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As borboletas são insetos da ordem Lepidoptera, com um ciclo de vida que inclui quatro fases: ovo, larva, pupa e imago. Elas apresentam características como polimorfismo e mimetismo, além de desempenharem papéis importantes na polinização e como pragas. O termo 'borboleta' tem origens etimológicas obscuras, e sua anatomia é distinta, com asas membranosas e um aparelho bucal adaptado à sucção.

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As borboletas são insetos da ordem Lepidoptera, com um ciclo de vida que inclui quatro fases: ovo, larva, pupa e imago. Elas apresentam características como polimorfismo e mimetismo, além de desempenharem papéis importantes na polinização e como pragas. O termo 'borboleta' tem origens etimológicas obscuras, e sua anatomia é distinta, com asas membranosas e um aparelho bucal adaptado à sucção.

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As borboletas, panapanás ou panapanãs,[1] são insetos da

ordem Lepidoptera classificados nas super famílias Hesperioidea e Papilionoidea, que


constituem o grupo informal "Rhopalocera". Como outros insectos
de holometabolismo, o seu ciclo de vida consiste em quatro
fases: ovo, larva, pupa e imago (adulto). Os fósseis mais antigos conhecidos de
borboletas são do meio do Eoceno, entre 40 a 50 milhões de anos.[2]

As borboletas demonstram polimorfismo, mimetismo e aposematismo. Algumas, como


a Borboleta-monarca, migram longas distâncias. Algumas borboletas desenvolveram
relações simbióticas e parasíticas com insectos sociais tais como as formigas. Já outras
espécies são pestes, pois enquanto larvas podem danificar culturas ou árvores; porém,
algumas espécies são agentes de polinização de algumas plantas e as lagartas de
algumas borboletas (por exemplo, as da subfamília Miletinae) comem insectos
nefastos. Culturalmente, as borboletas são um tema popular nas artes visuais e
literárias.

Etimologia

A origem do termo "Borboleta" é obscura, havendo diversas teorias sobre a sua


origem. Enquanto alguns defendem que ela deriva do latim “papillitta”,[3] outros
conjecturam que “borboleta” vem de "belbellita", termo originado na palavra "belo".
[1]
"Panapaná" e "panapanã" vêm do tupi panapa'ná.[4] Na língua portuguesa, o termo
"panapaná" também é um substantivo coletivo para borboleta.[5]

Anatomia

Macrofotografia de uma borboleta

As borboletas têm dois pares de asas membranosas cobertas de escamas, que


apresentam formas e cores variadas, além de peças bucais adaptadas à sucção.
Dispõem de um órgão especial, a espirotromba, formada pelas maxilas, no aparelho
sugador de insetos lepidópteros, que, em repouso, permanece enrolada, formando
uma espiral que se estende quando querem sugar o néctar.

Distingue-se das traças (mariposas) pelas antenas retilíneas que terminam numa bola,
pelos hábitos de vida diurnos, pela metamorfose que decorre dentro de
uma crisálida rígida e pelo abdómen fino e alongado. Quando em repouso, as
borboletas dobram as suas asas para cima.

A borboleta pode ter o peso mínimo de 0,3 gramas e as mais pesadas podem chegar a
pesar 3 gramas; alguns tipos de borboletas podem chegar a medir até 32 centímetros
de asa a asa.[carece de fontes]

Ciclo de vida

Lagarta, a larva da borboleta

O ciclo de vida das borboletas engloba as seguintes etapas:

1. ovo (fase pré-larval)

2. larva (chamada também de lagarta ou taturana)

3. pupa (crisálida) que se desenvolve dentro do casulo

4. imago (fase adulta)

Durante a fase de lagarta, elas alimentam-se vorazmente e criam reservas alimentícias.


Quando a larva está pronta para virar crisálida (estado intermediário por que passam
os lepidópteros para se transformarem de lagarta em borboleta), dependuram-se
numa folha por um par de falsas pernas, de cabeça para baixo, assim que a pele de
suas costas se abre, a larva se sacode e surge uma crisálida. As adultas vivem dessas
reservas e complementam sua dieta absorvendo o néctar das flores e os sucos das
frutas. A fase adulta pode durar de duas semanas a três meses dependendo da
espécie.

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