0% acharam este documento útil (0 voto)
15 visualizações67 páginas

História e Legislação do SUS

O documento aborda a evolução da legislação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, destacando marcos históricos e a estrutura de saúde pública desde a chegada da família real portuguesa em 1808 até a criação de leis importantes como a Lei Eloy Chaves e a Lei 8.142. Também discute os princípios fundamentais do SUS, como universalidade, integralidade e participação social, além de mencionar conferências internacionais que influenciaram as políticas de saúde. Por fim, enfatiza a importância da vigilância sanitária e epidemiológica, bem como a telessaúde como uma modalidade de atendimento.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
15 visualizações67 páginas

História e Legislação do SUS

O documento aborda a evolução da legislação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, destacando marcos históricos e a estrutura de saúde pública desde a chegada da família real portuguesa em 1808 até a criação de leis importantes como a Lei Eloy Chaves e a Lei 8.142. Também discute os princípios fundamentais do SUS, como universalidade, integralidade e participação social, além de mencionar conferências internacionais que influenciaram as políticas de saúde. Por fim, enfatiza a importância da vigilância sanitária e epidemiológica, bem como a telessaúde como uma modalidade de atendimento.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

SIMULADO – RETA FINAL

LEGISLAÇÃO DO
SUS
Prof. Geda Valentim
DR. MANUEL VIERIA DA SILVA. CONTROLE DOS PORTOS. QUEM TINHA SINTOMAS:
QUARENTENA. AJUDOU MAS NÃO RESOLVEU. OUTRAS PESSOAS ESTAVAM DOENTES MAS
NÃO APRESENTAVAM SINTOMAS NA CHEGADA.

VINDA DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA PARA O BRASIL (1808). ESTRUTURA SANITÁRIA


MÍNIMA.

1800
1808: PELA CARÊNCIA DE MÉDICOS, D. JOÃO VI FUNDA: COLÉGIO MÉDICO-CIRURGICO EM
SALVADOR E A ESCOLA CIRURGICA NO RIO DE JANEIRO

ASSISTÊNCIA À SAÚDE AINDA PRECÁRIA E FEITA PELAS SANTAS CASAS DE MISERICÓRDIA


Inspetoria Geral
da Saúde dos
Portos

DEPARTAMENTO MINISTÉRIO DA
DIRETORIA
NACIONAL DE EDUCAÇÃO E MINISTÁRIO DA
GERAL DE SAÚDE
SAÚDE PÚBLICA SAÚDE PÚBLICA SAÚDE (1953)
PÚBLICA (1897)
(1920) (1930)

Instituto
Sanitário Federal
História do SUS em ícones e palavras-chave

CAIXA DE APOSENTADORIAS E PENSÕES

1923 FERRO (1923)

MARÍTIMAS (1926)

FINANCIAMENTO
LEI ELOY CHAVES
EMPREGADOS

BIPARTITE

EMPREGADORES

Atenção: Estado participava com normatização legal.


Prof. Geda Valentim | @geda.valentim
História do SUS em ícones e palavras-chave

INSTITUTOS DE APOSENTADORIAS E PENSÕES

1933
I FINANCIAMENTO
POR CATEGORIA
PROFISSIONAL
MARÍTIMAS

GOVERNO

TRIPARTITE EMPREGADOS

3
EMPREGADORES

Atenção: Estado participava ATIVAMENTE NO FINACIAMENTO E GESTÃO


Prof. Geda Valentim | @geda.valentim
PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE CAPS E IAPS
CAPS IAPS
PESSOA DE ELOY CHAVES GETÚLIO VARGAS
REFERÊNCIA
ANO 1923 1933

ORGANIZAÇÃO POR EMPRESA POR CATEGORIA


PROFISSIONAL
FINANCIAMENTO BIPARTITE TRIPARTITE

GESTÃO PARITÁRIA: EMPREGADOS E GOVERNO +


PATRÕES (EMPREGADORES E
EMPREGADOS)
PRIMEIRO CRIADO EMPRESAS DE FERRO MARÍTIMOS
8ª SUDS (Sistema
MOVIMENTO REFORMA CONFERÊNCIA Unificado e
SUS
SANTIÁRIO SANITÁRIA NACIONAL DE Descentralizado
SAÚDE de Saúde)
Nomeclaturas em Prova:
Movimento Sanitário "movimento pela "movimento da
“partido sanitário”
reforma sanitária" reforma sanitária"

Nasceu no meio Objetivo: transformar INTEGRALIDADE: As ações de saúde deveriam garantir o acesso da
acadêmico e o papel do Estado em população às ações de cunho preventivo e/ou curativo e, para tal,
profissional relação à proteção da deveriam estar integradas em um único sistema (Unificação do
(Sindicatos). Luta saúde dos cidadãos sistema de saúde ).
contra a ditadura brasileiros.

