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Projeto de Construção de Moradia em Nampula

O projeto visa a construção de uma moradia duplex tipo 3 no Bairro Natikire, na cidade de Nampula, com especificações detalhadas sobre fundações, alvenarias, pavimentos e armaduras. O documento inclui informações sobre a execução das atividades, materiais a serem utilizados e normas de segurança e qualidade a serem seguidas. O requerente do projeto é Flávio Paulo Nuro e o contato para mais informações é +258 84 038 7440.

Enviado por

Daudinho Morais
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Projeto de Construção de Moradia em Nampula

O projeto visa a construção de uma moradia duplex tipo 3 no Bairro Natikire, na cidade de Nampula, com especificações detalhadas sobre fundações, alvenarias, pavimentos e armaduras. O documento inclui informações sobre a execução das atividades, materiais a serem utilizados e normas de segurança e qualidade a serem seguidas. O requerente do projeto é Flávio Paulo Nuro e o contato para mais informações é +258 84 038 7440.

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PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA E

MURO DE VEDAÇÃO - CIDADE DE NAMPULA

PROJECTO BASE
Contacto: +258 84 038 7440
Requerente: Flávio Paulo Nuro

Local de execução: Bairro Natikire

Quelimane, Dezembro de 2019


PARECER SANITARIO
POSSE DE TERRA
REQUERIMENTO
TERMO DE RESPONSABILIDADE
Memorial Descritiva
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA OU ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

Projecto: Construção de Um Edifício Habitacional Duplex Tipo 3. Pertencente a Sr. Flávio Paulo Nuro

Objecto: EDIFÍCIO Habitacional Duplex Tipo 3 Local: Cidade de Nampula, Bairro Natikire
Elementos: RÉS-DO-CHÃO:
1 Quarto com casa de banho privativo, 2 Quartos, 1 casa de banho comum, 1 Cozinha, 1 Sala comum e 2 varandas.
PRIMEIRO ANDAR:
1 Quarto com casa de banho privativo, 2 Quartos, 1 casa de banho comum, 1 Cozinha, 1 Sala comum e 2 varandas.
ITEM DESCRIÇÃO DA ACTIVIDADE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA NºDESENHO
REFERENTE
1,0 PRELIMINARES
1,1 Construção de Cangalho para Construção de Cangalho N/A
implantação do Edifício. Refere-se à construção da estrutura linear em madeira, periférica e exterior aos caboucos
da fundação para a demarcação dos eixos das fundações e alvenarias definidas pelo
projecto.
A medição desta actividade será apresentada em metros lineares do perímetro
circunscrito as fundações a uma distância de 0,9m da mesma.
1,2 Limpeza geral do terreno, Limpeza do Terreno N/A
incluindo remoção da camada A limpeza do terreno deverá abranger além da área de construção, 5 m de afastamento,
vegetal para a implantação do considerados do perímetro do edifício com a remoção dos arbustos, capim, detritos sólidos,
Edifício. entulhos e outros.

A quantificação será feita em metros quadrados da área estabelecida.


2,0 FUNDAÇÕES
2,1 Escavação de solos para Escavação em Caboucos para Fundações dos Edifícios 5
abertura de caboucos. As escavações serão executadas de acordo com as peças desenhadas do projecto ou
até onde a Fiscalização o indicar, após exame da escavação, por processos que o
Empreiteiro deverá submeter à aprovação da Fiscalização.

a) As áreas a escavar são definidas em função ao local a implantar o Edifício, que será
orientada pela cravação de estacas para a construção do Cangalho.
b) A escavação será feita com a profundidade máxima de 0,60 m, seguida de inspeção
da Fiscalização para avaliação das condições do solo;
c) A profundidade mínima da fundação na camada resistente será a que a Fiscalização
aprovar;
Para a determinação dos volumes de solos escavados no leito das fundações, são atribuídos
para a largura do caboucos da sapata corrida em função à profundidade. A unidade de
medição é em metros cúbicos.

2,2 Tratamento Contra Térmite e Tratamento Contra Térmite


formigas sobre o leito das A metodologia utilizada no combate às térmitas, consiste na abertura de diversos furos, que
fundações. permitem a injecção do produto no solo. A introdução do produto nos furos é efectuada
com um pulverizador adequado de modo a que seja possível efectuar a injecção do
produto a 40 bar.

A área de actuação para a quantificação da actividade realizada é medida em metros


quadrados.
2,3 Rega e Compactação do leito Rega e Compactação
das fundações. a) O leito das fundações deverá ser regado e compactado;
b) Os produtos da escavação que não forem reutilizados deverão ser removidos do local
da construção.

A quantificação do trabalho realizado será em metros quadrados, considerando 0,60m de


largura da fundação.
2,4 Compactação de pedra 19- Enrocamento 10,11
38mm para enrocamento no leito A execução dos enrocamentos será precedida da preparação do leito, que deverá ser
das fundações. paralelo à superfície da camada superior. Sempre que os terrenos tenham sido removidos
abaixo da superfície do leito, aqueles deverão ser devidamente compactados, sendo a
reposição efectuada, se possível, com solos seleccionados.

O enrocamento será constituído por camada de pedra com a dimensão 19-38mm numa
espessura de 0,10m aplicada de acordo com as peças desenhadas que devera ser
aprovada pela Fiscalização.

Para o seu volume será considerado uma espessura de 0,10m em todas situações da obra
onde a mesma é aplicada, pela área de aplicação.
2,5 Assentamento do Aço A400 em Característica do Aço para Armaduras 17
Sapata Corrida de fundação. As características a satisfazer pelo aço para armaduras de betão armado devem estar de
acordo com “Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado (REBAPE)”.
O aço das armaduras para betão armado nervurado, de textura homogénea, de grão
fino, não quebradiço e isento de zincagem, pintura, alcatroagem, argila, óleo, ferrugem
solta, gorduras e outras matérias estranhas. Quando esta situação se verificar, as armaduras
deverão ser passadas energicamente por escova metálica.

O aço em varão a empregar para armaduras de betão armado será da classe A400, tipo e
diâmetro indicados nas peças desenhadas do presente projecto.

Disposição sobre a Execução das Armaduras


A dobragem, colocação, amarrações e emendas das armaduras deverão verificar o
disposto no Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré- Esforçado (REBAPE).

As armaduras deverão ser colocadas e mantidas rigorosamente nas posições indicadas nas
peças desenhadas do projecto, com as tolerâncias especificadas no REBAPE,
nomeadamente no que se refere aos artigos 149° e 150°.

O recobrimento definido será de 3cm para as edificações localizadas junto a faixa costeira
e 2,5cm para as restantes zonas. As distâncias entre armaduras serão os previstos nos
desenhos do projecto, respeitando-se ainda o estabelecido, para o efeito, no REBAPE, em
particular os artigos 77°, 149° e 151°.

As ligações dos varões que constituem as armaduras serão conseguidas por ataduras de
arame de aço recozido. O arame de aço recozido possui qualidades mecânicas que
garantem sua utilização e manuseio em operações que exigem normalmente dobras e
torções. As extremidades das ataduras de arame deverão ser dobradas de modo que não
atravessem a camada de revestimento das armaduras.

As posições correctas das armaduras serão garantidas por espaçadores, suportes e calços,
juntamente com as ligações entre armaduras. Em geral, os espaçadores, suportes e calços
serão de betão, com a resistência e durabilidade idênticas as do betão da obra. Poderão
ser usados espaçadores e suportes metálicos desde que sejam aprovados pela Fiscalização
e não contactem com as cofragens. Os calços de betão, para montar as armaduras
afastadas dos moldes, serão dotados de arames de fixação.

A dobragem de varões será executada a frio e de acordo com o especificado no REBAPE,


em especial nos artigos 79° e 155°. A dobragem será sempre efectuada lentamente e com
o emprego de mandril.

As emendas serão executadas, em geral, por sobreposição, respeitando-se o especificado,


para o efeito, no REBAPE, em especial nos artigos 84°, 85°, e 157°. Segundo as
características do Aço adoptado os comprimentos de emenda dos varões no caso da sua
não representação nas peças desenhadas serão:
- Ø6: 0,25m
- Ø8: 0,32m
- Ø10: 0,40m
- Ø12: 0,48m

O critério estabelecido para a quantificação das armaduras, foi a medição dos


cumprimentos dos elementos em betão, convertidos em quilogramas.
2,6 Aplicação do Betão B25 para Condições Gerais do Betão 5, 11
Sapata Isolada no leito das Os meios e técnicas a utilizar no fabrico dos diversos betões da obra serão estabelecidos
fundações. pelo Empreiteiro, respeitando no entanto as prescrições desta Especificação Técnica e da
NP EN 206- 1:2007, em particular a secção 9.

Os traços do betão foram seleccionados em função a solicitação de cada um dos


elementos, e serão doseados de acordo com a tabela abaixo:

Por m3 de Betão

Elementos Traço Brita 1


Brita 2
em (l)
Cime Areia (l)
Volum Areia Água
nto Humida (1,8-
e Seca (l) (12,5- (l)
(Kg) (l)
12,5mm
25mm)
)

Sapatas, Pilares 1 : 2,5


e Vigas (B25) :3 319 562 719 337 337 207

246 435 557 435 435 195


Laje de 1 : 2,5
Pavimento, :5
Vergas (B20)

Betão de [Link]
Limpeza (B15) 6 208 441 564 441 441 198

Para efeitos de quantificação da actividade realizada, serão medidos os volumes


considerados nas pecas desenhadas.

Não será considerada a cofragem deste elemento, conforme descrito no item 2,1.
2,7 Assentamento de Blocos Alvenaria de Blocos de Cimento e Areia Amaciçados 10, 11
amaciçados 0,20m sobre as a) As alvenariassobre as sapatas corridas serão constituídas por blocos de cimento e areia
sapatas corrida até a viga de de 200x200x400mm, de acordo com os desenhos do projecto;
pavimento. b) Os blocos das fundações deverão ser enchidos com betão pobre ao traço de [Link];
c) Os blocos deverão satisfazer às prescrições regulamentares aplicáveis, e ainda:
- terem textura uniforme;
- apresentarem uma resistência no valor mínimo de 4,5Mpa ao traço [Link];
- serem isentos de quaisquer corpos estranhos;
- terem formas e dimensões regulares e uniformes;
- terem cor uniforme;
- terem absorção de água em 24 horas inferior a 1/5 do seu volume cheio.
d) Antes de sua aplicação em obra os blocos deverão ser extensivamente regados ou
mergulhados em água durante os primeiros sete dias de sua existência. A Fiscalização
determinará previamente quais os blocos que pelo seu aspecto visual e características
poderão ser utilizado nos trabalhos;
e) A argamassa de assentamento a empregar deverá ter 320 kg de cimento portland
normal por metro cúbico de argamassa (traço em volume de 1:4);
f) A espessura da argamassa nos leitos e juntas não será superior a 10mm.
3,0 PAVIMENTO DE BETÃO
3,1 Rega e Compactação de Solos Rega e Compactação em Caixas de Pavimento 10, 11
em Caixa de Pavimento. A compactação da caixa deverá ser antecedida de rega em quantidade necessária a
obter-se um solo que permita fazer-se a compactação por meios manuais ou mecânicos. A
Fiscalização pode reservar-se o direito de exigir a aprovação prévia da camada de fundação
compactada antes do lançamento do enrocamento;
A medição será em metros quadrados das caixas de pavimento.
3,2 Tratamento Contra Termite e Tratamento Contra Termite (Ver 2,2) 10, 11
formigas sobre os solos das caixas O tratamento deverá ser realizado sobre os solos das caixas de pavimento, após o aterro e
de pavimento. compactação.
3,3 Compactação de pedra 19- Enrocamento (Ver 2,4) 10, 11
38mm para Enrocamento em
Caixas de Pavimento.
3,4 Aplicação da tela Tela Impermeabilizante 10, 11
impermeabilizante de 250 microns Deverá ser aplicada uma tela com a resistência de 250 microns sobre o enrocamento com
sobre o enrocamento. juntas conforme indicadas pelo fabricante.
O material deverá ser aplicado sobre o enrocamento das caixas de pavimento e envolver
a respectiva viga de pavimento.

