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Impressão 3D na Culinária Inovadora

A BioEdTech, fundada em 2018, visa capacitar profissionais na biofabricação, utilizando a impressão 3D para criar alimentos e soluções inovadoras. A tecnologia de impressão 3D de alimentos permite a produção personalizada, reduzindo desperdícios e democratizando o acesso a alimentos, especialmente para populações com necessidades especiais. Com o crescimento do mercado de proteínas alternativas, a impressão 3D está revolucionando a indústria alimentícia, oferecendo novas possibilidades nutricionais e experiências gastronômicas.
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Impressão 3D na Culinária Inovadora

A BioEdTech, fundada em 2018, visa capacitar profissionais na biofabricação, utilizando a impressão 3D para criar alimentos e soluções inovadoras. A tecnologia de impressão 3D de alimentos permite a produção personalizada, reduzindo desperdícios e democratizando o acesso a alimentos, especialmente para populações com necessidades especiais. Com o crescimento do mercado de proteínas alternativas, a impressão 3D está revolucionando a indústria alimentícia, oferecendo novas possibilidades nutricionais e experiências gastronômicas.
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3D DEA

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IMPRES

EN
TOS
A evolução da
Culinária: Criando
Revolucione a experiências
maneira como os gastronômicas
futuristas!
alimentos são
produzidos!
Conheça a BioEdTech
A BioEdTech nasceu em 2018 com o propósito de capacitar
novos profissionais em áreas emergentes da Biofabricação.

Promovemos o uso da bioimpressão como solução para diversas


áreas na indústria, capacitando e desenvolvendo equipamentos
e softwares para nossos clientes e parceiros.

Nessa jornada tecnológica e inovadora construímos parcerias


importantes e impactamos profissionais de diversas áreas,
levando conhecimentos de fronteira, de modo acessível, para
todos.

Conheça nossas vertentes

Capacitação Eventos

Soluções Inovação
Alimentícias em 3D Aberta
Introdução.
Não é de hoje que a impressão 3D tem sido notícia. Essa
tecnologia, que é altamente versátil, tem sido utilizada nos mais
diversos campos, desde engenharia civil, para a construção de
casas, até mesmo inspirando o desenvolvimento de máquinas,
como as Bioimpressoras, capazes de imprimir um tecido ou
estruturas similares a órgãos humanos!

você sabia que a tecnologia de


impressão 3D também está sendo
muito utilizada no setor alimentício?

Atualmente, tem crescido a procura por fontes de


proteína alternativa a de animais. Devido a questões
principalmente éticas (abatimento de animais) quanto
sustentáveis (excesso de poluição e gasto de água), o
mercado de proteínas alternativas tem sido um
mercado aquecido, com projeções mercadológicas
muito animadoras.
Fonte: Site Aleph Farms
Fonte: BioEdTech

Segundo o índice global da


fome, realizado em 2020,
estima-se que o percentual de
pessoas subnutridas no mundo
ultrapasse 690 milhões de
pessoas.
Dessa forma, além de todas as possibilidades futurísticas
da Bioimpressão, como a produção de órgãos em
laboratório, essa tecnologia tem um potencial real e
imediato de democratizar o acesso de alimentos para a
população de baixa renda e também em lugares de difícil
acesso.
Como funciona?
O conceito básico por trás da impressão 3D de alimentos é
semelhante ao da impressão 3D convencional, em que um
objeto é construído camada por camada. No entanto, ao invés
de utilizar plástico ou metal, a impressora 3D de alimentos usa
ingredientes como massa, doces, purês, proteínas, entre outros.
Esses ingredientes são cuidadosamente preparados e
colocados em seringas (que são como os cartuchos das
impressoras convencionais) alimentando a impressora, que
então deposita o alimento em camadas sucessivas, criando as
formas e características desejadas.

A união entre a impressão 3D e a


culinária nos abre um leque novo de
possibilidades!
Fonte: SUTD
Isso engloba desde:
A criação de formas e designs
complexos que seriam difíceis de
alcançar manualmente;

Uma forma eficiente de produzir


alimentos, reduzindo o desperdício
de ingredientes. Além disso, ela
pode simplificar a cadeia de
abastecimento, eliminando a
necessidade de transporte e
armazenamento de alimentos pré-
fabricados;

A possibilidade de controlar a
quantidade de nutrientes em cada
porção, permitindo uma nutrição
personalizada, precisa e de acordo
com as preferências e
individualidades de cada pessoa.

