Fundamentos da Mecânica em Física
Fundamentos da Mecânica em Física
Mecânica
© Valley Editora Ltda. Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
ISBN 978-65-89574-72-9
CDU 53
Bibliotecária responsável Trilce Morales – CRB 10/2209
Coleção 2024
Sistema de Ensino
Unidade 1 Unidade 6
5 Conceitos básicos da Mecânica 33 Energia
Unidade 2 Unidade 7
9 Movimentos em trajetória 37 Mecânica impulsiva
retilínea
Unidade 8
Unidade 3 41 Gravitação universal
14 Movimentos em trajetória
curvilínea
Unidade 9
Unidade 4 45 Estática
17 A aceleração da gravidade e
sua aplicação nos movimentos
Unidade 5
23 Dinâmica
FÍSICA AULA-
-PÍLULA
UNIDADE 1
» Conceitos básicos da Mecânica
• Cinemática TRAJETÓRIA
A cinemática é a parte da mecânica que procura fazer É o lugar geométrico das posições ocupadas pelo pon-
uma apresentação dos movimentos de um corpo sobre to no decorrer do tempo. A trajetória pode ser retilínea ou
uma trajetória, descrevendo a posição, a velocidade e a curvilínea, dependendo do referencial considerado.
aceleração em função do tempo, independentemente das
causas do movimento.
Importante
CORPO EXTENSO
Dizemos que um corpo é extenso quando suas dimen-
sões são relevantes na descrição do fenômeno.
Importante
Em relação ao solo: a trajetória da bomba é um arco
Todo corpo pode ser considerado um corpo extenso ou de parábola.
um ponto material; dependerá do referencial adotado. Em relação ao avião: a trajetória é um segmento de
reta vertical que passa pelo avião a cada instante.
Importante
O movimento é relativo
Dizemos que o movimento é relativo, pois, para
um mesmo corpo, podemos definir referenciais em
relação aos quais ele esteja em movimento, mas tam-
bém referenciais em relação aos quais o corpo esteja Anotações:
em repouso. Dessa forma, o movimento depende do
referencial adotado.
FÍSICA - UNIDADE 1 5
DESLOCAMENTO ESCALAR VELOCIDADE RELATIVA
Representa a diferença entre a posição final e a posi- Corpos movendo-se na mesma direção e no mesmo
ção inicial do móvel em um sistema de referência. sentido:
∆s = s - s0
Importante
TEMPO
Instante de tempo
É a quantidade de tempo que já passou após um mo-
mento escolhido como origem dos tempos. |v| = |vA| + |vB|
– Exemplo:
Um relógio marca 17h20min10s. Essa marcação é um Classificação dos movimentos quanto à
instante de tempo contado a partir da meia-noite. velocidade
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Intervalo de tempo
Deve ser entendido como a diferença entre dois ins- MOVIMENTO PROGRESSIVO
tantes, não precisando, necessariamente, ser medido en-
Se o móvel se movimentar no sentido convencionado
tre o início e o fim de um evento qualquer.
como positivo da trajetória, o movimento é denominado
progressivo.
VELOCIDADE MÉDIA
Quando o móvel “caminha” no sentido positivo da traje-
Definida como sendo a razão entre o deslocamento do tória, dizemos que a velocidade do móvel é positiva.
corpo e o intervalo de tempo.
v = ∆s No S.I.: m/s
∆t
Importante
x 3,6
Anotações:
6 FÍSICA - UNIDADE 1
ACELERAÇÃO MÉDIA APOIO AO TEXTO
Representa uma taxa de variação de velocidade no 1. (UFSM) Um ônibus desloca-se em uma estrada retilínea,
tempo, definida como a razão da variação da velocidade com uma velocidade de módulo de 80 km/h em relação a
instantânea no correspondente intervalo de tempo. um referencial fixo na estrada. O motorista e os passageiros
do ônibus estão sentados, enquanto o cobrador anda entre
as poltronas.
a = ∆v No S.I.: m/s2
∆t
Pode-se afirmar que, em relação a um referencial fixo:
a) 30 km/s
Anotações:
b) 300 km/s
c) 3.000 km/s
d) 30.000 km/s
e) 300.000 km/s
FÍSICA - UNIDADE 1 7
3. (UFRGS) Em 2014, comemoraram-se os 50 anos do
Anotações:
início da operação de trens de alta velocidade no Japão,
os chamados trens-bala. Considere que um desses trens
desloca-se com uma velocidade constante de 360 km/h
sobre trilhos horizontais. Em um trilho paralelo, outro trem
desloca-se também com velocidade constante de 360 km/h,
porém em sentido contrário. Nesse caso, o módulo da
velocidade relativa dos trens, em m/s, é igual a:
a) 50.
b) 100.
c) 200.
d) 360.
e) 720.
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a) 1,0 x 104 m/s2.
b) 3,0 x 103 m/s2.
c) 6,0 x 104 m/s2.
d) 3,0 x 105 m/s2.
e) 6,0 x 105 m/s2.
a) 30
b) 42
c) 72
d) 288
e) 360
8 FÍSICA - UNIDADE 1
FÍSICA AULA-
-PÍLULA
UNIDADE 2
» Movimentos em trajetória retilínea
• Movimento Retilíneo Uniforme (MRU)
Um movimento é uniforme quando, para intervalos de tempos iguais, o móvel percorre espaços iguais. Nesta uni-
dade, vamos estudar um movimento uniforme que ocorre em trajetória retilínea. Apesar da simplicidade, podemos
aplicá-lo a movimentos cotidianos.
Características Gráficos
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→ Em que:
s = s0 + vt s0
s = posição no instante t;
θ
s0 = posição inicial; θ
s0
v = velocidade;
t = instante de tempo. 0 t 0 t
Propriedade gráfica
Importante
A tangente do ângulo que a reta forma com o eixo dos
Usamos o sinal positivo para a velocidade quan- tempos informa-nos, numericamente, a velocidade do
do o movimento ocorre no sentido crescente das movimento.
posições, orientado ao longo da trajetória. Para o
sentido decrescente, usamos o sinal negativo na ve- s
locidade.
∆s tg θ = ∆s = v
∆t
θ
s0
0 t
∆t
FÍSICA - UNIDADE 2 9
Velocidade x Tempo APOIO AO TEXTO
Progressivo (v > 0) Retrógrado (v < 0) 1. (FURG) Um atleta encontra-se na posição 80 metros
de um sistema de referência, quando um cronômetro é
v v zerado. A partir desse instante, o atleta desenvolve uma
velocidade constante de 4 m/s. O atleta desloca-se no
sentido positivo do sistema de referência durante toda a
+v
prova. Ao final de 2 minutos de prova, o atleta estará junto
à posição ______________ e atingirá a posição 500 m ao final
0 t 0 t de ______________.
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0 t
∆t 20
t (s)
Aceleração x Tempo 10
Como no movimento uniforme, a velocidade man- Complete as lacunas para que fiquem fisicamente cor-
tém-se constante, sua aceleração permanece nula. Assim, retas:
para qualquer instante de tempo considerado, a acelera-
O movimento descrito acima é classificado como
ção escalar será nula, como mostra o gráfico.
_____________, cujo módulo da velocidade é ____________. A
a posição desse móvel no instante 5 s é ____________, e a ve-
locidade no instante 10 s é ___________.
Anotações:
10 FÍSICA - UNIDADE 2
3. (UFSM) No instante em que um índio dispara uma flecha 4. Um automóvel move-se em uma estrada, conforme o
contra a sua presa, que se encontra a 14 m de distância, ela gráfico v x t, na figura abaixo.
corre, tentando fugir. Se a flecha e a presa se deslocam na
v (m/s)
mesma direção e no mesmo sentido, com velocidades de
módulos 24 m/s e 10 m/s, respectivamente, o intervalo de
tempo levado pela flecha para atingir a caça, em segundos, é: 40
a) 0,5 20
b) 1
t (s)
c) 1,5 10 25
d) 2
A sua velocidade média, em m/s, é:
e) 2,5
a) 20
b) 30
c) 32
d) 40
e) 60
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FÍSICA - UNIDADE 2 11
Velocidade escalar média no MRUV Propriedade gráfica
v v
v = v0 + v
2 t
0 ∆s < 0
∆s > 0
Gráficos t
0
GRÁFICOS DO MRUV
A tangente do ângulo que a reta forma com o eixo dos
Posição x Tempo tempos nos informa, numericamente, a aceleração do mo-
vimento.
s s
v
a>0 a<0 ∆v
θ
tg θ = ∆v = a
∆t
0 t
0 t 0 t
∆t
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Propriedade gráfica
Aceleração x Tempo
A tangente do ângulo formado entre a reta e o eixo
a a
dos tempos dá-nos, numericamente, a velocidade escalar
instantânea.
a>0
s 0 t
0 t a<0
tg θ = v Propriedade gráfica
v v
∆v > 0
Retardado Acelerado Retardado Acelerado t1 t2
0 t1 t2 t 0 t
∆v < 0
v=0
0 v=0 t 0 t
Anotações:
12 FÍSICA - UNIDADE 2
APOIO AO TEXTO 8. (PUC-RS) Analise o gráfico abaixo. Ele representa as
posições x em função do tempo t de uma partícula que
5. (UPF) Um objeto que parte do repouso segue um está em movimento, em relação a um referencial inercial,
movimento retilíneo uniformemente variado. Nessas sobre uma trajetória retilínea. A aceleração é medida
condições, pode-se afirmar que a distância percorrida é: para ela permanecer constante durante todo o trecho do
movimento.
a) independente da aceleração. x
b) inversamente proporcional ao tempo de percurso.
c) diretamente proporcional ao quadrado do tempo de
percurso.
d) inversamente proporcional ao quadrado do tempo de
percurso.
e) diretamente proporcional ao quadrado da aceleração. 0 t
t1 t2
6. (UFRGS) Um automóvel que trafega com velocidade Considerando o intervalo de tempo entre 0 e t2, qual
constante de 10 m/s, em uma pista reta e horizontal, passa das afirmações abaixo está correta?
a acelerar uniformemente à razão de 60 m/s em cada
a) A partícula partiu de uma posição inicial positiva.
minuto, mantendo essa aceleração durante meio minuto.
A velocidade instantânea do automóvel, ao final desse b) No instante t1, a partícula muda o sentido do seu mo-
intervalo de tempo, e sua velocidade média, no mesmo vimento.
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intervalo de tempo, são, respectivamente: c) No instante t1, a partícula está em repouso em relação
ao referencial.
a) 30 m/s e 15 m/s. d) O módulo da velocidade medida para a partícula dimi-
b) 30 m/s e 20 m/s. nui durante todo o intervalo de tempo.
v (m/s)
7. (UFRGS) Um carro desloca-se, com aceleração constante, 10
sobre um trecho em linha reta de uma estrada. A sua
velocidade é medida em dois pontos dessa reta, separados
por uma distância de 250 m um do outro. Ao passar pelo
primeiro ponto, a velocidade do carro é de 20 m/s e, ao t (s)
passar pelo segundo, a velocidade é de 30 m/s. A aceleração 0 10
do carro nesse trecho é, em m/s2:
I. A aceleração do móvel é de 1,0 m/s2.
a) I e II.
b) II e IV.
c) II, III e IV.
d) I e III.
e) I, III e IV.
FÍSICA - UNIDADE 2 13
AULA-
-PÍLULA
FÍSICA
UNIDADE 3
» Movimento em trajetória curvilínea
• Movimento Circular Uniforme Para uma volta completa, temos que a variação do Ds
equivale ao comprimento da circunferência, 2πR. Ao mes-
(MCU) mo tempo, o conceito de período é justamente o tempo
Por se tratar de um movimento uniforme, a partícula correspondente a uma volta completa, isto é, Dt = T. As-
percorre espaços iguais em intervalos de tempos iguais, po- sim, podemos concluir que:
rém sempre em uma trajetória em que os espaços percorri-
dos correspondem a arcos de circunferências. v = Ds = 2πR = 2πR = 2πRf
Dt T 1/f
Período (T)
v = 2πR v = 2πRf
Representa o intervalo de tempo correspondente a T
uma volta completa. No S.I.: s (segundos).
Velocidade angular
T= tempo
número de voltas A velocidade angular pode ser definida como a rapidez
com que o móvel em MCU percorre um determinado ân-
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gulo central.
Frequência (f) Consideremos uma partícula em movimento circular,
Representa o número de voltas que o móvel executa passando pela posição A mostrada na figura a seguir. Após
por unidade de tempo e é dada por: um intervalo de tempo ∆t, a partícula estará passando pela
posição B. Nesse intervalo de tempo ∆t, o raio que acom-
panha a partícula em seu movimento descreve um ângulo
f = número de voltas 1
No S.I.: (f) = s = Hertz (Hz) (fase: φ). A relação entre o ângulo descrito pela partícula e
tempo o intervalo de tempo gasto para descrevê-lo é denominada
velocidade angular da partícula. Representamos a velocida-
de angular por ω.
f= 1 T= 1
T f A
ω = Dφ No S.I.: rad/s
Dt
R
Importante
Dφ E, para uma volta comple-
x 60
B ta, temos:
R
Hz rpm ω = 2p ω = 2πf
T
: 60 Importante
v = Ds No S.I.: m/s
Dt
14 FÍSICA - UNIDADE 3
Aceleração centrípeta ACOPLAMENTO POR EIXO
A aceleração centrípeta é responsável por variar a di- Existem diversos casos em que pontos diferentes do
reção do vetor velocidade em um movimento curvilíneo. sistema girante apresentam frequências, períodos e ve-
Consiste em um vetor perpendicular à velocidade linear, locidades angulares iguais, mas velocidades lineares di-
dirigido para o centro da trajetória curvilínea. ferentes. É o que se verifica, por exemplo, em polias que
giram juntas, presas a um único eixo de rotação.
ac = v
2
ac = ω2R No S.I.: m/s2 A
R
B
→
ac →
→
v RA > RB
ac
ƒA = ƒB
→
ac ωA = ωB
→
v → vA > vB
ac
acA > acB
→
v
Polias podem ser acopladas por meio de correias (aco- 1. (UPF) Um corpo descreve um movimento circular
plamento periférico) ou por mesmo eixo de rotação, de uniforme cuja trajetória tem 5 m de raio. Considerando que
modo que uma polia rotando pode fazer a outra rotar o objeto descreve 2 voltas em 12s, é possível afirmar que
também. sua velocidade tangencial, em m/s, é de, aproximadamente
(considere π = 3,14 rad):
ACOPLAMENTO POR CORREIA
Rodas dentadas podem ser acopladas por contato di- a) 3,14
reto ou por meio de correntes (correia); assim, pontos situ- b) 5,2
ados na periferia desses discos percorrem espaços iguais c) 15,7
em tempos iguais.
d) 6,28
A e) 31,4
B
Correia
RA > RB
ƒA < ƒB
ωA < ω B
vA = vB
RA ƒA = RB . ƒB
.
acA < acB
FÍSICA - UNIDADE 3 15
2. (ENEM) Quando se dá uma pedalada na bicicleta abaixo 4. (UFRGS) Em voos horizontais de aeromodelos, o peso do
(isto é, quando a coroa acionada pelos pedais dá uma volta modelo é equilibrado pela força de sustentação para cima,
completa), qual é a distância aproximada percorrida pela resultante da ação do ar sobre as suas asas.
bicicleta, sabendo-se que o comprimento de um circulo de Um aeromodelo, preso a um fio, voa em um t círculo
raio R é igual a 2πR, onde π = 3? horizontal de 6 m de raio, executando uma volta completa
a cada 4 s.
Sua velocidade angular, em rad/s, e sua aceleração
centrípeta, em m/s2, valem, respectivamente:
a) π e 6π2
b) π/2 e 3 π2/2
80 cm
30 cm c) π/2 e π 2/4
d) π/4 e π2/4
e) π4 e π2/16
a) 1,2 m
b) 2,4 m
c) 7,2 m
d) 14,4 m
e) 48,0 m
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3. (UFPEL) Considere um satélite artificial que está em
Anotações:
órbita circular ao redor da Terra. Nessa condição, é correto
afirmar que:
16 FÍSICA - UNIDADE 3
FÍSICA AULA-
-PÍLULA
UNIDADE 4
» Movimentos sob ação da gravidade
• A aceleração da gravidade e ABANDONO VERTICAL
sua aplicação nos movimentos O objeto é abandonado a partir do repouso;
A única força que atua sobre o objeto é a força peso;
Nesta unidade, centramo-nos no estudo do movimento O objeto abandonado do repouso fica submetido à
de queda dos corpos próximos à superfície da Terra. Todos aceleração gravitacional, g.
sabemos que, ao abandonarmos um objeto nas proximida-
des da Terra, ele cai em direção ao solo. t=0 V0 = 0
0 a = +g
A explicação para esse fato é bastante simples: a Terra
cria em seu entorno um campo de forças chamado campo
gravitacional. Assim, objetos abandonados nas proximida- v = gt
des da Terra ficam sujeitos a uma aceleração gravitacional
h
h = 1 gt2
e, consequentemente, são atraídos para a Terra.
Em nosso estudo, trataremos de quedas de corpos a 2
partir de pequenas altitudes. Dessa forma, é válido consi-
h Solo
derar que a aceleração gravitacional seja constante, pois v = 2gh
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Tomando um movimento sob aceleração constan- Orientando a trajetória para baixo, a aceleração da
te, em uma trajetória retilínea, vamos reescrever as gravidade e a velocidade serão positivas.
equações do MRUV em nossos movimentos verticais.
São elas:
s = s0 + v0t + at
2
2
Importante
v = v0 + at v = v + 2aDs
2
0
2
Abandonados de uma mesma altura, simultanea-
mente, um corpo leve e um outro pesado, ambos
caem, quando em queda livre, com velocidades iguais
e atingem o chão no mesmo instante.
Queda livre
A expressão queda livre significa “cair no vazio”. Em
termos de Física Newtoniana, um corpo em queda livre é
aquele corpo sujeito unicamente à ação da força gravitacio-
nal. Assim, podemos trabalhar com o vácuo, ou seja, ausên-
cia de meio material, ou trabalhar com a queda em peque-
nas altitudes, pois a resistência do ar pode ser desprezada.
