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Danças e Folguedos de Sergipe

O documento apresenta atividades de arte para o 7º ano do ensino fundamental, focando na cultura popular sergipana e suas principais danças e folguedos. Destaca a rica herança cultural de Sergipe, incluindo grupos folclóricos como Taieiras, Cacumbis, Reisado, Chegança, e outros, que refletem a mistura de tradições africanas e portuguesas. Cada grupo é descrito com suas características, origens, e a importância de suas apresentações nas festividades locais.
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Danças e Folguedos de Sergipe

O documento apresenta atividades de arte para o 7º ano do ensino fundamental, focando na cultura popular sergipana e suas principais danças e folguedos. Destaca a rica herança cultural de Sergipe, incluindo grupos folclóricos como Taieiras, Cacumbis, Reisado, Chegança, e outros, que refletem a mistura de tradições africanas e portuguesas. Cada grupo é descrito com suas características, origens, e a importância de suas apresentações nas festividades locais.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE


COLÉGIO DE APLICAÇÃO

Av. Marechal Rondon S/N, Rosa Elze. CEP: 49100-000


(79) 3194-6930/6931 – [email protected]

Atividades Arte para o 7º ano ensino fundamental 2020


Atividade IV – Conteúdos:
CULTURA POPULAR SERGIPANA
Principais danças e folguedos da cultura popular sergipana

Sergipe guarda em sua história e tradição muito das culturas portuguesa e negra e um dos mais
ricos folclores do Brasil. São inúmeras as manifestações culturais que nos remetem ao passado e
garantem, no presente, uma permanente interação entre as mais diversas comunidades responsáveis
pela continuidade do nosso folclore.
A cidade de Laranjeiras, situada no Vale do Cotinguiba, era um imenso canavial e durante
muito tempo a cana-de-açúcar representou seu principal ciclo econômico. Com os engenhos,
chegaram os escravos e as igrejas, com suas irmandades e festas. A cidade possui 16 igrejas católicas
e se orgulha de ter sediado o primeiro templo protestante de Sergipe, a Igreja Presbiteriana, fundada
em 1884. Laranjeiras é o maior pólo folclórico do estado de Sergipe. É no ciclo de natal,
especialmente na Festa dos Santos Reis, que a tradição laranjeirense toma as ruas da cidade. As
Taieiras rezam na Igreja de São Benedito, o santo preto e em seguida saem pelas ruas da cidade
acompanhadas pelos Cacumbis, Reisados, Chegança, Congada, São Gonçalo, Caboclinhos e os
Lambe - Sujo.

TAIEIRAS

Grupo de forte característica religiosa tendo por objetivo a louvação a São Benedito e a Nossa
Sra. do Rosário, ambos padroeiros dos negros no Brasil. É da imagem dessa santa que se retira a
coroa para colocar na cabeça da "Rainhas das Taieiras" ou "Rainha do Congo". Durante a missa na
Igreja de São Benedito, em Laranjeiras, as Taieiras, grupo de influência afro, participa efetivamente
do ritual cristão numa demonstração clara do sincretismo religiosos entre a Igreja Católica e os rituais
afro-brasileiros. O momento da coroação é o ápice da festa que se realiza sempre no dia 06 de janeiro,
nessa igreja.Tocando quexerés (instrumentos de percussão) e tambores, as Taieiras, trajando blusa
vermelha cortada por fitas e saia branca, seguem pelas ruas cantando cantigas religiosas ou não. Este
evento é definido como uma das mais claras demonstrações de sincretismo, com santos e rainhas,
procissões e danças misturados num mesmo momento de celebração.

CACUMBIS

Não se sabe ao certo a origem do Cacumbi, acredita se que é uma variação de outros autos e
bailados como Congada, Guerreiro, Reisado e Cucumbi.O grupo apresenta-se na Procissão de Bom
Jesus dos Navegantes e no Dia de Reis, quando a dança é realizada em homenagem a São Benedito
e Nossa Senhora do Rosário. Seus personagens são o Mestre, o Contra-Mestre e os dançadores e
cantadores; o grupo é composto exclusivamente por homens. Os componentes vestem calça branca,
camisa amarela e chapéus enfeitados com fitas, espelhos e laços. Só o Mestre e o Contra-Mestre usam
camisas azuis. O ritmo é forte, o som marcante e o apito coordena mudança dos passos. Os
instrumentos que acompanham o grupo são: cuíca, pandeiro, reco reco, caixa e ganzá. Em Sergipe, o
Cacumbi é encontrado nos municípios de Lagarto, Japaratuba, Riachuelo e Laranjeiras.