A medição é em metros quadrados no qual é considerado o comprimento e a largura do


contorno correspondente.
3,5 Assentamento do Aço A400 em Característica do Aço para Armaduras (Ver 2,5) 17
Viga de Pavimento. Disposição sobre a Execução das Armaduras (2,5)
3,6 Aplicação do Betão B25 em Viga Condições Gerais do Betão (ver 2,6) 10, 11
de Pavimento incluindo
Cofragem. Betão B25 em Vigas de Pavimento
Por viga de pavimento, entende-se como uma viga de equilíbrio ao nível da cota do
Pavimento.

A viga será parcialmente embutida a laje de pavimento e estará assente sobre blocos
amassissados das fundações.

As vigas de Pavimento serão executadas, a princípio, por processos tradicionais,


observando-se o que estiver indicado nesta Especificação Técnica.

No preço deste item, deve-se considerar a cofragem lateral ao longo do seu comprimento.

A betonagem será contínua, admitindo-se interrupções apenas nos casos que a


Fiscalização o autorize.

Cofragem
A cofragem será disposta nas faces laterais da viga;
A armadura devera estar posicionada por forma a manter o recobrimento;

Condições Gerais da Cofragem


As chapas de cofragem deverão obedecer as seguintes condições:
- As madeiras a empregar, deverão ser de fibras direitas e unidas, sem nós viciosos, isentas
de fendas ou falhas, manchas, podridões resultantes de ataques de fungos ou insectos e
de quaisquer sinais de infestamento por xilófagos que comprometam a sua resistência;
- As madeiras serão de pinho, de quina viva e perfeitamente desempenadas, permitindo-
se, em casos a fixar pela Fiscalização;
- As tábuas para moldes devem ter uma espessura não inferior a 2,6 cm e serão aplainadas,
tiradas de linha e a meia madeira.
- Os calços ou cunhas a aplicar serão de madeira dura.
3,8 Aplicação do Betão B25 nas Condições Gerais do Betão (ver 2,6) 10, 11
caixas de Pavimentos.
Betão B25 em Caixas e Pavimento
Entende-se como o suporte para o acabamento dos pavimentos ao nível do solo, tal como
se prevê nos pormenores desenhados.
O piso térreo será executado sobre o enrocamento, e terá a constituição indicada nas
peças desenhadas. Após a execução do enrocamento sobre o solo devidamente
compactado, seguir-se-á a aplicação de uma tela impermeabilizante 250 mícron e por fim
a camada de betão com espessura de 0,10m pavimentos interiores. Nas varandas a
espessura a considerar será de 8cm e deverá esta assente conforme as peças desenhadas.

Os seus volumes são medidos em função a sua área delimitada pela viga de pavimento,
em compartimentações fechadas ou áreas expostas quando existam lancis, multiplicada
pela altura especificada. Em locais tais como varandas a sua área e delimitada pelo
perímetro das bordas.
4,0 ALVENARIA
4,1 Fornecimento e assentamento de Alvenaria de Blocos de Cimento e Areia 1, 2
blocos vazados em paredes a) As paredes de alvenaria serão constituídas por blocos de cimento e areia de
interiores de 0,20m. 200x200x400mm;
b) Os blocos serão vazados para as paredes exteriores, interiores e empenas;
c) Os blocos deverão satisfazer as prescrições regulamentares aplicáveis, e ainda:
- terem textura uniforme;
- apresentarem uma resistência no valor de 4,5Mpa ao traço [Link]; 1, 2
- serem isentos de quaisquer corpos estranhos;
- terem formas e dimensões regulares e uniformes;
- terem cor uniforme;
- terem absorção de água em 24 horas inferior a 1/5 do seu volume cheio.
d) Antes de sua aplicação em obra os blocos deverão ser extensivamente regados ou
4,3 Assentamento de blocos mergulhados em água durante os primeiros sete dias de sua existência. A Fiscalização 1, 2
vazados em paredes interiores determinara previamente quais os blocos que pelo seu aspecto visual e características
de 0,10m. poderão ser utilizados nos trabalhos;
e) A argamassa de assentamento a empregar deverá ter 320 kg de cimento portland
normal por metro cúbico de argamassa (traço em volume de 1:4);
f) A espessura da argamassa nos leitos e juntas não será superior a 10mm.
A quantificação do trabalho realizado será em metros quadrados da área aplicada.
4,4 Assentamento de grelhas de betão Grelhas N/A
a) As grelhas deverão ter a dimensão de 100x200x200;
b) As grelhas serão assentes no Sanitário;
c) Deverão ser em argamassa de cimento e areia ao traço [Link];
d) Os moldes da grelha serão metálicos e os elementos constituintes serão moldados pelo
serralheiro, de modo que não necessitem de ser posteriormente retocados;
e) A argamassa de assentamento sera 10mm ao traço 1:4;
f) O Empreiteiro começará por executar uma grelha-tipo, como protótipo; só depois de
aprovação deste pela Fiscalização se poderá proceder à execução das restantes;
5,0 ESTRUTURA
5,1 Assentamento do Aço A400 em Característica do Aço para Armaduras (Ver item 2,5) 17
Viga de Coroamento. Disposição sobre a Execução das Armaduras (Ver item 2,5)
5,2 Assentamento do Aço A400 em Característica do Aço para Armaduras (Ver item 2,5) 17
Pilares. Disposição sobre a Execução das Armaduras (Ver item 2,5)
5,3 Assentamento do Aço A400 em Ve Característica do Aço para Armaduras (Ver item 2,5) 17
Disposição sobre a Execução das Armaduras (Ver item 2,5)
5,4 Aplicação do Betão B25 em Viga Condições Gerais do Betão (ver 2,6) 9, 10
de Coroamento incluindo
Cofragem.
5,5 Aplicação do Betão B25 em Condições Gerais do Betão (ver 2,6) 1, 2
Pilares incluindo Cofragem.
Betão em Pilares
A betonagem dos pilares será efectuada de forma contínua, podendo ser interrompida a
cada nível, nomeadamente da fundação ao piso térreo e piso térreo a viga de
coroamento. Cada troço dos pilares, entre pisos, será betonado de forma contínua.

A betonagem de cada troço dos pilares deverá ser precedida pela montagem completa
das armaduras transversais em, pelo menos, 0,50m acima da junta de betonagem ou do
limite superior da cofragem. O betão deve ser regularmente distribuído e compactado por
camadas horizontais de espessura, em geral, não superior a 0,30m.

O Empreiteiro obriga-se a apresentar à aprovação da Fiscalização o plano de betonagem,


de controlo da verticalidade e da direcção dos pilares indicando concretamente todo o
seu processamento, paralisações, tempo de execução, plano de verificações e
equipamento a utilizar, etc.

Não serão permitidas juntas de betonagem horizontais em pilares.

A quantificação do volume é considerada a sua altura total iniciando pelo topo da sapata
sem interrupção de outros elementos que o atravessem multiplicado pela sua secção.
Deverá ser incluída no custo desta actividade a cofragem a ser utilizada.

Cofragem
A cofragem será disposta nas faces do Pilar;
A armadura devera estar posicionada por forma a manter o recobrimento;

Condições Gerais da Cofragem (ver 3,6)


5,6 Aplicação do Betão B25 em Condições Gerais do Betão (ver 2,5) 8, 9, 10
Vergas incluindo Cofragem.
Cofragem
A cofragem será disposta nas faces laterais da Verga;
A armadura devera estar posicionada a meio da altura da secção ao longo do seu
cumprimento;

5,7 Compactação de pedra 19- Pavimento a volta do Edifício


25mm a volta do edifício para a) Protecção das fundações a volta do edifício com brita com a granulometria de 19-
proteção contra a erosão. 25mm;
b) Devera ser feita uma escavação de solo de 5cm com a largura de 0,40m e aplicar
a brita numa altura de 7cm;

