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Rota, Rumo e Proa na Navegação Aérea

A aula aborda os conceitos de rota, rumo e proa, essenciais para a navegação aérea, destacando a influência do vento nas trajetórias das aeronaves. O termo 'pé de galinha' é introduzido para explicar correções necessárias no rumo em relação ao norte verdadeiro. Exemplos práticos são apresentados para ilustrar como calcular a proa e correções de deriva em diferentes situações de voo.

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Rota, Rumo e Proa na Navegação Aérea

A aula aborda os conceitos de rota, rumo e proa, essenciais para a navegação aérea, destacando a influência do vento nas trajetórias das aeronaves. O termo 'pé de galinha' é introduzido para explicar correções necessárias no rumo em relação ao norte verdadeiro. Exemplos práticos são apresentados para ilustrar como calcular a proa e correções de deriva em diferentes situações de voo.

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AEROCLUBE DE PRESIDENTE PRUDENTE

NAVEGAÇÃO
AÉREA - PP
João Pedro Damasceno Vieira
AULA 06
Nesta aula, iremos aprender sobre rota, rumo e proa e pé de galinha.
ROTA, RUMO E PROA
A
Rota é a projeção ortogonal, na superfície da terra, da
trajetória desenhada ou percorrida por uma aeronave. B
A
Rumo é o ângulo formado entre um meridiano considerado,
no sentido NESO, e a linha de rota. B

Proa é o ângulo formado entre um meridiano considerado, A


no sentido NESO, e o eixo longitudinal de uma aeronave.
ROTA, RUMO E PROA
Primariamente, o estudo de rota, rumo e proa se faz necessário pela ação do fator vento,
que faz com que as aeronaves sofram considerados desvios - denominados deriva - em suas
rotas e consequentemente precisam aplicar correções para estes erros.

Cidade A Cidade B
ROTA, RUMO E PROA
Primariamente, o estudo de rota, rumo e proa se faz necessário pela ação do fator vento,
que faz com que as aeronaves sofram considerados desvios - denominados deriva - em suas
rotas e consequentemente precisam aplicar correções para estes erros.

PONTO B

correnteza PONTO A
ROTA, RUMO E PROA
Primariamente, o estudo de rota, rumo e proa se faz necessário pela ação do fator vento,
que faz com que as aeronaves sofram considerados desvios - denominados deriva - em suas
rotas e consequentemente precisam aplicar correções para estes erros.

PONTO B

correnteza PONTO A
ROTA, RUMO E PROA
Voando, o vento produz o mesmo efeito de um rio com presença de uma correnteza, podendo
desviar os aviões ou helicópteros para fora de seus rumos ideais. Portanto o piloto precisa
estar atento às definições de rumo e proa, sendo o rumo a direção que deverá seguir, e a
proa o nariz da aeronave, já com a devida correção de deriva.
ROTA, RUMO E PROA
Para um voo entre Porto Alegre (SBPA) e Osório (SSOS), o piloto calculou o rumo verdadeiro de
084° em relação ao norte verdadeiro (meridiano).
ROTA, RUMO E PROA
Para um voo entre Porto Alegre (SBPA) e Osório (SSOS), o piloto calculou o rumo verdadeiro de
084° em relação ao norte verdadeiro (meridiano). Em uma condição sem vento, portanto,
deverá voar com a proa apontada para 084°
ROTA, RUMO E PROA
O piloto deverá aplicar uma correção ao vento, para conseguir seguir para o rumo inicialmente
previsto. Assim conseguimos definir claramente os conceitos de rumo e proa.
ROTA, RUMO E PROA
O piloto deverá aplicar uma correção ao vento, para conseguir seguir para o rumo inicialmente
previsto. Assim conseguimos definir claramente os conceitos de rumo e proa.
ROTA, RUMO E PROA
Deriva (DER ou DR) é o ângulo formado entre a proa e o rumo
Correção de Deriva (CD ou ACD - Ângulo de Correção de Deriva) é o ângulo formado
entre o rumo e a proa

CIDADE A CIDADE B
ROTA, RUMO E PROA
Deriva (DER ou DR) é o ângulo formado entre a proa e o rumo
Correção de Deriva (CD ou ACD - Ângulo de Correção de Deriva) é o ângulo formado
entre o rumo e a proa

