Projeto de Construção de Moradia em Nampula
Projeto de Construção de Moradia em Nampula
PROJECTO BASE
Contacto: +258 84 038 7440
Requerente: Flávio Paulo Nuro
Projecto: Construção de Um Edifício Habitacional Duplex Tipo 3. Pertencente a Sr. Flávio Paulo Nuro
Objecto: EDIFÍCIO Habitacional Duplex Tipo 3 Local: Cidade de Nampula, Bairro Natikire
Elementos: RÉS-DO-CHÃO:
1 Quarto com casa de banho privativo, 2 Quartos, 1 casa de banho comum, 1 Cozinha, 1 Sala comum e 2 varandas.
PRIMEIRO ANDAR:
1 Quarto com casa de banho privativo, 2 Quartos, 1 casa de banho comum, 1 Cozinha, 1 Sala comum e 2 varandas.
ITEM DESCRIÇÃO DA ACTIVIDADE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA NºDESENHO
REFERENTE
1,0 PRELIMINARES
1,1 Construção de Cangalho para Construção de Cangalho N/A
implantação do Edifício. Refere-se à construção da estrutura linear em madeira, periférica e exterior aos caboucos
da fundação para a demarcação dos eixos das fundações e alvenarias definidas pelo
projecto.
A medição desta actividade será apresentada em metros lineares do perímetro
circunscrito as fundações a uma distância de 0,9m da mesma.
1,2 Limpeza geral do terreno, Limpeza do Terreno N/A
incluindo remoção da camada A limpeza do terreno deverá abranger além da área de construção, 5 m de afastamento,
vegetal para a implantação do considerados do perímetro do edifício com a remoção dos arbustos, capim, detritos sólidos,
Edifício. entulhos e outros.
a) As áreas a escavar são definidas em função ao local a implantar o Edifício, que será
orientada pela cravação de estacas para a construção do Cangalho.
b) A escavação será feita com a profundidade máxima de 0,60 m, seguida de inspeção
da Fiscalização para avaliação das condições do solo;
c) A profundidade mínima da fundação na camada resistente será a que a Fiscalização
aprovar;
Para a determinação dos volumes de solos escavados no leito das fundações, são atribuídos
para a largura do caboucos da sapata corrida em função à profundidade. A unidade de
medição é em metros cúbicos.
O enrocamento será constituído por camada de pedra com a dimensão 19-38mm numa
espessura de 0,10m aplicada de acordo com as peças desenhadas que devera ser
aprovada pela Fiscalização.
Para o seu volume será considerado uma espessura de 0,10m em todas situações da obra
onde a mesma é aplicada, pela área de aplicação.
2,5 Assentamento do Aço A400 em Característica do Aço para Armaduras 17
Sapata Corrida de fundação. As características a satisfazer pelo aço para armaduras de betão armado devem estar de
acordo com “Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado (REBAPE)”.
O aço das armaduras para betão armado nervurado, de textura homogénea, de grão
fino, não quebradiço e isento de zincagem, pintura, alcatroagem, argila, óleo, ferrugem
solta, gorduras e outras matérias estranhas. Quando esta situação se verificar, as armaduras
deverão ser passadas energicamente por escova metálica.
O aço em varão a empregar para armaduras de betão armado será da classe A400, tipo e
diâmetro indicados nas peças desenhadas do presente projecto.
As armaduras deverão ser colocadas e mantidas rigorosamente nas posições indicadas nas
peças desenhadas do projecto, com as tolerâncias especificadas no REBAPE,
nomeadamente no que se refere aos artigos 149° e 150°.
O recobrimento definido será de 3cm para as edificações localizadas junto a faixa costeira
e 2,5cm para as restantes zonas. As distâncias entre armaduras serão os previstos nos
desenhos do projecto, respeitando-se ainda o estabelecido, para o efeito, no REBAPE, em
particular os artigos 77°, 149° e 151°.
As ligações dos varões que constituem as armaduras serão conseguidas por ataduras de
arame de aço recozido. O arame de aço recozido possui qualidades mecânicas que
garantem sua utilização e manuseio em operações que exigem normalmente dobras e
torções. As extremidades das ataduras de arame deverão ser dobradas de modo que não
atravessem a camada de revestimento das armaduras.
As posições correctas das armaduras serão garantidas por espaçadores, suportes e calços,
juntamente com as ligações entre armaduras. Em geral, os espaçadores, suportes e calços
serão de betão, com a resistência e durabilidade idênticas as do betão da obra. Poderão
ser usados espaçadores e suportes metálicos desde que sejam aprovados pela Fiscalização
e não contactem com as cofragens. Os calços de betão, para montar as armaduras
afastadas dos moldes, serão dotados de arames de fixação.
Por m3 de Betão
Betão de [Link]
Limpeza (B15) 6 208 441 564 441 441 198
Não será considerada a cofragem deste elemento, conforme descrito no item 2,1.
2,7 Assentamento de Blocos Alvenaria de Blocos de Cimento e Areia Amaciçados 10, 11
amaciçados 0,20m sobre as a) As alvenariassobre as sapatas corridas serão constituídas por blocos de cimento e areia
sapatas corrida até a viga de de 200x200x400mm, de acordo com os desenhos do projecto;
pavimento. b) Os blocos das fundações deverão ser enchidos com betão pobre ao traço de [Link];
c) Os blocos deverão satisfazer às prescrições regulamentares aplicáveis, e ainda:
- terem textura uniforme;
- apresentarem uma resistência no valor mínimo de 4,5Mpa ao traço [Link];
- serem isentos de quaisquer corpos estranhos;
- terem formas e dimensões regulares e uniformes;
- terem cor uniforme;
- terem absorção de água em 24 horas inferior a 1/5 do seu volume cheio.
d) Antes de sua aplicação em obra os blocos deverão ser extensivamente regados ou
mergulhados em água durante os primeiros sete dias de sua existência. A Fiscalização
determinará previamente quais os blocos que pelo seu aspecto visual e características
poderão ser utilizado nos trabalhos;
e) A argamassa de assentamento a empregar deverá ter 320 kg de cimento portland
normal por metro cúbico de argamassa (traço em volume de 1:4);
f) A espessura da argamassa nos leitos e juntas não será superior a 10mm.
3,0 PAVIMENTO DE BETÃO
3,1 Rega e Compactação de Solos Rega e Compactação em Caixas de Pavimento 10, 11
em Caixa de Pavimento. A compactação da caixa deverá ser antecedida de rega em quantidade necessária a
obter-se um solo que permita fazer-se a compactação por meios manuais ou mecânicos. A
Fiscalização pode reservar-se o direito de exigir a aprovação prévia da camada de fundação
compactada antes do lançamento do enrocamento;
A medição será em metros quadrados das caixas de pavimento.
