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Instrumentos Operatórios

O documento descreve os instrumentos operatórios utilizados na odontologia, dividindo-os em cortantes manuais e rotatórios. Os cortantes manuais são utilizados para cortar e planificar a estrutura dentária, enquanto os rotatórios, que incluem brocas e pontas diamantadas, são usados para remoção de tecido cariado e acabamento de cavidades. O texto também aborda a mecânica de uso e os materiais de fabricação dos instrumentos.

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Daniele Weis
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Instrumentos Operatórios

O documento descreve os instrumentos operatórios utilizados na odontologia, dividindo-os em cortantes manuais e rotatórios. Os cortantes manuais são utilizados para cortar e planificar a estrutura dentária, enquanto os rotatórios, que incluem brocas e pontas diamantadas, são usados para remoção de tecido cariado e acabamento de cavidades. O texto também aborda a mecânica de uso e os materiais de fabricação dos instrumentos.

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Instrumentos operatórios

CORTANTES MANUAIS:
Instrumentos usados para cortar, clivar e
planificar a estrutura dentária e complementar o uso dos
instrumentos rotatórios.

• Redução de infiltração marginal

• Cabo: Manter o instrumento e dirigir o corte. Serrilhado


• Alisam as paredes cavidades, principalmente as de cl V
para evitar o escorregamento.
em dentes anteriores. Acabamento da parede e
• Intermediário: Une a lâmina ao cabo.
planificam as paredes de esmalte.
• Lâmina: Ponta afiada que realiza a função.

• Lâmina ligeiramente curva e com a extremidade


arredondada.
3 números: • Pode apresentar extremidade em forma de disco
• Remoção de tecido cariado
1. largura da lâmina ( décimos de mm) • Tipos: Black , Gillet e Darby-Perry
2. comprimento (mm) • Número 18 – Black
3. ângulo formado pela lâmina e o eixo longitudinal do • Número 11 1/2 - Darby-Perry
cabo( graus centesimais)

4 números:

1. largura da lâmina (décimos de mm)


2. ângulo formado pela extremidade cortante da lâmina e
o eixo longitudinal do instrumento (graus centesimais)
3. comprimento (mm)
4. ângulo formado pela lâmina e o eixo longitudinal do
cabo (graus centesimais)

número isolado no cabo, facilita 1. Estabelecer bisel adequado antes de iniciar a afiação e
a identificação dos instrumentos. mantes o instrumento fixo, em posição correta durante
todo o procedimento.
2. Manter a pedra lubrificada com uma fina camada de
• Lâminas curvas e anguladas para aplicações do lado óleo.
direito e esquerdo, na mesial e distal. 3. Usar pouca pressão contra a pedra para evitar calor.
• Planificar ângulo cavo-superfícial 4. Usar guia para orientar o plano de desgaste.
• Arredondar ângulo áxio-pulpar 5. Conservar de maneiras limpas as pedras de fiar
• Retenção na parede gengival em cavidades [Link]
• O bisel do instrumento fica virado para a pedra.
Mecânica: Utilização de motores elétricos, com pedra de
Arkansas ou discos de granulação, cilíndricas ou em roda,
montadas em um eixo.

Manual: Utilizasse uma pedra de Arkansas plana e


lubrificada, colocada sobre uma superfície lisa e plana.
Coloca-se o bisel virada para a pedra com a mão direita e
com a esquerda segura a pedra, realizando movimentos de
vai e vem, deixando o instrumento fixo.

• Torque (força que o objeto gira em torno do eixo)


• Concentricidade(simetria da ponta ativa)
• Ruídos
• Vibração
• Calor friccional
• Refrigeração
ROTATÓRIOS: • Velocidade axial e periférica

Motores de velocidade nos quais os


movimentos são transmitidos à peça de mão através de
roldanas e cordas ou por ar comprimido.

Motores de baixa velocidade: haste longa ou acoplados a


contra ângulo, em instrumentos de haste curta. As peças
retas são usadas para preparos cavitários em dentes
anteriores, com acesso a vestibular.

Rotação convencional: utilizada para acabamento das


Materiais usados para a fabricação:
paredes cavitarias e também em preparos de pouca
extensão em dentes anteriores. Aço: remoção de dentina cariada e acabamento de preparos
com baixa rotação
Alta rotação: redução rápida da estrutura dentária e
determinação das formas de contorno. Carbide: utilizadas para o preparo de cavidades, tanto em
baixa quanto em alta rotação.
• Caneta de alta rotação (300/400 mil/minuto)
• Micromotor de baixa rotação (60/80 mil/minuto) Diferenças entre as hastes:
• Contra ângulo encaixa no micromotor.
• Peça reta

Podem ser classificados em dois grupos:

• De corte: brocas
• De desgaste: pontas diamantadas.
TIPOS: 4-BROCA DE CORTE LISO PERIFORME (forma de pera)

De acordo com a ponta ativa: • Determinar paredes convergentes


• Determinar ângulos internos arredondados
1- BROCA ESFÉRICA DE CORTE LISO
• Numeração: 329 a 332
• Remoção de tecido cariado
• PRINCIPAIS: 329 e 330
• Confecção de retenções
• 245 (+ longa)
• Acesso à cavidade em dentes anteriores
• Numeração geral: ¼ a 11
• Esférica lisa: principais: ¼, 2, 4, 6 e 8
• Esférica picotada: 502 a 507

• Instrumentos abrasivos aglutinados.


• redução da estrutura dentária (esmalte e dentina), com
refrigeração de aquosa, para eliminar os detritos
2- BROCA CILÍNDRICA DE CORTE LISO • As demais são acabamento nas paredes cavitarias e
• Confecção de paredes circundantes paralelas remover excessos de restaurações
• Avivar ângulos diedros
• Corte nas extremidades e lateral da ponta ativa
• Numeração geral: 55 a 60
• Cilíndrica lisa: principal 56
• Cilíndrica picotada: 556 a 562
• 957 não tem lâmina lateral, só na ponta ativa para
desgastar parede gengival

1014 – 1= primeira série 01= diamantada esférica 4 =


diâmetro

Instrumentos rotatório de desgaste ou abrasivos


3- BROCA TRONCO-CÔNICA PICOTADA
• Determinar paredes circundantes expulsivas Abrasivos aglutinados:
• Determinar sulcos ou canaletas em cavidades para RMFs
• Determinar retenções adicionais nas caixas proximais • Pontas diamantadas
para amálgama • Pedras e pontas de carborundum
• Tronco-cônica lisa: 600 a 602 • Pedra de óxido de alumínio
• Tronco-cônica picotada: principal 699 • Pedra de carboneto de silício
• Pedra de abrasivo impregnada em borracha
• Discos abrasivos de acabamento
• Pontas siliconadas para acabamento
• Escovas impregnadas de carbeto de silício (dar brilho
final)

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