BIOESTATÍSTICA E BIOINFORMÁTICA
AULA 01
EMENTA
Estatística Descritiva;
Elementos de Probabilidade e de Inferência Estatística;
Base conceitual;
Métodos e Aplicações da Estatística
Abordagem Computacional de Questões Biológicas;
Estação de Trabalho da Bioinformática; Ferramentas
para a Bioinformática.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Dar condições ao futuro profissional para
planejar, executar, analisar e interpretar
dados experimentais na sua área de atuação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUSSAB, W. de O. Estatística Básica. 6 ed.
São Paulo: Editora Saraiva, 2010.
MILONE, G. Estatística Aplicada. São Paulo:
Atlas, 1995.
VIERA, S. Introdução à Bioestatística. 3ª. Ed.,
Rio de Janeiro, Campus, 1998
INICIANDO...
PERGUNTA + DIFÍCIL
EXERCÍCIO SIMPLES:
A distribuição de salários de uma empresa é
fornecido pela tabela a seguir:
Calcule a média salarial dessa empresa.
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DADOS E ESTATÍSTICA
Dados: é um (ou mais) conjunto de valores, numéricos ou não.
Estatística: é um conjunto de técnicas desenvolvidas com a
finalidade de auxiliar a responder, de forma objetiva e
segura, as situações que envolvem uma grande quantidade
de informações.
Pode ser usada para analisar situações complexas ou não.
Permite, de forma sistemática, organizar, descrever, analisar e interpretar
dados oriundos de estudo ou experimentos realizados em qualquer área
do conhecimento.
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ESTATÍSTICA EM 3 PARTES:
Estatística Descritiva
Probabilidade
Inferência Estatística.
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PORQUE A ESTATÍSTICA É IMPORTANTE?!
Como os cientistas avaliam a validade de novas teorias?
Como os pesquisadores médicos testam a eficiência de novas drogas?
Como os demógrafos preveem o tamanho da população do mundo em
qualquer tempo futuro?
Como pode um economista verificar se a mudança atual no Índice de Preços
ao Consumidor é a continuação de uma tendência secular ou simplesmente um
desvio aleatório?
Como é possível para alguém predizer o resultado de uma eleição
entrevistando apenas algumas centenas de eleitores?
Como os pesquisadores na educação testam a eficiência de um novo método
de ensino?
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1º - COLETA DOS DADOS
Após a definição do problema a ser
estudado e o estabelecimento do
planejamento da pesquisa, o passo
seguinte é a coleta de dados, que
consiste na busca ou compilação dos
dados das variáveis, componentes do
fenômeno a ser estudado.
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COLETA DIRETA
Quando os dados são obtidos na fonte originária. Os
valores assim compilados são chamados de dados primários,
como, por exemplo, nascimentos, casamentos e óbitos, todos
registrados no Cartório de Registro Civil; opiniões obtidas
em pesquisas de opinião pública, ou ainda, quando os
dados são coletados pelo próprio pesquisador.
Contínua – Quando feita continuamente, como por
exemplo, nascimentos e óbitos, frequência dos alunos às
aulas;
Periódica – Quando é feita em intervalos constantes de
tempo, como os censos (de 10 em 10 anos);
Ocasional – Quando é feita sem época preestabelecida.
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COLETA INDIRETA
Quando os dados obtidos provêm da coleta direta.
Os valores assim compilados são denominados de dados
secundários, como, por exemplo, o cálculo do tempo de vida
média, obtido pela pesquisa, nas tabelas demográficas
publicadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística – IBGE constitui-se em uma coleta indireta.
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2º APRESENTAÇÃO DOS DADOS
Após a crítica, os dados devem ser
apresentados sob forma adequada (tabelas
ou gráficos), para o melhor entendimento do
fenômeno que está sendo estudado.
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3º ANÁLISE DOS RESULTADOS
Realizadas as fases anteriores, faz-se
uma análise dos resultados obtidos,
através dos métodos da Estatística
Indutiva ou Inferência, e tiram-se as
conclusões e previsões.
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4º VARIÁVEIS
Cada uma das características
observadas ou mensuradas em um
fenômeno é denominada de variável.
Exemplo: fenômeno “sexo” são dois os
resultados possíveis: sexo masculino e
sexo feminino;
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