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Herbicida XEQUE MATE SG: Composição e Uso

XEQUE MATE SG é um herbicida sistêmico e seletivo, contendo 79,25% de glifosato, registrado no MAPA sob o nº 10023. O produto é destinado ao controle de plantas daninhas em diversas culturas, com instruções específicas de aplicação e dosagem. A classificação toxicológica é categoria 5, sendo considerado improvável de causar dano agudo, mas perigoso ao meio ambiente.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Herbicida XEQUE MATE SG: Composição e Uso

XEQUE MATE SG é um herbicida sistêmico e seletivo, contendo 79,25% de glifosato, registrado no MAPA sob o nº 10023. O produto é destinado ao controle de plantas daninhas em diversas culturas, com instruções específicas de aplicação e dosagem. A classificação toxicológica é categoria 5, sendo considerado improvável de causar dano agudo, mas perigoso ao meio ambiente.
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06/02/2024

XEQUE MATE SG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 10023

COMPOSIÇÃO:
Ammonium N-[(hydroxyphosphinato)methyl]glycine (GLIFOSATO, SAL DE AMÔNIO) ............................792,5 g/Kg (79,25% m/m)
Equivalente ácido de GLIFOSATO ............................................................................................................ 720,0 g/Kg (72,00% m/m)
Outros ingredientes .................................................................................................................................... 207,5 g/Kg (20,75% m/m)

GRUPO G HERBICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: HERBICIDA SELETIVO CONDICIONAL DE AÇÃO SISTÊMICA
GRUPO QUÍMICO: Glifosato: GLICINA SUBSTITUÍDA
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulo Solúvel em Água (SG)

TITULAR DO REGISTRO (*):


FUHUA BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Endereço: Rua Verbo Divino, 2001 – torre B – 4º andar - conj. 403 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP – CEP: 04719-002 -
Fone/ Fax: (11) 5183-3270 – CNPJ: 25.127.323/0001-71 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 1320 – CDA/SP
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)

IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO:


IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUIMICAS
Avenida Liberdade, 1701 - Bloco B – Bairro Cajuru do Sul – Sorocaba/SP – CEP: 18087-170 – CNPJ: 61.142.550/0001-30 _ Registro
estadual: 8 -CDA/SP

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


GLIFOSATO TÉCNICO FT – Registro MAPA nº 33518
 SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD.
Endereço: Qiaogou Town, Wutongqiao District, 614800, Leshan, Sichuan, China.
GLYPHOSATE TÉCNICO FUHUA – Registro MAPA nº 29218
 SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD.
Endereço: Qiaogou Town, Wutongqiao District, 614800, Leshan, Sichuan, China.

FORMULADOR:
 SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD.
Endereço: Qiaogou Town, Wutongqiao District, 614800, Leshan, Sichuan, China.
 OURO FINO QUÍMICA S.A. Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, Lote 5 – Distrito Industrial III – CEP 38044-750 –
Uberaba/MG -CNPJ 09.100.671/0001-07 – Registro no órgão estadual n°8764 IMA/MG

MANIPULADOR:
 ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Fábrica 1
Endereço: Rua Alberto Guizo, nº 859 - Distrito Industrial João Narezzi - CEP 13347-402 – Indaiatuba/SP
CNPJ 50.025.469/0001-53 - Registro no órgão estadual nº 466/CDA/SP
 ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Fábrica 2
Endereço: Rua Bonifácio Rosso Ross, nº 260 - Bairro Cruz Alta - CEP 13348-790 – Indaiatuba/SP
CNPJ 50.025.469/0004-04 - Registro no órgão estadual: nº 1248/CDA/SP

No do lote ou partida :
Data de fabricação : VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento :

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO


CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE –
CLASSE III
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:


XEQUE MATE SG é um herbicida sistêmico, seletivo condicional (seletivo para algodão, milho e soja
geneticamente modificados com resistência ao glifosato, e não seletivo para outras culturas e variedades e
híbridos de algodão, milho e soja convencionais), para aplicação em pós-emergência das espécies
daninhas, nas seguintes situações:
 Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, citros,
maçã, nectarina, pera, pêssego, seringueira e uva.
 Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas) -
sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e
trigo.
 Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens,
soja e trigo.
 Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
 Aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e pós-emergência do algodão
geneticamente modificado tolerante ao glifosato, até a emissão da 4a folha da cultura.
 Aplicação em área total, pós-emergência das plantas daninhas e pós-emergência de milho e soja
geneticamente modificados, tolerantes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional.
 Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, nas culturas de eucalipto e pinus, visando a
eliminação de vegetação para implantação de espécies florestais (pré-plantio) e para limpeza de
entrelinhas após sua implantação (pós-emergência).

