CORPO DE BOMBEIROS MILITAR
DIRETORIA DE ENSINO E INSTRUÇÃO
CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE PRAÇAS
COMBATE A INCÊNDIO
GUIA DE ORIENTAÇÃO AO ALUNO
CFP 2023
1. APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
A disciplina de combate a incêndios será desenvolvida na modalidade presencial.
Na etapa presencial, o aluno deverá dispor de dedicação integral e exclusiva para realização
das atividades, prioritariamente práticas.
A rotina do curso será disposta em Quadro de Trabalho Semanal - QTS, podendo ocorrer
instruções noturnas, a critério dos instrutores.
2. EMENTA
Disciplina 04 Fundamentos e Técnicas de Combate a Incêndio
Modalidade Presencial
Objetivos • Compreender o comportamento do fogo e dos efeitos nocivos do fogo;
• Conhecer os mais variados tipos de incêndio, seus fundamentos e
princípios;
• Executar os procedimentos de combate a incêndio com os agentes
extintores;
• Conhecer e utilizar corretamente os equipamentos de proteção
individual e respiratória disponíveis no CBMRN, bem como compreender a
importância do seu uso;
• Executar as técnicas para combater o fogo e as formas de ataque;
• Executar as técnicas para salvar vidas em sinistros de incêndio;
• Executar os métodos de Bomba-Armar e sua utilização operacional;
• Atuar como componente de guarnição de combate a incêndio.
• Combustão;
• Transferência de calor;
• Processo de extinção do fogo;
• Dinâmica do incêndio;
• Tipos de incêndios;
• Comportamentos extremos do fogo;
• Flashover;
• Slop over
• Backdraft
• Bleve;
• Boilover;
• Técnicas de combate a incêndio;
• Equipamentos de proteção individual e de proteção respiratória para
Conteúdo combate a incêndio;
Programático • Equipamentos de combate a incêndio;
• Emprego de técnicas de combate a incêndios florestais;
• Acondicionamento e manuseio de mangueiras;
• Armação de mangueiras para o combate aos incêndios;
• Abertura e entrada em incêndio;
• Tipos de jatos;
• Combate a incêndio utilizando água;
• Combate a incêndio com o uso de espuma;
• Técnicas de abastecimento;
• Evacuação, busca e salvamento em local de incêndio;
• Ventilação tática.
Estratégia de • Aulas expositivas dialogadas com auxílio de recursos audiovisuais;
ensino • Estudos de caso;
• Realização de experimento com vela para demonstração de conceitos
da teoria do fogo;
• Demonstrações das técnicas conhecidas e estudadas;
• Exercícios práticos para fixação do conteúdo com situações-problema;
• Visitação de instalações industriais.
Avaliação da • Avaliação da participação efetiva do aluno nas práticas executadas no
local de instrução;
Aprendizagem
• Provas teóricas e/ou provas práticas para verificação de aprendizagem.
Bibliografia 1. BRASÍLIA. Manual básico de combate a incêndio. Brasília:
CBMDF, 2006.
2. SÃO PAULO. Manuais técnicos de bombeiros: combate a
incêndio. São Paulo: PMESP, 2006. (Coletânea de Manuais Técnicos de
Bombeiros).
3. Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. Manual de
Bombeiros Militar: Combate a incêndio urbano. (MABOM-CIURB) 1.ed.
Belo Horizonte: CBMMG, 2020.
4. Grimwood, Paul. Euro Firefighter: Global Firefighting Strategy
and Tactics, Command and Control and Firefighter Safety. 2008.
3. PLANO DE CURSO
Objetivo Geral:
Capacitar os futuros praças do Corpo de Bombeiros Militar com conhecimentos teóricos e
práticos necessários para identificar, prevenir e combater incêndios de forma eficaz e segura,
contribuindo para a preservação de vidas, propriedades e o meio ambiente.