A medição será feita em metros cúbicos, considerando a área do perímetro pela espessura
de aplicação do material.
6,0 COBERTURA
6,1 Assentamento da Asnas ‘’x’’ em Estrutura em madeira 3, 12, 13,
madeira, incluindo elementos de a) As diferentes peças que constituem as estruturas (asnas, madres, travamentos e vigas) 14, 15, 18,
ligação e fixação aos apoios. serão executadas com madeira ‘’Pinho’’ serrada e tratada ou outra de qualidade 19
superior(com as secções indicadas nos desenhos de pormenor do projecto.
b) As madeiras deverão passar pela aprovação da Fiscalização e com especificações
6,2 Assentamento da Asnas ‘’y’’ em técnicas do fornecedor, observando as seguintes características:
madeira, incluindo elementos de - Humidade máxima = 15%.
ligação e fixação aos apoios. - Tensão de rotura à flexão = 87 Mpa.
- Tensão de rotura à compressão axial = 47 Mpa.
6,3 Assentamento de Barrotes 150x50 c) Para o tratamento da madeira devera ser aplicado o Cuprinol com pincel, no minimo
incluindo os elementos de fixação 3 demaos, intercaladas por 1h;
metálicos. c) As peças serão cuidadosamente executadas, segundo as indicações técnicas e
desenhos de pormenor, sem emendas e com as dimensões indicadas no projecto.
6,4 Assentamento de Madres 75x50 d) Os utensílios de corte deverão encontrar-se sempre perfeitamente afiados, a fim de
incluindo elementos de fixação. evitar que as superfícies fiquem irregulares, ásperas e de aspecto desagradável, e a não
embotar o fio da lâmina.
e) Os meios metálicos de ligação serão em aço e conforme as dimensões indicadas no
projecto.
A estrutura da cobertura é medida por unidade de asnas incluindo os seus elementos de
ligação e apoio. As madres por unidade do comprimento equivalente. Em relação a
cobertura da varanda os elementos são medidos em metros lineares.
6,5 Assentamento de chapa de Revestimento da Cobertura 04
cobertura IBR 686 Termolacada a) As chapas serão Termolacadas revestidas, do tipo IBR 686, com espessura mínima de
0.6mm, incluindo todos 0.6mm e serão assentes conforme instruções do fabricante;
elementos de fixação conforme b) As chapas de cobertura serão assentes em comprimentos longos, com as caneleiras
as recomendações do estreitas para cima, com sobreposição lateral de uma canelara do lado oposto de
fabricante. onde sopram os ventos pré-dominantes;
6,6 Assentamento na varanda, de c) O assentamento será executado com grampos com porcas e anilhas metalizadas 04 (ZONA 1)
chapa de cobertura IBR adequadas à estrutura de apoio; as anilhas metálicas deverão apertar sobre anilhas de
686Termolacada 0,6mm, borracha. Sob a anilha do grampo será executada, antes do aperto final. As roscas, nos
incluindo todos os elementos de grampos deverão ser abertas antes de realizada a metalização a cádmio. Estes
fixação conforme as materiais estão incluídos no presente artigo devendo ser submetido à aprovação da
recomendações do fabricante. Fiscalização. A execução deste trabalho deverá ser confiada a operários de
reconhecida competência técnica.
6,7 Assentamento de Cumeeira em d) Inclui-se neste capítulo todos os acessórios necessários para a montagem das chapas e 08
chapa Lisa Termolacada 0,6mm. acabamentos tais como cimeiras, rendas para remate de beiral, todas as fraldas de
remate de empenas, sendo protegida com produto betuminoso adequado nas zonas a
ficar embebidas nos revestimentos;
e) As Cumeeiras serão em Chapa Termolacada de 0,60m de largura; na sua montagem
deverá ser aplicada um elemento de tapamento entre a Cumieeira e a Chapa de
Cobertura com finalidade de isolar o ambiente exterior e interior;
f) O Rufo será e Chapa Termolacada com 0,4 mm de espessura; a sua fixação devera ser nos
barrotes da estrutura da cobertura; poderá ser afixado em simultâneo com as chapas
da cobertura podendo utilizar os mesmos pregos.
6,9 Assentamento de Caleira tipo Caleira Marley
Marley incluindo dois tubos de a) Deverá ser aplicada Caleira tipo Marley no alçado posterior do edifício com duas
descarga e todos acessórios de pendentes uma para cada extremo do edifício com inclinação de 1%;
fixação. b) Nos extremos deverão ser instalados os tubos de queda com diâmetro de 110mm,
devidamente afixados à parede e com o encaminhamento das águas a um depósito
plástico;
c) A caleira será afixada em barrote com suportes e deverá ser posicionada a cada 1 m;
d) Todos elementos de suporte e de fixação deverão ser do mesmo fabricante das caleiras
a aplicar;
6,10 Assentamentode Reservatórios Para este item, deverá ser considerado: N/A
Plásticos com 5000Lts incluindo a a) A execução de uma base em betão simples com 2,0x2,0m
base de apoio em betão. - Escavação da fundação na profundidade de 0,20m;
- Rega e compactação da aérea escavada 2,4x2,4m;
- Aplicação da pedra de enrocamento 19-8mm no perímetro da escavação com a
largura de 0,30m e espessura de 0,10m e posterior aplicação de argamassa para
assentamento de blocos amacicados no perímetro;
- Enchimento da caixa de pavimento com solo até atingir a cota desejada deixando
0,10cm abaixo do bloco para aplicação do enrocamento;
- Com uma cofragem delimitar a perímetro da laje de betão que terá espessura de 8cm
e posterior betonilha e reboco afagado de 1cm de espessura.
b) Deverão ser fornecidos depósitos plásticos com 5000 Lts e aplicados sobre as bases.
7,0 CAIXILHARIA
7,1 Fornecimento e assentamento Janelas P2
de Janela e aro em madeira a) A caixilharia será de madeira de Chanfuta ou Umbila, bem seca, de fibras direitas e
Chanfuta ou Umbila Pintada, unidas, sem nós, bem secas, não ardidas, sem fendas, isentas de caruncho e outras
com vidro de 4 mm de doenças, de coloração uniforme e veios de aspecto regular e uniformemente
espessura, duas folhas de abrir distribuídos, e executada de acordo com os desenhos de pormenor anexos.
com vidro, duas folhas de b) Para elementos em madeira, a tinta a aplicar será Esmalte Sintético. A pintura deverá
bandeira fixas com vidro, ser antecedida de aplicação de um primário com um mínimo de duas; serão aplicadas
incluindo todos acessórios e as demãos necessárias para obter uma cor uniforme e um perfeito recobrimento das
ferragens. superfícies pintadas.
7,2 Fornecimento e assentamento c) Os aros serão chumbados ao betão ou alvenaria por meio de parafusos com porcas, P2
de Janela e aro em madeira metalizados a zinco. O espaçamento entre fixações não será superior a 0,60 m; em
Chanfuta ou Umbila Pintada, cada fixação colocar-se-ão parafusos de 5/16". Os buracos de colocação dos
com vidro de 4 mm de parafusos serão tapados por buchas de madeira idêntica à dos aros. A ligação do aro
espessura, duas folhas de abrir ao betão ou alvenaria será feita por interposição de cordão-vedante apropriado e de
com vidro, duas folhas de secagem lenta;
bandeira fixas com vidro, com d) A caixilharia deverá ser assente de forma a fechar hermeticamente e o seu
barras de aço, incluindo todos funcionamento ser perfeito;
acessórios e ferragens. e) Cada um dos elementos dos aros será realizado, em peça única;
7,3 Fornecimento e assentamento f) As ferragens em geral deverão ser robustas e de funcionamento e compativel com o P1
de janela e aro em madeira esquema que o projecto prevê para o funcionamento e fecho da caixilharia. Cada
Chanfuta ou Umbila Pintada caixilho será equipado com um regulador de cromado robusto que permita a abertura
com batentes e barras de aço completa da janela, de modelo a ser aprovado previamente pela Fiscalização.
na bandeira, incluindo todos g) O Caixilho de batente será equipado com dois fechos de culatra em latão com pelo
acessórios e ferragens. menos 8" de modelo a ser aprovado previamente pela Fiscalização;
7,4 Fornecimento e assentamento h) A rede mosquiteira será plástica, sem furos nem defeitos, com uma malha de 1,5mm. Na
de Janela e aro em madeira tipo colocação a rede deverá ficar perfeitamente desempenada e esticada, com os
Umbila ou Chafuta Pintada, com terminais protegidos. A rede é assente num aro de
vidro fixo com 4mm de Madeira e levará um bite conforme o pormenor;
espessura. Localizada entre a i) Na caixilharia de batente cada folha será fixada aos aros por 3 fichas de 1/2 balanço
Sala dos Professores e o cromado de 3" com anilha,
Gabinete do Director j) Aparafusados por parafusos de cromados. Serão providas de 2 tranquetas metálicas;
Pedagógico. k) Deverá ser executado um protótipo a aprovar pela Fiscalização.

7,5 Fornecimento e assentamento


de Janela e aro em madeira tipo
Umbila ou Chafuta Pintada, com
vidro fixo com 4mm de
espessura. Localizada entre o
Armazém e a Secretaría.

7,6 Fornecimento e assentamento Portas de Madeira Maciça P6


de Porta e aro em madeira a) Os aros serão em madeira de Chanfuta ou Umbila, bem seca, chumbados às alvenarias
Chanfuta ou Umbila Pintada, por meio de parafusos com porcas, metalizadas a zinco. O espaçamento entre fixações
com vidro fixo de 4mm de não será superior a 0,60 m e os buracos de colocação dos parafusos serão tapados por
espessura em bandeira, buchas de madeira idênticas à dos aros.
incluindo todos acessórios e b) As portas serão de madeira de chanfuta, ou umbila, bem seca, isenta de fendas ou
ferragens, fechadura de embutir rachaduras, com textura e cor homogéneas, a aprovar pela Fiscalização, e a executar
tipo Yale, 3 levers. de acordo com os desenhos de pormenor e mapa de vãos.
c)Para elementos em madeira, a tinta a aplicar será Esmalte Sintético. A pintura deverá
ser antecedida de aplicação de um primário com um mínimo de duas; serão aplicadas as
7,7 Fornecimento e assentamento demãos necessárias para obter uma cor uniforme e um perfeito recobrimento das superfícies P7
de uma Porta em ripado de pintadas.
madeira incluindo todos d) Não é admissível nestas madeiras a presença de "borne".
acessórios e ferragens. e) Cada um dos elementos dos aros será realizado em peça única.
f) As folhas serão fixadas ao aro por 3 fichas de 1/2 balanço de 4" com anilhas,
aparafusadas por parafusos.
g) As portas e aros deverão ser assentes de forma a fecharem hermeticamente e o seu
funcionamento ser perfeito.
h) As portas exteriores serão providas de fechaduras do tipo "YALE".
i) Nas portas interiores, a fechadura será simples de chave, do tipo YALE com 3 levers, a
ser aprovada pela Fiscalização.
j) Deverá ser montada uma borracha para limitação da abertura da porta, a qual será
fixada ao pavimento por parafuso cromados.
k) A fechadura será identificada com número, a indicar pela Fiscalização, gravada com
chapa de latão fixada na porta (face exterior); cada uma das 3 chaves levará uma
chapa de latão com o mesmo número.
l) Deverá ser executado um protótipo a aprovar pela Fiscalização.
8,0 ACABAMENTOS
8,1 Execução e aplicação de Betonilhas em Pavimentos N/A
betonilha de regularização em a) A argamassa que constitui a betonilha será de cimento e areia ao traço de 1:2;
argamassa de cimento e areia b) A betonilha deverá ter espessura de 3 cm no máximo que permite obter superfícies bem
afagada a helicóptero em regularizadas;
pavimento interior. c) A betonilha devera ser afagada a helicóptero.
8,2 Execução e aplicação de d) O Esquartejamento será induzido executado com rebarbadeira. N/A
betonilha de regularização em A medição será em metros quadrados referente a superfície aplicada.
argamassa de cimento e areia
afagada a helicóptero e
posterior esquartelamento em
pavimento exterior.
8,3 Execução e aplicação de Betonilhas em Pavimentos N/A
betonilha de regularização em a) A argamassa que constitui a betonilha será de cimento e areia ao traço de 1:2;
argamassa de cimento e areia b) A betonilha deverá ter espessura de 3 cm no máximo que permite obter superfícies bem
no interior. regularizadas;
c) A betonilha devera ser preparada para receber o Mosaico Hidráulico.

A medição será em metros quadrados referente a superfície aplicada.


8,4 Execução e aplicação de Betonilhas Queimada à colher N/A
betonilha queimada à colher a) A superfície deverá estar húmida (betão fresco de preferência);
em arrumos. b) Aplicar o cimento em pó e enquanto passa a colher do pedreiro;
c) A superfície acabada deverá ter aspecto vitrificado.

A medição será em metros quadrados referente a superfície aplicada.


8,5 Reboco liso em Paredes Reboco em Paredes 8
Exteriores em argamassa de a) A argamassa que constitui o reboco será de cimento e areia ao traço de 1:4, para o
cimento e areia. caso de reboco liso, e 1:3 para o reboco a tirolês;
b) O reboco deverá ter espessura que permite obter superfícies bem regularizadas, sem
8,6 Reboco liso em Paredes Interiores asperezas e nunca terá espessura inferior a 0.02 m; 8
em argamassa de cimento e c) O reboco deverá ficar bem liso, desempenado, sem asperezas, e apertado à colher,
areia. quando se trate de superfícies a serem pintadas;

A medição será em metros quadrados referente à superfície aplicada.