Cada quilo (kg) do XEQUE MATE SG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg
do equivalente ácido de glifosato.

Modo de ação:
XEQUE MATE SG atua na inibição da biossíntese de aminoácidos aromáticos (fenilalanina, tirosina e
triptofano), através da inibição da enzima EPSPs (5-enolpiruvinil shikimate-3-fosfato-sintase) na via do
shikimato, o primeiro sintoma observado após tratamento com glifosato é a inibição de crescimento, seguido
por clorose dos tecidos tratados e consequentemente morte das plantas daninhas. A eficiência do glifosato
começa a ser notada entre o 4º e 10º dia após a aplicação, atingindo o controle total entre o 14º ao 21º dia
após a aplicação.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO DE
APLICAÇÕES

CULTURAS: Ameixa, Banana, Cacau, Café, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Seringueira e
Uva
FOLHAS ESTREITAS EQUIPAMENTOS
DOSE DE APLICAÇÃO
Produto comercial E VOLUME DE
Nome Comum Nome Científico
(kg/ha) CALDA
(L/ha)
Aveia-voluntária Avena strigosa 1,00
Braquiarão Brachiaria brizantha 1,50 a 2,50
Capim-braquiária Brachiaria decumbens 2,50
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 0,50
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 1,00
Grama-seda Cynodon dactylon 2,50 a 3,50
Junquinho Cyperus ferax 2,00 a 2,50
Tiririca Cyperus rotundus 2,00 a 2,50
Capim-colchão Digitaria horizontalis 0,75 a 1,00
Capim-amargoso (2) Digitaria insularis 1,50
Capim-arroz Echinochloa crusgalli 1,00 a 1,50
Capim-pé-de-galinha (2) Eleusine indica 1,00
(2) Lolium multiflorum 2,50
Azevém-anual
Capim-colonião Panicum maximum 2,25
Capim-azedo Paspalum conjugatum 1,50 Equipamentos:
Grama-batatais Paspalum notatum 2,50 Terrestres em
Capim-da-guiné Paspalum paniculatum 1,00 jato-dirigido
Sorgo Sorghum bicolor 0,5 a 1,0
FOLHAS LARGAS DOSE
Produto comercial Volume de
Nome Comum Nome Científico (kg/ha) calda:
Terrestre:
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe 1,00 50 a 250
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum 1,00
Mentrasto Ageratum conyzoides 1,00
Apaga-fogo Alternanthera tenella 1,00
Caruru-roxo Amaranthus hybridus 1,00
Caruru-de-mancha ou Amaranthus viridis 1,00
Caruru
Picão-preto Bidens pilosa 0,75
Erva-de-santa-luzia Chamaesyce hirta 1,00
Erva-de-santa-maria Chenopodium 1,00
ambrosioides
Trapoeraba (1) Commelina benghalensis 3,0 a 3,5
2,0 + 1,0 a 1,5
Buva (2) Conyza bonariensis 0,50 a 1,50
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 1,00
Fazendeiro Galinsoga parviflora 0,50
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia 1,5 a 2,0
Corda-de-viola Ipomoea indivisa 2,00
Corda-de-viola Ipomoea nil 2,00
Guanxuma Malvastrum 1,00
coromandelianum
Beldroega Portulaca oleracea 1,00
Nabo ou Nabiça Raphanus raphanistrum 1,00
Nabo ou Nabiça Raphanus sativus 1,50
Poaia-branca Richardia brasiliensis 2,50
Maria-mole Senecio brasiliensis 1,00
Guanxuma Sida rhombifolia 1,00 a 1,50
Serralha Sonchus oleraceus 1,00
Erva-quente Spermacoce latifolia 2,00 a 3,00
Erva-de-touro Tridax procumbens 2,00
Ervilhaca Vicia sativa 2,00 a 3,00
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicar em jato dirigido sobre
as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução
herbicida atinja as partes das plantas úteis. Usar as doses menores para a fase inicial de
desenvolvimento das plantas daninhas e as maiores para a fase adulta ou perenizada.
(1) No controle da trapoeraba, recomenda-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30
dias nas doses de 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,0 kg p.c./ha a 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,5 kg p.c./ha.
Aplicação terrestre.
(2) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.