Propostas
DESCENTRALIZAÇÃO: Gestão, tanto administrativa, como financeira,
MOVIMENTO de forma que se estivesse

SANITÁRIO
PARTICIPAÇÃO SOCIAL: Controle social das ações de saúde.
Movimento Sanitário
Lema: Saúde e
X
Democracia UNIVERSALIDADE: A saúde como direito de todo o cidadão,
Reforma sanitária independente de ter contribuído, ser trabalhador rural ou não
trabalhador. Não se poderia excluir ou discriminar qualquer cidadão
brasileiro do acesso à assistência pública de saúde.
1978 MOTIVADOR
“necessidade de ação urgente de todos os governos, de todos os que trabalham nos
campos da saúde e do desenvolvimento e da comunidade mundial para promover a
saúde de todos os povos do mundo”

FOCO Atenção Primária à Saúde


Declaração Alma-Ata

Conferência Justiça social


Internacional sobre
Cuidados Primários
de Saúde, realizada Direito a melhor saúde para todos
pela Organização
Mundial da Saúde Para memorização:
VALORES
(OMS) em Alma-Ata, JUDIPASO
na República do Participação
Cazaquistão

Solidariedade.

Estratégia de Atenção Primária de Saúde – Saúde é mais que ausência de doença


PROPOSTAS
Inspirada no lema “Saúde para todos no ano 2000” vindo da Assembleia Mundial de
saúde de 1977
Declaração de Alma-Ata Carta de Ottawa
Foi elaborada em 1986 na Conferência do
Foi assinada em 1978 na União Soviética Canadá
Reuniu governos de vários países para Identificou campos de ação para a
fortalecer os cuidados primários de saúde promoção da saúde
Afirmou que a saúde é um bem-estar físico,
mental e social Ressaltou a importância da eqüidade
Enfatizou a participação comunitária e a Enumerou estratégias essenciais para a
cooperação entre os setores da sociedade promoção da saúde
Apresentou pré-requisitos para a promoção
da saúde, como paz, moradia, acesso à
Reconheceu a saúde como um objetivo educação, alimentação, renda, justiça social
social fundamental e equidade
Propôs que os serviços de saúde promovam
a saúde, além de prover serviços clínicos e
de urgência
Propôs que os serviços de saúde respeitem
as peculiaridades culturais
Determinantes Sociais em Saúde-DSS

Comissão Nacional sobre os


Organização Mundial da Saúde
Determinantes Sociais da Saúde
(OMS)
(CNDSS)

São os fatores sociais, econômicos, culturais,


étnico-raciais, psicológicos e comportamentais São as condições sociais em que as pessoas
que influenciam a ocorrência de problemas de vivem e trabalham
saúde e seus fatores de risco na população.
Modelo de Dahlgren e
Whitehead
MEMORY TIME
História para Memorizar os Fatores Condicionantes e
Determinantes (FCDs)
• SUSana acordou feliz pra TRABALHAR por que vai Ganhar um RENDA
extra.

• Ela MORA no MEIO de uma Floresta mas ao lado tem ACESSO A BENS E
SERVIÇOS em uma feira perto.

• Antes de sair ela faz o SANEAMENTO BÁSICO e se ALIMENTA bem.

• Depois pega o TRANSPORTE e primeiro leva o filho pra ser EDUCADO


na escola integral onde a tarde ele tem LAZER e ATIVIDADE FÍSICA
SUSana
1 5
4

3
2

6 8 9 10

7
11
8ª Conferência Nacional de Saúde
Primeira conferência que contou com a participação de usuários
Tema: Democracia é Saúde

Necessidade de ampliar o conceito de saúde e fazer uma revisão da


legislação. Definição: uma resultante das condições de alimentação,
1986 habitação, educação, renda, meio-ambiente, trabalho, transporte,
lazer, liberdade, acesso à posse de terra e a serviços de saúde.
Pontos Focais
Necessidade de participação popular, através de entidades

Conclusões
representativas, na formulação da política, no planejamento, na gestão
e na avaliação do sistema.
"A saúde como "A
dever do reformulação "O
Também foram aprovadas as propostas de integralização das ações, de
Estado e do Sistema financiamento
direito do Nacional de setorial"
regionalização e hierarquização das unidades prestadoras de serviço e
cidadão“ Saúde“ de fortalecimento do município.

