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Bananicultura e Desenvolvimento em São Vicente Ferrer

A mesoregião de São Vicente Ferrer é predominantemente voltada para a bananicultura, que sustenta a maioria de seus habitantes e ocupa 509 hectares, sendo metade destinada à produção de banana. O documento propõe avaliar a relação entre a produção de banana e indicadores do IDH-M, utilizando um modelo VAR, destacando a importância da bananicultura para o desenvolvimento econômico e social da região, apesar das dificuldades enfrentadas. A pesquisa busca entender como a bananicultura pode contribuir para melhorias em renda, educação e saúde na localidade.
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Bananicultura e Desenvolvimento em São Vicente Ferrer

A mesoregião de São Vicente Ferrer é predominantemente voltada para a bananicultura, que sustenta a maioria de seus habitantes e ocupa 509 hectares, sendo metade destinada à produção de banana. O documento propõe avaliar a relação entre a produção de banana e indicadores do IDH-M, utilizando um modelo VAR, destacando a importância da bananicultura para o desenvolvimento econômico e social da região, apesar das dificuldades enfrentadas. A pesquisa busca entender como a bananicultura pode contribuir para melhorias em renda, educação e saúde na localidade.
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Resumo

A mesoregião de São Vicente Ferrer tem como principal atividade a bananicultura. É


a partir dela que a maioria de seus habtante tiram seu sustento. Sua área de ocupação total é
de 509 hectares, sendo metade dela destinada a produção de banana. Embora sua agricultura
seja dependente de requisitos econômicos como acessoa crédito e tecnologia é familiar e
baseada na forma tradicional da região. Embora a bananicultura seja uma atividade bastante
importante capaz de gerar desenvolvimento econômico, a literatura aponta que se mau
gerenciada, pode mostrar-se incapaz de gerar bons resultados. Destaca também que apesar
de dificuldades que impedem seu desenvolvimento existem potencialidades que podem
promover melhorias na renda, educação e saude por exemplo.

O IDH-M é um índice que aponta o nível de desenvolvimento de uma região. Ele é


composto por três indicadores responssáveis pelo desenvolvimento humano que é renda,
saúde e educação. É por meio destes três índices que este pré-projeto propõe a avaliar se
estes tem alguma relação com a produção de bananas no município de são Vicente Ferrer.
Para isto é usado um modelo VAR com objetivo de avaliar a relação entre suas variáveis.

Palavras-chave: bananicultura, desenvolvimento econômico, IDH-M, sustentabilidade.

1. Introdução

A crescente demanda por produtos agroalimentares vem ocasionando mudanças


significativas no consumo mundial de alimentos. Dentro desse segmento de atividade primária,
o cultivo de frutas manteve-se em destaque. Nesse cenário, o Brasil aparece em posição de
destaque como um dos três maiores produtores de frutas do mundo. Conforme levantamento
da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), a produção
brasileira de frutas em 2014 somou 4,1 milhões de toneladas, 4,8% da produção mundial,
perdendo apenas para a China e Índia. O motivo de tal sucesso apresenta-se em seu clima
semiárido quente e úmido, com chuvas de outono ao inverno, formado por altas temperaturas
que combinado com um solo originário de rochas cristalinas e sedimentares tornam-se, desta
forma, excelentes para o cultivo de frutas tropicais.

Dentro desse cenário, destaca-se a banana como principal produto agrícola


brasileiro, sendo está a fruta mais consumida no Brasil e uma das mais consumidas no mundo,
que para Vasconcelos (2010), seu sucesso se dá devido aos baixos custos de produção e
comercialização.

Segundo Epamig (2008), seu sucesso se deu por conta de elevados investimentos
em setores como plantio, comercialização e desenvolvimento tecnológico, que proporcionaram
uma diminuição na diferença entre área plantada e colhida, ocasionando uma melhoria
produtiva significativa. Souza (2012) destaca haver aumento na produtividade em virtude da
evolução no processo produtivo resultante de desenvolvimento de espécies mais resistentes a
pragas.

Quanto aos benefícios da banana, Oliveira et al (2008) apontam ser um alimento


rico em nutrição e destaca a importância socioeconômica, uma vez que a banana faz parte do
cardápio alimentar da população de baixa renda.

Contudo, sua importância vai além dos benefícios de sua inclusão na dieta
alimentar, pois ela apresenta uma grande relevância social e econômica, gerando renda para
famílias de produtores e postos de trabalho dentro de sua cadeia de produção e
comercialização, gerando com isso desenvolvimento para as regiões onde são produzidas
(Fioravanço, 2003).

1.1 Contextualização do tema

Pernambuco é atualmente o sexto estado com a maior produção de banana no


Brasil. Segundo o LSPA do IBGE, em 2023 foram produzidas 458 mil toneladas da fruta. Os
municípios que mais contribuíram foram Vicência, Santa Maria da Boa Vista e São Vicente
Férrer, sendo este último responsável por x toneladas.

