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Isa 520

A Norma Internacional de Auditoria ISA 520 trata da utilização de procedimentos analíticos em auditorias de demonstrações financeiras, estabelecendo requisitos para a execução de procedimentos analíticos substantivos e para a formação de conclusões globais. O auditor deve obter provas relevantes e fiáveis, investigar flutuações significativas e considerar a fiabilidade dos dados utilizados. A norma é aplicável a auditorias de períodos iniciados em ou após 15 de dezembro de 2009.

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A Norma Internacional de Auditoria ISA 520 trata da utilização de procedimentos analíticos em auditorias de demonstrações financeiras, estabelecendo requisitos para a execução de procedimentos analíticos substantivos e para a formação de conclusões globais. O auditor deve obter provas relevantes e fiáveis, investigar flutuações significativas e considerar a fiabilidade dos dados utilizados. A norma é aplicável a auditorias de períodos iniciados em ou após 15 de dezembro de 2009.

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NORMA INTERNACIONAL DE AUDITORIA 520

PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS

(Aplicável a auditorias de demonstrações financeiras de períodos


com início em ou após 15 de dezembro de 2009)

ÍNDICE

Parágrafo
Introdução
Âmbito desta ISA ........................................................................................... 1
Data de Entrada em Vigor .............................................................................. 2
Objetivos ...................................................................................................... 3
Definição ...................................................................................................... 4
Requisitos
Procedimentos Analíticos Substantivos ......................................................... 5
Procedimentos Analíticos que Ajudam na Formação de uma
Conclusão Global ........................................................................................... 6
Investigar Resultados de Procedimentos Analíticos ...................................... 7
Material de Aplicação e Outro Material Explicativo
AUDITORIA
Definição de Procedimentos Analíticos ......................................................... A1–A3
Procedimentos Analíticos Substantivos ......................................................... A4–A16
Procedimentos Analíticos que ajudam na Formação de uma
Conclusão Global ......................................................................................... A17–A19
Investigar Resultados de Procedimentos Analíticos .................................... A20–A21

A Norma Internacional de Auditoria ISA 520, Procedimentos Analíticos, deve


ser lida em conjunção com a ISA 200, Objetivos Gerais do Auditor Independente
e Condução de uma Auditoria de Acordo com as Normas Internacionais de
Auditoria.

497 ISA 520


PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS

Introdução
Âmbito desta ISA
1. Esta Norma Internacional de Auditoria (ISA) aborda a utilização pelo auditor de
procedimentos analíticos como procedimentos substantivos (“procedimentos
analíticos substantivos”). Aborda também a responsabilidade do auditor no
sentido de executar procedimentos em data próxima do final da auditoria
que o ajudem na formação de uma conclusão global sobre as demonstrações
financeiras. A ISA 3151 aborda a utilização de procedimentos analíticos como
procedimentos de avaliação do risco. A ISA 330 inclui requisitos e orientação
respeitantes à natureza, oportunidade e extensão dos procedimentos de
auditoria em resposta aos riscos avaliados. Estes procedimentos de auditoria
podem incluir procedimentos analíticos substantivos.2
Data de Entrada em Vigor
2. Esta ISA é aplicável a auditorias de demonstrações financeiras de períodos
com início em ou após 15 de dezembro de 2009.

Objetivos
3. Os objetivos do auditor são:
(a) Obter prova de auditoria relevante e fiável ao utilizar procedimentos
analíticos substantivos; e
(b) Conceber e executar procedimentos analíticos em data próxima do
final da auditoria que o ajudem na formação de uma conclusão global
sobre se as demonstrações financeiras são consistentes com o seu
conhecimento da entidade.