8,7 Assentamento de Azulejo em Azulejo em Parede N/A
paredes. Serão aplicadas nas paredes dos Sanitários e deverão obedecer às seguintes condições:

a) O azulejo a empregar será azulejo de pó de pedra, de cor branca, de arestas boleadas


e de dimensões 0,15 x 0,15m, de boa qualidade, de vidrado perfeito sem defeitos;
b) O assentamento será com cimento cola conforme as instruções do fabricante;
c) Antes da aplicação, os azulejos deverão permanecer pelo menos 4 horas dentro de
água. Caso se verifique alteração na tonalidade em algumas pecas, deverão ser
rejeitadas pela Fiscalização e substituídas;
d) No caso de a largura do pano ou de lambril não corresponder a um número certo de
azulejos, os cortes serão feitos de um único lado, escolhendo-se, quando possível, o
lado mais escondido;
e) As juntas serão tomadas a cimento branco, não sendo permitido o uso de gesso.

A medição será em metros quadrados referente a superfície aplicada.


8,8 Assentamento de Mosaico Mosaico em Pavimento N/A
hidráulico em pavimento. Será aplicado em pavimento no interior dos Sanitários e deverão obedecer as seguintes
condições:

a) O mosaico a empregar deverá ser anti-derrapante com as dimensões de 0,25 x 0,25m, de


boa qualidade e sem defeitos;
b) O assentamento será com cimento cola para pavimentos e aplicado conforme as
instruções do fabricante;
c) No caso de a largura do pano ou de lambril não corresponder a um número certo de
azulejos, o cortês serão feitos de um único lado, escolhendo-se, quando possível, o lado
mais escondido;
d) As juntas serão tomadas com cimento.

A medição será em metros quadrados referente à superfície aplicada.


8,9 Pintura em Parede Exterior, com Pintura em Paredes N/A
tinta Esmalte Exterior de boa a) Todas as tintas a aplicar serão de fábrica reconhecida e de boa qualidade;
qualidade, antecedida de b) Para as paredes exteriores, a tinta a aplicar será Esmalte Aquoso 100% Acrílico, própria
preparação da parede com para aplicação sobre reboco de cimento acabado em áspero, e resistente às
subcapa. intempéries e aos impermeabilizantes;
8,10 Pintura em Parede Exterior em c) Para interiores, a tinta a aplicar será Aquosa Estireno- Acrílica, com resistência de
lambril de 1,50m, com tinta lavagem e a esfrega tipo II;
Aquosa de boa qualidade d) Para áreas interiores em lambril, a tinta será Esmalte Aquoso 100% Acrílico;
antecedida de preparação da e) As tintas deverão dar entrada na obra em embalagens de origem e serão de cores e
parede com subcapa. Cor à tipo a escolher pelo Dono da Obra;
escolha do dono da obra. f) Todas as superfícies a pintar serão isoladas com produto apropriado à natureza da
parede, e segundo as instruções do fabricante da tinta;
8,11 Pintura em Parede Interior, acima g) Sobre o isolamento será dado o número de demãos indicado pelo fabricante, no
do nível do lambril com tinta mínimo de duas; serão aplicadas as demãos necessárias para obter uma cor uniforme e
Aquosa de boa qualidade, um perfeito recobrimento das superfícies pintadas;
antecedida de preparação da h) A tinta deverá resistir as lavagens com sabão ou detergente normal;
parede com subcapa. i) A primeira demão será aplicada à trincha e as restantes a rolo ou de acordo com as
instruções da Fiscalização;

8,12 Pintura em Paredes Interiores em


lambril de 1,50m, com Esmalte
de boa qualidade, antecedida
de preparação das superfícies
com subcapa. Cor à escolha do
dono da obra.
9,0 INSTALAÇÃO ELÉCTRICA
9,1 Assentemento de Caixas de Condições Gerais Normativas N/A
Derivação quadrada de As instalações deverão seguir as normas vigentes no país nomeadamente:
embeber 80x80x45, em - R.S.I.U.E.E.-Regulamento de Segurança de Instalações de Utilizacao de Energia Eléctrica
termoplástico branco, com e de Instalação Colectiva de Edificiose Entradas;
tampa. - R.S.S.P.T.F.-Regulamento de Substação e Postos de Transformação e Seccionamento;
- R.S.L.E.A.T.-Regulamento de Segurança de Linhas Eléctricas de Alta Tensão.
Os matérias deverão ser do tipo JSL ou qualidade equivalente mediante a aprovação da
Fiscalização;
Todos os dispositivos a vista deverão ter cor única a ser aprovada pelo Dono de Obra;
Toda instalação deverá ser embutida.

9,2 Assentemento de Caixas de Caixas de Derivação N/A


Aparelhagem redonda de a) As caixas serão para montagem à vista;
embeber, diâmetro 70 mm, em b) Serão em baquelite moldada de cor creme, com tampas da mesma cor fixadas por
termoplástico branco, com parafusos cromado apertando em casquilhos cromados roscados ou cravados nas
tampa caixas;
c) Terão as dimensões minimas de 80x80x40mm até seis entradas e 120x80x40mm para
mais de seis entradas;
d) A espessura minima da parede das caixas é de 20mm;
e) As entradas e saidas dos tubos VD deverão assegurar uma estanquidade perfeita, e
serão executadas no mesmo material dos tubos;
f) Não será aceite mais que um tipo de circuito em cada caixa;
g) Só será permitido uma placa de bornes em cada caixa, admitindo-se a passagem no
seu interior de condutores inteiros do mesmo circuito;
h) As placas de bornes serão em porcelana, com dimensões adequados à secção dos
condutores a ligar, devendo estas ligações obedecer ao preceituado nos Artigos Nº
121, 122 e 123 do R.S.I.U.E.E.; serão fixadas ao fundo das caixas por dois parafusos.
9,3 Assentamento de caixa de Quadros Eléctricos N/A
Quadro Eléctrico semi-embutido a) Serão construídos quadros eléctricos de material isolante ou outo extinguível;
em termoplástico branco, com b) A aparelhagem de comando deve ser montada com a suficiente rigidez, mas de modo
tampa e Armário de a que seja fácil a montagem e desmontagem dos equipamentos;
Distribuição, incluindo todos c) As portas deverão ter fechaduras por manipulo, sem chave;
componentes para o seu d) Entre a porta e a aparelhagem existirá um painel desmontável em chapa de aço de
funcionamento. 2mm, que protegerá o conjunto dos equipamentos sob tensão, da aparelhagem. Na
face do painel ficarão visiveis os órgãos de comando e sinalização. Todos os paineis
serão equipados com fechaduras;
e) A preparação interior de quadros deve ser efectuada em fábrica devendo as ligações
exteriores ao quadro serem efectuadas sobre réguas de terminais devidamente
identificadas e referenciadas;
f) Os barrametos deverão ser dimensionados aos esforços térmicos, mecânicos e a
frequência de resonância em curto-circuito;
g) Todos os barramentos de fase possuirão a mesma secção, devendo os barramentos
Neutro e terra ter secção superior à metade da secção de cada um dos barramentos
de fase;
h) Todos os barramentos serão em cobre electrolítico, dimensionado para uma densidade
máxima de corrente de 2A/mm2 e apoiadas rigidamente sobre isoladores do tipo
"permali" ou equivalente, convenientemente dimensionados;
i) Em todos os casos existirá um barramento de terra, devendo ser convenientemente
ligado a este toda a sua estrutura metálica;
j) Todos os barramentos serão dimensionados segundo as normas DIN e pintados nas
cores regulamentares;
k) Os esquemas eléctricos deverão obedecer ao indicado nas peças desenhadas e incluir
todas as alterações.

