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Área Mínima de Habitação na Reabilitação

O documento analisa as exigências mínimas de habitação na reabilitação de edifícios conforme a Portaria n.º 304/2019. Ele discute as dimensões e áreas úteis de compartimentos, fogos e instalações sanitárias, além de comparar os requisitos da Portaria com o Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU). As conclusões destacam a importância de garantir condições adequadas para o uso da habitação e a acessibilidade.

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O documento analisa as exigências mínimas de habitação na reabilitação de edifícios conforme a Portaria n.º 304/2019. Ele discute as dimensões e áreas úteis de compartimentos, fogos e instalações sanitárias, além de comparar os requisitos da Portaria com o Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU). As conclusões destacam a importância de garantir condições adequadas para o uso da habitação e a acessibilidade.

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ÁREA MÍNIMA Análise das

exigências
DA HABITAÇÃO
definidas na
NA REABILITAÇÃO Portaria n.º
DE EDIFÍCIOS 304/2019

4.º Encontro de Conservação e Reabilitação de Edifícios | Laboratório Nacional de Engenharia Civil


João Branco Pedro | Lisboa, 3 a 6 de novembro de 2020
01 Introdução

02 Método

03 Compartimentos

04 Fogos

05 Conclusões

06 Discussão
Introdução 01
Enquadramento
Questões
A Portaria n.º 304/2019, de 12 de
setembro, define os requisitos funcionais Em que medida os requisitos da Portaria
mínimos da habitação e da edificação
em conjunto, para as intervenções de
garantem adequadas condições para o uso da
reabilitação habitação?
Os requisitos da Portaria prevalecem
sobre o estabelecido no «Regulamento
Como se comparam os requisitos da Portaria com
Geral das Edificações Urbanas» (RGEU) os definidos no RGEU?
Método 02
Tarefas Parâmetros

Dimensões mínimas do mobiliário e do


Para dar resposta às questões foram: equipamento apuradas em Pedro et al.
(2011)
› Elaborados modelos de compartimentos
Requisitos de acessibilidade das pessoas
de acordo com o estabelecido na Portaria com mobilidade condicionada, previstos
na Portaria n.º 301/2019, de 12 de
› Calculadas as áreas úteis dos fogos setembro, para intervenções de
para o RGEU e Portaria reabilitação médias
Conceitos

Habitação Unidade funcional destinada ao uso como habitação familiar;


compreende o fogo e as dependências do fogo

Fogo Conjunto de compartimentos nucleares de uma habitação


interligados entre si

Compartimento Cada um dos espaços encerrados e com acesso próprio em que


se divide o fogo

Função Conjunto de atividades que constituem uma unidade no uso da


habitação

Área útil Superfície de pavimento disponível para o uso

Dimensão útil Diâmetro do maior círculo inscrito


Conceitos

Dimensões físicas Dimensões do espaço ocupado pelo mobiliário ou equipamento

Dimensões de uso Dimensões do espaço livre necessário para usar o mobiliário ou


equipamento

Lotação máxima Número máximo de moradores da habitação

Lotação provável Número previsível de moradores da habitação, atendendo ao número e


tipo de quartos e possibilidade de partilha de quartos por sexo e idade

Nível básico de qualidade Condições de segurança e de salubridade que colocam a vida humana, nos
seus aspetos físicos e mentais, ao abrigo de ser prejudicada

Nível mínimo de qualidade Assegura a satisfação das necessidades elementares de vida quotidiana no
horizonte temporal da vida útil dos edifícios
Compartimentos 03
Sala Embora seja viável dispor o
mobiliário numa sala com 2,10
«A sala, quando objeto de intervenção, m de dimensão útil, 2,40 m
deve ter área útil não inferior a 10 m² ou,
quando integrar o equipamento de permitem uma configuração
cozinha, 14 m², permitindo em qualquer do compartimento e uma
dos casos a inscrição de um círculo com disposição do mobiliário mais
diâmetro não inferior a 2,10 m»
adequadas

Uma sala com 10 m² de área


útil permite integrar uma O mobiliário que é possível
mesa de refeições, um sofá ou integrar numa sala com 10 m²
um divã, uma estante, uma de área útil adequa-se a
mesa para televisão e um habitações com lotação não
espaço livre de manobra superior a 4 pessoas
Cozinha
«A cozinha ou o equipamento de
cozinha instalado na sala deve incluir A dimensão útil da cozinha
pelo menos um lava-louça e condições
para a instalação de um fogão e de um não deve ser inferior a 1,80 m
frigorífico, utilizáveis com segurança,
conforto, salubridade e funcionalidade»