Anotações:
FÍSICA - UNIDADE 4 17
LANÇAMENTO VERTICAL PARA BAIXO LANÇAMENTO VERTICAL PARA CIMA
No lançamento vertical para cima, a velocidade inicial
No lançamento vertical para baixo, um corpo com não é nula; nesse caso, continua valendo a propriedade
velocidade inicial, à medida que desce, tem sua veloci- em que os corpos, sob a atração exclusiva da atração gra-
dade aumentada em módulo, fazendo o mesmo corpo vitacional, têm a mesma aceleração. Vamos analisar as
descer em um movimento acelerado. equações do lançamento vertical para cima a partir das
equações do MRUV, tomando como referencial o eixo ver-
t=0 → → →
0 v = v0 + gt tical y orientado para cima. Perceba que, na equação, tro-
caremos a aceleração por -g, posições s por altura h e, na
v0 equação de Torricelli, iremos substituir ∆s por ∆h.
h = v0t + 1 gt2
→ →
2
h
v=0
→2 →2 → ts hmáx
v = v0 + 2gH
h Solo
→
a=→
g
v
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Importante
Orientando a tragetória para cima, a aceleração é
Nos movimentos verticais, os gráficos cartesianos negativa na subida e na descida. A velocidade é posi-
a x t, v x t e h x t têm comportamento idêntico tiva na subida e negativa na descida.
ao dos gráficos do MRUV, pois todos são situações
específicas desse tipo de movimento.
h = h0 + v0t - 1 gt2
→ →
2
Anotações:
→ → → →2 → →
v = v0 - gt v = v02 - 2gDh
→ →
a=-g
Importante
18 FÍSICA - UNIDADE 4
APOIO AO TEXTO
1. (UNISC) Um corpo de massa m é largado de certa altura'. 4. (UPF) O homem sempre desafiou ares, buscando
Considerando que g = 10 m/s² e desprezando o atrito do realizar um de seus mais antigos desejos: voar. Descobrir
ar, podemos afirmar que, após um tempo de 2,5 segundos, um aparelho capaz de levá-lo às alturas representou uma
a distância percorrida pelo corpo e a sua velocidade são verdadeira obsessão.
iguais, respectivamente, a: Um longo caminho foi percorrido até a engenhosidade
de Santos Dumont materializar esse sonho.
a) 12,5 m; 12,5 m/s
Justamente por voar, o avião caía, já que tudo que
b) 31,25 m; 31,25 m/s sobe desce.
c) 125 m; 12,5 m/s A partir das ideias do texto e também de seus conheci-
d) 6,25 m; 2,5 m/s mentos, assinale a alternativa com o gráfico que representa
e) 31,25 m; 25 m/s a posição, em função do tempo, de uma pedra lançada para
cima, que, após 4s, atinge a altura máxima.
Despreze a resistência do ar e considere g = 10m/s².
a) h(m)
2. (UFSM) A castanha-do-pará (Bertholletia excelsa) é fonte
de alimentação e renda das populações tradicionais da 80
Amazônia. Sua coleta é realizada por extrativistas que 60
percorrem quilômetros de trilhas nas matas, durante o 40
período das chuvas amazônicas. A castanheira é uma das
20
maiores árvores da floresta, atingindo facilmente a altura
de 50 m. O fruto da castanheira, um ouriço, tem cerca de 1 0 4 8 t(s)
kg e contém, em média, 16 sementes.
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0 4 8 t(s)
3. (UPF) Dois objetos A e B de massas 400 g e 800 g,
d) h(m)
respectivamente, são lançados a partir do solo verticalmente
para cima, ao mesmo tempo e com velocidades iniciais 80
idênticas. 60
40
Em um contexto no qual a resistência do ar é despreza-
da, analise as afirmativas que seguem. 20
FÍSICA - UNIDADE 4 19
LANÇAMENTO HORIZONTAL
Quando um projétil é lançado horizontalmente de determinada altura, seu movimento pode ser descrito pela soma
de dois movimentos: um na direção vertical, do eixo y; e outro na direção horizontal, do eixo x. Como estamos despre-
zando a resistência do ar, a única aceleração que atua sobre o projétil é a aceleração da gravidade, cuja direção é verti-
cal. Por essa razão, ela só influi no movimento vertical, e não no horizontal.
vy = gt h = 1 gt2 vy = 2gh
vy vx
2
h
y alcance (A) Velocidade resultante:
vR = vx2 + vy2
Dica da orientação do eixo Y
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vertival da velocidade é positiva.
Anotações:
20 FÍSICA - UNIDADE 4
LANÇAMENTO OBLÍQUO
Por razões históricas, esse movimento é denominado de movimento de projéteis, pois era usado para explicar
a trajetória de pedras lançadas por catapultas e o movimento das balas de canhão. Podemos analisar esse tipo de
movimento estudando separadamente os movimentos na horizontal e na vertical. Na direção horizontal, o movi-
mento será do tipo MU e, na direção vertical, efetuará movimento MUV. Nesse movimento, a aceleração sofrida
pelo objeto é a aceleração da gravidade (10 m/s2), que atua sempre na direção vertical e aponta para baixo.
→
Imaginemos um projétil lançado obliquamente com uma velocidade inicial v0, inclinada de um ângulo θ com a
→
direção horizontal, em um local onde a aceleração da gravidade (g ) possa ser considerada constante. Simulação interativa -
Lançamento oblíquo
y
vy = 0 vx
v Componentes da velocidade
vy
vx voy = v0 . sen θ (componente vertical
v0 da velocidade)
v0y
vx vx = v0 . cos θ (componente hori-
hmáx
vy v zontal da velocidade)
q vx
0 vx x
alcance (A)
vy v
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h = h0 + v0yt - 1 gt2
2
Velocidade resultante:
vR = vx2 + vy2
FÍSICA - UNIDADE 4 21
APOIO AO TEXTO
5. (UPF) O Brasil, em 2014, sediou o Campeonato Mundial de 7. (UCS) Quando um jogador de futebol é muito veloz, uma
Balonismo. Mais de 20 equipes de diferentes nacionalidades forma divertida de se referir a essa qualidade é dizer que
coloriram, com seus balões de ar quente, o céu de Rio Claro, ele é capaz de cobrar escanteio para a área adversária e
no interior de São Paulo. Desse feito, um professor de Física ele mesmo correr e conseguir chutar a bola antes de ela
propôs a um estudante de ensino médio a seguinte questão: tocar o chão. Suponha um jogador ficcional que seja capaz
considere um balão deslocando-se horizontalmente, a 80 de fazer isso. Se ele cobrar o escanteio para dentro da área
m do solo, com velocidade constante de 6 m/s. Quando ele fornecendo à bola uma velocidade inicial de 20 m/s, fazendo
passa exatamente sobre uma pessoa parada no solo, deixa um ângulo de 60° com a horizontal, qual distância o jogador
cair um objeto que estava fixo em seu cesto. Desprezando precisa correr, em linha reta, saindo praticamente de forma
qualquer atrito do objeto com o ar e considerando g = 10 simultânea à cobrança de escanteio, para chutar no gol
m/s2, qual será o tempo gasto pelo objeto para atingir o sem deixar a bola tocar no chão? Para fins de simplificação,
solo, considerado plano? A resposta correta para a questão considere que a altura do chute ao gol seja desprezível, que
proposta ao estudante é: sen 60º = 0,8, cos 60º = 0,5, e que a aceleração da gravidade
seja 10 m/s².
a) 2 segundos.
b) 3 segundos. a) 6 m
c) 4 segundos. b) 12 m
d) 5 segundos. c) 24 m
e) 6 segundos. d) 32 m
e) 44 m
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
6. (UPF) O goleiro de um time de futebol bate um “tiro de 8. (UFSM) Um avião, voando horizontalmente a 180 m de
meta” e a bola sai com velocidade inicial de módulo V0 igual altura com velocidade de 360 km/h, transporta um pacote
a 20 m/s, formando um ângulo de 45º com a horizontal. O de mantimentos para alguns náufragos num pequeno
módulo da aceleração gravitacional local é igual a 10 m/s2. bote. O piloto deve liberar o pacote para que ele chegue à
superfície da água a 5 m do bote. Se o módulo da aceleração
Desprezando a resistência do ar e considerando que da gravidade é de 10 m/s2, o pacote deve ser liberado a uma
sen 45° = 2/2; cos 45° = 2/2; tg 45° = 1 e 2 = 1,4, é correto distância do bote, medida na horizontal, em m, de:
afirmar que:
22 FÍSICA - UNIDADE 4
FÍSICA AULA-
-PÍLULA
UNIDADE 5
» Dinâmica
Os estudos do sábio italiano Galileu Galilei sobre o movimento dos corpos, realizados no século XVI, aliados a
experiências posteriores nesse campo, permitiram ao físico inglês Isaac Newton, no século XVII, formular os três prin-
cípios fundamentais da Mecânica: Princípio de Inércia, Princípio Fundamental da Mecânica e Princípio da Ação e Reação.
Esses exemplos, e outros mais que poderíamos analisar, permitem-nos concluir que Força é um agente capaz de:
• Conceito de força
Damos o nome de força a qualquer causa que inicie 2ª Lei de Newton – Princípio Fundamen-
ou modifique o movimento de um objeto.
tal da Dinâmica
Uma força é caracterizada por uma intensidade, uma
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
direção e um sentido, isto é, a força é uma grandeza ve- A resultante das forças aplicadas a um corpo é igual ao
torial. A intensidade de uma força é medida com o dina- produto de sua massa pela aceleração adquirida.
mômetro, composto por uma mola, um ponteiro e uma
escala graduada. A mola alonga-se quando solicitada
FR = m . a
por uma força.
Sabemos então:
1ª Lei de Newton – Lei da Inércia
a aceleração é diretamente proporcional à força;
Se a resultante das forças que atuam em um corpo é
nula, o corpo permanece ou em repouso ou em MRU. a aceleração é inversamente proporcional à massa;
a unidade no S.I. para força é o newton (N);
Portanto:
a força resultante e a aceleração têm a mesma direção
14243
e sentido;
v=0 ↔ repouso (equilíbrio estático)
FR = 0 1 kgf = 10 N. (Se g = 10m/s2)
v = constante = 0 ↔ MRU (equilíbrio
dinâmico)
FÍSICA - UNIDADE 5 23
3ª Lei de Newton – Ação e Reação 2. (UFRGS) Considere o movimento de um veículo
totalmente fechado, sobre uma estrada perfeitamente
Quando um corpo A exerce uma força sobre um corpo plana e horizontal. Nesse contexto, o solo constitui um
B, o corpo B reage sobre A com uma força de mesmo mó- sistema de referência inercial, e o campo gravitacional é
dulo, mesma direção e de sentido contrário. considerado uniforme na região. Suponha que você se
encontre sentado no interior desse veículo, sem poder
Características do par ação e reação
observar nada do que acontece do lado de fora. Analise as
Mesmo módulo; seguintes afirmações relativas à situação descrita.
Mesma direção;
I. Se o movimento do veículo fosse retilíneo e uniforme,
Sentidos opostos; o resultado de qualquer experimento mecânico realizado
Atuam em corpos diferentes; no interior do veículo em movimento seria idêntico ao ob-
Mesma natureza; tido no interior do veículo parado.
Podem gerar efeitos diferentes. II. Se o movimento do veículo fosse acelerado para a fren-
te, você perceberia seu tronco se inclinando involuntaria-
mente para trás.
III. Se o movimento do veículo fosse acelerado para a direi-
ta, você perceberia seu tronco se inclinando involuntaria-
mente para a esquerda.
a) Apenas I.
b) Apenas I e II.
c) Apenas I e III.
d) Apenas II e III.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
e) I, II e III.
24 FÍSICA - UNIDADE 5
4. (UFPEL) Aristóteles afirmava que o lugar natural do corpo 6. Dadas as afirmações:
é o repouso, ou seja, quando um corpo adquire velocidade,
sua tendência natural é voltar ao repouso (daí a explicação I. Um corpo pode permanecer em repouso quando solici-
dos antigos filósofos de que os corpos celestes deveriam tado por forças externas.
ser empurrados por anjos...). Em oposição ao que afirmava II. As forças de ação e reação têm resultante nula, provo-
Aristóteles, Galileu elaborou a hipótese de que não há cando sempre o equilíbrio do corpo em que atuam.
necessidade de forças para manter um corpo com velocidade
III. A força resultante aplicada sobre um corpo, pela segun-
constante, pois uma aceleração nula está necessariamente
da lei de Newton, é o produto de sua massa pela acelera-
associada a uma força resultante nula.
ção que o corpo possui.
Com base no texto e em seus conhecimentos, conside- É(são) correta(s):
re as afirmativas abaixo.
a) I e II
I. Quando, sobre uma partícula, estão aplicadas diversas
b) l e III.
forças cuja resultante é zero, ela está necessariamente em
repouso (v = 0). c) II e III.
b) apenas a III.
c) apenas a I e a II. FORÇA PESO (P)
d) apenas a II e a III. Força com que a Terra (planeta) atrai os corpos.
e) I, II e III. Força de campo (natureza).
Depende do local.
Diretamente proporcional à massa.
Diretamente proporcional à gravidade local.
5. (ENEM 2023) Uma equipe de segurança do transporte
Direção vertical.
de uma empresa avalia o comportamento das tensões
que aparecem em duas cordas, 1 e 2, usadas para prender Sentido para baixo (para o centro de massa do planeta).
uma carga de massa M = 200 kg na carroceria, conforme O instrumento de medida é o dinamômetro.
a ilustração. Quando o caminhão parte do repouso, sua unidade no SI: N (newton).
aceleração é constante e igual a 3 m/s2 e, quando ele é freado
bruscamente, sua frenagem é constante e igual a 5 m/s2. Em
ambas as situações, a carga encontra-se na iminência de P=m.g
movimento, e o sentido do movimento do caminhão está
indicado na figura. O coeficiente de atrito estático entre a
caixa e o assoalho da carroceria é igual a 0,2. Considere a
aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 , as tensões iniciais
nas cordas iguais a zero e as duas cordas ideais. Anotações:
FÍSICA - UNIDADE 5 25
g = 9,83 m/s2 N
Polo g = 9,81 m/s2
r
g = 9,78 m/s2
R Equador P
Altitude gravidade
Plano inclinado
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Na figura acima, temos um bloco de massa m sobre
um plano inclinado de um ângulo q em relação à hori-
zontal. Nesse corpo, atuam a sua força peso (P) e a força
normal de compressão (N). Como não há equilíbrio entre
tais forças, o bloco desce tal plano com uma aceleração
FORÇA NORMAL (N) constante de módulo a:
Força de contato entre superfícies, age no sentido de
impedir a penetração. Px = P . sen q Py = P . cos q
a = g . sen q
Força de resistência da superfície (plano de apoio);
Força de contato (natureza);
|N| = |Py| N = P . cos q
Sempre perpendicular à superfície (em qualquer dire-
ção);
Unidade no SI: N (newton).
26 FÍSICA - UNIDADE 5
FORÇA DE TRAÇÃO OU TENSÃO (T) Força de atrito ( ƒa t )
Vamos admitir que o bloco, mostrado na figura, seja A força de atrito pode ser observada quando um corpo
arrastado, por meio de uma corda, por um caminhão que se movimenta em relação a outro no qual está apoiado e,
aplica ao fio uma força horizontal. também, quando existe tendência de escorregamento entre
Vamos indicar as forças que atuam em cada um dos os corpos. Essa força sempre se opõe ao escorregamento
corpos. (ou tendência) do corpo em relação ao apoio e é explicada
pela rugosidade das superfícies em contato.
F
Força de contato (natureza);
Surge no movimento ou na tendência ao movimento;
É contrária ao movimento ou à tendência ao movimento;
|T’|= |T|
Não depende da velocidade relativa entre as superfí-
F T’ T T’ F cies;
Na presença de um fluido, o atrito aumenta com a ve-
locidade;
Força que atua em cabos, fios e cordas; O atrito cinético é constante;
Força de contato (natureza); O atrito estático é variável;
Tem sempre a mesma direção do fio; Não depende das áreas em contato;
Se o fio for ideal (massa desprezível e inextensível), a Não existe superfície perfeitamente lisa;
força da tração terá o mesmo valor em todos os pontos; Unidade no SI: N (newton).
Unidade no SI: N (newton).
Na iminência do No movimento
movimento
ƒat
F=k.x
F
x ƒat
2x Px
F
2F
F ƒat
F2 ƒatmáx
F1 tg q = k ƒC
q
X
X1 X2 Repouso Movimento
F
ƒat
F1 = F2 = F = constante
x1 x2 x Freio ABS
ƒatmáx
FÍSICA - UNIDADE 5 27
APOIO AO TEXTO 8. (UFSM) Observe a figura:
Os corpos A e B, em equilíbrio estático, têm pesos PA e
7. (UFSM) A figura representa um corpo em repouso sobre
PB. A força normal entre A e B é N1 e a força normal entre B
uma mesa, P é o peso do corpo; Fc a força que o corpo
e a base é N2. A figura que representa todas as forças que
exerce sobre essa mesa; N a força normal da mesa sobre
atuam em B é:
o corpo.
Fc
N2
Terra a)
N1
Assim, constituem pares ação e reação.
PB
I. P e N
II. Fc e N N2
b)
III. Fc e P
Está(ão) correta(s): PB
a) apenas I. N2
b) apenas II. c)
N1
c) apenas III.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
d) apenas I e II. PB
e) apenas II e III.
d)
PA
PB
N2
e)
PA
PB
a) mg - mgcosq
b) mg (senq - cosq)
c) mg
d) mgsenq
e) mgcosq
28 FÍSICA - UNIDADE 5
10. (UFN) Se um objeto é abandonado do alto de uma 12. (UFSM) Um bloco A, sobre o qual atua uma força F para a
rampa com inclinação de 30º, conforme a figura abaixo, e direita, encontra-se em equilíbrio com outro bloco B, ligados
consegue deslizar até a sua base, podemos concluir com por meio de uma corda. Os pares de força, ação e reação
certeza que: são mostrados na figura e, para maior clareza, seus pontos
abaixo. Escolha a que melhor se adequar ao acima exposto:
F4 F1
F
B A
30º
Está(ão) correta(s):
a) apenas I.
b) apenas II.
c) apenas III.
d) apenas I e II.
e) apenas II e III.