3,2 Tratamento Contra Termite e Tratamento Contra Termite (Ver 2,2) 10, 11
formigas sobre os solos das caixas O tratamento deverá ser realizado sobre os solos das caixas de pavimento, após o aterro e
de pavimento. compactação.
3,3 Compactação de pedra 19- Enrocamento (Ver 2,4) 10, 11
38mm para Enrocamento em
Caixas de Pavimento.
3,4 Aplicação da tela Tela Impermeabilizante 10, 11
impermeabilizante de 250 microns Deverá ser aplicada uma tela com a resistência de 250 microns sobre o enrocamento com
sobre o enrocamento. juntas conforme indicadas pelo fabricante.
O material deverá ser aplicado sobre o enrocamento das caixas de pavimento e envolver
a respectiva viga de pavimento.
A viga será parcialmente embutida a laje de pavimento e estará assente sobre blocos
amassissados das fundações.
No preço deste item, deve-se considerar a cofragem lateral ao longo do seu comprimento.
Cofragem
A cofragem será disposta nas faces laterais da viga;
A armadura devera estar posicionada por forma a manter o recobrimento;
Os seus volumes são medidos em função a sua área delimitada pela viga de pavimento,
em compartimentações fechadas ou áreas expostas quando existam lancis, multiplicada
pela altura especificada. Em locais tais como varandas a sua área e delimitada pelo
perímetro das bordas.
4,0 ALVENARIA
4,1 Fornecimento e assentamento de Alvenaria de Blocos de Cimento e Areia 1, 2
blocos vazados em paredes a) As paredes de alvenaria serão constituídas por blocos de cimento e areia de
interiores de 0,20m. 200x200x400mm;
b) Os blocos serão vazados para as paredes exteriores, interiores e empenas;
c) Os blocos deverão satisfazer as prescrições regulamentares aplicáveis, e ainda:
- terem textura uniforme;
- apresentarem uma resistência no valor de 4,5Mpa ao traço [Link]; 1, 2
- serem isentos de quaisquer corpos estranhos;
- terem formas e dimensões regulares e uniformes;
- terem cor uniforme;
- terem absorção de água em 24 horas inferior a 1/5 do seu volume cheio.
d) Antes de sua aplicação em obra os blocos deverão ser extensivamente regados ou
4,3 Assentamento de blocos mergulhados em água durante os primeiros sete dias de sua existência. A Fiscalização 1, 2
vazados em paredes interiores determinara previamente quais os blocos que pelo seu aspecto visual e características
de 0,10m. poderão ser utilizados nos trabalhos;
e) A argamassa de assentamento a empregar deverá ter 320 kg de cimento portland
normal por metro cúbico de argamassa (traço em volume de 1:4);
f) A espessura da argamassa nos leitos e juntas não será superior a 10mm.
A quantificação do trabalho realizado será em metros quadrados da área aplicada.
4,4 Assentamento de grelhas de betão Grelhas N/A
a) As grelhas deverão ter a dimensão de 100x200x200;
b) As grelhas serão assentes no Sanitário;
c) Deverão ser em argamassa de cimento e areia ao traço [Link];
d) Os moldes da grelha serão metálicos e os elementos constituintes serão moldados pelo
serralheiro, de modo que não necessitem de ser posteriormente retocados;
e) A argamassa de assentamento sera 10mm ao traço 1:4;
f) O Empreiteiro começará por executar uma grelha-tipo, como protótipo; só depois de
aprovação deste pela Fiscalização se poderá proceder à execução das restantes;
5,0 ESTRUTURA
5,1 Assentamento do Aço A400 em Característica do Aço para Armaduras (Ver item 2,5) 17
Viga de Coroamento. Disposição sobre a Execução das Armaduras (Ver item 2,5)
5,2 Assentamento do Aço A400 em Característica do Aço para Armaduras (Ver item 2,5) 17
Pilares. Disposição sobre a Execução das Armaduras (Ver item 2,5)
5,3 Assentamento do Aço A400 em Ve Característica do Aço para Armaduras (Ver item 2,5) 17
Disposição sobre a Execução das Armaduras (Ver item 2,5)
5,4 Aplicação do Betão B25 em Viga Condições Gerais do Betão (ver 2,6) 9, 10
de Coroamento incluindo
Cofragem.
5,5 Aplicação do Betão B25 em Condições Gerais do Betão (ver 2,6) 1, 2
Pilares incluindo Cofragem.
Betão em Pilares
A betonagem dos pilares será efectuada de forma contínua, podendo ser interrompida a
cada nível, nomeadamente da fundação ao piso térreo e piso térreo a viga de
coroamento. Cada troço dos pilares, entre pisos, será betonado de forma contínua.
A betonagem de cada troço dos pilares deverá ser precedida pela montagem completa
das armaduras transversais em, pelo menos, 0,50m acima da junta de betonagem ou do
limite superior da cofragem. O betão deve ser regularmente distribuído e compactado por
camadas horizontais de espessura, em geral, não superior a 0,30m.
A quantificação do volume é considerada a sua altura total iniciando pelo topo da sapata
sem interrupção de outros elementos que o atravessem multiplicado pela sua secção.
Deverá ser incluída no custo desta actividade a cofragem a ser utilizada.
Cofragem
A cofragem será disposta nas faces do Pilar;
A armadura devera estar posicionada por forma a manter o recobrimento;
A medição será feita em metros cúbicos, considerando a área do perímetro pela espessura
de aplicação do material.
6,0 COBERTURA
6,1 Assentamento da Asnas ‘’x’’ em Estrutura em madeira 3, 12, 13,
madeira, incluindo elementos de a) As diferentes peças que constituem as estruturas (asnas, madres, travamentos e vigas) 14, 15, 18,
ligação e fixação aos apoios. serão executadas com madeira ‘’Pinho’’ serrada e tratada ou outra de qualidade 19
superior(com as secções indicadas nos desenhos de pormenor do projecto.
b) As madeiras deverão passar pela aprovação da Fiscalização e com especificações
6,2 Assentamento da Asnas ‘’y’’ em técnicas do fornecedor, observando as seguintes características:
madeira, incluindo elementos de - Humidade máxima = 15%.
ligação e fixação aos apoios. - Tensão de rotura à flexão = 87 Mpa.
- Tensão de rotura à compressão axial = 47 Mpa.
6,3 Assentamento de Barrotes 150x50 c) Para o tratamento da madeira devera ser aplicado o Cuprinol com pincel, no minimo
incluindo os elementos de fixação 3 demaos, intercaladas por 1h;
metálicos. c) As peças serão cuidadosamente executadas, segundo as indicações técnicas e
desenhos de pormenor, sem emendas e com as dimensões indicadas no projecto.