Atribuição ao Estado o dever de garantir condições dignas de vida e de


acesso universal à saúde, e apontaram a necessidade de integrar a
política de saúde às demais políticas econômicas e sociais.
Art. 194. A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos
Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos:

Mnenmônico: A seguridade é um SPA


Previdência Social
Caráter
democrático e Universalidade
descentralizado, da cobertura e
mediante gestão do
Compete ao Poder quadripartite. atendimento.

Público organizar a
seguridade social
com base nos Diversidade na
base de
Uniformidade e
equivalência dos
objetivos: financiamento. benefícios.

Equidade na Seletividade e
forma de distributividade
participação de na prestação
custeio. dos serviços.

Irredutibilidade
do valor dos
benefícios.
MEMORY TIME
1. DIVERSOS
2. EQUINOS
3. UNIVERSAL
4. SELECIONAR
5. UNIFORME
6. IRREDURTÍVEL
7. CARA: 4 PARTES
Saúde Para entender um política veja esse slide

Garantido mediante
DEVER DO • Políticas Sociais
ESTADO
• Políticas Econômicas

SAÚDE
• Redução do risco de doença
• Redução de outros agravos

Visando
DIREITO DE Todo cidadão brasileiro tem direito
TODOS a usar os serviços do SUS
• Promoção
R - RAÇA • Acesso Universal Ações e Serviços • Proteção
I - IDADE
• Acesso Igualitário • Recuperação
S - SEXO
C - COR Todos os cidadãos têm o direito de
PRO PRO RE
O - OUTRAS tratamento idêntico
VIGILÂNCIA SANITÁRIA

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
1

2
SAÚDE DO
TRABALHADOR
conjunto de ações
eliminar, diminuir
do meio ambiente
ou prevenir riscos à
saúde

intervir nos
problemas da produção e
sanitários circulação de bens
decorrentes
VIGILÂNCIA
SANITÁRIA da prestação de
serviços de
interesse da saúde

Bens de Consumo

Controle
relacionados a saúde

Prestação de Serviços
1

Conhecimento, a
detecção ou prevenção
2

Mudança nos fatores


determinantes e
condicionantes
VIGILÂNCIA
EPIDEMIOLÓGICA

saúde individual ou
coletiva

finalidade de recomendar
e adotar as medidas de
prevenção e controle das
doenças ou agravos
Acidentes de trabalho ou portador de doença profissional e do
trabalho

Agravos potenciais à saúde existentes no processo de trabalho


SAÚDE DO TRABALHADOR

Impacto que as tecnologias provocam à saúde

Informação ao trabalhador e à sua respectiva entidade sindical

Revisão periódica da listagem oficial de doenças originadas no


EVE + EVS + PRO PRO RE processo de trabalho

Garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão


competente a interdição de máquina
DIRETRIZES DO SUS
CF Art. 198

ATENDIMENTO PARTICIPAÇÃO
DESCENTRALIZAÇÃO
INTEGRAL DA COMUNIDADE

Direção única PRIORIDADE para as


em cada atividades preventivas,
esfera de governo sem prejuízo dos
serviços assistenciais
II - integralidade de assistência, entendida como
conjunto articulado e contínuo das ações e serviços
preventivos e curativos, individuais e coletivos,
exigidos para cada caso em todos os níveis de
complexidade do sistema;
I - universalidade de acesso aos serviços de
saúde em todos os níveis de assistência;
• PLANEJAMENTO

REGIONALIZAÇÃO • ORGANIZAÇÃO

• GESTÃO

I - atenção primária;
II - urgência e emergência;
Organização entre municípios III - atenção psicossocial;
limítrofes para prestar serviços IV - atenção ambulatorial especializada e hospitalar; e
V - vigilância em saúde.
DECRETO 7.508