FÍSICA - UNIDADE 5 29
14. (ENEM) A força de atrito é uma força que depende do Instrução: As questões 16 e 17 referem-se ao enunciado
contato entre corpos. Pode ser definida como uma força abaixo.
de oposição à tendência de deslocamento dos corpos e é
gerada devido a irregularidades entre duas superfícies em Arrasta-se uma caixa de 40 kg sobre um piso horizon-
contato. Na figura, as setas representam forças que atuam tal, puxando-a com uma corda que exerce sobre ela uma
no corpo, e o ponto ampliado representa as irregularidades força constante, de 120 N, paralela ao piso. A resultante
que existem entre as duas superfícies. das forças exercidas sobre a caixa é de 40 N. (Considere a
aceleração da gravidade igual a 10 m/s2)
Imagem ampliada do
ponto indicado 16. (UFRGS) Qual é o valor do coeficiente de atrito cinético
entre a caixa e o piso?
a) 0,10
b) 0,20
c) 0,30
d) 0,50
e) 1,00
Na figura, os vetores que representam as forças que
provocam o deslocamento e o atrito são, respectivamente:
a) e
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
a) 1,0 s
c) e b) 2,0 s
c) 3,0 s
d) 6,0s
e) 12,0 s
d) e
e) e
a) 20 N
b) 24,5 N
c) 29,4 N
d) 6,0 N
e) NRA
30 FÍSICA - UNIDADE 5
Força Resultante Centrípeta (FC) Globo da morte
FC = m . w2 . R a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
V d) Apenas I e III.
e) Apenas II e III.
V
Fcp
Fcp 19. (FURG) Uma criança com massa M (quilogramas)
está sentada junto à borda de um carrossel que tem um
diâmetro D (metros). Um observador, situado em um sistema
Fcp
acp de referência inercial, percebe que o carrossel demora
Fcp T (segundos) para dar uma volta completa. A partir das
V informações, considere as seguintes afirmações:
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) II e IV.
d) I, II e III.
e) I, II, III e IV.
FÍSICA - UNIDADE 5 31
20. (UFPEL) A figura mostra um motociclista no “globo da morte”, de raio = 2,5 m, movendo-se no sentido indicado. A massa
do conjunto motocicleta mais motociclista é m = 140 kg, e v = 7 m/s, a velocidade da motocicleta ao passar pelo ponto A.
N
mg
N N
B D
mg
mg N R
C
mg
Adotando g = 10 m/s2, quais são, respectivamente, em newtons, no ponto A, os valores da força centrípeta que atua
no conjunto motocicleta mais motociclista e o valor da reação normal do globo sobre o conjunto?
a) 392 e 4.144
b) 2.744 e 4.144
c) 2.744 e 1.400
d) 2.744 e 2.744
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
e) 2.744 e 1.344
Anotações:
32 FÍSICA - UNIDADE 5
FÍSICA AULA-
-PÍLULA
UNIDADE 6
» Energia
• Trabalho mecânico Potência mecânica
Potência é a rapidez com que o sistema realiza trabalho.
Introdução
Uma das grandezas mais importantes da Física (não só
da Mecânica) é, sem dúvida alguma, o trabalho.
Aqui, as forças que estudaremos são consideradas de
origem mecânica e, por isso, o trabalho realizado é chama-
do trabalho mecânico.
Duas grandezas são imprescindíveis para a existência do
trabalho: força e deslocamento. A inexistência de uma dessas
grandezas implicará a não realização de trabalho.
deslocamento d um ângulo q, é dado por: Uma pessoa que sobe uma escada correndo (em pouco
tempo) desenvolve maior potência do que aquela que sobe
W = F . d . cos q a mesma escada lentamente (maior tempo).
P= W
Dt
Observação
FÍSICA - UNIDADE 6 33
• Energia Energia potencial elástica (Epe)
É uma grandeza escalar.
Energia cinética (Ec)
Energia associada à deformação.
É uma grandeza escalar.
Diretamente proporcional à constante elástica.
Energia associada ao movimento.
Diretamente proporcional ao quadrado da deformação.
Diretamente proporcional à massa.
Unidade no S.I.: J (joule).
Diretamente proporcional ao quadrado da velocidade.
Unidade no S.I.: J (joule).
Ep = Kx
2
2
EC = mv
2
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Energia potencial gravitacional (Epg)
É uma grandeza escalar.
Energia associada à altura.
Diretamente proporcional à massa.
Diretamente proporcional à aceleração da gravidade local.
Diretamente proporcional à altura.
Ep = mgh
34 FÍSICA - UNIDADE 6
Teorema da energia cinética APOIO AO TEXTO
→ 1. (UFSM) Qual o trabalho, em joules, desenvolvido por uma
F
→ →
força constante que foi aplicada em um corpo de massa
m vo m v igual a 10 kg e que altera a velocidade desse corpo de 10
m/s para 20 m/s?
d
A B
a) 500
O trabalho da resultante das forças agentes em um b) 1.000
corpo entre dois instantes é igual à variação da energia
c) 1.500
cinética experimentada pelo corpo naquele intervalo de
tempo. d) 2.000
e) 25.000
→2 →
WFR = mv - mv 2
WFR = DEC 0
2 2
Energia mecânica
Entende-se por energia mecânica (EM) de um sistema
a soma de suas energias cinética e potencial; essa energia
potencial pode ser gravitacional ou elástica.
2. (UPF) Uma caixa de massa m é abandonada em repouso
no topo de um plano inclinado (ponto C). Nessas condições e
desprezando-se o atrito, é possível afirmar que a velocidade
EM = EC + EP com que a caixa atinge o final do plano (ponto D), em m/s,
é: (considere g = 10 m/s2)
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
1,8 m
Simulação interativa
- Energia mecânica
4m
Na queda, a energia potencial de interação gravitacio- D
nal transforma-se em energia cinética. a) 6
b) 36
Em um sistema conservativo, EM = constante. c) 80
d) 18
Para resolver as questões, inicie sempre: e) 4
EMA = EMB
FÍSICA - UNIDADE 6 35
3. (UFSM) Um estudante de Educação Física com massa 5. (UFSM) Na preparação física, um atleta comprime em
de 75 kg se diverte numa rampa de skate de altura igual a 20 cm uma mola de constante elástica de 200 N/m. Se o
5 m. Nos trechos A, B e C, indicados na figura, os módulos atleta realiza 15 ciclos de compressão e descompressão
das velocidades do estudante são vA, vB e vC, constantes, por minuto, com movimentos aproximadamente uniformes
num referencial fixo na rampa. Considere g = 10 m/s² e tanto na ida como na volta, então, depois de exercitar-se
ignore o atrito. por 5 minutos, a quantidade de energia gasta pelo atleta
no exercício, em J, é de:
a) 30
b) 300
c) 600
d) 1.200
São feitas, então, as seguintes afirmações: e) 2.400
I. vB = vA + 10 m/s.
II. Se a massa do estudante fosse de 100 kg, o aumento no
módulo de velocidade vB seria 4/3 maior.
6. (UFSM) Após a marcação de um gol, o artilheiro corre
III. vC = vA. e comemora jogando-se, de barriga, no chão. Se o atleta
de 70 Kg atinge o solo com velocidade horizontal de 4 m/s
Está(ão) correta(s): e percorre 4 m até parar, o módulo da força de atrito da
grama sobre o jogador é de, em N:
a) apenas I.
b) apenas II. a) 280
c) apenas III. b) 140
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
d) apenas I e II. c) 35
e) apenas I e III. d) 4
e) 2
a) I, IV e V.
b) I, II e V.
c) II, III e IV.
d) III, IV e V.
e) I, II, III e IV.
36 FÍSICA - UNIDADE 6
FÍSICA AULA-
-PÍLULA
UNIDADE 7
» Mecânica impulsiva
• Quantidade de movimento ou Impulso de uma força constante ( I )
momento linear (Q)
I = F . Dt
Seja um corpo de massa m, dotado de velocidade e
que possa ser considerado um ponto material, define-se
sua quantidade de movimento como sendo a grandeza
vetorial expressa pelo produto: Observação
Teorema do impulso
O impulso da resultante das forças que atuam em um
ponto material, em um intervalo de tempo, é igual à varia-
Observação ção da quantidade de movimento.
FÍSICA - UNIDADE 7 37
PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA QUAN- 2. (FURG) As duas figuras abaixo referem-se a dois
movimentos distintos. Nelas, F significa força, X posições
TIDADE DE MOVIMENTO e t tempo.
A quantidade de movimento de um sistema de corpos
F F
isolados de forças externas é constante.
Assim, temos:
A A
x t
|Qinicial| = |Qfinal| x1 x2 t1 t2
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
em dois pedaços. Um pedaço de m/4 vai para a direita, com
velocidade v; o outro pedaço vai:
38 FÍSICA - UNIDADE 7
• Choques (colisões) Tipos de choques
Choque perfeitamente elástico: é o choque no qual
se observa a conservação da energia cinética do sistema.
vA vB = 0 v’A v’B
Antes Depois
Conservação da
energia cinética ECantes = ECdepois
do sistema
m . 2 mA . v’2A mB . v’2B
A v A
_______ = ________ + ________
2 2 2
Conservação da quantidade
Qantes = Qdepois
de movimento do sistema
mA . vA = mA . v’A + mB . v’B
Conservação da quantidade
|Qinicial| = |Qfinal| de movimento do sistema
Qantes = Qdepois
mA . vA = mA . v’A + mB . v’B
Anotações:
FÍSICA - UNIDADE 7 39
Choque inelástico: aquele no qual a dissipação de energia cinética é máxima. Após a colisão, os corpos permane-
cem grudados.
vA vB = 0 v’A v’B
Conservação da quantidade
Qantes = Qdepois
de movimento
mA . vA = v . (mA + mB)
Antes Depois
Coeficiente de restituição
Para medir a variação de energia cinética eventualmente ocorrida em um choque,
é comum recorrer a uma gradeza adimensional chamada coeficiente de restituição vrelativa de afastamento
e=
(e), que é dado pela razão entre a velocidade relativa de afastamento dos corpos de- vrelativa de aproximação
pois do choque e a velocidade relativa de aproximação dos corpos antes do choque:
QUADRO-RESUMO
Coeficiente de Energia cinética Quantidade de
Pricipais tipos de choques
restituição (sistema) movimento (sistema)
Choque perfeitamente inelástico e=0 Máxima dissipação Qinicial = Qfinal
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
APOIO AO TEXTO
5. (UFRGS) Duas bolas de bilhar colidiram de forma a) maior que o - inelástica
completamente elástica. Então, em relação à situação b) menor que o - elástica
anterior à colisão:
c) maior que o - elástica
d) menor que o - inelástica
a) suas energias cinéticas individuais permaneceram iguais.
e) igual ao - inelástica
b) suas quantidades de movimento individuais permane-
ceram iguais.
7. (UFSM) Uma bola de borracha colide perpendicularmente
c) a energia cinética total e a quantidade de movimento
com uma superfície rígida e fixa, em uma colisão
total do sistema permaneceram iguais.
perfeitamente elástica. No início da colisão, a quantidade
d) as bolas de bilhar se movem, ambas, com a mesma ve- de movimento da bola é Q. A quantidade de movimento da
locidade final. bola, logo após a colisão, é:
e) apenas a quantidade de movimento total permanece igual.
a) ½ Q
b) -Q
6. (UFRGS) Assinale a alternativa que preenche corretamente c) +Q
as lacunas do texto a seguir, na ordem em que aparecem.
d) –2 Q
e) +2 Q
a) zero.
Nessas circunstâncias, pode-se afirmar que, imediatamente
b) 0,6
após apanhar o inseto, o módulo da velocidade final da
andorinha é ______________ módulo de sua velocidade inicial, c) 1,2
e que o ato de apanhar o inseto pode ser considerado uma d) 2,4
colisão ___________. e) 6
40 FÍSICA - UNIDADE 7
FÍSICA AULA-
-PÍLULA
UNIDADE 8
» Gravitação universal
• Leis de Kepler
1ª Lei de Kepler: Lei das Órbitas S
Afélio Periélio
FÍSICA - UNIDADE 8 41
Aceleração da gravidade terrestre Determinação da velocidade orbital (v)
R r r
M GM
v=
r
v independe da massa do
satélite, sendo inversa-
F = Fcp mente proporcional à raiz
.
g = G M2 quadrada de r.
(R + h)
Essa última expressão nos mostra de que forma varia SATÉLITES ESTACIONÁRIOS
a aceleração da gravidade g em função da altura h. Satélites estacionários recebem esse nome pelo fato
Caso seja considerado o ponto na superfície terrestre, de se apresentarem “parados” em relação a um referencial
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
a expressão fica: fixo ligado à superfície da Terra.
Os satélites estacionários têm órbitas circulares conti-
das no plano equatorial. Seu período de revolução é de 24
horas (igual ao de rotação da Terra), e o raio médio de sua
R órbita é de 6,7 raios terrestres aproximadamente.
. A aplicação mais importante para esses satélites está
g = G 2M nas telecomunicações. Um sinal de TV, por exemplo, é
M
R
emitido da Terra para o satélite. Este capta o sinal, ampli-
fica-o e emite-o para o local que deve receber a transmis-
são. A ilustração seguinte mostra o que descrevemos.
• Satélites
Estudo do movimento de um satélite gené-
rico
Seja a seguinte figura, em que um satélite genérico
gravita em órbita circular em torno da Terra. Nessas con-
dições, seu movimento é uniforme.
Satélite
F v
Sejam:
r
r: raio da órbita
do satélite; Aqui está representada uma transmissão via satélite. Um sinal eletromagné-
Terra tico emitido do ponto A é captado pelo satélite e transmitido para o ponto B.
M: massa da Terra;
m: massa do satélite;
G: constante da gravitação.
42 FÍSICA -- UNIDADE
FÍSICA 8
UNIDADE 9
APOIO AO TEXTO
1. (UFSC) Durante aproximados 20 anos, o astrônomo 2. A figura a seguir representa um planeta se deslocando
dinamarquês Tycho Brahe realizou rigorosas observações em torno do Sol. O planeta realiza uma órbita elíptica, de
dos movimentos planetários, reunindo dados que serviram modo que o tempo que demora para ir da posição A para a
de base para o trabalho desenvolvido, após sua morte, por posição B é o mesmo que para ir de C até D. Afirma-se que:
seu discípulo, o astrônomo alemão Johannes Kepler (1571-
1630). Kepler, possuidor de grande habilidade matemática, D C
analisou cuidadosamente os dados coletados por Tycho A2 B
Brahe, ao longo de vários anos, tendo descoberto três leis
para o movimento dos planetas.
A1
Sol
Apresentamos, a seguir, o enunciado das três leis de A
Kepler.
1ª lei de Kepler: cada planeta descreve uma órbita Planeta
elíptica em torno do Sol, em que o Sol ocupa um dos focos.
2ª lei de Kepler: o raio-vetor (segmento de reta ima- I. A área varrida pelo segmento que liga o Sol ao planeta,
ginário que liga o Sol ao planeta) “varre” áreas iguais, em durante o deslocamento do planeta de A para B (área A1),
intervalos de tempo iguais. é igual à área que esse segmento varre quando o planeta
se desloca de C para D (área A2).
3ª lei de Kepler: os quadrados dos períodos de trans-
lação dos planetas em torno do Sol são proporcionais aos II. A velocidade escalar média do planeta no trajeto AB é
cubos dos raios médios de suas órbitas. maior do que no trajeto CD.
III. Como a massa do Sol é muito maior do que a massa
Assinale a(s) proposição(ões) que apresenta(m) conclu- do planeta, certamente a força que o Sol exerce sobre o
são(ões) correta(s) das leis de Kepler: planeta é maior do que aquela que o planeta exerce sobre
o Sol.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
08. A 2ª lei de Kepler assegura que o módulo da velocidade b) II, III e IV apenas.
de translação de um planeta em torno do Sol é constante. c) I, II e IV apenas.
16. A velocidade de translação da Terra em sua órbita au- d) II e IV apenas.
menta à medida que ela se aproxima do Sol e diminui à e) I, II, III e IV.
medida que ela se afasta.
32. Os planetas situados à mesma distância do Sol devem
ter a mesma massa.
64. A razão entre os quadrados dos períodos de translação
dos planetas em torno do Sol e os cubos dos raios médios
de suas órbitas apresenta um valor constante.
FÍSICA - UNIDADE 8 43
3. (UFSM) O astronauta brasileiro permaneceu, por alguns 6. (UFRGS) Selecione a alternativa que preenche
dias, numa órbita circular, a uma altura de 400 km. A mídia corretamente as lacunas do texto abaixo, na ordem em que
apresentou fotos e cenas onde ele aparecia flutuando no elas aparecem. A relação que deve existir entre o módulo v
interior da nave, em situação de imponderabilidade, e deu, da velocidade linear de um satélite artificial em órbita circular
como explicação, a ausência de peso. Isso não pode ser ao redor da terra e o raio r dessa órbita é:
verdade porque, se assim fosse, que força o manteria em
órbita? Se g representa o módulo da aceleração gravitacional v= GM/r
ao nível do mar e se 400 km correspondem a 1/16 do raio
terrestre, a aceleração gravitacional do astronauta àquela onde G é a constante de gravitação universal e M a mas-
altura era: sa da terra. Conclui-se dessa relação que v ____________ da
massa do satélite, e que, para aumentar a altitude da órbi-
a) 0 ta, é necessário que v ______________.
b) g/16 a) não depende - permaneça o mesmo
c) g/17 b) não depende - aumente
d) (16/17)2g c) não depende - diminua
e) (15/16)2g d) depende - aumente
e) depende - diminua
4. (UFSM) A lua não colapsa sobre a Terra, porque:
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
5. (UFSM) Algumas empresas privadas têm demonstrado
interesse em desenvolver veículos espaciais com o objetivo
de promover o turismo espacial. Nesse caso, um foguete ou
avião impulsiona o veículo, de modo que ele entre em órbita
ao redor da Terra. Admitindo-se que o movimento orbital
é um movimento circular uniforme em um referencial fixo
na Terra, é correto afirmar que:
a) o peso de cada passageiro é nulo, quando esse passa-
geiro está em órbita.
b) uma força centrífuga atua sobre cada passageiro, for-
mando um par ação-reação com a força gravitacional.
c) o peso de cada passageiro atua como força centrípeta
Anotações:
do movimento; por isso, os passageiros são acelerados em
direção ao centro da Terra.
d) o módulo da velocidade angular dos passageiros, medi-
do em relação a um referencial fixo na Terra, depende do
quadrado do módulo da velocidade tangencial deles.
e) a aceleração de cada passageiro é nula.
44 FÍSICA - UNIDADE 8
FÍSICA AULA-
-PÍLULA
UNIDADE 9
» Estática
• Centro de massa e ideia de ponto material
Centro de massa de um corpo extenso ou de um sistema de partículas é uma idealização utilizada em Física para
reduzir o problema da ação de forças externas sobre esse corpo ou sistema de partículas. A ideia é tentar reduzi-los a
uma partícula de massa igual à massa total do corpo extenso ou do sistema de partículas, posicionada justamente no
centro de massa.
O centro de gravidade é um ponto em torno do qual o peso do corpo está igualmente distribuído em todas as di-
reções. O centro de gravidade de um corpo coincide com seu centro de massa quando a aceleração da gravidade tiver
o mesmo valor em toda a extensão do corpo. Isso significa que, para corpos com dimensão pequena comparada à da
Terra, como têm o mesmo valor de aceleração da gravidade para todas as diferentes partes do corpo, seu centro de
gravidade coincide com seu centro de massa.
