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Acuidade Visual e Auditiva Noturna

O documento apresenta um plano de sessão para a formação de soldados, focando na acuidade visual e auditiva noturna. Os objetivos incluem descrever técnicas de observação e escuta noturna, além de exercitar essas habilidades. A instrução utiliza palestras, demonstrações e recursos audiovisuais para enfatizar a importância do treinamento noturno no combate.

Enviado por

João Victor
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Acuidade Visual e Auditiva Noturna

O documento apresenta um plano de sessão para a formação de soldados, focando na acuidade visual e auditiva noturna. Os objetivos incluem descrever técnicas de observação e escuta noturna, além de exercitar essas habilidades. A instrução utiliza palestras, demonstrações e recursos audiovisuais para enfatizar a importância do treinamento noturno no combate.

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OM: 6° BE CMB PLANO DE SESSÃO DATA: 27 Abr 2017

HORA: 19:00

CURSO: Formação de soldado GRUPAMENTO: EV 2017


Período : Instrução Individual
Fase: Básica

DISCIPLINA: Emprego Tático


UNIDADE DIDÁTICA: I - Utilização do Terreno
ASSUNTO: 05 - Acuidade Visual e Auditiva Noturna

OBJETIVOS:
1 - Descrever as técnicas de observação e escuta noturna;
2 - Exercitar a acuidade visual e auditiva noturna.

LOCAL: AIMMM

TÉCNICAS DE INSTRUÇÃO: Palestra e Demonstração

MEIOS AUXILIARES: Projetor multimídia, FAL,FAP,Mtr 0.5, Pst 9mm, M113

INSTRUTOR: MONITORES: AUXILIARES:


Ten Cidião; Ten CHAGAS; Sgt HENRIQUE; Sgt GODOI; Cb EVANDRO; Sd JONAS;
Asp V. LOPES. Sgt FÁBIO RODRIGO; Sgt Sd DOUGLAS.
ZOCH; Sgt RICHARD
MACHADO; Sgt LUIS
ALEXANDRE; Sgt
ANTÔNIO; Sgt GRAEBIN;
Sgt VICCARI; Sgt
EGUILHOR; Sgt RICARDO
MARQUES.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS: Conforme partes anexas

MEDIDAS DE SEGURANÇA: Conforme plano de segurança

FONTES DE CONSULTA: C 21-74

ASSINATURA : VISTO: VISTO:

_______________________ _______________________ ______________________

Instrutor S3 Cmt Cia


TEMP DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO MAI E
O OBS

Texto >> TEN CIDIÃO-01<<( 40”)


01 ( Projetor Multimídia desligado).
Presente no Local da instrução o Sr Cel Paulo André Cmt do 6° BE CMB,
acompanhado do Sr T Cel Turesso subcmt do 6 ° BE CMB.>> Se for o cas)<<
Recomendamos aos soldados que permaneçam em silêncio. Solicitamos a
assistência que ocupe seu lugar no dispositivo e desligue os telefones celulares

A equipe de Instrutores do 6°BE CMB, através desta sessão de acuidade


visual e auditiva, mostrará a importância do adestramento do homem para o
combate noturno.
Em sessões anteriores, vocês aprenderam avaliação de distâncias e designação
de alvos e objetivos, utilização de cobertas e abrigos e observação diurna do
terreno. Vamos agora, portanto, complementar o nosso conhecimento
exercitando a nossa audição e visão à noite.

>>VÍDEO 01<< ( 1’19’)


(Projetor Multimídia ligado).

Os objetivos da nossa instrução são:


- Descrever as técnicas de observação e escuta noturna.
- Praticar a acuidade visual e auditiva noturna.
Para isso, seguiremos o seguinte sumário:
1. INTRODUÇÃO
2. DESENVOLVIMENTO
a. Generalidades
b. Acuidade auditiva
c. Acuidade visual
3. CONCLUSÃO

2
>>VÍDEO 02<< (4’ 01”)
(Projetor Multimídia ligado).
1. INTRODUÇÃO
Já houve tempo em que as batalhas que eram sangrentas à luz do dia cediam,
à noite, espaço ao silêncio e a inércia dos combates. Não havia, nesta época,
condição para coordenar e controlar as ações à noite.
A necessidade de aproveitar o manto noturno para surpreender o inimigo
lançou o homem numa busca por meios e técnicas que proporcionassem a ele
utilizar a noite como aliada nessas batalhas.
Fazendo uma rápida retrospectiva dos conflitos que tivemos ao longo da
história vemos que a arte de explorar a noite para combater, inicialmente foi
feita aplicando-se técnicas empíricas e que foram se aperfeiçoando e são
utilizadas até hoje no adestramento das tropas e no combate propriamente dito.
Há quarenta anos, os mais avançados dispositivos para visão noturna eram
aparelhos infravermelhos. Tendo seu raio de ação limitado, necessitavam de uma
fonte para iluminar a área dos alvos. Outra desvantagem é o fato de que o
inimigo equipado com detectores infravermelhos, podiam ver a fonte luminosa.
Em meados dos anos 60, surgiram os intensificadores de imagens, operando
com luz residual de várias fontes, estrelas, luzes distantes e qualquer outra fonte
emitente de luminosidade. Seu alcance gira em torno de 2000m.
Na década de 70 a tecnologia desenvolveu a tal ponto os equipamentos de
visão noturna, que estes passaram a mobiliar carros de combate, Blindados,
Helicópteros, dentre outros, para que estes pudessem manobrar e engajar-se no
combate noturno.