• Região de Saúde - espaço geográfico


• Mapa da Saúde - descrição geográfica da distribuição de recursos humanos e de ações e serviços de saúde
• Rede de Atenção à Saúde - conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de complexidade
crescente
Hierarquização

Maior capacidade resolutiva de casos mais complexos do


sistema, nas modalidades de atendimento ambulatorial, Alta Complexidade
Terciário internação e urgência (ex.: ambulatórios de especialidades,
Cirurgias especializadas, Oncologia,
hospitais especializados e hospitais de especialidades)
Tratamentos especializados Transplantes
CONTRA-REFERÊNCIA
REFERÊNCIA

Atividades assistenciais nas densidade tecnológica


intermediária e nas modalidades de atenção ambulatorial,
Média Complexidade
Secundário internação, urgência e reabilitação (ex.: unidades mistas,
ambulatórios gerais, hospitais locais e hospitais regionais). Especialidades, Trauma-Ortopedia,
Exames Diagnósticos

Atividades de promoção, proteção e recuperação


da saúde no nível ambulatorial, agrupando
Baixa Complexidade
Primário atividades de saúde, saneamento e apoio
diagnóstico (ex.: UBS, postos e centros de saúde). Consultas, Clínica Médica, Imunização
UNIVERSALIDADE INTEGRALIDADE AUTONOMIA

IGUALDADE DIREITO A INFORMAÇÃO DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO

EPIDEMIOLOGIA CONJUGAÇÃO DE RECURSOS DUPLICIDADE DE MEIOS


VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA
PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE (DES)CENTRALIZAÇÃO
MULHER

RESOLUTIVIDADE

INTEGRAÇÃO EM NÍVEL PROTEÇÃO INTEGRAL DOS DIREITOS


EXECUTIVO HUMANOS, EM ESPECIAL CONTRA
CRIANÇAS E ADOLESCENTES
TELESSAÚDE
Art. 26-A. A telessaúde abrange a prestação remota de serviços
relacionados a todas as profissões da área da saúde regulamentadas
pelos órgãos competentes do Poder Executivo federal e obedecerá aos
seguintes princípios:I - autonomia do profissional de saúde;
II - consentimento livre e informado do paciente;
III - direito de recusa ao atendimento na modalidade telessaúde,
com a garantia do atendimento presencial sempre que solicitado;
IV - dignidade e valorização do profissional de saúde;
V - assistência segura e com qualidade ao paciente;
VI - confidencialidade dos dados;
VII - promoção da universalização do acesso dos brasileiros às
ações e aos serviços de saúde;
VIII - estrita observância das atribuições legais de cada profissão;
IX - responsabilidade digital.
LEI 8.142 DE 28 DE DEZEMBRO DE 1990

Lei 8.142

Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema


Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais
de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências
INSTÂNCIAS COLEGIADAS
Art. 1° O Sistema Único de Saúde
(SUS), de que trata a Lei n° 8.080, de
19 de setembro de 1990, contará, em
cada esfera de governo, sem prejuízo
das funções do Poder Legislativo, com
as seguintes instâncias colegiadas

Conferência de Saúde Conselho de Saúde


CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE
Conferência nacional de

Reunir-se á cada 4 anos


saúde

Representação de vários
segmentos sociais

Convocada pelo Poder Executivo


ou, extraordinariamente, por Propor as diretrizes
esta ou pelo Conselho de Saúde para a formulação
Avalia a situação
da política de saúde
atual de saúde
nos níveis
correspondente
CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE
Conselho nacional de saúde

Atua na
formulação de
estratégias e no
Governo controle da
Inclusive nos
aspectos
Caráter permanente e execução da
econômicos e
deliberativo política de
financeiros
saúde na
Prestadores de serviço instância
Órgão colegiado composto correspondente
por representantes
Profissionais de saúde
Decisões serão homologadas
pelo chefe do poder
Usuários legalmente constituído em
cada esfera do governo
O Conselho Nacional de Saúde (CNS) foi criado pela Lei nº 378, de 13
de janeiro de 1937. Até 1990 foi um órgão consultivo do Ministério da
Saúde, cujos membros eram indicados pelo próprio Ministro de Estado.

A mesma lei reformulou o antigo Ministério da Educação e Saúde


Pública e, nessa época, o CNS debatia apenas questões internas.