Duração: 150 horas (sujeito a ajustes conforme necessidade)
Módulo 1: Introdução ao Combate a Incêndio
●Apresentação da disciplina
●Fundamentos e comportamento do fogo (cap 1, MABOM: itens 1, 2, 3, 4, 5, 7)
●Fundamentos e comportamento do fogo (cap 1, MABOM: itens 8, 9, 10 e 11)
●Mini simulador
●Cap 2: EPI e EPR (teoria)
●Cap 3: materiais e equipamentos
●Cap 5, CBMGO: suprimento de água
●Cap 4: manobras e montagem de estabelecimentos
●Cap 5: teoria de técnicas de combate/jatos/tipos de ataque
●Cap 9: ventilação tática
●Cap 10: veicular + POP CBMRN +POP CBMDF
●Cap 12: GLP + POP CBMRN
PROVA TEÓRICA: PELOTÕES JUNTOS
Módulo 2: Prática I
●Equipagem e desequipagem
●Testes com EPR
●Adaptação ao epi/EPR
●Circuito pista mayday + progressão no ambiente
●Comportamento da fumaça
●Uso de extintores
●Fases do incêndio
●Manobras com mangueiras (aduchamentos e fardos) e montagem de estabelecimentos
horizontais
●Prática de técnicas de combate/jatos/tipos de ataque
Módulo 3: Prática II
●Provas: equipagem EPI+ EPR; testes de EPR
●Manobras com mangueiras (aduchamentos e fardos) e montagem de estabelecimentos
verticais
●Uso do ventilador: ventilação tática
●Passagem de porta: técnica atualizada
●Queima de combustível
●Ventilação tática
●Técnicas de salvamento
Módulo 4: Prática III
●Passagem de porta: técnica atualizada
●Prova prática de salvamento de vítima
●Linha de LGE
●Prova prática de jatos
●Técnicas de incêndio veicular: aplicação prática do pop
●Técnicas de incêndio florestal (TEN Bari)
Módulo 5: Prática IV
●Operações de combate a incêndio: simulados de OC práticos - POP CBMRN
Avaliação prática final:
●Avaliação prática final - Ocorrência
●Apresentação: mini simulador
Observações:
Este manual é um guia geral e pode ser adaptado de acordo com as necessidades específicas
da instituição, os recursos disponíveis e as regulamentações vigentes. Além disso, a prática e a
vivência real em situações de combate a incêndios serão enfatizadas ao longo de todo o curso para
preparar adequadamente os futuros praças do Corpo de Bombeiros Militar.
4. ORAÇÃO DO COMBATE A INCÊNDIO
A oração do Combate a Incêndio deve ser de conhecimento de todos os alunos.
OH DEUS! DA-NOS A FORÇA,
A LUZ E A INTELIGÊNCIA,
PARA QUE POSSAMOS COMBATER
E SALVAR NOS INCÊNDIOS,
A FIM DE QUE NENHUMA VIDA SE PERCA
E QUE AS RIQUEZAS DO NOSSO POVO
SEJAM PROTEGIDAS.
TAMBÉM SENHOR,
QUE NOSSO EXEMPLO,
COMPROMISSO E VIBRAÇÃO
SEJAM LEMBRADOS
POR TODOS AQUELES
QUE TU NOS DERES
A GRAÇA DE SERVIR.
INCÊNDIO! SIGA-ME!
5. Rotina
A rotina do curso seguirá as normas previstas no Regulamento do CFAP e outros normativos
internos do CFAP-DEI, devidamente publicados em BG.
6. Horários
O turno deverá apresentar-se pontualmente nos locais e horários previstos de instrução,
conforme determinação dos instrutores.
O cerimonial de início de instrução será realizado no horário estabelecido para início da
instrução, com uniforme estabelecido pelos instrutores e em conformidade com a diretriz de
apresentação do combate a incêndio.
Conforme os planos de aula e QTS, será disponibilizado tempo de intervalo, a depender da
instrução do dia.