Em 1982, durante o conflito entre ingleses e argentinos pelas ilhas Falklands


ou Malvinas, o Exército britânico combateu à noite com se fosse dia.
Entre Ago 90 e Fev 91, o mundo assiste perplexo a invasão do território
Kuwaitiano, na luta pela reintegração do estado e os aliados, tendo a frente os
ingleses e americanos, utilizaram maciçamente os instrumentos óticos de visão
noturna.
Em 1999 vemos mais uma vez a guerra assolando a humanidade. Iugoslavos,
pregando uma limpeza étnica massacram Kossovares em suas próprias casas. A
OTAN bombardeia incessantemente o país visando forçar a trégua. Nestes
bombardeios vemos a preocupação aliada em deixar a Iugoslávia as escuras,
utilizando bombas com grafite. Em contrapartida os treinamentos dos soldados
que pretendem invadir o país, por terra, mostram mais uma vez a preocupação
em utilizar em larga escala os aparelhos de visão noturna, para poupar vidas e
garantir a supremacia no combate à noite.
Isso demonstra que, se considerarmos as perspectivas atuais e futuras do
combate noturno, assim como a participação do homem neste contexto, trata-se
de um assunto da maior importância na formação básica do combatente.
O Brasil acompanhando o desenvolvimento dos equipamentos de visão
noturna, já fabrica intensificadores de imagens, através da iniciativa privada da
DF Vasconcelos. As forças armadas brasileiras passaram a desenvolver, a partir
de 1983, estes equipamentos a a fim de estudar e realizar o adestramento com os
mesmos. Hoje eles são largamente utilizados em carros de combate, helicópteros,
frações de reconhecimento, de ataque e de defesa de nossa instituição.

Já nos relatórios de combate da 2ª Guerra Mundial, lia-se: “DÊEM MAIS


INSTRUÇÃO NOTURNA AO COMBATENTE”.
A precisão do tiro noturno, das armas de tiro tenso, era prejudicada pelo

3
descrédito do soldado no combate noturno. Atualmente, nos campos de batalha,
onde se desenvolvem os combates mais modernos, a noite torna-se a amante dos
combatentes mais bem treinados do mundo.
Bem, para começar, é difícil o trabalho de interpretar ruídos? É uma coisa
de outro mundo, descobrir pelo som, de onde ele vem e o que está acontecendo?
Certamente que não. Temos feito isto durante toda a vida.

Texto >> TEN CIDIÃO-02- TEATRO DO SOFÁ<< ( 5’ 10”)


02 ( Projetor Multimídia desligado)

>> Frase chave para iniciar o Teatro do Sofá- Temos feito isto durante
toda a vida<< ( Sgt Luis Alexandre, Sgt Ricardo Marques e Sgt Viccari)

Eis uma outra situação em que o soldado deve estar em condições de, a
qualquer momento, fazer face a um grande inimigo.
Por exemplo, dia de licenciamento, num sofá, a namorada ao seu lado,
ele está quase, quase... Súbito, ouve-se passos firmes e apressados, provenientes
do corredor. É a sogra, em patrulha de reconhecimento noturno, deduz o jovem
candidato a noivo. Após sumário estudo da situação, decide executar um rápido
retraimento para o lado oposto do sofá, até que passe o perigo. Depois, então, se
for o caso, retomará suas ações de combate passando, se necessário, ao corpo-a-
corpo.
Deste modo, com raríssimas exceções, vocês já têm desenvolvidas suas
habilidades de interpretar sons. Resta, agora, transferi-los para os fins de
combate.

(VÍDEO 03)- (1’ 50”)


(Projetor Multimida desligado)

A NOITE

“SOLDADO! Tu certamente me conheces. Não?


Sou aquela que te acalenta e acolhe após duras jornadas. Sou quem te dá
todo o refrigério após o dia de trabalho.
Sou sempre jovem e sempre bela, e no entanto, tem mais de mil séculos
minha existência. Antes do surgimento da luz, eu já reinava. Tenho mágicos
poderes; trago nos seios os filtros milenares do amor e da ternura; amo toda a
humanidade e toda a criatura e sob o meu véu diáfano, abrigo e acolho todos os
amantes e beijo as flores com orvalho leve.
Sou boa e má.
Dou tudo a quem me ama e odeio a quem me despreza. Se meu amor é
infinito, meu ódio é implacável. No ribombar das batalhas é para mim que todos
correm. Quero ser tua aliada mas, para isso, é necessário que me conquiste, pois

4
do contrário serei tua inimiga mortal e responsável por teu fracasso no combate.
Eu sou a noite. Serei teu véu se me amares; porém se violares minha
escuridão com as luzes e ruídos estranhos, serei tua MORTALHA!

