SUPERIOR EM TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA
EUNICE RIBEIRO DOS SANTOS
ANÁLISES GERAIS E FUNDAMENTAIS DOS ASPECTOS DE
GESTÃO PÚBLICA DE CRISE, PROCEDIMENTOS DE
DIREITO PÚBLICO, INVESTIGAÇÕES CÍVEIS E CRIMINAIS:
No contexto da pandemia do Covid-19 novo coronavírus (Sars-
Cov-2), com base na CPI – comissão parlamentar de inquérito,
realizada pelo senado federal brasileiro.
Barueri
2025
EUNICE RIBEIRO DOS SANTOS
ANÁLISES GERAIS E FUNDAMENTAIS DOS ASPECTOS DE
GESTÃO PÚBLICA DE CRISE, PROCEDIMENTOS DE
DIREITO PÚBLICO, INVESTIGAÇÕES CÍVEIS E CRIMINAIS:
No contexto da pandemia do Covid-19 novo coronavírus (Sars-
Cov-2), com base na CPI – comissão parlamentar de inquérito,
realizada pelo senado federal brasileiro.
Produção textual para o curso de Gestão pública
apresentado à Anhanguera Educacional, como requisito
parcial para a obtenção de média nas disciplinas
norteadoras do semestre.
Orientador: Prof. Ivan Ferreira de Campos
Barueri
2025
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO......................................................................................................3
2 DESENVOLVIMENTO..........................................................................................4
3 CONCLUSÃO.....................................................................................................11
REFERÊNCIAS......................................................................................................... 12
3
1 INTRODUÇÃO
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) é um instrumento essencial para a
democracia em diversos países. Por meio da sua instauração, os legisladores podem
investigar questões de interesse público, ações governamentais e atividades de agentes
privados, promovendo transparência e prestação de contas.
A relevância das CPIs reside na sua capacidade de expor irregularidades,
abusos de poder, corrupção e outras práticas inadequadas. Ao permitir uma
investigação detalhada e imparcial, esses comitês viabilizam o esclarecimento de
situações que, de outra forma, poderiam permanecer ocultas, contribuindo assim para o
fortalecimento da democracia.
Os procedimentos para a condução de uma CPI variam conforme as normas de
cada país, mas, geralmente, envolvem a nomeação dos membros da comissão, a
definição do escopo da investigação, a convocação de testemunhas, a coleta de
evidências, a realização de audiências públicas e a elaboração de um relatório final.
Os impactos das CPIs podem ser significativos. As investigações realizadas
frequentemente resultam na identificação de responsáveis por condutas impróprias, na
recomendação de medidas corretivas, na proposição de alterações legislativas e, em
alguns casos, na responsabilização legal dos envolvidos. Além disso, os relatórios
produzidos costumam influenciar a opinião pública, podendo afetar eleições, impulsionar
reformas e fortalecer instituições democráticas.
Portanto, a atuação das CPIs é fundamental para garantir a integridade, a
transparência e a responsabilização dentro do sistema político. Ao investigar temas de
interesse público, esses comitês reforçam a confiança da população nas instituições
democráticas e asseguram que os governantes estejam sujeitos ao escrutínio público e
ao cumprimento da lei.
4
2 DESENVOLVIMENTO
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a COVID-19 trata-se de uma
investigação conduzida pelo poder legislativo para apurar possíveis irregularidades,
omissões ou malversações de recursos públicos durante a pandemia de COVID-19. A
necessidade de uma CPI surgiu da gravidade da crise sanitária que se abateu sobre o
mundo a partir de 2019. A pandemia não apenas impôs desafios imediatos à saúde
pública, mas também provocou uma série de impactos socioeconômicos, políticos e
culturais sem precedentes.
No Brasil, a CPI da COVID-19 foi instaurada com o objetivo de investigar as
ações e omissões do governo federal, bem como a aplicação de recursos destinados ao
combate da pandemia. O trabalho da comissão envolveu a convocação de autoridades,
a análise de documentos, a realização de oitivas e a produção de relatórios detalhados.
O foco principal foi entender como as decisões foram tomadas, quais estratégias foram
adotadas e como os recursos públicos foram utilizados durante este período crítico.
Em suma, a CPI da COVID-19 representa um marco na história recente do Brasil
e reflete a importância da democracia e da participação cidadã na busca por respostas,
esclarecimentos e justiça em tempos de crise. As conclusões e recomendações da
comissão têm o potencial de orientar políticas públicas futuras, fortalecer os mecanismos
de controle e fiscalização e promover a accountability no âmbito governamental.