REISADO
O Reisado, de origem ibérica, se instalou em Sergipe no período colonial. É uma dança do
período natalino em comemoração do nascimento do menino Jesus e em homenagem dos Reis Magos.
Antigamente era dançado às vésperas do Dia de Reis, estendendo-se até fevereiro para o ritual do
“enterro do boi”. Atualmente, o Reisado é dançado, também, em outros eventos e em qualquer época
do ano. O Reisado é formado por dois cordões que disputam a simpatia da plateia e são liderados
pelas personagens centrais: o “Caboclo” ou “Mateus” e a “Dona Deusa” ou “Dona do Baile”. Também
se destaca a figura do “Boi”, cuja aparição representa o ponto alto da dança. Os instrumentos que
acompanham o grupo são violão, sanfona, pandeiro, zabumba, triângulo e ganzá. O Reisado tem como
característica o uso de trajes de cores fortes e chapéus ricamente enfeitados com fitas coloridas e
espelhinhos.

CHEGANÇA

Folguedo que representa em sua evolução a luta dos cristãos pelo batismo dos Mouros. A
apresentação sempre acontece na porta de igrejas, onde uma embarcação de madeira é montada para
o desenvolvimento das jornadas. A predominância é do azul e do branco. O padre, o rei e os Mouros
(personagens da Chegança), utilizam outras tonalidades. O pandeiro é o principal instrumento de
acompanhamento, eles utilizam também apitos e espadas. Bastante teatral, a apresentação completa
da Chegança demora, geralmente, 60 minutos. Segue aqui o link de uma animação produzida aqui
em Sergipe que conta um pouco dessa história. https://www.youtube.com/watch?v=cQ5uhtjDbj8

SÃO GONÇALO
Dança em homenagem a São Gonçalo do Amarante, que segundo a lenda, teria sido um
marinheiro que tirou muitas mulheres da prostituição, através da música alegre que fazia com a viola.
A dança é acompanhada por violões, pulés (instrumentos feitos de bambu), e caixa. A caixa é tocada
pelo "patrão" - homem vestido de marinheiro, como alusão a São Gonçalo do Amarante. O grupo
dança em festas religiosas e pagamento de promessas. É composto em suas maioria por trabalhadores
rurais, que se vestem de mulher, representando as prostitutas. Um dos grupos mais apreciados pela
singeleza da dança e da música. Apesar de louvar um Santo católico, a dança lembra movimentos de
rituais afro. Mais uma vez isso fica comprovado também na letra das músicas. Um dos versos mais
conhecidos do São Gonçalo diz: “Vosso reis pediu uma dança, é de ponta de pé, é de ‘calcanhá’. Onde
mora vosso reis de Congo...”

GUERREIRO
Auto natalino, que carrega marcas do Reisado. Sobre as origens conta a lenda popular que
uma rainha, em um passeio acompanhada de sua criada de nome Lira e dos guardas (Vassalos),
conhece e apaixona-se por um índio chamado Peri. Para não ser denunciada, manda matar Lira.
Mesmo assim, o rei toma conhecimento do fato e, na luta contra o índio Peri, morre. A dança é
composta de jornadas - uma seqüência de cantos e danças -, que são apresentadas de acordo com os
personagens de cada grupo, sendo um dos pontos culminantes a luta de espadas, travada entre o
Mestre e o índio Peri. Os principais personagens do Guerreiro, além do Mestre – que comanda as
apresentações -, e do índio Peri, são: o Embaixador, a Rainha, Lira, o Palhaço e os Vassalos. Os
instrumentos que acompanham o grupo são sanfona, pandeiro, triângulo e tambor. Destacam-se os
trajes coloridos e ricamente enfeitados.

LAMBE SUJO E CABOCLINHOS


São dois grupos folclóricos unidos num folguedo que se baseia no episódio da destruição dos
quilombos. O grupo dos Lambe-Sujos é formado por meninos e homens totalmente pintados de preto,
usando uma mistura de tinta preta e melaço de cana-de-açúcar para ficar com a pele brilhosa. Eles
usam short e um gorro de flanela vermelha. Nas mãos, uma foice, símbolo de luta pela liberdade.
Fazem parte do grupo o Rei”, a Rainha e a “Mãe Suzana”, representando uma escrava negra.Após
uma alvorada festiva, os Lambe-Sujos saem às ruas, acompanhados por pandeiros, cuíca s, reco-recos
e tamborins, roubando diversos objetos de pessoas da comunidade que são guardados no “mocambo”,
armado em praça pública. A devolução dos objetos é feita mediante contribuição em dinheiro pelo
proprietário do objeto roubado. Junto com os Lambe-Sujos se apresentam os Caboclinhos, que pintam
o corpo de roxo-terra e usam indumentária indígena: enfeites de penas, cocar e flecha nas mãos.A
brincadeira consiste na captura a rainha dos Caboclinhos pelos Lambe-Sujos, que fica aprisionada. À
tarde, há a tradicional “batalha” pela libertação da rainha, da qual os Caboclinhos saem vitoriosos. O
grupo musical que acompanha o folguedo é composto por ganzás, pandeiros, cuícas, tambores e reco-
recos.Hoje, a "Festa de Lambe-Sujo", como é conhecida, tornou-se uma das mais importantes da
cidade de Laranjeiras, acontecendo sempre no segundo domingo de outubro. Segue aqui link para
assistir uma animação produzida em Sergipe que conta um pouco dessa história.
https://www.youtube.com/watch?v=3t1FR9yPJJ0