Se o equipamento de cozinha
for integrado na sala, o
Uma cozinha com 4,5 m² de acréscimo de 4,0 m² à área
área útil permite integrar um útil da sala é suficiente
frigorífico, um fogão, ou lava-
louça e uma bancada de
trabalho
Um quarto com 5 m² de área
útil apenas pode ser
Quartos individuais individual, integrando uma
(Pequena reorganização) cama, uma mesa de
cabeceira, um roupeiro e uma
«Os quartos, quando objeto de
intervenção, devem ter uma área útil cadeira
não inferior a 5 m² e permitir a inscrição
de um círculo com diâmetro não inferior
a 2,10 m»
A dimensão útil de 2,10 m é
adequada
Quartos individuais Um quarto com 6,5 m² de
(Grande reorganização) área útil deve ser individual,
integrando uma cama, uma
«Os quartos devem ter uma área útil
mesa de cabeceira, um
não inferior a 6,5 m² e permitir a
inscrição de um círculo com diâmetro roupeiro individual, uma
não inferior a 2,10 m, exceto quando a estante e uma mesa de
tipologia resultante seja superior a um
trabalho
T4, sendo aplicável nestes casos o
disposto para os quartos nos artigos 66.º
e 69.º do RGEU, com exceção do quarto
de casal cuja área mínima é de 9,0 m²,
permitindo a inscrição de um círculo com Uma dimensão útil de 2,10 m
diâmetro não inferior a 2,10 m» é adequada
Quartos duplos Um quarto com 9,0 m² de
(Grande reorganização) área útil pode ser duplo,
integrando neste caso duas
«Os quartos devem ter uma área útil
camas, duas mesas de
não inferior a 6,5 m² e permitir a
inscrição de um círculo com diâmetro cabeceira, uma cadeira e um
não inferior a 2,10 m, exceto quando a roupeiro duplo
tipologia resultante seja superior a um
T4, sendo aplicável nestes casos o
disposto para os quartos nos artigos 66.º
e 69.º do RGEU, com exceção do quarto Uma dimensão útil de 2,10 m
de casal cuja área mínima é de 9,0 m²,
permitindo a inscrição de um círculo com é pouco viável, sendo
diâmetro não inferior a 2,10 m» recomendado 2,40 m
Um quarto com uma área útil
Quartos de casal de 9,0 m² pode também ser
(Grande reorganização) de casal, integrando neste
«Os quartos devem ter uma área útil caso uma cama de casal, duas
não inferior a 6,5 m² e permitir a mesas de cabeceira, uma
inscrição de um círculo com diâmetro
cadeira e um roupeiro duplo
não inferior a 2,10 m, exceto quando a
tipologia resultante seja superior a um
T4, sendo aplicável nestes casos o
disposto para os quartos nos artigos 66.º
e 69.º do RGEU, com exceção do quarto Uma dimensão útil de 2,10 m
de casal cuja área mínima é de 9,0 m², é inviável , sendo necessário,
permitindo a inscrição de um círculo com pelo menos, 2,50 m e
diâmetro não inferior a 2,10 m»
recomendável 2,60 m
A área útil das instalações
sanitárias resulta da
Instalações sanitárias disposição do equipamento
sanitário
«As instalações sanitárias devem ter uma
dimensão que permita a utilização dos
equipamentos sanitários em condições
de segurança, conforto, salubridade e Uma instalação sanitária
funcionalidade».
completa necessita, pelo
«”Instalação sanitária completa”, a menos, de uma área útil de
instalação sanitária que inclua, pelo 3,0 m²
menos, um lavatório, uma sanita e uma
base de duche»

«”Instalação sanitária complementar”, a


instalação sanitária que inclua, pelo Uma instalação sanitária
menos, uma sanita e um lavatório» complementar necessita, pelo
menos, de uma área útil de
1,5 m²
Os corredores devem ter uma Num corredor com uma
Corredores
largura não inferior a 1,10 m, largura de 1,10 m, uma pessoa
(grandes reorganizações)
exceto se tiverem um pode circular de frente junto a
«Os corredores das habitações que não comprimento não superior a móvel ou estante baixa (0,60
sejam objeto de alteração podem manter
as suas dimensões, caso contrário,
1,50 m, caso em que a sua m de largura de passagem +
devem cumprir o estabelecido no artigo largura pode ser reduzida 0,50 m de largura do móvel
70.º do RGEU.» para 0,90 m ou estante)