Infração de medida sanitária preventiva (art. 268 - Código Penal)
A infração de medida sanitária preventiva, conforme estabelecido pelo artigo 268
do Código Penal Brasileiro, ocorre quando alguém descumpre determinação do poder
público destinada a impedir a introdução ou propagação de doença contagiosa. Essa
infração pode estar relacionada ao não cumprimento de recomendações, normas e
protocolos sanitários estabelecidos para conter a disseminação do coronavírus, incluindo
ações como:
5
Violação de quarentenas ou isolamentos: Caso algum membro ou colaborador da
CPI descumprisse as orientações de quarentena ou isolamento determinadas pelas
autoridades de saúde após exposição ao vírus.
Divulgação de informações falsas ou enganosas sobre a COVID-19: A propagação
de desinformação ou a divulgação de informações falsas sobre a pandemia, durante
as atividades da CPI, poderia contribuir para a desinformação pública e prejudicar os
esforços de combate à doença, configurando uma infração ao artigo 268.
A infração de medida sanitária preventiva, conforme estabelecido pelo artigo 268
do Código Penal Brasileiro, ocorre quando alguém descumpre determinação do poder
público destinada a impedir a introdução ou propagação de doença contagiosa. Essa
infração pode estar relacionada ao não cumprimento de recomendações, normas e
protocolos sanitários estabelecidos para conter a disseminação do coronavírus, incluindo
ações como:
É importante ressaltar que a aplicação do artigo 268 do Código Penal requer a
comprovação da conduta dolosa (intencional) de infringir a medida sanitária preventiva.
Além disso, as situações específicas podem variar de acordo com as circunstâncias e as
decisões tomadas pelos envolvidos na CPI da COVID-19.
Falsidade ideológica (art. 299 - Código Penal)
A falsidade ideológica, prevista no artigo 299 do Código Penal Brasileiro, refere-
se à prática de omitir ou inserir declaração falsa em documento público ou particular,
com o objetivo de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato
juridicamente relevante. No contexto da CPI da COVID-19, essa conduta pode se
manifestar de diversas formas, comprometendo a veracidade das informações e
prejudicando o andamento das investigações. A seguir, apresento alguns exemplos de
como a falsidade ideológica pode ser observada na CPI da COVID-19:
Omissão de informações: Um exemplo clássico de falsidade ideológica na CPI seria
a omissão deliberada de informações relevantes por parte de testemunhas ou
investigados. Por exemplo, um funcionário público que omite a existência de
6
contratos irregulares ou a má gestão de recursos destinados ao combate da
pandemia, prejudicando a investigação e dificultando a responsabilização dos
envolvidos.
Manipulação de documentos: A alteração ou manipulação de documentos oficiais
apresentados à CPI também configura falsidade ideológica. Por exemplo, a
adulteração de relatórios técnicos, registros de reuniões ou contratos pode distorcer
a realidade dos fatos e induzir os parlamentares a conclusões equivocadas.
Em todos esses exemplos, a falsidade ideológica compromete a integridade das
investigações da CPI da COVID-19, dificulta a obtenção de provas concretas, prejudica
a responsabilização dos envolvidos e mina a confiança da sociedade nas instituições
públicas. Portanto, é fundamental que a comissão esteja atenta a essas práticas e adote
as medidas necessárias para garantir a veracidade e a transparência das informações
coletadas durante as investigações.
Corrupção passiva (art. 317 - Código Penal)
A corrupção passiva, definida pelo artigo 317 do Código Penal Brasileiro, ocorre
quando um funcionário público solicita ou recebe vantagem indevida, seja para si ou
para terceiros, em função de seu cargo. No contexto da CPI da COVID-19, investigar
possíveis casos dessa prática é essencial para assegurar a integridade do processo e
responsabilizar eventuais envolvidos. Alguns exemplos que ilustram essa conduta
incluem:
• Desvio de recursos: Redirecionamento de verbas destinadas ao combate da COVID-
19 para interesses pessoais ou de terceiros.
• Venda de informações privilegiadas: Comercialização de dados ou informações
confidenciais relacionadas à investigação, que pode comprometer a transparência e a
eficácia dos trabalhos da comissão.
É imperativo que quaisquer suspeitas de corrupção passiva sejam rigorosamente
apuradas, por meio de investigações fundamentadas em provas sólidas e consistentes.
A justiça deve prevalecer para garantir a responsabilização dos envolvidos e a proteção
dos recursos públicos. Transparência, ética e integridade são valores essenciais para a
7
atuação dos funcionários públicos, e o combate à corrupção é indispensável para manter
a confiança da sociedade nas instituições e assegurar que os recursos destinados ao
enfrentamento da pandemia sejam empregados de forma eficiente e transparente.