6,4 Assentamento de Madres 75x50 d) Os utensílios de corte deverão encontrar-se sempre perfeitamente afiados, a fim de
incluindo elementos de fixação. evitar que as superfícies fiquem irregulares, ásperas e de aspecto desagradável, e a não
embotar o fio da lâmina.
e) Os meios metálicos de ligação serão em aço e conforme as dimensões indicadas no
projecto.
A estrutura da cobertura é medida por unidade de asnas incluindo os seus elementos de
ligação e apoio. As madres por unidade do comprimento equivalente. Em relação a
cobertura da varanda os elementos são medidos em metros lineares.
6,5 Assentamento de chapa de Revestimento da Cobertura 04
cobertura IBR 686 Termolacada a) As chapas serão Termolacadas revestidas, do tipo IBR 686, com espessura mínima de
0.6mm, incluindo todos 0.6mm e serão assentes conforme instruções do fabricante;
elementos de fixação conforme b) As chapas de cobertura serão assentes em comprimentos longos, com as caneleiras
as recomendações do estreitas para cima, com sobreposição lateral de uma canelara do lado oposto de
fabricante. onde sopram os ventos pré-dominantes;
6,6 Assentamento na varanda, de c) O assentamento será executado com grampos com porcas e anilhas metalizadas 04 (ZONA 1)
chapa de cobertura IBR adequadas à estrutura de apoio; as anilhas metálicas deverão apertar sobre anilhas de
686Termolacada 0,6mm, borracha. Sob a anilha do grampo será executada, antes do aperto final. As roscas, nos
incluindo todos os elementos de grampos deverão ser abertas antes de realizada a metalização a cádmio. Estes
fixação conforme as materiais estão incluídos no presente artigo devendo ser submetido à aprovação da
recomendações do fabricante. Fiscalização. A execução deste trabalho deverá ser confiada a operários de
reconhecida competência técnica.
6,7 Assentamento de Cumeeira em d) Inclui-se neste capítulo todos os acessórios necessários para a montagem das chapas e 08
chapa Lisa Termolacada 0,6mm. acabamentos tais como cimeiras, rendas para remate de beiral, todas as fraldas de
remate de empenas, sendo protegida com produto betuminoso adequado nas zonas a
ficar embebidas nos revestimentos;
e) As Cumeeiras serão em Chapa Termolacada de 0,60m de largura; na sua montagem
deverá ser aplicada um elemento de tapamento entre a Cumieeira e a Chapa de
Cobertura com finalidade de isolar o ambiente exterior e interior;
f) O Rufo será e Chapa Termolacada com 0,4 mm de espessura; a sua fixação devera ser nos
barrotes da estrutura da cobertura; poderá ser afixado em simultâneo com as chapas
da cobertura podendo utilizar os mesmos pregos.
6,9 Assentamento de Caleira tipo Caleira Marley
Marley incluindo dois tubos de a) Deverá ser aplicada Caleira tipo Marley no alçado posterior do edifício com duas
descarga e todos acessórios de pendentes uma para cada extremo do edifício com inclinação de 1%;
fixação. b) Nos extremos deverão ser instalados os tubos de queda com diâmetro de 110mm,
devidamente afixados à parede e com o encaminhamento das águas a um depósito
plástico;
c) A caleira será afixada em barrote com suportes e deverá ser posicionada a cada 1 m;
d) Todos elementos de suporte e de fixação deverão ser do mesmo fabricante das caleiras
a aplicar;
6,10 Assentamentode Reservatórios Para este item, deverá ser considerado: N/A
Plásticos com 5000Lts incluindo a a) A execução de uma base em betão simples com 2,0x2,0m
base de apoio em betão. - Escavação da fundação na profundidade de 0,20m;
- Rega e compactação da aérea escavada 2,4x2,4m;
- Aplicação da pedra de enrocamento 19-8mm no perímetro da escavação com a
largura de 0,30m e espessura de 0,10m e posterior aplicação de argamassa para
assentamento de blocos amacicados no perímetro;
- Enchimento da caixa de pavimento com solo até atingir a cota desejada deixando
0,10cm abaixo do bloco para aplicação do enrocamento;
- Com uma cofragem delimitar a perímetro da laje de betão que terá espessura de 8cm
e posterior betonilha e reboco afagado de 1cm de espessura.
b) Deverão ser fornecidos depósitos plásticos com 5000 Lts e aplicados sobre as bases.
7,0 CAIXILHARIA
7,1 Fornecimento e assentamento Janelas P2
de Janela e aro em madeira a) A caixilharia será de madeira de Chanfuta ou Umbila, bem seca, de fibras direitas e
Chanfuta ou Umbila Pintada, unidas, sem nós, bem secas, não ardidas, sem fendas, isentas de caruncho e outras
com vidro de 4 mm de doenças, de coloração uniforme e veios de aspecto regular e uniformemente
espessura, duas folhas de abrir distribuídos, e executada de acordo com os desenhos de pormenor anexos.
com vidro, duas folhas de b) Para elementos em madeira, a tinta a aplicar será Esmalte Sintético. A pintura deverá
bandeira fixas com vidro, ser antecedida de aplicação de um primário com um mínimo de duas; serão aplicadas
incluindo todos acessórios e as demãos necessárias para obter uma cor uniforme e um perfeito recobrimento das
ferragens. superfícies pintadas.
7,2 Fornecimento e assentamento c) Os aros serão chumbados ao betão ou alvenaria por meio de parafusos com porcas, P2
de Janela e aro em madeira metalizados a zinco. O espaçamento entre fixações não será superior a 0,60 m; em
Chanfuta ou Umbila Pintada, cada fixação colocar-se-ão parafusos de 5/16". Os buracos de colocação dos
com vidro de 4 mm de parafusos serão tapados por buchas de madeira idêntica à dos aros. A ligação do aro
espessura, duas folhas de abrir ao betão ou alvenaria será feita por interposição de cordão-vedante apropriado e de
com vidro, duas folhas de secagem lenta;
bandeira fixas com vidro, com d) A caixilharia deverá ser assente de forma a fechar hermeticamente e o seu
barras de aço, incluindo todos funcionamento ser perfeito;
acessórios e ferragens. e) Cada um dos elementos dos aros será realizado, em peça única;
7,3 Fornecimento e assentamento f) As ferragens em geral deverão ser robustas e de funcionamento e compativel com o P1
de janela e aro em madeira esquema que o projecto prevê para o funcionamento e fecho da caixilharia. Cada
Chanfuta ou Umbila Pintada caixilho será equipado com um regulador de cromado robusto que permita a abertura
com batentes e barras de aço completa da janela, de modelo a ser aprovado previamente pela Fiscalização.
na bandeira, incluindo todos g) O Caixilho de batente será equipado com dois fechos de culatra em latão com pelo
acessórios e ferragens. menos 8" de modelo a ser aprovado previamente pela Fiscalização;
7,4 Fornecimento e assentamento h) A rede mosquiteira será plástica, sem furos nem defeitos, com uma malha de 1,5mm. Na
de Janela e aro em madeira tipo colocação a rede deverá ficar perfeitamente desempenada e esticada, com os
Umbila ou Chafuta Pintada, com terminais protegidos. A rede é assente num aro de
vidro fixo com 4mm de Madeira e levará um bite conforme o pormenor;
espessura. Localizada entre a i) Na caixilharia de batente cada folha será fixada aos aros por 3 fichas de 1/2 balanço
Sala dos Professores e o cromado de 3" com anilha,
Gabinete do Director j) Aparafusados por parafusos de cromados. Serão providas de 2 tranquetas metálicas;
Pedagógico. k) Deverá ser executado um protótipo a aprovar pela Fiscalização.