Definição
4. Para efeito das ISA, o termo “procedimentos analíticos” significa apreciações
da informação financeira através da análise de relações plausíveis não só entre
dados financeiros como também não financeiros. Os procedimentos analíticos
também abrangem a investigação que for necessária sobre flutuações ou
relações identificadas que sejam inconsistentes com outra informação
relevante ou que difiram de valores esperados numa quantia significativa.
(Ref: Parágrafos A1–A3)

1
ISA 315 (Revista), Identificar e Avaliar os Riscos de Distorção Material através do Conhecimento da
Entidade e do Seu Ambiente, parágrafo 6(b)
2
ISA 330, As Respostas do Auditor a Riscos Avaliados, parágrafos 6 e 18

ISA 520 498


PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS

Requisitos
Procedimentos Analíticos Substantivos
5. Ao conceber e executar procedimentos analíticos substantivos, isoladamente
ou em combinação com testes de detalhe, como procedimentos substantivos
de acordo com a ISA 330,3 o auditor deve: (Ref: Parágrafos A4–A5)
(a) Determinar se os procedimentos analíticos substantivos específicos são
adequados para certas asserções, tendo em conta os riscos avaliados
de distorção material e os testes de detalhe, se existirem, para essas
asserções; (Ref: Parágrafos A6–A11)
(b) Apreciar a fiabilidade dos dados em que se baseiam as expectativas do
auditor sobre quantias registadas ou rácios, tendo em conta a fonte, a
comparabilidade e a natureza e relevância da informação disponível, e
os controlos sobre a sua preparação; (Ref: Parágrafos A12–A14)
(c) Desenvolver uma expectativa sobre quantias registadas ou rácios e
apreciar se essa expectativa é suficientemente precisa para identificar
uma distorção que, individualmente ou em agregado com outras
distorções, possa fazer com que as demonstrações financeiras fiquem
materialmente distorcidas; e (Ref: Parágrafo A15)
(d) Determinar a quantia de qualquer diferença entre as quantias registadas
e os valores esperados considerada aceitável sem mais investigação
como exigido pelo parágrafo 7. (Ref: Parágrafo A16)
Procedimentos Analíticos que Ajudam na Formação de uma Conclusão Global
6. O auditor deve conceber e executar procedimentos analíticos em data próxima
do final da auditoria que o ajudem na formação de uma conclusão global AUDITORIA
sobre se as demonstrações financeiras são consistentes com o conhecimento
que tem da entidade. (Ref: Parágrafos A17–A19)
Investigar Resultados de Procedimentos Analíticos
7. Se os procedimentos analíticos executados de acordo com esta ISA
identificarem flutuações ou relações inconsistentes com outra informação
relevante ou que difiram de valores esperados numa quantia significativa, o
auditor deve investigar tais diferenças:
(a) Indagando junto da gerência e obtendo prova de auditoria apropriada
relevante para as respostas da gerência; e

3
ISA 330, parágrafo 18

499 ISA 520


PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS

(b) Executando outros procedimentos de auditoria considerados necessários


nas circunstâncias. (Ref: Parágrafos A20–A21)

***

Material de Aplicação e Outro Material Explicativo


Definição de Procedimentos Analíticos (Ref: Parágrafo 4)
A1. Os procedimentos analíticos incluem a consideração de comparações da
informação financeira da entidade com, por exemplo:
• Informação comparável de períodos anteriores;
• Resultados antecipados da entidade, como orçamentos ou previsões,
ou expectativas do auditor, como uma estimativa da depreciação.
• Informação similar do setor de atividade, como uma comparação do
rácio vendas/contas a receber da entidade face às médias do setor ou
de outras entidades com dimensão comparável dentro do mesmo setor.
A2. Os procedimentos analíticos também incluem a consideração da relação, por
exemplo:
• Entre elementos da informação financeira que seria de esperar se
enquadrassem com modelos previsíveis com base na experiência da
entidade, como margens brutas percentuais.
• Entre informação financeira e informação não financeira relevante,
como os custos de pessoal face ao número de empregados.
A3. Podem ser usados vários métodos para executar procedimentos analíticos.
Estes métodos podem ir da execução de simples comparações à execução de
análises complexas usando técnicas estatísticas avançadas. Os procedimentos
analíticos podem ser aplicados a demonstrações financeiras consolidadas, a
seus componentes e a elementos individuais da informação financeira.
Procedimentos Analíticos Substantivos (Ref: Parágrafo 5)
A4. Os procedimentos substantivos do auditor a nível da asserção podem ser
testes de detalhe, procedimentos analíticos substantivos ou uma combinação
de ambos. A decisão acerca dos procedimentos de auditoria a executar,
incluindo acerca da utilização de procedimentos analíticos substantivos,
baseia-se no julgamento do auditor acerca da eficácia e eficiência esperadas
dos procedimentos de auditoria disponíveis para reduzir o risco de auditoria
ao nível da asserção para um nível aceitavelmente baixo.

