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MINUTA Regimento Escolar 2

O Regimento Escolar Interno da Escola Municipal XXXX estabelece diretrizes sobre a identificação, objetivos, cursos, direitos e deveres de alunos, pais, docentes e funcionários. O documento detalha a carga horária, currículos, projetos especiais e sanções disciplinares, visando promover um ambiente educativo inclusivo e de qualidade. Além disso, aborda a organização técnico-administrativa e pedagógica, bem como a gestão democrática da escola.

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

ESCOLA MUNICIPAL XXXX

REGIMENTO ESCOLAR
INTERNO

Cristalina – GO, XX de junho de 2019


ÍNDICE

TÍTULO I - DA IDENTIFICAÇÃO, DOS OBJETIVOS, DOS CURSOS, NÍVEIS E


MODALIDADES DE ENSINO..............................................................5

CAPÍTULO I - DA IDENTIFICAÇÃO 5

CAPÍTULO II - DOS OBJETIVOS 5

CAPÍTULO III - DOS CURSOS, NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO 6

TÍTULO II - DOS TURNOS, DA CARGA HORÁRIA, DOS CURRÍCULOS E DOS PROJETOS


ESPECIAIS6

CAPÍTULO I - DOS TURNOS E DA CARGA HORÁRIA 7

CAPÍTULO II - DOS CURRÍCULOS 7

CAPÍTULO III - DOS PROJETOS ESPECIAIS 8

TÍTULO III - DOS DIREITOS E DEVERES DA DIREÇÃO, DO CORPO DOCENTE E


FUNCIONÁRIOS, E DAS SANÇÕES.......................................................9

CAPÍTULO I - DOS DIREITOS DA DIREÇÃO, DO CORPO DOCENTE E DOS FUNCIONÁRIOS 9

CAPÍTULO II - DOS DEVERES DA DIREÇÃO, DO CORPO DOCENTE E DOS FUNCIONÁRIOS 9

CAPÍTULO III - DAS SANÇÕES 9

TÍTULO IV - DOS DIREITOS E DEVERES DOS PAIS/RESPONSÁVEIS.................10

CAPÍTULO I - DOS DIREITOS DOS PAIS / RESPONSÁVEIS 10

CAPÍTULO II - DOS DEVERES DOS PAIS / RESPONSÁVEIS 10

TÍTULO V - DOS DIREITOS DOS ALUNOS, DEVERES, RESPONSABILIDADES,


PROIBIÇÕES E DAS SANÇÕES..........................................................10

CAPÍTULO I - DOS DIREITOS DOS ALUNOS 11

CAPÍTULO II - DOS DEVERES E DAS RESPONSABILIDADES DOS ALUNOS 13

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CAPÍTULO III - DAS PROIBIÇÕES AOS ALUNOS 14

CAPÍTULO IV - DAS SANÇÕES 18

TÍTULO VI - DA ORGANIZAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA.....19

CAPÍTULO I - DA CARACTERIZAÇÃO 19

CAPÍTULO II - DO NÚCLEO GESTOR DE DIREÇÃO 20

CAPÍTULO III - DO NÚCLEO GESTOR PEDAGÓGICO 21

CAPÍTULO IV - DO NÚCLEO ADMINISTRATIVO 21

CAPÍTULO V - DO NÚCLEO OPERACIONAL 21

CAPÍTULO VI - DO CORPO DOCENTE 22

CAPÍTULO VII - DO CORPO DISCENTE 23

CAPÍTULO VIII - DOS COLEGIADOS 23


SEÇÃO I - DO CONSELHO ESCOLAR / CONSELHO GESTOR.................................................................23
SEÇÃO II - DOS CONSELHOS DE CLASSE.........................................................................................23
SEÇÃO III - DA COMISSÃO DE NORMAS E CONVIVÊNCIA..................................................................25

CAPÍTULO IX - DAS INSTITUIÇÕES AUXILIARES 26

TÍTULO VII - DOS PLANOS DE GESTÃO DA ESCOLA E DO ENSINO..................26

CAPÍTULO I - DA GESTÃO DEMOCRÁTICA 26

CAPÍTULO II - DOS PLANOS DE CURRICULARES DE CURSO 27

CAPÍTULO III - DO PLANO DE ENSINO 28

TÍTULO VIII - DA MATRÍCULA, CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO DOS ALUNOS 28

CAPÍTULO I - DA MATRÍCULA DOS ALUNOS 28

CAPÍTULO II - DA CLASSIFICAÇÃO DOS ALUNOS 29

CAPÍTULO III - DA RECLASSIFICAÇÃO DOS ALUNOS 30

TÍTULO IX - DA AVALIAÇÃO DOS ALUNOS.........................................31

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CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 31

CAPÍTULO II DA AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL 33

CAPÍTULO III DA RECUPERAÇÃO PARALELA 34

CAPÍTULO IV DA RECONSIDERAÇÃO CONTRA AVALIAÇÃO DURANTE O PERÍODO LETIVO 34

CAPÍTULO V DA RECONSIDERAÇÃO E DOS RECURSOS CONTRA O RESULTADO FINAL DA


AVALIAÇÃO 35

TÍTULO X - DA PROMOÇÃO, DAS RETENÇÕES, DA PROGRESSÃO PARCIAL E DA


RECUPERAÇÃO DOS ALUNOS..........................................................35

CAPÍTULO I - DA PROMOÇÃO 35

CAPÍTULO II - DA RETENÇÃO TOTAL 37

CAPÍTULO III - DA PROGRESSÃO PARCIAL 37

CAPÍTULO IV - DA RECUPERAÇÃO ESPECIAL 38

TÍTULO XI - DA FREQUÊNCIA E DA COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS...............38

CAPÍTULO I - DA FREQUÊNCIA 38

CAPÍTULO II - DA COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS 39

TÍTULO XII - DA EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS DE VIDA ESCOLAR................39

TÍTULO XIV - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS.............................................40

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TÍTULO I -
DA IDENTIFICAÇÃO, DOS OBJETIVOS, DOS CURSOS, NÍVEIS E
MODALIDADES DE ENSINO

Capítulo I -
Da Identificação

Art. 1º - A Escola Municipal xxxxx, situada à Rua xxxx, xxx, Bairro xxxxx, está
jurisdicionada à Secretaria Municipal de Educação, tendo sido autorizado seu
funcionamento pela Resolução nº xxxxx, de xx/xx/xxxx.

Capítulo II -
Dos Objetivos

Art. 2º - São objetivos desta Escola, além daqueles previstos na Lei Federal nº 9.394/96
(LDB):
I- Estimular e incentivar o protagonismo dos alunos, motivando-os
para o estudo, a pesquisa e o convívio social;
II - Elevar, sistematicamente, a qualidade de ensino oferecido aos
educandos;
III - Formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres;
IV - Promover a integração escola-comunidade;
V- Proporcionar um ambiente favorável ao estudo, ao ensino e à
convivência social;
VI - Estimular, em seus alunos, a participação bem como a atuação
solidária junto à comunidade;
VII - Promover a inclusão de alunos com necessidades especiais, nos
termos da legislação vigente, e de acordo com as condições da
escola.
Art. 3º - Como instituição educativa, e no cumprimento de seu dever, esta escola:
I - Assegurará que aos alunos com menor rendimento sejam
oferecidas condições de serem devidamente atendidos ao longo do
ano letivo;

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II - Proverá estudos de recuperação, de preferência paralelos ao
período letivo, aos alunos de menor rendimento;
III - Atuará preventivamente de modo a evitar que os alunos faltem às
aulas, alertando os alunos e seus pais para a possibilidade de não
aprovação daqueles que obtiverem um percentual inferior a 75% do
total de horas letivas, mesmo quando o rendimento escolar for
satisfatório;
IV - Alertará a família de que a Educação Básica é obrigatória e gratuita,
dos 4 aos 17 anos, o que implica o dever da família de zelar para
que seus filhos frequentem a instituição de ensino;
V - Possibilitará a aceleração de estudos quando ocorrer defasagem
entre a idade do aluno e o ano/série que ele está cursando;
VI - Possibilitará o avanço nos cursos e nos anos mediante verificação
do aprendizado;
VII - Possibilitará o aproveitamento de estudos concluídos com êxito
pelos alunos.