>> TEATRO MORTALHA<<( 23”)

>>CAÇADOR COM FAP CAMUFLADO NO TERRENO + UM


SOLDADO PATRULHANDO<< ( Caçador- Sgt Antonio / Soldado-
Douglas)
No momento em que é falado no vídeo a
palavra MORTALHA, será a palavra
chave para que o caçador que já está
camuflado no terreno dispare contra o
soldado com equipamento e mochila
desajustado que se desloca a frente do
telão após reproduzido o vídeo 03.

>>VÍDEO O4 << (1’18”)


(Projetor Multimídia ligado).
2. DESENVOLVIMENTO
a. Generalidades
A noite é a inseparável companheira dos melhores combatentes do mundo.
Oferece a imprescindível proteção para as nossas ações, sendo de grande valia
para a maioria de nossas operações. Nas operações noturnas, a noite será a
grande aliada dos combatentes mais bem treinados e adestrados e a maior
inimiga dos despreparados. E lembrem-se, como profissionais militares e
condutores de homens, que veremos nossos erros e descuidos cobrados com
vidas humanas.
À noite, nossa capacidade visual é muito diminuída, perdemos praticamente
a capacidade de perceber detalhes e passamos a confundir moitas, pedras e
cupinzeiros com homens ou animais. Isto é agravado pelo fato do homem,
devido a escuridão, estar com medo. Então começa dar asas à imaginação
atirando a esmo, alarmando a tropa e revelando-se para o inimigo. Se quisermos
combater à noite, o medo terá que ser controlado. Vamos, portanto, conhecê-lo
um pouco melhor.

>> VÍDEO O5<< ( 3’01’’)

(Projetor Multimídia ligado).


O medo nada mais é que uma reação do corpo a uma atitude mental. Revela-
se por uma sensação de mal estar, sente-se a compressão das vísceras de baixo
para cima; a necessidade de urinar; o aumento da tensão muscular provocando
tremores; os vasos sangüíneos do rosto contraem-se, causando a palidez facial; a
adrenalina é injetada no sangue em quantidades anormais e o homem apresenta
um aspecto próprio e característico de medo.
Como dominar o medo?
Fundamentalmente o medo tem origem em duas causas:
O CONDICIONAMENTO e o DESCONHECIMENTO.
Muitas pessoas condicionaram em si, provavelmente na infância, o medo. Como
por exemplo medo do escuro, medo de cemitério, etc.
O medo manifesta-se também, ante tudo aquilo que não se conhece, ou que
se esteja acostumado.
Visto desta forma, o medo pode ser dominado pelo entusiasmo, pelo
adestramento e pela descontração muscular.
O entusiasmo facilita a tomada de decisões e age como mola propulsora da

5
vontade e do otimismo. Estimulamo-lo através do espírito militar do sentimento
do dever.
O adestramento capacita o homem ao combate. Somente a capacidade
profissional pode gerar a autoconfiança, imprescindível ao combatente, e
particularmente, aos condutores de homens.

TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO MAI E


OBS
Um exercício de respiração pode ajudar a se obter a descontração muscular.
Inspire e expire lenta e profundamente, procurando relaxar, simultaneamente, os
músculos tensos. E lembrem-se, estes processos para dominar o medo,
certamente lhe serão úteis um dia.
A observação durante a noite compreende: observação utilizando a vista e o
ouvido, sendo este preponderante, visto ser aquela de rendimento muito
limitado. As operações realizadas durante a noite têm muita importância, pois
devido à obscuridade podem realizar-se sem que o inimigo perceba
deslocamento de tropa, substituições, retraimento e movimentos de ações
ofensivas como: ocupação de uma linha de partida mais próxima do inimigo;
reforço de uma frente; golpes de mão, etc. Todas essas ações visam a obtenção
da surpresa. Assim teremos que treinar a observação noturna, pois,
freqüentemente, agiremos à noite enquadrados em uma fração ou em missões
individuais, como vigia ou mensageiro.
>> VÍDEO 06<<(3’ 15”)
(Projetor Multimídia ligado).