O Estado não oferecia assistência médica integral à população, a não


ser em casos especiais, como tuberculose, hanseníase e doença
mental.
Art. 199: A assistência à saúde é LIVRE à iniciativa privada

EMPRESARIAL ATUAÇÃO NO SUS

VEDADOS auxílios ou subvenções para COMPLEMENTAR


instituições com FINS LUCRATIVOS
VEDAÇÃO

SEGUNDO DIRETRIZES DESTE


VEDADA a participação direta ou
MEDIANTE CONTRATO DE DIREITO PÚBLICO
indireta de empresas ou capitais
OU CONVÊNIO
estrangeiros na assistência à saúde no
País, salvo nos casos previstos em lei PREFERÊNCIA AS ENTIDADES FILANTRÓPICAS
E AS SEM FINS LUCRATIVOS
SANGUE, ÓRGÃOS, TECIDOS E SUBSTÂNCIAS HUMANAS

§ 4º A lei disporá sobre as condições e os


requisitos que facilitem a remoção de órgãos,
tecidos e substâncias humanas para fins de
transplante, pesquisa e tratamento, bem como
a coleta, processamento e transfusão de
sangue e seus derivados, sendo vedado todo
tipo de comercialização.
FUNDO NACIONAL DE SAÚDE

Art. 2° Os recursos do Fundo


Nacional de Saúde (FNS) serão
alocados como
II - investimentos Os recursos referidos no inciso
I - despesas de IV - cobertura das IV deste artigo destinar-se-ão a
previstos em lei
custeio e de capital III - investimentos ações e serviços de investimentos na rede de
orçamentária, de
do Ministério da previstos no Plano saúde a serem
iniciativa do Poder serviços, à cobertura
Saúde, seus órgãos Qüinqüenal do implementados
Legislativo e assistencial ambulatorial e
e entidades, da Ministério da pelos Municípios,
aprovados pelo hospitalar e às demais ações
administração Saúde; Estados e Distrito
Congresso
direta e indireta; Federal. de saúde
Nacional;
INSTITUIÇÕES, COMISSÕES E ORGÃOS
NOME FINALIDADE IMPORTANTE PRA PROVA
IMPLEMENTAR O PRINCÍPIO DA REUNIÃO DE MUNICÍPIOS PARA CUIDAR DA
É ESTABELECIDA UMA REDE DE REFERENCIA E
CONSÓRCIOS REGIONALIZAÇÃO E HIERARQUIZAÇÃO SAÚDE MAS COM PRINCÍPIO DA DIREÇÃO
CONTRAREFERÊNCIA ENTRE OS PARTICIPANTES
ENTRE MUNICÍPIOS ÚNICA

IMPLEMENTAR O PRINCÍPIO DA ESTRATÉGIA DE REGIONALIZAÇÃO E


ELEMENTOS SUBSTANCIAIS TERRITÓRIO, PROBLEMAS, PRÁTICAS
DISTRITOS SANITÁRIOS REGIONALIZAÇÃO E HIERARQUIZAÇÃO HIERARQUIZAÇÃO DENTRO DE UM
SANITÁRIAS E PROCESSO DE TRABALHO
INTRA-MUNICÍPIOS MUNICÍPIO

INTEGRADAS PELOS MINISTÉRIOS E ÓRGÃOS


COMISSÕES ARTICULAÇÃO DE POLÍTICAS E
COMPETENTES E POR ENTIDADES EXECUÇÃO NÃO COMPREENDIDA NO ÂMBITO DO SUS
INTERESSETORIAIS PROGRAMAS DE INTERESSE DA SAÚDE
REPRESENTATIVAS DA SOCIEDADE CIVIL

EDUCAÇÃO CONTINUADA EM SAÚDE COM POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE


COMISSÕES PERMANENTE FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO DO RECURSOS
INTEGRAÇÃO ENTRE SAÚDE E ENSINO (PNEPS) E COMISSÕES PERMANENTES DE INTEGRAÇÃO ENSINO-
EM EDUCAÇÃO CONTINUADA HUMANOS DO SUS
PROFISSIONAL E SUPERIOR SERVIÇO (CIES)