Fonte: Upside Foods

MATRIZ ALIMENTÍCIA:
Quando trabalhamos com a impressão 3D de alimentos, uma
das partes mais importantes é a formulação de pastas
alimentícias, que podem ser compostas por ingredientes
naturais comuns do dia a dia, como batata, leite, farinha e entre
outros; ou ingredientes que passaram por uma manufatura,
como proteínas vegetais isoladas, amidos, aromas, entre outros.
Existe uma extensa variedade de ingredientes que podem ser
usados na preparação da pasta alimentícia, mas é sempre bom
relembrar que devem ser utilizados compostos com grau de
segurança alimentar.
Apesar de ser uma aplicação da tecnologia muito promissora,
ainda não são todos os alimentos que podem ser utilizados. Para
isso, os ingredientes devem atender a três requisitos principais,
que são: A printabilidade, aplicabilidade e a adequação para o
pós processamento.

Fonte: BioEdTech
PRINTABILIDADE:

A printabilidade, ou capacidade de impressão, refere-se à


facilidade com que o material pode ser controlado e
depositado por uma impressora 3D, incluindo a
manutenção da forma após a deposição. Materiais com
boa capacidade de impressão podem ser usados para
fabricar estruturas complexas. Os materiais de impressão
devem ter propriedades físico-químicas, reológicas e
mecânicas específicas, sendo que diferentes tecnologias
de impressão exigem diferentes propriedades do material.
Por exemplo, na impressão de alimentos por extrusão, o
teor de umidade, características de fluidos, mecanismos
de reticulação e propriedades térmicas vão desempenhar
papéis críticos.
APLICABILIDADE:

A aplicabilidade refere-se à capacidade do material de cumprir


certas funções. Além da printabilidade, as tintas alimentícias
devem satisfazer outras necessidades relacionadas a alimentos.
Por exemplo, as necessidades nutricionais específicas de uma
determinada população podem ser atendidas pela incorporação do
valor nutricional em peças alimentícias. A viabilidade de qualquer
aplicação depende das propriedades dos materiais fornecidos e
da escalabilidade da produção. Portanto, a aplicação de materiais
alimentícios determina o escopo da tecnologia baseada em
impressão 3D no setor alimentício.

PÓS-PROCESSAMENTO:

O comportamento de pós-processamento refere-se à capacidade


de um material de sofrer processamento adicional após a
impressão. Embora alguns alimentos possam ser consumidos logo
após a impressão 3D, a maioria dos alimentos impressos precisam
passar por alguma forma de cocção ou congelamento antes do
consumo, tornando essa uma etapa vital para a aceitação do
consumidor. Outras características como a cor, o sabor e a textura
dos alimentos são elementos cruciais da experiência alimentar.
Fonte: Upprinting Food
Fonte: Fabbaloo

FUNÇÃO SOCIAL
DOS ALIMENTOS 3D:
Sabemos que a nutrição desempenha um papel fundamental na
saúde e no bem-estar de todos os seres humanos. No entanto,
para indivíduos com condições específicas, como autismo,
síndrome de Down e disfagia, as necessidades nutricionais
podem variar e exigir uma abordagem mais personalizada. A
nutrição personalizada, combinada com avanços tecnológicos,
como a impressão 3D de alimentos, oferece uma oportunidade
promissora para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas.

Para indivíduos com autismo, a


impressão 3D de alimentos pode
desempenhar um papel importante na
superação de desafios alimentares
comuns associados ao espectro
autista. Muitas vezes, essas pessoas
têm dificuldades sensoriais e podem
ser seletivas em relação aos
alimentos que consomem, devido à
textura, cor ou cheiro.
Fonte: Banco de Imagens do Canva
Com a impressão 3D de alimentos, é possível criar refeições
personalizadas, adaptadas às preferências individuais, o que
pode ajudar a diversificar a dieta e melhorar a aceitação
alimentar. Além disso, a apresentação visualmente atraente dos
alimentos impressos em 3D pode incentivar uma maior
experimentação e interesse pelos alimentos.

Fonte: Banco de Imagens do Canva

Já os indivíduos com síndrome de Down podem enfrentar


dificuldades na mastigação e deglutição, além de serem
mais suscetíveis a problemas de peso e nutrição
inadequada. A impressão 3D de alimentos oferece a
possibilidade de criar texturas e consistências
personalizadas para atender as necessidades específicas
dessas pessoas. Por exemplo, é possível imprimir
alimentos macios ou em purê que sejam mais fáceis de
mastigar e engolir.

