CEFOLGEST- FORMAÇÃO E FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES
M4 - Metodologias e Estratégias Pedagógicas
CONSULTORIA LDA.
Formação Pedagógica Inicial de Formadores | Adriana Lima Data: 28-09-2012
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES
M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
Índice
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO MÓDULO............................................................................................... 3
4.1. MÉTODOS E TÉCNICAS PEDAGÓGICAS ............................................................................. 4
4.1.1. METODOLOGIAS E TÉCNICAS DE ENSINO/APRENDIZAGEM ESPECÍFICAS PARA ADULTOS ................... 4
4.1.2. METODOLOGIAS E TÉCNICAS DE AUTO-ESTUDO (FORMAÇÃO À DISTÂNCIA) ................................... 10
4.1.3. TÉCNICAS PEDAGÓGICAS ........................................................................................................... 11
PREPARAÇÃO ........................................................................................................................................ 11
DESENVOLVIMENTO ............................................................................................................................... 11
ANÁLISE E DISCUSSÃO........................................................................................................................... 11
PREPARAÇÃO ........................................................................................................................................ 11
DESENVOLVIMENTO ............................................................................................................................... 11
ANÁLISE E DISCUSSÃO........................................................................................................................... 11
PREPARAÇÃO ........................................................................................................................................ 12
DESENVOLVIMENTO ............................................................................................................................... 12
ANÁLISE E DISCUSSÃO........................................................................................................................... 12
PREPARAÇÃO ........................................................................................................................................ 14
DESENVOLVIMENTO ............................................................................................................................... 14
ANÁLISE E DISCUSSÃO........................................................................................................................... 14
4.1.4. CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS MÉTODOS E/OU TÉCNICAS PEDAGÓGICAS ........................................ 15
4.2. PEDAGOGIA E APRENDIZAGEM INCLUSIVA .................................................................... 16
4.2.1. RELAÇÕES ENTRE FORMADOR-FORMANDO E FORMANDO-FORMANDO (SOCIOCONSTRUTIVISMO) .... 16
4.2.2. CRIATIVIDADE PEDAGÓGICA ....................................................................................................... 16
4.2.3. DRAMATIZAÇÃO DE CENÁRIOS PEDAGÓGICOS ............................................................................. 18
4.2.4. ESTRATÉGIAS DE ADAPTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PARA A INCLUSÃO E A FORMAÇÃO DE GRUPOS
COESOS 18
4.2.5. DINAMIZAÇÃO DE ATIVIDADES INDOOR E/OU OUTDOOR QUE PERMITAM A APLICAÇÃO DOS CONTEÚDOS
EM DIFERENTES CONTEXTOS ........................................................................................................................ 18
4.2.6. VANTAGENS E DESVANTAGENS DA APLICAÇÃO DAS DIFERENTES TÉCNICAS PEDAGÓGICAS EM
CONTEXTOS DIFERENCIADOS ....................................................................................................................... 19
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E RECOMENDADA ............................................................................ 22
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FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES
M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
Ficha Técnica
Curso: Curso Formação Pedagógica Inicial de Formadores
Módulo: M4 – Metodologias e Estratégias Pedagógicas
Destinatários: A Formação Pedagógica Inicial de formadores é dirigida a indivíduos que pretendam
adquirir o Certificado de Competências Pedagógicas (CCP) para exercer a atividade de formador. Os
destinatários devem ter uma qualificação de nível superior ou possuir uma escolaridade mínima
obrigatória (6º ano) desde que tenha uma experiência profissional comprovada de, no mínimo, cinco
anos, comprovada por documento válido.
Carga Horária: 10 horas
Manual Elaborado por: Adriana Lima
Objetivos Gerais do Curso: A Formação Pedagógica Inicial de formadores é dirigida a indivíduos que
pretendam adquirir o Certificado de Competências Pedagógicas (CCP) para exercer a atividade de
formador. Os destinatários devem ter uma qualificação de nível superior ou possuir uma escolaridade
mínima obrigatória (6º ano) desde que tenha uma experiência profissional comprovada de, no mínimo,
cinco anos, comprovada por documento válido.