PARAFUSOS

Conta-se que no tempo da escravidão, os escravos negros fugitivos saíram à noite para roubar
as anáguas das sinhazinhas deixadas no quaradouro. Cobrindo todo corpo até o pescoço, sobrepondo
peça por peça, nas noites de lua cheia saíram pelas ruas dando pulos e rodopiando em busca da
liberdade. A superstição da época contribuiu para que os senhores ficavam apavorados com tal
assombração - acreditando em almas sem cabeça e outras visagens - e não ousavam sair de casa. Após
a libertação, os negros saíram pelas ruas vestidos do jeito como faziam para fugir dos seus donos.
Nasceram assim os parafusos.Trajando uma seqüência de anáguas, cantarolando, pulando em
movimentos torcidos e retorcidos, um grupo exclusivamente de homens – representando os escravos
negros – formam o grupo folclórico “Parafuso” da cidade de Lagarto. Os instrumentos que
acompanham o grupo são triângulo, acordeom e bombo. Segue aqui um link para você conhecer uma
animação produzida em Sergipe que conta um pouco dessa história.
https://www.youtube.com/watch?v=Pp1ZzL4xaSQ
ZABUMBA

Zabumba é o nome popular do “bombo”, um instrumento de percussão. O termo, também, é


usado para denominar o conjunto musical composta por quatro integrantes, todos do sexo masculino,
conhecido como “Banda de Pífanos”. Em Sergipe, as apresentações da Zabumba acontecem em
rituais de pagamento de promessas, datas comemorativas, festas religiosas e festivais de cultura
popular.

MARACATU

O Maracatu originou-se da coroação dos Reis do Congo. Não sendo propriamente um auto,
não tem um enredo ordenado para sua exibição.Integram ao cortejo real, lembrança da célebre rainha
africana Ginga de Matamba, o Rei, a Rainha, o Príncipe e a Princesa, Ministros, Conselheiros,
Vassalos, Lanceiros, a Porta-bandeira, Soldados, Baianas e tocadores. E as “Calungas”, bonecos
representando Oxum e Xangô. Em geral o cortejo é formado por integrantes negros. Vestidos de cores
extravagantes, os participantes do cortejo seguem pelas ruas da cidade cantando e saracoteando, entre
umbigadas, cumprimentos e marchas. Não existe uma coreografia especial. Algumas das cantigas são
proferidas numa presumível língua africana, tambor, chocalho e gonguê são os instrumentos musicais
que acompanham o cortejo. Tendo o Maracatu perdido a tradição sagrada, hoje, é considerado um
grupo carnavalesco, de brincadeiras de rua, que, em Sergipe, é encontrado nos municípios de Brejo
Grande e Japaratuba.
CANGACEIROS
Em 1960, Azulão, um dos homens de Lampião, formou um grupo composto de 17 homens e
2 mulheres (representando Maria Bonita e Dadá), vestidos de cangaceiros e, com eles saiu cantando
e dançando em ritmo de forró pelas ruas de Lagarto; costume vivo até hoje, revivendo as estórias e
histórias de Lampião cantadas e decantadas em prosa e verso.
O grupo tem como indumentária chapéus de couro enfeitados, camisas de mangas longas com divisas
nos ombros, jabiracas coloridas ou lenço no pescoço, cartucheiras, espingardas e sandálias de couro
grosso.Em Sergipe, a manifestação permanece viva nos municípios de Lagarto e Própria

BACAMARTEIROS

Costume e tradição do município de Carmópolis. Os Bacamarteiros comemoram a noite de


São João (24 de junho) com dança, música e muitos tiros de bacamarte (espécie de rifle artesanal). O
grupo é composto por mais de 60 participantes, entre homens e mulheres. As mulheres trajam chapéu
de palha e vestido de chita, dançam sempre em círculo, enquanto os homens, que ficam atrás, vão
disparando tiros de bacamarte, de acordo com o desenrolar da dança.
SAMBA DE PAREIA

É uma variante do Samba de coco, com formação em círculo. A dança é desenvolvida em


pares, o ritmo marcado pelo som dos tamancos e acompanhados por atabaques, onças e ganzás. É um
grupo formado exclusivamente por mulheres. Diferente do Samba de Coco, a solista não está no
centro da roda, mas ao lado dos músicos, ela tira os versos enquanto as demais cantam o refrão. A
indumentária é simples, própria do ciclo junino. Vestido de cintura, rodado com um leve decote na
blusa, sobrepondo um babado e mangas bufantes, confeccionado em tecido de algodão com estampa
discreta.Calçam tamancos e na cabeça usam chapéu de palha. A área de abrangência mais conhecida
dessas manifestações é o povoado Mussuca, em Laranjeiras.

