REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ALTOS
ESTUDOS DE SEGURANÇA
RONDAS OSTENSiVAS TOBIAS DE AGUIAR
ROTA
CAPÍTULO I - Apresentação Pessoal
1 - Deve apresentar-se com cabelos curtos, assim como é permitido o bigode, apenas
na altura dos lábios. No entanto, não é permitido cores que não fujam de parâmetros naturais.
2 - De acordo com a PORTARIA N° 310, DE 29 DE MAIO DE 1995, “é proibido o uso
de bigode, nas forças armadas”, podendo utilizar a partir da graduação de oficial. Portanto
essa tropa especial seguirá essa portaria, preservando esses valores. Sendo assim, no
período de EOA “Estágio Operacional Adaptativo” não é permitido o uso do mesmo. 3 -
Acessórios tais como: Óculos de Sol, Correntes, Brincos são proibidos! Salvo óculos de
grau, que servem para corrigir erros de refração, como miopia, hipermetropia, vista cansada
astigmatismo. Entretanto, luvas em ações especiais, assim como o uso de pintura de
camuflagem na face nessas ocasiões é permitido.
CAPÍTULO II - Fardamentos
1 - Os uniformes de posse obrigatória, adquiridos por conta do orçamento da
Secretaria de Estado da Segurança Pública, e de acordo com a previsão contida no
Regulamento de Uniformes da RUPM, mediante prévia comprovação de
disponibilidade orçamentária e financeira. E na ativa, deve-se utilizar de acordo sua
patente (divisas) e funções.
2 - É de livre arbítrio do comando de pelotão, a decisão de iniciar o patrulhamento
determinando o fardamento de acordo com a efetiva operação ou quaisquer
atividades, ou treinamentos matinais, vespertinos ou noturnos. Obs: Todo
patrulhamento ou atividades que empregam o uso do armamento de fogo, é
obrigatório o uso do colete, caso contrário a unidade não terá autorização para
nenhum empenho.
CAPÍTULO III - Viaturas / Uso
1 - O 1º Batalhão de Polícia de Choque dispõe da Chevrolet Trailblazer 2012 , 2022 e
da Tovota Hilux 2014
2 - O uso da Chevrolet Trailblazer 2012 se dá somente a uma viatura de comando.
ARTIGO 4. Organização interna.
3 - A viatura só dará início ao patrulhamento com no mínimo três integrantes, sendo
preferencial um quarto integrante se houver contingente;
4 - A preferência do motorista da viatura se dá a um Cabo PM, na ausência, um elegido
como o melhor operante de barca, que não seja superior a 1º SGT. Pois os superiores de
barcas deverão ser os comandantes/encarregados da unidade.
5 - Para chefiar o planejamento das barcas de um pelotão, coordenando suas
unidade/frações de acordo com o organograma, é responsabilidade do Comando do mesmo,
sendo eles: Tenentes ou auxiliar encarregado, de Sub-Tenentes a 1º Sargento, de cada
pelotão! Sendo assim, deve-se ter a aprovação e ciência dos chefes de pelotão qualquer
remanejo ou modo operante.
6 - Todas as unidades possuem seus prefixos e deverão ser seguidos conforme
orientados na aba de viaturas.
CAPÍTULO IV – OPERANDO ARMAMENTOS
Sabemos que o uso dos armamentos da tropa comando não se limita a empregos de
armamentos urbanos convencionais policiais. Independente de sua posicão hierárquica todos
habilitados nos curtos de armamento e tiro podem portar em serviço:
1 - Armas de Fogo e suas limitações:
1 - Armas de Fogo e suas limitações:
- Glock 22
150 munições
cal .40
- Taurus Famae MT
200 municões
cal.40
- Benelli M3
100 munições
cal .12
- Imbel IA2
250 munições
cal 5.56
- PARAFAL
200 munições
cal 7.62
- FN SCAR-H
200 munições
cal 7.62.
2 - Policiais fora de servico, é permitido a posse de uma Glock 22 com 80 municões de
calibre .40;
3- Na barca:
- O comandante da viatura (01) "P2", poderá usar a pistola e a carabina. - O
motorista da viatura (02) "P1", poderá usar a pistola;
- O auxiliar da viatura (03) "P3", poderá usar a pistola, escopeta ou carabina; - O
seguranca da viatura (04) "P4", poderá usar a pistola e a carabina.