Escadas das A pessoa necessita de uma


habitações Uma escada com uma largura
largura livre de 0,60 m, à qual
se soma uma tolerância de
«As escadas das habitações que não de 0,70 m permite a
0,10 m para corrimãos e o
sejam objeto de alteração podem manter circulação de uma pessoa de
as suas dimensões, caso contrário devem movimento oscilatório do
frente
ter uma largura não inferior a 0,70 m e corpo ao subir ou descer a
ser dimensionadas de modo a garantir
uma utilização ergonómica.»
escada
Fogos 04
Obras de pequena reorganização espacial
Qualquer habitação Se a instalação sanitária for intervencionada, então deve existir uma
que seja objeto de uma completa

intervenção deve,
pelo menos, conter: Obras de grande reorganização espacial

O número e tipo das instalações sanitárias varia com o número de quartos


› uma sala da tipologia resultante:

› uma instalação sanitária › Uma instalação sanitária completa nas habitações T0, T1 e T2

› Uma instalação sanitária completa e uma instalação sanitária


› equipamento de cozinha complementar, nas habitações T3 ou T4
(numa cozinha ou integrado na sala)
› Duas instalações sanitárias completas, nas habitações T5 ou superiores
Compartimentos T0 T1 T2 T3 T4 T5 T6

Sala 10,0 10,0 10,0 10,0 10,0 10,0 10,0

Equipamento de cozinha 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0


Áreas úteis dos
Quarto 6,5 6,5 6,5 6,5 9,0 9,0
fogos definidas
Quarto 6,5 6,5 6,5 9,0 9,0
na Portaria, por
tipologia (m²) Quarto 6,5 6,5 9,0 9,0

Quarto 6,5 9,0 9,0

Quarto 6,5 6,5


A área útil mínima dos fogos
foi calculada conjugando o
Quarto 6,5
programa mínimo de
compartimentos com a área
Instalação sanitária completa 3,0 3,0 3,0 3,0 3,0 3,0 3,0
mínima de cada
compartimento Instalação sanitária completa 3,0 3,0

Instalação sanitária complementar 1,5 1,5

Total 17,0 23,5 30,0 38,0 44,5 62,0 68,5


Compartimentos T0 T1 T2 T3 T4 T5 T6

Sala 10,0 10,0 12,0 12,0 12,0 16,0 16,0

Cozinha 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0


Áreas úteis dos
Quarto 10,5 10,5 10,5 10,5 10,5 10,5
fogos definidas
Quarto 9,0 9,0 9,0 9,0 9,0
no RGEU, por
tipologia (m²) Quarto 9,0 9,0 9,0 9,0

Quarto 6,5 6,5 6,5

Quarto 9,0 9,0


A área útil mínima de cada
fogo foi calculada conjugando
Quarto 6,5
o programa mínimo de
compartimentos com a área
Suplemento de área obrigatório 6,0 4,0 6,0 8,0 8,0 8,0 10,0
mínima de cada
compartimento Instalação sanitária 1 3,5 3,5 3,5 3,5 3,5 3,5 3,5

Instalação sanitária 2 1,0 1,0 3,0 3,0

Total 25,5 34,0 47,0 59,0 65,5 80,5 89,0


RGEU

Comparação de P304/2019
áreas úteis do
fogo entre RGEU
e Portaria, por
tipologia (m²)

T0 T1 T2 T3 T4 T5 T6

RGEU 25,5 34,0 47,0 59,0 65,5 80,5 89,0

Portaria (grande reorganização espacial) 17,0 23,5 30,0 38,0 44,5 62,0 68,5

Variação 67% 69% 64% 64% 68% 77% 77%


T0 T1 T2 T3 T4 T5 T6

Portaria
Comparação de
Lotação máxima (pessoas) 1 1/2 2 3 4 9 10
áreas úteis dos
Lotação provável (pessoas) 1 1/2 2 2/3 3 5/6 6
fogos por
Área útil/lotação máxima (m²/pessoa) 17,0 15,7 15,0 12,7 11,1 6,9 6,9
morador definidas
na Portaria e no Área útil/lotação provável (m²/pessoa) 17,0 15,7 15,0 15,2 14,8 11,3 11,4

RGEU, por lotação RGEU

Lotação máxima (pessoas) 1 2 4 6 7 9 10

A área útil por morador é um Lotação provável (pessoas) 1 2 3 4 4/5 5/6 6


indicador das condições globais de
espaço do fogo Área útil/lotação máxima (m²/pessoa) 25,5 17,0 11,8 9,8 9,4 8,9 8,9

Área útil/lotação provável (m²/pessoa) 25,5 17,0 15,7 14,8 14,6 14,6 14,8
Conclusões 05
As áreas úteis dos compartimentos exigidas na Portaria são inferiores às
01 do RGEU. Não obstante, os compartimentos continuam a permitir incluir o
mobiliário e o equipamento essencial ao uso da habitação

As dimensões úteis dos compartimentos exigidas na Portaria são também


inferiores às do RGEU. Caso sejam seguidas, as configurações dos
02 compartimentos serão pouco usuais e podem mesmo inviabilizar a
colocação de algum tipo de mobiliário (e.g., cama de casal)