Rumo 090°
CIDADE A CIDADE B

Merideiano
Verdadeiro
ROTA, RUMO E PROA
Deriva (DER ou DR) é o ângulo formado entre a proa e o rumo
Correção de Deriva (CD ou ACD - Ângulo de Correção de Deriva) é o ângulo formado
entre o rumo e a proa

Proa 085°

Rumo 090°
CIDADE A CIDADE B

CD R P

DER P R
Merideiano
Verdadeiro
ROTA, RUMO E PROA
Deriva (DER ou DR) é o ângulo formado entre a proa e o rumo
Correção de Deriva (CD ou ACD - Ângulo de Correção de Deriva) é o ângulo formado
entre o rumo e a proa

Proa 085°

Rumo 090° Deriva= +5°


CIDADE A CIDADE B

CD R P

DER P R
Merideiano
Verdadeiro
ROTA, RUMO E PROA
Deriva (DER ou DR) é o ângulo formado entre a proa e o rumo
Correção de Deriva (CD ou ACD - Ângulo de Correção de Deriva) é o ângulo formado
entre o rumo e a proa

Proa 095°

Rumo 090°
CIDADE A CIDADE B
Deriva= -5°

CD R P

DER P R
Merideiano
Verdadeiro
ROTA, RUMO E PROA
Deriva (DER ou DR) é o ângulo formado entre a proa e o rumo
Correção de Deriva (CD ou ACD - Ângulo de Correção de Deriva) é o ângulo formado
entre o rumo e a proa

Proa 095°

Rumo 090°
CIDADE A CIDADE B
CD= +5°

CD R P

DER P R
Merideiano
Verdadeiro
ROTA, RUMO E PROA
Se uma ACFT irá voar uma rota cujo Rumo Verdadeiro medido na carta foi de 090° e
encontra, em rota, um vento que provoca uma deriva de -10°, a Proa Verdadeira que

Rumo 090°
CIDADE A CIDADE B

Merideiano
Verdadeiro
ROTA, RUMO E PROA
Se uma ACFT irá voar uma rota cujo Rumo Verdadeiro medido na carta foi de 090° e
encontra, em rota, um vento que provoca uma deriva de -10°, a Proa Verdadeira que

Rumo 090°
CIDADE A CIDADE B

VENTO
Merideiano
Verdadeiro
ROTA, RUMO E PROA
Se uma ACFT irá voar uma rota cujo Rumo Verdadeiro medido na carta foi de 090° e
encontra, em rota, um vento que provoca uma deriva de -10°, a Proa Verdadeira que

Rumo 090°
CIDADE A CIDADE B

Se a deriva é -10°, então a


correção de deriva será +10°,
então, a proa neste caso para
voar a rota será de 100° VENTO
Merideiano
Verdadeiro
ROTA, RUMO E PROA
Se uma ACFT irá voar uma rota cujo Rumo Verdadeiro medido na carta foi de 090° e
encontra, em rota, um vento que provoca uma deriva de -10°, a Proa Verdadeira que

Concluímos que a proa é o


rumo corrigida do vento!!
PV = RV +/-CD
Rumo 090°
CIDADE A CIDADE B

Se a deriva é -10°, então a


correção de deriva será +10°,
então, a proa neste caso para
voar a rota será de 100° VENTO
Merideiano
Verdadeiro
AULA 06
PARTE 02
Pé de galinha
ROTA, RUMO E PROA
O termo "pé de galinha" se dá devido ao fato de que existem duas correções a serem
feitas baseadas na no rumo medido nas cartas em relação ao norte verdadeiro. O estudo
da existência de três nortes é necessário para entender o termo e sua aplicação na
prática.

NV
NM

DMG

Rota
ROTA, RUMO E PROA
Rumo magnético
RM=RV +/- DMG

20°
W
ROTA, RUMO E PROA
O termo "pé de galinha" se dá devido ao fato de que existem duas correções a serem
feitas baseadas na no rumo medido nas cartas em relação ao norte verdadeiro. O estudo
da existência de três nortes é necessário para entender o termo e sua aplicação na
prática.