Vejamos, na figura abaixo, alguns exemplos de corpos e seus centros de massa.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Equilíbrio de um ponto
Um ponto encontra-se em equilíbrio quando a resul- Para a resolução de problemas de equilíbrio de um
tante das forças que atuam no ponto é nula. ponto, recorremos ao Teorema de Lamy.
FR = 0 TEOREMA DE LAMY
→
Anotações: → F1
F2
a
b
→
F3
F1 F2 F3
= =
sen a sen b sen g
FÍSICA - UNIDADE 9 45
APOIO AO TEXTO • Momento de uma força
1. Considere a figura, na qual as forças F1 e F2 mantêm (torque)
em equilíbrio o objeto A, que tem 10 kg. Para que assim se O momento surge quando há giro ou tendência ao
mantenha, a força F2 vale, em N: giro. Essa tendência de rotação tem uma intensidade
dada por:
60º 30º
F1 F2
M=F.d
Considere sen 60° = cos 30° = 3/2; sen 30° = cos 60° = 1/2; e
g = 10 m/s2.
a) 25
b) 32 Observação
c) 43
Momento é uma grandeza vetorial.
d) 47
Se a força não for perpendicular, usamos a
e) 50 relação M = F . d . sen θ.
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• Equilíbrio de um corpo extenso
Condições
1° A resultante de todas as forças que Condição que faz com que o corpo não
agem no corpo é nula.
FR = 0 tenha translação.
2° A resultante dos momentos de todas as
Condição que faz com que o corpo
forças que atuam sobre o corpo em MR = 0
não tenha rotação.
relação a um mesmo ponto é nula.
N
d1 d2 Observação
F1 F2 Anotações:
FR = 0 N = F1 + F2
Não há translação.
MR = 0 F1d1 = F2d2
Não há rotação.
|M1| = |M2|
46 FÍSICA - UNIDADE 9
• Máquinas simples TIPOS DE POLIAS
São objetos que nos ajudam na realização de tarefas. Polia fixa: É aquela que tem a função de mudar a di-
reção e/ou sentido de atuação da força. Pode oferecer co-
Alavancas modidade para exercer uma tarefa.
TIPOS DE ALAVANCAS
Interfixa: É aquela cujo ponto está em algum lugar en- F=P
tre a força potente e a força resistente. M
P
FP
PF
Polia móvel: Oferece ao operador uma vantagem me-
FR cânica, que consiste numa redução do esforço físico, pois
a presença desse dispositivo reduz pela metade a força
Interpotente: É aquela cuja força potente está em lu- que deve ser exercida na corda para sustentar um corpo
gar entre o ponto fixo e a força resistente. acoplado na polia.
PF T/2
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FR F = P/2
FP T
T
Inter-resistente: É aquela cuja força resistente está
em algum lugar entre a força e o ponto fixo.
Anotações:
F = FR
8
Fm = FRn
2
FR
FÍSICA - UNIDADE 9 47
APOIO AO TEXTO
2. (UFSM) Nas feiras livres, em que alimentos in natura 3. (ACAFE) A barra OP, uniforme, cujo peso é 1,0 . 102 N,
podem ser vendidos diretamente pelos produtores aos pode girar livremente em torno de O. Ela sustenta, na
consumidores, as balanças mecânicas ainda são muito extremidade P, um corpo de peso 2,0 . 102 N. A barra é
utilizadas. A “balança romana”, representada na figura, mantida em equilíbrio, em posição horizontal, pelo fio de
é constituída por uma barra suspensa por um gancho, sustentação PQ. Qual é o valor da força de tração no fio?
presa a um eixo excêntrico, que a divide em dois braços de
comprimentos diferentes. O prato, no qual se colocam os
alimentos a serem pesados, é preso ao braço menor. Duas Q
peças móveis, uma em cada braço, são posicionadas de
modo que a barra repouse na horizontal, e a posição sobre
a qual se encontra a peça móvel do braço maior é então
marcada como o zero da escala. Quando os alimentos são
colocados sobre o prato, a peça do braço maior é movida 30o
P
até que a barra se equilibre novamente na horizontal.
0 2,0 . 102 N
1,0 m
Fixação
do prato a) 1,0 . 102 N
Eixo excêntrico
b) 2,0 . 102 N
Peça móvel c) 3,0 . 102 N
d) 4,0 . 102 N
e) 5,0 . 102 N
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
4. (UFSM) Suponha que, do eixo das articulações dos
maxilares até os dentes da frente (incisivos), a distância seja
de 8 cm e que o músculo responsável pela mastigação, que
Sabendo que o prato é preso a uma distância de 5 cm liga o maxilar à mandíbula, esteja a 2 cm do eixo, conforme
do eixo de articulação e que o braço maior mede 60 cm, o esquema.
qual deve ser, em kg, a massa da peça móvel para que seja
2 cm
possível pesar até 6 kg de alimentos?
a) 200
b) 300
c) 400
d) 800
e) 1.000
48 FÍSICA - UNIDADE 9
5. (ENEM 2023) Uma academia decide trocar gradualmente
Anotações:
seus aparelhos de musculação. Agora, os frequentadores
que utilizam os aparelhos do tipo 1 podem também utilizar
os aparelhos do tipo 2, representados na figura, para
elevar cargas correspondentes às massas M1 e M2, com
velocidade constante. A fim de que o exercício seja realizado
com a mesma força F, os usuários devem ser orientados
a respeito da relação entre as cargas nos dois tipos de
aparelhos, já que as polias fixas apenas mudam a direção
das forças, enquanto a polia móvel divide as forças.
Em ambos os aparelhos, considere as cordas inexten-
síveis, as massas das polias e das cordas desprezíveis e
que não há dissipação de energia.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
M2
Para essa academia, qual deve ser a razão informada
aos usuários? M1
1
a)
4
1
b)
2
c) 1
d) 2
e) 4
FÍSICA - UNIDADE 9 49
» Algo mais
• Introdução à Física Unidades derivadas
A palavra Física (do grego: physis) significa Natureza. Fí- Grandeza Nome Símbolo
sica é uma das ciências que estudam a natureza. Em Física,
Superfície metro quadrado m2
qualquer acontecimento é chamado de fenômeno, ainda
que não seja extraordinário ou excepcional. Volume metro cúbico m3
Grandezas escalares são aquelas que ficam comple- Para se escrever os múltiplos das unidades fundamen-
tamente definidas quando se fornece apenas seu módulo tais, são usados prefixos. Vejamos alguns deles:
(valor numérico) acompanhado da sua unidade de medida.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Grandezas vetoriais são aquelas que só ficam com-
pletamente definidas quando, além do módulo acompa- 106 Mega M
nhado de sua unidade de medida, apresentam direção
(horizontal, vertical etc.) e sentido (da esquerda para a di- 10 3
Quilo k
reita, de cima para baixo etc.). 10-2 Centi c
– Exemplos: velocidade, aceleração, força, impulso etc. 10-3
Mili m
10-6 Micro µ
Sistema Internacional de Unidades
• Notação científica
Em 1960, na reunião da Conferência Geral dos Pesos
e Medidas, foram escolhidas as unidades oficiais para as Um número qualquer pode ser expresso sempre como
grandezas. Esse conjunto de unidades é chamado de Sis- uma multiplicação de um número N, compreendido entre
tema Internacional de Unidades, com abreviatura inter- 1 e 10, por uma potência de 10 adequada, 10n, em que n é
nacional SI. um expoente inteiro e N é tal que 1 ≤ N < 10.
Esse sistema compõe-se de unidades de base, unidades
derivadas, múltiplos e submúltiplos de todas elas. N . 10n
Massa quilograma kg
Anotações:
Tempo segundo s
Intensidade de
ampère A
corrente elétrica
Temperatura
kelvin K
termodinâmica
Quantidade de matéria mol mol
50 FÍSICA ALGO +
APOIO AO TEXTO
Importante
MÚLTIPLOS
quilômetro (km), 1 km = 1.000 m = 103 m
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Anotações:
APOIO AO TEXTO
3 Execute as seguintes transformações:
a) 40 dm3 = ____________ m3 = ____________ m3
b) 3 m3 = ______________ km3 = ____________ km3
c) 0,05 dm3 = ___________ m3 = _____________ m3
FÍSICA ALGO + 51
Medidas de massa APOIO AO TEXTO
No Sistema Internacional, a unidade de massa é o
4 Uma aula tem início exatamente às 21h15min25s e
quilograma (kg). Esse padrão foi estabelecido a partir
termina às 23h38min15s. Qual a duração desse “espetá-
da massa de um cilindro composto de 90% de platina e
culo”?
10% de irídio, com 3,9 cm de diâmetro de base e 3,9 cm
de altura. Esse cilindro se encontra conservado no Bureau
Internacional de Pesos e Medidas, em Sèvres, na França.
DIB
Importante
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
centigrama (cg), 1 cg = 0,00001 kg = 10-5 kg
miligrama (mg), 1 mg = 0,000001 kg = 10-6 kg
• Vetores
Medidas de tempo
No Sistema Internacional, a unidade de tempo é o se- Grandezas físicas
gundo. A rotação da Terra em torno do seu próprio eixo Em nosso cotidiano, definimos diariamente a medida
determinou o dia. Cada dia foi dividido, então, em horas de grandezas físicas, por exemplo: massa, tempo, veloci-
(h), minutos (min) e segundos (s). dade e força. No entanto, algumas grandezas ficam com-
Com base no movimento de translação da Terra ao re- pletamente definidas com um número seguido de uma
dor do Sol, determinou-se o ano, de modo que cada trans- unidade de medida, como é o caso da massa e do tempo.
lação completa corresponde a um ano. Podemos dizer que a massa de um corpo é 10 kg, que o
As principais relações entre as unidades de tempo são: intervalo de tempo de uma viagem é de 2h, e, assim, as
grandezas ficam totalmente definidas.
1min = 60s
Porém, para o caso do estudo do movimento de um
1h = 60min = 3.600s automóvel que viaja a 120 km/h, precisamos de uma
1 dia = 24h = 1.440min = 86.400s orientação. Portanto, as grandezas físicas podem ser clas-
1 ano = 365 dias = 8.760h = 5,26 . 105min sificadas em escalares ou vetoriais.
GRANDEZA ESCALAR
José Reynaldo da Fonseca/BID
GRANDEZA VETORIAL
São aquelas que, para ficarem perfeitamente defini-
das, precisam, além do valor numérico e da unidade, de
uma orientação (direção e sentido).
52 FÍSICA ALGO +
Características que definem uma grandeza vetorial:
Importante
módulo (intensidade);
direção; Quando a linha poligonal resultar fechada, significa
que o vetor resultante é nulo.
sentido.
Vetor D E
F
Vetor é um ente matemático, que, além de indicar uma
intensidade, tem uma orientação. Um vetor é utilizado G
para representar grandezas vetoriais.
Notação: Vetor: A;
Módulo do vetor: |A| ou A. B
A
– Exemplos:
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
A
R
θ
A
B
R = A2 + B2 + 2 . A . B . cos θ
Vetor resultante
O vetor resultante (vetor soma) pode ser entendido como
efeito da atuação de mais de um vetor em um mesmo corpo.
CASOS ESPECIAIS
O vetor resultante não é mais um vetor a agir na partícula, Vetores de mesma direção e sentido (θ = 0º)
mas, sim, o resultado de uma adição vetorial.
A B
MÉTODO GRÁFICO R=A+B
Devemos associar sequencialmente os vetores-parcela, R
de modo que a extremidade de um coincida com a origem Vetores de mesma direção e sentidos opostos (θ = 180º)
do outro. Na construção dessa figura, devemos preservar
as características de cada vetor: módulo, direção e sentido. A
A resultante será obtida unindo-se a origem do primeiro ve- R=A-B
tor com a extremidade do último.
R B
R C
A
FÍSICA ALGO + 53
APOIO AO TEXTO
Importante
O valor numérico da soma de dois vetores está sem- 5 Dado o quadro de vetores a seguir, determine quais
pre compreendido entre o valor mínimo (A - B) e o vetores têm:
valor máximo (A + B).
A B
|A-B|<R<|A+B|
D
E C
Decomposição vetorial
Boa parte das situações práticas relacionadas com as
grandezas vetoriais ocorrem em duas dimensões, como o
movimento de um projétil ou de um objeto descendo um
plano inclinado. Em duas dimensões, os dois componentes a) Mesmo módulo: _____________________
dominam totalmente a grandeza vetorial. Para descrever
os componentes, devemos, em primeiro lugar, escolher os b) Mesma direção: _____________________
eixos cartesianos ortogonais x e y, fazendo as projeções
cartográficas de um vetor nesses eixos orientados. c) Mesmo sentido: _____________________
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Valor das componentes em x e y:
y 6 Um vetor é decomposto em outros dois vetores per-
pendiculares entre si. Sabendo que seu componente verti-
ax = a . cos β cal e seu componente horizontal valem, respectivamente,
a ay = a . sen β 24 unidades e 18 unidades, o vetor tem intensidade, em
unidades arbitrárias, de:
ay
β a) 6
x
ax b) 10
c) 20
d) 30
Importante
e) 42
A soma dos componentes vetoriais entre si tem o
seu módulo expresso pela seguinte relação:
a2 = ax2 + ay2
a) 5 3 m/s e 5 m/s.
b) 5 m/s e 5 3 m/s.
c) 5 m/s e 5 m/s.
d) 3 m/s e 7 m/s.
e) 7 m/s e 3 m/s.
54 FÍSICA ALGO +
DEMAIS VESTIBULARES
Além do abandono vertical, também podemos avaliar cuidadosamente outros dois casos: a queda livre, na qual o
objeto não é simplesmente abandonado, mas lançado para baixo com velocidade inicial não nula; e o segundo caso,
no qual o corpo é lançado verticalmente para cima.
Os objetos, na Terra, sofrem a ação de uma força de resistência devido a sua interação com o ar atmosférico. Desse
modo, as funções posição e velocidade ficam diferentes em relação às funções do MRUV estudadas habitualmente no
Ensino Médio.
→ →
F = -kv2
→ →
P = mg
Anotações:
DEMAIS VESTIBULARES 55
Veja a comparação entre as funções posição e velocidade para os movimentos de queda livre e queda com resistência do meio.
0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 Tempo(s)
0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 Tempo(s)
Velocidade (m/s)
100
50 Velocidade (m/s)
75 vL
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
25
v = vL (1 - e- ( m)t)
k
v = v0 + gt 50
vL = velocidade limite
0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 Tempo(s)
25
0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 Tempo(s)
Anotações:
56 DEMAIS VESTIBULARES
APOIO AO TEXTO
1 Apesar de não ser necessário memorizar as funções 2 (ENEM) Em um dia sem vento, ao saltar de um avião,
posição e velocidade com resistência do meio, reflita a res- um paraquedista cai verticalmente até atingir a velocidade
peito das afirmativas abaixo, que são todas verdadeiras: limite. No instante em que o paraquedas é aberto (instan-
te TA), ocorre a diminuição de sua velocidade de queda.
As funções da Queda Livre (sem a resistência do Algum tempo após a abertura do paraquedas, ele passa
meio) são idealizadas e não retratam, portanto, um a ter velocidade de queda constante, que possibilita sua
fenômeno contextualizado ao nosso dia a dia. No entanto, aterrissagem em segurança.
entendê-las é importante, pois se trata de um bom início
para realizarmos aprofundamentos posteriores. Que gráfico representa a força resultante sobre o para-
quedista, durante o seu movimento de queda?
No quadro comparativo, na página anterior, en-
quanto a função da posição no tempo é quadrática a) Força
resultante
na queda livre, passa a ser uma função mista (dos tipos
afim e exponencial) na queda com resistência. Pela visu-
alização dos gráficos, observa-se que, com o passar do
tempo de queda, a força de resistência do meio suaviza o
aumento das posições.
Tempo
0 TA
No quadro comparativo, na página anterior, en-
quanto a função da velocidade no tempo é afim na
queda livre, passa a ser uma função exponencial, com ve-
locidade limite vL na queda com resistência. Pela visualiza-
ção dos gráficos, observa-se que, com o passar do tempo
de queda, a força de resistência do meio limita superior-
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
b) Força
mente a velocidade. resultante
e) Força
resultante
Tempo
0 TA
DEMAIS VESTIBULARES 57
Anotações:
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
GABARITO
1. Todas verdadeiras.
2. E
» Referências
DIAS, M. A. Utilização de fotografias estroboscópicas digitais para o estudo da queda dos corpos. Disponível em:
<[Link]
no_Dias.pdf>.
58 DEMAIS VESTIBULARES
» Equação de Bernoulli
Quando se fala de água, você com certeza sabe que
Anotações:
os reservatórios ficam em locais mais elevados, assim
ocorre na cidade ou mesmo num prédio ou casa. O prin-
cípio físico envolvido nessa dinâmica é a diferença de
pressão em pontos com diferentes alturas. Quanto mais
baixo o ponto, maior é a pressão.
Daniel Bernoulli estabeleceu uma relação entre a
pressão, a velocidade e a altura em pontos de uma linha
de corrente de um fluido que escoa, conforme ilustra a
figura abaixo.
Área A1
p1 v1 Área A2
A
h1 v2 p2
B h2
do desenho acima, é:
. 2 . 2
p1 + d v1 + d . g . h1 = p2 + d v2 + d . g . h2
2 2
p = pressão;
d = densidade ou massa específica do fluido;
v = velocidade;
g = aceleração da gravidade;
h = altura.
. 2 . 2
p1 + d v1 = p2 + d v2
2 2
DEMAIS VESTIBULARES 59
APOIO AO TEXTO
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
3 Explique por que as chaminés são altas, a partir da equação de Bernoulli.
4 Apesar de muitas aplicações cotidianas, a equação de Bernoulli tem lá as suas limitações, não explicando, muitas
vezes, alguns fenômenos. Por exemplo, no caso de uma artéria com gordura (que diminui a área interna de escoamento
do sangue), como se explicaria o aumento (e não a diminuição) da pressão arterial?
60 DEMAIS VESTIBULARES
5 (UFSM) As figuras representam seções de canaliza- 7 (AFA-adaptada) Um fluido de densidade igual a ρ es-
ções por onde flui, da esquerda para a direita, sem atrito e coa uniformemente conforme esquema abaixo.
em regime estacionário, um líquido incompressível. Além TE TP
disso, cada seção apresenta duas saídas verticais para a TE - Tomada estática
atmosfera, ocupadas pelo líquido até as alturas indicadas. A B C
TP - Tubo de Pitot
e) I e III.