Objetivos Específicos:
No final da formação os futuros formadores deverão ser capazes de:
No final da formação os futuros formadores deverão ser capazes de:
i) Avaliar o perfil do formador face ao contexto geral da Formação Profissional em Portugal:
Caracterizar os contextos/sistemas da Formação Profissional em Portugal;
Distinguir as competências exigíveis ao formador em função dos sistemas em que intervém;
Adotar uma perspetiva de autoavaliação relativamente à sua prática.
ii) Preparar, dinamizar e avaliar unidades de formação:
Planificar unidades de formação tendo como ponto de partida as orientações e procedimentos do
plano de formação instrumento de gestão de uma organização;
Formular adequadamente os objetivos pedagógicos que irão orientar a atividade formativa;
Conceber e aplicar uma metodologia adequada aos objetivos, aos públicos-alvo e ao contexto de
formação;
Desenvolver um dispositivo de avaliação das aprendizagens útil à sua prática pedagógica e
como parte integrante de um sistema interativo de avaliação da formação;
Utilizar e conceber de forma adequada os recursos didáticos e multimédia na formação, em
suportes diversificados em função da estratégia pedagógica adotada;
Adequar o processo de aprendizagem à especificidade do indivíduo adulto;
Desenvolver uma relação pedagógica eficaz e produtiva em função do grupo de formação.
iii) Refletir sobre os sistemas de formação:
Desenvolver uma análise construtiva que possa contribuir para a melhoria dos sistemas de
formação, ao nível técnico-pedagógico e/ou organizacional.
Objetivo do Documento
Este Manual foi concebido por Adriana Lima, formadora deste curso. Pretende-se que seja usado como
elemento de Estudo e de Apoio aos temas abordados. O Manual é um complemento da Formação e do
Módulo, não substitui os objectivos das sessões de formação, mas complementa-as.
Condições de Utilização:
Este Manual não pode ser reproduzido, sob qualquer forma, sem autorização expressa do autor.
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M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
Objetivos Específicos do módulo
i) Escolher e aplicar as técnicas e os métodos pedagógicos mais adequados aos objetivos, aos
públicos-alvo e aos contextos de formação;
ii) Descrever as vantagens e a importância da criatividade em meio pedagógico;
iii) Identificar as estratégias inclusivas de públicos diferenciados;
iv) Identificar vantagens e desvantagens da aplicação das diferentes técnicas pedagógicas em
contextos diferenciados.
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M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
4.1. MÉTODOS E TÉCNICAS PEDAGÓGICAS
4.1.1. Metodologias e técnicas de ensino/aprendizagem específicas para adultos
Métodos e técnicas constituem instrumentos pedagógicos à disposição do formador com a finalidade de
desenvolver o processo de ensino-aprendizagem.
Os métodos são o elemento estruturante da atividade de formador no sentido de alcançar os objetivos
propostos, assumindo por isso, um carácter mais abrangente que as técnicas. Estas últimas assumem-
se como um meio instrumental para pôr em práticas as estratégias mais gerais.
Método Técnica
•“Conjunto de procedimentos, lógica e • “Procedimento logicamente
psicologicamente estruturados, que o estruturado destinado a dirigir a
formador utiliza para orientar a aprendizagem do formando,
aprendizagem dos formandos” delimitado a uma fase de estudo de
um tema”
No caminho para a concretização dos objetivos pedagógicos o formador tem ao seu dispor diversos
métodos: Expositivo, Demonstrativo, Interrogativo e Ativo.
Os dois primeiros métodos referidos, podem agrupar-se numa categoria mais lata, a de Métodos
Afirmativos. Esta designação apoia-se nas principais características destes métodos: centralização no
formador, no ensino mais do que na aprendizagem e na comunicação unidireccional e diretiva.
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M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
a) Método Expositivo
Os métodos expositivos assentam na transmissão oral de um saber, sendo a participação do formando
reduzida, limitando-se a receber o que lhes é transmitido de forma mais ou menos acabada
(informação de partida - estruturação do raciocínio - resultado).
O método expositivo compreende 3 fases: Introdução;
Desenvolvimento e Síntese.
