Herbicida XEQUE MATE SG: Composição e Uso
Herbicida XEQUE MATE SG: Composição e Uso
XEQUE MATE SG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 10023
COMPOSIÇÃO:
Ammonium N-[(hydroxyphosphinato)methyl]glycine (GLIFOSATO, SAL DE AMÔNIO) ............................792,5 g/Kg (79,25% m/m)
Equivalente ácido de GLIFOSATO ............................................................................................................ 720,0 g/Kg (72,00% m/m)
Outros ingredientes .................................................................................................................................... 207,5 g/Kg (20,75% m/m)
GRUPO G HERBICIDA
FORMULADOR:
SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD.
Endereço: Qiaogou Town, Wutongqiao District, 614800, Leshan, Sichuan, China.
OURO FINO QUÍMICA S.A. Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, Lote 5 – Distrito Industrial III – CEP 38044-750 –
Uberaba/MG -CNPJ 09.100.671/0001-07 – Registro no órgão estadual n°8764 IMA/MG
MANIPULADOR:
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Fábrica 1
Endereço: Rua Alberto Guizo, nº 859 - Distrito Industrial João Narezzi - CEP 13347-402 – Indaiatuba/SP
CNPJ 50.025.469/0001-53 - Registro no órgão estadual nº 466/CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Fábrica 2
Endereço: Rua Bonifácio Rosso Ross, nº 260 - Bairro Cruz Alta - CEP 13348-790 – Indaiatuba/SP
CNPJ 50.025.469/0004-04 - Registro no órgão estadual: nº 1248/CDA/SP
No do lote ou partida :
Data de fabricação : VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento :
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Cada quilo (kg) do XEQUE MATE SG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg
do equivalente ácido de glifosato.
Modo de ação:
XEQUE MATE SG atua na inibição da biossíntese de aminoácidos aromáticos (fenilalanina, tirosina e
triptofano), através da inibição da enzima EPSPs (5-enolpiruvinil shikimate-3-fosfato-sintase) na via do
shikimato, o primeiro sintoma observado após tratamento com glifosato é a inibição de crescimento, seguido
por clorose dos tecidos tratados e consequentemente morte das plantas daninhas. A eficiência do glifosato
começa a ser notada entre o 4º e 10º dia após a aplicação, atingindo o controle total entre o 14º ao 21º dia
após a aplicação.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO DE
APLICAÇÕES
CULTURAS: Ameixa, Banana, Cacau, Café, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Seringueira e
Uva
FOLHAS ESTREITAS EQUIPAMENTOS
DOSE DE APLICAÇÃO
Produto comercial E VOLUME DE
Nome Comum Nome Científico
(kg/ha) CALDA
(L/ha)
Aveia-voluntária Avena strigosa 1,00
Braquiarão Brachiaria brizantha 1,50 a 2,50
Capim-braquiária Brachiaria decumbens 2,50
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 0,50
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 1,00
Grama-seda Cynodon dactylon 2,50 a 3,50
Junquinho Cyperus ferax 2,00 a 2,50
Tiririca Cyperus rotundus 2,00 a 2,50
Capim-colchão Digitaria horizontalis 0,75 a 1,00
Capim-amargoso (2) Digitaria insularis 1,50
Capim-arroz Echinochloa crusgalli 1,00 a 1,50
Capim-pé-de-galinha (2) Eleusine indica 1,00
(2) Lolium multiflorum 2,50
Azevém-anual
Capim-colonião Panicum maximum 2,25
Capim-azedo Paspalum conjugatum 1,50 Equipamentos:
Grama-batatais Paspalum notatum 2,50 Terrestres em
Capim-da-guiné Paspalum paniculatum 1,00 jato-dirigido
Sorgo Sorghum bicolor 0,5 a 1,0
FOLHAS LARGAS DOSE
Produto comercial Volume de
Nome Comum Nome Científico (kg/ha) calda:
Terrestre:
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe 1,00 50 a 250
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum 1,00
Mentrasto Ageratum conyzoides 1,00
Apaga-fogo Alternanthera tenella 1,00
Caruru-roxo Amaranthus hybridus 1,00
Caruru-de-mancha ou Amaranthus viridis 1,00
Caruru
Picão-preto Bidens pilosa 0,75
Erva-de-santa-luzia Chamaesyce hirta 1,00
Erva-de-santa-maria Chenopodium 1,00
ambrosioides
Trapoeraba (1) Commelina benghalensis 3,0 a 3,5
2,0 + 1,0 a 1,5
Buva (2) Conyza bonariensis 0,50 a 1,50
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 1,00
Fazendeiro Galinsoga parviflora 0,50
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia 1,5 a 2,0
Corda-de-viola Ipomoea indivisa 2,00
Corda-de-viola Ipomoea nil 2,00
Guanxuma Malvastrum 1,00
coromandelianum
Beldroega Portulaca oleracea 1,00
Nabo ou Nabiça Raphanus raphanistrum 1,00
Nabo ou Nabiça Raphanus sativus 1,50
Poaia-branca Richardia brasiliensis 2,50
Maria-mole Senecio brasiliensis 1,00
Guanxuma Sida rhombifolia 1,00 a 1,50
Serralha Sonchus oleraceus 1,00
Erva-quente Spermacoce latifolia 2,00 a 3,00
Erva-de-touro Tridax procumbens 2,00
Ervilhaca Vicia sativa 2,00 a 3,00
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicar em jato dirigido sobre
as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução
herbicida atinja as partes das plantas úteis. Usar as doses menores para a fase inicial de
desenvolvimento das plantas daninhas e as maiores para a fase adulta ou perenizada.