9,4 Montagem de Tubo VD ø 20 mm, Condições Gerais Normativas (ver ponto 9,1) N/A
incluindo todos os acessórios,
curvas, uniões e boquilhas. Tubagem tipo VD 16
a) Em todo o projecto serão aplicados acessórios devidamente colocados, não se
aceitando ligações por abocardamento;
b) Os tubos que corram paralelamente no mesmo roço deverão ser instalados, ao longo
de todo o seu trajecto, com um afastamento entre si que permita à argamassa de
tapamento penetrar entre eles;
c) O raio de curvatura das tubagens não pode ser inferior a seis vezes o seu diâmetro
exterior;
d) Deverão ser deixadas guias de enfiamento em toda a tubagem até ao enfiamento final
9,5 Montagem de Tubo VD ø 40 mm, dos condutores respectivos; N/A
incluindo todos os acessórios, e) Em casos de corte ou ligação de tubos não é permitida a permanência de rebarbas
curvas, uniões e boquilhas. que possam vir a romper o isolamento dos condutores;
f) As tubagens que circulam à vista serão assentes sobre braçadeiras extensíveis com
parafusos de latão;
g) Deverá o empreiteiro considerar as caixas de passagem necessárias para um fácil
enfiamento dos condutores, não podendo estas estar afastadas entre si mais que 10
metros, devendo esta distância ser encurtada sempre que as condições de montagem
o justifiquem;
h) Todas as tubagens deverão entrar nas caixas mesmo que não seja electricamente
necessário;
i) O tapamento dos roços só será autorizado após confirmação da sua correcta
implantação pela Fiscalização.
9,6 Assentamento de tomadas Condições Gerais Normativas (ver ponto 9,1) N/A
monofásicas nos
compartimentos. Tomadas Monofásicas
a) As tomadas serão para montagem à vista;
b) Com pólo de terra, para 16A/250V, de alvéolos protegidos, com aperto mecânico dos
condutores aos terminais;
c) Serão montados a 0,30m do pavimento acabado (cota do centro da caixa de
aparelhagem).
9,7 Assentamento de interruptores Condições Gerais Normativas (ver ponto 9,1) N/A
para as luminárias dos
compartimentos. Interruptores Simples
a) Os interruptores serão para montagem à vista;
b) Os interruptores serão do tipo basculante, para 10A - 250V, silenciosos e com ruptura
brusca independentemente do orgão de comando, contactos de elevada duração e
aperto mecânico dos endutores aos terminais;
c) Serão montados a 1,70 metros do pavimento acabado (cota do centro da caixa de
aparelhagem);
d) A aparelhagem deverá ser fixa à respectiva parede através de buchas plásticas.
9,9 Instalação de Luminárias do tipo Condições Gerais Normativas (ver ponto 9,1) N/A
régua com abas nos
compartimentos. Armaduras Fluorescentes
a) Todas as armaduras fluorescentes serão do tipo régua industrial com abas reflectoras;
b) Os corpos das armaduras bem como as abas reflectoras, deverão ter sido tratados
contra a corrosão, pintados em cor branca e sofrido secagem em estufa;
c) Os balastros deverão ter perdas minimas, deverão ser não ruidosos e do tipo
aconselhado para as lâmpadas indicadas.
d) Deverá evitar-se o efeito estroboscópico pelos sistemas de compensação mais usuais.
Caso a compensação não possa ser individual deverá efectuar-se por conjunto de
armaduras;
e) Todas as armaduras deverão possuir um alto factor de potência, superior a 0,9,
devendo os circuitos de iluminação apresentar um factor de potência mínimo de 0,85
após a compensação do efeito estroboscópico;
f) As lâmpadas fluorescentes a aplicar serão de designada nova geração, do tipo TLD
com diâmetro de 26mm e de 36W, todos os módulos, excepto nas instalações sanitárias,
onde se admite a montagem de lâmpadas da cor 33;
g) Nas instalações sanitárias deverão as armaduras ser estanques devendo a
estanquidade nos bucins de entrada ou saida de cabo ser perfeita, a fim de evitar
condensações interiores.
9,10 Instalação das Terras de Condições Gerais Normativas (ver ponto 9,1) N/A
Protecção.
Terra de Protecção
a) A terra de protecção será construida com base por duas placas quadradas com 1m2 e
1mm de espessura como valores minimas para as superfícies de dissipação;
b) A interligação dos eléctrodos de terra entre si e a instalação em geral será feita a
condutor de cobre com a secção indicada nas peças desenhadas, sendo nu entre
eléctrodos e isolamento dos eléctrodos ao quadro;
c) De acordo com o estudo efectuado prevê-se que a resistência desta terra não seja
superior a 10 ohm;
d) De qualquer forma é condição prioritária, que a terra de protecção não ultrapasse o
valor de 15 ohm, competindo ao empreiteiro, ajustar as condições da sua instalação a
este factor determinante;
e) Os eléctrodos serão enterrados de forma a que a sua parte superior se situe a um
mínimo de 0,80m do pavimento, após reposto;
f) O afastamento entre os eléctrodos deverá respeitar os regulamentos em vigor e muito
em particular no que refere à tensão de passo;
g) Deverão ser deixados os tubos que permitam a rega da terra envolvente dos
eléctrodos;
h) A desmontagem da zona onde se pretende estabelecer os eléctrodos e a sua
reposição são parte integrante da empreitada, devendo ter-se particular cuidado
durante a escavação, com a eventual existência de tubagens e cabos de energia, que
deverão ser sondados previamente;
i) Todas as estruturas metálicas dos quadros deverão ser ligadas à terra. Não é permitido o
uso de terminais de aperto como ligadores de massa e deverá em todos os casos ser
instalado um barramento de terra com aperto por terminais e parafuso, só se aceitando
a ligação de um condutor por cada furação no barramento;
j) Conforme o regulamento, o corpo das armaduras de iluminação, será a terra de
proteção;
k) Será deixado um terminal amovível de terra a fim de se efectuarem as medições
periódicas exigidas pelo regulamento;
l) Serão cumpridas na instalação deste sistema, todas as especificações impostas pelos
regulamentos de segurança.