Capítulo III -
Dos Cursos, Níveis e Modalidades de Ensino

Art. 4º - A Escola Municipal xxxx ministra a Educação Infantil – Pré- Escola


(Agrupamento de 4 e 5 anos); Ensino Fundamental – Anos iniciais; Ensino Fundamental
– Anos Finais; e a Educação de Jovens e Adultos – Ensino Fundamental -, de acordo
com os currículos constantes da sua proposta pedagógica.

TÍTULO II -
DOS TURNOS, DA CARGA HORÁRIA, DOS CURRÍCULOS E DOS
PROJETOS ESPECIAIS

Capítulo I -
Dos Turnos e da Carga Horária

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Art. 5º - Esta escola funciona em dois turnos diurnos e um turno noturno,
oferecendo a carga horária mínima anual de oitocentas horas para o diurno e
quatrocentas horas semestrais para o noturno, ministradas em, no mínimo, duzentos
dias de efetivo trabalho escolar.
§ 1º - O horário de início do turno matutino é às xxx horas; e o horário de
término às horas. Sendo tolerado o atraso máximo de xxxx minutos para entrada dos
alunos.
§ 2º - O horário de início do turno vespertino é às xxx horas; e o horário de
término às horas. Sendo tolerado o atraso máximo de xxxx minutos para entrada dos
alunos.
§ 3º - O horário de início do turno noturno é às xxx horas; e o horário de
término às horas. Sendo tolerado o atraso máximo de xxxx minutos para entrada.
§ 4º - Os portões da instituição estarão abertos para recebimento dos alunos
xxx minutos antes do início do turno letivo.
§ 5º - Só será liberada a saída do estudante da instituição com a apresentação
da Carteira de Identificação Escolar mesmo em se tratando dos pais.
§ 6º - Ao término do turno letivo da Educação Infantil e do Ensino Fundamental
será tolerado o atraso máximo de xxxx minutos para que os responsáveis busquem os
alunos, após o período de tolerância o Conselho Tutelar será acionado para condução
das crianças.

Capítulo II -
Dos Currículos

Art. 6º - Nos termos da legislação vigente, os componentes curriculares,


elementos integrantes do Plano Curricular, contam com uma base nacional comum e
uma parte diversificada.
§ 1º - Os componentes curriculares a serem trabalhados nos anos e nas séries
estão identificados na Matriz Curricular.
§ 2º - O ensino religioso, constituirá disciplina do horário normal no ensino
fundamental e será ministrado de acordo com as normas do sistema, assegurado o
respeito à diversidade cultural e religiosa dos alunos.

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Capítulo III -
Dos Projetos Especiais

Art. 7º - Esta escola desenvolve, sempre que necessário, e dentro das suas
possibilidades, projetos especiais abrangendo:
I - Atividades de reforço e recuperação de aprendizagem e orientação
de estudos;
II - Programas especiais de aceleração de estudos para alunos com
defasagem idade/ano ou série;
III - Organização e utilização de salas ambiente, de multimeios, de
multimídia, de leitura, laboratórios, e salas de recursos, quando se
tratar da educação especial;
IV - Flexibilização e adaptação curricular envolvendo conteúdos,
metodologias, recursos didáticos e avaliação diferenciada para os
alunos público-alvo da educação especial;
V - Atendimento aos alunos com altas habilidades pelo
aprofundamento e/ou enriquecimento curricular, e aceleração de
estudos para os alunos com altas habilidades que têm grande
facilidade e rapidez no domínio de conceitos e procedimentos em
todas as áreas do conhecimento;
VI - Grupos de estudo e pesquisa;
VII - Programas de cultura e de lazer.
§ 1º - As atividades de reforço, com caráter de enriquecimento, destinam-se a
todos os alunos de um determinado ano, série, classe ou ciclo.
§ 2º - As atividades de recuperação destinam-se somente aos alunos de baixo
rendimento escolar.
§ 3º - Os projetos especiais, integrados aos objetivos gerais, são planejados e
desenvolvidos pelos profissionais da própria escola.
§ 4º - No interesse da comunidade escolar, a direção poderá firmar convênios e
propor termos de cooperação com entidades públicas e privadas, para a realização dos
projetos especiais, submetendo-os à apreciação do Conselho Escolar.

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TÍTULO III -
DOS DIREITOS E DEVERES DA DIREÇÃO, DO CORPO DOCENTE E
FUNCIONÁRIOS, E DAS SANÇÕES

Capítulo I -
Dos Direitos da Direção, do Corpo Docente e dos Funcionários

Art. 8º - Além dos direitos decorrentes da legislação específica, são


assegurados à direção, aos docentes e aos funcionários:
I - O direito à realização humana e profissional;
II - O direito ao respeito e a condições condignas de trabalho;
III - O direito de recurso à autoridade superior.

Capítulo II -
Dos Deveres da Direção, do Corpo Docente e dos Funcionários

Art. 9º - Aos diretores, docentes e funcionários caberá, além do que for


previsto na legislação:
I - Assumir integralmente as responsabilidades e deveres decorrentes
de seus cargos e funções;
II - Cumprir seu horário de trabalho, participar de reuniões e respeitar
o período de permanência na escola;
III - Manter com seus colegas um espírito de colaboração e de
convivência saudável.

Capítulo III -
Das Sanções

Art. 10 - Aos diretores, docentes e funcionários, quando cometerem infrações


ou incorrerem em atos que revelem desrespeito, negligência, incompetência ou
incompatibilidade com a função que exercem, cabem as sanções disciplinares previstas
na Lei nº 1.697/2003 e nas normas legais superiores.

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TÍTULO IV -
DOS DIREITOS E DEVERES DOS PAIS/RESPONSÁVEIS

Capítulo I -
Dos Direitos dos Pais / Responsáveis

Art. 11 – São direitos dos pais/responsáveis, como participantes do processo


educativo:
I – Receber informações sobre o processo pedagógico;
II – Contestar resultados finais;
III – Participar dos processos consultivos e decisórios por meio de
representação no conselho escolar e associação de pais e mestres;
IV – Ter acesso ao presente regimento escolar.

Capítulo II -
Dos Deveres dos Pais / Responsáveis

Art. 12 – São deveres dos pais/responsáveis:


I – Efetuar a matrícula de seu filho ou tutelado na escola;
II – Responsabilizar-se pela frequência em todas as atividades escolares;
III – Encaminhar a criança ou adolescente a tratamento especializado, quando
necessário;
IV – Atender as convocações da unidade escolar;
V – Participar das reuniões de pais e mestres, eventos cívicos e comemorativos;
VI – Acompanhar o desenvolvimento do processo de aprendizagem.