REUNIR SECRETÁRIOS ESTADUAL DE A CONASS NÃO ATUA NA CIB, MAS SOMENTE NA CIT. RECEBERÃO
CONSELHO NACIONAL DE REPRESENTAÇÃO NACIONAL DOS
SAÚDE PARA ATUAR NA FORMAÇÃO DE RECURSOS DO FUNDO NACIONAL DE SAÚDE E PODE CELEBRAR
SECRETÁRIO DE SAÚDE INTERESSES DE SAÚDE DO ESTADOS
POLÍTICAS DE ÂMBITO NACIONAL CONVÊNIOS COM A UNIÃO.
REUNIR REPRESENTANTES SECRETÁRIOS
CONSELHO NACIONAL DE NÃO CONFUNDIR COM COSEMS QUE ATUAM EM ÂMBITO
MUNICIPAIS DE SAÚDE PARA ATUAR NA REPRESENTAÇÃO NACIONAL DOS
SECRETARIAS MUNICIPAIS DE ESTADUAL. RECEBERÃO RECURSOS DO FUNDO NACIONAL DE
FORMAÇÃO DE POLÍTICAS EM ÂMBITO INTERESSES DE SAÚDE DOS MUNICÍPIOS
SAÚDE SAÚDE E PODE CELEBRAR CONVÊNIOS COM A UNIÃO.
NACIONAL
CONSELHO REUNIR SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE REPRESENTAÇÃO ESTADUAL DOS NÃO COFUNDIR COM CONASEMS QUE ATUAM EM ÂMBITO
DE SECRETARIAS SAÚDE PARA ATUAR NA FORMAÇÃO DE INTERESSES DE SAÚDE DOS MUNICÍPIOS NACIONAL. COSEMS SÃO VINCULADAS INSTITUCIONALMENTE AO
MUNICIPAIS DE SAÚDE POLÍTICAS EM ÂMBITO ESTADUAL CONASEMS.

EM PROVA SERÃO QUESTIONADAS A COMPOSIÇÃO TENTANDO


CIT – COMISSÃO FOROS DE NEGOCIAÇÃO E PACTUAÇÃO REPRESENTANTES DO MINISTÉRIO DA
CONFUNDIR COM A CIB. ASPECTOS OPERACIONAIS DOS PLANOS
INTERGESTORES TRIPARTITE ENTRE GESTORES EM ÂMBITO NACIONAL SAÚDE, CONASS E CONASEMS
DE SAÚDE APROVADOS PELOS CONSELHOS DE SAÚDE.

NÃO CONFUNDIR COSEMS COM CONASEMS. ASPECTOS


CIB – COMISSÃO FOROS DE NEGOCIAÇÃO E PACTUAÇÃO REPRESENTANTES DA SECRETARIA DE SAÚDE
OPERACIONAIS DOS PLANOS DE SAÚDE APROVADOS PELOS
INTERGESTORES BIPARTITE ENTRE GESTORES EM ÂMBITO ESTADUAL DO ESTADO E DAS COSEMS
CONSELHOS DE SAÚDE.
COMISSÕES INTERGESTORES E CONSELHOS
FOROS DE NEGOCIAÇÃO E PACTUAÇÃO ENTRE GESTORES

COMISSÃO INTERGESTORES TRIPARTITE (CIT) COMISSÃO INTERGESTORES BIPARTITE (CIB)

DECISÕES EM NÍVEL NACIONAL DECISÕES EM NÍVEL ESTADUAL


Região de
Saúde
Protocolo
Clínico e Mapa da Região é Espaço geográfico
Diretriz Saúde
Terapêutica Mapa é Descrição

COAP é Acordo
Serviços Comissão é Instância
Rede de
Especiais de DECRETO Atenção à
Acesso 7.508 Saúde Protocolo é Documento
Aberto

Rede é conjunto

Porta de Entrada é Inicial


Comissões Portas de
Intergestores Entrada Serviços Especiais são Específicos
Contrato
Organizativo
da Ação
Pública da
Saúde
DA ORGANIZAÇÃO DO SUS –
HIERARQUIZAÇÃO
Art. 8º O acesso II - de atenção de
I - de atenção
universal, igualitário urgência e
primária;
e ordenado às emergência;
ações e serviços de Art. 9º São Portas de Entrada às ações e
aos serviços de saúde nas Redes de
saúde se inicia Atenção à Saúde os serviços
pelas Portas de
Entrada do SUS e III - de atenção IV - especiais de
se completa na rede psicossocial; e acesso aberto
regionalizada e
hierarquizada, de
acordo com a Parágrafo único. Mediante justificativa técnica e de
complexidade do acordo com o pactuado nas Comissões Intergestores, os
serviço entes federativos poderão criar novas Portas de Entrada
às ações e serviços de saúde, considerando as
características da Região de Saúde
DA ORGANIZAÇÃO DO SUS – REGIÕES DE
SAÚDE
Art. 5º Para ser instituída, a Região de Saúde deve conter, no mínimo, ações e serviços de:

I - Atenção Primária.