Quando se comparam as áreas úteis dos fogos, para as mesmas tipologias,


03 a Portaria admite uma redução entre 25 a 33% face ao RGEU

As áreas úteis dos fogos por morador, definidas na Portaria, são idênticas
04 ou superiores às do RGEU nas tipologias T1 a T4, sendo, porém,
substancialmente inferiores nas tipologias T5 e T6
Discussão 06
As áreas e as dimensões úteis dos
compartimentos, definidas na Portaria, Não devem ser adotadas como
constituem limiares abaixo dos quais as 01 recomendações de boa prática na
habitações podem concorrer para prejudicar a reabilitação corrente
segurança e a saúde dos moradores

As áreas úteis dos compartimentos, definidas Será provavelmente necessário prever áreas
na Portaria, foram analisadas considerando
maiores para assegurar a circulação e a
compartimentos isolados e com proporções 02 compatibilização dimensional entre
ideais para acomodar o mobiliário e
equipamento compartimentos

Os fogos, definidos na Portaria, apenas É recomendável prever espaços para funções


permitem integrar as funções essências ao uso 03 complementares, nomeadamente o tratamento de
doméstico roupa, a circulação e a arrumação
A crescente diversidade na composição dos É recomendável prever áreas e dimensões úteis
agregados e a aceleração na mudança de
modos de vida justificam que as habitações 04 superiores às da Portaria para permitir alguma
sejam flexíveis versatilidade de uso

É recomendável que as intervenções não criem


A Portaria enquadra-se num regime que visa
novos compartimentos ou reduzam os
promover a melhoria da qualidade de vida e compartimentos existentes se a área ou dimensão
da habitabilidade, a alcançar de forma gradual 05 úteis resultantes forem inferiores às do RGEU, a
e proporcionada à natureza da intervenção a menos que disso resulte uma melhoria das
realizar
condições de segurança, de salubridade ou de
funcionalidade
Referências
PEDRO, J. Branco, 1999 – Programa habitacional: Espaços e compartimentos. Lisboa: LNEC. (Col. Informação Técnica Arquitetura, n.º 4).
[Link]

PEDRO, J. Branco, 2009 – How small can a dwelling be? A revision of Portuguese building regulations. Structural Survey. Emerald Group
Publishing Limited, Vol. 27 No. 5, pp. 390-410 (21).
[Link]

PEDRO, J. Branco; VASCONCELOS, Leonor; MONTEIRO, Mara; JERÓNIMO, Catarina, 2011 – Dimensões do mobiliário e do equipamento na
habitação. Lisboa: LNEC. (Col. Informação Técnica Arquitetura, n.º 10).
[Link]

Decreto-Lei n.º 38 382 [Aprova o Regulamento Geral das Edificações Urbanas]. Diário da República, 1.ª Série. Número 166 (1951-08-07) pp.
715-729.
[Link]

Decreto-Lei n.º 650/75 [Dá nova redação a diversos artigos do Regulamento Geral das Edificações Urbanas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 38
382, de 7 de agosto de 1951]. Diário da República, 1.ª Série. Número 267 (1975-11-18) pp. 1832-1835.
[Link]

Decreto-Lei n.º 95/2019 [Estabelece o regime aplicável à reabilitação de edifícios ou frações autónomas]. Diário da República, 1.ª Série.
Número 136 (2019-07-18) pp. 35-45.
[Link]

Portaria n.º 301/2019, de 12 de setembro [Define o método de projeto para a melhoria da acessibilidade das pessoas com mobilidade
condicionada em edifícios habitacionais existentes]. Diário da República, 1.ª Série. Número 175 (2019-09-12) pp. 128-133.
[Link]

Portaria n.º 304/2019, de 12 de setembro [Define os requisitos funcionais da habitação e da edificação em conjunto, aplicáveis às operações de
reabilitação em edifícios ou frações com licença de construção emitida até 1 de janeiro de 1977, sempre que estes se destinem a ser
total ou predominantemente afetos ao uso habitacional] Diário da República, 1.ª Série. Número 175 (2019-09-12) pp. 137-142.
[Link]
LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL
Departamento de Edifícios | Núcleo de Estudos Urbanos e Territoriais

Av. do Brasil 101


1700-066 Lisboa – Portugal
Tel. (+351) 21 844 3000

João Branco Pedro | jpedro@[Link]

Agradece-se a António Cabaço,


Cláudio Cruz e J. O. Pedro o contributo
na discussão do conteúdo e na revisão
do texto

ENCORE2020 | 4.º Encontro de Conservação e Reabilitação de Edifícios | Laboratório Nacional de Engenharia Civil
João Branco Pedro | Lisboa, 3 a 6 de novembro de 2020

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