TÍTULO V -
DOS DIREITOS DOS ALUNOS, DEVERES, RESPONSABILIDADES,
PROIBIÇÕES E DAS SANÇÕES

Capítulo I -
Dos Direitos dos Alunos

Art. 13 – São direitos dos alunos:

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I - Usufruir de um ambiente de aprendizagem apropriado e
incentivador, livre de discriminação, constrangimentos ou
intolerância;
II - Receber atenção e respeito de colegas, professores, funcionários e
colaboradores da escola, independentemente de idade, gênero,
raça, religião, origem social, nacionalidade, deficiências, estado civil
ou convicções políticas;
III - Receber informações sobre as aulas, programas disponíveis na
escola e oportunidades de participar em projetos especiais;
IV - Receber Boletim Escolar e demais informações sobre seu progresso
educativo, bem como participar de avaliações periódicas, de
maneira informal ou por instrumentos oficiais de avaliação de
rendimento;
V - Ser notificado, com a devida antecedência, sobre a possibilidade de
ser encaminhado para programa de recuperação, em razão do
aproveitamento;
VI - Ser notificado sobre a possibilidade de recorrer, quando discordar
do resultado da avaliação;
VII - Ter garantida a confidencialidade das informações de caráter
pessoal ou acadêmicas registradas e armazenadas pelo sistema
escolar, salvo em casos de risco ao ambiente escolar ou
atendimento a requerimento de órgãos oficiais competentes;
VIII - Organizar, promover e participar do Grêmio Estudantil;
IX - Participar da publicação de jornais ou boletins informativos
escolares, desde que produzidos com responsabilidade e métodos
jornalísticos, que reflitam a vida na escola ou expressem
preocupações e pontos de vista dos alunos;
X - Promover a circulação de jornais, revistas ou literatura na escola,
em qualquer dos veículos de mídia disponíveis, desde que
observados os parâmetros definidos pela escola no tocante a
horários, locais e formas de distribuição ou divulgação, sendo

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proibida a veiculação de conteúdos difamatórios, obscenos,
preconceituosos, racistas, discriminatórios, comerciais, de cunho
partidário ou de organizações paramilitares, que promovam a
apologia ao crime ou a atos ilícitos ou estimulem a sua prática, ou
cuja distribuição perturbe o ambiente escolar, incite à desordem ou
ameace a segurança ou os direitos fundamentais do cidadão;
XI - Afixar avisos no mural, sempre acatando os regulamentos
estabelecidos pela escola, sendo proibida a veiculação de
conteúdos difamatórios, obscenos, preconceituosos, racistas,
discriminatórios, comerciais, de cunho partidário ou de
organizações paramilitares, que promovam a apologia ao crime ou a
atos ilícitos ou estimulem a sua prática, que perturbem o ambiente
escolar, incitem à desordem ou ameacem a segurança ou os direitos
fundamentais do cidadão;
XII - Ter assegurados o ingresso e a posse de materiais de uso pessoal na
escola, exceto nos casos em que representem perigo para si ou para
os outros, ou que perturbem o ambiente escolar;
XIII - Ser tratado de forma justa e cordial por todos os integrantes da
comunidade escolar, sendo-lhe assegurado:
a) Ser informado sobre as condutas consideradas apropriadas e
quais as que podem resultar em sanções disciplinares, para que
tome ciência das possíveis consequências de suas atitudes em
seu rendimento escolar e no exercício dos direitos previstos
neste Regimento;
b) Ser informado sobre procedimentos para recorrer de decisões
administrativas sobre seus direitos e responsabilidades, em
conformidade com o estabelecido neste Regimento;
c) Estar acompanhado, quando menor, por seus pais ou
responsáveis em reuniões e audiências que tratem de seus
interesses quanto a desempenho escolar, ou em

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procedimentos administrativos que possam resultar em sua
transferência compulsória da escola.

Capítulo II -
Dos Deveres e das Responsabilidades dos Alunos

Art. 14 - São deveres e responsabilidades dos alunos:


I - Frequentar a escola, regular e pontualmente, devendo estar
devidamente uniformizado, realizando os esforços necessários para
progredir nas diversas áreas de sua educação;
II - Estar preparado para as aulas e manter adequadamente livros e
demais materiais escolares de uso pessoal ou comum coletivo;
III - Observar as disposições vigentes sobre entrada e saída das classes e
demais dependências da escola;
IV - Ser respeitoso e cortês para com colegas, diretores, professores,
funcionários e colaboradores da escola, independentemente de
idade, gênero, raça, religião, origem social, nacionalidade,
deficiências, estado civil ou convicções políticas;
V - Contribuir para a criação e manutenção de um ambiente de
aprendizagem colaborador e seguro, que garanta o direito de todos
os alunos de estudar e aprender;
VI - Abster-se de condutas que neguem, ameacem ou de alguma forma
interfiram negativamente no livre exercício dos direitos dos
membros da comunidade escolar;
VII - Respeitar e cuidar dos prédios, equipamentos e símbolos escolares,
ajudando a preservá-los, respeitando a propriedade alheia, pública
ou privada;
VIII - Compartilhar com a direção da escola informações sobre questões
que possam colocar em risco a saúde, a segurança e o bem-estar da
comunidade escolar;
IX - Utilizar meios pacíficos na resolução de conflitos;

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X - Reunir-se sempre de maneira pacífica e respeitando a decisão dos
alunos que não desejem participar da reunião;
XI - Ajudar a manter o ambiente escolar livre de bebidas alcoólicas,
drogas lícitas e ilícitas, substâncias tóxicas e armas;
XII - Manter pais ou responsáveis legais informados sobre os assuntos
escolares, sobretudo sobre o progresso nos estudos, os eventos
sociais e educativos previstos ou em andamento, e assegurar que
recebam as comunicações a eles encaminhadas pela equipe escolar,
devolvendo-as à direção em tempo hábil e com a devida ciência,
sempre que for o caso.
Parágrafo Único – O uniforme escolar da instituição obedece ao padrão:
camiseta branca com logomarca da instituição pintada no lado esquerdo, com filete
azul em ambos os lados; short / calça na cor azul com filetes brancos em ambos os
lados; jaqueta de frio na cor com a logomarca da instituição pintada no lado esquerdo.

Capítulo III -
Das Proibições aos Alunos

Art. 15 - É proibido ao aluno:


I - Ausentar-se das aulas ou dos prédios escolares, sem prévia
justificativa ou autorização dos professores e da direção;
II - Ter acesso, circular ou permanecer em locais restritos do prédio
escolar;
III - Utilizar, sem a devida autorização, computadores, aparelhos
telefônicos ou outros equipamentos e dispositivos eletrônicos de
propriedade da escola;
IV - Utilizar, em salas de aula ou demais locais de aprendizado escolar,
equipamentos eletrônicos como telefones celulares, pagers, jogos
portáteis, tocadores de música ou outros dispositivos de
comunicação e entretenimento que perturbem o ambiente escolar
ou prejudiquem o aprendizado, ressalvado o uso para finalidades
pedagógicas.