10,0 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS
10,1 Esgoto de Águas Residuais
Aplicação de Tubos de águas Tubagem em P.V.C. N/A
residuais incluindo curvas e a) A tubagem a empregar segundo o traçado e os diâmetros indicados no projecto será
acessórios de ligação. em P.V.C. rigido, para uma classe de pressão minima normal de 0,60 MPa (~ 6 Kgf/cm2);
b) As uniões de tubos topo a topo em derivação utilizando peças acessórias devem ser
sempre executadas depois de mergulhadas em água quente, fazendo-se o aperto
entre as peças por meio de braçadeiras metálicas metalizadas a zinco;
Aplicação de Tubos de c) Antes do tapamento da tubagem, esta deverá ser ensaiada por processo apropriado a
Ventilação incluindo curvas, submeter à aprovação da Fiscalização.
respirador e acessórios de
ligação.
Execução de Caixas de Visita. Caixas de Inspeção e ligação N/A
a) A caixa deverá ter dimensões interiores de 0,60x0,60m, em blocos de cimento enchidos
com betão pobre B15, assentes em base de betão B20 armado (#Ø8@15) com 0,10m
espessura e com tampa apoiada em paredes devidamente acabada com espessura
de 0,08m e armadura igual da base. A tampa devera ter um segurador em armadura
Ø10 para a sua inspeção;
b) O fundo da caixa, dando continuidade à rede de esgoto que à mesma se vai ligar, é
formado por um enchimento de betão em U constituindo as caleiras de circulação, de
largura e altura igual ao diâmetro da canalização respectiva. A parte da base da
câmara, não utilizada como caleira, deverá ter sempre um declive de 20% para
contrariar disposições;
c) Todo o interior das caixas deverá ser rebocado com argamassa de 500 Kg/m3 de
cimento e com 2cm de espessura e queimado a colher;
d) As caixas deverão, no final, ser estanques aos gases e líquidos.
10,2 Distribuição de Água
Assentamento de Tubos de Tubagem em IPS N/A
abastecimento incluindo a) A tubagem terá os diâmetros indicados no projecto e será em tubo IPS, série reforçada,
acessorios de ligação. trefilada e sem costura, para água sob pressão, do melhor fabrico. A tubagem seguirá o
traçado indicado nas peças desenhadas do projecto;
b) A tubagem seguirá no pavimento, em valas ou em roços, e será tapada com
argamassa de cimento ao traço 1:4; a tubagem é previamente envolvida em papel de
saco de cimento;
c) Na tubagem que seguir em valas aplicar-se-á, antes do tapamento da vala, duas
demãos de produto betuminoso apropriado.
Montagem de Valvulas de Seccion Válvulas de Seccionamento N/A
a) A válvula será de obturador de cunha, cromada do tipo COBRA ou qualidade
equivalente mediante aprovação da Fiscalização;
b) Ela será colocada nos locais indicadas nos desenhos de pormenor e terá o diâmetro de
tubagem com que se inserta;
c) O manipulo terá uma seta indicando a posição do fuso.
Montagem de Torneira de Serviço Torneiras de Serviço
incluindo acessórios de fixação. a) A torneira será de Lavatorio de Mesa, cromada do tipo COBRA ou qualidade
equivalente mediante a aprovação da Fiscalização;
b) A cabeça do tipo multicanus ou em formato de estrela.
10,3 Aparelhos Sanitários
Montagem de Sanita com Sanitas com Autoclismo N/A
tampas de abrir em fibra e a) A sanita e o autoclismo serão brancos em loiça cerâmica vitrificada do tipo VAAL ou
Autoclismo incluindo acessórios qualidade equivalente mediante aprovação da Fiscalização;
de fixação. b) A sanita será de sifão tubular incorporado com descarga pelo fundo;
c) O autoclismo será baixo e a sua ligação à sanita será feita por tubo de P.V.C. rígido de
diâmetro de 1 1/4";
d) O autoclismo será ligado à rede de água por um tubo flexível de diâmetro de 3/4".
e) As pias turcas e o autoclismo serão brancas em loiça cerâmica vitrificada do tipo
VAAL ou qualidade equivalente mediante aprovação da Fiscalização;
f) Os autoclismos para as pias turcas serão de material plástico altamente resistentes.
Montagem de Lavatório de Mão Lavatório de Mão N/A
incluindo todos acessórios de a) O lavatório será corrido em betão armado e revestido em azulejo;
fixação. b) A ligação do lavatório à parede será feito de modo a se obter uma perfeita
estanqueidade, e de modo a que a água chapinada reflua para o lavatório;
c) A válvula de descarga será cromado com aperto por porca, com porca em calçudo,
com pistão, corrente e tampa. O tampa será em plástico (P.V.C. rígido) e o pistão e a
corrente em latão cromado;
d) O sifão será do tipo garrafa de 1"1/4 cromado. As juntas de ligação deverão observar
uma estanqueidade perfeita e o sifão será assente de modo a ficar rigorosamente
vertical.