ISA 520 500


PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS

A5. O auditor pode indagar junto da gerência quanto à disponibilidade e fiabilidade


da informação necessária para aplicar procedimentos analíticos substantivos
e quanto aos resultados de quaisquer procedimentos analíticos executados
pela entidade. Pode ser eficaz usar dados analíticos preparados pela gerência,
desde que o auditor se dê por satisfeito com a forma como esses dados foram
preparados.
Adequação de Procedimentos Analíticos Específicos para Determinadas Asserções
(Ref: Parágrafo 5(a))
A6. Os procedimentos analíticos substantivos serão geralmente melhor aplicáveis
a grandes volumes de transações que tendem a ser previsíveis ao longo do
tempo. A aplicação de procedimentos analíticos planeados baseia-se na
expectativa de que existem relações entre os dados e que essas relações
continuarão a existir na ausência de condições conhecidas que o impeçam.
Porém, a adequação de um procedimento analítico específico dependerá
da avaliação pelo auditor da sua eficácia na deteção de uma distorção que,
individualmente ou em conjunto com outras distorções, possa fazer com que
as demonstrações financeiras fiquem materialmente distorcidas.
A7. Em alguns casos, mesmo um modelo de previsão pouco sofisticado pode
ser eficaz como procedimento analítico. Por exemplo, quando uma entidade
tiver um número conhecido de empregados com remunerações fixas ao longo
de todo o período, pode ser possível ao auditor utilizar esta informação
para estimar o total dos custos de pessoal para o período com um elevado
grau de rigor, proporcionando por esta via prova de auditoria para um item
significativo das demonstrações financeiras e reduzindo a necessidade de
executar testes de detalhe sobre as remunerações. O uso de rácios comerciais
largamente reconhecidos (como as margens de lucro para diferentes tipos AUDITORIA
de entidades de retalho) pode muitas vezes ser usado com eficácia em
procedimentos analíticos substantivos para proporcionar prova que suporte a
razoabilidade das quantias registadas.
A8. Tipos diferentes de procedimentos analíticos proporcionam diferentes níveis
de segurança. Procedimentos analíticos que envolvam, por exemplo, a
previsão do valor total de rendas de um edifício dividido em apartamentos,
tendo em consideração as rendas por apartamento, o número de apartamentos
e a taxa de ocupação, podem proporcionar prova persuasiva e eliminar a
necessidade de mais verificações por meio de testes de detalhe, desde que a
informação de base seja apropriadamente verificada. Em contraste, o cálculo e
comparação de margens brutas percentuais como meio de confirmar um valor
de rédito pode proporcionar prova menos persuasiva, mas uma corroboração
que será útil se usada em combinação com outros procedimentos de auditoria.