Anotações:
DEMAIS VESTIBULARES 61
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
GABARITO
1. Observe inicialmente que, sem ventania, a pressão pode ser considerada a mesma, abaixo e acima do telhado. Com
a ventania, que é o vento assumindo maior velocidade na parte de cima da casa, podemos deduzir, pela equação de
Bernoulli, que a pressão externa ficará menor. Com essa diferença de pressão, haverá também um desequilíbrio de
forças (maior força de baixo para cima). Ao fim, dependendo, é claro, da intensidade dessa ocorrência, a casa poderá
vir a ser destelhada.
2. Com o avião em movimento, devido ao formato mais extenso (mais curvilíneo) da parte superior da asa do avião, o
fluido vento precisará passar com maior velocidade na parte de cima da asa! Assim, podemos deduzir, pela equação de
Bernoulli, que a pressão acima da asa ficará menor. Essa diferença de pressão ocasionará um desequilíbrio de forças
(maior força de baixo para cima), gerando a força de sustentação do avião.
3. Quanto mais rápido sopra o vento sobre a saída de uma chaminé, mais baixa será a pressão nesse ponto. Uma vez
ampliada a diferença de pressão entre a base e a saída da chaminé, maior será a força de baixo para cima, retirando os
gases em combustão.
4. Segundo o Professor Fernando Lang da Silveira (UFRGS), a equação de Bernoulli “é válida para um fluido ideal, não
viscoso, escoando em regime estacionário laminar, não turbulento...”. No esclarecimento do suposto paradigma, o
professor destaca ainda que: “O sangue que flui pelas artérias apresenta viscosidade, sofrendo oposição ao seu movimento
pelas paredes das artérias. O estreitamento das artérias aumenta esta oposição, determinando que a pressão arterial
se eleve para manter o fluxo sanguíneo em vazão compatível com as necessidades do organismo. Ou seja, não podes
entender o comportamento do sangue que flui pelas artérias (ou pelos vasos venosos) apenas armado teoricamente com
a Eq. de Bernoulli. Uma Mecânica de fluidos muito mais complexa do que a descrita pela Eq. de Bernoulli está envolvida.”
5. A
6. O tubo de Pitot é um instrumento aplicado em hidráulica, aerodinâmica e hidrologia, que mede a velocidade de fluidos.
7. Na entrada do tubo de Pitot, temos que a velocidade da água é zero (estagnação), ou seja, vc = 0. Na tomada estática,
a água passa livremente. Como B e C estão no mesmo nível, hb = hc. Assim, temos:
r . v2B
PB + __________
= PC
2
2(PC - PB)
vB = _________
r
62 DEMAIS VESTIBULARES
» Aprofundando conceitos
• Conceitos de Inércia REFERENCIAIS INERCIAIS
Desde a antiguidade, Um referencial em que uma partícula livre está em re-
cânica Newtoniana, a massa inercial quantifica a inércia zada, pois vamos considerar fenômenos de observação
do corpo, ou seja, a oposição que ele oferece à mudança de curta duração.
de velocidade por ação das forças. Voltando ao exemplo do ônibus que apresenta acele-
ração em linha reta, isto é, admitindo que esteja freando
e que há uma caixa em seu interior, a força de inércia
é, como outras forças conhecidas, proporcional à massa
• Noções de sistema de referên- inercial, mas não corresponde a interação alguma entre
cias inerciais e não inerciais as partículas, ou seja, não corresponde a uma força físi-
ca. A força de inércia tem apenas a mesma dimensão que
Referenciais a de uma força física, isto é, o seu módulo é dado pelo
produto de uma massa por uma aceleração.
Para descrever um dado fenômeno, um observador As forças de inércia sempre devem ser consideradas
tem de introduzir um referencial, ou seja, um conjunto de quando o movimento é descrito por um observador loca-
eixos coordenados que serão fixados em um observador lizado em um sistema não inercial. Sistemas acelerados
ou em um objeto, o que permite então referenciar, em cada ou sistemas em rotação são exemplos típicos de siste-
instante, a posição do que está a ser observado. mas não inerciais. Neles surgem as forças de inércia.
A Física é uma ciência objetiva. Traduzindo essa afirma-
ção por outras palavras, o que é visto por um observador
tem de ser visto por qualquer outro que esteja em condi-
ções de presenciar o mesmo fenômeno. Todavia, cada ob-
Anotações:
servador tem liberdade de escolher qual o referencial que
mais lhe convém. A objetividade apenas implica ter de ha-
ver uma forma de relacionar as observações de todos eles.
Os referenciais não são todos equivalentes, e, portanto, há
necessidade de que façamos uma distinção entre os re-
ferenciais inerciais e os referenciais não inerciais. Porém,
antes de fazermos essa especificação, vamos definir o con-
ceito de partícula livre.
DEMAIS VESTIBULARES 63
APOIO AO TEXTO
1 (UDESC) Em uma bola pesada, são conectadas duas 3 (FEEVALE) Assinale a alternativa a seguir que identifi-
cordas, como mostra a figura abaixo. Considere as duas ca a Primeira Lei de Newton.
cordas iguais e as seguintes situações:
a) Um corpo em movimento tende a permanecer o movi-
I. Um puxão rápido na corda inferior fará com que ela se mento em MRU.
parta. b) Quando sobre um corpo a força resultante é nula, ele
II. Um puxão lento na corda inferior fará com que a corda tende a permanecer em repouso, se estiver em repouso,
superior se parta. ou a continuar o movimento em MRU, se estiver se movi-
mentando.
c) Um corpo tende a permanecer em repouso, caso sua
velocidade seja diferente de zero, em relação ao mesmo
Corda superior referencial.
d) Um corpo tende a permanecer em repouso ou a con-
tinuar seu movimento em trajetória retilínea, caso a sua
velocidade seja diferente de zero, em relação ao mesmo
referencial.
Corda inferior e) Um corpo pode alterar seu movimento desde que a for-
ça resultante sobre ele seja zero.
Assinale a alternativa que explica por que ocorre a si-
tuação I.
4 (UDESC) O airbag e o cinto de segurança são itens de
segurança presentes em todos os carros novos fabricados
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
a) Terceira Lei de Newton.
no Brasil. Utilizando os conceitos da Primeira Lei de New-
b) A força é muito pequena para mover a bola.
ton, de impulso de uma força e variação da quantidade de
c) O atrito do ar com a bola a empurra de volta. movimento, analise as proposições.
d) A bola tem muita energia.
I. O airbag aumenta o impulso da força média atuante so-
e) A inércia da bola. bre o ocupante do carro na colisão com o painel, aumen-
tando a quantidade de movimento do ocupante.
II. O airbag aumenta o tempo da colisão do ocupante do
2 (G1-IFSUL) Leia com atenção o texto que segue.
carro com o painel, diminuindo assim a força média atuan-
“Galileu fez outra grande descoberta. Ele mostrou que te sobre ele mesmo na colisão.
Aristóteles estava também errado quando considerava III. O cinto de segurança impede que o ocupante do carro,
que fosse necessário exercer forças sobre os objetos para em uma colisão, continue se deslocando com um movi-
mantê-los em movimento. Embora seja necessária uma mento retilíneo uniforme.
força para dar início ao movimento, Galileu mostrou que,
IV. O cinto de segurança desacelera o ocupante do carro
uma vez em movimento, nenhuma força é necessária para
em uma colisão, aumentando a quantidade de movimento
manter o movimento – exceto a força necessária para so-
do ocupante.
brepujar o atrito. Quando o atrito está ausente, um objeto
em movimento mantém-se em movimento sem a necessi- Assinale a alternativa correta.
dade de qualquer força.”
HEWITT, P. G. Fundamentos de Física Conceitual. 1ª ed. – Porto Alegre: Bookman, 2003. p. 50. a) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras.
b) Somente as afirmativas II e III são verdadeiras.
O texto refere-se a uma questão central no estudo do
c) Somente as afirmativas I e III são verdadeiras.
movimento dos corpos na Mecânica Newtoniana, que é
a propriedade de os corpos manterem o seu estado de d) Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras.
movimento. e) Todas as afirmativas são verdadeiras.
a) força.
b) massa.
c) inércia.
d) velocidade.
64 DEMAIS VESTIBULARES
5 (UFSM) O principal combustível usado pelos grandes Anotações:
aviões de transporte de carga e passageiros é o querose-
ne, cuja queima origina diversos poluentes atmosféricos.
As afirmativas a seguir referem-se a um avião em voo,
num referencial inercial.
Está(ão) correta(s):
a) apenas I.
b) apenas I e II.
c) apenas III.
d) apenas II e III.
e) I, II e III.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
GABARITO
1. E
2. C
3. B
4. B
5. B
DEMAIS VESTIBULARES 65
GABARITO
• Apoio ao texto
Unidade 1 Unidade 5 Unidade 6 Algo mais
1. D 1. B 1. C 1. a) 0,01 e 1 . 10-2
2. E 2. E 2. A b) 0,0101 e 1,01 . 10-2
c) 10 e 1 . 10
3. C 3. C 3. C
d) 23,4 e 2,34 . 10
4. B 4. B 4. B
2. a) 0,001 e 1 . 10-3
5. B 5. A 5. C b) 0,00000003 e 3 . 10-8
6. B 6. B c) [Link] e 1 . 109
Unidade 2 7. B 3. a) 0,04 e 4 . 10-2
8. A b) 0,000000003 e 3 . 10-9
1. D c) 0,00005 e 5 . 105
9. D
2. B
10. E Unidade 7 4. 2h22min50s
3. B
11. B 5. a) A e C
4. C 1. C
b) A, B e D
12. E 2. A
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5. C c) A e D
13. E 3. C
6. E 6. D
14. A 4. D
7. B 7. B
15. A 5. C
8. E
16. B 6. D
9. A
17. D 7. B
18. E 8. D
19. B
Unidade 3 20. E
1. B Unidade 8
2. C 1. 02+04+16+64=86
3. C 2. C
4. B 3. D
4. D
5. C
Unidade 4 6. C
1. E
2. D
3. A
4. E Unidade 9
5. C 1. E
6. E 2. A
7. D 3. E
8. E 4. B
5. D
66 GABARITO
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
GABARITO
67
» Referências
ALVARENGA, Beatriz. Curso de Física. São Paulo: Editora Scipione, 2000.
AMALDI, Hugo. Imagens da Física. São Paulo: Editora Scipione, 1995.
BONJORNO, Clínton. Temas de Física. São Paulo: Editora FTD, 2003.
CARRON, Wilson; GUIMARÃES, Osvaldo. As faces da Física. São Paulo: Ed. Moderna, 2003.
_________________________________________. Física - Volume único. São Paulo: Ed. Moderna, 2003.
CARRON; PIQUEIRA; GUIMARÃES. Física Ensino Médio. Vol. 2. São Paulo: Editora Ática, 2014.
FERRARO, Nicolau. Física Básica. 4ª ed. São Paulo: Editora Atual, 2013.
GASPAR, Alberto. Física. São Paulo: Editora Ática, 2011.
HALLIDAY, Resnick. Fundamentos da Física. 4ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1993.
HERSKOWICZ, Gerson; PENTEADO, Paulo; SCOLFARO, Valdir. Curso Completo de Física - Volume único. São Paulo: Ed.
Moderna, 1993.
HEWITT, Paul G. Física Conceitual. 9ª ed. Porto Alegre: Editora Bookman, 2002.
PENTEADO. Física: conceitos e aplicações. São Paulo: Editora Moderna, 1998.
PLANO INCLINADO. Disponível em: <[Link] Acesso em: janeiro de 2012.
SÉRGIO, Caio. Física Clássica. São Paulo: Editora Atual, 2012.
TIPLER, Paul. Física. 4ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2000.
VÁLIO, Adriana. Ser protagonista. Box-Física. São Paulo: Editora SM, 2014.
HABILIDADES À PROVA 1
a) 0,7
b) 1,4
c) 1,5
d) 2,0
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e) 3,0
b) 20 horas.
Com que intervalo de tempo o operador deve adquirir duas
c) 25 horas.
imagens consecutivas?
d) 32 horas.
e) 36 horas. a) 40 segundos.
b) 32 segundos.
c) 28 segundos.
d) 16 segundos.
e) 8 segundos.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
○ 5. (ENEM) O gráfico abaixo modela a distância percorrida,
em km, por uma pessoa em certo período de tempo. A escala
de tempo a ser adotada para o eixo das abscissas depende da
maneira como essa pessoa se desloca. Qual é a opção que apre-
senta a melhor associação entre meio ou forma de locomoção A distância L, em metro, entre o barco e a geleira é mais
e unidade de tempo, quando são percorridos 10 km? próxima de:
10 km
a) 339.000
b) 78.900
c) 14.400
d) 5.240
e) 100
tempo
0 1 2
a) carroça - semana
b) carro - dia
c) caminhada - hora
d) bicicleta - minuto
e) avião - segundo
2
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
vador situado no helicóptero, o automóvel avança a 20 km/h.
Qual é, então, a velocidade do automóvel relativamente ao solo? O encontro entre os dois carros se dará quando o segundo
tiver percorrido:
a) 120 km/h
a) 1 km
b) 100 km/h
b) 2 km
c) 80 km/h
c) 3 km
d) 60 km/h
d) 4 km
e) 20 km/h
e) 5 km
a) 2,6
b) 1,6
c) 1,0
d) 0,8
e) 0,6
Posição
de modo que eles mudem para a cor verde quando o veículo
estiver a 100 m de cruzá-los, para que ele não tenha que reduzir
a velocidade em nenhum momento.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
a) 20 s, 45 s e 70 s.
b) 25 s, 50 s e 75 s.
c) 28 s, 42 s e 53 s.
d) 30 s, 55 s e 80 s.
Tempo
e) 35 s, 60 s e 85 s.
c)
Posição
Tempo
d)
Anotações:
Posição
Tempo
e)
Posição
Tempo
○
tra a preocupação com o trânsito nas cidades, motivo de uma
campanha publicitária de uma seguradora brasileira. Considere 6. (ENEM) Dois veículos que trafegam com velocidade cons-
dois automóveis, A e B, respectivamente conduzidos por um mo- tante em uma estrada, na mesma direção e sentido, devem man-
torista imprudente e por um motorista consciente e adepto da ter entre si uma distância mínima. Isso porque o movimento de
campanha citada. Ambos se encontram lado a lado no instante um veículo, até que ele pare totalmente, ocorre em duas etapas,
inicial t = 0s, quando avistam um semáforo amarelo (que indica a partir do momento em que o motorista detecta um problema
atenção, parada obrigatória ao se tornar vermelho). O movimen- que exige uma freada brusca. A primeira etapa é associada à
to de A e B pode ser analisado por meio do gráfico, que represen- distância que o veículo percorre entre o intervalo de tempo da
ta a velocidade de cada automóvel em função do tempo. detecção do problema e o acionamento dos freios. Já a segunda
se relaciona com a distância que o automóvel percorre enquanto
os freios agem com desaceleração constante.
Considerando a situação descrita, qual esboço gráfico repre-
senta a velocidade do automóvel em relação à distância percor-
rida até parar totalmente?
a)
Velocidade (m/s)
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
As velocidades dos veículos variam com o tempo em dois in-
tervalos: (I) entre os instantes 10s e 20s; (II) entre os instantes 30s
e 40s. De acordo com o gráfico, quais são os módulos das taxas
de variação da velocidade do veículo conduzido pelo motorista Distância (m)
imprudente, em m/s2, nos intervalos (I) e (II), respectivamente? b)
Velocidade (m/s)
a) 1,0 e 3,0.
b) 2,0 e 1,0.
c) 2,0 e 1,5.
d) 2,0 e 3,0.
e) 10,0 e 30,0.
Instrução: Leia o texto e observe o gráfico a seguir para respon- Distância (m)
der às questões 4 e 5. c)
Velocidade (m/s)
Distância (m)
d)
Velocidade (m/s)
○
Distância (m)
4. (ENEM) Baseado no gráfico, em que intervalo de tempo a e)
Velocidade (m/s)
a) Entre 0 e 1 segundo.
b) Entre 1 e 5 segundos.
c) Entre 5 e 8 segundos.
d) Entre 8 e 11 segundos.
e) Entre 12 e 15 segundos. Distância (m)
a) apenas I.
○
b) apenas II.
8. (UFSM) Um automóvel percorre, com velocidade constan-
c) apenas III.
te, uma estrada retilínea numa região onde existem três pos-
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Está(ão) correto(s)
○ 10. (UFSM) Um motorista dirige seu automóvel a uma ve-
locidade de módulo 76 km/h, medida num referencial fixo na
estrada, quando avista uma placa indicando que o módulo má-
ximo permitido para a velocidade é de 40 km/h. Usando apenas
a) apenas I.
os freios, o tempo mínimo que o motorista leva para se adequar
b) apenas II. ao novo limite de velocidade é de 2 s. Os freios desse automó-
c) apenas III. vel podem produzir uma aceleração no sentido contrário ao do
d) apenas II e III. movimento no referencial considerado, com módulo máximo,
e) I, II e III. em m/s2, de
a) 5.
b) 9,8.
c) 18.
d) 58.
e) 300.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
tante de 10 m/s, em uma pista reta e horizontal, passa a acelerar
uniformemente à razão de 60 m/s em cada minuto, mantendo
essa aceleração durante meio minuto. A velocidade instantânea 2
do automóvel, ao final desse intervalo de tempo, e sua velocida-
de média, no mesmo intervalo de tempo, são, respectivamente:
a) 30 m/s e 15 m/s.
b) 30 m/s e 20 m/s.
c) 20 m/s e 15 m/s.
d) 40 m/s e 20 m/s. 3
e) 40 m/s e 25 m/s.
freada, sua velocidade escalar é de 8,0 m/s. O tempo gasto pelo a) 2,0 m
automóvel até parar e a distância percorrida até então valem, b) 6,0 m
respectivamente: c) 15,0 m
a) 10s e 100 m. d) 24,0 m
b) 10s e 200 m. e) 30,0 m
c) 20s e 100 m.
d) 20s e 200 m.
e) 5s e 150 m.
d(m)
III. A distância total percorrida pelo automóvel é de 2dT. 800
Qual(is) está(ão) correta(s)?
a) Apenas I. Pedro
400
Paulo
b) Apenas II.
c) Apenas I e II.