10,4 Descarga
Execução de uma Fossa Séptica Fossa e Dreno N/A
e Dreno. a) A Capacidade da fossa e do Dreno deverá ter a capacidade para 100 pessoas;
b) A fossa deverá ter duas compartimentações de acordo com a legislação nacional;
c) A estrutura da fossa será em betão armado (betão B20) para base com 0,20m de
espessura (com malha dupla Ø10 com afastamento a 0,15) de e laje superior com
0,15m (com malha simples Ø10 afastamento a 0,15) ambos; Deverão ser
projectados pilares (8 pilares distribuídos uniformemente) e viga de coroamento
com a dimensão de 0,20x0,20m;
d) O revestimento será em blocos amaciçados com betão B15;
e) O interior da fossa deverá ser rebocado ao traço 1:4 e impermeabilizado com
pintura a base de epoxi para este tipo de ambiente e o produto deverá ser
aprovado pela Fiscalização;
f) A fundação da fossa devera levar pedra de enrocamento com 0,10m de espessura;
g) O dreno terá uma profundidade de 2 m revestido com blocos de 0,15m
amaciçados e uma laje superior com malha de ferro Ø8 afastado 0,10m de 0,10m
de espessura;
O Responsável
___________________________________________________
/António Martins Arame/
(Eng. Técnico de Construção Civil)
ÍNDICE
4.2.- Vento
Sem acção de vento
4.3.- Sismo
Sem acção de sismo
Página 2
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19
- Sem coeficientes
- Em que:
Gk Acção permanente
Qk Acção variável
G Coeficiente parcial de segurança das acções permanentes
Q,1 Coeficiente parcial de segurança da acção variável principal
Q,i Coeficiente parcial de segurança das acções variáveis de acompanhamento
p,1 Coeficiente de combinação da acção variável principal
a,i Coeficiente de combinação das acções variáveis de acompanhamento
Página 3
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19
Deslocamentos
6.2.- Combinações
Nomes das acções
PP Peso próprio
RP Revestimentos e paredes
Qa Sobrecarga
E.L.U. Betão
E.L.U. Betão em fundações
Comb. PP RP Qa
1 1.000 1.000
2 1.500 1.500
3 1.000 1.000 1.500
4 1.500 1.500 1.500
Comb. PP RP Qa
1 1.000 1.000
2 1.000 1.000 1.000
Página 4
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19
Dados dos pilares
Referência Coord([Link]) GI- GF Vinculação exterior Âng. Ponto fixo Altura de apoio
P1 ( 0.00, 0.00) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P2 ( 0.00, -3.69) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P3 ( 0.00, -7.89) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P4 ( 0.00,-10.09) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P5 ( 0.00,-13.62) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P6 ( 0.00,-15.48) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P8 ( 2.69, -7.89) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P9 ( 8.31, -6.89) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.60
P10 ( 4.71,-10.09) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P11 ( 4.71, -7.89) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P12 ( 8.31,-10.09) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P13 ( 4.71,-11.29) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
P14 ( 8.31,-11.29) 0-2 Com vinculação exterior 0.0 Centro 0.30
Página 5
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19
P23, P29, P37, P38, 2 20x30 0.30 1.00 1.00 1.00 2.00
P19, P39 1 20x30 1.00 1.00 1.00 1.00 2.00
P15, P40 1 20x20 0.30 1.00 1.00 1.00 2.00
P30 1 30x20 0.30 1.00 1.00 1.00 2.00
P48, P49, P50, P51,
P52, P53, P54, P55, 2 20x20 0.30 1.00 1.00 1.00 2.00
P56, P57, P58
Página 6
Listagem de dados da obra
EDIFICIO HABITACIONAL DUPLEX- NATIKIRE- NAMPULA Data: 01/12/19
fyk
Elemento Aço
(MPa) s
Página 7
ARQUITECTURA
0,15
VARANDA
Pav. Mosaico
WC QUARTO
H: 2,50 m
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,78 m2
H: 2,50 m H: 2,50 m
6,76
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2
CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM
H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
3,11 H: 2,50 m
A: 13,25 m2
A: 44,52 m2
WC PRIVATIVO
8
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 7,25 m2
9
7 10
SUITE
16 x 0,21 = 3,40
6 11
5 12 Pav. Mosaico
4 13 H: 2,50 m
3 14 A: 30,10 m2
2 15
3,80
1 16
UP
VARANDA
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 36,60 m2
1,85
3,65
2,86
7,52
5,42
3,16
3,56
N 2 x 0,05 = 0,10
UP
1 IMPLANTAÇÃO 1:150
DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: IMPLANTAÇÃO ESCALA : 1:150
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.1
Estruturas de Cobertura em longarinas
de madeira maciça Pinho queimada
com anticorrisivo de secções
(150x150mm)
2,80
Porta de madeira umbila serrada e tratada Janelas de Madeira umbila com folhas de
e envernizada de (0.70x2.10), e incluindo vidro liso "Stop Stole" espelhado de 5mm
aro em madeira do mesmo tipo sistema de batente incluindo rede mosquiteira
Pavimento Revestido em Mosaicos Ceramicos da Janelas de Madeira umbila com folhas de
Recer Ref. vidro liso "Stop Stole" espelhado de 5mm
0,20
Viga geral em camada de laje de betão sistema de batente incluindo rede mosquiteira
armado da Classe B25 com 150mm de espessura
Tecto falso em placas de contraplacado
0,30
de 60x60 com juntas visiveis
Camada base de betão armado
200mm de espessura
Pavimento Revestido em Mosaicos 2,50
Ceramicos da Recer Ref.
Reboco de cimento e areia e pintado de 20mm de
espessura
Pav. Mosaico
A: 13,25 m2
QUARTO
H: 2,50 m
WC PRIVATIVO
Pav. Mosaico
A: 7,25 m2
H: 2,50 m
Pav. Mosaico
A: 13,25 m2
QUARTO
H: 2,50 m
3,00
A: 30,10 m2
H: 2,50 m
SUITE
Pav. Mosaico
CORREDOR
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2
A: 6,54 m2
H: 2,50 m
H: 2,50 m
WC
3,00
20,00
SALA COMUM
3,00
Pav. Mosaico
A: 44,52 m 2
H: 2,50 m
Pav. Mosaico
A: 13,78 m2
VARANDA
H: 2,50 m
3,00
11
12
14
15
16
10
13
8
UP
16 x 0,21 = 3,40
7
6
5
4
3
2
1
3,00
3,00 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00
30,00
01
DONO DO PROJECTO: Flavio Paulo Nuro MUNICIPIO DE NAMPULA
PROJECTO PARA