NV
NM

NB
DMG
DB

Rota
ROTA, RUMO E PROA
Rumo bússola
RB=RM +/- DB
ROTA, RUMO E PROA
PV= RV +/- CD NV
NM
PM=PV +/- DMG
PB=PM +/- DB NB
15°W
05°W
RM 120°
RM=RV +/- DMG
RM 115°
RB=RM +/- DB RV 100°
Rota
ROTA, RUMO E PROA
DADOS:
RV 110°
DMG 15°W
DB 5°W
QUAL SERÁ O RB?

Rota
ROTA, RUMO E PROA
DADOS:
RB 130°
DMG 15°W
DB 5°W
QUAL SERÁ O RV?

Rota
ROTA, RUMO E PROA
DADOS:
RV 300°
CD -3°
DMG 17°W
DB 1°E
QUAL SERÁ A PB?
Rota
Dados PM: 080º, ACD -3º, DMG 18W, o RV Se RB = 044°, tendo DMG 12E, DB 2E, o RV
será: será:
062º 032°
097º 056°
058º 030°
065º 058

O caminho percorrido ou a percorrer por O ângulo formado entre o eixo


uma aeronave em voo é conhecido por: longitudinal da ACFT e a linha norte-sul
Direção da bússola é chamado de:
Rumo Proa Magnética
Proa Rumo Bússola
Rota Proa Bússola
Rumo Magnético
Dados PM: 080º, ACD -3º, DMG 18W, o RV Se RB = 044°, tendo DMG 12E, DB 2E, o RV
será: será:
062º 032°
097º 056°
058º 030°
065º 058

O caminho percorrido ou a percorrer por O ângulo formado entre o eixo


uma aeronave em voo é conhecido por: longitudinal da ACFT e a linha norte-sul
Direção da bússola é chamado de:
Rumo Proa Magnética
Proa Rumo Bússola
Rota Proa Bússola
Rumo Magnético
Dados PV = 020°, DMG = 20W, DB = 3E, a PB Dados RV 050º, CD +5º, DMG 12ºE a PM será:
será: 043º
003° 038º
357° 067º
037° 062º
041°

Dados RB: 002, DMG 15W, DB 2E, ACD O ângulo formado entre o norte
-4º, a PB será: magnético e a linha norte-sul da bússola
356º é chamado de:
360º Variação Magnética
002º Desvio de Bússola
358º Declinação Magnética
Deriva
Dados PV = 020°, DMG = 20W, DB = 3E, a PB Dados RV 050º, CD +5º, DMG 12ºE a PM será:
será: 043º
003° 038º
357° 067º
037° 062º
041°

Dados RB: 002, DMG 15W, DB 2E, ACD O ângulo formado entre o norte
-4º, a PB será: magnético e a linha norte-sul da bússola
356º é chamado de:
360º Variação Magnética
002º Desvio de Bússola
358º Declinação Magnética
Deriva
Sendo RB 300º, DB 03ºE e DMG 17ºW, o RV Dados RB: 300º e PB 296º é possível afirmar
será: que:
293º DB = 4ºE
317º ACD = -4º
289º ACD = 4º
286º DB = 4ºW

Dados: DMG= 25°W, DB= 05°W, PV= Dados: DMG= 20°E, DB= 10°E, PM=
220°, RV= 230°. Pede-se: 170°, DR= -10°. Pede-se:
PM – PV –
PB – PB –
RM – RV –
CD – RM –
ROSA DOS VENTOS
Sendo RB 300º, DB 03ºE e DMG 17ºW, o RV Dados RB: 300º e PB 296º é possível afirmar
será: que:
293º DB = 4ºE
317º ACD = -4º
289º ACD = 4º
286º DB = 4ºW

Dados: DMG= 25°W, DB= 05°W, PV= Dados: DMG= 20°E, DB= 10°E, PM=
220°, RV= 230°. Pede-se: 170°, DR= -10°. Pede-se:
PM – PV –
PB – PB –
RM – RV –
CD – RM –
Dados: DMG= 20°W, DB= 10°E, PM= 010°, Dados: DMG= 25°E, DB= 05°W, RV= 220°,
RM= 005°. Pede-se: CD= +05°. Pede-se:
PV – PV –
PB – PM –
RV – PB –
DR – RM –

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