CAPÍTULO V - AFASTAMENTOS E ATIVIDADES REGULADORAS
1 - O afastamento militar ocorre mediante a uma insubordinacão ou transgressão disciplinar
e sua punicão pode variar de acordo com o grau da gravidade que possam violar alguns
artigos do regulamento interno ou regulamento da Polícia Militar;
2- A inoperância (não cumpri com suas obrigações) do policial dentro da corporação, não
exercer funcões dentro da Polícia Militar:
- Sargenteação, que assessora diretamente o Subcomando da Unidade na elaboração
de documentos, escalas especiais, operacionais, onde haja a real necessidade de
policiamento. Responsável também pelas notificações dos militares a cerca de audiências no
Fórum, além do lançamento e controle do banco de horas trabalhadas de todo efetivo.
(Destinado as obrigações essenciais de progresso do batalhão)
- Oficialato, tem como principal função fiscalizar e comandar diretamente o efetivo que
atua no policiamento ostensivo. Também coordena processos relacionados às atividades
jurídicas e administrativas de preservação da ordem pública e regime interno da polícia
ostensiva. (Destinado as obrigações essenciais dos modos operantes do batalhão)
- Praças, da Polícia Militar caberá o exercício de realizar o policiamento ostensivo e as
atividades de preservação da ordem pública, o que envolve a repressão imediata às infrações
penais e administrativas bem como a aplicação da lei, sempre primando pela defesa da vida,
da integridade física e da dignidade da pessoa humana. (Destinado as obrigações essenciais
de efetivo no empenho das escalas)
3 - Em casos de falha que ocasione o descumprimento de padrões e procedimento de
patrulha, o policial não será afastado, mas poderá ter o seu curso revogado e será obrigado
a refazê-lo.
CAPÍTULO VI - AUSÊNCIA
1 - O policial que se ausentar excedendo 2 dias sem prestar atividades policiais, deverá abrir
um pedido de ausência para justificá-la; (canal de ausência) Sendo assim, 3 dias e não
formalizado um aviso prévio, poderá ser desligado do Batalhão (transferência forçada), e de
acordo com a gravidade, poderá ser exonerado da Polícia Militar. Entretanto, se descoberto
inverdades em sua justificativa, será desligado sem aviso prévio.
CAPÍTULO VII - CANAIS
1) Como todos sabemos utilizamos rede CHOQUE privada de todos os Batalhões de
Choque. Sendo assim, é obrigatória para o quarto integrante da equipe (O Segurança). Na
ausência, a função é designada ao terceiro integrante.
2) A rede é destinada apenas a transmissões de médio e alta complexidade, que
possuem maior prioridade em acionamento, acima até mesmo das intercessões do Copom.
3) O canal social interno WHATSAPP aplicativo, se limita a comunicação em patrulha,
como informações importantes a todo contingente, solicitações de re-modulações ou
quaisquer outras circunstâncias que uma unidade de comando julgue pertinente
4) - A disseminação de quaisquer informações orgânicas dos canais internos, resultará
em uma transgressão disciplinar ao policial mediante a gravidade!
CAPÍTULO VIII - DEJEM E ESTÁGIOS
1) Os policiais pertencentes ao Batalhão de Polícia de Choque, estão autorizados a
patrulharem em viaturas de Rádio Patrulha, desde que cumpram os itens listados nesse
artigo em diante:
- Fica proibido a abertura de unidades de coordenação e supervisão por iniciativa própria
(CPA/M, Coordenação Operacional, Supervisão Regional, Comando Força Patrulha e
Comando Grupo Patrulha). Está autorizado o ingresso em qualquer uma das unidades, desde
que o policial não exerça a função como comandante choque.
2 - EAO - Estágio de Adaptação Operacional, propriamente dito, prepara o Policial para
uma rotina intensa de instruções e carga horárias que chegam a margem 48hs registradas
ao longo de alguns de alguns em processo de amoldar o candidato nos fundamentos da
tropa. No entanto, vai também depender das avaliações e do comportamento do policial
dentro deste período, seja para prorrogação ou encurtado.
3 - O estagiário deverá realizar e concluir todos os cursos indicados e obrigatórios, para
melhor aperfeiçoamento e aprovação.
4 - O policial que se voluntariar a estagiar não poderá sofrer punicões administrativas
dentro da Polícia Militar ou será desligado do estágio, portanto, em caso de reprovacão, o
policial deverá aguardar um período de 30 dias para realizar uma nova tentativa de ingresso,
caso houver vaga