0
d) Apenas I e III. 0 200 400 600
e) I, II e III.
t(s)
○
I. A velocidade média desenvolvida por Pedro foi maior do que a
16. (UFRGS) Uma grande aeronave para transporte de pas- desenvolvida por Paulo.
sageiros precisa atingir a velocidade de 360 km/h para poder II. A máxima velocidade foi desenvolvida por Paulo.
decolar. Supondo que essa aeronave desenvolve, na pista, uma
III. Ambos estiveram parados pelo mesmo intervalo de tempo,
aceleração constante de 2,5 m/s2, qual é a distância mínima que durante seus percursos.
ela necessita percorrer sobre a pista antes de decolar?
Qual(is) está(ão) correta(s)?
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
a) 10.000 m
b) 5.000 m a) Apenas I.
c) 4.000 m b) Apenas II.
d) 2.000 m c) Apenas III.
e) 1.000 m d) Apenas II e III.
e) I, II e III.
a) 400 m.
b) 240 m.
c) 48 m.
d) 24 m.
e) 4 m.
a) 180 m
b) 156 m
c) 144 m
d) 78 m
e) 39 m
a) d
2
A
t (s)
0 tC tF
Dt t
b) d
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
20. (UFRGS) As velocidades escalares das partículas 1 e 2 no
instante tC e suas acelerações escalares são, respectivamente:
Dt t
a) Em t = 0.
b) Em tC.
c) Entre 0 e tC.
d) Entre tC e tF.
Dt t
e) Em nenhum instante de tempo nesse intervalo.
e) d
Dt t
20
V
3 m/s
t (x)
0 4 8 0 t
A partir da análise do gráfico, pode-se afirmar que: A B C
○
são ambos de 1,5s, qual é o módulo a0 da aceleração com que o
24. (UFRGS) Dois automóveis, A e B, movimentam-se por elevador se move durante esses intervalos?
uma rua retilínea. No instante t = 0, encontram-se a 25 m de
um semáforo que está no “verde”. O automóvel A continua em a) 3,00 m/s2
movimento com velocidade constante, e o automóvel B acelera. b) 2,00 m/s2
O sinal troca para o “vermelho” em t = 5s. O diagrama a seguir c) 1,50 m/s2
representa a posição d dos dois automóveis em função do tem-
d) 0,75 m/s2
po t (a origem do eixo das posições está no local ocupado pelos
automóveis em t = 0). e) 0,50 m/s2
d (m)
25
5
t (s)
○ 26. (UFRGS) Sabendo-se que os intervalos de tempo A e C
são ambos de 1,5s e que o intervalo B é de 6s, qual a distância
Analisando o diagrama, pode-se afirmar que: total percorrida pelo elevador?
t(s)
0 2 4 6 8 10
b) V
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
mento retilíneo de uma partícula.
v t(s)
0 2 4 6 8 10
1
c) V
t
1 3
Dt1 Dt2
t(s)
0 2 4 6 8 10
a) 3
b) 2
c) 1
d) 1/2
t(s)
e) 1/3 0 2 4 6 8 10
e) V
t(s)
0 2 4 6 8 10
b) a
a) V
c) a
t
t
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
b) V
d) a
t
t
c) V
e) a
t
d) V
e) V
t (s) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 a
a)
V (cm/s) 3 5 7 9 9 9 9 8 7 6 5
a) a
t
t0 t1
b) a
0 t
3 6 10
b) a
t
t0 t1
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
0 t
3 6 10
c) a
c) a
t
t0 t1
0 t
3 6 10
d) a
d) a
0 t
3 6 10
t
t0 t1
e) a
e) a
6 10 t
0
3
t
t0 t1
○
Serra Serra
de fita de fita Polia 3 6. (UFSM) A figura representa dois atletas em uma corrida,
Polia 3
percorrendo uma curva circular, cada um em uma raia. Eles
Polia 2 Polia 2 desenvolvem velocidades lineares com módulos iguais e cons-
Motor Motor
tantes, em um referencial fixo no solo. Atendendo à informação
dada, assinale a resposta correta.
Polia 1 Polia 1
Correia Correia
Montagem P Montagem Q
A
Por qual montagem o açougueiro deve optar e qual a justifi-
cativa desta opção?
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
b) Q, pois as polias 1 e 3 giram com frequências iguais, e a que
tiver maior raio terá menor velocidade linear em um ponto pe-
riférico. a) Em módulo, a aceleração centrípeta de A é maior do que a
c) P, pois as polias 2 e 3 giram com frequências diferentes, e a aceleração centrípeta de B.
que tiver maior raio terá menor velocidade linear em um ponto b) Em módulo, as velocidades angulares de A e B são iguais.
periférico. c) A poderia acompanhar B se a velocidade angular de A fosse
d) P, pois as polias 1 e 2 giram com diferentes velocidades line- maior do que a de B, em módulo.
ares em pontos periféricos, e a que tiver menor raio terá maior d) Se as massas dos corredores são iguais, a força centrípeta so-
frequência. bre B é maior do que a força centrípeta sobre A, em módulo.
e) Q, pois as polias 2 e 3 giram com diferentes velocidades line- e) Se A e B estivessem correndo na mesma raia, as forças centrí-
ares em pontos periféricos, e a que tiver maior raio terá menor petas teriam módulos iguais, independentemente das massas.
frequência.
D
36
108
○ 8. (UFRGS) Levando-se em conta unicamente o movimento de
rotação da Terra em torno de seu eixo imaginário, qual é, aproxi-
madamente, a velocidade tangencial de um ponto da superfície
da Terra localizado no Equador terrestre? (Considere π = 3,14; raio
Ponteiro
Engrenagem B da Terra RT = 6.000 km).
Engrenagem A a) 440 km/h
b) 800 km/h
c) 880 km/h
Eixo do motor d) 1.600 km/h
Engrenagem D
Engrenagem C e) 3.200 km/h
a) 1 e 2π.
b) ω e 2πω.
c) 1 e π.
d) π e 2π.
e) π/2 e π.
○
Assinale a alternativa que melhor representa, respectiva-
10. (UFRGS) Em voos horizontais de aeromodelos, o peso do mente, os vetores velocidade V e aceleração a do móvel quando
modelo é equilibrado pela força de sustentação para cima, resul- passa pelo ponto I, assinalado na figura.
tante da ação do ar sobre as suas asas. Um aeromodelo, preso a
V
um fio, voa em um círculo horizontal de 6 m de raio, executando a) a
uma volta completa a cada 4s.
a) p e 6p2.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
V a
b) p/2 e 3p2/2. c)
c) p/2 e p2/4.
d) p/4 e p2/4.
V
e) p/4 e p2/16. d) a
V a
e)
Com base nos dados da figura, e sabendo-se que os módulos a) Apenas II.
dessas velocidades são tais que v1 > v2, é correto afirmar que: b) Apenas III.
a) a componente centrípeta da aceleração é diferente de zero. c) Apenas I e II.
b) a componente tangencial da aceleração apresenta a mesma d) Apenas II e III.
direção e o mesmo sentido da velocidade. e) I, II e III.
c) o movimento do automóvel é circular uniforme.
d) o movimento do automóvel é uniformemente acelerado.
e) os vetores velocidade e aceleração são perpendiculares entre si.
R
2R R
Esteira
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c) wA = wB = wR Qual(is) está(ão) correta(s)?
d) wA < wB < wR a) Apenas I.
e) wA > wB = wR b) Apenas I e II.
c) Apenas I e III.
d) Apenas II e III.
e) I, II e III.
a) 30 m/s
0 tH t
b) 35 m/s
c) 40 m/s
d) 45 m/s b) a
e) 50 m/s
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altura o jato de água alcança, a partir da saída de água, quando
a mangueira está posicionada totalmente na direção vertical. O 0 tH t
outro colega propõe então o seguinte experimento: eles posi-
cionarem a saída de água da mangueira na direção horizontal,
a 1 m de altura em relação ao chão, e então medirem a distân- c) a
cia horizontal entre a mangueira e o local onde a água atinge o
chão. A medida dessa distância foi de 3 m, e a partir disso eles
calcularam o alcance vertical do jato de água. Considere a ace-
leração da gravidade de 10 m.s–2.
0 tH t
O resultado que eles obtiveram foi de:
a) 1,50 m.
b) 2,25 m.
c) 4,00 m. d) a
d) 4,50 m.
e) 5,00 m.
0 tH t
○ 5. (UFSM) Um ônibus percorre uma estrada retilínea com
velocidade de módulo igual a 15 m/s. Quando o motorista inicia
uma manobra de aceleração de módulo igual a 2 m/s2 e mantém
essa aceleração por 3 s, um parafuso se desprende do teto. Con-
siderando o módulo da aceleração gravitacional g = 10 m/s2 e a e) a
distância do teto ao chão do ônibus d = 2 m, o parafuso chega
ao chão em um ponto a uma distância da vertical de onde se
desprendeu de, em m,
a) 0
0 tH t
b) 0,4
c) 4,0
d) 9,0
e) 9,5
a) 1 s
b) 2 s
c) 3 s
d) 4 s H
e) 5 s
H/2
○
Em um experimento, primeiro solta-se a esfera M; depois, no
8. (UFRGS) Um projétil é lançado verticalmente para cima, instante em que a esfera M se encontra à altura H/2, solta-se a
a partir do nível do solo, com velocidade inicial de 30 m/s. Ad- esfera C.
mitindo g = 10 m/s2 e desprezando a resistência do ar, analise Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacu-
as seguintes afirmações a respeito do movimento desse projétil. nas do parágrafo abaixo.
I. 1s após o lançamento, o projétil encontra-se na posição de altu- Desprezando-se efeitos do ar sobre o movimento das es-
ra 25 m com relação ao solo. feras, pode-se afirmar que, quando a esfera M atinge o solo, a
esfera C encontra-se a uma altura ___________ H/2 e que, compa-
II. 3s após o lançamento, o projétil atinge a posição de altura
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a) 144 m/s
b) 72 m/s
c) 14,4 m/s
d) 12 m/s
e) 1,2 m/s
a) Apenas I. h
b) Apenas II.
c) Apenas I e II.
d) Apenas I e III.
e) Apenas II e III.
O objeto 1 é lentamente deslocado até começar a cair verti-
calmente. No instante em que o objeto 1 começa a cair, o objeto
2 é lançado horizontalmente com velocidade V0. A resistência do
ar é desprezível.
Assinale a alternativa que melhor representa os gráficos de
posição vertical dos objetos 1 e 2, em função do tempo. Nos grá-
○
ficos, t1qrepresenta o tempo de queda do objeto 1. Em cada alter-
12. (UFRGS) Você sobe uma escada e, a meio caminho do nativa, o gráfico da esquerda representa o objeto 1, e o da direita
topo, de altura y, você deixa cair uma pedra. Ao atingir o topo da representa o objeto 2.
escada, de uma altura 2y, você solta uma outra pedra.
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Sendo v1 e v2 os módulos das velocidades de impacto no solo
da primeira pedra e da segunda pedra, respectivamente, a razão a) h h
v1/v2 vale:
a) 1/2
b) 1/ 2
t1q t1q
c) 1
d) 2
e) 2
b) h h
t1q t1q
c) h h
t1q t1q/2
d) h h
e) h h
t1q t1q
tvoo tvoo
H A B IV V
a) I - V
b) II - V
X c) II - III
(O efeito do ar é desprezível no movimento desses projéteis.) d) IV - V
e) V - II
d) 0,8s B
e) 1,0s
Desconsiderando o atrito com o ar, se a bola for jogada verti-
calmente para cima, ela cairá, ao retornar:
○
c) à direita de P, se o barco mantiver a mesma velocidade.
15. (UFRGS) Qual será o valor do alcance horizontal X do pro-
d) à esquerda de P, se o barco reduzir a velocidade.
jétil B?
e) à direita de P, se o barco aumentar a velocidade.
a) 0,2 m
b) 0,4 m
c) 0,6 m
d) 0,8 m
○ 18. (UFRGS) A figura representa um menino parado sobre a
carroceria de um veículo que se desloca com velocidade horizon-
e) 1,0 m tal constante Vx em uma rua reta e plana.
Vy Vx
x(m)
efeito do ar, desprezível nesses movimentos.
600
0
0 3 6 9 12 16 18
t(s)
Trajetória de B
Trajetória de A 400
2
y(m)
Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacu- 200
nas do parágrafo abaixo. 1
O projétil A atinge o solo ______________ o projétil B. Sobre a
componente horizontal da velocidade no ponto mais alto da tra-
jetória, pode-se afirmar que ela é ________________________________ 0
0 300 600 900
___________.
x(m)
a) antes que - nula para ambos os projéteis
b) antes que - maior para o projétil B do que para o projétil A
c) antes que - menor para o projétil B do que para o projétil A
Analisando os gráficos, pode-se afirmar que:
d) ao mesmo tempo que - menor para o projétil B do que para
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o projétil A
I. o valor inicial da componente vertical da velocidade do projétil
e) ao mesmo tempo que - maior para o projétil B do que o pro- 2 é maior do que o valor inicial da componente vertical da velo-
jétil A cidade do projétil 1.
○
II. o valor inicial da componente horizontal da velocidade do pro-
20. (UFRGS-2020) Dois projéteis são disparados simultane- jétil 2 é maior do que o valor inicial da componente horizontal da
amente no vácuo, a partir da mesma posição no solo, com ân- velocidade do projétil 1.
gulos de lançamento diferentes, q1 < q2, conforme representa a III. os dois projéteis atingem o solo no mesmo instante.
figura abaixo.
Qual(is) está(ão) correta(s)?
Os gráficos a seguir
mostram, respectivamen- a) Apenas I.
te, as posições verticais y b) Apenas II.
como função do tempo t,
c) Apenas I e III.
as posições horizontais x
como função do tempo d) Apenas II e III.
t e as posições verticais e) I, II e III.
y como função das posi-
ções horizontais x, dos
dois projéteis.
400
y2
y(m)
200
y1
0
0 3 6 9 12 16 18
t(s)
b) 0,05 N
c) 0,07 N p p
d) 0,09 N
e) 0,14 N
d) fat fat
○
p p
3. (ENEM) Uma pessoa necessita da força de atrito em seus
pés para se deslocar sobre uma superfície. Logo, uma pessoa
que sobe uma rampa em linha reta será auxiliada pela força de
atrito exercida pelo chão em seus pés.
a) Força
resultante
○ 7. (ENEM) Um pai faz um balanço utilizando dois segmentos
paralelos e iguais da mesma corda para fixar uma tábua a uma
barra horizontal. Por segurança, opta por um tipo de corda cuja
tensão de ruptura seja 25% superior à tensão máxima calculada
nas seguintes condições:
Tempo
0 TA
- O ângulo máximo atingido pelo balanço em relação à vertical
é igual a 90°;
- Os filhos utilizarão o balanço até que tenham uma massa de
24 kg.
b) Força
resultante Além disso, ele aproxima o movimento do balanço para o
movimento circular uniforme, considera que a aceleração da
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gravidade é igual a 10 m/s2 e despreza forças dissipativas.
Tempo
0 TA
d) Força
resultante
Tempo
0 TA
e) Força
resultante
Tempo
0 TA
Coeficiente de Custo do m2
Revestimento
atrito instalado
Cimento 0,20 $
Mármore 0,30 $$$$$
Madeira 0,35 $$
Carpete 0,45 $$$$
Lona 0,55 $$$
a) Cimento.
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b) Mármore.
c) Madeira.
d) Carpete.
e) Lona.
Está(ão) correta(s)
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a) apenas I. Semana x (cm)
b) apenas II. 1 20
c) apenas III. 2 24
d) apenas I e II.
3 26
e) I, II e III.
4 27
Está(ão) correta(s)
○ 14. (UFRGS) Considere as seguintes afirmações:
a) Apenas I.
b) Apenas III.
c) Apenas I e II.
d) Apenas II e III.
e) I, II e III.
Figura adaptada de Thadius856 (SVG conversion) &. Parutakupiu (original image) - Obra do próprio,
domínio público. Disponível em: <[Link]
Acesso em: 18 set. 2017.
objeto em forma de disco que, em certo trecho, desliza com mo- Dois blocos, de massas m1 = 3,0 kg e m2 = 1,0 kg, ligados por
vimento retilíneo uniforme, tendo uma de suas faces planas em um fio inextensível, podem deslizar sem atrito sobre um plano
contato com o gelo. Do ponto de vista desse observador, consi- horizontal. Esses blocos são puxados por uma força horizontal
derado inercial, qual das alternativas indica o melhor diagrama F de módulo F = 6 N, conforme a figura abaixo. (Desconsidere a
para representar as forças exercidas sobre o disco nesse trecho? massa do fio).
(Supõe-se a ausência total de forças dissipativas, como o atrito
com a pista ou com o ar).
a) m1 F
m2
b) a) zero
b) 2,0 N
c) 3,0 N
c) d) 4,5 N
e) 6,0 N
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a) 3,0 N e 1,5 N.
e) b) 4,5 N e 1,5 N.
c) 4,5 N e 3,0 N.
d) 6,0 N e 3,0 N.
Instrução: As questões 23 e 24 referem-se ao enunciado e grá- e) 6,0 N e 4,5 N.
fico abaixo.
○
vidade.
27. (UFRGS) Dois blocos, 1 e 2, são arranjados de duas ma-
neiras distintas e empurrados sobre uma superfície sem atrito,
por uma mesma força horizontal F. As situações estão represen-
m tadas nas figuras I e II abaixo.
α F 2 F 2
1 1
a) mg; mg
Considerando que a massa do bloco 1 é m1 e que a massa
b) mg; [Link]α
do bloco 2 é m2 = 3 m1, a opção que indica corretamente a inten-
c) mg; [Link]α sidade da força que atua entre os blocos, nas situações I e II, é,
d) [Link]α; mg respectivamente:
e) [Link]α; [Link]α a) F/4 e F/4.
○
b) F/4 e 3F/4.
24. (UFRGS) O módulo da força resultante sobre o bloco é c) F/2 e F/2.
igual a:
d) 3F/4 e F/4.
a) [Link]α e) F e F.
b) [Link]α
c) [Link]α
d) mg
e) zero.
○
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
F (N) Fe(N)
0 1 2 3
5
4
b) f (N) 3
2
3
1
2 1 2 3 4 5 F(N)
b)
1
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Fe(N)
F (N)
0 1 2 3
5
4
c) f (N) 3
2
3 1
2 1 2 3 4 5 F(N)
c)
1
Fe(N)
F (N)
0 1 2 3
5
4
d) f (N) 3
2
3 1
2 1 2 3 4 5 F(N)
d)
1
Fe(N)
F (N)
0 1 2 3 5
4
3
e) f (N)
2
3 1
2 1 2 3 4 5 F(N)
e)
1 Fe(N)
F (N) 5
0 1 2 3 4
3
2
1
1 2 3 4 5 F(N)
a) maior em P1.
b) maior em P0. R
c) menor em P0.
d) maior em P2.
e) igual em todos os pontos da trajetória.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas
do enunciado abaixo, na ordem em que aparecem.