CULTURAS: Algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja, trigo e áreas de pousio
FOLHAS ESTREITAS EQUIPAMENTOS
DOSE
DE APLICAÇÃO
Produto comercial
E VOLUME DE
Nome Comum Nome Científico (kg/ha)
CALDA
(L/ha)
Aveia-voluntária Avena strigosa 1,00
Braquiarão Brachiaria brizantha 1,50 a 2,50
Capim-braquiária Brachiaria decumbens 2,50
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 0,50
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 1,00
Grama-seda Cynodon dactylon 2,50 a 3,50
Junquinho Cyperus ferax 2,00 a 2,50
Tiririca Cyperus rotundus 2,00 a 2,50
Capim-colchão Digitaria horizontalis 0,75 a 1,00
Capim-amargoso (2) Digitaria insularis 1,50
Capim-arroz Echinochloa crusgalli 1,00 a 1,50
Capim-pé-de-galinha (2) Eleusine indica 1,00
(2) Lolium multiflorum 2,50
Azevém-anual
Capim-colonião Panicum maximum 2,25
Capim-azedo Paspalum conjugatum 1,50
Grama-batatais Paspalum notatum 2,50
Capim-da-guiné Paspalum paniculatum 1,00 Equipamentos:
Sorgo Sorghum bicolor 0,5 a 1,0 Terrestres e aéreos
FOLHAS LARGAS DOSE
Produto comercial
Nome Comum Nome Científico (kg/ha) Volume de calda:
Terrestre:
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe 1,00 50 a 250
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum 1,00
Mentrasto Ageratum conyzoides 1,00 Aérea:
Apaga-fogo Alternanthera tenella 1,00 20 a 40
Caruru-roxo Amaranthus hybridus 1,00
Caruru-de-mancha ou Amaranthus viridis 1,00
Caruru
Picão-preto Bidens pilosa 0,75
Erva-de-santa-luzia Chamaesyce hirta 1,00
Erva-de-santa-maria Chenopodium 1,00
ambrosioides
Trapoeraba (1) Commelina benghalensis 3,0 a 3,5
2,0 + 1,0 a 1,5
Buva (2) Conyza bonariensis 0,50 a 1,50
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 1,00
Fazendeiro Galinsoga parviflora 0,50
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia 1,5 a 2,0
Corda-de-viola Ipomoea indivisa 2,00
Corda-de-viola Ipomoea nil 2,00
Guanxuma Malvastrum 1,00
coromandelianum
Beldroega Portulaca oleracea 1,00
Nabo ou Nabiça Raphanus raphanistrum 1,00
Nabo ou Nabiça Raphanus sativus 1,50
Poaia-branca Richardia brasiliensis 2,50
Maria-mole Senecio brasiliensis 1,00
Guanxuma Sida rhombifolia 1,00 a 1,50
Serralha Sonchus oleraceus 1,00
Erva-quente Spermacoce latifolia 2,00 a 3,00
Erva-de-touro Tridax procumbens 2,00
Ervilhaca Vicia sativa 2,00 a 3,00
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicar em área total em pré-
plantio (Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas). Sistema de plantio direto.
Aplicar em área de pousio antecedendo o plantio da cultura. Usar as doses menores para a fase
inicial de desenvolvimento das plantas daninhas e as maiores para a fase adulta ou perenizada. O
controle das plantas daninhas indicadas no pré-plantio das culturas anuais é importante para o
adequado controle das mesmas após o plantio das culturas, de forma que estas se desenvolvam
livres de mato-competição. Aplicação: terrestre e aérea.
(1) No controle da trapoeraba, recomenda-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30
dias nas doses de 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,0 kg p.c./ha a 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,5 kg p.c./ha.
(2) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.