Comunicação dos objetivos e conteúdos essenciais
Introdução Motivação dos participantes
Avaliação dos pré-requisitos
Integração do tema
Desenvolvime Estruturar os assuntos de forma lógica e coerente (simples para o complexo,
nto do conhecido para o desconhecido)
Fazer sínteses parcelares reforçando os aspetos essenciais
Suscitar feedback
Reforço das ideias mais importantes
Síntese Suscitar questões dos formandos e eliminação de dúvidas
Síntese final integradora realizada em conjunto com os formandos
Exercício de consolidação
Verificar a validade do método utilizado
Verificar a capacidade de transferência para outras situações
Sendo o método expositivo, um método com vantagens como, transmissão rápida de informações,
aplicável a um elevado número de conhecimentos e participantes, para que seja eficaz são necessários
alguns cuidados na sua aplicação:
Comunicação clara dos objetivos;
Abordagem lógica e estruturada dos conteúdos;
Discurso oral dinâmico, estruturado e motivador (convém não ler texto escrito, mas apenas
percorrer algumas palavras-chave);
Discurso afirmativo, simples e preciso (frases positivas, curtas, e simples)
Atitude reflexiva e de “movimento”
Imagens e exemplos favorecem a compreensão e a retenção;
Olhar, voz e postura adequada;
Participação dos formandos e exploração das suas experiências;
Recapitulações e sínteses
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b) Método Demonstrativo
O método demonstrativo consiste na forma pedagogicamente estruturada
para ensinar alguém a executar uma tarefa (demonstração intelectual,
experimental ou operacional), através da explicação teórica ou prática de
determinado saber, seguida de comprovação.
Trata-se de um método sobretudo orientado para o domínio do saber-
fazer, ao nível das habilidades psicomotoras.
Para que uma demonstração atinja os seus objetivos, o formador deve ter presentes três princípios
básicos:
Contexto Divisão em partes Prática (4 passos)
Dar uma visão de conjunto Decompor o todo em partes Fazer normalmente
Explicar como funciona o Explicar e ilustrar cada tema Repetir lentamente
todo Manter um fio condutor entre as Fazer em conjunto com os
Fazer apelo às vivências e partes formandos
experiências pessoais Partir do simples para o Execução individual
complexo
O método demonstrativo compreende 4 fases: Preparação; Demonstração, Aplicação e Verificação.
Comunicar os objetivos pedagógicos
Preparação Preparar o material necessário
Contexto
Demonstração Explicação de como se executa a operação
Explicar enquanto executa a operação
Demonstrar mais lentamente
Solicitar a participação dos participantes
Aplicação Deixar os participantes executar sem ajuda
Corrigir os erros encontrados
Sintetizar
Verificação Avaliar
Para a dinamização do Método Demonstrativo o formador deve elaborar um esquema
de demonstração (pontos-chave):
Preparar os materiais (quantidade e funcionalidade);
Prepara o espaço da demonstração;
Comunicar, claramente, os objetivos antes de iniciar a demonstração;
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M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
Simplificar a demonstração;
Utilizar materiais (ex. esquemas) que facilitem a assimilação;
Adequar o ritmo da demonstração ao ritmo de aprendizagem dos formandos,
Envolver os formandos na demonstração;
Recapitular frequentemente e sintetizar.
c) Método Interrogativo
O método Interrogativo consiste na formulação de um conjunto de perguntas logicamente estruturadas e
orientadas, levando o formando a descobrir novos conhecimentos a partir dos seus conhecimentos
básicos.
Este método pode assumir duas variantes:
Dedutivo (apreensão do conhecimento do geral para o particular)
Indutivo (metodologia experimental: factos – lei geral)
Com este tipo de método pretende-se dar mais importância ao processo de pensamento independente e
ativo de quem aprende (auto-aprendizagem), favorecendo deste modo a aprendizagem por descoberta.
O método Interrogativo compreende 5 fases: Motivação Inicial; Estudo do Tema; Sessão de Perguntas;
Síntese e Avaliação.
Apresentar o objetivo/problema
Motivação Inicial Sugerir a pertinência/importância do tema
Estudo do Tema Estudo do tema individualmente ou em grupo
Sessão de Encadeamento lógico de perguntas
Perguntas Jogo de perguntas e respostas através do qual se realiza a aquisição de
saber: (1) o formador incentiva o grupo a responder, (2) o formando é levado
a descobrir a informação
Síntese Síntese integradora realizada com a participação de todos os formandos
Avaliação Verificar o alcance dos objetivos previamente definidos
As questões são o “ingrediente” central deste método, pelo que o seu uso deve ter em consideração o
objetivo, a forma de uso e como e a quem se devem dirigir.