A força resultante sobre o automóvel é ________ e, portanto, o
trabalho por ela realizado é ___________.
a) nula - nulo
Anotações:
Anotações:
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
b) Como a versão a gasolina atinge o maior valor de energia ciné-
tica, esta é a que desenvolve a maior potência. e) d1 = 7,8 x 102 m e d2 = 5,8 x 102 m
c) Como a versão a álcool apresenta a maior taxa de variação de
energia cinética, esta é a que desenvolve a maior potência.
d) Como ambas as versões apresentam a mesma variação de
velocidade no cálculo da aceleração, a potência desenvolvida é
a mesma.
e) Como a versão a gasolina fica com o motor trabalhando por
mais tempo para atingir os 1 00 km/h, esta é a que desenvolve a
maior potência. ○ 4. (ENEM) Uma análise criteriosa do desempenho de Usain
Bolt na quebra do recorde mundial dos 100 metros rasos mos-
trou que, apesar de ser o último dos corredores a reagir ao tiro e
iniciar a corrida, seus primeiros 30 metros foram os mais velozes
já feitos em um recorde mundial, cruzando essa marca em 3,78
segundos. Até se colocar com o corpo reto, foram 13 passadas,
○ 2. (ENEM) Em 2017, foi inaugurado, no estado da Bahia, O Par-
que Solar Lapa, composto por duas usinas (Bom Jesus da Lapa
mostrando sua potência durante a aceleração, o momento mais
importante da corrida. Ao final desse percurso, Bolt havia atingi-
e Lapa) e capaz de gerar cerca de 300 GWh de energia por ano. do a velocidade máxima de 12 m/s.
Considere que cada usina apresente potência igual a 75 MW, com Disponível em: [Link] Acesso em: 5 ago. 2012 (adaptado).
o parque totalizando uma potência instalada de 150 MW. Consi- Supondo que a massa desse corredor seja igual a 90 kg, o traba-
dere ainda que a irradiância solar média é de 1500 W/m2 e que a lho total realizado nas 13 primeiras passadas é mais próximo de:
eficiência dos painéis é de 20%.
Parque Solar Lapa entra em operação. Disponível em: [Link]. Acesso em: 9 jun. 2022 (adaptado). a) 5,4 . 102 J
b) 6,5 . 103 J
Nessas condições, a área total dos painéis solares que c) 8,6 . 103 J
compõem o Parque Solar Lapa é mais próxima de: d) 1,3 . 104 J
e) 3,2 . 104 J
a) 1.000.000 m2
b) 500.000 m2
c) 250.000 m2
d) 100.000 m2
e) 20.000 m2
a) cinética - elétrica
b) térmica - cinética
c) térmica - elétrica
d) sonora - térmica
e) radiante - elétrica
Francisco Caruso & Luisa Daou, Tirinhas de Física, vol. 2, CBPF, Rio de Janeiro, 2000.
Assim que o menino lança a flecha, há transformação de um tipo de energia em outra. A transformação, nesse caso, é de energia:
○ 10. (ENEM) Um projetista deseja construir um brinquedo que lance um pequeno cubo ao longo de um trilho horizontal, e o
dipositivo precisa oferecer a opção de mudar a velocidade de lançamento. Para isso, ele utiliza uma mola e um trilho onde o atrito
pode ser desprezado, conforme a figura.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Cubo
Para que a velocidade de lançamento do cubo seja aumentada quatro vezes, o projetista deve:
○ 11. (ENEM) Um carrinho de brinquedo funciona por fricção. Ao ser forçado a girar suas rodas para trás, contra uma superfície
rugosa, uma mola acumula energia potencial elástica. Ao soltar o brinquedo, ele se movimenta sozinho para frente e sem deslizar.
Quando o carrinho se movimenta sozinho, sem deslizar, a energia potencial elástica é convertida em energia cinética pela ação
da força de atrito:
a) 1,0 s.
b) 4,0 s.
c) 10 s.
d) 33 s.
e) 300 s.-
Conteúdo: base de metal, hastes metálicas, barra
superior, disco de metal.
Tamanho (C × L × A): 300 mm × 100 mm × 410 mm
Massa do disco de metal: 30 g ○ 14. (ENEM) A usina de Itaipu é uma das maiores hidrelétricas
do mundo em geração de energia. Com 20 unidades geradoras
e 14.000 MW de potência total instalada, apresenta uma queda
de 118,4 m e vazão nominal de 690 m3/s por unidade geradora.
O cálculo da potência teórica leva em conta a altura da massa
O resultado do cálculo da etapa 2, em joule, é: de água represada pela barragem, a gravidade local (10 m/s2) e
a densidade da água (1.000 kg/m3). A diferença entre a potência
a) 4,10 × 10−2 teórica e a instalada é a potência não aproveitada.
b) 8,20 × 10−2 Disponível em: [Link]. Acesso em: 11 mai. 2013 (adaptado).
c) 1,23 × 10−1
Qual é a potência, em MW não aproveitada em cada unidade
d) 8,20 × 104
geradora de Itaipu?
e) 1,23 × 105
a) 0
b) 1,18
c) 116,96
d) 816,96
e) 13.183,04
a) I apenas.
a) 50
b) II apenas.
b) 500
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c) III apenas.
c) 5.000
d) II e III apenas.
d) 50.000
e) I, II e III.
e) 500.000
○ 19. (UFSM)
a) 3,5 x 104
b) 7 x 104
c) 3,5 x 105
d) 3,5 x 106 Um certo corpo elevado da horizontal A para a horizontal B
e) 7 x 106 por efeito das forças F e F’, segundo dois processos (I e II) que
são diferentes mas que têm a mesma variação na energia cinéti-
ca. Sabendo que, no porcesso II, as roldanas e os fios são ideais
e sem atrito, analise as afirmativas:
I - A variação da energia potencial gravitacional do corpo é a
○
mesma nos dois processos.
17. (UFSM) Um caminhão transporta 30 toneladas de soja
II - O trabalho realizado pela força F’ é menor que o trabalho
numa estrada retilínea e plana, em MRU, com velocidade de
realizado pela força F.
módulo igual a 72 km/h. Se 200.000 W da potência do motor do
caminhão estão sendo usados para vencer a força de resistên- III - No processo II, a força do fio sobre o corpo tem módulo
menor que o módulo de F’.
cia do ar, o módulo dessa força é, em N,
Está(ão) correta(s)
a) 10.000
b) 60.000
a) apenas I.
c) 480.000
b) apenas II.
d) 6.000.000
c) apenas III.
e) 14.400.000
d) apenas I e II.
e) I, II e III.
a) 2.
b) 4.
c) 6. q
d) 9.
e) 13
P
dulo de 2 m/s sobre o piso dessa sala. O bloco atinge o repou-
so após percorrer uma distância de 6 m. O módulo da força de
atrito cinético do piso sobre o bloco, em N, é T e P são, respectivamente, a força de tração, exercida pelo
fio, e a força peso.
a) 1.
Considere as afirmações sobre o trabalho realizado por es-
b) 2.
sas forças.
c) 3.
d) 4. I. O trabalho realizado pela componente vertical da força de tra-
e) 6. ção, |T|cos q, é nulo.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Está(ão) correta(s)
altura. Se a pessoa que deve realizar essa tarefa pode exercer, b) dissipativas - depende - deslocamento
no máximo, uma força de módulo 50 N, ela deve usar um plano c) dissipativas - independe - caminho
inclinado sem atrito, com um comprimento, em m, de d) conservativas - independe - caminho
e) conservativas - depende - deslocamento
a) 2
b) 3
c) 4
d) 5
e) 6
m μc m F F
F
M M M
-x 0 4x
X d Y d Z d
a) 2 mg/k
b) 2 μC mg/k
c) 4 μC mg/k
○
d) 8 μC mg/k
e) 10 μC mg/k 28. (UFRGS) A força normal exercida pela superfície é, em
módulo, igual ao peso do bloco:
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
a) apenas na situação X.
b) apenas na situação Y.
c) apenas na situação Z.
○
d) apenas nas situações X e Y.
27. (UFRGS) Um caixote encontra-se em repouso sobre o e) em X, Y e Z.
piso horizontal de uma sala (considerada um sistema de refe-
rência inercial). Primeiramente, é exercida sobre o caixote uma
força horizontal F0, de módulo igual a 100 N, constatando-se
que o caixote se mantém em repouso devido ao atrito entre
ele e o piso. A seguir, acrescenta-se ao sistema de forças outra
força horizontal F1, de módulo igual a 20 N e de sentido contrá-
rio a F0, conforme representa a figura abaixo.
○ 29. (UFRGS) O trabalho realizado pelo estudante para mover
o bloco nas situações apresentadas, por uma mesma distância d,
é tal que:
F1 F0 a) WX = WY = WZ
b) WX = WY < WZ
c) WX > WY > WZ
d) WX > WY = WZ
e) WX < WY < WZ
C D
A
X
h
Y
Desprezando o atrito com o ar, um observador em repouso Qual foi o trabalho realizado pelo campo gravitacional sobre
no solo pode afirmar que, entre os níveis da mesa e do chão: o pêndulo X, desde que foi liberado até o instante da colisão?
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas I e III.
d) Apenas II e III.
e) I, II e III.
F (N)
a) 846 J x (m)
1 2 3 4
b) 1.056 J
c) 1.764 J
d) 2.820 J
e) 4.584 J ○ 36. Qual o trabalho realizado pela força F, em J, quando a
partícula desloca-se desde x = 0 m até x = 4 m?
a) 24
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
b) 12
c) 6
f
x
a) W1 < W2 < W3
b) W1 < W2 = W3
c) W1 = W2 = W3
d) W1 = W2 > W3
e) W1 > W2 > W3
[Link]/internacional/noticias/chilenos-comovem-o-mundo-com-fim-de-
-[Link]
balhadores presos em uma mina uma força resultante sobre um corpo de massa igual a 0,2 kg,
subterrânea no norte do Chile foi que se encontra inicialmente em repouso. Essa força resultante
realizado por meio de uma cápsu- realiza sobre o corpo um trabalho de 1 J, produzindo nele ape-
la introduzida em uma perfuração nas movimento de translação. No mesmo sistema de referência,
do solo até o local em que se en- qual é o módulo da velocidade adquirida pelo corpo em conse-
contravam os mineiros, a uma pro- quência do trabalho realizado sobre ele?
fundidade da ordem de 600 m. Um
a) 5 m/s
motor com potência total aproxi-
madamente igual a 200,0 kW pu- b) 10 m/s
xava a cápsula de 250 kg contendo c) 5 m/s
um mineiro de cada vez. d) 10 m/s
Considere que, para o resgate e) 20 m/s
de um mineiro de 70 kg de massa,
a cápsula gastou 10 minutos para
completar o percurso e suponha
que a aceleração da gravidade local
é 9,8 m/s2.
Não se computando a potência necessária para compensar
as perdas por atrito, a potência efetivamente fornecida pelo mo- ○ 41. (UFRGS) Uma pessoa em repouso sobre um piso hori-
zontal observa um cubo, de massa 0,20 kg, que desliza sobre o
tor para içar a cápsula foi de:
piso, em movimento retilíneo de translação. Inicialmente, o cubo
a) 686 W desliza sem atrito, com velocidade constante de 2 m/s. Em segui-
b) 2.450 W da, o cubo encontra pela frente, e atravessa em linha reta, um
trecho do piso, de 0,3 m, onde existe atrito. Logo após a travessia
c) 3.136 W
desse trecho, a velocidade de deslizamento do cubo é de 1 m/s.
d) 18.816 W Para aquele observador, qual foi o trabalho realizado pela força
e) 41.160 W de atrito sobre o cubo?
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
a) -0,1 J
b) -0,2 J
c) -0,3 J
○ 39. (UFRGS) O termo horsepower, abreviado hp, foi inventado
por James Watt (1783), durante seu trabalho no desenvolvimen-
d) -0,4 J
e) -0,5 J
to das máquinas a vapor. Ele convencionou que um cavalo, em
média, eleva 3,30 x 104 libras de carvão (1 libra ˜ 0,454 Kg) à
altura de um pé (0,305 m) a cada minuto, definindo a potência
correspondente como 1 hp (figura abaixo).
k
Posteriormente, James Watt teve seu nome associado à uni-
dade de potência no Sistema Internacional de Unidades, no qual M
a potência é expressa em watts (W). Com base nessa associação,
1 hp corresponde, aproximadamente, a:
a) 76,2 W
b) 369 W Nessa situação, a compressão inicial x da mola deve ser tal
que:
c) 405 W
d) 466 W a) x = (2 Mgh/k)1/2
e) 746 W b) x = (Mgh/k)1/2
c) x = 2 Mgh/k
d) x = Mgh/k
e) x = k/Mgh
(i) (ii)
x M M h
Vi Vf
m m
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
m/s, ao abandonar a corda?
a) 5 x 103
○
b) 100
46. (UFRGS) Para um dado observador, há dois objetos,
c) 50
A e B, de massas iguais, movendo-se com velocidades cons-
d) 5 tantes de 20 km/h e 30 km/h, respectivamente. Para o mesmo
e) 101/2 observador, qual a razão EA/EB entre as energias cinéticas desses
objetos?
a) 1/3
b) 4/9
c) 2/3
d) 3/2
e) 9/4
a) 0,5 m
b) 5,0 m
c) 6,2 m
d) 7,1 m
e) 10,0 m
a) 2 m/s
b) 2 2 m/s
c) 4 m/s
d) 4 2 m/s Considerando t0 o instante em que ocorre a máxima compres-
e) 40 5 m/s são da mola, assinale, entre os gráficos abaixo, aquele que melhor
representa a possível evolução da energia cinética da esfera.
a) Ec
b) Ec
Qual é a altura máxima que o objeto atinge?
(Despreze atritos existentes e considere g = 10 m/s2.)
a) 1,0 m
b) 4,0 m
t
c) 6,0 m
t0
d) 7,5 m
e) 15,0 m
c) Ec
t
t0
d) Ec
Anotações:
t
t0
e) Ec
t
t0
a) 2,5 J e 10 W.
b) 2,5 J e 100 W.
c) 5 J e 100 W.
d) 5 J e 400 W.
e) 10 J e 10 W.
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Anotações:
» Mecânica impulsiva
○ 1. (ENEM) Em qualquer obra de construção civil, é funda-
mental a utilização de equipamentos de proteção individual,
○ 3. (ENEM) O trilho de ar é um dispositivo utilizado em labo-
ratórios de física para analisar movimentos em que os corpos
tal como capacetes. Por exemplo, a queda livre de um tijolo de prova (carrinhos) podem se mover com atrito desprezível. A
de massa 2,5 kg de uma altura de 5 m, cujo impacto contra um figura ilustra um trilho horizontal com dois carrinhos (1 e 2) em
capacete pode durar até 0,5s, resulta em uma força impulsiva que se realiza um experimento para obter a massa do carrinho
média maior do que o peso do tijolo. Suponha que a aceleração 2. No instante em que o carrinho 1, de massa 150,0 g, passa a se
gravitacional seja 10 m/s-2 e que o efeito de resistência do ar seja mover com velocidade escalar constante, o carrinho 2 está em
desprezível. repouso. No momento em que o carrinho 1 se choca com carri-
nho 2, ambos passam a se mover juntos com velocidade escalar
A força impulsiva média gerada por esse impacto equivale ao constante. Os sensores eletrônicos distribuídos ao longo do tri-
peso de quantos tijolos iguais? lho determinam as posições e registram os instantes associados
à passagem de cada carrinho, gerando os dados do quadro.
a) 2
b) 5
c) 10
d) 20
e) 50 Sensor 1 Sensor 2 Sensor 3 Sensor 4
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Carrinho 1 Carrinho 2
Carrinho 1 Carrinho 2
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uniforme parte-se em dois fragmentos sem influência externa.
Se as flechas representam os vetores velocidade, a figura que
b) pode representar tal acontecimento é
a) b)
c)
c) d) e
)
d)
e)
10
a) y
b) 8
c) 6
x
d) 4
e) 2
0 1 2 3 4 5 t (s)
a) -35 m/s
b) 35 m/s a) Apenas I.
c) -10 m/s b) Apenas III.
d) -5 m/s c) Apenas I e II.
e) 5 m/s d) Apenas II e III.
e) I, II e III.
Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacu- Instrução: As questões 12 e 13 referem-se ao enunciado abaixo.
nas nas afirmações abaixo, referentes àquele movimento, na or- A figura que segue representa uma mola, de massa desprezí-
dem em que elas aparecem. vel, comprimida entre dois blocos, de massas M1 =1 kg e M2 = 2 kg,
- Em módulo, a quantidade de movimento linear da partícula no que podem deslizar sem atrito sobre uma superfície horizontal.
instante T é igual a ___________. O sistema é mantido inicialmente em repouso.
- Em módulo, a variação da quantidade de movimento da partí-
cula ao longo do intervalo de tempo 2T é igual a ___________.
M1 M2
a) zero - zero
b) zero - 2mV
c) zero - mV Em um determinado instante, a mola é liberada e se expan-
de, impulsionando os blocos. Depois de terem perdido contato
d) mV - zero com a mola, as massas M1 e M2 passam a deslizar com velocida-
e) mV - 2mV des de módulos v1 = 4 m/s e v2 = 2 m/s, respectivamente.
contato com a mola? Um par de carrinhos idênticos, cada um com massa igual a
0,2 kg, move-se sem atrito, da esquerda para a direita, sobre um
a) 0 trilho de ar reto, longe e horizontal. Os carrinhos, que estão de-
b) 4 sacoplados um do outro, têm a mesma velocidade de 0,8 m/s
em relação ao trilho. Em dado instante, o carrinho traseiro colide
c) 8
com um obstáculo que foi interposto entre os dois. Em conse-
d) 12 quência dessa colisão, o carrinho traseiro passa a se mover da
e) 24 direita para a esquerda, mas ainda com velocidade de módulo
igual a 0,8 m/s, enquanto o movimento do carrinho dianteiro
prossegue inalterado.
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força resultante cujo módulo permanece constante e cuja dire-
ção se mantém sempre perpendicular à direção da velocidade ao trilho?
da partícula. a) 1/2
Nessas condições, após o instante t: b) 1
c) 2
a) a energia cinética da partícula não varia.
d) 4
b) o vetor quantidade de movimento da partícula permanece
constante. e) 8
c) o vetor aceleração da partícula permanece constante.