Essa abordagem inovadora pode ajudar a melhorar a


experiência alimentar, facilitando a ingestão adequada
de nutrientes essenciais e promovendo uma
alimentação saudável.
A disfagia é um distúrbio que afeta a capacidade de engolir
alimentos e líquidos. Para essas pessoas, a impressão 3D de
alimentos pode ser uma solução revolucionária. Através dessa
tecnologia, é possível criar alimentos que sejam facilmente
engolidos, evitando o risco de asfixia ou aspiração. Além disso, a
impressão 3D permite ajustar a consistência e a textura dos
alimentos, adaptando-se às necessidades específicas de cada
indivíduo com disfagia. Isso não apenas facilita a alimentação,
mas também ajuda a preservar a independência e a qualidade
de vida dessas pessoas.

Para indivíduos com


necessidades especiais, a
capacidade de receber
alimentos personalizados e
visualmente atraentes pode
melhorar a experiência
alimentar, promovendo uma
relação mais positiva com a
comida. Isso pode ter um
impacto significativo na
saúde mental, bem-estar
emocional e autoestima.

Fonte: Universidade de Lehigh

Além disso, a capacidade de


compartilhar refeições visualmente
interessantes e personalizadas pode
fortalecer os vínculos sociais e facilitar a
inclusão em ambientes sociais.
A impressão 3D de alimentos tem o potencial de revolucionar a
forma como nos relacionamos com a comida, oferecendo
possibilidades emocionantes para a personalização nutricional.
Esse avanço tecnológico não só melhora a qualidade de vida de
indivíduos com disfagia, autismo e síndrome de Down, mas
também nos permite explorar novos horizontes na busca por
uma alimentação saudável, inclusiva e adaptada às
necessidades individuais de cada um.

Fonte: Redefine Meat

Impressão de
carne vegetal:
As preocupações com a saúde,
com o meio ambiente e com o bem-
estar animal estão impulsionando
mundialmente a tendência para a
preferência pelas proteínas de
origem vegetal. A indústria de
alimentos vem introduzindo no
mercado substitutos à base de
vegetais para carnes e opções não-
lácteas para substituir laticínios. As
preocupações dos consumidores
também desempenham um papel
importante nesses segmentos, já
que os mesmos procuram aumentar
o consumo de ingredientes
derivados de plantas em busca de
estilos de vida mais saudáveis e
ecologicamente conscientes.
Marcos históricos:

2
1960 - 1980

1
O conceito de análogos de
carne começa a surgir, com
produtos iniciais como
proteína vegetal texturizada 1990 - 2000
e Seitan (glúten de trigo)
sendo desenvolvidos como O mercado de análogos
alternativas à carne. de carne começa a
crescer, impulsionado
por preocupações
crescentes com o bem-
estar animal,
Burger King apresenta o BK sustentabilidade
Veggie Burger. ambiental e saúde.
Produtos à base de soja,
O McDonald's, que já vendia como hambúrgueres
hambúrgueres sem carne animal vegetarianos, tornam-se
no Reino Unido, Holanda e Índia populares, e novas
ao longo dos anos 90, lança uma proteínas à base de
versão nos Estados Unidos no plantas, como proteína
ano seguinte. de ervilha e proteína de
arroz, são
desenvolvidas.

3
2000 - 2010
O mercado de análogos de carne continua a se expandir,
com novos produtos e inovações como o Beyond Burger
da Beyond Meat e o Impossible Burger da Impossible
Foods ganhando popularidade generalizada. O uso de
proteínas vegetais, em uma ampla gama de produtos
alimentícios, incluindo alternativas aos lacticínios e
substitutos da carne, torna-se cada vez mais comum
nas prateleiras.
2019

4
O lançamento do primeiro
bife à base de plantas
impresso em 3D pela
startup espanhola
NovaMeat mostra o
potencial da tecnologia de
impressão 3D na produção
de análogos de carne. Com
a introdução da tecnologia O mercado de análogos de
de impressão 3D, os carne continua a crescer
análogos ganham textura, rapidamente, com novos
degradabilidade e produtos e inovações, como
palatabilidade ainda mais frango à base de vegetais e
moduláveis e capazes de se substitutos de peixe sendo
aproximarem cada vez mais desenvolvidos. O uso da
tecnologia de impressão de

5
de uma peça cárnea animal.
alimentos para criar
produtos análogos de carne
mais complexos e
personalizáveis ganha
força, com empresas como
Redefine Meat, NovaMeat e
Aleph Farms sendo
importantes players.
2020