b. Acuidade Auditiva
A noite ouve-se melhor do que dia, e por esta razão devemos produzir o
menor ruído possível nos deslocamentos e trabalhos para não sermos
pressentidos pelo inimigo. Qualquer que seja a situação ou operação à noite, a
disciplina e o silêncio são fatores preponderantes do bom êxito, pois todo
indivíduo ou tropa que não obedecer estes princípios, estarão, fatalmente, se
revelando ao inimigo.
1) Fatores que influem na percepção dos sons:
a) A conformação do terreno dificulta ou auxilia a percepção dos sons.
Em terrenos planos ouve-se menos que numa depressão ou em um vale. O ruído
produzido em um terreno baixo ouve-se melhor para quem se acha no alto do
que os produzidos nos altos para quem se acha embaixo.
b) No tempo frio ou depois de uma forte chuva, os sons são percebidos
melhor que em tempo seco.
c) Naturalmente a Direção dos ventos influirá na percepção dos sons.
d) Devemos, ainda, abstrair ruídos mais ou menos permanentes, para
que possamos perceber ruídos produzidos pelo homem ou por animais. Por
exemplos: ruídos longínquos de trens ou de caminhões, barulho de chuva, vento
na folhagem, barulho de queda d’água e etc. O capacete deforma os sons, sendo
necessário a sua retirada quando queremos ouvir melhor.

2) Educação do ouvido
A educação do ouvido tem por finalidade acostumar o ouvido a
interpretar os sons produzidos à noite, de modo a desenvolver a acuidade
auditiva, bem como perceber a presença do inimigo pelos ruídos por ele
produzidos.
Devido à pouca visibilidade, a noite o ouvido torna-se o mais valioso

6
auxiliar das operações noturnas, razão pela qual devemos usar o terreno da
melhor forma possível, para podermos melhor ouvir o inimigo.

TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO MAI E


OBS
a) Incidentes sonoros
Prestem atenção agora!
A partir deste momento, terão que observar absoluta disciplina de
luzes e ruídos.
A nossa frente está a noite.
Escura.
Misteriosa.
Povoada de lendas, de fantasias, de animais, de insetos...
Aterrorizante para os que trazem um condicionamento negativo em
relação a ela.
Desconhecida para os que nunca a sentiram de perto.
Para os que a conhecem bem, apenas uma noite.
Diversos ruídos serão produzidos a partir de agora.
Façam o máximo de silêncio. Cada um procurará identificar e avaliar
a distância a que forem produzidos.
Procurem, inicialmente, neutralizar os ruídos naturais – conforme já
foi ensinado - acostumando-se com os sons próprios da noite, como os que se
fazem ouvir no momento, deste local. Ouçamos o silêncio
>> Ouçamos o silêncio Palavra chave para iniciar a leitura<<

Texto >> TEN CIDIÃ0-03<<(15’)


03 (Projetor Multimídia desligado).

Prestem atenção nos diversos incidentes que ocorrerão à nossa direita


em diferentes distâncias
Aprendamos agora, a perceber e identificar sons que poderiam
ocorrer numa situação de combate:
(01) Um vigia, de seu posto de escuta, ouviria um homem tossindo
a 100 metros, da seguinte forma: ( Sd Jonas)
(02) Se o posto de escuta estivesse a 200 metros, ele seria ouvido da
seguinte maneira: ( Cb Evandro e Sgt Godoi)
(03) Já a 300 metros, o vigia ouviria assim ( Sgt Fabio Rodrigo)
(04) Deslocando-se à noite, sem seguir os princípios aqui ensinados,
um homem ao pisar em galhos secos, produziria para nós o seguinte ruído, a
100 metros, à direita de nossa posição ( Sgt Henrique)
(05) A 200 metros este ruído já seria mais difícil de ser percebido.
Mesmo assim procuremos identificá-lo: ( Cb Evandro)
(06) Perceberíamos facilmente o engatilhamento de um FAL, por
um atirador imprudente que se encontra a 100 metros à nossa direita.(Sgt
Henrique)
(07) Ouçamos este mesmo engatilhamento de fuzil à distância de
200 metros deste local ( Sgt Godoi)
(08) Já a 300 metros, ouviríamos assim: ( Sgt Eguilhor)
(09) Se ao prepararmos nosso equipamento, não tivermos o devido
cuidado, poderemos ser facilmente identificados, como este militar que se
desloca com seu equipamento mal ajustado, a 100 metros ( sd Jonas )
(10) Um equipamento igualmente mal ajustado, seria percebido
da seguinte maneira a uma distância de 200 metros: ( Cb Evandro)
(11) A Baioneta é uma arma branca utilizada no combate corpo a
corpo. Num combate noturno, devemos sempre antes do assalto, armar nossa
baioneta, caso contrário, poderemos comprometer o sigilo de toda a operação.