Corrupção ativa (art. 333 - Código Penal)
A corrupção ativa, conforme estabelecido no artigo 333 do Código Penal
brasileiro, refere-se à prática de oferecer ou prometer vantagem indevida a um
funcionário público, com o objetivo de determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de
ofício. Na CPI da COVID-19, essa prática poderia se manifestar de diversas formas,
envolvendo a tentativa de influenciar os trabalhos da comissão, obstruir investigações ou
favorecer determinados interesses. Aqui estão alguns exemplos hipotéticos que ilustram
como a corrupção ativa poderia ocorrer na CPI da COVID-19:
Suborno para Obstruir Investigação: Um servidor público envolvido na gestão de
recursos destinados ao combate da COVID-19 recebe uma proposta de pagamento
em troca de destruir documentos, manipular dados ou dificultar o acesso a
informações que são de interesse da CPI.
Lobby e Tráfico de Influência: Agentes externos, como representantes de empresas
estrangeiras ou grupos de pressão, oferecem viagens, jantares luxuosos, presentes
ou outras formas de gratificação a membros da CPI para promover seus interesses
particulares, influenciar decisões ou obter acesso privilegiado às informações e
procedimentos da comissão.
A corrupção ativa compromete a integridade, a imparcialidade e a
eficácia das investigações, minando a confiança pública nas instituições e prejudicando
a busca por verdade, justiça e responsabilização.
Improbidade Administrativa (Lei 8.429, de 2 de junho de 1992)·.
A Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/1992) é um instrumento
legal brasileiro que estabelece as sanções aplicáveis aos agentes públicos que
praticarem atos de improbidade no exercício de suas funções. Na CPI da COVID-19, a
8
investigação de possíveis casos de improbidade administrativa tornou-se um dos focos
centrais, dada a gravidade das acusações e suspeitas que envolvem a gestão pública
durante a pandemia. Vários exemplos podem ser citados para ilustrar a possível
ocorrência de improbidade administrativa no contexto da pandemia de COVID-19.
Negligência na prestação de serviços de saúde: A falta de planejamento, atrasos na
aquisição de vacinas, colapso no sistema de saúde e falta de estrutura para
atendimento adequado podem ser interpretados como atos de improbidade por
negligenciar o dever do Estado de proteger a vida e a saúde dos cidadãos.
Favorecimento pessoal ou partidário: A nomeação de pessoas sem qualificação
técnica para cargos estratégicos, com base em critérios políticos ou pessoais, em
detrimento do interesse público, pode configurar atos de improbidade administrativa.
A investigação desses e de outros possíveis atos de improbidade
administrativa visa não apenas responsabilizar os envolvidos pelas irregularidades, mas
também fortalecer a integridade, a transparência e a ética na gestão pública.
Lei Anticorrupção (Lei 12.846, de 1º de agosto de 2013).
A Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) é uma legislação brasileira que
estabelece regras e medidas administrativas para responsabilizar empresas envolvidas
em atos de corrupção contra a administração pública, tanto nacional quanto estrangeira.
A lei prevê sanções como multas, publicação extraordinária da decisão condenatória,
proibição de receber incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de
órgãos ou entidades públicas e até mesmo a dissolução compulsória da empresa. A Lei
Anticorrupção pode ser aplicada a diversas situações. Abaixo estão alguns exemplos de
como a lei poderia ser utilizada:
Fornecedores de Equipamentos e Insumos Hospitalares: Empresas que forneceram
equipamentos hospitalares defeituosos ou com preços superfaturados poderiam ser
responsabilizadas de acordo com a Lei Anticorrupção.
Contratos de Publicidade e Comunicação: Empresas que obtiveram contratos para
campanhas de comunicação e publicidade relacionadas à pandemia através de
meios ilícitos, como propinas ou favorecimentos indevidos.
9
Para que a Lei Anticorrupção seja aplicada, é necessário que se
comprove a participação da empresa em atos ilícitos contra a administração pública,
visando responsabilizar empresas que tenham se beneficiado de forma indevida durante
a pandemia.
Crimes contra humanidade (Decreto nº 4.388, de 2002 – Estatuto de Roma do
Tribunal Penal Internacional, art. 7º, 1, k).
O Decreto nº 4.388, de 2002, refere-se à adesão do Brasil ao Estatuto
de Roma do Tribunal Penal Internacional, que é um tratado internacional que estabelece
a competência do Tribunal Penal Internacional para julgar indivíduos acusados de
cometer crimes graves, incluindo crimes contra a humanidade.
O artigo 7º, 1, k do Estatuto de Roma define crimes contra a
humanidade como atos que são cometidos como parte de um ataque generalizado ou
sistemático contra qualquer população civil, incluindo:
"(k) Perseguição de um grupo ou coletividade com identidade própria fundada em
motivos políticos, raciais, nacionais, étnicos, culturais, religiosos, de gênero definido no
parágrafo 3, ou outros motivos universalmente reconhecidos como inaceitáveis ao abrigo
do direito internacional, em conexão com qualquer ato referido nesta alínea ou qualquer
crime da competência do Tribunal". Exemplos de crimes contra a humanidade incluem:
Genocídio: Tentativa de destruição de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional,
como o genocídio ocorrido em Ruanda em 1994.
