Super Material - Aparelho Reprodutor
Super Material - Aparelho Reprodutor
1. Aparelho reprodutor.................................................. 3
2. Aparelho reprodutor feminino................................ 3
3. Aparelho reprodutor masculino...........................29
Referências Bibliográficas .........................................50
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 3
Ligamento
suspensor do
ovário ( contém os
vasos ováricos)
Corpo lúteo
Ovário
Mesométrio (do
ligamento largo do
útero)
Mesovário ( do
ligamento largo do
útero)
Ligamento útero-
Figura 1. Anatomia do útero e ovários. Fonte: Netter
ovárico (próprio
interativo do ovário)
Folículo
Folículo Folículo Folículo
terciário (de
primário primário secundário
Graaf)
unilaminar multilaminar (antral)
Folículo
Epitélio de cobertura da Folículo Folículo Túnica rompido
superfície ovariana primordiais
atrésico albugínea
(epitélio germinativo)
Ovócito à
ovulação
Corpo
lúteo ativo
Hilo Córtex
Peritônio Medula
Corpo lúteo em
Vasos Corpo Figura 2. Estrutura dos ovários. Fonte: STANDRING,
regressão
ovarianos Albicans S. Grayʾs Anatomia. A base anatômica da prática
clínica. 40a Ed.
SAIBA MAIS!
A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma doença complexa caracterizada por
hiperandrogenismo e anovulação crônica.
A produção excessiva de androgênios e sua subsequente conversão em estrogênios consti-
tuem o substrato fisiopatológico da anovulação crônica. Haveria, pois, retroalimentação ací-
clica, com secreção inadequada de LH e FSH pelo sistema hipotálamo-hipofisário. Forma-se,
assim, verdadeiro ciclo vicioso em que a disfunção central condiciona alterações morfológicas
e funcionais nos ovários.
Manifesta-se com um quadro de irregularidade menstrual do tipo espaniomenorreia (espaça-
mento anormal, normalmente de dois a três meses no fluxo menstrual), iniciada à época da
menarca, associado a hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e/ou laboratorial (hipe-
randrogenemia). Também correlacionados tais como obesidade, infertilidade, sinais de resis-
tência à insulina (acantosis nigricans).
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 6
Mesossalpinge (do
ligamento largo do
útero)
Infundíbulo
Pregas tubárias
Fímbrias
Ostio uterino da
tuba uterina
Apêndice
vesiculoso
Epoóforo (hidátide de
Morgagni)
SAIBA MAIS!
Como o sistema genital feminino comunica-se com a cavidade peritoneal através
dos óstios abdominais das tubas uterinas, as infecções da vagina, do útero e das
tubas uterinas podem evoluir para peritonite. Inversamente, a inflamação da tuba
uterina (salpingite) pode resultar de infecções que se disseminam da cavidade peri-
toneal. Uma importante causa de infertilidade em mulheres é a obstrução das tubas uterinas,
não raro consequência da salpingite.
Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. PÁG 473
Peritônio (margem
seccionada)
Ligamento
suspensor do
Parte abdominal
ovário (contém os
da aorta
vasos ováricos)
Tuba uterina
Útero
Artéria ilíaca
interna
Ligamento
redondo do útero
Artéria ovárica
Vagina
Ovário
Artéria uterina
As veias que drenam o ovário for- esquerda drena para a veia renal es-
mam um plexo venoso pampinifor- querda. As veias tubárias drenam
me, semelhante a uma trepadeira, para as veias ováricas e para o plexo
no ligamento largo perto do ovário venoso uterino (uterovaginal).
e da tuba uterina. As veias do plexo
geralmente se fundem para formar
uma única veia ovárica, que deixa a
pelve menor com a artéria ovárica. A
veia ovárica direita ascende e entra
na veia cava inferior; a veia ovárica
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 9
Veia renal
esquerda
Veia renal
direita
Veias ováricas
Veia uterina
Plexo venoso
uterovaginal
Plexo intermesentérico
Nn. Esplâncnicos lombares
(abdominopélvicos)
N. Esplânico pélvico
Plexo hipogástrico inferior
Plexo ovárico
Plexo
Plexo uterino
uterovaginal Plexo
vaginal
Figura 6. Inervação do aparelho genital feminino. Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed.