(1) No controle da trapoeraba, recomenda-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30
dias nas doses de 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,0 kg p.c./ha a 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,5 kg p.c./ha.
Aplicação terrestre.
(2) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
CULTURAS: Algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja, trigo e áreas de pousio
FOLHAS ESTREITAS EQUIPAMENTOS
DOSE
DE APLICAÇÃO
Produto comercial
E VOLUME DE
Nome Comum Nome Científico (kg/ha)
CALDA
(L/ha)
Aveia-voluntária Avena strigosa 1,00
Braquiarão Brachiaria brizantha 1,50 a 2,50
Capim-braquiária Brachiaria decumbens 2,50
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 0,50
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 1,00
Grama-seda Cynodon dactylon 2,50 a 3,50
Junquinho Cyperus ferax 2,00 a 2,50
Tiririca Cyperus rotundus 2,00 a 2,50
Capim-colchão Digitaria horizontalis 0,75 a 1,00
Capim-amargoso (2) Digitaria insularis 1,50
Capim-arroz Echinochloa crusgalli 1,00 a 1,50
Capim-pé-de-galinha (2) Eleusine indica 1,00
(2) Lolium multiflorum 2,50
Azevém-anual
Capim-colonião Panicum maximum 2,25
Capim-azedo Paspalum conjugatum 1,50
Grama-batatais Paspalum notatum 2,50
Capim-da-guiné Paspalum paniculatum 1,00 Equipamentos:
Sorgo Sorghum bicolor 0,5 a 1,0 Terrestres e aéreos
FOLHAS LARGAS DOSE
Produto comercial
Nome Comum Nome Científico (kg/ha) Volume de calda:
Terrestre:
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe 1,00 50 a 250
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum 1,00
Mentrasto Ageratum conyzoides 1,00 Aérea:
Apaga-fogo Alternanthera tenella 1,00 20 a 40
Caruru-roxo Amaranthus hybridus 1,00
Caruru-de-mancha ou Amaranthus viridis 1,00
Caruru
Picão-preto Bidens pilosa 0,75
Erva-de-santa-luzia Chamaesyce hirta 1,00
Erva-de-santa-maria Chenopodium 1,00
ambrosioides
Trapoeraba (1) Commelina benghalensis 3,0 a 3,5
2,0 + 1,0 a 1,5
Buva (2) Conyza bonariensis 0,50 a 1,50
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 1,00
Fazendeiro Galinsoga parviflora 0,50
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia 1,5 a 2,0
Corda-de-viola Ipomoea indivisa 2,00
Corda-de-viola Ipomoea nil 2,00
Guanxuma Malvastrum 1,00
coromandelianum
Beldroega Portulaca oleracea 1,00
Nabo ou Nabiça Raphanus raphanistrum 1,00
Nabo ou Nabiça Raphanus sativus 1,50
Poaia-branca Richardia brasiliensis 2,50
Maria-mole Senecio brasiliensis 1,00
Guanxuma Sida rhombifolia 1,00 a 1,50
Serralha Sonchus oleraceus 1,00
Erva-quente Spermacoce latifolia 2,00 a 3,00
Erva-de-touro Tridax procumbens 2,00
Ervilhaca Vicia sativa 2,00 a 3,00
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicar em área total em pré-
plantio (Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas). Sistema de plantio direto.
Aplicar em área de pousio antecedendo o plantio da cultura. Usar as doses menores para a fase
inicial de desenvolvimento das plantas daninhas e as maiores para a fase adulta ou perenizada. O
controle das plantas daninhas indicadas no pré-plantio das culturas anuais é importante para o
adequado controle das mesmas após o plantio das culturas, de forma que estas se desenvolvam
livres de mato-competição. Aplicação: terrestre e aérea.