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V - Ocupar-se, durante a aula, com qualquer atividade que lhe seja
alheia;
VI - Comportar-se de maneira a perturbar o processo educativo, como,
por exemplo, fazendo barulho excessivo em classe, na biblioteca ou
nos corredores da escola;
VII - Desrespeitar, desacatar ou afrontar diretores, professores,
funcionários ou colaboradores da escola;
VIII - Fumar, dentro da escola;
IX - Comparecer à escola sob efeito de substâncias nocivas à saúde e à
convivência social;
X - Expor ou distribuir materiais dentro do estabelecimento escolar que
violem as normas ou políticas oficialmente definidas pela Secretaria
Municipal da Educação ou pela escola;
XI - Exibir ou distribuir textos, literatura ou materiais difamatórios,
racistas ou preconceituosos, incluindo a exibição dos referidos
materiais na internet;
XII - Violar as políticas adotadas pela Secretaria Municipal da Educação
no tocante ao uso da internet na escola, acessando-a, por exemplo,
para violação de segurança ou privacidade, ou para acesso a
conteúdo não permitido ou inadequado para a idade e formação
dos alunos;
XIII - Danificar ou adulterar registros e documentos escolares, através de
qualquer método, inclusive o uso de computadores ou outros meios
eletrônicos;
XIV - Incorrer nas seguintes fraudes ou práticas ilícitas nas atividades
escolares:
a) Comprar, vender, furtar, transportar ou distribuir conteúdos
totais ou parciais de provas a serem realizadas ou suas
respostas;
b) Substituir ou ser substituído por outro aluno na realização de
provas ou avaliações;

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c) Substituir seu nome ou demais dados pessoais quando realizar
provas ou avaliações escolares;
d) Plagiar, ou seja, apropriar-se do trabalho de outro e utilizá-lo
como se fosse seu, sem dar o devido crédito e fazer menção ao
autor, como no caso de cópia de trabalhos de outros alunos ou
de conteúdos divulgados pela internet ou por qualquer outra
fonte de conhecimento.
XV - Danificar ou destruir equipamentos, materiais ou instalações
escolares; escrever, rabiscar ou produzir marcas em qualquer
parede, vidraça, porta ou quadra de esportes dos edifícios
escolares;
XVI - Intimidar o ambiente escolar com bomba ou ameaça de bomba;
XVII - Ativar injustificadamente alarmes de incêndio ou qualquer outro
dispositivo de segurança da escola;
XVIII - Empregar gestos ou expressões verbais que impliquem insultos ou
ameaças a terceiros, incluindo hostilidade ou intimidação mediante
o uso de apelidos racistas ou preconceituosos;
XIX - Emitir comentários ou insinuações de conotação sexual agressiva ou
desrespeitosa, ou apresentar qualquer conduta sexualmente
ofensiva;
XX - Estimular, ou envolver-se em, brigas, manifestar conduta agressiva
ou promover brincadeiras que impliquem risco de ferimentos,
mesmo que leves, em qualquer membro da comunidade escolar;
XXI - Produzir ou colaborar para o risco de lesões em integrantes da
comunidade escolar, resultantes de condutas imprudentes ou da
utilização inadequada de objetos cotidianos que podem causar
danos físicos, como isqueiros, fivelas de cinto, guarda-chuvas,
braceletes etc.;
XXII - Comportar-se, no transporte escolar, de modo a representar risco
de danos ou lesões ao condutor, aos demais passageiros, ao veículo

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ou aos passantes, como correr pelos corredores, atirar objetos pelas
janelas, balançar o veículo etc.;
XXIII - Provocar ou forçar contato físico inapropriado ou não desejado
dentro do ambiente escolar;
XXIV - Ameaçar, intimidar ou agredir fisicamente qualquer membro da
comunidade escolar;
XXV - Participar, estimular ou organizar incidente de violência grupal ou
generalizada;
XXVI - Apropriar-se de objetos que pertencem a outra pessoa, sob
ameaça, ou sem o devido consentimento;
XXVII - Incentivar ou participar de atos de vandalismo que provoquem
dano a equipamentos, materiais e instalações escolares ou a
pertences da equipe escolar, estudantes ou terceiros;
XXVIII - Consumir, portar, distribuir ou vender substâncias controladas,
bebidas alcoólicas ou outras drogas lícitas ou ilícitas no recinto
escolar;
XXIX - Portar, facilitar o ingresso ou utilizar qualquer tipo de arma no
recinto escolar;
XXX - Apresentar qualquer conduta proibida pela legislação brasileira.
XXXI - Utilizar bonés, chapéus ou outros similares no ambiente escolar
sem justificativa plausível como saúde e /ou costume religioso.
XXXII - Consumir alimentos, balas, chicletes e outros durante as aulas.
§ 1º - As faltas descritas nos itens XXIII a XXX serão sempre submetidas à
Comissão de Normas e Convivência, para apuração e aplicação de medida disciplinar,
inclusive a transferência por questões disciplinares, nos termos da Indicação do
Regimento Escolar Único da Rede Municipal de Educação (Resolução 13/2018), Artigo
62.
§ 2º - Além das condutas descritas no parágrafo anterior, também são passíveis
de apuração e aplicação de medidas disciplinares as condutas que os professores ou a
direção escolar considerem incompatíveis com a manutenção de um ambiente escolar

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sadio, ou inapropriadas ao ensino-aprendizagem, sempre considerando, na
caracterização da falta, a idade do aluno e a reincidência do ato.

Capítulo IV -
Das Sanções

Art. 16 - O não cumprimento dos deveres e a incidência em faltas disciplinares


poderão acarretar ao aluno as seguintes medidas disciplinares:
I - Advertência verbal;
II - Retirada do aluno de sala de aula ou atividade em curso e
encaminhamento à diretoria para orientação;
III - Comunicação escrita dirigida aos pais ou responsáveis;
IV - Advertência escrita;
V - Suspensão temporária de participação em visitas ou demais
programas extracurriculares;
VI - Suspensão por até 3 dias letivos;
VII - Transferência por questões disciplinares, nos termos da Indicação
do Regimento Escolar Único da Rede Municipal de Educação
(Resolução 13/2018), Artigo 62.
§ 1º - As medidas disciplinares deverão ser aplicadas ao aluno em função da
gravidade da falta, idade do aluno, grau de maturidade e histórico disciplinar,
comunicando-as aos pais ou responsáveis.
§ 2º - As medidas previstas nos itens I e III serão aplicadas pelo professor ou
pelo Coordenador;
§ 3º - As medidas previstas nos itens IV e V serão aplicadas pelo Coordenador
de turno ou Diretor;
§ 4º - As medidas previstas nos itens, VI e VII serão aplicadas pelo Diretor,
mediante deliberação do Conselho de Normas e Convivência.
§ 5º - Quaisquer que sejam as medidas disciplinares a que estiver sujeito o
aluno, a ele será sempre garantido o amplo direito de defesa e o contraditório.

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§ 6º - No caso da transferência por questões disciplinares, o Diretor da Escola
expedirá a Guia de Transferência, cabendo à Secretaria Municipal de Educação
providenciar vaga para o aluno em outra unidade escolar.
§ 7º - A decisão de transferência por questões disciplinares poderá ser objeto
de Recurso, no prazo de cinco dias, sem efeito suspensivo, no âmbito da Secretaria
Municipal de Educação de circunscrição da Escola motivadora do ato. O procedimento
será analisado pela Secretaria de Educação, no prazo de cinco dias, sob as premissas
destacadas nesta Indicação: excepcionalidade da situação geradora da transferência
como medida de cautela, regularidade dos procedimentos adotados e atendimento do
previsto no Regimento Escolar.
§ 8º - A medida prevista no item VI será aplicada na tríplice reiteração da
advertência escrita.

TÍTULO VI -
DA ORGANIZAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA

Capítulo I -
Da Caracterização

Art. 17 - A organização técnico-administrativa e pedagógica desta escola


abrange:
I - Núcleo Gestor de Direção;
II - Núcleo Gestor Pedagógico;
III - Núcleo Administrativo;
IV - Núcleo Operacional;
V - Corpo Docente;
VI - Corpo Discente.
Parágrafo Único - Os cargos, funções e postos de trabalho desta escola, bem
como as suas atribuições e competências, estão previstos e regulamentados em
legislação municipal, Lei 1.697/2003.