PÁG 467
Útero
Alterações com a idade
4 anos
Recém-nascido
Puberdade
Adulto
(nulíparo)
Adulto
(pós-
Adulto menopáusico)
(multíparo)
Útero
Variações na posição 12
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR
Normal
Contorno retal Graus de retroversão
alterado 3º grau
3º grau 2º grau 1º grau
Normal
Fundo do
útero
Corpo do
útero
Perimétrio
Endométrio
Istmo do
Miométrio
útero
Mesométrio (do
Ostio histológico ligamento largo do útero)
interno do útero
Vasos uterinos
Colo do útero
Ligamento transverso do colo
Canal do colo do
útero com pregas Fórnice da vagina
palmadas
Ostio Vagina
(externo) do
útero
duas lâminas do ligamento largo são O útero é uma estrutura densa situa-
contínuas entre si em uma margem da no centro da cavidade pélvica. As
livre que circunda a tuba uterina. La- principais sustentações do útero que
teralmente, o peritônio do ligamento o mantêm nessa posição são passi-
largo é prolongado superiormente so- vas e ativas ou dinâmicas. A susten-
bre os vasos como o ligamento sus- tação dinâmica do útero é propi-
pensor do ovário. Entre as lâminas ciada pelo diafragma da pelve. Seu
do ligamento largo de cada lado do tônus nas posições sentada e de pé e
útero, o ligamento útero-ovárico si- a contração ativa durante períodos de
tua-se posterossuperiormente e o li- aumento da pressão intra-abdominal
gamento redondo do útero situa-se (espirro, tosse etc.) são transmitidos
anteroinferiormente. A tuba uterina através dos órgãos pélvicos adjacen-
situa-se na margem livre anterossu- tes e da fáscia endopélvica que o cer-
perior do ligamento largo, dentro de cam. A sustentação passiva do úte-
um pequeno mesentério denominado ro é proporcionada por sua posição
mesossalpinge. Do mesmo modo, o – o modo como o útero normalmente
ovário situa-se dentro de um peque- antevertido e antefletido fica apoia-
no mesentério denominado mesová- do sobre o topo da bexiga urinária.
rio na face posterior do ligamento lar- Quando a pressão intra-abdominal
go. A parte maior do ligamento largo, aumenta, o útero é pressionado con-
inferior ao mesossalpinge e ao me- tra a bexiga urinária. O colo do útero
sovário, que serve como mesentério é a parte menos móvel do órgão em
para o próprio útero, é o mesométrio. razão da sustentação passiva propor-
cionada por condensações de fáscia
parietal da pelve (ligamentos) fixadas
a ele, que também contém músculo
liso.
• Ligamentos transversos do colo
estendem-se da porção suprava-
ginal do colo e das partes laterais
do fórnice da vagina até as pare-
des laterais da pelve.
• Ligamentos retouterinos seguem
superiormente e um pouco poste-
roinferiormente das laterais do colo
do útero até o meio do sacro; são
palpáveis ao toque retal.
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 16
Tuba uterina
Ligamento suspensor
(de Falópio) Ureter
do ovário
Ovário
Ligamento e prega
retouterina
Ligamento útero-ovário
(próprio do ovário) Escavação
vesicouterina
Corpo do útero
Ligamento Escavação retouterina
redondo do útero ( fundo-de-saco de
Douglas)
Fundo do útero
Colo do útero
Bexiga urinária
Reto
Sínfise púbica
Ânus
Figura 10. Corte sagital do aparelho genital feminino. Fonte: Netter interativo
SAIBA MAIS!
Disposição do útero e prolapso uterino
Quando há aumento da pressão intra-abdominal, o útero normalmente antever-
tido e antefletido é pressionado contra a bexiga urinária. Entretanto, o útero pode
assumir outras posições, inclusive a anteflexão excessiva, anteflexão com retroversão e re-
troflexão com retroversão. Em vez de pressionar o útero contra a bexiga urinária, o aumento
da pressão intra-abdominal tende a empurrar o útero retrovertido, massa sólida em posição
vertical sobre a vagina (um tubo oco e flexível), para o interior ou mesmo através da vagina.
O útero retrovertido não sofre obrigatoriamente prolapso, mas há maior tendência a isso. A
situação é exacerbada quando existe ruptura do corpo do períneo ou atrofia (“relaxamento”)
dos ligamentos e músculos do assoalho pélvico.
Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. PÁG 477
Vagina A vagina:
A vagina, um tubo musculomembra- • Serve como canal para o líquido
náceo distensível (7 a 9 cm de com- menstrual;
primento), estende-se do meio do
• Forma a parte inferior do canal de
colo do útero até o óstio da vagina,
parto;
a abertura na sua extremidade infe-
rior. O óstio da vagina, o óstio exter- • Recebe o pênis e o ejaculado du-
no da uretra e os ductos da glândula rante a relação sexual;
vestibular maior e as glândulas ves- • Comunica-se superiormente com
tibulares menores abrem-se no ves- o canal do colo do útero e inferior-
tíbulo da vagina, a fenda entre os mente com o vestíbulo da vagina.
lábios menores do pudendo. A parte
vaginal do colo do útero está locali-
zada anteriormente na parte superior
da vagina.
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 18
Fáscia uterovaginal
Ligamento transverso do
colo (cardinal) (de
Colo do útero Mackenrodt)
Artéria vaginal
Ramo inferior do
púbis Ramo do clítoris
Vagina
Bexiga
urinária Reto
Cóccix
M. pubococcígeo
M. puborretal
M. pubococcígeo
M. Esfíncter Corpo de períneo
externo M. Esfíncter uretrovaginal
da uretra
M.M.
bulboesponjoso
bulboesponjoso M. Compressor da uretra
Figura 12. Musculatura da região pélvica. Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. PÁG 471
A. e V. Ligamento
ováricas Útero útero-ovárico
Ampola da tuba
uterina
Ramos tubários
Ramos ováricos
Infundíbulo da tuba uterina
Fímbrias Margem
seccionada do
Ovário
peritônio
Ureter
Plexo e V. uterinos
A. Ilíaca interna
A. uterina
A. e V. vaginais Ramo ascendente da A. uterina
Ramo vaginal da A. uterina
Figura 13. Vascularização da vagina e do útero. Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. PÁG
466
Glande do clítoris
Frênulo do clítoris
Lábio menor do
pudendo
Os lábios maiores situam-se nas la- os lábios menores formam duas lâ-
terais de uma depressão central (uma minas. As lâminas mediais de cada
fenda estreita quando as coxas são lado se unem e formam o frênulo do
aduzidas, a rima do pudendo, no in- clitóris. As lâminas laterais unem-se
terior da qual estão os lábios menores anteriormente à glande do clitóris (ou
do pudendo e o vestíbulo da vagina. muitas vezes anterior e inferiormen-
As faces externas dos lábios maio- te, assim superpondo-se à glande e
res na mulher adulta são cobertas encobrindo-a), e formam o prepúcio
por pele pigmentada contendo mui- do clitóris. Nas mulheres jovens, so-
tas glândulas sebáceas e por pelos bretudo as virgens, os lábios menores
pubianos encrespados. As faces in- estão unidos posteriormente por uma
ternas dos lábios são lisas, rosadas e pequena prega transversal, o frênu-
não têm pelos. lo dos lábios do pudendo. Embora a
Os lábios maiores do pudendo são face interna de cada lábio menor seja
mais espessos anteriormente, onde formada por pele fina e úmida, tem
se unem para formar a comissura an- a cor rosa típica da túnica mucosa e
terior. Posteriormente, em mulheres contém muitas glândulas sebáceas e
nulíparas (que nunca tiveram filhos), terminações nervosas sensitivas.
fundem-se para formar uma crista, a
comissura posterior, que está situ- Clítoris
ada sobre o corpo do períneo e é o
limite posterior da vulva. Essa comis- O clítoris, ou clitóris, é um órgão erétil
sura geralmente desaparece após o localizado no ponto de encontro dos
primeiro parto vaginal. lábios menores do pudendo ante-
riormente. O clitóris consiste em uma
raiz e um pequeno corpo cilíndrico,
Lábios menores do pudendo formados por dois ramos, dois corpos
Os lábios menores do pudendo são cavernosos e a glande do clitóris. Os
pregas arredondadas de pele sem ramos fixam-se aos ramos inferiores
pelos e sem tecido adiposo. Estão do púbis e à membrana do períneo,
situados na rima do pudendo, circun- profundamente aos lábios do puden-
dam imediatamente e fecham o ves- do. O corpo do clitóris é coberto pelo
tíbulo da vagina, no qual se abrem os prepúcio. Juntos, o corpo e a glan-
óstios externo da uretra e da vagina. de do clitóris têm cerca de 2 cm de
Eles têm um núcleo de tecido conjun- comprimento e < 1 cm de diâmetro.