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO
CONSTRUÇÃO DE
DE UMA
UMA MORADIA
MORADIA BIFAMILIAR
BIFAMILIAR EE MURO
MURO DE
DE VEDAÇÃO
VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: ARQUITECTURA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: Layout ESCALA : 1:100
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
01.11
+1,90
+1,66
+0,06
-0,40
2D Symbol
3D Back View
2D Symbol
3D Back View
Window List
Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Multi-Caixilho Hori... Janela Redonda 19 Janela Redonda 19 Janela Redonda 19 Janela Redonda 19 Janela Redonda 19
1 2 3 3 4 1 1 1 1 1
8
2,00x1,10 2,00x1,10 0,50x2,30 2,00x1,10 2,00x1,50 0,40x0,40 0,50x0,50 0,50x0,50 0,60x0,60 0,60x0,60
1,00 0,80 0,20 1,00 0,75 1,00 0,24 1,59 0,07 0,82
2,10 1,90 2,50 2,10 2,25 1,40 0,74 2,09 0,67 1,42
9 9
0,60
1,70
2,30
8 8
0,60
1,40
7 7
3,70
8,50
6 6
16,06
2,23
5 5
1,77
4 4
0,60
2,40
1,82
3 3
0,12
2 2
0,80
2,14
1,44
1 1
0,60
0,42
0,21 0,58 2,82 2,38 2,20 0,62 0,66 2,91
12,80
A B C D E F G H I J
1 FUNDAÇÃO 1:100
0,30
0,30
0,30
0,97 0,30
0,97 0,30
0,30
VARANDA
Pav. Mosaico
WC QUARTO
0,10
H: 2,50 m
2,50
2,50
2,50
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,78 m2
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2
2,20
2,00
1,14 0,10
2,77
1,24
2,77
0,10
0,50 0,10
CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO
2,00
SALA COMUM
2,00
0,10 0,30 0,10
0,70
H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m
0,30
A: 13,25 m2
A: 44,52 m2
0,70
1,00 0,10
1,20
9,10
0,30
14,40
0,70
0,10
16,56
16,56
WC PRIVATIVO
2,00
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
3,05
A: 7,25 m2
0,10
3,43
3,63
SUITE
0,95
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 30,10 m2
0,10
2,20
0,20
2,00
VARANDA
Pav. Mosaico
2,21
H: 2,50 m
2,82
1,55
0,61
0,28
0,60
0,60
1,64
1,64
1,86
1,86
0,76
0,96
0,20
0,20
0,20
0,12 0,90 1,23 1,27 0,90 0,58 0,90 0,30 2,54 0,49 0,44 2,00 0,63 0,50 0,30
13,10
0,31 0,43 2,43 0,83 2,20 0,41 2,20 1,12 2,20 1,28
0,17
0,31 0,43 2,43 0,33 0,33 2,20 5,93 0,98 0,30
0,20
0,20
0,31
0,11
0,31
0,31
0,71
VARANDA POSTERIOR
0,10
Pav. Mosaico WC QUARTO
H: 2,50 m
2,50
2,50
2,50
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,66 m2 H: 2,50 m H: 2,50 m
2,00
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2
0,10
1,93
1,93
1,52
0,10
0,10
CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO
2,20
SALA COMUM
2,00
H: 2,50 m Pav. Mosaico
2,00
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m
A: 13,25 m2
A: 40,00 m2
0,98 0,10
0,10
8,90
14,40
0,10
16,57
16,57
WC PRIVATIVO
8
2,00
Pav. Mosaico
16 x 0,21 = 3,40
4,78
H: 2,50 m
4,78
A: 7,25 m2
1,00 0,10
7 10
6 11
SUITE
5 12 Pav. Mosaico
4 13 H: 2,50 m
3 14 A: 30,10 m2
0,10
2 15
1 16
UP
0,50 0,65
2,00
1,08
0,10
4,86
4,86
1,50
0,60
1,12
1,66
1,66
0,50
0,41
0,20
0,20
0,50 9,12 3,08 0,50 0,30
13,50
CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM
CORREDOR H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico
Pav. Mosaico QUARTO A: 8,83 m2 H: 2,50 m
SALA COMUM H: 2,50 m
H: 2,50 m Pav. Mosaico A: 13,25 m2
Pav. Mosaico A: 40,00 m2
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m
A: 13,25 m2
A: 44,52 m2
WC PRIVATIVO
8
Pav. Mosaico
16 x 0,21 = 3,40
WC PRIVATIVO H: 2,50 m
8
6 11 3 14
Pav. Mosaico A: 30,10 m2
5 12 2 15
4 13 H: 2,50 m 1 16
3 14 A: 30,10 m2
UP
2 15
1 16
UP
VARANDA
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 36,60 m2
0,51
VARANDA POSTERIOR
1,00
Pav. Mosaico WC QUARTO
H: 2,50 m Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 13,66 m2 H: 2,50 m H: 2,50 m
0,37 1,00 1,00 0,65 1,00 1,00 0,18
A: 6,54 m2 A: 13,25 m2
1,00
1,14
1,15
1,00
1,00
1,00
CORREDOR
1,00
Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM
H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
1,00
H: 2,50 m
1,00
A: 13,25 m2
A: 40,00 m2
1,00
1,00 0,33
1,00
1,00
WC PRIVATIVO
8
Pav. Mosaico
16 x 0,21 = 3,40
1,00
H: 2,50 m
A: 7,25 m2
1,00
9
1,00
7 10
6 11
SUITE
Pav. Mosaico
1,00
5 12
4 13 H: 2,50 m
3 14 A: 30,10 m2
0,97
2 15
1 16
1,00
UP
1,00
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 36,60 m2
1,02
1,30 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 0,30
CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO
WC
H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m
A: 13,25 m2
A: 40,00 m2
WC PRIVATIVO
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 7,25 m2
SUITE
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
A: 30,10 m2
1 COBERTURA 1:100
+7,82
+5,70
+5,10
+3,40
+2,80
±0,00
-0,30
2,80
Porta de madeira umbila serrada e tratada Janelas de Madeira umbila com folhas de
e envernizada de (0.70x2.10), e incluindo vidro liso "Stop Stole" espelhado de 5mm
aro em madeira do mesmo tipo sistema de batente incluindo rede mosquiteira
Pavimento Revestido em Mosaicos Ceramicos da Janelas de Madeira umbila com folhas de
Recer Ref. vidro liso "Stop Stole" espelhado de 5mm
0,20
Viga geral em camada de laje de betão +3,00 sistema de batente incluindo rede mosquiteira
armado da Classe B25 com 150mm de espessura
Tecto falso em placas de contraplacado +2,24
0,30
de 60x60 com juntas visiveis
Camada base de betão armado
200mm de espessura +1,30
2,50
CORREDOR CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM SALA COMUM
H: 2,50 m Pav. Mosaico H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 13,25 m2 A: 13,25 m2
A: 44,52 m2 A: 40,00 m2
WC PRIVATIVO WC PRIVATIVO
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 7,25 m2 A: 7,25 m2
SUITE SUITE
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 30,10 m2 A: 30,10 m2
VARANDA
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
1 ESGOTOS 1:100
2 ESGOTOS 1:100
CORREDOR CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM SALA COMUM
H: 2,50 m Pav. Mosaico H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
A: 8,83 m2 H: 2,50 m A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 13,25 m2 A: 13,25 m2
A: 44,52 m2 A: 40,00 m2
Conduta Ø 1" Galv.