7
Ouçam o ruído produzido por uma baioneta sendo armada a 100 metros à
direita de nossa posição: (Sgt Henrique )
(12) Será que, se armarmos nossas baionetas, a 200 metros das
posições inimigas, ainda seremos ouvidos? (Sgt Godoi)

TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO MAI E


OBS
(13) Já sabemos que à noite é melhor a propagação do som. Assim,
poderemos ouvir facilmente a conversa entre dois militares completamente
despreocupados, à distância de 100 metros: ( Sd Jonas e Sgt Henrique >>
conversando sobre a vida despreocupados em fazer silencio <<)
(14) A 200 metros a conversa também é bastante perceptível.
Ouçam...( Cb Evandro e Sgt Godoi)
(15) Apesar de ser uma arma menor, o manejo de uma pistola
também poderá quebrar o sigilo de uma operação. A 100 metros este ruído seria
ouvido por nós desta forma (Sgt Henrique)
(16) O manejo de uma pistola, agora a 200 metros ( Sgt Godoi)
(17) Uma troca de carregadores do FAL, durante a noite, deverá
ser feita com muito cuidado. Caso contrário, fatalmente, revelaremos a nossa
posição ao inimigo, como este soldado que, descuidadamente, troca o
carregador de seu fuzil, a 100 metros. ( Sgt Henrique)
(18) Um outro soldado procederá da mesma forma, trocando o
carregador de seu fuzil, a 200 metros: ( Sgt Godoi)
Durante a noite, um leve descuido poderá ser fatal, denunciando
nossa presença ao inimigo.
(19) Assim como acontece a este militar, que despreocupadamente,
realiza trabalhos de sapa com sua picareta numa posição preparada a 100 metros
deste local: ( Sd Jonas)
(20) Este mesmo trabalho seria percebido da seguinte forma a 200
metros ( Cb Evandro)
(21) Agora, percebam o mesmo ruído, a 300 metros de nossa
posição.( Sd Fábio Rodrigo)
(22) Ouviremos agora um ruído bastante característico; é importante
que o conheçamos e saibamos identificá-lo: o ruído produzido por um blindado
M113 a 400 metros de nossa posição.
Como vimos até aqui, um ruído, por mais insignificante que nos
possa parecer, poderá ser facilmente identificado. Vejamos agora se vocês já
conseguem identificar um ruído de uma situação de combate. Prestem atenção e
procurem identificar este ruído:
Identificaram?
Parece que não!
Vamos tentar novamente.
Apurem seus ouvidos, façam absoluto silêncio.
Auxiliares de instrução, repetir o último incidente!

8
>> REPETIR O MOVIMENTO DO M113<<

TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO MAI E


OBS

Texto >>TEN CIDIÃO-04<< (32”)


04 ( Projetor Multimida desligado).
Assim acabamos de ouvir e interpretar alguns sons característicos.
Muitos outros produzidos pelo inimigo, poderão ser da mesma forma
interpretados.
É sempre bom termos em mente alguns fatores que influem na
propagação e percepção do som, tais como: a natureza do terreno, a direção do
vento, a abstração dos Sons Permanentes E O ESTADO ATMOSFÉRICO,
POIS ATÉ UMA ÚNICA GOTA DE ORVALHO PODE INFLUENCIAR!

>> DISPARO .50- Gota do Orvalho<< (100 m)

>> “E o estado atmosférico, pois até uma única gota de orvalho


pode influenciar” é a frase chave para ser realizado um tiro de .50 ( Sgt
Henrique e Asp Victor Lopes) , realiza um único disparo.<<

>> VÍDEO 07<<(2’ 42”)


(Projetor Multimídia ligado).

c. Acuidade Visual
1)Princípios da visão noturna
O uso eficaz dos olhos durante a noite requer a aplicação dos princípios
da visão noturna que são os seguintes:
a) Adaptação à escuridão
b) Visão fora do centro
c) Esquadrinhamento

a) Adaptação à escuridão
É a propriedade que tem os olhos de se adaptarem aos lugares de
pouca visibilidade após 30 minutos que permanecerem em local escuro. Isso
também poderá realizar-se permanecendo o combatente em uma área iluminada
por lâmpadas vermelhas ou usando óculos vermelhos durante 20 minutos,
seguidos por 10 minutos no escuro. Esse processo poderá economizar tempo
valioso, permitindo ao combatente estar numa área iluminada para receber
ordens e inspecionar o equipamento, antes de deslocar-se para a escuridão.

9
b) Visão fora do centro
É a técnica que serve para manter a atenção dirigida a um objetivo
sem olhá-lo diretamente. Portanto, devemos fazê-lo olhando acima, abaixo ou de
cada um dos lados do objetivo. Olha-se de lado com os olhos, nunca olhamos
diretamente sobre o que queremos ver e sim acima, abaixo e para os lados.
Somente assim, conseguiremos observar alguma coisa.
c) Esquadrinhamento
É o uso da visão fora de centro para observar uma área ou um
objetivo.É empregada, porque à noite, somente conseguiremos reter imagens por
cerca de 4 a 10 segundos, após o que, a imagem desaparece. Assim, quando a
imagem desaparecer, devemos desviar um pouco os olhos com movimentos
curtos, rápidos e irregulares, por cima, para baixo e de ambos os lados do
objetivo. Deve-se concentrar a atenção em um alvo, sem, contudo, olhá-lo
diretamente. Detemos o olhar apenas alguns segundos em cada ponto de
observação, porque os olhos não poderão ver enquanto estiverem em
movimento.
Empregando os princípios da visão noturna, vocês deverão identificar
os incidentes à frente, procurando avaliar as distâncias a que foram produzidos.
Não façam comentários com o companheiro ao lado daquilo que estiverem vendo.

TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO MAI E


OBS
Texto >>TEN CIDIÃO- 05<<(5’ 20”)
05 ( Projetor Multimídia desligado)
2) Incidentes visuais
a) A noite, sob quaisquer condições de luminosidade, dificilmente
deixaremos de perceber um sinal como este, produzido quando um homem, a
100 metros e à nossa direita, acende seu cigarro.(Sd Jonas)
b) Já a 200 metros perceberemos a luminosidade do cigarro desta
forma (Cb Evandro)
c) As chamas produzidas por um isqueiro e uma vela, são facilmente
identificadas no terreno, como veremos agora, a 200 metros, ainda à direita.
( Sgt Godoi)
d) Um facho de luz também pode chamar a atenção. Podemos constatar
neste militar que se desloca a 300 metros de nós, com uma lanterna ligada:
( Sgt Fabio Rodrigo)
e) Já uma lanterna velada a 100 metros será vista assim: ( Sd Jonas)
Normalmente, o disparo de uma arma revela sua posição durante a
noite. Na seqüência, veremos uma série de tiros de diversas armas, em distâncias
variadas. Procurem memorizar o som produzido e o tipo de clarão de cada uma
delas, associando-os às respectivas distâncias.
f) Observem o tiro da Pistola de 9mm a 100 metros e à direita de
nossa posição: ( Sgt Henrique)
g) Uma outra Pistola de 9mm, atirando a 300 metros: ( Sgt Fabio
Rodrigo)
h) Tiro de Fuzil 7,62 a 300 metros ( Sgt Fabio Rodrigo)
i) As rajadas de um FAP - Fuzil Automático Pesado - seriam

1
observadas da seguinte forma, a 100 metros, à nossa direita, com munição
Traçante: ( Sgt Henrique)
j) Uma metralhadora pesada produz um som bastante característico.
Observem a metralhadora.50 em uma posição 100 metros à Direita.( Asp
Victor Lopes)
:

TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO MAI E


OBS
.
>> VÍDEO 08<< (2’ 36”)
(Projetor Multimídia ligado).
Como puderam observar os incidentes luminosos e os ruídos são de
suma importância para nós combatentes.
Veremos agora como tomarmos precauções a fim de evitar que o
inimigo possa ouvir ruídos e ver nosso corpo e equipamento.

15 d. Progressão à noite
1) O gorro faz menos barulho quando atrita-se com galhos, moitas ou
arames, além de não distorcer os sons como o capacete.
2) Deveremos escurecer as partes visíveis do corpo como o rosto, costa
das mãos, orelhas e pescoço.
3) O botão superior da camisa do uniforme deverá ser abotoado, a fim de
prevenir o contraste da região clara do peito e da garganta.
4) O Sutache, assim como as divisas, deverão ser escurecidas.
5) Devemos tirar o brilho do coturno.
6) Devemos atentar para o fato de que a camuflagem noturna é diferente
da camuflagem diurna, que se preocupa em, tão somente, quebrar os contornos
da face, sem escurecê-la totalmente.
7) O Equipamento do Combatente deverá estar bem preso ao corpo,
assim como, sua mochila não poderá conter objetos soltos que façam barulho.
Será fácil verificarmos o ajustamento do Equipamento, mandando que o
militar saltite no mesmo lugar. As partes brilhantes do equipamento deverão
ser escurecidas.
8) O fuzil deverá estar com o zarelho, bandoleira e o carregador preso
por fita isolante para que não façam barulho durante os deslocamentos.
9) O combatente deverá conduzir armas silenciosas como: facas, arco e
flecha e garrotes utilizados principalmente para o silenciamento de sentinelas.
10) A Gr Mão não Identifica seu lançador. É fácil de ser transportada e
causa grande confusão nas linhas inimigas, sendo, desta forma, uma arma
excelente para o Combate Noturno.
11)As lanternas deverão ser ensurdecidas, ou seja, taparemos o visor
de forma a apenas permitir a passagem de uma réstia de luz pela abertura.
Assim poderá ser utilizada para consulta de Cartas, Fotografias Aéreas e etc.
Com o cuidado do combatente ocultar-se debaixo de seu poncho.