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Capítulo II -
Do Núcleo Gestor de Direção

Art. 18 - O Núcleo Gestor de Direção é o centro executivo do planejamento,


organização, coordenação, avaliação e integração de todas as atividades desenvolvidas
no âmbito desta escola.
Parágrafo Único - Integram o núcleo gestor de direção o Diretor e o Secretário
Geral e Coordenadores.
Art. 19 - A direção desta escola exercerá suas funções objetivando garantir:
I - A elaboração e execução da proposta pedagógica;
II - A administração do pessoal e dos recursos materiais e financeiros;
III - O cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidos;
IV - A legalidade, a regularidade e a autenticidade da vida escolar dos
alunos;
V - Os meios para o reforço e a recuperação da aprendizagem de
alunos;
VI - A articulação e integração desta escola com as famílias e a
comunidade local;
VII - As informações aos pais ou responsáveis sobre a frequência e o
rendimento dos alunos, bem como sobre a execução da proposta
pedagógica;
VIII - A comunicação ao Conselho Tutelar, via Diretoria de Ensino, dos
casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos envolvendo
alunos, assim como de casos de evasão escolar e de reiteradas
faltas injustificadas, antes que estas atinjam o limite de 25% das
aulas dadas.
Art. 20 – Além do que prevê o artigo anterior, a direção desta escola também
subsidiará os profissionais, em especial os representantes dos diferentes colegiados,
no tocante às normas vigentes, e representará aos órgãos superiores da
administração, sempre que houver decisão ou comportamento em desacordo com a
legislação vigente.

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Capítulo III -
Do Núcleo Gestor Pedagógico

Art. 21 - O Núcleo Gestor Pedagógico tem a função de proporcionar apoio aos


docentes e discentes, relativo a:
I - Elaboração, desenvolvimento e avaliação da proposta pedagógica;
II - Coordenação pedagógica e mecanismos de apoio à gestão
pedagógica da escola.
Parágrafo Único - Integram o Núcleo Gestor Pedagógico o Diretor, os
Professores Coordenadores.

Capítulo IV -
Do Núcleo Administrativo

Art. 22 - O Núcleo Administrativo tem a função de dar apoio ao processo


educacional, auxiliando a direção nas atividades relativas a:
I - Documentação e escrituração escolar e de pessoal;
II - Organização e atualização de arquivos;
III - Expedição, registro e controle de expediente;
IV - Registro e controle de bens patrimoniais, bem como de aquisição,
conservação de materiais e de gêneros alimentícios.
Parágrafo Único - Integram o Núcleo Administrativo o Secretário Geral e os
Auxiliares Administrativos Escolares e Coordenador de Merenda.

Capítulo V -
Do Núcleo Operacional

Art. 23 - O Núcleo Operacional tem a função de proporcionar apoio ao conjunto


de ações complementares de natureza administrativa e curricular, relativas às
atividades de:
I - Zeladoria, vigilância e atendimento de alunos;
II - Limpeza, manutenção e conservação da área interna e externa do
prédio escolar;

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III - Controle, manutenção e conservação de mobiliários, equipamentos
e materiais didático-pedagógicos;
IV - Controle, manutenção, conservação e preparo da alimentação
escolar.
Parágrafo Único - Integram o Núcleo Operacional o Coordenador de Merenda,
Vigia e os Auxiliares de Serviços Gerais responsáveis pela limpeza e pela merenda
escolar.

Capítulo VI -
Do Corpo Docente

Art. 24 - Integram o Corpo Docente todos os professores da escola, que


exercerão suas funções, incumbindo-se de:
I - Participar da elaboração da proposta pedagógica da escola (Projeto
Político Pedagógico – PPP);
II - Elaborar e cumprir plano de trabalho;
III - Zelar pela aprendizagem de alunos;
IV - Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de baixo
rendimento;
V - Cumprir os dias letivos e a carga horária de efetivo trabalho escolar,
além de participar integralmente dos períodos dedicados ao
planejamento, replanejamento, avaliação e desenvolvimento
profissional;
VI - Colaborar com as atividades de articulação da escola com as
famílias e a comunidade local.

Capítulo VII -
Do Corpo Discente

Art. 25 - Integram o Corpo Discente todos os alunos desta escola, regularmente


matriculados.

Capítulo VIII -
Dos Colegiados

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Art. 26 - Esta escola conta com os seguintes colegiados:
I - Conselho de Classe;
II - Conselho Escolar/ Conselho Gestor;
III - Grêmio Estudantil;
IV - Comissão de Normas e Convivência.

Seção I -
Do Conselho Escolar / Conselho Gestor

Art. 27 - O Conselho Escolar / Conselho Gestor, com composição e atribuições


definidas em legislação específica, articulado ao núcleo de direção, constitui-se em
colegiado de natureza consultiva e deliberativa.
Art. 28 - O Conselho Escolar / Conselho Gestor tomará suas decisões
respeitando os princípios e diretrizes da política educacional, a proposta pedagógica da
escola e a legislação vigente.
Art. 29 - O Conselho Escolar / Conselho Gestor poderá ter um estatuto próprio,
com observância do disposto no artigo anterior.

Seção II -
Dos Conselhos de Classe

Art. 30 - Os Conselhos de Classe, enquanto colegiados responsáveis pelo


processo coletivo de acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem,
organizar-se-ão de forma a:
I - Possibilitar a interrelação entre profissionais e alunos, entre turnos
e entre classes e turmas;
II - Propiciar o debate permanente sobre o processo de ensino e
aprendizagem;
III - Favorecer a integração e sequência dos conteúdos curriculares de
cada ano/série/classe;
IV - Orientar o processo de gestão do ensino.
Art. 31 - Os Conselhos de Classe serão constituídos por todos os professores
dos mesmos anos e séries.

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§ 1º - No Conselho de Classe, haverá a participação do Professor Coordenador e
dos representantes dos alunos.
§ 2º - Os representantes dos alunos participarão de todas as reuniões, salvo
aquelas convocadas para decidir sobre promoção, retenção ou indicação de alunos à
progressão parcial de estudos.
Art. 32 - Os Conselhos de Classe, de natureza consultiva e deliberativa, têm as
seguintes atribuições:
I - Discutir, analisar e tomar decisões sobre assuntos pertinentes à
avaliação, promoção, recuperação, reforço e retenção de alunos;
II - Apresentar informações sobre os alunos, salientando aspectos que
envolvam aproveitamento escolar, interesse de participação,
frequência, condições socioeconômicas, hábitos e atitudes;
III - Sugerir medidas que visem melhorar o aproveitamento e
ajustamento do aluno em classe;
IV - Avaliar o rendimento da classe e confrontar os resultados de
aprendizagem, relativos aos vários componentes curriculares,
analisando os casos de alunos de aproveitamento insuficiente e
suas possíveis causas;
V - Discutir a elaboração da programação de atividades de recuperação
e reforço para os alunos com dificuldades de aprendizagem;
VI - Avaliar o comportamento da classe e o relacionamento com os
professores, identificando alunos de comportamento inadequado
na classe, na escola, e propor medidas que visem a um melhor
ajustamento;
VII - Opinar sobre pedidos de reconsideração e recursos interpostos
pelos alunos ou por seus responsáveis.
Art. 33 - Os Conselhos Classe deverão se reunir, ordinariamente, uma vez por
bimestre, e, extraordinariamente, sempre que necessário, mediante convocação da
direção.
§ 1º - As decisões desses Conselhos serão sempre registradas em ata, e
assinadas por todos os presentes.