II - Urgência e Emergência.

III - Atenção Psicossocial.

IV - Atenção Ambulatorial Especializada e Hospitalar; e

V - Vigilância em Saúde.
DA ORGANIZAÇÃO DO SUS – REGIÕES DE SAÚDE
REGIÕES DE SAÚDE

Art. 4º As Regiões de Saúde serão instituídas pelo Estado, em articulação com os


Municípios, respeitadas as diretrizes gerais pactuadas na Comissão Intergestores
Tripartite - CIT a que se refere o inciso I do art. 30

§ 1º Poderão ser instituídas Regiões de Saúde interestaduais, compostas por


Municípios limítrofes, por ato conjunto dos respectivos Estados em articulação
com os Municípios.

§ 2º A instituição de Regiões de Saúde situadas em áreas de


fronteira com outros países deverá respeitar as normas que
regem as relações internacionais
Assistência Farmacêutica
Lei 8.080, Art. 6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do
Sistema Único de Saúde (SUS):
• I - a execução de ações:
• d) de assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica;
DA ASSISTÊNCIA A SAÚDE - RENAME

Art. 25. A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME


compreende a seleção e a padronização de medicamentos indicados
para atendimento de doenças ou de agravos no âmbito do SUS

• Parágrafo único. A RENAME será acompanhada do Formulário


Terapêutico Nacional - FTN que subsidiará a prescrição, a
dispensação e o uso dos seus medicamentos

Art. 26. O Ministério da Saúde é o órgão competente para dispor sobre a


RENAME e os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas em âmbito
nacional, observadas as diretrizes pactuadas pela CIT
O FT é uma ferramenta de consulta rápida e objetiva
• Auxiliando a escolha da melhor opção terapêutica
para o paciente
• A correta prescrição do medicamento; e
• O conhecimento de diversos processos que envolvem
a composição do catálogo do sistema e assim
promovendo o uso racional de medicamentos
DA ASSISTÊNCIA A SAÚDE - RENAME
O Ministério da Saúde consolidará e publicará as atualizações:

• I - da RENAME, a cada dois anos, e disponibilizará, nesse prazo, a


lista de tecnologias incorporadas, excluídas e alteradas pela CONITEC
e com a responsabilidade de financiamento pactuada de forma
tripartite, até que haja a consolidação da referida lista;
• II - do FTN, à medida que sejam identificadas novas evidências sobre
as tecnologias constantes na RENAME vigente; e
• III - de protocolos clínicos ou de diretrizes terapêuticas, quando da
incorporação, alteração ou exclusão de tecnologias em saúde no SUS
e da existência de novos estudos e evidências científicas
identificados a partir de revisões periódicas da literatura relacionada
aos seus objetos.
DA ASSISTÊNCIA A SAÚDE - RENAME

Art. 27. O Estado, o Distrito Federal e o Município poderão


adotar relações específicas e complementares de
medicamentos, em consonância com a RENAME, respeitadas
as responsabilidades dos entes pelo financiamento de
medicamentos, de acordo com o pactuado nas Comissões
Intergestores
DA ASSISTÊNCIA A SAÚDE - RENAME

I - estar o usuário assistido por ações e § 1º Os entes federativos


serviços de saúde do SUS; poderão ampliar o acesso do
usuário à assistência
farmacêutica, desde que
II - ter o medicamento sido prescrito por questões de saúde pública o
profissional de saúde, no exercício justifiquem.
Art. 28. O acesso regular de suas funções no SUS;
universal e igualitário
à assistência § 2º O Ministério da Saúde
farmacêutica III - estar a prescrição em conformidade poderá estabelecer regras
com a RENAME e os Protocolos Clínicos e diferenciadas de acesso a
pressupõe, Diretrizes Terapêuticas ou com a relação medicamentos de caráter
cumulativamente específica complementar estadual, distrital especializado
ou municipal de medicamentos; e

IV - ter a dispensação ocorrido em


unidades indicadas pela direção do SUS
DA ASSISTÊNCIA A SAÚDE - RENAME
Art. 29. A RENAME e a relação específica complementar estadual, distrital ou
municipal de medicamentos somente poderão conter produtos com registro na
Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
DO CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO
PÚBLICA DA SAÚDE
Art. 33. O acordo de colaboração entre os entes federativos para
a organização da rede interfederativa de atenção à saúde será
firmado por meio de Contrato Organizativo da Ação Pública da
Saúde.