CULTURA: Soja geneticamente modificada, tolerante ao Glifosato


FOLHA ESTREITA EQUIPAMENTOS
DOSE
DE APLICAÇÃO
Produto comercial
E VOLUME DE
Nome Comum Nome Científico (kg/ha)
CALDA
(L/ha)
Equipamentos:
Terrestres e aéreos
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 0,50 a 0,75
Volume de calda:
Terrestre:
120
Capim-colchão Digitaria horizontalis 0,50 a 0,75
Aérea:
20 a 40
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicar em área total, em pós-
emergência da soja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou
convencional. Recomenda-se aplicar aos 25 dias após a emergência da cultura (estádio V3, com 3º
trifólio completamente expandido) e quando as plantas daninhas se encontram em estágio inicial de
desenvolvimento (até 2 perfilhos ou 10 cm). O estádio de desenvolvimento da cultura pode variar de
acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão.
É fundamental nessa operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa
cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do
produto. Aplicação: terrestre e aérea.
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
CULTURA: Algodão geneticamente modificado, tolerante ao Glifosato
FOLHA ESTREITA EQUIPAMENTOS
DOSE DE APLICAÇÃO
Produto comercial E VOLUME DE
Nome Comum Nome Científico
(kg/ha) CALDA
(L/ha)
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 0,50 a 1,00 Equipamentos:
Capim-pé-de-galinha (1) Eleusine indica 0,50 a 1,50 Terrestres e
FOLHA LARGA DOSE aéreos
Produto comercial
Nome Comum Nome Científico Volume de
(kg/ha)
Apaga-fogo Alternanthera tenella 0,50 a 1,00 calda:
Terrestre:
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis 0,50 a 1,00 50 a 250
Trapoeraba Commelina benghalensis 1,00 a 1,50
Aérea:
Corde-de-viola Ipomoea nil 1,00 a 1,50 20 a 40
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicar em área total, em pós-
emergência do algodão geneticamente modificado, tolerante ao glifosato. Estádio: Até a emissão da
4ª folha da cultura aos 15 dias após a emergência. Aplicação terrestre e aérea. O estádio de
desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da
variedade em questão. Aplicação terrestre e aérea.
(1) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.

CULTURA: Milho geneticamente modificado, tolerante ao Glifosato


FOLHA ESTREITA EQUIPAMENTOS
DOSE DE APLICAÇÃO
Produto comercial E VOLUME DE
Nome Comum Nome Científico
(kg/ha) CALDA
(L/ha)
Aveia-voluntária Avena strigosa 0,50 a 1,00
Capim-carrapicho (1) Cenchrus echinatus 1,00 a 1,50 + 1,00
Capim-pé-de-galinha (1) (2) Eleusine indica 0,50 a 1,50 + 1,00
FOLHA LARGA DOSE
Produto comercial Equipamentos:
Nome Comum Nome Científico Terrestres e
(kg/ha)
Apaga-fogo (1)
Alternanthera tenella 0,50 a 1,00 + 1,00 aéreos
(1)
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis 0,50 a 1,00 + 1,00
Picão-preto Bidens pilosa 0,50 a 1,00 Volume de
Corda-de-viola (1)
Ipomoea nil 0,50 a 1,00 + 1,00 calda:
Beldroega Portulaca oleracea 0,50 a 1,00 Terrestre:
Guanxuma Sida rhombifolia 0,50 a 1,00 50 a 250
(1)
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 0,50 a 1,50 + 1,00
Aérea:
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum 0,50 a 1,50
20 a 40
Corda-de-viola (1) Ipomoea purpurea 0,50 a 1,50 + 1,00
Nabiça Raphanus raphanistrum 0,50 a 1,50
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicar em área total em pós-
emergência de milho geneticamente modificado e das plantas daninhas. Em áreas de baixa a média
infestação recomenda-se uma aplicação única quando o milho estiver até no máximo com 5 folhas
verdadeiras (V5). Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas daninhas
recomenda-se realizar aplicação sequencial (duas aplicações), sendo a primeira aplicação com o
milho até 2 folhas verdadeiras (V2), e a segunda aplicação na dose de 1,0 Kg/ha, com intervalo de
aproximadamente 15 dias após a primeira aplicação. Aplicação: terrestre e aérea.
(1) Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas daninhas recomenda-se
realizar a segunda aplicação na dose de1,0 kg/ha, com intervalo de aproximadamente 15 dias após
a primeira aplicação.
(2) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Aplicação: Terrestre e Aérea.

CULTURA: Cana-de-açúcar
ALVOS DOSE EQUIPAMENTOS
Produto DE APLICAÇÃO
Tipo Nome Comum Nome Científico comercial E VOLUME DE
(kg/ha) CALDA
(L/ha)
Equipamentos:
Terrestres e
aéreos

Controle da Cana-de-açúcar Saccharum officinarum 2,50 a 3,00 Volume de


Soqueira calda:
Terrestre:
50 a 250

Aérea:
20 a 40
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicação em área total para
erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar. Esta aplicação deverá ser realizada quando
a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6
m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a
formação de colmos na soqueira. Aplicação: terrestre e Aérea.