1
TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO MAI E
OBS
Texto >> TEN CIDIÃO- 06<<(15’)
06
3.CONCLUSÃO

Avaliação: Verificação imediata


Proporcionaremos agora, a título de verificação, mais algumas
oportunidades para que os militares se exercitem na identificação e localização
de objetivos, através de luzes e ruídos.
Quando for solicitado a um combatente a identificação de um incidente,
este deverá ficar de pé e em voz alta e clara, voltando-se para a retaguarda,
deverá dizer seu nome e Cia e em seguida o que observou e a que distância julga
ter o incidente ocorrido.
Todos deverão procurar exercitar-se e confirmar ou corrigir sua observação
após a resposta correta.
Coloquem seus sentidos em alerta!
Silêncio ... e Atenção...
>> Soldado será questionado sobre qual incidente aconteceu <<
NR SOLDADO RESPOSTA CERTA
Incid NOME E CIA
1˚ 574 GRZEGOREK(2 Cia) -ENG FAL 100 M
2˚ 409 DIVIT( 1CIA) - HOMEM REALIZANDO
TRABALHO COM SUA PÁ OU
PICARETA A 200 M
3˚ 614 IRINEU(CCAP) - ENG PISTOLA 200 M
4˚ 732 COIMBRA ( CEP) - BAIONETA SENDO ARMADA
A 100 M
5˚ 740 FELIPE - TIRO FAP 100 M
SOUZA( CEP)
6º 724 DE KLAUS (CEP) - TIRO DE PST A 300 M

>> ÁUDIO 9 << ( 1’ 34”)


(PROJETOR MULTIMÍDIA DESLIGADO)

Agora, vocês já conhecem um pouco de mim!


Sabem que eu sou a noite! Deusa das trevas, filha do caos e da terra!
A mão inevitável e inflexível do destino; mãe do sono e da morte!
Aqueles que já me conhecem intimamente chamam-me a senhora do bom
conselho. Sou boa para os que me entendem. Quero ser amiga e gostar de
vocês! Venham meus combatentes noturnos entreguem estes corpos palpitantes
e usem-me da melhor maneira que aprenderam venham, que eu tomarei conta
de vocês. Os mais fortes quando ficam a sós comigo são envolvidos por mim
em negro e suave abraço. Venham estou de braços abertos à espera de vocês.

>> “VIDEO 10” << ( 29”)


( Projetor multimídia ligado).

>>TEATRO PATRULHA “A” e “B”<<( 8’)


(Patrulha deslocando no padrão contra patrulha sem disciplina de luzes e
ruídos)

1
DURANTE O VIDEO 10 AS DUAS PATRULHAS
JÁ COMEÇAM A SE MOVIMENTAR, SENDO QUE
A PATRULHA “A” ( Sgt Luiz Alexandre, Sgt
Antônio, Sgt Graebin e Sgt Zoch) estará progredindo
no padrão respeitando a disciplina de luzes e ruídos e
com equipamento ajustado ) e a PATRULHA “B”
( Sgt Viccari, Sgt Eguilhor, Sgt Ricardo Marques e Sgt
Richard Machado)estará progredindo de forma
incorreta não respeitando a disciplina de luzes e ruídos.
E quando no Video for mencionado “GRUPO DE
ASSALTO EM POSIÇÃO, APAGO!” , será a frase
chave para que a PATRULHA “A” realize os disparos
de FAL. com munição de festim contra a PATRULHA
“B”, executando todos os membros

>> VÍDEO 11 – CONCLUSÃO<< (32”)


( Projetor multimídia ligado).

>> APOTEOSE( 8’)


2 FAP com dois carregadores cada, com munição traçante, disparam em
automático,na direção da ravina e 0.5 no local do tiro.

Sequência das ações


O efetivo variável ocupará o dispositivo da assistência juntamente com as
autoridades, e o roteiro do plano de sessão será seguido, havendo fala do
instrutor da matéria e áudios contendo o assunto presente neste plano de sessão.
Será apresentado durante o roteiro os incidentes visuais e auditivos, respeitando
distâncias previstas no plano de sessão. Nos incidentes que envolvem
armamento, o tiro será direcionado para o chão, com exceção do tiro de munição
traçante que será direcionado para uma ravina.
Haverá uma margem de segurança de 50 metros da estrada que se encontra a
direita do dispositivo da instrução e uma ambulância com médico no local da
instrução.
A comunicação entre a equipe de instrução será por meio rádio.
Encerrado a instrução será solicitado permissão para deslocar o efetivo
variável.