501 ISA 520


PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS

A9. A determinação da adequação de procedimentos analíticos substantivos


específicos é influenciada pela natureza da asserção e pela avaliação do
auditor quanto do risco de distorção material. Por exemplo, se os controlos
sobre o processamento de encomendas para venda forem deficientes, o auditor
pode depositar mais confiança em testes de detalhe do que em procedimentos
analíticos substantivos no que respeita às asserções relacionadas com contas
a receber.
A10. Podem também ser considerados adequados procedimentos analíticos
substantivos específicos quando forem executados testes de detalhe sobre
as mesmas asserções. Por exemplo, ao obter prova de auditoria respeitante
à asserção de valorização de saldos de contas a receber, o auditor pode
aplicar procedimentos analíticos sobre a antiguidade de saldos de clientes
e adicionalmente executar testes de detalhe sobre os recebimentos de caixa
subsequentes para determinar a possibilidade de cobrança das contas a receber.
Considerações Específicas para Entidades do Setor Público
A11. As relações entre determinados itens das demonstrações financeiras
tradicionalmente consideradas na auditoria de entidades comerciais podem
não ser sempre relevantes na auditoria de entidades governamentais ou
de entidades não comerciais do setor público. Por exemplo, em muitas
entidades do setor público, a relação direta entre rédito e dispêndios poderá
ser limitada. Além disso, porque o dispêndio na aquisição de ativos pode
não ser capitalizado, pode não existir relação entre os dispêndios com, por
exemplo, inventários e ativos fixos, e a quantia desses ativos relatada nas
demonstrações financeiras. Também podem não se encontrar disponíveis
dados ou estatísticas setoriais do setor público para efeitos comparativos.
Contudo, podem ser relevantes outras relações como, por exemplo, variações
no custo por quilómetro da construção de estradas ou no número de veículos
adquiridos em comparação com o número de veículos retirados.
Fiabilidade dos Dados (Ref: Parágrafo 5(b))
A12. A fiabilidade dos dados é influenciada pela sua fonte e pela sua natureza e
está dependente das circunstâncias em que são obtidos. Consequentemente,
são relevantes ao determinar se os dados são fiáveis para efeitos da conceção
de procedimentos analíticos substantivos:
(a) A fonte da informação disponível. Por exemplo, a informação é
geralmente mais fiável quando obtida a partir de fontes independentes
externas à entidade;4

4
ISA 500, Prova de Auditoria, parágrafo A31

ISA 520 502


PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS

(b) A comparabilidade da informação disponível. Por exemplo, os dados


gerais de um setor poderão ter de ser ajustados para serem comparáveis
com os dados de uma entidade que produz e vende produtos
especializados;
(c) A natureza e relevância da informação disponível. Por exemplo, se
os orçamentos foram estabelecidos como resultados a esperar e não
objetivos a atingir; e
(d) Controlos sobre a preparação da informação concebidos para assegurar
a sua plenitude, rigor e validade. Por exemplo, controlos sobre a
preparação, revisão e manutenção de orçamentos.
A13. O auditor pode considerar a possibilidade de testar a eficácia dos controlos
operacionais, se existirem, sobre a preparação pela entidade da informação
por si usada na aplicação de procedimentos analíticos substantivos em
resposta aos riscos avaliados. Quando tais controlos são eficazes, o auditor
tem geralmente maior confiança na fiabilidade da informação e, portanto,
nos resultados dos procedimentos analíticos. A eficácia operacional dos
controlos sobre a informação não financeira pode muitas vezes ser testada
em conjugação com outros testes aos controlos. Por exemplo, uma entidade
pode incluir controlos sobre o registo de vendas individuais nos controlos que
estabelece sobre o processamento de faturas de venda. Nestas circunstâncias,
o auditor pode testar a eficácia operacional dos controlos sobre o registo
de vendas individuais em conjugação com testes à eficácia operacional dos
controlos sobre o processamento de faturas de venda. Alternativamente,
o auditor pode considerar se a informação foi sujeita a teste de auditoria.
A ISA 500 estabelece requisitos e dá orientação sobre a determinação dos
AUDITORIA
procedimentos de auditoria a executar quanto à informação a utilizar em
procedimentos analíticos substantivos.5
A14. As matérias referidas nos parágrafos A12(a)-A12(d) são relevantes
independentemente de o auditor executar procedimentos analíticos
substantivos sobre as demonstrações financeiras da entidade no final do
período ou de executar esses procedimentos num período intercalar e
prever a execução de procedimentos analíticos substantivos para o período
remanescente. A ISA 300 estabelece requisitos e dá orientação sobre
procedimentos substantivos a adotar num período intercalar.6