○
d) o trabalho realizado sobre a partícula é não nulo.
e) o vetor impulso exercido sobre a partícula é nulo. 18. (UFRGS) Uma bomba é arremessada, seguindo uma tra-
jetória parabólica, conforme representado na figura abaixo. Na
posição mais alta da trajetória, a bomba explode.
SOLO
Fx (N)
6
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas
4 do enunciado abaixo, na ordem em que aparecem.
2 A explosão da bomba é um evento que ___________ a energia
t (s) cinética do sistema. A trajetória do centro de massa do sistema
1 2 3 constituído pelos fragmentos da bomba segue ____________.
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) Apenas I e II.
e) I, II e III.
a) I.
b) II.
c) III.
d) IV.
e) V.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
d) perfeitamente elástica - o mesmo Considerando que as massas dos três blocos são iguais e que
e) perfeitamente elástica - menor a colisão é elástica, assinale a figura que representa o movimen-
to dos blocos após a colisão.
a) 25 m/s
b) 100 m/s
c) 250 m/s
d) 999 m/s
e) 1.000 m/s
○ 30. (UFRGS) Um jipe choca-se frontalmente com um automóvel estacionado. A massa do jipe é aproximadamente o dobro da massa
do automóvel. Considerando que, durante o tempo de colisão, atuam apenas as forças, que os dois veículos se exercem mutuamente,
pode-se afirmar que, nesse mesmo intervalo de tempo:
a) a força média que o automóvel exerce sobre o jipe é maior em módulo do que a força média que o jipe exerce sobre o automóvel.
b) a força média que o jipe exerce sobre o automóvel é maior em módulo do que a força média que o automóvel exerce sobre o jipe.
c) a aceleração média que o automóvel sofre é maior em módulo do que a aceleração média que o jipe sofre.
d) a aceleração média que o jipe sofre é maior em módulo do que a aceleração média que o automóvel sofre.
e) a variação de velocidade que o jipe experimenta é maior em módulo do que a variação de velocidade que o automóvel experimenta.
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○ 31. (UFRGS-2020) A figura abaixo mostra dois corpos, identificados como X e Y, cada um de massa 1 kg, movendo-se sobre uma
superfície horizontal sem atrito.
Os módulos de suas velocidades são Vx = 4 m/s e Vy = 6 m/s.
Vx Vy
X Y
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas abaixo, na ordem em que aparecem.
Se os corpos X e Y sofrem uma colisão elástica, a energia cinética final do sistema é ___________________________.
Se os corpos X e Y sofrem uma colisão perfeitamente inelástica, a energia cinética final do sistema vale ________________________.
Qualquer que seja o tipo de colisão, o módulo da velocidade do centro de massa do sistema é______________________.
a) 10 J - 4 J - 2 m/s
b) 10 J - 2 J - 1 m/s
c) 26 J - 1 J - 1 m/s
d) 26 J - 1 J - 2 m/s
e) 26 J - 2 J - 1 m/s
» Gravitação universal
○ 1. (ENEM-2021)
TEXTO I
No cordel intitulado Senhor dos Anéis, de autoria de Gonçalo Ferreira da Silva, lê-se a sextilha:
A distância em relação
Ao nosso planeta amado
Pouco menos que a do Sol
Ele está distanciado
E menos denso que a água
Quando no normal estado
Características dos planetas. Disponível em: [Link]. Acesso em: 8 nov 2019 (adaptado).
TEXTO II
Distâncias médias dos planetas ao Sol e suas densidades médias
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Distância média ao Sol Densidade relativa
Planetas
(u.a.) média
*Mercúrio 0,39 5,6
*Vênus 0,72 5,2
*Terra 1,0 5,5
*Marte 1,5 4,0
**Ceres 2,8 2,1
*Júpter 5,2 1,3
*Saturno 9,6 0,7
*Urano 19 1,2
*Netuno 30 1,7
**Plutão 40 2,0
**Éris 68 2,5
u.a. = 9 600 000 km, é a unidade astronômica, *Planeta clássico, **Planeta-anão
Considerando os versos da sextilha e as informações da tabela, a qual planeta o cordel faz referência?
a) Mercúrio.
b) Júpiter.
c) Urano.
d) Saturno.
e) Netuno.
Distância
Período
média ao
Nome Diâmetro (km) orbital (dias
centro de
terrestres)
Júpiter (km)
Io 3.642 421.800 1,8
1 2 3 4
+20
Sentido de
rotação da Terra
Equador
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
ICEx, UFMG. Disponível em: [Link]. Acesso em:
comparada à dele próprio, e que o peso do telescópio é pequeno 27 set. 2011 (adaptado).
porque a atração gravitacional criada por sua massa era pequena.
c) não se justifica, porque a avaliação da massa e do peso de
objetos em órbita tem por base as leis de Kepler, que não se De acordo com os fatos relatados, a velocidade angular do
aplicam a satélites artificiais. foguete em relação à Terra, no ponto de reentrada, era:
d) não se justifica, porque a força-peso é a força exercida pela
gravidade terrestre, neste caso, sobre o telescópio, e é a respon- a) igual à da Terra e no mesmo sentido.
sável por manter o próprio telescópio em órbita. b) superior à da Terra e no mesmo sentido.
e) não se justifica, pois a ação da força-peso implica a ação de c) inferior à da Terra e no sentido oposto.
uma força de reação contrária, que não existe naquele ambien-
te. A massa do telescópio poderia ser avaliada simplesmente d) igual à da Terra e no sentido oposto.
pelo seu volume. e) superior à da Terra e no sentido oposto.
Anotações:
Uma pessoa instala em sua residência uma placa fotovoltaica, que transforma energia solar em elétrica. Ela monitora a energia total
produzida por essa placa em 4 dias do ano, ensolarados e sem nuvens, e lança os resultados no gráfico
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
a) Trópico de Capricórnio.
b) Trópico de Câncer.
c) Polo Norte.
d) Polo Sul.
e) Equador.
Anotações:
Está(ão) correta(s):
○ a) apenas I.
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9. (ENEM) Observações astronômicas indicam que, no centro
b) apenas I e II.
de nossa galáxia, a Via Láctea, provavelmente exista um buraco
negro cuja massa é igual a milhares de vezes a massa do Sol. c) apenas III.
Uma técnica simples para estimar a massa desse buraco negro d) apenas II e III.
consiste em observar algum objeto que orbite ao seu redor e e) I, II e III.
medir o período de uma rotação completa, T, bem como o raio
médio, R, da órbita do objeto, que supostamente se desloca,
○
com boa aproximação, em movimento circular uniforme. Nessa
situação, considere que a força resultante, devido ao movimento 12. (UFRGS) Considere as afirmações abaixo, sobre o sistema
circular, é igual, em magnitude, à força gravitacional que o bu- Terra-Lua.
raco negro exerce sobre o objeto. A partir do conhecimento do I. Para acontecer um eclipse lunar, a Lua deve estar na fase Cheia.
período de rotação, da distância média e da constante gravita-
II. Quando acontece um eclipse solar, a Terra está entre o Sol e
cional, G, a massa do buraco negro é:
a Lua.
a) 4π2R2 / GT2 III. Da Terra, vê-se sempre a mesma face da Lua, porque a Lua
b) π2R3 / GT2 gira em torno do próprio eixo no mesmo tempo em que gira em
c) 2π2R3 / GT2 torno da Terra.
a) apenas I.
b) apenas II.
c) apenas III.
d) apenas I e III.
e) apenas II e III.
de módulo igual a?
a) 5 anos.
a) F
b) 11 anos.
b) 2F
c) 25 anos.
c) 4F
d) 110 anos.
d) 8F
e) 125 anos.
e) 16F
N K
M L
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Instrução: As questões 19 e 20 estão relacionadas ao texto
a) 2,5 m/s2
abaixo.
b) 5 m/s2
O ano de 2009 foi proclamado pela UNESCO o Ano Interna- c) 10 m/s2
cional da Astronomia para comemorar os 400 anos das primei-
ras observações astronômicas realizadas por Galileu Galilei atra- d) 20 m/s2
vés de telescópios e, também, para celebrar a Astronomia e suas e) 40 m/s2
contribuições para o conhecimento humano.
O ano de 2009 também celebrou os 400 anos da formulação
da Lei das Órbitas e da Lei das Áreas por Johannes Kepler. A ter-
ceira lei, conhecida como Lei dos Períodos, foi por ele formulada
posteriormente.
Alguns satélites artificiais usados em telecomunicações são utiliza-se o metro (m), o quilograma (kg) e o segundo (s), respec-
geoestacionários, ou seja, no seu movimento de revolução em tivamente, como unidades de comprimento, massa e tempo. Em
torno da Terra, eles devem se manter fixos sobre o mesmo Astronomia, são definidas unidades de medida mais apropria-
ponto da superfície terrestre, apesar do movimento de rotação das para o estudo de objetos astronômicos no Sistema Solar.
da Terra em torno do próprio eixo. Para isso, esses satélites
A tabela abaixo mostra a equivalência entre as duas
precisam:
notações.
1º) ter uma órbita circular, cujo plano coincida com o plano do
equador terrestre;
2º) ter o sentido de revolução _______________ ao sentido de rota- Sistema de unidades astronômicas
ção da Terra; e SI
(aproximadamente)
3º) ter o período de revolução _______________ período de rotação Distância (m) 1 UA = 1,5 x 1011 m
da Terra.
Massa (kg) Massa do Sol (Msol) = 2 x 1030 kg
a) contrário - igual ao dobro do Tempo (s) 1 ano = 3,15 x 107
b) igual - igual à metade do
c) contrário - igual à metade do
d) igual - igual ao Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas
abaixo, na ordem em que aparecem.
e) contrário - igual ao
A órbita do planeta Netuno em torno do Sol tem um raio
médio de 4,5 x 109 km. Essa distância corresponde, aproximada-
mente, a ........ UA.
Júpiter, o planeta mais massivo do Sistema Solar, tem massa
MJ aproximadamente igual a 2 x 1022 kg, o que corresponde a
........ Msol,
O módulo da velocidade da luz, c = 3 x 10 km/s, corresponde
a, aproximadamente, ........ UA/ano.
I II III IV V
Terra 2 4 6 8 Lua
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Kepler R = G MT2 , em que G=6,67 x 10
3 -11
N m /kg é a constante
2 2 d) IV.
4p2 e) V.
de gravitação universal.
Quando T e R são expressos, respectivamente, em anos e em
unidades astronômicas (UA), a 3ª Lei de Kepler pode ser escrita
como R3 = M, em que a massa M é expressa em unidades de
○
T2
massa do Sol, Msol. 29. (UFRGS-2020) O gráfico abaixo apresenta a posição ver-
Tendo sido observada uma estrela em órbita circular com tical y do foguete Saturno V durante os 15 primeiros segundos
~ 16 anos, conclui-se que a massa do buraco
R = 800 UA e T = após o lançamento (símbolos + ). A linha contínua ajusta esses
negro na nossa galáxia é, aproximadamente: pontos com a função y(t) = 1,25 t2.
a) 937,5 MJ.
b) 375,0 MJ.
c) 234,4 MJ.
d) 187,5 MJ.
e) 93,8 MJ.
a) P/6.
b) P/3.
c) P/2.
d) 2P/3.
e) 5P/6.
Anotações:
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
» Estática
○ 1. (ENEM) Slackline é um esporte no qual o atleta deve se
equilibrar e executar manobras estando sobre uma fita estica-
O esquema que representa corretamente todas as forças que
atuam sobre a muleta quando ela atinge o ângulo crítico é:
da. Para a prática do esporte, as duas extremidades da fita são
fixadas de forma que ela fique a alguns centímetros do solo.
Quando uma atleta de massa igual a 80 kg está exatamente no a)
meio da fita, essa se desloca verticalmente, formando um ângulo
de 10° com a horizontal, como esquematizado na figura. Sabe-se
que a aceleração da gravidade é igual a 10 m s−2, cos(10°) = 0,98 e
sen(10°) = 0,17.
b)
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Qual é a força que a fita exerce em cada uma das árvores por
causa da presença da atleta?
a) 4,0 × 102 N
b) 4,1 × 102 N
c) 8,0 × 102 N
d) 2,4 × 103 N c)
3
e) 4,7 × 10 N
d)
e)
Arroz
5 kg Caso um garoto se dependure no portão pela extremidade
livre, e supondo que as reações máximas suportadas pelas do-
bradiças sejam iguais:
Nessa situação, qual foi a massa da barra obtida pelos alu- a) é mais provável que a dobradiça A arrebente primeiro que a B.
nos?
b) é mais provável que a dobradiça B arrebente primeiro que a A.
a) 3,00 kg c) seguramente as dobradiças A e B arrebentarão simultanea-
b) 3,75 kg mente.
c) 5,00 kg d) nenhuma delas sofrerá qualquer esforço.
d) 6,00 kg e) o portão quebraria ao meio, ou nada sofreria.
e) 15,00 kg
○
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
20 cm
Modelo 1
30 cm
Modelo 2
25 cm
Modelo 3
a) 10 cm 10 cm
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
c)
○ 8. (ENEM) A invenção que significou um grande avanço tec-
nológico na Antiguidade, a polia composta ou a associação de
polias, é atribuída a Arquimedes (287 a.C. a 212 a.C.). O apara-
to consiste em associar uma série de polias móveis a uma polia
fixa. A figura exemplifica um arranjo possível para esse aparato.
É relatado que Arquimedes teria demonstrado para o rei Hierão
um outro arranjo desse aparato, movendo sozinho, sobre a areia
da praia, um navio repleto de passageiros e cargas, algo que se-
ria impossível sem a participação de muitos homens. Suponha
que a massa do navio era de 3.000 kg, que o coeficiente de atrito
estático entre o navio e areia era de 0,8 e que Arquimedes tenha
puxado o navio com uma força F, paralela à direção do movi-
d)
mento e de módulo igual a 400 N. Considere os fios e as polias
ideais, a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 e que a superfí-
cie da praia é completamente horizontal.
F
e)
a) 3
b) 6
c) 7
d) 8
e) 10
a) 80. a)
b) 240. b)
c) 720.
d) 800. c)
e) 1600. d)
e)
P
A
B
Apoio
O
a) 20 N
b) 30 N
c) 60 N
Sabendo-se que a força aplicada em A é de 4 N em cada bra-
d) 90 N
ço, qual é a força transferida ao objeto, por braço?
e) 180 N
a) 1 N
b) 4 N
c) 8 N
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
d) 16 N
e) 32 N
○
solo. Sobre a barra atuam apenas três forças verticais: nas suas
14. (UFRGS) Uma balança de braços iguais encontra-se no extremidades, estão aplicadas duas forças de mesmo sentido,
interior de uma campânula de vidro, de onde foi retirado o ar. uma de 2 N na extremidade A e outra de 6 N na extremidade B; a
Na extremidade esquerda, está suspenso um pequeno cubo de terceira força, F, está aplicada sobre um certo ponto C da barra.
metal, e, na extremidade direita, está suspenso um cubo maior,
de madeira bem leve. No vácuo, a balança está em equilíbrio na
posição horizontal, conforme representado na figura.
a) 2 N
vácuo b) 4 N
c) 6 N
d) 8 N
e) 16 N
m m 2,40 m
P 2,00 m
1 2
F
O
L/3 A B
L
parede
A B
O A
C
A B
apoio A apoio B
viga
1m
4m
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
○ 23. Considere os dados abaixo para resolver a questão.
Constantes físicas
Aceleração da gravidade próximo à superfície da Terra: g = 10 m/s2
Aceleração da gravidade próximo à superfície da Lua: g = 1,6 m/s2
○ 25. (UFRGS) Três blocos, de massas m1 = 1 kg, m2 = 5 kg e
m3 = 3 kg, encontram-se em repouso num arranjo como o repre-
Densidade da água: ρ = 1,0 g/cm3 sentado na figura. Considere a aceleração da gravidade igual a
10 m/s2 e desconsidere eventuais forças de atrito.
Velocidade da luz no vácuo: c = 3,0 . 108 m/s
Constante da lei de Coulomb: k = 9,0 . 109 N . m2/C2
0
m1
m2
D
B A
C
Qual é a leitura da balança?
20 cm
a) 20 N
b) 30 N
A posição X, em cm, do bloco B para manter o sistema em c) 40 N
equilíbrio estático é:
d) 50 N
a) 20 e) 60 N
b) 15
c) 10
d) 5,0
e) 2,5
A B
40 cm
a) 32 N
b) 41 N
c) 75 N
d) 82 N
e) 130 N
○
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Tríceps Bíceps
FC
FB
Eixo de
Rotação 4 cm Pa P
16 cm
36 cm
a) 70 N.
b) 370 N.
c) 450 N.
d) 460 N.
e) 530 N.
• Habilidades à prova
Unidade 1 Unidade 6
1. C 5. C 9. B 1. C 11. B 21. A 31. E 41. C
13. E
2. C 6. D 10. A 2. B 12. B 22. E 32. B 42. A
14. E
3. B 7. D 11. C 3. A 13. D 23. B 33. B 43. C
15. B
4. C 8. E 12. A 4. B 14. C 24. E 34. E 44. C
5. E 15. E 25. A 35. C 45. D
51. B
Unidade 2 6. E 16. B 26. E 36. B 46. B
7. A 17. A 27. A 37. E 47. B
1. D 7. D 13. A 19. A 25. B
8. A 18. D 28. C 38. C 48. A
2. C 8. D 14. C 20. D 26. D
31. E 9. C 19. A 29. B 39. E 49. C
3. D 9. A 15. A 21. E 27. C
32. B 10. B 20. E 30. E 40. B 50. C
4. C 10. A 16. D 22. A 28. C
33. B
5. A 11. A 17. B 23. A 29. C Unidade 7
6. D 12. E 18. D 24. A 30. A
1. A 8. D 15. E 22. E
Unidade 3 2. E 9. B 16. D 23. E
3. C 10. C 17. B 24. D 29. C
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
1. A 4. A 7. B 10. B 13. D
4. C 11. A 18. C 25. D 30. C
2. B 5. B 8. D 11. A 14. A
5. A 12. A 19. C 26. C 31. C
3. E 6. A 9. A 12. C 15. E
6. C 13. D 20. B 27. E
7. A 14. A 21. C 28. A
Unidade 4
1. E 5. B 9. A 13. A 17. A Unidade 8
2. B 6. C 10. D 14. B 18. B 1. D 7. A 13. A 19. E 25. C
3. C 7. D 11. D 15. C 19. E 2. E 8. E 14. B 20. D 26. B
4. B 8. E 12. B 16. B 20. A 3. A 9. D 15. C 21. A 27. A
4. B 10. C 16. C 22. C 28. E
Unidade 5 5. D 11. C 17. D 23. C 29. A
140 GABARITO