1
Anexo A

ROTEIRO

1- TEN CIDIÃO-01
2- VÍDEO-01
3- VIDEO-02
4- TEN CIDIÃO-02- TEATRO SOFÁ
5- VÍDEO-03
6- TEATRO MORTALHA
7- VÍDEO-04
8- VÍDEO-05
9- VÍDEO-06
10- TEN CIDIÃO-03
11- TEN CIDIÃO-04
12- DISPARO .50- GOTA DE ORVALHO
13- VÍDEO-07
14- TEN CIDIÃO-05
15- VÍDEO-08
16- TEN CIDIÃO-06
17- VÍDEO-09
18- VÍDEO-10
19- TEATRO PATRULHA “A” e “B”
20- VÍDEO-11

POSIÇÃO E FUNÇÃO

100 metros Sgt Henrique e Sd Jonas


200 metros Sgt Godoi e Cb Evandro
300 metros Sgt Fabio Rodrigo e Sd Douglas
Teatro do Sofá Sgt Ricardo Marques, Sgt Viccari e
Sgt Luis Alexandre
. 50 Ten Chagas e Asp Victor Lopes
Teatro Mortalha Sgt Antônio e Sgt Eguilhor
Teatro Patrulha “A” e “B” Sgt Luiz Alexandre, Sgt Antônio, Sgt
Graebin, Sgt Zoch, Sgt Viccari, Sgt
Eguilhor, Sgt Richard Machado e Sgt
Ricardo Machado.

1
Momento Militar Posição Assunto Ação Obs Duração
1 CIDIÃO Microfone Abertura Leitura - 40”
2 -H. Video Projetor Objetivos Vídeo 01 - 1’19”
3 H. Video Projetor Introdução Vídeo 02 4’01”
4 Cidião Microfone Teatro do Sgt Luiz Poscionar 5’10’’
Sofá Alexandre, Sofá atrás
Sgt Vicari e do telão
Sgt Ricardo
Marques
Realizam o
teatro
5 H. Vídeo Projetor Noite Reprodução - 1’50”
do video 03
eu Sou a
Noite
6 Sgt Antônio A frente Teatro da Caçador Esperar a 23”
eSd do Telão Mortaha camuflado Palavra
Dougrlas realiza MORTAL
disparos de HA para
FAP contra sd inciar .
patrulhando
7 H.VÍDEO Projetor Generalidades Vídeo04 - 1’18”
8 H.Vídeo Projetor MEDO Vídeo 05 - 3’01”
9 H. Vídeo Projetor Acuidade Vídeo 06 - 3’15”
Auditivva
10 Cidião Leitura incidentes Incidentes Ouçamos o 15”
auditivos auditivos. Silêncio( P
alavra
chave pra
iniciar a
leitura
11 Cidão Leitura Orvalho Disparo da . Gotta do 40”
50 pelo ASP orvalho
Victor pode
influenciar
é a frase
chave para
o disparo a
100 m.
12 H.Vídeo Projetor Acuidade Video 07 2’42”
visual
13 Cidião Leitor Incidentes Incidentes - 5”22”
auditvos auditivos
14 H Vídeo Projetor Progressão Vídeo 08 - 2’36”
15 Cidião Leitor Avaliação Questionar sd - 15’
reproduzir
alguns
incidentes
15 H.Vídeo Projetor Video Noite Video 09 - 1’34”
16 H.Video Projetor Vídeo 10 Vai inciar o 29”
teatro em
seguida das
Patrulhas
17 Sgt ; A frente Teatro Pa “A” Patruha “A” “A” 8’

1
Antonio, do e” B” Mata Patrulha Deslocando
Luiz proejtor “B” no padrão e
Alexandre, “B”
Graebin, Deslocando
zoch,Vicari, de forma
Eguilhor, errada .
Richard Esperar a
Machado e frase Grupo
ricardo de assalto
Marques em posição
Apago(do
video 10)
para a
patrulha
“A” inciar
os disparos
18 H vídeo Projetor Conclusão V´dieo 11 - 32”
19 Asp Victor 100 M Apoteose Disparos Disparos de 8’
lopes e sgt de .50 e FAP munição
Henrique traçante
contra a
ravina

1
Ambulancia

Posto de Bloqueio

1
EXTRA

1
OBSERVAÇÕES:

1- Como telão para a projeção dos vídeos, foi utilizado quatro estais de
madeira (04) de 4 metros como suporte e foram costuradas 8 coxas
brancas de forma que ficasse um grande quadrado branco e depois foi
fixado no suporte de madeira com grampos e pregos, assim foi feito o
telão.
2- Como arquibancada foram utilizadas 136 vigas de M4T6, de forma que
toda a assistência pudesse estar sentada, porém seriam necessárias 150
vigas para aumentar um lance e comportar o efetivo de maneira mais
confortável.
3- É necessário capacete para os atiradores.
4- É necessário material de combate a incêndio.
5- É necessário cortar a grama para que os incidentes visuais sejam mais
visíveis.
6- É interessante que tenha um efeito pirotécnico no final como uma cruz
em chamas.
7- É interessante fazer a pergunta antes e escalar o soldado para responder,
de forma que todas fiquem atentos.
8- São necessários mais holofotes para melhorar a iluminação.
9- Seria interessantes 10 m de cordel detonante e 6 espoletas elétricas para
dar o efeito do explosivo.
10- É interessante tirar mais fotos do local da instrução para servir de modelo
para o próximo ano.

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