9,4 Montagem de Tubo VD ø 20 mm, Condições Gerais Normativas (ver ponto 9,1) N/A
incluindo todos os acessórios,
curvas, uniões e boquilhas. Tubagem tipo VD 16
a) Em todo o projecto serão aplicados acessórios devidamente colocados, não se
aceitando ligações por abocardamento;
b) Os tubos que corram paralelamente no mesmo roço deverão ser instalados, ao longo
de todo o seu trajecto, com um afastamento entre si que permita à argamassa de
tapamento penetrar entre eles;
c) O raio de curvatura das tubagens não pode ser inferior a seis vezes o seu diâmetro
exterior;
d) Deverão ser deixadas guias de enfiamento em toda a tubagem até ao enfiamento final
9,5 Montagem de Tubo VD ø 40 mm, dos condutores respectivos; N/A
incluindo todos os acessórios, e) Em casos de corte ou ligação de tubos não é permitida a permanência de rebarbas
curvas, uniões e boquilhas. que possam vir a romper o isolamento dos condutores;
f) As tubagens que circulam à vista serão assentes sobre braçadeiras extensíveis com
parafusos de latão;
g) Deverá o empreiteiro considerar as caixas de passagem necessárias para um fácil
enfiamento dos condutores, não podendo estas estar afastadas entre si mais que 10
metros, devendo esta distância ser encurtada sempre que as condições de montagem
o justifiquem;
h) Todas as tubagens deverão entrar nas caixas mesmo que não seja electricamente
necessário;
i) O tapamento dos roços só será autorizado após confirmação da sua correcta
implantação pela Fiscalização.
9,6 Assentamento de tomadas Condições Gerais Normativas (ver ponto 9,1) N/A
monofásicas nos
compartimentos. Tomadas Monofásicas
a) As tomadas serão para montagem à vista;
b) Com pólo de terra, para 16A/250V, de alvéolos protegidos, com aperto mecânico dos
condutores aos terminais;
c) Serão montados a 0,30m do pavimento acabado (cota do centro da caixa de
aparelhagem).
9,7 Assentamento de interruptores Condições Gerais Normativas (ver ponto 9,1) N/A
para as luminárias dos
compartimentos. Interruptores Simples
a) Os interruptores serão para montagem à vista;
b) Os interruptores serão do tipo basculante, para 10A - 250V, silenciosos e com ruptura
brusca independentemente do orgão de comando, contactos de elevada duração e
aperto mecânico dos endutores aos terminais;
c) Serão montados a 1,70 metros do pavimento acabado (cota do centro da caixa de
aparelhagem);
d) A aparelhagem deverá ser fixa à respectiva parede através de buchas plásticas.
9,9 Instalação de Luminárias do tipo Condições Gerais Normativas (ver ponto 9,1) N/A
régua com abas nos
compartimentos. Armaduras Fluorescentes
a) Todas as armaduras fluorescentes serão do tipo régua industrial com abas reflectoras;
b) Os corpos das armaduras bem como as abas reflectoras, deverão ter sido tratados
contra a corrosão, pintados em cor branca e sofrido secagem em estufa;
c) Os balastros deverão ter perdas minimas, deverão ser não ruidosos e do tipo
aconselhado para as lâmpadas indicadas.
d) Deverá evitar-se o efeito estroboscópico pelos sistemas de compensação mais usuais.
Caso a compensação não possa ser individual deverá efectuar-se por conjunto de
armaduras;
e) Todas as armaduras deverão possuir um alto factor de potência, superior a 0,9,
devendo os circuitos de iluminação apresentar um factor de potência mínimo de 0,85
após a compensação do efeito estroboscópico;
f) As lâmpadas fluorescentes a aplicar serão de designada nova geração, do tipo TLD
com diâmetro de 26mm e de 36W, todos os módulos, excepto nas instalações sanitárias,
onde se admite a montagem de lâmpadas da cor 33;
g) Nas instalações sanitárias deverão as armaduras ser estanques devendo a
estanquidade nos bucins de entrada ou saida de cabo ser perfeita, a fim de evitar
condensações interiores.
9,10 Instalação das Terras de Condições Gerais Normativas (ver ponto 9,1) N/A
Protecção.
Terra de Protecção
a) A terra de protecção será construida com base por duas placas quadradas com 1m2 e
1mm de espessura como valores minimas para as superfícies de dissipação;
b) A interligação dos eléctrodos de terra entre si e a instalação em geral será feita a
condutor de cobre com a secção indicada nas peças desenhadas, sendo nu entre
eléctrodos e isolamento dos eléctrodos ao quadro;
c) De acordo com o estudo efectuado prevê-se que a resistência desta terra não seja
superior a 10 ohm;
d) De qualquer forma é condição prioritária, que a terra de protecção não ultrapasse o
valor de 15 ohm, competindo ao empreiteiro, ajustar as condições da sua instalação a
este factor determinante;
e) Os eléctrodos serão enterrados de forma a que a sua parte superior se situe a um
mínimo de 0,80m do pavimento, após reposto;
f) O afastamento entre os eléctrodos deverá respeitar os regulamentos em vigor e muito
em particular no que refere à tensão de passo;
g) Deverão ser deixados os tubos que permitam a rega da terra envolvente dos
eléctrodos;
h) A desmontagem da zona onde se pretende estabelecer os eléctrodos e a sua
reposição são parte integrante da empreitada, devendo ter-se particular cuidado
durante a escavação, com a eventual existência de tubagens e cabos de energia, que
deverão ser sondados previamente;
i) Todas as estruturas metálicas dos quadros deverão ser ligadas à terra. Não é permitido o
uso de terminais de aperto como ligadores de massa e deverá em todos os casos ser
instalado um barramento de terra com aperto por terminais e parafuso, só se aceitando
a ligação de um condutor por cada furação no barramento;
j) Conforme o regulamento, o corpo das armaduras de iluminação, será a terra de
proteção;
k) Será deixado um terminal amovível de terra a fim de se efectuarem as medições
periódicas exigidas pelo regulamento;
l) Serão cumpridas na instalação deste sistema, todas as especificações impostas pelos
regulamentos de segurança.
10,0 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS
10,1 Esgoto de Águas Residuais
Aplicação de Tubos de águas Tubagem em P.V.C. N/A
residuais incluindo curvas e a) A tubagem a empregar segundo o traçado e os diâmetros indicados no projecto será
acessórios de ligação. em P.V.C. rigido, para uma classe de pressão minima normal de 0,60 MPa (~ 6 Kgf/cm2);
b) As uniões de tubos topo a topo em derivação utilizando peças acessórias devem ser
sempre executadas depois de mergulhadas em água quente, fazendo-se o aperto
entre as peças por meio de braçadeiras metálicas metalizadas a zinco;
Aplicação de Tubos de c) Antes do tapamento da tubagem, esta deverá ser ensaiada por processo apropriado a
Ventilação incluindo curvas, submeter à aprovação da Fiscalização.
respirador e acessórios de
ligação.
Execução de Caixas de Visita. Caixas de Inspeção e ligação N/A
a) A caixa deverá ter dimensões interiores de 0,60x0,60m, em blocos de cimento enchidos
com betão pobre B15, assentes em base de betão B20 armado (#Ø8@15) com 0,10m
espessura e com tampa apoiada em paredes devidamente acabada com espessura
de 0,08m e armadura igual da base. A tampa devera ter um segurador em armadura
Ø10 para a sua inspeção;
b) O fundo da caixa, dando continuidade à rede de esgoto que à mesma se vai ligar, é
formado por um enchimento de betão em U constituindo as caleiras de circulação, de
largura e altura igual ao diâmetro da canalização respectiva. A parte da base da
câmara, não utilizada como caleira, deverá ter sempre um declive de 20% para
contrariar disposições;
c) Todo o interior das caixas deverá ser rebocado com argamassa de 500 Kg/m3 de
cimento e com 2cm de espessura e queimado a colher;
d) As caixas deverão, no final, ser estanques aos gases e líquidos.
10,2 Distribuição de Água
Assentamento de Tubos de Tubagem em IPS N/A
abastecimento incluindo a) A tubagem terá os diâmetros indicados no projecto e será em tubo IPS, série reforçada,
acessorios de ligação. trefilada e sem costura, para água sob pressão, do melhor fabrico. A tubagem seguirá o
traçado indicado nas peças desenhadas do projecto;
b) A tubagem seguirá no pavimento, em valas ou em roços, e será tapada com
argamassa de cimento ao traço 1:4; a tubagem é previamente envolvida em papel de
saco de cimento;
c) Na tubagem que seguir em valas aplicar-se-á, antes do tapamento da vala, duas
demãos de produto betuminoso apropriado.
Montagem de Valvulas de Seccion Válvulas de Seccionamento N/A
a) A válvula será de obturador de cunha, cromada do tipo COBRA ou qualidade
equivalente mediante aprovação da Fiscalização;
b) Ela será colocada nos locais indicadas nos desenhos de pormenor e terá o diâmetro de
tubagem com que se inserta;
c) O manipulo terá uma seta indicando a posição do fuso.
Montagem de Torneira de Serviço Torneiras de Serviço
incluindo acessórios de fixação. a) A torneira será de Lavatorio de Mesa, cromada do tipo COBRA ou qualidade
equivalente mediante a aprovação da Fiscalização;
b) A cabeça do tipo multicanus ou em formato de estrela.
10,3 Aparelhos Sanitários
Montagem de Sanita com Sanitas com Autoclismo N/A
tampas de abrir em fibra e a) A sanita e o autoclismo serão brancos em loiça cerâmica vitrificada do tipo VAAL ou
Autoclismo incluindo acessórios qualidade equivalente mediante aprovação da Fiscalização;
de fixação. b) A sanita será de sifão tubular incorporado com descarga pelo fundo;
c) O autoclismo será baixo e a sua ligação à sanita será feita por tubo de P.V.C. rígido de
diâmetro de 1 1/4";
d) O autoclismo será ligado à rede de água por um tubo flexível de diâmetro de 3/4".
e) As pias turcas e o autoclismo serão brancas em loiça cerâmica vitrificada do tipo
VAAL ou qualidade equivalente mediante aprovação da Fiscalização;
f) Os autoclismos para as pias turcas serão de material plástico altamente resistentes.
Montagem de Lavatório de Mão Lavatório de Mão N/A
incluindo todos acessórios de a) O lavatório será corrido em betão armado e revestido em azulejo;
fixação. b) A ligação do lavatório à parede será feito de modo a se obter uma perfeita
estanqueidade, e de modo a que a água chapinada reflua para o lavatório;
c) A válvula de descarga será cromado com aperto por porca, com porca em calçudo,
com pistão, corrente e tampa. O tampa será em plástico (P.V.C. rígido) e o pistão e a
corrente em latão cromado;
d) O sifão será do tipo garrafa de 1"1/4 cromado. As juntas de ligação deverão observar
uma estanqueidade perfeita e o sifão será assente de modo a ficar rigorosamente
vertical.
10,4 Descarga
Execução de uma Fossa Séptica Fossa e Dreno N/A
e Dreno. a) A Capacidade da fossa e do Dreno deverá ter a capacidade para 100 pessoas;
b) A fossa deverá ter duas compartimentações de acordo com a legislação nacional;
c) A estrutura da fossa será em betão armado (betão B20) para base com 0,20m de
espessura (com malha dupla Ø10 com afastamento a 0,15) de e laje superior com
0,15m (com malha simples Ø10 afastamento a 0,15) ambos; Deverão ser
projectados pilares (8 pilares distribuídos uniformemente) e viga de coroamento
com a dimensão de 0,20x0,20m;
d) O revestimento será em blocos amaciçados com betão B15;
e) O interior da fossa deverá ser rebocado ao traço 1:4 e impermeabilizado com
pintura a base de epoxi para este tipo de ambiente e o produto deverá ser
aprovado pela Fiscalização;
f) A fundação da fossa devera levar pedra de enrocamento com 0,10m de espessura;
g) O dreno terá uma profundidade de 2 m revestido com blocos de 0,15m
amaciçados e uma laje superior com malha de ferro Ø8 afastado 0,10m de 0,10m
de espessura;

O Responsável
___________________________________________________
/António Martins Arame/
(Eng. Técnico de Construção Civil)
ÍNDICE

1.- VERSÃO DO PROGRAMA E NÚMERO DE LICENÇA............................................................... 2

2.- DADOS GERAIS DA ESTRUTURA......................................................................................... 2

3.- NORMAS CONSIDERADAS.................................................................................................. 2

4.- ACÇÕES CONSIDERADAS................................................................................................... 2


4.1.- Verticais.................................................................................................................. 2
4.2.- Vento....................................................................................................................... 2
4.3.- Sismo ...................................................................................................................... 2
4.4.- Acções de carga....................................................................................................... 2

5.- ESTADOS LIMITE............................................................................................................... 2

6.- SITUAÇÕES DE PROJECTO................................................................................................. 3


6.1.- Coeficientes parciais de segurança (g) e coeficientes de combinação (y)................ 3
6.2.- Combinações............................................................................................................ 4

7.- DADOS GEOMÉTRICOS DE GRUPOS E PLANTAS................................................................. 4

8.- DADOS GEOMÉTRICOS DE PILARES, PAREDES E MUROS................................................... 4


8.1.- Pilares..................................................................................................................... 4

9.- DIMENSÕES, COEFICIENTES DE ENCASTRAMENTO E COEFICIENTES DE ENCURVADURA


PARA CADA PISO............................................................................................................... 6

13.- LAJES E ELEMENTOS DE FUNDAÇÃO.................................................................................. 6

14.- MATERIAIS UTILIZADOS................................................................................................... 6


14.1.- Betão....................................................................................................................... 6
14.2.- Aços por elemento................................................................................................... 7
14.2.1.- Aços em varões................................................................................................ 7
14.2.2.- Aços em perfis..................................................................................................7
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19

1.- VERSÃO DO PROGRAMA E NÚMERO DE LICENÇA


Versão: 2014
Número de licença: 20144

2.- DADOS GERAIS DA ESTRUTURA


Projecto: EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA
- ZAMBEZIA Chave: FLÁVIO PAULO NURO

3.- NORMAS CONSIDERADAS


Betão: REBAP
Aços enformados: Eurocódigos 3 e 4
Aços laminados e compostos: REAE
Categoria de utilização: Privado (Habitações, Hotéis)

4.- ACÇÕES CONSIDERADAS


4.1.- Verticais
SOBRE. [Link]
Planta (kN/m²) (kN/m²)
Piso 2 2.5 1.5
Piso 1 2.5 1.5
Fundação 0.0 0.0

4.2.- Vento
Sem acção de vento

4.3.- Sismo
Sem acção de sismo

4.4.- Acções de carga


Automáticas Peso próprio
Revestimentos e paredes
Sobrecarga

5.- ESTADOS LIMITE


E.L.U. Betão REBAP
E.L.U. Betão em fundações
Tensões sobre o terreno Acções características
Deslocamentos

Página 2
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19

6.- SITUAÇÕES DE PROJECTO


Para as distintas situações de projecto, as combinações de acções serão definidas de acordo com os seguintes
critérios:
- Com coeficientes

- Sem coeficientes

- Em que:

Gk Acção permanente
Qk Acção variável
G Coeficiente parcial de segurança das acções permanentes
Q,1 Coeficiente parcial de segurança da acção variável principal
Q,i Coeficiente parcial de segurança das acções variáveis de acompanhamento
p,1 Coeficiente de combinação da acção variável principal
a,i Coeficiente de combinação das acções variáveis de acompanhamento

6.1.- Coeficientes parciais de segurança (g) e coeficientes de combinação (y)


Para cada situação de projecto e estado limite os coeficientes a utilizar serão:
E.L.U. Betão: REBAP
E.L.U. Betão em fundações: REBAP

Combinações fundamentais (Sem sismo)


Coeficientes parciais ( ) Coeficientes ( )
Favorável Desfavorável Principal ( p ) Acompanhamento ( a)
Permanente (G) 1.000 1.500 - -
Sobrecarga (Q) 0.000 1.500 1.000 0.400

Tensões sobre o terreno

Acções variáveis sem sismo


Coeficientes parciais ( )
Favorável Desfavorável
Permanente (G) 1.000 1.000
Sobrecarga (Q) 0.000 1.000

Página 3
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19

Deslocamentos

Acções variáveis sem sismo


Coeficientes parciais ( )
Favorável Desfavorável
Permanente (G) 1.000 1.000
Sobrecarga (Q) 0.000 1.000

6.2.- Combinações
Nomes das acções
PP Peso próprio
RP Revestimentos e paredes
Qa Sobrecarga

E.L.U. Betão
E.L.U. Betão em fundações

Comb. PP RP Qa
1 1.000 1.000
2 1.500 1.500
3 1.000 1.000 1.500
4 1.500 1.500 1.500

Tensões sobre o terreno


Deslocamentos

Comb. PP RP Qa
1 1.000 1.000
2 1.000 1.000 1.000

7.- DADOS GEOMÉTRICOS DE GRUPOS E PLANTAS


Grupo Nome do grupo Planta Nome planta Altura Cota
2 Piso 2 2 Piso 2 3.00 6.00
1 Piso 1 1 Piso 1 3.00 3.00
0 Fundação 0.00

8.- DADOS GEOMÉTRICOS DE PILARES, PAREDES E MUROS


8.1.- Pilares
GI: grupo inicial
GF: grupo final
Âng: ângulo do pilar em graus sexagésimais

Página 4
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19
Dados dos pilares

Referência Coord([Link]) GI- GF Vinculação exterior Âng. Ponto fixo Altura de apoio
P1 ( 0.00, 0.00) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P2 ( 0.00, -3.69) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P3 ( 0.00, -7.89) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P4 ( 0.00,-10.09) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P5 ( 0.00,-13.62) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P6 ( 0.00,-15.48) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P8 ( 2.69, -7.89) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P9 ( 8.31, -6.89) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.60
P10 ( 4.71,-10.09) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P11 ( 4.71, -7.89) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P12 ( 8.31,-10.09) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P13 ( 4.71,-11.29) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P14 ( 8.31,-11.29) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30

Página 5
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19

9.- DIMENSÕES, COEFICIENTES DE ENCASTRAMENTO E


COEFICIENTES DE ENCURVADURA PARA CADA PISO
Dimensões Coeficiente de encastramento Coeficiente de encurvadura
Pilar Planta Coeficiente de rigidez axial
(cm) [Link] [Link] X Y
P1, P2, P3, P4, P5,
P6, P21, P25, P26, 2 20x20 0.30 1.00 1.00 1.00 2.00
P27, P8, P10, P11,
P9, P32, P33, P34,
P35, P17, P18, P28,
P41, P42, P43, P44, 1 20x20 1.00 1.00 1.00 1.00 2.00
P45, P46, P47
P22, P24, P13, P12, 2 30x20 0.30 1.00 1.00 1.00 2.00
P16, P31, P36, P14,
P20 1 30x20 1.00 1.00 1.00 1.00 2.00

P23, P29, P37, P38, 2 20x30 0.30 1.00 1.00 1.00 2.00
P19, P39 1 20x30 1.00 1.00 1.00 1.00 2.00
P15, P40 1 20x20 0.30 1.00 1.00 1.00 2.00
P30 1 30x20 0.30 1.00 1.00 1.00 2.00
P48, P49, P50, P51,
P52, P53, P54, P55, 2 20x20 0.30 1.00 1.00 1.00 2.00
P56, P57, P58

13.- LAJES E ELEMENTOS DE FUNDAÇÃO


-Tensão admissível em combinações fundamentais: 0.200 MPa
-Tensão admissível em combinações acidentais: 0.300 MPa

14.- MATERIAIS UTILIZADOS


14.1.- Betão

Página 6
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19

fck Tamanho máximo do agregado


Elemento Betão
(MPa) c
(mm)
Todos B20 (C16/20) 16 1.50 15

14.2.- Aços por elemento


14.2.1.- Aços em varões

fyk
Elemento Aço
(MPa) s

Todos A400 400 1.15

14.2.2.- Aços em perfis

Limite elástico Módulo de elasticidade


Tipo de aço para perfis Aço
(MPa) (GPa)
Aço enformado Fe 360 235 210
Aço laminado Fe 360 235 206

Página 7
ARQUITECTURA
0,15
VARANDA
Pav. Mosaico
WC QUARTO
H: 2,50 m
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,78 m2
H: 2,50 m H: 2,50 m

6,76
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2

CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM
H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
3,11 H: 2,50 m
A: 13,25 m2
A: 44,52 m2

WC PRIVATIVO

8
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 7,25 m2

9
7 10
SUITE

16 x 0,21 = 3,40
6 11
5 12 Pav. Mosaico
4 13 H: 2,50 m
3 14 A: 30,10 m2
2 15
3,80
1 16
UP

VARANDA
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 36,60 m2

1,85

3,65

2,86

7,52

5,42
3,16

3,56

N 2 x 0,05 = 0,10
UP

1 IMPLANTAÇÃO 1:150
DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: IMPLANTAÇÃO ESCALA : 1:150
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.1
Estruturas de Cobertura em longarinas
de madeira maciça Pinho queimada
com anticorrisivo de secções
(150x150mm)

Estruturas de Cobertura em madres de


madeira maciça Pinho queimada com
anticorrisivo de secções (150x150mm)

Cobertura em Chapa IBR termolacada com


espessura 0,05mm, com incluindo seus
acessorios de fixacao
Alvenaria de bloco de cimento e areia de Camada de laje 10cm de espessura
150x200x400mm assente com argamassa ao
traço de 1:3

2,80
Porta de madeira umbila serrada e tratada Janelas de Madeira umbila com folhas de
e envernizada de (0.70x2.10), e incluindo vidro liso "Stop Stole" espelhado de 5mm
aro em madeira do mesmo tipo sistema de batente incluindo rede mosquiteira
Pavimento Revestido em Mosaicos Ceramicos da Janelas de Madeira umbila com folhas de
Recer Ref. vidro liso "Stop Stole" espelhado de 5mm

0,20
Viga geral em camada de laje de betão sistema de batente incluindo rede mosquiteira
armado da Classe B25 com 150mm de espessura
Tecto falso em placas de contraplacado

0,30
de 60x60 com juntas visiveis
Camada base de betão armado
200mm de espessura
Pavimento Revestido em Mosaicos 2,50
Ceramicos da Recer Ref.
Reboco de cimento e areia e pintado de 20mm de
espessura

Camada de terra compactada Camada de terra compactada


Sapata de betão armado Camada de pedra de enrocamento de Sapata de betão armado Camada de pedra de enrocamento de
Camada de betão de pedra (rachão) de 35 a 40cm de Camada de betão de pedra (rachão) de 35 a 40cm de
limpeza 5cm de espessura limpeza 5cm de espessura
espessura Blocos de cimento maciços de de espessura Blocos de cimento maciços de de
dimensões (20x20x40)cm dimensões (20x20x40)cm

1 CORTE TRANSVERSAL 2 1:60

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: CORTE TRANSVERSAL 2 ESCALA : 1:60
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.10
1:100
2,00
UP
3,00 2 x 0,05 = 0,10

Pav. Mosaico

A: 13,25 m2
QUARTO

H: 2,50 m

WC PRIVATIVO
Pav. Mosaico

A: 7,25 m2
H: 2,50 m
Pav. Mosaico

A: 13,25 m2
QUARTO

H: 2,50 m
3,00

PLANTA BAIXA DE MURO DE VEDACAO


Pav. Mosaico

A: 30,10 m2
H: 2,50 m
SUITE
Pav. Mosaico
CORREDOR
Pav. Mosaico

A: 8,83 m2
A: 6,54 m2

H: 2,50 m
H: 2,50 m
WC
3,00
20,00

SALA COMUM
3,00

Pav. Mosaico

A: 44,52 m 2
H: 2,50 m
Pav. Mosaico

A: 13,78 m2
VARANDA

H: 2,50 m
3,00

11
12

14
15
16
10

13
8

UP
16 x 0,21 = 3,40
7
6
5
4
3
2
1
3,00

3,00 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00

30,00

01
DONO DO PROJECTO: Flavio Paulo Nuro MUNICIPIO DE NAMPULA
PROJECTO PARA
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO
CONSTRUÇÃO DE
DE UMA
UMA MORADIA
MORADIA BIFAMILIAR
BIFAMILIAR EE MURO
MURO DE
DE VEDAÇÃO
VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: Layout ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.11
+1,90
+1,66

+0,06

-0,40

1 ALÇADO FRONTAL MURO DE VEDAÇÃO 1:100

2 ALÇADO LATERAL DIRECTO MURO DE VEDAÇÃO 1:100

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: ALÇADO FRONTAL MURO DE VEDAÇÃO ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.12
1 ALÇADO POSTERIOR MURO DE VEDAÇÃO 1:100

2 ALÇADO LATERAL ESQUERDO MURO DE VEDAÇÃO 1:100

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: ALÇADO LATERAL DIRECTO E POSTERIOR MURO DE VEDAÇÃO ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.13
1:5,62,
1:5,66,
DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro 1:5,75, CIDADE DE NAMPULA
1:6,63,
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
1:6,92, Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA 1:5,77, Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: VISTAS ESCALA : 1:5,89
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.14
Door List
Door Name D1 Combi Commer... D1 Commercial Do... D1 Commercial Do... D1 Commercial Do... D1 Commercial Do... D1 Commercial Do... D1 Commercial Do... D1 Commercial Do... D1 Commercial Do... Simple Door Opening Simple Door Opening Simple Door Opening
Quantity 1 1 1 1 2 2 2 2 2 1 1 1
Zone Number 2 1 1 2 3 4 5 6 8 2 7
W x H Size 0,90x2,10 0,91x2,03 0,91x2,10 0,91x2,03 0,91x2,03 0,91x2,03 0,91x2,03 0,91x2,03 0,91x2,03 3,28x2,44 1,20x2,10 1,20x2,10
Orientation R L L R L R L R L
Door sill height 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Door head height 2,10 2,03 2,10 2,03 2,03 2,03 2,03 2,03 2,03 2,44 2,10 2,10

2D Symbol

3D Back View

1 MAPA DE VÃO - PORTAS 1:1

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: MAPA DE VÃO ESCALA : 1:1
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.15
Window Name Cobogó 19 Cobogó 19 Janela 19 Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori...
Quantity 1 2 4 1 1 1 1 1 1 1
From Room Number 1 1
W x H Size 2,60x1,60 2,60x1,60 1,49x1,86 2,00x0,60 2,00x0,60 2,00x0,60 2,00x0,60 2,00x1,50 2,00x1,10 2,00x1,50
Orientation E
Window sill height 0,46 0,46 0,26 1,50 1,50 1,55 1,65 1,00 0,80 1,00
Window head height 2,06 2,06 2,12 2,10 2,10 2,15 2,25 2,50 1,90 2,50