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§ 2º - As decisões do Conselho serão tomadas pelo voto da maioria dos
presentes, cabendo à presidência o voto de desempate.
§ 3º - As decisões do Conselho de Classe só podem ser revogadas por ele
mesmo, cabendo recurso apenas ao órgão superior, Conselho Municipal de Educação.

Seção III -
Da Comissão de Normas e Convivência

Art. 34 - As relações pessoais, profissionais e interpessoais nessa escola,


fundamentadas na relação direitos-deveres, pautar-se-ão no respeito às normas legais
e nos princípios de responsabilidade, solidariedade, tolerância, ética, pluralidade
cultural, autonomia e gestão democrática.
Art. 35 – Esta escola conta com uma Comissão de Normas e Convivência, cuja
finalidade é garantir a observância das regras de convivência no ambiente escolar,
devendo, prioritariamente:
I - Fazer valer as normas de convivência na escola;
II - Analisar os procedimentos que atentem contra essas normas.
Art. 36 - A Comissão de Normas e Convivência tem a seguinte composição:
I - Diretor da Escola, que será seu presidente nato;
II - Secretário Geral; que poderá substituir o Diretor da escola na
Comissão;
III - Um professor coordenador;
IV - Um professor membro do Conselho de Classe, indicado por seus
colegas;
V - Um pai de aluno por etapa de ensino, escolhido por seus pares.
Art. 37 - A Comissão de Normas e Convivência reunir-se-á sempre que
necessário, mediante convocação da direção, tomando suas decisões por maioria
simples de votos.

Capítulo IX -
Das Instituições Auxiliares

Art. 38 - A escola conta com as seguintes instituições auxiliares:


I - Associação de Pais e Mestres;

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II - Grêmio Estudantil.
§ 1º - Cabe à direção da escola garantir a articulação da Associação de Pais e
Mestres com o Conselho Escolar e criar condições para a organização dos alunos no
Grêmio Estudantil.
§ 2º - A organização do Grêmio Estudantil e a eleição de seus representantes
será feita no decorrer do primeiro bimestre letivo.
Art. 39 - Outras instituições e associações, quando necessárias, poderão ser
criadas pelo Conselho Escolar.

TÍTULO VII -
DOS PLANOS DE GESTÃO DA ESCOLA E DO ENSINO

Capítulo I -
Da Gestão Democrática

Art. 40 - A gestão democrática desta escola, com observância dos princípios de


autonomia, coerência, pluralismo de ideias e concepções pedagógicas e
corresponsabilidade da comunidade escolar, far-se-á mediante:

I - Participação de seus profissionais na elaboração, implementação e


avaliação da proposta pedagógica;

II - Participação dos diferentes segmentos da comunidade escolar -


direção, professores, pais, alunos e funcionários - nos processos
consultivos e decisórios, através do Conselho Escolar e Conselhos
de Ano / Classe/ Série, Grêmio Estudantil e Associação de Pais e
Mestres;

III - Autonomia da gestão pedagógica, administrativa e financeira,


respeitadas as diretrizes e normas vigentes;

IV - Participação da comunidade escolar, através do Conselho Escolar /


Conselho Gestor, nos processos de escolha ou indicação de

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profissionais para o exercício de funções e postos de trabalho,
respeitada a legislação vigente;

V - Administração dos recursos financeiros, através da elaboração,


execução e avaliação do respectivo plano de aplicação,
devidamente aprovado pelos órgãos ou instituições escolares
competentes, obedecida a legislação específica para gastos e
prestação de contas de recursos públicos;

VI - Transparência nos procedimentos pedagógicos, administrativos e


financeiros, garantindo-se a responsabilidade e o zelo comum na
manutenção e otimização do uso, aplicação e distribuição adequada
dos recursos públicos;

VII - Estímulo e incentivo ao protagonismo dos seus profissionais,


motivando-os para um trabalho conjunto, solidário e eficiente;

VIII - Valorização da escola enquanto espaço privilegiado de execução do


processo educacional.

Capítulo II -
Dos Planos de Curriculares de Curso

Art. 41 - O plano curricular de cada curso tem por finalidade garantir a


organicidade e continuidade do curso, e conterá:

I - Objetivos;

II - Integração e sequência dos componentes curriculares;

III - Síntese dos conteúdos programáticos, como subsídio à elaboração


dos planos de ensino;

IV - Carga horária mínima do curso e dos componentes curriculares.

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Parágrafo Único – O Plano Curricular de Curso é unificado na Rede Municipal de
Educação para todas as instituições a ela jurisdicionadas, aprovado pelo
Conselho Municipal de Educação.

Capítulo III -
Do Plano de Ensino

Art. 42 - O plano de ensino ou plano de aula, elaborado em consonância com o


plano curricular de curso, constitui documento da escola e do professor, devendo ser
mantido à disposição da direção e da supervisão de ensino.

§ 1º - Deve ser elaborado para período semanal/quinzenal e será vistado pelo


coordenador pedagógico semanalmente/quinzenalmente antes de sua execução.

§ 2º - Os recursos materiais necessários para o cumprimento do plano de


ensino/ plano de aula devem ter sua disponibilidade verificada com antecedência e se
for o caso agendada junto ao coordenador.

TÍTULO VIII -
DA MATRÍCULA, CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO DOS ALUNOS

Capítulo I -
Da Matrícula dos Alunos

Art. 43 - A matrícula do aluno será efetuada mediante requerimento do pai ou


responsável, ou do próprio candidato, quando maior de idade, observadas as normas,
as diretrizes para atendimento da demanda escolar e os seguintes critérios:

I - A matrícula na II fase da Educação Infantil (Pré-escola), será


efetuada para alunos com/ou a completar 4 anos até 31 de março
do ano corrente.

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II - Por ingresso- matrícula inicial - no 1º ano do ensino fundamental de
nove anos, admitindo o acesso do aluno com 6 anos ou a completar
até 31 de março do ano corrente;

III - Por classificação, a partir do 3º ano do ensino fundamental;

§ 1º - No ato da matricula, o candidato deverá apresentar a documentação


necessária conforme o artigo 29 do Regimento Escolar Único, Resolução CME 13/2017.

§ 2º - Caso o aluno não compareça no prazo de 10 (dez) dias úteis do início das
atividades letivas sem justificativa será cancelada a matrícula.

§ 3º - Será solicitada no ato da matrícula contribuição voluntária para o Caixa


Escolar, sendo que esta não poderá ser usada para garantia de matrícula.

Capítulo II -
Da Classificação dos Alunos

Art. 44 - A classificação ocorrerá:

I – por promoção, ao final de cada ano;

II – para alunos com distorção idade/série;

III – por transferência, para alunos procedentes de outras escolas situadas no


país ou no exterior;

IV – por avaliação feita pela Unidade Escolar, no Ensino Fundamental, para


alunos sem comprovação de escolaridade, e alunos com deficiência intelectual
observada o grau de desenvolvimento do candidato e a correspondência
idade/ano.

Capítulo III -
Da Reclassificação dos Alunos

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Art. 45 - A reclassificação do aluno, em ano ou série mais avançados, tendo
como referência a correspondência idade/ano/série e a avaliação de competências nas
matérias da base nacional comum do currículo, ocorrerá a partir de:

I – proposta apresentada pelo professor ou professores do aluno, com base nos


resultados de avaliação diagnóstica;

II – solicitação do responsável ou do próprio aluno quando maior de idade,


mediante requerimento dirigido ao Diretor da Unidade de Educação.

§ 1° - Na Educação Especial não será considerada a correspondência idade.

§ 2º - Na Educação de Jovens e Adultos (EJA) não é permitida a reclassificação.