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M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
Objetivo Tipos/Como Dirigir-se
Incitar, estimular ou Abertas Todo o grupo
moderar a discussão Fechadas: “sim” ou “não” Uma
Orientar a discussão Orientadas (escolha de alternativas) determinada
(para o tema, facto, pessoa
ideia, problema,...) Pessoa que fez
Identificar as razões de Curtas, claras e desafiantes a pergunta
determinadas opiniões Modo natural, com taco colocando os Porta-voz do
Levar a reconsiderar participantes à vontade para responder grupo
um ponto de vista Adaptadas aos conhecimentos do grupo;
Sugerir uma ideia, uma Forma dedutiva ou Indutiva
decisão, uma ação Se uma pergunta geral ficar sem resposta,
formulá-la de modo diferente ou então dirigir-
Chegar a conclusões
se diretamente a um participante
Para dinamização o Método Interrogativo, o formador deve:
Elaborar as perguntas (sequência e organização) que favoreçam a estrutura do raciocínio;
Apresentar o objetivo/problema
Colocar uma pergunta de cada vez (por ordem de recolha da informação
Aceitar as respostas de todos e anota-las no quadro
Organizar o registo de forma a sugerir a estrutura de raciocínio
Reformular ideias
Usar o reforço
Dirigir no sentido das ideias de solução
Generalizar e salientar a estrutura do raciocínio
d) Método Ativo
Os métodos ativos centram-se no formando, encarando-o como
construtor ativo do seu próprio conhecimento, sendo a atividade
estimulada como forma de suscitar a aprendizagem no formando
através da descoberta pessoal.
O formando é, assim, agente voluntário, ativo e consciente da sua própria participação, sendo reservado
ao formador o papel de ativador de consciências, orientador/animador dos processos de aprendizagem,
fornecendo informações ou pistas e cooperando na consolidação do saber.
O conceito de métodos ativos reporta a três aspetos fundamentais:
Atividade (o formando age de forma explícita e voluntária, através de um processo de adesão a
essa atividade, aplicando os conhecimentos adquiridos a novas situações);
Descoberta pessoal/auto-educação (maior autonomia, motivação pessoal e iniciativa no
processo de aprendizagem, o formando é responsável pela sua aprendizagem, no sentido de
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M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
que adquire o saber e os processos de o alcançar, tendo ainda a possibilidade de o testar e
colocar à prova);
Experiência (situações próximas da realidade do formando, que possibilitam as ações em função
das condições da vida real; promove a liberdade de iniciativa e a modificação ou reforço de
atitudes próprias, conduzindo ao auto-desenvolvimento).
Comunicar os objetivos da atividade
Definir a atividade Motivar para a aprendizagem, relacionando necessidades e
interesses com as vivências/experiências do formando
Colocar o problema/ Definir grupos de trabalho
formandos em Apresentar o problema e a informação necessária
atividade
Observar os Observar os comportamentos de todos
comportamentos Reformular o que fizeram (“pistas”)
Reforçar Resumir e reforçar (os formandos para continuar)
Resultados vs Colocar em comum os resultados atingidos pelos formandos
Soluções O grupo enuncia a solução
Síntese Síntese integradora realizada com a participação dos formandos
Para dinamizar o Método Ativo, o formando:
tem que estar envolvido numa atividade, que consistirá na apresentação de problemas/situações
reais que aparecem como estímulo,
deve dispor de informações e ter a possibilidade de fazer as observações que considerar pertinentes
no sentido de encontrar soluções;
é possível e aconselhável apresentar soluções intermédias sendo responsável pela sua ordenação, e
ter a possibilidade de submeter as suas soluções à prova, podendo descobrir, constatar o seu
alcance e validade.
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M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
4.1.2. Metodologias e técnicas de auto-estudo (formação à distância)
O auto-estudo é uma oportunidade para o desenvolvimento de autonomia pessoal, isto é, da capacidade
de reflexão critica sobre o próprio processo de aprendizagem e a consciência das estratégias pessoais
mais eficazes para atingir os objetivos. Esta capacidade implica, ainda, a tomada de decisão sobre as
metas a atingir e os melhores meios para as atingir. No fundo, autonomia é capacidade e vontade de
fazer escolhas. Neste contexto, a motivação e a auto-confiança são pilares da autonomia.
Características de uma aprendizagem Estilos
autónoma
de aprendizagem
Definir objetivos pessoais de estudo (curto Visual
e a longo-prazo; Auditivo
Dominar técnicas para desenvolver a Quinestésico e táctil
compreensão e retenção dos
conhecimentos;
Dominar técnicas de gestão e planificação
do tempo;
Seguir instruções, selecionar técnicas e tipos
de aprendizagens e usar o feedback;
Dominar técnicas de pesquisa (biblioteca e
meios eletrónicos).
Estratégias de Aprendizagem (auto-estudo):
Planear o tempo;
Manter a atenção;
Tomar notas eficazes a partir da informação oral, visual e escrita;
Memorizar e reter a informação;
Auto-avaliar-se;
Aceder aos recursos disponíveis.