CULTURAS: Eucalipto e pinus


PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA EQUIPAMENTOS
DOSE DE APLICAÇÃO
Produto comercial E VOLUME DE
Nome Comum Nome Científico
(kg/ha) CALDA
(L/ha)
Cevadilha Bromus catharticus 0,50
Capim-colchão Digitaria horizontalis 0,75 a 1,00
Capim-pé-de-galinha (1) Eleusine indica 1,00
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 1,00
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 0,50 Equipamentos:
FOLHA LARGA DOSE Terrestres e aéreos
(Produto comercial)
Nome Comum Nome Científico Volume de calda:
kg/ha
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum 1,00 Terrestre:
australe 50 a 250
Picão-preto Bidens pilosa 0,75
Fazendeiro Galinsoga parviflora 0,50 Aérea:
Guanxuma Malvastrum 1,00 20 a 40
coromandelianum
Serralha Sonchus oleraceus 1,00
Trevo Trifolium repens 2,50
Poaia-branca Richardia brasiliensis 2,50
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA EQUIPAMENTOS
DOSE DE APLICAÇÃO
Produto comercial E VOLUME DE
Nome Comum Nome Científico
(kg/ha) CALDA
(L/ha)
Capim-da-guiné Paspalum paniculatum 1,00 Equipamentos:
FOLHA LARGA DOSE Terrestres e aéreos
Produto comercial
Nome Comum Nome Científico Volume de calda:
(kg/ha)
Terrestre:
Guanxuma Sida rhombifolia 1,00 a 1,50 50 a 250

Erva-lanceta Solidago chilensis 1,50 Aérea:


20 a 40
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O XEQUE MATE SG, aplicado no período adequado, e
conforme a recomendação, controlará as plantas infestantes com uma única aplicação. Realizar 1
(uma) aplicação.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas. Aplicação: terrestre.
OU
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas
daninhas). Aplicação: terrestre e Aérea.
Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial
de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O controle das plantas
daninhas indicadas no pré-plantio das culturas anuais é importante para o adequado controle das
plantas daninhas após o plantio das culturas, de forma que estas se desenvolvam livres de mato-
competição. Aplicar XEQUE MATE SG quando as plantas infestantes estiverem em boas condições
de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de
água).
(1) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.

MODO DE APLICAÇÃO:
Recomendações Gerais:
• No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da
planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa.
• Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial
de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
• O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração.
Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação
dos botões florais.
• Aplicar XEQUE MATE SG quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento
vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
• XEQUE MATE SG não tem ação residual sobre sementes existentes no solo.
• XEQUE MATE SG, aplicado no período adequado e conforme a recomendação, controlará as plantas
daninhas com uma única aplicação.
• XEQUE MATE SG é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão, milho e soja
geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
• A eficiência do produto pode ser visualizada entre o 7º e 14° dia após a aplicação dependendo da planta
daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento.

Seletividade às Culturas:
• XEQUE MATE SG é um herbicida pós-emergente, não seletivo às culturas convencionais (não
geneticamente modificadas) quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas.
• A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja,
antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através
da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes.
• Para as culturas do algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, o XEQUE
MATE SG é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de
aplicação recomendados.
• Para as culturas do algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, o XEQUE
MATE SG é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de
aplicação recomendados.

Preparação da Calda:
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de
iniciar a operação.
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de forma que atinja a altura do
agitador (ou retorno).
No caso de pulverizador tratorizado ligue o sistema de agitação do tanque e adicione a quantidade
recomendada de produto ou no caso de pulverizador costal, agite a água manualmente.
Por se tratar de uma formulação de Grânulo Solúvel em Água (SG), o produto deve ser adicionado
lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante. Se for realizar uma pré dissolução, não
adicionar mais de 25 % do produto comercial no volume de água (25 kg de produto comercial para cada 100
litros de água).
Com o agitador ligado, complete o volume do tanque com água mantendo a mangueira, assim como o
sistema de retorno, submersos no líquido.
Mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização.
Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no
mesmo dia da preparação da calda.