tivo esponjoso contendo tecido eré- Ao contrário do pênis, o clitóris não
til em sua base e muitos pequenos tem relação funcional com a uretra ou
vasos sanguíneos. Anteriormente, a micção. Atua apenas como órgão
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 24
Sínfise púbica
Ângulo
Corpo
Do clítoris
Glande
Ramo
Ramo isquiopúbico
Vista anterior
Figura 16. Estrutura do clítoris. Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. PÁG 519
M. bulboesponjoso
M. isquiocavernoso
N. Dorsal do clitóris
Membrana do períneo
Ramo perineal do N. cutâneo
femoral posterior
N. Perineal profundo
N. Perineal superficial
M. Transverso superficial do períneo
N. Dorsal do clitóris
N. Perineal
N. Pudendo
N. Anal inferior
N. (Nn.) clúnio(s) inferior(es)
M. Glúteo máximo
M. Esfíncter externo do ânus
Figura 17. Inervação do pudendo feminino. Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. PÁG 520
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 27
Figura 18. Drenagem linfática do períneo feminino. Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed.
PÁG 521
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 28
GLÂNDULAS
VESTIBULARES (de Bartholin)
Suspensor do ovário Próprio do ovário Mesovário ANEXAS
Mapas Mentais da Medicina / Bruno Bastos Godoi, João Henrique Fonseca do Nascimento, autoria e coordenação. Salvador: SANAR, 2019. Pág 72 – 73.
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 29
Cabeça do
epidídimo
Ducto
deferente
Dúctulos
eferentes do
testículo
Corpo do
epidídimo
Cauda do
epidídimo
Ureter
Bexiga
Ducto
deferente
Ampola do
ducto
deferente Glândula
(vesícula)
seminal
Próstata
Início do ducto
ejaculatório
Glândulas
bulbouretrais
Artéria vesical
Artéria vesical superior
superior
Artéria umbilical
(parte oclusa) Ducto deferente e sua
artéria
Plexo venoso
Artéria retal
vesical
média
(retropúbico)
Artéria vesical
inferior
Artéria
testicular Plexo venoso
prostático
Figura 22. Corte sagital do
Plexo Artéria do ducto aparelho reprodutor mascu-
pampiniforme deferente lino. Fonte: Netter interativo
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 32
Próstata
A próstata (com aproximada-
mente 3 cm de comprimento,
4 cm de largura e 2 cm de profundi-
dade anteroposterior [AP]) é a maior • Uma base intimamente relaciona-
glândula acessória do sistema genital da ao colo da bexiga;
masculino. A próstata de consistên- • Um ápice que está em contato com
cia firme, do tamanho de uma noz, a fáscia na face superior dos mús-
circunda a parte prostática da ure- culos esfíncter da uretra e trans-
tra. A parte glandular representa cer- verso profundo do períneo;
ca de dois terços da próstata; o outro
• Uma face anterior muscular, cuja
terço é fibromuscular.
maioria das fibras musculares é
A cápsula fibrosa da próstata é transversal e forma um hemies-
densa e neurovascular, incorporando fíncter vertical, semelhante a uma
os plexos prostáticos de veias e ner- depressão (rabdoesfíncter), que é
vos. Tudo isso é circundado pela fás- parte do músculo esfíncter da ure-
cia visceral da pelve, que forma uma tra. A face anterior é separada da
bainha prostática fibrosa que é fina sínfise púbica pela gordura retro-
anteriormente, contínua anterolate- peritoneal no espaço retropúbico;
ralmente com os ligamentos pubo-
prostáticos, e densa posteriormente • Uma face posterior relacionada
onde se funde ao septo retovesical. com a ampola do reto;
A próstata tem: • Faces inferolaterais relacionadas
com o músculo levantador do ânus.
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 34
Corpo da bexiga
Peritônio
Fundo da bexiga
Prega interuretérica
Ducto deferente
Ostio do ureter direito
Trígono da bexiga
Figura 25. Corte anatômico transversal da próstata (esquerda) no nível da linha vermelha no corte mediano (direita).
Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. PÁG 461
Glândulas bulbouretrais
As duas glândulas bulbouretrais
(glândulas de Cowper), do tama-
nho de uma ervilha cada, situam-se
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 37
Linfonodos pré-aórticos
A. Testicular direita
Vasos linfáticos
Linfonodos lombares (cavais\aórticos)
Plexo lombar
A. Ilíaca interna
FORMAÇÃO DO ESPERMA
Espermatozoides
Glândulas Próstata secreta Glândulas
produzidos nos
seminais liberam líquido que neutraliza bulbouretrais liberam
testículos e
líquido rico em acidez da uretra e das secreção durante a
armazenados
frutose secreções vaginais excitação sexual
no epidídimo
Dorso do
pênis
Pelos pubianos
que cobrem o
local da sínfise
púbica
Face uretral
Raiz do
pênis
Dorso do A. e N.
pênis dorsais
V. Superficial
dorsal Pele
Corpo Profunda
do pênis Septo do
Coroa da A. pênis
glande profunda Tecido
Escroto Corpos areolar
cavernosos frouxo
Glande
do pênis Parte Fáscia
esponjosa profunda
Óstio
da uretra
externo Corpo Túnica
da uretra esponjoso albugínea
Figura 31. Estrutura interna do pênis. Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. PÁG 507
SAIBA MAIS!
Disfunção erétil
A incapacidade de obter uma ereção pode ter várias causas. Quando uma lesão
do plexo prostático ou dos nervos cavernosos acarreta a incapacidade de atingir
uma ereção, uma prótese peniana semirrígida ou inflável, implantada cirurgica-
mente, pode assumir o papel dos corpos eréteis, garantindo a rigidez necessá-
ria para introduzir e movimentar o pênis na vagina durante a relação sexual. Pode ocorrer
várias outras causas. O sistema nervoso central (hipo-talâmico) e os distúrbios endócrinos
(hipofisários ou testiculares) podem causar redução da secreção de testosterona (hormônio
masculino). As fibras nervosas podem não estimular os tecidos eréteis ou a sensibilidade dos
vasos sanguíneos à estimulação autonômica pode ser insuficiente. Em muitos desses casos,
a ereção pode ser alcançada com o auxílio de medicamentos orais ou injeções que aumentam
o fluxo sanguíneo para os sinusoides cavernosos mediante relaxamento do músculo liso.
Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. PÁG 516
Figura 33. IDrenagem linfática do períneo masculino. Fonte: MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed.
PÁG 511
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 49
Armazena
Parte epidídima espermatozoides Corpo esponjoso
Base Raiz
ÓRGÃOS INTERNOS
Formada por Próstata Pênis Formado por
Ducto ejaculatório
GLÂNDULAS ÓRGÃOS GENITAIS
ANEXAS EXTERNOS
Ducto seminal +
ducto deferente
Glândula seminal Escroto Septo escrotal (interno)
Produz líquido nutritivo
GÔNADAS
Rafe escrotal
Abertura do ducto parte
esponjosa da uretra
Túnica dartos
Produz líquido pré- Testículos
Glândula bulbouretral
ejaculatório
Músculo liso
Inferior à próstata Contém Camadas Controle da
temperatura para
Ductos eferentes Túnica dartos Túnica albugínea espermatogênese
Mapas Mentais da Medicina / Bruno Bastos Godoi, João Henrique Fonseca do Nascimento, autoria e coordenação. Salvador: SANAR, 2019. Pág 74 – 75.
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 50
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
GARTNER, et al. Tratado de Histologia em Cores. 3 ed.
MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2014.
MOORE, Keith L; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, Mark G. Embriologia clínica. 9. ed. Rio de
Janeiro, RJ: Elsevier. 2013.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana: 6. Ed. Philadelphia: Elsevier, 2014.
MARTINS, Mílton de Arruda, et al. (Ed.). Clínica médica, volume 1.
STANDRING, S. Grayʾs Anatomia. A base anatômica da prática clínica. 40a Ed. Elsevier Edi-
tora Ltda: Rio de Janeiro: 2010.
Olaf Hiort, MD. Desenvolvimento sexual normal. UpToDate. 2020. Disponível em: < https://
[Link]/contents/normal-sex-development?search=anatomia%20feminina&-
topicRef=5417&source=related_link >. Acesso em: 05 de maio de 2020.
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR 51