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4.1.3. Técnicas pedagógicas
a) Simulação (autoscopia)
A técnica da Simulação apoia-se na representação de uma situação real, seguida de auto-
observação e auto-análise com o objetivo de tornar consciente no formando a sua performance,
nomeadamente, os seus pontos fortes e aspetos a melhorar numa determinada competência.
Definir os objetivos e fases da autoscopia
Auxiliar na elaboração da situação a simular (ex. escolha do tema,
Preparação estruturação da sessão, construção dos materiais e auxiliares)
Realização e registo em vídeo das simulações
Visionamento das simulações
Desenvolvimento
Auto e hetero-análise do desempenho
Síntese global dos aspetos observados – após cada simulação.
Análise e
Discussão
Avaliação Avaliação das autoscopias
b) Jogo de papéis (role-play)
Esta técnica está vocacionada para a resolução de problemas interpessoais e
de ordem prática, consistindo na representação de uma situação “real” de forma
a promover o desenvolvimento de princípios gerais de ação para aplicar em
situações que possam ocorrer no contexto real.
Preparar o grupo de formandos (esclarecer o objetivo e procedimentos; criar
um clima positivo e de confiança)
Preparação Preparar a representação: (definir a situação a representar; distribuir, os
papéis);
Execução da situação a representar
Desenvolvimento
Em plenário, os formandos comentam na seguinte ordem: (1) Jogadores:
como se sentiram/viveram a situação; (2) Observadores: o que observam; (3)
Análise e Jogadores: quais os problemas que tiveram, a que objetivos se propuseram,
Discussão desvios entre o que pensaram fazer e o que fizeram, como vivenciaram as
atitudes do(s) interlocutor(es).
Dar inicio ao debate, devendo o formador: (1) reformular as opiniões
expressas; (2) classificar o tipo de dificuldades encontradas; (3) relançar os
problemas que foram inventariados para fazer discutir; e (4) introduzir
informações complementares; proporcionar a ligação entre as situações
representadas e situações do quotidiano profissional.
Fundamentação Síntese teórico-prática das questões debatidas.
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c) Estudo de casos
O estudo de caso permite desenvolver a capacidade de análise e de
expressão, tomada de decisão e procura de novas soluções, através da
apresentação ao formando de casos que representam situações complexas ao nível
técnico ou psicológico. Os casos de estudo devem ser reais, problemáticos e
polivalente.
Definir a atividade (definição dos objetivos, tempo e constituição dos
grupos).
Preparação Apresentar o caso (ex. escrito, filme, banda desenhada)
Resolução dos casos pelos grupos.
Desenvolvimento
Comunicar as conclusões de cada grupo através do porta-voz, bem
como as soluções encontradas.
Análise e Discussão entre os participantes.
Discussão
Fundamentação Resumo das principais conclusões obtidas.
Sistematização das conclusões finais e enquadramento da teoria e
prática.
d) Projetos
O projeto é um método de trabalho baseado na participação dos membros de um grupo, com o objetivo
de realizar um trabalho planificado e organizado em comum.
O trabalho é orientado para a resolução de um problema em várias fases: (1) escolha do tema; (2)
planeamento do trabalho, (3) trabalho de campo/pesquisa, (4) avaliação do processo, (5) tratamento da
informação e (6) apresentação dos resultados/trabalhos.
e) Aprendizagem no posto de trabalho
Os formandos/ trabalhadores levam a cabo no local de trabalho atividades de aprendizagem informais e
dirigidas, estreitamente relacionadas com as suas (futuras) atividades laborais.
f) Exercícios práticos
Os exercícios práticos podem ser individuais ou de grupo.
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Trabalho de grupo
No desenvolvimento de trabalhos em grupo, o formador deve ter em conta a dimensão do grupo
(idealmente, 3 a 4 elementos) e a gestão do tempo.
g) Brainstorming
O Brainstorming consiste numa interação, em pequenos grupos, com vista à livre
produção de ideias ou soluções criativas para a resolução de um determinado
problema, assente em dois motores: (1) a livre imaginação e (2) a quantidade de
ideias formuladas.
