAM A TRANSMITIR UM
SIGNIFICADO
▶ Há reações e emoções muitas vezes imediatas.
▶
1
A paralinguagem é utilizada para dar sentido e
transmitir emoção 2
▶ 0
Pode ser expressa conscientemente
ou inconscientemente
Ex.: o tom de voz, volume, uma expressão facial,
gestos, postura corporal, entre outros, que podem
ajudar a transmitir um significado adicional à palavra
falada
Paralinguagem
A paralinguagem permite-nos perceber
mais claramente as razões por que
extraímos o significado não apenas do
1
2
Paralinguagem
▶ NA COMUNICAÇÃO ASSERTIVA, A
PARALINGUAGEM DEVE TER EM
ATENÇÃO: A CONSONÂNCIA ENTRE A
LINGUAGEM E A EMOÇÃO QUE A
ACOMPANHA
Ex.: a entoação da voz,
1 o movimento corporal
sintonizados com a mensagem que se está a
transmitir 2
▶ No indivíduo assertivo2os elementos não-verbais
revelam serenidade, confiança em si próprio,
interesse pelo outro
Ex.: olhar firme, voz calma e segura,
movimentos naturais, postura corporal
ligeiramente inclinada para a frente, etc
Paralinguagem
TRANSMISSÃO DE
NOTÍCIAS – BOAS E
MÁS
“Todas as palavras são inúteis, se não
brotam do nosso íntimo.”
Madre Teresa de Calcutá
124
TRANSMISSÃO DE NOTÍCIAS – BOAS
OU MÁS
▶ Por todos os motivos supra mencionados,
ninguém gosta de transmitir más notícias, uma
vez que é uma tarefa geradora de sofrimento
quer para o doente/família, que para quem a
transmite (Gonçalves, 2013)
TRANSMISSÃO DE
NOTÍCIAS – BOAS
OU MÁS
▶ A comunicação de uma má notícia é uma
tarefa difícil para todos os profissionais de
saúde. Segundo Buckman (1984), o profissional
de saúde demonstra diversos receios entre
eles:
▶ Medo do desconhecido e do não-aprendido
▶ A maioria dos profissionais de saúde não recebe formação
específica para comunicação de más notícias
▶ O treino em dar más notícias parece minimizar o
desconforto do profissional e melhorar a satisfação dos
doentes e famílias
▶ Dificuldade em abordar o tema pode conduzir a
ansiedade e evitamento da situação
126
TRANSMISSÃO DE
NOTÍCIAS – BOAS
OU MÁS
▶ Medo da reação emocional do doente e familiares
▶ ´´Reagir mal´´; Choro; Raiva
▶ Dificuldades na contenção emocional; limitações
temporais
▶ Medo de retirar a esperança do doente
▶ Medo de não saber todas as respostas
▶ Dificuldade de dizer ´´Não sei´´
▶ Muitas vezes os doentes não esperam respostas mas
sim alguém que escute o problema
▶ Medo pessoal de morte e doença
▶ Experiências pessoais e familiares de doença e morte
▶ Relutância generalizada em falar sobre a morte (Tabu
Social
▶ Negação da doença e da morte pelo profissional de
saúde (Invulnerabilidade)
127
TRANSMISSÃO DE
NOTÍCIAS – BOAS
OU MÁS
▶ Medo de expressar emoção
▶ Postura habitual: calma e não emotiva
▶ Dificuldade de expressar empatia e simpatia sem assumir a
responsabilidade pelo sofrimento
128
TRANSMISSÃO DE NOTÍCIAS – BOAS OU MÁS
▶ As dificuldades sentidas no processo de comunicação de más notícias com que os profissionais de saúde se deparam, têm a ver com vários aspetos,
nomeadamente:
▶ com o facto de as informações nem sempre serem compreendidas pelos familiares e pelo próprio doente
▶ a gravidade da doença do doente
▶ a própria dinâmica da Instituição
▶ o medo de ser considerado culpado ou lhe atribuírem responsabilidades
▶ o medo de expressar uma reação emocional
▶ o facto de vivenciar e compartilhar com o doente a emoção do momento vivido
▶ a preocupação com o fracasso terapêutico
▶ medo de não saber responder a todas as questões colocadas pelo doente e família
129