2D Symbol

3D Back View

1 MAPA DE VÃO - JANELAS 1:1

Window List
Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Redonda 19 Janela Redonda 19 Janela Redonda 19 Janela Redonda 19 Janela Redonda 19
1 2 3 3 4 1 1 1 1 1
8
2,00x1,10 2,00x1,10 0,50x2,30 2,00x1,10 2,00x1,50 0,40x0,40 0,50x0,50 0,50x0,50 0,60x0,60 0,60x0,60

1,00 0,80 0,20 1,00 0,75 1,00 0,24 1,59 0,07 0,82
2,10 1,90 2,50 2,10 2,25 1,40 0,74 2,09 0,67 1,42

1 MAPA DE VÃO - JANELAS 1:1

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: MAPA DE VÃO - JANELAS ESCALA : 1:1
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.16
A B C D E F G H I J

0,60 5,60 0,60 1,60 0,60 3,60 0,60

9 9

0,60
1,70

2,30
8 8

0,60

1,40
7 7

3,70
8,50

6 6

16,06
2,23
5 5

1,77
4 4
0,60

2,40
1,82

3 3

0,12
2 2
0,80

2,14
1,44

1 1
0,60

0,42
0,21 0,58 2,82 2,38 2,20 0,62 0,66 2,91
12,80

A B C D E F G H I J

1 FUNDAÇÃO 1:100

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: FUNDAÇÃO ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.2
13,10

6,20 6,60 0,30

0,20 0,80 0,20 5,10 2,10 1,22 2,20 1,28


0,24 0,10
0,20 0,80 0,20 3,85 0,91 0,10 2,00 0,10 1,12 0,10 2,00 0,10 0,98 0,30

0,30

0,30

0,30

0,97 0,30

0,97 0,30

0,30
VARANDA
Pav. Mosaico
WC QUARTO

0,10
H: 2,50 m

2,50

2,50

2,50
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,78 m2
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2

2,20
2,00
1,14 0,10
2,77

1,24
2,77

0,10
0,50 0,10
CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO

2,00
SALA COMUM

2,00
0,10 0,30 0,10
0,70
H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m

0,30
A: 13,25 m2
A: 44,52 m2

0,70

0,10 0,50 0,50 0,50

1,00 0,10

1,20
9,10
0,30

14,40
0,70

0,10
16,56

16,56
WC PRIVATIVO

2,00
Pav. Mosaico
H: 2,50 m

3,05
A: 7,25 m2

0,10
3,43

3,63

SUITE

0,95
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 30,10 m2

0,10

2,20
0,20

2,00
VARANDA
Pav. Mosaico
2,21

H: 2,50 m
2,82

0,30 1,55 0,10


A: 36,60 m2
2,82

1,55
0,61
0,28
0,60

0,60
1,64

1,64

1,86

1,86
0,76

0,96
0,20

0,20

0,20

0,12 0,90 1,23 1,27 0,90 0,58 0,90 0,30 2,54 0,49 0,44 2,00 0,63 0,50 0,30

0,12 0,90 2,49 0,90 1,78 2,54 0,49 3,87

6,20 6,60 0,30

13,10

1 PLANTA BAIXA COTADA 1:100


DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: PLANTA BAIXA COTADA ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.3
13,50

0,41 12,80 0,30

0,31 0,43 2,43 0,83 2,20 0,41 2,20 1,12 2,20 1,28
0,17
0,31 0,43 2,43 0,33 0,33 2,20 5,93 0,98 0,30

0,20

0,20
0,31

0,11

0,31

0,31
0,71
VARANDA POSTERIOR

0,10
Pav. Mosaico WC QUARTO
H: 2,50 m

2,50

2,50

2,50
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,66 m2 H: 2,50 m H: 2,50 m

2,00
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2

0,10
1,93

1,93

1,52
0,10
0,10
CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO

2,20
SALA COMUM

2,00
H: 2,50 m Pav. Mosaico

2,00
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m
A: 13,25 m2
A: 40,00 m2

0,98 0,10
0,10
8,90

14,40
0,10
16,57

16,57
WC PRIVATIVO
8

2,00
Pav. Mosaico
16 x 0,21 = 3,40
4,78

H: 2,50 m
4,78

A: 7,25 m2

1,00 0,10
7 10
6 11
SUITE
5 12 Pav. Mosaico
4 13 H: 2,50 m
3 14 A: 30,10 m2

0,10
2 15
1 16
UP
0,50 0,65

2,00
1,08

0,10
4,86

4,86

1,50
0,60
1,12

1,66

1,66
0,50
0,41

0,20

0,20
0,50 9,12 3,08 0,50 0,30

0,50 9,12 3,08 0,80

13,50

1 PLANTA BAIXA COTADA PRIMEIRO PISO 1:100

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: PLANTA BAIXA COTADA PRIMEIRO PISO ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.4
VARANDA POSTERIOR
Pav. Mosaico WC QUARTO
VARANDA H: 2,50 m Pav. Mosaico Pav. Mosaico
Pav. Mosaico A: 13,66 m2 H: 2,50 m H: 2,50 m
WC QUARTO
H: 2,50 m A: 6,54 m2 A: 13,25 m2
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,78 m2
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2

CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM
CORREDOR H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico
Pav. Mosaico QUARTO A: 8,83 m2 H: 2,50 m
SALA COMUM H: 2,50 m
H: 2,50 m Pav. Mosaico A: 13,25 m2
Pav. Mosaico A: 40,00 m2
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m
A: 13,25 m2
A: 44,52 m2

WC PRIVATIVO

8
Pav. Mosaico
16 x 0,21 = 3,40
WC PRIVATIVO H: 2,50 m
8

Pav. Mosaico A: 7,25 m2


H: 2,50 m
A: 7,25 m2 9
7 10
6 11
SUITE
9 5 12 Pav. Mosaico
7 10 4 13 H: 2,50 m
SUITE
16 x 0,21 = 3,40

6 11 3 14
Pav. Mosaico A: 30,10 m2
5 12 2 15
4 13 H: 2,50 m 1 16
3 14 A: 30,10 m2

UP
2 15
1 16
UP

VARANDA
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 36,60 m2

1 PLANTA MOBILADAPAVIMENTO TERREO 1:100 1 PLANTA MOBILADA PARIMEIRO PISO 1:100

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: PLANTA MOBILADA PAVIMENTO TERREO E PISO 1 ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.5
0,51 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00

0,51
VARANDA POSTERIOR

1,00
Pav. Mosaico WC QUARTO
H: 2,50 m Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,66 m2 H: 2,50 m H: 2,50 m
0,37 1,00 1,00 0,65 1,00 1,00 0,18
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2

1,00
1,14

1,15
1,00

1,00
1,00
CORREDOR

1,00
Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM
H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m

1,00
H: 2,50 m

1,00
A: 13,25 m2
A: 40,00 m2

1,00

1,00 0,33
1,00

1,00
WC PRIVATIVO

8
Pav. Mosaico
16 x 0,21 = 3,40

1,00
H: 2,50 m
A: 7,25 m2

1,00
9

1,00
7 10
6 11
SUITE
Pav. Mosaico

1,00
5 12
4 13 H: 2,50 m
3 14 A: 30,10 m2
0,97

2 15
1 16

1,00
UP

0,36 1,00 0,83 0,83 1,00 1,00


VARANDA

1,00
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 36,60 m2

1,02
1,30 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 0,30

1 ESTRUTURA DE COBERTURA 1:100

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: ESTRUTURA DE COBERTURA ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.6
VARANDA POSTERIOR
Pav. Mosaico WC QUARTO
H: 2,50 m Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,66 m2 H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2

CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO
WC
H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m
A: 13,25 m2
A: 40,00 m2

WC PRIVATIVO
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 7,25 m2

SUITE
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 30,10 m2

1 COBERTURA 1:100

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: COBERTURA ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.7
+8,31

+7,82

+5,70

+5,10

+3,40

+2,80

±0,00
-0,30

1 ALÇADO FRONTAL 1:100 2 ALÇADO LATERAL DIRECTO 1:100

3 ALÇADO POSTERIOR 1:100 4 ALÇADO LATERAL ESQUERDO 1:100

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: ALÇADOS ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.8
Estruturas de Cobertura em longarinas
de madeira maciça Pinho queimada
com anticorrisivo de secções
(150x150mm)

Estruturas de Cobertura em madres de +7,73


+7,46
madeira maciça Pinho queimada com
anticorrisivo de secções (150x150mm)

Cobertura em Chapa IBR termolacada com


espessura 0,05mm, com incluindo seus +6,00
acessorios de fixacao
+5,70
Alvenaria de bloco de cimento e areia de Camada de laje 10cm de espessura
150x200x400mm assente com argamassa ao +5,10
traço de 1:3

2,80
Porta de madeira umbila serrada e tratada Janelas de Madeira umbila com folhas de
e envernizada de (0.70x2.10), e incluindo vidro liso "Stop Stole" espelhado de 5mm
aro em madeira do mesmo tipo sistema de batente incluindo rede mosquiteira
Pavimento Revestido em Mosaicos Ceramicos da Janelas de Madeira umbila com folhas de
Recer Ref. vidro liso "Stop Stole" espelhado de 5mm

0,20
Viga geral em camada de laje de betão +3,00 sistema de batente incluindo rede mosquiteira
armado da Classe B25 com 150mm de espessura
Tecto falso em placas de contraplacado +2,24

0,30
de 60x60 com juntas visiveis
Camada base de betão armado
200mm de espessura +1,30
2,50

Pavimento Revestido em Mosaicos


Ceramicos da Recer Ref.
Reboco de cimento e areia e pintado de 20mm de
espessura ±0,00
-0,32

Camada de terra compactada Camada de terra compactada


Sapata de betão armado Camada de pedra de enrocamento de Sapata de betão armado Camada de pedra de enrocamento de
Camada de betão de pedra (rachão) de 35 a 40cm de Camada de betão de pedra (rachão) de 35 a 40cm de
limpeza 5cm de espessura limpeza 5cm de espessura
espessura Blocos de cimento maciços de de espessura Blocos de cimento maciços de de
dimensões (20x20x40)cm dimensões (20x20x40)cm

1 CORTE TRANVERSAL 1 1:60

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: CORTE TRANSVERSAL 1 ESCALA : 1:60
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.9
HIDRÁULICA
VARANDA DRENO
Pav. Mosaico VARANDA POSTERIOR
H: 2,50 m
WC QUARTO Fossa septica Pav. Mosaico WC QUARTO
Pav. Mosaico Pav. Mosaico p/n pessoas H: 2,50 m Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,78 m2
H: 2,50 m H: 2,50 m A: 13,66 m2 H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2 A: 6,54 m2 A: 13,25 m2

CORREDOR CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM SALA COMUM
H: 2,50 m Pav. Mosaico H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 13,25 m2 A: 13,25 m2
A: 44,52 m2 A: 40,00 m2

WC PRIVATIVO WC PRIVATIVO
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 7,25 m2 A: 7,25 m2

SUITE SUITE
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 30,10 m2 A: 30,10 m2

VARANDA
Pav. Mosaico
H: 2,50 m

1 ESGOTOS 1:100

2 ESGOTOS 1:100

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: HIDRAULICA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: ESGOTOS ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
02.1
VARANDA
Pav. Mosaico VARANDA POSTERIOR
WC QUARTO Pav. Mosaico WC QUARTO
H: 2,50 m
Pav. Mosaico Pav. Mosaico H: 2,50 m Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,78 m2
H: 2,50 m H: 2,50 m A: 13,66 m2 H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2 A: 6,54 m2 A: 13,25 m2

CORREDOR CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM SALA COMUM
H: 2,50 m Pav. Mosaico H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 13,25 m2 A: 13,25 m2
A: 44,52 m2 A: 40,00 m2
Conduta Ø 1" Galv.