Preparação Desenvolvimento Análise e Discussão
Introduzir o exercício, indicando o Dar início ao Classificar as ideias
objetivo e o tema; exercício geradas;
Explicar as regras: reintroduzindo o tema Analisar as ideias,
Registar todas as procurando salientar as
Gerar o máximo de ideias
ideias expressas ideias dominantes mas,
(palavras ou frases curtas acerca
pelos participantes. também, explorando as
do tema) em 15 minutos;
O monitor intervém, ideias marginais e até
Não são permitidos juízos críticos
exclusivamente no os “disparates” que,
(acerca das ideias geradas);
caso de: não ter frequentemente, têm um
Cada pessoa diz as ideias que lhe ouvido a palavra; papel importante no
vierem à cabeça, a propósito do “travar” comentários, conteúdo a trabalhar.
tema, de maneira rápida; perguntas ou críticas,
As ideias devem surgir relembrar as regras;
espontaneamente sem qualquer pedir rapidez ao Combinações de
tipo de sequência preestabelecida ideias/adaptações
grupo, impedindo
(fala um de cada vez). frases longas.
h) Exposição
Consiste na apresentação oral de um tema, sendo a linguagem oral o principal recurso. Para ser eficaz é
necessário: domínio do assunto, fluência e expressão oral; capacidade de dramatização e de síntese.
i) Demonstração
Comprovação prática ou teórica de um enunciado.
j) Dinâmicas de grupo
As dinâmicas de grupo permitem a participação e o envolvimento dos formandos em todos os domínios
do saber promovendo: (1) a assimilação de novos conhecimentos e atitudes; (2) um clima de grupo que
potencia a aprendizagem, (3) remover de barreiras e (4) descontração em qualquer momento da
formação.
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M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
Escolher o jogo em função do tema, objetivos e características do
público-alvo;
Preparação Preparação do material necessário à execução do jogo;
Apresentação do jogo, esclarecimento das regras e definição do
tempo
Realização do jogo (participantes e observadores)
Desenvolvimento
Explorar a importância da atividade desenvolvida, fazendo a ponte
para o tem a abordar
Análise e
Discussão
Fundamentação Salientar a importância da realização do jogo pedagógico
(generalização de saberes)
k) Tutorias
Os tutores acompanham e comunicam-se com os formandos de forma sistemática, planeando, as tarefas
a desenvolver e avaliando a eficiência das suas orientações.
l) Debate
Trata-se de um frente a frente entre formados ou grupos de que representam duas opiniões diferentes
em relação a um determinado tema. Exige preparação prévia (ex. questões a debater, posições,
moderadores, tempos).
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4.1.4. Critérios de seleção dos métodos e/ou técnicas pedagógicas
Os critérios de seleção dos métodos devem atender aos seguintes fatores:
características do saber a transmitir;
características dos formandos;
e, condicionalismos e os recursos inerentes à situação de formação.
Domínio do saber (Saber-Saber; Saber-Fazer; Saber-Ser)
Objetivos Hierarquização do saber (grau de exigência)
Formador Formando
Condicionalismos Materiais: Plano Cognitivo (capacidades,
Método espaço, materiais, tempo, ritmo e estilos de aprendizagem)
Pedagógico custos
Condicionalismos Pessoais:
(modo de gestão Plano Sociológico (escolaridade,
experiência, competências e
da rede de meio sócio-cultural, motivação,
estilo pessoal do formador
relações que se expectativas)
Outros condicionalismos:
estabelecem
conteúdos, número de
entre o Plano Afetivo (rede de relações
formandos
formando, o no grupo, características
formador e o interpessoais)
saber)
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M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
4.2. Pedagogia e aprendizagem inclusiva
4.2.1. Relações entre formador-formando e formando-formando
(socioconstrutivismo)
A perspetiva construtivista defende que cada indivíduo constrói a sua perspectiva do mundo, a partir da
sua experiência individual. A aprendizagem é concebida como um processo ativo de criação de
conhecimentos (e não de mera aquisição).
Nesta prespectiva, o formador assume um papel de facilitador da “criação de conhecimentos”, ou seja,
ajuda a criar condições para o formando aprender.
4.2.2. Criatividade pedagógica
A criatividade é encarada como fruto do esforço, do trabalho árduo e
da perseverança, em vez de algo dado ou inato. Deste modo, a
criatividade pode ser incentivada, desenvolvida e aperfeiçoada, as
pessoas podem aprender a tornar-se mais flexíveis no seu
pensamento, mais fluentes e mais originais.
A criatividade pode ser definida como (1) uma atividade cognitiva
que resulta num novo modo de ver um problema ou situação, ou (2) a produção de ideias novas, que são
de algum modo úteis ou avançadas para as conceções prévias.