5
ISA 500, parágrafo 10
6
ISA 330, parágrafos 22–23

503 ISA 520


PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS

Avaliação sobre se as Expectativas são Suficientemente Precisas


(Ref: Parágrafo 5(c))
A15. As matérias relevantes para a apreciação pelo auditor sobre se as expectativas
podem ser desenvolvidas com suficiente precisão para identificar uma
distorção que, agregada com outras distorções, possa fazer com que as
demonstrações financeiras fiquem materialmente distorcidas incluem:
• O rigor com que podem ser previstos os resultados dos procedimentos
analíticos substantivos. Por exemplo, o auditor pode esperar maior
consistência na comparação de margens do lucro bruto de um período
para o outro do que na comparação de gastos discricionários, como
gastos em investigação ou em publicidade;
• O nível até ao qual a informação pode ser desagregada. Por exemplo, os
procedimentos analíticos substantivos podem ser mais eficazes quando
aplicados a informação financeira sobre secções individuais de uma
unidade operacional ou a demonstrações financeiras de componentes
de uma entidade com diversas atividades do que quando aplicados às
demonstrações financeiras da entidade como um todo.
• A disponibilidade de informação, tanto financeira como não financeira.
Por exemplo, o auditor pode considerar se está disponível informação
financeira, como orçamentos ou previsões, e informação não financeira,
como o número de unidades produzidas ou vendidas, para conceber
procedimentos analíticos substantivos. Se essa informação estiver
disponível, o auditor pode também considerar a respetiva fiabilidade
conforme referido nos parágrafos A12-A13 supra.
Diferença Aceitável entre as Quantias Registadas e os Valores Esperados
(Ref: Parágrafo 5(d))
A16. A determinação pelo auditor da quantia da diferença em relação às expectativas
que pode aceitar sem mais investigação é influenciada pela materialidade7
e pela consistência com o nível de segurança desejado, considerando a
possibilidade de que uma distorção, individualmente ou agregada com
outras distorções, possa fazer com que as demonstrações financeiras fiquem
materialmente distorcidas. A ISA 330 exige que o auditor obtenha prova de
auditoria mais persuasiva quanto mais alto for o risco avaliado pelo auditor.8
Assim, à medida que o risco avaliado aumenta, a quantia da diferença

7
ISA 320, A Materialidade no Planeamento e na Execução de uma Auditoria, parágrafo A13
8
ISA 330, parágrafo 7(b)

ISA 520 504


PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS

considerada aceitável sem investigação diminui, a fim de atingir o nível


desejado de prova persuasiva.9
Procedimentos Analíticos que Ajudam na Formação de uma Conclusão Global
(Ref: Parágrafo 6)
A17. As conclusões extraídas dos resultados dos procedimentos analíticos
concebidos e executados de acordo com o parágrafo 6 destinam-se a
corroborar conclusões formadas durante a auditoria de componentes ou
elementos individuais das demonstrações financeiras. Isto ajuda o auditor a
extrair conclusões razoáveis sobre as quais basear a sua opinião.
A18. Os resultados destes procedimentos analíticos podem identificar um risco
de distorção material anteriormente não identificado. Nessas circunstâncias,
a ISA 315 (Revista) exige que o auditor reveja a sua avaliação dos riscos
de distorção material e modifique em conformidade os procedimentos de
auditoria adicionais planeados.10
A19. Os procedimentos analíticos executados de acordo com o parágrafo 6 podem
ser similares aos que seriam usados como procedimentos de avaliação do
risco.
Investigar Resultados de Procedimentos Analíticos (Ref: Parágrafo 7)
A20. A prova de auditoria relevante para as respostas da gerência pode ser obtida
avaliando essas respostas à luz do conhecimento do auditor em relação à
entidade e ao seu ambiente e através de outra prova de auditoria obtida no
decurso da mesma.
A21. A necessidade de executar outros procedimentos de auditoria pode surgir
quando, por exemplo, a gerência não for capaz de dar uma explicação ou AUDITORIA
quando essa explicação, juntamente com a prova relevante de auditoria
obtida quanto à resposta da gerência, não for considerada adequada.

9
ISA 330, parágrafo A19
10
ISA 315 (Revista), parágrafo 31

505 ISA 520

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