(1) No controle da trapoeraba, recomenda-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30
dias nas doses de 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,0 kg p.c./ha a 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,5 kg p.c./ha.
(2) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
CULTURA: Cana-de-açúcar
ALVOS DOSE EQUIPAMENTOS
Produto DE APLICAÇÃO
Tipo Nome Comum Nome Científico comercial E VOLUME DE
(kg/ha) CALDA
(L/ha)
Equipamentos:
Terrestres e
aéreos
Aérea:
20 a 40
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicação em área total para
erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar. Esta aplicação deverá ser realizada quando
a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6
m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a
formação de colmos na soqueira. Aplicação: terrestre e Aérea.
MODO DE APLICAÇÃO:
Recomendações Gerais:
• No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da
planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa.
• Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial
de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
• O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração.
Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação
dos botões florais.
• Aplicar XEQUE MATE SG quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento
vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
• XEQUE MATE SG não tem ação residual sobre sementes existentes no solo.
• XEQUE MATE SG, aplicado no período adequado e conforme a recomendação, controlará as plantas
daninhas com uma única aplicação.
• XEQUE MATE SG é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão, milho e soja
geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
• A eficiência do produto pode ser visualizada entre o 7º e 14° dia após a aplicação dependendo da planta
daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento.
Seletividade às Culturas:
• XEQUE MATE SG é um herbicida pós-emergente, não seletivo às culturas convencionais (não
geneticamente modificadas) quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas.
• A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja,
antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através
da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes.
• Para as culturas do algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, o XEQUE
MATE SG é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de
aplicação recomendados.
• Para as culturas do algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, o XEQUE
MATE SG é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de
aplicação recomendados.
Preparação da Calda:
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de
iniciar a operação.
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de forma que atinja a altura do
agitador (ou retorno).
No caso de pulverizador tratorizado ligue o sistema de agitação do tanque e adicione a quantidade
recomendada de produto ou no caso de pulverizador costal, agite a água manualmente.
Por se tratar de uma formulação de Grânulo Solúvel em Água (SG), o produto deve ser adicionado
lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante. Se for realizar uma pré dissolução, não
adicionar mais de 25 % do produto comercial no volume de água (25 kg de produto comercial para cada 100
litros de água).
Com o agitador ligado, complete o volume do tanque com água mantendo a mangueira, assim como o
sistema de retorno, submersos no líquido.
Mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização.
Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no
mesmo dia da preparação da calda.
Equipamentos Terrestres:
• Volume da calda de aplicação:
A aplicação pode ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas,
com pressão entre 20 a 40 Lb/pol2, utilizando-se um volume de água entre 50 a 250 L/ha.
Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar. Para aplicação com pulverizadores costais
manuais, verificar as doses por 100 L de água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha.
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato deve ser utilizado um volume de calda de
120 L/ha.
• Seleção de Pontas de Aplicação:
Para a aplicação do XEQUE MATE SG, recomendamos a utilização de pontas de pulverização com indução
de ar, que possibilitem a geração de gotas da classe grossa e muito grossa, minimizando assim o risco de
deriva. A seleção correta da ponta para aplicação de herbicidas é um dos parâmetros mais importantes para
se obter o resultado desejado na aplicação, evitando-se as perdas por deriva.
• Altura da Barra de Aplicação:
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas
poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos menores que 50,0 cm. Quanto menor a distância
entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação
pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de
controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo.
• Velocidade do Vento:
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h dependendo
da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva.
• Velocidade do Equipamento:
Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, observando o volume
de aplicação e a pressão de trabalho desejada. As aplicações efetuadas em velocidades mais baixas,
geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição do produto na área alvo e menor risco de deriva.
Não aplique com velocidades superiores a 25 km/h.
• Pressão de Trabalho:
A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho
de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar
sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da faixa de pressão recomendada,
considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a
menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva.
• Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma
a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota grossa a muito grossa, direcionando para o alvo
desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo
operador.
Equipamentos Aéreos:
Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves providas com barra e
pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob
orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais.
• Volume da calda de aplicação:
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 e 40 L/ha.
• Seleção de Pontas de Aplicação:
Para a aplicação do XEQUE MATE SG, recomendamos a utilização de pontas de pulverização que
possibilitem a geração das maiores gotas possíveis, no mínimo classe de gotas grossas.
• Altura de voo:
Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição adequada ao tipo
de aeronave empregada. O aumento da altura de voo eleva o risco potencial de deriva.
Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada
principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave.