§ 3º - São procedimentos de reclassificação:

I – prova dos componentes curriculares da base nacional comum;

II - uma redação em Língua Portuguesa;

III – organização de comissão de três docentes habilitados na área responsáveis


pela elaboração e correção das provas;

IV – parecer do Conselho de Classe sobre o grau de desenvolvimento do aluno


para cursar o ano pretendido;

V – parecer conclusivo do Diretor;

VI – análise dos documentos pelo Supervisor de Ensino, ratificando o parecer


apresentado;

VII – para alunos com deficiência, transtorno global de desenvolvimento e/ou


altas habilidades o parecer de psicólogo.

§ 4º - O processo relativo à classificação e da reclassificação deverão ser


arquivados no prontuário/ pasta individual do aluno.

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Art. 46 - Para o aluno da própria escola, a reclassificação ocorrerá até o final do
primeiro bimestre letivo e, para o aluno recebido por transferência ou oriundo de país
estrangeiro, em qualquer época do período letivo.

Art. 47 – Para classificar os alunos referidos no artigo 44, os procedimentos


utilizados serão os mesmos da reclassificação.

Art. 48 – O aluno que não obteve a frequência mínima exigida no período letivo
anterior poderá ser submetido a avaliação do Conselho de Classe, com base na
competência, nos termos da Lei nº 9.394/96, art. 23, § 1º. (LDB) e do Regimento
Escolar Único, Resolução CME 13/2017, art. 111, inciso III.

TÍTULO IX -
DA AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

Capítulo I -
Das Disposições Gerais

Art. 49 - A avaliação no processo de aprendizagem dos alunos será realizada


pelo professor considerando-se a observação, os resultados obtidos conforme
Resolução Municipal, observando:

I - Cada componente curricular deve ser avaliado através de pelo menos 03


(três) instrumentos avaliativos.

II - Cada instrumento avaliativo deve ter o valor máximo de 3.0 (três pontos).

III - Caso haja avaliação de produção atitudinal (por exemplo, participação,


responsabilidade de caderno) a esta deve ser atribuído no máximo 1.0 (um ponto).

IV - Aos trabalhos, pesquisas, dentre outros conforme prevê o artigo 5º da


Resolução CME nº 59 de 27/09/2016, serão atribuídos 3,0 (três pontos).

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V - Aos conteúdos procedimentais e conceituais serão atribuídos 6,0 (seis
pontos) distribuídos em avaliações previamente planejadas junto à coordenação
pedagógica da unidade escolar para aferição individualizada.

VI - Todos os instrumentos de avaliação devem ser aplicados para mensuração


do alcance das expectativas de aprendizagem propostas na referência curricular
adotada.

Art. 50 - No processo de avaliação, o professor deverá registrar a síntese


bimestral, as dificuldades de aprendizagem observadas e os encaminhamentos
propostos.

§ 1°- O resultado obtido no período de atividades complementares deverá


registrar síntese bimestral, as dificuldades de aprendizagem observadas e os
encaminhamentos propostos.

§ 2° - ao final de cada bimestre, após a análise do Conselho de Classe, a síntese


será expressa:

I – no 1° ano pela hipótese de escrita e leitura em fichas individuais e por


relatório simplificado;

II - do 2° ao 9° ano por meio de menções zero (0) a dez (10,0), podendo as


menções serem fracionadas.

Art. 51 - Os resultados do aproveitamento escolar serão comunicados aos pais


ou responsáveis, ao término de cada bimestre, ou ao próprio aluno se maior de idade.

Art. 52 - O Professor da classe de alfabetização deverá registrar o


desenvolvimento dos alunos em documento específico

Capítulo II
Da Avaliação da Educação Especial

Art. 53 - A avaliação do processo de aprendizagem deverá contemplar os


objetivos educacionais desenvolvidos, visando à orientação das ações pedagógicas

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quanto à necessidade de adaptações curriculares, possibilitando aos alunos às
situações escolares regulares.

Art. 54 - O professor da sala comum deverá registrar a evolução do aluno,


bimestralmente, em relatórios que serão convertidos em notas que justifiquem o
mesmo Resolução 08/2017 CME.

Parágrafo único – A conversão do relatório em notas seguirá os parâmetros de


referência:

I. Não desenvolveu as habilidades. 0 a 1,5;

II. Desenvolvimento Insatisfatório 2,0 a 4,0;

III. Desenvolvimento Regular 4,0 a 5,9;

IV. Desenvolvimento Muito Bom 6,0 a 7,9;

V. Desenvolvimento Excelente 8,0 a 10,0.

Art. 55 - Avaliar o aluno utilizando os instrumentos adaptados, quando se fizer


necessário e registrar a evolução do aluno em relatórios bimestrais que servirão de
suporte para os demais professores em seu planejamento.

Art. 56 - Na avaliação de aprendizagem da Educação Especial deverá considerar


as variáveis de cunho individual, da prática docente, bem como as relações que se
estabelecem entre todas elas.

Art. 57 - Na Educação Infantil a avaliação sobre o desenvolvimento de


capacidades específicas de cada faixa etária, deverá ser registrada em fichas
individuais, retratando o processo de evolução do aluno.

Art. 58 – No Ensino Fundamental a avaliação do processo de aprendizagem


será elaborada pelo Professor e analisada pela equipe pedagógica da unidade escolar.

Capítulo III

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Da Recuperação Paralela

Art. 59 – A avaliação de Recuperação Paralela será realizada em uma única


avaliação no final de cada bimestre no valor 6,0 (seis) para os alunos com baixo
rendimento escolar de acordo com a média comum nacional, sobre os conteúdos
ministrados no bimestre de acordo com o conteúdo programático estabelecido no
plano de curso, excluindo assim os 4,0 (quatro) pontos destinados aos outros
instrumentos avaliativos como trabalhos, pesquisas, conceitos etc. que por si só já são
instrumentos de recuperação da aprendizagem.

Parágrafo Único – Nas aulas anteriores a aplicação da Avaliação de


Recuperação Paralela será realizada trabalho de intervenção pedagógica com
retomada de conteúdos relacionados às expectativas de aprendizagem previstas para
o bimestre e componente curricular.

Capítulo IV
Da Reconsideração contra Avaliação durante o Período Letivo

Art. 60 - Após o encerramento de cada bimestre, o aluno ou seu representante


legal, que discordar do resultado das avaliações, poderá apresentar pedido de
reconsideração junto à direção da escola.

§ 1º - O pedido deverá ser protocolado na escola em até 05 dias da divulgação


dos resultados.

§ 2º - A direção da escola, para decidir, deverá ouvir, previamente, o Conselho


de Classe, cuja deliberação constará de ata.

§ 3º - A decisão da direção será comunicada ao interessado no prazo de 10 dias.

§ 4º - O prazo a que se refere o § 3º ficará suspenso nos períodos de férias e de


recessos escolares.

§ 5º - Da decisão da direção da escola não caberá recurso.

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Capítulo V
Da Reconsideração e dos Recursos contra o Resultado Final da Avaliação

Art. 61 - O aluno maior de dezoito anos, ou seu representante legal, que


discordar do resultado final das avaliações, poderá apresentar pedido de
reconsideração junto à direção da escola.

§ 1º - O pedido deverá ser protocolado na escola em até 10 dias da divulgação


dos resultados.

§ 2º - A direção da escola, para decidir, deverá ouvir, previamente, o Conselho


de Classe, cuja deliberação constará de ata.

§ 3º - A decisão da direção será comunicada ao interessado no prazo de 10 dias.