Redefine Meat revela seu Alt-Steak, um bife à


base de plantas impresso em 3D produzido para
imitar a textura e o sabor da carne real.
Fonte: Redefine Meat
EMPRESAS NA ÁREA:

REDEFINE MEAT
Fundada em 2018, a Redefine Meat tem a missão de oferecer
New-Meat ™ com o mesmo sabor, textura e versatilidade da
carne animal, utilizando-se da tecnologia em vez de animais. A
startup começará a oferecer produtos de “carne” à base de
plantas impressos em 3D em restaurantes sofisticados
selecionados na Europa. Em seu portfólio, a empresa conta com
os cortes inteiros, além de hambúrgueres, salsichas e carne
moída.

Fonte: Redefine Meat


Fonte: Novameat

NOVAMEAT
A Novameat, que foi fundada em 2018, usa a tecnologia de
Bioimpressão, desenvolvida e patenteada pela empresa, para
bioimprimir carne vegetal contendo textura fibrosa similar a da
carne real (Fig 1). A empresa já contava em seu portfólio com
versões mais simples de bifes feitos a base de proteína de
plantas.

Até o momento, o modelo de negócios da empresa consiste na


venda dos bifes veganos impressos diretamente para os setores
de restaurantes e também para os fabricantes de alimentos.

Após conseguir esse marco de bioimprimir uma carne vegana


tão similar a carne real, a equipe da Novameat está aprimorando
o produto com o auxílio de chefes de cozinha. Eles pretendem
mimetizar ao máximo as experiências sensoriais e nutricionais
presentes na carne real. O entusiasmo global frente a essa
tecnologia e o potencial no mercado alimentício é tanto, que a
empresa tem conseguido aportes milionários para que a
Bioimpressão vegana chegue ao prato das pessoas.
Eles também conseguiram alcançar um nível superior de
similaridade dos seus bifes, desenvolvendo o primeiro “filé de
porco” vegano, contendo a mesma textura de um filé de porco
real. Chamado de espetinho de porco 2.0 (traduzido do inglês,
pork skewer 2.0), a nova “carne vegana” é composta de
proteínas isoladas de ervilha e arroz, azeite, extrato de alga
marinha e suco de beterraba, aroma natural e produzida com a
tecnologia de microextrusão da Novameat, que foi ideal para
mimetizar a textura da carne.
Fonte: Novameat
Fonte: Cocuus
COCUUS
É uma startup espanhola, fundada em 2017 que desenvolve as
suas próprias impressoras para produzir peças alimentícias
tanto plant-based quanto através de células animais.
Recentemente, lançaram o bife de lombo e o sashimi de salmão,
ambos impressos em 3D.
Em 2023, a Cocuus e a empresa parceira Foody’s inauguraram o
que eles afirmam ser a primeira instalação em escala industrial
do mundo para carne plant-based impressa em 3D no norte da
Espanha, equipada com a tecnologia avançada da Cocuus:
apenas uma máquina pode produzir 250 quilos de bacon plant-
based por hora.

Após o anúncio da nova instalação, a aliança introduziu seu


primeiro produto, bacon plant-based, em mais de 400
supermercados Carrefour sob a marca Foody’s.
Fonte: Cocuus
Fonte: Nourished
NOURISHED
Startup do Reino Unido que produz gomas nutracêuticas
personalizadas e impressas em 3D conforme a necessidade do
cliente. Eles combinam pesquisa de ponta, ingredientes premium
e tecnologia patenteada de impressão 3D para criar gomas que
oferecem níveis ​de personalização e altos níveis de
biodisponibilidade, absorção e potência dos ingredientes.

MYCUSINI

Startup alemã que nasceu em 2014, especializada em hardware


e software para impressão 3D de chocolate.
Fonte: Mycusini
Referências
ANGELIS, Andrea de. Índice Global da Fome 2020: situação grave em 51 países.
Disponível em: [Link]
[Link].

ZHENBINLIU. 3D printing: Printing precision and application in food sector. Trends In


Food Science & Technology, Austrália, v. 13, n. 1, p. 1-13, set. 2017.

MEAT SUBSTITUTES - past, present, and future of products available in Brazil:


changes in the nutritional profile": Disponível em:
[Link]

NOVA MEET. Disponível em: [Link]

THE GARDIAN. Disponível em:


[Link]
steak-bakes-history-fake-meat

FORTUNE BUSINESS INSIGHTS. Disponível em:


[Link]

MOTHER JOONES. Disponível em:


[Link]
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