WC PRIVATIVO WC PRIVATIVO
8
8
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
H: 2,50 m 16 x 0,21 = 3,40
H: 2,50 m
A: 7,25 m2 A: 7,25 m2
9 9
7 10
SUITE 7 10
SUITE
16 x 0,21 = 3,40
6 11 6 11
5 12 Pav. Mosaico Pav. Mosaico
5 12
4 13 H: 2,50 m 4 13 H: 2,50 m
3 14 A: 30,10 m2 3 14
2 15
A: 30,10 m2
2 15
1 16 1 16
UP
UP
VARANDA VARANDA
Pav. Mosaico Pav. Mosaico
H: 2,50 m H: 2,50 m
A: 36,60 m2 A: 36,60 m2
Fonte de Agua
Vem da rede
Contador
publica
Saida Entrada
0,10
REBOCO 1:3
0,50
0,10 0,10
0,15
0,05 0,05
Betão limpeza [Link] Betão de limpeza [Link]
PORMENOR 1
REBOCO 1:3
CORTE A-A CORTE B-B ESC. 1:10
ESC. 1:20 ESC. 1:20
Saída
A A
0,15
0,15
Entrada
0,80
0,50
0,50
B B
0,15
0,15
1,20
Entrada
PLANTA PLANTA
ESC. 1:20 ESC. 1:20
CAIXAS DE INSPECÇÃO E DE RETENÇÃO DE GORDURAS DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA
PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
ESPECIALIDADE: HIDRAULICA
Anteprojecto
Projecto Executivo
TITULO: CAIXA DE INSPENSAO ESCALA : 1:20
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
02.3
MEIAS ONDAS DE BETAO PARA
ESPALHAMENTO DE AGUAS NEGRAS
POCO
ABSORVENTE
60
0m
A B G
1.5
Ø6" Ø6"
60
Q
C
B
Ø
ARMADURAS
Ø10mm @ 10cm no menor vao
Ø6mm @ 10cm no menor vao P
Ø4"
Ø2"
TAMPAS
Maxima 60x60
Min. 5.00
Min. 2.50
Minima 40x40
BETAO ARMADO [Link]
Barra Ø6mm
O
E
ESCORIAS
S
I
MINERAIS
BETONILHA
Ø6" Ø6"
QUEIMADA
R
Ø6"
VARIAVEL
D
J
M
SUPORTE DA GRELHA
DRENO
CAPACIDADE DIMENSOES
N° DE N° DE
PESSOAS LITROS
A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T
05 1500 100 50 100 100 25 125 70 100 70 10 10 50 25 10 260 120 145 90 50
10 3000 150 150 120 100 30 130 90 120 70 10 10 50 25 10 380 140 150 90 50
15 4500 180 120 135 110 30 140 100 130 80 12 10 50 25 10 446 159 172 102 50
20 6000 210 125 150 120 30 150 110 150 80 15 10 55 30 10 500 180 175 105 55 DONO DO PROJECTO: Flávio Paulo Nuro CIDADE DE NAMPULA
25 7500 235 140 160 125 30 155 120 160 80 15 10 55 30 12 550 190 182 107 55 PROJECTO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA MORADIA BIFAMILIAR E MURO DE VEDAÇÃO FASE DO PROJECTO :
Estudo Prévio
30 9000 330 140 170 130 30 160 125 170 80 15 12 55 35 12 592 200 187 107 55 Anteprojecto
ESPECIALIDADE: HIDRAULICA
Projecto Executivo
40 12000 350 150 180 140 30 170 130 180 80 15 12 55 40 12 667 210 197 107 55 TITULO: PROMENOR DE FOSSA SEPTICA ESCALA : 1:20
Contacto(s) N°: PROJECTISTA: COLABOROU : DATA :
87 2450918 / 84 2450918
Espaço reservado em direitos do autor António Martins Arame Lapson Dezembro /2019
DESENHO Nº
02.4
ESTRUTURA
Mosaico
Argamassa
PAREDE Betao simples PAREDE
Enrocamento
Argamassa de reboco Solo compactado
0.10
Argamassa de roda-pé
0.10
0.50
LINHA DE TERRA
0.30
ATERRO ATERRO ATERRO
Bloco maciço ou enchido
Sapata corrida
0.50
0.50
Sapata isolada
0.20
0.20
Enrocamento
0.10
0.10
1.00 1.00
CORTE CORTE
CORTE
4Ø 12mm 4Ø 12mm
0.15
0.20
Estr. Ø6mm @ 0,14
0.15
0.15
PORMENOR DE VIGA
4Ø 12mm
6Ø 12mm
0.15
0.15
0.80 6Ø 12mm
0.60
CORTE 1 Ø 10mm +
2 Ø 8mm
PORMENOR DE LAJE
6Ø 12mm
0.50
nos 2 sentidos ( )
0.80
CORREDOR
Pav. Mosaico QUARTO
SALA COMUM CORREDOR
H: 2,50 m Pav. Mosaico
Pav. Mosaico Pav. Mosaico QUARTO
A: 8,83 m2 H: 2,50 m WC
H: 2,50 m H: 2,50 m Pav. Mosaico
A: 13,25 m2 Pav. Mosaico
A: 44,52 m2 A: 8,83 m2 H: 2,50 m
H: 2,50 m
A: 13,25 m2
A: 40,00 m2
WC PRIVATIVO
Pav. Mosaico
H: 2,50 m
8
A: 7,25 m2
WC PRIVATIVO
8
Pav. Mosaico
16 x 0,21 = 3,40
H: 2,50 m
9 A: 7,25 m2
7 10
SUITE
16 x 0,21 = 3,40
6 11 9
5 12 Pav. Mosaico
4 13 H: 2,50 m
7 10
SUITE
6 11
3 14 A: 30,10 m2 5 12 Pav. Mosaico
2 15 4 13 H: 2,50 m
1 16 3 14 A: 30,10 m2
2 15
UP
1 16
UP
Legenda:
Designação Simbologia
kw/h
Contador
Quadro Geral Q.G
Caixa de derivação
Interruptor Simples
Interruptor Duplo
Interruptor Comutador
Condutor de Energia
Lampada Down Light
2 PAVIMENTO TERREO - DISTRIBUICAO DE TOMADAS GERAIS 1:100 3 PRIMEIRO PISO - DISTRIBUICAO DE TOMADAS GERAIS 1:100 Lampada Fluorescente
Lampada de Aplique
Tomada Simples
Tomada Dupla
Ar condicionado
Lampada wall Light
8
8
16 x 0,21 = 3,40
9 9
7 10 7 10
16 x 0,21 = 3,40
6 11 6 11
5 12 5 12
4 13 4 13
3
2
14
15
3
2
14
15
Legenda:
Designação Simbologia
1 16 1 16
UP
UP
kw/h
Contador
kw/h
kw/h
Caixa de derivação
Interruptor Simples
Interruptor Duplo
Interruptor Comutador
Condutor de Energia
Lampada Down Light
Lampada Fluorescente
Lampada de Aplique
Tomada Simples
Tomada Dupla
1 PONTOS DE ILUMINACAO E INTERRUPTORES - PAV. TERREO 1:100 2 PONTOS DE ILUMINACAO E INTERRUPTORES - PISSO 1 1:100 Ar condicionado
Lampada wall Light
8
16 x 0,21 = 3,40
9 9
7 10 7 10
16 x 0,21 = 3,40
6 11 6 11
5 12 5 12
4 13 4 13
3 14 3 14
2 15 2 15
1 16 1 16
UP
UP
Legenda:
Designação Simbologia
kw/h
Contador
Quadro Geral Q.G
Caixa de derivação
Interruptor Simples
Interruptor Duplo
1 DISTRIBUICAO DE TOMADAS PARA AC 1:100 2 DISTRIBUICAO DE TOMADAS PARA AC 1:100 Interruptor Comutador
Condutor de Energia
Lampada Down Light
Lampada Fluorescente
Lampada de Aplique
Tomada Simples
Tomada Dupla
Ar condicionado
Lampada wall Light