O cerimonial de encerramento acontecerá ao término da instrução. Após o cerimonial de
encerramento diário, o curso poderá ser dispensado da instrução, estando à disposição do Corpo
de Alunos.
Os alunos que em momentos de instrução presencial tenham sido observados
negativamente ou estiverem abaixo dos índices mínimos previstos para as provas do curso
poderão ser designados ao cumprimento de treinamento extra-curricular conforme determinado
pelos instrutores.
Eventualmente poderá ser realizada instrução em período noturno ou em final de semana, a
critério dos instrutores, em consonância com a Divisão de Ensino - DE - CFAP.
7. Apresentação individual
No cerimonial de início de instrução será realizada a revista ao turno.
O aluno, salvo determinação expressa dos instrutores, deverá apresentar-se diariamente
com o EPI preparatório (descrito mais a frente) em condições, ou seja, limpo e passado.
Para o corpo masculino, será exigido o padrão de corte de cabelo vigente no regulamento do
CFAP. Para o corpo feminino, o padrão será a utilização de trança para cabelos médios e longos.
Os EPIs, materiais e equipamentos utilizados na instrução deverão estar dispostos, sempre,
em um padrão determinado pelos instrutores e cabe ao Aluno de Dia e Aluno Logística a
fiscalização do turno.
8. Cerimonial de início da instrução e término da instrução
Para o início da instrução, o Aluno de Dia, portando o machado e flâmula da disciplina,
deverá colocar o turno em forma em local predeterminado pelos instrutores. A apresentação do
turno deve ocorrer no horário determinado, Atrasos serão contabilizados a critério dos instrutores
em momento oportuno.
Após a apresentação, será feita a revista ao turno.
Para desenvolver habilidade motora, profissional e de autocontrole, poderão ser realizados
testes de equipagem e prontidão, a critério dos instrutores.
Ao término da instrução, o Aluno de Dia deverá colocar o turno em forma e apresentá-lo aos
instrutores.
Serão cobradas, então, à critério dos instrutores, atividades de enriquecimento
técnico-operacional, tais quais, exercícios técnicos, equipagem, manutenção e troca de cilindros no
EPRA, etc.
Caso haja necessidade, os instrutores irão passar as orientações ou missões ao turno. Logo
depois será realizada a oração e grito de guerra para a dispensa dos alunos.
9. Avaliações e medidas de aprendizagem
●FO-
●Estudo obrigatório
●Testes de vivacidade e equipagem
10. Quanto às avaliações de desempenho escolar
Para a realização do curso, os tipos de instrumentos e verificações utilizados nas avaliações
constarão no Plano de Curso, de acordo com os normativos vigentes da corporação.
As avaliações do conhecimento sobre o conteúdo ministrado presencialmente serão por
meio de provas presenciais, podendo ser individuais, em dupla ou em guarnição.
As avaliações práticas deverão verificar o desempenho integral do aluno na realização das
atividades, observando as habilidades adquiridas durante os treinamentos profissionais, sendo
elas:
●Habilidade profissional - deve-se observar a execução correta das técnicas e o manuseio
correto dos equipamentos;
●Habilidade motora - devem-se verificar os aspectos de coordenação, equilíbrio, agilidade,
força e resistência utilizando o fator “tempo máximo estipulado” e as atividades específicas, de
acordo com as tradições do curso, os regulamentos das provas e os parâmetros de tempo de
execução dos instrutores;
●Habilidade de autocontrole - nesta habilidade, deve-se observar o conhecimento de si,
autoconfiança e preparo emocional para enfrentamento de situações de stress, gerados pelo calor,
fogo, ruídos de queima e queda de objetos, fumaça, escuridão, gritos de vítimas, dentre outros.