São Vicente Ferrer fica localizado na mesorregião agreste setentrional do estado de


Pernambuco a cerca de 131 km da capital Recife. O município é formado pelos distritos de
Siriji e Manuel Borba, e sua economia gira em torno da produção de banana que chegou a
render 112 milhões de reais ao município em 2023.
Para da Silva et al. (2022), São Vicente Ferrer possui uma área de ocupação total
de 509 hectares, que corresponde a 50,9 hectares por agricultor, onde estes são em sua
maioria agricultores familiares. Sobre a agricultura, os autores destacam que apesar da
dependência de requisitos econômicos como acesso a credito e tecnologia, na região
prevalece uma agricultura própria baseada no tradicionalismo, no entanto aponta como
relevante o arranjo produtivo local situado no Vale do Siriji a 116 km de Recife.

1.2 Apresentação da problemática

A fruticultura é uma atividade agrícola bastante importante e capaz de gerar


sustentabilidade econômica, social e ambiental, proporcionando a geração de emprego e
renda para a população local (Fonseca, 2022), sendo que em alguns casos, gerenciada de
forma inepta, a atividade agrícola pode-se mostrar incapaz de gerar resultados satisfatórios,
que para da Silva et al. (2022), apesar da agricultura familiar ser a maior responsável pelo
abastecimento de frutas no Brasil, e promover sustentabilidade local, enfrenta dificuldades que
impedem o seu desenvolvimento.

Fagundes et al. (2018), afirma que o avanço do desenvolvimento é guiada pelas


necessidades locais considerando suas potencialidades, na medida que tais ações possam
promover melhoras coletivas de renda e bem estar. Eles destacam também que investimentos
de forma globalizada não atingem localidades distantes dos grandes centros, desta forma o
desenvolvimento local é o principal responsável por manter uma atividade ao longo prazo.
Diante destas considerações, Carvalho (2019) aponta que desenvolvimento e sustentabilidade
na visão contemporânea estão voltados a vertentes como aspectos socioeconômicos,
culturais, políticos e históricos e correspondem, do ponto de vista social, a distribuição de
renda, geração de emprego e qualidade de vida.

Contudo, Silva et al. (2023) apontam problemas que impedem o desenvolvimento local
sustentável, gerando a ocorrência de desigualdades sociais. Como principais motivos o autor
aponta a falta de conhecimento e habilidades técnicas e ausência de políticas públicas.

1.3 Objetivos

Objetivo geral

Diante do que foi apresentado, o presente trabalho tem como propósito verificar se
a bananicultura presente no município de São Vicente Ferre contribui para o desenvolvimento
local.

Objetivos específicos

· Desenvolver um modelo estatístico que mostre uma relação entre a produção de


Banana no município de São Vicente Ferrer e os indicadores do IDH, educação, saúde
e renda.

· Discutir a respeito do desenvolvimento regional causado a partir da produção local de


banana.

1.4 Justificativa e relevância

A fruticultura desenvolvida em São Vicente Ferrer desempenha um papel


fundamental para o fornecimento de alimentos no estado. Intensiva em mão de obra ela tem
capacidade de trazer mais retorno comparada as demais atividades, gerando com isso uma
maior participação da comunidade local (da Silva et. al. 2023).

A bananicultura representa metade da produção de frutas da região, indicativo de


que se bem explorada, a atividade pode apresentar oportunidades para população local.
Apesar da bananicultura se destacar entre as demais culturas e possuir uma
elevada importância para o desenvolvimento socioeconômico regional, o assunto ainda é
pouco explorado pela literatura, fato que justifica a realização deste trabalho.

2. Fundamentação teórica

O desenvolvimento local sustentável tem pilares paltados em vantagens


competitivas locais, e é através deles que surge uma melhor qualidade de vida para a região e
economia como um todo. Esse processo é endógeno e ocorre através dos agentes locais, por
meio de vantagens que tornam viáveis a atividade produtiva como: habilidades, mobilização
coletiva e as oportunidades locais (Buarque, 2002).

O conceito de desenvolvimento endógeno pode ser entendido como meios que


resultam na capacidade de agregar valor a um produto, resultando em excedente econômico
gerado pela economia local (Amaral Filho, 2001). É importante observar se este excedente
tem capacidade de refletir na geração de emprego, renda e qualidade de vida da população
local. Essa ideia fundamenta-se no pressuposto de que a prosperidade de um município não
pode ser mensurada somente pelo valor agregado de sua produção (PIB), mas também pela
sua qualidade na saúde e educação (Ramos et al. 2009).

O IDH, publicado anualmente pelo PNUD, compara diversos aspectos de qualidade


de vida, de forma a considerar uma elaboração mais heterogenia a respeito da definição de
desenvolvimento (Siedemberg, 2003).