TÍTULO X
DA PROMOÇÃO, DAS RETENÇÕES, DA PROGRESSÃO PARCIAL E DA
RECUPERAÇÃO DOS ALUNOS

Capítulo I -
Da Promoção

Art. 62 - Serão considerados promovidos:

I. Automaticamente todos os alunos do 1º ano do Ciclo I do Ensino


Fundamental;

II. Os alunos do 2º ao 9º ano do Ensino Fundamental de nove anos e


Educação de Jovens e Adultos, o aluno que obtiver conceito final maior

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ou igual a 5,0 pontos e com frequência anual, igual ou superior a 75%
(setenta e cinco por cento) do total dos componentes curriculares;

III. Em se tratando de cursos semestrais, a classificação final dos alunos


segue os mesmos procedimentos, ocorrendo, porém, ao final de cada
semestre letivo.

IV. Caberá aos Conselhos de Classe, ao final de cada ano letivo, aprovar o
relatório circunstanciado de avaliação, elaborado pelo professor da
área, contendo parecer conclusivo, acompanhado de fichas de
observação, periódica e contínua, sobre a situação escolar dos alunos
atendidos pelas diferentes modalidades de Educação Especial.

V. Na educação infantil serão redigidos relatórios descritivos de


observação de cada aluno pelo professor, de acordo com os conteúdos
desenvolvidos.

Parágrafo Único - O aluno do Ciclo I e II do Ensino Fundamental e


Educação de Jovens e Adultos em qualquer ano, com frequência
inferior a 75% (setenta e cinco por cento) do total das horas letivas e
rendimentos escolar satisfatório poderá ser submetido a avaliação do
Conselho de Classe, com base na competência, nos termos da Lei nº
9.394/96, art. 23, § 1º. (LDB) e do Regimento Escolar Único, Resolução
CME 13/2017, art. 111, inciso III.

Capítulo II -
Da Retenção Total

Art. 63 - Serão considerados retidos:

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I. Os alunos do ciclo I e II do Ensino Fundamental, os alunos da Educação
de Jovens e Adultos com rendimento insatisfatório em todos
componentes curriculares, independente da frequência.

II. Os alunos do Ciclo I e II do Ensino Fundamental, os alunos da Educação


de Jovens e Adultos com frequência menor que 75% (setenta e cinco
por cento) do total de dias letivos e rendimento escolar insatisfatório
em 3 (três) ou mais disciplinas.

Capítulo III -
Da Progressão Parcial

Art. 64 - O Sistema Educativo do Município de Cristalina, o qual esta instituição


está jurisdicionada, adota a progressão parcial, no âmbito da Educação Básica ciclo II
do Ensino Fundamental.

Parágrafo único - A progressão parcial de que trata o caput constitui-se em


direito público subjetivo de todos os alunos matriculados, a partir do 6º (sexto) ano do
ensino fundamental.

Art. 65- Entende-se por Progressão Parcial a passagem do aluno para o ano
posterior, com defasagem em alguns conteúdos curriculares, necessitando por isso, de
novas oportunidades de aprendizagem, viabilizadas em procedimentos pedagógicos e
administrativos, oferecidos pelas unidades escolares.

Parágrafo único – Os procedimentos da Progressão Parcial seguirão o que


determina a Resolução CME Nº 067, de 10 de dezembro de 2018.

Capítulo IV -
Da Recuperação Especial

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Art. 66 - A Recuperação Especial é destinada aos alunos que apresentarem
rendimento escolar insuficiente durante todo o ano letivo, consistindo de atividades
em aulas programadas visando à superação das deficiências da aprendizagem.

Art. 67 - Recuperação Especial será oferecida aos alunos do 2° ao 9° ano do


Ensino Fundamental de nove anos que apresentarem conceito inferior a 5,0 (cinco)
pontos na média final da disciplina ou que que obtiver frequência anual inferior a 75%
no Ciclo I e II.

§ 1°- O aluno submetido à recuperação final será considerado promovido, se


obtiver na média aritmética da recuperação especial e média final conceito igual ou
superior a 5.0.

MA + RE = ≥ 5,0

§ 2º - Após a recuperação final se a média obtida for inferior à média anual,


permanece a nota maior.

§ 3º - Para a promoção ou retenção dos alunos com deficiência deve ser


considerada a idade/série e o desenvolvimento, baseado nas adequações curriculares.

TÍTULO XI -
DA FREQUÊNCIA E DA COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS

Capítulo I -
Da Frequência

Art. 68 – A frequência dos alunos às atividades escolares é obrigatória, sendo o


seu controle feito sistematicamente através dos Diários de Classe.

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Parágrafo Único - Esta escola adota as medidas necessárias para que os alunos
possam compensar as ausências das aulas dadas, em cada componente curricular.

Capítulo II -
Da Compensação de Ausências

Art. 69 - A compensação de ausências ocorrerá através de estudos e atividades,


de preferência paralelos ao período letivo, programadas, orientadas e registradas pelo
professor da classe ou da disciplina, com a finalidade de sanar as dificuldades de
aprendizagem provocadas pela frequência irregular às aulas.

§ 1º - As atividades de compensação de ausências serão oferecidas aos alunos


que tiverem suas faltas justificadas, nos termos da legislação vigente.

§ 2º - A compensação de ausências deverá ser sempre requerida pelo pai ou


responsável, ou pelo próprio aluno, quando maior de idade.

TÍTULO XII -
DA EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS DE VIDA ESCOLAR

Art. 70 – Esta unidade escolar expedirá históricos escolares, declarações de


conclusão de ano/série ou ciclo, diplomas ou certificados de conclusão de curso,
declarações ou certificados de competências em áreas específicas do conhecimento,
em conformidade com a legislação vigente, visando garantir a regularidade da vida
escolar do aluno, assim como o acesso, a permanência e a progressão nos estudos.

I. As declarações serão expedidas em até dois dias úteis de sua requisição.

II. Os históricos escolares serão emitidos em até 15 dias úteis de sua requisição.

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TÍTULO XIV -
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 71 - No ato da matrícula, a escola divulgará para os pais e estudantes as


modalidades e instrumentos de avaliação utilizados, bem como os critérios de
promoção e retenção.

Art. 72 - No início de cada ano letivo, esta escola comunicará aos alunos e seus
responsáveis legais:

I - O calendário escolar, com informações sobre o direito de pedido de


reconsideração ou recurso contra as avaliações, incluindo prazos e
procedimentos;

II - O fato de que tais pedidos serão apenas considerados, caso o aluno


interessado mantenha-se matriculado nesta escola.

Art. 73 - Durante todo o período letivo, a escola manterá a família informada


sobre o desempenho dos alunos.

Art. 74 - Esta escola reconhece o direito do aluno e da família de discutir os


resultados da avaliação, inclusive em instâncias superiores.

Art. 75 - Esta escola mantém, à disposição dos pais e alunos, para consulta,
cópia deste Regimento Escolar e de sua proposta pedagógica.

Art. 76 - Incorporar-se-ão a esse Regimento as determinações supervenientes,


oriundas de disposições legais ou de normas baixadas pelos órgãos competentes.

Art. 77 - Todos os bens da escola e de suas instituições juridicamente


constituídas serão patrimoniados e sistematicamente atualizados, e cópias de seus
registros serão encaminhadas anualmente ao órgão de administração local.

Art. 78 - Os casos omissos, de competência da própria escola, serão decididos


pelo Conselho Escolar.

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Art. 79 - O presente regimento escolar entrará em vigor em de de 2019..

Cristalina, de de 2019.

Nome e assinatura do Diretor

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