11. Avaliação conceitual
É a avaliação dos atributos da área psicológica, disciplinar e comprometimento dos alunos
com o processo de ensino-aprendizagem e será dividida em tipos e instrumentos de Avaliação
Conceitual:
A avaliação conceitual vertical positiva ou negativa é aplicada por membros do corpo
docente, direção e coordenação. Tem a finalidade de detectar comportamentos incompatíveis com
o perfil desejado ao combatente de combate a incêndio urbano, necessitando não somente de
habilidades que visam o aspecto, motor, técnico e de autoconhecimento, mas também aptidão
para o tipo de atividade e habilidades da área de relacionamento interpessoal.
É responsabilidade dos instrutores aplicar avaliação negativa, sempre que observar fato
negativo tais quais:
●Na rotina diária:
a. Atrasar-se para as atividades dos cerimoniais e instruções no início, durante ou no
final do expediente, de acordo com as orientações da coordenação;
b. Deixar de realizar quaisquer atribuições como aluno de dia;
c. Ausentar-se de qualquer atividade sem permissão do instrutor ou membro da
coordenação e sem motivo justificado;
●Nas instruções:
a. Ser chamado a atenção pelo instrutor por desinteresse;
b. Deixar de apresentar ou enviar ao instrutor no prazo previsto quaisquer trabalhos
preparatórios de sua disciplina;
c. Esquecer equipamento em local da instrução;
d. Perder equipamento que esteja sob sua responsabilidade;
e. Não portar o EPI ou equipamento operacional adequado à aula que será ministrada,
mesmo após ter recebido orientação da coordenação ou dos instrutores;
●Nas relações interpessoais e trabalhos coletivos da turma:
a. Mostrar-se dividido ou apático nas decisões coletivas perante os instrutores e
coordenação;
b. Formar subgrupos dentro da turma causando desarmonia pela perda do sentido de
grupo, que deve ser pautado pela coesão e união;
c. Demonstrar falta de cooperação quando da desmobilização nas atividades práticas;
d. Prejudicar a avaliação ou treinamento dos demais alunos, quando em atividade em
grupo, por falta de comprometimento com a atividade;
e. Promover intrigas entre os alunos, coordenação ou instrutores;
f. Demonstrar rotineiramente comportamento violento, antiético;
g. Não se expressar de forma respeitosa ao se comunicar com colegas de turma ou
coordenação;
●Nas atividades desenvolvidas pela coordenação do curso:
a. Deixar de entregar ou responder qualquer documento ou outros dados requeridos no
prazo estipulado;
b. Deixar de realizar as avaliações por meio da plataforma online, conforme orientação
da coordenação;
c. Deixar de cumprir quaisquer determinações da coordenação para o bom andamento
do curso.
Além dos itens relacionados acima, os alunos podem receber avaliação conceitual negativa
que identificam a não aptidão para o serviço de combatente de incêndio urbano:
I. Danificar equipamento, causar acidente a si ou a outros, mesmo após receber
instruções e realizar treinamentos, por imperícia, imprudência ou negligência verificado após
procedimento apuratório;
II. Não atender às orientações dos instrutores e/ ou monitores durante as instruções, ou
descumprir quaisquer ordens ferindo os princípios da disciplina ou da segurança, inerentes à
atividade que estiver sendo realizada, colocando-se em perigo ou a outrem;
III. Realizar técnicas ou táticas em instruções ou simulacros em total desacordo à
situação dada e ao que foi ministrado durante o curso, ocasionando situações inseguras e
necessitando da intervenção dos instrutores;
IV. Utilizar materiais potencialmente perigosos de forma negligente ou imprudente após
ter sido ensinado a correta utilização;
V. Deixar de realizar alguma atividade durante o treinamento operacional, sem motivo
justificado;
VI. Entrar em pânico durante os treinamentos, ocasionando a qualquer retirada do
equipamento antes do término da atividade, o abandono do equipamento ou da canga;
VII. Perder o controle emocional durante os treinamentos, necessitando ser retirado do
local com apoio dos instrutores ou monitores;
VIII. Parar para descansar no meio de um treinamento para o qual não é permitido
descanso, mesmo após advertência do instrutor/monitor.