BATUCADA

Manifestação folclórica bastante difundida no município de Estância. Os instrumentos de


percussão - tambor, reco-reco, ganzá e triângulo - e o compasso rítmico das batidas dos pés são as
características mais marcantes.
A Batucada é composta de 100 a 150 figurantes, homens e mulheres, que vestem indumentárias
típicas do ciclo junino. Na cabeça, todos usam chapéus de palha e nos pés tamancos de madeira.
SAMBA DE COCO

Uma dança acompanhada de cânticos, a origem é africana, mas com forte influência indígena.
A marcação do ritmo é forte, feita através dos sapateados e das palmas. Sua origem africana está
ligada intimamente à formação dos quilombos. Os negros que fugiam das senzalas se reuniam em
locais distantes - quilombos, e para passar o tempo ocioso cantavam enquanto praticavam o ritual da
quebra do coco, retirando a “coconha” (amêndoa), para o preparo dos alimentos. No Samba de Coco,
o tirador do coco, também chamado de coqueiro, é quem puxa os versos, que são respondidos pelo
coro dos participantes. Os versos podem ser tradicionais e improvisados e aparecem nas mais variadas
formas, quadras, sextilhas, décimas, etc. No Samba de Coco o canto é marcado pelos instrumentos
de percussão: cuícas, pandeiros, ganzás, bombos, tambores, chocalhos, maracas e zabumbas que
acompanham a sanfona. Enquanto dançam, sapateando e pisando forte no chão, os participantes
batem palmas e cantam, girando sem parar, desenvolvendo passos e requebros. A indumentária é
simples. As mulheres usam vestidos estampados, com saias rodadas e cinturas marcadas, e os homens,
calças comuns e camisas identicamente estampadas. Nos pés, usam tamancos de madeira que ajudam
a sonorizar o ato da pisada no chão.

SARANDAIA

A Sarandaia, realizada em Capela, é a junção de dois grupos folclóricos: Zabumba e


Bacamarteiros. No dia 31 de maio, à meia-noite, eles saem às ruas pedindo brindes para ajudar a
compor o mastro. O cortejo invade a noite com muita gente dançando ao ritmo da zabumba e os
estouros dos bacamartes.
PISA-PÓLVORA

Um ritual, uma dança folclórica, muito parecida com a Batucada, ambas manifestações
populares com forte expressividade no município de Estância. A finalidade maior do Pisa-Pólvora é
preparar a pólvora para as sensacionais batalhas de busca-pés e para os barcos de fogo, abrindo os
festejos juninos da cidade. A dança é realizada em torno de um pilão, onde estão colocados o enxofre,
o salitre e o carvão, substâncias utilizadas no preparo da pólvora. Homens e mulheres costumam
participar, vestidos à moda caipira, cantando e dançando ao som de ganzás, tambores, triângulos,
reco-reco e porca.O ritual é uma herança dos tempos da escravidão; os negros costumavam realizar
as tarefas, dançando, pisando forte no chão e tirando versos de improviso.

1- Atiidades:
a- A cultura popular é também chamada de folclore. Você sabe o que é folclore e quem criou esse
termo? Pesquise e responda aqui para a gente.
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b- Das manifestações folclóricas apresentadas aqui nesse texto qual a que você gostou mais e porque?
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c- Você já assistiu apresentação de algum desses grupos folclóricos? Qual? Onde?


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d- Apresentamos no texto três links para que você assista animações sobre três manifestações
folclóricas sergipanas. Assista e escolha uma dessas animações para fazer um resumo da história.
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e- Você conhece outras manifestações folclóricas (dança ou folguedo) que não foram citadas nesse
texto? Conte aqui para a gente quais.
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f- Escolha uma das manifestações folclóricas apresentadas aqui e faça um desenho bem legal
retratando seus personagens. (se possível, pinte com as cores que caracterizam o grupo).

ATENÇÃO:
AS RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DA DISCLIPLINA ARTE – ARTES VISUAIS, Ensino
Fundamental. DEVEM SER ENVIADAS PARA O SEGUINTE E-MAIL.
[email protected] COM O SEGUINTE TÍTULO. Atividade de Arte. Nome do
aluno (completo), Ano e Turma. (Não serão aceitas as mensagens com outros títulos). O
MATERIAL ENVIADO DEVE SER CLARO, LEGÍVEL PODEM ANEXAR IMAGENS
(claras que sejam possíveis ler).

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