Perseguição: Perseguição sistemática e generalizada de uma comunidade ou grupo
com base em sua etnia, religião, nacionalidade, ou outros motivos identificáveis,
como a perseguição de Rohingya em Mianmar.
Desaparecimento forçado: Sequestro ou detenção de pessoas por agentes do
Estado ou com o seu consentimento, seguido de recusa em reconhecer o paradeiro
da pessoa desaparecida ou de dar informações sobre ela, como os
desaparecimentos forçados durante a ditadura militar na Argentina.
Estes são apenas alguns exemplos de crimes contra a humanidade. É
10
importante notar que a definição e o reconhecimento destes crimes podem variar
dependendo do contexto e das leis nacionais e internacionais aplicáveis. O Tribunal
Penal Internacional tem jurisdição sobre estes crimes quando os Estados Partes do
Estatuto de Roma não investigam ou julgam adequadamente os responsáveis.
Em resumo, a abertura e condução de uma CPI são essenciais para o
fortalecimento da democracia, promovendo a transparência, a accountability e a
responsabilização no exercício das funções públicas. Através de um processo rigoroso e
imparcial de investigação, a CPI busca esclarecer fatos, apurar responsabilidades e
contribuir para a promoção da justiça e da integridade no âmbito do poder público.
11
3 CONCLUSÃO
A investigação da CPI do COVID-19 oferece uma oportunidade única
para aprender sobre a importância da transparência, responsabilidade e integridade na
gestão de crises de saúde pública e na governança em geral. Este contexto pode ser um
estudo de caso valioso para profissionais em formação e para cidadãos em geral,
fornecendo insights sobre diversos aspectos cruciais para a vida profissional e para o
desenvolvimento de um cidadão crítico-reflexivo.·.
Para vida profissional a investigação da CPI pode ilustrar os desafios
associados à gestão de crises de saúde pública e como decisões tomadas em
momentos de crise podem ter impactos de longo alcance. A conduta dos envolvidos na
investigação pode servir como um exemplo de ética profissional e responsabilidade,
destacando a importância da integridade e da prestação de contas no ambiente de
trabalho. A maneira como as informações são comunicadas ao público durante a
investigação pode oferecer insights sobre a importância da transparência e da
comunicação eficaz em situações de crise,
A investigação da CPI pode estimular o pensamento crítico, incentivando
os cidadãos a questionar informações, avaliar evidências e formar opiniões
fundamentadas, através do acompanhamento e a compreensão da investigação podem
motivar os cidadãos a se envolverem mais ativamente na vida política e democrática de
sua comunidade ou país. Os cidadãos podem desenvolver uma maior consciência sobre
questões éticas e cívicas, compreendendo a importância do respeito aos direitos
humanos, à democracia e à integridade das instituições públicas.
Ao refletir sobre as ações e descobertas relatadas na investigação da
CPI do COVID-19, os indivíduos podem adquirir habilidades e conhecimentos essenciais
para enfrentar desafios complexos, tomar decisões informadas e contribuir para a
construção de uma sociedade mais justa, transparente e democrática. Este aprendizado
é fundamental tanto para a vida profissional quanto para o desenvolvimento pessoal e
cívico, preparando os indivíduos para serem profissionais éticos, cidadãos responsáveis
e participantes ativos na construção de um mundo melhor.
12
REFERÊNCIAS
BRAZ, Jacqueline Mayer da Costa Ude. Teoria Geral do Direito Constitucional.
Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016.
CARVALHO, Fernanda Lara de; BARBETA, Edvania Fátima Fontes Godoy. Direito
penal – parte geral. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016.
CARVALHO, Mauricio Soares de. Orçamento público. Londrina: Editora e Distribuidora
Educacional S.A., 2017.
CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito – COVID-19 – Senado Federal
https://legis.senado.leg.br/comissoes/mnas?codcol=2441&tp=4. Acesso em 20 fev.
2024.
HENRIQUE, Márcio Alexandre Ioti; PERRUCI, Felipe Falcone. Tecnologias de
informação aplicadas ao direito. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A.,
2017.
LUZ, Bernardo Araújo da; NAVES, Carlos Luiz de Lima e; MACHADO, Renato Martins.
Direito penal - crimes contra a dignidade sexual e administração pública. Londrina:
Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
RANGEL, Fernanda Leite de Araújo. Tópicos em direito administrativo. Londrina:
Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
TESTA, Janaina Carla da Silva Vargas et al. Direito público. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2014.