Art. 34. O objeto do Contrato Organizativo de Ação Pública da


Saúde é a organização e a integração das ações e dos serviços de
saúde, sob a responsabilidade dos entes federativos em uma
Região de Saúde, com a finalidade de garantir a integralidade da
assistência aos usuários.
• Parágrafo único. O Contrato Organizativo de Ação Pública da Saúde resultará da
integração dos planos de saúde dos entes federativos na Rede de Atenção à
Saúde, tendo como fundamento as pactuações estabelecidas pela CIT.
LEI COMPLEMENTAR 141/2012
A Carta de direitos dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) traz informações para
que você conheça seus direitos na hora de procurar atendimento de saúde. Ela reúne os
seis princípios básicos de cidadania que asseguram ao brasileiro o ingresso digno nos
sistemas de saúde, seja ele público ou privado.
1.Todo cidadão tem direito ao acesso ordenado e organizado aos sistemas de saúde.
2.Todo cidadão tem direito a tratamento adequado e efetivo para seu problema.
3.Todo cidadão tem direito ao atendimento humanizado, acolhedor e livre de qualquer
discriminação.
4.Todo cidadão tem direito a atendimento que respeite a sua pessoa, seus valores e seus
direitos.
5.Todo cidadão também tem responsabilidades para que seu trata- mento aconteça da
forma adequada.
6.Todo cidadão tem direito ao comprometimento dos gestores da saúde para que os
princípios anteriores sejam cumpridos.
Sistema de Informação em Saúde (SIS):

Conjunto integrado de componentes para:


Coleta, processamento, análise e transmissão
de dados.
Suporte ao planejamento, prevenção e
redistribuição de recursos.
Avaliação dos serviços de saúde.
Objetivos do SIS:

Facilitar a tomada de decisões em saúde.


Fornecer dados para ações preventivas e de
melhoria dos serviços.
Apoiar o gerenciamento e a alocação de
recursos.
SINASC (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos):

Registra dados dos nascimentos em todo o território.


Utiliza a Declaração de Nascidos Vivos.
Auxilia na obtenção de indicadores de natalidade, mortalidade
infantil e materna.

SIM (Sistemas de Informação em Mortalidade):

Coleta dados de óbitos, incluindo os fetais.


Utiliza a Declaração de Óbito (DO).
Permite o monitoramento do perfil de mortalidade e a
orientação de ações de saúde.

SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação):

Realiza a notificação e investigação de doenças e agravos.


Baseado na lista de doenças de notificação compulsória.
Importante para o controle e monitoramento de agravos à
saúde.
SIH-SUS (Sistema de Informação Hospitalar do SUS):

Registra informações de internações hospitalares.


Utiliza a AIH (Autorização de Internação Hospitalar).
Aplica-se principalmente a internações com duração mínima de
24 horas.

SIA-SUS (Sistema de Informação Ambulatorial do SUS):

Registra atendimentos ambulatoriais.


Utiliza a APAC para procedimentos de alta complexidade ou
custo.
Auxilia no controle da produção ambulatorial e na gestão de
exames.
SISAB (Sistema de Informação em Saúde para a Atenção
Básica):

Coleta dados da atenção básica.


Utiliza:
• CDS (Coleta de Dados Simplificada): Para serviços sem
sistema informatizado.
• PEC (Prontuário Eletrônico do Cidadão): Para registro
detalhado com emissão de relatórios.

SIPNI (Sistema de Informação do Programa Nacional de


Imunizações):

Registra dados de vacinação e eventos adversos.


Auxilia no controle do estoque, distribuição e uso de vacinas.
Fundamental para o monitoramento da vacinação, como no
combate à COVID-19, com verificação via ConecteSUS.

Você também pode gostar