Contudo, apesar do IDH apresentar-se mais sólido no que diz respeito a análise de
desenvolvimento, Siedemberg (2003) aponta críticas em relação a seus aspectos
metodológicos como países cujo crescimento é diretamente relacionado a políticas que
desrespeitam os direitos humanos e que indicadores como saúde e educação levam a mais
tempo de vida e alfabetização, mas não necessariamente ao aumento de empregos.

No tocante ao desenvolvimento regional, é utilizado o IDH-M, uma aplicação do IDH


em nível municipal. Este índice considera os componentes educação, longevidade e renda
como sendo essenciais para definir qualidade de vida (UNDP, 2008).

3. Procedimentos metodológicos
3.1 Delineamento da pesquisa

Vetores auto regressivos (VAR) são modelos cuja variáveis envolvidas são vistas
como endógenas. Eles analisam as relações que cada variável tem entre si e seus valores
defasados. Caiado (2002) destaca a importância deste modelo para previsão do
comportamento de variáveis econômicas interrelacionadas como taxa de juros e inflação em
séries temporais estacuionárias.

Uma condição para se aplicar o método VAR é a de que a série temporal a ser
analizada seja uma série estacionária, ou seja, livres de tendência ou sazonalidade. Para
Gujarati (2000), uma série é estacionária se sua média e sua variância são constante ao longo
do tempo e a covariância entre dois valores na série dependa apenas da distância do tempo
que separa os dois e não dos tempos reais em que as variáveis são observadas.

Para uma série temporal fracamente estacionária observa-se a seguinte condição:

· E (Yt) = M, média constante

· Var (Yt) = o², variância constante

· Cov (Yt,Yt+s) = Cov (Yt,Yt-s), covariância depende de s e nao de t

A estrutura do nosso modelo é constituida de uma modelagem VAR, cujo propósito


é analizar as inter-relaçõe entre as variáveis envolvidas: produção de banana, educação,
saúde e renda. O VAR de ordem p é construido da seguinte forma:

𝐵y𝑡 = Γ0 + ∑p, 𝑖=1 Γ1y𝑡−1+𝜀𝑡 (1)

De forma que:

· 𝐵 é a matriz (n x n)

· Γ0 é o vetor (n x 1) dos parâmetros

· Γ1 é uma matriz (n x n) dos parametros das variáveis defazadas

· εt é o vetor (n x 1) dos erros puramentes aleatórios


Sendo assim, o nosso VAR pode ser descrito da seguinte forma:

Wt = a1 + Θ11Wt-1 + Θ12Wt-1 + Θ13Wt-1 + Θ14Wt-1 + ε1t

Xt = a1 + Θ21Xt-1 + Θ22Xt-1 + Θ23Xt-1 + Θ24Wt-1 + ε1t

Zt = a1 + Θ31Zt-1 + Θ32Zt-1 + Θ33Zt-1 + Θ34Wt-1 + ε1t

Kt = a1 + Θ41Kt-1 + Θ42Kt-1 + Θ43Kt-1 + Θ44Wt-1 + ε1t

Onde:

W = tempo de estudo;

X = longividade;

Z = renda per capta;

Z = produção de bananas

ε = erro aleatório

Temos assim a forma matricial:

| Wt | | a1 | | Θ11 Θ12 Θ13 Θ14 | | Wt-1 | | ε1t |


| Xt | = | a2 | + | Θ21 Θ22 Θ23 Θ24 | . | Xt-1 | + | ε2t |
| Zt | | a 3 | | Θ31 Θ32 Θ33 Θ34 | | Zt-1 | | ε3t |
| Zt | | a 3 | | Θ41 Θ42 Θ43 Θ44 | | Zt-1 | | ε3t |

Assim, o modelo pode ser descrito da seguinte forma:

Yt = a + Θ1Yt-1 + Θ2Yt-2 + Θ3Yt-3 +...+ ΘpYt-p + εt (2)

Quanto a estacionaridade da série, conforme Gujarati (2000), será aplicado o texte


da raiz unitária com o objetivo de descobrir se a covariância entre os valores defasados da
série dependa apenas de sua defaságem. Para esse texte usaremos Dickey-Fuller aumentado
(ADF).
3.3 Seleção da amostra e método de coleta e análise de dados

Os dados utilizados na aplicação do modelo, referentes a produção de bananas,


serão coletados a partir de dados fornecidos pelo banco de dados do IBGE, o LSPA. Já os
indicadores de educação, saúde e renda serão coletados através do PNUD, por meio do Atlas
do Desenvolvimento Humano no Brasil. Serão coletados dados de 2012 a 2021. Estes dados
serão comparados com o objetivo de discutir a respeito das relações de interdependência
entre essas variáveis e por fim avaliar o impacto de choques aleatórios sobre os indicadores
em questão.

Referências

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Digitais para Agricultura Familiar. v. 9 n. 1. Pernambuco 2023.

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