É consensual na literatura da área, a ideia de que a criatividade não é um traço de personalidade, uma
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M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
capacidade ou habilidade singular mas antes, a combinação de vários fatores:
Conhecimentos específicos (conhecimento numa área definida, fruto da educação,
experiência, treino informal, capacidades técnicas desenvolvidas e qualquer tipo de aquisição
naquele domínio);
Flexibilidade preceptiva (e.g. capacidade de produzir ideias novas, de ver as coisas de pontos
de vista diferentes, de estabelecer relações e resolver problemas);
Estilo cognitivo (e.g. capacidade de suportar a ambiguidade e o risco, perseverar para superar
os obstáculos, abertura face a experiências novas, ser independente e não conformista no
pensamento e atitudes);
Motivação intrínseca (reforços internos como o prazer, o desafio e satisfação pelo próprio
trabalho, mais do que reforços externos ambientais).
O segredo para uma Formação Criativa está no uso de uma pedagogia que contribua para o uso do
“cérebro total”.
Como o nosso sistema educativo e cultural enfatiza um funcionamento mais racional, que “localizamos”
no hemisfério cerebral esquerdo, é fundamental para o formador explorar, igualmente, as
potencialidades do hemisfério cerebral direito (ver diagrama). Assegurando desse modo, que os métodos
e técnicas usados na formação propiciam a comunicação dos dois hemisférios, promovendo, assim, a
integração dos potenciais distintos de cada hemisfério, e consequentemente o potencial criativo dos
formandos.
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FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES
M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
Outras técnicas: Mapa mental, “6 chapéus”…
4.2.3. Dramatização de cenários pedagógicos
A dramatização pressupõe atividades que possam ser usadas em situações de aprendizagem como
recursos facilitadores de compreensão de fenômenos que envolvem relações interpessoais.
Ao dramatizar, o formando pode expressar perceções e sensações a respeito da realidade.
4.2.4. Estratégias de adaptação e desenvolvimento para a inclusão e a formação
de grupos coesos
A inclusão não tem um fim determinado e configura-se como um processo que envolve, além da
aceitação física, o desenvolvimento de culturas, políticas e práticas (Santos, 2003) que garantam a
diminuição das barreiras à participação e à aprendizagem sofridas pelos formandos e o consequente
resgate de sua autonomia como sujeito-ator/decisor de sua própria trajetória como membro-cidadão de
uma sociedade.
4.2.5. Dinamização de atividades indoor e/ou outdoor que permitam a aplicação
dos conteúdos em diferentes contextos
A formação indoor (“dentro de portas”) é a mais tradicional. Apesar de ser realizada em sala de
formação, deve ser dinamizada numa perspetiva de formação-ação, privilegiando os métodos ativos e
dinâmicas de grupo (ver métodos ativos e técnicas pedagógicas).
A formação outdoor é uma metodologia de formação inovadora, que se realiza fora dos contextos
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FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES
M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
habituais de formação. O objetivo é incentivar o desenvolvimento pessoal e do grupo através de
atividades ao ar livre.
Esta experiência permite aos formandos vivenciarem situações desafiadoras, de resolução de tarefas e
de problemas, através da partilha de sentimentos e reações, processando perceções individuais e em
equipa com o objetivo de efetuar analogias entre essas situações e o dia-a-dia organizacional.
Nestas atividades são colocadas às pessoas situações adversas que assim têm a oportunidade de
superar os seus limites, vencer desafios e partilhar com o grupo vitórias e frustrações, criando assim
uma série de aprendizagens e resultados.
Áreas Exemplos de atividades
Auto-desenvolvimento; Desportos de aventura (Diverlanhoso)
Competências de liderança; Passeios pedestres
Comunicação; Caça ao tesouro
Provas em equipa (ex, estafetas)
Planeamento, gestão do tempo e
Jogos tradicionais
organização;
Peddy-papper
Trabalho em equipa; Paintball
Relações interpessoais; “Jogos sem fronteiras”
Cumprir objetivos. Atividades de relaxamento
4.2.6. Vantagens e desvantagens da aplicação das diferentes técnicas
pedagógicas em contextos diferenciados
a) Método expositivo
Vantagens Desvantagens
Transmissão de elevado número de Focalização da sessão no formador;
conhecimentos em tempo mínimo e para Distanciamento entre formador e
grande número de formandos; formandos;
Aplica-se à maioria dos conteúdos Pode levar à transmissão de elevadas
(domínio cognitivo); quantidades de conhecimentos, difíceis de
Permite frequentes redundâncias e assimilar;
exercícios; Dificuldades de controlo individual da
Análise e síntese de temas extensos e aprendizagem;
complexos; Dificuldades de transferência
Confere um elevado grau de liberdade Não fomenta a motivação e iniciativa dos
para o formador; formandos;
Compatível com a utilização de Dificuldades de aplicação em grupos muito
documentos e meios audiovisuais; heterogéneos;
Adequa-se a contextos de formação Pode suscitar o alheamento da parte dos
com meios e recursos escassos formandos (motivação/concentração);
(cómodo e barato) Baixa retenção da informação
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FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES
M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
b) Método Demonstrativo
Vantagens Desvantagens
Facilita e motiva a participação dos Não é adequado para grupos
formandos e aprendizagem do numerosos;
grupo; Exige maior disponibilidade de tempo;
Permite a interação entre Exige equipamentos e materiais
formandos - diálogo, discussão, pedagógicos adequados - pode tornar-
observação, realização; se demasiado dispendioso;
Alia a memória auditiva à memória Focalização no formador;
visual; Não privilegia a imaginação e a
Maior concentração e criatividade
envolvimento.