• Inversão Térmica:
Não aplicar em condições de inversão térmica. Nas operações com aeronaves atender às normas da
Portaria 009 e às suas alterações no Decreto-Lei 86.765 do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos
da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas
práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas
certificadas para aplicação aérea.
Restrições da aplicação aérea:
Para o efeito de segurança operacional, a aplicação aeroagrícola fica restrita à área a ser tratada,
observando as seguintes regras:
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de
quinhentos metros de povoações, cidades, vilas, bairros, de mananciais de captação de água para
abastecimento de população; duzentos e cinquenta metros de mananciais de água, moradias isoladas e
agrupamentos de animais;
Nas aplicações realizadas próximas às culturas suscetíveis, os danos serão de inteira responsabilidade
da empresa aplicadora;
As aeronaves agrícolas, que contenham produtos químicos, ficam proibidas de sobrevoar as áreas
povoadas, moradias e os agrupamentos humanos, ressalvados os casos de controle de vetores,
observadas as normas legais pertinentes;
No local da operação aeroagrícola será mantido, de forma legível, o endereço e os números de telefones
de hospitais e centros de informações toxicológicas;
No local da operação aeroagrícola, onde é feita a manipulação de produtos químicos, deverá ser mantido
fácil acesso a extintor de incêndio, sabão, água para higiene pessoal e caixa contendo material de
primeiros socorros;
É obrigatório ao piloto o uso de capacete, cinto de segurança e vestuário de proteção;
A equipe de campo que trabalha em contato direto com agrotóxicos deverá obrigatoriamente usar os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários, fornecidos pelo empregador.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na
legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento
para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem
o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do
solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura em
relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a
ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. No entanto, se não houver neblina,
as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte do solo.
A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há
indicação de um bom movimento vertical do ar.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas
superiores a 28°C e umidade relativa inferior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e
evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas,
considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor
evaporação
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Algodão (1)
Ameixa 17 dias
Arroz (2)
Banana 30 dias
Cacau 30 dias
Café 15 dias
Cana-de-açúcar (2)
Citros 30 dias
Eucalipto UNA
Maçã 15 dias
Milho (3)
Nectarina 30 dias
Pastagens (2)
Pera 15 dias
Pêssego 30 dias
Pinus UNA
Seringueira UNA
Soja (4)
Trigo (2)
Uva 17 dias
(1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência
das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente
modificado, que expressa tolerância ao glifosato é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das
plantas daninhas e da cultura.
(2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego;
(3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das
plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado,
que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas
infestantes e da cultura.
(4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das
plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada,
que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas
infestantes e da cultura.
UNA: Uso Não Alimentar
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Evitar contato do produto com as culturas, pois trata-se de herbicida não seletivo. No caso de uso do
produto nas entrelinhas, a aplicação deve ser feita dirigida às plantas daninhas, com equipamentos que
evitem o contato com as folhas da cultura.
Evitar aplicação sobre plantas daninhas sob "stress" provocado por seca e geada.
Aplicar sobre plantas sem orvalho e com umidade relativa do ar acima de 50%, devendo evitar as horas
mais quentes do dia.
Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas
úteis.
XEQUE MATE SG não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.
O herbicida XEQUE MATE SG é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de soja
geneticamente modificada, tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
O herbicida XEQUE MATE SG não deve ser utilizado em pós-emergência de variedades de milho,
algodão e soja que não sejam geneticamente modificadas, tolerantes ao glifosato ou sobre outras
espécies úteis sensíveis.
Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas
vizinhas, inclusive soja que não seja resistente ao herbicida XEQUE MATE SG.
Armazenar e manusear apenas recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável.
Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
Sob chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência
do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas
e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento.
Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão).
Não aplicar XEQUE MATE SG com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas
condições pode diminuir a ação do produto (adsorção).
Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação de XEQUE MATE SG.
O produto não apresenta atividade herbicida quando aplicado diretamente ao solo, não apresentando,
portanto, ação sobre sementes existentes no solo e atividade residual para controle de plantas infestantes
ainda não emergidas. Caso ocorra nova emergência de plantas infestantes após a aplicação de XEQUE
MATE SG, poderá ser necessária a aplicação de outros herbicidas registrados para essas culturas,
principalmente no caso de culturas perenes.
GRUPO G HERBICIDA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: [Link]), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: [Link]),
Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: [Link]).
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Efeitos crônicos:
Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram
observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo
de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos
na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados
à administração do produto.
Um estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem
testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não
evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução
do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular
central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter
representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos
rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações
com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito
relacionado ao tratamento.
Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas medicamentos,
rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.