Equipamentos Terrestres:
• Volume da calda de aplicação:
A aplicação pode ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas,
com pressão entre 20 a 40 Lb/pol2, utilizando-se um volume de água entre 50 a 250 L/ha.
Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar. Para aplicação com pulverizadores costais
manuais, verificar as doses por 100 L de água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha.
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato deve ser utilizado um volume de calda de
120 L/ha.
• Seleção de Pontas de Aplicação:
Para a aplicação do XEQUE MATE SG, recomendamos a utilização de pontas de pulverização com indução
de ar, que possibilitem a geração de gotas da classe grossa e muito grossa, minimizando assim o risco de
deriva. A seleção correta da ponta para aplicação de herbicidas é um dos parâmetros mais importantes para
se obter o resultado desejado na aplicação, evitando-se as perdas por deriva.
• Altura da Barra de Aplicação:
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas
poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos menores que 50,0 cm. Quanto menor a distância
entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação
pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de
controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo.
• Velocidade do Vento:
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h dependendo
da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva.
• Velocidade do Equipamento:
Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, observando o volume
de aplicação e a pressão de trabalho desejada. As aplicações efetuadas em velocidades mais baixas,
geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição do produto na área alvo e menor risco de deriva.
Não aplique com velocidades superiores a 25 km/h.
• Pressão de Trabalho:
A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho
de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar
sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da faixa de pressão recomendada,
considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a
menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva.
• Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma
a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota grossa a muito grossa, direcionando para o alvo
desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo
operador.

Equipamentos Aéreos:
Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves providas com barra e
pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob
orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais.
• Volume da calda de aplicação:
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 e 40 L/ha.
• Seleção de Pontas de Aplicação:
Para a aplicação do XEQUE MATE SG, recomendamos a utilização de pontas de pulverização que
possibilitem a geração das maiores gotas possíveis, no mínimo classe de gotas grossas.
• Altura de voo:
Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição adequada ao tipo
de aeronave empregada. O aumento da altura de voo eleva o risco potencial de deriva.
Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada
principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave.
• Inversão Térmica:
Não aplicar em condições de inversão térmica. Nas operações com aeronaves atender às normas da
Portaria 009 e às suas alterações no Decreto-Lei 86.765 do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos
da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas
práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas
certificadas para aplicação aérea.
Restrições da aplicação aérea:
Para o efeito de segurança operacional, a aplicação aeroagrícola fica restrita à área a ser tratada,
observando as seguintes regras:
 Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de
quinhentos metros de povoações, cidades, vilas, bairros, de mananciais de captação de água para
abastecimento de população; duzentos e cinquenta metros de mananciais de água, moradias isoladas e
agrupamentos de animais;
 Nas aplicações realizadas próximas às culturas suscetíveis, os danos serão de inteira responsabilidade
da empresa aplicadora;
 As aeronaves agrícolas, que contenham produtos químicos, ficam proibidas de sobrevoar as áreas
povoadas, moradias e os agrupamentos humanos, ressalvados os casos de controle de vetores,
observadas as normas legais pertinentes;
 No local da operação aeroagrícola será mantido, de forma legível, o endereço e os números de telefones
de hospitais e centros de informações toxicológicas;
 No local da operação aeroagrícola, onde é feita a manipulação de produtos químicos, deverá ser mantido
fácil acesso a extintor de incêndio, sabão, água para higiene pessoal e caixa contendo material de
primeiros socorros;
 É obrigatório ao piloto o uso de capacete, cinto de segurança e vestuário de proteção;
 A equipe de campo que trabalha em contato direto com agrotóxicos deverá obrigatoriamente usar os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários, fornecidos pelo empregador.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:


Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente
após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de
depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas
horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1) Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água
limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos
visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com
o respectivo produto.
2) Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com
o respectivo produto.
3) Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de
1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra
e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então
pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja
corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
4) Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
5) Repita o passo 3.
6) Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no
mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de
nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação
Estadual ou Municipal.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na
legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro da gota:


A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma
boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto
não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o
gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de
deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais
desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.

Controlando diâmetro de gotas – Técnicas gerais:


Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o maior volume de calda possível, considerando suas
necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro das gotas e
não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use
bico de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada, para a maioria dos bicos,
ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme,
reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve
permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial
de inversão) ou maior de 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de
equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada
velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.

Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento
para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem
o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do
solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura em
relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a
ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. No entanto, se não houver neblina,
as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte do solo.
A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há
indicação de um bom movimento vertical do ar.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas
superiores a 28°C e umidade relativa inferior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e
evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas,
considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor
evaporação

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Algodão (1)
Ameixa 17 dias
Arroz (2)
Banana 30 dias
Cacau 30 dias
Café 15 dias
Cana-de-açúcar (2)
Citros 30 dias
Eucalipto UNA
Maçã 15 dias
Milho (3)
Nectarina 30 dias
Pastagens (2)
Pera 15 dias
Pêssego 30 dias
Pinus UNA
Seringueira UNA
Soja (4)
Trigo (2)
Uva 17 dias
(1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência
das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente
modificado, que expressa tolerância ao glifosato é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das
plantas daninhas e da cultura.
(2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego;
(3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das
plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado,
que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas
infestantes e da cultura.
(4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das
plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada,
que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas
infestantes e da cultura.
UNA: Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Para as culturas de café, citros, pinus e eucalipto, respeitar o intervalo de reentrada de 23 dias com EPI
nível 1 e luvas, para atividades de 8h. No caso de atividades de 2 horas nas culturas de café, citrus, pinus
e eucalipto respeitar o intervalo de 1 dia, sem necessidade de uso de EPI.

LIMITAÇÕES DE USO:
 Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
 Evitar contato do produto com as culturas, pois trata-se de herbicida não seletivo. No caso de uso do
produto nas entrelinhas, a aplicação deve ser feita dirigida às plantas daninhas, com equipamentos que
evitem o contato com as folhas da cultura.
 Evitar aplicação sobre plantas daninhas sob "stress" provocado por seca e geada.
 Aplicar sobre plantas sem orvalho e com umidade relativa do ar acima de 50%, devendo evitar as horas
mais quentes do dia.
 Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas
úteis.
 XEQUE MATE SG não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.
 O herbicida XEQUE MATE SG é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de soja
geneticamente modificada, tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
 O herbicida XEQUE MATE SG não deve ser utilizado em pós-emergência de variedades de milho,
algodão e soja que não sejam geneticamente modificadas, tolerantes ao glifosato ou sobre outras
espécies úteis sensíveis.
 Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas
vizinhas, inclusive soja que não seja resistente ao herbicida XEQUE MATE SG.
 Armazenar e manusear apenas recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável.
 Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
 Sob chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência
do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas
e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento.
 Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão).
 Não aplicar XEQUE MATE SG com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas
condições pode diminuir a ação do produto (adsorção).
 Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação de XEQUE MATE SG.
 O produto não apresenta atividade herbicida quando aplicado diretamente ao solo, não apresentando,
portanto, ação sobre sementes existentes no solo e atividade residual para controle de plantas infestantes
ainda não emergidas. Caso ocorra nova emergência de plantas infestantes após a aplicação de XEQUE
MATE SG, poderá ser necessária a aplicação de outros herbicidas registrados para essas culturas,
principalmente no caso de culturas perenes.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição
aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s
específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no
descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:


Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,


RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:


O herbicida XEQUE MATE SG apresenta mecanismos de ação inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil
Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

GRUPO G HERBICIDA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: [Link]), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: [Link]),
Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: [Link]).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:


A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que
ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado
de plantas infestantes, sendo eles, o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou
cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:


ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:


• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara facial descartável (PFF); óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. Use dos EPIs recomendados nas atividades de mistura e
abastecimento dos equipamentos de aplicação quando fora do trator ou avião.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto, ou permitir que outras
pessoas também entrem contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas;
botas de borracha; máscara facial descartável (PFF); óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos,
botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Pode ser nocivo se ingerido


ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com a pele

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,


rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR XEQUE MATE SG-

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico Glifosato: Glicina substituída


Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Respiratória, oral, dérmica e pelas mucosas.
Toxicocinética Após a administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única em
ratos, 30 a 36% da dose foi absorvida e menos que 0,27% foi eliminada como
CO2. Em estudo de metabolismo em ratos, com administração via oral de
glifosato radiomarcado em dose única e em doses repetidas, 97,5% da dose
administrada foi excretada, de forma inalterada, através da urina e das fezes.
Em outro estudo em ratos, 99% do glifosato radiomarcado foi eliminado
inalterado pela urina e principalmente nas fezes após 120 horas de
administração. A via de eliminação biliar não é significativa. Glifosato
apresenta um grau muito baixo de biotransformação. O ácido aminometil
fosfônico (AMPA) foi o único metabólito encontrado na urina com 0,2 a 0,3%
e nas fezes com 0,2 a 0,4% da dose de glifosato radiomarcado administrada.
Menos de 1% da dose absorvida foi encontrada nos tecidos e órgãos,
principalmente nos tecidos ósseos. A alta solubilidade do glifosato em água
e baixa solubilidade em lipídios sugerem que ele não deva bioacumular e, de
fato, dados científicos comprovam este comportamento. Os estudos
demonstram que o glifosato é muito lentamente absorvido através da
membrana gastrintestinal e que há um mínimo de retenção nos tecidos e uma
rápida eliminação de resíduos em várias espécies animais. A não retenção e
rápida eliminação do glifosato indica que, mesmo no caso de exposição
repetida, o produto não é acumulado no corpo. O glifosato é metabolizado
principalmente em AMPA (ácido aminometilfosfônico) que aparece no plasma
cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são
excretados através da urina em até 7 dias.
Mecanismos de Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Testes de
toxicidade curto prazo mostram que o glifosato e suas formulações apresentam baixo
nível de toxicidade aguda. Os estudos toxicológicos crônicos (alimentação
em espécies roedoras e não roedoras durante 2 anos), não apresentam
efeitos adversos significativos.
Sintomas e sinais As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente
clínicos proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao
tempo de exposição ao tipo de formulação. Em casos de exposição:
• INGESTÃO: podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas
oral, esofágica, gástrica e, menos frequentemente, duodenal; disfagia,
epigastralgia, náusea/vômitos, cólicas, diarreia. Também são observadas
hematêmese e melena, assim como hepatite anictérica e pancreatite aguda;
hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática
detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X,
taquipneia, dispneia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não
cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por bronco-
aspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; acidose
metabólica e insuficiência renal nos mais seriamente intoxicados. As
alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e
morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão.
• CUTÂNEA: pode ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido,
vesículas, eczema).
• OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da
visão, conjuntivite e edema palpebral.
• RESPIRATÓRIA: pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos
casos de aspiração pode ocorrer pneumonite química.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão,
confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na
urina.
Tratamento O tratamento das intoxicações por Glifosato é basicamente sintomático e
deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que
visam limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe antídoto específico e,
por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não deve ser
administrada atropina como antídoto. Utilizar medicamentos de ação ampla,
que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o
Carvão Ativado (adsorção digestiva). Em caso de ingestão recente, proceder
à lavagem gástrica. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em
adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano,
diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de
água. Em caso de exposição por contato, realizar a higienização das áreas
do corpo do paciente atingidas dando atenção especial às regiões que
sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas,
umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório,
ocular e dermal podem ser requeridas.
Contraindicações Provocar vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 5183-3270
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:


Efeitos Agudos:
 DL50 oral em ratos: > 2000 mg/Kg p.c. (DL50 cut off = 5000 mg/Kg p.c.)
 DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg p.c.
 CL50 inalatória em ratos (4 hrs): Não determinada nas condições testadas
 Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O produto aplicado sob a pele de coelhos apresentou escore médio
de irritação dérmica em um intervalo de 24, 48 e 72 h de 0,00, 0,67, 0,67 para eritema e 0,00, 0,00, 0,00 para
edema, respectivamente. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal em até 72 horas.
 Corrosão/Irritação ocular em coelhos: O produto ocasionou vermelhidão conjuntival que retornou ao
normal em até 48 horas após a aplicação do produto. Não foram observados efeitos irritantes adicionais
relacionados ao produto.
 Sensibilização cutânea em cobaios: Não sensibilizante.
 Mutagenicidade: Não mutagênico (Teste de Ames e Micronúcleos)

Efeitos crônicos:
Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram
observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo
de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos
na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados
à administração do produto.
Um estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem
testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não
evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução
do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular
central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter
representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos
rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações
com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito
relacionado ao tratamento.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS


RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:

 Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

 Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza.


 Não utilize equipamento com vazamentos.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 Aplique somente as doses recomendadas.
 Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
 A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
 Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
 Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO


CONTRA ACIDENTES:
 Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
 O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
 O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
 Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
 Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
 Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
 Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
 Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


 Isole e sinalize a área contaminada.
 Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FUHUA BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS
QUÍMICOS LTDA. – Telefone de Emergência: (11) 5183-3270.
 Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
 Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a
empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
- Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
 Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.
 Em caso de incêndio use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO


DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL


 LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá utilizar os mesmos EPI – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes


procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

 ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

 DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

 TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


 ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

 ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

 DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

 TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
 ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

 ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
Transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual
deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

 DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

 TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA


 ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

 ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

 DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

 TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL


OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (11) 5183-3270

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