São atribuições do Aluno de Dia, na disciplina de Combate à Incêndio:
I. Providenciar para que a turma esteja no local de instrução, visita técnica ou palestra
no horário previsto com uniforme e Equipamento de Proteção Individual - EPI adequado e
apresentá-la ao instrutor;
II. Conduzir em forma e com celeridade os alunos, entoando, com entusiasmo, canções
das Tradições Bombeiro Militar com temas profissionais, educativos ou de nossa cultura quando
dos deslocamentos internos e externos;
III. Manter a disciplina em ambientes de instrução na ausência do Professor ou Instrutor;
VI. Encarregar-se pelo asseio, conservação dos ambientes de aula e do material existente
na instrução, comunicando qualquer alteração observada;
VII. Comandar “Atenção” à turma ao adentrar em sala de aula professor, instrutor, diretor,
coordenador ou militar mais antigo ao aluno mais antigo presente em sala de aula;
VIII. Coibir alvoroços e prezar pelo respeito e tolerância às diferenças, conforme os
princípios morais e de camaradagem;
IX. Desligar aparelhos elétricos, apagar as luzes e trancar a porta ao final das instruções
em sala de aula;
X. Informar imediatamente após a chegada do instrutor as alterações disciplinares que
estejam interferindo no seu serviço, inicialmente de modo verbal e posteriormente, por escrito à
coordenação do curso;
XI. Providenciar, de acordo com a orientação do instrutor, os recursos a serem utilizados
na aula, observando o perfeito funcionamento dos equipamentos e o transporte para o local
estipulado;
XII. Manter o padrão de organização da turma nas instruções práticas, conforme
orientação da coordenação ou do instrutor;
XIII. Cumprir outras orientações e ordens oriundas da coordenação e dos instrutores.
8. Cangas
O canga tem o dever de zelar, auxiliar, incentivar, orientar e corrigir seu par, sendo também
responsável pelos erros e acertos deste. As cangas serão formadas conforme critério estabelecido
pela coordenação. A critério do instrutor, outras frações poderão ser montadas para instruções
específicas.
9. Uniformes e EPI´S
Os uniformes e EPIs utilizados no curso serão os relacionados abaixo:
EPI Preparatório: Camisa manga curta vermelha, short TFM, short térmico, meião e tênis
preto.
EPI 1: Bicho-forme ou correspondente com camisa manga curta vermelha, luva de incêndio e
capacete de incêndio.
EPI 2: Camisa manga curta vermelha, short TFM, short térmico preto, meião, calça de
aproximação, bota de incêndio, luva de incêndio e capacete de incêndio.
EPI 3: Camisa manga curta vermelha, short TFM, short térmico preto, meião, calça e capa de
aproximação, bota de incêndio, luva de incêndio, balaclava e capacete de incêndio.
EPI 4: EPI e EPR completos (A máscara panorâmica salvo determinação contrária, será
disposta de forma padronizada ao turno acondicionada em seu equipamento) (A balaclava deverá
ser mantida em um dos bolsos do EPI em instruções em que o uso da máscara panorâmica não for
necessário).
Os EPIs de CIU deverão ser identificados conforme um modelo padrão indicado pelas
imagens contidas no Anexo A: Padronização da numérica nos EPIs: Roupa de aproximação, luva de
incêndio, bota de incêndio e balaclava.
Obs: À critério da coordenação e conforme o teor da instrução, o aluno deverá apresentar-se
com outro uniforme utilizado pela corporação.
14. Disposições finais
Os alunos serão informados sobre qualquer e toda solicitação formalmente via sistema ou
formatura.
Outras orientações ou comunicados importantes podem ser disponibilizados na plataforma
online ou outra ferramenta de comunicação acordada entre o turno e a instrutores.
Anexo A: Padronização da numérica nos EPIs: Roupa de aproximação, luva de incêndio, bota
de incêndio e balaclava.