c) Método Interrogativo
Vantagens Desvantagens
Os conhecimentos essenciais podem com Exige grande disponibilidade de
facilidade ser evidenciados pelos formandos: tempo
o feedback é constante e o controlo não
permite o falso conhecimento
Só é possível em grupos
Motiva o interesse dos formandos
pequenos
Estimula e facilita a retenção da informação
Favorece a atividade e participação dos
formandos Implica um elevado domínio dos
Cria hábitos de análise processos pedagógicos por parte
O formando controla continuamente e o grau do formador
de aquisição de conhecimentos
A aprendizagem não é imposta pois apela à Conhecimento e preparação do
motivação natural dos formandos tema mais exigente
O formando aprende pela sua própria
atividade: observação, reflexão,
experimentação A estrutura do raciocínio é imposta
pelo formador
A memorização é facilitada pela atividade e
pela descoberta
Os formandos colocados perante um Quer a aquisição do
problema vão determinar a orientação do seu conhecimento, quer a descoberta
raciocínio dos processos cognitivos pode
Desenvolve a capacidade crítica e de não ocorrer
argumentação
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FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES
M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
d) Método Ativo
Vantagens Desvantagens
Autonomia e independência do formador no Exigem pequenos grupos
processo de aprendizagem Mais dispendiosos ao
A aprendizagem fundamenta-se na reflexão e nível do tempo
experiência dos formandos Exige uma grande
O processo de aprendizagem assenta nas preparação psico-
relações cooperativas, sociais e de trabalho em pedagógica e sócio-
grupo pedagógica do formador
Maior coesão do grupo já que o nível de Os mais dotados tem de
socialização é mais elevado e os formandos seguir o ritmo dos mais
habituam-se a partilhar lentos o que pode
Autonomização dos formandos na organização conduzir a desmotivação
do seu trabalho (processo de raciocínio Dispendiosos ao nível
determinado pelos formandos: (1) tratando e económico
estruturando a informação, (2) novos
conhecimentos, (3) chegar à solução)
Os formandos progridam ao seu ritmo, pela sua
própria observação, reflexão e experiência
Aprendizagem desejada (apela à motivação e
necessidade do formando)
Desenvolve o espírito de iniciativa e criatividade
Maior domínio do conhecimento descoberto
pelo formando (desenvolve, simultaneamente, a
compreensão e a assimilação)
Permanente ajustamento entre formando e
formador
Maior interesse e motivação
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FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES
M4 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
Bibliografia consultada e recomendada
Buzan, T. (2003). O Poder da Inteligência Criativa: 10 maneiras para despertar o seu génio
criativo. Lisboa: Oficina do Livro - Sociedade editorial, Lda.
Cardim, L. (1996). O Método de Casos. Lisboa: IEFP.
Instituto Qualidade da Formação (2004). Guia para a Conceção de Cursos e Materiais
Pedagógicos. Coleção Metodologias: O Ciclo Formativo. Lisboa: IQF.
Mão-de-Ferro, A. (). Métodos e Técnicas Pedagógicas. Coleção Formar Pedagogicamente.
Lisboa: IEFP.
Pinheiro, J. & Ramos, L. (2000). Métodos Pedagógicos. Coleção Aprender. Lisboa: IEFP.
Stuart, R. (2000). Jogos para Formadores - Desenvolvimento de Equipas. Lisboa: Monitor.
Conceção e produção de materiais de auto-estudo. Referencial de Formação Contínua de
[Link], disponível em:
[Link]
y
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