WC PRIVATIVO WC PRIVATIVO
8

8
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
H: 2,50 m 16 x 0,21 = 3,40
H: 2,50 m
A: 7,25 m2 A: 7,25 m2
9 9
7 10
SUITE 7 10
SUITE
16 x 0,21 = 3,40

6 11 6 11
5 12 Pav. Mosaico Pav. Mosaico
5 12
4 13 H: 2,50 m 4 13 H: 2,50 m
3 14 A: 30,10 m2 3 14
2 15
A: 30,10 m2
2 15
1 16 1 16
UP

UP
VARANDA VARANDA
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 36,60 m2 A: 36,60 m2
Fonte de Agua
Vem da rede
Contador
publica

1 ABASTECIMENTO DE AGUA PISO 1 1:100

1 ABASTECIMENTO DE AGUA PAVIMENTO TERREO 1:100

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: ABASTECIMENTO DE AGUA ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
02.2
CAIXA DE INSPECÇÃO E LIGAÇÃO CAIXA DE RETENÇÃO DE GORDURAS

Cantoneiras #Ø6@10 Tampa em betão armado ao traço [Link]


L75x50x5
Cantoneiras Pega em ferro 1 Cantoneira 75x50x5
L75x50x5
1 #Ø6@10 #Ø6@10

Saida Entrada
0,10

REBOCO 1:3
0,50

0,10 0,10
0,15

Betão simples [Link] Betão simples [Link]

0,05 0,05
Betão limpeza [Link] Betão de limpeza [Link]
PORMENOR 1
REBOCO 1:3
CORTE A-A CORTE B-B ESC. 1:10
ESC. 1:20 ESC. 1:20

Saída

A A
0,15

0,15
Entrada
0,80
0,50

0,50
B B
0,15

0,15

0,15 0,50 0,05 0,35 0,15

1,20
Entrada

PLANTA PLANTA
ESC. 1:20 ESC. 1:20

CAIXAS DE INSPECÇÃO E DE RETENÇÃO DE GORDURAS DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: HIDRAULICA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: CAIXA DE INSPENSAO ESCALA : 1:20
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
02.3
MEIAS ONDAS DE BETAO PARA
ESPALHAMENTO DE AGUAS NEGRAS

POCO
ABSORVENTE

60

0m
A B G

1.5
Ø6" Ø6"

60

Q
C
B

Ø
ARMADURAS
Ø10mm @ 10cm no menor vao
Ø6mm @ 10cm no menor vao P

PLANTA ASPIRADOR VENTILADOR BLOCOS

Ø4"
Ø2"
TAMPAS
Maxima 60x60

Min. 5.00

Min. 2.50
Minima 40x40
BETAO ARMADO [Link]
Barra Ø6mm

O
E

ARGAMASSA TAMPA BLOCOS


Ø6" 1:6

ESCORIAS

S
I
MINERAIS
BETONILHA
Ø6" Ø6"
QUEIMADA

R
Ø6"

VARIAVEL
D

J
M

TACOS DE BETAO PARA


T

SUPORTE DA GRELHA

BETAO DE BETAO [Link]


LIMPEZA FOSSA SÉPTICA ABERTURA PARA DRENAGEM PEDRA SECA
CORTE LONGITUDINAL

DRENO
CAPACIDADE DIMENSOES
N° DE N° DE
PESSOAS LITROS
A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T
05 1500 100 50 100 100 25 125 70 100 70 10 10 50 25 10 260 120 145 90 50
10 3000 150 150 120 100 30 130 90 120 70 10 10 50 25 10 380 140 150 90 50
15 4500 180 120 135 110 30 140 100 130 80 12 10 50 25 10 446 159 172 102 50
20 6000 210 125 150 120 30 150 110 150 80 15 10 55 30 10 500 180 175 105 55 DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA
25 7500 235 140 160 125 30 155 120 160 80 15 10 55 30 12 550 190 182 107 55 PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
30 9000 330 140 170 130 30 160 125 170 80 15 12 55 35 12 592 200 187 107 55 Anteprojecto
ESPECIALIDADE: HIDRAULICA
Projecto Executivo
40 12000 350 150 180 140 30 170 130 180 80 15 12 55 40 12 667 210 197 107 55 TITULO: PROMENOR DE FOSSA SEPTICA ESCALA : 1:20
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
02.4
ESTRUTURA
Mosaico
Argamassa
PAREDE Betao simples PAREDE
Enrocamento
Argamassa de reboco Solo compactado

0.10
Argamassa de roda-pé

0.10
0.50
LINHA DE TERRA

0.30
ATERRO ATERRO ATERRO
Bloco maciço ou enchido

Sapata corrida
0.50

0.50
Sapata isolada
0.20

0.20
Enrocamento
0.10

0.10
1.00 1.00

CORTE CORTE

0. PORMENOR DE FUNDACAO 1:15

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ESTRUTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: PROMENOR DE FUNDAÇÃO ESCALA : 1:15
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
03.1
CORTE 4Ø 12mm

CORTE
4Ø 12mm 4Ø 12mm

Estr. Ø6mm @ 0,14

0.15

0.20
Estr. Ø6mm @ 0,14
0.15

0.15

Estr. Ø6mm @ 0,14


Estr. Ø6mm @ 0,14

PORMENOR DE VIGA

4Ø 12mm

Ø6mm @ 0,18 Ø8mm @ 0,20

6Ø 12mm

0.15
0.15

0.80 6Ø 12mm
0.60
CORTE 1 Ø 10mm +
2 Ø 8mm

PORMENOR DE LAJE

6Ø 12mm
0.50

nos 2 sentidos ( )

0.80

PORMENOR DE PILAR E SAPATA

DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA


PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ESTRUTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: PROMENOR DE PILARES E SAPATAS ESCALA : 1:10
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
03.2
ELECTRICIDADE
VARANDA
Pav. Mosaico
WC QUARTO
H: 2,50 m COZINHA
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,78 m2 Pav. Mosaico WC QUARTO
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2 H: 2,50 m Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,66 m2 H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2

CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM CORREDOR
H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico Pav. Mosaico QUARTO
A: 8,83 m2 H: 2,50 m WC
H: 2,50 m H: 2,50 m Pav. Mosaico
A: 13,25 m2 Pav. Mosaico
A: 44,52 m2 A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m
A: 13,25 m2
A: 40,00 m2

WC PRIVATIVO
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
8

A: 7,25 m2
WC PRIVATIVO

8
Pav. Mosaico
16 x 0,21 = 3,40
H: 2,50 m
9 A: 7,25 m2
7 10
SUITE
16 x 0,21 = 3,40

6 11 9
5 12 Pav. Mosaico
4 13 H: 2,50 m
7 10
SUITE
6 11
3 14 A: 30,10 m2 5 12 Pav. Mosaico
2 15 4 13 H: 2,50 m
1 16 3 14 A: 30,10 m2
2 15
UP

1 16

UP
Legenda:
Designação Simbologia
kw/h
Contador
Quadro Geral Q.G

Quadro Parcial Q.P

Caixa de derivação
Interruptor Simples
Interruptor Duplo
Interruptor Comutador
Condutor de Energia
Lampada Down Light
2 PAVIMENTO TERREO - DISTRIBUICAO DE TOMADAS GERAIS 1:100 3 PRIMEIRO PISO - DISTRIBUICAO DE TOMADAS GERAIS 1:100 Lampada Fluorescente
Lampada de Aplique
Tomada Simples
Tomada Dupla
Ar condicionado
Lampada wall Light

DONO DO PROJECTO: Flavio Paulo Nuro MUNICIPIO DE NAMPULA


PROJECTO PARA
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO
CONSTRUÇÃO DE
DE UMA
UMA MORADIA
MORADIA BIFAMILIAR
BIFAMILIAR EE MURO
MURO DE
DE VEDAÇÃO
VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA 1:125, Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: DISTRIBUICAO DE TOMADAS GERAIS ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
04.1
Q.P
Q.G

8
8

16 x 0,21 = 3,40

9 9
7 10 7 10
16 x 0,21 = 3,40

6 11 6 11
5 12 5 12
4 13 4 13
3
2
14
15
3
2
14
15
Legenda:
Designação Simbologia
1 16 1 16

UP
UP

kw/h
Contador

kw/h
kw/h

Quadro Geral Q.G

Quadro Parcial Q.P

Caixa de derivação
Interruptor Simples
Interruptor Duplo
Interruptor Comutador
Condutor de Energia
Lampada Down Light
Lampada Fluorescente
Lampada de Aplique
Tomada Simples
Tomada Dupla
1 PONTOS DE ILUMINACAO E INTERRUPTORES - PAV. TERREO 1:100 2 PONTOS DE ILUMINACAO E INTERRUPTORES - PISSO 1 1:100 Ar condicionado
Lampada wall Light

DONO DO PROJECTO: Flavio Paulo Nuro MUNICIPIO DE NAMPULA


PROJECTO PARA
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO
CONSTRUÇÃO DE
DE UMA
UMA MORADIA
MORADIA BIFAMILIAR
BIFAMILIAR EE MURO
MURO DE
DE VEDAÇÃO
VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA 1:100, Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: DISTRIBUICAO DE PONTOS DE ILUMINACAO E INTERRUPTORES ESCALA : 1:125
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
04.2
Q.G
8

8
16 x 0,21 = 3,40

9 9
7 10 7 10
16 x 0,21 = 3,40

6 11 6 11
5 12 5 12
4 13 4 13
3 14 3 14
2 15 2 15
1 16 1 16
UP

UP
Legenda:
Designação Simbologia
kw/h
Contador
Quadro Geral Q.G

Quadro Parcial Q.P

Caixa de derivação
Interruptor Simples
Interruptor Duplo
1 DISTRIBUICAO DE TOMADAS PARA AC 1:100 2 DISTRIBUICAO DE TOMADAS PARA AC 1:100 Interruptor Comutador
Condutor de Energia
Lampada Down Light
Lampada Fluorescente
Lampada de Aplique
Tomada Simples
Tomada Dupla
Ar condicionado
Lampada wall Light

DONO DO PROJECTO: Flavio Paulo Nuro MUNICIPIO DE NAMPULA


PROJECTO PARA
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO
CONSTRUÇÃO DE
DE UMA
UMA MORADIA
MORADIA BIFAMILIAR
BIFAMILIAR EE MURO
MURO DE
DE VEDAÇÃO
VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA 1:100, Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: DISTRIBUICAO DE TOMADAS PARA AR CONDICIONADO ESCALA : 1:125
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
04.3

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